Leitura do dia 19/09.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Oseias.
Ontem vimos a iniquidade dos reis e príncipes. Também vimos que o juízo do Senhor está próximo. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/oseias-71-814.html
Agora, caminharemos através do capítulos nove a onze.
O Senhor ordena que Israel não se alegre. Com a prostituição, abandonaram-no. Agora, tudo faltará. Os cereais e o vinho novo. Também não permanecerão mais na terra dEle. Serão arrancados de lá. Efraim voltará ao Egito e na Assíria comerão coisas imundas. Chegaram os dias de castigo. Os dias do juízo. O Senhor se lembrará de suas injustiças e castigará seus pecados.
Ele lembra quando encontrou Israel. Era como encontrar uvas em meio ao deserto. Mas eles O deixaram. Foram atrás de Baal-Peor. Consagraram-se à vergonhosa idolatria. Tornaram-se abomináveis. Como o ídolo que amaram. Sim, é verdade. Tornamo-nos semelhantes ao que amamos. Se amamos ídolos inúteis, seremos como eles. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-251-18.html
O Senhor faria Israel próspero e resplandecente como Tiro, mas não quiseram segui-Lo. Agora terão ventres estéreis e seios secos. Suas raízes secaram. Não há mais frutos. Não gerarão filhos. Se os gerarem, serão consumidos pela morte porque afastaram-se do Senhor. Todos os seus príncipes são rebeldes.
Ao invés de serem bênçãos às nações, andarão errantes por elas. Porque não querem ouvir o Senhor.
Ao invés de agradecerem por seu crescimento, quanto mais cresceram, mais levantaram ídolos e altares. Falam palavras vãs. Juram falsamente. Fazem alianças errantes.
Samaria será atemorizada por causa do bezerro de Bete-Áven. Seu povo se lamentará por causa dele. Seus sacerdotes idólatras tremerão. Sua glória se foi. Seu bezerro será levado como presente ao rei da Assíria.
O Senhor ordenou que Israel semeasse em justiça. Ceifasse em misericórdia. Arasse em campos novos. Era (e é) tempo de buscar o Senhor até que Ele viesse e chovesse justiça sobre todos. Mas, araram em malícia. Colheram em perversidade. Comeram o fruto da mentira. Tudo porque confiaram em seus carros e em seus exércitos.
Ah, precisamos obedecer ao Senhor. E confiar somente nEle.
Israel veria a guerra. Suas fortalezas seriam destruídas. As mães, que deveriam ser cuidadas e amparadas por todos, seriam despedaçadas junto com seus filhos. Por causa de sua malícia. Seriam totalmente destruídos.
O Senhor lembra Seu amor por Israel. quando era uma nação pequena, Ele o amou. Do Egito chamou Seu filho. Aqui, uma referência a dois acontecimentos. Ele resgatou Israel do Egito e, quando o Senhor Jesus nasceu, que precisou fugir para o Egito, de lá o Senhor O chamou.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-141-1521.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/nasce-o-desejado-das-nacoes.html
Quanto mais o Senhor chamava Israel, mais afastavam-se de Sua presença. Mais fugiam. Sacrificavam a baalins e queimavam incensos às imagens de esculturas, transformadas em seus ídolos, seus deuses.
Foi Ele quem os ensinara a andar. Ele os tomara em Seus braços. Mas não entenderam que os estava curando. Não atentaram às Suas obras. Ele os atraíra com cordas humanas. Com laços de amor. Fora para eles como um alívio. Como quem alivia o jugo. Inclinara-se para lhes dar alimento. Ainda assim, recusaram converter-se. Por isso, irão em cativeiro para a Assíria. Serão consumidos pela espada. Devorados por causa de seus caprichos. Por serem inclinados a desviar-se dEle. Até olham para cima, mas não O adoram. https://www.youtube.com/watch?v=HwLTTBvzyUE
Apesar disso, o coração do Senhor se comove. Não consegue deixar Israel, entregá-lo. Suas compaixões estão voltadas para ele. Afinal, não é homem. É Deus. Não destruirá Israel. Ele o julgará. Com justo juízo.
Depois, andarão após Ele. E voltarão a habitar em sua própria terra.
As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos. Elas se renovam a cada manhã. Se tal não acontecesse, estaríamos todos perdidos (Lamentações de Jeremias 3.22,23).
Que sejamos obedientes ao Senhor. Ele nos atraiu com Suas cordas de amor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/a-crucificacao-de-jesus.html
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo doze. Até o capítulo quatorze.
Espero você. Até lá.
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domingo, 22 de setembro de 2019
Oseias 9.1-11.12
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domingo, 1 de setembro de 2019
Ezequiel 19.1-21.32
Leitura do dia 01/09.
Continuamos nossa caminhada através das páginas de Ezequiel.
Ontem vimos o Senhor contar a história de Jerusalém como se fosse uma mulher que Ele desposou. Uma mulher infiel. Que não se lembrou de todo o bem que recebeu dEle.
Também vimos seu julgamento por causa de sua prostituição. A parábola das duas águias, quando Zedequias traiu o juramento que fizera em nome do Senhor. E a justiça do Senhor. Seu desejo é que todos sigam o caminho da justiça. E vivam. Não deseja que ninguém morra. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-161-1832.html
Hoje caminharemos a partir do capítulo dezenove. Até o capítulo vinte e um.
O Senhor ordena que Ezequiel entoe um cântico fúnebre pelos príncipes de Israel. Também é em forma de parábola.
No dia 14 de agosto de 591 a.C., alguns dos líderes de Israel foram até Ezequiel para consultar o Senhor. Estavam todos sentados juntos quando o profeta recebeu Sua palavra. O Senhor está indignado com Seu povo. Como ousam consulta-Lo se estão tão longe dEle? Não falará.
Ordena que Ezequiel lhes mostre como os pecados de seus antepassados são detestáveis. E conta a história de Israel. Desde quando o Senhor se revelou aos descendentes de Jacó.
Quando os tirou do Egito, ordenou que se livrassem das imagens repugnantes pelas quais estavam obcecados. Que não se contaminassem com os ídolos do Egito. Não adiantou. Rebelaram-se contra Ele.
Não os destruiu por causa de Seu nome. Para não ser desonrado entre as nações vizinhas a que havia se revelado quando da saída do Egito.
O Senhor os levou ao deserto. Ali deu-lhes Seus decretos e estatutos. Para que encontrassem vida ao praticá-los. A lei do Senhor não é opressiva. Ela é protetiva. Seu desejo é que, através dela, todos possam viver. Em harmonia com o Senhor, consigo e com os outros.
Não quiseram obedecer. A obediência lhes daria vida, mas não seguiram Seus mandamentos. Mais uma vez não os destruiu para que Seu nome não fosse desonrado diante das nações que viram Seu poder quando os tirara do Egito. O Senhor deseja que todas as nações honrem Seu nome. E O amem.
Os rebeldes, que entregaram os corações aos seus ídolos, não entraram na terra fértil e linda que o Senhor lhes prometera. Morreram no caminho. No deserto.
O Senhor advertiu seus filhos. Que não seguissem os passos e o estilo de vida de seus pais, contaminados com seus ídolos. Que obedecessem Seus decretos e estatutos. Não adiantou. A obediência teria concedido vida. Mas não quiseram.
Mais uma vez o Senhor conteve Seu julgamento para que Seu nome não fosse desonrado diante das nações que viram Seu poder quando Ele os tirou do Egito. No entanto, o Senhor fez um juramento que os espalharia entre as nações.
Seu povo não quis ouvir. Continuaram pecando. Profanaram Seu templo. Seu nome. Ofereceram sacrifícios a seus deuses. Viraram-Lhe as costas. Ele deve permitir que O consultem?
Falam que desejam ser como as outras nações. Desejam servir ídolos de madeira e de pedra. O Senhor não permitirá que tal aconteça. Ele é o único Senhor. Julgará Seu povo. Face a face. Depois do julgamento, voltarão Ele. Obedecerão e deixarão de desonra-Lo. Eles o adorarão. E serão aceitos.
Por meio deles, o Senhor demonstrará Sua santidade diante de todas as nações. Essa é a missão de Israel. Demonstrar ao mundo inteiro a santidade do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
"Farei de você uma grande nação, o abençoarei e o tornarei famoso, e você será uma benção para outros. Abençoarei os que o abençoarem e amaldiçoarei os que o amaldiçoarem. Por meio de você, todas as famílias da terra serão abençoadas". - Gênesis 12.2,3
Até os matagais do Neguebe serão julgados. O Senhor acenderá um fogo que não apagará. O julgamento do Senhor será tal que o mundo inteiro e não apenas Israel, saberá que somente Ele é o Senhor.
Ezequiel recebe a ordem de gemer. Deve gemer diante de todos. Com grande amargura e coração quebrantado. Quando perguntassem o motivo, diria que estava gemendo por causa da notícia que recebeu. Uma notícia tão terrível que até o mais valente ficará derretido de medo. A espada matará Seu povo e seus líderes.
O Senhor lhe diz que há um presságio contra Jerusalém. O rei da Babilônia está em uma encruzilhada. Não sabe para onde vai. Pode atacar Jerusalém ou Rabá, capital de Amom. Ele chama seus adivinhos para fazer seus rituais macabros. E a sorte cai em Jerusalém. Será atacada. Por causa do presságio, mas por causa da rebeldia de seu povo. Não tentam nem esconder seus pecados. Pecam descaradamente. Serão punidos. O dia do acerto chegou. Para o príncipe corrupto de Israel e para seu povo.
Os amonitas pensam que ficarão livres do julgamento. Mas o Senhor também os julgará. Por causa de seus pecados. A espada cairá sobre os perversos. O dia do juízo chegou. O castigo será tal que não haverá mais lembrança deles na história. Foi o que o Senhor disse.
Que sejamos obedientes. A obediência produz vida. É certo que o juízo virá sobre os rebeldes.
"Pois o salário do pecado é a morte, mas a dádiva de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor". - Romanos 6.23
Que somente Ele esteja levantado em nossos corações. Ninguém mais. Nada mais.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo vinte e dois. Até o capítulo vinte e quatro.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através das páginas de Ezequiel.
Ontem vimos o Senhor contar a história de Jerusalém como se fosse uma mulher que Ele desposou. Uma mulher infiel. Que não se lembrou de todo o bem que recebeu dEle.
Também vimos seu julgamento por causa de sua prostituição. A parábola das duas águias, quando Zedequias traiu o juramento que fizera em nome do Senhor. E a justiça do Senhor. Seu desejo é que todos sigam o caminho da justiça. E vivam. Não deseja que ninguém morra. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-161-1832.html
Hoje caminharemos a partir do capítulo dezenove. Até o capítulo vinte e um.
O Senhor ordena que Ezequiel entoe um cântico fúnebre pelos príncipes de Israel. Também é em forma de parábola.
No dia 14 de agosto de 591 a.C., alguns dos líderes de Israel foram até Ezequiel para consultar o Senhor. Estavam todos sentados juntos quando o profeta recebeu Sua palavra. O Senhor está indignado com Seu povo. Como ousam consulta-Lo se estão tão longe dEle? Não falará.
Ordena que Ezequiel lhes mostre como os pecados de seus antepassados são detestáveis. E conta a história de Israel. Desde quando o Senhor se revelou aos descendentes de Jacó.
Quando os tirou do Egito, ordenou que se livrassem das imagens repugnantes pelas quais estavam obcecados. Que não se contaminassem com os ídolos do Egito. Não adiantou. Rebelaram-se contra Ele.
Não os destruiu por causa de Seu nome. Para não ser desonrado entre as nações vizinhas a que havia se revelado quando da saída do Egito.
O Senhor os levou ao deserto. Ali deu-lhes Seus decretos e estatutos. Para que encontrassem vida ao praticá-los. A lei do Senhor não é opressiva. Ela é protetiva. Seu desejo é que, através dela, todos possam viver. Em harmonia com o Senhor, consigo e com os outros.
Não quiseram obedecer. A obediência lhes daria vida, mas não seguiram Seus mandamentos. Mais uma vez não os destruiu para que Seu nome não fosse desonrado diante das nações que viram Seu poder quando os tirara do Egito. O Senhor deseja que todas as nações honrem Seu nome. E O amem.
Os rebeldes, que entregaram os corações aos seus ídolos, não entraram na terra fértil e linda que o Senhor lhes prometera. Morreram no caminho. No deserto.
O Senhor advertiu seus filhos. Que não seguissem os passos e o estilo de vida de seus pais, contaminados com seus ídolos. Que obedecessem Seus decretos e estatutos. Não adiantou. A obediência teria concedido vida. Mas não quiseram.
Mais uma vez o Senhor conteve Seu julgamento para que Seu nome não fosse desonrado diante das nações que viram Seu poder quando Ele os tirou do Egito. No entanto, o Senhor fez um juramento que os espalharia entre as nações.
Seu povo não quis ouvir. Continuaram pecando. Profanaram Seu templo. Seu nome. Ofereceram sacrifícios a seus deuses. Viraram-Lhe as costas. Ele deve permitir que O consultem?
