Leitura do dia 16/12.
Continuamos nossa caminhada através da carta aos Hebreus.
Ontem vimos o autor escrevendo que o Senhor Jesus é muito superior aos anjos. Ele é a expressão exata de Deus Pai!
Também vimos as advertências contra a negligência espiritual. Jesus, o homem que se tornou nosso Sumo Sacerdote. Superior a Moisés. Superior a todos. Devemos continuar firmes até o fim. http://www.espalhandoasemente.com/2019/12/hebreus-11-319.html
Hoje caminharemos a partir do capítulo quatro. Até o capítulo seis.
Os israelitas não entraram no descanso do Senhor por causa de sua desobediência. Mas ainda há um descanso para os que creem. Esse descanso é definitivo, eterno. Devemos nos esforçar para entrar nele, sem desobedecermos, para não cairmos.
A palavra de Deus é viva e poderosa. Ela é mais cortante que qualquer espada de dois gumes. Ela penetra tudo. Traz à luz até os pensamentos e desejos mais íntimos. É certo que nada, em toda a natureza, está escondida de Deus. Chegará o dia em que tudo será revelado. Prestaremos contas a Ele.
Precisamos nos apegar firmemente ao que cremos. Temos um Sumo Sacerdote que entrou no céu. Ele entende nossas fraquezas. Enfrentou as mesmas tentações que nós e nunca pecou. Por causa do Sumo Sacerdote que temos, podemos nos achegar com confiança ao trono da graça. Ali receberemos misericórdia e graça para nos ajudar sempre que precisarmos.
O sumo sacerdote era escolhido para representar as pessoas nas coisas referentes a Deus. Pecador, como todos os homens, oferecia primeiramente sacrifícios por seu pecado e depois pelo povo. Quando morria, outro o substituía.
Jesus, no entanto, é o Sumo Sacerdote que ofereceu Sua própria vida como sacrifício, de uma vez por todas. Seu sacerdócio é eterno. Como Ele é. Seu sacerdócio é segundo a ordem de Melquisedeque e não segundo a ordem de Levi.
O autor da carta escreve que gostaria de dizer coisas muito mais profundas, mas os hebreus tornaram-se displicentes acerca do que ouvem. Foram tão bem ensinados que já deveriam ser professores, ensinando a outros, mas ainda precisam aprender os conceitos básicos da palavra de Deus. São como bebês que precisam tomar leite.
O alimento sólido é para os adultos. Adultos são pessoas que, pela prática constante, são capazes de discernir entre o certo e o errado. Sim, precisamos escolher constantemente para aprender a discernir entre o certo e o errado.
Já é hora de deixarmos de lado os ensinamentos básicos sobre Cristo e seguir em frente, alcançando a maturidade em nosso entendimento. O autor da carta pretende que alcancemos um maior entendimento, se o Senhor permitir. Os alicerces básicos já devem ser conhecidos de todos. Esses alicerces são o arrependimento das obras mortas, a fé em Deus, o batismo, a imposição de mãos, a ressurreição dos mortos e o julgamento eterno. Todos devem saber sobre eles.
Alerta que é impossível trazer de volta ao arrependimento os que uma vez foram iluminados e depois deixaram de seguir o Senhor. Ao rejeitar o Filho de Deus é como se O crucificassem novamente, expondo-O à vergonha. É terrível não valorizar a obra do Senhor por nós.
Somos como a terra. Se ela absorve a chuva que cai e produz uma boa colheita, recebe a benção do Senhor. Mas, quando produz espinhos e ervas daninhas, não serve para nada.
Somos destinados a coisas melhores que pertencem à salvação. Deus não é injusto. Não se esquecerá de como trabalhamos arduamente para Ele demonstrando Seu amor ao cuidar do povo santo, o que precisamos fazer continuamente, para não sermos displicentes. Devemos seguir o exemplo dos que, por causa de sua fé e perseverança, herdarão as promessas.
Precisamos considerar a promessa que Deus fez a Abraão. Não tendo ninguém maior que Ele, jurou por Si mesmo. Abraão esperou na promessa com paciência e recebeu o que foi prometido.
É bom lembrarmos que juramento implica obrigação. Quando Deus se compromete através de juramento significa que fará o que jurou. Ele não pode mentir. É simplesmente impossível. Diante disso, podemos nos refugiar firmemente na esperança que nos deu. Essa esperança é uma âncora firme e confiável para nossa alma. Nos conduz para o outro lado da cortina, ao santuário interior. Nosso Senhor já entrou ali por nós. Ele é, sem qualquer sombra de dúvida, nosso eterno Sumo Sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.
Que nossa vida seja cheia de fé, esperança e trabalho no Senhor. Até o fim.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo sete. Até o capítulo nove.
Espero você. Até lá.
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domingo, 22 de dezembro de 2019
Hebreus 4.1-6.20
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quarta-feira, 19 de junho de 2019
Salmo 105.1-45
Leitura do dia 19/06.
Continuamos nossa caminhada pelo livro maravilhoso de Salmos, os cânticos que eram louvores, profecias, lamentações, recordações, e até desesperados clamores.
Ontem vimos a oração de um aflito, derramando seus problemas diante do Senhor, o único que poderia socorrê-lo. Também vimos Davi louvando de todo coração. E o salmista descrever o Todo Poderoso com grandiosidade. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1021-10435.html
Agora, caminharemos através dos Salmos cento e cinco e cento e seis. Na primeira postagem, o Salmo cento e cinco.
Nele, o salmista inicia convocando todos a louvarem o Senhor. A proclamarem Seu nome. A anunciar entre os povos o que tem feito. É preciso falar a todos sobre Suas maravilhas. E buscar Sua presença continuamente. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
A busca por Sua presença não pode ser apenas nas datas comemorativas. Ou no culto da ceia, uma vez por mês. Ou ainda nos cultos de domingo. Nem mesmo nos cultos durante a semana. Precisa ser contínua. Diária. E pessoal. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/isaias-1.html
Precisamos nos lembrar de Suas maravilhas. Dos milagres que fez. Dos juízos que pronunciou. Ele é o Senhor. Nosso Deus. Vemos Sua justiça em toda a terra. Sim, Ele é fiel.
O salmista continua cantando sobre Suas promessas a Abraão, Isaque e Jacó. E, num resumo conta a história de Israel. Desde que eram apenas uma família que vagava pelas terras de Canaã, a terra que pertenceria a seus descendentes, por promessa do Senhor.
Sim, Ele fez a fome chegar. E pasme, mandou José ao Egito, adiante deles. Foi vendido como escravo. Seus pés foram presos e feridos com correntes. Seu pescoço sentiu os ferros. Ainda assim, estava sendo enviado pelo Senhor. Foi provado. Sabe até quando? Até que chegou a hora do Senhor cumprir Sua palavra.
Quando essa hora chegou, Faraó mandou chamar José. E o libertou. Ninguém menos que o governante de nações abriu a porta de sua prisão. Porque havia chegado a hora. Ele foi encarregado do palácio. Não qualquer palácio. O palácio do rei do Egito, a nação mais poderosa daquela época. Simplesmente tornou-se o administrador de todos os bens de Faraó. E mais, tinha a liberdade de instruir todos os assistentes de Faraó. E ensinar seus conselheiros.
Uau! Foi enviado adiante de Israel pelo Senhor. Escravo. Preso. Provado. Em um instante, quando chegou a hora de cumprir o propósito do Senhor, foi liberto. Mudou-se para o palácio real. Tornou-se administrador dos bens do Egito. E instruía os assistentes e conselheiros da corte. Simples assim.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/um-instante.html
Claro que não foi nada simples. José sofreu. Longe de sua terra. De sua família. De sua casa. Tendo sido vendido por seus próprios irmãos. Mas havia uma missão. E foi enviado pelo Senhor. Não por seus irmãos. Nem pelos que o compraram. http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
O salmista continua contando a história de Israel. Chegaram ao Egito. O Senhor os multiplicou. Os egípcios tornaram-se opressores. O Senhor enviou Moisés e Arão. Cobriu o Egito com pragas. Tirou o Seu povo de lá. Guardou-os pelo deserto. Deu-lhes a terra que prometera. Colheram o que outros plantaram.
E, tudo isso aconteceu, com o propósito de guardarem Seus decretos e obedecerem Suas leis!
Sim, como o salmista, devemos cantar: Louvado seja o Senhor.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelo livro maravilhoso de Salmos, os cânticos que eram louvores, profecias, lamentações, recordações, e até desesperados clamores.
Ontem vimos a oração de um aflito, derramando seus problemas diante do Senhor, o único que poderia socorrê-lo. Também vimos Davi louvando de todo coração. E o salmista descrever o Todo Poderoso com grandiosidade. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1021-10435.html
Agora, caminharemos através dos Salmos cento e cinco e cento e seis. Na primeira postagem, o Salmo cento e cinco.
Nele, o salmista inicia convocando todos a louvarem o Senhor. A proclamarem Seu nome. A anunciar entre os povos o que tem feito. É preciso falar a todos sobre Suas maravilhas. E buscar Sua presença continuamente. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
A busca por Sua presença não pode ser apenas nas datas comemorativas. Ou no culto da ceia, uma vez por mês. Ou ainda nos cultos de domingo. Nem mesmo nos cultos durante a semana. Precisa ser contínua. Diária. E pessoal. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/isaias-1.html
Precisamos nos lembrar de Suas maravilhas. Dos milagres que fez. Dos juízos que pronunciou. Ele é o Senhor. Nosso Deus. Vemos Sua justiça em toda a terra. Sim, Ele é fiel.
O salmista continua cantando sobre Suas promessas a Abraão, Isaque e Jacó. E, num resumo conta a história de Israel. Desde que eram apenas uma família que vagava pelas terras de Canaã, a terra que pertenceria a seus descendentes, por promessa do Senhor.
Sim, Ele fez a fome chegar. E pasme, mandou José ao Egito, adiante deles. Foi vendido como escravo. Seus pés foram presos e feridos com correntes. Seu pescoço sentiu os ferros. Ainda assim, estava sendo enviado pelo Senhor. Foi provado. Sabe até quando? Até que chegou a hora do Senhor cumprir Sua palavra.
Quando essa hora chegou, Faraó mandou chamar José. E o libertou. Ninguém menos que o governante de nações abriu a porta de sua prisão. Porque havia chegado a hora. Ele foi encarregado do palácio. Não qualquer palácio. O palácio do rei do Egito, a nação mais poderosa daquela época. Simplesmente tornou-se o administrador de todos os bens de Faraó. E mais, tinha a liberdade de instruir todos os assistentes de Faraó. E ensinar seus conselheiros.
Uau! Foi enviado adiante de Israel pelo Senhor. Escravo. Preso. Provado. Em um instante, quando chegou a hora de cumprir o propósito do Senhor, foi liberto. Mudou-se para o palácio real. Tornou-se administrador dos bens do Egito. E instruía os assistentes e conselheiros da corte. Simples assim.
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Claro que não foi nada simples. José sofreu. Longe de sua terra. De sua família. De sua casa. Tendo sido vendido por seus próprios irmãos. Mas havia uma missão. E foi enviado pelo Senhor. Não por seus irmãos. Nem pelos que o compraram. http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
O salmista continua contando a história de Israel. Chegaram ao Egito. O Senhor os multiplicou. Os egípcios tornaram-se opressores. O Senhor enviou Moisés e Arão. Cobriu o Egito com pragas. Tirou o Seu povo de lá. Guardou-os pelo deserto. Deu-lhes a terra que prometera. Colheram o que outros plantaram.
E, tudo isso aconteceu, com o propósito de guardarem Seus decretos e obedecerem Suas leis!
Sim, como o salmista, devemos cantar: Louvado seja o Senhor.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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quinta-feira, 9 de maio de 2019
Neemias 9.1-38
Leitura do dia 08/05.
Na postagem anterior, vimos o povo de Israel sedento pela Palavra do Senhor. Como devemos estar. A cada dia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/neemias-81-18.html
Agora, continuamos através do capítulo nove de Neemias.
Israel se reuniu novamente. Agora, jejuavam. Vestidos de saco. Jogaram terra sobre suas cabeças, em sinal de constrição e humilhação. Santificaram-se. E confessaram seus pecados e de seus antepassados.
Foi assim: Por três horas ficaram em pé, enquanto ouviam o Livro da Lei do Senhor. Depois, confessaram seus pecados. E adoraram o Senhor por mais três horas. Ninguém tinha pressa de ir embora. Ficaram seis horas diante do Senhor.
Alguns levitas estavam em pé na plataforma e clamavam em alta voz ao Senhor. Depois, chamaram todos para que se levantassem e louvassem. Então, oraram. Em sua oração, contaram toda a história, desde Abrão tornando-se Abraão, até o dia em que estavam vivendo.
Lembraram-se dos pecados de seus antepassados. Dos livramentos do Senhor. E clamaram. Agora, eram escravos na terra que o Senhor lhes dera.
Quando os levitas terminaram a oração, todos resolveram fazer uma aliança solene, de que serviriam o Senhor. O documento foi selado. Os líderes, levitas e sacerdotes assinaram a aliança.
Que lindo! Quando lemos Sua Palavra, não há como ficarmos imunes a ela. É viva e eficaz. Traz vida.
“...Teus estatutos, que dão vida a quem lhes obedece”. – Neemias 9.29c
Que tenhamos vida!
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Na postagem anterior, vimos o povo de Israel sedento pela Palavra do Senhor. Como devemos estar. A cada dia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/neemias-81-18.html
Agora, continuamos através do capítulo nove de Neemias.
Israel se reuniu novamente. Agora, jejuavam. Vestidos de saco. Jogaram terra sobre suas cabeças, em sinal de constrição e humilhação. Santificaram-se. E confessaram seus pecados e de seus antepassados.
Foi assim: Por três horas ficaram em pé, enquanto ouviam o Livro da Lei do Senhor. Depois, confessaram seus pecados. E adoraram o Senhor por mais três horas. Ninguém tinha pressa de ir embora. Ficaram seis horas diante do Senhor.
Alguns levitas estavam em pé na plataforma e clamavam em alta voz ao Senhor. Depois, chamaram todos para que se levantassem e louvassem. Então, oraram. Em sua oração, contaram toda a história, desde Abrão tornando-se Abraão, até o dia em que estavam vivendo.
Lembraram-se dos pecados de seus antepassados. Dos livramentos do Senhor. E clamaram. Agora, eram escravos na terra que o Senhor lhes dera.
Quando os levitas terminaram a oração, todos resolveram fazer uma aliança solene, de que serviriam o Senhor. O documento foi selado. Os líderes, levitas e sacerdotes assinaram a aliança.
Que lindo! Quando lemos Sua Palavra, não há como ficarmos imunes a ela. É viva e eficaz. Traz vida.
“...Teus estatutos, que dão vida a quem lhes obedece”. – Neemias 9.29c
Que tenhamos vida!
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
terça-feira, 5 de março de 2019
Josué 23.1-24.33
Leitura do dia 04/03.
Na postagem anterior vimos as cidades entregues aos levitas, no meio de todas as demais tribos. Também vimos o altar levantado pelas tribos de Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés. Não queriam que as demais tribos os esquecessem. Também pertenciam ao Senhor. Tinham o direito de adorá-Lo. Não abriam mão disso.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-211-2234.html
Agora, continuamos através dos capítulos vinte e três e vinte e quatro de Josué.
Muito tempo se passou desde que as guerras acabaram. Josué está bem idoso. Convoca todo Israel a si. Já está com cento e dez anos. Sabe que o dia de sua partida está próximo. Não pode ir sem antes falar algumas palavras a Israel. É o que faz.
Lembra que viram tudo que o Senhor fez por eles. O Senhor lutou por eles.
A terra pertencia a Israel. O Senhor expulsaria os povos que ainda habitavam ali. Eles tomariam posse dela.
Que se esforçassem ao máximo para cumprir com cuidado tudo que Moisés escrevera no Livro da Lei. Sem se desviar, nem para um lado, nem para outro. Nem omitindo, nem acrescentando algo à Lei.
Não podiam se misturar com os povos que ainda estavam na terra. Nem servir seus deuses. Precisavam apegar-se firmemente ao Senhor, como vinham fazendo.
Foi o Senhor quem expulsou seus inimigos. Ninguém podia resistir-lhes, por causa do Senhor. Um deles podia fazer mil homens fugirem, porque o Senhor lutava por eles.
Mas, se o coração deles se voltasse para outros deuses, se misturassem com aqueles povos, podiam ter certeza de que o Senhor não os abençoaria. Não tomariam posse completa da terra. Pelo contrário, seriam destruídos. Completamente.
Eles sabiam, de todo coração, que o Senhor cumprira todas as coisas boas que havia prometido a respeito deles.
Josué tem uma palavra do Senhor para Israel. O Senhor lembra tudo que aconteceu, desde Terá, pai de Abraão e Naor até à conquista da terra de Canaã. E deixa claro que não foram espadas nem arcos que lhes deram a vitória. Foi Ele.
Também lhes deu uma terra que não cultivaram e cidades que não construíram.
Josué lembrou-lhes de temer ao Senhor. De serví-Lo de todo coração. E lançar todos os deuses fora, servindo apenas ao Senhor.
