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quarta-feira, 3 de abril de 2019

2 Reis 2.1-18

Leitura do dia 05/04.

Na última postagem vimos que, mesmo ocupando uma alta patente no exército real, um capitão teve a coragem de se ajoelhar e por tal atitude, sua vida e a vida do seu pelotão, foram poupadas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-19-18.html

Agora, caminharemos através das páginas do capítulo dois. Do versículo um ao dezoito.

O texto não fala como ficaram sabendo, mas os discípulos dos profetas, assim como Eliseu, sabiam que Elias seria levado aos céus, sem passar pela morte.

Lembra de Eliseu? Trabalhava com uma junta de boi arando a terra e o Senhor ordenou que Elias o ungisse profeta em seu lugar. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-191-21.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2016/04/eliseu-e-seu-chamado.html

Isso não aconteceu de uma hora para a outra. Não acontece. Para alguém se tornar um profeta, leva tempo. Tempo de renúncia. De oração. De comunhão com o Senhor. De humildade. De separação. Lembra de João, o Batista? http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/joao-o-batista.html

Mas agora, finalmente, parece que chegou a hora de Eliseu passar a protagonista de história, não apenas o servo de Elias. http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/andando-na-presenca-de-deus.html

Estavam ambos em Gilgal. No meio do caminho, Elias ordenou que Eliseu ficasse ali enquanto ia a Betel, pois o Senhor o havia enviado até aquela cidade. Eliseu não concordou. Respondeu que tão certo como o Senhor vive e como Elias vivia, não ficaria longe de Elias. Ia junto.

E foram. Chegando em Betel, os discípulos dos profetas, quando viram Eliseu, foram falar com ele. Sabiam até que seria aquele dia que o Senhor levaria Elias para os céus. Perguntaram a Eliseu se também sabia. Ele respondeu que sabia e ordenou que se calassem.

Depois Elias lhe ordenou que ficasse em Betel, pois o Senhor o estava enviando a Jericó. A decisão de Eliseu era tão forte, que jurou pelo nome do Senhor e pela vida de Elias que não se separaria dele.

O que Eliseu está querendo? Quer estar junto, para presenciar o que o Senhor fará com Elias? Sabe que chegou o dia? Está pronto?

Os dois foram juntos a Jericó. Quando chegaram lá, os irmãos, seguidores dos profetas, perguntaram a Eliseu se ele sabia que naquele dia o Senhor levaria seu mestre para os céus, por sobre a cabeça de Eliseu. Ele sabia. E pediu que não tocassem mais neste assunto. Esses homens sabiam até como seria!

O que será que passava pela cabeça de Eliseu? Ah, como é difícil nos separarmos de nossos mestres, nossos líderes e das pessoas que exercem autoridade sobre nós. Ele não ia se afastar de Elias, sabia que o dia havia chegado, mas não queria que tocassem no assunto.

Elias novamente ordenou que Eliseu ficasse ali. Iria até o rio Jordão. O Senhor o estava enviando.

Novamente Eliseu contestou. Disse que como era certo que o Senhor vive e que a alma de Elias vivia, não o deixaria seguir só. Então, foram juntos ao Jordão.

Cinquenta discípulos dos profetas também foram. Todos queriam saber o que aconteceria. Ficaram observando à distância, quando Elias e Eliseu pararam às margens do rio Jordão.

Elias tomou seu manto, dobrou-o e bateu com ele nas águas. Sim, isso mesmo, bateu seu manto (ou sua capa), nas águas. Imediatamente elas se dividiram. Os dois atravessaram sobre terra seca. Nenhum dos dois se molhou. Simples assim.

Logo que atravessaram o Jordão, Elias falou para Eliseu que pedisse o que quisesse que lhe fizesse. Antes que fosse levado.

Eliseu não foi pego de surpresa. Não precisou “inventar” um pedido “à queima roupa”. Não. Ele sabia o que aconteceria. E estava ao lado de Elias. Esperava ansiosamente que lhe fosse feita aquela pergunta. Estava pronto para a resposta. Sabia o que queria.

Eliseu respondeu que queria, como herança, porção dobrada do seu poder espiritual. Uau! Será que teríamos essa coragem?

Precisamos lembrar que toda unção, todo poder, toda herança, carrega responsabilidades. Eliseu queria mais responsabilidades que Elias. Queria influenciar mais que Elias. Quanta ousadia! Sabia o que Elias havia passado. Todos os riscos de vida. Provações. Mas era o que queria. Por isso estava ao seu lado, aprendendo e servindo. De prontidão.

Lembre-se também que, quanto maior a unção, maior a responsabilidade. Maior a renúncia.

Elias respondeu que seu pedido era muito difícil. Se Eliseu o visse sendo levado, seu pedido seria atendido. Se não visse seu arrebatamento, não seria.

Continuaram caminhando e conversando. De repente, um carro de fogo, puxado por cavalos em chamas, separou-os um do outro. Elias subiu aos céus, num redemoinho.

Assim que viu tudo isso acontecendo, Eliseu gritou: “Aba, meu mestre! Meu pai! Tu foste com os carros de guerra e os cavaleiros de Israel!”

Eliseu ficou olhando. Que visão era aquela! Quando já não podia mais segui-lo com os olhos, tomou suas próprias vestes e as rasgou ao meio. Em seguida pegou o manto de Elias, que tinha caído, voltou e parou às margens do Jordão.

Tomou o manto de Elias, bateu com ele nas águas, e perguntou onde estava o Senhor, o Deus de Elias. Na mesma hora as águas se separaram em duas partes. Eliseu passou sobre terra seca. Foi até o outro lado do rio.

Os discípulos dos profetas de Jericó observavam tudo à distância. Quando viram o que acontecera, exclamaram, com convicção que o poder espiritual de Elias agora repousava sobre Eliseu.

Foram até ele e inclinaram-se com o rosto rente ao chão. Disseram-lhe que havia cinquenta homens guerreiros entre eles, seus servos. Pediram que os deixassem ir atrás de Elias, seu senhor, afinal, podia ser que o Espírito do Senhor o tivesse levado e deixado sobre algum monte ou algum vale.

Elias lhes ordenou que não mandassem ninguém procurá-lo. Sabia que o Senhor o havia levado. Definitivamente.

Eles o importunaram até aborrecê-lo. Consentiu que fossem. Mandaram cinquenta valentes, que o procuraram por três dias sem encontrá-lo. Voltaram a Jericó, onde Eliseu havia permanecido. Ele os admoestou, lembrando que havia dito para não irem.

Que aprendamos a nos calar como Eliseu e aguardar os acontecimentos, quando assim o Senhor nos orientar.

Que saibamos o que desejamos, para responder como Eliseu, no momento oportuno. Ainda que o preço seja alto.

Que saibamos perseverar, sendo servos, sendo muitas vezes invisíveis aos olhos humanos, como Eliseu. Um dia chegará a vez de sermos os protagonistas. E precisamos estar prontos.

Que saibamos agir quando chegar a hora de estarmos à frente, de sermos os protagonistas. O profeta e não mais "apenas" o "servo de Elias".

Será que o autor de Reis ainda falará de Eliseu? Ele realmente recebeu a herança que pediu?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/e-hoje-voce-esta-pronto.html

quarta-feira, 27 de março de 2019

2 Samuel 19.1-43

Leitura do dia 27/03.

Na postagem anterior vimos Davi ser avisado da morte de Absalão, seu filho. Ele deseja ter morrido em seu lugar. Não é possível.

Não puderam se reconciliar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-1818-33.html

Agora, continuamos através do capítulo dezenove de 2 Samuel.

Quando souberam da imensa tristeza de Davi pela morte de seu filho, a alegria da vitória transformou-se em tristeza. Os soldados, ao invés de entrarem na cidade aos gritos, comemorando a vitória, entraram como se tivessem sido derrotados.

Davi ainda está com o rosto coberto com as mãos, chorando. “Ah, meu filho Absalão! Ah, Absalão, meu filho, meu filho!”

Sua dor é enorme!

Joabe vai até o quarto onde o rei está. Esse homem é uma incógnita. Com seus altos e baixos. Aconselha Davi.

Seus homens e comandantes acabaram de salvar sua vida, a vida de sua família, de seus filhos. Mas ele está agindo, diante de todos, como se amasse os que o odeiam e odiasse os que o amam. Se não mudar sua atitude, se não parabenizar seu exército, perderá a todos. E isso seria pior do que tudo que já aconteceu com ele.

Davi escuta Joabe. Senta-se à entrada da cidade. Quando a notícia se espalha, todos vão para lá, vê-lo.

Enquanto isso, as tribos de Israel estão em discussão. Sabem que Davi foi quem os livrou de seus inimigos e os libertou dos filisteus. Apoiaram Absalão. Que agora está morto. Precisam tomar uma atitude. Precisam fazer Davi retornar.

Davi envia uma mensagem a Zadoque e Abiatar, em Jerusalém, para que falem com as autoridades de Judá. São seus parentes. Devem ser os primeiros a levá-lo de volta.

Também envia uma mensagem a Amasa dizendo que, a partir daquele momento, é o comandante de seu exército, no lugar de Joabe. Provavelmente a essa altura sabe o que Joabe fez.