Falam que desejam ser como as outras nações. Desejam servir ídolos de madeira e de pedra. O Senhor não permitirá que tal aconteça. Ele é o único Senhor. Julgará Seu povo. Face a face. Depois do julgamento, voltarão Ele. Obedecerão e deixarão de desonra-Lo. Eles o adorarão. E serão aceitos.
Por meio deles, o Senhor demonstrará Sua santidade diante de todas as nações. Essa é a missão de Israel. Demonstrar ao mundo inteiro a santidade do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
"Farei de você uma grande nação, o abençoarei e o tornarei famoso, e você será uma benção para outros. Abençoarei os que o abençoarem e amaldiçoarei os que o amaldiçoarem. Por meio de você, todas as famílias da terra serão abençoadas". - Gênesis 12.2,3
Até os matagais do Neguebe serão julgados. O Senhor acenderá um fogo que não apagará. O julgamento do Senhor será tal que o mundo inteiro e não apenas Israel, saberá que somente Ele é o Senhor.
Ezequiel recebe a ordem de gemer. Deve gemer diante de todos. Com grande amargura e coração quebrantado. Quando perguntassem o motivo, diria que estava gemendo por causa da notícia que recebeu. Uma notícia tão terrível que até o mais valente ficará derretido de medo. A espada matará Seu povo e seus líderes.
O Senhor lhe diz que há um presságio contra Jerusalém. O rei da Babilônia está em uma encruzilhada. Não sabe para onde vai. Pode atacar Jerusalém ou Rabá, capital de Amom. Ele chama seus adivinhos para fazer seus rituais macabros. E a sorte cai em Jerusalém. Será atacada. Por causa do presságio, mas por causa da rebeldia de seu povo. Não tentam nem esconder seus pecados. Pecam descaradamente. Serão punidos. O dia do acerto chegou. Para o príncipe corrupto de Israel e para seu povo.
Os amonitas pensam que ficarão livres do julgamento. Mas o Senhor também os julgará. Por causa de seus pecados. A espada cairá sobre os perversos. O dia do juízo chegou. O castigo será tal que não haverá mais lembrança deles na história. Foi o que o Senhor disse.
Que sejamos obedientes. A obediência produz vida. É certo que o juízo virá sobre os rebeldes.
"Pois o salário do pecado é a morte, mas a dádiva de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor". - Romanos 6.23
Que somente Ele esteja levantado em nossos corações. Ninguém mais. Nada mais.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo vinte e dois. Até o capítulo vinte e quatro.
Espero você. Até lá.
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quinta-feira, 29 de agosto de 2019
Ezequiel 4.1-6.14
Leitura do dia 27/08.
Continuamos nossa caminhada pelas páginas de Ezequiel.
Ontem lemos sobre a impressionante visão da glória do Senhor, seu chamado e comissão. Deve falar as palavras do Senhor, sempre que as receber.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/ezequiel-11-327.html
Hoje, caminharemos a partir do capítulo quatro. Até o capítulo seis.
O Senhor ordena que Ezequiel pegue um tijolo e nele desenhe a cidade de Jerusalém. Deve fazer uma encenação do cerco à cidade. Seria um sinal de advertência para o povo de Israel.
Após, o Senhor ordenou que se deitasse sobre seu lado esquerdo e colocasse sobre si os pecados de Israel. Lembre-se, era tudo uma simbologia. Um sinal de advertência. Ficaria deitado sobre seu lado esquerdo durante trezentos e noventa dias. Um dia para cada ano do pecado do povo de Israel.
Depois, deitaria sobre seu lado direito por quarenta dias. Também um dia para cada ano de pecado de Judá. Deveria deitar-se olhando para a encenação que fizera com o tijolo. Seu braço descoberto para profetizar contra Jerusalém.
O Senhor o amarraria com cordas para que não pudesse se virar de um lado para o outro. Até que completasse os dias que o Senhor lhe ordenara. Mais de um ano deitado sobre seu lado esquerdo! Bem, melhor que andar nu como Isaías andou. http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/isaias-191-2117.html
Pegaria um pouco de cereais e misturaria em uma vasilha. Comeria apenas 240 gramas por dia, em horas determinadas. A água também seria racionada. Beberia pouco mais de meio litro por dia. Também em horas determinadas. Assaria sua comida à vista de todo o povo. O combustível seria fezes humanas secas.
Ezequiel não contestou ao Senhor por ficar deitado trezentos e noventa dias do lado esquerdo, comendo apenas 240 gramas por dia ou bebendo um pouco mais de meio litro de água. Mas, questionou comer o alimento feito sobre fezes humanas. Era um sacerdote. Nunca havia comido nada impuro em sua vida. Jamais fora contaminado. O Senhor ouviu sua queixa. Ordenou que em lugar de fezes humanas, usasse esterco de vaca.
Tudo era um sinal de quanto a água e a comida ficariam escassas durante o cerco de Jerusalém. Seu povo definharia debaixo de seu castigo. Por causa de seus muitos pecados.
Imagine o quanto Ezequiel deve ter emagrecido depois de todos esses dias comendo e bebendo tão pouco. E sem se mexer.
Depois o Senhor ordenou que tomasse uma espada afiada e, com ela, raspasse sua cabeça e sua barba. Lembre-se que os homens não tinham o costume de raspar a cabeça e retirar a barba. Era sinal de vergonha. Usaria uma balança para pesar seu cabelo, dividindo-o em três partes. Uma parte colocaria no meio do desenho de Jerusalém e, depois da encenação, queimaria. A outra, espalharia ao redor do desenho e cortaria com a espada. A terceira parte seria espalhada ao vento. Ainda guardaria um pouco de cabelo amarrado, em seu manto. Desse pouco, pegaria uns fios e jogaria no fogo. Era uma ilustração do que aconteceria com o povo de Jerusalém.
Lembre-se que voltamos uns anos no tempo. Ainda não aconteceu o final do livro de Jeremias, quando Jerusalém foi cercada, no ano 586 a.C.
O Senhor lembra que colocou Jerusalém no centro das nações. Deveria ser benção, mas revoltou-se contra Seus estatutos e decretos. Foi pior, mais perversa, que as nações ao seu redor. Ele a castigaria diante das nações para servir de advertência a todas as nações. Elas veriam o que acontece quando o Senhor castiga uma nação e a repreende.
Jerusalém profanou Sua terra. Profanou Seu templo com imagens de ídolos repugnantes e pecados detestáveis.
Ezequiel recebeu outra mensagem do Senhor. Que voltasse seu rosto para os montes de Israel e profetizasse contra eles. Estava prestes a fazer uma guerra. Todos seus altares idólatras seriam demolidos. Seus lugares de adoração, destruídos. Seu povo morreria diante de seus ídolos, que não podiam fazer absolutamente nada por eles. A cidade ficaria cheia de cadáveres, então, saberiam que somente o Senhor é Deus.
Quando estivessem exilados entre as nações, lembrariam dEle. Reconheceriam o quanto O entristeceram com sua infidelidade e adoração a ídolos. Finalmente ficariam com nojo de si mesmos por todos seus pecados detestáveis. E, saberiam que tudo que o disse Senhor não era brincadeira. Ele falava sério quando disse que viria calamidade sobre eles se não se arrependessem.
Agora, porém, morreriam de guerra, fome e doença. Seriam arrasados e suas cidades ficariam desoladas.
O que, de fato, aconteceu.
Que nossos olhos estejam fixos no Senhor. Somente nEle.
Que nossos corações sejam fieis a Ele. Que O obedeçamos de coração.
Continuamos na próxima postagem. Leremos a partir do capítulo sete. Até o capítulo nove.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelas páginas de Ezequiel.
Ontem lemos sobre a impressionante visão da glória do Senhor, seu chamado e comissão. Deve falar as palavras do Senhor, sempre que as receber.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/ezequiel-11-327.html
Hoje, caminharemos a partir do capítulo quatro. Até o capítulo seis.
O Senhor ordena que Ezequiel pegue um tijolo e nele desenhe a cidade de Jerusalém. Deve fazer uma encenação do cerco à cidade. Seria um sinal de advertência para o povo de Israel.
Após, o Senhor ordenou que se deitasse sobre seu lado esquerdo e colocasse sobre si os pecados de Israel. Lembre-se, era tudo uma simbologia. Um sinal de advertência. Ficaria deitado sobre seu lado esquerdo durante trezentos e noventa dias. Um dia para cada ano do pecado do povo de Israel.
Depois, deitaria sobre seu lado direito por quarenta dias. Também um dia para cada ano de pecado de Judá. Deveria deitar-se olhando para a encenação que fizera com o tijolo. Seu braço descoberto para profetizar contra Jerusalém.
O Senhor o amarraria com cordas para que não pudesse se virar de um lado para o outro. Até que completasse os dias que o Senhor lhe ordenara. Mais de um ano deitado sobre seu lado esquerdo! Bem, melhor que andar nu como Isaías andou. http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/isaias-191-2117.html
Pegaria um pouco de cereais e misturaria em uma vasilha. Comeria apenas 240 gramas por dia, em horas determinadas. A água também seria racionada. Beberia pouco mais de meio litro por dia. Também em horas determinadas. Assaria sua comida à vista de todo o povo. O combustível seria fezes humanas secas.
Ezequiel não contestou ao Senhor por ficar deitado trezentos e noventa dias do lado esquerdo, comendo apenas 240 gramas por dia ou bebendo um pouco mais de meio litro de água. Mas, questionou comer o alimento feito sobre fezes humanas. Era um sacerdote. Nunca havia comido nada impuro em sua vida. Jamais fora contaminado. O Senhor ouviu sua queixa. Ordenou que em lugar de fezes humanas, usasse esterco de vaca.
Tudo era um sinal de quanto a água e a comida ficariam escassas durante o cerco de Jerusalém. Seu povo definharia debaixo de seu castigo. Por causa de seus muitos pecados.
Imagine o quanto Ezequiel deve ter emagrecido depois de todos esses dias comendo e bebendo tão pouco. E sem se mexer.
Depois o Senhor ordenou que tomasse uma espada afiada e, com ela, raspasse sua cabeça e sua barba. Lembre-se que os homens não tinham o costume de raspar a cabeça e retirar a barba. Era sinal de vergonha. Usaria uma balança para pesar seu cabelo, dividindo-o em três partes. Uma parte colocaria no meio do desenho de Jerusalém e, depois da encenação, queimaria. A outra, espalharia ao redor do desenho e cortaria com a espada. A terceira parte seria espalhada ao vento. Ainda guardaria um pouco de cabelo amarrado, em seu manto. Desse pouco, pegaria uns fios e jogaria no fogo. Era uma ilustração do que aconteceria com o povo de Jerusalém.
Lembre-se que voltamos uns anos no tempo. Ainda não aconteceu o final do livro de Jeremias, quando Jerusalém foi cercada, no ano 586 a.C.
O Senhor lembra que colocou Jerusalém no centro das nações. Deveria ser benção, mas revoltou-se contra Seus estatutos e decretos. Foi pior, mais perversa, que as nações ao seu redor. Ele a castigaria diante das nações para servir de advertência a todas as nações. Elas veriam o que acontece quando o Senhor castiga uma nação e a repreende.
Jerusalém profanou Sua terra. Profanou Seu templo com imagens de ídolos repugnantes e pecados detestáveis.
Ezequiel recebeu outra mensagem do Senhor. Que voltasse seu rosto para os montes de Israel e profetizasse contra eles. Estava prestes a fazer uma guerra. Todos seus altares idólatras seriam demolidos. Seus lugares de adoração, destruídos. Seu povo morreria diante de seus ídolos, que não podiam fazer absolutamente nada por eles. A cidade ficaria cheia de cadáveres, então, saberiam que somente o Senhor é Deus.
Quando estivessem exilados entre as nações, lembrariam dEle. Reconheceriam o quanto O entristeceram com sua infidelidade e adoração a ídolos. Finalmente ficariam com nojo de si mesmos por todos seus pecados detestáveis. E, saberiam que tudo que o disse Senhor não era brincadeira. Ele falava sério quando disse que viria calamidade sobre eles se não se arrependessem.
Agora, porém, morreriam de guerra, fome e doença. Seriam arrasados e suas cidades ficariam desoladas.
O que, de fato, aconteceu.
Que nossos olhos estejam fixos no Senhor. Somente nEle.
Que nossos corações sejam fieis a Ele. Que O obedeçamos de coração.
Continuamos na próxima postagem. Leremos a partir do capítulo sete. Até o capítulo nove.
Espero você. Até lá.
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quarta-feira, 21 de agosto de 2019
Jeremias 19.1-21.14
Leitura do dia 12/08.
Continuamos nossa caminhada através das páginas do livro de Jeremias.
Ontem vimos que Jeremias precisa alertar o povo sobre seus pecados. Não conseguem enxergar que estão pecando. Também vimos sua perseverança em servir ao Senhor, ainda que seu próprio povo zombasse dele. Também vimos que somos o barro. Ele é o oleiro.
