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domingo, 8 de setembro de 2019

Ezequiel 37.1-28

Leitura do dia 08/09.

Continuamos nossa caminhada pelo livro do profeta Ezequiel.

Ontem vimos as advertências aos pastores e ovelhas egoístas. Não ficarão sem juízo.

Também vimos a promessa do Bom Pastor. A aliança do Senhor com Seu povo. A mensagem de juízo a Edom. A promessa de restauração a Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-34136-38.html

Agora, caminharemos a partir do capítulo trinta e sete. Até o capítulo trinta e nove.

Na primeira postagem, apenas o capítulo trinta e sete.

É um dos capítulos mais conhecidos das Escrituras.

O Senhor leva Ezequiel até um vale. Cheio de ossos. Ele o conduz pelo fundo do vale. Os ossos estão completamente secos. Enquanto Ezequiel contempla o vale, o Senhor pergunta se os ossos poderiam voltar a viver.

Não sei se teria a mesma resposta de Ezequiel. Acredito que diria ser impossível. Mas ele, muito mais sábio que eu, responde que somente o Senhor, o Soberano, sabia se era ou não possível.

O Senhor lhe ordena que profetize aos ossos. Que ouçam a palavra do Senhor. Ele sopraria Seu Espírito e os traria de volta à vida. Colocaria carne e músculo neles. Cobriria de pele. Daria fôlego. E voltariam a viver. Assim, saberiam que Ele é o Senhor.

Ezequiel não titubeou. Anunciou a mensagem, Exatamente como o Senhor lhe ordenara. Profetizou a um monte de ossos secos. Completamente inúteis. Sem vida alguma.

Enquanto profetizava, ouviu-se um barulho em todo o vale. Era o barulho de ossos batendo. Uns contra os outros. Não estavam mais secos. Agora, estavam em movimento. Os ossos de cada corpo estavam se juntando.

Ezequiel ficou observando. Músculos e carne se formaram sobre aqueles ossos. Em seguida, a pele se formou e cobriu os corpos. Mas, eles não respiravam. Ainda não.

Então o Senhor ordenou que o profeta anunciasse Sua palavra aos ventos. Que o fôlego viesse dos quatro ventos. Soprasse sobre os corpos mortos. Para que voltassem a viver.

Ele anunciou. Exatamente como lhe fora ordenado. O espírito entrou nos corpos. Todos voltaram à vida. Todos, sem exceção. Agora, não eram mais um monte de ossos secos. Transformaram-se em um grande exército. Pronto para o chamado à batalha.

O Senhor explicou que esses ossos representavam Seu povo. Diziam que agora eram apenas ossos velhos e secos. Não havia mais esperança. Sua nação acabara. Ordenou que Ezequiel novamente profetizasse. Ele abriria as sepulturas do exílio e os faria sair delas. Traria todos de volta. Então saberiam que Ele é o Senhor. Que Ele prometeu. E cumpriria Sua promessa.

Também prometeu que não haveria mais dois reinos, Israel e Judá. Seriam apenas uma nação. E nunca mais se contaminariam com seus ídolos e imagens detestáveis. Nunca mais se rebelariam. O Senhor os salvaria de sua apostasia terrível. Ele os purificaria. Voltariam a ser Seu povo. E Ele, seu Senhor.

Seu servo Davi seria o rei. E teriam um só pastor. Davi seria seu príncipe para sempre. Mais uma vez, o Senhor está falando sobre o Senhor Jesus (Apocalipse 22.16).

E, quando Seu templo estivesse entre eles para sempre, as nações saberiam que ele é o Senhor, que santifica Seu povo. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

Em parte essa profecia se cumpriu. O Senhor arrancou Seu povo das “sepulturas do exílio” e os levou para Sua terra. Isto é histórico. Não há como negar.

Ainda aguardamos o dia em que Seu templo estará entre Seu povo para sempre (Apocalipse 21.3). Quando o Senhor Jesus reinará por toda a eternidade (Apocalipse 11.15).

Quando lemos esse texto, também podemos perceber a situação de Seu povo nos dias de hoje. Quantos se afastaram? Quantos desistiram no meio do caminho? Quantos estão presos em sepulturas, no exílio? Quantos soldados viraram apenas ossos secos? Quantas vezes olhamos e dizemos que Seu povo não passa de ossos velhos e secos, que não há mais esperança, que a Igreja acabou?

