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terça-feira, 12 de novembro de 2019

Lucas 12.1-59

Leitura do dia 28/10.

Na postagem anterior vimos Jesus ensinar a orar. Acusaram-No de expulsar demônios pelo poder de Belzebu. Ele fala sobre Jonas e Salomão. É maior que os dois. Conta a parábola da lâmpada. E critica os líderes religiosos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/lucas-111-54.html

Continuamos agora, no capítulo doze do livro de Lucas.

Jesus saiu da casa do fariseu. Saímos com ele.

Uma multidão se juntou. Milhares de pessoas. A ponto de se atropelaram umas às outras.

Jesus começa a falar, primeiro a seus discípulos para que tenham cuidado com o fermento dos fariseus, que era a hipocrisia. Eles agiam com intenções diversas às que deveriam ter.

Prossegue dizendo que não há nada escondido que não venha a ser descoberto. Tudo que está oculto será conhecido. O que se disser nas trevas será ouvido à luz do dia e o que for sussurrado aos ouvidos dentro de casa, será proclamado nos telhados. Precisamos ser verdadeiros.

Ele nos alerta, sim, a todos nós, que não devemos ter medo dos que matam o corpo e depois não podem fazer mais nada. Devemos temer o Senhor que tem poder sobre nossa eternidade.

Ah, valemos mais que muitos passarinhos. Até os cabelos das nossas cabeças estão contados.

Os fariseus não queriam confessar quem o Senhor Jesus era porque estavam muito mais interessados em suas posições. Jesus afirma que todos que O confessarem diante dos homens, Ele o reconhecerá diante dos anjos de Deus. Em contrapartida, todos que O negarem também serão negados diante dos anjos de Deus.

As instruções vão ficando cada vez mais sérias. Quem disser alguma palavra contra o Filho do Homem (como Ele se autodesigna) será perdoado, mas quem blasfemar contra o Espírito Santo não será.

Qual o papel do Espírito Santo? Convencer o homem do pecado, da justiça e do juízo, conforme João 16.7-11.

O Senhor sabia que haveria perseguição contra o Evangelho, chamado de Caminho nos primeiros dias. Advertiu a Seus discípulos que quando fossem levados às sinagogas e diante dos governantes e autoridades, não se preocupassem em como se defender, ou o que dizer. O Espírito Santo, nosso professor, lhes ensinaria.

Temos servido o Senhor pelos motivos certos? O que temos feito, temos feito para agradá-Lo ou para nos apresentar diante dos homens, como os fariseus faziam? Tememos o Senhor ou os homens e o que podem fazer conosco? Estamos dispostos a confessá-Lo diante dos homens, independente das circunstâncias e consequências? Cremos que nos ama, que somos mais valiosos que muitos passarinhos? Acreditamos que se importa conosco a ponto de saber quantos fios de cabelo há em nossas cabeças? Estamos dispostos a confiar no Espírito Santo para nos orientar? Estamos dispostos a obedecê-Lo?

Que Sua graça esteja sobre nós. https://www.youtube.com/watch?v=Va8srvjwgAA

Alguém no meio da multidão pediu que Ele dissesse ao irmão que dividisse sua herança com ele.
Jesus responde com uma pergunta: “Homem, quem me designou juiz ou árbitro entre vocês?”.

Aproveita para dar um alerta. Devemos ter cuidado. Ficarmos de sobreaviso contra todo tipo de ganância.

Sabe por quê? Porque a vida de um homem não consiste na quantidade dos bens que possui.

Para que ficasse bem claro o que estava dizendo, contou uma parábola.

Um homem, que já era rico, produziu muito bem. Pensou com ele mesmo o que faria, já que não tinha onde armazenar sua colheita. Então, disse consigo mesmo que já sabia o que faria. Derrubaria seus celeiros e construiria outros maiores. Depois diria que já tinha muitos bens armazenados para muitos anos. Poderia então descansar, comer, beber e alegrar-se.

Contudo, Deus lhe disse que ele era insensato. Naquela mesma noite a sua vida lhe será exigida. Então, quem ficará com o que preparou?

Termina a parábola dizendo que assim acontece com os que guardam riquezas para si, mas não são ricos para com Deus.

Temos ficado alertas a todo tipo de ganância? Temos sido ricos para com Deus?