Jeremias fica despedaçado quando descobre que querem matá-lo. Ele que continuava intercedendo pelo povo, tentando protege-los da ira do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-161-1823.html
Hoje caminharemos a partir do capítulo dezenove. Até o capítulo vinte e um.
Para que o povo entenda, o Senhor gosta de falar por símbolos. Ordena que Jeremias compre um vaso de barro. Peça a alguns líderes e sacerdotes que o acompanhem. Eles o seguem. Com o vaso que comprou, vão até o depósito de lixo. No vale de Ben-Hinom. Junto ao portão “dos Cacos”. Lá Jeremias proclama a mensagem do Senhor.
Sua mensagem é que o Senhor trará uma grande calamidade sobre aquele lugar. O motivo? Seu povo O abandonou. Transformou aquele vale em um lugar de perversidade. Ali queimam incenso a deuses estrangeiros. Ídolos que eram desconhecidos àquela geração. Ídolos novos, porém inúteis, como quaisquer outros. Ali sacrificam o sangue de crianças inocentes. Construíram altares a Baal e lhe queimaram seus filhos. Como sacrifício.
Por tudo isso, o Senhor permitirá que Seu povo seja massacrado. Jerusalém se transformará em um grande monumento. À sua própria tolice. A fome será tanta que comerão seus próprios filhos e amigos. Absoluto desespero tomará conta deles.
Depois dessa mensagem, Jeremias, por ordem do Senhor, quebrou o vaso. Assim o Senhor faria com Seu povo. Seriam despedaçados, por terem se recusado a ouvi-Lo.
Ele volta. Para em frente ao templo do Senhor. Entrega mais uma mensagem. O Senhor fala novamente que trará calamidade a Jerusalém e aos povoados ao redor. Por teimarem em não ouvi-Lo.
Quando Pasur, sacerdote encarregado do templo do Senhor ouviu, imediatamente ordenou que o prendesse e o açoitassem. Como alguém poderia falar contra Jerusalém? Foi posto junto à porta de Benjamim, em um tronco. Passou a noite ali.
No dia seguinte, foi solto. Jeremias disse a Pasur que o Senhor havia mudado seu nome! Que coragem a de Jeremias. Pasur agora chamaria “Homem que vive em terror”. O Senhor enviaria terror sobre ele e seus amigos. Veria quando fossem mortos pelas espadas do inimigo. Ele e sua casa seriam levados para o exílio em Babilônia. Lá morreriam.
O coração de Jeremias está triste. Pesado. É motivo de zombaria. Todos os dias. Todos riem dele. Quando abre sua boca é só para gritar: “Violência e destruição!”. Não há outra mensagem. As mensagens do Senhor o transformaram em alvo de piadas. O tempo todo. Até pensou que nunca mais mencionaria o Senhor, nem falaria em seu nome. Mas não consegue. Sua palavra arde como fogo em seu coração, em seus ossos. Não consegue contê-la. É simplesmente impossível. Ele tem um relacionamento com o Senhor. Não pode deixar de falar. Ainda que sejam palavras duras. Ainda que tenha se tornado objeto de zombaria.
Até seus amigos, que se diziam íntimos, esperam que cometa algum erro. Desejam que caia. Querem se vingar dele. Embora seu coração doa, Jeremias sabe que o Senhor está a seu lado. Como um poderoso guerreiro. Seus perseguidores tropeçarão diante dEle. Não conseguirão derrota-lo. Por causa do Senhor.
Em meio à sua dor, Jeremias louva o Senhor. Ele salva o pobre e o necessitado. Livra-os dos opressores. Apesar disso, amaldiçoa o dia em que nasceu. Está tão perdido que não sabe mais o motivo de seu nascimento. Considera toda sua vida apenas sofrimento, tristeza e vergonha. Ele está certo? Sim. Sua vida tem sido apenas sofrimento, tristeza e vergonha. Sofre pelo povo que continua pecando, que não deseja ouvir o Senhor. Sua tristeza é enorme. Seus próprios amigos se voltaram contra ele. Não querem ouvir o Senhor. Traz consigo a marca da vergonha, por todas as vezes em que é zombado. Por que nasceu?
Muitas vezes não nos sentimos assim? Parece que tudo está contra nós. Nada está a nosso favor. Por que ainda estamos vivos? Por que não morremos assim que nascemos?
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/jaco-jose-nao-morreu-acredite.html
Jeremias não é um super-homem. É um homem comum, que o Senhor escolheu. Ainda antes do ventre. Ele o separou. Para ser profeta às nações. Ele o nomeou para falar Suas palavras. Onde quer que fosse. Por isso nasceu. O Senhor lhe respondeu antes que perguntasse. Lhe respondeu assim que o chamou. Nasceu para ser um profeta. Profetas não têm vida boa. Profetas sofrem. São perseguidos. Presos. Maltratados. Martirizados. Pergunte a João Batista, Isaías, Ezequiel, ou ao próprio Jeremias. Pergunte ao Senhor Jesus. http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-11-19.html
Quando Nabucodonosor estava atacando Judá, o rei Zedequias ordenou que Pasur e Sofonias, ambos sacerdotes, fossem procurar Jeremias. Que lhe suplicassem para pedir socorro ao Senhor. Ah, agora acreditam em Jeremias? Acreditam que é um verdadeiro profeta do Senhor? Até acham que o Senhor, quem sabe, possa fazer um de seus milagres poderosos, como no passado?
Mas a resposta do Senhor não foi agradável. Jerusalém será queimada. De alto a baixo. Serão mortos sem compaixão.
Mas há uma escolha que ainda pode ser feita (Ah, como o Senhor é misericordioso). Essa escolha é entre a vida e a morte. Quem se entregar a Nabucodonosor, terá como recompensa a vida. Quem ficar na cidade morrerá. A morte será por guerra, fome ou doença.
O Senhor também ordena que Jeremias fale à família real que, a cada manhã, façam justiça ao povo. Que ajudem os explorados. E livrem-se dos opressores. Se não obedecerem, o Senhor lutará contra eles. Se acreditaram que estão seguros porque estão em Jerusalém, serão castigados. O Senhor acenderá um fogo em seus bosques e queimará tudo ao redor.
Como é sério endurecer o coração e não ouvir o Senhor. Como é sério não obedecê-Lo. Como é sério não se arrepender. Como é sério não fazer justiça.
Que tomemos cuidado com os novos ídolos, importados de outras nações, se esgueirando para dentro de nossas igrejas e tomando o lugar do Senhor e de Sua palavra. Que sejamos como Jeremias. Que seja impossível nos afastar dEle e de Sua palavra.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo vinte e dois. Até o capítulo vinte e quatro.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através das páginas do livro de Jeremias.
Ontem vimos que Jeremias precisa alertar o povo sobre seus pecados. Não conseguem enxergar que estão pecando. Também vimos sua perseverança em servir ao Senhor, ainda que seu próprio povo zombasse dele. Também vimos que somos o barro. Ele é o oleiro.
Jeremias fica despedaçado quando descobre que querem matá-lo. Ele que continuava intercedendo pelo povo, tentando protege-los da ira do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-161-1823.html
Hoje caminharemos a partir do capítulo dezenove. Até o capítulo vinte e um.
Para que o povo entenda, o Senhor gosta de falar por símbolos. Ordena que Jeremias compre um vaso de barro. Peça a alguns líderes e sacerdotes que o acompanhem. Eles o seguem. Com o vaso que comprou, vão até o depósito de lixo. No vale de Ben-Hinom. Junto ao portão “dos Cacos”. Lá Jeremias proclama a mensagem do Senhor.
Sua mensagem é que o Senhor trará uma grande calamidade sobre aquele lugar. O motivo? Seu povo O abandonou. Transformou aquele vale em um lugar de perversidade. Ali queimam incenso a deuses estrangeiros. Ídolos que eram desconhecidos àquela geração. Ídolos novos, porém inúteis, como quaisquer outros. Ali sacrificam o sangue de crianças inocentes. Construíram altares a Baal e lhe queimaram seus filhos. Como sacrifício.
Por tudo isso, o Senhor permitirá que Seu povo seja massacrado. Jerusalém se transformará em um grande monumento. À sua própria tolice. A fome será tanta que comerão seus próprios filhos e amigos. Absoluto desespero tomará conta deles.
Depois dessa mensagem, Jeremias, por ordem do Senhor, quebrou o vaso. Assim o Senhor faria com Seu povo. Seriam despedaçados, por terem se recusado a ouvi-Lo.
Ele volta. Para em frente ao templo do Senhor. Entrega mais uma mensagem. O Senhor fala novamente que trará calamidade a Jerusalém e aos povoados ao redor. Por teimarem em não ouvi-Lo.
Quando Pasur, sacerdote encarregado do templo do Senhor ouviu, imediatamente ordenou que o prendesse e o açoitassem. Como alguém poderia falar contra Jerusalém? Foi posto junto à porta de Benjamim, em um tronco. Passou a noite ali.
No dia seguinte, foi solto. Jeremias disse a Pasur que o Senhor havia mudado seu nome! Que coragem a de Jeremias. Pasur agora chamaria “Homem que vive em terror”. O Senhor enviaria terror sobre ele e seus amigos. Veria quando fossem mortos pelas espadas do inimigo. Ele e sua casa seriam levados para o exílio em Babilônia. Lá morreriam.
O coração de Jeremias está triste. Pesado. É motivo de zombaria. Todos os dias. Todos riem dele. Quando abre sua boca é só para gritar: “Violência e destruição!”. Não há outra mensagem. As mensagens do Senhor o transformaram em alvo de piadas. O tempo todo. Até pensou que nunca mais mencionaria o Senhor, nem falaria em seu nome. Mas não consegue. Sua palavra arde como fogo em seu coração, em seus ossos. Não consegue contê-la. É simplesmente impossível. Ele tem um relacionamento com o Senhor. Não pode deixar de falar. Ainda que sejam palavras duras. Ainda que tenha se tornado objeto de zombaria.
Até seus amigos, que se diziam íntimos, esperam que cometa algum erro. Desejam que caia. Querem se vingar dele. Embora seu coração doa, Jeremias sabe que o Senhor está a seu lado. Como um poderoso guerreiro. Seus perseguidores tropeçarão diante dEle. Não conseguirão derrota-lo. Por causa do Senhor.
Em meio à sua dor, Jeremias louva o Senhor. Ele salva o pobre e o necessitado. Livra-os dos opressores. Apesar disso, amaldiçoa o dia em que nasceu. Está tão perdido que não sabe mais o motivo de seu nascimento. Considera toda sua vida apenas sofrimento, tristeza e vergonha. Ele está certo? Sim. Sua vida tem sido apenas sofrimento, tristeza e vergonha. Sofre pelo povo que continua pecando, que não deseja ouvir o Senhor. Sua tristeza é enorme. Seus próprios amigos se voltaram contra ele. Não querem ouvir o Senhor. Traz consigo a marca da vergonha, por todas as vezes em que é zombado. Por que nasceu?
Muitas vezes não nos sentimos assim? Parece que tudo está contra nós. Nada está a nosso favor. Por que ainda estamos vivos? Por que não morremos assim que nascemos?
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/jaco-jose-nao-morreu-acredite.html
Jeremias não é um super-homem. É um homem comum, que o Senhor escolheu. Ainda antes do ventre. Ele o separou. Para ser profeta às nações. Ele o nomeou para falar Suas palavras. Onde quer que fosse. Por isso nasceu. O Senhor lhe respondeu antes que perguntasse. Lhe respondeu assim que o chamou. Nasceu para ser um profeta. Profetas não têm vida boa. Profetas sofrem. São perseguidos. Presos. Maltratados. Martirizados. Pergunte a João Batista, Isaías, Ezequiel, ou ao próprio Jeremias. Pergunte ao Senhor Jesus. http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-11-19.html
Quando Nabucodonosor estava atacando Judá, o rei Zedequias ordenou que Pasur e Sofonias, ambos sacerdotes, fossem procurar Jeremias. Que lhe suplicassem para pedir socorro ao Senhor. Ah, agora acreditam em Jeremias? Acreditam que é um verdadeiro profeta do Senhor? Até acham que o Senhor, quem sabe, possa fazer um de seus milagres poderosos, como no passado?
Mas a resposta do Senhor não foi agradável. Jerusalém será queimada. De alto a baixo. Serão mortos sem compaixão.
Mas há uma escolha que ainda pode ser feita (Ah, como o Senhor é misericordioso). Essa escolha é entre a vida e a morte. Quem se entregar a Nabucodonosor, terá como recompensa a vida. Quem ficar na cidade morrerá. A morte será por guerra, fome ou doença.
O Senhor também ordena que Jeremias fale à família real que, a cada manhã, façam justiça ao povo. Que ajudem os explorados. E livrem-se dos opressores. Se não obedecerem, o Senhor lutará contra eles. Se acreditaram que estão seguros porque estão em Jerusalém, serão castigados. O Senhor acenderá um fogo em seus bosques e queimará tudo ao redor.
Como é sério endurecer o coração e não ouvir o Senhor. Como é sério não obedecê-Lo. Como é sério não se arrepender. Como é sério não fazer justiça.
