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quarta-feira, 3 de abril de 2019

1 Reis 22.31-53

Leitura do dia 04/04.

Na última postagem vimos que, apesar da palavra do Senhor entregue através do profeta Micaías, Acabe e Josafá partiram para a guerra contra a Síria.

Acabe foi disfarçado como um simples soldado, com medo de morrer, tal qual o profeta lhe preveniu. Josafá correu o risco e foi vestido com suas roupas reais. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-2219-30.html

Agora, ainda através das páginas do capítulo vinte e dois. A partir do versículo trinta e um. Até ao final.

Sem que soubesse de algo e, antes de partirem para a guerra, o rei da Síria deu ordem aos seus trinta e dois comandantes. Não deviam atacar ninguém, fosse soldado, fosse oficial, exceto o rei de Israel. A missão era: "Matem o rei de Israel!"

Quando os comandantes dos carros de guerra viram Josafá, falaram uns com os outros: “Vê! É o rei de Israel!”

Cercaram Josafá para atacá-lo e matá-lo, mas ele gritou. O livro de Crônicas nos conta que não foi apenas um grito, ele clamou ao Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html

Quando perceberam que não era o rei de Israel, pararam de perseguí-lo. Ufa! Josafá escapou.

Mesmo que tenha ido a uma guerra que não era sua, uma guerra que ouviu o profeta falar o que aconteceria, clamou ao Senhor que, em Sua infinita misericórdia, o livrou.

De repente, um soldado disparou seu arco a esmo. Sabe quem ele atingiu? Exatamente, o rei de Israel. Embora estivesse com armadura, o arco o atingiu exatamente entre as juntas da sua armadura.

Só há um modo de escapar do juízo perfeito do Senhor, o arrependimento. Acabe havia se arrependido, mas continuou querendo viver sua vida a seu modo. Dirigindo seus próprios passos. Arrependimento implica em mudança de atitudes, de destino, de vida.

Assim que foi atingido, Acabe ordenou ao condutor do seu carro que voltasse, que o fizesse sair depressa do combate. Percebeu que estava gravemente ferido.

A batalha se tornou ainda mais violenta e os soldados tiveram que manter o rei de pé sobre seu carro, diante dos sírios. Ao cair da tarde ele morreu. O sangue de sua ferida escorria no fundo do carro.

Ao pôr-do-sol, um grito fúnebre percorreu todo o acampamento. A ordem era recuar. Cada um deveria voltar para sua cidade. Cada chefe de família para sua terra. O rei de Israel estava morto.

Ele foi transportado para Samaria, capital de Israel. Lá foi sepultado. Lavaram o carro militar real e suas armas num açude em Samaria. No mesmo lugar onde as prostitutas costumavam banhar-se. Vários cães vieram e lamberam seu sangue. Exatamente como o Senhor havia predito.

Todas as realizações de Acabe, as cidades que construiu e até a descrição do seu palácio, pasme, decorado com marfim da melhor qualidade, foram descritos na História dos Reis de Israel. Acazias, seu filho, reinou em seu lugar.

Quanto a Josafá, filho de Asa, começou a reinar sobre Judá no quarto ano do governo de Acabe, rei de Israel. Estava com tinha trinta e cinco anos de idade quando começou a reinar. Reinou vinte e cindo anos em Jerusalém. Andou em todos os caminhos de seu pai, Asa. Não se desviou deles. Fez o que era reto perante o Senhor.

Apesar disso, não destruiu os altares idólatras e o povo seguiu oferecendo sacrifícios pagãos e a queimar incenso. O coração do povo, infelizmente, não era inclinado ao Senhor. Não tinham ouvidos para ouvir.

Josafá viveu em paz com o rei de Israel. Seus feitos, o poder que demonstrou, e os atos de bravura nos tempos de guerra, foram todos escritos nos registros históricos dos reis de Judá.

Ele também expulsou da terra o restante dos sodomitas, prostitutos e prostitutas cultuais, que serviam nos altares pagãos, e haviam restado depois do reinado de seu pai Asa.

Neste tempo não havia rei em Edom. Apenas um vice-rei nomeado para assumir o governo local.

Josafá mandou construir navios em Társis. Uma frota de embarcações mercantes, cujo objetivo era buscar ouro em Ofir. Jamais o trouxeram. As embarcações naufragaram em Eziom-Geber, conforme a palavra do Senhor. Está escrito lá em Crônicas. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/posicionamento.html

Naquele tempo, Acazias, filho de Acabe, fez a uma oferta a Josafá. Colocou seus marinheiros à sua disposição para cooperar e navegar com os dele. Contudo, Josafá preferiu não aceitar tal ajuda. Aprendeu que os acordos e alianças devem ser feitos sob a direção do Senhor.

Quando morreu, foi sepultado junto a seus antepassados, na Cidade de Davi. Seu filho Jeorão, assumiu o reino em seu lugar.

Acazias, filho de Acabe, tornou-se rei de Israel, em Samaria, no décimo sétimo ano do reinado de Josafá, rei de Judá. Governou apenas dois anos sobre Israel. Praticou o que é reprovável diante do Senhor. Andou segundo os maus exemplos de seu pai, e nos caminhos pagãos de sua mãe.

Como se isso não bastasse, agiu também conforme as atitudes erradas de Jeroboão, filho de Nebate, que fez Israel pecar. Dedicou seu culto a Baal e o serviu, provocando a ira do Senhor, o Deus de Israel, como seu pai havia procedido. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/quem-sao-os-meus-conselheiros.html

Que sigamos o conselho de João: "Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, contudo, alguém pecar, temos um Advogado que defende nossa causa diante do Pai: Jesus Cristo, aquele que é Justo." - 1 João 2.1 (Aleluia!)

Para que possa nos defender, precisamos confessar e nos arrepender. É o único meio de escaparmos. Acabe, mesmo disfarçado, não conseguiu escapar do juízo. Nem ele, nem ninguém.

Que lembremos de não fazer aliança com ninguém, sem a aprovação do Senhor. Que saibamos dizer não, como Josafá aprendeu após algumas alianças mal feitas.

E que andemos segundo os caminhos daqueles que andaram e andam com o Senhor. A cada dia. E sempre.

Hoje terminamos o livro de 1 Reis. Para mim e, se você acompanhou todas as histórias aqui registradas, com certeza, para você também, é um livro fascinante.

Amanhã começaremos o livro de 2 Reis. Leremos do capítulo um ao capítulo três.

Espero você. Até lá.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/e-possivel-enganar-morte.html

1 Reis 22.19-30

Leitura do dia 04/04.

Na última postagem vimos que Josafá encontrou-se com Acabe. Acabe o convidou para ser seu aliado em uma guerra. Josafá quis ouvir a palavra do Senhor a esse respeito, Seu direcionamento.

Acabe convocou aproximadamente quatrocentos profetas. Infelizmente eram profetas que estavam interessados em agradar ao rei. Serviam ao rei Acabe. Não ao Senhor.

Micaías foi chamado, mesmo a contra-gosto. Falou a verdade. Disse que tinha visto Israel disperso pelos montes, como ovelhas sem pastor. E continuou. Ordenou que ouvissem a palavra do Senhor. E contou a visão que teve. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-221-18.html

Agora, continuamos a partir do versículo dezenove, do capítulo vinte e dois. Até o versículo trinta.

