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sábado, 28 de setembro de 2019

Jonas 2.1-4.11

Leitura do dia 26/09.

Ontem vimos as profecias contra Edom no livro de Obadias. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/obadias-11-21.html

Também vimos a ordem do Senhor dada a Jonas para anunciar o julgamento de Nínive. Vimos sua fuga, que culminou com ele lançado ao mar e sendo engolido por um grande peixe, a mando do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/jonas-11-17.html

Acredite, Jonas foi realmente engolido pelo peixe. O Senhor Jesus quando esteve aqui, confirmou essa história, por mais fantástica que seja. Ora, nosso Deus é o Rei do Universo, Criador de todas as coisas. http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/o-fermento-dos-fariseus-e-saduceus.html

Quando Jonas disse aos marinheiros quem era o Deus que adorava, deixou bem claro que é o Deus dos céus, criador do mar e da terra. Ele tem domínio sobre todos os animais, assim como sobre a natureza. Vimos Sua intervenção quando mandou um vento forte sobre o mar e caiu uma violenta tempestade. Vimos Sua intervenção quando lançaram Jonas ao mar e a tempestade aquietou-se. E terminamos com Sua intervenção em ordenar que um peixe "passasse" naquele mesmo instante e o engolisse. Inteiro.

O que aconteceu durante os três dias e noites que ficou ali? Acredito que tenha enfrentado a morte. Preste atenção em sua oração. Ele gritou da terra dos mortos. O Senhor ouviu e o resgatou da morte. Quando Sua vida se esvaía, lembrou-se do Senhor.

Jonas lembra que os adoradores de falsos deuses dão às costas para Sua misericórdia. Ele, porém, ofereceria sacrifícios com cânticos de gratidão. Cumpriria seus votos, sabendo que somente do Senhor vem o livramento.

Enquanto isso, o peixe, a mando do Senhor, nadava em direção ao destino de Jonas. Quando chegou à praia próxima, ordenou que o peixe o vomitasse na praia. Não precisou nem nadar. Incrível não? E verdadeiro! Ele é o que abriu o Mar Vermelho, que abriu o Rio Jordão. Que mandou os corvos alimentarem Elias. Que fechou a boca dos leões. Por que não ordenar que um peixe nadasse para onde Ele queria?
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-141-1521.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-31-17.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-171-12.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/confio-em-deus-em-meio-as-adversidades.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/daniel-61-28.html

Quando chegou à praia, o Senhor falou pela segunda vez a Jonas. Mudou de ideia? Não. Deu a mesma ordem. Devia aprontar-se e ir até Nínive anunciar a mensagem que havia lhe entregue.

Que aprontar era esse? Com certeza estava todo amarrotado e sujo. Não havia nenhum shopping por perto onde pudesse tomar um banho e comprar algumas roupas. Acredito que tenha encontrado um lugar para se recompor, mas, mais importante era aprontar-se interiormente. Estar preparado para entregar Sua mensagem. Olhe para as páginas anteriores, que caminhamos ao longo deste ano. Todo profeta precisa ser um intercessor. Jonas não intercedeu pelos ninivitas. Ele não queria essa missão. Não queria entregar essa palavra de julgamento do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/ezequiel-11-327.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1816-1929.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/ezequiel-71-911.html

Enfim, dessa vez resolveu, ao menos, obedecer. Nínive era uma cidade grande para os padrões da época. Eram necessários três dias inteiros para percorrê-la. Ele o fez. Assim que entrou na cidade, entregou a mensagem do Senhor. Dentro de quarenta dias Nínive seria destruída. Não havia ali nenhum “sacerdote do Senhor” como Amazias que mandou Amós calar-se. Aquelas pessoas, que não pertenciam ao povo de Israel, creram no Senhor. Desde o mais importante até o mais simples. Eles jejuaram e se vestiram em pano de saco, em sinal de arrependimento.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/amos-71-915.html

Até o rei de Nínive, quando ouviu o que Jonas transmitia, desceu do trono. Tirou suas vestes reais. Vestiu-se de saco e sentou-se sobre um monte de cinzas, em um claro sinal de arrependimento. Ele e seus nobres enviaram um decreto pela cidade. Todos deveriam jejuar. Até os animais. E cobrir-se de saco. Todos deviam orar fervorosamente ao Senhor. Orar e deixar seus maus caminhos e toda a violência. Quem sabe o Senhor tivesse misericórdia e voltasse atrás, não destruindo a cidade?

