Leitura do dia 14/02.
Continuamos nossa caminhada pelos últimos capítulos de Números.
Ontem vimos as instruções do Senhor quanto às ofertas diárias, às ofertas dos sábados, as do primeiro dia de cada mês e as especiais das festas. Também vimos as leis sobre votos e juramentos. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-281-3016.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos trinta e um ao capítulo trinta e três.
Nesta primeira postagem, o capítulo trinta e um.
O Senhor ordenou que Moisés se vingasse dos midianitas. Depois morreria. Seria sua última guerra. E ele nem foi. Só organizou.
Ordenou que cada tribo escolhesse e enviasse mil homens para a batalha. Aptos para a guerra. Ao todo, doze mil.
Foram à batalha sob o comando de Fineias, filho de Eleazar. Ele levou os objetos sagrados do Senhor e as trombetas para dar a ordem do ataque.
Mataram todos os homens e cinco reis. Além disso, mataram Balaão, o profeta. Aqui, Moisés esclarece que, foi através do conselho de Balaão que os midianitas usaram as mulheres para corromper os homens de Israel, levando-os à prostituição carnal e espiritual, quando participaram dos sacrifícios a Baal. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-251-18.html
Os israelitas levaram como despojo gado, rebanhos, mulheres, crianças e todas as suas riquezas.
Moisés e Eleazar foram ao encontro deles fora do acampamento.
Quando Moisés viu as mulheres ficou enfurecido! Foi por causa delas que os israelitas haviam se rebelado contra o Senhor. Foram elas que seguiram o conselho de Balaão no incidente em Peor, quando o Senhor feriu o povo.
Moisés ordenou que todos os meninos e mulheres fossem mortos. Somente as meninas virgens continuariam vivas e poderiam viver entre eles.
Ficaram fora do acampamento durante os sete dias necessários para a purificação.
Todos os objetos que resistiam ao fogo passaram por ele, também para a purificação. Os que não resistiam ao fogo, passaram apenas pelas águas purificadoras.
Tudo isso fora do acampamento. Só podiam retornar ao acampamento no oitavo dia.
O Senhor ordenou a Moisés que fizessem uma lista completa do que havia sido trazido como despojo. Depois de feita a lista, dividiriam em duas partes iguais. Uma parte para os que foram à guerra e outra para os que ficaram. Uma outra parte seria dedicada ao Senhor.
Da parte do despojo dos que foram para a guerra, contariam um de cada quinhentos, para ser entregue como oferta ao Senhor. Essa porção seria de Eleazar, o sacerdote. Da parte do despojo dos que ficaram, contariam um de cada cinquenta. A porção seria dos levitas.
Os generais e os capitães foram a Moisés. Deram por volta de duzentos quilos de ouro como oferta. Disseram a Moisés que desejavam dar essa oferta porque contaram todos os homens que saíram para a batalha e não faltou nenhum!
Sua oferta foi aceita. Levaram o ouro para a tenda do encontro, como memorial, para que o Senhor se lembrasse dos israelitas.
Que aprendamos a ter um coração grato como o desses generais e capitães!
Que não sejamos como Balaão, que afirmou não falar nada além do que o Senhor ordenasse, mas deu conselhos para que Israel fosse amaldiçoado por seus próprios pecados!
Que sejamos como ouro e passemos pelo fogo e pelas águas purificadoras do nosso Senhor.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
Números 31.1-54
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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019
Números 23.1-24.25
Leitura do dia 11/02.
Na postagem anterior, vimos que Balaque e seu povo ficaram apavorados com o povo de Israel.
Sabendo que não conseguiria vencer pelos meios naturais, contratou o profeta Balaão para amaldiçoar o povo. Talvez assim tivesse uma chance de vencer.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-221-41.html
Continuamos através das páginas do capítulo vinte e três de Números, até o final do capítulo vinte e quatro.
Balaão ordenou que Balaque construísse sete altares e oferecesse sete novilhos e sete carneiros. Balaque fez conforme Balaão instruiu. Os dois ofereceram um novilho e um carneiro em cada altar.
Balaão ordenou que Balaque ficasse junto aos holocaustos. Ele foi ao topo de um monte para ver se o Senhor se encontraria com ele.
O Senhor foi ao seu encontro. Balaão disse que havia Lhe oferecido holocaustos. O Senhor entregou a mensagem para que Balaão falasse.
Balaão voltou a Balaque. E abençoou o povo. Desejou inclusive morrer como os justos. Que seu fim fosse como o fim de Israel.
Balaque ficou indignado. Balaão explicou que já tinha dito que falaria apenas o que o Senhor lhe ordenasse.
Balaque levou Balaão até o monte Pisga. Quem sabe dali poderia amaldiçoar o povo?
Fizeram os sete altares novamente. Ofereceram os holocaustos.
