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sexta-feira, 8 de março de 2019

Juízes 8.1-35

Leitura do dia 07/03.

Continuamos nossa caminhada pelas páginas do livro de Juízes.

Ontem vimos Débora se levantar como mãe de Israel. Ela foi à guerra com Baraque. E o Senhor entregou o poderoso e terrível Sísera a Jael, esposa de Héber.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-41-531.html

Também vimos o anjo do Senhor aparecer a Gideão. Sua enxurrada de perguntas, sendo ele a resposta para elas. Ele pede alguns sinais para ter certeza de que o Senhor era com ele. E vence os exércitos inimigos, que eram como a areia da praia, com apenas trezentos homens, trombetas, cântaros e tochas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-61-40.html
http://www.espalhandoasemente.com/2023/03/l-eitura-do-dia-0603.html

Hoje leremos do capítulo oito ao capítulo dez.

Na primeira postagem, o capítulo oito.

Os homens de Efraim acharam ruim que Gideão não os chamara para a guerra. Ficaram indignados.
Gideão foi sábio. Disse que fizeram mais que ele. O Senhor entregara em suas nas mãos os comandantes do exército midianita. Com essas palavras, ele os acalmou.

Gideão atravessou o Jordão com os trezentos homens que o Senhor lhe dera. Estavam exaustos, ainda assim continuaram perseguindo o inimigo.

Chegaram a uma cidade chamada Sucote. Gideão pediu um pouco de comida para seus guerreiros, que além de cansados, a essa altura, estavam famintos. Contou que estava perseguindo Zeba e Zalmuna, reis de Midiã.

Os homens de Sucote não lhes o ouviu. Falaram para capturarem os reis, aí lhe dariam comida, como se tal não fosse possível.

Gideão respondeu que o Senhor lhe entregaria esses reis. E quando voltasse, rasgaria a carne dos homens de Sucote, com espinhos e espinheiros do deserto.

De lá, foi a Peniel. Pediu comida. Recebeu a mesma resposta. Disse ao povo daquela cidade que, quando voltasse vitorioso, derrubaria a torre.

Gosto da atitude de Gideão. Estava cansado e com fome, com um exército igualmente exaurido. Mas continua. E diz que voltará vitorioso.

Zeba e Zalmuna estavam em Carcor, com aproximadamente quinze mil guerreiros, o que havia restado dos exércitos aliados. Mais de cento e vinte mil guerreiros haviam morrido.

Lembre, eles são apenas trezentos.

Gideão subiu pela rota das caravanas e atacou de surpresa. Os reis de Midiã fugiram, mas Gideão continuou a perseguição, até capturá-los e derrotar seu exército.

Quando voltou da batalha prendeu um jovem de Sucote e o obrigou a descrever os setenta e sete oficiais e autoridades da cidade. Mostrou-lhes que havia capturado Zeba e Zalmuna. Prendeu as autoridades e os castigou com espinhos e espinheiros. Também derrubou a torre de Peniel e matou os homens da cidade.

Gideão também matou Zeba e Zalmuna, depois que disseram que mataram seus irmãos em Tabor.

Ordenou que seu filho desembainhasse sua espada. Era muito jovem e não teve coragem. Então, ele mesmo os matou.

A terra descansou da guerra durante quarenta anos.

Quando os israelitas viram tudo que Gideão fizera, ficaram animados. Pediram que fosse governador sobre eles. Prometeram-lhe uma dinastia.

Mas ele não quis. Disse que quem os governaria seria o Senhor. E fez um pedido.

Pediu que cada um deles lhes desse uma argola de ouro do despojo que tomaram de seus inimigos. Atenderam seu pedido, com prazer.

Gideão angariou pouco mais de vinte quilos de ouro. Somente das argolas.

Com esse ouro, Gideão fez um colete sacerdotal e o colocou em sua cidade.

Mas...

Os filhos de Israel se prostituíram adorando o colete, que se tornou uma armadilha para Gideão e sua família.

Ah, que perigo! Um objeto que deveria ser usado para adoração ao Senhor, tornou-se o objeto de adoração. E, como o Senhor havia alertado, várias vezes, tornou-se armadilha para todos.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/11/fazendo-do-certo-o-errado.html

Gideão gerou setenta filhos. Teve muitas esposas.

