Leitura do dia 04/03.
Na postagem anterior vimos as cidades entregues aos levitas, no meio de todas as demais tribos. Também vimos o altar levantado pelas tribos de Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés. Não queriam que as demais tribos os esquecessem. Também pertenciam ao Senhor. Tinham o direito de adorá-Lo. Não abriam mão disso.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-211-2234.html
Agora, continuamos através dos capítulos vinte e três e vinte e quatro de Josué.
Muito tempo se passou desde que as guerras acabaram. Josué está bem idoso. Convoca todo Israel a si. Já está com cento e dez anos. Sabe que o dia de sua partida está próximo. Não pode ir sem antes falar algumas palavras a Israel. É o que faz.
Lembra que viram tudo que o Senhor fez por eles. O Senhor lutou por eles.
A terra pertencia a Israel. O Senhor expulsaria os povos que ainda habitavam ali. Eles tomariam posse dela.
Que se esforçassem ao máximo para cumprir com cuidado tudo que Moisés escrevera no Livro da Lei. Sem se desviar, nem para um lado, nem para outro. Nem omitindo, nem acrescentando algo à Lei.
Não podiam se misturar com os povos que ainda estavam na terra. Nem servir seus deuses. Precisavam apegar-se firmemente ao Senhor, como vinham fazendo.
Foi o Senhor quem expulsou seus inimigos. Ninguém podia resistir-lhes, por causa do Senhor. Um deles podia fazer mil homens fugirem, porque o Senhor lutava por eles.
Mas, se o coração deles se voltasse para outros deuses, se misturassem com aqueles povos, podiam ter certeza de que o Senhor não os abençoaria. Não tomariam posse completa da terra. Pelo contrário, seriam destruídos. Completamente.
Eles sabiam, de todo coração, que o Senhor cumprira todas as coisas boas que havia prometido a respeito deles.
Josué tem uma palavra do Senhor para Israel. O Senhor lembra tudo que aconteceu, desde Terá, pai de Abraão e Naor até à conquista da terra de Canaã. E deixa claro que não foram espadas nem arcos que lhes deram a vitória. Foi Ele.
Também lhes deu uma terra que não cultivaram e cidades que não construíram.
Josué lembrou-lhes de temer ao Senhor. De serví-Lo de todo coração. E lançar todos os deuses fora, servindo apenas ao Senhor.
Se não quisessem servir ao Senhor, era hora de escolher a quem queriam servir. Não há meio termo. Você sempre vai seguir e servir alguém. Pode até ser você mesmo, mas não há como ficar em cima do muro, inerte e alheio.
Josué pergunta quem querem seguir. Os deuses dalém do Eufrates ou os deuses dos cananeus? Quanto a ele, estava decidido. Ele e sua casa serviriam ao Senhor.
O povo respondeu a uma só voz que também serviriam ao Senhor. Que jamais O abandonariam. Foi Ele que os libertou do Egito, que os protegeu no deserto e os levou àquela terra. Repetiram que também serviriam ao Senhor e somente a Ele.
Josué disse que não eram capazes de servir ao Senhor, pois Ele é santo e zeloso. Não perdoaria rebeldia e pecados. Se voltassem ás costas, seriam destruídos por Ele. Apesar de todo o bem que lhes fizera.
Eles repetiram que serviriam ao Senhor. Josué pergunta se eram testemunhas de sua própria decisão em escolherem servir ao Senhor. Respondem que sim. Eram testemunhas do que haviam dito.
Josué ordenou que lançassem fora os deuses que ainda estavam entre eles. E voltassem seus corações totalmente ao Senhor.
Se é para servir ao Senhor, é somente a Ele. Não há como servir a dois senhores.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/um-deus-que-responde.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/tesouro-verdadeiro.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/03/quem-preferimos-deus-ou-as-riquezas.html
Fizeram uma aliança. E Josué lhes deu decretos e estatutos, que escreveu no Livro da Lei do Senhor.
Tomou uma grande pedra como testemunha. E despediu o povo.
Que diferença de muitos apelos que vemos hoje, quando o Senhor é praticamente leiloado, pelo menor preço.
Depois de algum tempo, Josué morre. É enterrado na terra da sua herança.
Israel serviu ao Senhor durante toda sua vida, e também daqueles que pessoalmente sabiam o que o Senhor fizera.
