Quando completou três meses que o povo de Israel saíra do Egito, foram ao deserto do Sinal. Ali, acamparam. Em frente ao monte onde o Senhor aparecera a Moisés.
Moisés subiu ao monte, foi encontrar-se com o Senhor. Ele tomou a iniciativa. Ao subir, o Senhor o chamou. Ordenou que falasse aos filhos de Israel. Primeiro, deveria lembrá-los de que os carregava como se fosse uma águia, em Suas asas. E os trouxera a Ele.
Tudo que o Senhor faz é para nos aproximar dEle. Ele quer manter e aprimorar nosso relacionamento.
Depois de lembrá-los, o Senhor foi além. Estava separando Israel para ser Sua propriedade peculiar, especial. Toda a terra é dEle, mas Israel seria Seu tesouro, uma nação de sacerdotes. Separada para ensinar toda as nações a temer e amar ao Senhor. Separada para ensinar como todos os povos deveriam viver. Desde que obedecessem.
Moisés apresentou ao povo a proposta do Senhor. O povo respondeu que O obedeceriam. Moisés, como o intercessor que era, apresentou ao Senhor a resposta.
Como a Israel, o Senhor tem nos chamado para ser esse povo, separado para Ele.
Ele tem nos dado hoje e amanhã. Um tempo de preparação para o terceiro dia. Precisamos lavar nossas vestes. Deixar nosso prazer de lado e pensar nEle. O que importa é o terceiro dia. Mas, só iremos usufruir deste dia se nos prepararmos hoje e amanhã.
Você não está em casa à toa. Está para se preparar para o terceiro dia. É no terceiro dia que o Senhor nos faz estremecer. É no terceiro dia que conquistamos. É no terceiro dia que a ressurreição vem.
É no terceiro dia que subimos ao monte. Somente após a buzina tocar longamente. Se subirmos antes, morreremos. O tempo da espera é necessário. Não para ficarmos à toa. Para estarmos preparados. Estarmos prontos.
O povo de Israel se preparou para o terceiro dia e ainda assim, estremeceu.
Lembre-se também que, é bom estar no monte, mas é preciso descer, por causa do povo. Somos os que devem levar o povo ao encontro do Senhor. Temos feito isso? Para onde temos levado os que estão à nossa volta?
Ao terceiro dia, o Senhor ordenou que Moisés subisse ao monte. Quando subiu, ordenou que descesse. Para, em seguida, subir. Não mais sozinho. Agora, com Arão.
Os mandamentos do Senhor serão entregues em breve. Mas, o primeiro a aprender a obediência, mesmo sem entender, deve ser Moisés, o líder.
Se o Senhor lhe ordenar que suba, suba. Se assim que estiver no monte, com a respiração disparada e as pernas tremendo pelo esforço, lhe ordenar que desça e suba novamente, obedeça. Ele sabe o que faz.
Ah, como a obediência é importante! Aprendamos a obedecer.
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terça-feira, 28 de julho de 2020
sábado, 16 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 1.1-46
Leitura do dia 16/02.
Hoje iniciamos nossa caminhada através do livro de Deuteronômio.
Na postagem anterior vimos o Senhor passando a Moisés as fronteiras da terra, as cidades para os levitas, as Cidades Refúgios e como seriam os casamentos das mulheres que herdavam herança de seus pais.
Vimos que Jesus é nossa cidade refúgio. Onde nos escondemos e vivemos maravilhosamente refugiados nEle. Para sempre.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-341-3613.html
Agora, leremos os três primeiros capítulos de Deuteronômio.
Nesta postagem, o capítulo um.
Moisés discursa diante de Israel, no vale do rio Jordão, quando estão prestes à entrar na terra e possuí-la. Ele relembra toda a jornada desde que saíram do Egito, até chegarem ali.
O livro de Deuteronômio é uma lembrança de tudo que aconteceu e de todas as ordenanças do Senhor. Sob novo foco. Agora estão prestes a conquistar suas terras.
Moisés esclarece-nos que, normalmente, gastava-se apenas onze dias para viajar do Sinai até Cades-Barneia. Eles demoraram quarenta anos.
Quando estavam no Sinai, o Senhor lhes ordenara a sair de lá, entrar e tomar posse da terra que dera a Abraão, Isaque, Jacó e todos os seus descendentes.
Moisés lembra ter dito que eram numerosos. Um peso muito grande para levar sozinho. O povo selecionou homens respeitados de suas tribos. Moisés os convocou e os nomeou para serem juízes e oficiais. Eram chefes de mil, de cem, de cinquenta e dez.