As autoridades de Judá o chamam para voltar a Jerusalém. Quando chega ao Jordão o povo de Judá está lá para encontrar-se com ele. E quem é o primeiro a recebê-lo? Simei, o parente de Saul que o amaldiçoara. Ele se curva diante de Davi e pede-lhe perdão. Sabe que sua atitude merece a morte.

Abisai, mais uma vez, quer sua cabeça. E Davi o repreende novamente. Os filhos de Zeruia tem o sangue quente! É dia de comemoração. Davi volta a ser rei. Não é dia de condenação. Não é dia de matar ninguém. Ele poupa Simei.

Ziba, servo de Saul, também vai ao encontro de Davi. Assim como Mefibosete. Davi pergunta porque não fugiu com ele. Mefibosete explica que Ziba o enganou, deixando-o para trás. E ainda falou mal dele ao rei.

A verdade era que Mefibosete quis ir com Davi. Durante o tempo que o rei esteve fora não lavou os pés, não fez a barba, nem lavou suas roupas. Sinal de preocupação com seu soberano.

Davi ordenou que parasse de justificar. Já havia tomado uma decisão. Que ele e Ziba dividissem igualmente o que tinham. Mefibosete responde que Ziba pode ficar com tudo. Reconhece a bondade de Davi. E tudo que deseja é ver o rei em segurança.

Barzilai, que alimentou Davi e os seus enquanto esteve em Maanaim, acompanha o rei. Está com oitenta anos. Davi o convida para ir a Jerusalém. Agora, ele cuidaria de Barzilai.

Barzilai recusa o convite. Disse que não sentia mais o gosto das comidas e bebidas, nem ouvia as vozes dos cantores. Gostaria de retornar para sua terra. E morrer lá. Se o rei permitisse. Ele pede que Quimã vá para Jerusalém em seu lugar. Davi concorda. Fará tudo que puder por Quimã. E fará qualquer coisa que Barzilai lhe pedir. Davi o abençoa. E ele volta para sua casa.

Quando podia tudo ficar bem, os homens de Israel e de Judá começam uma discussão ridícula. Parece coisa de criancinhas mimadas.

“Nós somos parentes do rei”.

“Nós somos mais. Somos dez tribos. Temos dez partes do rei.”

A discussão ficou cada vez mais ríspida, a tal ponto que...

E agora? O que acontecerá?

Veremos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

terça-feira, 26 de março de 2019

2 Samuel 17.1-28

Leitura do dia 26/03.

Na postagem anterior, vimos Absalão deitando-se com as concubinas de Davi. Diante de todo o Israel. Um insulto para demonstrar que a reconciliação entre os dois é impossível.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-161-23.html

Mas será que realmente era o que o coração de Absalão desejava?

Agora, continuamos nossa caminhada pelo capítulo dezessete de 2 Samuel.

Depois que Aitofel aconselha Absalão a insultar irremediavelmente seu pai, pede que escolha doze mil homens e o deixe ir imediatamente atrás de Davi. Alcançará Davi enquanto está exausto e desanimado. Deixará ele em pânico. Assim, todos seus soldados fugirão. Matará apenas Davi. E trará seu exército para serví-lo.

Absalão e as autoridades de Israel consideram o plano bom, mas perguntam a Husai o que ele aconselha.

Husai sabe que é um bom plano, mas fala a Absalão que, desta vez, o conselho de Aitofel não é bom. Os homens de Davi são guerreiros valentes. E Davi é um soldado experiente, além de um guerreiro poderoso. Não passará à noite com o povo. Àquela hora já devia estar escondido em alguma caverna. Se saísse de seu esconderijo, atacasse e matasse alguns dos soldados, o que se espalharia era que Absalão foi derrotado.

Ele recomenda que Absalão reúna todo o exército de Israel, de Dã a Berseba. Um exército tão numeroso quanto a areia do mar. E que Absalão mesmo vá à frente desse exército. Quando encontrarem Davi, cairão sobre ele de tal maneira que não conseguirá escapar. Todos os seus homens serão mortos.

Se acontecer de Davi escapar, todo Israel estará sob o comando de Absalão. Podem levar cordas e arrastar a cidade onde Davi estiver escondido, até que não sobre nenhuma pedrinha.

Todos concordam que o conselho de Husai era melhor que o de Aitofel. Foi assim porque o Senhor decidiu. Era contra o governo de Absalão. Contra sua amargura.

Claro que escolheriam o conselho de Husai! Seu conselho é rico em detalhes espetaculares. Até o menos criativo dos homens consegue imaginar as cenas descritas. Absalão à frente do exército, forte e vitorioso!

Quando Husai sai dali, conta a Zadoque e Abiatar o conselho de Aitofel e o seu, para que encontrem Davi rápido e insistam com ele que não durma próximo ao Jordão. Ele deve atravessar o rio e ir para o deserto. Se não o fizer, ele e os que estão com ele morrerão.

Às vezes precisamos sair da beira do rio e ir para o deserto, para estarmos seguros.

Jônatas e Aimaás estavam em En-Rogel para não serem vistos. Uma serva traria as mensagens que deveriam entrega. Um rapaz os vê. E avisa Absalão.

Ele ordena que seus homens procurem os dois. Eles vão até En-Rogel. Perguntam a uma mulher se os viu. Ela diz que sim. Que atravessaram o riacho.

A verdade é que seu marido os escondera dentro de um poço. E ela espalhara grãos de cereal em cima para que ninguém descobrisse que estavam ali.

Os dois saem do poço e avisam a Davi. Ele segue o conselho de seu amigo. Todos atravessam o Jordão durante à noite. Chegam à outra margem antes do amanhecer.

Quando Aitofel viu que seu conselho não foi seguido por Absalão, volta para sua terra. Organiza sua casa. E se mata. Sua carreira acabou.

Enquanto isso, Absalão reúne o exército de Israel. Conduz sua tropa para o outro lado do Jordão. Nomeia Amasa, primo de Joabe, comandante de seu exército. Acampam-se em Gileade.

Davi chega a Maanaim. É recebido por Sobi, de Amom; Maquir, de Lo-Debar e Barzilai, de Gileade. Eles os esperam com camas, vasilhas, trigo, cevada, farinha, grãos tostados, feijão, lentilha, mel, coalhada, ovelhas e queijo. Sabiam que chegariam ali, famintos. E cansados.

Que o Senhor nos guarde em Seus caminhos. Que nos abençoe com amigos como Husai, que não teme arriscar sua vida. E como Sobi, Maquir e Barzilai, que nos esperam com o que realmente necessitamos após uma caminhada tão atribulada.

Continuamos amanhã. Leremos os capítulos dezoito a vinte.

Espero você. Até lá.

sábado, 16 de março de 2019

1 Samuel 13.1-23

Leitura do dia 16/03.

Continuamos nossa caminhada através de 1 Samuel.

Ontem vimos Saul sendo ungido rei. Depois o vimos ser proclamado rei. Suas atitudes são surpreendentes. Ele derrota os amonitas. E Samuel se despede. Com as mãos limpas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-101-27.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-111-15.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-121-25.html

Hoje continuamos através dos capítulos treze a quinze.

Nesta postagem, o capítulo treze.

Saul estava com trinta anos quando começou seu reinado. Reinou durante quarenta e dois anos.

Nesta época, a guerra contra os filisteus era constante. Saul escolheu três mil soldados do exército de Israel para ficarem em campanha. Dois mil, mandou para Micmás e à região montanhosa de Betel. Mil foram com Jônatas, seu filho, para Gibeá.

Logo que chegou, Jônatas atacou e derrotou o destacamento dos filisteus em Geba.

Saul tocou a trombeta por todo Israel. Os soldados foram convocados para se reunirem a Saul em Gilgal.

Com a vitória de Jônatas, os filisteus odiaram os israelitas como nunca. Reuniram um exército de três mil carros de guerra, seis mil cavaleiros e tantos guerreiros que não se podia contar. Eram como os grãos de areia na praia.

Os homens de Israel ficaram tão apavorados que se esconderam em cavernas, matagais, entre as rochas, buracos e cisternas. Alguns até atravessaram o Jordão.

Lembra que Samuel ordenara a Saul para esperá-lo por sete dias em Gilgal? Pois é. Ele estava esperando. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-101-27.html

Mas...

Os soldados começaram a se dispersar. Saul começou a ficar desesperado. Ia acabar sem soldados.

Era o sétimo dia. O dia de Samuel encontrá-lo. Ele não esperou mais. Considerou que Samuel estivesse atrasado, embora ainda fosse o sétimo dia. Ofereceu o holocausto. O que não era sua função.

Exatamente no instante em que terminou de oferecer o holocausto, Samuel chegou. Saul foi cumprimentá-lo, mas Samuel imediatamente perguntou o que ele fizera.

Saul respondeu que vira seus homens se dispersando, Samuel não havia chegado no prazo combinado, os filisteus estavam prontos para lutar, ele ainda não havia pedido ajuda ao Senhor. Por isso, sentiu-se na obrigação de oferecer o holocausto.