Que tomemos cuidado com os novos ídolos, importados de outras nações, se esgueirando para dentro de nossas igrejas e tomando o lugar do Senhor e de Sua palavra. Que sejamos como Jeremias. Que seja impossível nos afastar dEle e de Sua palavra.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo vinte e dois. Até o capítulo vinte e quatro.
Espero você. Até lá.
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sábado, 13 de julho de 2019
Eclesiastes 7.1-9.18
Leitura do dia 10/07.
Continuamos nossa caminhada pelas páginas de Eclesiastes.
Ontem vimos que é melhor serem dois do que um. Se andarem dois juntos e um cair, o outro o ajuda a levantar. Mas se estiver só, como se levantará?
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/eclesiastes-41-612.html
Hoje, caminharemos a partir do capítulo sete. Até o capítulo nove.
Salomão nos diz que uma boa reputação é mais valiosa que um perfume caro. E o dia da morte é melhor que o do nascimento. Assim como é melhor ir a um funeral que a uma festa. No funeral, os vivos lembram-se que também morrerão. E é bom sabermos disso.
A tristeza tem seus benefícios. Ela aperfeiçoa o coração.
É preferível ser repreendido pelo sábio que receber o elogio de um tolo.
A extorsão transforma o sábio num tolo. O suborno corrompe o coração. Nos desvia do bom caminho.
Terminar algo é melhor que iniciar. Não é bom completar um projeto? Chegar ao seu alvo?
A paciência é melhor que o orgulho. Não devemos nos irar facilmente. A raiva é a marca registrada dos tolos. Não dos sábios.
Não é sábio viver olhando para trás, morrendo de saudades dos dias passados, dos “bons e velhos tempos”. Olhemos para a frente e planejemos dias melhores.
É bom ter sabedoria e dinheiro. Ambos trazem certo tipo de proteção. Mas somente a sabedoria preserva a vida. O dinheiro, não.
Se estivermos em tempo de prosperidade, que a desfrutemos. Quando chegarem os tempos difíceis (eles virão), não nos ressintamos contra o Senhor. Não estamos imunes às dificuldades.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html
Embora Salomão não tenha encontrado sentido (nós também não), alguns justos morrem cedo, enquanto perversos têm vida longa. Justos são mal tratados, enquanto perversos são bem tratados.
A sabedoria torna o sábio poderoso. Mais que dez líderes poderosos de uma cidade.
Não existe uma única pessoa que sempre faça o bem e nunca tenha pecado. Graças ao Senhor pelo perdão!
“Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, contudo, alguém pecar, temos um advogado que defende nossa causa diante do Pai: Jesus Cristo, aquele que é justo”. – 1 João 2.1
Salomão conta que sempre se esforçou para que a sabedoria guiasse seus pensamentos e ações. Disse a si mesmo que seria sábio. Não conseguiu. A sabedoria estava sempre distante. Difícil de encontrar. Procurou por toda parte. Até que desistiu e resolveu provar a si mesmo que a perversidade é tolice e a insensatez é loucura. Andou por outros caminhos.
Sabemos que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria. Se O tememos, Ele nos ensinará o caminho da sabedoria. Não é um caminho fácil. É preciso escavar para encontrar os tesouros escondidos do Senhor. Quem quer facilidade, não encontrará sabedoria.
Salomão também descobriu, a duras penas, que a mulher sedutora esconde uma amargura pior que a morte. Sua paixão é uma armadilha. Suas mãos agarram e seguram como correntes. Salomão foi pego em suas armadilhas. Mulheres sedutoras o desviaram do Senhor. De maneira lamentável.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-101-1123.html
Ele conta que procurou um homem sábio. Entre mil, só encontrou um. Não encontrou nenhuma mulher. Como encontrar? Procurou nos lugares errados. O Senhor ordenou que não houvesse casamento com mulheres pagãs e foi tudo o que Salomão fez. Não teria como encontrar uma mulher sábia entre as que não temiam o Senhor (Provérbios 31.30).
Percebeu também que o Senhor nos criou para sermos justos. Mas nós, homens, buscamos todo tipo de maldade. Virando completamente as costas para o Senhor. Amando o pecado. Ignorando os mandamentos.
Reconheceu que é maravilhoso ser sábio. Analisar e interpretar coisas é muito bom. A sabedoria ilumina o rosto. Abranda a dureza das linhas faciais. Porque nos enche de entusiasmo.
Salomão dividiu um grande segredo conosco. Há um tempo e um modo apropriado para tudo. Mesmo em meio às dificuldades. O sábio encontrará esse tempo e esse modo apropriado. Para fazer o que é certo.
Sabemos que quando um crime não é castigado de imediato, as pessoas são incentivadas a fazer o mal. Acreditam na impunidade. Que não serão apanhadas. Isso não é bom. Precisamos que a justiça seja feita. Com rapidez.
Em alguns pontos, a amargura transborda do coração de Salomão. Afirma que é uma grande tragédia que todos tenham o mesmo destino. Seria. Se fosse verdade. Embora o homem morra, há uma recompensa após a morte.
“E, assim como cada pessoa está destinada a morrer uma só vez, e depois vem o julgamento”, - Hebreus 9.27
Que tenhamos cuidado. Não deixemos nosso coração se encher de maldade. Nem sigamos o caminho da loucura.
Façamos tudo bem feito, enquanto temos oportunidade. Pode ser que nem assim, consigamos o sucesso que esperamos. Às vezes é preciso outras combinações. O importante é continuarmos fiéis ao Senhor.
Não temos como prever o futuro. Pessoas caem em desgraça de modo repentino.
De qualquer forma, é melhor ser sábio que possuir armas de guerra.
E um só pecador pode destruir muitas coisas boas.
Que não sejamos destruidores. Fomos chamados para construir. Para reparar. Restaurar.
“Reconstruirão as ruínas desertas de suas cidades e serão conhecidos como reparadores de muros e restauradores de ruas e casas”. – Isaías 58.12
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dez. Até o capítulo doze.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelas páginas de Eclesiastes.
Ontem vimos que é melhor serem dois do que um. Se andarem dois juntos e um cair, o outro o ajuda a levantar. Mas se estiver só, como se levantará?
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/eclesiastes-41-612.html
Hoje, caminharemos a partir do capítulo sete. Até o capítulo nove.
Salomão nos diz que uma boa reputação é mais valiosa que um perfume caro. E o dia da morte é melhor que o do nascimento. Assim como é melhor ir a um funeral que a uma festa. No funeral, os vivos lembram-se que também morrerão. E é bom sabermos disso.
A tristeza tem seus benefícios. Ela aperfeiçoa o coração.
É preferível ser repreendido pelo sábio que receber o elogio de um tolo.
A extorsão transforma o sábio num tolo. O suborno corrompe o coração. Nos desvia do bom caminho.
Terminar algo é melhor que iniciar. Não é bom completar um projeto? Chegar ao seu alvo?
A paciência é melhor que o orgulho. Não devemos nos irar facilmente. A raiva é a marca registrada dos tolos. Não dos sábios.
Não é sábio viver olhando para trás, morrendo de saudades dos dias passados, dos “bons e velhos tempos”. Olhemos para a frente e planejemos dias melhores.
É bom ter sabedoria e dinheiro. Ambos trazem certo tipo de proteção. Mas somente a sabedoria preserva a vida. O dinheiro, não.
Se estivermos em tempo de prosperidade, que a desfrutemos. Quando chegarem os tempos difíceis (eles virão), não nos ressintamos contra o Senhor. Não estamos imunes às dificuldades.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html
Embora Salomão não tenha encontrado sentido (nós também não), alguns justos morrem cedo, enquanto perversos têm vida longa. Justos são mal tratados, enquanto perversos são bem tratados.
A sabedoria torna o sábio poderoso. Mais que dez líderes poderosos de uma cidade.
Não existe uma única pessoa que sempre faça o bem e nunca tenha pecado. Graças ao Senhor pelo perdão!
“Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, contudo, alguém pecar, temos um advogado que defende nossa causa diante do Pai: Jesus Cristo, aquele que é justo”. – 1 João 2.1
Salomão conta que sempre se esforçou para que a sabedoria guiasse seus pensamentos e ações. Disse a si mesmo que seria sábio. Não conseguiu. A sabedoria estava sempre distante. Difícil de encontrar. Procurou por toda parte. Até que desistiu e resolveu provar a si mesmo que a perversidade é tolice e a insensatez é loucura. Andou por outros caminhos.
Sabemos que o temor do Senhor é o princípio da sabedoria. Se O tememos, Ele nos ensinará o caminho da sabedoria. Não é um caminho fácil. É preciso escavar para encontrar os tesouros escondidos do Senhor. Quem quer facilidade, não encontrará sabedoria.
Salomão também descobriu, a duras penas, que a mulher sedutora esconde uma amargura pior que a morte. Sua paixão é uma armadilha. Suas mãos agarram e seguram como correntes. Salomão foi pego em suas armadilhas. Mulheres sedutoras o desviaram do Senhor. De maneira lamentável.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-101-1123.html
Ele conta que procurou um homem sábio. Entre mil, só encontrou um. Não encontrou nenhuma mulher. Como encontrar? Procurou nos lugares errados. O Senhor ordenou que não houvesse casamento com mulheres pagãs e foi tudo o que Salomão fez. Não teria como encontrar uma mulher sábia entre as que não temiam o Senhor (Provérbios 31.30).
Percebeu também que o Senhor nos criou para sermos justos. Mas nós, homens, buscamos todo tipo de maldade. Virando completamente as costas para o Senhor. Amando o pecado. Ignorando os mandamentos.
Reconheceu que é maravilhoso ser sábio. Analisar e interpretar coisas é muito bom. A sabedoria ilumina o rosto. Abranda a dureza das linhas faciais. Porque nos enche de entusiasmo.
Salomão dividiu um grande segredo conosco. Há um tempo e um modo apropriado para tudo. Mesmo em meio às dificuldades. O sábio encontrará esse tempo e esse modo apropriado. Para fazer o que é certo.
Sabemos que quando um crime não é castigado de imediato, as pessoas são incentivadas a fazer o mal. Acreditam na impunidade. Que não serão apanhadas. Isso não é bom. Precisamos que a justiça seja feita. Com rapidez.
Em alguns pontos, a amargura transborda do coração de Salomão. Afirma que é uma grande tragédia que todos tenham o mesmo destino. Seria. Se fosse verdade. Embora o homem morra, há uma recompensa após a morte.
“E, assim como cada pessoa está destinada a morrer uma só vez, e depois vem o julgamento”, - Hebreus 9.27
Que tenhamos cuidado. Não deixemos nosso coração se encher de maldade. Nem sigamos o caminho da loucura.
Façamos tudo bem feito, enquanto temos oportunidade. Pode ser que nem assim, consigamos o sucesso que esperamos. Às vezes é preciso outras combinações. O importante é continuarmos fiéis ao Senhor.
Não temos como prever o futuro. Pessoas caem em desgraça de modo repentino.
De qualquer forma, é melhor ser sábio que possuir armas de guerra.
E um só pecador pode destruir muitas coisas boas.
Que não sejamos destruidores. Fomos chamados para construir. Para reparar. Restaurar.
“Reconstruirão as ruínas desertas de suas cidades e serão conhecidos como reparadores de muros e restauradores de ruas e casas”. – Isaías 58.12
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dez. Até o capítulo doze.
Espero você. Até lá.
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domingo, 7 de julho de 2019
Provérbios 13.1-15.33
Leitura do dia 02/07.
Continuamos nossa caminhada através dos ensinamentos maravilhosos de Provérbios.
Ontem vimos muitos conselhos maravilhosos de Salomão. Tantos assuntos diferentes. Quanto aprendizado necessário!
Que não nos esqueçamos que a benção do Senhor é que traz riqueza. E Ele não permite que venha acompanhada pela tristeza.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-101-1228.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos treze a quinze.
Os conselhos de Salomão continuam. Sempre tão atuais, que impressionam. Quais chamam mais sua atenção?
Gosto quando diz que o filho sábio aceita a disciplina de seu pai. Ele não se rebela. Não se rebelando, aprende. Aprendendo, torna-se mais sábio ainda.
Não é interessante quando diz que, com palavras sábias se consegue uma boa refeição enquanto os desleais têm fome de violência? Que tipo de fome temos tido?
“Felizes os que têm fome e sede de justiça, pois serão saciados”. – Mateus 5.6
Salomão também fala que os que controlam sua língua terão vida longa. Os que trabalham com dedicação, prosperam.
E quanto à vida do justo? Brilha alegremente. A luz dos perversos, entretanto, logo se apaga. Nossa vida tem brilhado? Tem brilhado alegremente? Tem espalhado brilho? Ah, tantas coisas a pensar.
Como tem estado nosso coração? Se aflito, todos os dias tem sido difíceis. Se alegre, mesmo com lutas, a vida é um banquete contínuo. Devemos ter bom ânimo, como nos ensinou nosso Amado (João 16.33). E aproveitar o banquete.
Cada versículo desse livro é a meditação de um dia inteiro. De uma vida inteira.
E quanto ao orgulho? Só traz conflitos. Além de queda, claro. Já quem aceita conselhos é sábio.