Depois que morreu, os israelitas se prostituíram. Adoraram as imagens de Baal e Baal-Berite. Esqueceram do Senhor que os livrara de todos seus inimigos. Viraram-lhe as costas.

Também não foram leais com a família de Gideão.

Veremos na próxima postagem. Até já.

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019

Números 32.1-33.56

Leitura do dia 14/02.

Na postagem anterior, vimos a guerra de Israel contra os midianitas. Nenhum dos doze mil soldados de Israel morreu.

Os generais e capitães, ofereceram cerca de duzentos quilos de ouro como oferta de gratidão ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-311-54.html

Continuamos nossa caminhada através do versículo um do capítulo trinta e dois até o final do capítulo trinta e três de Números.

As tribos de Rúben e Gade possuíam muito gado. As terras de Gileade eram excelentes para pasto. Foram até Moisés e pediram que sua herança fosse ali, daquele lado do Jordão.

Quando Moisés ouviu ficou indignado. Disse que o Senhor havia destruído uma geração de Israel porque não quiseram conquistar a terra que o Senhor dera. Se aqueles homens não fossem à guerra com seus irmãos, o Senhor faria o mesmo. E eles seriam os culpados.

Eles explicaram que iriam à frente de Israel. Só voltariam para aquela terra depois que tivessem levado seus irmãos à conquista de suas próprias heranças. Só queriam construir cidades para seus filhos e currais para seus animais, ali, naquela terra excelente para pasto.

Moisés disse que se fossem, ficariam com aquela terra como herança. Mas se não fossem, estariam pecando e não escapariam das consequências de seus pecados.

As tribos de Rúben e Gade repetiram que atravessariam o Jordão, bem armados, e lutariam para o Senhor.

Por ordem do Senhor, Moisés guardou o registro de todo o caminho percorrido desde que haviam saído de Ramessés, no Egito, quarenta anos atrás.

De Ramessés eles foram para Sucote. De lá para Etã, à beira do deserto. Voltaram a Pi-Hairote. De lá atravessaram o Mar Vermelho. Viajaram três dias pelo deserto de Etã. Foram para Mara. Depois para Elim, onde havia doze fontes de água e setenta palmeiras. De lá acamparam junto ao Mar Vermelho. Depois no deserto de Sim. Depois em Focta. Depois Alus. Depois Refidim, onde não tinha água para o povo beber. Então acamparam no deserto do Sinal. De lá foram para Quibrote-Hataavá. Depois Hazerote, Ritmá, Rimom-Perez, Libna, Rissa, Queelata, Monte Séfer, Harada, Maquelote, Taate, Terá, Mitca, Hasmona, Moserote, Bene-Jaacã, Hor-Gidgade, Jotbatá, Abrona, Eziom-Geber, Cades (no Deserto de Sim).

Saíram de Cades e foram para o Monte Hor, onde Arão morreu, quarenta anos depois que o povo saiu do Egito. De lá foram para Zalmona, Punom, Obote, Ijé-Abarim, Dibom-Gade, Almom-Diblataim.

De lá acamparam nos montes de Abarim, perto do monte Nebo, depois acamparam nas campinas de Moabe, junto ao rio Jordão, do lado oposto de Jericó. Acamparam desde Bete-Jesimote até Abel-Sitim.

Ali, o Senhor falou que Moisés ordenasse ao povo de Israel que, quando atravessassem o Jordão, expulsassem todos os povos que viviam naquela terra. Destruíssem todas as imagens esculpidas ou fundidas e derrubassem todos os santuários idólatras. Que tomassem posse da terra e se estabelecessem nela.

A distribuição da terra seria por sorteio de forma proporcional ao tamanho de cada clã. O sorteio seria definitivo. Não haveria troca.

Caso não expulsassem o povo da terra, os que sobrassem seriam como farpas em seus olhos e espinhos em suas costas. Seriam um tormento para eles.

O Senhor sabia que eles os fariam tropeçar e disse que, se não obedecessem, faria com Israel o que pensou fazer com  aquelas nações, que não queriam saber dEle.