Micaías viu o Senhor sentado em Seu trono. Todo o exército celestial estava em pé junto ao trono. Alguns à sua Sua esquerda. Outros à Sua direita. O Senhor perguntou quem enganaria Acabe para que ataque Ramote-Gileade e encontrasse a morte.

Alguns anjos falavam de um jeito, enquanto outros sugeriam ideias diferentes. Até que um espírito colocou-se diante do Senhor dizendo que iria enganá-lo. Veja bem, um espírito.

O Senhor lhe perguntou como o espírito pretendia fazer. Ele respondeu que seria um espírito mentiroso na boca de todos os profetas do rei. De novo, profetas do rei. Não profetas do Senhor.

O Senhor disse que realmente enganaria e prevaleceria. Que fosse e fizesse o que devia fazer.

Micaías disse que o Senhor havia colocado um espírito mentiroso na boca de todos os profetas do rei. Mas Ele, o Senhor, era quem pronunciava a desgraça contra Acabe.

Consegue perceber a seriedade disso? Quem é “profeta do rei” dá legalidade para que espíritos usem seus lábios para falar. Estamos sendo usados por quem? Para quem? Estamos enganando alguém? Estamos sendo enganados, ouvindo "profetas do rei"?
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html

Zedequias, o que havia feito os chifres, deu um tapa no rosto de Micaías e lhe perguntou de que maneira o Espírito do Senhor havia saído dele e ido falar com ele. Micaías não ficou “batendo boca” com Zedequias. Não se defendeu. Não acusou. Apenas disse que ele veria e compreenderia no dia em que tivesse vagueando de um aposento a outro para se esconder.

Acabe ordenou que Micaías fosse preso. Que o levassem ao governador da cidade e a Joás, filho do rei, com a ordem de lançá-lo na prisão. Seria alimentado com a quantidade mínima de pão e água até que o rei retornasse são e salvo da batalha.

Micaías respondeu ao rei que se ele voltasse são e salvo, o Senhor não havia falado através de sua boca.

Inacreditavelmente, Acabe, rei de Israel e Josafá, rei de Judá, marcharam contra Ramote-Gileade. Não ouviram a palavra do Senhor.

E sabe o que Acabe fez? Pediu que Josafá se vestisse com suas roupas reais enquanto ele iria entrar em combate disfarçado. Isso mesmo!

Se ele acreditava que Micaías falou pelo Senhor, por que mandou prendê-lo? Por que foi à guerra? Se não acreditava, por que disfarçar-se? E quanto a Josafá, por que foi para a guerra? Não creu no profeta do Senhor?

O fato é que Acabe disfarçou-se. E ambos partiram para a batalha.

O que será que acontecerá? Alguém morrerá?

Quem? Acabe disfarçado? Josafá vestido com suas vestes reais? Nenhum dos dois? Os dois?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/estou-sendo-enganado-enganando.html

1 Reis 22.1-18

Leitura do dia 04/04.

Na última postagem, vimos o valor de uma herança. Mas não apenas isso, vimos o poder do arrependimento. Em qualquer homem. Mesmo no pior. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-211-29.html

Agora, prosseguiremos através das páginas do capítulo vinte e dois. Até o versículo dezoito.

Durante os dois anos seguintes, houve paz entre Israel e a Síria.

No terceiro ano, Josafá, rei de Judá, foi visitar Acabe, o rei de Israel.

Acabe questionou seus oficiais com relação à cidade de Ramote-Gileade. Ela pertencia a Israel, mas não fizeram nada para retomá-la da Síria. Perguntou a Josafá se iria com ele à guerra. Josafá disse que sim. Que a batalha seria a mesma tanto para um como para o outro, assim como o povo e até seus cavalos.

Antes de ir, porém, Josafá pediu a Acabe que consultasse a palavra do Senhor.

Acabe reuniu os profetas de Israel. Seus profetas. Eram aproximadamente quatrocentos. Ele os consultou, perguntando se deveria atacar Ramote-Gileade ou não.

Os profetas responderam que sim. Que o Senhor a entregaria nas mãos do rei.

Josafá então, foi mais incisivo. Reconheceu que não eram profetas do Senhor. Perguntou a Acabe se existia ali algum outro profeta, que fosse servo do Senhor, alguém por intermédio de quem pudessem conhecer a vontade do Senhor.

Acabe respondeu que sim. Havia um profeta. Mas ele o odiava. Nunca profetizava boas coisas a seu respeito. Somente desgraça.

Josafá disse que Acabe não deveria falar assim. O rei de Israel mandou chamar um oficial para trazer, rapidamente, Micaías, filho de Inlá, o profeta.

Os dois reis estavam na praça à entrada do portão de Samaria. Vestidos com seus trajes reais e assentados em tronos.

Todos os profetas, preocupados em servi-los, profetizavam em frente a eles. Algo parece muito errado aqui. Os profetas estavam preocupados em servir aos dois reis e não ao Senhor. Ah, quando algo assim acontece, é muito perigoso! Profetas devem servir ao Senhor. A mais ninguém.

Um dos profetas, chamado Zedequias, construiu chifres de ferro. Ele declarava a Acabe que a palavra do Senhor era que, com aqueles chifres, o Senhor lutaria contra os sírios e os derrotaria completamente.

Todos os outros profetizavam o mesmo destino. Exclamavam que deveriam subir contra Ramote-Gileade, pois triunfariam. O Senhor a entregaria nas mãos do rei.

Enquanto isso, o mensageiro que foi chamar Micaías lhe disse que todos os profetas estavam em unanimidade, afirmando prognósticos favoráveis ao rei. Sugeriu que fizesse o mesmo. Consegue imaginar? Infelizmente muitos homens “notáveis” como vimos no capítulo anterior, obedecem ordens e sugestões de reis e oficiais, deixando a vontade do Senhor e Sua palavra de lado.

Mas não Micaías. Ele corajosamente contestou aquele oficial. Disse que tão certo quanto vivia o Senhor, jurava por seu Nome, que falaria apenas o que o Senhor lhe ordenasse.

Porém, quando chegou à presença do rei, ao ser indagado se deveriam ou não ir à guerra contra Ramote-Gileade, respondeu o que lhe havia sugerido.

O rei não ficou convencido. Será que foi a fisionomia de Micaías? Seu tom de voz? O fato é que Acabe não acreditou. Perguntou-lhe quantas vezes teria que fazê-lo jurar que apenas falaria a verdade em nome do Senhor.

Então Micaías lhe declarou a verdade. Disse que viu Israel disperso por muitas colinas, como ovelhas que não tem pastor. O Senhor lhe dizia que não tinham senhor. Que voltasse cada um em paz para sua casa.

Acabe voltou-se para Josafá, dizendo: “Não te adiantei que ele não profetizaria o bem a meu respeito, mas somente o mal?”

Micaías continuou, cheio de coragem. E contou uma cena muito interessante.

Essa cena veremos apenas na próxima postagem.

Vamos pensar em algumas coisas antes.

Sempre que um rei de Judá se une com um rei de Israel acontece alguma coisa. Sempre.

Será que o arrependimento de Acabe não durou muito tempo ou esses profetas, que se chamavam profetas do Senhor e que deveriam servir ao Senhor, serviam apenas ao rei, dizendo o que acreditavam que iria agradar seus ouvidos? E se for assim, que grande perigo esses profetas estão correndo e não apenas eles, mas todos que os tem ouvido. Será que acontece assim também em nossos dias?