Em dias que tantos querem facilidades e rapidez em conquistar, Salomão nos lembra que a riqueza adquirida através de meios ilícitos acaba, enquanto que a conquistada, não adquirida, mas conquistada, com trabalho árduo aumenta com o tempo. Vai crescendo aos pouquinhos. Mas permanece.
Ah, e o sonho realizado? É árvore de vida. É como sangue bombeando em nossas veias. Como se tivéssemos sido ligados a um turbo. É muito bom ver um sonho sendo realizado. Rejuvenesce. Dá saúde ao corpo.
A instrução do sábio é fonte de vida. Todos que aceitam esse tipo de instrução escapa das armadilhas da morte. Que são muitas, de vários tipos.
O sábio não sai agindo por aí de qualquer maneira. Ele pensa antes. Planeja. Calcula. Pesa as opções. Escolhe a melhor. E só assim, age.
E quanto às nossas companhias? Os que andam com sábios, aprendem. Acabam tornando-se sábios também. Mas os que andam com os tolos, sofrerão as consequências. Que não são nenhum pouco agradáveis.
E o que dizer de uma geração que não quer gastar tempo disciplinando seus filhos? Será que tem amor envolvido nisso? Ou apenas displicência e acomodação? Quem ama se importa em ensinar, disciplinar. Mostrar o certo e o errado. Ensinar discernimento.
Que não ama, não se importa em corrigir. Não quer gastar seu tempo assim. Não consegue imaginar que, na verdade, está poupando tempo, dinheiro e sofrimento.
Salomão fala que a mulher sábia constrói seu lar. A tola o destrói. Com suas próprias ações. Com suas próprias mãos.
Um de meus versículos preferidos está em Provérbios 14.4. O que é melhor? Um estábulo cheio de bois ou vazio? O vazio não dá trabalho algum. Permanece limpo. O cheio é preciso limpar. Providenciar alimento. Vacinas. Cuidado. Preocupações. Tempo. Mas e o resultado? Se estiver cheio de bois, dando todo esse trabalho, resultará em uma grande colheita. O que preferimos? Uma grande colheita depois de muito trabalho? Ou olhar para o estábulo e vê-lo sempre limpo, porém vazio, sem colheita alguma?
Lembra-se que nos capítulos anteriores nos ensinou a aprender a ter discernimento? Com ele, o conhecimento vem fácil. Longe da companhia dos tolos, claro.
E quanto ao prudente? Será que está se negando a “curtir a vida”? De forma alguma. Ele sabe para onde vai. E está indo. Mede todos os seus passos com cuidado. Examina-os. Alcançará seu objetivo. Angariará o que deseja. É cauteloso. Evita o perigo. Não anda por caminhos que parecem ser corretos, que, no fim, acabam levando à estrada da morte. Seu caminho o leva para cima. A sepultura fica para trás. E ele continua. Cada vez conquistando mais. Sem afobação.
Salomão também nos fala sobre o pecado de desprezarmos nosso próximo. De não ajudar os pobres. Quem os ajuda, é feliz. Os que planejam o bem encontram não apenas a satisfação, mas o amor e a fidelidade.
E não é maravilhoso saber que o justo encontra refúgio, mesmo na hora da morte. Sim, o justo também passa por lutas, por dificuldades. Também passa pela morte. Não está imune. Mas há uma diferença. Ele encontra refúgio. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html
Ah, como e bom ver uma pessoa gentil! A resposta gentil desvia o furor. É árvore de vida. Já a palavra ríspida, desperta a ira. É muito bom quando damos a resposta apropriada. Que produz vida. Que traz solução. É muito bom dizer a palavra certa. Na hora certa. Da maneira certa.
E quanto ao que temos dado valor em nossas vidas? É melhor dividir um prato de salada com quem amamos que um de picanha (e olha que amo picanha) com a companhia errada. É melhor ser paciente e acalmar uma discussão, que se irar facilmente e ser o provocador de uma briga. Também é melhor ser justo e caminhar por uma estrada aberta, que ser preguiçoso e não querer nem tirar os espinhos do caminho para conseguir andar. É melhor ser sábio e agradar o pai, que ser tolo e desprezar a mãe. Também é melhor ter muitos conselheiros e alcançar o êxito do que não ter nenhum e ver seus planos fracassados. É melhor adquirir entendimento ouvindo a repreensão do que rejeitar a disciplina e prejudicar a si mesmo. É melhor ser humilde e ter honra, que ser orgulhoso e sofrer ruína.
E com relação à cobiça? Alguém faz algo errado por causa dela e traz dor e aflição não apenas para si, mas para toda a família. Ao contrário, os que odeiam e não aceitam o suborno, trarão vida. Para si e sua família.
Quantos conselhos completamente atuais e necessários!
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através dos ensinamentos maravilhosos de Provérbios.
Ontem vimos muitos conselhos maravilhosos de Salomão. Tantos assuntos diferentes. Quanto aprendizado necessário!
Que não nos esqueçamos que a benção do Senhor é que traz riqueza. E Ele não permite que venha acompanhada pela tristeza.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-101-1228.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos treze a quinze.
Os conselhos de Salomão continuam. Sempre tão atuais, que impressionam. Quais chamam mais sua atenção?
Gosto quando diz que o filho sábio aceita a disciplina de seu pai. Ele não se rebela. Não se rebelando, aprende. Aprendendo, torna-se mais sábio ainda.
Não é interessante quando diz que, com palavras sábias se consegue uma boa refeição enquanto os desleais têm fome de violência? Que tipo de fome temos tido?
“Felizes os que têm fome e sede de justiça, pois serão saciados”. – Mateus 5.6
Salomão também fala que os que controlam sua língua terão vida longa. Os que trabalham com dedicação, prosperam.
E quanto à vida do justo? Brilha alegremente. A luz dos perversos, entretanto, logo se apaga. Nossa vida tem brilhado? Tem brilhado alegremente? Tem espalhado brilho? Ah, tantas coisas a pensar.
Como tem estado nosso coração? Se aflito, todos os dias tem sido difíceis. Se alegre, mesmo com lutas, a vida é um banquete contínuo. Devemos ter bom ânimo, como nos ensinou nosso Amado (João 16.33). E aproveitar o banquete.
Cada versículo desse livro é a meditação de um dia inteiro. De uma vida inteira.
E quanto ao orgulho? Só traz conflitos. Além de queda, claro. Já quem aceita conselhos é sábio.
Em dias que tantos querem facilidades e rapidez em conquistar, Salomão nos lembra que a riqueza adquirida através de meios ilícitos acaba, enquanto que a conquistada, não adquirida, mas conquistada, com trabalho árduo aumenta com o tempo. Vai crescendo aos pouquinhos. Mas permanece.
Ah, e o sonho realizado? É árvore de vida. É como sangue bombeando em nossas veias. Como se tivéssemos sido ligados a um turbo. É muito bom ver um sonho sendo realizado. Rejuvenesce. Dá saúde ao corpo.
A instrução do sábio é fonte de vida. Todos que aceitam esse tipo de instrução escapa das armadilhas da morte. Que são muitas, de vários tipos.
O sábio não sai agindo por aí de qualquer maneira. Ele pensa antes. Planeja. Calcula. Pesa as opções. Escolhe a melhor. E só assim, age.
E quanto às nossas companhias? Os que andam com sábios, aprendem. Acabam tornando-se sábios também. Mas os que andam com os tolos, sofrerão as consequências. Que não são nenhum pouco agradáveis.
E o que dizer de uma geração que não quer gastar tempo disciplinando seus filhos? Será que tem amor envolvido nisso? Ou apenas displicência e acomodação? Quem ama se importa em ensinar, disciplinar. Mostrar o certo e o errado. Ensinar discernimento.
Que não ama, não se importa em corrigir. Não quer gastar seu tempo assim. Não consegue imaginar que, na verdade, está poupando tempo, dinheiro e sofrimento.
Salomão fala que a mulher sábia constrói seu lar. A tola o destrói. Com suas próprias ações. Com suas próprias mãos.
Um de meus versículos preferidos está em Provérbios 14.4. O que é melhor? Um estábulo cheio de bois ou vazio? O vazio não dá trabalho algum. Permanece limpo. O cheio é preciso limpar. Providenciar alimento. Vacinas. Cuidado. Preocupações. Tempo. Mas e o resultado? Se estiver cheio de bois, dando todo esse trabalho, resultará em uma grande colheita. O que preferimos? Uma grande colheita depois de muito trabalho? Ou olhar para o estábulo e vê-lo sempre limpo, porém vazio, sem colheita alguma?
Lembra-se que nos capítulos anteriores nos ensinou a aprender a ter discernimento? Com ele, o conhecimento vem fácil. Longe da companhia dos tolos, claro.
E quanto ao prudente? Será que está se negando a “curtir a vida”? De forma alguma. Ele sabe para onde vai. E está indo. Mede todos os seus passos com cuidado. Examina-os. Alcançará seu objetivo. Angariará o que deseja. É cauteloso. Evita o perigo. Não anda por caminhos que parecem ser corretos, que, no fim, acabam levando à estrada da morte. Seu caminho o leva para cima. A sepultura fica para trás. E ele continua. Cada vez conquistando mais. Sem afobação.
Salomão também nos fala sobre o pecado de desprezarmos nosso próximo. De não ajudar os pobres. Quem os ajuda, é feliz. Os que planejam o bem encontram não apenas a satisfação, mas o amor e a fidelidade.
E não é maravilhoso saber que o justo encontra refúgio, mesmo na hora da morte. Sim, o justo também passa por lutas, por dificuldades. Também passa pela morte. Não está imune. Mas há uma diferença. Ele encontra refúgio. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html
Ah, como e bom ver uma pessoa gentil! A resposta gentil desvia o furor. É árvore de vida. Já a palavra ríspida, desperta a ira. É muito bom quando damos a resposta apropriada. Que produz vida. Que traz solução. É muito bom dizer a palavra certa. Na hora certa. Da maneira certa.
E quanto ao que temos dado valor em nossas vidas? É melhor dividir um prato de salada com quem amamos que um de picanha (e olha que amo picanha) com a companhia errada. É melhor ser paciente e acalmar uma discussão, que se irar facilmente e ser o provocador de uma briga. Também é melhor ser justo e caminhar por uma estrada aberta, que ser preguiçoso e não querer nem tirar os espinhos do caminho para conseguir andar. É melhor ser sábio e agradar o pai, que ser tolo e desprezar a mãe. Também é melhor ter muitos conselheiros e alcançar o êxito do que não ter nenhum e ver seus planos fracassados. É melhor adquirir entendimento ouvindo a repreensão do que rejeitar a disciplina e prejudicar a si mesmo. É melhor ser humilde e ter honra, que ser orgulhoso e sofrer ruína.
E com relação à cobiça? Alguém faz algo errado por causa dela e traz dor e aflição não apenas para si, mas para toda a família. Ao contrário, os que odeiam e não aceitam o suborno, trarão vida. Para si e sua família.
Quantos conselhos completamente atuais e necessários!
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.
Espero você. Até lá.
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segunda-feira, 17 de junho de 2019
Salmos 90.1-91.16
Leitura do dia 16/06.
Continuamos nossa caminhada por Salmos.
Terminamos o “Livro três”.
Vimos a oração de Davi, clamando por misericórdia. Pedindo que seja ensinado a seguir os caminhos do Senhor, para viver segundo Sua verdade. Que tenha um coração puro, para honrar Seu nome. Os filhos de Coré falam de Jerusalém e seus cidadãos, aqueles que conhecem o Senhor. Hemã canta com a melodia “O sofrimento da aflição”. Sua dor é enorme, mas não deixará de clamar ao Senhor, até ser respondido. Etã, o cantará para sempre. Fala de Davi e do Senhor Jesus.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-861-8952.html
Hoje, iniciamos o “Livro quatro”, os “Salmos Pré-Exílicos”. Leremos do capítulo noventa ao capítulo noventa e quatro.
Na primeira postagem, apenas os Salmos noventa e noventa e um.
No Salmo noventa, Moisés, homem de Deus, canta que o Senhor é o nosso refúgio. Através de todas as gerações. Antes que existisse qualquer coisa, já que tudo foi feito por Ele, já era Deus. É Deus. O Eterno. Sua oração é que entendamos como a vida é breve. Como acaba rapidamente. Aprendendo, viveremos com sabedoria.
Moisés pede que o Senhor nos satisfaça a cada manhã. Com o quê? Com Seu amor. Ah, acredite, Seu amor nos satisfaz, mais que qualquer outra coisa. Precisamos estar satisfeitos nEle, em Seu amor, para cantarmos de alegria sempre, até o final de nossas vidas. Que são curtas.
Em sua oração, pede o que nossos corações desejam. Que tenhamos alegria proporcional aos dias em que fomos afligidos. Que os anos em que sofremos sejam compensados. Que vejamos novamente Seus feitos. E que nossos filhos vejam Sua glória. Ah, que maravilha! Que Sua bondade seja sobre nós e Ele faça nossos esforços prosperar. Moisés entendia que é o Senhor que prospera nossos esforços. Um dos homens mais poderosos sabia o segredo de ter os esforços recompensados. É o Senhor quem faz, trabalhando conosco.