Eleazar também morre. É sepultado na cidade que seu filho Fineias recebera para habitar.
Os ossos de José foram enterrados em Siquém, no campo que Jacó comprara dos descendentes de Hamor. Agora, território de seus filhos.
Aqui terminamos o livro de Josué, homem fiel, servo do Senhor.
Que, como Josué, tenhamos sempre algo a dizer.
Que saibamos a cada dia, a quem queremos servir. E que seja o Senhor, o Deus de Israel, o Todo-Poderoso.
Que saibamos pessoalmente o que o Senhor fez. Assim, teremos vida. E outros desejarão serví-Lo e conhecê-Lo pessoalmente.
Amanhã iniciaremos o livro de Juízes. Do capítulo um ao capítulo três.
Espero você. Até lá.
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terça-feira, 5 de março de 2019
Josué 23.1-24.33
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2019
Gênesis 24.1-67
Leitura do dia 07/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, vimos que Sara faleceu. Abraão desejou sepultá-la na caverna de Macpela. Negociou o terreno com Efrom, o hitita.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-231-20.html
Agora, caminharemos pelo capítulo vinte e quatro. Do versículo um ao versículo sessenta e sete. Estamos prontos?
Quando Sara faleceu, Isaque estava com trinta e sete anos. Abraão com cento e trinta e sete. Bem idoso. O Senhor o abençoara em tudo. Um dia, pediu a seu servo mais antigo, o homem que era encarregado da administração e organização de sua casa, que jurasse pelo Senhor, o Deus dos céus e da terra, que não deixaria Isaque casar-se com uma das mulheres daquela terra. Abraão queria que ele fosse até sua terra natal e, de sua família, trouxesse uma mulher para casar-se com Isaque.
Antes de jurar, o servo, prudente, perguntou se caso fosse até lá e a mulher não quisesse vir com ele, o que aconteceria. Era longe. Ela não conhecia Isaque. Ele deveria fazer o quê? Levar Isaque para morar na terra de Abraão? Abraão respondeu com um enfático “não”. Nunca deveria fazer Isaque retornar à sua terra natal. Ali era o lugar que o Senhor havia prometido aos descendentes de Abraão. Se a moça não quisesse vir, o servo estaria livre de seu juramento.
O servo jurou. Tendo Abraão como exemplo, não procrastinou. Tomou dez camelos de Abraão, carregou-os com presentes valiosos de todo tipo e partiu para Arã-Naaraim. Lá, dirigiu-se à cidade onde Naor, irmão de Abraão morava. Era muito distante. Ao entardecer, as mulheres saíam para tirar água do poço. Ele fez os camelos ajoelharem perto de um poço nos arredores da cidade. E esperou? Não! Ele orou!
Pediu ao Senhor, o Deus de seu senhor Abraão, que fosse bondoso para com Abraão, não com ele, com Abraão. Ele estava ali junto àquela fonte e as moças da cidade iam buscar água. Sua petição era: pediria a uma das moças que lhe desse água de seu cântaro, para que bebesse. Se ela dissesse que poderia beber e que daria também água para seus camelos, que fosse a moça que o Senhor havia escolhido para ser a mulher de Isaque, servo do Senhor. Assim, ele saberia que o Senhor havia sido bondoso para com Abraão. Você já pensou quanta água deve beber um camelo? Imagina dez! E depois de uma longa e cansativa viagem! Essa moça seria muito especial!
Antes de terminar sua oração, uma moça se aproximou. Ele olhou. Era muito bonita. Tinha idade para se casar. Era virgem (as virgens vestiam-se diferente das mulheres casadas). Ele correu até ela e lhe pediu um pouco de água. Ela prontamente abaixou seu cântaro e lhe ofereceu água. Também disse que tiraria água para seus camelos, até que ficassem satisfeitos. Uau! Quanta disposição! O homem a observava em silêncio, pensando se o Senhor havia lhe concedido sucesso em sua missão. Seria ela parente de Abraão?
Quando os camelos terminaram de beber água, ele lhe deu uma argola de ouro para o nariz e duas pulseiras grandes, também de ouro. Então perguntou de quem era filha e se haveria em sua casa lugar para hospedá-los naquela noite. A moça respondeu que era filha de Betuel e, para não deixar dúvidas, disse que era neta de Naor e Milca. E sim, tinham palha e forragem para os camelos e lugar para hóspedes. O homem imediatamente prostrou-se e adorou ao Senhor. Louvou o Senhor de seu senhor Abraão, pois havia demonstrado bondade e fidelidade ao seu senhor conduzindo-o direto aos seus parentes.
