Leitura do dia 13/09.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Daniel.
Nas postagens anteriores vimos sua decisão de não se contaminar com os manjares da Babilônia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/daniel-11-21.html
Também o vimos interpretar o sonho de Nabucodonosor. Além de vermos a atitude de completa fidelidade de Hananias, Misael e Azarias, seus amigos, que estavam na província de Babilônia cuidando dos negócios do rei, enquanto Daniel permanecia em sua corte, na capital. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/daniel-21-49.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/daniel-31-30.html
Hoje caminharemos através dos capítulos quatro a seis. Na primeira postagem, o capítulo quatro.
O rei Nabucodonosor enviou uma mensagem aos povos de todas as cores, nações e línguas onde dominava. O propósito desta mensagem era que todos soubessem dos sinais e maravilhas que o Senhor Altíssimo realizara em seu favor.
O rei testemunhou que Seus sinais são grandes. Suas maravilhas poderosas. Seu reino eterno. Seu domínio, por todas as gerações.
Ele teve um sonho (mais um), que o assustou. Não aprendendo a lição, mandou que fossem chamados à sua presença, todos os magos, encantadores, astrólogos e adivinhos. Dessa vez contou o sonho. Ninguém foi capaz de lhe dizer seu significado.
Finalmente Daniel se apresentou diante dele. Nabucodonosor explica a seus leitores de todo o mundo, que seu nome era Beltessazar. Em homenagem ao seu deus (do rei). E “o espírito dos santos deuses” estava nele. Nabucodonosor lhe contou o sonho.
Ele viu uma grande árvore no meio da terra. Ela cresceu e ficou muito alta e forte. Chegava até o céu. Podia ser vista por todo o mundo. As folhas eram verdes e novas. Era cheia de frutos. Todos podiam comer. Animais selvagens viviam à sua sombra. Aves faziam ninhos em seus ramos. O mundo todo se alimentava dessa árvore.
Então, viu um mensageiro. Era um “ser santo”, que vinha do céu. Ele gritou para que derrubassem a árvore e cortassem seus ramos. Que suas folhas fossem arrancadas e seus frutos espalhados. Que os animais selvagens e as aves fossem espantados. Apenas o toco, com suas raízes, seria poupado. Ficaria preso com um anel de ferro e bronze. Cercado de relva verde. Seria molhado pelo orvalho e viveria com os animais selvagens, em meio às plantas do campo. Durante sete períodos teria mente de animal selvagem em vez de mente humana. O mensageiro disse que era um decreto dos mensageiros. Ordenado pelos seres santos. Com um propósito: Que todos soubessem que o Altíssimo domina sobre os reinos do mundo. E os dá a quem deseja.
Nabucodonosor contou o sonho e disse que Daniel era o único que poderia interpretá-lo. Daniel ficou atônito por algum tempo. Atemorizado. O rei o incentivou a contar o significado do sonho. Sem temer.
Daniel respondeu que gostaria que os acontecimentos revelados no sonho acontecessem com os inimigos do rei. Não a ele. E explicou o significado.
A árvore era o rei. Que cresceu e tornou-se forte. Sua grandeza até o céu. Seu domínio até os confins da terra (conhecida naquela época). O mensageiro foi enviado pelo Altíssimo. O rei seria expulso do convívio humano. Viveria no campo. Com os animais selvagens. Comeria capim, como um boi. Seria molhado pelo orvalho. Durante sete períodos. Até que entendesse que o Altíssimo domina sobre os reinos do mundo. E os dá a quem desejar. As raízes e o toco foram deixados na terra significando que seu reino seria devolvido a ele. Quando aprendesse que o céu domina. Uau! Que lição preciosa para o homem mais poderoso da terra aprender. Para todos nós aprendermos!
Daniel aconselhou o rei a parar de pecar, fazer o certo e ter compaixão dos pobres. Podia ser que, assim, o rei continuasse a prosperar, sem que tal fato precisasse acontecer.
O rei não atendeu o conselho de Daniel. Um ano após o sonho (o Senhor lhe deu muito tempo para pensar e se arrepender), o rei caminhava no terraço de seu palácio. Admirou-se da grande cidade da Babilônia, que construíra com seu próprio poder, para ser o centro de seu reino e mostrar o esplendor de sua majestade.
Quando ainda estava falando, veio uma voz do céu. O decreto foi dado. Nabucodonosor não governava mais sobre aquele reino. Seria expulso do convívio humano. Viveria nos campos com os animais selvagens. Comendo capim, como os bois. Por sete períodos, até que entendesse que o Altíssimo domina sobre os reinos do mundo e os dá a quem deseja.
"O orgulho precede a destruição; a arrogância precede a queda". - Provérbios 16.18
Como avisado no sonho, aconteceu. Foi expulso do convívio humano. Passou a comer capim. Foi molhado pelo orvalho. Viveu assim até que seu cabelo cresceu e suas unhas ficaram enormes, como garras de pássaros.
Passado estes sete períodos, Nabucodonosor conta, olhou para o céu. Sua sanidade voltou. Ele louvou e adorou o Altíssimo. Honrou Aquele que vive para sempre.
Mais uma vez reconheceu que Seu domínio é eterno. Seu reino, por todas as gerações. Comparados a Ele, somos nada. Faz o que deseja entre os anjos dos céus e entre os habitantes da terra. Ninguém pode detê-Lo. Ninguém pode Lhe perguntar porque faz determinadas coisas. Ele é soberano.
Nabucodonosor ainda nos conta, em sua carta que, quando sua sanidade voltou, recuperou sua honra e a majestade de seu reino. Seus conselheiros e nobres o procuraram. Foi restaurado ao seu reino. Com muito mais honra que antes (claro, reconheceu e honrou ao Rei dos reis).
Agora, escreveu, ele louvava, glorificava e honrava o Rei dos céus, reconhecendo que todos os Seus atos são justos e verdadeiros. Ele tem poder para humilhar os orgulhosos.
Que aprendamos a sermos gratos. E humildes. Tudo que temos foi Ele quem nos deu. E é para Sua glória. Toda honra seja dada a Ele. https://www.youtube.com/watch?v=939LH4tzOv8;
https://www.youtube.com/watch?v=7tVqatYLhFY
Continuamos na próxima postagem. Leremos o capítulo cinco.
Espero você. Até já.
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terça-feira, 17 de setembro de 2019
segunda-feira, 26 de agosto de 2019
Jeremias 46.1-48.47
Leitura do dia 21/08.
Continuamos nossa caminhada através do livro de Jeremias.
Na postagem anterior vimos Jeremias sendo levado para o Egito, em total desobediência do povo de Israel ao Senhor.
Também vimos que os acontecimentos são a colheita pelos pecados por eles cometidos. Estão sendo julgados pela idolatria. E não querem se arrepender. Ninguém escolheu servir o Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-431-454.html
Agora, caminharemos a partir do capítulo quarenta e sete. Até o capítulo quarenta e nove.
Jeremias foi chamado para profeta às nações. Não apenas a Israel.
O Senhor lhe entrega mensagens contra várias nações. E ele as entrega, corajosamente.
Fala da destruição do Egito. De seu exílio. Também é o tempo de seu castigo. Seus deuses, seu faraó e seu povo serão castigados.
Fala a Israel que está com eles, mas não podem deixar de ser disciplinados. Não podem ficar impunes. O Senhor os disciplinará com justiça. Ele é a própria justiça.
Jeremias também fala contra a Filistia. Também serão julgados. E destruídos. O mesmo com Moabe. Toda sua terra será destruída. Suas crianças gritarão aos prantos. Seus refugiados choram e gritam de terror. Por um motivo: Confiaram em sua riqueza e habilidade. Seu deus Camos será levado ao exílio, junto com seus sacerdotes e oficiais.
Ninguém escapará. A espada é do Senhor. É seu justo julgamento entrando em ação, e maldito é aquele que faz o trabalho do Senhor com negligência. O Senhor, no entanto, chora por Moabe. Seu coração geme como uma flauta. Mas, Moabe será destruída. Deixará de ser nação. Se exaltou diante do Senhor. Seu orgulho, arrogância, soberba e seu coração são altivos. O Senhor conhece sua insolência. Seu povo oferece sacrifícios aos ídolos e queima incenso a deuses falsos.
Como estamos? Podemos ficar tranquilos quando o Senhor nos julgar? Temos amado apenas a Ele ou ido atrás de ídolos que fizemos com nossas próprias mãos?
Ainda dá tempo de voltarmos. De obedecermos. E amá-Lo.
Continuamos na próxima postagem. Leremos a partir do capítulo quarenta e nove. Até o capítulo cinquenta.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através do livro de Jeremias.
Na postagem anterior vimos Jeremias sendo levado para o Egito, em total desobediência do povo de Israel ao Senhor.
Também vimos que os acontecimentos são a colheita pelos pecados por eles cometidos. Estão sendo julgados pela idolatria. E não querem se arrepender. Ninguém escolheu servir o Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-431-454.html
Agora, caminharemos a partir do capítulo quarenta e sete. Até o capítulo quarenta e nove.
Jeremias foi chamado para profeta às nações. Não apenas a Israel.
O Senhor lhe entrega mensagens contra várias nações. E ele as entrega, corajosamente.
Fala da destruição do Egito. De seu exílio. Também é o tempo de seu castigo. Seus deuses, seu faraó e seu povo serão castigados.
Fala a Israel que está com eles, mas não podem deixar de ser disciplinados. Não podem ficar impunes. O Senhor os disciplinará com justiça. Ele é a própria justiça.