Naquele momento Moisés ordenou que os juízes dessem atenção aos casos dos israelitas e dos estrangeiros. Da mesma forma.
Deviam ser completamente justos em todas as decisões. Imparciais em todos os julgamentos. Cuidariam do caso dos pobres e dos ricos.
Que não fossem intimidados por ninguém. O Senhor daria decisões através deles.
Apenas os casos que fossem difíceis demais seriam levados a Moisés.
Depois que Moisés passou essas instruções ao povo, conforme o Senhor dera ordem, saíram do Sinai e atravessaram o deserto. Imenso e assustador. Foram até à região montanhosa dos amorreus. Ali, Moisés ordenou que tomassem posse da terra.
Israel pediu a Moisés que fossem enviados espiões para fazerem o reconhecimento da terra por eles. Que recomendassem o melhor caminho e as cidades que entrariam.
Moisés achou uma boa ideia. Enviou homens escolhidos. Príncipes. Um de cada tribo, que fizeram o reconhecimento da terra. Tomaram alguns frutos da região. E relataram que a terra era de fato muito boa.
Mas disseram que não conseguiriam conquistar seus moradores, muito mais altos e fortes que eles. Nem suas cidades, com muralhas que iam até os céus. Falaram também que seus filhos ficariam órfãos e suas mulheres, viúvas.
Chegaram ao cúmulo de dizer que o Senhor os odiava. Por isso os levara até ali, para morrerem no deserto. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-131-1445.html
Moisés, na época, disse para não entrarem em pânico, nem terem medo daquele povo. O Senhor iria adiante deles. E lutaria em seu favor. Como havia feito no Egito. E eles eram testemunhas.
Além disso, viram o cuidado do Senhor por todo o caminho onde andaram no deserto. O Senhor cuidou deles como um pai cuida de seu filho.
Mesmo depois disso, o povo não creu nEle. Ainda que o Senhor fosse adiante deles, escolhendo lugar para acamparem durante aquele trajeto. Ainda que vissem diariamente a nuvem e a coluna de fogo diante deles.
O próprio fato de pedirem espias, já demonstrava incredulidade. Espiar o quê, se o Senhor disse que lhes daria a terra? O Senhor estava com eles. Não importava o tamanho dos moradores, nem das muralhas de suas cidades.
Quando o Senhor ouviu suas queixas, jurou que ninguém daquela geração entraria na terra. Mas os filhos deles conquistariam a terra.
Moisés lembrou que o Senhor ordenou que voltassem e fossem em direção ao Mar Vermelho.
Quando ouviram tais palavras, reconheceram seus pecados. Levantaram-se e foram tomar posse da terra.
Mas o Senhor havia ordenado expressamente que voltassem. Ele não estaria no meio deles.
Foram derrotados pelos amorreus.
Por isso, ficaram em Cades por um longo tempo.
O capítulo um termina aqui. Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Hoje iniciamos nossa caminhada através do livro de Deuteronômio.
Na postagem anterior vimos o Senhor passando a Moisés as fronteiras da terra, as cidades para os levitas, as Cidades Refúgios e como seriam os casamentos das mulheres que herdavam herança de seus pais.
Vimos que Jesus é nossa cidade refúgio. Onde nos escondemos e vivemos maravilhosamente refugiados nEle. Para sempre.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-341-3613.html
Agora, leremos os três primeiros capítulos de Deuteronômio.
Nesta postagem, o capítulo um.
Moisés discursa diante de Israel, no vale do rio Jordão, quando estão prestes à entrar na terra e possuí-la. Ele relembra toda a jornada desde que saíram do Egito, até chegarem ali.
O livro de Deuteronômio é uma lembrança de tudo que aconteceu e de todas as ordenanças do Senhor. Sob novo foco. Agora estão prestes a conquistar suas terras.
Moisés esclarece-nos que, normalmente, gastava-se apenas onze dias para viajar do Sinai até Cades-Barneia. Eles demoraram quarenta anos.
Quando estavam no Sinai, o Senhor lhes ordenara a sair de lá, entrar e tomar posse da terra que dera a Abraão, Isaque, Jacó e todos os seus descendentes.
Moisés lembra ter dito que eram numerosos. Um peso muito grande para levar sozinho. O povo selecionou homens respeitados de suas tribos. Moisés os convocou e os nomeou para serem juízes e oficiais. Eram chefes de mil, de cem, de cinquenta e dez.