A moça correu para casa e contou à sua família o que havia acontecido. Quando seu irmão, Labão, viu as joias que carregava, correu ao encontro do servo de Abraão, para trazê-lo para casa. Lá os camelos foram descarregados, alimentados e guardados. Deram água para ele e seus servos lavarem os pés. Quando a refeição foi servida, o servo disse que não comeria enquanto não explicasse porque estava ali. Contou sua missão. Sua oração. E tudo que havia acontecido, exatamente como pedira ao Senhor. Até seu louvor o homem contou.
Quando terminou, perguntou se mostrariam bondade e fidelidade a seu senhor, deixando que a moça fosse com ele, para ser esposa de Isaque. Que eles dissessem logo sim ou não para que soubesse o que fazer a seguir. Labão, irmão de Rebeca e Betuel, seu pai, responderam que era evidente que fora o Senhor que o trouxera ali. Não havia o que eles pudessem dizer. Que levasse Rebeca com ele. Que ela fosse mulher de Isaque, como o Senhor havia dito que seria. Quando o servo de Abraão ouviu a resposta, prostrou-se no chão e novamente adorou ao Senhor. Em seguida, entregou joias de prata e ouro a Rebeca, além de vestidos. Também deu presentes valiosos a seu irmão e sua mãe.
Passaram a noite ali. Deveriam partir ao amanhecer do dia seguinte. Quando amanheceu, o servo de Abraão pediu para partir. Queria ir logo para a casa de seu senhor. Labão e a mãe de Rebeca pediram que ela ficasse dez dias com eles, depois poderia partir. O homem pediu que não o detivessem. O Senhor havia lhe concedido sucesso em sua missão. Agora, precisava voltar para seu senhor. Eles disseram, finalmente, que iam pedir a opinião de Rebeca. Chamaram-na e perguntaram se ela estava disposta a ir com aquele homem. Ela respondeu que sim. Eles se despediram. Abençoaram Rebeca. Que ela se tornasse mãe de milhares e que seus descendentes conquistassem as cidades de seus inimigos.
Montaram os camelos e foram até Abraão. Chegaram ao entardecer. Isaque caminhava pelo campo enquanto meditava. Levantou os olhos e viu os camelos aproximando. Quando Receba o viu, de longe, imediatamente desceu do camelo. Perguntou ao servo quem era. Ele respondeu que era Isaque. Ela cobriu o rosto com o véu, de acordo com o costume. Quando se aproximaram, o servo contou tudo a Isaque. Isaque levou Rebeca para a tenda de Sara. Ela tornou-se sua mulher. Ele a amou profundamente. Encontrou nela consolo pela morte de sua mãe.
Não sei você, eu amo essa história. Muito melhor que qualquer romance escrito por qualquer escritor ou escritora de renome. Foi escrito pelo Senhor, o Todo Poderoso. É rica em detalhes e nos mostra que, quando há propósitos, o Senhor, escolhe, guia e faz.
Hoje ficamos por aqui. Concluímos nossa jornada diária. Amanhã espero você para lermos Gênesis, do capítulo vinte e cinco ao capítulo vinte e sete. Até lá.
Na postagem anterior, vimos que Sara faleceu. Abraão desejou sepultá-la na caverna de Macpela. Negociou o terreno com Efrom, o hitita.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-231-20.html
Agora, caminharemos pelo capítulo vinte e quatro. Do versículo um ao versículo sessenta e sete. Estamos prontos?
Quando Sara faleceu, Isaque estava com trinta e sete anos. Abraão com cento e trinta e sete. Bem idoso. O Senhor o abençoara em tudo. Um dia, pediu a seu servo mais antigo, o homem que era encarregado da administração e organização de sua casa, que jurasse pelo Senhor, o Deus dos céus e da terra, que não deixaria Isaque casar-se com uma das mulheres daquela terra. Abraão queria que ele fosse até sua terra natal e, de sua família, trouxesse uma mulher para casar-se com Isaque.