O Salmo noventa e um é um clássico. Há pessoas que deixam suas Bíblias abertas neste capítulo. Mas, querido, a Bíblia não é um amuleto. Ela é viva. É a verdade. Existe para nos alimentarmos dela. É através dela que aprendemos e conhecemos quem o Senhor é. Ela deve estar aberta, sim, cada dia em um capítulo, para ser lida, esmiuçada, entendida.
Lembre-se, estamos aqui apenas para levá-lo a garimpar os textos. Um versículo pode falar para mim de uma maneira, para você de outra. Não bastar ler o que escrevo. Todos precisamos garimpá-la. Sermos os donos dos tesouros que o Senhor nos revelar. Precisamos nos alimentar individualmente. Atenciosamente. Diariamente.
Voltemos ao Salmo noventa e um. Onde temos habitado? Em Seu abrigo? Se estivermos habitando nEle, encontraremos descanso à Sua sombra. Ele é completamente capaz de nos dar descanso. Sua sombra é um refrigério.
Como o salmista, precisamos declarar, de todo coração, com toda a verdade que Ele é nosso refúgio, não o cigarro, a droga, a pornografia, o poder, a bebida, a solidão. Ele é nosso refúgio. O único lugar em que estamos seguros. Ele precisa ser o nosso Deus. Individual. Pessoal. É nEle que devemos confiar.
Ele nos livrará das armadilhas que a vida nos prepara. Nos protegerá de doenças mortais. Nos cobrirá com Suas penas. Nos abrigará sob Sus asas. Sua fidelidade é como uma armadura. Proteção.
Não precisamos temer os terrores da noite. Nem as flechas que voam de dia, zunindo em nossos ouvidos. Não precisamos temer qualquer praga. Nem as calamidades que devastam. Ele está conosco. Se nos refugiarmos nEle, se fizermos dEle nosso abrigo, nenhum mal nos atingirá. Nenhuma praga se aproximará de nossas casas. Ele ordenará que Seus anjos nos protejam. Em todos os lugares onde formos. Eles nos susterão em suas mãos, assim, não machucaremos os pés nas pedras pelo caminho.
Ele protegerá os que O amam. Os que confiam em Seu nome. Quando clamarmos, nos responderá. Estará conosco no meio das dificuldades que tivermos que enfrentar. Nos resgatará. Nos dará honra. Nos recompensará com vida longa e com Sua salvação.
E, sabe, ainda que tenhamos que enfrentar doenças mortais ou qualquer outra situação terrível, Ele nos susterá em Suas mãos. Não pode deixar de ser fiel.
Que confiemos nEle, ainda que andemos pelo vale da sombra da morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-231-6.html
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Continuamos nossa caminhada por Salmos.
Terminamos o “Livro três”.
Vimos a oração de Davi, clamando por misericórdia. Pedindo que seja ensinado a seguir os caminhos do Senhor, para viver segundo Sua verdade. Que tenha um coração puro, para honrar Seu nome. Os filhos de Coré falam de Jerusalém e seus cidadãos, aqueles que conhecem o Senhor. Hemã canta com a melodia “O sofrimento da aflição”. Sua dor é enorme, mas não deixará de clamar ao Senhor, até ser respondido. Etã, o cantará para sempre. Fala de Davi e do Senhor Jesus.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-861-8952.html
Hoje, iniciamos o “Livro quatro”, os “Salmos Pré-Exílicos”. Leremos do capítulo noventa ao capítulo noventa e quatro.
Na primeira postagem, apenas os Salmos noventa e noventa e um.
No Salmo noventa, Moisés, homem de Deus, canta que o Senhor é o nosso refúgio. Através de todas as gerações. Antes que existisse qualquer coisa, já que tudo foi feito por Ele, já era Deus. É Deus. O Eterno. Sua oração é que entendamos como a vida é breve. Como acaba rapidamente. Aprendendo, viveremos com sabedoria.
Moisés pede que o Senhor nos satisfaça a cada manhã. Com o quê? Com Seu amor. Ah, acredite, Seu amor nos satisfaz, mais que qualquer outra coisa. Precisamos estar satisfeitos nEle, em Seu amor, para cantarmos de alegria sempre, até o final de nossas vidas. Que são curtas.
Em sua oração, pede o que nossos corações desejam. Que tenhamos alegria proporcional aos dias em que fomos afligidos. Que os anos em que sofremos sejam compensados. Que vejamos novamente Seus feitos. E que nossos filhos vejam Sua glória. Ah, que maravilha! Que Sua bondade seja sobre nós e Ele faça nossos esforços prosperar. Moisés entendia que é o Senhor que prospera nossos esforços. Um dos homens mais poderosos sabia o segredo de ter os esforços recompensados. É o Senhor quem faz, trabalhando conosco.
O Salmo noventa e um é um clássico. Há pessoas que deixam suas Bíblias abertas neste capítulo. Mas, querido, a Bíblia não é um amuleto. Ela é viva. É a verdade. Existe para nos alimentarmos dela. É através dela que aprendemos e conhecemos quem o Senhor é. Ela deve estar aberta, sim, cada dia em um capítulo, para ser lida, esmiuçada, entendida.
Lembre-se, estamos aqui apenas para levá-lo a garimpar os textos. Um versículo pode falar para mim de uma maneira, para você de outra. Não bastar ler o que escrevo. Todos precisamos garimpá-la. Sermos os donos dos tesouros que o Senhor nos revelar. Precisamos nos alimentar individualmente. Atenciosamente. Diariamente.
Voltemos ao Salmo noventa e um. Onde temos habitado? Em Seu abrigo? Se estivermos habitando nEle, encontraremos descanso à Sua sombra. Ele é completamente capaz de nos dar descanso. Sua sombra é um refrigério.
Como o salmista, precisamos declarar, de todo coração, com toda a verdade que Ele é nosso refúgio, não o cigarro, a droga, a pornografia, o poder, a bebida, a solidão. Ele é nosso refúgio. O único lugar em que estamos seguros. Ele precisa ser o nosso Deus. Individual. Pessoal. É nEle que devemos confiar.
Ele nos livrará das armadilhas que a vida nos prepara. Nos protegerá de doenças mortais. Nos cobrirá com Suas penas. Nos abrigará sob Sus asas. Sua fidelidade é como uma armadura. Proteção.
Não precisamos temer os terrores da noite. Nem as flechas que voam de dia, zunindo em nossos ouvidos. Não precisamos temer qualquer praga. Nem as calamidades que devastam. Ele está conosco. Se nos refugiarmos nEle, se fizermos dEle nosso abrigo, nenhum mal nos atingirá. Nenhuma praga se aproximará de nossas casas. Ele ordenará que Seus anjos nos protejam. Em todos os lugares onde formos. Eles nos susterão em suas mãos, assim, não machucaremos os pés nas pedras pelo caminho.
Ele protegerá os que O amam. Os que confiam em Seu nome. Quando clamarmos, nos responderá. Estará conosco no meio das dificuldades que tivermos que enfrentar. Nos resgatará. Nos dará honra. Nos recompensará com vida longa e com Sua salvação.
E, sabe, ainda que tenhamos que enfrentar doenças mortais ou qualquer outra situação terrível, Ele nos susterá em Suas mãos. Não pode deixar de ser fiel.
Que confiemos nEle, ainda que andemos pelo vale da sombra da morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-231-6.html
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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terça-feira, 1 de janeiro de 2019
Gênesis 3.1-24
Leitura do dia 01/01 (Leitura Bíblica Anual).
Leitura do dia 04/01, quarta-feira (Leitura Pedacinho por Pedacinho).
Estamos no capítulo três de Gênesis. Nosso primeiro dia de leitura esse ano.
No texto anterior, lemos de Gênesis 2.4-25.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-24-25.html
Agora, vamos continuar.
O texto nos conta que a serpente era o mais astuto de todos os animais selvagens que o Senhor havia criado. Um dia ela perguntou à mulher se realmente o Senhor havia dito que eles não podiam comer de nenhuma das árvores do jardim. Só posso entender que os animais conversavam com Adão e Eva. Se não fosse assim, Eva teria dado um pulo de susto, um grito e saído correndo.
Também não acredito que os primeiros capítulos da Bíblia sejam “uma historinha didática”. Creio que aconteceram os fatos como narrados aqui. O Senhor nos fez inteligentes.
A mulher respondeu à serpente que podiam comer de todos os frutos, exceto da árvore que estava no meio do jardim. Não deviam nem tocar em seu fruto. Se o fizessem, morreriam.
A serpente disse à mulher que eles não morreriam, com certeza. O Senhor sabia que se eles comessem do seu fruto, seus olhos seriam abertos e eles conheceriam o bem e o mal como o Senhor.
Novamente, chamo sua atenção para a árvore da vida. Ela também estava no meio do jardim, mas a única citada é a do conhecimento do bem e do mal.
A mulher olhou para a árvore. Era linda. Seu fruto parecia delicioso. Ela desejou o conhecimento que ele lhe daria. Não precisaria mais ser ensinada por Deus. Teria "independência". Tomou do fruto e o comeu. Depois deu a seu marido, que também o comeu.
Mas esse conhecimento não foi bom. Seus frutos foram terríveis. A primeira coisa que aconteceu: viram que estavam nus. Eles desobedeceram. Pecaram. Pecado significa: “Errar o alvo”. Foi o que aconteceu. O pecado não apenas nos separa do Senhor. Ele nos separa uns dos outros. Enquanto nosso relacionamento com o Senhor nos aproxima do outro, o pecado nos separa. Não queremos mais compartilhar nossas vidas. Não queremos mais transparência. Queremos nos fechar, nos proteger, nos esconder. E eles costuraram folhas de figueira para se cobrirem. Não eram mais transparente um ao outro.
Antes que o homem desobedecesse, quando soprava uma brisa ao entardecer, o Senhor ia ao encontro deles. Devia ser um tempo maravilhoso. Esperado ansiosamente.
Mas não nesse dia.
Quando ouviram o Senhor caminhando pelo jardim, tiveram medo. Esconderam-se entre as árvores. Como se fosse possível esconder do Senhor. Deve ter sido aterrador.
O Senhor chamou Adão e perguntou-lhe onde estava. Ele respondeu que ouviu seus passos pelo jardim. Teve medo, porque estava nu. Agora não deseja mais que sua mulher olhe inteiramente para ele. Muito menos o Senhor. Há algo a esconder. Ele está nu. Precisa de uma cobertura.
O Senhor lhe perguntou como soube que estava nu. E se havia comido do único fruto que não deveria comer. O único. O homem respondeu que a mulher, que o Senhor havia dado a ele, ofereceu o fruto e ele comeu.
Isso soa muito familiar. Sempre a culpa é do outro. É muito difícil estarmos dispostos a assumir nossas culpas. Adão estava com ela. Por que não dominou a serpente e a pôs para correr? Por que não instruiu a mulher para que ela não comesse? Não a impediu e ainda transferiu sua culpa.
Uma das coisas que mais admiro em Davi, é quando é confrontado pelo profeta Natã. Imediatamente reconhece: “Eu pequei”.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/03/nata-sua-obediencia-e-coragem.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-e-seus-tragicos-erros.html
Adão, ao contrário, coloca a culpa na mulher e, em última instância ao próprio Senhor, afinal, foi o Senhor quem havia dado a mulher a ele.
Percebe que Adão não foi enganado? Ele escolheu comer o fruto. Ele desobedeceu.
O Senhor perguntou à mulher o que ela havia feito. Ela respondeu que a serpente a enganara. E ela comeu. A mulher foi enganada. Acreditou que o Senhor falara a mentira e a serpente a verdade. E comeu do fruto. Quantos riscos corremos quando não acreditamos no Senhor!
O Senhor não fez nenhuma pergunta à serpente. Ele a amaldiçoou.
E aqui, no meio da pior cena do Éden, o Senhor faz uma maravilhosa promessa. Haveria inimizade entre a serpente e a mulher. Entre a descendência da serpente e o descendente dela. O descendente. Esse descendente feriria a cabeça da serpente, enquanto a serpente lhe feriria o calcanhar. Quando tudo é caos, o Senhor aponta para Jesus, o Messias, o Salvador.
Para a mulher, o Senhor disse que daria à luz com dores. Seu desejo seria para seu marido e ele a dominaria. Consegue perceber que não era essa a intenção do Senhor? A dor e a dominação do homem sobre a mulher veio como uma maldição. O desejo do Senhor era que ambos fossem um. Cooperadores. Semelhantes. Idôneos. Amigos. Um complementando o outro. Foi o pecado que trouxe a sujeição.
Ao homem o Senhor disse que, por ele ter ouvido à mulher ao invés de ter ouvido o Senhor, a terra era maldita por sua causa. A decisão de um homem passou para toda a humanidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-decisao-e-minha.html
Agora, o trabalho passa a ser algo pesado. Durante toda a vida deve trabalhar para tirar da terra seu sustento. Não apenas cuidar do jardim. A terra agora produzirá espinhos e ervas daninhas. Não estará mais em cooperação com ele. Não apenas terá que cultivar a terra e cuidar dela. Terá que domá-la. Suar para obter seu alimento.