Jeremias também fala contra a Filistia. Também serão julgados. E destruídos. O mesmo com Moabe. Toda sua terra será destruída. Suas crianças gritarão aos prantos. Seus refugiados choram e gritam de terror. Por um motivo: Confiaram em sua riqueza e habilidade. Seu deus Camos será levado ao exílio, junto com seus sacerdotes e oficiais.
Ninguém escapará. A espada é do Senhor. É seu justo julgamento entrando em ação, e maldito é aquele que faz o trabalho do Senhor com negligência. O Senhor, no entanto, chora por Moabe. Seu coração geme como uma flauta. Mas, Moabe será destruída. Deixará de ser nação. Se exaltou diante do Senhor. Seu orgulho, arrogância, soberba e seu coração são altivos. O Senhor conhece sua insolência. Seu povo oferece sacrifícios aos ídolos e queima incenso a deuses falsos.
Como estamos? Podemos ficar tranquilos quando o Senhor nos julgar? Temos amado apenas a Ele ou ido atrás de ídolos que fizemos com nossas próprias mãos?
Ainda dá tempo de voltarmos. De obedecermos. E amá-Lo.
Continuamos na próxima postagem. Leremos a partir do capítulo quarenta e nove. Até o capítulo cinquenta.
Espero você. Até lá.
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domingo, 7 de julho de 2019
Provérbios 13.1-15.33
Leitura do dia 02/07.
Continuamos nossa caminhada através dos ensinamentos maravilhosos de Provérbios.
Ontem vimos muitos conselhos maravilhosos de Salomão. Tantos assuntos diferentes. Quanto aprendizado necessário!
Que não nos esqueçamos que a benção do Senhor é que traz riqueza. E Ele não permite que venha acompanhada pela tristeza.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-101-1228.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos treze a quinze.
Os conselhos de Salomão continuam. Sempre tão atuais, que impressionam. Quais chamam mais sua atenção?
Gosto quando diz que o filho sábio aceita a disciplina de seu pai. Ele não se rebela. Não se rebelando, aprende. Aprendendo, torna-se mais sábio ainda.
Não é interessante quando diz que, com palavras sábias se consegue uma boa refeição enquanto os desleais têm fome de violência? Que tipo de fome temos tido?
“Felizes os que têm fome e sede de justiça, pois serão saciados”. – Mateus 5.6
Salomão também fala que os que controlam sua língua terão vida longa. Os que trabalham com dedicação, prosperam.
E quanto à vida do justo? Brilha alegremente. A luz dos perversos, entretanto, logo se apaga. Nossa vida tem brilhado? Tem brilhado alegremente? Tem espalhado brilho? Ah, tantas coisas a pensar.
Como tem estado nosso coração? Se aflito, todos os dias tem sido difíceis. Se alegre, mesmo com lutas, a vida é um banquete contínuo. Devemos ter bom ânimo, como nos ensinou nosso Amado (João 16.33). E aproveitar o banquete.
Cada versículo desse livro é a meditação de um dia inteiro. De uma vida inteira.
E quanto ao orgulho? Só traz conflitos. Além de queda, claro. Já quem aceita conselhos é sábio.
Em dias que tantos querem facilidades e rapidez em conquistar, Salomão nos lembra que a riqueza adquirida através de meios ilícitos acaba, enquanto que a conquistada, não adquirida, mas conquistada, com trabalho árduo aumenta com o tempo. Vai crescendo aos pouquinhos. Mas permanece.
Ah, e o sonho realizado? É árvore de vida. É como sangue bombeando em nossas veias. Como se tivéssemos sido ligados a um turbo. É muito bom ver um sonho sendo realizado. Rejuvenesce. Dá saúde ao corpo.
A instrução do sábio é fonte de vida. Todos que aceitam esse tipo de instrução escapa das armadilhas da morte. Que são muitas, de vários tipos.
O sábio não sai agindo por aí de qualquer maneira. Ele pensa antes. Planeja. Calcula. Pesa as opções. Escolhe a melhor. E só assim, age.
E quanto às nossas companhias? Os que andam com sábios, aprendem. Acabam tornando-se sábios também. Mas os que andam com os tolos, sofrerão as consequências. Que não são nenhum pouco agradáveis.
E o que dizer de uma geração que não quer gastar tempo disciplinando seus filhos? Será que tem amor envolvido nisso? Ou apenas displicência e acomodação? Quem ama se importa em ensinar, disciplinar. Mostrar o certo e o errado. Ensinar discernimento.
Que não ama, não se importa em corrigir. Não quer gastar seu tempo assim. Não consegue imaginar que, na verdade, está poupando tempo, dinheiro e sofrimento.
Salomão fala que a mulher sábia constrói seu lar. A tola o destrói. Com suas próprias ações. Com suas próprias mãos.
Um de meus versículos preferidos está em Provérbios 14.4. O que é melhor? Um estábulo cheio de bois ou vazio? O vazio não dá trabalho algum. Permanece limpo. O cheio é preciso limpar. Providenciar alimento. Vacinas. Cuidado. Preocupações. Tempo. Mas e o resultado? Se estiver cheio de bois, dando todo esse trabalho, resultará em uma grande colheita. O que preferimos? Uma grande colheita depois de muito trabalho? Ou olhar para o estábulo e vê-lo sempre limpo, porém vazio, sem colheita alguma?
Lembra-se que nos capítulos anteriores nos ensinou a aprender a ter discernimento? Com ele, o conhecimento vem fácil. Longe da companhia dos tolos, claro.
E quanto ao prudente? Será que está se negando a “curtir a vida”? De forma alguma. Ele sabe para onde vai. E está indo. Mede todos os seus passos com cuidado. Examina-os. Alcançará seu objetivo. Angariará o que deseja. É cauteloso. Evita o perigo. Não anda por caminhos que parecem ser corretos, que, no fim, acabam levando à estrada da morte. Seu caminho o leva para cima. A sepultura fica para trás. E ele continua. Cada vez conquistando mais. Sem afobação.
Salomão também nos fala sobre o pecado de desprezarmos nosso próximo. De não ajudar os pobres. Quem os ajuda, é feliz. Os que planejam o bem encontram não apenas a satisfação, mas o amor e a fidelidade.
E não é maravilhoso saber que o justo encontra refúgio, mesmo na hora da morte. Sim, o justo também passa por lutas, por dificuldades. Também passa pela morte. Não está imune. Mas há uma diferença. Ele encontra refúgio. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html
Ah, como e bom ver uma pessoa gentil! A resposta gentil desvia o furor. É árvore de vida. Já a palavra ríspida, desperta a ira. É muito bom quando damos a resposta apropriada. Que produz vida. Que traz solução. É muito bom dizer a palavra certa. Na hora certa. Da maneira certa.
E quanto ao que temos dado valor em nossas vidas? É melhor dividir um prato de salada com quem amamos que um de picanha (e olha que amo picanha) com a companhia errada. É melhor ser paciente e acalmar uma discussão, que se irar facilmente e ser o provocador de uma briga. Também é melhor ser justo e caminhar por uma estrada aberta, que ser preguiçoso e não querer nem tirar os espinhos do caminho para conseguir andar. É melhor ser sábio e agradar o pai, que ser tolo e desprezar a mãe. Também é melhor ter muitos conselheiros e alcançar o êxito do que não ter nenhum e ver seus planos fracassados. É melhor adquirir entendimento ouvindo a repreensão do que rejeitar a disciplina e prejudicar a si mesmo. É melhor ser humilde e ter honra, que ser orgulhoso e sofrer ruína.
E com relação à cobiça? Alguém faz algo errado por causa dela e traz dor e aflição não apenas para si, mas para toda a família. Ao contrário, os que odeiam e não aceitam o suborno, trarão vida. Para si e sua família.
Quantos conselhos completamente atuais e necessários!
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através dos ensinamentos maravilhosos de Provérbios.
Ontem vimos muitos conselhos maravilhosos de Salomão. Tantos assuntos diferentes. Quanto aprendizado necessário!
Que não nos esqueçamos que a benção do Senhor é que traz riqueza. E Ele não permite que venha acompanhada pela tristeza.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-101-1228.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos treze a quinze.
Os conselhos de Salomão continuam. Sempre tão atuais, que impressionam. Quais chamam mais sua atenção?
Gosto quando diz que o filho sábio aceita a disciplina de seu pai. Ele não se rebela. Não se rebelando, aprende. Aprendendo, torna-se mais sábio ainda.
Não é interessante quando diz que, com palavras sábias se consegue uma boa refeição enquanto os desleais têm fome de violência? Que tipo de fome temos tido?
“Felizes os que têm fome e sede de justiça, pois serão saciados”. – Mateus 5.6
Salomão também fala que os que controlam sua língua terão vida longa. Os que trabalham com dedicação, prosperam.
E quanto à vida do justo? Brilha alegremente. A luz dos perversos, entretanto, logo se apaga. Nossa vida tem brilhado? Tem brilhado alegremente? Tem espalhado brilho? Ah, tantas coisas a pensar.
Como tem estado nosso coração? Se aflito, todos os dias tem sido difíceis. Se alegre, mesmo com lutas, a vida é um banquete contínuo. Devemos ter bom ânimo, como nos ensinou nosso Amado (João 16.33). E aproveitar o banquete.
Cada versículo desse livro é a meditação de um dia inteiro. De uma vida inteira.
