Leitura do dia 03/09.
Continuamos nossa caminhada através do livro do profeta Ezequiel.
Na postagem anterior vimos os pecados de Jerusalém, os pecados dos líderes de Israel, o adultério de Samaria e Jerusalém. O julgamento do Senhor.
Jerusalém é como uma panela que não pode ser limpa.
Também vimos Ezequiel perder seu tesouro mais precioso, sua esposa. Sem poder prantear. Como um sinal para Israel. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-221-2427.html
Agora, caminharemos a partir do capítulo vinte e cinco. Até o capítulo vinte e seis.
O Senhor entrega ao profeta uma mensagem contra Amom. Lembre que Amom é descendente de Ló, com uma de suas filhas. Eles se alegraram quando Seu templo foi profanado. Zombaram de Israel. Riram de Judá. Seriam julgados por suas ações. E completamente destruídos. Assim, saberiam que Ele é o Senhor.
O mesmo acontece com Moabe, o outro descendente de Ló. O Senhor traria Seu julgamento, assim como aos amonitas. Eles saberiam que Ele é o Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1816-1929.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1930-36.html
O povo de Edom, descendente de Esaú, também pecou grandemente. Vingaram-se de Judá. O Senhor traria Seu juízo, através de Seu povo, Israel. Edom saberia que essa vingança veio dEle, o Senhor Soberano. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-2527-34.html
A Filistia também seroa julgada. Atacaram Judá com vingança amarga e ódio profundo. Seriam castigados pelo que fizeram, então saberiam que Ele é o Senhor.
No dia 03 de fevereiro de 585 a.C., o Senhor entrega a Ezequiel uma mensagem contra Tiro. Ela se alegrou quando Jerusalém caiu. Agora, tomaria seu lugar no comércio. Jerusalém estava desolada. Ela ficaria rica. Mais rica.
O Senhor se colocou como inimigo de Tiro. Seriam presas de muitas nações. Então saberiam que Ele é o Senhor. O Senhor conta a Ezequiel exatamente como o rei de Babilônia conquistaria essa cidade, que jamais seria reconstruída.
Temos visto em nossa caminhada, que o Senhor é o Senhor de todas as nações. Ele sempre procurou tornar Seu nome conhecido entre todas as nações. As nações julgadas aqui, conheciam Seu nome. Mas, tal qual Israel, não Lhe deram ouvidos. O dia do justo juízo chegou. E pegou a todas desprevenidas, uma vez que não acreditavam que tal dia chegaria. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Na próxima postagem, veremos o que mais Tiro fez para que o Senhor se tornasse seu inimigo.
Leremos a partir do capítulo vinte e sete. Até o capítulo vinte e nove.
Espero você. Até lá.
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quarta-feira, 4 de setembro de 2019
Ezequiel 25.1-26.21
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sexta-feira, 19 de julho de 2019
Isaías 16.1-18.7
Leitura do dia 20/07.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Isaías.
Ontem vimos diversas palavras que o profeta recebeu de julgamento. À Assíria, Babilônia, Filistia e Moabe. Também vimos o consolo do Senhor ao remanescente de Jacó. Seus juízos são perfeitos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/isaias-131-159.html
Hoje caminharemos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.
O capítulo dezesseis ainda é a respeito do julgamento sobre Moabe. Suas mulheres foram deixadas como aves sem ninho. Elas clamam por ajuda. Pedem que sejam defendidas. Como uma sombra ao meio-dia. Não pedem apenas por elas. Pedem por todos os fugitivos. Que sejam protegidos. Que os refugiados sejam escondidos do inimigo. Até que passe o terror.
Consegue imaginar a situação?
Para todo lugar que o profeta “olha”, só há destruição. Choro e lamento. Não há mais gritos de alegria pelas colheitas. Não há mais celebração alguma. Nem cânticos. Ninguém mais pisará as uvas nos tanques. Não haverá mais vinho. A alegria acabou.
O coração do profeta clama por Moabe. Como o lamento de uma harpa.
Ainda assim, mesmo depois de toda destruição, Moabe não se volta para o Senhor. Adoram em seus santuários idólatras. Clamam seus deuses em seus templos. Ninguém os salvará.
O Senhor já havia falado no passado sobre Seu juízo a Moabe. Agora, porém, Ele afirma que dentro de três anos a glória de Moabe chegará ao fim. Muitos morrerão. Poucos serão os sobreviventes. Lembre, Moabe é filho de Ló (Gênesis 19.36).
Isaías também recebeu uma palavra sobre Damasco. A Síria seria julgada. E destruída. Sua glória teria o mesmo destino de Israel.
A glória de Israel perderia todo seu brilho. Como um corpo robusto que definha. Como uma oliveira é sacudida e sobram pouquíssimas azeitonas em seus galhos.
Mas, enfim, uma boa notícia. Depois de julgados, olhariam para Seu Criador. Não buscariam mais ajuda aos ídolos. Não adorariam o que suas próprias mãos fizeram. Não se encurvariam aos postes de Aserá. Nem adorariam nos santuários idólatras.
Tudo que aconteceu foi porque se afastaram do Senhor, o Único que salva. Israel ficaria, ao cair da tarde, cheio de pavor, mas ao amanhecer, seus inimigos seriam mortos. A morte é o fim dos que saqueiam e destroem.
Fomos criados para construir e repartir. Não saquear e destruir.
O profeta também afirma que haveria grande aflição para a Etiópia. Hoje provavelmente a região da Núbia e Sudão. Eles seriam destruídos. Seu poderoso exército seria deixado morto nos campos. Os abutres destruiriam os cadáveres. Os animais selvagens roeriam os ossos. Uma situação terrível. Não ser enterrado era algo impensável. Uma verdadeira maldição. Uma vergonha inenarrável.
Mas, chegará um tempo em que o povo dessa terra se voltaria ao Senhor. Levaria presentes a Ele, em Sião. Um povo alto. De pele lisa. Temido em toda parte por suas conquistas. Nesse tempo, creio que está próximo, a África se levantará e será o continente que o Senhor sempre desejou que fosse. Um continente poderoso. Voltado para o Senhor.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezenove. Até o capítulo vinte e um.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Isaías.
Ontem vimos diversas palavras que o profeta recebeu de julgamento. À Assíria, Babilônia, Filistia e Moabe. Também vimos o consolo do Senhor ao remanescente de Jacó. Seus juízos são perfeitos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/isaias-131-159.html
Hoje caminharemos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.
O capítulo dezesseis ainda é a respeito do julgamento sobre Moabe. Suas mulheres foram deixadas como aves sem ninho. Elas clamam por ajuda. Pedem que sejam defendidas. Como uma sombra ao meio-dia. Não pedem apenas por elas. Pedem por todos os fugitivos. Que sejam protegidos. Que os refugiados sejam escondidos do inimigo. Até que passe o terror.