Se não quisessem servir ao Senhor, era hora de escolher a quem queriam servir. Não há meio termo. Você sempre vai seguir e servir alguém. Pode até ser você mesmo, mas não há como ficar em cima do muro, inerte e alheio.
Josué pergunta quem querem seguir. Os deuses dalém do Eufrates ou os deuses dos cananeus? Quanto a ele, estava decidido. Ele e sua casa serviriam ao Senhor.
O povo respondeu a uma só voz que também serviriam ao Senhor. Que jamais O abandonariam. Foi Ele que os libertou do Egito, que os protegeu no deserto e os levou àquela terra. Repetiram que também serviriam ao Senhor e somente a Ele.
Josué disse que não eram capazes de servir ao Senhor, pois Ele é santo e zeloso. Não perdoaria rebeldia e pecados. Se voltassem ás costas, seriam destruídos por Ele. Apesar de todo o bem que lhes fizera.
Eles repetiram que serviriam ao Senhor. Josué pergunta se eram testemunhas de sua própria decisão em escolherem servir ao Senhor. Respondem que sim. Eram testemunhas do que haviam dito.
Josué ordenou que lançassem fora os deuses que ainda estavam entre eles. E voltassem seus corações totalmente ao Senhor.
Se é para servir ao Senhor, é somente a Ele. Não há como servir a dois senhores.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/um-deus-que-responde.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/tesouro-verdadeiro.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/03/quem-preferimos-deus-ou-as-riquezas.html
Fizeram uma aliança. E Josué lhes deu decretos e estatutos, que escreveu no Livro da Lei do Senhor.
Tomou uma grande pedra como testemunha. E despediu o povo.
Que diferença de muitos apelos que vemos hoje, quando o Senhor é praticamente leiloado, pelo menor preço.
Depois de algum tempo, Josué morre. É enterrado na terra da sua herança.
Israel serviu ao Senhor durante toda sua vida, e também daqueles que pessoalmente sabiam o que o Senhor fizera.
Eleazar também morre. É sepultado na cidade que seu filho Fineias recebera para habitar.
Os ossos de José foram enterrados em Siquém, no campo que Jacó comprara dos descendentes de Hamor. Agora, território de seus filhos.
Aqui terminamos o livro de Josué, homem fiel, servo do Senhor.
Que, como Josué, tenhamos sempre algo a dizer.
Que saibamos a cada dia, a quem queremos servir. E que seja o Senhor, o Deus de Israel, o Todo-Poderoso.
Que saibamos pessoalmente o que o Senhor fez. Assim, teremos vida. E outros desejarão serví-Lo e conhecê-Lo pessoalmente.
Amanhã iniciaremos o livro de Juízes. Do capítulo um ao capítulo três.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos as cidades entregues aos levitas, no meio de todas as demais tribos. Também vimos o altar levantado pelas tribos de Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés. Não queriam que as demais tribos os esquecessem. Também pertenciam ao Senhor. Tinham o direito de adorá-Lo. Não abriam mão disso.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-211-2234.html
Agora, continuamos através dos capítulos vinte e três e vinte e quatro de Josué.
Muito tempo se passou desde que as guerras acabaram. Josué está bem idoso. Convoca todo Israel a si. Já está com cento e dez anos. Sabe que o dia de sua partida está próximo. Não pode ir sem antes falar algumas palavras a Israel. É o que faz.
Lembra que viram tudo que o Senhor fez por eles. O Senhor lutou por eles.
A terra pertencia a Israel. O Senhor expulsaria os povos que ainda habitavam ali. Eles tomariam posse dela.
Que se esforçassem ao máximo para cumprir com cuidado tudo que Moisés escrevera no Livro da Lei. Sem se desviar, nem para um lado, nem para outro. Nem omitindo, nem acrescentando algo à Lei.
Não podiam se misturar com os povos que ainda estavam na terra. Nem servir seus deuses. Precisavam apegar-se firmemente ao Senhor, como vinham fazendo.
Foi o Senhor quem expulsou seus inimigos. Ninguém podia resistir-lhes, por causa do Senhor. Um deles podia fazer mil homens fugirem, porque o Senhor lutava por eles.
Mas, se o coração deles se voltasse para outros deuses, se misturassem com aqueles povos, podiam ter certeza de que o Senhor não os abençoaria. Não tomariam posse completa da terra. Pelo contrário, seriam destruídos. Completamente.
Eles sabiam, de todo coração, que o Senhor cumprira todas as coisas boas que havia prometido a respeito deles.
Josué tem uma palavra do Senhor para Israel. O Senhor lembra tudo que aconteceu, desde Terá, pai de Abraão e Naor até à conquista da terra de Canaã. E deixa claro que não foram espadas nem arcos que lhes deram a vitória. Foi Ele.
Também lhes deu uma terra que não cultivaram e cidades que não construíram.
Josué lembrou-lhes de temer ao Senhor. De serví-Lo de todo coração. E lançar todos os deuses fora, servindo apenas ao Senhor.
Se não quisessem servir ao Senhor, era hora de escolher a quem queriam servir. Não há meio termo. Você sempre vai seguir e servir alguém. Pode até ser você mesmo, mas não há como ficar em cima do muro, inerte e alheio.
Josué pergunta quem querem seguir. Os deuses dalém do Eufrates ou os deuses dos cananeus? Quanto a ele, estava decidido. Ele e sua casa serviriam ao Senhor.
O povo respondeu a uma só voz que também serviriam ao Senhor. Que jamais O abandonariam. Foi Ele que os libertou do Egito, que os protegeu no deserto e os levou àquela terra. Repetiram que também serviriam ao Senhor e somente a Ele.
Josué disse que não eram capazes de servir ao Senhor, pois Ele é santo e zeloso. Não perdoaria rebeldia e pecados. Se voltassem ás costas, seriam destruídos por Ele. Apesar de todo o bem que lhes fizera.
Eles repetiram que serviriam ao Senhor. Josué pergunta se eram testemunhas de sua própria decisão em escolherem servir ao Senhor. Respondem que sim. Eram testemunhas do que haviam dito.
Josué ordenou que lançassem fora os deuses que ainda estavam entre eles. E voltassem seus corações totalmente ao Senhor.
Se é para servir ao Senhor, é somente a Ele. Não há como servir a dois senhores.
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http://www.espalhandoasemente.com/2018/03/quem-preferimos-deus-ou-as-riquezas.html
Fizeram uma aliança. E Josué lhes deu decretos e estatutos, que escreveu no Livro da Lei do Senhor.
Tomou uma grande pedra como testemunha. E despediu o povo.
Que diferença de muitos apelos que vemos hoje, quando o Senhor é praticamente leiloado, pelo menor preço.
Depois de algum tempo, Josué morre. É enterrado na terra da sua herança.
Israel serviu ao Senhor durante toda sua vida, e também daqueles que pessoalmente sabiam o que o Senhor fizera.
Eleazar também morre. É sepultado na cidade que seu filho Fineias recebera para habitar.
Os ossos de José foram enterrados em Siquém, no campo que Jacó comprara dos descendentes de Hamor. Agora, território de seus filhos.
Aqui terminamos o livro de Josué, homem fiel, servo do Senhor.
Que, como Josué, tenhamos sempre algo a dizer.
Que saibamos a cada dia, a quem queremos servir. E que seja o Senhor, o Deus de Israel, o Todo-Poderoso.
Que saibamos pessoalmente o que o Senhor fez. Assim, teremos vida. E outros desejarão serví-Lo e conhecê-Lo pessoalmente.
Amanhã iniciaremos o livro de Juízes. Do capítulo um ao capítulo três.
Espero você. Até lá.
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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 32.1-34.12
Leitura do dia 25/02.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio. Os três últimos capítulos.
Ontem vimos as bênçãos resultantes da obediência e as maldições resultantes da desobediência.
Moisés recapitula a aliança entre o Senhor e Israel. Chama o povo a voltar-se para o Senhor e ordena que escolham entre a vida e a morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-281-3020.html
Vimos também que Josué se torna líder em Israel. Que a lei deve ser lida de sete em sete anos, sempre no ano do cancelamento das dívidas. Diante de todos. Inclusive dos estrangeiros.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-311-29.html
O Senhor fala a Moisés que Israel O desobedecerá, e ordena que lhes ensine uma canção que será testemunha entre Ele e Israel.
Hoje continuamos através dos capítulos trinta e dois a trinta e quatro.
A canção que o Senhor ensinou a Moisés e que este ensinou ao povo, fala de Sua soberania. Ele é a Rocha, Suas obras são perfeitas, tudo que faz é certo. É um Deus fiel, que nunca erra. É justo e verdadeiro.
Fala também de como o Senhor conduziu Seu povo. Do pecado de Israel. Sua idolatria. E a vingança do Senhor.
É uma canção que realmente serve de testemunho. Uma canção pesada, que afirma o que Israel fará depois que se “empanturrar” das bênçãos do Senhor.
Depois que Moisés a canta, pede que o povo leve a sério todas as suas advertências. Que as transmitam como ordens aos seus filhos para que cumpram fielmente todos os termos da lei.
A lei não é um conjunto de palavras vazias, mas é a vida deles! Se obedecerem, terão uma vida longa na terra que o Senhor lhes dá.
Neste mesmo dia, o Senhor ordena que Moisés suba ao monte Nebo. Ele não atravessará o rio Jordão porque ele e Arão não honraram a santidade do Senhor junto aos israelitas, nas águas de Meribá.
Antes de subir, Moisés abençoa o povo. O povo que o Senhor ama. Todos estão em Suas mãos.
“Não há ninguém como o Deus de Jesurum! Ele cavalga pelos céus para ajudá-los e monta as nuvens com majestoso esplendor.” – Deuteronômio 33.26
Esse é o Deus que servimos. O nosso Senhor, que nos sustenta em Seus braços eternos.
Moisés pergunta quem é feliz como Israel. Um povo salvo pelo Senhor.
Quem é feliz como você e eu? Somos um povo salvo por Ele também.
Então, depois de abençoar Israel, ainda que tenham lhe dado tanto trabalho, Moisés sobe ao monte Nebo, até o topo do Pisga, em frente a Jericó. Lá o Senhor lhe mostra toda a terra que prometera a Abraão, sob juramento.
Moisés a viu, embora não tenha entrado nela. Meu coração fica apertado, mas sei que o Senhor é Santo. É muito sério não honrarmos Sua santidade.
Que tenha misericórdia de nós. Que sempre honremos Sua santidade. Como Isaías fez (Isaías 6).
Moisés morreu. O próprio Senhor o enterrou. Ninguém soube exatamente onde.
Estava com cento e vinte anos. E ainda tinha vigor.
Nunca houve em Israel outro profeta como ele.
Os israelitas choraram sua morte durante trinta dias.
Josué agora conduzirá Israel à sua terra. Ele está cheio do espírito de sabedoria.
Como será essa conquista?
Viu só? Já terminamos o Pentateuco. Os primeiros cinco livros da Bíblia.
Amanhã iniciaremos a leitura do livro de Josué. Leremos do capítulo um ao capítulo três.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio. Os três últimos capítulos.
Ontem vimos as bênçãos resultantes da obediência e as maldições resultantes da desobediência.
Moisés recapitula a aliança entre o Senhor e Israel. Chama o povo a voltar-se para o Senhor e ordena que escolham entre a vida e a morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-281-3020.html
Vimos também que Josué se torna líder em Israel. Que a lei deve ser lida de sete em sete anos, sempre no ano do cancelamento das dívidas. Diante de todos. Inclusive dos estrangeiros.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-311-29.html
O Senhor fala a Moisés que Israel O desobedecerá, e ordena que lhes ensine uma canção que será testemunha entre Ele e Israel.
Hoje continuamos através dos capítulos trinta e dois a trinta e quatro.
A canção que o Senhor ensinou a Moisés e que este ensinou ao povo, fala de Sua soberania. Ele é a Rocha, Suas obras são perfeitas, tudo que faz é certo. É um Deus fiel, que nunca erra. É justo e verdadeiro.
Fala também de como o Senhor conduziu Seu povo. Do pecado de Israel. Sua idolatria. E a vingança do Senhor.
É uma canção que realmente serve de testemunho. Uma canção pesada, que afirma o que Israel fará depois que se “empanturrar” das bênçãos do Senhor.
Depois que Moisés a canta, pede que o povo leve a sério todas as suas advertências. Que as transmitam como ordens aos seus filhos para que cumpram fielmente todos os termos da lei.
A lei não é um conjunto de palavras vazias, mas é a vida deles! Se obedecerem, terão uma vida longa na terra que o Senhor lhes dá.
Neste mesmo dia, o Senhor ordena que Moisés suba ao monte Nebo. Ele não atravessará o rio Jordão porque ele e Arão não honraram a santidade do Senhor junto aos israelitas, nas águas de Meribá.
Antes de subir, Moisés abençoa o povo. O povo que o Senhor ama. Todos estão em Suas mãos.
“Não há ninguém como o Deus de Jesurum! Ele cavalga pelos céus para ajudá-los e monta as nuvens com majestoso esplendor.” – Deuteronômio 33.26
Esse é o Deus que servimos. O nosso Senhor, que nos sustenta em Seus braços eternos.
Moisés pergunta quem é feliz como Israel. Um povo salvo pelo Senhor.
Quem é feliz como você e eu? Somos um povo salvo por Ele também.
Então, depois de abençoar Israel, ainda que tenham lhe dado tanto trabalho, Moisés sobe ao monte Nebo, até o topo do Pisga, em frente a Jericó. Lá o Senhor lhe mostra toda a terra que prometera a Abraão, sob juramento.
Moisés a viu, embora não tenha entrado nela. Meu coração fica apertado, mas sei que o Senhor é Santo. É muito sério não honrarmos Sua santidade.
Que tenha misericórdia de nós. Que sempre honremos Sua santidade. Como Isaías fez (Isaías 6).
Moisés morreu. O próprio Senhor o enterrou. Ninguém soube exatamente onde.
Estava com cento e vinte anos. E ainda tinha vigor.
Nunca houve em Israel outro profeta como ele.
Os israelitas choraram sua morte durante trinta dias.
Josué agora conduzirá Israel à sua terra. Ele está cheio do espírito de sabedoria.
Como será essa conquista?
Viu só? Já terminamos o Pentateuco. Os primeiros cinco livros da Bíblia.
Amanhã iniciaremos a leitura do livro de Josué. Leremos do capítulo um ao capítulo três.
Espero você. Até lá.
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Não há ninguém como o Senhor,
Santidade do Senhor
terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 11.1-14.29
Leitura do dia 19/02.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos o chamado de Moisés para lembrar, obedecer e amar ao Senhor. Vimos também que a terra foi dada pelo Senhor, em cumprimento ao Seu juramento solene a Abraão, Isaque e Jacó.
As nações seriam expulsas diante de Israel por estarem colhendo as consequências de seus pecados. Não pela bondade de Israel.
Moisés lembrou-lhe do bezerro de ouro e da nova cópia da aliança nas duas tábuas de pedra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-81-1022.html
Hoje caminharemos através dos capítulos onze a quatorze.
Moisés continua, como um pai que tem seus dias contados, repetindo a Israel que devem amar ao Senhor e obedecê-Lo. Sempre. Esta é a chave, o amor!
Se obedecerem terão vida longa na terra que estão prestes a tomar posse. Serão abençoados, se obedecerem fielmente, amarem e servirem-No de todo o coração e de toda a alma. Assim, Ele mandaria as chuvas no tempo certo, para terem colheitas abundantes e pastos verdejantes para seus animais.
Precisariam ter muito cuidado para não se desviarem do Senhor. Que gravassem aquelas palavras no coração e na mente. Amarrassem às suas mãos e prendessem às suas testas. Que as ensinassem a seus filhos. Que conversassem sobre elas em todo o tempo, em qualquer lugar. Desde a hora que se levantassem, até a hora em que fossem deitar. Que as escrevessem em seus portões e nos batentes de suas casas. O importante era não esquecer as palavras do Senhor. Não se esquecer dEle. Amá-Lo.
Se assim fizessem conquistariam todas aquelas nações, mesmo sendo maiores e mais fortes que eles. O Senhor as expulsaria de diante deles.
Moisés lhes deu uma escolha. Alternativa a ou alternativa b. Precisariam escolher entre a benção e a maldição. Eles sabiam os frutos de ambas. Estavam com o gabarito preenchido nas mãos. Bastava escolher.
Quando estivessem em suas terras, as bênçãos seriam pronunciadas no monte Gerizim e as maldições no monte Ebal. Assim, todos ouviriam novamente e teriam a chance de escolher o que desejavam para suas vidas e de seus descendentes.
Moisés reforça que devem destruir as nações que conquistarão. Para que não venham a seguir seus exemplos e se afastem do Senhor. Para que fiquem longe das maldições que viriam se desobedecessem.
Não devem adorar ao Senhor como aquelas nações adoravam seus deuses. Eles se prostituíam em "adoração" e até ofereciam seus filhos, passando-os pelo fogo.
