Leitura do dia 16/12.
Continuamos nossa caminhada através da carta aos Hebreus.
Ontem vimos o autor escrevendo que o Senhor Jesus é muito superior aos anjos. Ele é a expressão exata de Deus Pai!
Também vimos as advertências contra a negligência espiritual. Jesus, o homem que se tornou nosso Sumo Sacerdote. Superior a Moisés. Superior a todos. Devemos continuar firmes até o fim. http://www.espalhandoasemente.com/2019/12/hebreus-11-319.html
Hoje caminharemos a partir do capítulo quatro. Até o capítulo seis.
Os israelitas não entraram no descanso do Senhor por causa de sua desobediência. Mas ainda há um descanso para os que creem. Esse descanso é definitivo, eterno. Devemos nos esforçar para entrar nele, sem desobedecermos, para não cairmos.
A palavra de Deus é viva e poderosa. Ela é mais cortante que qualquer espada de dois gumes. Ela penetra tudo. Traz à luz até os pensamentos e desejos mais íntimos. É certo que nada, em toda a natureza, está escondida de Deus. Chegará o dia em que tudo será revelado. Prestaremos contas a Ele.
Precisamos nos apegar firmemente ao que cremos. Temos um Sumo Sacerdote que entrou no céu. Ele entende nossas fraquezas. Enfrentou as mesmas tentações que nós e nunca pecou. Por causa do Sumo Sacerdote que temos, podemos nos achegar com confiança ao trono da graça. Ali receberemos misericórdia e graça para nos ajudar sempre que precisarmos.
O sumo sacerdote era escolhido para representar as pessoas nas coisas referentes a Deus. Pecador, como todos os homens, oferecia primeiramente sacrifícios por seu pecado e depois pelo povo. Quando morria, outro o substituía.
Jesus, no entanto, é o Sumo Sacerdote que ofereceu Sua própria vida como sacrifício, de uma vez por todas. Seu sacerdócio é eterno. Como Ele é. Seu sacerdócio é segundo a ordem de Melquisedeque e não segundo a ordem de Levi.
O autor da carta escreve que gostaria de dizer coisas muito mais profundas, mas os hebreus tornaram-se displicentes acerca do que ouvem. Foram tão bem ensinados que já deveriam ser professores, ensinando a outros, mas ainda precisam aprender os conceitos básicos da palavra de Deus. São como bebês que precisam tomar leite.
O alimento sólido é para os adultos. Adultos são pessoas que, pela prática constante, são capazes de discernir entre o certo e o errado. Sim, precisamos escolher constantemente para aprender a discernir entre o certo e o errado.
Já é hora de deixarmos de lado os ensinamentos básicos sobre Cristo e seguir em frente, alcançando a maturidade em nosso entendimento. O autor da carta pretende que alcancemos um maior entendimento, se o Senhor permitir. Os alicerces básicos já devem ser conhecidos de todos. Esses alicerces são o arrependimento das obras mortas, a fé em Deus, o batismo, a imposição de mãos, a ressurreição dos mortos e o julgamento eterno. Todos devem saber sobre eles.
Alerta que é impossível trazer de volta ao arrependimento os que uma vez foram iluminados e depois deixaram de seguir o Senhor. Ao rejeitar o Filho de Deus é como se O crucificassem novamente, expondo-O à vergonha. É terrível não valorizar a obra do Senhor por nós.
Somos como a terra. Se ela absorve a chuva que cai e produz uma boa colheita, recebe a benção do Senhor. Mas, quando produz espinhos e ervas daninhas, não serve para nada.
Somos destinados a coisas melhores que pertencem à salvação. Deus não é injusto. Não se esquecerá de como trabalhamos arduamente para Ele demonstrando Seu amor ao cuidar do povo santo, o que precisamos fazer continuamente, para não sermos displicentes. Devemos seguir o exemplo dos que, por causa de sua fé e perseverança, herdarão as promessas.