E quanto ao orgulho? Só traz conflitos. Além de queda, claro. Já quem aceita conselhos é sábio.
Em dias que tantos querem facilidades e rapidez em conquistar, Salomão nos lembra que a riqueza adquirida através de meios ilícitos acaba, enquanto que a conquistada, não adquirida, mas conquistada, com trabalho árduo aumenta com o tempo. Vai crescendo aos pouquinhos. Mas permanece.
Ah, e o sonho realizado? É árvore de vida. É como sangue bombeando em nossas veias. Como se tivéssemos sido ligados a um turbo. É muito bom ver um sonho sendo realizado. Rejuvenesce. Dá saúde ao corpo.
A instrução do sábio é fonte de vida. Todos que aceitam esse tipo de instrução escapa das armadilhas da morte. Que são muitas, de vários tipos.
O sábio não sai agindo por aí de qualquer maneira. Ele pensa antes. Planeja. Calcula. Pesa as opções. Escolhe a melhor. E só assim, age.
E quanto às nossas companhias? Os que andam com sábios, aprendem. Acabam tornando-se sábios também. Mas os que andam com os tolos, sofrerão as consequências. Que não são nenhum pouco agradáveis.
E o que dizer de uma geração que não quer gastar tempo disciplinando seus filhos? Será que tem amor envolvido nisso? Ou apenas displicência e acomodação? Quem ama se importa em ensinar, disciplinar. Mostrar o certo e o errado. Ensinar discernimento.
Que não ama, não se importa em corrigir. Não quer gastar seu tempo assim. Não consegue imaginar que, na verdade, está poupando tempo, dinheiro e sofrimento.
Salomão fala que a mulher sábia constrói seu lar. A tola o destrói. Com suas próprias ações. Com suas próprias mãos.
Um de meus versículos preferidos está em Provérbios 14.4. O que é melhor? Um estábulo cheio de bois ou vazio? O vazio não dá trabalho algum. Permanece limpo. O cheio é preciso limpar. Providenciar alimento. Vacinas. Cuidado. Preocupações. Tempo. Mas e o resultado? Se estiver cheio de bois, dando todo esse trabalho, resultará em uma grande colheita. O que preferimos? Uma grande colheita depois de muito trabalho? Ou olhar para o estábulo e vê-lo sempre limpo, porém vazio, sem colheita alguma?
Lembra-se que nos capítulos anteriores nos ensinou a aprender a ter discernimento? Com ele, o conhecimento vem fácil. Longe da companhia dos tolos, claro.
E quanto ao prudente? Será que está se negando a “curtir a vida”? De forma alguma. Ele sabe para onde vai. E está indo. Mede todos os seus passos com cuidado. Examina-os. Alcançará seu objetivo. Angariará o que deseja. É cauteloso. Evita o perigo. Não anda por caminhos que parecem ser corretos, que, no fim, acabam levando à estrada da morte. Seu caminho o leva para cima. A sepultura fica para trás. E ele continua. Cada vez conquistando mais. Sem afobação.
Salomão também nos fala sobre o pecado de desprezarmos nosso próximo. De não ajudar os pobres. Quem os ajuda, é feliz. Os que planejam o bem encontram não apenas a satisfação, mas o amor e a fidelidade.
E não é maravilhoso saber que o justo encontra refúgio, mesmo na hora da morte. Sim, o justo também passa por lutas, por dificuldades. Também passa pela morte. Não está imune. Mas há uma diferença. Ele encontra refúgio. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html
Ah, como e bom ver uma pessoa gentil! A resposta gentil desvia o furor. É árvore de vida. Já a palavra ríspida, desperta a ira. É muito bom quando damos a resposta apropriada. Que produz vida. Que traz solução. É muito bom dizer a palavra certa. Na hora certa. Da maneira certa.
E quanto ao que temos dado valor em nossas vidas? É melhor dividir um prato de salada com quem amamos que um de picanha (e olha que amo picanha) com a companhia errada. É melhor ser paciente e acalmar uma discussão, que se irar facilmente e ser o provocador de uma briga. Também é melhor ser justo e caminhar por uma estrada aberta, que ser preguiçoso e não querer nem tirar os espinhos do caminho para conseguir andar. É melhor ser sábio e agradar o pai, que ser tolo e desprezar a mãe. Também é melhor ter muitos conselheiros e alcançar o êxito do que não ter nenhum e ver seus planos fracassados. É melhor adquirir entendimento ouvindo a repreensão do que rejeitar a disciplina e prejudicar a si mesmo. É melhor ser humilde e ter honra, que ser orgulhoso e sofrer ruína.
E com relação à cobiça? Alguém faz algo errado por causa dela e traz dor e aflição não apenas para si, mas para toda a família. Ao contrário, os que odeiam e não aceitam o suborno, trarão vida. Para si e sua família.
Quantos conselhos completamente atuais e necessários!
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.
Espero você. Até lá.
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sexta-feira, 5 de julho de 2019
Provérbios 10.1-12.28
Leitura do dia 01/07.
Continuamos nossa caminhada pela estrada do livro de Provérbios.
Ontem vimos que devemos guardar os mandamentos no fundo de nossos corações, amar a sabedoria como se fosse nossa irmã e o discernimento como um membro de nossa família.
Também vimos que a sabedoria clama, desejando que todos aprendam seus caminhos de vida. Quem a procura e espera, a encontrará. http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-71-918.html
Agora, caminharemos através dos capítulos de dez a doze de Provérbios.
São vários provérbios de Salomão. Sobre vários assuntos. Vamos destacar alguns. Leia as Escrituras e destaque os que mais lhe chamam atenção. Lembre-se, se queremos conhecimentos, devemos garimpar a Palavra. Somente assim, encontraremos os tesouros escondidos nela.
As riquezas de origem desonesta, acabam logo. O preguiçoso também logo empobrece.
Uma vida justa livra da morte. Na hora do julgamento, não serão as riquezas que terão valor. Serão o tipo de vida que vivemos.
O que dorme durante a colheita é uma vergonha. O sábio não age assim. Estamos em tempo de colheita. Como temos agido? Estamos dormindo, sem prestar atenção ao que acontece ao nosso redor? Vamos deixar o tempo passar sem que colhamos?
O justo deixa boas lembranças. O sábio recebe os mandamentos de bom grado. Não torce o nariz para eles. Sabe que os mandamentos são bons. Existem para nossa proteção. E vida.
Enquanto as palavras dos perversos são carregadas de mentira e más intensões, destruindo até seus amigos, as palavras dos justos produzem cura, são fonte de vida, dão ânimo, são preciosas como prata fina, oferecem conselhos sábios, são proveitosas. O que temos falado? Vida ou morte?
O salário do justo também produz vida. Ele sabe onde e como gastá-lo. Ao contrário do perverso. Seu salário conduz ao pecado. É gasto de maneira desordenada. Onde não deveria. O que temos feito com nossos salários?
O insensato corre atrás de riquezas, mas a benção do Senhor é que traz a verdadeira riqueza. E Ele não permite que venha acompanhada de tristeza.
O Senhor odeia desonestidade. Em todas as áreas. De qualquer maneira. Nos mínimos detalhes. A desonestidade destrói. Quem é honesto em tudo Lhe dá alegria.
O orgulho é algo que leva à desgraça. Quem é humilde está procurando sabedoria. E vai encontrá-la.
É falta de bom senso desprezar o próximo. Uma cidade prospera pelos benefícios que os justos levam a ela. Os perversos a destroem apenas com suas palavras, que dirá com seus atos! Temos levado benefício às nossas cidades?
A mulher bondosa ganha respeito. Os homens cruéis só conseguem angariar riquezas. Só. Que não terão proveito no futuro. Não servirão para nada na eternidade.
Enquanto quem faz o bem beneficia a si mesmo, pois é melhor dar do que receber (Atos 20.35), quem pratica o mal, além de prejudicar a outros, está se prejudicando. O que ganha não tem valor algum.
Quem reparte com generosidade, prospera. Quem revigora outros, será revigorado quando precisar. O mesquinho, ao contrário, perde tudo. Quem o abençoará?
Quem procura o mal, será encontrado por ele. Pare e pense na seriedade dessa afirmação. Em sua veracidade. Assim como quem procura a sabedoria, consegue encontrá-la, quem procura o mal será encontrado pelo próprio mal.
Enquanto o insensato corre atrás de riquezas, o sábio conquista pessoas. O fruto do justo é árvore de vida. Melhor que qualquer tesouro.
Se queremos aprender, precisamos amar a disciplina. Não conseguimos garimpar tesouros, se não andarmos em disciplina. Se não buscarmos com diligência. Se formos relapsos, não encontraremos nada. Apenas trabalho em vão.
A mulher indiscreta despreza sua própria beleza. A virtuosa honra seu marido. A insensata é como câncer nos ossos. Que grande responsabilidade!
As palavras sábias produzem muitos benefícios. Palavras verdadeiras resistem á prova do tempo. Mentiras logo são descobertas. Têm "pernas curtas”.
Enquanto o engano enche o coração dos perversos, a alegria enche o coração dos que promovem a paz. Como é bom e agradável promover a paz. A união é revigorante.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1311-13521.html
Na verdade, o coração do perverso não tem valor algum. Ele não o guardou. Não colocou guardas à sua porta. Foi arrombado. O que tinha de valor, saqueado. Agora, só o engano está ali dentro. E dor. Ainda assim há esperança. Jesus disse: "Preste atenção! Estou à porta e bato. Se você ouvir minha voz e abrir a porta, entrarei e, juntos, fazermos uma refeição, como amigos". - Apocalipse 3.20
Enquanto o justo dá bom conselhos, o perverso desencaminha seus amigos.