Será possível esses ossos secos voltarem a viver? Voltarem para o Senhor? Saírem de suas sepulturas, exiladas no mundo, longe dEle? Somente Ele sabe.

Temos uma ordem. Como Ezequiel, precisamos profetizar vida sobre esses ossos secos. Ainda que aparentemente não haja esperança. Precisamos profetizar. E, quando estivermos profetizando, ouviremos sons de ossos se juntando. Será um som horrível, de causar medo. Ficaremos com vontade de sair correndo, sem olhar para trás. Mas algo está acontecendo. Se olharmos com atenção veremos os ossos dos corpos se batendo. Até se encaixarem.

Não é um trabalho fácil. Ossos se encaixando quando não há nem tendões ainda. Apenas estarão se mexendo. Colocando-se na posição certa. E, se continuarmos a profetizar e clamar, veremos os músculos e tendões se juntando. Os corpos se colocando em pé. É necessário todo um processo. Mas ainda não há vida. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/davi-voce-eu-e-os-processos.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-voce-eu-e-os-processos-parte-2.html

Precisamos continuar a profetizar como Ezequiel. Que o fôlego venha. Que a vida volte. Será um trabalho duro. Demorado. Mas, cabe a nós, povo do Senhor, amar os que se perderam, os que estão sepultados longe de casa, a ponto de profetizar e clamar por eles, mesmo que sejam apenas ossos secos e velhos. Os que ouvirem, se transformarão em um exército. O exército do Senhor.

Continuamos na próxima postagem. Leremos a partir do capítulo trinta e oito. Até o capítulo trinta e nove.

Espero você. Até já.

quinta-feira, 29 de agosto de 2019

Ezequiel 7.1-9.11

Leitura do dia 28/08.

Continuamos nossa caminhada através das páginas de Ezequiel.

Na postagem anterior vimos a encenação do cerco de Jerusalém, desenhada em um tijolo.

Também vimos Ezequiel ser ordenado a ficar deitado por trezentos e noventa dias sobre seu lado esquerdo e quarenta dias sobre seu lado direito. Com água e comida racionadas. Como advertência a Jerusalém.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/ezequiel-41-614.html

Agora, caminharemos a partir do capítulo sete. Até o capítulo nove.

O Senhor disse a Ezequiel que o fim estava próximo. Israel estava prestes a ver o dia da destruição. Não seriam poupados. Seus pecados eram muitos. Detestáveis.

O dia do juízo chegou. A vara da perversidade brotara. O orgulho florescera. Sua violência se transformou em uma vara. E esta vara os castigaria por causa de sua maldade. Nenhum orgulhoso sobreviveria. A riqueza e o prestígio desapareceriam.

Ele não voltaria atrás. Nenhuma profecia contra Seu povo mudaria. Sabe o motivo? Ninguém, absolutamente ninguém que tem a vida corrompida pelo pecado se recupera. Ou se arrepende ou não há solução. Apenas a espera do juízo. E destruição.

A desgraça seria tanta que jogariam seu dinheiro na rua, como se fosse lixo. Não serviria para nada. Seu ouro e prata não os salvaria no dia da ira do Senhor. A ganância deles os fez tropeçar. E cair. Tinham orgulho de suas lindas joias. Fizeram com elas ídolos detestáveis. Imagens repugnantes. E adoraram. Agora, não servem para nada. O Senhor desviará Seu olhar quando ladrões os invadirem. E profanarem Sua terra preciosa. Sim, é Sua terra. Sim, é preciosa. Mas precisa ser disciplinada.

O terror tomará conta de todos. Buscarão paz e não encontrarão. Os profetas não terão uma palavra. Os sacerdotes não ensinarão. As autoridades não aconselharão. Até o rei e o príncipe ficarão desamparados. Chorando de desespero. O Senhor trará o mal que fizeram a outros. Receberão o castigo merecido. Então, saberão que Ele é o Senhor.

Sempre que o Senhor traz juízo e castigo não é para matar. É para reconheçam quem Ele é e voltem para Ele, com o coração quebrantado, arrependidos.