Como não estariam mais juntos em um só acampamento, mas divididos em suas cidades, o Senhor ordena que O adorem apenas no lugar que Ele escolher. Assim, teriam um padrão, não se perderiam, cada um fazendo o que bem entendesse.
Mas, quando estivessem na terra, podiam comer carne quando quisessem, desde que fossem os animais limpos, que não fossem cerimonialmente impuros (e ele repete novamente quais são) e que não comessem o sangue. Moisés repete algumas vezes sobre não comer o sangue. Deveria ser derrubado na terra, como água.
Mas, os dízimos e as ofertas seriam comidos na presença do Senhor, junto com suas famílias, seus servos e o levita. Nunca poderiam esquecer de abençoar o levita. Ele não tinha herança no meio deles. Essa ordenança é muito importante aos olhos do Senhor.
De três em três anos, todo dízimo deveria ser entregue ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, para que comessem e se fartassem. Assim, o Senhor continuaria abençoando-os em seus trabalhos.
Moisés alerta que surgirão falsos profetas e pessoas com sonhos. Ainda que elas profetizassem algo, ou sonhem, e viesse a acontecer, que não se deixassem enganar seguindo seus conselhos e indo atrás de outros deuses. Era o Senhor provando-os para ver se seus corações eram ou não voltados para Ele.
Se alguém os instigasse secretamente a servir a outros deuses, ainda que fosse seu irmão, seu filho, seu amigo mais chegado e até sua esposa querida, teriam que denunciá-los. Seria pena de morte, para que Israel temesse e ninguém voltasse a agir dessa maneira, perversa, levando-os à destruição.
Parece duro. Mas era para ouvirem a lei e obedecer, sem que tal coisa viesse a acontecer. Se obedeço, se me apego ao Senhor como Moisés tem aconselhado em seus discursos, não irei instigar ninguém a servir outros deuses. Meu coração é do Senhor. Apenas dEle.
Mais uma vez era a escolha entre a benção e a maldição.
Como povo santo, Moisés ordenou que não fizessem marcas na pele, se cortando ou raspando seu cabelo cima da testa, em sinal de luto.
Que Suas palavras estejam gravadas em nossos corações, nossos olhos, nossos pés, nossas mãos. Que sejamos apenas dEle. Que nossos corações sejam totalmente inclinados a Ele. Que aprendamos a escolher sempre a benção. É muito melhor.
Continuamos amanhã, através dos capítulos quinze a dezessete.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos o chamado de Moisés para lembrar, obedecer e amar ao Senhor. Vimos também que a terra foi dada pelo Senhor, em cumprimento ao Seu juramento solene a Abraão, Isaque e Jacó.
As nações seriam expulsas diante de Israel por estarem colhendo as consequências de seus pecados. Não pela bondade de Israel.
Moisés lembrou-lhe do bezerro de ouro e da nova cópia da aliança nas duas tábuas de pedra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-81-1022.html
Hoje caminharemos através dos capítulos onze a quatorze.
Moisés continua, como um pai que tem seus dias contados, repetindo a Israel que devem amar ao Senhor e obedecê-Lo. Sempre. Esta é a chave, o amor!
Se obedecerem terão vida longa na terra que estão prestes a tomar posse. Serão abençoados, se obedecerem fielmente, amarem e servirem-No de todo o coração e de toda a alma. Assim, Ele mandaria as chuvas no tempo certo, para terem colheitas abundantes e pastos verdejantes para seus animais.
Precisariam ter muito cuidado para não se desviarem do Senhor. Que gravassem aquelas palavras no coração e na mente. Amarrassem às suas mãos e prendessem às suas testas. Que as ensinassem a seus filhos. Que conversassem sobre elas em todo o tempo, em qualquer lugar. Desde a hora que se levantassem, até a hora em que fossem deitar. Que as escrevessem em seus portões e nos batentes de suas casas. O importante era não esquecer as palavras do Senhor. Não se esquecer dEle. Amá-Lo.
Se assim fizessem conquistariam todas aquelas nações, mesmo sendo maiores e mais fortes que eles. O Senhor as expulsaria de diante deles.
Moisés lhes deu uma escolha. Alternativa a ou alternativa b. Precisariam escolher entre a benção e a maldição. Eles sabiam os frutos de ambas. Estavam com o gabarito preenchido nas mãos. Bastava escolher.
Quando estivessem em suas terras, as bênçãos seriam pronunciadas no monte Gerizim e as maldições no monte Ebal. Assim, todos ouviriam novamente e teriam a chance de escolher o que desejavam para suas vidas e de seus descendentes.
Moisés reforça que devem destruir as nações que conquistarão. Para que não venham a seguir seus exemplos e se afastem do Senhor. Para que fiquem longe das maldições que viriam se desobedecessem.
Não devem adorar ao Senhor como aquelas nações adoravam seus deuses. Eles se prostituíam em "adoração" e até ofereciam seus filhos, passando-os pelo fogo.
Como não estariam mais juntos em um só acampamento, mas divididos em suas cidades, o Senhor ordena que O adorem apenas no lugar que Ele escolher. Assim, teriam um padrão, não se perderiam, cada um fazendo o que bem entendesse.
Mas, quando estivessem na terra, podiam comer carne quando quisessem, desde que fossem os animais limpos, que não fossem cerimonialmente impuros (e ele repete novamente quais são) e que não comessem o sangue. Moisés repete algumas vezes sobre não comer o sangue. Deveria ser derrubado na terra, como água.
Mas, os dízimos e as ofertas seriam comidos na presença do Senhor, junto com suas famílias, seus servos e o levita. Nunca poderiam esquecer de abençoar o levita. Ele não tinha herança no meio deles. Essa ordenança é muito importante aos olhos do Senhor.
De três em três anos, todo dízimo deveria ser entregue ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, para que comessem e se fartassem. Assim, o Senhor continuaria abençoando-os em seus trabalhos.
Moisés alerta que surgirão falsos profetas e pessoas com sonhos. Ainda que elas profetizassem algo, ou sonhem, e viesse a acontecer, que não se deixassem enganar seguindo seus conselhos e indo atrás de outros deuses. Era o Senhor provando-os para ver se seus corações eram ou não voltados para Ele.
Se alguém os instigasse secretamente a servir a outros deuses, ainda que fosse seu irmão, seu filho, seu amigo mais chegado e até sua esposa querida, teriam que denunciá-los. Seria pena de morte, para que Israel temesse e ninguém voltasse a agir dessa maneira, perversa, levando-os à destruição.
Parece duro. Mas era para ouvirem a lei e obedecer, sem que tal coisa viesse a acontecer. Se obedeço, se me apego ao Senhor como Moisés tem aconselhado em seus discursos, não irei instigar ninguém a servir outros deuses. Meu coração é do Senhor. Apenas dEle.
Mais uma vez era a escolha entre a benção e a maldição.
Como povo santo, Moisés ordenou que não fizessem marcas na pele, se cortando ou raspando seu cabelo cima da testa, em sinal de luto.
Que Suas palavras estejam gravadas em nossos corações, nossos olhos, nossos pés, nossas mãos. Que sejamos apenas dEle. Que nossos corações sejam totalmente inclinados a Ele. Que aprendamos a escolher sempre a benção. É muito melhor.
Continuamos amanhã, através dos capítulos quinze a dezessete.
Espero você. Até lá.
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2019
Gênesis 33.1-20
Leitura do dia 10/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, vimos Jacó ficar sozinho e lutar com o Senhor. Seu nome foi mudado para Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-3222-32.html
Agora, continuaremos através do capítulo trinta e três. Do versículo um ao versículo vinte.
Depois que deixou Peniel, Jacó levantou seus olhos e viu Esaú. Ele estava vindo. Aproximava-se cada vez mais. Ele e seus quatrocentos homens. Eram uma tropa. Jacó dividiu seus filhos entre suas duas mulheres e servas. Colocou as servas e os filhos delas à frente. Depois Lia e seus filhos. Por último Raquel e José. E passou a frente de todos.
Quando aproximou-se de seu irmão, curvou-se até ao chão. Sete vezes. Deve ter sido uma cena maravilhosa de ver. Jacó com o coração na mão. O que esperar de seu irmão? E Esaú? Esaú correu ao encontro de Jacó. E o abraçou. Colocou os braços em volta de seu pescoço e o beijou. Os dois choraram. Que abraço carregado de cura deve ter sido esse!
Esaú viu as mulheres e as crianças. Perguntou a Jacó quem eram. Jacó respondeu que eram os filhos que o Senhor, em Sua bondade, havia concedido a ele, “seu servo” (de Esaú). Aos poucos, os grupos foram se aproximando. Todos se curvaram diante de Esaú. Então Esaú perguntou o que eram todos aqueles rebanhos que havia encontrado pelo caminho. Jacó disse que eram presentes para ele, “seu senhor”. Para garantir sua amizade.
Gosto muito da resposta de Esaú. Ele chamou Jacó de “meu irmão”. Era isso que eles eram. Irmãos. Disse que já tinha muitos bens. Que Jacó guardasse para ele o que já era dele. Tinha o suficiente. Mas Jacó insistiu. Pediu que Esaú aceitasse seus presentes. Era um grande alívio ver o sorriso amigável na face de Esaú. Era como ver a face do Senhor. Que Esaú fizesse o favor de aceitar seus presentes. O Senhor tinha sido muito bondoso para com ele que tinha mais que o suficiente. Após muita insistência de Jacó, Esaú aceitou. Disse que acompanharia Jacó de volta à sua casa, mas Jacó respondeu que não poderia ir rápido. Precisava ir ao ritmo das crianças e dos animais. Os rebanhos tinham crias pequenas. Não podia forçar demais. Algum animal poderia morrer. Jacó era um pastor. Cuidava de seus rebanhos. Esaú pediu que Jacó permitisse que alguns de seus homens os escoltassem. Seria uma segurança a mais para Jacó, com certeza, mas Jacó não via a menor necessidade. Ter sido recebido por Esaú, “seu senhor”, havia sido o bastante. Jacó não temia nenhum outro encontro pelo caminho. Sua questão com Esaú estava resolvida. Houve perdão e reconciliação. Não havia mais o que temer.
Esaú voltou para suas terras naquele mesmo dia. Jacó foi até Sucote. Ali construiu uma casa e abrigos para seus rebanhos. Depois foi à cidade de Siquém, na terra de Canaã. Ele percorreu todo o caminho desde Padã-Harã até ali, em total segurança. O único medo que enfrentou foi Esaú. Em Siquém comprou da família de Hamor, pai de Siquém, por cem peças de prata, o terreno onde ficou acampado. Ali construiu um altar ao Senhor. Chamou-o de “Senhor, o Senhor de Israel”. Agora, o Senhor não era apenas o Senhor de Abraão e de Isaque, era o Senhor de Israel. Havia se tornado seu Senhor, pessoal. É o que Ele deseja ser para cada um de nós.
Continuamos em nossa próxima postagem. Até já.
Na postagem anterior, vimos Jacó ficar sozinho e lutar com o Senhor. Seu nome foi mudado para Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-3222-32.html
Agora, continuaremos através do capítulo trinta e três. Do versículo um ao versículo vinte.
Depois que deixou Peniel, Jacó levantou seus olhos e viu Esaú. Ele estava vindo. Aproximava-se cada vez mais. Ele e seus quatrocentos homens. Eram uma tropa. Jacó dividiu seus filhos entre suas duas mulheres e servas. Colocou as servas e os filhos delas à frente. Depois Lia e seus filhos. Por último Raquel e José. E passou a frente de todos.
Quando aproximou-se de seu irmão, curvou-se até ao chão. Sete vezes. Deve ter sido uma cena maravilhosa de ver. Jacó com o coração na mão. O que esperar de seu irmão? E Esaú? Esaú correu ao encontro de Jacó. E o abraçou. Colocou os braços em volta de seu pescoço e o beijou. Os dois choraram. Que abraço carregado de cura deve ter sido esse!
Esaú viu as mulheres e as crianças. Perguntou a Jacó quem eram. Jacó respondeu que eram os filhos que o Senhor, em Sua bondade, havia concedido a ele, “seu servo” (de Esaú). Aos poucos, os grupos foram se aproximando. Todos se curvaram diante de Esaú. Então Esaú perguntou o que eram todos aqueles rebanhos que havia encontrado pelo caminho. Jacó disse que eram presentes para ele, “seu senhor”. Para garantir sua amizade.
Gosto muito da resposta de Esaú. Ele chamou Jacó de “meu irmão”. Era isso que eles eram. Irmãos. Disse que já tinha muitos bens. Que Jacó guardasse para ele o que já era dele. Tinha o suficiente. Mas Jacó insistiu. Pediu que Esaú aceitasse seus presentes. Era um grande alívio ver o sorriso amigável na face de Esaú. Era como ver a face do Senhor. Que Esaú fizesse o favor de aceitar seus presentes. O Senhor tinha sido muito bondoso para com ele que tinha mais que o suficiente. Após muita insistência de Jacó, Esaú aceitou. Disse que acompanharia Jacó de volta à sua casa, mas Jacó respondeu que não poderia ir rápido. Precisava ir ao ritmo das crianças e dos animais. Os rebanhos tinham crias pequenas. Não podia forçar demais. Algum animal poderia morrer. Jacó era um pastor. Cuidava de seus rebanhos. Esaú pediu que Jacó permitisse que alguns de seus homens os escoltassem. Seria uma segurança a mais para Jacó, com certeza, mas Jacó não via a menor necessidade. Ter sido recebido por Esaú, “seu senhor”, havia sido o bastante. Jacó não temia nenhum outro encontro pelo caminho. Sua questão com Esaú estava resolvida. Houve perdão e reconciliação. Não havia mais o que temer.
Esaú voltou para suas terras naquele mesmo dia. Jacó foi até Sucote. Ali construiu uma casa e abrigos para seus rebanhos. Depois foi à cidade de Siquém, na terra de Canaã. Ele percorreu todo o caminho desde Padã-Harã até ali, em total segurança. O único medo que enfrentou foi Esaú. Em Siquém comprou da família de Hamor, pai de Siquém, por cem peças de prata, o terreno onde ficou acampado. Ali construiu um altar ao Senhor. Chamou-o de “Senhor, o Senhor de Israel”. Agora, o Senhor não era apenas o Senhor de Abraão e de Isaque, era o Senhor de Israel. Havia se tornado seu Senhor, pessoal. É o que Ele deseja ser para cada um de nós.
Continuamos em nossa próxima postagem. Até já.
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019
Gênesis 30.1-43
Leitura do dia 09/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, vimos Jacó casando-se com Lia e Raquel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-291-35.html
Agora, caminharemos através do capítulo trinta de Gênesis.
Quando Raquel viu que não engravidava, teve inveja de Lia. Provavelmente a primeira vez que isso aconteceu. Ela implorou a Jacó que lhe desse filhos, ou morreria. Não era a Jacó que Raquel deveria implorar. Jacó ficou enfurecido com Raquel. Disse-lhe que não era Deus. Foi Ele que não permitiu que ela tivesse filhos.
Diferente de Isaque que orou insistentemente ao Senhor para que Rebeca tivesse filhos, não temos essa informação sobre Jacó. Raquel deu a Jacó sua serva Bila para ter filhos através dela, como Sara havia dado Hagar a Abraão.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-161-16.html
Bila engravidou. Raquel chamou o menino de Dã, “Ele julgou”. O Senhor havia lhe feito justiça. Havia ouvido seu pedido e lhe dado um filho. Depois, Bila teve outro filho, Naftali, “minha luta”. Havia lutado com sua irmã e vencido.
Quando Lia viu que havia parado de engravidar (após o quarto filho), deu sua serva Zilpa para Jacó.
Ela engravidou. Lia chamou o menino de Gade, “Boa fortuna”. Zilpa teve outro filho, Aser, “Feliz”. Um dia, durante a colheita do trigo, Rúben encontrou mandrágoras, plantas consideradas afrodisíacas. Raquel suplicou a Lia que lhe desse. Lia a acusou de ter roubado seu marido, o que sabemos, não era verdade. Mas acabou cedendo a Raquel. Trocou as mandrágoras por Jacó. Quando Jacó voltou do campo, Lia lhe disse que aquela noite deitaria com ela. Ela o havia comprado com as mandrágoras que seu filho encontrara. Que situação!
Lia também orava pedindo filhos. O Senhor a ouviu. Ela engravidou. Teve um quinto filho. Issacar, “Recompensa”. Considerou que o Senhor a recompensara por ter dado sua serva a seu marido. Depois, engravidou novamente, agora de Zebulom, “Honra”. Seu desejo era que seu marido a tratasse com respeito por ter lhe dado seis filhos. Ela novamente engravidou. Dessa vez teve uma menina, Diná. E não falou nada a respeito.
Então o Senhor se lembrou de Raquel, aquele mesmo tipo de lembrança que aconteceu com relação a Noé. Ele permitiu que ela se tornasse fértil. Teve um menino, José, “Que Ele acrescente”. Ao ver o menino ela exclamou que o Senhor havia lhe tirado a vergonha. Que Ele acrescentasse outro filho àquele.
Na postagem anterior, vimos Jacó casando-se com Lia e Raquel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-291-35.html
Agora, caminharemos através do capítulo trinta de Gênesis.