Quando Jetro, sogro de Moisés instruiu que escolhesse setenta homens para ajuda-lo a levar a carga de julgar o povo de Israel, não falou para Moisés escolher homens que tivessem uma grande riqueza ou herança. Falou que deveria escolher homens capazes, tementes a Deus, que fossem dignos de confiança e inimigos de ganho desonesto (Êxodo 18.21).

Quando os diáconos foram escolhidos, a ordem dos apóstolos foi que escolhessem entre eles sete homens de bom testemunho, cheios do Espírito e de sabedoria (Atos 6.3).

O que realmente importa é quem o homem é e não o que possui. Pode não ser assim para muitas pessoas, mas é assim para Deus, com toda certeza.

As riquezas desse mundo passarão. As eternas, jamais.

Busquemos os tesouros verdadeiros. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/tesouro-verdadeiro.html 

Os tesouros escondidos. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/um-tesouro-escondido.html

Que não sejamos como aquele homem louco, insensato. Que saibamos dar valor ao que o Senhor realmente valoriza.

Jesus diz a Seus discípulos para não se preocuparem com a vida diária. Se terão o que comer. Nem com o corpo, se terão o que vestir. A vida é mais que comida. O corpo é mais que roupa.

Devemos observar os corvos. O Senhor os alimenta. Somos mais valiosos que qualquer pássaro.

Não adianta nos preocuparmos. Não conseguimos fazer nada com a preocupação. Que não nos inquietemos com absolutamente nada.

Devemos buscar o reino de Deus, acima de tudo, antes de tudo. E tudo o mais nos será acrescentado.

Não precisamos temer. O Senhor tem grande alegria em nos dar o Reino.

Que não nos apeguemos aos nossos bens. Que pensemos nos tesouros eternos. Nosso coração estará onde estiver nosso tesouro.

Jesus nos instrui a estarmos prontos para servir, conservando nossas candeias acesas, como os que esperam seu senhor voltar de um banquete de casamento, para que, quando chegar e bater, possamos abrir-lhe a porta imediatamente.

Quando o senhor da casa saía, o servo aguardava, acordado, de prontidão, com sua candeia acesa, esperando seu senhor. Não dormia. E não acendia a candeia só após o senhor voltar. O senhor não devia esperar. Assim que batesse à porta, esta devia ser aberta, com luz suficiente para que o senhor entrasse, enxergando seu caminho. Só então, depois que o senhor estivesse bem acomodado, o servo se recolhia para descansar.

Jesus comparou esse acontecimento com Sua volta, dizendo que serão felizes os servos que o Senhor encontrar vigiando, quando voltar. Ele se vestirá para servir, fará que se reclinem à mesa e os servirá. Isso é muito lindo. Tenho vontade de dançar, cantar, levantar minha plaquinha.

Devemos estar preparados. Mesmo que chegue de noite ou de madrugada, felizes serão os servos que o Senhor encontrar assim. A qualquer hora. Sempre com suas candeias acesas e de prontidão para abrir a porta imediatamente.

Jesus diz que precisamos entender uma coisa: se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, não permitiria que sua casa fosse arrombada. Como não sabe, precisa estar de prontidão o tempo todo. Assim devemos estar preparados, porque o Senhor virá em uma hora que não sabemos. Mesmo percebendo os sinais, não sabemos exatamente o dia e a hora em que voltará.

Pedro, sempre Pedro, meu querido, pergunta ao Senhor se está contando esta parábola para todos ou apenas para eles, os discípulos. Gosto disso em Pedro. Não canso de falar. Essa ousadia, esse desejo de saber, de aprender, de questionar, esse estar atento.

A resposta não foi o que Pedro esperava. Ele não respondeu para quem era. Respondeu, com outra pergunta: “Quem é o administrador fiel e sensato, a quem seu senhor encarrega dos seus servos, para lhes dar sua porção de alimento no tempo devido? Feliz é esse servo a quem seu senhor encontrar fazendo sua vontade”. Garantiu que esse senhor encarregará o servo de todos os seus bens.

A resposta é para todos que quiserem ser Seus servos.