Você pode estar se perguntando porque escrevi todos os lugares onde Israel acampou. Pois bem, para termos uma ideia de quantas vezes o tabernáculo foi desmontado, os filhos de Arão arrumaram os objetos santíssimos, os coatítas os carregaram, sem ver e sem tocar (para não morrerem), e os gersonitas e meraritas desmontaram, carregaram e remontaram. Tudo na maior ordem, de acordo com a função que cada um exercia, especificamente. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-41-49.html

Terminamos aqui nossa leitura de hoje.

Que aprendamos a exercer nossas funções de acordo com a vontade do Senhor, com responsabilidade, disposição e santidade.

Amanhã continuamos através dos capítulos trinta e quatro a trinta e seis.

Espero você. Até lá.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Gênesis 33.1-20

Leitura do dia 10/01 (Leitura Bíblica Anual).

Na postagem anterior, vimos Jacó ficar sozinho e lutar com o Senhor. Seu nome foi mudado para Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-3222-32.html

Agora, continuaremos através do capítulo trinta e três. Do versículo um ao versículo vinte.

Depois que deixou Peniel, Jacó levantou seus olhos e viu Esaú. Ele estava vindo. Aproximava-se cada vez mais. Ele e seus quatrocentos homens. Eram uma tropa. Jacó dividiu seus filhos entre suas duas mulheres e servas. Colocou as servas e os filhos delas à frente. Depois Lia e seus filhos. Por último Raquel e José. E passou a frente de todos.

Quando aproximou-se de seu irmão, curvou-se até ao chão. Sete vezes. Deve ter sido uma cena maravilhosa de ver. Jacó com o coração na mão. O que esperar de seu irmão? E Esaú? Esaú correu ao encontro de Jacó. E o abraçou. Colocou os braços em volta de seu pescoço e o beijou. Os dois choraram. Que abraço carregado de cura deve ter sido esse!

Esaú viu as mulheres e as crianças. Perguntou a Jacó quem eram. Jacó respondeu que eram os filhos que o Senhor, em Sua bondade, havia concedido a ele, “seu servo” (de Esaú). Aos poucos, os grupos foram se aproximando. Todos se curvaram diante de Esaú. Então Esaú perguntou o que eram todos aqueles rebanhos que havia encontrado pelo caminho. Jacó disse que eram presentes para ele, “seu senhor”. Para garantir sua amizade.

Gosto muito da resposta de Esaú. Ele chamou Jacó de “meu irmão”. Era isso que eles eram. Irmãos. Disse que já tinha muitos bens. Que Jacó guardasse para ele o que já era dele. Tinha o suficiente. Mas Jacó insistiu. Pediu que Esaú aceitasse seus presentes. Era um grande alívio ver o sorriso amigável na face de Esaú. Era como ver a face do Senhor. Que Esaú fizesse o favor de aceitar seus presentes. O Senhor tinha sido muito bondoso para com ele que tinha mais que o suficiente. Após muita insistência de Jacó, Esaú aceitou. Disse que acompanharia Jacó de volta à sua casa, mas Jacó respondeu que não poderia ir rápido. Precisava ir ao ritmo das crianças e dos animais. Os rebanhos tinham crias pequenas. Não podia forçar demais. Algum animal poderia morrer. Jacó era um pastor. Cuidava de seus rebanhos. Esaú pediu que Jacó permitisse que alguns de seus homens os escoltassem. Seria uma segurança a mais para Jacó, com certeza, mas Jacó não via a menor necessidade. Ter sido recebido por Esaú, “seu senhor”, havia sido o bastante. Jacó não temia nenhum outro encontro pelo caminho. Sua questão com Esaú estava resolvida. Houve perdão e reconciliação. Não havia mais o que temer.

Esaú voltou para suas terras naquele mesmo dia. Jacó foi até Sucote. Ali construiu uma casa e abrigos para seus rebanhos. Depois foi à cidade de Siquém, na terra de Canaã. Ele percorreu todo o caminho desde Padã-Harã até ali, em total segurança. O único medo que enfrentou foi Esaú. Em Siquém comprou da família de Hamor, pai de Siquém, por cem peças de prata, o terreno onde ficou acampado. Ali construiu um altar ao Senhor. Chamou-o de “Senhor, o Senhor de Israel”. Agora, o Senhor não era apenas o Senhor de Abraão e de Isaque, era o Senhor de Israel.  Havia se tornado seu Senhor, pessoal. É o que Ele deseja ser para cada um de nós.

Continuamos em nossa próxima postagem. Até já.