Quando Raquel viu que não engravidava, teve inveja de Lia. Provavelmente a primeira vez que isso aconteceu. Ela implorou a Jacó que lhe desse filhos, ou morreria. Não era a Jacó que Raquel deveria implorar. Jacó ficou enfurecido com Raquel. Disse-lhe que não era Deus. Foi Ele que não permitiu que ela tivesse filhos.
Diferente de Isaque que orou insistentemente ao Senhor para que Rebeca tivesse filhos, não temos essa informação sobre Jacó. Raquel deu a Jacó sua serva Bila para ter filhos através dela, como Sara havia dado Hagar a Abraão.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-161-16.html
Bila engravidou. Raquel chamou o menino de Dã, “Ele julgou”. O Senhor havia lhe feito justiça. Havia ouvido seu pedido e lhe dado um filho. Depois, Bila teve outro filho, Naftali, “minha luta”. Havia lutado com sua irmã e vencido.
Quando Lia viu que havia parado de engravidar (após o quarto filho), deu sua serva Zilpa para Jacó.
Ela engravidou. Lia chamou o menino de Gade, “Boa fortuna”. Zilpa teve outro filho, Aser, “Feliz”. Um dia, durante a colheita do trigo, Rúben encontrou mandrágoras, plantas consideradas afrodisíacas. Raquel suplicou a Lia que lhe desse. Lia a acusou de ter roubado seu marido, o que sabemos, não era verdade. Mas acabou cedendo a Raquel. Trocou as mandrágoras por Jacó. Quando Jacó voltou do campo, Lia lhe disse que aquela noite deitaria com ela. Ela o havia comprado com as mandrágoras que seu filho encontrara. Que situação!
Lia também orava pedindo filhos. O Senhor a ouviu. Ela engravidou. Teve um quinto filho. Issacar, “Recompensa”. Considerou que o Senhor a recompensara por ter dado sua serva a seu marido. Depois, engravidou novamente, agora de Zebulom, “Honra”. Seu desejo era que seu marido a tratasse com respeito por ter lhe dado seis filhos. Ela novamente engravidou. Dessa vez teve uma menina, Diná. E não falou nada a respeito.
Então o Senhor se lembrou de Raquel, aquele mesmo tipo de lembrança que aconteceu com relação a Noé. Ele permitiu que ela se tornasse fértil. Teve um menino, José, “Que Ele acrescente”. Ao ver o menino ela exclamou que o Senhor havia lhe tirado a vergonha. Que Ele acrescentasse outro filho àquele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-81-1032.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/01/quando-deus-se-lembra.html
Logo depois que Raquel teve José, Jacó pediu a Labão que o deixasse retornar para sua casa. Labão pediu que ficasse. Sabia que havia enriquecido porque o Senhor o abençoara por causa de Jacó. Que Jacó lhe dissesse qual salário queria.
Jacó queria voltar para a casa de seu pai. Disse que antes dele, Labão tinha pouco. Que realmente o Senhor o abençoara por meio do seu trabalho. Agora queria trabalhar para sua família. Novamente Labão perguntou qual o salário que Jacó queria.
Jacó lhe fez uma proposta. Passaria por todo o rebanho. Recolheria os que fossem salpicados e malhados. Esse seria seu salário. Ele os separou. Entregou a seus filhos mais velhos, que passaram a cuidar deles a uma distância de três dias do rebanho de Labão. Depois Jacó pegou uns galhos de álamo, amendoeira e plátano. Tirou suas cascas, formando listras brancas. Colocou-os onde o rebanho acasalava. O rebanho nascia listrado, salpicado e malhado. Jacó fazia assim somente com as fêmeas mais fortes. Seu rebanho cresceu muito e ele se tornou muito rico.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
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Logo depois que Raquel teve José, Jacó pediu a Labão que o deixasse retornar para sua casa. Labão pediu que ficasse. Sabia que havia enriquecido porque o Senhor o abençoara por causa de Jacó. Que Jacó lhe dissesse qual salário queria.
Jacó queria voltar para a casa de seu pai. Disse que antes dele, Labão tinha pouco. Que realmente o Senhor o abençoara por meio do seu trabalho. Agora queria trabalhar para sua família. Novamente Labão perguntou qual o salário que Jacó queria.
Jacó lhe fez uma proposta. Passaria por todo o rebanho. Recolheria os que fossem salpicados e malhados. Esse seria seu salário. Ele os separou. Entregou a seus filhos mais velhos, que passaram a cuidar deles a uma distância de três dias do rebanho de Labão. Depois Jacó pegou uns galhos de álamo, amendoeira e plátano. Tirou suas cascas, formando listras brancas. Colocou-os onde o rebanho acasalava. O rebanho nascia listrado, salpicado e malhado. Jacó fazia assim somente com as fêmeas mais fortes. Seu rebanho cresceu muito e ele se tornou muito rico.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
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terça-feira, 8 de janeiro de 2019
Gênesis 26.12-33
Na postagem anterior, vimos Isaque agindo como Abraão. E Abimeleque, rei dos filisteus, mostrando ser temente ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-261-11.html
Continuamos através do capítulo vinte e seis, a partir do versículo doze, até o versículo trinta e três.
Naquele ano, mesmo com a fome que assolava a terra, Isaque plantou e colheu cem vezes mais do que havia semeado. Sua semente gerou a “cem por um”, por um motivo, o Senhor o abençoou. Isaque prosperou. Tornou-se rico e influente. Três situações diferentes. Ele prosperou. Prosperidade significa ter o que precisamos para fazer uma boa viagem. Além de ser próspero, tornou-se rico e mais que isso, tornou-se influente. Adquiriu tanta riqueza que os filisteus tiveram inveja dele. Em retaliação, fecharam com terra todos os poços de Isaque. Aqueles que tinham sido cavados por seu pai.
Veja que os filisteus não o atacaram diretamente. Não queimaram, nem roubaram suas plantações. Ou servos. Eles foram além. Fecharam seus poços. Sem água não há vida. A situação chegou a tal ponto que Abimeleque ordenou que Isaque fosse para outro lugar. Havia se tornado muito poderoso. Poderoso demais para conviverem juntos. Isaque partiu. Foi ao vale de Gerar. Reabriu os poços que seu pai havia cavado e que os filisteus haviam fechado após a morte de Abraão. Colocou-lhe os mesmos nomes.
Seus servos também cavaram no vale de Gerar. Encontraram uma fonte de água corrente. Melhor que um poço. Mas os pastores daquele lugar entraram em conflito com seus pastores. Disseram que aquela água era deles. Lembre-se, eles estão em uma terra onde água é mais valiosa que ouro puro.
Os servos de Isaque cavaram mais um poço. Também discutiram. Então Isaque abandonou esse poço. Mandou que seus servos cavassem mais à frente. Dessa vez ninguém discutiu. Isaque chamou o poço de Reobote. Significa lugar espaçoso. Finalmente o Senhor havia criado espaço suficiente para que prosperassem naquela terra. Consegue pensar como Isaque era próspero, rico e influente?
Dali, Isaque foi para Berseba. Na noite de sua chegada o Senhor apareceu a ele. Disse que era (e é) o Senhor de seu pai. Que não tivesse medo. O Senhor estava com ele. Reafirmou Suas promessas. Isaque construiu um altar ali e invocou o nome do Senhor. Armou acampamento naquele local e cavaram mais um poço.
Um dia Abimeleque foi até ele. Estava acompanhado de seu conselheiro e o comandante de seu exército. Isaque perguntou o que estavam fazendo ali. Não era uma visita de amigos, uma vez que era evidente que o odiavam, já que o expulsaram de suas terras. Responderam que viam claramente que o Senhor estava com ele. Por isso queriam fazer uma aliança, sob juramento. Pediram que Isaque jurasse que nunca lhes faria mal, como eles não fizeram a ele enquanto estava em suas terras. Disseram que o trataram bem e o despediram em paz. Agora viam como o Senhor o abençoara.
Isaque lhes preparou um banquete. Eles comeram e beberam juntos. Na manhã seguinte, juraram solenemente não interferir na vida um do outro. Isaque os despediu e partiram em paz. No mesmo dia seus servos notificaram que haviam achado água em um novo poço cavado. Isaque chamou o poço de Seba, “juramento”. Até hoje aquela cidade chama-se Berseba (até hoje mesmo!).
Continuamos na próxima postagem. O capítulo vinte e sete de Gênesis. Até já.
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Gênesis 25.1-26
Ontem caminhamos em Gênesis, do capítulo vinte e um ao capítulo vinte e quatro.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-211-7.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-218-21.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-2122-34.html
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Hoje, nossa caminhada será do capítulo vinte e cinco ao capítulo vinte e sete. Lembre-se, nosso alvo é lermos diariamente as Escrituras, terminando Apocalipse em dezembro (Leitura Bíblica Anual).
A primeira postagem será do versículo um ao versículo vinte e seis, do capítulo vinte e cinco de Gênesis. Abra sua Bíblia, leia primeiro e retorne aqui.
Abraão casou-se novamente. Teve muitos filhos. Mas deu tudo o que possuía para Isaque. A seus outros filhos, deu muitos presentes. Separou-os de Isaque, enviando-os para as terras do norte. Viveu cento e setenta e cinco anos. Morreu após uma longa e feliz vida. Seus filhos Isaque e Ismael o sepultaram. No mesmo lugar onde Sara estava sepultada, na caverna de Macpela, que ele havia comprado de Efrom, o hitita. Depois que Abraão morreu, o Senhor abençoou Isaque. Ele se estabeleceu no Neguebe.
Ismael teve doze filhos, que deram origem a doze tribos. Ocuparam a região que ia de Havilá a Sur, a leste do Egito. Ali viveram em aberta oposição a seus parentes, como o Senhor havia dito que seria.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-161-16.html
Isaque casou-se quando estava com quarenta anos. Rebeca era estéril. Ele orou insistentemente por ela. O Senhor ouviu sua oração. Ela engravidou. Durante a gravidez, algo aconteceu em seu ventre. Ela não sabia o que era. Devia sentir muitas dores. Orou e perguntou ao Senhor porque aquilo estava acontecendo. O Senhor lhe respondeu que havia dois filhos em seu ventre. Eles se tornariam duas nações. E desde o começo seriam rivais. Uma nação seria mais forte que a outra. Seu filho mais velho serviria ao mais novo. Quando deu à luz, Rebeca viu que realmente eram gêmeos. O mais velho era ruivo e cabeludo, chamaram-no de Esaú. O mais novo nasceu com a mão agarrada ao calcanhar do mais velho, como se quisesse ter passado à frente e nascido antes, chamaram-no Jacó.
Havia passado vinte anos desde o casamento. Isaque estava agora com sessenta anos. Ele orou e esperou por vinte anos para ser pai!
Continuamos na próxima postagem. Até já.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2019
Gênesis 24.1-67
Leitura do dia 07/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, vimos que Sara faleceu. Abraão desejou sepultá-la na caverna de Macpela. Negociou o terreno com Efrom, o hitita.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-231-20.html
Agora, caminharemos pelo capítulo vinte e quatro. Do versículo um ao versículo sessenta e sete. Estamos prontos?
Quando Sara faleceu, Isaque estava com trinta e sete anos. Abraão com cento e trinta e sete. Bem idoso. O Senhor o abençoara em tudo. Um dia, pediu a seu servo mais antigo, o homem que era encarregado da administração e organização de sua casa, que jurasse pelo Senhor, o Deus dos céus e da terra, que não deixaria Isaque casar-se com uma das mulheres daquela terra. Abraão queria que ele fosse até sua terra natal e, de sua família, trouxesse uma mulher para casar-se com Isaque.
Antes de jurar, o servo, prudente, perguntou se caso fosse até lá e a mulher não quisesse vir com ele, o que aconteceria. Era longe. Ela não conhecia Isaque. Ele deveria fazer o quê? Levar Isaque para morar na terra de Abraão? Abraão respondeu com um enfático “não”. Nunca deveria fazer Isaque retornar à sua terra natal. Ali era o lugar que o Senhor havia prometido aos descendentes de Abraão. Se a moça não quisesse vir, o servo estaria livre de seu juramento.
O servo jurou. Tendo Abraão como exemplo, não procrastinou. Tomou dez camelos de Abraão, carregou-os com presentes valiosos de todo tipo e partiu para Arã-Naaraim. Lá, dirigiu-se à cidade onde Naor, irmão de Abraão morava. Era muito distante. Ao entardecer, as mulheres saíam para tirar água do poço. Ele fez os camelos ajoelharem perto de um poço nos arredores da cidade. E esperou? Não! Ele orou!
Pediu ao Senhor, o Deus de seu senhor Abraão, que fosse bondoso para com Abraão, não com ele, com Abraão. Ele estava ali junto àquela fonte e as moças da cidade iam buscar água. Sua petição era: pediria a uma das moças que lhe desse água de seu cântaro, para que bebesse. Se ela dissesse que poderia beber e que daria também água para seus camelos, que fosse a moça que o Senhor havia escolhido para ser a mulher de Isaque, servo do Senhor. Assim, ele saberia que o Senhor havia sido bondoso para com Abraão. Você já pensou quanta água deve beber um camelo? Imagina dez! E depois de uma longa e cansativa viagem! Essa moça seria muito especial!
Antes de terminar sua oração, uma moça se aproximou. Ele olhou. Era muito bonita. Tinha idade para se casar. Era virgem (as virgens vestiam-se diferente das mulheres casadas). Ele correu até ela e lhe pediu um pouco de água. Ela prontamente abaixou seu cântaro e lhe ofereceu água. Também disse que tiraria água para seus camelos, até que ficassem satisfeitos. Uau! Quanta disposição! O homem a observava em silêncio, pensando se o Senhor havia lhe concedido sucesso em sua missão. Seria ela parente de Abraão?
Quando os camelos terminaram de beber água, ele lhe deu uma argola de ouro para o nariz e duas pulseiras grandes, também de ouro. Então perguntou de quem era filha e se haveria em sua casa lugar para hospedá-los naquela noite. A moça respondeu que era filha de Betuel e, para não deixar dúvidas, disse que era neta de Naor e Milca. E sim, tinham palha e forragem para os camelos e lugar para hóspedes. O homem imediatamente prostrou-se e adorou ao Senhor. Louvou o Senhor de seu senhor Abraão, pois havia demonstrado bondade e fidelidade ao seu senhor conduzindo-o direto aos seus parentes.
A moça correu para casa e contou à sua família o que havia acontecido. Quando seu irmão, Labão, viu as joias que carregava, correu ao encontro do servo de Abraão, para trazê-lo para casa. Lá os camelos foram descarregados, alimentados e guardados. Deram água para ele e seus servos lavarem os pés. Quando a refeição foi servida, o servo disse que não comeria enquanto não explicasse porque estava ali. Contou sua missão. Sua oração. E tudo que havia acontecido, exatamente como pedira ao Senhor. Até seu louvor o homem contou.
Quando terminou, perguntou se mostrariam bondade e fidelidade a seu senhor, deixando que a moça fosse com ele, para ser esposa de Isaque. Que eles dissessem logo sim ou não para que soubesse o que fazer a seguir. Labão, irmão de Rebeca e Betuel, seu pai, responderam que era evidente que fora o Senhor que o trouxera ali. Não havia o que eles pudessem dizer. Que levasse Rebeca com ele. Que ela fosse mulher de Isaque, como o Senhor havia dito que seria. Quando o servo de Abraão ouviu a resposta, prostrou-se no chão e novamente adorou ao Senhor. Em seguida, entregou joias de prata e ouro a Rebeca, além de vestidos. Também deu presentes valiosos a seu irmão e sua mãe.
Passaram a noite ali. Deveriam partir ao amanhecer do dia seguinte. Quando amanheceu, o servo de Abraão pediu para partir. Queria ir logo para a casa de seu senhor. Labão e a mãe de Rebeca pediram que ela ficasse dez dias com eles, depois poderia partir. O homem pediu que não o detivessem. O Senhor havia lhe concedido sucesso em sua missão. Agora, precisava voltar para seu senhor. Eles disseram, finalmente, que iam pedir a opinião de Rebeca. Chamaram-na e perguntaram se ela estava disposta a ir com aquele homem. Ela respondeu que sim. Eles se despediram. Abençoaram Rebeca. Que ela se tornasse mãe de milhares e que seus descendentes conquistassem as cidades de seus inimigos.
Montaram os camelos e foram até Abraão. Chegaram ao entardecer. Isaque caminhava pelo campo enquanto meditava. Levantou os olhos e viu os camelos aproximando. Quando Receba o viu, de longe, imediatamente desceu do camelo. Perguntou ao servo quem era. Ele respondeu que era Isaque. Ela cobriu o rosto com o véu, de acordo com o costume. Quando se aproximaram, o servo contou tudo a Isaque. Isaque levou Rebeca para a tenda de Sara. Ela tornou-se sua mulher. Ele a amou profundamente. Encontrou nela consolo pela morte de sua mãe.
Não sei você, eu amo essa história. Muito melhor que qualquer romance escrito por qualquer escritor ou escritora de renome. Foi escrito pelo Senhor, o Todo Poderoso. É rica em detalhes e nos mostra que, quando há propósitos, o Senhor, escolhe, guia e faz.