No dia 17 de setembro de 592 a.C., as autoridades de Judá estavam na casa de Ezequiel. A mão do Senhor esteve sobre ele. Novamente viu o Senhor. Sua semelhança era a de um homem. Da cintura para baixo parecia uma chama ardente e da cintura para cima parecia um metal polido, dourado. Ele estendeu algo que parecia ser uma mão e tomou Ezequiel pelos cabelos.

O Espírito do Senhor o elevou entre a terra e o céu. Foi transportado a Jerusalém. Numa visão dada pelo Senhor. Foi levado à porta norte do pátio interno do templo. Ali havia um ídolo. No lugar que pertencia ao Senhor. Seu templo.

Ezequiel viu novamente Sua glória. O Senhor ordenou que olhasse para o norte. Foi quando ele viu o ídolo. O Senhor lhe perguntou se estava vendo o que Seu povo estava fazendo, dentro de Sua casa. Se ele via os pecados detestáveis que Seu povo estava cometendo para afastá-Lo de Sua casa. E o chamou. Mostraria pecados ainda mais detestáveis.

O Senhor o levou à porta do pátio do templo. Havia um buraco no muro. Ordenou que Ezequiel cavasse no muro. Ele cavou e encontrou uma passagem escondida. Ordenou que entrasse. Que visse os pecados perversos e detestáveis que estavam sendo cometidos ali.

Ezequiel viu as paredes cobertas de desenhos de todo animal que rasteja e criaturas detestáveis. Viu diversos ídolos adorados pelos israelitas. Pior, estavam ali setenta autoridades, junto com Jazanias. Todos seguravam um incensário. O Senhor novamente perguntou se Ezequiel estava vendo o que faziam em salas escuras com seus ídolos. Dentro do templo. Diziam que o Senhor não veria.

Novamente Ele o chamou. Mostraria pecados ainda mais detestáveis. Acredito que o estômago de Ezequiel devia estar embrulhado. O que poderia ser pior que os líderes de Israel adorando ídolos, oferecendo incenso dentro do templo?

O Senhor o levou até a porta norte do templo. Havia ali algumas mulheres chorando. Não choravam pelos pecados do povo. Não choravam por seus filhos. Choravam pelo deus Tamuz. O Senhor pergunta se Ezequiel estava vendo aquilo. Disse que lhe mostraria pecados ainda mais detestáveis. E o levou ao pátio interno do templo.

Entre o pórtico e o altar estavam aproximadamente vinte e cinco homens. Estavam de costas para o templo. Voltados para o leste. Prostrados ao chão. Adorando o sol. O Senhor perguntou se Ezequiel estava vendo o que faziam. Perguntou também se o povo achava que aquela idolatria não significava nada. Não entendiam que levavam à nação inteira à violência? Que levavam todos a zombarem do Senhor e sofrerem as consequências? Não seriam poupados.

Então, o Soberano Senhor deu uma ordem. Que viessem os homens escolhidos para castigar a cidade. Que viessem com suas armas de destruição. Apareceram seis homens. Vieram da porta superior. Voltada para o norte. Cada um tinha na mão uma arma que era mortal. Com eles estava outro homem. Vestido de linho. Levava na cintura um estojo com material de escrever.

O Senhor ordenou ao homem vestido de linho que entrasse na cidade. E colocasse um selo na testa de todos que choravam e gemiam por causa dos pecados detestáveis que Jerusalém estava cometendo. Ele foi.

Ordenou aos demais que fossem atrás dele. Deviam matar todos que não tivessem suas testas marcadas. Sem exceção. Mas não tocassem nos que tinham o sinal. A ordem era urgente. Que começassem pelo templo. Eles começaram com os setenta líderes que estavam na entrada do templo.

Ainda que Ezequiel tenha visto todo o pecado que o Senhor lhe mostrara, prostrou-se com seu rosto no chão e clamou por compaixão. Que o Senhor não destruísse todos que restavam em Israel.

Ele respondeu que o pecado deles eram muitos e grandiosos. Toda a terra se enchera de homicídio. A cidade estava repleta de injustiça. Acreditavam que estavam a salvo. Não seriam descobertos. Continuariam impunes. Por isso não seriam poupados. Receberiam o que mereciam por tudo que fizeram.