Consegue imaginar a situação?
Para todo lugar que o profeta “olha”, só há destruição. Choro e lamento. Não há mais gritos de alegria pelas colheitas. Não há mais celebração alguma. Nem cânticos. Ninguém mais pisará as uvas nos tanques. Não haverá mais vinho. A alegria acabou.
O coração do profeta clama por Moabe. Como o lamento de uma harpa.
Ainda assim, mesmo depois de toda destruição, Moabe não se volta para o Senhor. Adoram em seus santuários idólatras. Clamam seus deuses em seus templos. Ninguém os salvará.
O Senhor já havia falado no passado sobre Seu juízo a Moabe. Agora, porém, Ele afirma que dentro de três anos a glória de Moabe chegará ao fim. Muitos morrerão. Poucos serão os sobreviventes. Lembre, Moabe é filho de Ló (Gênesis 19.36).
Isaías também recebeu uma palavra sobre Damasco. A Síria seria julgada. E destruída. Sua glória teria o mesmo destino de Israel.
A glória de Israel perderia todo seu brilho. Como um corpo robusto que definha. Como uma oliveira é sacudida e sobram pouquíssimas azeitonas em seus galhos.
Mas, enfim, uma boa notícia. Depois de julgados, olhariam para Seu Criador. Não buscariam mais ajuda aos ídolos. Não adorariam o que suas próprias mãos fizeram. Não se encurvariam aos postes de Aserá. Nem adorariam nos santuários idólatras.
Tudo que aconteceu foi porque se afastaram do Senhor, o Único que salva. Israel ficaria, ao cair da tarde, cheio de pavor, mas ao amanhecer, seus inimigos seriam mortos. A morte é o fim dos que saqueiam e destroem.
Fomos criados para construir e repartir. Não saquear e destruir.
O profeta também afirma que haveria grande aflição para a Etiópia. Hoje provavelmente a região da Núbia e Sudão. Eles seriam destruídos. Seu poderoso exército seria deixado morto nos campos. Os abutres destruiriam os cadáveres. Os animais selvagens roeriam os ossos. Uma situação terrível. Não ser enterrado era algo impensável. Uma verdadeira maldição. Uma vergonha inenarrável.
Mas, chegará um tempo em que o povo dessa terra se voltaria ao Senhor. Levaria presentes a Ele, em Sião. Um povo alto. De pele lisa. Temido em toda parte por suas conquistas. Nesse tempo, creio que está próximo, a África se levantará e será o continente que o Senhor sempre desejou que fosse. Um continente poderoso. Voltado para o Senhor.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezenove. Até o capítulo vinte e um.
Espero você. Até lá.
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sábado, 16 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 2.1-3.29
Leitura do dia 16/02.
Na postagem anterior, vimos Moisés lembrando Israel de suas caminhadas pelo deserto. Assim como a rebelião e morte de toda uma geração por causa de sua incredulidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-11-46.html
Agora, continuamos através dos capítulos dois e três de Deuteronômio.
Moisés continua relembrando que, depois da rebelião e da derrota vergonhosa, voltaram em direção ao Mar Vermelho, como o Senhor ordenara. Vagaram por um longo tempo, de uma região para outra.
Até que o Senhor ordenou que fossem conquistar a terra. Já haviam passado trinta e oito anos desde que haviam ido para Cades-Barneia pela primeira vez. Todos aquela geração havia morrido.
Que se mexessem e conquistassem a terra.
Deviam, no entanto, ter cuidado com os edomitas, descendentes de Esaú. Eles se sentiriam ameaçados. Israel devia pagar pela comida e água que utilizassem enquanto passassem por suas terras. O Senhor não lhes daria um metro sequer naquelas terras. Pertenciam a eles. Ele havia lhes dado.
Moisés explica que em outros tempo, os horeus habitaram Seir, mas os edomitas os expulsaram e ocuparam suas terras, do mesmo maneira que Israel expulsaria os povos de Canaã.
O Senhor fez com Edom algo semelhante ao que estava prestes a fazer com Israel.
E algo semelhante também aconteceu quando os caftoritas de Creta invadiram e destruíram os eveus, tomando a região de Gaza.
O Senhor também disse que não era para perturbar os moabitas, descendentes de Ló. Aquela região era deles. Não daria nenhuma parte de seus territórios.
Também não deveriam se aproximar da terra dos amonitas, descendentes de Ló. O Senhor havia dado aquela terra a eles. E não daria nenhum pedaço para Israel.
Agora era a vez deles. Que atacassem e começassem a tomar posse do território que o Senhor lhes prometera. Todos os povos ficariam com medo, ouvindo o relato do que aconteceria a partir daquele dia.
Depois Moisés conta que pediram permissão para entrar na terra de Seom. Ele não permitiu. Saiu à guerra contra Israel. E foi derrotado. O Senhor o entregou nas mãos de Israel.
Em seguida, foi o rei Ogue, de Basã. Israel conquistou suas sessenta cidades. Todas fortificadas, com muralhas altas e portões com trancas.
O Senhor era com eles. Não importava a quantidade dos inimigos. Nem o tamanho de suas muralhas.
Quando tomaram posse da terra de Gileade, Moisés a deu às tribos de Rúben, Gade e Manassés.
A região de Argobe era conhecida como terra de gigantes. Jair, um dos descendentes de Manassés conquistou toda aquela região. E deu às cidades seu próprio nome.
Essas tribos ficaram com a obrigação de atravessar o Jordão à frente dos demais israelitas, armados e prontos para ajudá-los. Voltariam para suas terras quando o Senhor tivesse dado segurança a todos, como dera a eles.
Moisés também conta que pediu muito ao Senhor para que entrasse na terra, mas o Senhor disse “não”. Falou para Moisés não tocar mais nesse assunto com Ele. Subiria ao monte Pisga e de lá veria a terra. Apenas isso. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-201-29.html
Seria Josué quem conduziria o povo do outro lado do Jordão. Moisés precisava encorajá-lo e fortalecê-lo. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-261-2723.html
Hoje ficamos por aqui.
Amanhã continuamos. Do capítulo quatro ao capítulo sete.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos Moisés lembrando Israel de suas caminhadas pelo deserto. Assim como a rebelião e morte de toda uma geração por causa de sua incredulidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-11-46.html
Agora, continuamos através dos capítulos dois e três de Deuteronômio.
Moisés continua relembrando que, depois da rebelião e da derrota vergonhosa, voltaram em direção ao Mar Vermelho, como o Senhor ordenara. Vagaram por um longo tempo, de uma região para outra.
Até que o Senhor ordenou que fossem conquistar a terra. Já haviam passado trinta e oito anos desde que haviam ido para Cades-Barneia pela primeira vez. Todos aquela geração havia morrido.
