Leitura do dia 12/09.
Continuamos nossa caminhada através das Escrituras.
Ontem lemos mais uma parte da visão que o Senhor deu a Ezequiel. Sobre o templo perfeito. As águas curadoras. As árvores com colheitas mensais, cujos frutos servirão de alimento e, as folhas de remédio.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-461-4835.html
Hoje iniciamos um novo livro. Daniel. Leremos os três primeiros capítulos. Na primeira postagem, apenas o capítulo um.
Gostaria de lembra-los que nossa caminhada visa despertar um desejo para ler e conhecer as Sagradas Escrituras. Não é uma caminhada teológica. Queremos garimpar ensinos que nos ajudarão no dia a dia e que nos levarão para mais perto do Senhor, o Todo-Poderoso.
Daniel foi um dos jovens levados cativos para a Babilônia, junto com os primeiros exilados. Era nobre. Da tribo de Judá.
Era o ano 605 a. C. O terceiro ano do reinado de Jeoaquim, em Judá. Nabucodonosor, rei da Babilônia cercou Jerusalém. Ninguém menos que o Senhor lhe deu vitória e permitiu que levasse alguns dos utensílios sagrados do templo. Esses utensílios foram levados para a Babilônia e colocados na casa do tesouro do deus de Nabucodonosor. Tudo porque Judá virou as costas para o Senhor.
O rei ordenou que o chefe de seus oficiais, Aspenaz, levasse ao palácio alguns dos jovens da família real e de outras famílias da nobreza. Exigiu que Aspenaz escolhesse somente rapazes saudáveis e de boa aparência. Deveriam ser instruídos em diversas áreas de conhecimento. Precisavam ter entendimento e bom senso. E, que fossem capacitados para servir no palácio do rei.
Esses jovens, escolhidos a dedo, seriam ensinados na língua e na literatura babilônica, Receberiam uma porção diária de alimento e vinho. Seriam treinados durante três anos. Depois desse tempo, estariam prontos a servir ao rei.
Ninguém serve a um rei sem antes passar por um tempo de treinamento. Quer servir ao rei? Precisa, antes, aprender a língua e a literatura de seu reino. Precisa aprender a servir.
Qual a língua e literatura do Reino dos céus? A língua é diferente de qualquer outra. É uma nova língua. Ele nos deu um novo mandamento. Amar como nos amou (João 13.34). A literatura é a Palavra de Deus, que é viva e poderosa. Mais cortante que qualquer espada de dois gumes, que penetra entre a alma e o espírito, entre a junta e a medula, trazendo à luz até nossos pensamentos e desejos mais íntimos (Hebreu 4.12). http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/que-mandamento-e-este.html
Entre os escolhidos estavam quatro rapazes que se destacarão nas próximas páginas. Daniel, Hananias, Misael e Azarias. Todos da tribo de Judá.
Para que absorvessem a cultura daquela terra, Aspenaz lhes deu novos nomes. Daniel, “Deus é meu Juiz”, passou a ser chamado Beltessazar, “Bel (deus de Nabucodonosor) protege a vida do rei”. Hananias, “Yahweh é misericordioso” foi chamado de "Sadraque", “Ordem de Aku (um deus sumeriano)“. Misael, “Quem é como Deus?”, passou a chamar "Mesaque", “Quem é como Aku?” e Azarias, “Deus é minha força”, foi chamado de "Abede-Nego", “Servo de Nego (deus Nebo)”.
É muito importante sabermos nossa identidade em Deus para não sermos enganados por qualquer cultura! http://www.espalhandoasemente.com/2018/04/joao-batista-sabia-quem-era-nos-sabemos.html; http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/qual-identidade-que-carrego.html
Quando Daniel ficou sabendo sobre a porção diária de alimento e vinho que receberiam do rei, tomou uma decisão. Decidiu que não se contaminaria com a comida e o vinho do rei. Observe, ele “tomou a decisão”. Após ter tomado a decisão, pediu permissão ao chefe dos oficiais para não comer aqueles alimentos. E explicou que não queria se contaminar.
O Senhor colocara no coração do chefe dos oficiais, compaixão e simpatia por Daniel. Ainda assim, Aspenaz disse que tinha medo de dar outro tipo de alimentação, e ele ficar abatido. Caso acontecesse, Aspenaz teria sua cabeça cortada.
Daniel não bateu o pé dizendo que não comeria, que não se contaminaria. Era sábio. Pediu ao assistente de Aspenaz, que cuidava dele, de Hananias, Misael e Azarias, que fizesse uma experiência. Durante dez dias se alimentariam apenas de legumes e água. Ao final dos dez dias compararia os quatro com os outros rapazes que estariam comendo a comida do rei. Então decidiria, de acordo com o que visse.
O assistente concordou. Durante dez dias comeram apenas legumes e água. Ao final da experiência, Daniel e seus três amigos pareciam mais saudáveis e bem nutridos que os outros rapazes. O assistente decidiu continuar com a dieta pedida por Daniel. E eles não se contaminaram.
Não sabemos quantos rapazes vindos de Judá estavam ali. Sabemos que apenas quatro resolveram não se contaminar com a comida e o vinho da Babilônia. Sabe o que aconteceu com eles?
Toda vez que renunciamos em favor da vontade do Senhor em nossas vidas, Ele nos presenteia de alguma maneira.
O Senhor concedeu aos quatro, aptidão incomum. Entendiam todos os aspectos da literatura e da sabedoria. E, Daniel, o que “tomou a decisão” e fez o pedido, ainda foi presenteado com a capacidade especial de interpretar sonhos e visões. Uau! O Senhor é generoso. Magnânimo.
Quando os três anos de treinamento terminaram, Aspenaz levou todos os rapazes a Nabucodonosor. O rei conversou com todos. Nenhum o deixou mais impressionado que Daniel, Hananias, Misael e Asarias.
Eles passaram a servir o rei. Sempre que eram consultados sobre qualquer questão que exigisse sabedoria e discernimento, o rei observava que eram dez vezes mais capazes que todos os magos e encantadores de seu reino. Acredite, sabedoria e discernimento são muito mais valiosos que magia e encantamento.
Daniel ficou no palácio, servindo o rei, até o primeiro ano do reinado de Ciro, rei da Pérsia. Ciro começou a reinar sobre a Babilônia em 539 a.C.
Que aproveitemos nosso tempo de treinamento para aprender a servir o Rei. De maneira excelente e não apenas medíocre.
Que aprendamos com esses quatro jovens a não nos contaminarmos com os manjares da Babilônia.
Que aprendamos a falar com sabedoria.
Que aprendamos a ter, não apenas entendimento, mas também, bom senso.
Que aprendamos a renunciar em favor do Reino do Senhor.
Continuamos na próxima postagem. Leremos o capítulo dois de Daniel.
Espero você. Até lá.
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quinta-feira, 12 de setembro de 2019
Daniel 1.1-21
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quinta-feira, 11 de julho de 2019
Provérbios 22.1-24.34
Leitura do dia 05/07.