Balaão foi ao encontro do Senhor. E o Senhor foi ao seu encontro. E lhe deu a palavra.
Balaão voltou e abençoou novamente Israel. Deus não é homem para mentir e cumpriria tudo que prometeu. Nenhum encantamento podia contra Israel.
Balaque continuou indignado. Mandou Balaão parar de abençoar Israel. Ele respondeu que havia dito que transmitiria a palavra do Senhor.
Balaque levou Balaão ao topo do monte Peor, para ver se dali podia amaldiçoar Israel.
Ofereceram os holocaustos como das outras vezes.
Quando Balaão percebeu que o Senhor se agradava de abençoar Israel, não recorreu à adivinhação. O Espírito do Senhor veio sobre ele. E novamente abençoou Israel.
Balaque ficou furioso. Bateu palmas e gritou com Balaão. Havia levado ele ali para amaldiçoar o povo, não abençoá-lo. Deus o impedira de ficar rico, já que não amaldiçoou ninguém.
Ordenou que Balaão fosse embora.
Balaão lembrou-lhe que havia dito que só falaria o que o Senhor lhe transmitisse. Disse que ia embora mas antes falaria o que Israel faria ao povo de Balaque no futuro.
E falou. Não apenas de Israel e Moabe. Mas de outros povos.
Quando terminou de entregar sua profecia, cada um seguiu seu caminho.
Hoje ficamos por aqui.
Que o Senhor se agrade em nos abençoar.
Amanhã continuamos através dos capítulos vinte e cinco a vinte e sete de Números.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos que Balaque e seu povo ficaram apavorados com o povo de Israel.
Sabendo que não conseguiria vencer pelos meios naturais, contratou o profeta Balaão para amaldiçoar o povo. Talvez assim tivesse uma chance de vencer.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-221-41.html
Continuamos através das páginas do capítulo vinte e três de Números, até o final do capítulo vinte e quatro.
Balaão ordenou que Balaque construísse sete altares e oferecesse sete novilhos e sete carneiros. Balaque fez conforme Balaão instruiu. Os dois ofereceram um novilho e um carneiro em cada altar.
Balaão ordenou que Balaque ficasse junto aos holocaustos. Ele foi ao topo de um monte para ver se o Senhor se encontraria com ele.
O Senhor foi ao seu encontro. Balaão disse que havia Lhe oferecido holocaustos. O Senhor entregou a mensagem para que Balaão falasse.
Balaão voltou a Balaque. E abençoou o povo. Desejou inclusive morrer como os justos. Que seu fim fosse como o fim de Israel.
Balaque ficou indignado. Balaão explicou que já tinha dito que falaria apenas o que o Senhor lhe ordenasse.
Balaque levou Balaão até o monte Pisga. Quem sabe dali poderia amaldiçoar o povo?
Fizeram os sete altares novamente. Ofereceram os holocaustos.
Balaão foi ao encontro do Senhor. E o Senhor foi ao seu encontro. E lhe deu a palavra.
Balaão voltou e abençoou novamente Israel. Deus não é homem para mentir e cumpriria tudo que prometeu. Nenhum encantamento podia contra Israel.
Balaque continuou indignado. Mandou Balaão parar de abençoar Israel. Ele respondeu que havia dito que transmitiria a palavra do Senhor.
Balaque levou Balaão ao topo do monte Peor, para ver se dali podia amaldiçoar Israel.
Ofereceram os holocaustos como das outras vezes.
Quando Balaão percebeu que o Senhor se agradava de abençoar Israel, não recorreu à adivinhação. O Espírito do Senhor veio sobre ele. E novamente abençoou Israel.
Balaque ficou furioso. Bateu palmas e gritou com Balaão. Havia levado ele ali para amaldiçoar o povo, não abençoá-lo. Deus o impedira de ficar rico, já que não amaldiçoou ninguém.
Ordenou que Balaão fosse embora.
Balaão lembrou-lhe que havia dito que só falaria o que o Senhor lhe transmitisse. Disse que ia embora mas antes falaria o que Israel faria ao povo de Balaque no futuro.
E falou. Não apenas de Israel e Moabe. Mas de outros povos.
Quando terminou de entregar sua profecia, cada um seguiu seu caminho.
Hoje ficamos por aqui.
Que o Senhor se agrade em nos abençoar.
Amanhã continuamos através dos capítulos vinte e cinco a vinte e sete de Números.
Espero você. Até lá.
Números 22.1-41
Leitura do dia 11/02.
Nas postagens anteriores, vimos alguns dos deveres dos sacerdotes e levitas. Vimos a água da purificação e o sacrifício da novilha vermelha, que aponta para o Senhor Jesus. Também vimos a desobediência de Moisés. Era para falar à rocha. Ele bateu nela duas vezes. Não honrou a santidade do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-181-32.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-191-22.html
Vimos a morte de Miriã e Arão. A vitória sobre os cananeus. A murmuração do povo. A serpente de bronze, sendo levantada no deserto. Que também aponta para Jesus. E vimos as vitórias sobre Seon e Ogue.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-201-29.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-211-35.html
Hoje continuamos através dos capítulos vinte e dois a vinte e quatro de Números.