Que se mexessem e conquistassem a terra.
Deviam, no entanto, ter cuidado com os edomitas, descendentes de Esaú. Eles se sentiriam ameaçados. Israel devia pagar pela comida e água que utilizassem enquanto passassem por suas terras. O Senhor não lhes daria um metro sequer naquelas terras. Pertenciam a eles. Ele havia lhes dado.
Moisés explica que em outros tempo, os horeus habitaram Seir, mas os edomitas os expulsaram e ocuparam suas terras, do mesmo maneira que Israel expulsaria os povos de Canaã.
O Senhor fez com Edom algo semelhante ao que estava prestes a fazer com Israel.
E algo semelhante também aconteceu quando os caftoritas de Creta invadiram e destruíram os eveus, tomando a região de Gaza.
O Senhor também disse que não era para perturbar os moabitas, descendentes de Ló. Aquela região era deles. Não daria nenhuma parte de seus territórios.
Também não deveriam se aproximar da terra dos amonitas, descendentes de Ló. O Senhor havia dado aquela terra a eles. E não daria nenhum pedaço para Israel.
Agora era a vez deles. Que atacassem e começassem a tomar posse do território que o Senhor lhes prometera. Todos os povos ficariam com medo, ouvindo o relato do que aconteceria a partir daquele dia.
Depois Moisés conta que pediram permissão para entrar na terra de Seom. Ele não permitiu. Saiu à guerra contra Israel. E foi derrotado. O Senhor o entregou nas mãos de Israel.
Em seguida, foi o rei Ogue, de Basã. Israel conquistou suas sessenta cidades. Todas fortificadas, com muralhas altas e portões com trancas.
O Senhor era com eles. Não importava a quantidade dos inimigos. Nem o tamanho de suas muralhas.
Quando tomaram posse da terra de Gileade, Moisés a deu às tribos de Rúben, Gade e Manassés.
A região de Argobe era conhecida como terra de gigantes. Jair, um dos descendentes de Manassés conquistou toda aquela região. E deu às cidades seu próprio nome.
Essas tribos ficaram com a obrigação de atravessar o Jordão à frente dos demais israelitas, armados e prontos para ajudá-los. Voltariam para suas terras quando o Senhor tivesse dado segurança a todos, como dera a eles.
Moisés também conta que pediu muito ao Senhor para que entrasse na terra, mas o Senhor disse “não”. Falou para Moisés não tocar mais nesse assunto com Ele. Subiria ao monte Pisga e de lá veria a terra. Apenas isso. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-201-29.html
Seria Josué quem conduziria o povo do outro lado do Jordão. Moisés precisava encorajá-lo e fortalecê-lo. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-261-2723.html
Hoje ficamos por aqui.
Amanhã continuamos. Do capítulo quatro ao capítulo sete.
Espero você. Até lá.
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domingo, 6 de janeiro de 2019
Gênesis 19.30-36
Leitura do dia 06/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, vimos a intercessão de Abraão. O pai de nações intercede para que o Senhor não destrua Sodoma e as cidades ao redor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1816-1929.html
Agora, veremos do versículo trinta ao versículo trinta e seis do capítulo dezenove. Lembre-se que vamos percorrer o capítulo vinte para completarmos nossa leitura diária de hoje.
Ló fugiu para Zoar. Algum tempo depois saiu de lá. Tinha medo dos habitantes daquele vilarejo. Ló deixou o medo assumir o controle de sua vida. Foi morar em uma caverna nas montanhas com suas duas filhas. Agora, eram apenas os três.
Quando o Senhor nos livra de algo tão terrível como aconteceu com Ló, precisamos nos apegar a Ele. Não podemos deixar que o medo tome conta de nós. Não podemos pensar que algo pior vai acontecer. Não podemos fugir para a caverna. Nunca. Lembra-se de Elias? Ele também fugiu.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/exaustao.html
E foi o que Ló fez. Um dia, sua filha mais velha teve uma ideia. Acredite, nem um pouco boa. Falou para sua irmã mais nova que deveriam embebedar o pai. Ela teria relações sexuais com ele, para que a descendência deles não acabasse. Depois, a irmã mais nova deveria fazer a mesma coisa. Assim fizeram. Ambas engravidaram. Tiveram filhos de seu próprio pai. A mais velha deu à luz a Moabe, de onde vieram os amonitas e a mais nova deu à luz a Ben-Ami, pai dos amonitas. Esses dois povos foram “pedra no sapato” de Israel.
É triste ver pessoas tomando decisões sem a orientação do Senhor, como elas fizeram. Ló já não era mais o mesmo homem que andava com Abraão. Havia escapado duas vezes da morte e destruição, mas deixou-se levar pelo medo e se escondeu. Se acovardou.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-131-1424.html
Que aprendamos a enfrentar nossos medos. Que não fujamos para lugar algum. Ainda que seja uma caverna nas montanhas. E que tomemos decisões com a orientação do Senhor.
Na próxima postagem leremos o capítulo vinte de Gênesis. Até já.
Na postagem anterior, vimos a intercessão de Abraão. O pai de nações intercede para que o Senhor não destrua Sodoma e as cidades ao redor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1816-1929.html
Agora, veremos do versículo trinta ao versículo trinta e seis do capítulo dezenove. Lembre-se que vamos percorrer o capítulo vinte para completarmos nossa leitura diária de hoje.
Ló fugiu para Zoar. Algum tempo depois saiu de lá. Tinha medo dos habitantes daquele vilarejo. Ló deixou o medo assumir o controle de sua vida. Foi morar em uma caverna nas montanhas com suas duas filhas. Agora, eram apenas os três.
Quando o Senhor nos livra de algo tão terrível como aconteceu com Ló, precisamos nos apegar a Ele. Não podemos deixar que o medo tome conta de nós. Não podemos pensar que algo pior vai acontecer. Não podemos fugir para a caverna. Nunca. Lembra-se de Elias? Ele também fugiu.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/exaustao.html
E foi o que Ló fez. Um dia, sua filha mais velha teve uma ideia. Acredite, nem um pouco boa. Falou para sua irmã mais nova que deveriam embebedar o pai. Ela teria relações sexuais com ele, para que a descendência deles não acabasse. Depois, a irmã mais nova deveria fazer a mesma coisa. Assim fizeram. Ambas engravidaram. Tiveram filhos de seu próprio pai. A mais velha deu à luz a Moabe, de onde vieram os amonitas e a mais nova deu à luz a Ben-Ami, pai dos amonitas. Esses dois povos foram “pedra no sapato” de Israel.
É triste ver pessoas tomando decisões sem a orientação do Senhor, como elas fizeram. Ló já não era mais o mesmo homem que andava com Abraão. Havia escapado duas vezes da morte e destruição, mas deixou-se levar pelo medo e se escondeu. Se acovardou.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-131-1424.html
Que aprendamos a enfrentar nossos medos. Que não fujamos para lugar algum. Ainda que seja uma caverna nas montanhas. E que tomemos decisões com a orientação do Senhor.