Reparou que esse livro tem muitas descidas?

Jonas desceu a Jope. Desceu ao navio. Desceu ao porão. Fugindo. Até que desceu ao mar.

O capitão do navio onde Jonas estava, desceu ao porão para dar uma “chacoalhada” nele.

O peixe desceu até a praia para vomitar Jonas.

O rei desceu de seu trono. Foi até o chão, em sua humilhação. Demonstrando seu arrependimento.

O povo também desceu. Do mais importante ao mais simples. Reconheceram seus pecados. E humilharam-se diante dEle.

Quando o Senhor viu o que fizeram, como se arrependeram, deixando seus maus caminhos, voltou atrás. Não destruiu a cidade como havia ameaçado. Aleluias!

Lembre-se que o Senhor não tem prazer na morte do ímpio. Seu desejo é que todos se arrependam e O conheçam. Desde que ordenou Sua mensagem a Jonas, esse era o objetivo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-161-1832.html

Ao invés de alegrar-se com Sua misericórdia, Jonas ficou aborrecido. Irado. Não queria a absolvição daquele povo. Não se importava com eles. Levantou sua cabeça aos céus e falou com o Senhor que fora exatamente o que dissera ao Senhor. Jonas conhecia Seu caráter. Sabia que Ele voltaria atrás e não destruiria a cidade, caso se arrependessem. Por isso, não queria ir até lá. Por isso, fugiu.

Ele sabia a quem servia. Um Deus cheio de misericórdia e compaixão. Que demora para se irar. Cheio de amor. Um Deus que está sempre pronto a voltar atrás e não trazer calamidade. Esse é o Deus que servimos. Sempre com Suas mãos estendidas para nos perdoar e nos receber.

A ira de Jonas, no entanto, era tal, que pediu ao Senhor para matá-lo. Preferia morrer do que ver Sua misericórdia por aquele povo.

O Senhor perguntou-lhe se sua ira era justa. Ele não respondeu. Foi a leste de Nínive e construiu um abrigo. Sentou-se à sua sombra enquanto esperava para ver o que aconteceria à cidade. Ainda tinha esperanças de que fosse destruída?

O Senhor, que tem a natureza em Suas mãos, fez crescer ali uma planta. Uma trepadeira. Que, sem demora, espalhou suas folhas grandes sobre a cabeça de Jonas e o protegeu do sol. Ele foi aliviado de seu desconforto. E ficou muito grato pela planta. O Senhor maravilhoso a quem servimos, tem poder para acelerar o crescimento da natureza.

Alguns dias atrás, tive uma experiência fantástica. Estava dando uma volta com minha neta de quatro anos. Fomos até à amoreira ver se já tinha alguma amora. Nenhuma. Ainda faltavam uns quinze dias para começar a aparecer as primeiras frutas. Sabe o que ela me propôs? Que orássemos para pedir ao Senhor que colocasse uma amora ali. Ela ainda não aprendeu que as frutas têm suas estações e colheitas. No dia seguinte, voltamos à amoreira. Meu coração disparou quando vi três amoras. Duas verdes e uma madura, pretinha, deliciosa. O Senhor atendeu nossas orações. Tinha uma amora pronta para ser saboreada! Ele pode acelerar o processo da natureza.

Notou que Jonas ficou irado pelo Senhor ter voltado atrás e aceitado aquelas pessoas, mas ficou grato pela planta que o protegeu do sol? Pois é.

No dia seguinte, o Senhor, ao amanhecer, ordenou que uma lagarta fosse até lá. E comesse o talo da planta. A lagarta alegremente obedeceu. A planta secou. Quando o sol ficou mais quente, o Senhor “caprichou”. Enviou um vento leste quente para soprar sobre Jonas. O sol bateu em sua cabeça. Ele ficou tão fraco que novamente desejou morrer.

O Senhor perguntou-lhe se era justo ficar tão irado por causa da morte daquela planta. Dessa vez, ele respondeu. Afirmou que era. Muito certo. A ponto de desejar morrer.

O Senhor lhe disse que teve compaixão da planta, mesmo não tendo feito absolutamente nada para ela nascer ou crescer. Ela apareceu rapidamente. E murchou. Também rapidamente.