Continuamos nossa caminhada através dos capítulos de Provérbios.
Ontem vimos que o insensato arruína sua vida (e a de muitos), e depois fica irado contra o Senhor. Esquece que colherá o que plantou.
Também vimos a importância da disciplina na vida das crianças, para que possam aprender o caminho correto. E o quanto é difícil encontrarmos alguém leal. Precisamos ser esses leais que serão encontrados. Também precisamos preparar “o cavalo” para o dia da batalha, sem esquecer que nossa confiança não pode estar “no cavalo”. Precisa estar no Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-191-2131.html
Hoje, caminharemos pelas páginas dos capítulos vinte e dois a vinte e quatro. Lembre-se de anotar o que chamou mais sua atenção. São muitos versículos maravilhosos. Todos dignos de um estudo à parte.
No capítulo vinte e dois, ao que tudo indica, até o versículo dezesseis, os provérbios foram escritos por Salomão. Do versículo dezessete até o final do capítulo vinte e quatro, são conselhos, ditados, dos sábios.
Salomão afirma que a boa reputação vale mais que grandes riquezas. E ser estimado é muito melhor que prata e ouro. Isso me faz lembrar algumas pessoas que têm muito dinheiro e agem insensatamente. Perdendo a reputação e, o pior, a estima. Sim, é melhor ter boa reputação e estima, que contas bancárias forradas de dinheiro e bens para todos os lados. O amor cobre uma multidão de pecados (1 Pedro 4.8), riquezas, não.
Que tracemos nossos caminhos com prudência. Nosso lugar deve ser “na torre de vigia”. Ali, olhamos o que está ao longe. Podemos antever o perigo. E tomar as devidas precauções. Quem não age assim, caminha sem enxergar e sofre as consequências.
Como pais, temos o direito, a obrigação e a responsabilidade de ensinar nossos filhos no caminho certo. A disciplina precisa fazer parte desse ensino. Ela afasta a criança da insensatez. Livra, inclusive, da morte. E, como é bom vê-los crescendo no caminho certo, fazendo escolhas saudáveis, que trazem vida!
Cuidado ao pedir empréstimos. Tornamo-nos escravos de nossos credores. Que nos livremos o mais rápido possível. Que pertençamos apenas ao Senhor. A mais ninguém.
É tranquilizador saber que aquele que semeia injustiça colherá desgraça. Essa colheita pode demorar, mas é certa. Seu reino de terror terá fim. Não um fim feliz, com fogos de artifício, mas um fim em total desgraça. É sua colheita. Não há com fugir.
Que sejamos generosos, e alimentemos os pobres. Que os socorramos.
Que não sejamos preguiçosos, sempre procurando e encontrando desculpas para não levantar, não agir, não seguir em frente.
Os ditados dos sábios têm como objetivo aprender a confiar no Senhor. Devem ser guardados no coração e, ao mesmo tempo, estar na ponta de nossas línguas. Assim, saberemos a verdade e a transmitiremos.
Que não exploremos o pobre só porque temos a oportunidade de fazê-lo, como muitos fazem, sem pensar que o próprio Senhor os defenderá. Que os tratemos com respeito e empatia. O Senhor fez a todos nós.
Fujamos de caminhar com briguentos, comilões e beberrões. De garantir dívidas de outros. De mudar as antigas divisas (aqui os sábios estão falando em relação à terra que foi repartida por Josué, mas podemos aplicar em nossa realidade).
Quem é competente será promovido. Não precisa (e não deve) passar por cima de ninguém. Seu trabalho competente será reconhecido. Estará entre os grandes. Não trabalhará para qualquer um.
O capítulo vinte e três nos alerta quanto ao nosso comportamento. Se nos sentarmos para comer com alguém de autoridade, sejamos prudentes. Prestemos atenção ao que nos é oferecido. Não caiamos em nenhuma armadilha. Talvez estejamos sendo testados.
Que trabalhemos o suficiente. Não é sábio ir além, se desgastando em excesso, tentando angariar mais riquezas. Saiba quando parar. Ou não desfrutará do que angariou. Estará desgastado demais. E doente.
A prostituição e a promiscuidade são covas profundas, ansiosas para levar mais pessoas à infidelidade, prendendo-as em suas garras. Que, neste tempo quando faltam os leais, sejamos um deles.
E quanto à bebida? Quem passa horas experimentando bebidas fortes e tomando vinho, de alguma forma está revelando a angústia e tristeza de sua alma. Acaba sofrendo mais ainda. A bebida é veneno mortal. Como a picada de uma cobra venenosa. Quem bebe fica como se estivesse balançando em alto mar. No topo de um mastro. De lá para cá. Fala o que não deve. Pensa asneira. Não consegue solução para seus problemas e angústias. Só piora sua situação.
O capítulo vinte e quatro inicia nos aconselhando a não ter inveja dos maus, muito menos desejar sua companhia. Eles tramam violência. Suas palavras sempre vêm acompanhadas de problemas.
Uma casa é construída com sabedoria. Fortalecida com entendimento. Preenchida de preciosos e desejáveis bens, através do conhecimento. Sabedoria, entendimento e conhecimento são muito mais valorosos que quaisquer outros tipos de riquezas.
Os sábios também falam que é melhor ser sábio que ser forte. O sábio sempre se fortalece, cada vez mais. Não sai à guerra sem uma boa orientação. Sabe que precisa de conselhos para ser vitorioso.
Não podemos vacilar quando estivermos com dificuldade. Se o fizermos, nossa força será pequena. Como enfrentar outros momentos quando precisarmos dessa experiência? Como "mudar de fase" em nossas vidas?
É nosso dever, como seguidores do Senhor, procurar libertar os que estão condenados a morrer. Salvá-los, mesmo quando estão caminhando e tropeçando em direção à morte. Não podemos nos desculpar dizendo que não sabemos o que está acontecendo. O Senhor sabe que temos conhecimento.
Como Charles H. Spurgeon afirmou “Se os pecadores serão condenados, que pelo menos pulem para o inferno passando por cima de nossos corpos. Se perecerem, que pereçam com nossos braços e mãos tocando os seus joelhos, implorando que fiquem. Se o inferno tiver de ser cheio, pelo menos que seja cheio apesar de nossos esforços, e que ninguém entre ali sem estar avisado e sem que se tenha intercedido por essa pessoa”. Que os arranquemos de lá.
Que sejamos misericordiosos. Que a verdade habite em nós. Seja nossa bandeira.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo vinte e cinco. Até o capítulo vinte e sete.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através dos capítulos de Provérbios.
Ontem vimos que o insensato arruína sua vida (e a de muitos), e depois fica irado contra o Senhor. Esquece que colherá o que plantou.