Naquele momento Moisés ordenou que os juízes dessem atenção aos casos dos israelitas e dos estrangeiros. Da mesma forma.
Deviam ser completamente justos em todas as decisões. Imparciais em todos os julgamentos. Cuidariam do caso dos pobres e dos ricos.
Que não fossem intimidados por ninguém. O Senhor daria decisões através deles.
Apenas os casos que fossem difíceis demais seriam levados a Moisés.
Depois que Moisés passou essas instruções ao povo, conforme o Senhor dera ordem, saíram do Sinai e atravessaram o deserto. Imenso e assustador. Foram até à região montanhosa dos amorreus. Ali, Moisés ordenou que tomassem posse da terra.
Israel pediu a Moisés que fossem enviados espiões para fazerem o reconhecimento da terra por eles. Que recomendassem o melhor caminho e as cidades que entrariam.
Moisés achou uma boa ideia. Enviou homens escolhidos. Príncipes. Um de cada tribo, que fizeram o reconhecimento da terra. Tomaram alguns frutos da região. E relataram que a terra era de fato muito boa.
Mas disseram que não conseguiriam conquistar seus moradores, muito mais altos e fortes que eles. Nem suas cidades, com muralhas que iam até os céus. Falaram também que seus filhos ficariam órfãos e suas mulheres, viúvas.
Chegaram ao cúmulo de dizer que o Senhor os odiava. Por isso os levara até ali, para morrerem no deserto. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-131-1445.html
Moisés, na época, disse para não entrarem em pânico, nem terem medo daquele povo. O Senhor iria adiante deles. E lutaria em seu favor. Como havia feito no Egito. E eles eram testemunhas.
Além disso, viram o cuidado do Senhor por todo o caminho onde andaram no deserto. O Senhor cuidou deles como um pai cuida de seu filho.
Mesmo depois disso, o povo não creu nEle. Ainda que o Senhor fosse adiante deles, escolhendo lugar para acamparem durante aquele trajeto. Ainda que vissem diariamente a nuvem e a coluna de fogo diante deles.
O próprio fato de pedirem espias, já demonstrava incredulidade. Espiar o quê, se o Senhor disse que lhes daria a terra? O Senhor estava com eles. Não importava o tamanho dos moradores, nem das muralhas de suas cidades.
Quando o Senhor ouviu suas queixas, jurou que ninguém daquela geração entraria na terra. Mas os filhos deles conquistariam a terra.
Moisés lembrou que o Senhor ordenou que voltassem e fossem em direção ao Mar Vermelho.
Quando ouviram tais palavras, reconheceram seus pecados. Levantaram-se e foram tomar posse da terra.
Mas o Senhor havia ordenado expressamente que voltassem. Ele não estaria no meio deles.
Foram derrotados pelos amorreus.
Por isso, ficaram em Cades por um longo tempo.
O capítulo um termina aqui. Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019
Números 9.15-10.36
Leitura do dia 07/02.
Na postagem anterior, vimos a preparação das lâmpadas, a consagração dos levitas e a celebração da segunda Páscoa.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-81-914.html
Agora, caminharemos através do capítulo nove. A partir do versículo quinze. Até o final do capítulo dez.
Quando o tabernáculo foi montado, a nuvem do Senhor o cobriu. E ali ficou. O tempo todo. À noite era como uma coluna de fogo.
A nuvem do Senhor dava o “start”. Toda vez que a nuvem levantava, o povo também levantava acampamento. Se ela ficasse uma semana, eles ficavam também e cumpriam todos os seus deveres para com o Senhor. Se ficasse um dia, levantavam acampamento em um dia. Se ficasse um ano, também ficavam.
Eles viajavam e acampavam seguindo às ordens do Senhor, para onde Ele os conduzia. Quando a nuvem levantava, seguiam-na. Não sabiam para onde iam. Sabiam que o Senhor os estava conduzindo. Que maravilha! O importante não é saber para onde estamos indo. É saber com quem estamos indo. Quem está nos conduzindo. Ele sempre nos guiará ao melhor lugar.
Ele é o que nos guia mansamente às águas tranquilas, como Davi disse nos Salmos 23.2,3.
O Senhor ordenou que Moisés fizesse duas trombetas de prata. Elas serviriam para chamar o povo para se reunir, chamar apenas os líderes, para levantar acampamento, para guerrearem, para comemorar as festas, para apresentarem holocaustos e ofertas de paz. Cada toque seria de um jeito. Pelo toque das trombetas, ou de apenas uma trombeta, o povo saberia o que fazer. Somente os sacerdotes, os descendentes de Arão, podiam tocar as trombetas.