Precisamos considerar a promessa que Deus fez a Abraão. Não tendo ninguém maior que Ele, jurou por Si mesmo. Abraão esperou na promessa com paciência e recebeu o que foi prometido.
É bom lembrarmos que juramento implica obrigação. Quando Deus se compromete através de juramento significa que fará o que jurou. Ele não pode mentir. É simplesmente impossível. Diante disso, podemos nos refugiar firmemente na esperança que nos deu. Essa esperança é uma âncora firme e confiável para nossa alma. Nos conduz para o outro lado da cortina, ao santuário interior. Nosso Senhor já entrou ali por nós. Ele é, sem qualquer sombra de dúvida, nosso eterno Sumo Sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque.
Que nossa vida seja cheia de fé, esperança e trabalho no Senhor. Até o fim.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo sete. Até o capítulo nove.
Espero você. Até lá.
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domingo, 22 de dezembro de 2019
Hebreus 4.1-6.20
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segunda-feira, 21 de outubro de 2019
Mateus 10.1-42
Leitura do dia 14/10.
Ontem vimos a cura da mulher do fluxo de sangue e da filha de Jairo. Duas histórias de tirar o fôlego.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-917-38.html
Hoje, continuaremos nossa viagem. Capítulo dez de Mateus.
Chegou a hora de Jesus enviar Seus doze discípulos. Ele os chamou e deu-lhes autoridade para expulsar demônios e curar todos os tipos de doenças e enfermidades.
Deu ordens específicas para não se dirigirem aos gentios e nem entrarem em alguma cidade samaritana. Antes, deviam ir às ovelhas perdidas de Israel.
Como mandá-los aos gentios e aos samaritanos se ainda não haviam entendido que as boas novas do Reino eram para todos os povos? Ainda não era hora. Não estavam prontos.
Os doze tinham uma mensagem a pregar: O Reino dos céus está próximo. E um trabalho a fazer: curar os enfermos, ressuscitar os mortos, purificar os leprosos e expulsar os demônios. Ah, muito importante: deviam fazer tudo de graça. Haviam recebido de graça e deviam oferecer da mesma maneira.
E Ele continua Suas instruções.
Se alguma cidade não os recebessem, haveria mais rigor a essa cidade, no Dia do Juízo do que para Sodoma e Gomorra, que não tiveram a oportunidade de ouvir as boas novas como tal cidade estava tendo. Ou seja, "não se ressintam, não pensem em vingança". No Dia do Juízo haverá verdadeira justiça.
Deviam ser astutos como as serpentes e sem malícia como as pombas. Parece um paradoxo. Como ser astuto e ao mesmo tempo sem malícia? É não ser enganado e não enganar. Ser esperto e honesto ao mesmo tempo. Encontrar um equilíbrio entre as duas coisas.
Precisavam ser cuidadosos, estar atentos. Seriam entregues aos tribunais e açoitados nas sinagogas. Levados à presença de governadores e reis, como testemunhas a estes (e agora, aos gentios). Embora devessem ter cuidado, não precisariam se preocupar com o que falar quando essas coisas acontecessem. O Espírito do Pai iria falar por intermédio deles. É interessante pensar que quando fossem presos deveriam testemunhar para os gentios.
Amo o fato de Jesus não esconder nada. Diferente de tantas pregações que ouvimos hoje, onde se fala que tudo será um “mar de rosas”, Jesus é claro. Eles seriam perseguidos, açoitados, presos, traídos pelos próprios familiares e odiados por todos. Mas, quem perseverasse até o fim, seria salvo. Não por algum tempo. Até o fim.
Ainda lhes falou que bastava ao servo ser como o Senhor e se o Senhor foi chamado de Belzebu (deus das moscas), quanto mais os membros da Sua família! Em outras palavras: preparem-se para ouvir o que for!
A ordem: Não tenham medo! Não devemos, assim como os doze, temer àqueles que só podem matar o corpo. Há uma eternidade a ser vivida. Devemos temer o Senhor. Mais ninguém.