Hoje ficamos por aqui. Concluímos nossa jornada diária. Amanhã espero você para lermos Gênesis, do capítulo vinte e cinco ao capítulo vinte e sete. Até lá.
Na postagem anterior, vimos que Sara faleceu. Abraão desejou sepultá-la na caverna de Macpela. Negociou o terreno com Efrom, o hitita.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-231-20.html
Agora, caminharemos pelo capítulo vinte e quatro. Do versículo um ao versículo sessenta e sete. Estamos prontos?
Quando Sara faleceu, Isaque estava com trinta e sete anos. Abraão com cento e trinta e sete. Bem idoso. O Senhor o abençoara em tudo. Um dia, pediu a seu servo mais antigo, o homem que era encarregado da administração e organização de sua casa, que jurasse pelo Senhor, o Deus dos céus e da terra, que não deixaria Isaque casar-se com uma das mulheres daquela terra. Abraão queria que ele fosse até sua terra natal e, de sua família, trouxesse uma mulher para casar-se com Isaque.
Antes de jurar, o servo, prudente, perguntou se caso fosse até lá e a mulher não quisesse vir com ele, o que aconteceria. Era longe. Ela não conhecia Isaque. Ele deveria fazer o quê? Levar Isaque para morar na terra de Abraão? Abraão respondeu com um enfático “não”. Nunca deveria fazer Isaque retornar à sua terra natal. Ali era o lugar que o Senhor havia prometido aos descendentes de Abraão. Se a moça não quisesse vir, o servo estaria livre de seu juramento.
O servo jurou. Tendo Abraão como exemplo, não procrastinou. Tomou dez camelos de Abraão, carregou-os com presentes valiosos de todo tipo e partiu para Arã-Naaraim. Lá, dirigiu-se à cidade onde Naor, irmão de Abraão morava. Era muito distante. Ao entardecer, as mulheres saíam para tirar água do poço. Ele fez os camelos ajoelharem perto de um poço nos arredores da cidade. E esperou? Não! Ele orou!
Pediu ao Senhor, o Deus de seu senhor Abraão, que fosse bondoso para com Abraão, não com ele, com Abraão. Ele estava ali junto àquela fonte e as moças da cidade iam buscar água. Sua petição era: pediria a uma das moças que lhe desse água de seu cântaro, para que bebesse. Se ela dissesse que poderia beber e que daria também água para seus camelos, que fosse a moça que o Senhor havia escolhido para ser a mulher de Isaque, servo do Senhor. Assim, ele saberia que o Senhor havia sido bondoso para com Abraão. Você já pensou quanta água deve beber um camelo? Imagina dez! E depois de uma longa e cansativa viagem! Essa moça seria muito especial!
Antes de terminar sua oração, uma moça se aproximou. Ele olhou. Era muito bonita. Tinha idade para se casar. Era virgem (as virgens vestiam-se diferente das mulheres casadas). Ele correu até ela e lhe pediu um pouco de água. Ela prontamente abaixou seu cântaro e lhe ofereceu água. Também disse que tiraria água para seus camelos, até que ficassem satisfeitos. Uau! Quanta disposição! O homem a observava em silêncio, pensando se o Senhor havia lhe concedido sucesso em sua missão. Seria ela parente de Abraão?
Quando os camelos terminaram de beber água, ele lhe deu uma argola de ouro para o nariz e duas pulseiras grandes, também de ouro. Então perguntou de quem era filha e se haveria em sua casa lugar para hospedá-los naquela noite. A moça respondeu que era filha de Betuel e, para não deixar dúvidas, disse que era neta de Naor e Milca. E sim, tinham palha e forragem para os camelos e lugar para hóspedes. O homem imediatamente prostrou-se e adorou ao Senhor. Louvou o Senhor de seu senhor Abraão, pois havia demonstrado bondade e fidelidade ao seu senhor conduzindo-o direto aos seus parentes.
A moça correu para casa e contou à sua família o que havia acontecido. Quando seu irmão, Labão, viu as joias que carregava, correu ao encontro do servo de Abraão, para trazê-lo para casa. Lá os camelos foram descarregados, alimentados e guardados. Deram água para ele e seus servos lavarem os pés. Quando a refeição foi servida, o servo disse que não comeria enquanto não explicasse porque estava ali. Contou sua missão. Sua oração. E tudo que havia acontecido, exatamente como pedira ao Senhor. Até seu louvor o homem contou.
Quando terminou, perguntou se mostrariam bondade e fidelidade a seu senhor, deixando que a moça fosse com ele, para ser esposa de Isaque. Que eles dissessem logo sim ou não para que soubesse o que fazer a seguir. Labão, irmão de Rebeca e Betuel, seu pai, responderam que era evidente que fora o Senhor que o trouxera ali. Não havia o que eles pudessem dizer. Que levasse Rebeca com ele. Que ela fosse mulher de Isaque, como o Senhor havia dito que seria. Quando o servo de Abraão ouviu a resposta, prostrou-se no chão e novamente adorou ao Senhor. Em seguida, entregou joias de prata e ouro a Rebeca, além de vestidos. Também deu presentes valiosos a seu irmão e sua mãe.
Passaram a noite ali. Deveriam partir ao amanhecer do dia seguinte. Quando amanheceu, o servo de Abraão pediu para partir. Queria ir logo para a casa de seu senhor. Labão e a mãe de Rebeca pediram que ela ficasse dez dias com eles, depois poderia partir. O homem pediu que não o detivessem. O Senhor havia lhe concedido sucesso em sua missão. Agora, precisava voltar para seu senhor. Eles disseram, finalmente, que iam pedir a opinião de Rebeca. Chamaram-na e perguntaram se ela estava disposta a ir com aquele homem. Ela respondeu que sim. Eles se despediram. Abençoaram Rebeca. Que ela se tornasse mãe de milhares e que seus descendentes conquistassem as cidades de seus inimigos.
Montaram os camelos e foram até Abraão. Chegaram ao entardecer. Isaque caminhava pelo campo enquanto meditava. Levantou os olhos e viu os camelos aproximando. Quando Receba o viu, de longe, imediatamente desceu do camelo. Perguntou ao servo quem era. Ele respondeu que era Isaque. Ela cobriu o rosto com o véu, de acordo com o costume. Quando se aproximaram, o servo contou tudo a Isaque. Isaque levou Rebeca para a tenda de Sara. Ela tornou-se sua mulher. Ele a amou profundamente. Encontrou nela consolo pela morte de sua mãe.
Não sei você, eu amo essa história. Muito melhor que qualquer romance escrito por qualquer escritor ou escritora de renome. Foi escrito pelo Senhor, o Todo Poderoso. É rica em detalhes e nos mostra que, quando há propósitos, o Senhor, escolhe, guia e faz.
Hoje ficamos por aqui. Concluímos nossa jornada diária. Amanhã espero você para lermos Gênesis, do capítulo vinte e cinco ao capítulo vinte e sete. Até lá.
Gênesis 23.1-20
Leitura do dia 07/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, vimos Abraão sendo provado e o próprio Senhor providenciando o cordeiro para o sacrifício.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-221-24.html
Agora, caminharemos pelo capítulo vinte e três de Gênesis. Do versículo um ao versículo vinte.
Quando Sara estava com cento e vinte e sete anos, faleceu. Em Quiriate-Arba. Abraão lamentou sua morte e chorou por ela. Depois deixou seu corpo e foi falar com os hititas, habitantes daquele lugar, na época. É uma cena muito interessante.
Abraão pediu que os hititas lhe vendessem um pedaço de terra para que pudesse dar um sepultamento digno à sua mulher. Os hititas responderam que ele era como um príncipe honrado entre eles. Que escolhesse onde quisesse e sepultasse sua mulher. Nenhum deles recusaria dar a ele o local para a sepultura. Onde quisesse.
Abraão curva-se diante deles. Pede que façam a gentileza de falar com Efrom, filho de Zoar. Que este lhe permita comprar a caverna em Macpela, na fronteira de seu campo. Ele a compraria pelo preço que achassem justo. Assim teria sepultura permanente para sua família. Efrom está ali, no meio de seu povo. Responde a Abraão que, na presença de seu povo, dava-lhe a propriedade. Que fosse e sepultasse sua falecida. Novamente Abraão curva-se diante dos hititas e diz a Efrom que gostaria de pagar o preço justo pelo campo. Efrom responde que o campo vale quatrocentas peças de prata. Aquilo não era nada entre amigos. Que Abraão fosse e sepultasse sua falecida. Abraão concorda com o preço e paga a quantia sugerida por Efrom. Quatrocentas peças de prata. Pesadas em conformidade com o padrão do mercado. Os hititas testemunham toda a transação. A propriedade incluía o campo, a caverna e as árvores em redor. Foi transferida a Abraão como posse permanente.
Estive neste lugar. Visitei as sepulturas. Hoje, na cidade de Hebrom. Em cima das sepulturas, há uma sinagoga. Presenciei ali um lindo casamento. É um lugar fortemente guardado. Está em território Palestino.
Na postagem anterior, vimos Abraão sendo provado e o próprio Senhor providenciando o cordeiro para o sacrifício.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-221-24.html
Agora, caminharemos pelo capítulo vinte e três de Gênesis. Do versículo um ao versículo vinte.
Quando Sara estava com cento e vinte e sete anos, faleceu. Em Quiriate-Arba. Abraão lamentou sua morte e chorou por ela. Depois deixou seu corpo e foi falar com os hititas, habitantes daquele lugar, na época. É uma cena muito interessante.
Abraão pediu que os hititas lhe vendessem um pedaço de terra para que pudesse dar um sepultamento digno à sua mulher. Os hititas responderam que ele era como um príncipe honrado entre eles. Que escolhesse onde quisesse e sepultasse sua mulher. Nenhum deles recusaria dar a ele o local para a sepultura. Onde quisesse.
Abraão curva-se diante deles. Pede que façam a gentileza de falar com Efrom, filho de Zoar. Que este lhe permita comprar a caverna em Macpela, na fronteira de seu campo. Ele a compraria pelo preço que achassem justo. Assim teria sepultura permanente para sua família. Efrom está ali, no meio de seu povo. Responde a Abraão que, na presença de seu povo, dava-lhe a propriedade. Que fosse e sepultasse sua falecida. Novamente Abraão curva-se diante dos hititas e diz a Efrom que gostaria de pagar o preço justo pelo campo. Efrom responde que o campo vale quatrocentas peças de prata. Aquilo não era nada entre amigos. Que Abraão fosse e sepultasse sua falecida. Abraão concorda com o preço e paga a quantia sugerida por Efrom. Quatrocentas peças de prata. Pesadas em conformidade com o padrão do mercado. Os hititas testemunham toda a transação. A propriedade incluía o campo, a caverna e as árvores em redor. Foi transferida a Abraão como posse permanente.
Estive neste lugar. Visitei as sepulturas. Hoje, na cidade de Hebrom. Em cima das sepulturas, há uma sinagoga. Presenciei ali um lindo casamento. É um lugar fortemente guardado. Está em território Palestino.
Abraão mostra que é outro homem. Não aceita mais presentes, beneficiando-se de situações. Faz o que é justo. Tornou-se um homem íntegro.
Continuamos na próxima postagem. O capítulo vinte e quatro. Até já.
Continuamos na próxima postagem. O capítulo vinte e quatro. Até já.
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Gênesis 22.1-24
Leitura do dia 07/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, vimos Abimeleque reconhecer que o Senhor era com Abraão em tudo o que fazia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-2122-34.html
Agora, caminharemos pelo capítulo vinte e dois de Gênesis. Do versículo um até o final.
Naquele tempo o Senhor provou a Abraão. Ele o chamou. Abraão, como sempre respondeu imediatamente. O Senhor ordenou-lhe que tomasse Isaque, seu único filho (isso mesmo), seu filho amado, fosse até à terra de Moriá e lá, em um dos montes que o Senhor lhe mostraria, oferecesse seu filho como holocausto ao Senhor. É difícil até acreditar que o Senhor tenha pedido tal coisa. Já sabemos o que fala a lei de Moisés. O Senhor era completamente contra sacrifício humano. Mas Moisés ainda não havia nascido. Faltava muito tempo ainda.
Novamente, na manhã seguinte, sem nenhuma procrastinação, sem nenhum lamento, sem tentar nenhuma negociação, Abraão levanta cedo. Prepara seu jumento. Leva consigo dois servos e Isaque. Vai até onde o Senhor lhe ordenara. Eles viajaram três dias. Três dias em que as entranhas de Abraão deviam estar completamente remoídas. Três dias. Ele olhava para Isaque, seu filho amado. Iria oferecê-lo como holocausto ao Senhor. O mesmo Senhor que havia lhe dito que sua descendência dependia de Isaque.
No terceiro dia Abraão viu o lugar onde deveria oferecer seu sacrifício. Ordenou que os moços ficassem. Iria com Isaque, adorariam e voltariam. Sim, foi o que disse. “Vamos adorar e depois voltaremos”.
Como já falei, há momentos em que tenho vontade de dar “uns cascudos” em Abraão. Mas não nesse momento. Estava indo oferecer seu filho em holocausto. E diz que irá adorar e voltar. Com ele. O que Abraão esperava? Ele sabia que o Senhor não mente. O fato de ter crido nas promessas do Senhor com relação à sua descendência o tornara justo aos olhos do Senhor. Então, alguma coisa o Senhor
faria. Que fé! Como não ser considerado amigo do Senhor e Pai da fé? Abraão "concluiu que, se Isaque morresse, Deus tinha poder para trazê-lo de volta à vida. E, em certo sentido, recebeu seu filho de volta dos mortos" (Hebreus 11.19). Aleluias!
Abraão colocou a lenha para o holocausto nos ombros de Isaque, enquanto ele levava o fogo e a faca. Essa cena lhe lembra alguma coisa? Isaque, inocente, levando a lenha para o monte onde seria entregue em holocausto. Nosso Pai deu Seu Único Filho, Seu Filho Amado, em nosso lugar (João 3.16).
Enquanto os dois caminham, em silêncio, Isaque chama seu pai. Abraão responde. Isaque diz que tinham o fogo e a lenha e pergunta: “Mas onde está o cordeiro para o holocausto”? Não conhecia outro tipo de holocausto. Esperava por um cordeiro. Onde está o cordeiro? Abraão responde que o Senhor providenciaria o cordeiro. E continuam caminhando. Não consigo imaginar o coração de Abraão. Ele tem minha admiração. Quando finalmente chegam ao lugar onde o Senhor havia indicado, Abraão constrói um altar. Arruma a lenha sobre ele. E agora? Onde está o cordeiro? Quando o altar e a lenha estão arrumados, Abraão amarra Isaque. Coloca-o no altar sobre a lenha. Pega a faca para sacrificá-lo. Seu filho.
O que será que Isaque pensava? Poderia ter fugido. Não o fez. Estava ali. Como um cordeiro que não abre sua boca quando vai ao matadouro (Isaías 53.7). Novamente lembro-me do meu Senhor, o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo (João 1.29).
http://www.espalhandoasemente.com/2018/04/joao-aponta-para-jesus-e-nos-apontamos.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/os-lindos-nomes-do-senhor.html
No momento em que Abraão ia matar Isaque, o Senhor o chama. Como sempre, imediatamente, ele responde. O Senhor ordena que não toque no rapaz. Agora Ele sabe que Abraão O teme de fato, pois não negou nem mesmo seu único e amado filho. Abraão levanta os olhos. Eis o cordeiro! Estava preso pelos cifres em um arbusto. Ele o oferece em holocausto, em lugar de seu filho. Aquele lugar fica conhecido como “O Senhor providenciará”. O Senhor novamente fala que o abençoará e sua descendência seria multiplicada grandemente. Por meio de seus descendentes, todas as nações da terra serão abençoadas. Tudo porque obedeceu ao Senhor.
Na postagem anterior, vimos Abimeleque reconhecer que o Senhor era com Abraão em tudo o que fazia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-2122-34.html
Agora, caminharemos pelo capítulo vinte e dois de Gênesis. Do versículo um até o final.
Naquele tempo o Senhor provou a Abraão. Ele o chamou. Abraão, como sempre respondeu imediatamente. O Senhor ordenou-lhe que tomasse Isaque, seu único filho (isso mesmo), seu filho amado, fosse até à terra de Moriá e lá, em um dos montes que o Senhor lhe mostraria, oferecesse seu filho como holocausto ao Senhor. É difícil até acreditar que o Senhor tenha pedido tal coisa. Já sabemos o que fala a lei de Moisés. O Senhor era completamente contra sacrifício humano. Mas Moisés ainda não havia nascido. Faltava muito tempo ainda.
Novamente, na manhã seguinte, sem nenhuma procrastinação, sem nenhum lamento, sem tentar nenhuma negociação, Abraão levanta cedo. Prepara seu jumento. Leva consigo dois servos e Isaque. Vai até onde o Senhor lhe ordenara. Eles viajaram três dias. Três dias em que as entranhas de Abraão deviam estar completamente remoídas. Três dias. Ele olhava para Isaque, seu filho amado. Iria oferecê-lo como holocausto ao Senhor. O mesmo Senhor que havia lhe dito que sua descendência dependia de Isaque.