O Senhor detesta lábios mentirosos. Mas quem diz a verdade, Lhe dá alegria.
A preocupação faz a pessoa ficar deprimida, mas uma palavra de incentivo a anima. A preocupação não resolve nada. Confiar no Senhor, resolve. Ao menos, nos dará forças para passar por aquela tempestade. E ânimo para suportar o que for preciso.
Que aprendamos a andar como justos. Que os caminhos dos ímpios sejam evitados por nós. Que nossos lábios falem vida. Que nos importemos em ganhar vidas e não riquezas passageiras. Que não durmamos durante a colheita, mas trabalhemos, como fiéis servos do Senhor.
Continuamos amanhã. Leremos do capítulo treze ao capítulo quinze de Provérbios.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pela estrada do livro de Provérbios.
Ontem vimos que devemos guardar os mandamentos no fundo de nossos corações, amar a sabedoria como se fosse nossa irmã e o discernimento como um membro de nossa família.
Também vimos que a sabedoria clama, desejando que todos aprendam seus caminhos de vida. Quem a procura e espera, a encontrará. http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-71-918.html
Agora, caminharemos através dos capítulos de dez a doze de Provérbios.
São vários provérbios de Salomão. Sobre vários assuntos. Vamos destacar alguns. Leia as Escrituras e destaque os que mais lhe chamam atenção. Lembre-se, se queremos conhecimentos, devemos garimpar a Palavra. Somente assim, encontraremos os tesouros escondidos nela.
As riquezas de origem desonesta, acabam logo. O preguiçoso também logo empobrece.
Uma vida justa livra da morte. Na hora do julgamento, não serão as riquezas que terão valor. Serão o tipo de vida que vivemos.
O que dorme durante a colheita é uma vergonha. O sábio não age assim. Estamos em tempo de colheita. Como temos agido? Estamos dormindo, sem prestar atenção ao que acontece ao nosso redor? Vamos deixar o tempo passar sem que colhamos?
O justo deixa boas lembranças. O sábio recebe os mandamentos de bom grado. Não torce o nariz para eles. Sabe que os mandamentos são bons. Existem para nossa proteção. E vida.
Enquanto as palavras dos perversos são carregadas de mentira e más intensões, destruindo até seus amigos, as palavras dos justos produzem cura, são fonte de vida, dão ânimo, são preciosas como prata fina, oferecem conselhos sábios, são proveitosas. O que temos falado? Vida ou morte?
O salário do justo também produz vida. Ele sabe onde e como gastá-lo. Ao contrário do perverso. Seu salário conduz ao pecado. É gasto de maneira desordenada. Onde não deveria. O que temos feito com nossos salários?
O insensato corre atrás de riquezas, mas a benção do Senhor é que traz a verdadeira riqueza. E Ele não permite que venha acompanhada de tristeza.
O Senhor odeia desonestidade. Em todas as áreas. De qualquer maneira. Nos mínimos detalhes. A desonestidade destrói. Quem é honesto em tudo Lhe dá alegria.
O orgulho é algo que leva à desgraça. Quem é humilde está procurando sabedoria. E vai encontrá-la.
É falta de bom senso desprezar o próximo. Uma cidade prospera pelos benefícios que os justos levam a ela. Os perversos a destroem apenas com suas palavras, que dirá com seus atos! Temos levado benefício às nossas cidades?
A mulher bondosa ganha respeito. Os homens cruéis só conseguem angariar riquezas. Só. Que não terão proveito no futuro. Não servirão para nada na eternidade.
Enquanto quem faz o bem beneficia a si mesmo, pois é melhor dar do que receber (Atos 20.35), quem pratica o mal, além de prejudicar a outros, está se prejudicando. O que ganha não tem valor algum.
Quem reparte com generosidade, prospera. Quem revigora outros, será revigorado quando precisar. O mesquinho, ao contrário, perde tudo. Quem o abençoará?
Quem procura o mal, será encontrado por ele. Pare e pense na seriedade dessa afirmação. Em sua veracidade. Assim como quem procura a sabedoria, consegue encontrá-la, quem procura o mal será encontrado pelo próprio mal.
Enquanto o insensato corre atrás de riquezas, o sábio conquista pessoas. O fruto do justo é árvore de vida. Melhor que qualquer tesouro.
Se queremos aprender, precisamos amar a disciplina. Não conseguimos garimpar tesouros, se não andarmos em disciplina. Se não buscarmos com diligência. Se formos relapsos, não encontraremos nada. Apenas trabalho em vão.
A mulher indiscreta despreza sua própria beleza. A virtuosa honra seu marido. A insensata é como câncer nos ossos. Que grande responsabilidade!
As palavras sábias produzem muitos benefícios. Palavras verdadeiras resistem á prova do tempo. Mentiras logo são descobertas. Têm "pernas curtas”.
Enquanto o engano enche o coração dos perversos, a alegria enche o coração dos que promovem a paz. Como é bom e agradável promover a paz. A união é revigorante.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1311-13521.html
Na verdade, o coração do perverso não tem valor algum. Ele não o guardou. Não colocou guardas à sua porta. Foi arrombado. O que tinha de valor, saqueado. Agora, só o engano está ali dentro. E dor. Ainda assim há esperança. Jesus disse: "Preste atenção! Estou à porta e bato. Se você ouvir minha voz e abrir a porta, entrarei e, juntos, fazermos uma refeição, como amigos". - Apocalipse 3.20
Enquanto o justo dá bom conselhos, o perverso desencaminha seus amigos.
O Senhor detesta lábios mentirosos. Mas quem diz a verdade, Lhe dá alegria.
A preocupação faz a pessoa ficar deprimida, mas uma palavra de incentivo a anima. A preocupação não resolve nada. Confiar no Senhor, resolve. Ao menos, nos dará forças para passar por aquela tempestade. E ânimo para suportar o que for preciso.
Que aprendamos a andar como justos. Que os caminhos dos ímpios sejam evitados por nós. Que nossos lábios falem vida. Que nos importemos em ganhar vidas e não riquezas passageiras. Que não durmamos durante a colheita, mas trabalhemos, como fiéis servos do Senhor.
Continuamos amanhã. Leremos do capítulo treze ao capítulo quinze de Provérbios.
Espero você. Até lá.
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segunda-feira, 29 de abril de 2019
2 Crônicas 26.1-23
Leitura do dia 29/04.
Na postagem anterior, vimos que Amazias, ao vencer a guerra, não olhou para o Senhor. Escolheu olhar para os ídolos de seus inimigos, adotando-os e prestando-lhes culto. Abandonou o Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-251-28.html
Agora, andaremos pelas páginas do capítulo vinte e seis.
Judá escolheu Uzias para ser rei em lugar de Amazias, seu pai.
Estava com dezesseis anos de idade. Reinou cinquenta e dois anos. Reconquistou e reconstruiu Elate.
Lembre-se que quando perdemos um território, primeiro precisamos reconquistá-lo para depois reconstruí-lo. E nesse processo há muito que destruir e derrubar, para reconstruir em alicerce adequado. É muito mais difícil reconstruir do que construir. É necessário muito mais trabalho. Pense nisso. Precisamos proteger os territórios conquistados, para que a próxima geração não precise lutar para reconquistá-los.
Uzias andou no caminho correto e agradável ao Senhor durante toda a vida de Zacarias, que era seu mestre e o instruiu no temor do Senhor. Enquanto procurou agradá-Lo, Ele o fez prosperar.
A prosperidade vem do Senhor. Ele a dá quando procuramos agradá-Lo e não a nós mesmos. Sua prosperidade é diferente da nossa. Muitas vezes, completamente diferente.
Prosperidade não significa riquezas. Significa fazer uma boa viagem. Ter tudo que precisamos para essa viagem. Muitas vezes achamos que precisamos de algo que atrapalha nossa caminhada. Malas demais para carregar. Falsa prosperidade. Pedras de tropeço.
É triste ver que Uzias foi fiel enquanto Zacarias o instruiu. E depois, como será?
Uzias atacou os filisteus. Conseguiu derrubar o muro de três cidades. Edificou cidades na região de Asdode e em vários outros lugares no território dos filisteus. Tudo porque o Senhor estava ao seu lado.
Os amonitas pagavam impostos a Uzias. Sua fama se espalhou até a fronteira do Egito. Ele e seu reino se tornaram muito poderosos e respeitados. Porque o Senhor o promoveu.
Uzias construiu torres em Jerusalém. Na porta da Esquina, na porta do Vale e junto ao Ângulo. Também construiu torres no deserto. Perfurou muitas cisternas. Era proprietário de muitos rebanhos. Nas planícies e na Sefelá, os planaltos de Judá.
Mantinha trabalhadores em seus campos e vinhas. Nas colinas e nas terras férteis. Gostava muito de agricultura.
Possuía um exército bem treinado. Organizado em grupos de acordo com o número de soldados convocados. Seu exército era comandado por dois mil e seiscentos chefes de famílias. Guerreiros corajosos e decididos. Um exército poderoso de trezentos e sete mil e quinhentos soldados. Uzias equipou esse exército com escudos, lanças, capacetes, couraças, arcos e atiradeiras de pedras. Estavam à sua disposição.