Antes de jurar, o servo, prudente, perguntou se caso fosse até lá e a mulher não quisesse vir com ele, o que aconteceria. Era longe. Ela não conhecia Isaque. Ele deveria fazer o quê? Levar Isaque para morar na terra de Abraão? Abraão respondeu com um enfático “não”. Nunca deveria fazer Isaque retornar à sua terra natal. Ali era o lugar que o Senhor havia prometido aos descendentes de Abraão. Se a moça não quisesse vir, o servo estaria livre de seu juramento.
O servo jurou. Tendo Abraão como exemplo, não procrastinou. Tomou dez camelos de Abraão, carregou-os com presentes valiosos de todo tipo e partiu para Arã-Naaraim. Lá, dirigiu-se à cidade onde Naor, irmão de Abraão morava. Era muito distante. Ao entardecer, as mulheres saíam para tirar água do poço. Ele fez os camelos ajoelharem perto de um poço nos arredores da cidade. E esperou? Não! Ele orou!
Pediu ao Senhor, o Deus de seu senhor Abraão, que fosse bondoso para com Abraão, não com ele, com Abraão. Ele estava ali junto àquela fonte e as moças da cidade iam buscar água. Sua petição era: pediria a uma das moças que lhe desse água de seu cântaro, para que bebesse. Se ela dissesse que poderia beber e que daria também água para seus camelos, que fosse a moça que o Senhor havia escolhido para ser a mulher de Isaque, servo do Senhor. Assim, ele saberia que o Senhor havia sido bondoso para com Abraão. Você já pensou quanta água deve beber um camelo? Imagina dez! E depois de uma longa e cansativa viagem! Essa moça seria muito especial!
Antes de terminar sua oração, uma moça se aproximou. Ele olhou. Era muito bonita. Tinha idade para se casar. Era virgem (as virgens vestiam-se diferente das mulheres casadas). Ele correu até ela e lhe pediu um pouco de água. Ela prontamente abaixou seu cântaro e lhe ofereceu água. Também disse que tiraria água para seus camelos, até que ficassem satisfeitos. Uau! Quanta disposição! O homem a observava em silêncio, pensando se o Senhor havia lhe concedido sucesso em sua missão. Seria ela parente de Abraão?
Quando os camelos terminaram de beber água, ele lhe deu uma argola de ouro para o nariz e duas pulseiras grandes, também de ouro. Então perguntou de quem era filha e se haveria em sua casa lugar para hospedá-los naquela noite. A moça respondeu que era filha de Betuel e, para não deixar dúvidas, disse que era neta de Naor e Milca. E sim, tinham palha e forragem para os camelos e lugar para hóspedes. O homem imediatamente prostrou-se e adorou ao Senhor. Louvou o Senhor de seu senhor Abraão, pois havia demonstrado bondade e fidelidade ao seu senhor conduzindo-o direto aos seus parentes.
A moça correu para casa e contou à sua família o que havia acontecido. Quando seu irmão, Labão, viu as joias que carregava, correu ao encontro do servo de Abraão, para trazê-lo para casa. Lá os camelos foram descarregados, alimentados e guardados. Deram água para ele e seus servos lavarem os pés. Quando a refeição foi servida, o servo disse que não comeria enquanto não explicasse porque estava ali. Contou sua missão. Sua oração. E tudo que havia acontecido, exatamente como pedira ao Senhor. Até seu louvor o homem contou.
Quando terminou, perguntou se mostrariam bondade e fidelidade a seu senhor, deixando que a moça fosse com ele, para ser esposa de Isaque. Que eles dissessem logo sim ou não para que soubesse o que fazer a seguir. Labão, irmão de Rebeca e Betuel, seu pai, responderam que era evidente que fora o Senhor que o trouxera ali. Não havia o que eles pudessem dizer. Que levasse Rebeca com ele. Que ela fosse mulher de Isaque, como o Senhor havia dito que seria. Quando o servo de Abraão ouviu a resposta, prostrou-se no chão e novamente adorou ao Senhor. Em seguida, entregou joias de prata e ouro a Rebeca, além de vestidos. Também deu presentes valiosos a seu irmão e sua mãe.