Ah, e que privilégio saber que até os cabelos da nossa cabeça estão contados. E olha que toda hora caem alguns fios por aí. Somos muito mais valiosos que passarinhos. E o Senhor cuida deles. Claro, cuidará de nós.
O Senhor também afirmou que se O confessarmos diante dos homens, Ele nos confessaria diante do Pai. O contrário também é verdade. Se O negarmos, também nos negaria.
Não podemos amar ninguém mais do que O amamos. Se amarmos, não somos dignos dEle. Temos que carregar nossa cruz e O seguir. Se nossa preocupação for nossa vida, vamos perdê-la, mas se entregarmos nossa vida a Ele, a encontraremos. Veremos o que é realmente viver.
E quem recebesse a qualquer um deles, estaria recebendo o Senhor e o próprio Pai.
Ninguém fica sem receber recompensa do Senhor. Ele é justo. Sempre.
Quantas instruções valorosas entregues aos doze e a nós também.
Muita coisa para pensar e ruminar. Então, pare um pouco. Releia este capítulo. E pense novamente em tudo o que Ele aconselhou.
Amanhã prosseguimos nossa viagem. Capítulo onze de Mateus.
Espero você. Até lá.
Ontem vimos a cura da mulher do fluxo de sangue e da filha de Jairo. Duas histórias de tirar o fôlego.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-917-38.html
Hoje, continuaremos nossa viagem. Capítulo dez de Mateus.
Chegou a hora de Jesus enviar Seus doze discípulos. Ele os chamou e deu-lhes autoridade para expulsar demônios e curar todos os tipos de doenças e enfermidades.
Deu ordens específicas para não se dirigirem aos gentios e nem entrarem em alguma cidade samaritana. Antes, deviam ir às ovelhas perdidas de Israel.
Como mandá-los aos gentios e aos samaritanos se ainda não haviam entendido que as boas novas do Reino eram para todos os povos? Ainda não era hora. Não estavam prontos.
Os doze tinham uma mensagem a pregar: O Reino dos céus está próximo. E um trabalho a fazer: curar os enfermos, ressuscitar os mortos, purificar os leprosos e expulsar os demônios. Ah, muito importante: deviam fazer tudo de graça. Haviam recebido de graça e deviam oferecer da mesma maneira.
E Ele continua Suas instruções.
Se alguma cidade não os recebessem, haveria mais rigor a essa cidade, no Dia do Juízo do que para Sodoma e Gomorra, que não tiveram a oportunidade de ouvir as boas novas como tal cidade estava tendo. Ou seja, "não se ressintam, não pensem em vingança". No Dia do Juízo haverá verdadeira justiça.
Deviam ser astutos como as serpentes e sem malícia como as pombas. Parece um paradoxo. Como ser astuto e ao mesmo tempo sem malícia? É não ser enganado e não enganar. Ser esperto e honesto ao mesmo tempo. Encontrar um equilíbrio entre as duas coisas.
Precisavam ser cuidadosos, estar atentos. Seriam entregues aos tribunais e açoitados nas sinagogas. Levados à presença de governadores e reis, como testemunhas a estes (e agora, aos gentios). Embora devessem ter cuidado, não precisariam se preocupar com o que falar quando essas coisas acontecessem. O Espírito do Pai iria falar por intermédio deles. É interessante pensar que quando fossem presos deveriam testemunhar para os gentios.
Amo o fato de Jesus não esconder nada. Diferente de tantas pregações que ouvimos hoje, onde se fala que tudo será um “mar de rosas”, Jesus é claro. Eles seriam perseguidos, açoitados, presos, traídos pelos próprios familiares e odiados por todos. Mas, quem perseverasse até o fim, seria salvo. Não por algum tempo. Até o fim.
Ainda lhes falou que bastava ao servo ser como o Senhor e se o Senhor foi chamado de Belzebu (deus das moscas), quanto mais os membros da Sua família! Em outras palavras: preparem-se para ouvir o que for!