Ah, que aprendamos que as circunstâncias não devem nos obrigar a fazer algo que não faz parte do nosso chamado. Não podemos fazer o que o Senhor não nos ordenou. Também não podemos agir antes do tempo dEle.

Se Saul estivesse esperado uns minutos a mais...

Samuel o chamou de tolo. Não guardara o mandamento do Senhor. Por ter assumido uma função que não era sua, não obedecendo ao Senhor, seu reino não permaneceria.

Começo a ficar triste. Esse homem não parece o mesmo que foi ungido rei. Tão diferente das atitudes que vimos ontem.

Samuel lhe diz que seu reino não permanecerá, mas não o vemos tomar nenhuma atitude. Não o vemos mostrar arrependimento. Nada. Apenas continua como se nada tivesse acontecido. Precisa ir para a guerra.

Na verdade, precisa se arrepender. E clamar ao Senhor.

Samuel partiu de Gilgal. Saul contou seus soldados. Só restavam seiscentos.

Os filisteus acamparam em MIcmás. Três grupos de ataque deixaram o acampamento. Cada um foi para um lado.

Naqueles dias não havia ferreiros em Israel. Os filisteus não permitiam. Assim, Israel não possuía espadas ou lanças. Sempre que precisavam afiar os arados, enxadas, machados e foices, tinham que levar a um ferreiro filisteu. Que cobrava em prata.

No dia da batalha, ninguém tinha espada ou lança. Somente Saul e Jônatas.

Um exército de apenas seiscentos soldados contra carros de guerra, cavaleiros e guerreiros que não se podiam contar. E nem tinham espadas ou lanças.

Que situação!

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

sexta-feira, 8 de março de 2019

Juízes 8.1-35

Leitura do dia 07/03.

Continuamos nossa caminhada pelas páginas do livro de Juízes.

Ontem vimos Débora se levantar como mãe de Israel. Ela foi à guerra com Baraque. E o Senhor entregou o poderoso e terrível Sísera a Jael, esposa de Héber.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-41-531.html

Também vimos o anjo do Senhor aparecer a Gideão. Sua enxurrada de perguntas, sendo ele a resposta para elas. Ele pede alguns sinais para ter certeza de que o Senhor era com ele. E vence os exércitos inimigos, que eram como a areia da praia, com apenas trezentos homens, trombetas, cântaros e tochas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-61-40.html
http://www.espalhandoasemente.com/2023/03/l-eitura-do-dia-0603.html

Hoje leremos do capítulo oito ao capítulo dez.

Na primeira postagem, o capítulo oito.

Os homens de Efraim acharam ruim que Gideão não os chamara para a guerra. Ficaram indignados.
Gideão foi sábio. Disse que fizeram mais que ele. O Senhor entregara em suas nas mãos os comandantes do exército midianita. Com essas palavras, ele os acalmou.

Gideão atravessou o Jordão com os trezentos homens que o Senhor lhe dera. Estavam exaustos, ainda assim continuaram perseguindo o inimigo.

Chegaram a uma cidade chamada Sucote. Gideão pediu um pouco de comida para seus guerreiros, que além de cansados, a essa altura, estavam famintos. Contou que estava perseguindo Zeba e Zalmuna, reis de Midiã.

Os homens de Sucote não lhes o ouviu. Falaram para capturarem os reis, aí lhe dariam comida, como se tal não fosse possível.

Gideão respondeu que o Senhor lhe entregaria esses reis. E quando voltasse, rasgaria a carne dos homens de Sucote, com espinhos e espinheiros do deserto.

De lá, foi a Peniel. Pediu comida. Recebeu a mesma resposta. Disse ao povo daquela cidade que, quando voltasse vitorioso, derrubaria a torre.

Gosto da atitude de Gideão. Estava cansado e com fome, com um exército igualmente exaurido. Mas continua. E diz que voltará vitorioso.

Zeba e Zalmuna estavam em Carcor, com aproximadamente quinze mil guerreiros, o que havia restado dos exércitos aliados. Mais de cento e vinte mil guerreiros haviam morrido.

Lembre, eles são apenas trezentos.

Gideão subiu pela rota das caravanas e atacou de surpresa. Os reis de Midiã fugiram, mas Gideão continuou a perseguição, até capturá-los e derrotar seu exército.

Quando voltou da batalha prendeu um jovem de Sucote e o obrigou a descrever os setenta e sete oficiais e autoridades da cidade. Mostrou-lhes que havia capturado Zeba e Zalmuna. Prendeu as autoridades e os castigou com espinhos e espinheiros. Também derrubou a torre de Peniel e matou os homens da cidade.

Gideão também matou Zeba e Zalmuna, depois que disseram que mataram seus irmãos em Tabor.

Ordenou que seu filho desembainhasse sua espada. Era muito jovem e não teve coragem. Então, ele mesmo os matou.

A terra descansou da guerra durante quarenta anos.

Quando os israelitas viram tudo que Gideão fizera, ficaram animados. Pediram que fosse governador sobre eles. Prometeram-lhe uma dinastia.

Mas ele não quis. Disse que quem os governaria seria o Senhor. E fez um pedido.

Pediu que cada um deles lhes desse uma argola de ouro do despojo que tomaram de seus inimigos. Atenderam seu pedido, com prazer.

Gideão angariou pouco mais de vinte quilos de ouro. Somente das argolas.

Com esse ouro, Gideão fez um colete sacerdotal e o colocou em sua cidade.

Mas...

Os filhos de Israel se prostituíram adorando o colete, que se tornou uma armadilha para Gideão e sua família.

Ah, que perigo! Um objeto que deveria ser usado para adoração ao Senhor, tornou-se o objeto de adoração. E, como o Senhor havia alertado, várias vezes, tornou-se armadilha para todos.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/11/fazendo-do-certo-o-errado.html

Gideão gerou setenta filhos. Teve muitas esposas.

Depois que morreu, os israelitas se prostituíram. Adoraram as imagens de Baal e Baal-Berite. Esqueceram do Senhor que os livrara de todos seus inimigos. Viraram-lhe as costas.

Também não foram leais com a família de Gideão.

Veremos na próxima postagem. Até já.

terça-feira, 5 de março de 2019

Josué 21.1-22.34

Leitura do dia 04/03.

Hoje terminamos nossa caminhada através das páginas de Josué. Foi tão rápido que já estou com saudades.

Ontem vimos a distribuição do restante da terra às tribos que ainda não haviam recebido herança em Canaã.

Josué também recebe sua herança. Não foi por sorteio. Apenas dois homens puderam escolher sua herança. Josué e Calebe. Todos os demais israelitas receberam sua herança através de sorteio.

As cidades de refúgio também foram separadas. Três do lado oeste do Jordão e três ao lado leste.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-181-209.html

Agora, leremos do capítulo vinte e um ao capítulo vinte e quatro.

Na primeira postagem, os capítulos vinte e um e vinte e dois.

Os levitas procuraram Eleazar, Josué e os demais líderes de Israel. O Senhor ordenara que todas as tribos cedessem a eles cidades e arredores para morarem e criarem seu gado.

As cidades dos levitas também foram sorteadas. Receberam cidades em todas as tribos de Israel. Assim, estavam próximo a todos os israelitas e podiam abençoá-los.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-341-3613.html

As cidades de refúgio foram todas sorteadas entre eles. O homicida involuntário, israelita ou não, viveria sob a proteção de homens cuja herança era servir ao Senhor. Uau!
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/jesus-nossa-cidade-refugio.html

O Senhor deu a Israel toda a terra que havia prometido. E lhes deu descanso de todos os lados.

É hora de Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés voltar para casa. Josué os chama. Reconhece que fizeram tudo que Moisés ordenara. Também obedeceram todas as suas ordens. Não abandonaram seus irmãos. Esforçaram-se para obedecer a tudo que o Senhor ordenara.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-111-1333.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/como-seremos-conhecidos.html

Josué os abençoa para voltarem às suas casas, onde receberam sua herança, com toda a riqueza que conquistaram de seus inimigos. Que amem e apeguem-se ao Senhor, tomando muito cuidado em obedecê-Lo em tudo.

Eles partem para sua terra. Antes de atravessarem o Jordão, param em Gelilote. Ali, levantam um altar grande e imponente.

Quando Israel fica sabendo, reúne-se em Siló para ir à guerra contra eles. Os mesmos que haviam lutado ao seu lado.

Israel está desesperado. Lembra o pecado de Acã, que afetou a muitos. Lembra o pecado em Peor.

Resolvem mandar uma comitiva para saber o que realmente aconteceu. Sábia atitude.

Fineias, filho de Eleazar, é o líder da comitiva. Os demais membros são líderes em suas tribos. Dez líderes. Um de cada tribo do lado leste do Jordão.

Quando chegam a Gileade, questionam seus irmãos. Como puderam deixar o Senhor dessa maneira? Não lembram que até hoje estão sofrendo consequências do pecado feito em Peor?
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-251-18.html

Se a terra ali não é boa, voltem com eles. Recebam herança no meio deles.

Que atitude linda! Não estão com o dedo em riste. Estão com os braços abertos. Querem que continuem ao lado do Senhor, mesmo que tenham que dividir a terra com eles. Isso não é problema algum. Só não pequem.