Que sondemos nossos corações. Temos levantado em nós, algum ídolo? Ainda é tempo de nos arrependermos. De voltarmos para o Senhor.

A idolatria, qualquer que seja, é uma traição ao Senhor. Ela produz violência. Homicídios. Injustiça.

Que o Senhor também julgue nossa terra, como fez com Israel, para que nos alinhemos a Ele. Para que nossos líderes parem de adorar ídolos dentro de Sua casa. Que quebrem todos os altares que não pertencem a Ele. Somente o Senhor é Deus. Ninguém mais. Somente Ele salva. Ninguém mais. Somente Ele tem o poder de nos transformar e nos redimir. Ninguém mais.

E que, nós, ministros do Senhor, toquemos a trombeta. Convoquemos um tempo de jejum. Juntemos o povo para uma reunião solene. Que reunamos todos. Do mais velho ao mais novo, até os bebês. Que chamemos até os que estão em lua de mel, em festa. É hora de todos que servem ao Senhor, chorarem entre o pórtico do templo e o altar. Clamando ao Senhor para poupar Seu povo. Sim, nosso lugar é entre o pórtico e o altar. Não adorando o sol, Baal ou quem quer que seja, mas clamando ao Senhor, o único Senhor, Criador dos céus e da terra (Joel 2.15-17).

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dez. Até o capítulo doze.

Espero você. Até lá.


segunda-feira, 6 de maio de 2019

Esdras 8.1-36

Leitura do dia 05/05.

Continuamos nossa caminhada através das páginas de Esdras.

Ontem vimos a retomada da reconstrução do templo. A carta do governador ao rei Dario. A ordem de Dario para a reconstrução. A dedicação do templo. A comemoração da Páscoa.

Vimos Esdras, depois de muitos anos, no reinado de Artaxerxes, rei da Pérsia, aparecer na história. Ele tem uma carta de Artaxerxes para que os tesoureiros o ajudem em tudo. E louva o Senhor por tê-lo honrado. Sua sabedoria era do céu, não da terra. Um homem que decidiu aprender, obedecer e ensinar a Lei do Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-613-728.html

Hoje, leremos os últimos capítulos de Esdras. Do capítulo oito ao capítulo dez.

Na primeira postagem, o capítulo oito.

Inicia citando os que vieram com ele do exílio. Quando reuniu todos no canal de Aava, na capital da Babilônia. Ali, ficou durante três dias. Revisou a lista de todos que haviam chegado. Descobriu que não havia nenhum levita. Nenhum se oferecera para voltar a Jerusalém. Que triste!

Será que a vida em Babilônia estava tão bem acomodada que esqueceram seu chamado, sua herança?

Esdras não ficou lamentando. Tomou uma atitude. Enviou os líderes do povo que estavam com ele e também dois homens com discernimento, Joiaribe e Elnatã a Ido, chefe dos levitas. Os levitas viviam em Casifia. Pediu que Ido enviasse servidores e ministros que retornassem com ele a Jerusalém.

Esdras sabia que a mão do Senhor estava sobre eles. Essa jornada era a vontade do Senhor. Por isso, Ido enviou Serebias, um homem inteligente, junto com dezoito de seus filhos e parentes. Também, Hasabias e Jesaías, com vinte de seus filhos e parentes. E duzentos servidores do templo.

Quando estavam reunidos em Aava, Esdras convocou todos a um jejum e humilhação. Oraram para que o Senhor fosse com eles. Que tivessem uma boa viagem. Guardados de todos os seus inimigos, acidentes e bandidos.

Esdras teve vergonha de pedir ao rei uma guarda. Ele havia dito que a boa mão do Senhor era com todos os que O servem. Como então pedir soldados para guardarem-nos? Não teve coragem. Por isso, pediram ao Senhor que os guardassem por todo o caminho de Babilônia a Jerusalém. O Senhor os ouviu.

Como vimos ontem, levavam muitos tesouros para Jerusalém, ofertados pelo rei, seus conselheiros e o povo. Esdras pesou e contou tudo. Entregou nas mãos dos sacerdotes, lembrando-lhes que, assim como aqueles tesouros foram consagrados ao Senhor, a vida deles também. Ordenou que os guardassem com muito cuidado, até que fossem entregues em Jerusalém. Eles aceitaram a missão.