Na próxima postagem leremos o capítulo vinte de Gênesis. Até já.
Gênesis 18.16-19.29
Leitura do dia 06/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, lemos os versículos de um a quinze do capítulo dezoito de Gênesis.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-181-15.html
Agora, vamos continuar até o versículo vinte e nove do capítulo dezenove.
Depois da refeição, os visitantes de Abraão se levantaram. Olharam em direção a Sodoma. Abraão foi andando com eles para se despedir. Deixou a sombra da árvore, ainda com sol forte. Por isso o Senhor pôde compartilhar com ele o que estava em Seu coração.
O Senhor questionou se deveria esconder Seu plano de Abraão, uma vez que certamente ele se tornaria uma grande e poderosa nação e todas as nações da terra seriam abençoadas através dele. O Senhor o escolhera para que ordenasse seus filhos e suas famílias a guardarem Seu caminho, praticando o certo e o justo, como havia dito anteriormente, sendo íntegro. Então, Ele faria a Abraão tudo que havia lhe prometido. Por isso, o Senhor compartilhou Seus planos com Abraão, seu amigo. Ah, como é maravilhoso ler isso! Meu coração dispara.
O Senhor lhe disse que um clamor muito grande estava vindo de Sodoma e Gomorra. Quem clamava? Seria a própria terra, encharcada de sangue inocente? Ele iria ver o que realmente estava acontecendo.
Claro que o Senhor vê todas as coisas e não precisa “descer” para ver o que está acontecendo. Ele tinha um propósito. Compartilhar aquela situação com Abraão. Abraão seria pai de muitas nações. Todas as nações da terra seriam abençoadas através dele. Estava na hora de começar sua missão de ser uma benção. Como um pai de nações age?
O Senhor lhe contou que iria destruir aquelas cidades. Abraão intercedeu por elas. Como um pai de nações. Como alguém destinado a abençoar todas as nações da terra deve fazer. Não virou as costas àquelas cidades, dizendo ao Senhor: “Muito bem. Já passou da hora do Senhor destruí-los”. Não, ele intercedeu. Se houvesse cinquenta justos, o Senhor destruiria a cidade? O Juiz de toda a terra seria injusto? Não, o Senhor não podia fazer isso!
O intercessor não deseja apenas justiça, ele clama por misericórdia. A misericórdia está em seu coração. Ele enxerga como o Senhor e se apieda. O Senhor lhe disse que se encontrasse cinquenta justos, não destruiria.
Abraão deveria saber a fama daquele lugar, resolveu ir além. Perguntou se houvessem quarenta, e foi diminuindo, até um número que acreditou ser o mínimo possível. O Senhor lhe prometeu que se encontrasse ali dez justos, não destruiria a cidade por amor aos dez justos. Quando a conversa terminou, o Senhor partiu e Abraão voltou para sua tenda. Sua intercessão tinha ido até onde podia ir. Dez justos! Seria possível que houvesse menos de dez justos naquele lugar?
É verdade que muitas vezes tenho vontade de dar uns “cascudos” em Abraão, mas não nesse momento. Nesse momento gostaria de abraçar-lhe. De dizer que aprendo muito com ele. Aprendo, como intercessora, a clamar por misericórdia. A ter misericórdia. A colocar meu coração nas misérias daquelas pessoas e clamar por elas. Como ele fez. Não sou juiz. Sou intercessora. Sou mãe. E só depois de interceder até onde é possível, voltar para minha tenda. Como ele fez.
Ao anoitecer, os dois anjos chegaram à entrada de Sodoma. Ló os avistou. Convidou para que passassem a noite em sua casa. Insistiu com eles. Até que aceitaram. Logo depois, todos os homens de Sodoma, jovens e velhos, chegaram de todos os lugares da cidade e cercaram a casa de Ló. Queriam que Ló entregasse aqueles homens para terem relações sexuais com eles. Queriam abusar deles.
Quando um hóspede entrava em uma casa, quem hospedava tornava-se responsável por ele. Cuidava do hóspede com sua própria vida, se necessário fosse. Era algo sagrado proteger um convidado. Somos convidados do Senhor e habitamos em Seu esconderijo.
Ló saiu e ofereceu suas duas filhas virgens àqueles homens. É chocante, mas para a cultura da época, seria muito pior se tivesse entregue seus hóspedes. Mas aqueles homens não as queriam. Ficaram muito irados com Ló. Acusaram-no de querer ser juiz deles. Avançaram sobre ele. Disseram que fariam com ele coisas muito piores do que estavam planejando fazer com seus hóspedes. Tentaram arrombar a porta de sua casa. Os anjos estenderam a mão, tomaram Ló. Trancaram a porta e cegaram aqueles homens. Eles cansaram de procurar a porta e não acharam. Até que desistiram. A decisão foi tomada. A sentença foi dada.
Uma região inteira onde a integridade e a vontade das pessoas não eram respeitadas. Onde o ser humano não valia nada. Os fortes dominavam sobre os fracos e a vontade daqueles prevalecia sobre todos.
Os anjos perguntaram a Ló se tinha parentes na cidade. Deveria avisá-los imediatamente. E deixar a cidade. Ela seria destruída. Ló correu para avisar seus genros, os homens prometidos às suas filhas. Mas não creram nele.
Na manhã seguinte os anjos apressaram Ló e sua família a sair da cidade. Só podiam destruí-la quando estivessem em segurança. Demoraram tanto que foi preciso pegá-los pelas mãos. Os anjos ordenaram que corressem. Não olhassem para trás. Fugissem para as montanhas ou também seriam destruídos.
Ló agora estava com medo. Pediu para ir até um vilarejo próximo. Tinha medo de ir até às montanhas e ser atingido pela calamidade que destruiria aquelas cidades. Os anjos concordaram. Ele foi. Quando chegou a Zoar o sol estava surgindo. Lembra que esse lugar era maravilhoso? Ló escolheu ir para lá por isso. Havia olhado demoradamente até escolher o melhor lugar para morar. Mas nem sempre o melhor é o que acreditamos ser.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-131-1424.html
O Senhor fez chover fogo e enxofre sobre Sodoma, Gomorra e outras cidades e vilas daquela planície. Exterminou todos os habitantes. Nem a vegetação sobrou. Destruição total. A mulher de Ló desobedeceu e olhou para trás. Transformou-se em uma coluna de sal.
Que aprendamos a não olhar para trás, como Paulo nos ensinou em Filipenses 3.13,14.
Na postagem anterior, lemos os versículos de um a quinze do capítulo dezoito de Gênesis.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-181-15.html
Agora, vamos continuar até o versículo vinte e nove do capítulo dezenove.