E quanto a Nínive? Era uma cidade de cento e vinte mil pessoas. Que pecavam porque não sabiam discernir o certo do errado e, quando souberam, se arrependeram. Isso, sem falar na quantidade de animais ali existentes. Ele, o Senhor, que as criara, que criara cada um dos animais, não teria compaixão daquela cidade? http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

A cidade não foi destruída naquela época. A pregação de Jonas teve “validade” de duzentos anos.

Que nos lembremos de Seu maravilhoso amor. Por todos nós, inclusive pelos animais.

Que sejamos obedientes. Que alertemos os que estão caminhando para o inferno. Que intercedamos por eles. E nos alegremos quando se arrependerem.

Que a mensagem do Senhor através de nossas vidas seja tão poderosa quando a de Jonas.

Que não precisemos ser “engolidos” por nenhum “peixe”. Que cumpramos Sua ordem com rapidez, como Abraão, ainda que não seja de nosso agrado. É bem mais fácil.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-221-24.html

Continuamos amanhã. Leremos os três primeiros capítulos de Miqueias.

Espero você. Até lá.

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Isaías 13.1-15.9

Leitura do dia 19/07.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Isaías.

Ontem vimos que uma grande aflição espera os juízes injustos e relapsos. Também haverá grande aflição para a Assíria, por causa do orgulho e arrogância de seu rei.

Também vimos as promessas do Senhor para o remanescente de Israel. Que se cumpriram, conforme escrito nos livros de Esdras e Neemias. http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/isaias-101-126.html

Hoje caminharemos a partir do capítulo treze. Até o capítulo quinze.

Isaías recebeu uma palavra sobre Babilônia. O Senhor convocou um grande e poderoso exército contra Babilônia. Guerreiros que se alegrarão quando o Senhor for exaltado. Eles serão as armas do Senhor para executar Sua ira.

Por causa da maldade o mundo será castigado. Os arrogantes terão sua pretensão esmagada. Os poderosos terão seu orgulho humilhado.

Todos na Babilônia correriam como uma gazela perseguida, tamanho o pavor que os alcançaria. O que de fato ocorreu. Jamais voltou a ser a gloriosa Babilônia.

Isaías também fala que haveria um consolo para os descendentes de Jacó. Pessoas de muitas nações os ajudariam a retornar para sua terra. O que aconteceu. Várias vezes.

O Senhor também entregou uma palavra sobre a Assíria. Sob juramento. Tudo aconteceria como Ele planejou. Como Ele decidiu. Eles seriam destruídos. Por causa de seu orgulho e arrogância.

O Senhor tem um plano para todas as nações da terra. Todas estão sob Sua mão. Quando Ele fala, ninguém pode mudar Seus planos. Quando levanta Sua mão, ninguém pode detê-la.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

No ano que o rei Acaz morreu, Isaías recebeu uma nova mensagem. Agora, a respeito da Filistia. O Senhor os exorta a não se alegrarem. O rei que os feriu será sucedido por um pior. Que os destruirá. Quanto aos pobres e necessitados, Ele cuidará.

Ele é o Senhor que reconstruiu Sião.

O Senhor também lhe fala a respeito de Moabe. Em uma só noite seriam arrasados. Até os guerreiros mais valentes gritariam de terror. Indefesos. Tremeriam de pavor.

Isaías chora por causa de Moabe, tamanha a destruição que os esperava.

Muitas vezes para nós é difícil entender tamanha destruição. Tenhamos em mente que o Senhor é bom. Seus juízos são justos. Seu julgamento é perfeito. Ele sempre soube o que fazer. Sempre sabe o que está fazendo. Toda correção é, antes de tudo, para trazer alguém de volta a Ele. Ninguém é julgado sem antes ter tido a oportunidade do arrependimento. Várias e várias vezes.

O Senhor disse a Ezequiel: "Filho do homem, transmita esta mensagem ao povo de Israel: Vocês dizem: 'Nossos pecados pesam sobre nós; estamos definhando! Como sobreviveremos?' Tão certo como Eu vivo, diz o Senhor Soberano, não tenho prazer algum na morte dos perversos. Antes, meu desejo é que se afastem de seus maus caminhos, para que vivam. Arrependam-se! Afastem-se de sua maldade! Por que morrer, ó povo de Israel?" - Ezequiel 33.10,11

Quando uma nação endurece a cerviz, ou seja, não se inclina a Ele, afastando-se dEle, seus atos tornam-se cruéis, egoístas e perversos. Suas escolhas acabam sendo equivocadas. O amor é deixado para trás. A sabedoria não é estimada. A prudência não é exercida.