Também vimos a importância da disciplina na vida das crianças, para que possam aprender o caminho correto. E o quanto é difícil encontrarmos alguém leal. Precisamos ser esses leais que serão encontrados. Também precisamos preparar “o cavalo” para o dia da batalha, sem esquecer que nossa confiança não pode estar “no cavalo”. Precisa estar no Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-191-2131.html
Hoje, caminharemos pelas páginas dos capítulos vinte e dois a vinte e quatro. Lembre-se de anotar o que chamou mais sua atenção. São muitos versículos maravilhosos. Todos dignos de um estudo à parte.
No capítulo vinte e dois, ao que tudo indica, até o versículo dezesseis, os provérbios foram escritos por Salomão. Do versículo dezessete até o final do capítulo vinte e quatro, são conselhos, ditados, dos sábios.
Salomão afirma que a boa reputação vale mais que grandes riquezas. E ser estimado é muito melhor que prata e ouro. Isso me faz lembrar algumas pessoas que têm muito dinheiro e agem insensatamente. Perdendo a reputação e, o pior, a estima. Sim, é melhor ter boa reputação e estima, que contas bancárias forradas de dinheiro e bens para todos os lados. O amor cobre uma multidão de pecados (1 Pedro 4.8), riquezas, não.
Que tracemos nossos caminhos com prudência. Nosso lugar deve ser “na torre de vigia”. Ali, olhamos o que está ao longe. Podemos antever o perigo. E tomar as devidas precauções. Quem não age assim, caminha sem enxergar e sofre as consequências.
Como pais, temos o direito, a obrigação e a responsabilidade de ensinar nossos filhos no caminho certo. A disciplina precisa fazer parte desse ensino. Ela afasta a criança da insensatez. Livra, inclusive, da morte. E, como é bom vê-los crescendo no caminho certo, fazendo escolhas saudáveis, que trazem vida!
Cuidado ao pedir empréstimos. Tornamo-nos escravos de nossos credores. Que nos livremos o mais rápido possível. Que pertençamos apenas ao Senhor. A mais ninguém.
É tranquilizador saber que aquele que semeia injustiça colherá desgraça. Essa colheita pode demorar, mas é certa. Seu reino de terror terá fim. Não um fim feliz, com fogos de artifício, mas um fim em total desgraça. É sua colheita. Não há com fugir.
Que sejamos generosos, e alimentemos os pobres. Que os socorramos.
Que não sejamos preguiçosos, sempre procurando e encontrando desculpas para não levantar, não agir, não seguir em frente.
Os ditados dos sábios têm como objetivo aprender a confiar no Senhor. Devem ser guardados no coração e, ao mesmo tempo, estar na ponta de nossas línguas. Assim, saberemos a verdade e a transmitiremos.
Que não exploremos o pobre só porque temos a oportunidade de fazê-lo, como muitos fazem, sem pensar que o próprio Senhor os defenderá. Que os tratemos com respeito e empatia. O Senhor fez a todos nós.
Fujamos de caminhar com briguentos, comilões e beberrões. De garantir dívidas de outros. De mudar as antigas divisas (aqui os sábios estão falando em relação à terra que foi repartida por Josué, mas podemos aplicar em nossa realidade).
Quem é competente será promovido. Não precisa (e não deve) passar por cima de ninguém. Seu trabalho competente será reconhecido. Estará entre os grandes. Não trabalhará para qualquer um.
O capítulo vinte e três nos alerta quanto ao nosso comportamento. Se nos sentarmos para comer com alguém de autoridade, sejamos prudentes. Prestemos atenção ao que nos é oferecido. Não caiamos em nenhuma armadilha. Talvez estejamos sendo testados.
Que trabalhemos o suficiente. Não é sábio ir além, se desgastando em excesso, tentando angariar mais riquezas. Saiba quando parar. Ou não desfrutará do que angariou. Estará desgastado demais. E doente.
A prostituição e a promiscuidade são covas profundas, ansiosas para levar mais pessoas à infidelidade, prendendo-as em suas garras. Que, neste tempo quando faltam os leais, sejamos um deles.
E quanto à bebida? Quem passa horas experimentando bebidas fortes e tomando vinho, de alguma forma está revelando a angústia e tristeza de sua alma. Acaba sofrendo mais ainda. A bebida é veneno mortal. Como a picada de uma cobra venenosa. Quem bebe fica como se estivesse balançando em alto mar. No topo de um mastro. De lá para cá. Fala o que não deve. Pensa asneira. Não consegue solução para seus problemas e angústias. Só piora sua situação.
O capítulo vinte e quatro inicia nos aconselhando a não ter inveja dos maus, muito menos desejar sua companhia. Eles tramam violência. Suas palavras sempre vêm acompanhadas de problemas.
Uma casa é construída com sabedoria. Fortalecida com entendimento. Preenchida de preciosos e desejáveis bens, através do conhecimento. Sabedoria, entendimento e conhecimento são muito mais valorosos que quaisquer outros tipos de riquezas.
Os sábios também falam que é melhor ser sábio que ser forte. O sábio sempre se fortalece, cada vez mais. Não sai à guerra sem uma boa orientação. Sabe que precisa de conselhos para ser vitorioso.
Não podemos vacilar quando estivermos com dificuldade. Se o fizermos, nossa força será pequena. Como enfrentar outros momentos quando precisarmos dessa experiência? Como "mudar de fase" em nossas vidas?
É nosso dever, como seguidores do Senhor, procurar libertar os que estão condenados a morrer. Salvá-los, mesmo quando estão caminhando e tropeçando em direção à morte. Não podemos nos desculpar dizendo que não sabemos o que está acontecendo. O Senhor sabe que temos conhecimento.
Como Charles H. Spurgeon afirmou “Se os pecadores serão condenados, que pelo menos pulem para o inferno passando por cima de nossos corpos. Se perecerem, que pereçam com nossos braços e mãos tocando os seus joelhos, implorando que fiquem. Se o inferno tiver de ser cheio, pelo menos que seja cheio apesar de nossos esforços, e que ninguém entre ali sem estar avisado e sem que se tenha intercedido por essa pessoa”. Que os arranquemos de lá.
Que sejamos misericordiosos. Que a verdade habite em nós. Seja nossa bandeira.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo vinte e cinco. Até o capítulo vinte e sete.
Espero você. Até lá.
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domingo, 7 de julho de 2019
Provérbios 13.1-15.33
Leitura do dia 02/07.
Continuamos nossa caminhada através dos ensinamentos maravilhosos de Provérbios.
Ontem vimos muitos conselhos maravilhosos de Salomão. Tantos assuntos diferentes. Quanto aprendizado necessário!
Que não nos esqueçamos que a benção do Senhor é que traz riqueza. E Ele não permite que venha acompanhada pela tristeza.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-101-1228.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos treze a quinze.
Os conselhos de Salomão continuam. Sempre tão atuais, que impressionam. Quais chamam mais sua atenção?
Gosto quando diz que o filho sábio aceita a disciplina de seu pai. Ele não se rebela. Não se rebelando, aprende. Aprendendo, torna-se mais sábio ainda.
Não é interessante quando diz que, com palavras sábias se consegue uma boa refeição enquanto os desleais têm fome de violência? Que tipo de fome temos tido?