Depois da refeição, os visitantes de Abraão se levantaram. Olharam em direção a Sodoma. Abraão foi andando com eles para se despedir. Deixou a sombra da árvore, ainda com sol forte. Por isso o Senhor pôde compartilhar com ele o que estava em Seu coração.
O Senhor questionou se deveria esconder Seu plano de Abraão, uma vez que certamente ele se tornaria uma grande e poderosa nação e todas as nações da terra seriam abençoadas através dele. O Senhor o escolhera para que ordenasse seus filhos e suas famílias a guardarem Seu caminho, praticando o certo e o justo, como havia dito anteriormente, sendo íntegro. Então, Ele faria a Abraão tudo que havia lhe prometido. Por isso, o Senhor compartilhou Seus planos com Abraão, seu amigo. Ah, como é maravilhoso ler isso! Meu coração dispara.
O Senhor lhe disse que um clamor muito grande estava vindo de Sodoma e Gomorra. Quem clamava? Seria a própria terra, encharcada de sangue inocente? Ele iria ver o que realmente estava acontecendo.
Claro que o Senhor vê todas as coisas e não precisa “descer” para ver o que está acontecendo. Ele tinha um propósito. Compartilhar aquela situação com Abraão. Abraão seria pai de muitas nações. Todas as nações da terra seriam abençoadas através dele. Estava na hora de começar sua missão de ser uma benção. Como um pai de nações age?
O Senhor lhe contou que iria destruir aquelas cidades. Abraão intercedeu por elas. Como um pai de nações. Como alguém destinado a abençoar todas as nações da terra deve fazer. Não virou as costas àquelas cidades, dizendo ao Senhor: “Muito bem. Já passou da hora do Senhor destruí-los”. Não, ele intercedeu. Se houvesse cinquenta justos, o Senhor destruiria a cidade? O Juiz de toda a terra seria injusto? Não, o Senhor não podia fazer isso!
O intercessor não deseja apenas justiça, ele clama por misericórdia. A misericórdia está em seu coração. Ele enxerga como o Senhor e se apieda. O Senhor lhe disse que se encontrasse cinquenta justos, não destruiria.
Abraão deveria saber a fama daquele lugar, resolveu ir além. Perguntou se houvessem quarenta, e foi diminuindo, até um número que acreditou ser o mínimo possível. O Senhor lhe prometeu que se encontrasse ali dez justos, não destruiria a cidade por amor aos dez justos. Quando a conversa terminou, o Senhor partiu e Abraão voltou para sua tenda. Sua intercessão tinha ido até onde podia ir. Dez justos! Seria possível que houvesse menos de dez justos naquele lugar?
É verdade que muitas vezes tenho vontade de dar uns “cascudos” em Abraão, mas não nesse momento. Nesse momento gostaria de abraçar-lhe. De dizer que aprendo muito com ele. Aprendo, como intercessora, a clamar por misericórdia. A ter misericórdia. A colocar meu coração nas misérias daquelas pessoas e clamar por elas. Como ele fez. Não sou juiz. Sou intercessora. Sou mãe. E só depois de interceder até onde é possível, voltar para minha tenda. Como ele fez.
Ao anoitecer, os dois anjos chegaram à entrada de Sodoma. Ló os avistou. Convidou para que passassem a noite em sua casa. Insistiu com eles. Até que aceitaram. Logo depois, todos os homens de Sodoma, jovens e velhos, chegaram de todos os lugares da cidade e cercaram a casa de Ló. Queriam que Ló entregasse aqueles homens para terem relações sexuais com eles. Queriam abusar deles.
Quando um hóspede entrava em uma casa, quem hospedava tornava-se responsável por ele. Cuidava do hóspede com sua própria vida, se necessário fosse. Era algo sagrado proteger um convidado. Somos convidados do Senhor e habitamos em Seu esconderijo.
Ló saiu e ofereceu suas duas filhas virgens àqueles homens. É chocante, mas para a cultura da época, seria muito pior se tivesse entregue seus hóspedes. Mas aqueles homens não as queriam. Ficaram muito irados com Ló. Acusaram-no de querer ser juiz deles. Avançaram sobre ele. Disseram que fariam com ele coisas muito piores do que estavam planejando fazer com seus hóspedes. Tentaram arrombar a porta de sua casa. Os anjos estenderam a mão, tomaram Ló. Trancaram a porta e cegaram aqueles homens. Eles cansaram de procurar a porta e não acharam. Até que desistiram. A decisão foi tomada. A sentença foi dada.
Uma região inteira onde a integridade e a vontade das pessoas não eram respeitadas. Onde o ser humano não valia nada. Os fortes dominavam sobre os fracos e a vontade daqueles prevalecia sobre todos.
Os anjos perguntaram a Ló se tinha parentes na cidade. Deveria avisá-los imediatamente. E deixar a cidade. Ela seria destruída. Ló correu para avisar seus genros, os homens prometidos às suas filhas. Mas não creram nele.
Na manhã seguinte os anjos apressaram Ló e sua família a sair da cidade. Só podiam destruí-la quando estivessem em segurança. Demoraram tanto que foi preciso pegá-los pelas mãos. Os anjos ordenaram que corressem. Não olhassem para trás. Fugissem para as montanhas ou também seriam destruídos.
Ló agora estava com medo. Pediu para ir até um vilarejo próximo. Tinha medo de ir até às montanhas e ser atingido pela calamidade que destruiria aquelas cidades. Os anjos concordaram. Ele foi. Quando chegou a Zoar o sol estava surgindo. Lembra que esse lugar era maravilhoso? Ló escolheu ir para lá por isso. Havia olhado demoradamente até escolher o melhor lugar para morar. Mas nem sempre o melhor é o que acreditamos ser.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-131-1424.html
O Senhor fez chover fogo e enxofre sobre Sodoma, Gomorra e outras cidades e vilas daquela planície. Exterminou todos os habitantes. Nem a vegetação sobrou. Destruição total. A mulher de Ló desobedeceu e olhou para trás. Transformou-se em uma coluna de sal.
Que aprendamos a não olhar para trás, como Paulo nos ensinou em Filipenses 3.13,14.
http://www.espalhandoasemente.com/search?q=Filipenses
Naquela manhã, Abraão, o pai de muitas nações levantou-se cedo. Correu para o lugar onde havia estado com o Senhor. Olhou para a planície. E viu a destruição. Fico imaginando como seu coração ficou pesaroso. Nem dez pessoas havia naquela região para que fosse poupada. Mas, apesar da destruição, o Senhor atendeu seu pedido. Ló e sua família foram tirados de lá. Não foram destruídos juntamente com os outros. Nem sempre o Senhor nos responde como gostaríamos. Mas Ele nos atende.