No terceiro dia Abraão viu o lugar onde deveria oferecer seu sacrifício. Ordenou que os moços ficassem. Iria com Isaque, adorariam e voltariam. Sim, foi o que disse. “Vamos adorar e depois voltaremos”.
Como já falei, há momentos em que tenho vontade de dar “uns cascudos” em Abraão. Mas não nesse momento. Estava indo oferecer seu filho em holocausto. E diz que irá adorar e voltar. Com ele. O que Abraão esperava? Ele sabia que o Senhor não mente. O fato de ter crido nas promessas do Senhor com relação à sua descendência o tornara justo aos olhos do Senhor. Então, alguma coisa o Senhor
faria. Que fé! Como não ser considerado amigo do Senhor e Pai da fé? Abraão "concluiu que, se Isaque morresse, Deus tinha poder para trazê-lo de volta à vida. E, em certo sentido, recebeu seu filho de volta dos mortos" (Hebreus 11.19). Aleluias!
Enquanto os dois caminham, em silêncio, Isaque chama seu pai. Abraão responde. Isaque diz que tinham o fogo e a lenha e pergunta: “Mas onde está o cordeiro para o holocausto”? Não conhecia outro tipo de holocausto. Esperava por um cordeiro. Onde está o cordeiro? Abraão responde que o Senhor providenciaria o cordeiro. E continuam caminhando. Não consigo imaginar o coração de Abraão. Ele tem minha admiração. Quando finalmente chegam ao lugar onde o Senhor havia indicado, Abraão constrói um altar. Arruma a lenha sobre ele. E agora? Onde está o cordeiro? Quando o altar e a lenha estão arrumados, Abraão amarra Isaque. Coloca-o no altar sobre a lenha. Pega a faca para sacrificá-lo. Seu filho.
O que será que Isaque pensava? Poderia ter fugido. Não o fez. Estava ali. Como um cordeiro que não abre sua boca quando vai ao matadouro (Isaías 53.7). Novamente lembro-me do meu Senhor, o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo (João 1.29).
http://www.espalhandoasemente.com/2018/04/joao-aponta-para-jesus-e-nos-apontamos.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/os-lindos-nomes-do-senhor.html
No momento em que Abraão ia matar Isaque, o Senhor o chama. Como sempre, imediatamente, ele responde. O Senhor ordena que não toque no rapaz. Agora Ele sabe que Abraão O teme de fato, pois não negou nem mesmo seu único e amado filho. Abraão levanta os olhos. Eis o cordeiro! Estava preso pelos cifres em um arbusto. Ele o oferece em holocausto, em lugar de seu filho. Aquele lugar fica conhecido como “O Senhor providenciará”. O Senhor novamente fala que o abençoará e sua descendência seria multiplicada grandemente. Por meio de seus descendentes, todas as nações da terra serão abençoadas. Tudo porque obedeceu ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Eles voltam até os servos que os esperavam. De lá foram para Berseba, onde Abraão continuou a morar. Pouco tempo depois, Abraão fica sabendo que Milca, mulher de Naor, seu irmão, havia lhe dado filhos.
O Senhor pediu a Abraão o que lhe era mais precioso. Abraão imediatamente entregou. Tomou a decisão e foi até o final, sem mudar de ideia. Sem fugas. Sem arrependimento. Sem barganhas. Sabia em quem cria. E nós? Temos essa mesma coragem? Essa fé inabalável no Senhor? E somos como Isaque? Nos deixamos ser sacrificados, sabendo que há uma promessa sobre nós?
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Eles voltam até os servos que os esperavam. De lá foram para Berseba, onde Abraão continuou a morar. Pouco tempo depois, Abraão fica sabendo que Milca, mulher de Naor, seu irmão, havia lhe dado filhos.
O Senhor pediu a Abraão o que lhe era mais precioso. Abraão imediatamente entregou. Tomou a decisão e foi até o final, sem mudar de ideia. Sem fugas. Sem arrependimento. Sem barganhas. Sabia em quem cria. E nós? Temos essa mesma coragem? Essa fé inabalável no Senhor? E somos como Isaque? Nos deixamos ser sacrificados, sabendo que há uma promessa sobre nós?
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Gênesis 21.22-34
Leitura do dia 07/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, vimos o Senhor agir em favor de Ismael.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-218-21.html
Continuamos ainda no capítulo vinte e um. Do versículo vinte e dois ao versículo trinta e quatro.
Abimeleque, acompanhado de Ficol, comandante de seu exército, foi visitar Abraão. Disse-lhe que era evidente que o Senhor era com ele, ajudando-o em tudo que fazia. Desejava renovar o conserto que haviam feito. Pediu a Abraão que jurasse que jamais enganaria a ele, seus filhos ou qualquer um de seus descendentes. Disse também que estava sendo leal a Abraão e queria essa mesma lealdade dele, a si e à terra onde estava habitando como estrangeiro.
Abraão jurou. Aproveitou para reclamar que os servos de Abimeleque haviam tomado um poço dele à força. Poço naquelas terras, naquela época, era um grande tesouro. Abimeleque respondeu que não sabia dessa situação. Não fazia ideia de quem havia tomado o poço, afinal, Abraão nunca havia reclamado.
Abraão deu ovelhas e bois a Abimeleque. Os dois fizeram um acordo. Um conserto. Depois Abraão separou sete cordeirinhas de seu rebanho. Abimeleque perguntou qual o significado daquilo. Abraão pediu que aceitasse as cordeirinhas como testemunho de que ele havia cavado aquele poço. Era seu. Abimeleque aceitou. Abraão chamou o poço de Berseba. Significa “Poço do Juramento”. Tive o privilégio de ver este poço, foi maravilhoso. Depois que fizeram o acordo, Abimeleque foi embora. Abraão plantou uma tamargueira e invocou o nome do Senhor, o Eterno. Ele morou naquelas terras, dos filisteus, como estrangeiro, por um longo tempo.
Que em nossas vidas também aconteça assim. Que olhem para nós e vejam que “é evidente que o Senhor está conosco, nos ajudando em tudo que fazemos”.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Na postagem anterior, vimos o Senhor agir em favor de Ismael.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-218-21.html
Continuamos ainda no capítulo vinte e um. Do versículo vinte e dois ao versículo trinta e quatro.
Abimeleque, acompanhado de Ficol, comandante de seu exército, foi visitar Abraão. Disse-lhe que era evidente que o Senhor era com ele, ajudando-o em tudo que fazia. Desejava renovar o conserto que haviam feito. Pediu a Abraão que jurasse que jamais enganaria a ele, seus filhos ou qualquer um de seus descendentes. Disse também que estava sendo leal a Abraão e queria essa mesma lealdade dele, a si e à terra onde estava habitando como estrangeiro.
Abraão jurou. Aproveitou para reclamar que os servos de Abimeleque haviam tomado um poço dele à força. Poço naquelas terras, naquela época, era um grande tesouro. Abimeleque respondeu que não sabia dessa situação. Não fazia ideia de quem havia tomado o poço, afinal, Abraão nunca havia reclamado.
Abraão deu ovelhas e bois a Abimeleque. Os dois fizeram um acordo. Um conserto. Depois Abraão separou sete cordeirinhas de seu rebanho. Abimeleque perguntou qual o significado daquilo. Abraão pediu que aceitasse as cordeirinhas como testemunho de que ele havia cavado aquele poço. Era seu. Abimeleque aceitou. Abraão chamou o poço de Berseba. Significa “Poço do Juramento”. Tive o privilégio de ver este poço, foi maravilhoso. Depois que fizeram o acordo, Abimeleque foi embora. Abraão plantou uma tamargueira e invocou o nome do Senhor, o Eterno. Ele morou naquelas terras, dos filisteus, como estrangeiro, por um longo tempo.
Que em nossas vidas também aconteça assim. Que olhem para nós e vejam que “é evidente que o Senhor está conosco, nos ajudando em tudo que fazemos”.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Gênesis 21.8-21
Leitura do dia 07/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, vimos que o Senhor agiu em favor de Sara.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-211-7.html
Continuamos, agora, no capítulo vinte e um. Do versículo oito ao versículo vinte e um.
Isaque cresceu. Estava para ser desmamado. Abraão fez uma grande festa. Sara viu Ismael, o filho da escrava Hagar, debochar de Isaque. Ela ficou furiosa. Disse a Abraão para livrar-se deles. Ismael não seria herdeiro junto com Isaque, seu filho. Abraão ficou muito perturbado, afinal, Ismael também era seu filho. O Senhor disse a ele para não ficar perturbado. Era para ouvir o que Sara havia dito. A descendência de Abraão dependia de Isaque, não de Ismael. Nisso Sara tinha razão. O Senhor faria uma nação dos descendentes do filho de Hagar, Ismael. Ele era filho de Abraão. Mas não seria através dele que o Senhor cumpriria o que prometera a Abraão.
Na manhã seguinte, Abraão levantou cedo. Sempre vemos Abraão agindo imediatamente. Ele nunca procrastina. Nunca precisa ser arrastado. Preparou mantimentos e uma vasilha com água. Colocou sobre os ombros de Hagar e mandou ela embora, junto com Ismael. Hagar andou sem rumo pelo deserto de Berseba.
Lembra que o Senhor havia lhe feito uma promessa e ela passou a chamar o Senhor de “O Senhor que me vê”? Pois é, parece que ela se esqueceu, como às vezes eu faço.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-161-16.html
Quando a água acabou, ela colocou o menino à sombra de um arbusto. Sentou-se uns cem metros distante. Não queria ver o menino morrer. Chorava sem parar. O Senhor ouviu o choro de Ismael. Não o dela. O do menino. Perguntou a ela o que havia acontecido. Disse que não deveria ter medo. Ordenou que levantasse e animasse o menino. Os descendentes dele seriam uma grande nação. O Senhor abriu seus olhos. Ela viu um poço, cheio de água. Rapidamente foi até lá. Encheu a vasilha e deu para Ismael. O menino não morreu. O Senhor esteve com ele enquanto crescia. No deserto. Tornou-se flecheiro. Estabeleceu-se no deserto de Parã. Sua mãe conseguiu uma esposa egípcia para ele. É o que leremos sobre Ismael por um bom tempo. É maravilhoso saber que o Senhor esteve com ele, enquanto crescia, mesmo no deserto. Mesmo sendo filho da escrava. Ele não foi abandonado. O Senhor era com ele.
Até à próxima postagem. Ainda hoje. Espero você.
Na postagem anterior, vimos que o Senhor agiu em favor de Sara.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-211-7.html
Continuamos, agora, no capítulo vinte e um. Do versículo oito ao versículo vinte e um.
Isaque cresceu. Estava para ser desmamado. Abraão fez uma grande festa. Sara viu Ismael, o filho da escrava Hagar, debochar de Isaque. Ela ficou furiosa. Disse a Abraão para livrar-se deles. Ismael não seria herdeiro junto com Isaque, seu filho. Abraão ficou muito perturbado, afinal, Ismael também era seu filho. O Senhor disse a ele para não ficar perturbado. Era para ouvir o que Sara havia dito. A descendência de Abraão dependia de Isaque, não de Ismael. Nisso Sara tinha razão. O Senhor faria uma nação dos descendentes do filho de Hagar, Ismael. Ele era filho de Abraão. Mas não seria através dele que o Senhor cumpriria o que prometera a Abraão.
Na manhã seguinte, Abraão levantou cedo. Sempre vemos Abraão agindo imediatamente. Ele nunca procrastina. Nunca precisa ser arrastado. Preparou mantimentos e uma vasilha com água. Colocou sobre os ombros de Hagar e mandou ela embora, junto com Ismael. Hagar andou sem rumo pelo deserto de Berseba.
Lembra que o Senhor havia lhe feito uma promessa e ela passou a chamar o Senhor de “O Senhor que me vê”? Pois é, parece que ela se esqueceu, como às vezes eu faço.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-161-16.html
Quando a água acabou, ela colocou o menino à sombra de um arbusto. Sentou-se uns cem metros distante. Não queria ver o menino morrer. Chorava sem parar. O Senhor ouviu o choro de Ismael. Não o dela. O do menino. Perguntou a ela o que havia acontecido. Disse que não deveria ter medo. Ordenou que levantasse e animasse o menino. Os descendentes dele seriam uma grande nação. O Senhor abriu seus olhos. Ela viu um poço, cheio de água. Rapidamente foi até lá. Encheu a vasilha e deu para Ismael. O menino não morreu. O Senhor esteve com ele enquanto crescia. No deserto. Tornou-se flecheiro. Estabeleceu-se no deserto de Parã. Sua mãe conseguiu uma esposa egípcia para ele. É o que leremos sobre Ismael por um bom tempo. É maravilhoso saber que o Senhor esteve com ele, enquanto crescia, mesmo no deserto. Mesmo sendo filho da escrava. Ele não foi abandonado. O Senhor era com ele.
Até à próxima postagem. Ainda hoje. Espero você.
Gênesis 21.1-7
Leitura do dia 07/01 (Leitura Bíblica Anual).
Prosseguimos nossa caminhada pelas páginas de Gênesis.
Ontem caminhamos do capítulo dezoito ao capítulo vinte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-181-15.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1816-1929.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1930-36.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-201-18.html
Hoje, caminharemos do capitulo vinte e um ao capítulo vinte e quatro. Os capítulos de hoje são mais longos. Dividiremos em mais postagens. Nessa primeira postagem, veremos o nascimento de Isaque. Do versículo um ao versículo sete, do capítulo vinte e um. E nas próximas seguiremos, até o final do capítulo vinte e quatro.
O texto começa de uma maneira que muito me agrada. O Senhor agiu em favor de Sara. Ele cumpriu o que havia prometido a ela. Agora, a promessa não é apenas para Abraão. Ela se vê claramente dentro da promessa. Se sente, com toda certeza, incluída. Sara realmente engravidou e deu à luz um filho. Exatamente (gosto muito disso), no tempo indicado pelo Senhor. Nem antes, nem depois.
Abraão colocou o nome do menino de Isaque, como o Senhor lhe havia dito que fizesse. Também em obediência ao Senhor, Isaque foi circuncidado no oitavo dia. Abraão tinha cem anos quando ele nasceu. Sara, noventa. Sara declarou que o Senhor a havia feito sorrir. Que maravilha quando reconhecemos as promessas do Senhor sendo cumpridas em nossas vidas. E damos a Ele o crédito devido. O Senhor havia feito Sara sorrir. Ela estava feliz. Declarou, com toda convicção, que todos que ficassem sabendo do que lhe aconteceu, ririam com ela. Risos puros de alegria, felicidade, contentamento. Ela não parava de ficar impressionada. Quem poderia imaginar que a mulher de Abraão amamentaria um bebê? E no entanto, em sua velhice, ela (não sua serva, não outra pessoa, ela), deu um filho a seu marido. Era muita felicidade. E gratidão.
Na próxima postagem, continuamos. Até já.
Prosseguimos nossa caminhada pelas páginas de Gênesis.
Ontem caminhamos do capítulo dezoito ao capítulo vinte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-181-15.html
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http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1930-36.html
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Hoje, caminharemos do capitulo vinte e um ao capítulo vinte e quatro. Os capítulos de hoje são mais longos. Dividiremos em mais postagens. Nessa primeira postagem, veremos o nascimento de Isaque. Do versículo um ao versículo sete, do capítulo vinte e um. E nas próximas seguiremos, até o final do capítulo vinte e quatro.
O texto começa de uma maneira que muito me agrada. O Senhor agiu em favor de Sara. Ele cumpriu o que havia prometido a ela. Agora, a promessa não é apenas para Abraão. Ela se vê claramente dentro da promessa. Se sente, com toda certeza, incluída. Sara realmente engravidou e deu à luz um filho. Exatamente (gosto muito disso), no tempo indicado pelo Senhor. Nem antes, nem depois.
Abraão colocou o nome do menino de Isaque, como o Senhor lhe havia dito que fizesse. Também em obediência ao Senhor, Isaque foi circuncidado no oitavo dia. Abraão tinha cem anos quando ele nasceu. Sara, noventa. Sara declarou que o Senhor a havia feito sorrir. Que maravilha quando reconhecemos as promessas do Senhor sendo cumpridas em nossas vidas. E damos a Ele o crédito devido. O Senhor havia feito Sara sorrir. Ela estava feliz. Declarou, com toda convicção, que todos que ficassem sabendo do que lhe aconteceu, ririam com ela. Risos puros de alegria, felicidade, contentamento. Ela não parava de ficar impressionada. Quem poderia imaginar que a mulher de Abraão amamentaria um bebê? E no entanto, em sua velhice, ela (não sua serva, não outra pessoa, ela), deu um filho a seu marido. Era muita felicidade. E gratidão.
Na próxima postagem, continuamos. Até já.
domingo, 6 de janeiro de 2019
Gênesis 20.1-18
Leitura do dia 06/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, vemos o que o medo pode nos levar a fazer.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1930-36.html
Agora, caminharemos através do capítulo vinte de Gênesis, onde veremos Abraão também agindo movido pelo medo.