No vigésimo dia do segundo mês, do segundo ano, a nuvem se ergueu do tabernáculo e Israel deixou o Sinai. Viajaram até que a nuvem parou no deserto de Parã.
Levantaram acampamento conforme as ordens do Senhor. Primeiro a tribo de Judá, até a tribo de Aser. Exército após exército. Com os levitas carregando o tabernáculo.
A arca da aliança do Senhor ia à frente para lhes mostrar onde parar e descansar. “Sempre que a arca partia, Moisés exclamava: ‘Levanta-te, ó Senhor! Que teus inimigos se dispersem e teus adversários fujam de diante de ti!’. E, quando a arca parava, ele dizia: ‘Volta, ó Senhor, aos muitos milhares de Israel!” (Números 10.35,36).
Que caminhemos segundo às ordens do Senhor. Mesmo quando não soubermos onde estamos indo. Ele está conosco. É nosso Guia. Nosso Pastor. Nosso Protetor. Podemos confiar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-121-20.html
Continuamos amanhã. Do capítulo onze ao capítulo quatorze de Números.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos a preparação das lâmpadas, a consagração dos levitas e a celebração da segunda Páscoa.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-81-914.html
Agora, caminharemos através do capítulo nove. A partir do versículo quinze. Até o final do capítulo dez.
Quando o tabernáculo foi montado, a nuvem do Senhor o cobriu. E ali ficou. O tempo todo. À noite era como uma coluna de fogo.
A nuvem do Senhor dava o “start”. Toda vez que a nuvem levantava, o povo também levantava acampamento. Se ela ficasse uma semana, eles ficavam também e cumpriam todos os seus deveres para com o Senhor. Se ficasse um dia, levantavam acampamento em um dia. Se ficasse um ano, também ficavam.
Eles viajavam e acampavam seguindo às ordens do Senhor, para onde Ele os conduzia. Quando a nuvem levantava, seguiam-na. Não sabiam para onde iam. Sabiam que o Senhor os estava conduzindo. Que maravilha! O importante não é saber para onde estamos indo. É saber com quem estamos indo. Quem está nos conduzindo. Ele sempre nos guiará ao melhor lugar.
Ele é o que nos guia mansamente às águas tranquilas, como Davi disse nos Salmos 23.2,3.
O Senhor ordenou que Moisés fizesse duas trombetas de prata. Elas serviriam para chamar o povo para se reunir, chamar apenas os líderes, para levantar acampamento, para guerrearem, para comemorar as festas, para apresentarem holocaustos e ofertas de paz. Cada toque seria de um jeito. Pelo toque das trombetas, ou de apenas uma trombeta, o povo saberia o que fazer. Somente os sacerdotes, os descendentes de Arão, podiam tocar as trombetas.
No vigésimo dia do segundo mês, do segundo ano, a nuvem se ergueu do tabernáculo e Israel deixou o Sinai. Viajaram até que a nuvem parou no deserto de Parã.
Levantaram acampamento conforme as ordens do Senhor. Primeiro a tribo de Judá, até a tribo de Aser. Exército após exército. Com os levitas carregando o tabernáculo.
A arca da aliança do Senhor ia à frente para lhes mostrar onde parar e descansar. “Sempre que a arca partia, Moisés exclamava: ‘Levanta-te, ó Senhor! Que teus inimigos se dispersem e teus adversários fujam de diante de ti!’. E, quando a arca parava, ele dizia: ‘Volta, ó Senhor, aos muitos milhares de Israel!” (Números 10.35,36).
Que caminhemos segundo às ordens do Senhor. Mesmo quando não soubermos onde estamos indo. Ele está conosco. É nosso Guia. Nosso Pastor. Nosso Protetor. Podemos confiar.
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Continuamos amanhã. Do capítulo onze ao capítulo quatorze de Números.
Espero você. Até lá.
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019
Êxodo 24.1-18
Leitura do dia 22/01.
Na postagem anterior vimos o Senhor orientar quanto à prática da justiça, instituir as três festas anuais e prometer Sua presença junto ao povo de Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-231-32.html
Agora, caminharemos através do capítulo vinte e quatro de Êxodo.
O Senhor ordenou que Moisés subisse ao monte com Arão, Nadabe, Abiú e setenta líderes de Israel.
