Leitura do dia 05/07.
Continuamos nossa caminhada através dos capítulos de Provérbios.
Ontem vimos que o insensato arruína sua vida (e a de muitos), e depois fica irado contra o Senhor. Esquece que colherá o que plantou.
Também vimos a importância da disciplina na vida das crianças, para que possam aprender o caminho correto. E o quanto é difícil encontrarmos alguém leal. Precisamos ser esses leais que serão encontrados. Também precisamos preparar “o cavalo” para o dia da batalha, sem esquecer que nossa confiança não pode estar “no cavalo”. Precisa estar no Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-191-2131.html
Hoje, caminharemos pelas páginas dos capítulos vinte e dois a vinte e quatro. Lembre-se de anotar o que chamou mais sua atenção. São muitos versículos maravilhosos. Todos dignos de um estudo à parte.
No capítulo vinte e dois, ao que tudo indica, até o versículo dezesseis, os provérbios foram escritos por Salomão. Do versículo dezessete até o final do capítulo vinte e quatro, são conselhos, ditados, dos sábios.
Salomão afirma que a boa reputação vale mais que grandes riquezas. E ser estimado é muito melhor que prata e ouro. Isso me faz lembrar algumas pessoas que têm muito dinheiro e agem insensatamente. Perdendo a reputação e, o pior, a estima. Sim, é melhor ter boa reputação e estima, que contas bancárias forradas de dinheiro e bens para todos os lados. O amor cobre uma multidão de pecados (1 Pedro 4.8), riquezas, não.
Que tracemos nossos caminhos com prudência. Nosso lugar deve ser “na torre de vigia”. Ali, olhamos o que está ao longe. Podemos antever o perigo. E tomar as devidas precauções. Quem não age assim, caminha sem enxergar e sofre as consequências.
Como pais, temos o direito, a obrigação e a responsabilidade de ensinar nossos filhos no caminho certo. A disciplina precisa fazer parte desse ensino. Ela afasta a criança da insensatez. Livra, inclusive, da morte. E, como é bom vê-los crescendo no caminho certo, fazendo escolhas saudáveis, que trazem vida!
Cuidado ao pedir empréstimos. Tornamo-nos escravos de nossos credores. Que nos livremos o mais rápido possível. Que pertençamos apenas ao Senhor. A mais ninguém.
É tranquilizador saber que aquele que semeia injustiça colherá desgraça. Essa colheita pode demorar, mas é certa. Seu reino de terror terá fim. Não um fim feliz, com fogos de artifício, mas um fim em total desgraça. É sua colheita. Não há com fugir.
Que sejamos generosos, e alimentemos os pobres. Que os socorramos.
Que não sejamos preguiçosos, sempre procurando e encontrando desculpas para não levantar, não agir, não seguir em frente.
Os ditados dos sábios têm como objetivo aprender a confiar no Senhor. Devem ser guardados no coração e, ao mesmo tempo, estar na ponta de nossas línguas. Assim, saberemos a verdade e a transmitiremos.
Que não exploremos o pobre só porque temos a oportunidade de fazê-lo, como muitos fazem, sem pensar que o próprio Senhor os defenderá. Que os tratemos com respeito e empatia. O Senhor fez a todos nós.
Fujamos de caminhar com briguentos, comilões e beberrões. De garantir dívidas de outros. De mudar as antigas divisas (aqui os sábios estão falando em relação à terra que foi repartida por Josué, mas podemos aplicar em nossa realidade).
Quem é competente será promovido. Não precisa (e não deve) passar por cima de ninguém. Seu trabalho competente será reconhecido. Estará entre os grandes. Não trabalhará para qualquer um.
O capítulo vinte e três nos alerta quanto ao nosso comportamento. Se nos sentarmos para comer com alguém de autoridade, sejamos prudentes. Prestemos atenção ao que nos é oferecido. Não caiamos em nenhuma armadilha. Talvez estejamos sendo testados.
Que trabalhemos o suficiente. Não é sábio ir além, se desgastando em excesso, tentando angariar mais riquezas. Saiba quando parar. Ou não desfrutará do que angariou. Estará desgastado demais. E doente.
A prostituição e a promiscuidade são covas profundas, ansiosas para levar mais pessoas à infidelidade, prendendo-as em suas garras. Que, neste tempo quando faltam os leais, sejamos um deles.
