Leitura do dia 21/06.
Na postagem anterior, vimos como são felizes os que tem prazer em obedecer aos mandamentos do Senhor e andam em Seus caminhos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1111-11210.html
Agora, continuamos através dos Salmos cento e treze e cento e quatorze.
No Salmo cento e treze o salmista louva o Senhor. Canta que todos devem louvá-Lo. Que Seu nome seja bendito. Agora. Sempre. Em todos os lugares. Do Oriente ao Ocidente. Em todas as nações.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Quem é semelhante a Ele? Podemos responder a uma só voz: “Ninguém”. Ele se inclina de Seu trono para ver o que acontece nos céus e na terra. Levanta o necessitado do pó. Ergue o pobre mesmo do lixo. Coloca-os entre príncipes. Importa-se com todos. Até com a mulher estéril que era totalmente desprezada. Ele a torna uma mãe feliz! Deus lindo! Louvado seja nosso Senhor.
O Salmo cento e quatorze canta a saída do povo de Israel do Egito. Judá tornou-se Seu santuário. Israel o Seu domínio. O mar viu o povo chegando e abriu para que passassem a seco. Até as águas do rio Jordão recuaram. Os montes saltaram como carneiros e as colinas, como cordeiros. A terra estremece na presença do Senhor. Ele transformou a rocha num açude. Fez nascer uma fonte de água em um rochedo. Tudo para mostrar Seu grande amor e poder.
Aqui, imaginando mar, rios e montes dançando diante do Senhor, terminamos nossa leitura de hoje.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do Salmo cento e quinze. Até o Salmo cento e dezoito.
Espero você. Até lá.
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sexta-feira, 21 de junho de 2019
Salmos 113.1-114.8
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domingo, 31 de março de 2019
1 Reis 9.10-28
Leitura do dia 31/03.
Na postagem anterior, vimos as bênçãos que o Senhor prometeu a Salomão e a Israel, se fossem fiéis; e as consequências se fossem infiéis, apaixonando-se e indo atrás de outros deuses.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-reis-91-9.html
Agora, continuamos caminhando pelas páginas do capítulo nove de 1 Reis. Do versículo dez ao versículo vinte e oito.
Salomão levou vinte anos construindo os dois edifícios, o Templo do Senhor e o palácio Real.
Ele deu ao rei Hirão, de Tiro, vinte cidades na Galileia. Hirão havia fornecido madeira de cedro e de pinho de alta qualidade, bem como todo o ouro de que Salomão precisou. Hirão doou a Salomão quatro mil e duzentos quilos de ouro puro.
Ele foi à Galileia conhecer as cidades que lhe foram dadas. Não gostou. Deu-lhes o nome de Terra Lamacenta. E foi assim, que aquela região ficou conhecida.
Salomão impôs trabalhos forçados para a construção do Templo, do seu palácio, do aterro do lado leste da cidade, das muralhas de Jerusalém, das cidades de Hazor, Megido e Gezer.
Os trabalhos forçados foram feitos pelos descendentes dos amorreus, hititas, ferezeus, heveus e jebuzeus. Sobreviventes de guerra cujos descendentes continuaram a trabalhar como escravos até quando o livro de Reis foi escrito.
Também construiu Bete-Horom Baixa, Baalate e Tadmor, assim como todas as cidades-armazéns e as cidades onde ficavam os carros de guerra e os animais que os conduziam.
A cidade de Gezer foi dada de presente de casamento à filha de Faraó. Seu pai atacou a cidade. Matou seus moradores, que eram cananeus. Incendiou-a. E a deu de presente à filha. Que presente!
Salomão construiu tudo que desejou em Jerusalém, no Líbano e em todo o território onde reinou.
Salomão não impôs trabalhos forçados a nenhum dos filhos de Israel. Os israelitas eram seus homens de guerra, capitães, comandantes e condutores dos carros de guerra, oficiais e escudeiros. Também eram eles que chefiavam e supervisionavam as construções. Quinhentos e cinquenta oficiais.
Depois que sua esposa, a filha de Faraó, mudou-se para seu palácio, Salomão deu ordens para aterrar o lado leste da cidade.
Também investiu na construção de navios, em Eziom-Geber, às margens do Mar Vermelho. Foi um acordo entre ele e Hirão. Hirão enviou seus marinheiros que eram experientes na navegação marítima para que servissem a Salomão. Navegaram até Ofir. De lá trouxeram quatorze mil e setecentos quilos de ouro.
Salomão oferecia ao Senhor, holocaustos e sacrifícios pacíficos e de comunhão, três vezes ao ano. Sacrificava sobre o altar que erguera e queimava incensos puros e perfumados diante do Senhor.
É impressionante ver que tudo que Salomão desejou, em todas as terras de seu reino, planejou e construiu. Nada ficou pela metade. Nada ficou emperrado. Nenhuma obra foi embargada. Nem superfaturada.
Além do Templo, construiu edifícios, palácios, muros, cidades, fortalezas, aterro, armazéns, garagens, estábulos e até navios. Em tudo foi bem sucedido. Não por ser poderoso. Ou por ser rei. Mas por andar nos caminhos do Senhor. Esse era o segredo do seu sucesso.
Sucesso é conhecer ao Senhor e andar com Ele. Deixar que Ele cumpra Seus propósitos em nós e através de nós.
Que andemos nos caminhos do Senhor, para que Ele cumpra Seus desejos em nós. Aprendamos a planejar, programar, organizar, administrar, supervisionar e realizar. Como Salomão fazia.
Amanhã continuamos. Leremos os capítulos de dez a doze de 1 Reis.
Espero você. Até lá.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/sucesso.html
Na postagem anterior, vimos as bênçãos que o Senhor prometeu a Salomão e a Israel, se fossem fiéis; e as consequências se fossem infiéis, apaixonando-se e indo atrás de outros deuses.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-reis-91-9.html
Agora, continuamos caminhando pelas páginas do capítulo nove de 1 Reis. Do versículo dez ao versículo vinte e oito.
Salomão levou vinte anos construindo os dois edifícios, o Templo do Senhor e o palácio Real.
Ele deu ao rei Hirão, de Tiro, vinte cidades na Galileia. Hirão havia fornecido madeira de cedro e de pinho de alta qualidade, bem como todo o ouro de que Salomão precisou. Hirão doou a Salomão quatro mil e duzentos quilos de ouro puro.
Ele foi à Galileia conhecer as cidades que lhe foram dadas. Não gostou. Deu-lhes o nome de Terra Lamacenta. E foi assim, que aquela região ficou conhecida.
Salomão impôs trabalhos forçados para a construção do Templo, do seu palácio, do aterro do lado leste da cidade, das muralhas de Jerusalém, das cidades de Hazor, Megido e Gezer.
Os trabalhos forçados foram feitos pelos descendentes dos amorreus, hititas, ferezeus, heveus e jebuzeus. Sobreviventes de guerra cujos descendentes continuaram a trabalhar como escravos até quando o livro de Reis foi escrito.
Também construiu Bete-Horom Baixa, Baalate e Tadmor, assim como todas as cidades-armazéns e as cidades onde ficavam os carros de guerra e os animais que os conduziam.
A cidade de Gezer foi dada de presente de casamento à filha de Faraó. Seu pai atacou a cidade. Matou seus moradores, que eram cananeus. Incendiou-a. E a deu de presente à filha. Que presente!