Ele continua, levantando uma suposição. Se esse servo disser a si mesmo que seu senhor está demorando a voltar, começar a bater nos servos e nas servas que estavam sob sua autoridade, e a comer, beber e embriagar-se; o senhor daquele servo virá num dia em que ele não está preparado e em uma hora que não sabe, o punirá e lhe dará um lugar com os infiéis.

E vai além, dizendo que o servo que conhece a vontade de seu senhor e não prepara o que ele deseja, nem o realiza, receberá muitos açoites. Mas o que não a conhece e pratica coisas merecedoras de castigo, receberá poucos açoites.

Por quê? A quem muito foi dado, muito será exigido, e a quem muito foi confiado, muito mais será pedido.

Que palavras sérias, cheias de responsabilidade!

Somos esses servos? Estamos com nossa candeia acesa? Estamos acordados? De prontidão? Esperando o Senhor?

Sua Palavra nos ensina o que espera de nós. Estamos preparando e realizando Sua vontade? Não teremos a nosso favor nenhuma desculpa. Não poderemos dizer que não sabíamos. Temos recebido muito. O que temos feito com o que temos recebido?

Já passou o tempo de dizer que não sabemos, não podemos. Agora é hora de ação. O Senhor está prestes a voltar. Nossas candeias precisam estar acesas. Ele precisa nos encontrar fazendo o que nos deixou a fazer. Temos uma missão. Cada um de nós.

Qual é a minha? Qual é a sua?

Ele nos encontrará trabalhando e, alegremente, nos servirá?

O Senhor Jesus continua Seu discurso. O que vem falando não são coisas fáceis de ouvir. Mas são necessárias.

Após contar a parábola do servo esperando seu senhor, faz uma bombástica afirmação: “Vim trazer fogo à terra, e como gostaria que já estivesse aceso!”.

Mas antes desse “fogo acender”, Ele terá que passar por um batismo. Estava angustiado, até que se realizasse. Esse batismo é Sua morte.

E se Ele falar que veio trazer fogo á terra já chocou meio mundo, imagina quando disse que veio trazer divisão?

Sim, de agora em diante haveria divisão nas famílias, uns contra os outros, porque uns creriam nEle, outros não. Uns O seguiriam, outros não.

Dou uma olhada para a multidão. As pessoas parecem perplexas. Até hoje não estamos acostumados a ouvir um discurso sem maquiagem, sem o tal do "politicamente correto".

Continua dizendo à multidão que, quando veem uma nuvem se levantando no ocidente, sabem que vai chover. Quando o vento sul sopra, sabem que fará calor.

E, se não estavam chocados, agora ficarão!

Ele os chama de hipócritas, pois sabem interpretar o aspecto da terra e do céu, mas não sabem interpretar o tempo presente. Conhecendo as Escrituras, deviam saber o que estava acontecendo. Além disso, João Batista havia testemunhado dEle! Como não entendiam? Como não criam? http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/joao-batista-em-um-dia-ruim.html

Seu discurso continua! Pergunta porque não julgam por si mesmos o que é justo. Dá um sábio conselho. Quando alguém estiver indo com seu adversário para o magistrado, deveria fazer de tudo para se reconciliar no caminho, para não ser arrastado ao juiz e o juiz o entregar ao oficial de justiça e este o jogar na prisão, de onde não sairia até pagar o último centavo.

Estamos neste caminho. Não que o Senhor seja nosso adversário. Nossa vida de pecado é que é Sua adversária. Que aproveitemos esse tempo para reconciliarmos com Ele no caminho. É o que espera de nós. É nossa oportunidade. Enquanto estivermos vivos.

Então? Você já se reconciliou com Ele?

Ele está pronto a recebê-Lo. Não se atrase. Não deixe para depois. Hoje é o dia.

Amanhã prosseguimos. Leremos a partir do capítulo treze. Até o capítulo quinze.

Espero você. Até lá.

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Ezequiel 32.1-33.33

Leitura do dia 06/09.

Continuamos nossa caminhada pelo livro do profeta Ezequiel.

Ontem vimos as mensagens do Senhor ao Egito. Será julgado por causa de seu orgulho e arrogância. Seus ídolos serão despedaçados. Então, saberão que Ele é Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-301-3118.html

Hoje caminharemos através das páginas dos capítulos trinta e dois e trinta e três.