É necessário um julgamento para alinhar-nos com o Senhor. Que é sempre bom. Foi o que aconteceu com essas nações. O limite de pecado chegou ao fim. O copo transbordou. O justo juiz se levantou. Cansou de ver opressão e morte.

Maravilhoso seria que ninguém precisasse ser julgado. Que nós mesmos nos julgássemos e nos consertássemos. Mas, infelizmente, não é o que acontece na maioria das vezes. Somos negligentes em consultar nossa consciência, em buscar o Senhor. E pior, muitas vezes, mesmo após o julgamento, não nos arrependemos.

Que o Senhor tenha misericórdia de nós. Como nação.

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.

Espero você. Até lá.

domingo, 7 de julho de 2019

Provérbios 13.1-15.33

Leitura do dia 02/07.

Continuamos nossa caminhada através dos ensinamentos maravilhosos de Provérbios.

Ontem vimos muitos conselhos maravilhosos de Salomão. Tantos assuntos diferentes. Quanto aprendizado necessário!

Que não nos esqueçamos que a benção do Senhor é que traz riqueza. E Ele não permite que venha acompanhada pela tristeza.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-101-1228.html

Hoje, caminharemos através dos capítulos treze a quinze.

Os conselhos de Salomão continuam. Sempre tão atuais, que impressionam. Quais chamam mais sua atenção?

Gosto quando diz que o filho sábio aceita a disciplina de seu pai. Ele não se rebela. Não se rebelando, aprende. Aprendendo, torna-se mais sábio ainda.

Não é interessante quando diz que, com palavras sábias se consegue uma boa refeição enquanto os desleais têm fome de violência? Que tipo de fome temos tido?

“Felizes os que têm fome e sede de justiça, pois serão saciados”. – Mateus 5.6

Salomão também fala que os que controlam sua língua terão vida longa. Os que trabalham com dedicação, prosperam.

E quanto à vida do justo? Brilha alegremente. A luz dos perversos, entretanto, logo se apaga. Nossa vida tem brilhado? Tem brilhado alegremente? Tem espalhado brilho? Ah, tantas coisas a pensar.

Como tem estado nosso coração? Se aflito, todos os dias tem sido difíceis. Se alegre, mesmo com lutas, a vida é um banquete contínuo. Devemos ter bom ânimo, como nos ensinou nosso Amado (João 16.33). E aproveitar o banquete.

Cada versículo desse livro é a meditação de um dia inteiro. De uma vida inteira.

E quanto ao orgulho? Só traz conflitos. Além de queda, claro. Já quem aceita conselhos é sábio.

Em dias que tantos querem facilidades e rapidez em conquistar, Salomão nos lembra que a riqueza adquirida através de meios ilícitos acaba, enquanto que a conquistada, não adquirida, mas conquistada, com trabalho árduo aumenta com o tempo. Vai crescendo aos pouquinhos. Mas permanece.

Ah, e o sonho realizado? É árvore de vida. É como sangue bombeando em nossas veias. Como se tivéssemos sido ligados a um turbo. É muito bom ver um sonho sendo realizado. Rejuvenesce. Dá saúde ao corpo.

A instrução do sábio é fonte de vida. Todos que aceitam esse tipo de instrução escapa das armadilhas da morte. Que são muitas, de vários tipos.

O sábio não sai agindo por aí de qualquer maneira. Ele pensa antes. Planeja. Calcula. Pesa as opções. Escolhe a melhor. E só assim, age.

E quanto às nossas companhias? Os que andam com sábios, aprendem. Acabam tornando-se sábios também. Mas os que andam com os tolos, sofrerão as consequências. Que não são nenhum pouco agradáveis.

E o que dizer de uma geração que não quer gastar tempo disciplinando seus filhos? Será que tem amor envolvido nisso? Ou apenas displicência e acomodação? Quem ama se importa em ensinar, disciplinar. Mostrar o certo e o errado. Ensinar discernimento.