A quem temos agradado? A quem importa agradar?

Continuamos.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/importa-agradar-quem.html

1 Reis 21.1-29

Leitura do dia 04/04.

Na postagem anterior, vimos que Acabe deveria ter destruído Ben-Hadade, inimigo de Israel. Ao invés disso, fizeram um acordo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-2024-43.html

Agora, caminharemos através do capitulo vinte e um de 1 Reis.

Depois desses acontecimentos, Nabote, o jezreelita, formou uma boa plantação de uvas em Jezreel. Ficava ao lado do palácio de Acabe, em Samaria. Jezreel significa “Yahweh Semeia”.

Certo dia Acabe foi conversar com Nabote, para que cedesse sua vinha. Queria transformá-la em horta, já que estava junto ao palácio. Disse-lhe que em troca daria uma vinha melhor, ou, se preferisse, pagaria em dinheiro o seu valor.

Nabote respondeu ao rei que não poderia desfazer-se da herança de seus pais. Não se vendia a herança. Não se passava a outra pessoa que não fosse o herdeiro legítimo. Era sagrado.

Ainda que a vinha não fosse uma herança, seria terrível ter que cedê-la. Depois de tanto trabalho para formar uma boa plantação de uvas, transformá-la em uma horta. Mas esse não era o problema para Nabote. O que ele valorizava era a herança que havia sido entregue pelo Senhor aos seus antepassados. Em meio a um Israel idólatra e infiel, ainda havia homens que valorizavam algo entregue pelo Senhor.

Acabe foi para o palácio, irritado e muito aborrecido, por causa da resposta de Nabote. Afinal, ele havia dito francamente que não lhe entregaria a herança de seus pais. Que homem corajoso!

O rei deitou em sua cama, voltou o rosto para a parede e não quis comer nada. Como uma criança mimada.

Dá para imaginar a cena? Um rei quer a herança de alguém e, além disso, para transformar uma excelente vinha em uma horta. Só porque era ao lado do palácio. E isso é motivo para perder o apetite? Ficar deprimido? Ele, mais que qualquer pessoa, deveria preservar a herança do seu povo. Valorizá-la.

A esposa de Acabe, Jezabel, foi até ele. Percebeu que estava chateado. Perguntou-lhe o que havia acontecido a ponto de estar, o rei, tão chateado que até perdera o apetite, rejeitando a comida.

Acabe lhe contou que havia falado com Nabote, propondo que vendesse sua vinha ou se preferisse, trocasse por outra. Mas ele recusara, dizendo que não entregaria a herança de seus pais.

Jezabel, sua mulher, ficou indignada: “É assim que governas sobre o reino de Israel?”

Disse que Acabe deveria levantar, comer e alegrar seu coração. Ela mesma resolveria tudo e lhe daria a vinha de Nabote.

Ela escreveu cartas em nome de Acabe. Selou-as com o selo real. Enviou-as aos anciãos e aos nobres que habitavam na mesma cidade de Nabote. Nas cartas estava escrito que proclamassem um jejum geral. Fazer Nabote sentar-se entre os primeiros do povo. Depois, deveriam comparecer diante dele dois homens inescrupulosos que o acusassem de ter amaldiçoado a Deus e ao rei. Crime digno de morte. Por apedrejamento.

Os homens da cidade de Nabote, suas autoridades e os notáveis que ali viviam, fizeram tudo como Jezabel havia escrito nas cartas que lhes enviara. Os notáveis! Deixaram os caminhos retos.

Conforme o costume, decretaram um tempo de jejum. Expuseram Nabote no meio do povo. Em seguida, dois homens, filhos de Belial, sem escrúpulos, se postaram na frente dele. Acusaram-no, diante do povo reunido, de haver blasfemado contra Deus e contra o rei. Conduziram-no para fora da cidade. Sentenciaram-no ao apedrejamento público.

Mandaram dizer a Jezabel que Nabote fora executado por apedrejamento e morto. Assim que foi informada, falou para Acabe se levantar e tomar posse da vinha de Nabote. A vinha que ele recusara entregar. Nabote já não vivia mais, estava morto.

Quando Acabe ouviu que Nabote estava morto, não fez sequer um questionamento, levantou-se e dirigiu-se até à plantação de uvas. Tomou posse dela. Como um menino mimado que a todo custo quer um brinquedo, ainda que de outro, que só possui aquele e nada mais.

O Senhor falou com o profeta Elias. Ordenou-lhe que fosse ao encontro de Acabe, em Samaria. O Senhor lhe disse que Acabe estava visitando a plantação de uvas de Nabote. Havia ido até lá para tomar posse do lugar. Quando o encontrasse deveria dizer-lhe que, além de assassinar seu semelhante, tinha a impiedade de se apossar de sua propriedade. Por isso, o Senhor estava determinando que no mesmo local onde os cães lamberam o sangue de Nabote, lamberiam seu sangue. Sim, era isso mesmo. Todo o seu sangue seria lambido ali.

Quando Acabe viu Elias, saudou-o chamando de seu inimigo. E que, finalmente, o encontrara.

Elias respondeu que sim, havia lhe encontrado. Perguntou-lhe porque havia se vendido para fazer o que era abominável diante do Senhor. Por isso, o Senhor lhe dizia que traria desgraça sobre ele. Devoraria seus descendentes. Exterminaria de sua família todos que eram capazes de urinar na parede e que viviam em Israel, fossem escravos ou livres. Faria com toda a sua casa como havia feito com Jeroboão, filho de Nebate, e com Baasa, filho de Aías, porque Acabe o havia provocado à ira e induzira Israel ao pecado.

Mas não parou aí. O Senhor falou também a respeito de Jezabel. Disse que os cães devorariam Jezabel junto ao muro de Jezreel. E quem morresse da família de Acabe na cidade, os cães o devorariam. Quem morresse no campo, as aves do céu consumiriam seus cadáveres.

O autor de Reis nos conta que jamais houve alguém de caráter semelhante ao de Acabe, que foi capaz de se vender para fazer o que era mau perante o Senhor, sendo influenciado por Jezabel, sua esposa. Ele tomou atitudes horríveis, seguindo os ídolos, a exemplo de tudo que fizeram os amorreus, os quais o Senhor expulsou de diante dos filhos de Israel, justamente por causa desses pecados.

Porém, quando Acabe ouviu as palavras do profeta, rasgou suas vestes, cobriu-se de pano de saco e jejuou. Deitou sobre panos grosseiros e caminhava triste e abatido, com toda a mansidão entre as pessoas.

Então o Senhor falou com Elias, o tesbita. Perguntou-lhe se vira como Acabe estava se humilhando diante dEle. Disse que havia considerado em seu proceder diário estava sendo humilde, não mais traria a desgraça que prometera sobre ele, durante sua vida e reinado, mas durante o império de seu filho.

Embora tenha sido um homem terrível, quando se arrependeu, o Senhor olhou para ele. Percebeu suas atitudes, seu coração. Concedeu-lhe misericórdia.

O Senhor sempre é misericordioso. Sempre está disposto a perdoar. Seu filho também teria a chance de se arrepender. Bastava escolher o arrependimento, como seu pai fez.