Em Jerusalém, construiu máquinas, projetadas por especialistas, para serem posicionadas nas torres e nos cantos das muralhas. Elas deviam atirar simultaneamente grande quantidade de flechas e arremessarem grandes pedras contra as forças inimigas, na defesa das esquinas. Era um homem que pensava. Tanto no ataque quanto na defesa. Tinha visão estratégica. Como devemos ter.
Sua fama foi contada e divulgada até em terras muito distantes. O Senhor o ajudou, de forma extraordinária, até que se tornou bastante conhecido e poderoso.
Então...
Zacarias, seu mestre morreu. Ele não tinha uma experiência individual com o Senhor. Não tinha o coração como o de Davi. Não conhecia o Senhor. Iniciou-se sua queda.
Assim que começou a vangloriar-se de suas conquistas e poder, seu coração se encheu de orgulho e soberba.
Sabemos o resultado do orgulho e da soberba. Essa atitude o conduziu à queda e ao insucesso. Deixou de ser ajudado pelo Senhor. Deixou de ser próspero.
Por causa de seu afastamento do Senhor, não sabia mais sua identidade, nem sua posição.
Entrou na Casa do Senhor para queimar incenso no altar, o que era permitido apenas aos sacerdotes.
Azarias, o sacerdote, foi atrás dele. Com oitenta sacerdotes do Senhor, homens ilustres e corajosos. Muitos corajosos. Afinal, era o rei. Podia ordenar a morte de todos.
Com grande coragem, opuseram-se a Uzias. Advertiram-lhe que não era sua competência incensar diante do Senhor. Somente os sacerdotes, descendentes de Arão, podiam incensar. Foram consagrados para isso. Uzias havia sido consagrado para ser rei.
Ordenaram-lhe, mesmo sendo o rei, que saísse do santuário. Disseram que havia sido infiel e pecado terrivelmente. Que já não tinha direito à glória que vem do Senhor.
Quanto isso é sério! Desprezou a glória do Senhor através de sua soberba. Perdeu o direito a ela. E a glória do homem é totalmente vã.
Uzia estava com o incensário na mão. Pronto para oferecer a queima do incenso sagrado, quando se encolerizou contra os sacerdotes.
Quando o sumo sacerdote Azarias e todos os sacerdotes olharam para ele, estava leproso na testa.
Apressadamente o lançaram fora. Até ele ficou apressado para sair quando notou que o Senhor o ferira.
Sofreu dessa grave doença de pele até o dia da sua morte. E pior, teve que viver, por ser considerado leproso, numa casa separada. Foi excluído da Casa do Senhor. Foi excluído da convivência com sua família. Foi excluído de seu próprio palácio. Não pôde mais reinar. Jotão, seu filho, passou a ter que administrar o reino em seu lugar, até sua morte.
Quando morreu, foi sepultado próximo a seus antepassados, em um cemitério de propriedade dos reis em Jerusalém. Não foi sepultado no tradicional túmulo dos grandes reis, por ser leproso.
Seu estado fez dele um excluído. Até em sua morte. Tudo porque a soberba e o orgulho passaram a dirigir sua vida, que não tinha mais lugar para a direção do Senhor. Esqueceu quem o havia promovido.
É muito triste vermos que os que escolhem se vangloriar em suas obras e dão lugar à soberba e ao orgulho, perdem suas identidades. Não conseguem mais saber quem são. Não conseguem mais identificar suas posições. São excluídos. Como leprosos que precisavam ficar separados de todos os outros.
Que tenhamos cuidado em tudo. Que reconheçamos que Ele é quem luta por nós. Quem nos ajuda. Quem nos abençoa. Quem nos promove.
É Ele quem nos dá vitória. E só a Ele pertence a glória. Se queremos nossa glória, perdemos a dEle.
Amanhã prosseguimos. Leremos do capítulo vinte e sete até o vinte e nove.
Espero você. Até lá.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/ele-se-esqueceu.html
Na postagem anterior, vimos que Amazias, ao vencer a guerra, não olhou para o Senhor. Escolheu olhar para os ídolos de seus inimigos, adotando-os e prestando-lhes culto. Abandonou o Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-251-28.html
Agora, andaremos pelas páginas do capítulo vinte e seis.
Judá escolheu Uzias para ser rei em lugar de Amazias, seu pai.
Estava com dezesseis anos de idade. Reinou cinquenta e dois anos. Reconquistou e reconstruiu Elate.
Lembre-se que quando perdemos um território, primeiro precisamos reconquistá-lo para depois reconstruí-lo. E nesse processo há muito que destruir e derrubar, para reconstruir em alicerce adequado. É muito mais difícil reconstruir do que construir. É necessário muito mais trabalho. Pense nisso. Precisamos proteger os territórios conquistados, para que a próxima geração não precise lutar para reconquistá-los.
Uzias andou no caminho correto e agradável ao Senhor durante toda a vida de Zacarias, que era seu mestre e o instruiu no temor do Senhor. Enquanto procurou agradá-Lo, Ele o fez prosperar.
A prosperidade vem do Senhor. Ele a dá quando procuramos agradá-Lo e não a nós mesmos. Sua prosperidade é diferente da nossa. Muitas vezes, completamente diferente.
Prosperidade não significa riquezas. Significa fazer uma boa viagem. Ter tudo que precisamos para essa viagem. Muitas vezes achamos que precisamos de algo que atrapalha nossa caminhada. Malas demais para carregar. Falsa prosperidade. Pedras de tropeço.
É triste ver que Uzias foi fiel enquanto Zacarias o instruiu. E depois, como será?
Uzias atacou os filisteus. Conseguiu derrubar o muro de três cidades. Edificou cidades na região de Asdode e em vários outros lugares no território dos filisteus. Tudo porque o Senhor estava ao seu lado.
Os amonitas pagavam impostos a Uzias. Sua fama se espalhou até a fronteira do Egito. Ele e seu reino se tornaram muito poderosos e respeitados. Porque o Senhor o promoveu.
Uzias construiu torres em Jerusalém. Na porta da Esquina, na porta do Vale e junto ao Ângulo. Também construiu torres no deserto. Perfurou muitas cisternas. Era proprietário de muitos rebanhos. Nas planícies e na Sefelá, os planaltos de Judá.
Mantinha trabalhadores em seus campos e vinhas. Nas colinas e nas terras férteis. Gostava muito de agricultura.
Possuía um exército bem treinado. Organizado em grupos de acordo com o número de soldados convocados. Seu exército era comandado por dois mil e seiscentos chefes de famílias. Guerreiros corajosos e decididos. Um exército poderoso de trezentos e sete mil e quinhentos soldados. Uzias equipou esse exército com escudos, lanças, capacetes, couraças, arcos e atiradeiras de pedras. Estavam à sua disposição.
Em Jerusalém, construiu máquinas, projetadas por especialistas, para serem posicionadas nas torres e nos cantos das muralhas. Elas deviam atirar simultaneamente grande quantidade de flechas e arremessarem grandes pedras contra as forças inimigas, na defesa das esquinas. Era um homem que pensava. Tanto no ataque quanto na defesa. Tinha visão estratégica. Como devemos ter.
Sua fama foi contada e divulgada até em terras muito distantes. O Senhor o ajudou, de forma extraordinária, até que se tornou bastante conhecido e poderoso.
Então...
Zacarias, seu mestre morreu. Ele não tinha uma experiência individual com o Senhor. Não tinha o coração como o de Davi. Não conhecia o Senhor. Iniciou-se sua queda.
Assim que começou a vangloriar-se de suas conquistas e poder, seu coração se encheu de orgulho e soberba.
Sabemos o resultado do orgulho e da soberba. Essa atitude o conduziu à queda e ao insucesso. Deixou de ser ajudado pelo Senhor. Deixou de ser próspero.
Por causa de seu afastamento do Senhor, não sabia mais sua identidade, nem sua posição.
Entrou na Casa do Senhor para queimar incenso no altar, o que era permitido apenas aos sacerdotes.
Azarias, o sacerdote, foi atrás dele. Com oitenta sacerdotes do Senhor, homens ilustres e corajosos. Muitos corajosos. Afinal, era o rei. Podia ordenar a morte de todos.
Com grande coragem, opuseram-se a Uzias. Advertiram-lhe que não era sua competência incensar diante do Senhor. Somente os sacerdotes, descendentes de Arão, podiam incensar. Foram consagrados para isso. Uzias havia sido consagrado para ser rei.
Ordenaram-lhe, mesmo sendo o rei, que saísse do santuário. Disseram que havia sido infiel e pecado terrivelmente. Que já não tinha direito à glória que vem do Senhor.
Quanto isso é sério! Desprezou a glória do Senhor através de sua soberba. Perdeu o direito a ela. E a glória do homem é totalmente vã.
Uzia estava com o incensário na mão. Pronto para oferecer a queima do incenso sagrado, quando se encolerizou contra os sacerdotes.
Quando o sumo sacerdote Azarias e todos os sacerdotes olharam para ele, estava leproso na testa.
Apressadamente o lançaram fora. Até ele ficou apressado para sair quando notou que o Senhor o ferira.
Sofreu dessa grave doença de pele até o dia da sua morte. E pior, teve que viver, por ser considerado leproso, numa casa separada. Foi excluído da Casa do Senhor. Foi excluído da convivência com sua família. Foi excluído de seu próprio palácio. Não pôde mais reinar. Jotão, seu filho, passou a ter que administrar o reino em seu lugar, até sua morte.