Salomão construiu tudo que desejou em Jerusalém, no Líbano e em todo o território onde reinou.
Salomão não impôs trabalhos forçados a nenhum dos filhos de Israel. Os israelitas eram seus homens de guerra, capitães, comandantes e condutores dos carros de guerra, oficiais e escudeiros. Também eram eles que chefiavam e supervisionavam as construções. Quinhentos e cinquenta oficiais.
Depois que sua esposa, a filha de Faraó, mudou-se para seu palácio, Salomão deu ordens para aterrar o lado leste da cidade.
Também investiu na construção de navios, em Eziom-Geber, às margens do Mar Vermelho. Foi um acordo entre ele e Hirão. Hirão enviou seus marinheiros que eram experientes na navegação marítima para que servissem a Salomão. Navegaram até Ofir. De lá trouxeram quatorze mil e setecentos quilos de ouro.
Salomão oferecia ao Senhor, holocaustos e sacrifícios pacíficos e de comunhão, três vezes ao ano. Sacrificava sobre o altar que erguera e queimava incensos puros e perfumados diante do Senhor.
É impressionante ver que tudo que Salomão desejou, em todas as terras de seu reino, planejou e construiu. Nada ficou pela metade. Nada ficou emperrado. Nenhuma obra foi embargada. Nem superfaturada.
Além do Templo, construiu edifícios, palácios, muros, cidades, fortalezas, aterro, armazéns, garagens, estábulos e até navios. Em tudo foi bem sucedido. Não por ser poderoso. Ou por ser rei. Mas por andar nos caminhos do Senhor. Esse era o segredo do seu sucesso.
Sucesso é conhecer ao Senhor e andar com Ele. Deixar que Ele cumpra Seus propósitos em nós e através de nós.
Que andemos nos caminhos do Senhor, para que Ele cumpra Seus desejos em nós. Aprendamos a planejar, programar, organizar, administrar, supervisionar e realizar. Como Salomão fazia.
Amanhã continuamos. Leremos os capítulos de dez a doze de 1 Reis.
Espero você. Até lá.
Texto semelhante:
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Ser bem sucedido,
Tiro
terça-feira, 26 de fevereiro de 2019
Josué 2.1-24
Leitura do dia 26/02.
Na postagem anterior vimos o Senhor animando Josué. Deve ser forte e corajoso. O Senhor está com ele. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-11-18.html
Agora, caminharemos pelo capítulo dois do livro de Josué.
Ele envia dois espias, secretamente, a Jericó. Será a primeira cidade a ser conquistada. A tarefa é, reconhecer principalmente, os arredores da cidade.
Ao chegarem lá, ficaram na casa de Raabe, uma prostituta. Mas logo a notícia, não se sabe como, chega aos ouvidos do rei.
O rei envia homens a Raabe, ordenando que traga para fora os homens que haviam ido lá. Eram espias. Seriam mortos. Com certeza, torturados antes.
Raabe esconde os homens. Diz aos mensageiros do rei que realmente estiveram lá, mas partiram pouco antes do horário de fechamento dos portões da cidade. Foram atrás dos espias. E os portões foram fechados. Ninguém entra, ninguém sai. A não ser devidamente identificado.
Os dois espias estão escondidos no terraço da casa de Raabe. Debaixo dos feixes de linho que ela havia colocado ali.
Antes que os espiões dormissem, Raabe foi até eles. Pediu que, assim como havia lhes poupado a vida, que fizessem o mesmo com ela e toda sua família.
Ela sabia que o Senhor havia lhes dado aquela terra. Contou que todos sabiam como o Senhor os tirara do Egito. Como o Mar Vermelho se abrira diante deles. O que acontecera com os reis amorreus que viviam do outro lado do Jordão. E testificou que o Senhor é Deus supremo em cima no céu e embaixo na terra. Pediu que jurassem pelo nome do Senhor que os pouparia.
Eles responderam que ofereceriam a vida deles como garantia da segurança dela. Se não os entregasse. Tratariam ela e seus familiares com bondade, quando o Senhor lhes desse a terra.
Como sua casa fazia parte da muralha, ela os desceu pela janela, por uma corda. Orientou que fugissem para as montanhas. Ficassem lá escondidos durante três dias. Depois, seguissem seu caminho. Seus perseguidores, a essa altura, já teriam retornado.
Antes de partir, os espias confirmaram os termos do juramento. Só seriam obrigados a protegê-la e à sua família se, quando entrassem na terra, Raabe colocasse um cordão vermelho pendurado na janela por onde havia ajudado a descê-los e, se todos os seus parentes estivessem em casa com ela.
Esse cordão aponta para o Senhor Jesus e Seu sacrifício por nós. Aponta para o sangue do cordeiro nos umbrais da porta. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-121-51.html; http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/a-escolha-da-multidao.html
É como na arca. Apenas os que estivessem dentro seriam salvos. Jesus é nossa arca. Apenas quem estiver nEle é salvo. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/na-postagem-anterior-lemoso-capitulo.html
É como a cidade de refúgio. Se alguém saísse, eles não teriam nenhuma responsabilidade. Apenas os que estivessem junto com ela, em casa, guardados, seriam poupados.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-341-3613.html
Jesus é nossa cidade refúgio. Não podemos sair dEle.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/jesus-nossa-cidade-refugio.html;
Raabe aceitou as condições. Ficaria dentro de casa. Junto com sua família.
Não sabemos o que levou essa mulher a se prostituir. Sabemos que era valente. Que creu no Senhor, Deus de Israel, o único Senhor. Que amava e se importava com sua família, trazendo todos para dentro da proteção que lhe foi oferecida. E, mais tarde, saberemos que ela se casará com um homem da tribo de Judá. E mais tarde ainda, saberemos que seu nome consta da genealogia de Jesus. Uau! O que um posicionamento é capaz de fazer!
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/o-deus-que-acolhe-e-transforma.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/e-assim-comeca-mateus.html
Raabe não esperou que Israel chegasse à terra para então colocar o cordão na janela. Há tantos imprevistos pela frente. E se acontecesse algo com ela? Se esquecesse? Se dormisse? Se, por qualquer motivo não conseguisse colocar o cordão a tempo? Como uma mulher prevenida, assim que saíram de sua casa, pendurou o cordão vermelho na janela. Como as virgens prudentes. E ela sabia que antes de três dias não chegariam. Estariam escondidos nas montanhas.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/nossa-candeia-tem-oleo-suficiente.html
Após esperarem três dias, os espiões voltam ao acampamento de Israel. Relataram a Josué tudo que lhes acontecera. Confirmaram que o Senhor realmente havia lhes dado aquela terra.
Todos os moradores estavam desesperados por causa deles. Ainda assim, somente Raabe e sua família se voltaram para o Senhor. E nem sabemos se foram todos.
O capítulo dois termina assim.
Agora, falta saber como atravessarão o Jordão para conquistar a terra.
Leremos o capítulo três na próxima postagem.
Espero você. Ate já.
Na postagem anterior vimos o Senhor animando Josué. Deve ser forte e corajoso. O Senhor está com ele. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-11-18.html
Agora, caminharemos pelo capítulo dois do livro de Josué.
Ele envia dois espias, secretamente, a Jericó. Será a primeira cidade a ser conquistada. A tarefa é, reconhecer principalmente, os arredores da cidade.