Que não ama, não se importa em corrigir. Não quer gastar seu tempo assim. Não consegue imaginar que, na verdade, está poupando tempo, dinheiro e sofrimento.

Salomão fala que a mulher sábia constrói seu lar. A tola o destrói. Com suas próprias ações. Com suas próprias mãos.

Um de meus versículos preferidos está em Provérbios 14.4. O que é melhor? Um estábulo cheio de bois ou vazio? O vazio não dá trabalho algum. Permanece limpo. O cheio é preciso limpar. Providenciar alimento. Vacinas. Cuidado. Preocupações. Tempo. Mas e o resultado? Se estiver cheio de bois, dando todo esse trabalho, resultará em uma grande colheita. O que preferimos? Uma grande colheita depois de muito trabalho? Ou olhar para o estábulo e vê-lo sempre limpo, porém vazio, sem colheita alguma?

Lembra-se que nos capítulos anteriores nos ensinou a aprender a ter discernimento? Com ele, o conhecimento vem fácil. Longe da companhia dos tolos, claro.

E quanto ao prudente? Será que está se negando a “curtir a vida”? De forma alguma. Ele sabe para onde vai. E está indo. Mede todos os seus passos com cuidado. Examina-os. Alcançará seu objetivo. Angariará o que deseja. É cauteloso. Evita o perigo. Não anda por caminhos que parecem ser corretos, que, no fim, acabam levando à estrada da morte. Seu caminho o leva para cima. A sepultura fica para trás. E ele continua. Cada vez conquistando mais. Sem afobação.

Salomão também nos fala sobre o pecado de desprezarmos nosso próximo. De não ajudar os pobres. Quem os ajuda, é feliz. Os que planejam o bem encontram não apenas a satisfação, mas o amor e a fidelidade.

E não é maravilhoso saber que o justo encontra refúgio, mesmo na hora da morte. Sim, o justo também passa por lutas, por dificuldades. Também passa pela morte. Não está imune. Mas há uma diferença. Ele encontra refúgio. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html

Ah, como e bom ver uma pessoa gentil! A resposta gentil desvia o furor. É árvore de vida. Já a palavra ríspida, desperta a ira. É muito bom quando damos a resposta apropriada. Que produz vida. Que traz solução. É muito bom dizer a palavra certa. Na hora certa. Da maneira certa.

E quanto ao que temos dado valor em nossas vidas? É melhor dividir um prato de salada com quem amamos que um de picanha (e olha que amo picanha) com a companhia errada. É melhor ser paciente e acalmar uma discussão, que se irar facilmente e ser o provocador de uma briga. Também é melhor ser justo e caminhar por uma estrada aberta, que ser preguiçoso e não querer nem tirar os espinhos do caminho para conseguir andar. É melhor ser sábio e agradar o pai, que ser tolo e desprezar a mãe. Também é melhor ter muitos conselheiros e alcançar o êxito do que não ter nenhum e ver seus planos fracassados. É melhor adquirir entendimento ouvindo a repreensão do que rejeitar a disciplina e prejudicar a si mesmo. É melhor ser humilde e ter honra, que ser orgulhoso e sofrer ruína.

E com relação à cobiça? Alguém faz algo errado por causa dela e traz dor e aflição não apenas para si, mas para toda a família. Ao contrário, os que odeiam e não aceitam o suborno, trarão vida. Para si e sua família.

Quantos conselhos completamente atuais e necessários!

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.

Espero você. Até lá.

quarta-feira, 19 de junho de 2019

Salmo 106.1-48

Leitura do dia 19/06.

Na postagem anterior, vimos o salmista cantar um resumo da história de Israel. Desde que eram apenas uma família. Até chegarem à terra prometida. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-1051-45.html

Agora, caminharemos através do Salmo cento e seis.

Nele, o salmista começa proclamando que todos deem graças ao Senhor. Porque Ele é bom. Tão bom que Seu amor não tem fim. Dura para sempre.

Faz um questionamento. Quem poderá contar Seus poderosos feitos? Só posso responder: “Ninguém”. Não conseguimos contar tudo que faz. Mesmo em nossas vidas. Quantas vezes recebemos livramentos e bênçãos que nem temos conhecimento?

E quem poderá louvá-Lo como merece? Com certeza, nós não podemos. Somos pequenos. Ainda assim, Ele fica feliz com nosso louvor.