“Felizes os que têm fome e sede de justiça, pois serão saciados”. – Mateus 5.6
Salomão também fala que os que controlam sua língua terão vida longa. Os que trabalham com dedicação, prosperam.
E quanto à vida do justo? Brilha alegremente. A luz dos perversos, entretanto, logo se apaga. Nossa vida tem brilhado? Tem brilhado alegremente? Tem espalhado brilho? Ah, tantas coisas a pensar.
Como tem estado nosso coração? Se aflito, todos os dias tem sido difíceis. Se alegre, mesmo com lutas, a vida é um banquete contínuo. Devemos ter bom ânimo, como nos ensinou nosso Amado (João 16.33). E aproveitar o banquete.
Cada versículo desse livro é a meditação de um dia inteiro. De uma vida inteira.
E quanto ao orgulho? Só traz conflitos. Além de queda, claro. Já quem aceita conselhos é sábio.
Em dias que tantos querem facilidades e rapidez em conquistar, Salomão nos lembra que a riqueza adquirida através de meios ilícitos acaba, enquanto que a conquistada, não adquirida, mas conquistada, com trabalho árduo aumenta com o tempo. Vai crescendo aos pouquinhos. Mas permanece.
Ah, e o sonho realizado? É árvore de vida. É como sangue bombeando em nossas veias. Como se tivéssemos sido ligados a um turbo. É muito bom ver um sonho sendo realizado. Rejuvenesce. Dá saúde ao corpo.
A instrução do sábio é fonte de vida. Todos que aceitam esse tipo de instrução escapa das armadilhas da morte. Que são muitas, de vários tipos.
O sábio não sai agindo por aí de qualquer maneira. Ele pensa antes. Planeja. Calcula. Pesa as opções. Escolhe a melhor. E só assim, age.
E quanto às nossas companhias? Os que andam com sábios, aprendem. Acabam tornando-se sábios também. Mas os que andam com os tolos, sofrerão as consequências. Que não são nenhum pouco agradáveis.
E o que dizer de uma geração que não quer gastar tempo disciplinando seus filhos? Será que tem amor envolvido nisso? Ou apenas displicência e acomodação? Quem ama se importa em ensinar, disciplinar. Mostrar o certo e o errado. Ensinar discernimento.
Que não ama, não se importa em corrigir. Não quer gastar seu tempo assim. Não consegue imaginar que, na verdade, está poupando tempo, dinheiro e sofrimento.
Salomão fala que a mulher sábia constrói seu lar. A tola o destrói. Com suas próprias ações. Com suas próprias mãos.
Um de meus versículos preferidos está em Provérbios 14.4. O que é melhor? Um estábulo cheio de bois ou vazio? O vazio não dá trabalho algum. Permanece limpo. O cheio é preciso limpar. Providenciar alimento. Vacinas. Cuidado. Preocupações. Tempo. Mas e o resultado? Se estiver cheio de bois, dando todo esse trabalho, resultará em uma grande colheita. O que preferimos? Uma grande colheita depois de muito trabalho? Ou olhar para o estábulo e vê-lo sempre limpo, porém vazio, sem colheita alguma?
Lembra-se que nos capítulos anteriores nos ensinou a aprender a ter discernimento? Com ele, o conhecimento vem fácil. Longe da companhia dos tolos, claro.
E quanto ao prudente? Será que está se negando a “curtir a vida”? De forma alguma. Ele sabe para onde vai. E está indo. Mede todos os seus passos com cuidado. Examina-os. Alcançará seu objetivo. Angariará o que deseja. É cauteloso. Evita o perigo. Não anda por caminhos que parecem ser corretos, que, no fim, acabam levando à estrada da morte. Seu caminho o leva para cima. A sepultura fica para trás. E ele continua. Cada vez conquistando mais. Sem afobação.
Salomão também nos fala sobre o pecado de desprezarmos nosso próximo. De não ajudar os pobres. Quem os ajuda, é feliz. Os que planejam o bem encontram não apenas a satisfação, mas o amor e a fidelidade.
E não é maravilhoso saber que o justo encontra refúgio, mesmo na hora da morte. Sim, o justo também passa por lutas, por dificuldades. Também passa pela morte. Não está imune. Mas há uma diferença. Ele encontra refúgio. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html
Ah, como e bom ver uma pessoa gentil! A resposta gentil desvia o furor. É árvore de vida. Já a palavra ríspida, desperta a ira. É muito bom quando damos a resposta apropriada. Que produz vida. Que traz solução. É muito bom dizer a palavra certa. Na hora certa. Da maneira certa.
E quanto ao que temos dado valor em nossas vidas? É melhor dividir um prato de salada com quem amamos que um de picanha (e olha que amo picanha) com a companhia errada. É melhor ser paciente e acalmar uma discussão, que se irar facilmente e ser o provocador de uma briga. Também é melhor ser justo e caminhar por uma estrada aberta, que ser preguiçoso e não querer nem tirar os espinhos do caminho para conseguir andar. É melhor ser sábio e agradar o pai, que ser tolo e desprezar a mãe. Também é melhor ter muitos conselheiros e alcançar o êxito do que não ter nenhum e ver seus planos fracassados. É melhor adquirir entendimento ouvindo a repreensão do que rejeitar a disciplina e prejudicar a si mesmo. É melhor ser humilde e ter honra, que ser orgulhoso e sofrer ruína.
E com relação à cobiça? Alguém faz algo errado por causa dela e traz dor e aflição não apenas para si, mas para toda a família. Ao contrário, os que odeiam e não aceitam o suborno, trarão vida. Para si e sua família.
Quantos conselhos completamente atuais e necessários!
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através dos ensinamentos maravilhosos de Provérbios.
Ontem vimos muitos conselhos maravilhosos de Salomão. Tantos assuntos diferentes. Quanto aprendizado necessário!
Que não nos esqueçamos que a benção do Senhor é que traz riqueza. E Ele não permite que venha acompanhada pela tristeza.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-101-1228.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos treze a quinze.
Os conselhos de Salomão continuam. Sempre tão atuais, que impressionam. Quais chamam mais sua atenção?
Gosto quando diz que o filho sábio aceita a disciplina de seu pai. Ele não se rebela. Não se rebelando, aprende. Aprendendo, torna-se mais sábio ainda.
Não é interessante quando diz que, com palavras sábias se consegue uma boa refeição enquanto os desleais têm fome de violência? Que tipo de fome temos tido?
“Felizes os que têm fome e sede de justiça, pois serão saciados”. – Mateus 5.6
Salomão também fala que os que controlam sua língua terão vida longa. Os que trabalham com dedicação, prosperam.
E quanto à vida do justo? Brilha alegremente. A luz dos perversos, entretanto, logo se apaga. Nossa vida tem brilhado? Tem brilhado alegremente? Tem espalhado brilho? Ah, tantas coisas a pensar.