Vamos continuar na próxima postagem. Ainda hoje. Espero você.
Naquela manhã, Abraão, o pai de muitas nações levantou-se cedo. Correu para o lugar onde havia estado com o Senhor. Olhou para a planície. E viu a destruição. Fico imaginando como seu coração ficou pesaroso. Nem dez pessoas havia naquela região para que fosse poupada. Mas, apesar da destruição, o Senhor atendeu seu pedido. Ló e sua família foram tirados de lá. Não foram destruídos juntamente com os outros. Nem sempre o Senhor nos responde como gostaríamos. Mas Ele nos atende.
Vamos continuar na próxima postagem. Ainda hoje. Espero você.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2019
Gênesis 13.1-14.24
Leitura do dia 04/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, vimos Gênesis 12.1-20.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-121-20.html
Agora, continuaremos a partir do versículo um do capítulo treze. Até o final do capítulo quatorze.
Depois que Abrão foi escoltado para fora do Egito, prosseguiu para Betel. Acampou entre Betel e Ai. Ali ele construiu um novo altar e invocou o nome do Senhor.
Abrão tornou-se muito rico. Jó, também. Chegou um ponto em que o gado de ambos não conseguia mais ficar próximo. Era demais. A terra não possuía recursos suficientes. Os pastores de ambos começaram a brigar. Abrão chamou Ló. Disse que não deveriam brigar. Eram parentes próximos. Que olhasse a terra e escolhesse para onde queria ir. O lado que escolhesse, Abrão ficaria com o outro.
Novamente fico admirada com a postura de Abrão. O Senhor havia prometido a terra a seus descendentes, mas ele não foi mesquinho e escolheu o melhor. Deu a Ló a oportunidade de escolher o melhor. Sabia que o Senhor o abençoaria de qualquer maneira. Sua promessa seria cumprida.
Ló olhou demoradamente a terra. Viu a melhor região. E a escolheu. Foi para lá. Essa região ficava próxima a Sodoma. Os homens de Sodoma eram perversos. Viviam pecando contra o Senhor. Mas Ló ficou ali mesmo.
Depois que Ló partiu o Senhor falou com Abrão. Foi necessário que Ló partisse para o Senhor lhe mostrar a terra que havia prometido. Toda a terra. O Senhor ordenou que Abrão olhasse em todas as direções. Até onde sua vista alcançasse. Disse-lhe que aquela terra era sua e de seus descendentes. Para sempre. Abrão ainda não tinha nenhum descendente. Sua mulher, Sarai, continuava estéril. Mas o Senhor disse que sua descendência seria tão numerosa como o pó da terra. Se pudessem contar o pó da terra, contariam a descendência dele.
Abrão deveria percorrer a terra que um dia seria sua, em todas as direções. E foi o que fez. Mudou seu acampamento e mais uma vez construiu um altar ao Senhor. Aonde Abrão ia, construía um altar ao Senhor.
Então, houve uma rebelião entre alguns povos. Quatro reis contra cinco. De um lado estavam os reis de Sodoma e Gomorra. Eles lutavam com Quedorlaomer, rei de Elão e outros. Os que estavam com Quedorlaomer venceram. Entraram em Sodoma, onde Ló morava. Levaram de lá os despojos de guerra. Ló foi junto, com tudo que possuía.
Um dos servos de Ló conseguiu fugir. Foi até Abrão e lhe contou. Nesta época ele morava junto ao bosque de carvalho pertencente a Manre. Esse Manre, amorreu, Escol e Aner, eram aliados de Abrão. Assim que Abrão soube da notícia, tomou seus trezentos e dezoito homens, nascidos em sua casa e treinados. Perseguiu o exército de Quedorlaomer até conseguir recuperar todos os bens saqueados, Ló e os outros prisioneiros.
O rei de Sodoma ficou tão satisfeito que disse a Abrão para ficar com todos os bens. Devolvesse apenas as pessoas. Mas Abrão disse que não ficaria com nada. Apenas com o que seus jovens guerreiros se alimentaram e que ele, o rei de Sodoma, desse algo para seus aliados. Não queria que o rei de Sodoma dissesse que havia enriquecido Abrão.
Vejo uma grande evolução aqui. Abrão não se importou com os presentes que ganhou de Faraó, mas agora não quer que digam que outro o enriqueceu.
Depois que Abrão voltou vitorioso, Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote do Senhor trouxe pão e vinho, e abençoou Abrão. Não sabemos muito sobre Melquisedeque. Ele não era descendente de Abrão, mas era sacerdote do Senhor, o Deus de Abrão. O livro de Hebreus nos diz que o Senhor Jesus é da mesma ordem de sacerdotes que Melquisedeque (Hebreus 7).
Na postagem anterior, vimos Gênesis 12.1-20.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-121-20.html
Agora, continuaremos a partir do versículo um do capítulo treze. Até o final do capítulo quatorze.
Depois que Abrão foi escoltado para fora do Egito, prosseguiu para Betel. Acampou entre Betel e Ai. Ali ele construiu um novo altar e invocou o nome do Senhor.
Abrão tornou-se muito rico. Jó, também. Chegou um ponto em que o gado de ambos não conseguia mais ficar próximo. Era demais. A terra não possuía recursos suficientes. Os pastores de ambos começaram a brigar. Abrão chamou Ló. Disse que não deveriam brigar. Eram parentes próximos. Que olhasse a terra e escolhesse para onde queria ir. O lado que escolhesse, Abrão ficaria com o outro.
Novamente fico admirada com a postura de Abrão. O Senhor havia prometido a terra a seus descendentes, mas ele não foi mesquinho e escolheu o melhor. Deu a Ló a oportunidade de escolher o melhor. Sabia que o Senhor o abençoaria de qualquer maneira. Sua promessa seria cumprida.
Ló olhou demoradamente a terra. Viu a melhor região. E a escolheu. Foi para lá. Essa região ficava próxima a Sodoma. Os homens de Sodoma eram perversos. Viviam pecando contra o Senhor. Mas Ló ficou ali mesmo.
Depois que Ló partiu o Senhor falou com Abrão. Foi necessário que Ló partisse para o Senhor lhe mostrar a terra que havia prometido. Toda a terra. O Senhor ordenou que Abrão olhasse em todas as direções. Até onde sua vista alcançasse. Disse-lhe que aquela terra era sua e de seus descendentes. Para sempre. Abrão ainda não tinha nenhum descendente. Sua mulher, Sarai, continuava estéril. Mas o Senhor disse que sua descendência seria tão numerosa como o pó da terra. Se pudessem contar o pó da terra, contariam a descendência dele.
Abrão deveria percorrer a terra que um dia seria sua, em todas as direções. E foi o que fez. Mudou seu acampamento e mais uma vez construiu um altar ao Senhor. Aonde Abrão ia, construía um altar ao Senhor.