E morreria. Um dia, voltaria para a terra da qual havia sido formado. A morte nos choca terrivelmente porque fomos criados para a vida. Para sermos eternos.
A árvore que deveria nos interessar é a árvore da vida, não a árvore do conhecimento do bem e do mal. Mas o homem duvidou do seu Criador.
O Senhor fez roupas de peles de animais para Adão e Eva. Roupas de figueira não eram o suficiente.
Os expulsou do jardim. Colocou querubins guardando o jardim, com uma espada flamejante que se movia de um lado para o outro. Agora o caminho até à árvore da vida estava guardado.
Amanhã continuamos no capítulo 4 de Gênesis. Não é nossa intenção esgotar o texto. Ore. Peça ao Senhor revelação. O que está por trás de cada ordem, informação e situação. Aprenda a garimpar. Não leia apenas por ler. Deseje aprender do Senhor.
“Essas coisas foram registradas há muito tempo para nos ensinar, e as Escrituras nos dão paciência e ânimo para mantermos a esperança” (Romanos 15.4).
Até amanhã. Espero você.
Estamos no capítulo três de Gênesis. Nosso primeiro dia de leitura esse ano.
No texto anterior, lemos de Gênesis 2.4-25.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-24-25.html
Agora, vamos continuar.
O texto nos conta que a serpente era o mais astuto de todos os animais selvagens que o Senhor havia criado. Um dia ela perguntou à mulher se realmente o Senhor havia dito que eles não podiam comer de nenhuma das árvores do jardim. Só posso entender que os animais conversavam com Adão e Eva. Se não fosse assim, Eva teria dado um pulo de susto, um grito e saído correndo.
Também não acredito que os primeiros capítulos da Bíblia sejam “uma historinha didática”. Creio que aconteceram os fatos como narrados aqui. O Senhor nos fez inteligentes.
A mulher respondeu à serpente que podiam comer de todos os frutos, exceto da árvore que estava no meio do jardim. Não deviam nem tocar em seu fruto. Se o fizessem, morreriam.
A serpente disse à mulher que eles não morreriam, com certeza. O Senhor sabia que se eles comessem do seu fruto, seus olhos seriam abertos e eles conheceriam o bem e o mal como o Senhor.
Novamente, chamo sua atenção para a árvore da vida. Ela também estava no meio do jardim, mas a única citada é a do conhecimento do bem e do mal.
A mulher olhou para a árvore. Era linda. Seu fruto parecia delicioso. Ela desejou o conhecimento que ele lhe daria. Não precisaria mais ser ensinada por Deus. Teria "independência". Tomou do fruto e o comeu. Depois deu a seu marido, que também o comeu.
Mas esse conhecimento não foi bom. Seus frutos foram terríveis. A primeira coisa que aconteceu: viram que estavam nus. Eles desobedeceram. Pecaram. Pecado significa: “Errar o alvo”. Foi o que aconteceu. O pecado não apenas nos separa do Senhor. Ele nos separa uns dos outros. Enquanto nosso relacionamento com o Senhor nos aproxima do outro, o pecado nos separa. Não queremos mais compartilhar nossas vidas. Não queremos mais transparência. Queremos nos fechar, nos proteger, nos esconder. E eles costuraram folhas de figueira para se cobrirem. Não eram mais transparente um ao outro.
Antes que o homem desobedecesse, quando soprava uma brisa ao entardecer, o Senhor ia ao encontro deles. Devia ser um tempo maravilhoso. Esperado ansiosamente.
Mas não nesse dia.
Quando ouviram o Senhor caminhando pelo jardim, tiveram medo. Esconderam-se entre as árvores. Como se fosse possível esconder do Senhor. Deve ter sido aterrador.
O Senhor chamou Adão e perguntou-lhe onde estava. Ele respondeu que ouviu seus passos pelo jardim. Teve medo, porque estava nu. Agora não deseja mais que sua mulher olhe inteiramente para ele. Muito menos o Senhor. Há algo a esconder. Ele está nu. Precisa de uma cobertura.
O Senhor lhe perguntou como soube que estava nu. E se havia comido do único fruto que não deveria comer. O único. O homem respondeu que a mulher, que o Senhor havia dado a ele, ofereceu o fruto e ele comeu.
Isso soa muito familiar. Sempre a culpa é do outro. É muito difícil estarmos dispostos a assumir nossas culpas. Adão estava com ela. Por que não dominou a serpente e a pôs para correr? Por que não instruiu a mulher para que ela não comesse? Não a impediu e ainda transferiu sua culpa.
Uma das coisas que mais admiro em Davi, é quando é confrontado pelo profeta Natã. Imediatamente reconhece: “Eu pequei”.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/03/nata-sua-obediencia-e-coragem.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-e-seus-tragicos-erros.html
Adão, ao contrário, coloca a culpa na mulher e, em última instância ao próprio Senhor, afinal, foi o Senhor quem havia dado a mulher a ele.
Percebe que Adão não foi enganado? Ele escolheu comer o fruto. Ele desobedeceu.
O Senhor perguntou à mulher o que ela havia feito. Ela respondeu que a serpente a enganara. E ela comeu. A mulher foi enganada. Acreditou que o Senhor falara a mentira e a serpente a verdade. E comeu do fruto. Quantos riscos corremos quando não acreditamos no Senhor!
O Senhor não fez nenhuma pergunta à serpente. Ele a amaldiçoou.
E aqui, no meio da pior cena do Éden, o Senhor faz uma maravilhosa promessa. Haveria inimizade entre a serpente e a mulher. Entre a descendência da serpente e o descendente dela. O descendente. Esse descendente feriria a cabeça da serpente, enquanto a serpente lhe feriria o calcanhar. Quando tudo é caos, o Senhor aponta para Jesus, o Messias, o Salvador.
Para a mulher, o Senhor disse que daria à luz com dores. Seu desejo seria para seu marido e ele a dominaria. Consegue perceber que não era essa a intenção do Senhor? A dor e a dominação do homem sobre a mulher veio como uma maldição. O desejo do Senhor era que ambos fossem um. Cooperadores. Semelhantes. Idôneos. Amigos. Um complementando o outro. Foi o pecado que trouxe a sujeição.
Ao homem o Senhor disse que, por ele ter ouvido à mulher ao invés de ter ouvido o Senhor, a terra era maldita por sua causa. A decisão de um homem passou para toda a humanidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-decisao-e-minha.html
Agora, o trabalho passa a ser algo pesado. Durante toda a vida deve trabalhar para tirar da terra seu sustento. Não apenas cuidar do jardim. A terra agora produzirá espinhos e ervas daninhas. Não estará mais em cooperação com ele. Não apenas terá que cultivar a terra e cuidar dela. Terá que domá-la. Suar para obter seu alimento.
E morreria. Um dia, voltaria para a terra da qual havia sido formado. A morte nos choca terrivelmente porque fomos criados para a vida. Para sermos eternos.
A árvore que deveria nos interessar é a árvore da vida, não a árvore do conhecimento do bem e do mal. Mas o homem duvidou do seu Criador.
O Senhor fez roupas de peles de animais para Adão e Eva. Roupas de figueira não eram o suficiente.
Os expulsou do jardim. Colocou querubins guardando o jardim, com uma espada flamejante que se movia de um lado para o outro. Agora o caminho até à árvore da vida estava guardado.
Amanhã continuamos no capítulo 4 de Gênesis. Não é nossa intenção esgotar o texto. Ore. Peça ao Senhor revelação. O que está por trás de cada ordem, informação e situação. Aprenda a garimpar. Não leia apenas por ler. Deseje aprender do Senhor.
“Essas coisas foram registradas há muito tempo para nos ensinar, e as Escrituras nos dão paciência e ânimo para mantermos a esperança” (Romanos 15.4).
Até amanhã. Espero você.
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segunda-feira, 3 de dezembro de 2018
Falsa humildade
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
Na última postagem vimos que o Senhor, no tempo certo, restituiu os bens da sunamita, poupando-a inclusive, de perder os rendimentos de sua propriedade durante os sete anos que esteve fora de Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/11/no-tempo-certo-acontece.html
Hoje, caminharemos ainda através das páginas do capítulo oito. Do versículo sete ao versículo quinze.
Passado um tempo, Eliseu foi a Damasco, capital da Síria.
Ben-Hadade, o rei, estava doente. Ele foi informado que o “homem de Deus” estava ali. Ordenou a Hazael que levasse um presente e fosse encontrar-se com Elias. Que consultasse o Senhor por meio dele, para saber se ficaria ou não curado. Embora de outra nação, acreditava que Eliseu tinha a palavra do verdadeiro Senhor.
Hazael separou tudo que havia de melhor em Damasco para levar a Eliseu. Uma carga de quarenta camelos. Isso mesmo, quarenta camelos!
Quando chegou à presença de Eliseu, disse-lhe que “seu filho” Ben-Hadade, rei da Síria, o havia enviado para perguntar se escaparia da doença que o afligia.
Eliseu ordenou que fosse ao rei e lhe dissesse que sararia, porém, disse a Hazael que o Senhor lhe revelou que o rei, na verdade, morreria.
Após essas palavras, Eliseu olhou fixamente para Hazael, até deixá-lo constrangido. Em seguida, o homem de Deus, começou a chorar.
Eliseu, chorando. É algo difícil de imaginar, embora saibamos que se importava com as pessoas.
Hazael ficou intrigado e perguntou, chamando Eliseu de “meu senhor”, porque ele estava chorando.
Eliseu respondeu que sabia de todo o mal que Hazael faria aos israelitas. Ele incendiaria suas fortalezas. Passaria ao fio da espada seus jovens. Despedaçaria suas crianças. Rasgaria o ventre das mulheres grávidas. Uma verdadeira catástrofe.
Como não chorar diante de uma visão tão terrível do futuro de Israel?
Mas Harael contestou. Disse que não era ninguém, apenas um servo. Não havia como fazer algo tão poderoso.
Eliseu respondeu que o Senhor havia lhe revelado que ele seria rei da Síria.
Hazael se despediu de Eliseu. Voltou ao rei, seu senhor. Respondeu como Eliseu, seu senhor, havia lhe dito, que certamente se recuperaria daquela doença.
Mas, no dia seguinte, Hazael pegou um cobertor, molhou-o bastante. Com ele, sufocou o rei. Até matá-lo.
Foi assim que Hazael, dessa maneira cruel, tornou-se rei da Síria.
Embora chamasse o rei e Eliseu de "seu senhor", na verdade, não eram. Ele mesmo era senhor de si.
Não perguntou a Eliseu como Ben-Hadade morreria. Não esperou que a doença o levasse. Foi lá e o matou. Não perguntou como seria rei, foi lá e, com sua própria mão, colocou-se na posição que desejava. Tomou posse de maneira cruel e traidora.
Eliseu sabia perfeitamente porque estava chorando. Ele conseguiu enxergar o homem que realmente Hazael era.
Que o Senhor nos dê discernimento, para enxergar, com os olhos dEle, aqueles que estão ao nosso redor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/que-tipos-de-lavradores-somos.html
Mais uma coisa: dois homens ouviram de profetas que seriam reis. Davi e Hazael. Davi esperou o tempo do Senhor, que o preparou para o cargo. Hazael fez seu tempo. Era seu próprio senhor.
Com quem queremos parecer?
Na quarta-feira, continuamos. Espero você. Até lá.
Na última postagem vimos que o Senhor, no tempo certo, restituiu os bens da sunamita, poupando-a inclusive, de perder os rendimentos de sua propriedade durante os sete anos que esteve fora de Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/11/no-tempo-certo-acontece.html
Hoje, caminharemos ainda através das páginas do capítulo oito. Do versículo sete ao versículo quinze.
Passado um tempo, Eliseu foi a Damasco, capital da Síria.
Ben-Hadade, o rei, estava doente. Ele foi informado que o “homem de Deus” estava ali. Ordenou a Hazael que levasse um presente e fosse encontrar-se com Elias. Que consultasse o Senhor por meio dele, para saber se ficaria ou não curado. Embora de outra nação, acreditava que Eliseu tinha a palavra do verdadeiro Senhor.
Hazael separou tudo que havia de melhor em Damasco para levar a Eliseu. Uma carga de quarenta camelos. Isso mesmo, quarenta camelos!
Quando chegou à presença de Eliseu, disse-lhe que “seu filho” Ben-Hadade, rei da Síria, o havia enviado para perguntar se escaparia da doença que o afligia.
Eliseu ordenou que fosse ao rei e lhe dissesse que sararia, porém, disse a Hazael que o Senhor lhe revelou que o rei, na verdade, morreria.
Após essas palavras, Eliseu olhou fixamente para Hazael, até deixá-lo constrangido. Em seguida, o homem de Deus, começou a chorar.
Eliseu, chorando. É algo difícil de imaginar, embora saibamos que se importava com as pessoas.
Hazael ficou intrigado e perguntou, chamando Eliseu de “meu senhor”, porque ele estava chorando.