Que possamos dar valor à nossa herança, dada pelo Senhor, como Nabote fez.

E que tenhamos o cuidado para andar em Seus caminhos. Que ninguém nos influencie a deixá-los. Mas se acontecer, que tenhamos a humildade de nos arrepender e voltar. Como Acabe. Ele nos perdoará. E nos levantará. Não existe nada melhor que andar com o Senhor.

Prosseguimos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/o-valor-de-uma-heranca.html

1 Reis 20.24-43

Leitura do dia 04/04.

Na postagem anterior, vimos a guerra entre Acabe e Ben-Hadade. O Senhor falou a Acabe que o daria em suas mãos. Ele, Acabe, deveria iniciar o ataque. Foi o que aconteceu.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-201-23.html

Agora, ainda através das páginas do capítulo vinte. A partir do versículo vinte e três. Até o final.

O profeta disse a Acabe que dentro de um ano, Ben-Hadade voltaria para uma nova guerra.

Neste tempo, os conselheiros de Ben-Hadade lhe encorajaram dizendo que os deuses dos israelitas eram deuses das montanhas. Por isso, foram fortes e prevaleceram. Contudo, diziam, se os combatessem nas planícies, com toda certeza seriam mais fortes e sairiam vitoriosos.

Também aconselharam que Ben-Hadade deveria tirar todos os reis do comandos e substituí-los por outros comandantes. Também deveria arregimentar outro exército. Com o mesmo poder do anterior, cavalo por cavalo e carro por carro. Lutariam contra os israelitas nos lugares planos e certamente os subjugariam. Vencendo a guerra. O rei ouviu todos esses conselhos.

Na primavera seguinte, na passagem do ano, Ben-Hadade convocou todos os sírios. Marchou até Afeque, para lutar contra os filhos de Israel.

Os filhos de Israel foram mobilizados e providos de alimentos. Então, marcharam contra eles. Acamparam defronte do inimigo; como dois pequenos rebanhos de cabras. Os sírios enchiam toda a região.

O homem de Deus, que também não sabemos o nome, aproximou-se de Acabe e disse-lhe que, porque os arameus declararam que o Senhor é um deus das montanhas, mas não tem poder sobre as planícies, Ele entregaria em suas mãos toda aquela multidão, e ele saberia que Ele era (e é) o Senhor.

O Senhor deseja se revelar. Ainda que Acabe não O conhecesse, era Seu desejo que viesse a conhecê-Lo, assim como os sírios, que saberiam que só o Senhor é Deus. Deus sempre. Em todos os lugares.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

Durante sete dias ficaram ali acampados. Uns na frente dos outros.

Já passou por situações assim? Parece que tudo está pausado. E uma guerra prestes a estourar. Acontece conosco. Não podemos baixar a guarda. Em breve a batalha começará.

E foi assim. No sétimo dia travou-se a grande batalha. Os filhos de Israel exterminaram num só dia cem mil soldados de infantaria dos sírios. Cem mil! Eles que eram apenas como dois pequenos rebanhos de cabra.

Ah, quando a guerra é do Senhor, tudo muda. Ele é o Senhor dos Exércitos, o Vencedor.

Os sobreviventes fugiram para Afeque. Sabe o que aconteceu? As muralhas da cidade desabaram sobre os vinte e sete mil homens que restavam. Isso mesmo, desabaram! Dá para dizer que essa guerra não era do Senhor?

Quando Ben-Hadade viu tudo isso, fugiu. Buscava refúgio, ora num esconderijo, ora em outro.

Seus oficiais lhe aconselharam dizendo que os reis de Israel eram misericordiosos. Propuseram-lhe que fossem até ele, vestindo panos de saco e tendo cordas envolvendo o pescoço, como escravo. Talvez poupasse sua vida. E assim foram. Vestiram panos de sacos. Colocaram cordas ao redor do pescoço e se apresentaram ao rei de Israel.

Suplicaram dizendo que "seu servo", Ben-Hadade rogava que lhe permitisse viver. Agora era Ben-Hadade quem chamava a si mesmo de servo, mandando recado.

Acabe ficou admirado. Perguntou se ele ainda estava vivo. Era seu irmão.

Estou pasma! E você? Era o inimigo que queria ficar com tudo que era dele! Agora, diz que é seu irmão!

Os mensageiros interpretaram como um bom sinal. Sem refletir aproveitaram o que o rei havia dito e confirmaram que "seu irmão", Ben-Hadade, estava vivo.

Acabe ordenou que fossem buscá-lo. Assim que chegou, Acabe o fez subir em seu carro. Era um sinal de honra.

Ben-Hadade disse a Acabe que restituiria as cidades que seu pai havia tomado do pai dele. Assim, Acabe poderia estabelecer seus próprios mercados em Damasco, como fez seu pai em Samaria.

Acabe lhe disse que mediante um tratado, deixaria Ben-Hadade em liberdade. Formalizaram um contrato. Acabe o deixou partir livre.

O Senhor mandou que um dos discípulos dos profetas ordenasse a seu companheiro que o ferisse. O homem se recusou a fazê-lo. Esse discípulo disse-lhe que por não ter obedecido à voz do Senhor, logo que se afastasse um leão o mataria. De fato, assim que o companheiro seguiu seu caminho, um leão o encontrou e o matou.

Quão perigoso é não obedecer à voz do Senhor! Provavelmente um leão não o encontrará pelo caminho, mas há tantas outras coisas que podem acontecer. A obediência é sempre o melhor caminho. Não por medo, por amor.

O profeta encontrou-se com outro homem e pediu que o ferisse. No mesmo momento o homem o golpeou, ferindo-o.

O profeta partiu. Ficou aguardando o rei na entrada. Colocou uma atadura sobre os olhos. Estava irreconhecível.

Quando o rei passou, gritou que estava em combate quando alguém saiu das fileiras e trouxe-lhe um homem, ordenando que o vigiasse. Se o homem desaparecesse, sua vida responderia pela vida do homem ou, então, pagaria trinta e cinco quilos de prata.  Mas, enquanto ele estava ocupado de uma e de outra parte, o homem desapareceu.

O rei de Israel lhe declarou que aquela era a sua sentença. Ele mesmo a pronunciara.

Naquela hora, o profeta rapidamente removeu o turbante que lhe protegia os olhos. O rei prontamente o reconheceu.

Ele transmitiu ao rei a palavra do Senhor. Por ter dado liberdade ao homem que Ele havia determinado que devia morrer, sua vida responderia pela vida dele, e o seu povo pagaria pelo povo dele.

Assim, o rei de Israel retornou para seu palácio em Samaria. Irritado e deprimido.

Parece que os reis, tanto de Israel como de Judá, gostavam de fazer acordos sem consultar ao Senhor.

Até achei que Acabe estava aprendendo, mas não está escrito que voltou arrependido. Está escrito que voltou irritado e deprimido.

Acordos, contratos e alianças, sejam comerciais ou de qualquer outro tipo, precisam ter a orientação e a aprovação do Senhor, se queremos que os mesmos sejam corretos e tragam sucesso e prosperidade.

Que oremos antes de qualquer decisão a ser tomada. Para o nosso próprio bem.

Prosseguimos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/acordos-sem-aprovacao.html

1 Reis 20.1-23

Leitura do dia 04/04.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de 1 Reis.