Ao chegarem lá, ficaram na casa de Raabe, uma prostituta. Mas logo a notícia, não se sabe como, chega aos ouvidos do rei.
O rei envia homens a Raabe, ordenando que traga para fora os homens que haviam ido lá. Eram espias. Seriam mortos. Com certeza, torturados antes.
Raabe esconde os homens. Diz aos mensageiros do rei que realmente estiveram lá, mas partiram pouco antes do horário de fechamento dos portões da cidade. Foram atrás dos espias. E os portões foram fechados. Ninguém entra, ninguém sai. A não ser devidamente identificado.
Os dois espias estão escondidos no terraço da casa de Raabe. Debaixo dos feixes de linho que ela havia colocado ali.
Antes que os espiões dormissem, Raabe foi até eles. Pediu que, assim como havia lhes poupado a vida, que fizessem o mesmo com ela e toda sua família.
Ela sabia que o Senhor havia lhes dado aquela terra. Contou que todos sabiam como o Senhor os tirara do Egito. Como o Mar Vermelho se abrira diante deles. O que acontecera com os reis amorreus que viviam do outro lado do Jordão. E testificou que o Senhor é Deus supremo em cima no céu e embaixo na terra. Pediu que jurassem pelo nome do Senhor que os pouparia.
Eles responderam que ofereceriam a vida deles como garantia da segurança dela. Se não os entregasse. Tratariam ela e seus familiares com bondade, quando o Senhor lhes desse a terra.
Como sua casa fazia parte da muralha, ela os desceu pela janela, por uma corda. Orientou que fugissem para as montanhas. Ficassem lá escondidos durante três dias. Depois, seguissem seu caminho. Seus perseguidores, a essa altura, já teriam retornado.
Antes de partir, os espias confirmaram os termos do juramento. Só seriam obrigados a protegê-la e à sua família se, quando entrassem na terra, Raabe colocasse um cordão vermelho pendurado na janela por onde havia ajudado a descê-los e, se todos os seus parentes estivessem em casa com ela.
Esse cordão aponta para o Senhor Jesus e Seu sacrifício por nós. Aponta para o sangue do cordeiro nos umbrais da porta. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-121-51.html; http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/a-escolha-da-multidao.html
É como na arca. Apenas os que estivessem dentro seriam salvos. Jesus é nossa arca. Apenas quem estiver nEle é salvo. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/na-postagem-anterior-lemoso-capitulo.html
É como a cidade de refúgio. Se alguém saísse, eles não teriam nenhuma responsabilidade. Apenas os que estivessem junto com ela, em casa, guardados, seriam poupados.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-341-3613.html
Jesus é nossa cidade refúgio. Não podemos sair dEle.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/jesus-nossa-cidade-refugio.html;
Raabe aceitou as condições. Ficaria dentro de casa. Junto com sua família.
Não sabemos o que levou essa mulher a se prostituir. Sabemos que era valente. Que creu no Senhor, Deus de Israel, o único Senhor. Que amava e se importava com sua família, trazendo todos para dentro da proteção que lhe foi oferecida. E, mais tarde, saberemos que ela se casará com um homem da tribo de Judá. E mais tarde ainda, saberemos que seu nome consta da genealogia de Jesus. Uau! O que um posicionamento é capaz de fazer!
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/o-deus-que-acolhe-e-transforma.html
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Raabe não esperou que Israel chegasse à terra para então colocar o cordão na janela. Há tantos imprevistos pela frente. E se acontecesse algo com ela? Se esquecesse? Se dormisse? Se, por qualquer motivo não conseguisse colocar o cordão a tempo? Como uma mulher prevenida, assim que saíram de sua casa, pendurou o cordão vermelho na janela. Como as virgens prudentes. E ela sabia que antes de três dias não chegariam. Estariam escondidos nas montanhas.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/nossa-candeia-tem-oleo-suficiente.html
Após esperarem três dias, os espiões voltam ao acampamento de Israel. Relataram a Josué tudo que lhes acontecera. Confirmaram que o Senhor realmente havia lhes dado aquela terra.
Todos os moradores estavam desesperados por causa deles. Ainda assim, somente Raabe e sua família se voltaram para o Senhor. E nem sabemos se foram todos.
O capítulo dois termina assim.
Agora, falta saber como atravessarão o Jordão para conquistar a terra.
Leremos o capítulo três na próxima postagem.
Espero você. Ate já.
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sábado, 16 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 2.1-3.29
Leitura do dia 16/02.
Na postagem anterior, vimos Moisés lembrando Israel de suas caminhadas pelo deserto. Assim como a rebelião e morte de toda uma geração por causa de sua incredulidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-11-46.html
Agora, continuamos através dos capítulos dois e três de Deuteronômio.
Moisés continua relembrando que, depois da rebelião e da derrota vergonhosa, voltaram em direção ao Mar Vermelho, como o Senhor ordenara. Vagaram por um longo tempo, de uma região para outra.
Até que o Senhor ordenou que fossem conquistar a terra. Já haviam passado trinta e oito anos desde que haviam ido para Cades-Barneia pela primeira vez. Todos aquela geração havia morrido.
Que se mexessem e conquistassem a terra.
Deviam, no entanto, ter cuidado com os edomitas, descendentes de Esaú. Eles se sentiriam ameaçados. Israel devia pagar pela comida e água que utilizassem enquanto passassem por suas terras. O Senhor não lhes daria um metro sequer naquelas terras. Pertenciam a eles. Ele havia lhes dado.
Moisés explica que em outros tempo, os horeus habitaram Seir, mas os edomitas os expulsaram e ocuparam suas terras, do mesmo maneira que Israel expulsaria os povos de Canaã.
O Senhor fez com Edom algo semelhante ao que estava prestes a fazer com Israel.
E algo semelhante também aconteceu quando os caftoritas de Creta invadiram e destruíram os eveus, tomando a região de Gaza.
O Senhor também disse que não era para perturbar os moabitas, descendentes de Ló. Aquela região era deles. Não daria nenhuma parte de seus territórios.
Também não deveriam se aproximar da terra dos amonitas, descendentes de Ló. O Senhor havia dado aquela terra a eles. E não daria nenhum pedaço para Israel.
Agora era a vez deles. Que atacassem e começassem a tomar posse do território que o Senhor lhes prometera. Todos os povos ficariam com medo, ouvindo o relato do que aconteceria a partir daquele dia.
Depois Moisés conta que pediram permissão para entrar na terra de Seom. Ele não permitiu. Saiu à guerra contra Israel. E foi derrotado. O Senhor o entregou nas mãos de Israel.
Em seguida, foi o rei Ogue, de Basã. Israel conquistou suas sessenta cidades. Todas fortificadas, com muralhas altas e portões com trancas.
O Senhor era com eles. Não importava a quantidade dos inimigos. Nem o tamanho de suas muralhas.
Quando tomaram posse da terra de Gileade, Moisés a deu às tribos de Rúben, Gade e Manassés.
A região de Argobe era conhecida como terra de gigantes. Jair, um dos descendentes de Manassés conquistou toda aquela região. E deu às cidades seu próprio nome.
Essas tribos ficaram com a obrigação de atravessar o Jordão à frente dos demais israelitas, armados e prontos para ajudá-los. Voltariam para suas terras quando o Senhor tivesse dado segurança a todos, como dera a eles.