Lembram que Acã não foi o único que morreu pelo seu pecado. Não querem que aconteça nada de ruim com Israel. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-71-26.html

Os rubenitas, os gaditas e a meia tribo de Manassés imediatamente respondem que o Senhor é o Todo-Poderoso. Não levantaram um altar para oferecer holocaustos. Sabem que o único lugar para tal, é onde está a Tenda do Encontro. Aquele altar é para testemunho.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html

Embora haja um rio entre eles, continuam sendo Israel. Continuam sendo do Senhor. Não querem que, no futuro, os filhos dos que moram a leste digam aos filhos deles que não pertencem ao Senhor. Querem ter o direito de adorar ao Senhor. Desejam o Senhor.

Esse altar é para lembrar a todos de que são Israel e têm o direito de adorar ao Senhor, tanto quando os que estão a leste do Jordão.

Ao escutarem, a comitiva fica muito satisfeita. Reconhecem que estavam enganados quando imaginaram que seus irmãos haviam deixado o Senhor. E voltam a Siló para contar o que aconteceu.

Todos os israelitas louvaram ao Senhor e não falaram mais em lutar contra seus irmãos.

As tribos ao lado oeste do Jordão colocaram o nome do altar de Testemunha. Aquele altar era testemunha de que também pertenciam ao Senhor, como as demais tribos, do outro lado do rio.

Que desejemos o Senhor, como eles. Querer ter o direito de adorá-Lo!

Que estejamos dispostos a repartir nossa herança, para não ver ninguém longe do Senhor.

Que sejamos aqueles que servem ao Senhor e cuidam dos demais, como os levitas, nas cidades de refúgio e no meio de todo Israel.

Se "achamos" que alguém está se afastando do Senhor, que tenhamos a disposição de ir até ele, como Fineias e a comitiva de Israel fez. E ofereceram suas próprias herança.

Assim termina o capítulo vinte e dois. Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Josué 5.1-15

Leitura do dia 27/02.

Na postagem anterior vimos Israel atravessar o Jordão e erguer um monumento para testemunho às próximas gerações.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-41-24.html

Agora, leremos o capítulo cinco.

Atravessaram o Jordão no dia décimo do primeiro mês. Próximo à Páscoa.

Os reis dos amorreus e dos cananeus ouviram que o Senhor secou o Jordão para que Israel atravessasse. Ficaram apavorados. Não havia mais ânimo neles. Como lutar com um povo que tem o Senhor como aliado? Quais as chances de vencer?

Quando Israel foi para o acampamento, o Senhor ordenou que fizessem facas de pedras e circuncidassem todos os homens. Ninguém havia sido circuncidado no deserto. Era uma nova geração.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-171-27.html

A geração antiga havia sido destruída por duvidarem continuamente do Senhor.

O Senhor disse a Josué que neste dia, após a circuncisão, que era a renovação de uma aliança, Ele tirou completamente deles a vergonha da escravidão no Egito.

Depois que todos os homens foram circuncidados, ficaram no acampamento até se recuperarem.

Enquanto estavam ali acampados, comemoraram a Páscoa. Ao entardecer do décimo quarto dia. No dia seguinte comeram pães sem fermento e grãos tostados produzidos na terra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-121-51.html

Neste dia, quando começaram a comer da colheita da terra de Canaã, o maná parou de cair.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-161-36.html

É maravilhoso que, enquanto precisaram, o Senhor enviou diariamente o maná. Agora, não havia mais necessidade. Ele cessa.

Josué estava se aproximando de Jericó. Olhou para cima. Viu um homem em pé com uma espada na mão. Um guerreiro.

Chegou até ele e perguntou se era amigo ou inimigo. Estava prestes a entrar em uma batalha. Não era urgente saber quem era. Era urgente saber de que lado estava. Amigo ou inimigo.

O homem respondeu sua pergunta dizendo que era Comandante do Exército do Senhor. Havia acabado de chegar.

Josué, em sinal de reverência, prostrou-se a seus pés e perguntou quais ordens o Comandante trazia para ele.

Gosto da humildade de Josué. Era o líder de uma nação. E se prostra diante de um Comandante. Não um comandante qualquer, mas o Comandante do Exército do Senhor. Disposto a ouvir e obedecer suas ordens. Sabia que seriam ordens vindas do próprio Senhor dos Exércitos.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/josue-uma-semente-sendo-germinada-no.html

Não sei o que passou na cabeça de Josué naquele momento. O Comandante lhe daria uma estratégia específica? Quais seriam as ordens? http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/respostas-que-meu-coracao-precisa.html

Havia apenas uma. O Comandante ordenou que Josué tirasse as sandálias de seus pés. O lugar que estava era santo. Josué obedeceu. Simples assim. Não questionou nada. Apenas obedeceu. Tirou suas sandálias.

Assim termina o capítulo cinco.

Que sejamos obedientes como Josué. Que respeitemos a santidade do Senhor. Que tiremos nossas sandálias.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Deuteronômio 27.1-26

Leitura do dia 24/02.

Na postagem anterior vimos várias leis e um novo chamado à obediência.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-241-2619.html

Agora, continuamos caminhando pelas páginas do capítulo vinte e sete de Deuteronômio.

Quando atravessassem o Jordão, iriam até o monte Ebal. Ali, tomariam pedras grandes e as pintariam com cal. Nelas escreveriam os termos da Lei. Construiriam um altar ao Senhor. Com pedras inteiras. Que não teriam seus formatos alterados por nenhum tipo de ferramenta.

Nosso altar ao Senhor também deve ser assim. Nenhuma ferramenta deve alterá-lo. Por melhor que seja.

Eles ofereceriam sacrifícios ao Senhor e celebrariam, alegrando-se em Sua presença.

Não consigo entender porque existem pessoas que acham que o Senhor é um velho ranzinza e severo, que odeia barulho, que nos faz andar como se estivéssemos andando sobre ovos. Ele não é assim. O Senhor instituiu festas e celebrações, para Israel se alegrar em Sua presença. Não ficarem mudos, mas se alegrarem. Celebrarem.

Nos montes eles pronunciariam as bênçãos e as maldições.

As bênçãos seriam ditas no monte Gerizim, com as tribos de Simeão, Levi, Judá, Issacar, José e Benjamim reunidas.

As maldições seriam ditas no monte Ebal, com as tribos de Rúben, Gade, Aser, Zebulom, Dã e Naftali reunidas ali.

Os levitas pronunciariam as maldições em alta voz e todo o povo de Israel diria “Amém”, concordando que obedeceriam e seriam malditos se não o fizessem.

Uma aliança é feita para ser cumprida e não descumprida. Se a cumprirmos, não precisamos temer nenhuma consequência ou maldição.

As maldições envolviam idolatria, falta de respeito aos pais, roubo, engano ao cego, falta de justiça aos estrangeiros, órfãos e viúvas, relações sexuais com a esposa do pai, com animais, com a irmã, com a sogra, assassinato e não cumprimento da lei. Quem agisse assim, seria maldito.

Nossa leitura de hoje termina aqui.

Amanhã continuamos. Leremos os capítulos vinte e oito a trinta e um de Deuteronômio.

Espero você. Até lá.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

Deuteronômio 18.1-20.20

Leitura do dia 21/02.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.

Ontem vimos sobre o cancelamento das dívidas no sétimo ano e a libertação de escravos hebreus. Os pobres devem ser tratados com generosidade. Ajudados com o coração bondoso, não de má vontade.

Vimos também que os machos das primeiras crias são do Senhor. Serão comidos em Sua presença. Com alegria.

Nenhum animal com defeito ou doente deve ser oferecido.

As Festas da Páscoa, da Colheita e das Cabanas devem ser rigorosamente cumpridas. A justiça ser íntegra e imparcial.

Quando tiverem um rei ele, entre outras coisas, copiará o livro da lei para ter sempre a seu alcance, lendo-o todos os dias de sua vida. Assim aprenderá a amar e temer ao Senhor, prolongando seu reino e de seus descendentes. Também aprenderá que não é superior a ninguém.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-151-1720.html

Hoje caminharemos através dos capítulos dezoito a vinte.

Israel é lembrado a cuidar dos sacerdotes e levitas. Eles não receberão porção na terra. O Senhor é Sua porção.

Israel é chamado a viver em santidade. Jamais oferecer um filho em sacrifício. Nem praticar adivinhação. Ou usar encantamentos. Interpretar agouros. Envolver-se com bruxaria. Nem lançar feitiços. Atuar como médium, praticar ocultismo, consultar os espíritos dos mortos. Tais práticas são detestáveis ao Senhor.

As nações que estão prestes a serem lançadas dali, tem essas práticas. Por isso o Senhor as está destruindo.

O Senhor promete que levantará um profeta como Moisés. E para saber se um profeta é verdadeiro, esperarão que sua palavra se cumpra.

Mais três cidades de refúgio serão necessárias do lado de lá do Jordão. Para todos que cometerem um crime, sem intenção. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-341-3613.html

Se Israel obedecer ao Senhor e Ele aumentar seu território, deverão escolher mais três cidades.