A ordem: Não tenham medo! Não devemos, assim como os doze, temer àqueles que só podem matar o corpo. Há uma eternidade a ser vivida. Devemos temer o Senhor. Mais ninguém.
Ah, e que privilégio saber que até os cabelos da nossa cabeça estão contados. E olha que toda hora caem alguns fios por aí. Somos muito mais valiosos que passarinhos. E o Senhor cuida deles. Claro, cuidará de nós.
O Senhor também afirmou que se O confessarmos diante dos homens, Ele nos confessaria diante do Pai. O contrário também é verdade. Se O negarmos, também nos negaria.
Não podemos amar ninguém mais do que O amamos. Se amarmos, não somos dignos dEle. Temos que carregar nossa cruz e O seguir. Se nossa preocupação for nossa vida, vamos perdê-la, mas se entregarmos nossa vida a Ele, a encontraremos. Veremos o que é realmente viver.
E quem recebesse a qualquer um deles, estaria recebendo o Senhor e o próprio Pai.
Ninguém fica sem receber recompensa do Senhor. Ele é justo. Sempre.
Quantas instruções valorosas entregues aos doze e a nós também.
Muita coisa para pensar e ruminar. Então, pare um pouco. Releia este capítulo. E pense novamente em tudo o que Ele aconselhou.
Amanhã prosseguimos nossa viagem. Capítulo onze de Mateus.
Espero você. Até lá.
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domingo, 7 de julho de 2019
Provérbios 13.1-15.33
Leitura do dia 02/07.
Continuamos nossa caminhada através dos ensinamentos maravilhosos de Provérbios.
Ontem vimos muitos conselhos maravilhosos de Salomão. Tantos assuntos diferentes. Quanto aprendizado necessário!
Que não nos esqueçamos que a benção do Senhor é que traz riqueza. E Ele não permite que venha acompanhada pela tristeza.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-101-1228.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos treze a quinze.
Os conselhos de Salomão continuam. Sempre tão atuais, que impressionam. Quais chamam mais sua atenção?
Gosto quando diz que o filho sábio aceita a disciplina de seu pai. Ele não se rebela. Não se rebelando, aprende. Aprendendo, torna-se mais sábio ainda.
Não é interessante quando diz que, com palavras sábias se consegue uma boa refeição enquanto os desleais têm fome de violência? Que tipo de fome temos tido?
“Felizes os que têm fome e sede de justiça, pois serão saciados”. – Mateus 5.6
Salomão também fala que os que controlam sua língua terão vida longa. Os que trabalham com dedicação, prosperam.
E quanto à vida do justo? Brilha alegremente. A luz dos perversos, entretanto, logo se apaga. Nossa vida tem brilhado? Tem brilhado alegremente? Tem espalhado brilho? Ah, tantas coisas a pensar.
Como tem estado nosso coração? Se aflito, todos os dias tem sido difíceis. Se alegre, mesmo com lutas, a vida é um banquete contínuo. Devemos ter bom ânimo, como nos ensinou nosso Amado (João 16.33). E aproveitar o banquete.
Cada versículo desse livro é a meditação de um dia inteiro. De uma vida inteira.
E quanto ao orgulho? Só traz conflitos. Além de queda, claro. Já quem aceita conselhos é sábio.
Em dias que tantos querem facilidades e rapidez em conquistar, Salomão nos lembra que a riqueza adquirida através de meios ilícitos acaba, enquanto que a conquistada, não adquirida, mas conquistada, com trabalho árduo aumenta com o tempo. Vai crescendo aos pouquinhos. Mas permanece.
Ah, e o sonho realizado? É árvore de vida. É como sangue bombeando em nossas veias. Como se tivéssemos sido ligados a um turbo. É muito bom ver um sonho sendo realizado. Rejuvenesce. Dá saúde ao corpo.