Como tem estado nosso coração? Se aflito, todos os dias tem sido difíceis. Se alegre, mesmo com lutas, a vida é um banquete contínuo. Devemos ter bom ânimo, como nos ensinou nosso Amado (João 16.33). E aproveitar o banquete.
Cada versículo desse livro é a meditação de um dia inteiro. De uma vida inteira.
E quanto ao orgulho? Só traz conflitos. Além de queda, claro. Já quem aceita conselhos é sábio.
Em dias que tantos querem facilidades e rapidez em conquistar, Salomão nos lembra que a riqueza adquirida através de meios ilícitos acaba, enquanto que a conquistada, não adquirida, mas conquistada, com trabalho árduo aumenta com o tempo. Vai crescendo aos pouquinhos. Mas permanece.
Ah, e o sonho realizado? É árvore de vida. É como sangue bombeando em nossas veias. Como se tivéssemos sido ligados a um turbo. É muito bom ver um sonho sendo realizado. Rejuvenesce. Dá saúde ao corpo.
A instrução do sábio é fonte de vida. Todos que aceitam esse tipo de instrução escapa das armadilhas da morte. Que são muitas, de vários tipos.
O sábio não sai agindo por aí de qualquer maneira. Ele pensa antes. Planeja. Calcula. Pesa as opções. Escolhe a melhor. E só assim, age.
E quanto às nossas companhias? Os que andam com sábios, aprendem. Acabam tornando-se sábios também. Mas os que andam com os tolos, sofrerão as consequências. Que não são nenhum pouco agradáveis.
E o que dizer de uma geração que não quer gastar tempo disciplinando seus filhos? Será que tem amor envolvido nisso? Ou apenas displicência e acomodação? Quem ama se importa em ensinar, disciplinar. Mostrar o certo e o errado. Ensinar discernimento.
Que não ama, não se importa em corrigir. Não quer gastar seu tempo assim. Não consegue imaginar que, na verdade, está poupando tempo, dinheiro e sofrimento.
Salomão fala que a mulher sábia constrói seu lar. A tola o destrói. Com suas próprias ações. Com suas próprias mãos.
Um de meus versículos preferidos está em Provérbios 14.4. O que é melhor? Um estábulo cheio de bois ou vazio? O vazio não dá trabalho algum. Permanece limpo. O cheio é preciso limpar. Providenciar alimento. Vacinas. Cuidado. Preocupações. Tempo. Mas e o resultado? Se estiver cheio de bois, dando todo esse trabalho, resultará em uma grande colheita. O que preferimos? Uma grande colheita depois de muito trabalho? Ou olhar para o estábulo e vê-lo sempre limpo, porém vazio, sem colheita alguma?
Lembra-se que nos capítulos anteriores nos ensinou a aprender a ter discernimento? Com ele, o conhecimento vem fácil. Longe da companhia dos tolos, claro.
E quanto ao prudente? Será que está se negando a “curtir a vida”? De forma alguma. Ele sabe para onde vai. E está indo. Mede todos os seus passos com cuidado. Examina-os. Alcançará seu objetivo. Angariará o que deseja. É cauteloso. Evita o perigo. Não anda por caminhos que parecem ser corretos, que, no fim, acabam levando à estrada da morte. Seu caminho o leva para cima. A sepultura fica para trás. E ele continua. Cada vez conquistando mais. Sem afobação.
Salomão também nos fala sobre o pecado de desprezarmos nosso próximo. De não ajudar os pobres. Quem os ajuda, é feliz. Os que planejam o bem encontram não apenas a satisfação, mas o amor e a fidelidade.
E não é maravilhoso saber que o justo encontra refúgio, mesmo na hora da morte. Sim, o justo também passa por lutas, por dificuldades. Também passa pela morte. Não está imune. Mas há uma diferença. Ele encontra refúgio. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html
Ah, como e bom ver uma pessoa gentil! A resposta gentil desvia o furor. É árvore de vida. Já a palavra ríspida, desperta a ira. É muito bom quando damos a resposta apropriada. Que produz vida. Que traz solução. É muito bom dizer a palavra certa. Na hora certa. Da maneira certa.
E quanto ao que temos dado valor em nossas vidas? É melhor dividir um prato de salada com quem amamos que um de picanha (e olha que amo picanha) com a companhia errada. É melhor ser paciente e acalmar uma discussão, que se irar facilmente e ser o provocador de uma briga. Também é melhor ser justo e caminhar por uma estrada aberta, que ser preguiçoso e não querer nem tirar os espinhos do caminho para conseguir andar. É melhor ser sábio e agradar o pai, que ser tolo e desprezar a mãe. Também é melhor ter muitos conselheiros e alcançar o êxito do que não ter nenhum e ver seus planos fracassados. É melhor adquirir entendimento ouvindo a repreensão do que rejeitar a disciplina e prejudicar a si mesmo. É melhor ser humilde e ter honra, que ser orgulhoso e sofrer ruína.
E com relação à cobiça? Alguém faz algo errado por causa dela e traz dor e aflição não apenas para si, mas para toda a família. Ao contrário, os que odeiam e não aceitam o suborno, trarão vida. Para si e sua família.
Quantos conselhos completamente atuais e necessários!
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.
Espero você. Até lá.
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quarta-feira, 3 de julho de 2019
Provérbios 2.1-3.35
Leitura do dia 28/06.
Na postagem anterior, vimos a finalidade dos Provérbios de Salomão. Ensinar sabedoria e disciplina. Ensinar a ter uma vida disciplinada e bem sucedida, fazendo o que é certo, justo e imparcial.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-11-33.html
No capítulo dois, ordena que se preste atenção às suas palavras. Que seus mandamentos sejam guardados como um tesouro. Que se dê ouvidos à sabedoria. Que o coração se concentre no entendimento. Que clamemos por inteligência e peçamos entendimento.
Mas não apenas isso. Que busquemos a sabedoria e o entendimento como se procurássemos um tesouro escondido.
Como um tesouro escondido é procurado? Vamos nos lembrar de alguns filmes?
Normalmente alguém tomava conhecimento de um tesouro que fora escondido. Havia um mapa. Com um “x” marcado, embora de difícil interpretação. O “caçador” de tesouros, dispendia de tudo que possuía para ir atrás, encontrá-lo. Vendia tudo que tinha. Comprava os instrumentos necessários para sua procura. Deixava tudo para trás. Gastava todo seu tempo a procura desse tesouro.
O tesouro nunca estava escondido em um lugar de fácil acesso. Estava realmente escondido. Muitas vezes em cavernas no mar. Que só eram acessadas quando a maré estava baixa. E com muita dificuldade. Havia risco de morte envolvido.
Salomão nos ordena a buscar a sabedoria desta maneira. Com total desprendimento. Como um tesouro escondido.
E mais, se encontrarmos esse tesouro escondido, entenderemos o que é o temor do Senhor. Obteremos conhecimento de Deus. Sim, o Senhor se revela àqueles que o buscam como se busca um tesouro escondido. Que se desprendem de tudo que tem para essa busca. Que gastem tudo que tem para essa busca. Que empreguem todo tempo e esforço nessa busca.