Moisés também conta que pediu muito ao Senhor para que entrasse na terra, mas o Senhor disse “não”. Falou para Moisés não tocar mais nesse assunto com Ele. Subiria ao monte Pisga e de lá veria a terra. Apenas isso. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-201-29.html
Seria Josué quem conduziria o povo do outro lado do Jordão. Moisés precisava encorajá-lo e fortalecê-lo. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-261-2723.html
Hoje ficamos por aqui.
Amanhã continuamos. Do capítulo quatro ao capítulo sete.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos Moisés lembrando Israel de suas caminhadas pelo deserto. Assim como a rebelião e morte de toda uma geração por causa de sua incredulidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-11-46.html
Agora, continuamos através dos capítulos dois e três de Deuteronômio.
Moisés continua relembrando que, depois da rebelião e da derrota vergonhosa, voltaram em direção ao Mar Vermelho, como o Senhor ordenara. Vagaram por um longo tempo, de uma região para outra.
Até que o Senhor ordenou que fossem conquistar a terra. Já haviam passado trinta e oito anos desde que haviam ido para Cades-Barneia pela primeira vez. Todos aquela geração havia morrido.
Que se mexessem e conquistassem a terra.
Deviam, no entanto, ter cuidado com os edomitas, descendentes de Esaú. Eles se sentiriam ameaçados. Israel devia pagar pela comida e água que utilizassem enquanto passassem por suas terras. O Senhor não lhes daria um metro sequer naquelas terras. Pertenciam a eles. Ele havia lhes dado.
Moisés explica que em outros tempo, os horeus habitaram Seir, mas os edomitas os expulsaram e ocuparam suas terras, do mesmo maneira que Israel expulsaria os povos de Canaã.
O Senhor fez com Edom algo semelhante ao que estava prestes a fazer com Israel.
E algo semelhante também aconteceu quando os caftoritas de Creta invadiram e destruíram os eveus, tomando a região de Gaza.
O Senhor também disse que não era para perturbar os moabitas, descendentes de Ló. Aquela região era deles. Não daria nenhuma parte de seus territórios.
Também não deveriam se aproximar da terra dos amonitas, descendentes de Ló. O Senhor havia dado aquela terra a eles. E não daria nenhum pedaço para Israel.
Agora era a vez deles. Que atacassem e começassem a tomar posse do território que o Senhor lhes prometera. Todos os povos ficariam com medo, ouvindo o relato do que aconteceria a partir daquele dia.
Depois Moisés conta que pediram permissão para entrar na terra de Seom. Ele não permitiu. Saiu à guerra contra Israel. E foi derrotado. O Senhor o entregou nas mãos de Israel.
Em seguida, foi o rei Ogue, de Basã. Israel conquistou suas sessenta cidades. Todas fortificadas, com muralhas altas e portões com trancas.
O Senhor era com eles. Não importava a quantidade dos inimigos. Nem o tamanho de suas muralhas.
Quando tomaram posse da terra de Gileade, Moisés a deu às tribos de Rúben, Gade e Manassés.
A região de Argobe era conhecida como terra de gigantes. Jair, um dos descendentes de Manassés conquistou toda aquela região. E deu às cidades seu próprio nome.
Essas tribos ficaram com a obrigação de atravessar o Jordão à frente dos demais israelitas, armados e prontos para ajudá-los. Voltariam para suas terras quando o Senhor tivesse dado segurança a todos, como dera a eles.
Moisés também conta que pediu muito ao Senhor para que entrasse na terra, mas o Senhor disse “não”. Falou para Moisés não tocar mais nesse assunto com Ele. Subiria ao monte Pisga e de lá veria a terra. Apenas isso. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-201-29.html
Seria Josué quem conduziria o povo do outro lado do Jordão. Moisés precisava encorajá-lo e fortalecê-lo. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-261-2723.html
Hoje ficamos por aqui.
Amanhã continuamos. Do capítulo quatro ao capítulo sete.
Espero você. Até lá.
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
Números 32.1-33.56
Leitura do dia 14/02.
Na postagem anterior, vimos a guerra de Israel contra os midianitas. Nenhum dos doze mil soldados de Israel morreu.
Os generais e capitães, ofereceram cerca de duzentos quilos de ouro como oferta de gratidão ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-311-54.html
Continuamos nossa caminhada através do versículo um do capítulo trinta e dois até o final do capítulo trinta e três de Números.
As tribos de Rúben e Gade possuíam muito gado. As terras de Gileade eram excelentes para pasto. Foram até Moisés e pediram que sua herança fosse ali, daquele lado do Jordão.
Quando Moisés ouviu ficou indignado. Disse que o Senhor havia destruído uma geração de Israel porque não quiseram conquistar a terra que o Senhor dera. Se aqueles homens não fossem à guerra com seus irmãos, o Senhor faria o mesmo. E eles seriam os culpados.
Eles explicaram que iriam à frente de Israel. Só voltariam para aquela terra depois que tivessem levado seus irmãos à conquista de suas próprias heranças. Só queriam construir cidades para seus filhos e currais para seus animais, ali, naquela terra excelente para pasto.
Moisés disse que se fossem, ficariam com aquela terra como herança. Mas se não fossem, estariam pecando e não escapariam das consequências de seus pecados.
As tribos de Rúben e Gade repetiram que atravessariam o Jordão, bem armados, e lutariam para o Senhor.
Por ordem do Senhor, Moisés guardou o registro de todo o caminho percorrido desde que haviam saído de Ramessés, no Egito, quarenta anos atrás.
De Ramessés eles foram para Sucote. De lá para Etã, à beira do deserto. Voltaram a Pi-Hairote. De lá atravessaram o Mar Vermelho. Viajaram três dias pelo deserto de Etã. Foram para Mara. Depois para Elim, onde havia doze fontes de água e setenta palmeiras. De lá acamparam junto ao Mar Vermelho. Depois no deserto de Sim. Depois em Focta. Depois Alus. Depois Refidim, onde não tinha água para o povo beber. Então acamparam no deserto do Sinal. De lá foram para Quibrote-Hataavá. Depois Hazerote, Ritmá, Rimom-Perez, Libna, Rissa, Queelata, Monte Séfer, Harada, Maquelote, Taate, Terá, Mitca, Hasmona, Moserote, Bene-Jaacã, Hor-Gidgade, Jotbatá, Abrona, Eziom-Geber, Cades (no Deserto de Sim).
Saíram de Cades e foram para o Monte Hor, onde Arão morreu, quarenta anos depois que o povo saiu do Egito. De lá foram para Zalmona, Punom, Obote, Ijé-Abarim, Dibom-Gade, Almom-Diblataim.
De lá acamparam nos montes de Abarim, perto do monte Nebo, depois acamparam nas campinas de Moabe, junto ao rio Jordão, do lado oposto de Jericó. Acamparam desde Bete-Jesimote até Abel-Sitim.
Ali, o Senhor falou que Moisés ordenasse ao povo de Israel que, quando atravessassem o Jordão, expulsassem todos os povos que viviam naquela terra. Destruíssem todas as imagens esculpidas ou fundidas e derrubassem todos os santuários idólatras. Que tomassem posse da terra e se estabelecessem nela.
A distribuição da terra seria por sorteio de forma proporcional ao tamanho de cada clã. O sorteio seria definitivo. Não haveria troca.
Caso não expulsassem o povo da terra, os que sobrassem seriam como farpas em seus olhos e espinhos em suas costas. Seriam um tormento para eles.