No dia 3 de março de 585 a.C., o Senhor falou novamente a Ezequiel sobre o Egito. O profeta deveria lamentar-se por Faraó e transmitir-lhe Sua mensagem.

Ele se considerava um leão forte. Seria derrubado. Pelo Senhor. A Babilônia destruiria o orgulho do Egito.

Quando essa notícia corresse pelas nações distantes, causaria espanto. Reis ficariam aterrorizados. Tremendo de medo.

Quando o Senhor destruísse o Egito, através da Babilônia e o despojasse de todos os seus bens, os egípcios saberiam que Ele é o Senhor.

Alguns dias depois, Ezequiel recebeu outra mensagem do Senhor. Deveria lamentar-se pelo Egito e por outras nações poderosas, que estavam na mesma condição. Seriam enviados às profundezas da terra.

O Egito não era melhor que outras nações. Também desceria à cova. Ficaria entre os que foram rejeitados. Seria arrastado para seu julgamento. Assim como a Assíria. Como Elão, Meseque e Tubal, que causaram terror em toda parte, aterrorizando nações. Como Edom, todos os príncipes do norte e os sidônios. Todos foram rejeitados. Por seus pecados. Seriam julgados. Pela Sua justa justiça.

O Senhor ainda lhe entregou outra palavra. Sobre os vigias. Quando Ele enviava um exército contra um país, os habitantes daquela terra escolhiam alguém para ser vigia.

Qual o papel do vigia? Ficar na torre de vigilância, atento. Quando via um inimigo, deveria dar o sinal de alarme e avisar imediatamente o povo. Este tomaria as providências para se defender. Se não o fizesse, a culpa não seria do vigia. Seria apenas do povo, que não atendeu ao sinal de alarme.

Ezequiel foi colocado pelo Senhor como vigia do povo de Israel. Devia ouvir o que o Senhor falava e adverti-los em Seu nome. Se não dessem atenção às Suas advertências, morreriam em seu pecado. Ezequiel seria poupado. Se ouvissem e mudassem sua conduta, seriam salvos. Agora, se Ezequiel não “desse o alarme”, não os advertisse de acordo com as palavras do Senhor, eles morreriam em seus pecados, mas ele, o vigia, seria responsabilizado. É a segunda vez que estas palavras estão registradas em Ezequiel. http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/ezequiel-11-327.html

Nós, servos do Senhor, somos vigias. Precisamos dar o alerta. Informar às pessoas que precisam andar de acordo com os ensinamentos do Senhor, para que tenham vida. Precisamos informar qual é o salário do pecado (Romanos 6.23).

O Senhor ordena que Ezequiel transmita uma mensagem de alerta ao povo de Israel. Que se arrependam. Afastem-se de suas maldades. Não havia motivo para morrer. Gritavam que seus pecados pesavam sobre eles. Que estavam definhando. Não sobreviveriam. Mas, bastava arrependerem-se e obedecerem para ganhar vida. A obediência sempre gera vida.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/obediencia-e-chave.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/08/vamos-voltar-gideao-capitulos-6-e-7-de.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-281-3020.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/amamos-jesus.html

E mais, se um justo achasse que “era o tal” e parasse de seguir o caminho do Senhor, andando de maneira perversa, o que fizera no passado não contaria. Não adianta, como muitos dizem, "começar bem e terminar mal". Precisamos seguir o exemplo de Paulo: “Lutei o bom combate, terminei a corrida e permaneci fiel”. – 2 Timóteo 4.7

O contrário também é verdade. Se alguém que sempre andou em perversidade, longe dos caminhos do Senhor, se arrepender de seus pecados e fizer o que é justo e certo, certamente viverá. Nenhum de seus pecados do passado será lembrado (Jeremias 31.34, Hebreus 8.12).

O povo do Senhor deseja que sua justiça anterior apague seus pecados de hoje. Isso não acontecerá. O Senhor é justo. Importa que andemos em Sua presença o tempo todo. Hoje. Em todo o tempo nossas roupas devem estar limpas (Eclesiastes 9.8).

“... concentro todos os meus esforços nisto: esquecendo-me do passado e olhando para o qual está adiante, prossigo para o final da corrida, a fim de receber o prêmio celestial para o qual Deus nos chama em Cristo Jesus”. – Filipenses 3.13b-14

Em certa noite, a mão do Senhor veio novamente sobre Ezequiel. Ele voltou a falar. Na manhã seguinte chegou um sobrevivente de Jerusalém, como o Senhor dissera que um dia chegaria. Contou que a cidade havia caído.