Passaram a noite ali. Deveriam partir ao amanhecer do dia seguinte. Quando amanheceu, o servo de Abraão pediu para partir. Queria ir logo para a casa de seu senhor. Labão e a mãe de Rebeca pediram que ela ficasse dez dias com eles, depois poderia partir. O homem pediu que não o detivessem. O Senhor havia lhe concedido sucesso em sua missão. Agora, precisava voltar para seu senhor. Eles disseram, finalmente, que iam pedir a opinião de Rebeca. Chamaram-na e perguntaram se ela estava disposta a ir com aquele homem. Ela respondeu que sim. Eles se despediram. Abençoaram Rebeca. Que ela se tornasse mãe de milhares e que seus descendentes conquistassem as cidades de seus inimigos.
Montaram os camelos e foram até Abraão. Chegaram ao entardecer. Isaque caminhava pelo campo enquanto meditava. Levantou os olhos e viu os camelos aproximando. Quando Receba o viu, de longe, imediatamente desceu do camelo. Perguntou ao servo quem era. Ele respondeu que era Isaque. Ela cobriu o rosto com o véu, de acordo com o costume. Quando se aproximaram, o servo contou tudo a Isaque. Isaque levou Rebeca para a tenda de Sara. Ela tornou-se sua mulher. Ele a amou profundamente. Encontrou nela consolo pela morte de sua mãe.
Não sei você, eu amo essa história. Muito melhor que qualquer romance escrito por qualquer escritor ou escritora de renome. Foi escrito pelo Senhor, o Todo Poderoso. É rica em detalhes e nos mostra que, quando há propósitos, o Senhor, escolhe, guia e faz.
Hoje ficamos por aqui. Concluímos nossa jornada diária. Amanhã espero você para lermos Gênesis, do capítulo vinte e cinco ao capítulo vinte e sete. Até lá.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
Gênesis 12.1-20
Leitura do dia 04/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, vimos Gênesis 11.1-9, a Torre de Babel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-111-9.html
Agora, continuaremos até o final do capítulo doze.
O texto nos fala sobre a descendência de Sem, o primogênito de Noé. Dele nasceu Terá. Terá gerou três filhos homens, Abrão, Naor e Harã.
Harã morreu na cidade de Ur dos Caldeus. Os arqueólogos encontraram as ruínas dessa cidade. Era uma cidade grande em sua época. Com construções bem delineadas.
Terá tomou seu filho Abrão, sua nora Sarai que, para sua total desgraça, era estéril, e seu neto Ló, filho de Harã. Eles partiram em direção à terra de Canaã, mas pararam em Harã, cidade do mesmo nome do pai de Ló. Estabeleceram-se ali. Ali também Terá, pai de Abrão faleceu.
O Senhor havia dito a Abrão que deixasse sua terra, seus parentes e a família de seu pai. Ele deveria ir a uma terra que o Senhor lhe mostraria. Não sei você. Eu gosto de sair sabendo exatamente para onde estou indo. Mas Abrão precisou obedecer e sair, sem saber para onde ia. O Senhor lhe mostraria a terra no caminho. Ou quando chegasse lá. Para mim, uma total agonia.
Mas não ficou só nisso. Ele deveria ir a uma terra que não sabia qual era e o Senhor lhe disse que faria dele uma grande nação. Que o abençoaria e o tornaria famoso. Abençoaria os que o abençoassem e amaldiçoaria os que o amaldiçoassem. Que grande promessa, mas como ele seria uma grande nação? Sua mulher era estéril. E mais. Através de Abrão, todas as famílias da terra seriam abençoadas. Foi o que o Senhor lhe disse. Eu teria lembrado ao Senhor que era impossível. Tudo bem até ir para uma terra que não sabia onde era, mas daí tornar-se uma grande nação? Como?
Sabe o que Abrão fez? Partiu. Como o Senhor o havia instruído. Sem discussão. Simplesmente obedeceu. Que coragem!
Só que ele levou seu sobrinho, Ló, seu parente. Tomou sua mulher e seu sobrinho, todos seus bens, rebanhos e servos e seguiu para a terra de Canaã. A mesma terra para onde seu pai havia partido e ficou pelo meio do caminho. Foi até Siquém. Ali acampou junto ao carvalho de Moré.
Você já viu um carvalho? É uma árvore realmente enorme. Difícil ficar despercebida. Essa até tinha um nome, uma sinalização, “carvalho de Moré”. Naquela época, os cananeus habitavam aquela região.