Moisés lembra que o assassino deve ser executado, pelo vingador de sangue. Se ele fugir para uma cidade refúgio, as autoridades o levarão de volta até o vingador de sangue. Não devem ter compaixão dessa pessoa para que Israel aprenda.

Quem matou inadvertida ou acidentalmente, fugirá para a cidade de refúgio. Os caminhos para essas cidades eram sempre mantidos em perfeitas condições para que o homicida pudesse chegar com facilidade. Antes do vingador de sangue. Assim Israel estaria livre da culpa de matar um inocente.

Jamais deverão roubar as terras de outros. Os limites antigos não podem ser alterados.

Novamente Moisés fala da importância de uma segunda testemunha. Para alguém ser condenado, todos os fatos devem ser apurados, investigados com cuidado, pelos juízes.

Se houver uma testemunha falsa, ela sofrerá o dano que planejou para o acusado injustamente. Não devem ter compaixão dessa pessoa. Para que Israel veja, tema e aprenda.

Quando o exército for para a guerra, o sacerdote lhes ordenará que não tenham medo, mesmo que o exército inimigo seja maior. O Senhor, que os tirou da terra do Egito, está com eles. O sacerdote também dirá que devem ser corajosos. Não se apavorar, nem tremerem diante do inimigo. O Senhor irá com eles e lutará contra seus inimigos.

Depois do sacerdote, os oficiais do exército falarão aos soldados que, se tiverem construído uma casa e ainda não usufruído dela, que voltem e usufruam. Se tiverem plantado uma videira e ainda não comeram de seus frutos, que voltem e comam. Se estiverem noivo, que voltem e casem. Para não correrem o risco de morrer na guerra e outro usufruir de sua casa, sua videira, sua noiva.

Eles também dirão que se houver alguém com medo ou angustiado que volte para sua casa, antes que amedronte outros.

Só então, eram escolhidos os comandantes para as tropas. Pessoas que completamente focadas na guerra. Sem preocupações ou medos em seus corações.

Quando forem à uma guerra, longe da terra que o Senhor lhes dá, devem oferecer primeiramente a paz, se aceitarem, não matarão ninguém. A população será escrava. Se partirem para a guerra, todos os homens serão mortos. As mulheres e crianças podem ser tomadas. Assim como o despojo.

Mas, das nações moradoras da terra que o Senhor está lhes dando, devem destruir tudo. Ninguém será poupado. Para que não sirva de armadilha, ensinando-os a servirem outros deuses.

E, olha que interessante, quando cercassem uma cidade, não podiam cortar as árvores frutíferas. Comeriam suas frutas. Cortariam apenas as que não fossem frutíferas para construírem seus equipamentos de guerra.

Terminamos nossa leitura de hoje.

Amanhã continuamos através dos capítulos vinte e um até o capítulo vinte e três.

Espero você. Até lá.

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Deuteronômio 5.1-7.26

Leitura do dia 17/02.

Na postagem anterior, vimos o primeiro discurso de Moisés no acampamento do Jordão. Israel está prestes a tomar posse da terra. Moisés não entrará. E, como um pai que aconselha seu filho, ele continua, durante todo o livro de Deuteronômio, a lembrar as trajetórias de Israel e as leis do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-41-49.html

É imprescindível que Israel obedeça Seus mandamentos.

Agora, caminharemos através das páginas do capítulo cinco até o final do capítulo oito.

Moisés reuniu todo o povo para seu segundo discurso.

Ordena que ouçam com atenção os decretos e estatutos do Senhor para que os aprendam e os cumpram cuidadosamente.

Precisamos lembrar que não tinham, cada um, a Torá em suas mãos. Precisavam ouvir para gravar as leis do Senhor.

E Moisés faz isso. Ensina-lhes. Falta a ele pouco tempo. Falta a Israel pouco tempo. Logo sairão do deserto e habitarão suas terras.

Moisés repete os dez mandamentos que o Senhor escreveu nas duas tábuas de pedra.

Ele lembra que o povo não quis mais ouvir ao Senhor, tamanho medo. Moisés precisou ser o intermediário. Israel teve medo de morrer. Ouviu o Todo-Poderoso.

Mas não seria maravilhoso que amassem o Senhor como Moisés e se santificassem para sempre ouví-Lo, como é Seu desejo?

O Senhor ordenou que Moisés subisse ao monte e ficasse com Ele. Depois, ensinasse ao povo todos Seus mandamentos, decretos e estatutos. Para cumprí-los na terra que o Senhor lhes dava a fim de conquistarem-na. Assim, teriam vida longa e plena.

Moisés chama Israel a um compromisso total com o Senhor. Que ouçam que o Senhor é o único Senhor. E que o amem, com todo coração, toda alma e toda força. Que Seus mandamentos estejam guardados em seus corações.

Se Suas palavras estivessem no coração, seriam de fato obedecidas, tornar-se-iam parte deles. Assim, poderiam obedecer e falar do Senhor enquanto estivessem em casa, no campo, quando deitassem e levantassem. Ensinando seus filhos e netos. Como era o desejo do Senhor.

Moisés ordena que as palavras do Senhor sejam amarradas às suas mãos, presas às suas testas e colocadas nos batentes das portas e nos portões. Sabemos que o povo de Israel chegou a fazer assim literalmente. Mas o desejo do Senhor era que Sua palavra estivesse em suas ações, seus pensamentos e seus lares.

Assim, viveriam bem na terra que o Senhor lhes dava.

E, sempre que seus filhos lhes perguntassem o que eram aqueles mandamentos, responderiam que o Senhor os tirara do Egito com mão forte e maravilhas e os levara à terra que havia prometido a seus antepassados.

E o mais maravilhoso, a justiça de Israel seria obedecer cuidadosamente aos mandamentos que o Senhor lhes ordenara.

Moisés deixou claro que as sete nações que seriam desarraigadas diante de Israel eram mais poderosas e numerosas que eles, mas o Senhor lutaria por eles.

E quando conquistassem aquelas nações, Israel deveria destruí-las completamente. Não podiam ter pena delas, nem fazer alianças com elas. Nem se unirem em casamento. Se fizessem, elas os fariam se afastar do Senhor e adorar outros deuses.

Teriam que quebrar seus altares idólatras e despedaçar suas colunas sagradas.

Eram um povo santo, separado, que pertenciam exclusivamente ao Senhor. Não podiam sequer usar os metais de que eram feito esses ídolos. Seria uma armadilha para eles. Era algo detestável ao Senhor. Não deviam ter em suas casas nada detestável.

O Senhor os amava, não por serem a maior nação mas porque o Senhor era fiel ao juramento que fizera a Abraão, Isaque e Jacó.

O Senhor disse que não conquistariam a terra de uma vez só, mas aos poucos. Se fosse de uma só vez, os animais ferozes se multiplicariam rapidamente na terra. O Senhor enviaria terror sobre aquelas nações para expulsarem todos, inclusive os que estivessem escondidos deles.

Ninguém os resistiria, desde que fossem fiéis ao Senhor.

Fidelidade e amor são as palavras chaves. Se você ama, você é fiel. Se O amassem, O obedeceriam. Desejariam agradá-Lo a cada dia. Como deve ser.

Terminamos aqui nossa leitura de hoje.

Amanhã continuamos através dos capítulos oito a dez.

Espero você. Até lá.

Deuteronômio 4.1-49

Leitura do dia 17/02.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.

Ontem vimos o discurso de Moisés. Ele está relembrando toda a caminhada do Egito até o acampamento no vale do Jordão.

Seus dias estão contados. Não entrará na terra.

Ele relembra tudo que o Senhor falou, para Israel não esquecer Seus mandamentos e obedecê-Lo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-11-46.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-21-329.html

Hoje, leremos os capítulos de quatro a sete.

Na primeira postagem veremos o capítulo quatro.

Moisés encoraja Israel a obedecer aos decretos e estatutos do Senhor. Para que vivam. Para que tomem posse da terra. E permaneçam nela.

Não podiam acrescentar nem tirar coisa alguma do que o Senhor havia falado. Simplesmente obedecer aos mandamentos do Senhor.

Moisés lembra que viram com seus próprios olhos o que o Senhor fez em Baal-Peor. Ele destruiu todos que adoraram Baal. Mas eles, que foram fiéis ao Senhor, estavam vivos.

Moisés ensinou-lhes tudo que o Senhor ordenada, para que Israel cumprisse quando entrasse na terra que o Senhor lhes dava.

Obedecendo Seus mandamentos as nações ao redor veriam como eles eram sábios e prudentes. Ninguém tinha um deus tão próximo como eles. Nem leis tão justas.

Não poderiam se esquecer dos mandamentos do Senhor. Nunca. Deveriam passar adiante, às próximas gerações, aos seus filhos e netos. Para que temessem ao Senhor.

Moisés lembra que, quando o Senhor falou com eles, do meio do fogo, enquanto o monte ardia em chamas que subiam até o céu, Ele lhes proclamou Sua aliança, os dez mandamentos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-321-35.html

O alerta é feito. Não podiam se corromper fazendo ídolos de qualquer forma. Não haviam visto nenhuma forma quando o Senhor lhes falou no monte.