Nesta primeira postagem, o capítulo vinte e dois.
Os israelitas continuam se aproximando da terra. Acamparam a leste do rio Jordão. De frente para Jericó.
O rei de Moabe, Balaque, viu o que Israel fizera aos amorreus. Os moabitas estavam apavorados. Diferente do que disseram os espias tantos anos antes, não os viam como gafanhotos. Para eles, Israel era como um boi que devora todo o pasto. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-131-1445.html
Balaque não sabia o que fazer. Se lutasse contra eles, é certo que não venceria. A multidão era enorme.
Resolveu chamar Balaão, filho de Beor. Um profeta que vivia em Petor, próximo ao rio Eufrates.
Seus mensageiros levaram uma mensagem dizendo que um povo enorme havia saído do Egito e cobria a terra. Estavam acampados próximos a ele. Pedia que Balaão viesse e os amaldiçoasse. Talvez assim, ele tivesse chance de derrota-los.
Os mensageiros foram com a quantia necessária para Balaão amaldiçoar o povo de Israel.
Quando os mensageiros de Balaque chegaram a Balaão, ele ordenou que passassem a noite ali. Pela manhã lhes diria a orientação que recebera do Senhor.
O Senhor apareceu a Balaão. Perguntou-lhe quem eram seus visitantes. Balaão contou. Deus ordenou que ele não fosse. Eram um povo abençoado. Não deviam ser amaldiçoados.
Pela manhã Balaão disse aos mensageiros de Balaque que o Senhor não lhe permitiu ir.
Os mensageiros voltaram a Balaque. Contaram a resposta de Balaão.
Balaque não se conformou. Resolveu mandar mensageiros mais poderosos que os anteriores. Que dissessem a Balaque que o pagaria muito bem. Daria o que ele quisesse.
Balaão respondeu da mesma maneira a esses mensageiros. Dessa vez o Senhor disse que poderia ir. Mas falaria apenas o que Ele falasse.
Na manhã seguinte Balaão selou sua jumenta e partiu com os mensageiros de Balaque.
A ira do Senhor se acendeu. Na verdade o Senhor não queria que Balaão fosse. Não era para amaldiçoar o povo. Ficasse em casa.
O anjo do Senhor se colocou no caminho. Por três vezes sua jumenta viu e se desviou para que Balaão não fosse morto. Por duas vezes Balaão bateu nela. Na terceira vez, ele a espancou.
Sabe o que aconteceu? O Senhor abriu a boca da jumenta. Ela perguntou a Balaão o que havia feito para ele ter batido três vezes nela.
Balaão gritou em resposta que ela o havia feito de tolo. E se tivesse uma espada, a mataria.
Ela ficou espantada. Respondeu que era a mesma jumenta que o serviu a vida toda. Nunca havia agido daquele jeito.
O Senhor abriu os olhos de Balaão. Ele viu o anjo. Espada desembainhada. Balaão se curvou diante dele.
O anjo do Senhor perguntou porque havia batido na jumenta. Por três vezes ela se desviara dele. Se não fosse isso, Balaão teria morrido. A jumenta seria poupada.
Balaão reconheceu que havia pecado. Não vira o anjo.
Disse que voltaria, se ele se opunha à sua viagem. O anjo do Senhor ordenou que fosse. Mas falasse apenas o que Ele lhe dissesse.
Quando Balaque soube que Balaão estava indo, saiu ao seu encontro na fronteira do território de Moabe.
Perguntou a Balaão porque havia demorado a responder seu chamado. Por acaso não creu que lhe daria uma grande recompensa? Balaão respondeu que agora estava ali. Mas não podia falar o que bem entendesse. Transmitiria apenas a mensagem que o Senhor colocasse em sua boca.
Acamparam em Quiriate-Huzote. Ali Balaque sacrificou bois e ovelhas. Mandou porções de carne a Balaão e aos oficiais que com ele estavam.
No dia seguinte Balaque subiu com Balaão até Bamote-Baal, de onde podiam ver uma parte do povo.
Balaão obedecerá ao Senhor?
O capítulo vinte e dois termina aqui.
Que tenhamos temor do Senhor!
Que não fiquemos insistindo com uma situação como parece ter acontecido com Balaão.