O Senhor lhe disse que os que restaram acreditavam que possuiriam a terra. Eram mais que Abraão, que era apenas um. Não a possuiriam. Comiam carne com sangue, adoravam ídolos, assassinavam inocentes e acreditavam que a terra seria deles? De maneira alguma. Eram assassinos, idólatras, adúlteros. Seriam destruídos. Por causa de seus pecados detestáveis.

O Senhor ainda disse que iam até Ezequiel para ouvir uma palavra, como se quisessem obedecer. Até ouviam suas palavras mas não tinham a menor intenção de colocá-las em prática. Obedecer não estava em suas agendas. Suas bocas estavam cheias de palavras sensuais e seus corações só queriam dinheiro. Consideravam Ezequiel apenas uma diversão. Como se fosse um cantor romântico com uma bela voz. Quando, porém, acontecesse tudo que ele profetizara, saberiam que esteve entre eles um profeta de verdade. Não haveria mais zombaria.

Que sejamos vigias fieis. Que transmitem o alerta do Senhor, a cada dia. Somos responsáveis!

Que nossas vestes estejam limpas, todos os dias.

Que jamais nos afastemos de Seus caminhos.

Que ouçamos as palavras do Senhor, através de profetas que realmente falam Sua palavra.

Como saber se o profeta é ou não do Senhor? Ore, leia a Palavra, conheça o Senhor. Ele não fala algo contrário à Sua palavra. Para não sermos enganados, precisamos conhecer a Palavra. Não acredite em tudo que dizem por aí, nem mesmo por aqui. Confira tudo com a Palavra. Sejamos como os judeus de Bereia.

“Os judeus que moravam em Bereia tinham a mente mais aberta que os de Tessalônica e ouviram a mensagem de Paulo com grande interesse. Todos os dias examinavam as Escrituras para ver se Paulo e Silas ensinavam a verdade. Como resultado, muitos judeus creram, assim como vários gregos de alta posição, tanto homens como mulheres”. – Atos 17.11

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo trinta e quatro até o capítulo trinta e seis.

Espero você. Até lá.

quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Jeremias 28.1-30.24

Leitura do dia 15/08.

Continuamos nossa caminhada através das páginas de Jeremias.

Ontem vimos o Senhor falar que o cativeiro duraria setenta anos. Também vimos o Senhor enviar Jeremias para falar novamente ao povo. Que se arrependessem. Que voltassem a Ele.

Não quiseram ouvir. Jeremias usa um jugo de boi para entregar a palavra do Senhor às nações vizinhas e ao rei Zedequias. A ordem era submeter-se ao rei de Babilônia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-251-2722.html

Hoje caminharemos a partir do capítulo vinte e oito. Até o capítulo trinta.

Era o quinto mês. Jeremias continua usando o jugo de boi.

Estava no templo. Hananias se dirigiu a ele publicamente. Diante de todos os sacerdotes e do povo. Disse que o Senhor tinha uma palavra. Ele removeria o jugo do rei da Babilônia. Dentro de dois anos. Todos os exilados e todos os objetos que foram levados seriam trazidos de volta. Era uma palavra do Senhor.

Quando terminou de falar, Jeremias, que já havia dito, por ordem do Senhor, que o cativeiro duraria setenta anos, respondeu diante dos sacerdotes e do povo que estava no templo. Falou para Hananias que sua profecia se cumprisse. Que o Senhor trouxesse de volta os objetos e os exilados. Mas, que ele ouvisse o que tinha a dizer.

Os antigos profetas, que vieram antes dos dois, falaram contra muitas nações e reinos. Sempre advertiram a respeito de guerra, calamidade e doença. Esse era seu papel. Advertir. Que o povo voltasse para o Senhor, caso contrário seria atingido por guerra, calamidade e doença. Agora, se um profeta anunciasse paz, era preciso esperar que suas previsões se cumprissem. Somente após o cumprimento de suas previsões, era reconhecido como enviado pelo Senhor.