Ontem vimos alguns reis passando por Israel. Até chegar a Acabe. Vimos Elias sendo alimentado por corvos. Sustentado por uma viúva. E orando para um morto ressuscitar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-161-34.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-171-12.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1713-24.html

Vimos também Obadias, um administrador corajoso. O confronto dos profetas no monte Carmelo. A chuva abundante após a oração. A ameaça de Jezabel. A fuga de Elias. Sua exaustão. O Senhor o alimenta e ordena que continue. Há muito a fazer.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-181-20.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1821-40.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1841-46.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-191-21.html;

Hoje, caminharemos através das páginas dos capítulos vinte ao vinte e dois. Estamos terminando o livro de 1 Reis.

Nesta postagem, apenas o capítulo vinte. Até o versículo vinte e três.

O rei da Síria, Ben-Hadade, reuniu seu exército. Havia com ele, trinta e dois reis, cavalos e carros de guerra. Ele foi até Samaria, capital de Israel. Fez um sitio. E batalhou contra ela.

Enviou mensageiros para comunicar ao rei Acabe que estava declarando seus toda a prata e o ouro que fora de Acabe, assim como o melhor de suas mulheres e filhos.

Acabe, sem encontrar uma solução, respondeu que seria assim, como Ben-Hadade dizia. Ainda o chamou de rei e senhor, afirmando que ele e tudo o que tinha estavam à sua disposição.

Os mensageiros retornaram a Acabe, anunciando nova mensagem. As ordens expressas de Ben-Hadade  eram que tudo fosse tomado. Toda a prata, ouro, mulheres e filhos. No dia seguinte, àquela mesma hora, enviaria seus oficiais. Iriam vasculhar o palácio e até as casas dos serviçais, pegando e carregando tudo que houvesse de precioso. Nada escaparia de suas mãos.

Quando Acabe ouviu a notícia, convocou todos os anciãos daquelas terras e queixou-se. Aquele homem queria sua perda total! Estava exigindo dele suas esposas e filhos, embora não houvesse recusado sua prata e ouro.

Todas as autoridades e o povo consultados afirmaram que Acabe não deveria lhe obedecer. Não deveria consentir que ficasse com tudo.

Acabe deu ouvidos aos seus conselheiros. Ordenou aos mensageiros de Ben-Hadade que lhe dissessem que faria tudo que havia sido pedido a ele da primeira vez, contudo esta outra exigência não. Embora o chamasse de meu rei e meu senhor e se colocasse na posição de servo, disse que não podia satisfazê-lo, dando-lhe tudo.

Os mensageiros levaram a declaração de Acabe. Ben-Hadade novamente enviou seus mensageiros que disseram a Acabe que destruiria Samaria. Não restaria na cidade pó suficiente para dar um punhado a cada um de seus guerreiros. Jurou sob maldição.

Acabe, ao que parece, já estava ficando enjoado daquele vem e vai de mensagens. Mandou dizer a Ben-Hadade que não deveria se gabar quem veste a armadura como aquele que as tira! Quem veste uma armadura está indo para a guerra, não sabe o que acontecerá. Quem as tira, está voltando, vivo e vitorioso.

Quando Ben-Hadade ouviu esta resposta, estava bebendo nas tendas, com os reis, seus aliados. Ficou indignado. Ordenou imediatamente aos seus oficiais que estivessem preparados para a guerra. Eles prontamente se prepararam para atacar Samaria.

Um profeta, que não sabemos o nome, foi até o rei Acabe e lhe entregou uma palavra. O Senhor disse que entregaria a Acabe aquela imensa multidão. Para que reconhecesse que o Senhor é Deus.

Embora Acabe tenha virado as costas para o Senhor, o Senhor não virou Suas costas para ele. Queria que Acabe O reconhecesse como Senhor.

Acabe acreditou nas palavras do Senhor, ditas através do profeta. Perguntou quem o Senhor iria usar para a vitória. O profeta lhe disse que seriam os jovens soldados dos líderes das províncias. Eles realizariam tudo que fosse preciso.

Parece que está aprendendo! Será?

Acabe pergunta ao profeta quem deveria começar a batalha. O profeta prontamente lhe responde: “Você!”

Então, imediatamente, Acabe convocou os jovens guerreiros dos chefes das províncias. Eram duzentos e trinta e dois homens. Depois deles, contou todos os israelitas. Eram sete mil. A tropa partiu ao meio-dia.

Ben-Hadade, que não esperava um ataque, continuava bebendo e se embriagando nas tendas, com os trinta e dois reis, seus aliados.

Então os jovens cooperadores dos administradores das províncias avançaram.

Alguns espiões mandados por Ben-Hadade informaram-lhe que um grupo de soldados estava saindo de Samaria. No mesmo instante ele ordenou que ficassem atentos. Quer tivessem saído com intenções pacíficas ou bélicas, deveriam ser capturados vivos.

Os jovens guerreiros marcharam para fora da cidade. O exército na retaguarda. E cada um matou seu adversário. Diante disto, os sírios partiram em retirada. Perseguidos pelos israelitas

Ben-Hadade, rei Síria, escapou a cavalo, com alguns de seus cavaleiros. Acabe tomou os cavalos e carros de guerra e impôs aos sírios uma terrível derrota.

O profeta lhe avisou que deveria fortalecer-se. Ponderar bem para suas atitudes. Dentro de um ano, o rei da Síria voltaria para atacar.

E agora?

Acabe prestará atenção em suas atitudes?

Reconhecerá que só o Senhor é Deus?

Estará preparado para a guerra, quando ela vier?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/esteja-pronto-pode-ser-sua-vez.html

1 Reis 19.1-21

Leitura do dia 03/04.

Na postagem anterior, vimos Elias dizer a Acabe que ouvia um ruído de chuva abundante quando não havia sequer uma nuvem no céu. Elias acreditava na palavra do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1841-46.html

Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo dezenove de 1 Reis.

Quando Acabe chegou em casa contou à sua esposa, Jezabel, tudo o que Elias fizera. E como matara ao fio da espada a todos os profetas de Baal.

Jezabel não reconheceu que somente o Senhor é Deus. Que Baal não era nada. Ela ficou furiosa.

Mandou um mensageiro a Elias. O recado era que até amanhã, àquela hora, ele estaria morto, como os profetas estavam. Ela o mataria, empenhou sua palavra sob maldição.

Quando Elias recebeu o recado, fugiu para salvar sua vida. Foi até Berbeba, deixou ali seu ajudante e foi pelo deserto. Caminhou durante um dia. Sentou-se embaixo de um pé de giesta, uma espécie de arbusto daquela região.

Ali Elias orou. Pediu ao Senhor que lhe tirasse a vida. Disse que já bastava. Não era melhor que seus pais. Estava exausto. Deitou-se e dormiu ali mesmo. Embaixo da giesta.

Elias é um dos meus preferidos e nessa hora me apaixono mais ainda por ele. É um homem. Como nós. Não é um super-homem que suporta tudo, sem se cansar.

Estava cansado. Disse ao Senhor que havia chegado ao seu limite. Orou pedindo que o Senhor o matasse.

Mas o Senhor não respondeu sua oração. Não o matou. Enviou um anjo, que o tocou e ordenou que levantasse e se alimentasse.