Então, houve uma rebelião entre alguns povos. Quatro reis contra cinco. De um lado estavam os reis de Sodoma e Gomorra. Eles lutavam com Quedorlaomer, rei de Elão e outros. Os que estavam com Quedorlaomer venceram. Entraram em Sodoma, onde Ló morava. Levaram de lá os despojos de guerra. Ló foi junto, com tudo que possuía.
Um dos servos de Ló conseguiu fugir. Foi até Abrão e lhe contou. Nesta época ele morava junto ao bosque de carvalho pertencente a Manre. Esse Manre, amorreu, Escol e Aner, eram aliados de Abrão. Assim que Abrão soube da notícia, tomou seus trezentos e dezoito homens, nascidos em sua casa e treinados. Perseguiu o exército de Quedorlaomer até conseguir recuperar todos os bens saqueados, Ló e os outros prisioneiros.
O rei de Sodoma ficou tão satisfeito que disse a Abrão para ficar com todos os bens. Devolvesse apenas as pessoas. Mas Abrão disse que não ficaria com nada. Apenas com o que seus jovens guerreiros se alimentaram e que ele, o rei de Sodoma, desse algo para seus aliados. Não queria que o rei de Sodoma dissesse que havia enriquecido Abrão.
Vejo uma grande evolução aqui. Abrão não se importou com os presentes que ganhou de Faraó, mas agora não quer que digam que outro o enriqueceu.
Depois que Abrão voltou vitorioso, Melquisedeque, rei de Salém e sacerdote do Senhor trouxe pão e vinho, e abençoou Abrão. Não sabemos muito sobre Melquisedeque. Ele não era descendente de Abrão, mas era sacerdote do Senhor, o Deus de Abrão. O livro de Hebreus nos diz que o Senhor Jesus é da mesma ordem de sacerdotes que Melquisedeque (Hebreus 7).
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-1101-7.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/12/hebreus-71-928.html
Abrão deu a ele a décima parte de todos os bens que havia recuperado.
Amanhã continuamos. Nossa leitura será do capítulo quinze ao capítulo dezessete. Até lá.
Amanhã continuamos. Nossa leitura será do capítulo quinze ao capítulo dezessete. Até lá.
Gênesis 12.1-20
Leitura do dia 04/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, vimos Gênesis 11.1-9, a Torre de Babel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-111-9.html
Agora, continuaremos até o final do capítulo doze.
O texto nos fala sobre a descendência de Sem, o primogênito de Noé. Dele nasceu Terá. Terá gerou três filhos homens, Abrão, Naor e Harã.
Harã morreu na cidade de Ur dos Caldeus. Os arqueólogos encontraram as ruínas dessa cidade. Era uma cidade grande em sua época. Com construções bem delineadas.
Terá tomou seu filho Abrão, sua nora Sarai que, para sua total desgraça, era estéril, e seu neto Ló, filho de Harã. Eles partiram em direção à terra de Canaã, mas pararam em Harã, cidade do mesmo nome do pai de Ló. Estabeleceram-se ali. Ali também Terá, pai de Abrão faleceu.
O Senhor havia dito a Abrão que deixasse sua terra, seus parentes e a família de seu pai. Ele deveria ir a uma terra que o Senhor lhe mostraria. Não sei você. Eu gosto de sair sabendo exatamente para onde estou indo. Mas Abrão precisou obedecer e sair, sem saber para onde ia. O Senhor lhe mostraria a terra no caminho. Ou quando chegasse lá. Para mim, uma total agonia.
Mas não ficou só nisso. Ele deveria ir a uma terra que não sabia qual era e o Senhor lhe disse que faria dele uma grande nação. Que o abençoaria e o tornaria famoso. Abençoaria os que o abençoassem e amaldiçoaria os que o amaldiçoassem. Que grande promessa, mas como ele seria uma grande nação? Sua mulher era estéril. E mais. Através de Abrão, todas as famílias da terra seriam abençoadas. Foi o que o Senhor lhe disse. Eu teria lembrado ao Senhor que era impossível. Tudo bem até ir para uma terra que não sabia onde era, mas daí tornar-se uma grande nação? Como?
Sabe o que Abrão fez? Partiu. Como o Senhor o havia instruído. Sem discussão. Simplesmente obedeceu. Que coragem!
Só que ele levou seu sobrinho, Ló, seu parente. Tomou sua mulher e seu sobrinho, todos seus bens, rebanhos e servos e seguiu para a terra de Canaã. A mesma terra para onde seu pai havia partido e ficou pelo meio do caminho. Foi até Siquém. Ali acampou junto ao carvalho de Moré.
Você já viu um carvalho? É uma árvore realmente enorme. Difícil ficar despercebida. Essa até tinha um nome, uma sinalização, “carvalho de Moré”. Naquela época, os cananeus habitavam aquela região.
O Senhor apareceu a Abrão e disse que daria aquela terra a seus descendentes. Abrão não se queixou que a terra não seria dele. Construiu um altar e o dedicou ao Senhor, grato porque a terra um dia seria de seus descendentes. Ops, Abrão não tem descendentes. Sua mulher é estéril. O que passa na cabeça dele? Acredita realmente que terá descendentes? Que homem é esse?
Depois foi para o sul. Acampou em uma região montanhosa. Entre Betel e Ai. Construiu mais um altar ao Senhor e invocou Seu nome. Em seguida, prosseguiu sua jornada. Naquele tempo, uma fome terrível atingiu a terra de Canaã. Abrão foi obrigado a ir até o Egito. Ali viveu como estrangeiro. Quando estava chegando lá, pediu que Sarai dissesse que era sua irmã. Ela era muito bonita. Ele teve medo de ser morto para que ficassem com ela.
Realmente, quando chegou ao Egito, sua extrema beleza foi notada. Os oficiais de Faraó até falaram com ele sobre ela. Eles a levaram ao palácio. Faraó deu muitos presentes a Abrão. Ovelhas, bois, jumentos, servos e camelos.
Fico realmente espantada! Como um homem tão corajoso como Abrão faz algo assim? Meu coração se revolta! Mas então, o Senhor me lembra que escolhe homens como eu, como você. Com medos, traumas e imperfeições. E vai trabalhando em nós.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/qual-identidade-que-carrego.html
http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/querendo-ser-um-e-sendo-outro.html
Sabe o que aconteceu? Por causa de Sarai, o Senhor enviou pragas terríveis sobre Faraó e sua casa. Faraó mandou chamar Abrão e lhe passou uma tremenda descompostura. Como teve coragem de fazer aquilo? Ele devolveu Sarai e ordenou que Abrão fosse embora.
O Senhor cuidou de Sarai.