Quando chegaram, após uma boa viagem, porque a boa mão do Senhor estava sobre eles, descansaram três dias. No quarto dia, levaram os tesouros, pesando-os novamente. Entregaram no templo do Senhor. Os exilados ofereceram holocaustos ao Senhor. Como não oferecer? Estavam de volta às suas terras,

Os decretos do rei foram entregues aos oficiais e governadores, que passaram a apoiar o povo e o templo do Senhor.

Que aprendamos, como Esdras, a agir quando necessário. A orar sempre. A reconhecer o favor do Senhor sobre nós. E sermos fieis. O tempo todo.

Que a "estabilidade da Babilônia" não nos faça esquecer que o Senhor é nossa herança.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Joás é aclamado rei

Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.

Ontem vimos que Joás foi proclamado rei, após receber uma cópia da Lei do Senhor. Atalia, a rainha assassina foi morta.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/a-rainha-assassina-e-morta.html

Hoje, caminharemos ainda através do capítulo onze. Do versículo dezessete ao versículo vinte e um.

O sacerdote Joiada, cumprindo bem seu papel, celebrou uma aliança entre o Senhor, o rei e o povo. Nessa aliança, o povo se comprometeu a ser o povo do Senhor. Fez também uma aliança entre o rei e o povo.

Todos foram ao templo de Baal e o derrubaram. Incrível a facilidade com que levantavam templos. Despedaçaram os altares e os ídolos. Também mataram Matã, o sacerdote de Baal, em frente aos altares.

Joiada destacou guardas para o templo do Senhor. Também convocou capitães da guarda.

Fizeram um cortejo. O rei foi aclamado do templo até ao palácio, passando pela porta da guarda.

Joás sentou-se no trono. Todos ali reunidos se alegraram muito.

A cidade experimentou grande paz, assim que mataram Atalia à espada, perto da casa do rei. 

Como deveria ser terrível morar na cidade da rainha que nem seus próprios descendentes poupou!

Sabe quantos anos Joás tinha quando foi proclamado rei e começou a reinar? Apenas sete anos!

Como será a história desse menino que se tornou rei?

Amanhã prosseguimos. Espero você. Até lá.

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Tudo feito conforme o planejado


Continuamos nossa caminhada através das páginas de 2 Crônicas.

Ontem vimos que precisamos planejar antes de realizar qualquer projeto.

Hoje caminharemos pelas páginas dos capítulos 3 e 4.

A construção do Templo do Senhor foi iniciada. Em Jerusalém. No alto do monte Moriá. No lugar onde o Senhor aparecera a Davi. Na eira, o terreno de malhar trigo de Araúna.

Salomão iniciou a edificação do templo no segundo dia do segundo mês do quarto ano de seu reinado.

Os alicerces do templo tinham vinte e sete metros de comprimento e nove de largura.

O pórtico da entrada media nove metros de largura e nove de altura.

O interior era todo revestido de ouro puro. O átrio principal forrado de pinho e revestido de ouro puro. Era todo decorado com obras de artes e ilustrações de tamareiras e correntes. O templo todo foi decorado com pedras preciosas.

O ouro utilizado nas obras de artes vinha da cidade de Parvaim.

As vigas e as batentes do templo eram esculpidas com figuras de querubins.

A sala interna, o Santo dos Santos, media nove metros de comprimento e nove de largura. As mesmas medidas da largura do templo. Foram usadas mais de vinte toneladas de ouro puro para revestir as paredes do Lugar Santíssimo.

Os pregos, com aplicações de ouro puro, pesavam seiscentos gramas cada. Todos os cenáculos também eram revestidos de ouro puro.

Salomão também mandou que fossem esculpidos dois querubins em madeira. Eles ficavam no Santo dos Santos. Com as asas abertas, mediam juntos nove metros. Eram revestidos de ouro puro.

Também mandou fazer o Véu Sagrado. Era uma cortina pesada, feita em tecido azul, púrpura roxo, vermelho escarlate e linho fino. Toda bordada com querubins.