Quando Elias abriu seus olhos, junto à sua cabeceira havia um pão quente que fora assado sobre pedras em brasa e uma vasilha com água fresca. Uau!

Elias comeu e bebeu. Depois, voltou a deitar. Como disse, estava exausto. Não havia mais forças em si.

O Anjo do Senhor veio novamente. Novamente lhe tocou. Novamente lhe ordenou que levantasse e comesse. E acrescentou mais uma informação. Ele iria viajar. E sua viagem seria muito longa. Não era tempo de descanso, embora estivesse exausto.

Elias levantou. Comeu e bebeu. Dessa vez, sentiu-se fortalecido. E com aquele pão e aquela água fresca, viajou quarenta dias e quarenta noites.

Jesus é o nosso alimento. O nosso Pão. A nossa Água. Tudo que precisamos.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/o-pao-do-ceu.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/jesus-repete-e-o-pao-do-ceu.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/jesus-e-mulher-samaritana.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/voce-tem-sede-venha-e-beba.html

Ele chegou no Sinai. Em Horebe, o monte do Senhor. Entrou em um caverna. Ali passou a noite.

Depois, Elias ouviu a voz do Senhor que lhe perguntou o que ele fazia ali.

Elias respondeu que sentia suas entranhas consumidas por causa do ardente zelo que tinha pelo Senhor, Deus dos Exércitos. Disse que os israelitas abandonaram a Aliança do Senhor, destruíram Seus altares e mataram Seus profetas ao fio de espada. Só ele havia ficado. Solitário. E agora procuravam tirar-lhe a vida.

O Senhor lhe ordenou que saísse de onde estava e fosse até o alto do monte, ficar diante dEle. Elias foi.

Gosto de sua obediência.

O Senhor passou por ali. Mandou um vento muito forte. Que fendeu os morros e partiu as rochas em pedaços. Mas Ele não estava no meio do vento. Quando o vento diminuiu e parou, houve um forte terremoto. O Senhor também não estava no terremoto. Após o terremoto, caiu um fogo. Também não estava no fogo. Depois do fogo veio um sussurro. Uma brisa suave e tranquila.

Quando Elias percebeu aquele murmúrio, puxou a capa para proteger seu rosto. Saiu da caverna. Postou-se à entrada dela. Uma voz lhe perguntou o que fazia ali.

Ele respondeu da mesma maneira, dizendo que sentia suas entranhas serem consumidas por causa do ardente zelo que tinha pelo Senhor Deus dos Exércitos. Os israelitas abandonaram a Sua Aliança, destruíram Seus altares e mataram Seus profetas ao fio de espada. Disse que só restava ele e agora procuravam também tirar-lhe a vida.

Você se sente assim, algumas vezes? “Estou sozinho. Solitário. Só eu restei.” Pois é, Elias se sentiu assim também. Mas o Senhor não deixou que ficasse lambendo suas feridas.

O Senhor lhe deu ordens que voltasse pelo caminho que viera, fosse ao deserto de Damasco. Quando chegasse lá, deveria ungir Hazael como rei da Síria. Jeú, filho de Ninsi, rei de Israel. E Eliseu, filho de Safate, da cidade de Abel-Meolá, profeta em teu lugar.

O Senhor disse que os que escapassem da espada de Hazael, Jeú o mataria, e o que fugisse da espada de Jeú, Eliseu o mataria. Disse ainda que poupara em Israel sete mil homens, todos que não haviam se dobrado diante de Baal e todos que não reverenciaram suas imagens, beijando-as.

Elias não estava só. Lembra? Havia os profetas que Obadias escondera. E além deles, sete mil homens que haviam permanecido fiéis ao Senhor, como Elias. http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/um-administrador-corajoso.html

O Senhor lhe deu três tarefas. Ungir dois reis e um profeta. Um profeta em seu lugar. Estava cansado. Descansaria em breve.

Elias partiu rapidamente.

Encontrou Eliseu, filho de Safate. Ele estava arando com doze juntas de bois à sua frente. Estava com a décima segunda.

Elias aproximou-se de Eliseu e lançou sua capa sobre ele. Eliseu sabia o que significava aquele gesto. Deixou os bois, foi correndo até Elias e pediu que o deixasse abraçar e beijar seu pai e sua mãe, despedindo-se deles. Então o seguiria.

Elias lhe disse que fosse. E voltasse depressa. Que se lembrasse do que havia feito com ele.

Eliseu voltou. Tomou a sua parelha de bois e os matou. Queimou o equipamento de arar para cozinhar a carne e a serviu ao povo. Todos comeram. Depois partiu com Elias e tornou-se seu assistente e aprendiz. Não o profeta. Apenas seu assistente e aprendiz.

Que aprendamos a descansar no Senhor. Haverá dias de cansaço. De desânimo. De bastas. Mas o Senhor estará conosco, como esteve com Elias. É verdade, não nos deixará lambendo nossas feridas. Mas falará conosco. E nos dará forças para seguir. E ordens a cumprir. Que sejamos obedientes, como Elias.

Que aprendamos a ter a disposição de Eliseu. Largar o que temos. E seguir o caminho que o Senhor propôs para nós. Ainda que seja de assistente e aprendiz. Um dia chegará a vez de Eliseu ser o protagonista. A nossa também. Precisamos estar preparados.

Mas lembre-se, tudo aponta para o Senhor. Sejamos protagonistas ou não, esse é nosso papel.

Amanhã continuamos. Leremos do capítulo vinte ao capítulo vinte e dois de 1 Reis. Os últimos capítulos deste livro sensacional.

Espero você. Até lá.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/exaustao.html

1 Reis 18.41-46

Leitura do dia 03/04.

Na postagem anterior, vimos Elias orar e o Senhor responder com fogo. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1821-40.html

Agora, caminharemos pelos versículos finais do capítulo dezoito. A partir do versículo quarenta e um.

Depois que Elias matou os falsos profetas, ordenou a Acabe, o rei, que subisse, comesse e bebesse porque havia ruído de abundante chuva.

Embora o céu estivesse sem nuvens, não houvesse um só trovão, ou vento, Acabe fez o que Elias lhe dissera.

Elias não foi comer com ele. Subiu ao cume do monte Carmelo, inclinou-se em terra, colocando seu rosto entre os joelhos. E orou.

Ordenou que seu ajudante subisse, olhasse para a banda do mar, para ver se havia nuvens.

O Senhor disse que mandaria chuva. Elias disse a Acabe que estava ouvindo o som de abundante chuva. Mas não havia nuvem. Não havia nada.

Elias continuou orando. Enviou seu ajudante sete vezes para olhar se havia alguma nuvem de chuva.
Quando o rapaz, que aqui não sabemos o nome, voltou pela sétima vez, disse que havia uma pequena nuvem, como a mão de um homem, subindo do mar.

Uma nuvem pequena, do tamanho da mão de um homem! Sabe o que Elias fez? Ordenou que o rapaz fosse onde estava Acabe e dissesse que deveria aparelhar seu carro e descer para que a chuva não o alcançasse.

O rapaz foi, claro, não tinha ousadia para retrucar Elias.

E o que aconteceu?

Os céus ficaram negros. Cheios de nuvens e vento. E veio uma grande chuva.

Acabe subiu em seu carro e foi para Jezreel.

A mão do Senhor veio sobre Elias. Ele foi correndo à frente de Acabe, até à entrada de Jezreel.