Abrão saiu do Egito escoltado pelos homens de Faraó. Não é triste? O homem que deveria abençoar todas as nações, começa “dando um furo” destes, sendo expulso da nação. Graças ao Senhor por Sua imensa misericórdia sobre nós. Graças por não chamar homens perfeitos e sim, aperfeiçoá-los ao longo do caminho. Como Paulo disse: "Não estou dizendo que já obtive tudo isso, que já alcancei a perfeição. Mas prossigo a fim de conquistar essa perfeição para a qual Cristo Jesus me conquistou. Não, irmãos, não a alcancei, mas concentro todos os meus esforços nisto: esquecendo-me do passado e olhando para o que está adiante, prossigo para o final da corrida, a fim de receber o prêmio celestial para o qual Deus nos chama em Cristo Jesus" (Filipenses 3.12, 13). Foi o que Abrão fez.
Talvez você já tenha passado por uma situação semelhante em que, alguém que não conhece o Senhor, precisa lhe mostrar seu erro, quando era você quem deveria mostrar a ele quem é Seu Senhor. Faça como Abraão, como Paulo. Aceite a correção, Arrependa-se e siga adiante.
Na próxima postagem continuamos, a partir do capítulo treze. Até já.
Na postagem anterior, vimos Gênesis 11.1-9, a Torre de Babel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-111-9.html
Agora, continuaremos até o final do capítulo doze.
O texto nos fala sobre a descendência de Sem, o primogênito de Noé. Dele nasceu Terá. Terá gerou três filhos homens, Abrão, Naor e Harã.
Harã morreu na cidade de Ur dos Caldeus. Os arqueólogos encontraram as ruínas dessa cidade. Era uma cidade grande em sua época. Com construções bem delineadas.
Terá tomou seu filho Abrão, sua nora Sarai que, para sua total desgraça, era estéril, e seu neto Ló, filho de Harã. Eles partiram em direção à terra de Canaã, mas pararam em Harã, cidade do mesmo nome do pai de Ló. Estabeleceram-se ali. Ali também Terá, pai de Abrão faleceu.
O Senhor havia dito a Abrão que deixasse sua terra, seus parentes e a família de seu pai. Ele deveria ir a uma terra que o Senhor lhe mostraria. Não sei você. Eu gosto de sair sabendo exatamente para onde estou indo. Mas Abrão precisou obedecer e sair, sem saber para onde ia. O Senhor lhe mostraria a terra no caminho. Ou quando chegasse lá. Para mim, uma total agonia.
Mas não ficou só nisso. Ele deveria ir a uma terra que não sabia qual era e o Senhor lhe disse que faria dele uma grande nação. Que o abençoaria e o tornaria famoso. Abençoaria os que o abençoassem e amaldiçoaria os que o amaldiçoassem. Que grande promessa, mas como ele seria uma grande nação? Sua mulher era estéril. E mais. Através de Abrão, todas as famílias da terra seriam abençoadas. Foi o que o Senhor lhe disse. Eu teria lembrado ao Senhor que era impossível. Tudo bem até ir para uma terra que não sabia onde era, mas daí tornar-se uma grande nação? Como?
Sabe o que Abrão fez? Partiu. Como o Senhor o havia instruído. Sem discussão. Simplesmente obedeceu. Que coragem!
Só que ele levou seu sobrinho, Ló, seu parente. Tomou sua mulher e seu sobrinho, todos seus bens, rebanhos e servos e seguiu para a terra de Canaã. A mesma terra para onde seu pai havia partido e ficou pelo meio do caminho. Foi até Siquém. Ali acampou junto ao carvalho de Moré.
Você já viu um carvalho? É uma árvore realmente enorme. Difícil ficar despercebida. Essa até tinha um nome, uma sinalização, “carvalho de Moré”. Naquela época, os cananeus habitavam aquela região.
O Senhor apareceu a Abrão e disse que daria aquela terra a seus descendentes. Abrão não se queixou que a terra não seria dele. Construiu um altar e o dedicou ao Senhor, grato porque a terra um dia seria de seus descendentes. Ops, Abrão não tem descendentes. Sua mulher é estéril. O que passa na cabeça dele? Acredita realmente que terá descendentes? Que homem é esse?
Depois foi para o sul. Acampou em uma região montanhosa. Entre Betel e Ai. Construiu mais um altar ao Senhor e invocou Seu nome. Em seguida, prosseguiu sua jornada. Naquele tempo, uma fome terrível atingiu a terra de Canaã. Abrão foi obrigado a ir até o Egito. Ali viveu como estrangeiro. Quando estava chegando lá, pediu que Sarai dissesse que era sua irmã. Ela era muito bonita. Ele teve medo de ser morto para que ficassem com ela.
Realmente, quando chegou ao Egito, sua extrema beleza foi notada. Os oficiais de Faraó até falaram com ele sobre ela. Eles a levaram ao palácio. Faraó deu muitos presentes a Abrão. Ovelhas, bois, jumentos, servos e camelos.
Fico realmente espantada! Como um homem tão corajoso como Abrão faz algo assim? Meu coração se revolta! Mas então, o Senhor me lembra que escolhe homens como eu, como você. Com medos, traumas e imperfeições. E vai trabalhando em nós.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/qual-identidade-que-carrego.html
http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/querendo-ser-um-e-sendo-outro.html
Sabe o que aconteceu? Por causa de Sarai, o Senhor enviou pragas terríveis sobre Faraó e sua casa. Faraó mandou chamar Abrão e lhe passou uma tremenda descompostura. Como teve coragem de fazer aquilo? Ele devolveu Sarai e ordenou que Abrão fosse embora.
O Senhor cuidou de Sarai.
Abrão saiu do Egito escoltado pelos homens de Faraó. Não é triste? O homem que deveria abençoar todas as nações, começa “dando um furo” destes, sendo expulso da nação. Graças ao Senhor por Sua imensa misericórdia sobre nós. Graças por não chamar homens perfeitos e sim, aperfeiçoá-los ao longo do caminho. Como Paulo disse: "Não estou dizendo que já obtive tudo isso, que já alcancei a perfeição. Mas prossigo a fim de conquistar essa perfeição para a qual Cristo Jesus me conquistou. Não, irmãos, não a alcancei, mas concentro todos os meus esforços nisto: esquecendo-me do passado e olhando para o que está adiante, prossigo para o final da corrida, a fim de receber o prêmio celestial para o qual Deus nos chama em Cristo Jesus" (Filipenses 3.12, 13). Foi o que Abrão fez.
Talvez você já tenha passado por uma situação semelhante em que, alguém que não conhece o Senhor, precisa lhe mostrar seu erro, quando era você quem deveria mostrar a ele quem é Seu Senhor. Faça como Abraão, como Paulo. Aceite a correção, Arrependa-se e siga adiante.
Na próxima postagem continuamos, a partir do capítulo treze. Até já.
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