Ele desceu do monte para transmitir ao povo todas as instruções e ordens do Senhor. O povo respondeu a uma só voz que obedeceriam tudo que o Senhor estava ordenando.
Moisés escreveu exatamente tudo que o Senhor havia falado. Na manhã seguinte levantou-se cedo. Construiu um altar ao Senhor. Ergueu doze colunas, uma para cada tribo de Israel. Também enviou alguns rapazes para oferecerem holocaustos e sacrifícios ao Senhor.
Pegou o Livro da Aliança e o leu para todo o povo. Novamente todos responderam que obedeceriam ao Senhor, em tudo.
Moisés aspergiu o sangue do sacrifício que havia feito sobre o povo, para confirmar sua aliança com o Senhor.
Depois, conforme o Senhor ordenara, subiu ao monte, acompanhado de Arão, Nadabe, Abiú e os setenta líderes do povo de Israel. Eles viram o Senhor. Sob Seus pés havia uma superfície azulada como safira e clara como o céu. Embora tenham visto o Senhor não foram destruídos e ainda tiveram o privilégio de participar de uma refeição em Sua presença. Que maravilha!
Novamente o Senhor ordenou que Moisés subisse ao monte. Dessa vez somente ele e Josué. Ele lhe daria tábuas de pedras onde gravara a lei e os mandamentos para ensinar o povo.
Moisés ordenou aos líderes que esperassem até que ele e Josué voltassem. Se tivessem algum problema, era só consultar Arão e Hur.
Quando Moisés subiu ao monte, a nuvem o cobriu. Ficou assim por seis dias. Será que aguentaríamos esperar? Moisés esperou. No sétimo dia o Senhor chamou Moisés de dentro da nuvem. Moisés desapareceu na nuvem. Ficou lá quarenta dias.
A glória do Senhor no alto do Sinai parecia um fogo consumidor. Algo extraordinário.
Nossa leitura de hoje termina aqui.
Amanhã continuamos. Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos o Senhor orientar quanto à prática da justiça, instituir as três festas anuais e prometer Sua presença junto ao povo de Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-231-32.html
Agora, caminharemos através do capítulo vinte e quatro de Êxodo.
O Senhor ordenou que Moisés subisse ao monte com Arão, Nadabe, Abiú e setenta líderes de Israel.
Ele desceu do monte para transmitir ao povo todas as instruções e ordens do Senhor. O povo respondeu a uma só voz que obedeceriam tudo que o Senhor estava ordenando.
Moisés escreveu exatamente tudo que o Senhor havia falado. Na manhã seguinte levantou-se cedo. Construiu um altar ao Senhor. Ergueu doze colunas, uma para cada tribo de Israel. Também enviou alguns rapazes para oferecerem holocaustos e sacrifícios ao Senhor.
Pegou o Livro da Aliança e o leu para todo o povo. Novamente todos responderam que obedeceriam ao Senhor, em tudo.
Moisés aspergiu o sangue do sacrifício que havia feito sobre o povo, para confirmar sua aliança com o Senhor.
Depois, conforme o Senhor ordenara, subiu ao monte, acompanhado de Arão, Nadabe, Abiú e os setenta líderes do povo de Israel. Eles viram o Senhor. Sob Seus pés havia uma superfície azulada como safira e clara como o céu. Embora tenham visto o Senhor não foram destruídos e ainda tiveram o privilégio de participar de uma refeição em Sua presença. Que maravilha!
Novamente o Senhor ordenou que Moisés subisse ao monte. Dessa vez somente ele e Josué. Ele lhe daria tábuas de pedras onde gravara a lei e os mandamentos para ensinar o povo.
Moisés ordenou aos líderes que esperassem até que ele e Josué voltassem. Se tivessem algum problema, era só consultar Arão e Hur.
Quando Moisés subiu ao monte, a nuvem o cobriu. Ficou assim por seis dias. Será que aguentaríamos esperar? Moisés esperou. No sétimo dia o Senhor chamou Moisés de dentro da nuvem. Moisés desapareceu na nuvem. Ficou lá quarenta dias.
A glória do Senhor no alto do Sinai parecia um fogo consumidor. Algo extraordinário.
Nossa leitura de hoje termina aqui.
Amanhã continuamos. Espero você. Até lá.
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Êxodo 20.1-21
Leitura do dia 21/01.
Na última postagem vimos o Senhor se apresentar a Moisés e ao povo, no Monte Sinai. Uma visão fantástica e totalmente aterrorizante. Sua voz é como de trovão. E o monte treme terrivelmente.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-191-25.html
Agora, continuaremos através das páginas do capítulo vinte. Do versículo um ao versículo vinte e um.