Sabe o que Hananias fez? Tirou o jugo do pescoço de Jeremias e o quebrou em pedaços. Disse que o Senhor, dentro de dois anos, estaria quebrando o jugo de opressão de todas as nações que estavam sujeitas a Babilônia.

É, não tinha jeito. Era uma ideia fixa. Ele queria profetizar aquilo, embora o Senhor não lhe houvesse dito nada. Jeremias saiu dali. Mas, logo em seguida o Senhor ordenou que voltasse e dissesse a Hananias que agora o jugo não seria mais de madeira, seria de ferro. Ele havia colocado todas as nações sob o controle de Nabucodonosor. Até os animais selvagens. O Senhor não o enviara, embora o povo acreditasse em suas mentiras. Ele morreria. Ainda naquele ano. Pois havia se rebelado contra o Senhor.

Ah, que terrível é falar algo em nome do Senhor quando Ele não deu tal ordem.

Naquele mesmo ano, Hananias morreu. Dois meses depois de ter entregue essa mensagem falsa.

Então Jeremias escreveu uma carta aos líderes, sacerdotes, profetas e ao povo que havia sido levado para a Babilônia. Ordenava que construíssem casas. Que se casassem. Que procurassem esposas para seus filhos e maridos para suas filhas. Que se multiplicassem. Que trabalhassem pela paz e prosperidade da cidade onde estavam. Que orassem por ela. Afinal, a prosperidade deles ia depender da prosperidade dela.

Que não se deixassem enganar pelos profetas que diziam que logo voltariam para casa. Não voltariam. Somente após setenta anos de exílio, é que voltariam para sua terra. Então, o Senhor cumpriria as boas promessas que fizera. Ele sabia os planos que tinha para o povo. Planos de bem. Para lhes dar o futuro que eles ansiavam. Eles orariam. O Senhor ouviria. Se O buscassem de todo o coração, O encontrariam.

O mesmo não aconteceria aos que desobedeceram e ficaram em Jerusalém. Seriam perseguidos. E espalhados.

Quanto aos profetas Acabe e Zedequias, filho de Maaseias, seriam queimados vivos por Nabucodonosor. Contavam mentiras ao povo em nome do Senhor. Além disso, fizeram coisas horríveis entre Seu povo. Cometeram adultério com a esposa de seu próximo e mentiram em Seu nome.

“Que coisa terrível é cair nas mãos do Deus vivo”. – Hebreus 10.31

Semaías escreveu uma carta, em seu próprio nome, ao sacerdote Sofonias. Nela perguntou por que  Sofonias não havia colocado Jeremias, o louco, no tronco, preso a uma corrente de ferro no pescoço. Ele havia escrito cartas à Babilônia dizendo que o exílio deles seria longo. Sofonias devia tomar uma providência!

Quando Sofonias recebeu a carta, leu para Jeremias. O Senhor ordenou que ele enviasse outra carta. Agora, uma carta aberta, para todos os exilados na Babilônia lerem. Nela o Senhor disse que Semaías profetizou sem ter sido enviado pelo Senhor. Fez com que acreditassem em mentiras. Incitou o povo a se rebelar contra Ele. Seria castigado. Nenhum de seus descendentes veria as coisas boas que o Senhor faria ao Seu povo.

O Senhor ordenou que Jeremias registrasse em um livro tudo que havia lhe dito.

Ele via a aflição de Seu povo. Era um tempo de angústia para Israel. No tempo certo, Ele quebraria o jugo. Seu povo O serviria. E ao Rei, descendente de Davi, que Ele estabeleceria. Que não tivessem medo. Nem desânimo. Ele os resgataria. Precisaram de disciplina porque seus pecados eram muitos. Mas seriam restaurados. No futuro, entenderiam.

É verdade. Ninguém gosta de ser disciplinado. Mas, se estamos errados, precisamos ser. É para o nosso bem. Todo pai e mãe que ama seu filho, o disciplina, para que aprenda o caminho certo. O antigo caminho, pelo qual devemos andar. O caminho proposto pelo Senhor.

A disciplina nos alinha, ainda que seja dolorosa.