O Senhor sabia que eles os fariam tropeçar e disse que, se não obedecessem, faria com Israel o que pensou fazer com aquelas nações, que não queriam saber dEle.
Você pode estar se perguntando porque escrevi todos os lugares onde Israel acampou. Pois bem, para termos uma ideia de quantas vezes o tabernáculo foi desmontado, os filhos de Arão arrumaram os objetos santíssimos, os coatítas os carregaram, sem ver e sem tocar (para não morrerem), e os gersonitas e meraritas desmontaram, carregaram e remontaram. Tudo na maior ordem, de acordo com a função que cada um exercia, especificamente. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-41-49.html
Terminamos aqui nossa leitura de hoje.
Que aprendamos a exercer nossas funções de acordo com a vontade do Senhor, com responsabilidade, disposição e santidade.
Amanhã continuamos através dos capítulos trinta e quatro a trinta e seis.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos a guerra de Israel contra os midianitas. Nenhum dos doze mil soldados de Israel morreu.
Os generais e capitães, ofereceram cerca de duzentos quilos de ouro como oferta de gratidão ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-311-54.html
Continuamos nossa caminhada através do versículo um do capítulo trinta e dois até o final do capítulo trinta e três de Números.
As tribos de Rúben e Gade possuíam muito gado. As terras de Gileade eram excelentes para pasto. Foram até Moisés e pediram que sua herança fosse ali, daquele lado do Jordão.
Quando Moisés ouviu ficou indignado. Disse que o Senhor havia destruído uma geração de Israel porque não quiseram conquistar a terra que o Senhor dera. Se aqueles homens não fossem à guerra com seus irmãos, o Senhor faria o mesmo. E eles seriam os culpados.
Eles explicaram que iriam à frente de Israel. Só voltariam para aquela terra depois que tivessem levado seus irmãos à conquista de suas próprias heranças. Só queriam construir cidades para seus filhos e currais para seus animais, ali, naquela terra excelente para pasto.
Moisés disse que se fossem, ficariam com aquela terra como herança. Mas se não fossem, estariam pecando e não escapariam das consequências de seus pecados.
As tribos de Rúben e Gade repetiram que atravessariam o Jordão, bem armados, e lutariam para o Senhor.
Por ordem do Senhor, Moisés guardou o registro de todo o caminho percorrido desde que haviam saído de Ramessés, no Egito, quarenta anos atrás.
De Ramessés eles foram para Sucote. De lá para Etã, à beira do deserto. Voltaram a Pi-Hairote. De lá atravessaram o Mar Vermelho. Viajaram três dias pelo deserto de Etã. Foram para Mara. Depois para Elim, onde havia doze fontes de água e setenta palmeiras. De lá acamparam junto ao Mar Vermelho. Depois no deserto de Sim. Depois em Focta. Depois Alus. Depois Refidim, onde não tinha água para o povo beber. Então acamparam no deserto do Sinal. De lá foram para Quibrote-Hataavá. Depois Hazerote, Ritmá, Rimom-Perez, Libna, Rissa, Queelata, Monte Séfer, Harada, Maquelote, Taate, Terá, Mitca, Hasmona, Moserote, Bene-Jaacã, Hor-Gidgade, Jotbatá, Abrona, Eziom-Geber, Cades (no Deserto de Sim).
Saíram de Cades e foram para o Monte Hor, onde Arão morreu, quarenta anos depois que o povo saiu do Egito. De lá foram para Zalmona, Punom, Obote, Ijé-Abarim, Dibom-Gade, Almom-Diblataim.
De lá acamparam nos montes de Abarim, perto do monte Nebo, depois acamparam nas campinas de Moabe, junto ao rio Jordão, do lado oposto de Jericó. Acamparam desde Bete-Jesimote até Abel-Sitim.
Ali, o Senhor falou que Moisés ordenasse ao povo de Israel que, quando atravessassem o Jordão, expulsassem todos os povos que viviam naquela terra. Destruíssem todas as imagens esculpidas ou fundidas e derrubassem todos os santuários idólatras. Que tomassem posse da terra e se estabelecessem nela.
A distribuição da terra seria por sorteio de forma proporcional ao tamanho de cada clã. O sorteio seria definitivo. Não haveria troca.
Caso não expulsassem o povo da terra, os que sobrassem seriam como farpas em seus olhos e espinhos em suas costas. Seriam um tormento para eles.
O Senhor sabia que eles os fariam tropeçar e disse que, se não obedecessem, faria com Israel o que pensou fazer com aquelas nações, que não queriam saber dEle.
Você pode estar se perguntando porque escrevi todos os lugares onde Israel acampou. Pois bem, para termos uma ideia de quantas vezes o tabernáculo foi desmontado, os filhos de Arão arrumaram os objetos santíssimos, os coatítas os carregaram, sem ver e sem tocar (para não morrerem), e os gersonitas e meraritas desmontaram, carregaram e remontaram. Tudo na maior ordem, de acordo com a função que cada um exercia, especificamente. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-41-49.html
Terminamos aqui nossa leitura de hoje.
Que aprendamos a exercer nossas funções de acordo com a vontade do Senhor, com responsabilidade, disposição e santidade.
Amanhã continuamos através dos capítulos trinta e quatro a trinta e seis.
Espero você. Até lá.
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domingo, 10 de fevereiro de 2019
Números 21.1-35
Leitura do dia 10/02.
Na postagem anterior vimos a morte de Miriã e Arão. Vimos também a desobediência de Moisés, que lhe trouxe uma trágica consequência.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-201-29.html
Agora, caminharemos através do capítulo vinte e um de Números. Nossa última leitura de hoje.
Quando o rei cananeu de Arade soube que o povo de Israel se aproximava, ele os atacou. Levou alguns cativos.
O povo de Israel fez um voto ao Senhor. Se o Senhor os desse em suas mãos, eles destruiriam tudo.
O Senhor ouviu. E lhes deu vitória. Eles destruíram tudo. Aquele lugar passou a chamar Hormá, “destruição”.
Partiram do monte Hor. Tomaram o caminho para o Mar Vermelho, a fim de se desviarem de Edom.
O povo ficou impaciente. Novamente. E começou a se queixar contra o Senhor e contra Moisés. Parece que nunca vão aprender. Era a mesma ladainha. “Por que você nos tirou do Egito para morrermos aqui no deserto? Aqui não há o que comer e o que beber.”
Mas foram além. Disseram que detestavam aquele maná horrível. O pão do Senhor. O pão que o Senhor enviava dos céus diariamente.
Que o Senhor tenha misericórdia de nós. Que não detestemos Seu pão. Que o saboreemos, o apreciemos, o desejemos. http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/o-pao-do-ceu.html
O Senhor enviou serpentes venenosas, que morderam o povo. Muitos morreram.
Eles correram para Moisés, pedindo perdão. Pedindo a Moisés que orasse e as serpentes fossem retiradas dali.
Moisés orou. Mas o Senhor não retirou as serpentes.
Mandou Moisés fazer uma serpente de bronze e colocá-la em um poste. Todos que fossem mordidos por alguma serpente e olhassem para ela, seriam curados. Foi o que aconteceu. Essa serpente aponta também para o Senhor Jesus. http://www.espalhandoasemente.com/2018/04/jesus-e-uma-conversa-intrigante-no-meio.html
Depois viajaram para Obote. De lá seguiram até chegarem ao rio Arnom, fronteira do território dos moabitas e dos amorreus.