E quanto à bebida? Quem passa horas experimentando bebidas fortes e tomando vinho, de alguma forma está revelando a angústia e tristeza de sua alma. Acaba sofrendo mais ainda. A bebida é veneno mortal. Como a picada de uma cobra venenosa. Quem bebe fica como se estivesse balançando em alto mar. No topo de um mastro. De lá para cá. Fala o que não deve. Pensa asneira. Não consegue solução para seus problemas e angústias. Só piora sua situação.
O capítulo vinte e quatro inicia nos aconselhando a não ter inveja dos maus, muito menos desejar sua companhia. Eles tramam violência. Suas palavras sempre vêm acompanhadas de problemas.
Uma casa é construída com sabedoria. Fortalecida com entendimento. Preenchida de preciosos e desejáveis bens, através do conhecimento. Sabedoria, entendimento e conhecimento são muito mais valorosos que quaisquer outros tipos de riquezas.
Os sábios também falam que é melhor ser sábio que ser forte. O sábio sempre se fortalece, cada vez mais. Não sai à guerra sem uma boa orientação. Sabe que precisa de conselhos para ser vitorioso.
Não podemos vacilar quando estivermos com dificuldade. Se o fizermos, nossa força será pequena. Como enfrentar outros momentos quando precisarmos dessa experiência? Como "mudar de fase" em nossas vidas?
É nosso dever, como seguidores do Senhor, procurar libertar os que estão condenados a morrer. Salvá-los, mesmo quando estão caminhando e tropeçando em direção à morte. Não podemos nos desculpar dizendo que não sabemos o que está acontecendo. O Senhor sabe que temos conhecimento.
Como Charles H. Spurgeon afirmou “Se os pecadores serão condenados, que pelo menos pulem para o inferno passando por cima de nossos corpos. Se perecerem, que pereçam com nossos braços e mãos tocando os seus joelhos, implorando que fiquem. Se o inferno tiver de ser cheio, pelo menos que seja cheio apesar de nossos esforços, e que ninguém entre ali sem estar avisado e sem que se tenha intercedido por essa pessoa”. Que os arranquemos de lá.
Que sejamos misericordiosos. Que a verdade habite em nós. Seja nossa bandeira.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo vinte e cinco. Até o capítulo vinte e sete.
Espero você. Até lá.
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quinta-feira, 11 de julho de 2019
domingo, 7 de julho de 2019
Provérbios 13.1-15.33
Leitura do dia 02/07.
Continuamos nossa caminhada através dos ensinamentos maravilhosos de Provérbios.
Ontem vimos muitos conselhos maravilhosos de Salomão. Tantos assuntos diferentes. Quanto aprendizado necessário!
Que não nos esqueçamos que a benção do Senhor é que traz riqueza. E Ele não permite que venha acompanhada pela tristeza.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-101-1228.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos treze a quinze.
Os conselhos de Salomão continuam. Sempre tão atuais, que impressionam. Quais chamam mais sua atenção?
Gosto quando diz que o filho sábio aceita a disciplina de seu pai. Ele não se rebela. Não se rebelando, aprende. Aprendendo, torna-se mais sábio ainda.
Não é interessante quando diz que, com palavras sábias se consegue uma boa refeição enquanto os desleais têm fome de violência? Que tipo de fome temos tido?
“Felizes os que têm fome e sede de justiça, pois serão saciados”. – Mateus 5.6
Salomão também fala que os que controlam sua língua terão vida longa. Os que trabalham com dedicação, prosperam.
E quanto à vida do justo? Brilha alegremente. A luz dos perversos, entretanto, logo se apaga. Nossa vida tem brilhado? Tem brilhado alegremente? Tem espalhado brilho? Ah, tantas coisas a pensar.
Como tem estado nosso coração? Se aflito, todos os dias tem sido difíceis. Se alegre, mesmo com lutas, a vida é um banquete contínuo. Devemos ter bom ânimo, como nos ensinou nosso Amado (João 16.33). E aproveitar o banquete.
Cada versículo desse livro é a meditação de um dia inteiro. De uma vida inteira.
E quanto ao orgulho? Só traz conflitos. Além de queda, claro. Já quem aceita conselhos é sábio.
Em dias que tantos querem facilidades e rapidez em conquistar, Salomão nos lembra que a riqueza adquirida através de meios ilícitos acaba, enquanto que a conquistada, não adquirida, mas conquistada, com trabalho árduo aumenta com o tempo. Vai crescendo aos pouquinhos. Mas permanece.