Queremos conhecê-Lo verdadeiramente?
Sabemos que o tesouro existe. Temos um mapa em nossas mãos. Sua Palavra nos leva até Ele. Gastaremos nosso tempo nessa busca? Gastaremos tudo que temos?
Se encontramos a sabedoria, entenderemos o que é certo, justo e imparcial. Quantas vezes questionamos essas três coisas. Quantas vezes não sabemos o que realmente é certo. Ficamos sem saber o que é justo. E não conseguimos agir com equidade, imparcialmente.
Se encontrarmos a sabedoria, conseguiremos. Ela entrará em nosso coração. O conhecimento encherá nosso coração com alegria. Saberemos agir tomando decisões sábias. O entendimento nos protegerá. A sabedoria nos livrará dos maus. Nos livrará da prostituição. Do engano.
No capítulo três, continuamos sendo instigados a guardar os mandamentos em nossos corações. Se o fizermos, viveremos muitos anos. Uma vida cheia de paz. Salomão não fala que será uma vida cheia de bens. Mas será cheia de paz. O que é preferível, acredite.
Que a bondade e a lealdade estejam presentes em nossas vidas. Escritas no fundo de nossos corações. Sem possibilidade de serem abandonadas.
Se agirmos com bondade e lealdade, alcançaremos favor e uma boa reputação. Não apenas dos homens, mas, o que é de importância vital, do Senhor.
Precisamos colocar nossa confiança nEle, de todo coração. Não podemos depender de nosso próprio entendimento. Se buscarmos Sua vontade em tudo que fizermos, Ele nos mostrará o caminho que devemos seguir.
Não podemos nos impressionar com “nossa” sabedoria, achando que somos muito sábios a ponto de não precisarmos nos esquivar do mal. A ordem é esquivar-se do mal. Afastar-se dele. Fugir.
Que honremos o Senhor com nossas riquezas. Com a melhor parte de tudo que produzimos.
Como O temos honrado? Com nossas verdadeiras riquezas? Temos dado a Ele a melhor parte de nossas produções?
Quando formos disciplinados pelo Senhor, que nos alegremos. Ele disciplina aos que ama. Como um pai.
Que aprendamos o valor da sabedoria. Ela dá mais lucro que a prata. Rende mais que o ouro. Vale muito mais que rubis e pedras preciosas. Nada, veja bem, absolutamente nada do que possamos desejar se compara a ela. É melhor que qualquer coisa. Que qualquer posição ou riqueza.
A sabedoria oferece vida longa com sua mão direita. Com a esquerda, riqueza e honra. Nos guia por estradas que são agradáveis. Levam a uma vida de paz. É árvore de vida para quem toma posse dela. Não é para os que querem uma “pitadinha”. Ou uma "lasquinha". É preciso se apegar. Agarrar. Tomar posse.
O Senhor fez tudo com sabedoria.
Que não percamos de vista o bom senso e o discernimento. Que também nos apeguemos a eles. Dão vigor à alma. São como joias em nosso pescoço. Nos mantém seguros. Nossos pés não tropeçam. Não sentimos medo quando vamos nos deitar. Nosso sono será tranquilo.
E olha, que maravilha! Não precisamos temer o desastre repentino. Aqui não está falando de um desastre que já deu aviso. Que pode acontecer a qualquer momento. Não. É um desastre repentino. Não precisamos temer. Também não precisamos temer a destruição que vem sobre os perversos.
Estamos andando nos caminhos do Senhor. Ele será nossa segurança. Guardará nossos pés de serem presos em qualquer armadilha. E, Sua sabedoria nos ensinará a enfrentar o que precisarmos.
Salomão também nos ensina que, sempre que estiver ao nosso alcance, devemos fazer o bem a quem precisa. Não podemos pedir que a pessoa volte outro dia, se podemos ajudar naquela hora.
Que não planejemos o mal. Nem procuremos motivos para brigar. Também não devemos invejar os violentos. Muito menos imitar sua conduta. O Senhor detesta os perversos.
O maravilhoso Senhor, Criador dos céus e da terra, o Único, Absoluto, oferece Sua amizade aos justos! Ele oferece Sua amizade. Somos Seus amigos? Aceitamos esse misericordioso oferecimento?
Que busquemos a sabedoria como o valioso tesouro que é. Que busquemos Sua vontade em tudo que fizermos. Que O honremos com tudo de melhor que temos. Que sejamos obedientes. Que aceitemos Sua amizade. E, como Abraão, sejamos conhecidos como Seus amigos.
Continuamos amanhã. Leremos do capítulo quatro ao capítulo seis.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos a finalidade dos Provérbios de Salomão. Ensinar sabedoria e disciplina. Ensinar a ter uma vida disciplinada e bem sucedida, fazendo o que é certo, justo e imparcial.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-11-33.html
No capítulo dois, ordena que se preste atenção às suas palavras. Que seus mandamentos sejam guardados como um tesouro. Que se dê ouvidos à sabedoria. Que o coração se concentre no entendimento. Que clamemos por inteligência e peçamos entendimento.
Mas não apenas isso. Que busquemos a sabedoria e o entendimento como se procurássemos um tesouro escondido.
Como um tesouro escondido é procurado? Vamos nos lembrar de alguns filmes?
Normalmente alguém tomava conhecimento de um tesouro que fora escondido. Havia um mapa. Com um “x” marcado, embora de difícil interpretação. O “caçador” de tesouros, dispendia de tudo que possuía para ir atrás, encontrá-lo. Vendia tudo que tinha. Comprava os instrumentos necessários para sua procura. Deixava tudo para trás. Gastava todo seu tempo a procura desse tesouro.
O tesouro nunca estava escondido em um lugar de fácil acesso. Estava realmente escondido. Muitas vezes em cavernas no mar. Que só eram acessadas quando a maré estava baixa. E com muita dificuldade. Havia risco de morte envolvido.
Salomão nos ordena a buscar a sabedoria desta maneira. Com total desprendimento. Como um tesouro escondido.
E mais, se encontrarmos esse tesouro escondido, entenderemos o que é o temor do Senhor. Obteremos conhecimento de Deus. Sim, o Senhor se revela àqueles que o buscam como se busca um tesouro escondido. Que se desprendem de tudo que tem para essa busca. Que gastem tudo que tem para essa busca. Que empreguem todo tempo e esforço nessa busca.
Queremos conhecê-Lo verdadeiramente?
Sabemos que o tesouro existe. Temos um mapa em nossas mãos. Sua Palavra nos leva até Ele. Gastaremos nosso tempo nessa busca? Gastaremos tudo que temos?
Se encontramos a sabedoria, entenderemos o que é certo, justo e imparcial. Quantas vezes questionamos essas três coisas. Quantas vezes não sabemos o que realmente é certo. Ficamos sem saber o que é justo. E não conseguimos agir com equidade, imparcialmente.