A instrução do sábio é fonte de vida. Todos que aceitam esse tipo de instrução escapa das armadilhas da morte. Que são muitas, de vários tipos.
O sábio não sai agindo por aí de qualquer maneira. Ele pensa antes. Planeja. Calcula. Pesa as opções. Escolhe a melhor. E só assim, age.
E quanto às nossas companhias? Os que andam com sábios, aprendem. Acabam tornando-se sábios também. Mas os que andam com os tolos, sofrerão as consequências. Que não são nenhum pouco agradáveis.
E o que dizer de uma geração que não quer gastar tempo disciplinando seus filhos? Será que tem amor envolvido nisso? Ou apenas displicência e acomodação? Quem ama se importa em ensinar, disciplinar. Mostrar o certo e o errado. Ensinar discernimento.
Que não ama, não se importa em corrigir. Não quer gastar seu tempo assim. Não consegue imaginar que, na verdade, está poupando tempo, dinheiro e sofrimento.
Salomão fala que a mulher sábia constrói seu lar. A tola o destrói. Com suas próprias ações. Com suas próprias mãos.
Um de meus versículos preferidos está em Provérbios 14.4. O que é melhor? Um estábulo cheio de bois ou vazio? O vazio não dá trabalho algum. Permanece limpo. O cheio é preciso limpar. Providenciar alimento. Vacinas. Cuidado. Preocupações. Tempo. Mas e o resultado? Se estiver cheio de bois, dando todo esse trabalho, resultará em uma grande colheita. O que preferimos? Uma grande colheita depois de muito trabalho? Ou olhar para o estábulo e vê-lo sempre limpo, porém vazio, sem colheita alguma?
Lembra-se que nos capítulos anteriores nos ensinou a aprender a ter discernimento? Com ele, o conhecimento vem fácil. Longe da companhia dos tolos, claro.
E quanto ao prudente? Será que está se negando a “curtir a vida”? De forma alguma. Ele sabe para onde vai. E está indo. Mede todos os seus passos com cuidado. Examina-os. Alcançará seu objetivo. Angariará o que deseja. É cauteloso. Evita o perigo. Não anda por caminhos que parecem ser corretos, que, no fim, acabam levando à estrada da morte. Seu caminho o leva para cima. A sepultura fica para trás. E ele continua. Cada vez conquistando mais. Sem afobação.
Salomão também nos fala sobre o pecado de desprezarmos nosso próximo. De não ajudar os pobres. Quem os ajuda, é feliz. Os que planejam o bem encontram não apenas a satisfação, mas o amor e a fidelidade.
E não é maravilhoso saber que o justo encontra refúgio, mesmo na hora da morte. Sim, o justo também passa por lutas, por dificuldades. Também passa pela morte. Não está imune. Mas há uma diferença. Ele encontra refúgio. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html
Ah, como e bom ver uma pessoa gentil! A resposta gentil desvia o furor. É árvore de vida. Já a palavra ríspida, desperta a ira. É muito bom quando damos a resposta apropriada. Que produz vida. Que traz solução. É muito bom dizer a palavra certa. Na hora certa. Da maneira certa.
E quanto ao que temos dado valor em nossas vidas? É melhor dividir um prato de salada com quem amamos que um de picanha (e olha que amo picanha) com a companhia errada. É melhor ser paciente e acalmar uma discussão, que se irar facilmente e ser o provocador de uma briga. Também é melhor ser justo e caminhar por uma estrada aberta, que ser preguiçoso e não querer nem tirar os espinhos do caminho para conseguir andar. É melhor ser sábio e agradar o pai, que ser tolo e desprezar a mãe. Também é melhor ter muitos conselheiros e alcançar o êxito do que não ter nenhum e ver seus planos fracassados. É melhor adquirir entendimento ouvindo a repreensão do que rejeitar a disciplina e prejudicar a si mesmo. É melhor ser humilde e ter honra, que ser orgulhoso e sofrer ruína.