Eliseu respondeu que sabia de todo o mal que Hazael faria aos israelitas. Ele incendiaria suas fortalezas. Passaria ao fio da espada seus jovens. Despedaçaria suas crianças. Rasgaria o ventre das mulheres grávidas. Uma verdadeira catástrofe.
Como não chorar diante de uma visão tão terrível do futuro de Israel?
Mas Harael contestou. Disse que não era ninguém, apenas um servo. Não havia como fazer algo tão poderoso.
Eliseu respondeu que o Senhor havia lhe revelado que ele seria rei da Síria.
Hazael se despediu de Eliseu. Voltou ao rei, seu senhor. Respondeu como Eliseu, seu senhor, havia lhe dito, que certamente se recuperaria daquela doença.
Mas, no dia seguinte, Hazael pegou um cobertor, molhou-o bastante. Com ele, sufocou o rei. Até matá-lo.
Foi assim que Hazael, dessa maneira cruel, tornou-se rei da Síria.
Embora chamasse o rei e Eliseu de "seu senhor", na verdade, não eram. Ele mesmo era senhor de si.
Não perguntou a Eliseu como Ben-Hadade morreria. Não esperou que a doença o levasse. Foi lá e o matou. Não perguntou como seria rei, foi lá e, com sua própria mão, colocou-se na posição que desejava. Tomou posse de maneira cruel e traidora.
Eliseu sabia perfeitamente porque estava chorando. Ele conseguiu enxergar o homem que realmente Hazael era.
Que o Senhor nos dê discernimento, para enxergar, com os olhos dEle, aqueles que estão ao nosso redor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/que-tipos-de-lavradores-somos.html
Mais uma coisa: dois homens ouviram de profetas que seriam reis. Davi e Hazael. Davi esperou o tempo do Senhor, que o preparou para o cargo. Hazael fez seu tempo. Era seu próprio senhor.
Com quem queremos parecer?
Na quarta-feira, continuamos. Espero você. Até lá.
segunda-feira, 10 de setembro de 2018
Más notícias
Ontem vimos que, quando o Senhor nos dá uma direção, precisamos obedecer. Até o fim.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/e-se-eu-perder-direcao.html
Precisamos aprender a ouvir Sua voz. Conhecê-Lo.
Hoje, prosseguiremos através das páginas do capítulo quatorze. Até o versículo vinte.
O filho de Jeroboão, chamado Abião, ficou muito doente.
Jeroboão pediu que sua esposa se disfarçasse para não ser reconhecida como sua mulher e fosse até Siló, onde morava o profeta Aías.
Lembra? Aías foi o profeta que rasgou sua capa novinha para entregar a Jeroboão a palavra do Senhor de que ele reinaria sobre as dez tribos de Israel e que o Senhor faria seu reinado perene, desde que andasse em Seus caminhos. http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/reino-dividido.html
Já sabemos que não andou.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/a-loucura-de-jeroboao.html; http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/a-desobediencia-de-jeroboao.html
Agora seu filho está doente. Mas seus muitos deuses não tem resposta alguma para ele. Deseja, anseia, precisa ouvir a voz do Senhor, o Deus verdadeiro. Mas não quer que sua mulher seja reconhecida. Tem medo do que Aías pode dizer.
Aías já está muito idoso. Não enxerga mais. Não reconhece ninguém. Ainda assim, pede que se disfarce para não ter a menor chance de ser reconhecida como sua esposa.
Ordena que leve com ela dez pães, bolos, um pote de mel. Que pergunte o que acontecerá com o menino. Sabe que haverá uma resposta. Verdadeira. Uma resposta realmente da parte do Senhor.
Ela levantou-se bem cedo e foi à casa de Aías, em Siló.
Antes que chegasse, o Senhor falou a Aías que ela estava indo para pedir uma palavra a respeito do filho, doente.
Embora não conseguisse enxergar, o Senhor lhe revelou. Não se foge do Senhor. De maneira alguma. Não há para onde fugir (Salmo 139.7-16). O Senhor ainda disse a Aías que ela viria disfarçada, fazendo-se passar por outra pessoa.
Assim que Aías ouviu o barulho de seus passos junto à porta disse: “Entra, esposa de Jeroboão!” Ela deve ter levado um susto.
Ele perguntou porque estava disfarçada. Disse-lhe tinha a missão de entregar-lhe uma mensagem triste.
Ordenou que voltasse para casa e dissesse a Jeroboão: “Assim diz o Senhor, Deus de Israel”.
O Senhor disse que havia escolhido e exaltado Jeroboão entre o povo. Também o havia constituído líder sobre Israel, Seu povo.
Disse que havia tirado o reino da família de Davi e dado a ele. Mas Jeroboão não estava agindo como Davi. Davi guardou Seus mandamentos e O seguiu de todo coração, buscando fazer somente o que era certo aos Seus olhos.
Jeroboão estava praticando o mal. Pior que todos que foram antes dele. Havia chegado ao ponto de construir para si deuses e imagens de fundição para provocá-Lo à ira. Havia virado as costas ao Senhor. Por isso, o Senhor faria vir a desgraça sobre a casa de Jeroboão.
O Senhor disse que mataria até o último dos homens de sua família em Israel. Fossem eles livres ou escravos. Ele varreria seus descendentes até o fim. Como se varre o esterco queimado até que não reste mais qualquer vestígio.
Consegue se colocar no lugar daquela mulher?
De todos os que pertenciam à sua família, os cães comeriam os que morressem na cidade, e as aves do céu se fartariam com os que morressem no campo.
Aías ordenou que a mulher se levantasse. Fosse para sua casa. Com esta terrível mensagem.
E mais, Aías disse que quando ela entrasse na cidade, o menino morreria.
Todo Israel o prantearia e o sepultaria. De todos que pertenciam à família de Jeroboão, ele seria o único sepultado, porque, apenas nele, o Senhor, Deus de Israel, percebera algo de bom e agradável aos seus olhos.
Mas ainda não acabou. Aías disse que o Senhor estabeleceria sobre Israel um rei que exterminaria toda a casa de Jeroboão. Toda!
Se eu fosse aquela mulher, já teria morrido. Se não tivesse, não voltaria para casa. Quem sabe o menino não morresse se ela não entrasse na cidade? Que tristeza terrível. Isso não são apenas más notícias, são notícias terrivelmente trágicas.
Aías ainda continua falando. O Senhor disse que faria Israel vacilar e tremer como o caniço que se agita na água. Ele arrancaria Israel da boa terra que concedera a seus antepassados. O dispersaria do outro lado do Rio Eufrates.
Tudo porque construiu e ergueu postes sagrados, provocando-O à ira. O Senhor abandonaria Israel por causa dos pecados que Jeroboão cometeu. E que fez Israel cometer. Que responsabilidade! Ou talvez seja melhor dizer: Que irresponsabilidade!
Lembre-se: Nenhuma escolha que fazemos é apenas nossa. Ela impacta gerações. Sempre. Seja para o bem ou para o mal.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-decisao-e-minha.html
Depois de ouvir tudo isso, com certeza, com o coração partido em pedaços, a esposa de Jeroboão levantou-se. Foi para Tirza, onde morava.
Assim que chegou à soleira da porta de casa, seu filho morreu. Que tristeza!
Sepultaram-no. Todo Israel o pranteou. Como dissera o Senhor através de seu servo Aías, o profeta.
Jeroboão reinou durante vinte e dois anos. Seu filho Nadabe foi seu sucessor.
Jeroboão fez as escolhas erradas. Como Saul. Por medo de perder o trono. O reino. O "amor" das pessoas. Perdeu sua comunhão com o Senhor. Perdeu Suas promessas. Perdeu seu filho. Perdeu o reino. E, segundo a palavra do Senhor, terá sua descendência exterminada da face da terra.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/saul-podia-ter-dado-certo.html
Muito o que pensarmos. Como nossas escolhas e atitudes podem transformar-se em más notícias! Que o Senhor nos ajude. Que aprendamos a escolher!
Mas, será que há esperanças para Nadabe? Seguirá os caminhos e os pecados de seu pai ou voltará seu coração para o Senhor, com arrependimento?
E quanto a Roboão? Como está seu reinado em Judá? Continua seguindo o Senhor, Deus de seus pais?
Amanhã veremos. Espero você. Até lá.
terça-feira, 21 de março de 2017
Natã, sua obediência e coragem
Lemos em I Reis 18 Elias dizendo a Acabe que a chuva estava chegando. Enquanto Acabe foi se proteger da chuva, Elias foi orar pela chuva.
Em I Samuel 10,vemos Samuel dizer a Saul que aconteceriam certas coisas e depois que isso acontecesse, Saul deveria fazer o que achasse melhor, pois o Senhor era com Ele.
Agora estamos em II Samuel, capítulo 7. Davi reina sobre Israel. Tem um palácio em Jerusalém. Mora na fortaleza, a Cidade de Davi. A arca da aliança está ali também, em uma tenda feita por ele. O Senhor havia dado descanso a Davi de todos os seus inimigos.
Davi então comenta com Natã: “Moro num palácio e a arca do Senhor permanece numa simples tenda.”
Natã, o profeta do Senhor, imediatamente responde: “Faze o que tiveres em mente, pois o Senhor é contigo.”
Imagino Davi feliz, empolgado, pensando em tudo que teria que recolher, comprar, organizar e mandar fazer para o templo do Senhor. Um lugar ainda mais fabuloso que o seu palácio. Não deve nem ter dormido.
Mas, naquela mesma noite, enquanto Davi provavelmente fazia planos para a construção do templo, algo aconteceu. O Senhor apareceu a Natã. E mandou que este voltasse a Davi e lhe falasse outra coisa. E agora?
Pense por um momento. Se você fosse Natã? E como fica sua reputação? Você vai dizer que se enganou? Que falou de si mesmo? Que não era bem assim? Que “veja bem ...” Davi era o rei! Ele falou que o rei poderia fazer algo que estava em seu coração e agora terá que dizer outra coisa? Mudar os planos de um rei!
Natã, obediente servo do Senhor, voltou até o rei e lhe “transmitiu tudo o que o Senhor lhe tinha falado e revelado”. Davi não iria construir um templo ao Senhor. Só depois dele ter morrido, seu filho construiria esse templo.
Até aí tudo bem. Você pensa: “Vou dizer a Davi que ele não construirá o templo como eu havia dito que ele faria, mas em compensação o Senhor está lhe prometendo uma dinastia eterna. Ah, vamos focar aqui. Esse é o ponto chave.”
Certo. E quando Davi adultera com Bete-Seba e manda assassinar Urias?
O Senhor o envia a Davi, com a terrível, apavorante e letal missão de confrontá-lo por seu insulto ao Senhor. O que fazer? Como falar? Por muito menos Davi matou mensageiros. Homens que acreditavam estar levando boas novas até ele, como a morte de seu inimigo declarado, o rei Saul e até sua coroa. Agora a mensagem é um confronto direto a ele. Ao seu pecado. O pecado de um rei. Tudo que posso pensar é que cabeças vão rolar. E não será a do rei pecador. O que fazer?
Natã andava com Deus. Se era para falar ao rei que ele, Natã, lhe deu um comando errado, ele estava disposto. Seu orgulho não lhe importava, muito menos sua reputação. O importante era obedecer ao Senhor. Se o Senhor falou, ele obedecia. Se o Senhor mandou, ele obedecia. É isso. E bastava. Se era para repreender Davi, ele o faria, com amor e sabedoria, mas faria, mesmo que significasse sua morte.
E Natã calmamente (será?) conta ao rei uma história. De dois homens. Um rico e outro pobre. E o rico tomou do pobre, tudo que o pobre possuía e estimava, sem misericórdia. Quando Davi ouviu seu relato, ficou indignado. Declarou, na verdade jurou, que esse homem era merecedor da morte. Uau! E agora?
Natã não titubeou. Imediatamente disse ao rei (lembra, ele está falando com o rei): “Você é esse homem!” E continuou. Natã não apenas expôs o pecado de Davi, ele o repreendeu em nome do Senhor.
Natã, em sua coragem, ainda disse ao rei que o filho gerado por Bete-Seba, morreria. E foi embora para sua casa depois de dizer ao rei tudo o que o Senhor ordenou que fosse dito.
Podia ter sido diferente. Ao pecado do adultério e do assassinato, Davi poderia ter acrescentado mais um assassinato. Natã não estava ileso. Mas Davi reconheceu seu pecado. Se arrependeu. E Natã foi para sua casa vivo, inteiro, com a cabeça no lugar.
Estamos dispostos a obedecer ao Senhor? A voltar atrás se necessário e mudar de direção? Ou a enfrentar a morte para continuarmos em nossa obediência ao Senhor?
Até onde vai nosso amor por nós mesmos e nossa reputação ou pelo único que deve ser o nosso Senhor?
Que aprendamos com Natã. Obediência e ousadia.
“Ora, não te ordenei: Sê forte e corajoso? Não temas e não te apavores, porquanto Yahweh, o Senhor teu deus, está contigo por onde quer que andes?” – Josué 1.9
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