Foram a Beer, “poço”. O Senhor ordenou que o povo fosse reunido. Ali lhes daria água. Foi o que aconteceu. E o povo cantou sobre o poço.
Depois partiram e foram para o vale de Moabe, onde fica o monte Pisga. Dali enviaram mensageiros ao rei dos amorreus, Seom. Com a mesma solicitação que haviam feito a Edom.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-201-29.html
O rei Seom também não permitiu que passassem por seu território. Imobilizou seu exército e atacou Israel.
A guerra foi em Jaza e Israel massacrou Seom. Capturaram suas cidades e estabeleceram-se nelas. Expulsaram os amorreus que ali viviam. E ocuparam todas as suas terras. Até à fronteira com os amonitas.
Em seguida, marcharam pelo caminho até Basã. Ogue, era o rei de Basã. Ele e todo seu povo atacaram Israel em Edrei.
O Senhor disse a Moisés para não temer. Fariam com Ogue o mesmo que fizeram com Seom. E assim foi. Mataram Ogue, seus filhos e seu povo. Não restou sobrevivente algum. Depois disso, ocuparam seu território.
Hoje ficamos por aqui.
Amanhã continuamos através dos capítulos vinte e dois a vinte e quatro de Números.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos a morte de Miriã e Arão. Vimos também a desobediência de Moisés, que lhe trouxe uma trágica consequência.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-201-29.html
Agora, caminharemos através do capítulo vinte e um de Números. Nossa última leitura de hoje.
Quando o rei cananeu de Arade soube que o povo de Israel se aproximava, ele os atacou. Levou alguns cativos.
O povo de Israel fez um voto ao Senhor. Se o Senhor os desse em suas mãos, eles destruiriam tudo.
O Senhor ouviu. E lhes deu vitória. Eles destruíram tudo. Aquele lugar passou a chamar Hormá, “destruição”.
Partiram do monte Hor. Tomaram o caminho para o Mar Vermelho, a fim de se desviarem de Edom.
O povo ficou impaciente. Novamente. E começou a se queixar contra o Senhor e contra Moisés. Parece que nunca vão aprender. Era a mesma ladainha. “Por que você nos tirou do Egito para morrermos aqui no deserto? Aqui não há o que comer e o que beber.”
Mas foram além. Disseram que detestavam aquele maná horrível. O pão do Senhor. O pão que o Senhor enviava dos céus diariamente.
Que o Senhor tenha misericórdia de nós. Que não detestemos Seu pão. Que o saboreemos, o apreciemos, o desejemos. http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/o-pao-do-ceu.html
O Senhor enviou serpentes venenosas, que morderam o povo. Muitos morreram.
Eles correram para Moisés, pedindo perdão. Pedindo a Moisés que orasse e as serpentes fossem retiradas dali.
Moisés orou. Mas o Senhor não retirou as serpentes.
Mandou Moisés fazer uma serpente de bronze e colocá-la em um poste. Todos que fossem mordidos por alguma serpente e olhassem para ela, seriam curados. Foi o que aconteceu. Essa serpente aponta também para o Senhor Jesus. http://www.espalhandoasemente.com/2018/04/jesus-e-uma-conversa-intrigante-no-meio.html
Depois viajaram para Obote. De lá seguiram até chegarem ao rio Arnom, fronteira do território dos moabitas e dos amorreus.
Foram a Beer, “poço”. O Senhor ordenou que o povo fosse reunido. Ali lhes daria água. Foi o que aconteceu. E o povo cantou sobre o poço.
Depois partiram e foram para o vale de Moabe, onde fica o monte Pisga. Dali enviaram mensageiros ao rei dos amorreus, Seom. Com a mesma solicitação que haviam feito a Edom.
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O rei Seom também não permitiu que passassem por seu território. Imobilizou seu exército e atacou Israel.
A guerra foi em Jaza e Israel massacrou Seom. Capturaram suas cidades e estabeleceram-se nelas. Expulsaram os amorreus que ali viviam. E ocuparam todas as suas terras. Até à fronteira com os amonitas.
Em seguida, marcharam pelo caminho até Basã. Ogue, era o rei de Basã. Ele e todo seu povo atacaram Israel em Edrei.
O Senhor disse a Moisés para não temer. Fariam com Ogue o mesmo que fizeram com Seom. E assim foi. Mataram Ogue, seus filhos e seu povo. Não restou sobrevivente algum. Depois disso, ocuparam seu território.
Hoje ficamos por aqui.
Amanhã continuamos através dos capítulos vinte e dois a vinte e quatro de Números.
Espero você. Até lá.
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terça-feira, 22 de janeiro de 2019
Êxodo 14.1-15.21
Leitura do dia 20/01.
Nas postagens anteriores vimos a saga para Israel sair do Egito. Foi necessário que o Senhor julgasse os ídolos daquela terra. Por fim, saíram apressadamente, após comemorarem a primeira Páscoa.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-111-10.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-121-51.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-131-22.html
Hoje caminharemos através das páginas dos capítulos quatorze a dezesseis de Êxodo.
Na primeira postagem, iremos do versículo um do capítulo quatorze, ao versículo vinte e um do capítulo quinze.
O Senhor ordenou a Moisés que dessem a volta e acampassem à beira-mar. Sua intenção era fazer Faraó acreditar que estavam perdidos, prisioneiros do deserto. Será que Ele já fez assim com você? Comigo, estou certa que sim.
Ele endureceu novamente o coração de Faraó. Planejou que tal acontecesse para mostrar ao Egito que Ele é o Senhor.
Quando Faraó e seus oficiais souberam que o povo havia fugido (como eles ordenaram e imploraram), mudaram de ideia. Colocaram as mãos à cabeça apavorados, afinal haviam deixado escapar uma nação inteira de escravos!
Faraó convocou suas tropas. Seiscentos dos melhores carros de guerra, além das carruagens de batalha do Egito. Cada uma com seu comandante. Perseguiram os israelitas. E alcançaram.
Quando os israelitas levantaram seus olhos e viram os egípcios marchando contra eles, clamaram em pânico ao Senhor. Clamaram mas não confiaram. Deveriam ter olhado para o Senhor, que ia adiante deles e não para o exército marchando contra eles.
Perguntaram a Moisés porque os trouxera ao deserto. Para morrer? Chegaram ao cúmulo de dizer que preferiam ser escravos no Egito a morrerem, livres, no deserto. Mas não morreriam. Havia uma promessa sobre eles. Não era uma promessa de qualquer um, era do Todo-Poderoso, o Senhor, Deus de Israel.
Moisés respondeu que não deveriam temer. Apenas permanecessem firmes e vissem como o Senhor os resgataria naquele dia. Nunca mais veriam aqueles egípcios. Que ficassem calmos. E observassem.
Charles Spurgeon fala que "permanecer firme é uma das posturas que o soldado cristão não aprende, se não passar por anos de aprendizagem". Concordo plenamente com ele. É muito mais fácil correr, esconder a até atacar, mas permanecer firme exige fé e maturidade.
O Senhor ordenou que Moisés parasse de clamar. Era hora de ordenar ao povo que marchasse. Que tomasse sua vara e estendesse a mão e dividisse as águas para que os israelitas atravessassem o mar. Uau! Que ordem é essa?