E com relação à cobiça? Alguém faz algo errado por causa dela e traz dor e aflição não apenas para si, mas para toda a família. Ao contrário, os que odeiam e não aceitam o suborno, trarão vida. Para si e sua família.
Quantos conselhos completamente atuais e necessários!
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através dos ensinamentos maravilhosos de Provérbios.
Ontem vimos muitos conselhos maravilhosos de Salomão. Tantos assuntos diferentes. Quanto aprendizado necessário!
Que não nos esqueçamos que a benção do Senhor é que traz riqueza. E Ele não permite que venha acompanhada pela tristeza.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-101-1228.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos treze a quinze.
Os conselhos de Salomão continuam. Sempre tão atuais, que impressionam. Quais chamam mais sua atenção?
Gosto quando diz que o filho sábio aceita a disciplina de seu pai. Ele não se rebela. Não se rebelando, aprende. Aprendendo, torna-se mais sábio ainda.
Não é interessante quando diz que, com palavras sábias se consegue uma boa refeição enquanto os desleais têm fome de violência? Que tipo de fome temos tido?
“Felizes os que têm fome e sede de justiça, pois serão saciados”. – Mateus 5.6
Salomão também fala que os que controlam sua língua terão vida longa. Os que trabalham com dedicação, prosperam.
E quanto à vida do justo? Brilha alegremente. A luz dos perversos, entretanto, logo se apaga. Nossa vida tem brilhado? Tem brilhado alegremente? Tem espalhado brilho? Ah, tantas coisas a pensar.
Como tem estado nosso coração? Se aflito, todos os dias tem sido difíceis. Se alegre, mesmo com lutas, a vida é um banquete contínuo. Devemos ter bom ânimo, como nos ensinou nosso Amado (João 16.33). E aproveitar o banquete.
Cada versículo desse livro é a meditação de um dia inteiro. De uma vida inteira.
E quanto ao orgulho? Só traz conflitos. Além de queda, claro. Já quem aceita conselhos é sábio.
Em dias que tantos querem facilidades e rapidez em conquistar, Salomão nos lembra que a riqueza adquirida através de meios ilícitos acaba, enquanto que a conquistada, não adquirida, mas conquistada, com trabalho árduo aumenta com o tempo. Vai crescendo aos pouquinhos. Mas permanece.
Ah, e o sonho realizado? É árvore de vida. É como sangue bombeando em nossas veias. Como se tivéssemos sido ligados a um turbo. É muito bom ver um sonho sendo realizado. Rejuvenesce. Dá saúde ao corpo.
A instrução do sábio é fonte de vida. Todos que aceitam esse tipo de instrução escapa das armadilhas da morte. Que são muitas, de vários tipos.
O sábio não sai agindo por aí de qualquer maneira. Ele pensa antes. Planeja. Calcula. Pesa as opções. Escolhe a melhor. E só assim, age.
E quanto às nossas companhias? Os que andam com sábios, aprendem. Acabam tornando-se sábios também. Mas os que andam com os tolos, sofrerão as consequências. Que não são nenhum pouco agradáveis.
E o que dizer de uma geração que não quer gastar tempo disciplinando seus filhos? Será que tem amor envolvido nisso? Ou apenas displicência e acomodação? Quem ama se importa em ensinar, disciplinar. Mostrar o certo e o errado. Ensinar discernimento.
Que não ama, não se importa em corrigir. Não quer gastar seu tempo assim. Não consegue imaginar que, na verdade, está poupando tempo, dinheiro e sofrimento.
Salomão fala que a mulher sábia constrói seu lar. A tola o destrói. Com suas próprias ações. Com suas próprias mãos.
Um de meus versículos preferidos está em Provérbios 14.4. O que é melhor? Um estábulo cheio de bois ou vazio? O vazio não dá trabalho algum. Permanece limpo. O cheio é preciso limpar. Providenciar alimento. Vacinas. Cuidado. Preocupações. Tempo. Mas e o resultado? Se estiver cheio de bois, dando todo esse trabalho, resultará em uma grande colheita. O que preferimos? Uma grande colheita depois de muito trabalho? Ou olhar para o estábulo e vê-lo sempre limpo, porém vazio, sem colheita alguma?