Ah, e o sonho realizado? É árvore de vida. É como sangue bombeando em nossas veias. Como se tivéssemos sido ligados a um turbo. É muito bom ver um sonho sendo realizado. Rejuvenesce. Dá saúde ao corpo.
A instrução do sábio é fonte de vida. Todos que aceitam esse tipo de instrução escapa das armadilhas da morte. Que são muitas, de vários tipos.
O sábio não sai agindo por aí de qualquer maneira. Ele pensa antes. Planeja. Calcula. Pesa as opções. Escolhe a melhor. E só assim, age.
E quanto às nossas companhias? Os que andam com sábios, aprendem. Acabam tornando-se sábios também. Mas os que andam com os tolos, sofrerão as consequências. Que não são nenhum pouco agradáveis.
E o que dizer de uma geração que não quer gastar tempo disciplinando seus filhos? Será que tem amor envolvido nisso? Ou apenas displicência e acomodação? Quem ama se importa em ensinar, disciplinar. Mostrar o certo e o errado. Ensinar discernimento.
Que não ama, não se importa em corrigir. Não quer gastar seu tempo assim. Não consegue imaginar que, na verdade, está poupando tempo, dinheiro e sofrimento.
Salomão fala que a mulher sábia constrói seu lar. A tola o destrói. Com suas próprias ações. Com suas próprias mãos.
Um de meus versículos preferidos está em Provérbios 14.4. O que é melhor? Um estábulo cheio de bois ou vazio? O vazio não dá trabalho algum. Permanece limpo. O cheio é preciso limpar. Providenciar alimento. Vacinas. Cuidado. Preocupações. Tempo. Mas e o resultado? Se estiver cheio de bois, dando todo esse trabalho, resultará em uma grande colheita. O que preferimos? Uma grande colheita depois de muito trabalho? Ou olhar para o estábulo e vê-lo sempre limpo, porém vazio, sem colheita alguma?
Lembra-se que nos capítulos anteriores nos ensinou a aprender a ter discernimento? Com ele, o conhecimento vem fácil. Longe da companhia dos tolos, claro.
E quanto ao prudente? Será que está se negando a “curtir a vida”? De forma alguma. Ele sabe para onde vai. E está indo. Mede todos os seus passos com cuidado. Examina-os. Alcançará seu objetivo. Angariará o que deseja. É cauteloso. Evita o perigo. Não anda por caminhos que parecem ser corretos, que, no fim, acabam levando à estrada da morte. Seu caminho o leva para cima. A sepultura fica para trás. E ele continua. Cada vez conquistando mais. Sem afobação.
Salomão também nos fala sobre o pecado de desprezarmos nosso próximo. De não ajudar os pobres. Quem os ajuda, é feliz. Os que planejam o bem encontram não apenas a satisfação, mas o amor e a fidelidade.
E não é maravilhoso saber que o justo encontra refúgio, mesmo na hora da morte. Sim, o justo também passa por lutas, por dificuldades. Também passa pela morte. Não está imune. Mas há uma diferença. Ele encontra refúgio. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html
Ah, como e bom ver uma pessoa gentil! A resposta gentil desvia o furor. É árvore de vida. Já a palavra ríspida, desperta a ira. É muito bom quando damos a resposta apropriada. Que produz vida. Que traz solução. É muito bom dizer a palavra certa. Na hora certa. Da maneira certa.
E quanto ao que temos dado valor em nossas vidas? É melhor dividir um prato de salada com quem amamos que um de picanha (e olha que amo picanha) com a companhia errada. É melhor ser paciente e acalmar uma discussão, que se irar facilmente e ser o provocador de uma briga. Também é melhor ser justo e caminhar por uma estrada aberta, que ser preguiçoso e não querer nem tirar os espinhos do caminho para conseguir andar. É melhor ser sábio e agradar o pai, que ser tolo e desprezar a mãe. Também é melhor ter muitos conselheiros e alcançar o êxito do que não ter nenhum e ver seus planos fracassados. É melhor adquirir entendimento ouvindo a repreensão do que rejeitar a disciplina e prejudicar a si mesmo. É melhor ser humilde e ter honra, que ser orgulhoso e sofrer ruína.
E com relação à cobiça? Alguém faz algo errado por causa dela e traz dor e aflição não apenas para si, mas para toda a família. Ao contrário, os que odeiam e não aceitam o suborno, trarão vida. Para si e sua família.
Quantos conselhos completamente atuais e necessários!
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através dos ensinamentos maravilhosos de Provérbios.