Ele mudou-se para o Neguebe. Ficou ali um bom tempo. Depois foi para Gerar. Enquanto morava ali como estrangeiro, Abraão continuou com aquela história de apresentar Sara como sua irmã. O rei de Gerar, Abimeleque, mandou buscá-la para levá-la ao palácio. Confesso que fico indignada. Como assim? E Abraão? Viu levarem-na e não tomou nenhuma atitude? Que medo era esse? Saiu de sua terra para uma terra que nem sabia qual seria. Foi atrás de Quedorlaomer e recuperou todos os habitantes de Sodoma. Depois intercedeu por aquela cidade. E agora continua com medo de morrer por causa de Sara? E deixa que a levem? Depois do Senhor lhe dizer que seria seu Escudo? Sinto muito. Fico indignada.
Ah, mas o Senhor não me decepciona. Naquela noite, falou com Abimeleque em sonho. Olha só. Mais um que conhecia o Senhor e não era descendente de Abraão. O Senhor disse-lhe iria morrer. A mulher que havia tomado já era casada. No sonho, Abimeleque pergunta se o Senhor castigaria uma nação inocente. Sabia que não. A culpa não era sua. Foi Abraão quem disse que Sara era sua irmã. Ele era inocente. Suas mãos estavam limpas. O Senhor lhe respondeu que sabia. Por isso o impediu de pecar contra Ele e não permitiu que Abimeleque a tocasse. Ordenou-lhe que devolvesse Sara a seu marido, que era profeta e oraria por ele. Mas se não devolvesse, com certeza, ele e todo o seu povo morreriam.
Na manhã seguinte, Abimeleque levantou cedo. Sem demora reuniu todo o seu povo. Quando contou seu sonho, seus homens ficaram apavorados.
Ele mandou chamar Abraão. Perguntou-lhe porque fez aquilo. Por que tratar ele e seu povo daquela maneira, fazendo-os culpados de grande pecado? “O que deu em você para agir desse jeito”? Abraão, o pai de nações, por puro medo, ao invés de abençoar uma nação como deveria fazer, é o responsável pela morte dela.
Como é maravilhoso saber que o Senhor interviu nessa situação. Por causa de Sara, a quem Ele sempre guardava. Por causa de Abimeleque e seu povo, que O temiam. Por causa de Abraão, a quem havia separado.
Sabe o que Abraão respondeu a Abimeleque? Disse que pensou consigo que não haveria naquele lugar alguém que fosse temente ao Senhor e o matariam para ficar com Sara. Na verdade ela era meia irmã dele, por parte de pai. Uma “meia verdade”. Ele havia tomado Sara como sua esposa. Ela deixou de ser sua irmã. Passou a ser sua mulher. Que aprendamos a não pensar "conosco mesmo", achando que "ali ou acolá" não tem alguém que O tema só porque não anda conosco.
Abimeleque agiu com Abraão diferente de Faraó. Um homem que, com certeza, conhecia o Senhor. Deu-lhe ovelhas e bois, servos e servas e devolveu Sara. Sabendo quem Abraão era, não o escoltou para fora de suas terras. Não. Apontou para a terra e disse que toda sua terra estava à disposição dele. Que escolhesse onde fosse melhor. E morasse ali. Disse a Sara que estava dando a “seu irmão” mil peças de prata diante de testemunhas para reparar qualquer dano que lhe houvesse feito, embora não a tivesse tocado. Assim, todos saberiam que ela era inocente.
Gosto muito de Abimeleque. Como é diferente de Faraó. Como é diferente dos homens de Sodoma.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-121-20.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1816-1929.html
Respeita Sara. Não toca nela. Repara seu erro, embora inocente, diante de testemunhas, importando-se com a reputação dela. E ainda permite que Abraão more em suas terras, onde achar melhor.
Abimeleque teve, do Senhor, o testemunho de quem era Abraão e, ainda que este tivesse errado com ele, desejou sua presença em suas terras. Será que agiríamos assim? Será que eu iria querê-lo por perto, mesmo sabendo que era um profeta? Será que o perdoaria e agiria assim com ele?
Abraão orou ao Senhor por Abimeleque e sua casa. Suas mulheres deixaram de ser estéreis. Vale lembrar que Sara estava com noventa anos e ainda assim um rei desejou que ela fizesse parte de seu harém. Será que as palavras do Senhor tiveram algum impacto em sua vida? Creio que sim. Ela rejuvenesceu quando ouviu (e recebeu) Sua palavra.
Na postagem anterior, vemos o que o medo pode nos levar a fazer.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1930-36.html
Agora, caminharemos através do capítulo vinte de Gênesis, onde veremos Abraão também agindo movido pelo medo.
Ele mudou-se para o Neguebe. Ficou ali um bom tempo. Depois foi para Gerar. Enquanto morava ali como estrangeiro, Abraão continuou com aquela história de apresentar Sara como sua irmã. O rei de Gerar, Abimeleque, mandou buscá-la para levá-la ao palácio. Confesso que fico indignada. Como assim? E Abraão? Viu levarem-na e não tomou nenhuma atitude? Que medo era esse? Saiu de sua terra para uma terra que nem sabia qual seria. Foi atrás de Quedorlaomer e recuperou todos os habitantes de Sodoma. Depois intercedeu por aquela cidade. E agora continua com medo de morrer por causa de Sara? E deixa que a levem? Depois do Senhor lhe dizer que seria seu Escudo? Sinto muito. Fico indignada.
Ah, mas o Senhor não me decepciona. Naquela noite, falou com Abimeleque em sonho. Olha só. Mais um que conhecia o Senhor e não era descendente de Abraão. O Senhor disse-lhe iria morrer. A mulher que havia tomado já era casada. No sonho, Abimeleque pergunta se o Senhor castigaria uma nação inocente. Sabia que não. A culpa não era sua. Foi Abraão quem disse que Sara era sua irmã. Ele era inocente. Suas mãos estavam limpas. O Senhor lhe respondeu que sabia. Por isso o impediu de pecar contra Ele e não permitiu que Abimeleque a tocasse. Ordenou-lhe que devolvesse Sara a seu marido, que era profeta e oraria por ele. Mas se não devolvesse, com certeza, ele e todo o seu povo morreriam.
Na manhã seguinte, Abimeleque levantou cedo. Sem demora reuniu todo o seu povo. Quando contou seu sonho, seus homens ficaram apavorados.
Ele mandou chamar Abraão. Perguntou-lhe porque fez aquilo. Por que tratar ele e seu povo daquela maneira, fazendo-os culpados de grande pecado? “O que deu em você para agir desse jeito”? Abraão, o pai de nações, por puro medo, ao invés de abençoar uma nação como deveria fazer, é o responsável pela morte dela.
Como é maravilhoso saber que o Senhor interviu nessa situação. Por causa de Sara, a quem Ele sempre guardava. Por causa de Abimeleque e seu povo, que O temiam. Por causa de Abraão, a quem havia separado.
Sabe o que Abraão respondeu a Abimeleque? Disse que pensou consigo que não haveria naquele lugar alguém que fosse temente ao Senhor e o matariam para ficar com Sara. Na verdade ela era meia irmã dele, por parte de pai. Uma “meia verdade”. Ele havia tomado Sara como sua esposa. Ela deixou de ser sua irmã. Passou a ser sua mulher. Que aprendamos a não pensar "conosco mesmo", achando que "ali ou acolá" não tem alguém que O tema só porque não anda conosco.
Abimeleque agiu com Abraão diferente de Faraó. Um homem que, com certeza, conhecia o Senhor. Deu-lhe ovelhas e bois, servos e servas e devolveu Sara. Sabendo quem Abraão era, não o escoltou para fora de suas terras. Não. Apontou para a terra e disse que toda sua terra estava à disposição dele. Que escolhesse onde fosse melhor. E morasse ali. Disse a Sara que estava dando a “seu irmão” mil peças de prata diante de testemunhas para reparar qualquer dano que lhe houvesse feito, embora não a tivesse tocado. Assim, todos saberiam que ela era inocente.
Gosto muito de Abimeleque. Como é diferente de Faraó. Como é diferente dos homens de Sodoma.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-121-20.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1816-1929.html
Respeita Sara. Não toca nela. Repara seu erro, embora inocente, diante de testemunhas, importando-se com a reputação dela. E ainda permite que Abraão more em suas terras, onde achar melhor.
Abimeleque teve, do Senhor, o testemunho de quem era Abraão e, ainda que este tivesse errado com ele, desejou sua presença em suas terras. Será que agiríamos assim? Será que eu iria querê-lo por perto, mesmo sabendo que era um profeta? Será que o perdoaria e agiria assim com ele?
Abraão orou ao Senhor por Abimeleque e sua casa. Suas mulheres deixaram de ser estéreis. Vale lembrar que Sara estava com noventa anos e ainda assim um rei desejou que ela fizesse parte de seu harém. Será que as palavras do Senhor tiveram algum impacto em sua vida? Creio que sim. Ela rejuvenesceu quando ouviu (e recebeu) Sua palavra.
Ah, e como é difícil orar por pessoas que enfrentam os mesmos problemas que você e o Senhor responder e você continuar aguardando Sua resposta!
Hoje ficamos por aqui. Amanhã caminharemos através de Gênesis, do capítulo vinte e um a vinte e quatro. Espero você. Até lá.
Hoje ficamos por aqui. Amanhã caminharemos através de Gênesis, do capítulo vinte e um a vinte e quatro. Espero você. Até lá.
Gênesis 18.16-19.29
Leitura do dia 06/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, lemos os versículos de um a quinze do capítulo dezoito de Gênesis.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-181-15.html
Agora, vamos continuar até o versículo vinte e nove do capítulo dezenove.
Depois da refeição, os visitantes de Abraão se levantaram. Olharam em direção a Sodoma. Abraão foi andando com eles para se despedir. Deixou a sombra da árvore, ainda com sol forte. Por isso o Senhor pôde compartilhar com ele o que estava em Seu coração.
O Senhor questionou se deveria esconder Seu plano de Abraão, uma vez que certamente ele se tornaria uma grande e poderosa nação e todas as nações da terra seriam abençoadas através dele. O Senhor o escolhera para que ordenasse seus filhos e suas famílias a guardarem Seu caminho, praticando o certo e o justo, como havia dito anteriormente, sendo íntegro. Então, Ele faria a Abraão tudo que havia lhe prometido. Por isso, o Senhor compartilhou Seus planos com Abraão, seu amigo. Ah, como é maravilhoso ler isso! Meu coração dispara.
O Senhor lhe disse que um clamor muito grande estava vindo de Sodoma e Gomorra. Quem clamava? Seria a própria terra, encharcada de sangue inocente? Ele iria ver o que realmente estava acontecendo.
Claro que o Senhor vê todas as coisas e não precisa “descer” para ver o que está acontecendo. Ele tinha um propósito. Compartilhar aquela situação com Abraão. Abraão seria pai de muitas nações. Todas as nações da terra seriam abençoadas através dele. Estava na hora de começar sua missão de ser uma benção. Como um pai de nações age?
O Senhor lhe contou que iria destruir aquelas cidades. Abraão intercedeu por elas. Como um pai de nações. Como alguém destinado a abençoar todas as nações da terra deve fazer. Não virou as costas àquelas cidades, dizendo ao Senhor: “Muito bem. Já passou da hora do Senhor destruí-los”. Não, ele intercedeu. Se houvesse cinquenta justos, o Senhor destruiria a cidade? O Juiz de toda a terra seria injusto? Não, o Senhor não podia fazer isso!
O intercessor não deseja apenas justiça, ele clama por misericórdia. A misericórdia está em seu coração. Ele enxerga como o Senhor e se apieda. O Senhor lhe disse que se encontrasse cinquenta justos, não destruiria.
Abraão deveria saber a fama daquele lugar, resolveu ir além. Perguntou se houvessem quarenta, e foi diminuindo, até um número que acreditou ser o mínimo possível. O Senhor lhe prometeu que se encontrasse ali dez justos, não destruiria a cidade por amor aos dez justos. Quando a conversa terminou, o Senhor partiu e Abraão voltou para sua tenda. Sua intercessão tinha ido até onde podia ir. Dez justos! Seria possível que houvesse menos de dez justos naquele lugar?
É verdade que muitas vezes tenho vontade de dar uns “cascudos” em Abraão, mas não nesse momento. Nesse momento gostaria de abraçar-lhe. De dizer que aprendo muito com ele. Aprendo, como intercessora, a clamar por misericórdia. A ter misericórdia. A colocar meu coração nas misérias daquelas pessoas e clamar por elas. Como ele fez. Não sou juiz. Sou intercessora. Sou mãe. E só depois de interceder até onde é possível, voltar para minha tenda. Como ele fez.
Ao anoitecer, os dois anjos chegaram à entrada de Sodoma. Ló os avistou. Convidou para que passassem a noite em sua casa. Insistiu com eles. Até que aceitaram. Logo depois, todos os homens de Sodoma, jovens e velhos, chegaram de todos os lugares da cidade e cercaram a casa de Ló. Queriam que Ló entregasse aqueles homens para terem relações sexuais com eles. Queriam abusar deles.
Quando um hóspede entrava em uma casa, quem hospedava tornava-se responsável por ele. Cuidava do hóspede com sua própria vida, se necessário fosse. Era algo sagrado proteger um convidado. Somos convidados do Senhor e habitamos em Seu esconderijo.
Ló saiu e ofereceu suas duas filhas virgens àqueles homens. É chocante, mas para a cultura da época, seria muito pior se tivesse entregue seus hóspedes. Mas aqueles homens não as queriam. Ficaram muito irados com Ló. Acusaram-no de querer ser juiz deles. Avançaram sobre ele. Disseram que fariam com ele coisas muito piores do que estavam planejando fazer com seus hóspedes. Tentaram arrombar a porta de sua casa. Os anjos estenderam a mão, tomaram Ló. Trancaram a porta e cegaram aqueles homens. Eles cansaram de procurar a porta e não acharam. Até que desistiram. A decisão foi tomada. A sentença foi dada.
Uma região inteira onde a integridade e a vontade das pessoas não eram respeitadas. Onde o ser humano não valia nada. Os fortes dominavam sobre os fracos e a vontade daqueles prevalecia sobre todos.
Os anjos perguntaram a Ló se tinha parentes na cidade. Deveria avisá-los imediatamente. E deixar a cidade. Ela seria destruída. Ló correu para avisar seus genros, os homens prometidos às suas filhas. Mas não creram nele.
Na manhã seguinte os anjos apressaram Ló e sua família a sair da cidade. Só podiam destruí-la quando estivessem em segurança. Demoraram tanto que foi preciso pegá-los pelas mãos. Os anjos ordenaram que corressem. Não olhassem para trás. Fugissem para as montanhas ou também seriam destruídos.
Ló agora estava com medo. Pediu para ir até um vilarejo próximo. Tinha medo de ir até às montanhas e ser atingido pela calamidade que destruiria aquelas cidades. Os anjos concordaram. Ele foi. Quando chegou a Zoar o sol estava surgindo. Lembra que esse lugar era maravilhoso? Ló escolheu ir para lá por isso. Havia olhado demoradamente até escolher o melhor lugar para morar. Mas nem sempre o melhor é o que acreditamos ser.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-131-1424.html
O Senhor fez chover fogo e enxofre sobre Sodoma, Gomorra e outras cidades e vilas daquela planície. Exterminou todos os habitantes. Nem a vegetação sobrou. Destruição total. A mulher de Ló desobedeceu e olhou para trás. Transformou-se em uma coluna de sal.
Que aprendamos a não olhar para trás, como Paulo nos ensinou em Filipenses 3.13,14.
Na postagem anterior, lemos os versículos de um a quinze do capítulo dezoito de Gênesis.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-181-15.html
Agora, vamos continuar até o versículo vinte e nove do capítulo dezenove.
Depois da refeição, os visitantes de Abraão se levantaram. Olharam em direção a Sodoma. Abraão foi andando com eles para se despedir. Deixou a sombra da árvore, ainda com sol forte. Por isso o Senhor pôde compartilhar com ele o que estava em Seu coração.
O Senhor questionou se deveria esconder Seu plano de Abraão, uma vez que certamente ele se tornaria uma grande e poderosa nação e todas as nações da terra seriam abençoadas através dele. O Senhor o escolhera para que ordenasse seus filhos e suas famílias a guardarem Seu caminho, praticando o certo e o justo, como havia dito anteriormente, sendo íntegro. Então, Ele faria a Abraão tudo que havia lhe prometido. Por isso, o Senhor compartilhou Seus planos com Abraão, seu amigo. Ah, como é maravilhoso ler isso! Meu coração dispara.
O Senhor lhe disse que um clamor muito grande estava vindo de Sodoma e Gomorra. Quem clamava? Seria a própria terra, encharcada de sangue inocente? Ele iria ver o que realmente estava acontecendo.
Claro que o Senhor vê todas as coisas e não precisa “descer” para ver o que está acontecendo. Ele tinha um propósito. Compartilhar aquela situação com Abraão. Abraão seria pai de muitas nações. Todas as nações da terra seriam abençoadas através dele. Estava na hora de começar sua missão de ser uma benção. Como um pai de nações age?