Lembra-se que nos capítulos anteriores nos ensinou a aprender a ter discernimento? Com ele, o conhecimento vem fácil. Longe da companhia dos tolos, claro.
E quanto ao prudente? Será que está se negando a “curtir a vida”? De forma alguma. Ele sabe para onde vai. E está indo. Mede todos os seus passos com cuidado. Examina-os. Alcançará seu objetivo. Angariará o que deseja. É cauteloso. Evita o perigo. Não anda por caminhos que parecem ser corretos, que, no fim, acabam levando à estrada da morte. Seu caminho o leva para cima. A sepultura fica para trás. E ele continua. Cada vez conquistando mais. Sem afobação.
Salomão também nos fala sobre o pecado de desprezarmos nosso próximo. De não ajudar os pobres. Quem os ajuda, é feliz. Os que planejam o bem encontram não apenas a satisfação, mas o amor e a fidelidade.
E não é maravilhoso saber que o justo encontra refúgio, mesmo na hora da morte. Sim, o justo também passa por lutas, por dificuldades. Também passa pela morte. Não está imune. Mas há uma diferença. Ele encontra refúgio. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html
Ah, como e bom ver uma pessoa gentil! A resposta gentil desvia o furor. É árvore de vida. Já a palavra ríspida, desperta a ira. É muito bom quando damos a resposta apropriada. Que produz vida. Que traz solução. É muito bom dizer a palavra certa. Na hora certa. Da maneira certa.
E quanto ao que temos dado valor em nossas vidas? É melhor dividir um prato de salada com quem amamos que um de picanha (e olha que amo picanha) com a companhia errada. É melhor ser paciente e acalmar uma discussão, que se irar facilmente e ser o provocador de uma briga. Também é melhor ser justo e caminhar por uma estrada aberta, que ser preguiçoso e não querer nem tirar os espinhos do caminho para conseguir andar. É melhor ser sábio e agradar o pai, que ser tolo e desprezar a mãe. Também é melhor ter muitos conselheiros e alcançar o êxito do que não ter nenhum e ver seus planos fracassados. É melhor adquirir entendimento ouvindo a repreensão do que rejeitar a disciplina e prejudicar a si mesmo. É melhor ser humilde e ter honra, que ser orgulhoso e sofrer ruína.
E com relação à cobiça? Alguém faz algo errado por causa dela e traz dor e aflição não apenas para si, mas para toda a família. Ao contrário, os que odeiam e não aceitam o suborno, trarão vida. Para si e sua família.
Quantos conselhos completamente atuais e necessários!
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.
Espero você. Até lá.
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quarta-feira, 1 de maio de 2019
2 Crônicas 31.1-21
Na postagem anterior, vimos a celebração da Páscoa em Jerusalém, como não havia desde os tempos de Salomão. Vimos que Ezequias, os levitas e sacerdotes consideravam as pessoas acima das regras. Que maravilhoso!
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/2-cronicas-301-27.html
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo trinta e um de 2 Crônicas.
Quando as celebrações terminaram, os que estavam em Jerusalém saíram às cidades de Judá, Benjamim, Efraim e Manassés. Destruíram os altares idólatras, despedaçaram as estátuas pagãs, cortaram e derrubaram os postes-ídolos.
Depois, foram para suas cidades. Cada um para sua casa.
Ezequias estabeleceu os turnos dos sacerdotes e levitas. Cada um conforme seus serviços religiosos, para apresentarem holocaustos e sacrifícios de paz e comunhão, ministrarem, guardarem, darem graças, louvarem e adorarem, junto aos portões do templo do Senhor.
O rei contribuía com seus próprios bens para os holocaustos, os sacrifícios realizados pelas manhãs e tardes, assim como para os dos sábados, das festas da Lua Nova e das festas fixas. Tudo como está escrito na Lei do Senhor.