Quando morreu, foi sepultado próximo a seus antepassados, em um cemitério de propriedade dos reis em Jerusalém. Não foi sepultado no tradicional túmulo dos grandes reis, por ser leproso.
Seu estado fez dele um excluído. Até em sua morte. Tudo porque a soberba e o orgulho passaram a dirigir sua vida, que não tinha mais lugar para a direção do Senhor. Esqueceu quem o havia promovido.
É muito triste vermos que os que escolhem se vangloriar em suas obras e dão lugar à soberba e ao orgulho, perdem suas identidades. Não conseguem mais saber quem são. Não conseguem mais identificar suas posições. São excluídos. Como leprosos que precisavam ficar separados de todos os outros.
Que tenhamos cuidado em tudo. Que reconheçamos que Ele é quem luta por nós. Quem nos ajuda. Quem nos abençoa. Quem nos promove.
É Ele quem nos dá vitória. E só a Ele pertence a glória. Se queremos nossa glória, perdemos a dEle.
Amanhã prosseguimos. Leremos do capítulo vinte e sete até o vinte e nove.
Espero você. Até lá.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/ele-se-esqueceu.html
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2 Crônicas 25.1-28
Leitura do dia 29/04.
Na postagem anterior, vimos como Joás agiu com Zacarias, filho de Joiada que havia sido seu conselheiro e protetor. Seu coração deixou-se enganar por lisonjas, desviando-o do Caminho.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-241-27.html
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo vinte e cinco.
Amazias, filho de Joás, tinha vinte e cinco anos de idade quando começou a reinar. Reinou vinte e nove anos. Praticou o correto e agradável diante dos olhos do Senhor. Mas - e esse mas me deixa intrigada - não foi totalmente sincero em seu coração.
O que será que aconteceu?
Quando o reino estava sob seu total controle, mandou matar os oficiais que haviam assassinado seu pai. Não executou os filhos dos assassinos. Agiu conforme o Livro da Lei de Moisés. Como o Senhor ordenou, quando disse que os pais não morreriam em lugar dos filhos, nem os filhos em lugar dos pais, mas cada um morreria por seu próprio erro e pecado.
Depois Amazias convocou Judá. Dividiu conforme as suas famílias. Nomeou comandantes de mil e chefes de cem homens. Fez isso em toda a região de Judá e Benjamim. Reuniu todos os homens com mais de vinte anos. Constatou que podia contar com trezentos mil guerreiros. Todos prontos para o serviço militar. Capazes de empunhar a lança e o escudo.
Resolveu contratar cem mil homens de Israel. Experientes em combate. Pelo valor de três toneladas e meia de prata.
Porém, um homem de Deus foi até ele e lhe advertiu. Disse-lhe que o Senhor não estava com Israel, portanto ele não deveria deixar o exército de Israel caminhar com ele. Mas, se julgasse que seria fortalecido para a guerra dessa maneira, o Senhor o faria cair diante do inimigo. Afinal, o Senhor tem todo o poder para cooperar e também para fazer cair e derrotar.
Amazias havia gasto aquelas três toneladas e meia de prata. Perguntou ao homem de Deus o que faria com essa perda. Se fosse eu, responderia que se tivesse consultado ao Senhor, antes, não teria perda alguma.
O homem de Deus prontamente respondeu que o Senhor tinha muito mais a dar. Amazias ouviu o homem de Deus. Separou as tropas de Efraim e ordenou que voltassem para sua terra.
Apesar de terem recebido a prata, sentiram-se ofendidos por não lutarem com Judá. Foram furiosos para sua terra.
Amazias, encorajado, conduziu seu povo. Foi ao Vale do Sal. Ali, com seu exército matou dez mil. Também capturou outros dez mil. Eles os conduziram ao alto de um penhasco e os atiraram de lá. Todos morreram despedaçados.
Enquanto isso, as tropas que Amazias havia mandado de volta, atacaram as cidades de Judá. Desde Samaria até Bete-Horom. Mataram três mil pessoas. Saquearam as propriedades. E levaram grande quantidade de despojos.
Então, me preparo para ler que Amazias retornou da guerra e orou ao Senhor, que lhe entregou Israel. Mas não. Não é isso que está escrito.
Amazias retornou da guerra trazendo os deuses do povo de Seir entre os despojos. Ele os estabeleceu como seus próprios deuses e protetores. Reverenciou e queimou incenso diante deles, adorando-os.
Claro que sabemos o que aconteceu em seguida. A ira do Senhor acendeu grandemente contra Amazias. O Senhor enviou um de Seus profetas, que lhe perguntou porque havia buscado os deuses de Seir, que sequer foram capazes de livrar seu próprio povo.
Enquanto o profeta ainda falava com o rei, foi interrompido. O rei perguntou-lhe quem havia feito dele seu conselheiro. Ordenou que se calasse ou morreria naquela mesma hora.
O profeta calou-se. Mas não sem antes advertí-lo, dizendo que sabia que o Senhor havia decidido destruí-lo. Primeiro porque havia adorado deuses falsos. Depois, por não dar ouvidos à advertência que ele trazia. Que coragem a desse homem!
Depois de buscar conselhos e sugestões, Amazias mandou uma mensagem a Jeoás, rei de Israel dizendo que queria encontrar-se com ele para medir forças.
Jeoás mandou responder a Amazias que este estava sendo arrogante e vaidoso por ter derrotado Edom. Que ficasse quieto em seu palácio, ou acabaria provocando uma desgraça apenas para destruir a si e a Judá.
Verdadeiramente o coração de Amazias estava cheio de arrogância e vaidade. Ele também não atendeu a essa advertência.
Por terem buscado adorar e servir às divindades de Edom, o Senhor quis entregá-lo aos seus inimigos.
Jeoás foi para a batalha contra Amazias em Bete-Semes, no território de Judá. Judá foi completamente derrotado diante do exército de Israel. Os soldados fugiram para suas casas. Os mesmos soldados que venceram Edom.
Jeoás prendeu Amazias, e o levou até Jerusalém. Lá derrubou cento e oitenta metros do muro da cidade. Desde a porta de Efraim até a porta da Esquina. Tomou posse de todo ouro, prata e objetos sagrados encontrados na Casa do Senhor. Os mesmos objetos que haviam estado sob a guarda de Obede-Edom. Tomou também os tesouros do palácio real e fez reféns.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/cada-um-tem-seu-lugar.html
A partir do momento em que Amazias decidiu não obedecer ao Senhor, muitos de seus colaboradores conspiraram contra ele em Jerusalém. Se viu obrigado a fugir para Láquis. Mas Foi perseguido e assassinado. Seu corpo foi transportado de volta, a cavalo. Foi sepultado junto aos seus antepassados.
Sim, é verdade, a ruína vem logo atrás da soberba (Provérbios 16.18).
Amazias começou servindo ao Senhor. Obedeceu conselhos de um homem de Deus (que nem sabemos seu nome, embora saibamos de quem era e a quem servia). Mas quando ganhou a guerra, atribuiu a vitória a si mesmo. Não percebeu que o Senhor o abençoou para que fosse vitorioso, porque havia obedecido. Não deu-Lhe glória.
Quando a soberba entrou em seu coração, foi atraído para outros deuses. Olhou os ídolos dos filhos de Edom. E os adorou.
O Senhor mandou-lhe um profeta, para que caísse em si e voltasse para Ele. Mas seu coração, cheio de soberba e vaidade, não quis ouvir. Escolheu a apostasia.
A ruína veio quando provocou Jeoás. Foi preso. O templo saqueado. Os muros de Jerusalém destruídos. Até que foi assassinado, fora de Jerusalém. Havia começado bem. Agradando ao Senhor. Mas terminou tão mal!
Mais uma vez, lembremo-nos de Paulo. Começou mal. Perseguindo a Igreja do Senhor. Mas terminou bem. Sendo ele mesmo perseguido, por causa do Caminho. Passou a combater o bom combate, até que completou sua carreira e guardou a fé (2 Timóteo 4.7).
Sempre temos essa escolha. Que sejamos como Paulo, não como Amazias.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/logo-atras-ruina.html
Na postagem anterior, vimos como Joás agiu com Zacarias, filho de Joiada que havia sido seu conselheiro e protetor. Seu coração deixou-se enganar por lisonjas, desviando-o do Caminho.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-241-27.html
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo vinte e cinco.
Amazias, filho de Joás, tinha vinte e cinco anos de idade quando começou a reinar. Reinou vinte e nove anos. Praticou o correto e agradável diante dos olhos do Senhor. Mas - e esse mas me deixa intrigada - não foi totalmente sincero em seu coração.
O que será que aconteceu?
Quando o reino estava sob seu total controle, mandou matar os oficiais que haviam assassinado seu pai. Não executou os filhos dos assassinos. Agiu conforme o Livro da Lei de Moisés. Como o Senhor ordenou, quando disse que os pais não morreriam em lugar dos filhos, nem os filhos em lugar dos pais, mas cada um morreria por seu próprio erro e pecado.
Depois Amazias convocou Judá. Dividiu conforme as suas famílias. Nomeou comandantes de mil e chefes de cem homens. Fez isso em toda a região de Judá e Benjamim. Reuniu todos os homens com mais de vinte anos. Constatou que podia contar com trezentos mil guerreiros. Todos prontos para o serviço militar. Capazes de empunhar a lança e o escudo.
Resolveu contratar cem mil homens de Israel. Experientes em combate. Pelo valor de três toneladas e meia de prata.