Que fé a de Elias!

O Senhor disse que mandaria chuva. Ele começou a ouvir o ruído da chuva, ainda que ninguém mais ouvisse. E foi necessária apenas uma nuvem do tamanho da mão de um homem para perceber que não precisava mais orar. O Senhor faria o que havia dito.

Quantas vezes agimos completamente diferente? Só cremos que a chuva cairá depois que ela nos encharcou!

Que aprendamos com Elias a crer na palavra do Senhor e a ousar. Se o Senhor lhe disser que mandará chuva, compre um guarda-chuva. E uma capa. Será chuva abundante.

Prosseguimos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/ruido-de-chuva.html

1 Reis 18.21-40

Leitura do dia 03/04.

Na postagem anterior, vimos um novo personagem, que não é um rei, tomar o protagonismo.

Obadias era o administrador de Acabe. Cuidou de cem profetas refugiados. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-181-20.html

Elias ordenou (ao rei) que reunisse o povo no monte Carmelo.

Agora, ainda pelas páginas do capitulo dezoito. A partir do versículo vinte e um. Até o versículo quarenta.

Quando todos estavam reunidos no monte Carmelo, Elias, o profeta, que apareceu na história dos reis de Israel alguns capítulos atrás, perguntou até quando ficariam coxeando entre dois pensamentos. Se o Senhor é Deus, que o seguissem. Se era Baal, que fossem atrás dele.

O povo não lhe respondeu.

Elias continuou. Disse que somente ele havia ficado por profeta do Senhor (os outros cem estavam refugiados). Os profetas de Baal eram quatrocentos e cinquenta.

Propôs que separassem dois bezerros. Os profetas de Baal poderiam escolher primeiro. Dividiriam o bezerro em pedaços e colocariam sobre uma lenha. Sem colocar fogo.

Elias prepararia o outro bezerro. Também sem colocar fogo.

Eles invocariam o deus deles e ele invocaria o nome do Senhor. O deus que respondesse com fogo, era o verdadeiro Deus (é).

O povo gostou do desafio.

Elias disse que os profetas de Baal escolhessem o bezerro e o preparassem. Afinal, eram muitos.
Tomaram o bezerro e o prepararam. Invocaram o nome de Baal. Desde a manhã até ao meio-dia. Clamavam que Baal os respondesse. Saltavam sobre o altar que haviam feito. Nada acontecia.

Quando deu meio-dia, Elias disse que deviam clamar em altas vozes. Afinal, Baal era um deus. Podia ser que estivesse falando com outras pessoas, ou que estivesse fazendo alguma outra atividade, ocupado, ou quem sabe, viajando, talvez dormindo. Elias tem senso de humor.

Eles clamavam em grandes vozes. Retalhavam-se com facas e lancetas, até derramarem sangue sobre si, conforme o costume. Nada aconteceu. Não houve voz, nem resposta. Nada.

Então Elias ordenou que todo o povo fosse até ele.

O altar do Senhor estava quebrado. Ele o reparou. Tomou doze pedras, representando o número das tribos dos filhos de Israel. Com essas pedras, edificou o altar em nome do Senhor. Fez também um rego em volta do altar, segundo a largura de duas medidas de semente. Armou a lenha. Dividiu o bezerro em pedaços. Colocou-o sobre a lenha.

Ordenou que enchessem de água quatro cântaros e derramassem sobre o holocausto e sobre a lenha. Mandou que fizessem uma segunda vez e uma terceira vez. Era tanta água que corria ao redor do altar. Até o rego ficou cheio.

Quando chegou a hora da oferta de manjares, Elias orou. Pediu que o Senhor, o Deus de Abraão, de Isaque e de Israel, manifestasse naquele momento que Ele era Deus em Israel e que Elias era Seu servo, e havia feito tudo o que fez, de acordo com a palavra do Senhor. Pediu que o Senhor o respondesse. Para que o povo conhecesse que o Senhor é Deus e que Ele havia se afastado deles.

Elias não precisou pedir uma segunda vez. Não precisou gritar. Nem retalhar-se. Assim que acabou de orar, caiu fogo do Senhor. Consumiu o holocausto. A lenha. As pedras. O pó. E ainda lambeu a água que estava no rego.

Quando todos viram, ficaram abismados! Caíram sobre seus rostos, declarando que só o Senhor é Deus.

Elias lhes disse que prendessem os profetas de Baal. Que nenhum deles escapasse. Foi o que fizeram. Ele os fez descer até ao ribeiro de Quisom. Ali os matou.

É maravilhoso ver a manifestação do Senhor dessa maneira. Não havia mais como duvidar. Será que agora o povo de Israel se arrependerá e voltará seus olhos para o Senhor?

E quanto à chuva? O Senhor havia dito a Elias que deveria procurar Acabe porque faria chover, mas o que caiu do céu foi fogo, não chuva.

Choverá? A estiagem terminará?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/um-deus-que-responde.html

1 Reis 18.1-20

Leitura do dia 03/04.

Na postagem anterior, vimos o desespero de uma viúva ao perder seu único filho, e a alegria por tê-lo novamente em seus braços.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1713-24.html

Agora, caminharemos através das páginas do capítulo dezoito. Até o versículo vinte.

O tempo passou. A estiagem continuou.

No terceiro ano, o Senhor ordenou a Elias que se apresentasse diante de Acabe. O Senhor disse que mandaria chuva sobre a face da terra.

Você consegue imaginar o perigo que os profetas corriam quando se apresentavam diante dos reis com alguma palavra? Pois é. Lá ia Elias, o obediente, apresentar-se.

O Senhor falou. E Elias obedientemente, partiu de Sidom para Samaria. Lá, a fome era imensa.

Então, nessa história de reis, aparece mais um personagem. Seu nome é Obadias. Mordomo e administrador do palácio real. Servia a Acabe. E amava e temia o Senhor. Jezabel, mulher de Acabe, estava exterminando os profetas. Obadias reuniu cem deles e os refugiou em duas grutas. Cinquenta profetas em cada uma. E lhes proveu água e comida. Claro, corria risco de vida. Se Jezabel descobrisse, sua cabeça, na certa, seria cortada.

Certa vez Acabe disse a Obadias que percorressem a terra. Procurassem todas as fontes e riachos que ainda corressem. Talvez encontrassem algum capim a fim de manter vivos os cavalos e as mulas, para que não fosse necessário matar nenhum dos animais.

Para cumprirem essa tarefa, dividiram a terra. Acabe, o rei, foi em uma direção e Obadias, o mordomo e administrador, em outra.

Enquanto Obadias estava percorrendo a terra, Elias o encontrou.

Imediatamente Obadias o reconheceu. Prostrou-se com seu rosto rente à terra e perguntou: “Es tu mesmo, meu senhor Elias?”

Não é incrível que o homem que servia ao rei, prostrasse diante do profeta?

Elias respondeu a Obadias que era ele mesmo. E pediu que Obadias fosse depressa a Acabe e dissesse que Elias estava ali. Esperando por ele.

Obadias, lhe perguntou o que havia feito de errado. Que pecado havia cometido para que fosse entregue nas mãos de Acabe, para ser morto. Ele sabia como funcionava o reino.