Se encontrarmos a sabedoria, conseguiremos. Ela entrará em nosso coração. O conhecimento encherá nosso coração com alegria. Saberemos agir tomando decisões sábias. O entendimento nos protegerá. A sabedoria nos livrará dos maus. Nos livrará da prostituição. Do engano.
No capítulo três, continuamos sendo instigados a guardar os mandamentos em nossos corações. Se o fizermos, viveremos muitos anos. Uma vida cheia de paz. Salomão não fala que será uma vida cheia de bens. Mas será cheia de paz. O que é preferível, acredite.
Que a bondade e a lealdade estejam presentes em nossas vidas. Escritas no fundo de nossos corações. Sem possibilidade de serem abandonadas.
Se agirmos com bondade e lealdade, alcançaremos favor e uma boa reputação. Não apenas dos homens, mas, o que é de importância vital, do Senhor.
Precisamos colocar nossa confiança nEle, de todo coração. Não podemos depender de nosso próprio entendimento. Se buscarmos Sua vontade em tudo que fizermos, Ele nos mostrará o caminho que devemos seguir.
Não podemos nos impressionar com “nossa” sabedoria, achando que somos muito sábios a ponto de não precisarmos nos esquivar do mal. A ordem é esquivar-se do mal. Afastar-se dele. Fugir.
Que honremos o Senhor com nossas riquezas. Com a melhor parte de tudo que produzimos.
Como O temos honrado? Com nossas verdadeiras riquezas? Temos dado a Ele a melhor parte de nossas produções?
Quando formos disciplinados pelo Senhor, que nos alegremos. Ele disciplina aos que ama. Como um pai.
Que aprendamos o valor da sabedoria. Ela dá mais lucro que a prata. Rende mais que o ouro. Vale muito mais que rubis e pedras preciosas. Nada, veja bem, absolutamente nada do que possamos desejar se compara a ela. É melhor que qualquer coisa. Que qualquer posição ou riqueza.
A sabedoria oferece vida longa com sua mão direita. Com a esquerda, riqueza e honra. Nos guia por estradas que são agradáveis. Levam a uma vida de paz. É árvore de vida para quem toma posse dela. Não é para os que querem uma “pitadinha”. Ou uma "lasquinha". É preciso se apegar. Agarrar. Tomar posse.
O Senhor fez tudo com sabedoria.
Que não percamos de vista o bom senso e o discernimento. Que também nos apeguemos a eles. Dão vigor à alma. São como joias em nosso pescoço. Nos mantém seguros. Nossos pés não tropeçam. Não sentimos medo quando vamos nos deitar. Nosso sono será tranquilo.
E olha, que maravilha! Não precisamos temer o desastre repentino. Aqui não está falando de um desastre que já deu aviso. Que pode acontecer a qualquer momento. Não. É um desastre repentino. Não precisamos temer. Também não precisamos temer a destruição que vem sobre os perversos.
Estamos andando nos caminhos do Senhor. Ele será nossa segurança. Guardará nossos pés de serem presos em qualquer armadilha. E, Sua sabedoria nos ensinará a enfrentar o que precisarmos.
Salomão também nos ensina que, sempre que estiver ao nosso alcance, devemos fazer o bem a quem precisa. Não podemos pedir que a pessoa volte outro dia, se podemos ajudar naquela hora.
Que não planejemos o mal. Nem procuremos motivos para brigar. Também não devemos invejar os violentos. Muito menos imitar sua conduta. O Senhor detesta os perversos.
O maravilhoso Senhor, Criador dos céus e da terra, o Único, Absoluto, oferece Sua amizade aos justos! Ele oferece Sua amizade. Somos Seus amigos? Aceitamos esse misericordioso oferecimento?
Que busquemos a sabedoria como o valioso tesouro que é. Que busquemos Sua vontade em tudo que fizermos. Que O honremos com tudo de melhor que temos. Que sejamos obedientes. Que aceitemos Sua amizade. E, como Abraão, sejamos conhecidos como Seus amigos.
Continuamos amanhã. Leremos do capítulo quatro ao capítulo seis.
Espero você. Até lá.
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quarta-feira, 26 de junho de 2019
Salmo 119.129-136
Leitura do dia 23/06.
Continuamos nossa bela caminhada através das estrofes do Salmo cento e dezenove.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-119121-128.html
Agora, leremos do versículo cento e vinte e nove ao versículo cento e trinta e seis.
Pê
O salmista declara, com toda razão, que os preceitos do Senhor são maravilhosos. Por isso ele os obedece. Sim, Seus preceitos são maravilhosos. Não são mesquinhos. Estão sempre visando o nosso bem.
O ensinamento da Sua palavra esclarece. Até os ingênuos passam a ter entendimento. Sua palavra é viva. Não é difícil como muitos acreditam. Que oremos e voltemos nossos olhos para ela, para seus ensinamentos.
Como são maravilhosos, o salmista suspira de desejo pelos mandamentos do Senhor. Pede que o Senhor venha e lhe mostre Sua misericórdia. Sabe que o Senhor a mostra a todos que amam Seu nome. E quem conhece Seus mandamentos, ama Seu nome. Impossível não amar.
Pede que seus passos sejam firmados em Sua palavra. Para que o pecado não o domine. Quem é dominado, é escravo. Se não seguimos o conselho do Senhor, dado primeiramente a Caim, seremos escravos, como ele foi. Completamente dominado. A ponto de assassinar seu irmão. Por inveja.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-41-26.html
"Se você fizer o que é certo, será aceito, Mas, se não o fizer, tome cuidado! O pecado está à porta, à sua espera, e deseja controlá-lo, mas é você quem deve dominá-lo." - Gênesis 4.7
O salmista pede ainda que o Senhor olhe para ele com favor. Que lhe ensine Seus decretos. Mas, não está preocupado apenas com ele. Como tem observado os mandamentos do Senhor, sabe que também precisa se importar com os outros. Em sua canção nos diz que chora muito, como se rios de lágrimas brotassem de seus olhos. Qual o motivo? Não tem dinheiro? Não ocupa determinado cargo? Não gera certa influência? Não tem um excelente emprego? Não tem o carro ou a casa que deseja? Não está satisfeito com sua aparência? Não. Ele chora porque as pessoas não cumprem a lei do Senhor. Sabe como tudo seria muito diferente se as cumprisse. Por isso chora. Por um motivo verdadeiramente digno.
Que também choremos pelas pessoas que não cumprem Suas leis. Que intercedamos por elas. Que as alcancemos com orações e amor.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Continuamos nossa bela caminhada através das estrofes do Salmo cento e dezenove.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-119121-128.html
Agora, leremos do versículo cento e vinte e nove ao versículo cento e trinta e seis.
Pê
O salmista declara, com toda razão, que os preceitos do Senhor são maravilhosos. Por isso ele os obedece. Sim, Seus preceitos são maravilhosos. Não são mesquinhos. Estão sempre visando o nosso bem.