Porém, um homem de Deus foi até ele e lhe advertiu. Disse-lhe que o Senhor não estava com Israel, portanto ele não deveria deixar o exército de Israel caminhar com ele. Mas, se julgasse que seria fortalecido para a guerra dessa maneira, o Senhor o faria cair diante do inimigo. Afinal, o Senhor tem todo o poder para cooperar e também para fazer cair e derrotar.
Amazias havia gasto aquelas três toneladas e meia de prata. Perguntou ao homem de Deus o que faria com essa perda. Se fosse eu, responderia que se tivesse consultado ao Senhor, antes, não teria perda alguma.
O homem de Deus prontamente respondeu que o Senhor tinha muito mais a dar. Amazias ouviu o homem de Deus. Separou as tropas de Efraim e ordenou que voltassem para sua terra.
Apesar de terem recebido a prata, sentiram-se ofendidos por não lutarem com Judá. Foram furiosos para sua terra.
Amazias, encorajado, conduziu seu povo. Foi ao Vale do Sal. Ali, com seu exército matou dez mil. Também capturou outros dez mil. Eles os conduziram ao alto de um penhasco e os atiraram de lá. Todos morreram despedaçados.
Enquanto isso, as tropas que Amazias havia mandado de volta, atacaram as cidades de Judá. Desde Samaria até Bete-Horom. Mataram três mil pessoas. Saquearam as propriedades. E levaram grande quantidade de despojos.
Então, me preparo para ler que Amazias retornou da guerra e orou ao Senhor, que lhe entregou Israel. Mas não. Não é isso que está escrito.
Amazias retornou da guerra trazendo os deuses do povo de Seir entre os despojos. Ele os estabeleceu como seus próprios deuses e protetores. Reverenciou e queimou incenso diante deles, adorando-os.
Claro que sabemos o que aconteceu em seguida. A ira do Senhor acendeu grandemente contra Amazias. O Senhor enviou um de Seus profetas, que lhe perguntou porque havia buscado os deuses de Seir, que sequer foram capazes de livrar seu próprio povo.
Enquanto o profeta ainda falava com o rei, foi interrompido. O rei perguntou-lhe quem havia feito dele seu conselheiro. Ordenou que se calasse ou morreria naquela mesma hora.
O profeta calou-se. Mas não sem antes advertí-lo, dizendo que sabia que o Senhor havia decidido destruí-lo. Primeiro porque havia adorado deuses falsos. Depois, por não dar ouvidos à advertência que ele trazia. Que coragem a desse homem!
Depois de buscar conselhos e sugestões, Amazias mandou uma mensagem a Jeoás, rei de Israel dizendo que queria encontrar-se com ele para medir forças.
Jeoás mandou responder a Amazias que este estava sendo arrogante e vaidoso por ter derrotado Edom. Que ficasse quieto em seu palácio, ou acabaria provocando uma desgraça apenas para destruir a si e a Judá.
Verdadeiramente o coração de Amazias estava cheio de arrogância e vaidade. Ele também não atendeu a essa advertência.
Por terem buscado adorar e servir às divindades de Edom, o Senhor quis entregá-lo aos seus inimigos.
Jeoás foi para a batalha contra Amazias em Bete-Semes, no território de Judá. Judá foi completamente derrotado diante do exército de Israel. Os soldados fugiram para suas casas. Os mesmos soldados que venceram Edom.
Jeoás prendeu Amazias, e o levou até Jerusalém. Lá derrubou cento e oitenta metros do muro da cidade. Desde a porta de Efraim até a porta da Esquina. Tomou posse de todo ouro, prata e objetos sagrados encontrados na Casa do Senhor. Os mesmos objetos que haviam estado sob a guarda de Obede-Edom. Tomou também os tesouros do palácio real e fez reféns.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/cada-um-tem-seu-lugar.html
A partir do momento em que Amazias decidiu não obedecer ao Senhor, muitos de seus colaboradores conspiraram contra ele em Jerusalém. Se viu obrigado a fugir para Láquis. Mas Foi perseguido e assassinado. Seu corpo foi transportado de volta, a cavalo. Foi sepultado junto aos seus antepassados.
Sim, é verdade, a ruína vem logo atrás da soberba (Provérbios 16.18).
Amazias começou servindo ao Senhor. Obedeceu conselhos de um homem de Deus (que nem sabemos seu nome, embora saibamos de quem era e a quem servia). Mas quando ganhou a guerra, atribuiu a vitória a si mesmo. Não percebeu que o Senhor o abençoou para que fosse vitorioso, porque havia obedecido. Não deu-Lhe glória.
Quando a soberba entrou em seu coração, foi atraído para outros deuses. Olhou os ídolos dos filhos de Edom. E os adorou.
O Senhor mandou-lhe um profeta, para que caísse em si e voltasse para Ele. Mas seu coração, cheio de soberba e vaidade, não quis ouvir. Escolheu a apostasia.
A ruína veio quando provocou Jeoás. Foi preso. O templo saqueado. Os muros de Jerusalém destruídos. Até que foi assassinado, fora de Jerusalém. Havia começado bem. Agradando ao Senhor. Mas terminou tão mal!
Mais uma vez, lembremo-nos de Paulo. Começou mal. Perseguindo a Igreja do Senhor. Mas terminou bem. Sendo ele mesmo perseguido, por causa do Caminho. Passou a combater o bom combate, até que completou sua carreira e guardou a fé (2 Timóteo 4.7).
Sempre temos essa escolha. Que sejamos como Paulo, não como Amazias.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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segunda-feira, 6 de agosto de 2018
Ele se esqueceu...
Depois de uma pausa forçada de alguns dias, continuamos nossa caminhada por 2 Crônicas.
Vimos que Amazias, ao vencer a guerra, não olhou para o Senhor. Escolheu olhar para os ídolos de seus inimigos, adotando-os e prestando-lhes culto. Abandonou o Senhor.
Vimos também o que lhe aconteceu.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/logo-atras-ruina.html
Hoje, andaremos pelas páginas do capítulo 26.
Judá escolheu Uzias para ser rei em lugar de Amazias, seu pai.
Estava com dezesseis anos de idade. Reinou cinquenta e dois anos. Reconquistou e reconstruiu Elate.
Lembre-se que quando perdemos um território, primeiro precisamos reconquistá-lo para depois reconstruí-lo. E nesse processo há muito que destruir e derrubar, para reconstruir em alicerce adequado. É muito mais difícil reconstruir do que construir. É necessário muito mais trabalho. Pense nisso. Precisamos proteger os territórios conquistados, para que a próxima geração não precise lutar para reconquistá-los.
Uzias andou no caminho correto e agradável ao Senhor durante toda a vida de Zacarias, que era seu mestre e o instruiu no temor do Senhor. Enquanto procurou agradá-Lo, Ele o fez prosperar.
A prosperidade vem do Senhor. Ele a dá quando procuramos agradá-Lo e não a nós mesmos. Sua prosperidade é diferente da nossa. Muitas vezes, completamente diferente.
Prosperidade não significa riquezas. Significa fazer uma boa viagem. Ter tudo que precisamos para essa viagem. Muitas vezes achamos que precisamos de algo que atrapalha nossa caminhada. Malas demais para carregar. Falsa prosperidade. Pedras de tropeço.
É triste ver que Uzias foi fiel enquanto Zacarias o instruiu. E depois, como será?
Uzias atacou os filisteus. Conseguiu derrubar o muro de três cidades. Edificou cidades na região de Asdode e em vários outros lugares no território dos filisteus. Tudo porque o Senhor estava ao seu lado.
Os amonitas pagavam impostos a Uzias. Sua fama se espalhou até a fronteira do Egito. Ele e seu reino se tornaram muito poderosos e respeitados. Porque o Senhor o promoveu.
Uzias construiu torres em Jerusalém. Na porta da Esquina, na porta do Vale e junto ao Ângulo. Também construiu torres no deserto. Perfurou muitas cisternas. Era proprietário de muitos rebanhos. Nas planícies e na Sefelá, os planaltos de Judá.
Mantinha trabalhadores em seus campos e vinhas. Nas colinas e nas terras férteis. Gostava muito de agricultura.
Possuía um exército bem treinado. Organizado em grupos de acordo com o número de soldados convocados. Seu exército era comandado por dois mil e seiscentos chefes de famílias. Guerreiros corajosos e decididos. Um exército poderoso de trezentos e sete mil e quinhentos soldados. Uzias equipou esse exército com escudos, lanças, capacetes, couraças, arcos e atiradeiras de pedras. Estavam à sua disposição.
Em Jerusalém, construiu máquinas, projetadas por especialistas, para serem posicionadas nas torres e nos cantos das muralhas. Elas deviam atirar simultaneamente grande quantidade de flechas e arremessarem grandes pedras contra as forças inimigas, na defesa das esquinas. Era um homem que pensava. Tanto no ataque quanto na defesa. Tinha visão estratégica. Como devemos ter.
Sua fama foi contada e divulgada até em terras muito distantes. O Senhor o ajudou, de forma extraordinária, até que se tornou bastante conhecido e poderoso.
Então...
Zacarias, seu mestre morreu. Ele não tinha uma experiência individual com o Senhor. Não tinha o coração como o de Davi. Não conhecia o Senhor.
Iniciou-se sua queda.
Assim que começou a vangloriar-se de suas conquistas e poder, seu coração se encheu de orgulho e soberba.
Sabemos o resultado do orgulho e da soberba. Essa atitude o conduziu à queda e ao insucesso. Deixou de ser ajudado pelo Senhor. Deixou de ser próspero.