Aqui, o Senhor transmite ao povo de Israel os dez mandamentos. Três relacionados a Ele. Sete ao próximo.
Não ter outros deuses. Apenas o Senhor é o Amado de nossas almas. Não fazer nenhuma imagem, do que quer que seja, para adorar. Imagens são ídolos. Não tomar o nome do Senhor à toa.
Mandamentos que podem ser resumidos em apenas um: Amar ao Senhor com todo nosso entendimento, força e coração.
Os demais podem ser resumidos, como o Senhor fez, em amar o próximo como a nós mesmos. O que queremos para nós, queremos também para o outro.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/qual-o-maior-mandamento.html
Aqui aconteceu algo triste. O povo, ao ouvir os trovões, o som forte da trombeta e ao ver o clarão dos raios e a fumaça, ficou de longe. Tremendo de medo.
Pediram que Moisés falasse com eles. Não o Senhor. Se fosse o Senhor, certamente morreriam.
Moisés explicou que não deviam temer. O Senhor havia se manifestado daquela forma para que tivessem temor dEle e não pecassem. Mas o povo continuou à distância, sem querer proximidade com o Senhor.
Já Moisés, se aproximou da nuvem densa e da escuridão onde o Senhor estava. Queria estar com o Senhor. Em Sua companhia.
É muito mais fácil ver Moisés subindo e descendo o monte. Pagando o preço. E transmitindo a mensagem e as instruções do Senhor.
Que não sejamos como o povo de Israel que deseja receber tudo mastigado. Que possamos ser como Moisés. Subir e descer quantas vezes o Senhor pedir. Porque queremos Sua presença. Ainda que tenhamos que pagar o preço.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Na última postagem vimos o Senhor se apresentar a Moisés e ao povo, no Monte Sinai. Uma visão fantástica e totalmente aterrorizante. Sua voz é como de trovão. E o monte treme terrivelmente.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-191-25.html
Agora, continuaremos através das páginas do capítulo vinte. Do versículo um ao versículo vinte e um.
Aqui, o Senhor transmite ao povo de Israel os dez mandamentos. Três relacionados a Ele. Sete ao próximo.
Não ter outros deuses. Apenas o Senhor é o Amado de nossas almas. Não fazer nenhuma imagem, do que quer que seja, para adorar. Imagens são ídolos. Não tomar o nome do Senhor à toa.
Mandamentos que podem ser resumidos em apenas um: Amar ao Senhor com todo nosso entendimento, força e coração.
Os demais podem ser resumidos, como o Senhor fez, em amar o próximo como a nós mesmos. O que queremos para nós, queremos também para o outro.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/qual-o-maior-mandamento.html
Aqui aconteceu algo triste. O povo, ao ouvir os trovões, o som forte da trombeta e ao ver o clarão dos raios e a fumaça, ficou de longe. Tremendo de medo.
Pediram que Moisés falasse com eles. Não o Senhor. Se fosse o Senhor, certamente morreriam.
Moisés explicou que não deviam temer. O Senhor havia se manifestado daquela forma para que tivessem temor dEle e não pecassem. Mas o povo continuou à distância, sem querer proximidade com o Senhor.
Já Moisés, se aproximou da nuvem densa e da escuridão onde o Senhor estava. Queria estar com o Senhor. Em Sua companhia.
É muito mais fácil ver Moisés subindo e descendo o monte. Pagando o preço. E transmitindo a mensagem e as instruções do Senhor.
Que não sejamos como o povo de Israel que deseja receber tudo mastigado. Que possamos ser como Moisés. Subir e descer quantas vezes o Senhor pedir. Porque queremos Sua presença. Ainda que tenhamos que pagar o preço.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2019
Êxodo 19.1-25
Leitura do dia 21/01.
Na última postagem, vimos o encontro de Jetro e Moisés. E como seus sábios conselhos ajudaram Moisés e o povo de Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-181-27.html
Agora, caminharemos através do capítulo dezenove de Êxodo.
Fazia exatamente dois meses que Israel saíra do Egito. Chegaram ao deserto do Sinai. Acamparam ao pé do monte.