Ah, como são felizes os que fazem o que é certo e praticam o tempo todo a justiça. São eles que habitam no monte do Senhor. Tem Sua presença constante em suas vidas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/salmos-111-155.html

O salmista clama que o Senhor lembre-se dele. Que se aproxime e o resgate. Assim como seus antepassados, pecou. Então, também canta a história de Israel.

Foram desobedientes. Rebeldes. Não deram valor às Suas maravilhas. Não se lembraram de Seus feitos de bondade. Rebelaram-se contra Ele junto ao Mar Vermelho. Ainda assim, o Senhor, por Sua bondade, abriu o mar. Eles passaram a seco. Quando atravessaram o mar, creram em Suas promessas. E cantaram louvores.

Mas, logo esqueceram. Não quiseram esperar por Seus conselhos. Eu sei. É muito difícil esperar. Cada dia fica mais difícil. Queremos que Seus conselhos venham na velocidade da luz. Ou, no mínimo, em uma entrega expressa. Quem sabe na velocidade de um micro-ondas. Não temos paciência. Tudo exige velocidade. E não queremos esperar. Como o povo de Israel fez.

E, quantas vezes nos voltamos para métodos e ensinamentos que parecem nos responder instantaneamente. Como Israel que trocou o Senhor, o glorioso Senhor, pela estátua de um boi. Um boi que come capim. Rebaixaram o Criador do universo a um animal comedor de capim. Porque não quiseram esperar.

No deserto, ao invés de aprenderem, tornaram-se insaciáveis. Tiveram inveja de Moisés e Arão. Por isso, a terra se abriu e engoliu vários rebeldes.

Esqueceram-se do Senhor. E de tudo que fizera no Egito. No Mar Vermelho.

O Senhor declarou que iria acabar com todos. Mas, Moisés, que podia ter concordado (seria bem mais fácil para ele), levantou-se. Colocou-se entre o Senhor e o povo. Clamou por Sua misericórdia. E foi atendido.

Ainda assim, sendo poupados da destruição, recusaram-se a entrar na terra prometida, agradável, segura. Não creram em Suas promessas. Para que o Senhor os levaria até a fronteira se não fossem para entrar? Eles não creram. Resmungaram. E Não deram ouvidos ao Senhor. Colheram o que plantaram. Morreram no deserto.

Mas antes, ainda fizeram pior. Não satisfeitos com o bezerro de ouro que adoraram, uniram-se aos adoradores de Baal. Comeram sacrifícios oferecidos aos mortos. O Senhor se irou. Uma praga se alastrou entre eles. E ia destruindo-os. Até que Fineias, descendente de Arão, teve coragem de intervir. E a praga cessou.

Que homem é esse? O Senhor enviou a praga. Ia matar o povo. Mas ele interviu. Por seu ato, a praga foi detida. Teve coragem, como Moisés havia tido. Ficou entre o povo e o Senhor. Foi considerado justo. Porque interviu. Consegue perceber o que Fineias conseguiu?

Em Meribá também pecaram. Murmurando contra o Senhor, de tal maneira que causaram grandes problemas a Moisés. Ele ficou irado. Falou sem refletir. E pecou.

Quando Israel chegou à terra, ao invés de destruir as nações que ali habitavam, misturou-se com elas. Pior. Israel adotou seus costumes. Quando deveria ser a nação que levaria os outros povos ao Senhor, adoraram ídolos estrangeiros. Contaminaram a si mesmos com seus atos perversos e seu amor aos ídolos.

Aqui, parece que estou lendo, não a história de Israel, mas a história da Igreja. Ah, quantas vezes temos agido da mesma maneira! Ao invés de levarmos o Reino, como o Senhor nos ordenou, temos trazido ídolos estrangeiros para a Igreja. E assim como a adoração a esses ídolos foi considerada adultério e causou a ruína de Israel, estamos vendo muita ruína entre o povo chamado “povo do Senhor”.

Os israelitas se desviaram de tal maneira que chegaram a sacrificar aos demônios seus filhos e filhas, derramando sangue inocente e contaminando a terra. Será que não temos visto isso acontecer em nossos dias também?

Que nós, como Igreja, nos voltemos para o Senhor, antes que Sua ira se acenda e Ele sinta aversão por Seu povo.