Por causa de seu afastamento do Senhor, não sabia mais sua identidade, nem sua posição.
Entrou na Casa do Senhor para queimar incenso no altar, o que era permitido apenas aos sacerdotes.
Azarias, o sacerdote, foi atrás dele. Com oitenta sacerdotes do Senhor, homens ilustres e corajosos. Muitos corajosos. Afinal, era o rei. Podia ordenar a morte de todos.
Com grande coragem, opuseram-se a Uzias. Advertiram-lhe que não era sua competência incensar diante do Senhor. Somente os sacerdotes, descendentes de Arão, podiam incensar. Foram consagrados para isso. Uzias havia sido consagrado para ser rei.
Ordenaram-lhe, mesmo sendo o rei, que saísse do santuário. Disseram que havia sido infiel e pecado terrivelmente. Que já não tinha direito à glória que vem do Senhor.
Quanto isso é sério! Desprezou a glória do Senhor através de sua soberba. Perdeu o direito a ela. E a glória do homem é totalmente vã.
Uzia estava com o incensário na mão. Pronto para oferecer a queima do incenso sagrado, quando se encolerizou contra os sacerdotes.
Quando o sumo sacerdote Azarias e todos os sacerdotes olharam para ele, estava leproso na testa.
Apressadamente o lançaram fora. Até ele ficou apressado para sair quando notou que o Senhor o ferira.
Sofreu dessa grave doença de pele até o dia da sua morte. E pior, teve que viver, por ser considerado leproso, numa casa separada. Foi excluído da Casa do Senhor. Foi excluído da convivência com sua família. Foi excluído de seu próprio palácio. Não pôde mais reinar. Jotão, seu filho, passou a ter que administrar o reino em seu lugar, até sua morte.
Quando morreu, foi sepultado próximo a seus antepassados, em um cemitério de propriedade dos reis em Jerusalém. Não foi sepultado no tradicional túmulo dos grandes reis, por ser leproso.
Seu estado fez dele um excluído. Até em sua morte. Tudo porque a soberba e o orgulho passaram a dirigir sua vida, que não tinha mais lugar para a direção do Senhor. Esqueceu quem o havia promovido.
É muito triste vermos que os que escolhem se vangloriar em suas obras e dão lugar à soberba e ao orgulho, perdem suas identidades. Não conseguem mais saber quem são. Não conseguem mais identificar suas posições. São excluídos. Como leprosos que precisavam ficar separados de todos os outros.
Que tenhamos cuidado em tudo! Que reconheçamos que Ele é quem luta por nós. Quem nos ajuda. Quem nos abençoa. Quem nos promove.
É Ele quem nos dá vitória. E só a Ele pertence a glória. Se queremos nossa glória, perdemos a dEle.
Amanhã prosseguimos. Até lá.
Vimos que Amazias, ao vencer a guerra, não olhou para o Senhor. Escolheu olhar para os ídolos de seus inimigos, adotando-os e prestando-lhes culto. Abandonou o Senhor.
Vimos também o que lhe aconteceu.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/logo-atras-ruina.html
Hoje, andaremos pelas páginas do capítulo 26.
Judá escolheu Uzias para ser rei em lugar de Amazias, seu pai.
Estava com dezesseis anos de idade. Reinou cinquenta e dois anos. Reconquistou e reconstruiu Elate.
Lembre-se que quando perdemos um território, primeiro precisamos reconquistá-lo para depois reconstruí-lo. E nesse processo há muito que destruir e derrubar, para reconstruir em alicerce adequado. É muito mais difícil reconstruir do que construir. É necessário muito mais trabalho. Pense nisso. Precisamos proteger os territórios conquistados, para que a próxima geração não precise lutar para reconquistá-los.
Uzias andou no caminho correto e agradável ao Senhor durante toda a vida de Zacarias, que era seu mestre e o instruiu no temor do Senhor. Enquanto procurou agradá-Lo, Ele o fez prosperar.
A prosperidade vem do Senhor. Ele a dá quando procuramos agradá-Lo e não a nós mesmos. Sua prosperidade é diferente da nossa. Muitas vezes, completamente diferente.
Prosperidade não significa riquezas. Significa fazer uma boa viagem. Ter tudo que precisamos para essa viagem. Muitas vezes achamos que precisamos de algo que atrapalha nossa caminhada. Malas demais para carregar. Falsa prosperidade. Pedras de tropeço.
É triste ver que Uzias foi fiel enquanto Zacarias o instruiu. E depois, como será?
Uzias atacou os filisteus. Conseguiu derrubar o muro de três cidades. Edificou cidades na região de Asdode e em vários outros lugares no território dos filisteus. Tudo porque o Senhor estava ao seu lado.
Os amonitas pagavam impostos a Uzias. Sua fama se espalhou até a fronteira do Egito. Ele e seu reino se tornaram muito poderosos e respeitados. Porque o Senhor o promoveu.
Uzias construiu torres em Jerusalém. Na porta da Esquina, na porta do Vale e junto ao Ângulo. Também construiu torres no deserto. Perfurou muitas cisternas. Era proprietário de muitos rebanhos. Nas planícies e na Sefelá, os planaltos de Judá.
Mantinha trabalhadores em seus campos e vinhas. Nas colinas e nas terras férteis. Gostava muito de agricultura.
Possuía um exército bem treinado. Organizado em grupos de acordo com o número de soldados convocados. Seu exército era comandado por dois mil e seiscentos chefes de famílias. Guerreiros corajosos e decididos. Um exército poderoso de trezentos e sete mil e quinhentos soldados. Uzias equipou esse exército com escudos, lanças, capacetes, couraças, arcos e atiradeiras de pedras. Estavam à sua disposição.
Em Jerusalém, construiu máquinas, projetadas por especialistas, para serem posicionadas nas torres e nos cantos das muralhas. Elas deviam atirar simultaneamente grande quantidade de flechas e arremessarem grandes pedras contra as forças inimigas, na defesa das esquinas. Era um homem que pensava. Tanto no ataque quanto na defesa. Tinha visão estratégica. Como devemos ter.
Sua fama foi contada e divulgada até em terras muito distantes. O Senhor o ajudou, de forma extraordinária, até que se tornou bastante conhecido e poderoso.
Então...
Zacarias, seu mestre morreu. Ele não tinha uma experiência individual com o Senhor. Não tinha o coração como o de Davi. Não conhecia o Senhor.
Iniciou-se sua queda.
Assim que começou a vangloriar-se de suas conquistas e poder, seu coração se encheu de orgulho e soberba.
Sabemos o resultado do orgulho e da soberba. Essa atitude o conduziu à queda e ao insucesso. Deixou de ser ajudado pelo Senhor. Deixou de ser próspero.
Por causa de seu afastamento do Senhor, não sabia mais sua identidade, nem sua posição.
Entrou na Casa do Senhor para queimar incenso no altar, o que era permitido apenas aos sacerdotes.
Azarias, o sacerdote, foi atrás dele. Com oitenta sacerdotes do Senhor, homens ilustres e corajosos. Muitos corajosos. Afinal, era o rei. Podia ordenar a morte de todos.
Com grande coragem, opuseram-se a Uzias. Advertiram-lhe que não era sua competência incensar diante do Senhor. Somente os sacerdotes, descendentes de Arão, podiam incensar. Foram consagrados para isso. Uzias havia sido consagrado para ser rei.
Ordenaram-lhe, mesmo sendo o rei, que saísse do santuário. Disseram que havia sido infiel e pecado terrivelmente. Que já não tinha direito à glória que vem do Senhor.
Quanto isso é sério! Desprezou a glória do Senhor através de sua soberba. Perdeu o direito a ela. E a glória do homem é totalmente vã.
Uzia estava com o incensário na mão. Pronto para oferecer a queima do incenso sagrado, quando se encolerizou contra os sacerdotes.
Quando o sumo sacerdote Azarias e todos os sacerdotes olharam para ele, estava leproso na testa.
Apressadamente o lançaram fora. Até ele ficou apressado para sair quando notou que o Senhor o ferira.
Sofreu dessa grave doença de pele até o dia da sua morte. E pior, teve que viver, por ser considerado leproso, numa casa separada. Foi excluído da Casa do Senhor. Foi excluído da convivência com sua família. Foi excluído de seu próprio palácio. Não pôde mais reinar. Jotão, seu filho, passou a ter que administrar o reino em seu lugar, até sua morte.
Quando morreu, foi sepultado próximo a seus antepassados, em um cemitério de propriedade dos reis em Jerusalém. Não foi sepultado no tradicional túmulo dos grandes reis, por ser leproso.
Seu estado fez dele um excluído. Até em sua morte. Tudo porque a soberba e o orgulho passaram a dirigir sua vida, que não tinha mais lugar para a direção do Senhor. Esqueceu quem o havia promovido.
É muito triste vermos que os que escolhem se vangloriar em suas obras e dão lugar à soberba e ao orgulho, perdem suas identidades. Não conseguem mais saber quem são. Não conseguem mais identificar suas posições. São excluídos. Como leprosos que precisavam ficar separados de todos os outros.
Que tenhamos cuidado em tudo! Que reconheçamos que Ele é quem luta por nós. Quem nos ajuda. Quem nos abençoa. Quem nos promove.
É Ele quem nos dá vitória. E só a Ele pertence a glória. Se queremos nossa glória, perdemos a dEle.
Amanhã prosseguimos. Até lá.
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