Ontem vimos muitos conselhos maravilhosos de Salomão. Tantos assuntos diferentes. Quanto aprendizado necessário!
Que não nos esqueçamos que a benção do Senhor é que traz riqueza. E Ele não permite que venha acompanhada pela tristeza.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-101-1228.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos treze a quinze.
Os conselhos de Salomão continuam. Sempre tão atuais, que impressionam. Quais chamam mais sua atenção?
Gosto quando diz que o filho sábio aceita a disciplina de seu pai. Ele não se rebela. Não se rebelando, aprende. Aprendendo, torna-se mais sábio ainda.
Não é interessante quando diz que, com palavras sábias se consegue uma boa refeição enquanto os desleais têm fome de violência? Que tipo de fome temos tido?
“Felizes os que têm fome e sede de justiça, pois serão saciados”. – Mateus 5.6
Salomão também fala que os que controlam sua língua terão vida longa. Os que trabalham com dedicação, prosperam.
E quanto à vida do justo? Brilha alegremente. A luz dos perversos, entretanto, logo se apaga. Nossa vida tem brilhado? Tem brilhado alegremente? Tem espalhado brilho? Ah, tantas coisas a pensar.
Como tem estado nosso coração? Se aflito, todos os dias tem sido difíceis. Se alegre, mesmo com lutas, a vida é um banquete contínuo. Devemos ter bom ânimo, como nos ensinou nosso Amado (João 16.33). E aproveitar o banquete.
Cada versículo desse livro é a meditação de um dia inteiro. De uma vida inteira.
E quanto ao orgulho? Só traz conflitos. Além de queda, claro. Já quem aceita conselhos é sábio.
Em dias que tantos querem facilidades e rapidez em conquistar, Salomão nos lembra que a riqueza adquirida através de meios ilícitos acaba, enquanto que a conquistada, não adquirida, mas conquistada, com trabalho árduo aumenta com o tempo. Vai crescendo aos pouquinhos. Mas permanece.
Ah, e o sonho realizado? É árvore de vida. É como sangue bombeando em nossas veias. Como se tivéssemos sido ligados a um turbo. É muito bom ver um sonho sendo realizado. Rejuvenesce. Dá saúde ao corpo.
A instrução do sábio é fonte de vida. Todos que aceitam esse tipo de instrução escapa das armadilhas da morte. Que são muitas, de vários tipos.
O sábio não sai agindo por aí de qualquer maneira. Ele pensa antes. Planeja. Calcula. Pesa as opções. Escolhe a melhor. E só assim, age.
E quanto às nossas companhias? Os que andam com sábios, aprendem. Acabam tornando-se sábios também. Mas os que andam com os tolos, sofrerão as consequências. Que não são nenhum pouco agradáveis.
E o que dizer de uma geração que não quer gastar tempo disciplinando seus filhos? Será que tem amor envolvido nisso? Ou apenas displicência e acomodação? Quem ama se importa em ensinar, disciplinar. Mostrar o certo e o errado. Ensinar discernimento.
Que não ama, não se importa em corrigir. Não quer gastar seu tempo assim. Não consegue imaginar que, na verdade, está poupando tempo, dinheiro e sofrimento.
Salomão fala que a mulher sábia constrói seu lar. A tola o destrói. Com suas próprias ações. Com suas próprias mãos.
Um de meus versículos preferidos está em Provérbios 14.4. O que é melhor? Um estábulo cheio de bois ou vazio? O vazio não dá trabalho algum. Permanece limpo. O cheio é preciso limpar. Providenciar alimento. Vacinas. Cuidado. Preocupações. Tempo. Mas e o resultado? Se estiver cheio de bois, dando todo esse trabalho, resultará em uma grande colheita. O que preferimos? Uma grande colheita depois de muito trabalho? Ou olhar para o estábulo e vê-lo sempre limpo, porém vazio, sem colheita alguma?
Lembra-se que nos capítulos anteriores nos ensinou a aprender a ter discernimento? Com ele, o conhecimento vem fácil. Longe da companhia dos tolos, claro.
E quanto ao prudente? Será que está se negando a “curtir a vida”? De forma alguma. Ele sabe para onde vai. E está indo. Mede todos os seus passos com cuidado. Examina-os. Alcançará seu objetivo. Angariará o que deseja. É cauteloso. Evita o perigo. Não anda por caminhos que parecem ser corretos, que, no fim, acabam levando à estrada da morte. Seu caminho o leva para cima. A sepultura fica para trás. E ele continua. Cada vez conquistando mais. Sem afobação.