O Senhor apareceu a Abrão e disse que daria aquela terra a seus descendentes. Abrão não se queixou que a terra não seria dele. Construiu um altar e o dedicou ao Senhor, grato porque a terra um dia seria de seus descendentes. Ops, Abrão não tem descendentes. Sua mulher é estéril. O que passa na cabeça dele? Acredita realmente que terá descendentes? Que homem é esse?
Depois foi para o sul. Acampou em uma região montanhosa. Entre Betel e Ai. Construiu mais um altar ao Senhor e invocou Seu nome. Em seguida, prosseguiu sua jornada. Naquele tempo, uma fome terrível atingiu a terra de Canaã. Abrão foi obrigado a ir até o Egito. Ali viveu como estrangeiro. Quando estava chegando lá, pediu que Sarai dissesse que era sua irmã. Ela era muito bonita. Ele teve medo de ser morto para que ficassem com ela.
Realmente, quando chegou ao Egito, sua extrema beleza foi notada. Os oficiais de Faraó até falaram com ele sobre ela. Eles a levaram ao palácio. Faraó deu muitos presentes a Abrão. Ovelhas, bois, jumentos, servos e camelos.
Fico realmente espantada! Como um homem tão corajoso como Abrão faz algo assim? Meu coração se revolta! Mas então, o Senhor me lembra que escolhe homens como eu, como você. Com medos, traumas e imperfeições. E vai trabalhando em nós.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/qual-identidade-que-carrego.html
http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/querendo-ser-um-e-sendo-outro.html
Sabe o que aconteceu? Por causa de Sarai, o Senhor enviou pragas terríveis sobre Faraó e sua casa. Faraó mandou chamar Abrão e lhe passou uma tremenda descompostura. Como teve coragem de fazer aquilo? Ele devolveu Sarai e ordenou que Abrão fosse embora.
O Senhor cuidou de Sarai.
Abrão saiu do Egito escoltado pelos homens de Faraó. Não é triste? O homem que deveria abençoar todas as nações, começa “dando um furo” destes, sendo expulso da nação. Graças ao Senhor por Sua imensa misericórdia sobre nós. Graças por não chamar homens perfeitos e sim, aperfeiçoá-los ao longo do caminho. Como Paulo disse: "Não estou dizendo que já obtive tudo isso, que já alcancei a perfeição. Mas prossigo a fim de conquistar essa perfeição para a qual Cristo Jesus me conquistou. Não, irmãos, não a alcancei, mas concentro todos os meus esforços nisto: esquecendo-me do passado e olhando para o que está adiante, prossigo para o final da corrida, a fim de receber o prêmio celestial para o qual Deus nos chama em Cristo Jesus" (Filipenses 3.12, 13). Foi o que Abrão fez.
Talvez você já tenha passado por uma situação semelhante em que, alguém que não conhece o Senhor, precisa lhe mostrar seu erro, quando era você quem deveria mostrar a ele quem é Seu Senhor. Faça como Abraão, como Paulo. Aceite a correção, Arrependa-se e siga adiante.
Na próxima postagem continuamos, a partir do capítulo treze. Até já.
Na postagem anterior, vimos Gênesis 11.1-9, a Torre de Babel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-111-9.html
Agora, continuaremos até o final do capítulo doze.
O texto nos fala sobre a descendência de Sem, o primogênito de Noé. Dele nasceu Terá. Terá gerou três filhos homens, Abrão, Naor e Harã.
Harã morreu na cidade de Ur dos Caldeus. Os arqueólogos encontraram as ruínas dessa cidade. Era uma cidade grande em sua época. Com construções bem delineadas.
Terá tomou seu filho Abrão, sua nora Sarai que, para sua total desgraça, era estéril, e seu neto Ló, filho de Harã. Eles partiram em direção à terra de Canaã, mas pararam em Harã, cidade do mesmo nome do pai de Ló. Estabeleceram-se ali. Ali também Terá, pai de Abrão faleceu.
O Senhor havia dito a Abrão que deixasse sua terra, seus parentes e a família de seu pai. Ele deveria ir a uma terra que o Senhor lhe mostraria. Não sei você. Eu gosto de sair sabendo exatamente para onde estou indo. Mas Abrão precisou obedecer e sair, sem saber para onde ia. O Senhor lhe mostraria a terra no caminho. Ou quando chegasse lá. Para mim, uma total agonia.