Quando olhassem o céu e vissem o exército celestial, que não caíssem na tentação de prostrar-se diante deles e adorá-los.

Moisés ainda fala que o Senhor deu o exército celestial a todos os povos. Não para adorá-los.

Lembra que o Senhor se irou contra ele, por causa das águas de Meribá. Quando Moisés não reverenciou a santidade do Senhor.

Eles entrariam na terra. Moisés não. Ele morreria do lado de cá do Jordão.

Consegue imaginar a tristeza de Moisés? E sua preocupação com Israel?

Moisés toma o céu e a terra como testemunho. Se quebrarem Sua aliança sofreriam as consequências, sendo dispersos por várias nações. Onde adorariam deuses de madeira e pedra, feitos por mãos humanas, que não enxergam, não ouvem, não comem, nem cheiram.

Ainda assim, pela Sua bondade, o Senhor os buscaria onde estivessem. Se O buscassem de todo o coração e toda a alma, O encontrariam.

O Senhor é tão maravilhoso que se deixa achar por todos que O buscam.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/esconde-esconde.html

Moisés reitera que se O obedecessem de todo o coração, tudo iria bem com eles.

Foram separadas três cidades de refúgio do lado leste do Jordão. Uma na tribo de Rúben, outra na tribo de Gade e outra na tribo de Manassés.

Esse foi seu primeiro discurso no acampamento do Jordão.

Então, começa o segundo discurso, lembrando que Israel tomou posse do território de Seom e de Ogue. Dois reis dos amorreus que viviam a leste do Jordão.

Continuamos na próxima postagem. Até já.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Deuteronômio 1.1-46

Leitura do dia 16/02.

Hoje iniciamos nossa caminhada através do livro de Deuteronômio.

Na postagem anterior vimos o Senhor passando a Moisés as fronteiras da terra, as cidades para os levitas, as Cidades Refúgios e como seriam os casamentos das mulheres que herdavam herança de seus pais.

Vimos que Jesus é nossa cidade refúgio. Onde nos escondemos e vivemos maravilhosamente refugiados nEle. Para sempre.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-341-3613.html

Agora, leremos os três primeiros capítulos de Deuteronômio.

Nesta postagem, o capítulo um.

Moisés discursa diante de Israel, no vale do rio Jordão, quando estão prestes à entrar na terra e possuí-la. Ele relembra toda a jornada desde que saíram do Egito, até chegarem ali.

O livro de Deuteronômio é uma lembrança de tudo que aconteceu e de todas as ordenanças do Senhor. Sob novo foco. Agora estão prestes a conquistar suas terras.

Moisés esclarece-nos que, normalmente, gastava-se apenas onze dias para viajar do Sinai até Cades-Barneia. Eles demoraram quarenta anos.

Quando estavam no Sinai, o Senhor lhes ordenara a sair de lá, entrar e tomar posse da terra que dera a Abraão, Isaque, Jacó e todos os seus descendentes.

Moisés lembra ter dito que eram numerosos. Um peso muito grande para levar sozinho. O povo selecionou homens respeitados de suas tribos. Moisés os convocou e os nomeou para serem juízes e oficiais. Eram chefes de mil, de cem, de cinquenta e dez.

Naquele momento Moisés ordenou que os juízes dessem atenção aos casos dos israelitas e dos estrangeiros. Da mesma forma.

Deviam ser completamente justos em todas as decisões. Imparciais em todos os julgamentos. Cuidariam do caso dos pobres e dos ricos.

Que não fossem intimidados por ninguém. O Senhor daria decisões através deles.

Apenas os casos que fossem difíceis demais seriam levados a Moisés.

Depois que Moisés passou essas instruções ao povo, conforme o Senhor dera ordem, saíram do Sinai e atravessaram o deserto. Imenso e assustador. Foram até à região montanhosa dos amorreus. Ali, Moisés ordenou que tomassem posse da terra.

Israel pediu a Moisés que fossem enviados espiões para fazerem o reconhecimento da terra por eles. Que recomendassem o melhor caminho e as cidades que entrariam.

Moisés achou uma boa ideia. Enviou homens escolhidos. Príncipes. Um de cada tribo, que fizeram o reconhecimento da terra. Tomaram alguns frutos da região. E relataram que a terra era de fato muito boa.

Mas disseram que não conseguiriam conquistar seus moradores, muito mais altos e fortes que eles. Nem suas cidades, com muralhas que iam até os céus. Falaram também que seus filhos ficariam órfãos e suas mulheres, viúvas.

Chegaram ao cúmulo de dizer que o Senhor os odiava. Por isso os levara até ali, para morrerem no deserto. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-131-1445.html

Moisés, na época, disse para não entrarem em pânico, nem terem medo daquele povo. O Senhor iria adiante deles. E lutaria em seu favor. Como havia feito no Egito. E eles eram testemunhas.

Além disso, viram o cuidado do Senhor por todo o caminho onde andaram no deserto. O Senhor cuidou deles como um pai cuida de seu filho.

Mesmo depois disso, o povo não creu nEle. Ainda que o Senhor fosse adiante deles, escolhendo lugar para acamparem durante aquele trajeto. Ainda que vissem diariamente a nuvem e a coluna de fogo diante deles.

O próprio fato de pedirem espias, já demonstrava incredulidade. Espiar o quê, se o Senhor disse que lhes daria a terra? O Senhor estava com eles. Não importava o tamanho dos moradores, nem das muralhas de suas cidades.

Quando o Senhor ouviu suas queixas, jurou que ninguém daquela geração entraria na terra. Mas os filhos deles conquistariam a terra.

Moisés lembrou que o Senhor ordenou que voltassem e fossem em direção ao Mar Vermelho.

Quando ouviram tais palavras, reconheceram seus pecados. Levantaram-se e foram tomar posse da terra.

Mas o Senhor havia ordenado expressamente que voltassem. Ele não estaria no meio deles.

Foram derrotados pelos amorreus.

Por isso, ficaram em Cades por um longo tempo.

O capítulo um termina aqui. Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Coragem para mergulhar

Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.

Na última postagem vimos que devemos e podemos repartir o pouco que temos. É assim que a matemática do Senhor funciona. Se tenho, dou e recebo mais. Se retenho mais do que devia, perco.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/11/posso-repartir-o-pouco-que-tenho.html

Hoje, caminharemos através do capítulo cinco. Do versículo um ao versículo dezenove.

É a história de Naamã, chefe do exército do rei Aram, da Síria.

Naamã era um homem muito respeitado e honrado pelo seu senhor. Através dele o Senhor havia dado vitória à Síria. Era um valoroso guerreiro.

Mas havia um porém na vida desse homem. Ele contraiu uma terrível doença de pele.

Em uma de suas campanhas militares, os sírios levaram cativa uma menina de Israel. Ela passou a servir a esposa de Naamã. Um dia a menina, cumprindo seu papel de abençoadora (Gênesis 12), sugeriu à sua patroa que o seu senhor procurasse o profeta que estava em Samaria. Ela sabia, com certeza, que ele o curaria da sua lepra. Embora fosse escrava, não esqueceu seu papel de, como filha de Abraão, abençoar todas as nações. Mesmo uma nação que a havia levado embora de sua terra, de sua casa.

Naamã comentou com o rei da Síria o que a menina havia falado. O rei imediatamente escreveu uma carta apelando ao rei de Israel e ordenou que Naamã fosse depressa até lá. Ele tinha seu oficial em alta conta.

Naamã foi. Levou trezentos e cinquenta quilos de prata, setenta e dois quilos de ouro e dez mudas de roupas finas. Coisas valiosas. Presentes.

Levou também ao rei de Israel a carta de seu rei. Nela estava escrito que, no momento em que recebesse a carta, saberia que o rei da Síria havia lhe enviado seu servo Naamã, para que fosse curado daquela espécie de lepra.

Quando Naamã chegou, entregou ao rei de Israel a carta. Assim que o rei a leu, irritou-se muito. Rasgou suas roupas de tão indignado que ficou. Perguntou se por acaso ele era Deus, que pode matar e dar vida, para que o rei lhe enviasse um homem para ser curado de lepra. Acreditou que o rei da Síria estava procurando um motivo para criar um conflito, que pudesse levar à guerra.

Quando Eliseu, o homem de Deus, ouviu que o rei de Israel tinha rasgado suas roupas, mandou perguntar ao rei o motivo. Deveria simplesmente enviar Naamã a ele. Então, saberia que era verdade, havia profeta em Israel.

Naamã foi. Com seus cavalos e seu carro. Parou na entrada da casa de Eliseu.

Eliseu mandou um mensageiro dizer-lhe que deveria lavar-se sete vezes no rio Jordão. Sua carne lhe seria restituída e ficaria limpa.

Naamã sentiu-se insultado. Saiu de lá reclamando que não era dessa maneira que havia imaginado que seria curado.

Imaginava que Eliseu fosse recebê-lo pessoalmente, afinal era um homem muito importante. Além disso, invocaria em pé o Nome do Senhor, o Deus de Eliseu, moveria a mão sobre as feridas e o curaria daquela terrível enfermidade.