Moisés subiu ao monte para apresentar-se diante do Senhor. De cima do monte o Senhor o chamou e ordenou que transmitisse uma mensagem aos descendentes de Jacó. Eles haviam visto o que o Senhor fizera aos egípcios e sabiam que Ele os carregara sobre asas de águias e os trouxera para Si. Se O obedecessem e cumprissem Sua aliança, seriam Seu tesouro especial entre todas as nações. Uma nação de sacerdotes. Sua nação santa. Separada.
Moisés desceu do monte. Convocou os líderes de Israel e lhes transmitiu a mensagem do Senhor. Todos responderam que obedeceriam.
Moisés subiu ao monte. Comunicou ao Senhor a resposta do povo. O Senhor disse que iria até Moisés numa nuvem densa. Todo o povo O ouviria falar e assim, aprenderiam a sempre confiar em Moisés.
O Senhor ordenou que Moisés descesse do monte. Consagrasse o povo. Naquele dia e no próximo. No terceiro dia deveriam estar prontos. Neste dia, o Senhor desceria sobre o monte Sinai, à vista de todos.
Deveria marcar um limite para que ninguém ultrapassasse. Ninguém podia subir ao monte. Nem ultrapassar o limite estipulado. Quem o fizesse, homem ou animal, deveria morrer.
Mas, quando a trombeta soasse um toque longo, o povo poderia subir.
Moisés desceu do monte. Foi até onde o povo estava. Consagrou-os. Providenciou que lavassem suas vestes. Que se preparassem para o terceiro dia. Não deveriam nem ter relações sexuais nestes dias. Era separação total. Consagração apenas ao Senhor.
Na manhã do terceiro dia, houve estrondo de trovões, clarão de raios e uma nuvem densa envolveu o monte. Um toque longo de trombeta ressoou. E o povo tremeu de medo. Quem não temeria?
Moisés conduziu o povo para fora do acampamento, ao encontro do Senhor. Todos pararam ao pé do monte.
O Senhor havia descido ao Sinai em forma de fogo. O Sinai estava todo envolvido em fumaça e tremia violentamente. Que visão fabulosa!
O som da trombeta aumentava, Moisés falava e o Senhor respondia com voz de trovão.
O Senhor desceu sobre o topo do Sinai e chamou Moisés para o alto do monte. Ele subiu.
Quando chegou lá, o Senhor ordenou que descesse para alertar ao povo que não deveria ultrapassar o limite. Se o fizessem seriam mortos.
Aqui eu preciso parar e rir. Moisés acabou de subir a pedido do Senhor e Ele o manda descer?
Moisés respondeu que o povo já sabia dessa instrução. O Senhor ainda assim ordenou que descesse, ratificasse a instrução e subisse novamente. Desta vez, com Arão.
Moisés desceu novamente até onde o povo estava e transmitiu as instruções do Senhor.
Você observou quantas vezes o Senhor ordenou que Moisés subisse e descesse o monte? Com certeza não é fácil subir e descer o Sinai para um jovem atleta. Moisés já estava com oitenta anos. Foi um sobe e desce sem fim. Mas ele subiu. Obedeceu. Desceu. Obedeceu. E fez todas as vezes que o Senhor ordenou, ainda que em uma vez, não tenha concordado. Mas obedeceu. Nossa missão é obedecer. Não discutir.
Percebemos que é nossa responsabilidade, como líderes e mestres, preparar o povo para o terceiro dia? No terceiro dia o Senhor se apresentará a nós. Que estejamos preparados.
Também é nossa responsabilidade conduzir o povo para fora do acampamento, ao encontro do Senhor.
Viu que Moisés descia do monte e ia onde o povo estava? O povo não fazia romaria atrás de Moisés. Moisés ia até o povo do Senhor e lhes transmitia Suas instruções. Assim como o Senhor Jesus ia até onde a multidão estava. E lhes ensinava.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/comeca-o-ministerio-de-jesus.html
E que zelo do Senhor! Mandou Moisés alertar o povo duas vezes para não ultrapassarem os limites. Ele não tem interesse nenhum na morte de quem quer que seja. Alerta para livramento e não condenação. Que amor maravilhoso! (Ezequiel 18.23)
Que oportunidade Israel tem, neste momento, diante do Senhor. Que a trombeta toque longamente para que todos possam subir ao Seu monte.
O capítulo dezenove termina assim. Continuamos na próxima postagem.
Até já.
Na última postagem, vimos o encontro de Jetro e Moisés. E como seus sábios conselhos ajudaram Moisés e o povo de Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-181-27.html
Agora, caminharemos através do capítulo dezenove de Êxodo.
Fazia exatamente dois meses que Israel saíra do Egito. Chegaram ao deserto do Sinai. Acamparam ao pé do monte.