O Senhor disse também que endureceria o coração dos egípcios e eles iriam atrás. O Senhor mostraria Sua glória através de Faraó e suas tropas. Quando tal acontecesse, todo o Egito veria e saberia que Ele era (e é) o Senhor. De toda a terra.
O Anjo do Senhor que ia adiante deles passou para atrás. A coluna de nuvem também mudou de lugar. Também foi para a retaguarda. Ficaram entre os dois acampamentos. Para Israel era luz. Para os egípcios, trevas. E foi assim a noite inteira. Os egípcios não conseguiram se aproximar.
Então Moisés estendeu a mão sobre o mar e o Senhor, com um forte vento leste, abriu caminho no meio das águas. O vento soprou a noite toda, até o fundo do mar estar seco. O povo de Israel atravessou pelo meio do mar, em terra seca, com paredes de água, uma em cada lado.
Os egípcios foram atrás. Perseguiram o povo até o meio do mar.
Pouco antes do amanhecer o Senhor olhou para o exército egípcio e causou uma grande confusão entre eles. Travou as rodas de seus carros, dificultando seu andar. O exército egípcio percebeu que era a mão do Senhor. Gritaram que deveriam fugir e ficar longe dos israelitas. O Senhor estava lutando por eles, contra o Egito. Mas não fugiram. Provavelmente Faraó não permitiu.
Então, o Senhor ordenou que Moisés estendesse novamente a mão para que as águas corressem fortemente de volta ao seu lugar. Quando amanheceu, Moisés estendeu sua mão. As águas voltaram fortemente. Os egípcios tentaram escapar, mas foram de encontro às águas. Todos foram cobertos. Nenhum egípcio escapou. Nenhum!
Foi assim que o Senhor libertou Israel do Egito naquele dia. Israel viu os cadáveres dos egípcios na praia.
Quando viram o que o Senhor fez e Seu grande poder, passaram a confiar no Senhor e em Moisés, seu servo.
Do outro lado da margem, Moisés e Israel cantaram um lindo cântico ao Senhor. E as mulheres, lideradas pelo cântico de Miriã, irmã de Arão, pegaram tamborins e dançavam. Era muita gratidão. E alegria.
Nessa postagem, ficamos por aqui. Continuamos na próxima. Até já.
Nas postagens anteriores vimos a saga para Israel sair do Egito. Foi necessário que o Senhor julgasse os ídolos daquela terra. Por fim, saíram apressadamente, após comemorarem a primeira Páscoa.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-111-10.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-121-51.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-131-22.html
Hoje caminharemos através das páginas dos capítulos quatorze a dezesseis de Êxodo.
Na primeira postagem, iremos do versículo um do capítulo quatorze, ao versículo vinte e um do capítulo quinze.
O Senhor ordenou a Moisés que dessem a volta e acampassem à beira-mar. Sua intenção era fazer Faraó acreditar que estavam perdidos, prisioneiros do deserto. Será que Ele já fez assim com você? Comigo, estou certa que sim.
Ele endureceu novamente o coração de Faraó. Planejou que tal acontecesse para mostrar ao Egito que Ele é o Senhor.
Quando Faraó e seus oficiais souberam que o povo havia fugido (como eles ordenaram e imploraram), mudaram de ideia. Colocaram as mãos à cabeça apavorados, afinal haviam deixado escapar uma nação inteira de escravos!
Faraó convocou suas tropas. Seiscentos dos melhores carros de guerra, além das carruagens de batalha do Egito. Cada uma com seu comandante. Perseguiram os israelitas. E alcançaram.
Quando os israelitas levantaram seus olhos e viram os egípcios marchando contra eles, clamaram em pânico ao Senhor. Clamaram mas não confiaram. Deveriam ter olhado para o Senhor, que ia adiante deles e não para o exército marchando contra eles.
Perguntaram a Moisés porque os trouxera ao deserto. Para morrer? Chegaram ao cúmulo de dizer que preferiam ser escravos no Egito a morrerem, livres, no deserto. Mas não morreriam. Havia uma promessa sobre eles. Não era uma promessa de qualquer um, era do Todo-Poderoso, o Senhor, Deus de Israel.
Moisés respondeu que não deveriam temer. Apenas permanecessem firmes e vissem como o Senhor os resgataria naquele dia. Nunca mais veriam aqueles egípcios. Que ficassem calmos. E observassem.
Charles Spurgeon fala que "permanecer firme é uma das posturas que o soldado cristão não aprende, se não passar por anos de aprendizagem". Concordo plenamente com ele. É muito mais fácil correr, esconder a até atacar, mas permanecer firme exige fé e maturidade.
O Senhor ordenou que Moisés parasse de clamar. Era hora de ordenar ao povo que marchasse. Que tomasse sua vara e estendesse a mão e dividisse as águas para que os israelitas atravessassem o mar. Uau! Que ordem é essa?
O Senhor disse também que endureceria o coração dos egípcios e eles iriam atrás. O Senhor mostraria Sua glória através de Faraó e suas tropas. Quando tal acontecesse, todo o Egito veria e saberia que Ele era (e é) o Senhor. De toda a terra.
O Anjo do Senhor que ia adiante deles passou para atrás. A coluna de nuvem também mudou de lugar. Também foi para a retaguarda. Ficaram entre os dois acampamentos. Para Israel era luz. Para os egípcios, trevas. E foi assim a noite inteira. Os egípcios não conseguiram se aproximar.
Então Moisés estendeu a mão sobre o mar e o Senhor, com um forte vento leste, abriu caminho no meio das águas. O vento soprou a noite toda, até o fundo do mar estar seco. O povo de Israel atravessou pelo meio do mar, em terra seca, com paredes de água, uma em cada lado.
Os egípcios foram atrás. Perseguiram o povo até o meio do mar.
Pouco antes do amanhecer o Senhor olhou para o exército egípcio e causou uma grande confusão entre eles. Travou as rodas de seus carros, dificultando seu andar. O exército egípcio percebeu que era a mão do Senhor. Gritaram que deveriam fugir e ficar longe dos israelitas. O Senhor estava lutando por eles, contra o Egito. Mas não fugiram. Provavelmente Faraó não permitiu.
Então, o Senhor ordenou que Moisés estendesse novamente a mão para que as águas corressem fortemente de volta ao seu lugar. Quando amanheceu, Moisés estendeu sua mão. As águas voltaram fortemente. Os egípcios tentaram escapar, mas foram de encontro às águas. Todos foram cobertos. Nenhum egípcio escapou. Nenhum!
Foi assim que o Senhor libertou Israel do Egito naquele dia. Israel viu os cadáveres dos egípcios na praia.
Quando viram o que o Senhor fez e Seu grande poder, passaram a confiar no Senhor e em Moisés, seu servo.
Do outro lado da margem, Moisés e Israel cantaram um lindo cântico ao Senhor. E as mulheres, lideradas pelo cântico de Miriã, irmã de Arão, pegaram tamborins e dançavam. Era muita gratidão. E alegria.
Nessa postagem, ficamos por aqui. Continuamos na próxima. Até já.
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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019
Êxodo 13.1-22
Leitura do dia 19/01.
Na postagem anterior, vimos as instruções e as celebrações da primeira Páscoa.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-121-51.html
O êxodo do povo de Israel finalmente inicia.
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo treze de Êxodo.
O Senhor ordenou que todos os primogênitos, homens e toda primeira cria dos animais fossem consagrados ao Senhor.