Disse mais: os rios de Abana e Farfar em Damasco, capital da Síria, eram muito melhores que todas as águas de Israel. Ele poderia lavar-se neles para ficar curado. Voltou as costas e retirou-se indignado.

Será que já agimos dessa maneira? Porque recebemos uma orientação do Senhor que "não era bem o que eu imaginava".

Os servos de Naamã, que o respeitavam e amavam, chegaram-se a ele. Deram-lhe um sábio conselho. O respeito que sentiam por ele era tão grande que o chamavam de “pai” e “mestre”. Ainda assim, não deixaram de aconselhá-lo. Falaram que se o profeta tivesse ordenado algo difícil, ele faria. No entanto, apenas havia orientado que se lavasse e ficaria curado.

Naamã, mesmo sendo um valoroso e poderoso guerreiro, que estava muito acima de seus homens, aceitou o conselho. Não era fácil para ele. Seus servos sabiam que era leproso, mas diante deles, estava sempre de armadura. Teria que tirar. Se expor. Se humilhar. E mergulhar.

Desceu ao Jordão. Mergulhou sete vezes, conforme a orientação de Eliseu.

Ficou completamente curado. Sua pele tornou-se sadia e limpa. Não como a pele de um homem de sua idade, mas como a pele de um menino.

Ele voltou à casa de Eliseu com sua comitiva. Ao ver Eliseu declarou que agora sabia que em toda a terra não há Deus, a não ser em Israel. Mais um estrangeiro foi alcançado, porque toda a terra é do Senhor. Ele amou o mundo todo. Jesus morreu por todas as nações. Por todos os indivíduos.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

Ele rogou que Eliseu recebesse seu presente. Colocou-se na posição de servo de Eliseu, chamando-o de Senhor. Reconheceu sua posição, assim como o capitão do exército de Israel havia reconhecido a posição de Elias. http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/coragem-para-se-ajoelhar.html

Eliseu respondeu que não aceitaria. Disse que jurava pelo nome do Senhor, o Deus vivo, a quem servia, que não aceitaria nada. Naamã insistiu, porém ele se recusou a receber qualquer gratificação.

O impacto foi tão grande na vida de Naamã que se posicionou diante do Senhor, o Deus de Israel. Pediu que Eliseu permitisse levar duas mulas carregadas da terra de Israel. Explicou que, de agora em diante, jamais ofereceria holocaustos nem sacrifícios a outros deuses, senão ao Senhor. Pediu também que o Senhor lhe perdoasse quando tivesse que acompanhar seu rei ao templo de Rimom, o deus da Síria. Explicou que o rei costumava apoiar-se em seu braço para reverenciar sua divindade. Dessa forma, tinha que ajoelhar-se também.

Eliseu lhe desejou Shalom. Que Naamã fosse em paz e tivesse uma boa viagem. E Naamã foi.

Que possamos aprender que, embora sejamos guerreiros valorosos, quem nos dá a vitória é o Senhor, assim como aconteceu com a Síria, através de Naamã.

Que possamos aprender com essa menina. Ainda que escrava, longe de sua terra, não deixou de cumprir seu chamado, seu propósito de ser uma benção para todos.

Que possamos aprender com os servos de Naamã, que mesmo com todo o respeito que sentiam por seu senhor, não deixaram de aconselhá-lo.

Que possamos aprender com Naamã. Ainda que um valoroso guerreiro, não deixou de ouvir uma escrava, nem seus servos que o aconselharam, para seu bem. Deixou-se ser visto. Tirou sua armadura. Humilhou-se. Teve coragem para mergulhar.
http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/naama-e-o-processo.html

Que possamos aprender com Eliseu. Ninguém iria sair de suas terras sem saber que havia Deus em Israel. Um Deus que faz milagres. Que opera maravilhas. O Senhor com quem ele se relacionava.

Quantas lições a aprender com a história desse homem. Mas ainda não acabou.

Continuamos na próxima quarta. Espero você. Até lá.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

João, o Batista



Naqueles dias, surgiu João Batista, pregando no deserto da Judéia. Assim começa o capítulo 3 de Mateus. João significa “Deus é cheio de graça”. O nome de João por si só era uma pregação. 

Chama minha atenção o fato de João pregar no deserto.


Já tive o privilégio de ir a Israel. O deserto da Judéia é realmente um deserto. O que um homem iria fazer naquele lugar é difícil de imaginar. Pregar no deserto? Foge à minha compreensão. A vista é fabulosa, é verdade. Mas praticamente toda da mesma cor. Sem contar o calor! Mesmo à beira do rio Jordão.

Vemos pregadores escolherem os lugares mais centrais, agradáveis e luxuosos para levarem suas pregações. Mas João? Ele surgiu, pregando no deserto da Judéia. Tenho que perguntar: Que homem é esse? Ah, e a pregação dele? Ele não prega o que se quer ouvir. Não fala de coisas agradáveis e doces aos nossos ouvidos. Sua pregação chamava as pessoas ao arrependimento. Simples assim. Sem barganhas. Sem afagos.  

Mateus afirma que esse é o que o profeta Isaías anunciou. A voz. A voz do que clamaria no deserto e prepararia o caminho do Senhor.

Sua roupa era semelhante a dos profetas do Antigo Testamento. Ele comia gafanhotos e mel silvestre. Era o que “tinha pra hoje”. Alimento fácil de achar no deserto.

E sabe o que acontecia? Pasmem! As pessoas vinham de Jerusalém, de toda a Judéia e da região ao redor do Jordão. Vinham, confessavam seus pecados e eram batizadas por João no rio Jordão. Elas iam até João. Ouviam sua pregação. Eram confrontadas. Confessavam seus pecados. E eram batizadas.

O batismo era um ritual de purificação naquela época. Por batizar, João passou a ser conhecido como João Batista.

Ele percebeu que muitos fariseus e saduceus vinham até a ele. Os fariseus eram um grupo legalista e separatista, que zelava pela Lei de Moisés e pela tradição não escrita. E os saduceus, um grupo de ricos. Influenciavam a política e a religião. Usavam o templo para tal. Amo João Batista. Não era “politicamente correto”. Falava a verdade. Chamava “na cara dura”, esses dois grupos de raça de víboras e ordenava-os que produzissem frutos dignos de arrependimento antes de desejarem o batismo.

João também falava que ele batizava apenas com água, mas depois dele viria alguém mais poderoso, que ele não era sequer digno de carregar suas sandálias! Que homem é esse? Não se vangloriava. Não batia no peito reclamando sua autoridade e exigindo respeito. Dizia que era o menor. E apontava para Jesus, Aquele que batizaria com Espírito Santo e com fogo. Aquele que limparia a sua eira, juntando o trigo e queimando a palha no fogo. Quando se colhia o trigo, deixava-se na eira, ao vento. A palha era espalhada. Separava-se o trigo para colocá-lo no celeiro.

É João sabia quem ele era e para que veio! Conhecia sua identidade. Nem mais, nem menos. Como é importante sabermos quem somos, independente da opinião das pessoas, das circunstâncias e do tempo.

Jesus foi até João para ser batizado por ele. João quase “caiu duro”. Ele dizia que precisava ser batizado por Jesus e Jesus foi até ele! Não via lógica nisso. Mas o Senhor, sempre tão maravilhoso e sábio respondeu que era necessário para que se cumprisse toda a justiça. Então João concordou e O batizou.

Ah, quando Jesus saiu da água! O céu se abriu. Ele viu o Espírito Santo descer em forma de pomba e pousar sobre Ele. E ouviu uma voz dos céus dizendo que Ele era o Filho amado, em quem o Pai tinha prazer. Jesus viu e ouviu. Ele possuía olhos que viam e ouvidos que ouviam, como devemos possuir.

Agora Jesus entra finalmente em cena. A partir do próximo capítulo.

Que aprendamos com João a não negociar os valores e a verdade, independente de quaisquer coisas. Que saibamos quem somos e qual nossa missão. E que aprendamos com Jesus a ver e ouvir.

Ah, se quiser ler um pouco mais sobre João: 
http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/o-deus-das-impossibilidades.html

domingo, 1 de maio de 2016

Eliseu e sua vida sobrenatural


Ainda falando de Eliseu. Como podemos aprender!

Os discípulos dos profetas se tornaram muitos. Seguir Eliseu era inspirador. Sempre acontecia algo.

As águas péssimas se tornavam boas. Onde não havia água, os poços cavados são cheios. Uma viúva sem recurso é abastecida de azeite puro, pode pagar suas dívidas e viver do restante. Uma mulher estéril tem um filho, que anos depois morre e ressuscita. O veneno da panela é combatido por um "antídoto". Vinte pães alimentam cem homens. Naamã é curado da lepra. E outras histórias que não devem ter sido contadas. 

Como não querer estar perto de um homem desses? Esses discípulos sugerem descer ao Jordão para construir um local para suas reuniões. E aí fico me perguntando como deveriam ser essas reuniões. Eliseu contava, ensinava como era andar na presença do Senhor? Orava com eles? Os discípulos começam a derrubar árvores e o ferro de um machado cai no rio. O homem se apavora. Pede socorro ao homem de Deus. Eliseu simplesmente pergunta onde o machado caiu e resolve o problema. Mais uma história para ser contada. Mais discípulos de profetas, com certeza, agregados.