Também ordenou aos moradores de Jerusalém, que contribuíssem com os sacerdotes e levitas, de acordo com a porção que lhes era devida. Tudo para que pudessem dedicar-se ao estudo, ao ensino e à prática da Lei do Senhor.
Assim que esta ordem foi proclamada, os filhos de Israel trouxeram em abundância as primícias do cereal, do vinho, do azeite, do mel e de todo produto do campo. Também os dízimos de tudo. Trouxeram generosamente.
Os filhos de Israel e de Judá que habitavam nas cidades de Judá também trouxeram com alegria o dízimo de todos os rebanhos, utensílios e objetos consagrados e dedicados ao Senhor. Depositaram tudo junto aos portões, formando muitas e muitas pilhas.
No terceiro mês, começaram a organizar as primeiras pilhas de doações. No sétimo mês, concluíram.
Quando o rei e os chefes observaram aqueles montões de ofertas, agradeceram e louvaram o Senhor. Bendisseram Israel.
Ezequias perguntou aos sacerdotes e levitas a respeito das pilhas de produtos doados. O sumo sacerdote, Azarias, encarregado de chefiar a Casa do Senhor, lhe explicou que desde que o povo começou a trazer suas doações, havia o que comer e até se fartar. Ainda sobrou muito, porque o Senhor abençoou Seu povo. Aqueles montões eram as sobras.
O rei mandou preparar depósitos no templo, o que fizeram imediatamente. Recolheram fielmente as ofertas, os dízimos, todos os objetos e produtos dedicados ao Senhor. Conanias foi encarregado desses deveres. Simei, seu irmão, o auxiliava, além de seus supervisores, subordinados a eles, por nomeação de Ezequias e Azarias.
Coré, guarda da porta leste, foi encarregado das ofertas voluntárias feitas ao Senhor, distribuindo as doações e as ofertas santíssimas. Sob seu comando estavam seis auxiliares, que, nas cidades dos sacerdotes, distribuíam, com toda a fidelidade, ofertas aos seus colegas sacerdotes, de acordo com seus turnos, tanto aos idosos quanto aos jovens.
Não levavam em conta se seus nomes estavam ou não nas listas dos seus antepassados. A distribuição era concedida generosamente a todos os homens que iam à Casa do Senhor fazer seus serviços religiosos diários, segundo o ministério que realizavam, conforme os cargos sob suas responsabilidades e de acordo com seus turnos.
A lista dos sacerdotes foi elaborada conforme seus grupos de famílias, suas responsabilidades e seus turnos. Esse mesmo registro genealógico incluía todos os filhos pequenos, as mulheres e os filhos e filhas de todo o grupo, pois, os sacerdotes e os levitas haviam sido fiéis em se consagrarem ao Senhor.
Dentre os sacerdotes, filhos de Arão, que moravam nos campos dos arredores das suas cidades, havia, em cada cidade, homens que foram designados nominalmente para distribuírem as porções a todo homem entre os sacerdotes, a seus filhos e aos levitas registrados.
Assim, fez Ezequias em todo Judá. Fez o que era bom, justo, reto e verdadeiro diante do Senhor.
Buscou o Senhor e trabalhou de todo o coração, em toda a obra que empreendeu no serviço do templo, bem como na obediência à Lei e aos mandamentos. Por isso prosperou.
Ah, como é bom ver a disposição de Ezequias. Vê-lo buscando e trabalhando de todo o coração. E como é bom ver os sacerdotes e levitas sendo fiéis ao Senhor, consagrando-se a Ele e Sua obra, de acordo com seus chamados. É maravilhoso ver o povo dando voluntariamente. Ver os levitas distribuindo fiel, correta e generosamente.
Doação, organização, fidelidade. Três coisas conhecidas no reinado de Ezequias.
Que possamos aprender essas lições.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/doacao-organizacao-fidelidade.html
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