Na frente do templo foram erguidas duas colunas. Juntas tinham aproximadamente dezesseis metros. Cada uma tinha em cima um capitel com dois metros e vinte e cinco centímetros. Também fez guirlandas e correntes, para o santuário interior. Mandou que fossem fixadas no alto das colunas. E que fossem esculpidas cem grandes romãs para enfeitar as guirlandas.

Essas colunas ficavam uma ao norte, outra ao sul. O nome da coluna que ficava ao norte era Boaz, que significa “nEle há o poder’. A que ficava ao sul era Iahin, que significa “Ele firma”. 

Salomão também mandou construir um altar de bronze de nove metros de comprimento, nove de largura e quatro e meio de altura.

Fez o Mar de Fundição. Era uma piscina de metal fundido, redonda, medindo quatro metros e meio de diâmetro e dois metros e vinte e cinco centímetros de altura. Usaram um fio de treze metros e meio para medir sua circunferência. Uma "trena" realmente enorme!

Ao redor da borda de fora desse tanque de metal, havia duas carreiras de figuras de touros de bronze, que tinham sido fundidas todas em uma só peça junto com o tanque.

O Mar de Fundição se apoiava sobre as costas das doze obras de arte em forma de touros de bronze que olhavam para fora. Três voltados para o Norte, três para o Oeste, três para o Sul e três para o Leste.

A espessura do Mar de Fundição era de quatro dedos, e sua borda era como a borda de um cálice, como uma flor de lírio. Sua capacidade era de sessenta mil litros. Era para os sacerdotes se lavarem. O tanque foi colocado no lado Sul, à direita, no canto sudeste do templo.

Foram feitas dez pias. Cinco à direita e cinco à esquerda. As pias eram para lavar tudo que pertencia ao sacrifício.

Foram feitos dez candelabros de ouro, colocados no templo. Cinco à direita e cinco à esquerda. Também construiu dez mesas e cem bacias de ouro para aspersão.

O pátio dos sacerdotes e o pátio grande foram edificados. Suas portas foram revestidas de bronze.

Finalmente Hurão-Abi fabricou os jarros, as pás e as bacias para aspersão.

Assim, completou toda a obra que fora colocada em suas mãos pelo rei Salomão.

Fez as duas colunas, os dois capitéis em forma de taça no alto das colunas, os dois conjuntos de correntes que adornavam os dois capitéis, as quatrocentas romãs para os dois conjuntos de correntes (duas fileiras de romãs para cada conjunto), os dez carrinhos e as dez pias, o Mar (como era chamado o tanque-piscina), as doze esculturas de touros que o sustentavam, os jarros, as pás, os garfos de carne e todos os utensílios. Era tudo de bronze polido.

Foram feitos, por ordem do rei, na planície do Jordão, entre Sucote e Zeredá, em moldes de barro. Salomão orientou que fossem fabricados em grande quantidade. Não se podia calcular o total do peso de todo o bronze que foi usado.

Salomão fez todos os objetos para a Casa de Deus, o altar de ouro, as mesas para os pães consagrados, os candelabros de ouro puro com suas lâmpadas, para queimarem diante da entrada do Santo dos Santos, conforme tudo quando fora projetado.

As flores, as lâmpadas e as tenazes de ouro puríssimo. Os cortadores de pavio, as bacias para aspersão, as colheres e os incensários de ouro puro.

Por que listamos tudo isso?

Precisamos observar que tudo, exatamente tudo, foi feito conforme o que fora projetado e planejado. Nada saiu fora do “escopo”. Mesmo os menores detalhes foram cumpridos conforme o projetado.

Que possamos aprender com Salomão. Planejar antes e executar tudo conforme o projetado.

Que possamos aprender com Hurão-Abi. Ele completou toda a obra que Salomão colocou em suas mãos. Nada ficou para entregar depois. Nada foi suprimido do projeto. 

Que sejamos homens e mulheres que saibam gastar tempo planejando. E que completem seus projetos.

Que sejamos homens e mulheres que completem aquilo que nos foi entregue. Dentro do prazo. De acordo com o projetado.

Que sejamos como Paulo. "Combati o bom combate, completei a corrida, perseverei na fé!" - 2 Timóteo 4.7

Amanhã continuamos. Espero você.