Moisés subiu ao monte para apresentar-se diante do Senhor. De cima do monte o Senhor o chamou e ordenou que transmitisse uma mensagem aos descendentes de Jacó. Eles haviam visto o que o Senhor fizera aos egípcios e sabiam que Ele os carregara sobre asas de águias e os trouxera para Si. Se O obedecessem e cumprissem Sua aliança, seriam Seu tesouro especial entre todas as nações. Uma nação de sacerdotes. Sua nação santa. Separada.
Moisés desceu do monte. Convocou os líderes de Israel e lhes transmitiu a mensagem do Senhor. Todos responderam que obedeceriam.
Moisés subiu ao monte. Comunicou ao Senhor a resposta do povo. O Senhor disse que iria até Moisés numa nuvem densa. Todo o povo O ouviria falar e assim, aprenderiam a sempre confiar em Moisés.
O Senhor ordenou que Moisés descesse do monte. Consagrasse o povo. Naquele dia e no próximo. No terceiro dia deveriam estar prontos. Neste dia, o Senhor desceria sobre o monte Sinai, à vista de todos.
Deveria marcar um limite para que ninguém ultrapassasse. Ninguém podia subir ao monte. Nem ultrapassar o limite estipulado. Quem o fizesse, homem ou animal, deveria morrer.
Mas, quando a trombeta soasse um toque longo, o povo poderia subir.
Moisés desceu do monte. Foi até onde o povo estava. Consagrou-os. Providenciou que lavassem suas vestes. Que se preparassem para o terceiro dia. Não deveriam nem ter relações sexuais nestes dias. Era separação total. Consagração apenas ao Senhor.
Na manhã do terceiro dia, houve estrondo de trovões, clarão de raios e uma nuvem densa envolveu o monte. Um toque longo de trombeta ressoou. E o povo tremeu de medo. Quem não temeria?
Moisés conduziu o povo para fora do acampamento, ao encontro do Senhor. Todos pararam ao pé do monte.
O Senhor havia descido ao Sinai em forma de fogo. O Sinai estava todo envolvido em fumaça e tremia violentamente. Que visão fabulosa!
O som da trombeta aumentava, Moisés falava e o Senhor respondia com voz de trovão.
O Senhor desceu sobre o topo do Sinai e chamou Moisés para o alto do monte. Ele subiu.
Quando chegou lá, o Senhor ordenou que descesse para alertar ao povo que não deveria ultrapassar o limite. Se o fizessem seriam mortos.
Aqui eu preciso parar e rir. Moisés acabou de subir a pedido do Senhor e Ele o manda descer?
Moisés respondeu que o povo já sabia dessa instrução. O Senhor ainda assim ordenou que descesse, ratificasse a instrução e subisse novamente. Desta vez, com Arão.
Moisés desceu novamente até onde o povo estava e transmitiu as instruções do Senhor.
Você observou quantas vezes o Senhor ordenou que Moisés subisse e descesse o monte? Com certeza não é fácil subir e descer o Sinai para um jovem atleta. Moisés já estava com oitenta anos. Foi um sobe e desce sem fim. Mas ele subiu. Obedeceu. Desceu. Obedeceu. E fez todas as vezes que o Senhor ordenou, ainda que em uma vez, não tenha concordado. Mas obedeceu. Nossa missão é obedecer. Não discutir.
Percebemos que é nossa responsabilidade, como líderes e mestres, preparar o povo para o terceiro dia? No terceiro dia o Senhor se apresentará a nós. Que estejamos preparados.
Também é nossa responsabilidade conduzir o povo para fora do acampamento, ao encontro do Senhor.
Viu que Moisés descia do monte e ia onde o povo estava? O povo não fazia romaria atrás de Moisés. Moisés ia até o povo do Senhor e lhes transmitia Suas instruções. Assim como o Senhor Jesus ia até onde a multidão estava. E lhes ensinava.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/comeca-o-ministerio-de-jesus.html
E que zelo do Senhor! Mandou Moisés alertar o povo duas vezes para não ultrapassarem os limites. Ele não tem interesse nenhum na morte de quem quer que seja. Alerta para livramento e não condenação. Que amor maravilhoso! (Ezequiel 18.23)
Que oportunidade Israel tem, neste momento, diante do Senhor. Que a trombeta toque longamente para que todos possam subir ao Seu monte.
O capítulo dezenove termina assim. Continuamos na próxima postagem.
Até já.
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