O ensinamento da Sua palavra esclarece. Até os ingênuos passam a ter entendimento. Sua palavra é viva. Não é difícil como muitos acreditam. Que oremos e voltemos nossos olhos para ela, para seus ensinamentos.
Como são maravilhosos, o salmista suspira de desejo pelos mandamentos do Senhor. Pede que o Senhor venha e lhe mostre Sua misericórdia. Sabe que o Senhor a mostra a todos que amam Seu nome. E quem conhece Seus mandamentos, ama Seu nome. Impossível não amar.
Pede que seus passos sejam firmados em Sua palavra. Para que o pecado não o domine. Quem é dominado, é escravo. Se não seguimos o conselho do Senhor, dado primeiramente a Caim, seremos escravos, como ele foi. Completamente dominado. A ponto de assassinar seu irmão. Por inveja.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-41-26.html
"Se você fizer o que é certo, será aceito, Mas, se não o fizer, tome cuidado! O pecado está à porta, à sua espera, e deseja controlá-lo, mas é você quem deve dominá-lo." - Gênesis 4.7
O salmista pede ainda que o Senhor olhe para ele com favor. Que lhe ensine Seus decretos. Mas, não está preocupado apenas com ele. Como tem observado os mandamentos do Senhor, sabe que também precisa se importar com os outros. Em sua canção nos diz que chora muito, como se rios de lágrimas brotassem de seus olhos. Qual o motivo? Não tem dinheiro? Não ocupa determinado cargo? Não gera certa influência? Não tem um excelente emprego? Não tem o carro ou a casa que deseja? Não está satisfeito com sua aparência? Não. Ele chora porque as pessoas não cumprem a lei do Senhor. Sabe como tudo seria muito diferente se as cumprisse. Por isso chora. Por um motivo verdadeiramente digno.
Que também choremos pelas pessoas que não cumprem Suas leis. Que intercedamos por elas. Que as alcancemos com orações e amor.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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segunda-feira, 24 de junho de 2019
Salmo 119.97-104
Leitura do dia 23/06.
Vamos caminhando e lendo a maravilhosa obra de arte que é o Salmo cento e dezenove.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-11989-96.html
Agora, do versículo noventa e sete ao versículo cento e quatro.
Mem
Nesta estrofe, o salmista começa reconhecendo o quanto ama a lei do Senhor. Pensa nela o dia todo.
Seus mandamentos o fazem mais sábio que seus inimigos. Seus mandamentos o guiam.
Por causa de Seus mandamentos e de viver meditando neles, tem mais prudência até que seus mestres. Tem mais entendimento que os idosos porque obedece Suas ordens.
E assim ele segue a vida. Com prudência. Recusando-se a andar em qualquer tipo de caminho mau. Não se afastará de Seus estatutos. O Senhor foi um excelente professor. Ensinou muito bem.
Suas palavras são doces. Mais doces que o mel. Suas ordens dão discernimento. Nos livra dos caminhos falsos. Discernimento significa reconhecer o que é certo e o que é errado.
Que possamos amar Sua lei, tal qual o salmista. Que tenhamos discernimento. E andemos pelos caminhos verdadeiros do Senhor. Que odiemos e nos afastemos de todo caminho falso.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Vamos caminhando e lendo a maravilhosa obra de arte que é o Salmo cento e dezenove.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-11989-96.html
Agora, do versículo noventa e sete ao versículo cento e quatro.
Mem
Nesta estrofe, o salmista começa reconhecendo o quanto ama a lei do Senhor. Pensa nela o dia todo.
Seus mandamentos o fazem mais sábio que seus inimigos. Seus mandamentos o guiam.
Por causa de Seus mandamentos e de viver meditando neles, tem mais prudência até que seus mestres. Tem mais entendimento que os idosos porque obedece Suas ordens.
E assim ele segue a vida. Com prudência. Recusando-se a andar em qualquer tipo de caminho mau. Não se afastará de Seus estatutos. O Senhor foi um excelente professor. Ensinou muito bem.
Suas palavras são doces. Mais doces que o mel. Suas ordens dão discernimento. Nos livra dos caminhos falsos. Discernimento significa reconhecer o que é certo e o que é errado.
Que possamos amar Sua lei, tal qual o salmista. Que tenhamos discernimento. E andemos pelos caminhos verdadeiros do Senhor. Que odiemos e nos afastemos de todo caminho falso.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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domingo, 23 de junho de 2019
Salmo 119.25-32
Leitura do dia 23/06.
Caminhando por mais uma estrofe do Salmo cento e dezenove.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-11917-24.html
Agora, do versículo vinte e cinco ao trinta e dois.
Dálet
O salmista está muito angustiado. Prostrado no pó. Pede que o Senhor restaure sua vida através de Sua Sua palavra. Sabe que a Palavra do Senhor é vida.
Ele relatou seus planos ao Senhor. O Senhor o respondeu. Agora pede que ensine Seus decretos. Que o ajude a entender Suas ordens, para que possa meditar em Suas maravilhas.
Sua alma chora de tristeza. Pede que o Senhor o fortaleça. Pela Sua palavra. Que o afaste do caminho da mentira. Que lhe dê o privilégio magnífico de conhecer Sua lei.
Muitas vezes não conseguimos entender Suas ordens, ainda assim, precisamos meditar em Suas maravilhas. E obedecer. Dizer sim.
Que façamos como o salmista. Ele escolheu o caminho da verdade. Decidiu viver de acordo com os estatutos do Senhor. Foi uma escolha que fez. Tomou uma decisão. Apegou-se a Seus preceitos. Pede que o Senhor não permita que seja envergonhado.
Buscará Seus mandamentos. O Senhor aumentou o entendimento que tinha. Sim, os que buscam Seus caminhos têm entendimento.
Que sejamos como ele.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Caminhando por mais uma estrofe do Salmo cento e dezenove.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-11917-24.html
Agora, do versículo vinte e cinco ao trinta e dois.
Dálet
O salmista está muito angustiado. Prostrado no pó. Pede que o Senhor restaure sua vida através de Sua Sua palavra. Sabe que a Palavra do Senhor é vida.
Ele relatou seus planos ao Senhor. O Senhor o respondeu. Agora pede que ensine Seus decretos. Que o ajude a entender Suas ordens, para que possa meditar em Suas maravilhas.
Sua alma chora de tristeza. Pede que o Senhor o fortaleça. Pela Sua palavra. Que o afaste do caminho da mentira. Que lhe dê o privilégio magnífico de conhecer Sua lei.
Muitas vezes não conseguimos entender Suas ordens, ainda assim, precisamos meditar em Suas maravilhas. E obedecer. Dizer sim.
Que façamos como o salmista. Ele escolheu o caminho da verdade. Decidiu viver de acordo com os estatutos do Senhor. Foi uma escolha que fez. Tomou uma decisão. Apegou-se a Seus preceitos. Pede que o Senhor não permita que seja envergonhado.
Buscará Seus mandamentos. O Senhor aumentou o entendimento que tinha. Sim, os que buscam Seus caminhos têm entendimento.
Que sejamos como ele.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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