Eliseu é até espião de guerra! Por várias vezes o rei da Síria resolve atacar a Israel, monta uma estratégia secreta e Eliseu manda comunicar ao rei. O rei de Israel fortalecia o tal lugar e a estratégia do rei da Síria caía por terra. O rei da Síria fica tão indignado que manda cercar o lugar onde Eliseu mora. Quando acorda, está completamente cercado e continua "na maior tranquilidade". Enxerga o que deve enxergar. Seu servo se desespera. Eliseu o acalma e roga ao Senhor que abra os seus olhos para que consiga ver. Engraçado que não ora para que consiga ver tal coisa. Simplesmente para que consiga ver. O mundo espiritual é o mundo real. E o Senhor o atende! Ele vê! Carros e cavalos de fogo os protegem.

Então Eliseu ora para que seus inimigos fiquem completamente cegos. Os leva até Samaria. Ora para que voltem a enxergar. Orienta ao rei que lhes dê comida. O rei lhes serve um banquete e os despede. O rei da Síria desiste de atacar Israel por um bom tempo! Com Eliseu por perto, as coisas ficam difíceis para ele.

Que sejamos pessoas com quem os discípulos queiram andar. Que possamos ter uma palavra de Deus àqueles que nos procuram. Que tenhamos disposição em ajudar, em qualquer situação, seja uma sunamita ou um homem que simplesmente perdeu o machado emprestado. Que Ele nos ensine as estratégias certas. Que nos ensine a  enxergar, como Ele vê. Que milagres sejam vistos em nossas vidas e através delas. Que nosso inimigo fique cego, e bata em retirada, derrotado. 

domingo, 24 de abril de 2016

Eliseu, de servo a protagonista

Continuando com Eliseu. Uma nova fase. 

Começa uma nova história. Ele atravessa o Jordão com a capa de Elias, e invoca o Deus de Elias. Tudo muito novo ainda.

Os discípulos dos profetas o encontram e pedem para ir atrás de seu mestre. Ele diz que não adianta. Eles insistem tanto que acabam indo. Em vão. Elias não ia voltar. Entrou em cena e saiu de cena no tempo do Senhor. No tempo e no modo dEle.

Agora é a vez de Eliseu. Seu tempo. Seu capítulo na história. Ele é o protagonista da vez.

Os moradores de Jericó reivindicam de Eliseu a solução para a cidade. Veja que interessante. A cidade é boa. O clima. Tudo. Ou quase. As águas não são. Água é vida. As árvores precisam estar plantadas junto às águas para viver. As plantações. Os animais. Nós. O que adiantava tudo ser bom e a água não? E se a água não era boa, a terra era estéril.

Se tem uma coisa que também amo na Bíblia são os simbolismos. Amo tipologia.

O que Eliseu fez? Colocou sal num jarro novo. Uau! Foi até à fonte das águas. Jogou sal. Na fonte. Sal que estava num jarro novo! E não invocou mais o Deus de Elias. Agora sabia o que fazer. O que dizer. E em nome de quem. Yahweh, o seu Deus. Sempre falo: o Deus de Abraão, de Isaque, de Jacó e de Symone. Meu Deus! Meu, pessoal. Íntimo.

Somos o sal da terra. Jarros novos. As cidades são boas, mas as águas são más. A terra improdutiva. Precisa de nós. A Igreja precisa salgar a terra. Curar a fonte!

A natureza geme e aguarda com expectativa a manifestação dos filhos de Deus. A cura das águas, a produtividade da terra, depende de nós. De mim e de você.

Eliseu era um homem de Deus, mesmo trabalhando no agronegócio. Por isso o Senhor mandou Elias ungi-lo profeta em seu lugar. Mas atingiu o seu ponto de convergência quando, depois de servir e aprender com Elias, começou a viver a vida para a qual foi chamado. Que maravilha!

Um dia o Senhor falou algo que me deixou estarrecida. Foi uma revelação que mudou a minha vida. Ele me disse que tudo o que passei no meu passado foi para que eu pudesse viver o futuro que Ele tem para mim. Ele sabia tudo que eu ia passar! Como em uma escola! Como José. Ele precisava passar por tudo o que passou. Para aprender o que aprendeu. E se tornar o vice-rei do Egito. E o Senhor me disse que tudo, absolutamente tudo que eu passei foi para eu estar preparada para o meu futuro. Para viver o que Ele tem para mim. Meu ministério, em toda a sua plenitude. Como o Bispo JB Carvalho sempre fala, para eu viver "a melhor versão de mim mesmo". Não passei por acaso, por causa de certas circunstâncias. Não passei porque Ele perdeu o plano da minha vida. Passei por causa do meu futuro. 

Que possamos aprender em cada circunstância, sabendo que Deus sempre tem o melhor para nós e que existe um propósito em tudo. Que sejamos alunos agradecidos. O futuro nos espera. Somos sal em jarros novos. Precisamos salgar. Precisamos curar as cidades.

domingo, 27 de dezembro de 2015

Naamã e o processo


Vamos ler a história de Naamã?
Naamã era poderoso. O texto bíblico fala dele, de suas qualidades. Era "o cara". Mas, havia um porém. Um terrível “porém”. "Porém leproso". Que situação a desse homem! Vivia de armadura o tempo todo. Ansiava por chegar em casa. Os seus o viam como ele era. Leproso. Que triste!

Mas uma escrava, que sabia seu papel de ser benção em qualquer lugar que estivesse, como José também sabia, disse: “Ah se meu Senhor estivesse em Israel”! E explicou.

Deus ama um coração assim! Naamã não procrastinou. Não hesitou. Como tantas vezes faço. Logo arrumou presentes para dar ao profeta e se colocou a caminho. Devia se parecer comigo. Foi pelo caminho "imaginando" como ia ser aquele encontro! "O profeta vai falar algumas palavras e serei curado". Decididamente parecia comigo. Tudo prático. Rápido. Num estalar de dedos. Ledo engano. Ah, os processos. Eu podia ficar aqui o dia inteiro falando sobre essa história. Todos os lados dela. Mas hoje é só um lado. Que já será bastante.

Naamã, lembre quem era, foi recebido pelo servo do profeta com um recado: “Lave-se sete vezes no Jordão”. Naamã fica furioso! Na terra dele tem rios muito melhores. “Esse profeta me dá essa ordem”! Ah, se fosse comigo, entenderia perfeitamente! Seria Deus me mandando enfrentar meu maior medo.

Nada me angustiava mais que pensar no batismo. Eu queria muito dizer a todos que agora era nova criatura mas não podia ser de outro jeito? Por que inventaram esse negócio de batismo? Só de lembrar meu coração dispara! Tinha pavor em pensar (tenho) em colocar minha cabeça dentro da água. Ficar submersa.

Voltando a Naamã. Era um guerreiro poderoso. Com certeza não partilhava de meus medos. Seu servo corajosamente fala: "Meu Senhor, se o profeta não te pedisse algo difícil, o senhor não faria”? Amo isso nesse homem: ele sabia ouvir! Não importava quem estava falando. Importava o que estava falando! Ouviu uma escrava. Agora um servo! Se fosse para mim, diria que preferia qualquer outra coisa a mergulhar UMA vez no Jordão. Imagina SETE. Tremo de pavor só de pensar no que Naamã teria que fazer para ser curado da sua lepra. E isso me paralisa de um jeito que não conseguia enxergar mais nada! Para ele não era o mergulhar! Era tirar a armadura diante de seu exército. Expor sua lepra diante das pessoas que só conheciam o poderoso guerreiro que era! Quantas vezes também temos medo de tirar a armadura!? Evitamos ao máximo nos expor. Queremos ficar protegidos.

Naamã se expôs diante de todos, mostrando como a lepra havia tomado conta dele. De novo os processos. Deus ama processos. Eu não. Quero tudo para ontem. Quero tudo na velocidade da luz. Como no micro ondas. Mas não é uma delícia um feijão feito no fogão à lenha? Demora horas e horas. Uma noite inteira. Mas é muito mais saboroso. As coisas com Deus são assim também. Mesmo que o processo seja doloroso, seja difícil. Precisamos passar por ele. Precisamos dele.

Naamã deixou seu orgulho, seu preconceito sobre como as pessoas iriam olhar para ele. Se lembrariam da lepra ou do que aconteceu em seguida? Ele mergulhou e da primeira vez não aconteceu nada. Teve que mergulhar as sete vezes. Quando levantou a sétima vez, estava completamente curado. Sua pele era como a pele de um bebê. Deus não faz pela metade. Não era a pele de um homem da sua idade. Deus sempre faz muito mais do que pedimos, imaginamos ou pensamos. Ele sempre vai além. Naamã se converteu ao Deus verdadeiro. Nunca mais ofereceu sacrifícios a outros deuses.

Se temos que passar pelos processos para sermos curados, que os enfrentemos. Teremos uma vida melhor, sem lepra, sem precisar carregar uma armadura pesada onde quer que estejamos, o tempo todo. Vamos nos despir. Mergulhar e deixar-nos ser curados. O esforço valerá a pena.