Mas não ficou só nisso. Ele deveria ir a uma terra que não sabia qual era e o Senhor lhe disse que faria dele uma grande nação. Que o abençoaria e o tornaria famoso. Abençoaria os que o abençoassem e amaldiçoaria os que o amaldiçoassem. Que grande promessa, mas como ele seria uma grande nação? Sua mulher era estéril. E mais. Através de Abrão, todas as famílias da terra seriam abençoadas. Foi o que o Senhor lhe disse. Eu teria lembrado ao Senhor que era impossível. Tudo bem até ir para uma terra que não sabia onde era, mas daí tornar-se uma grande nação? Como?
Sabe o que Abrão fez? Partiu. Como o Senhor o havia instruído. Sem discussão. Simplesmente obedeceu. Que coragem!
Só que ele levou seu sobrinho, Ló, seu parente. Tomou sua mulher e seu sobrinho, todos seus bens, rebanhos e servos e seguiu para a terra de Canaã. A mesma terra para onde seu pai havia partido e ficou pelo meio do caminho. Foi até Siquém. Ali acampou junto ao carvalho de Moré.
Você já viu um carvalho? É uma árvore realmente enorme. Difícil ficar despercebida. Essa até tinha um nome, uma sinalização, “carvalho de Moré”. Naquela época, os cananeus habitavam aquela região.
O Senhor apareceu a Abrão e disse que daria aquela terra a seus descendentes. Abrão não se queixou que a terra não seria dele. Construiu um altar e o dedicou ao Senhor, grato porque a terra um dia seria de seus descendentes. Ops, Abrão não tem descendentes. Sua mulher é estéril. O que passa na cabeça dele? Acredita realmente que terá descendentes? Que homem é esse?
Depois foi para o sul. Acampou em uma região montanhosa. Entre Betel e Ai. Construiu mais um altar ao Senhor e invocou Seu nome. Em seguida, prosseguiu sua jornada. Naquele tempo, uma fome terrível atingiu a terra de Canaã. Abrão foi obrigado a ir até o Egito. Ali viveu como estrangeiro. Quando estava chegando lá, pediu que Sarai dissesse que era sua irmã. Ela era muito bonita. Ele teve medo de ser morto para que ficassem com ela.
Realmente, quando chegou ao Egito, sua extrema beleza foi notada. Os oficiais de Faraó até falaram com ele sobre ela. Eles a levaram ao palácio. Faraó deu muitos presentes a Abrão. Ovelhas, bois, jumentos, servos e camelos.
Fico realmente espantada! Como um homem tão corajoso como Abrão faz algo assim? Meu coração se revolta! Mas então, o Senhor me lembra que escolhe homens como eu, como você. Com medos, traumas e imperfeições. E vai trabalhando em nós.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/qual-identidade-que-carrego.html
http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/querendo-ser-um-e-sendo-outro.html
Sabe o que aconteceu? Por causa de Sarai, o Senhor enviou pragas terríveis sobre Faraó e sua casa. Faraó mandou chamar Abrão e lhe passou uma tremenda descompostura. Como teve coragem de fazer aquilo? Ele devolveu Sarai e ordenou que Abrão fosse embora.
O Senhor cuidou de Sarai.
Abrão saiu do Egito escoltado pelos homens de Faraó. Não é triste? O homem que deveria abençoar todas as nações, começa “dando um furo” destes, sendo expulso da nação. Graças ao Senhor por Sua imensa misericórdia sobre nós. Graças por não chamar homens perfeitos e sim, aperfeiçoá-los ao longo do caminho. Como Paulo disse: "Não estou dizendo que já obtive tudo isso, que já alcancei a perfeição. Mas prossigo a fim de conquistar essa perfeição para a qual Cristo Jesus me conquistou. Não, irmãos, não a alcancei, mas concentro todos os meus esforços nisto: esquecendo-me do passado e olhando para o que está adiante, prossigo para o final da corrida, a fim de receber o prêmio celestial para o qual Deus nos chama em Cristo Jesus" (Filipenses 3.12, 13). Foi o que Abrão fez.
Talvez você já tenha passado por uma situação semelhante em que, alguém que não conhece o Senhor, precisa lhe mostrar seu erro, quando era você quem deveria mostrar a ele quem é Seu Senhor. Faça como Abraão, como Paulo. Aceite a correção, Arrependa-se e siga adiante.
Na próxima postagem continuamos, a partir do capítulo treze. Até já.
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