O Senhor lhe contou que iria destruir aquelas cidades. Abraão intercedeu por elas. Como um pai de nações. Como alguém destinado a abençoar todas as nações da terra deve fazer. Não virou as costas àquelas cidades, dizendo ao Senhor: “Muito bem. Já passou da hora do Senhor destruí-los”. Não, ele intercedeu. Se houvesse cinquenta justos, o Senhor destruiria a cidade? O Juiz de toda a terra seria injusto? Não, o Senhor não podia fazer isso!
O intercessor não deseja apenas justiça, ele clama por misericórdia. A misericórdia está em seu coração. Ele enxerga como o Senhor e se apieda. O Senhor lhe disse que se encontrasse cinquenta justos, não destruiria.
Abraão deveria saber a fama daquele lugar, resolveu ir além. Perguntou se houvessem quarenta, e foi diminuindo, até um número que acreditou ser o mínimo possível. O Senhor lhe prometeu que se encontrasse ali dez justos, não destruiria a cidade por amor aos dez justos. Quando a conversa terminou, o Senhor partiu e Abraão voltou para sua tenda. Sua intercessão tinha ido até onde podia ir. Dez justos! Seria possível que houvesse menos de dez justos naquele lugar?
É verdade que muitas vezes tenho vontade de dar uns “cascudos” em Abraão, mas não nesse momento. Nesse momento gostaria de abraçar-lhe. De dizer que aprendo muito com ele. Aprendo, como intercessora, a clamar por misericórdia. A ter misericórdia. A colocar meu coração nas misérias daquelas pessoas e clamar por elas. Como ele fez. Não sou juiz. Sou intercessora. Sou mãe. E só depois de interceder até onde é possível, voltar para minha tenda. Como ele fez.
Ao anoitecer, os dois anjos chegaram à entrada de Sodoma. Ló os avistou. Convidou para que passassem a noite em sua casa. Insistiu com eles. Até que aceitaram. Logo depois, todos os homens de Sodoma, jovens e velhos, chegaram de todos os lugares da cidade e cercaram a casa de Ló. Queriam que Ló entregasse aqueles homens para terem relações sexuais com eles. Queriam abusar deles.
Quando um hóspede entrava em uma casa, quem hospedava tornava-se responsável por ele. Cuidava do hóspede com sua própria vida, se necessário fosse. Era algo sagrado proteger um convidado. Somos convidados do Senhor e habitamos em Seu esconderijo.
Ló saiu e ofereceu suas duas filhas virgens àqueles homens. É chocante, mas para a cultura da época, seria muito pior se tivesse entregue seus hóspedes. Mas aqueles homens não as queriam. Ficaram muito irados com Ló. Acusaram-no de querer ser juiz deles. Avançaram sobre ele. Disseram que fariam com ele coisas muito piores do que estavam planejando fazer com seus hóspedes. Tentaram arrombar a porta de sua casa. Os anjos estenderam a mão, tomaram Ló. Trancaram a porta e cegaram aqueles homens. Eles cansaram de procurar a porta e não acharam. Até que desistiram. A decisão foi tomada. A sentença foi dada.
Uma região inteira onde a integridade e a vontade das pessoas não eram respeitadas. Onde o ser humano não valia nada. Os fortes dominavam sobre os fracos e a vontade daqueles prevalecia sobre todos.
Os anjos perguntaram a Ló se tinha parentes na cidade. Deveria avisá-los imediatamente. E deixar a cidade. Ela seria destruída. Ló correu para avisar seus genros, os homens prometidos às suas filhas. Mas não creram nele.
Na manhã seguinte os anjos apressaram Ló e sua família a sair da cidade. Só podiam destruí-la quando estivessem em segurança. Demoraram tanto que foi preciso pegá-los pelas mãos. Os anjos ordenaram que corressem. Não olhassem para trás. Fugissem para as montanhas ou também seriam destruídos.
Ló agora estava com medo. Pediu para ir até um vilarejo próximo. Tinha medo de ir até às montanhas e ser atingido pela calamidade que destruiria aquelas cidades. Os anjos concordaram. Ele foi. Quando chegou a Zoar o sol estava surgindo. Lembra que esse lugar era maravilhoso? Ló escolheu ir para lá por isso. Havia olhado demoradamente até escolher o melhor lugar para morar. Mas nem sempre o melhor é o que acreditamos ser.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-131-1424.html
O Senhor fez chover fogo e enxofre sobre Sodoma, Gomorra e outras cidades e vilas daquela planície. Exterminou todos os habitantes. Nem a vegetação sobrou. Destruição total. A mulher de Ló desobedeceu e olhou para trás. Transformou-se em uma coluna de sal.
Que aprendamos a não olhar para trás, como Paulo nos ensinou em Filipenses 3.13,14.
http://www.espalhandoasemente.com/search?q=Filipenses
Naquela manhã, Abraão, o pai de muitas nações levantou-se cedo. Correu para o lugar onde havia estado com o Senhor. Olhou para a planície. E viu a destruição. Fico imaginando como seu coração ficou pesaroso. Nem dez pessoas havia naquela região para que fosse poupada. Mas, apesar da destruição, o Senhor atendeu seu pedido. Ló e sua família foram tirados de lá. Não foram destruídos juntamente com os outros. Nem sempre o Senhor nos responde como gostaríamos. Mas Ele nos atende.
Vamos continuar na próxima postagem. Ainda hoje. Espero você.
Naquela manhã, Abraão, o pai de muitas nações levantou-se cedo. Correu para o lugar onde havia estado com o Senhor. Olhou para a planície. E viu a destruição. Fico imaginando como seu coração ficou pesaroso. Nem dez pessoas havia naquela região para que fosse poupada. Mas, apesar da destruição, o Senhor atendeu seu pedido. Ló e sua família foram tirados de lá. Não foram destruídos juntamente com os outros. Nem sempre o Senhor nos responde como gostaríamos. Mas Ele nos atende.
Vamos continuar na próxima postagem. Ainda hoje. Espero você.
Gênesis 18.1-15
Leitura do dia 06/01 (Leitura Bíblica Anual).
Ontem, em nossa leitura diária, vimos os capítulos quinze a dezessete de Gênesis.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-151-20.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-161-16.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-171-27.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos dezoito a vinte.
Nessa primeira postagem, leremos o capítulo dezessete. Do versículo um ao versículo quinze.
Novamente, e não muito depois, o Senhor apareceu a Abraão, junto ao bosque de carvalhos que pertencia a Manre, onde morava. Era a hora mais quente do dia. Abraão estava sentado junto à porta de sua tenda. Viu três homens aproximando-se. Correu-lhes ao encontro. Deu-lhes boas vindas, curvando-se até o chão. Convidou-os a descansarem à sombra da árvore enquanto preparava uma refeição. Eles aguardaram. Enquanto comiam, Abraão ficou à disposição deles. À sombra da árvore.
Eles perguntaram onde estava Sara. Abraão respondeu que estava na tenda. Um deles disse que no ano seguinte, por volta daquela mesma época, os visitaria novamente e Sara teria um filho. Quando Sara ouviu, riu-se consigo. Como poderia uma mulher de sua idade ter tal prazer, ainda mais quando, além dessa ser velha, seu senhor também era? Então o Senhor perguntou a Abraão porque Sara havia rido e dito se uma mulher de sua idade poderia ter um filho. Não existe nada difícil demais para o Senhor. Ela teria um filho como Ele disse. Sara ficou com medo e respondeu que não havia rido, mas o Senhor insistiu dizendo que ela, rira.
Como não rir diante de uma promessa tão impossível? Será que eu acreditaria, como Abraão creu? Até então, ela ouvia dizer que Abrão teria muitos descendentes. Até seu nome foi mudado para Abraão. Mas ela? Bem, seu nome foi mudado também. Era uma nova realidade. Seria verdade que a descendência de Abraão viria por ela? Será que realmente dentro de aproximadamente um ano terá um filho em seus braços, como sempre sonhou? Acredito que uma esperança começou a brotar dentro de seu coração. Lembre-se: nada é difícil demais para o Senhor.
Na próxima postagem, continuamos. Ainda hoje. Até já.
Ontem, em nossa leitura diária, vimos os capítulos quinze a dezessete de Gênesis.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-151-20.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-161-16.html
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Hoje, caminharemos através dos capítulos dezoito a vinte.
Nessa primeira postagem, leremos o capítulo dezessete. Do versículo um ao versículo quinze.
Novamente, e não muito depois, o Senhor apareceu a Abraão, junto ao bosque de carvalhos que pertencia a Manre, onde morava. Era a hora mais quente do dia. Abraão estava sentado junto à porta de sua tenda. Viu três homens aproximando-se. Correu-lhes ao encontro. Deu-lhes boas vindas, curvando-se até o chão. Convidou-os a descansarem à sombra da árvore enquanto preparava uma refeição. Eles aguardaram. Enquanto comiam, Abraão ficou à disposição deles. À sombra da árvore.
Eles perguntaram onde estava Sara. Abraão respondeu que estava na tenda. Um deles disse que no ano seguinte, por volta daquela mesma época, os visitaria novamente e Sara teria um filho. Quando Sara ouviu, riu-se consigo. Como poderia uma mulher de sua idade ter tal prazer, ainda mais quando, além dessa ser velha, seu senhor também era? Então o Senhor perguntou a Abraão porque Sara havia rido e dito se uma mulher de sua idade poderia ter um filho. Não existe nada difícil demais para o Senhor. Ela teria um filho como Ele disse. Sara ficou com medo e respondeu que não havia rido, mas o Senhor insistiu dizendo que ela, rira.
Como não rir diante de uma promessa tão impossível? Será que eu acreditaria, como Abraão creu? Até então, ela ouvia dizer que Abrão teria muitos descendentes. Até seu nome foi mudado para Abraão. Mas ela? Bem, seu nome foi mudado também. Era uma nova realidade. Seria verdade que a descendência de Abraão viria por ela? Será que realmente dentro de aproximadamente um ano terá um filho em seus braços, como sempre sonhou? Acredito que uma esperança começou a brotar dentro de seu coração. Lembre-se: nada é difícil demais para o Senhor.
Na próxima postagem, continuamos. Ainda hoje. Até já.
sábado, 5 de janeiro de 2019
Gênesis 17.1-27
Leitura do dia 05/01 (Leitura Bíblica Anual).
Em nossa leitura de hoje, já percorremos o capítulo quinze e o dezesseis.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-151-20.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-161-16.html
Agora, percorreremos o capítulo dezessete. Do versículo um ao versículo vinte e sete.
Abrão está com noventa e nove anos. Ismael, treze. Nesta época, o Senhor apareceu a Abrão. Disse-lhe que era (e é) o Senhor Todo Poderoso. Ordenou que Abrão fosse fiel a Ele e tivesse uma vida íntegra. Íntegro significa “inteiro", "reto”. Abrão deveria ser completo em Deus. O Senhor também lhe disse que faria uma aliança com ele. Mais uma vez disse que sua descendência seria incontável. Quando Abrão ouviu, prostrou-se com o rosto no chão. O Senhor continuou falando. Disse que Sua aliança com ele seria fazê-lo pai de muitas nações. Além disso, o Senhor mudaria seu nome! Ao longo de nossa leitura, veremos o quão importante é a mudança de nome.
Abrão, “pai das alturas”, passou a ser chamado, a partir daquele momento, de Abraão, “pai de multidão”, ou “pai de muitos”. O Senhor disse que o tornaria extremamente fértil. Seus descendentes formariam muitas nações e haveria reis entre eles. Sua aliança seria confirmada com ele e seus descendentes, de geração em geração. Uma aliança sem fim. O Senhor sempre seria o Senhor de Abraão e seus descendentes. Novamente o Senhor fala sobre a terra de Canaã. Seria de Abrão e seus descendentes, para sempre. A responsabilidade permanente de Abraão e seus filhos seria obedecer aos termos da aliança. O Senhor quis um sinal no corpo de todos os homens, descendentes e escravos de Abraão. Deveriam ser circuncidados ao oitavo dia, a partir daquele dia, de geração em geração. Todos os homens seriam circuncidados.
O Senhor também falou a Abraão que estava mudando o nome de Sarai. Agora, ela se chamaria Sara. Aparentemente os dois nomes significam a mesma coisa, "princesa". Cada um em uma língua. Mas Sara perceberia que foi atingida pela mudança. Fazia parte dela. Era alguém diferente a partir daquele dia. Seria mãe de muitas nações. Reis de nações seriam seus descendentes.
O Senhor estava mudando seus nomes porque, dentro de um ano, ambos teriam um filho. Abraão riu consigo mesmo. Como um homem com cem anos seria pai? Como uma mulher com noventa anos teria um filho?
Abraão disse ao Senhor que Ismael vivesse sob sua benção. Estava satisfeito com o filho que havia tido da escrava. O Senhor não. Sua promessa abrangia Abraão e Sara. Eles teriam um menino. Deveria chamar-se Isaque, “ele ri”. Seria com Isaque e seus descendentes que o Senhor confirmaria Sua aliança, para sempre. Ismael também seria abençoado. Também seria extremamente fértil. Seria pai de doze príncipes. Uma grande nação. Mas Sua aliança seria com Isaque, filho de Sara.
Se há algo que admiro em Abraão é sua disposição. Ele não procrastina. Naquele mesmo dia, tomou Ismael e todos os homens de sua casa e os circuncidou, como o Senhor havia ordenado. Ele também foi circuncidado naquele dia. Agora, todos os homens de sua casa traziam em seus corpos a marca da aliança com o Senhor.
Hoje terminamos aqui. Amanhã continuamos. Do capítulo dezoito de Gênesis até o capítulo vinte.
Espero você. Até lá.
Em nossa leitura de hoje, já percorremos o capítulo quinze e o dezesseis.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-151-20.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-161-16.html
Agora, percorreremos o capítulo dezessete. Do versículo um ao versículo vinte e sete.
Abrão está com noventa e nove anos. Ismael, treze. Nesta época, o Senhor apareceu a Abrão. Disse-lhe que era (e é) o Senhor Todo Poderoso. Ordenou que Abrão fosse fiel a Ele e tivesse uma vida íntegra. Íntegro significa “inteiro", "reto”. Abrão deveria ser completo em Deus. O Senhor também lhe disse que faria uma aliança com ele. Mais uma vez disse que sua descendência seria incontável. Quando Abrão ouviu, prostrou-se com o rosto no chão. O Senhor continuou falando. Disse que Sua aliança com ele seria fazê-lo pai de muitas nações. Além disso, o Senhor mudaria seu nome! Ao longo de nossa leitura, veremos o quão importante é a mudança de nome.
Abrão, “pai das alturas”, passou a ser chamado, a partir daquele momento, de Abraão, “pai de multidão”, ou “pai de muitos”. O Senhor disse que o tornaria extremamente fértil. Seus descendentes formariam muitas nações e haveria reis entre eles. Sua aliança seria confirmada com ele e seus descendentes, de geração em geração. Uma aliança sem fim. O Senhor sempre seria o Senhor de Abraão e seus descendentes. Novamente o Senhor fala sobre a terra de Canaã. Seria de Abrão e seus descendentes, para sempre. A responsabilidade permanente de Abraão e seus filhos seria obedecer aos termos da aliança. O Senhor quis um sinal no corpo de todos os homens, descendentes e escravos de Abraão. Deveriam ser circuncidados ao oitavo dia, a partir daquele dia, de geração em geração. Todos os homens seriam circuncidados.
O Senhor também falou a Abraão que estava mudando o nome de Sarai. Agora, ela se chamaria Sara. Aparentemente os dois nomes significam a mesma coisa, "princesa". Cada um em uma língua. Mas Sara perceberia que foi atingida pela mudança. Fazia parte dela. Era alguém diferente a partir daquele dia. Seria mãe de muitas nações. Reis de nações seriam seus descendentes.
O Senhor estava mudando seus nomes porque, dentro de um ano, ambos teriam um filho. Abraão riu consigo mesmo. Como um homem com cem anos seria pai? Como uma mulher com noventa anos teria um filho?
Abraão disse ao Senhor que Ismael vivesse sob sua benção. Estava satisfeito com o filho que havia tido da escrava. O Senhor não. Sua promessa abrangia Abraão e Sara. Eles teriam um menino. Deveria chamar-se Isaque, “ele ri”. Seria com Isaque e seus descendentes que o Senhor confirmaria Sua aliança, para sempre. Ismael também seria abençoado. Também seria extremamente fértil. Seria pai de doze príncipes. Uma grande nação. Mas Sua aliança seria com Isaque, filho de Sara.
Se há algo que admiro em Abraão é sua disposição. Ele não procrastina. Naquele mesmo dia, tomou Ismael e todos os homens de sua casa e os circuncidou, como o Senhor havia ordenado. Ele também foi circuncidado naquele dia. Agora, todos os homens de sua casa traziam em seus corpos a marca da aliança com o Senhor.
Hoje terminamos aqui. Amanhã continuamos. Do capítulo dezoito de Gênesis até o capítulo vinte.
Espero você. Até lá.
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