Salomão também nos fala sobre o pecado de desprezarmos nosso próximo. De não ajudar os pobres. Quem os ajuda, é feliz. Os que planejam o bem encontram não apenas a satisfação, mas o amor e a fidelidade.
E não é maravilhoso saber que o justo encontra refúgio, mesmo na hora da morte. Sim, o justo também passa por lutas, por dificuldades. Também passa pela morte. Não está imune. Mas há uma diferença. Ele encontra refúgio. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html
Ah, como e bom ver uma pessoa gentil! A resposta gentil desvia o furor. É árvore de vida. Já a palavra ríspida, desperta a ira. É muito bom quando damos a resposta apropriada. Que produz vida. Que traz solução. É muito bom dizer a palavra certa. Na hora certa. Da maneira certa.
E quanto ao que temos dado valor em nossas vidas? É melhor dividir um prato de salada com quem amamos que um de picanha (e olha que amo picanha) com a companhia errada. É melhor ser paciente e acalmar uma discussão, que se irar facilmente e ser o provocador de uma briga. Também é melhor ser justo e caminhar por uma estrada aberta, que ser preguiçoso e não querer nem tirar os espinhos do caminho para conseguir andar. É melhor ser sábio e agradar o pai, que ser tolo e desprezar a mãe. Também é melhor ter muitos conselheiros e alcançar o êxito do que não ter nenhum e ver seus planos fracassados. É melhor adquirir entendimento ouvindo a repreensão do que rejeitar a disciplina e prejudicar a si mesmo. É melhor ser humilde e ter honra, que ser orgulhoso e sofrer ruína.
E com relação à cobiça? Alguém faz algo errado por causa dela e traz dor e aflição não apenas para si, mas para toda a família. Ao contrário, os que odeiam e não aceitam o suborno, trarão vida. Para si e sua família.
Quantos conselhos completamente atuais e necessários!
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.
Espero você. Até lá.
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segunda-feira, 24 de junho de 2019
Salmo 119.97-104
Leitura do dia 23/06.
Vamos caminhando e lendo a maravilhosa obra de arte que é o Salmo cento e dezenove.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-11989-96.html
Agora, do versículo noventa e sete ao versículo cento e quatro.
Mem
Nesta estrofe, o salmista começa reconhecendo o quanto ama a lei do Senhor. Pensa nela o dia todo.
Seus mandamentos o fazem mais sábio que seus inimigos. Seus mandamentos o guiam.
Por causa de Seus mandamentos e de viver meditando neles, tem mais prudência até que seus mestres. Tem mais entendimento que os idosos porque obedece Suas ordens.
E assim ele segue a vida. Com prudência. Recusando-se a andar em qualquer tipo de caminho mau. Não se afastará de Seus estatutos. O Senhor foi um excelente professor. Ensinou muito bem.
Suas palavras são doces. Mais doces que o mel. Suas ordens dão discernimento. Nos livra dos caminhos falsos. Discernimento significa reconhecer o que é certo e o que é errado.
Que possamos amar Sua lei, tal qual o salmista. Que tenhamos discernimento. E andemos pelos caminhos verdadeiros do Senhor. Que odiemos e nos afastemos de todo caminho falso.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Vamos caminhando e lendo a maravilhosa obra de arte que é o Salmo cento e dezenove.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-11989-96.html
Agora, do versículo noventa e sete ao versículo cento e quatro.
Mem
Nesta estrofe, o salmista começa reconhecendo o quanto ama a lei do Senhor. Pensa nela o dia todo.
Seus mandamentos o fazem mais sábio que seus inimigos. Seus mandamentos o guiam.
Por causa de Seus mandamentos e de viver meditando neles, tem mais prudência até que seus mestres. Tem mais entendimento que os idosos porque obedece Suas ordens.
E assim ele segue a vida. Com prudência. Recusando-se a andar em qualquer tipo de caminho mau. Não se afastará de Seus estatutos. O Senhor foi um excelente professor. Ensinou muito bem.
Suas palavras são doces. Mais doces que o mel. Suas ordens dão discernimento. Nos livra dos caminhos falsos. Discernimento significa reconhecer o que é certo e o que é errado.
Que possamos amar Sua lei, tal qual o salmista. Que tenhamos discernimento. E andemos pelos caminhos verdadeiros do Senhor. Que odiemos e nos afastemos de todo caminho falso.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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