Que sejamos obedientes. Que falemos apenas o que Ele colocar em nossos lábios. Sempre.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Nas postagens anteriores, vimos alguns dos deveres dos sacerdotes e levitas. Vimos a água da purificação e o sacrifício da novilha vermelha, que aponta para o Senhor Jesus. Também vimos a desobediência de Moisés. Era para falar à rocha. Ele bateu nela duas vezes. Não honrou a santidade do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-181-32.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-191-22.html
Vimos a morte de Miriã e Arão. A vitória sobre os cananeus. A murmuração do povo. A serpente de bronze, sendo levantada no deserto. Que também aponta para Jesus. E vimos as vitórias sobre Seon e Ogue.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-201-29.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-211-35.html
Hoje continuamos através dos capítulos vinte e dois a vinte e quatro de Números.
Nesta primeira postagem, o capítulo vinte e dois.
Os israelitas continuam se aproximando da terra. Acamparam a leste do rio Jordão. De frente para Jericó.
O rei de Moabe, Balaque, viu o que Israel fizera aos amorreus. Os moabitas estavam apavorados. Diferente do que disseram os espias tantos anos antes, não os viam como gafanhotos. Para eles, Israel era como um boi que devora todo o pasto. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-131-1445.html
Balaque não sabia o que fazer. Se lutasse contra eles, é certo que não venceria. A multidão era enorme.
Resolveu chamar Balaão, filho de Beor. Um profeta que vivia em Petor, próximo ao rio Eufrates.
Seus mensageiros levaram uma mensagem dizendo que um povo enorme havia saído do Egito e cobria a terra. Estavam acampados próximos a ele. Pedia que Balaão viesse e os amaldiçoasse. Talvez assim, ele tivesse chance de derrota-los.
Os mensageiros foram com a quantia necessária para Balaão amaldiçoar o povo de Israel.
Quando os mensageiros de Balaque chegaram a Balaão, ele ordenou que passassem a noite ali. Pela manhã lhes diria a orientação que recebera do Senhor.
O Senhor apareceu a Balaão. Perguntou-lhe quem eram seus visitantes. Balaão contou. Deus ordenou que ele não fosse. Eram um povo abençoado. Não deviam ser amaldiçoados.
Pela manhã Balaão disse aos mensageiros de Balaque que o Senhor não lhe permitiu ir.
Os mensageiros voltaram a Balaque. Contaram a resposta de Balaão.
Balaque não se conformou. Resolveu mandar mensageiros mais poderosos que os anteriores. Que dissessem a Balaque que o pagaria muito bem. Daria o que ele quisesse.
Balaão respondeu da mesma maneira a esses mensageiros. Dessa vez o Senhor disse que poderia ir. Mas falaria apenas o que Ele falasse.
Na manhã seguinte Balaão selou sua jumenta e partiu com os mensageiros de Balaque.
A ira do Senhor se acendeu. Na verdade o Senhor não queria que Balaão fosse. Não era para amaldiçoar o povo. Ficasse em casa.
O anjo do Senhor se colocou no caminho. Por três vezes sua jumenta viu e se desviou para que Balaão não fosse morto. Por duas vezes Balaão bateu nela. Na terceira vez, ele a espancou.
Sabe o que aconteceu? O Senhor abriu a boca da jumenta. Ela perguntou a Balaão o que havia feito para ele ter batido três vezes nela.
Balaão gritou em resposta que ela o havia feito de tolo. E se tivesse uma espada, a mataria.
Ela ficou espantada. Respondeu que era a mesma jumenta que o serviu a vida toda. Nunca havia agido daquele jeito.
O Senhor abriu os olhos de Balaão. Ele viu o anjo. Espada desembainhada. Balaão se curvou diante dele.
O anjo do Senhor perguntou porque havia batido na jumenta. Por três vezes ela se desviara dele. Se não fosse isso, Balaão teria morrido. A jumenta seria poupada.
Balaão reconheceu que havia pecado. Não vira o anjo.
Disse que voltaria, se ele se opunha à sua viagem. O anjo do Senhor ordenou que fosse. Mas falasse apenas o que Ele lhe dissesse.
Quando Balaque soube que Balaão estava indo, saiu ao seu encontro na fronteira do território de Moabe.
Perguntou a Balaão porque havia demorado a responder seu chamado. Por acaso não creu que lhe daria uma grande recompensa? Balaão respondeu que agora estava ali. Mas não podia falar o que bem entendesse. Transmitiria apenas a mensagem que o Senhor colocasse em sua boca.
Acamparam em Quiriate-Huzote. Ali Balaque sacrificou bois e ovelhas. Mandou porções de carne a Balaão e aos oficiais que com ele estavam.
No dia seguinte Balaque subiu com Balaão até Bamote-Baal, de onde podiam ver uma parte do povo.
Balaão obedecerá ao Senhor?
O capítulo vinte e dois termina aqui.
Que tenhamos temor do Senhor!
Que não fiquemos insistindo com uma situação como parece ter acontecido com Balaão.
Que sejamos obedientes. Que falemos apenas o que Ele colocar em nossos lábios. Sempre.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
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