Que o Senhor nos salve. Que nossos olhos sejam abertos. Que louvemos Seu nome. O único Deus verdadeiro. Que vive de eternidade a eternidade.

Que nós, intercessores, tenhamos a coragem de Fineias para intervir e trazer livramento.

Que nós, pais, consagremos nossos filhos, a cada dia, ao único Senhor e Rei do Universo, o Deus verdadeiro, Criador dos céus e da terra.

Aqui termina o “livro quatro” de Salmos.

Continuamos amanhã. Iniciaremos o último livro, o “livro cinco”, os “Salmos do Exílio e do Retorno”. Leremos a partir do Salmo cento e sete até o Salmo cento e nove.

Espero você. Até lá.

quarta-feira, 27 de março de 2019

2 Samuel 20.1-26

Leitura do dia 27/03.

Na última postagem vimos a volta de Davi a Jerusalém.

E, quando tudo podia ter ficado bem, Israel e Judá começam uma discussão ridícula. Que vai se agravando. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-191-43.html

Agora, continuamos através do capítulo vinte de 2 Samuel.

Entre os que discutiam, havia um homem que a Bíblia o considera perverso. Era Seba, filho de Bicri, da tribo de Benjamim. Ele toca a trombeta. Grita a todos que voltem para sua casa. Davi não tem nada a lhes oferecer.

O povo de Israel abandona Davi. Judá não. Continuam com ele. Acompanham-no até Jerusalém.

Quando Davi chega ao palácio, confina as dez concubinas que ali ficaram. Ele as sustenta. Mas não toca mais nelas, que passam a viver como viúvas.

O rei ordena que Amasa reúna o exército de Judá e apresente-se a ele em três dias. Ele leva mais tempo. Davi não pode mais esperar. Ordena que Abisai leve as tropas e persiga Seba, antes que entre em uma cidade fortificada e faça mais mal que Absalão.

Parece que não está falando com Joabe.

Mas Joabe continua no posto. É o comandante. Seus soldados, junto com a guarda pessoal de Davi e os “guerreiros valentes” saem de Jerusalém. Vão atrás de Seba. Quando chegam a Gibeom, Amasa os encontra.

Joabe vai ao encontro de Amasa. Está com seu traje militar. Tem um punhal preso ao cinto. Saúda seu primo e o pega pela barba como se fosse beijá-lo. Amasa não percebe que há um punhal. Esquece o que Joabe fez com Abner. Ele fere Amasa no estômago. Suas entranhas se derramam no chão, tamanha força e destreza do golpe. Amassa morre rapidamente.

Ele e Abisai deixam seu corpo no chão e seguem em perseguição a Seba. Mas, todos que passam, param para olhar. Um dos soldados o arrasta para o campo. Cobre seu corpo. E a perseguição a Seba continua.

Seba para em uma cidade chamada Abel-Bete-Maaca. Todos os membros do seu clã seguiram-no.

Quando os soldados de Joabe chegam à cidade, constroem uma rampa junto às fortificações. Começam a derrubar o muro.

Uma mulher sábia da cidade toma à frente. Grita, do muro, que deseja falar com Joabe. Joabe vai até ela. A mulher diz que antigamente, quando queriam resolver um desentendimento, dirigiam-se àquela cidade. Sempre foram pacíficos e fieis. Agora, Joabe está prestes a destruir uma cidade importante de Israel. “Por que destruir o que pertence ao Senhor?”

Joabe responde que só deseja uma coisa. Seba. Se o entregarem, partirá em paz. A mulher pede que Joabe espere. Logo jogarão a cabeça de Seba pelo muro. Ela conversa com o povo, aconselhando-o. Acatam seu conselho. Cortam a cabeça de Seba e a jogam para Joabe. Ele volta a Jerusalém.

Os homens de Davi eram: Joabe, comandante do exército de Israel. Benaia, comandante da guarda pessoal do rei. Adonirão, encarregado dos que realizavam trabalhos forçados. Josafá, filho de Ailube, o historiador. Seva, o secretário da corte. Zadoque e Abiatar, os sacerdotes. E Ira, o sacerdote pessoal de Davi.

Nossa leitura termina aqui. Amanhã continuamos.

Leremos os últimos capítulos de 2 Samuel. Do capítulo vinte e um ao capítulo vinte e quatro.

Espero você. Até lá.