Os homens seriam resgatados. Um cordeiro ou um cabrito morreria em substituto ao primogênito. Como nosso Senhor Jesus fez. Morreu em nosso lugar. Não apenas pelos primogênitos, mas por todos nós. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/que-amor-e-esse.html
Moisés disse ao povo mais uma vez que aquele era um dia memorável. Para ser lembrado. O dia em que deixaram de ser escravos no Egito. Neste dia o Senhor os tirou de lá com a força de Sua poderosa mão.
Mais uma vez a Páscoa é citada e ordenada. Não deveriam nunca deixar de celebrá-la. Anualmente. Na data estabelecida.
A Páscoa não é apenas para ser celebrada. Deve ser transmitida de geração em geração. Explicada a cada filho. Cada pai diria que, naquela data, celebrava o que o Senhor fez por ele quando saiu do Egito.
Essa festa, anual, seria um sinal visível para eles. Como uma marca gravada na mão ou um símbolo colocado na testa. Serviria para lembrá-los sempre, de manter as instruções do Senhor, em seus lábios.
O Senhor conhece nossas limitações. Sabe que precisamos de marcos. Datas. Lembranças. Milagres maravilhosos que nos façam lembrar o que fez por nós.
E, conhecendo nossas limitações, quando finalmente Faraó deixou o povo ir, o Senhor não os guiou pela terra dos filisteus, embora fosse o caminho mais curto. Não. Ele sabia que se o povo tivesse que enfrentar uma batalha, naquele momento, acabaria voltando para o Egito.
Eram um exército mas precisavam ser treinados.
O Senhor os fez dar a volta pelo deserto e os levou a caminho do Mar Vermelho.
Moisés levou com ele os ossos de José, como juraram que levariam quando voltassem para a terra prometida. José sabia que esse dia chegaria. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-501-26.html
O povo saiu de Sucote. Acampou em Etã, à beira do deserto.
Não estavam sós. O Senhor ia adiante deles. De dia, guiava-os com uma coluna de nuvem que também os protegia do sol. À noite, fornecia luz com uma coluna de fogo, que também amenizava o frio do deserto. Dessa forma, eles conseguiam caminhar durante o dia e durante a noite. Como devemos fazer em nossas vidas, afinal o Senhor vai adiante de nós.
Nossa leitura de hoje termina aqui. Amanhã continuamos. Leremos Êxodo a partir do capítulo quatorze. Até o capítulo dezessete.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos as instruções e as celebrações da primeira Páscoa.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-121-51.html
O êxodo do povo de Israel finalmente inicia.
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo treze de Êxodo.
O Senhor ordenou que todos os primogênitos, homens e toda primeira cria dos animais fossem consagrados ao Senhor.
Os homens seriam resgatados. Um cordeiro ou um cabrito morreria em substituto ao primogênito. Como nosso Senhor Jesus fez. Morreu em nosso lugar. Não apenas pelos primogênitos, mas por todos nós. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/que-amor-e-esse.html
Moisés disse ao povo mais uma vez que aquele era um dia memorável. Para ser lembrado. O dia em que deixaram de ser escravos no Egito. Neste dia o Senhor os tirou de lá com a força de Sua poderosa mão.
Mais uma vez a Páscoa é citada e ordenada. Não deveriam nunca deixar de celebrá-la. Anualmente. Na data estabelecida.
A Páscoa não é apenas para ser celebrada. Deve ser transmitida de geração em geração. Explicada a cada filho. Cada pai diria que, naquela data, celebrava o que o Senhor fez por ele quando saiu do Egito.
Essa festa, anual, seria um sinal visível para eles. Como uma marca gravada na mão ou um símbolo colocado na testa. Serviria para lembrá-los sempre, de manter as instruções do Senhor, em seus lábios.
O Senhor conhece nossas limitações. Sabe que precisamos de marcos. Datas. Lembranças. Milagres maravilhosos que nos façam lembrar o que fez por nós.
E, conhecendo nossas limitações, quando finalmente Faraó deixou o povo ir, o Senhor não os guiou pela terra dos filisteus, embora fosse o caminho mais curto. Não. Ele sabia que se o povo tivesse que enfrentar uma batalha, naquele momento, acabaria voltando para o Egito.
Eram um exército mas precisavam ser treinados.
O Senhor os fez dar a volta pelo deserto e os levou a caminho do Mar Vermelho.
Moisés levou com ele os ossos de José, como juraram que levariam quando voltassem para a terra prometida. José sabia que esse dia chegaria. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-501-26.html
O povo saiu de Sucote. Acampou em Etã, à beira do deserto.
Não estavam sós. O Senhor ia adiante deles. De dia, guiava-os com uma coluna de nuvem que também os protegia do sol. À noite, fornecia luz com uma coluna de fogo, que também amenizava o frio do deserto. Dessa forma, eles conseguiam caminhar durante o dia e durante a noite. Como devemos fazer em nossas vidas, afinal o Senhor vai adiante de nós.
Nossa leitura de hoje termina aqui. Amanhã continuamos. Leremos Êxodo a partir do capítulo quatorze. Até o capítulo dezessete.
Espero você. Até lá.
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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016
Um instante
Com Deus não existe impossibilidades. Um instante, e Ele muda todas as circunstâncias, toda a nossa vida. Às vezes, basta que tomemos uma decisão. Pode não ser tão fácil. Outras vezes, Ele mesmo age, transformando tudo ao nosso redor. Deus é um Deus que se movimenta. Que cavalga pelo céu em nossa ajuda. Um Deus que trabalha.
Podemos não entender certas coisas, mas Ele tem tudo em Suas mãos. Nunca perde o controle. Nosso papel: confiar e obedecer. Ele sabe todas as respostas às nossas indagações. E sempre providencia o que precisamos, no exato momento em que precisamos! Nem antes, nem depois.
O mar Vermelho não estava aberto esperando o povo de Israel passar, mas no instante necessário, foi aberto. Eles não acordaram e as muralhas de Jericó estavam no chão, mas no instante em que gritaram, depois da obediência ao processo, elas caíram. No instante em que a mulher tocou a orla do vestido de Jesus, foi curada. Ela teve que sair de casa. Percorrer um longo caminho. Naquele estado, qualquer caminho era longo. Enfrentar a multidão. Crer. Tocar nEle. Mas no instante em que fez isso, Jesus a curou! Não a mandou a um especialista. Não lhe receitou um remédio. Ele a curou. Ainda que tenha sido ela que O tenha tocado. Num instante.
Nossa atitude diante das circunstâncias e de Deus, muda tudo! Estamos prontos para as mudanças que temos sonhado, orado, esperado?
Para Deus, por mais impossível, louco e improvável, basta um instante! Um instante, e começa a chuva. Ainda que a nuvem seja do tamanho da mão de um homem! Um instante, e passa a tempestade. Um instante, e a cura vem. Um instante, a libertação acontece. Um instante, e Elias é arrebatado. Um instante, e o gigante é derrotado. Um instante, e a menina é liberta. Um instante.
O processo acontece. Talvez seja longo, dolorido. Mas quando chega a hora certa, basta um instante.
Que saibamos confiar no Senhor! Que sejamos sensíveis à Sua voz! Que os nossos olhos estejam abertos! Que tenhamos o discernimento dEle! E que nossos corações sejam gratos e cheios de expectativas. A gratidão e a obediência abrem as portas ao favor de Deus, que em apenas um instante, muda tudo!
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