“Se Deus não os disciplina como faz com todos os Seus filhos, significa que vocês não são filhos de verdade, mas ilegítimos”. – Hebreus 12.8

“Nenhuma disciplina é agradável no momento em que é praticada; ao contrário, é dolorosa. Mais tarde, porém, produz uma colheita de vida justa e de paz para os que assim são corrigidos. Portanto, revigorem suas mãos cansadas e seus joelhos enfraquecidos. Façam caminhos retos para seus pés a fim de que os mancos não caiam, mas sejam fortalecidos”. – Hebreus 12.11-13

Sejamos obedientes como Jeremias. Mas, se estamos em desobediência ou afastados do Senhor, deixemos que nos discipline. E aprendamos. Ele tem o melhor para nós, Seus filhos.

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo trinta e um. Até o capítulo trinta e três.

Espero você. Até lá.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Deuteronômio 32.1-34.12

Leitura do dia 25/02.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio. Os três últimos capítulos.

Ontem vimos as bênçãos resultantes da obediência e as maldições resultantes da desobediência.

Moisés recapitula a aliança entre o Senhor e Israel. Chama o povo a voltar-se para o Senhor e ordena que escolham entre a vida e a morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-281-3020.html

Vimos também que Josué se torna líder em Israel. Que a lei deve ser lida de sete em sete anos, sempre no ano do cancelamento das dívidas. Diante de todos. Inclusive dos estrangeiros.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-311-29.html

O Senhor fala a Moisés que Israel O desobedecerá, e ordena que lhes ensine uma canção que será testemunha entre Ele e Israel.

Hoje continuamos através dos capítulos trinta e dois a trinta e quatro.

A canção que o Senhor ensinou a Moisés e que este ensinou ao povo, fala de Sua soberania. Ele é a Rocha, Suas obras são perfeitas, tudo que faz é certo. É um Deus fiel, que nunca erra. É justo e verdadeiro.

Fala também de como o Senhor conduziu Seu povo. Do pecado de Israel. Sua idolatria. E a vingança do Senhor.

É uma canção que realmente serve de testemunho. Uma canção pesada, que afirma o que Israel fará depois que se “empanturrar” das bênçãos do Senhor.

Depois que Moisés a canta, pede que o povo leve a sério todas as suas advertências. Que as transmitam como ordens aos seus filhos para que cumpram fielmente todos os termos da lei.

A lei não é um conjunto de palavras vazias, mas é a vida deles! Se obedecerem, terão uma vida longa na terra que o Senhor lhes dá.

Neste mesmo dia, o Senhor ordena que Moisés suba ao monte Nebo. Ele não atravessará o rio Jordão porque ele e Arão não honraram a santidade do Senhor junto aos israelitas, nas águas de Meribá.

Antes de subir, Moisés abençoa o povo. O povo que o Senhor ama. Todos estão em Suas mãos.

“Não há ninguém como o Deus de Jesurum! Ele cavalga pelos céus para ajudá-los e monta as nuvens com majestoso esplendor.” – Deuteronômio 33.26

Esse é o Deus que servimos. O nosso Senhor, que nos sustenta em Seus braços eternos.

Moisés pergunta quem é feliz como Israel. Um povo salvo pelo Senhor.

Quem é feliz como você e eu? Somos um povo salvo por Ele também.

Então, depois de abençoar Israel, ainda que tenham lhe dado tanto trabalho, Moisés sobe ao monte Nebo, até o topo do Pisga, em frente a Jericó. Lá o Senhor lhe mostra toda a terra que prometera a Abraão, sob juramento.

Moisés a viu, embora não tenha entrado nela. Meu coração fica apertado, mas sei que o Senhor é Santo. É muito sério não honrarmos Sua santidade.

Que tenha misericórdia de nós. Que sempre honremos Sua santidade. Como Isaías fez (Isaías 6).

Moisés morreu. O próprio Senhor o enterrou. Ninguém soube exatamente onde.

Estava com cento e vinte anos. E ainda tinha vigor.

Nunca houve em Israel outro profeta como ele.

Os israelitas choraram sua morte durante trinta dias.

Josué agora conduzirá Israel à sua terra. Ele está cheio do espírito de sabedoria.

Como será essa conquista?

Viu só? Já terminamos o Pentateuco. Os primeiros cinco livros da Bíblia.

Amanhã iniciaremos a leitura do livro de Josué. Leremos do capítulo um ao capítulo três.

Espero você. Até lá.