Obadias jurou pelo nome do Senhor, o Deus de Elias, que não havia uma só nação ou reino onde Acabe não enviasse alguém para procurá-lo. E sempre que uma nação ou reino afirmava que não estava refugiado em suas terras, fazia com que jurassem que haviam se empenhado em sua procura, embora não tenha sido possível encontrá-lo. Mas agora, Elias ordena que ele vá dizer a Acabe que está ali.

Seu medo era que o Senhor o levasse para algum lugar e quando Acabe viesse, não estivesse mais lá. Acabe, com certeza, mataria Obadias. Obadias ainda disse que era servo de Elias e vinha adorando o Senhor desde sua juventude.

Ele pergunta a Elias se não ficou sabendo o que havia feito quando Jezabel massacrou os profetas do Senhor. Contou que os havia escondido. Em duas cavernas. Em grupos de cinquenta. E os abasteceu de comida e água.

Novamente perguntou se era mesmo para ele dizer a Acabe que estava ali. Obadias disse que o rei simplesmente iria acabar com sua vida num instante.

Então Elias assegurou-lhe, jurando pelo Senhor, a quem servia, que se apresentaria a Acabe.

Obadias foi ao encontro de Acabe. Contou-lhe o que havia visto e ouvido. Acabe foi encontrar-se com Elias.

Assim que o viu perguntou-lhe: “És tu mesmo, ó flagelo de Israel?”

Já reparou que muitas vezes os profetas são acusados pelos acontecimentos quando na verdade apenas falaram o que o Senhor lhes ordenou? E os acontecimentos são consequências do que foi plantado?

Elias sabia. Sua consciência estava limpa. Respondeu a Acabe que não era o responsável pelos muitos problemas que assolavam Israel. E apontou para Acabe. Disse que ele e toda a família de seu pai eram os responsáveis. Mas não apenas apontou. Disse o motivo. Haviam abandonado os mandamentos do Senhor e cultuado aos baalins.

Depois ordenou (ordenou ao rei?) que mandasse Israel se reunir a ele no alto do monte Carmelo, assim como os quatrocentos e cinquenta profetas de Baal e os quatrocentos profetas de Aserá, todos que se fartavam na mesa de Jezabel (em tempo de miséria, escassez e fome).

Acabe fez a convocação. Reuniu todos no monte Carmelo.

O que acontecerá? Voltará a chover?

O que Elias pretende fazer com esses oitocentos e cinquenta profetas? Afogá-los na chuva?

Veremos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:

1 Reis 17.13-24

Leitura do dia 03/04.

Na postagem anterior, vimos um personagem tomar a cena. Embora seja a história de Reis, o protagonista agora é Elias, um dos meus queridos, preferidos.

O Senhor ordena que vá a Sidom para ser alimentado por uma viúva. Ele obedece.

Na última cena, pede água para ela e um pouco de comida. Ela informa que não tem nada. Está prestes a morrer. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-171-12.html

Continuamos agora, a partir do capítulo dezessete de 1 Reis.

Elias, diz que ela não deve temer. Que faça como havia dito, mas antes faça um pequeno bolo para ele. Depois, um para ela e seu filho.

A palavra do Senhor, o Deus de Israel para ela, é que a farinha que há na vasilha não acabará, e o azeite da botija não faltará, dia nenhum, até o dia em que o Senhor fizesse chover sobre a terra.

Uau! Imagine você usando a farinha e o azeite e ele não diminuindo? Só havia um pouquinho de farinha e não iria acabar!

Elias deixa claro que não seria ele quem faria chover. Seria o Senhor. Sob a palavra dele.

Sabe o que a mulher fez?

Ela imediatamente foi. Fez conforme a palavra de Elias.

Ele, ela e sua família comeram fartamente durante muitos dias. Vou repetir: fartamente. Não era regulado. Era fartamente.

A farinha da vasilha não acabou e nenhum dia faltou azeite puro na botija, exatamente como o Senhor falara através de Elias.

Depois de algum tempo, o filho desta viúva adoeceu gravemente. E morreu. Morreu! Ela ficou desesperada. Claro, quem não ficaria?

Reclamou com Elias: “Homem de Deus, o que você me fez? Veio para lembrar-me de meus pecados e matar meu filho?” (1 Reis 17.18).

Não sabemos o que se passava no coração desta mulher, nem a que pecado ela se referia.

É muito importante não termos nenhum pecado escondido. Aquele pensamento a condenou. Havia algo dentro dela que precisava ser resolvido.

Façamos como João nos exortou: “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar nossos pecados e nos purificar de toda injustiça”. – 1 João 1.9

Então, nenhuma condenação virá sobre nós.

Elias não estava ali para julgá-la. Estava porque o Senhor o enviara. Para ser abençoado e para abençoar. Devemos abençoar todas as pessoas com quem nos relacionamos. É a ordem que o Senhor deu a Abraão. Que se estende a nós: “e você será uma bênção para outros”. – Gênesis 12.2b

Elias não a condenou. Não era juiz. Era profeta. Pediu que ela lhe entregasse o filho.

E então, uma cena que acho simplesmente maravilhosa.

Quando pensamos em Elias imaginamos um homem duro. Um profeta ousado. Mas ele sabia ser gentil. Educado.

O menino morto, nos braços da mãe. Ele o toma gentilmente de seus braços. Gentilmente, como uma criança deve ser tratada, em qualquer situação. Ele toma o menino em seus braços. Leva-o ao quarto onde estava hospedado. Coloca-o sobre sua própria cama. Um morto!

Em seguida, clama ao Senhor: “Ó Senhor, meu Deus, por que trouxeste desgraça a esta viúva que me recebeu em seu lar e fizeste o filho dela morrer?” (1 Reis 17.20)

Era íntimo do Senhor. Olha como fala. Não procura palavras rebuscadas. Fala o que está em seu coração. Como deve ser.

Ele se deita sobre o menino, três vezes, suplicando ao Senhor, seu Deus, que fizesse a vida voltar. O Senhor ouviu seu clamor. A vida retornou. O menino viveu!

Elias leva o menino até sua mãe e diz: “Veja, seu filho está vivo!” (1 Reis 17.23)

A mulher imediatamente responde que agora sabe ser ele um homem de Deus e que a Palavra do Senhor, proferida por sua boca, é toda verdadeira. Será que era incrédula antes? Não confiava mais nos profetas, por algum motivo? Não sabemos.

O que sabemos é que Elias estava no lugar certo, na hora certa.

Aquela mulher, com toda certeza, testificou a todos em sua volta. Falou quem Elias era e quem era o Senhor de Elias. O Deus de Israel. O Deus de toda a terra.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

Que possamos ser usados poderosamente pelo Senhor. Que testifiquem de nós que somos homens e mulheres de Deus e que a Palavra do Senhor, proferida por nossas bocas, sejam todas verdadeiras.
Todas.

O Senhor não aprova meias verdades. Meias verdades são mentiras inteiras.

Prosseguimos na próxima postagem. Mas, antes, quero convidá-lo a ler o texto "Confio em Deus em meio às adversidades?" http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/confio-em-deus-em-meio-as-adversidades.html

Será que Acabe encontrará Elias? E como será que  andam as coisas em Judá?

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/desespero.html

1 Reis 17.1-12

Leitura do dia 03/04.

Continuamos nossa caminhada através do livro de 1 Reis.

Quantas coisas já vimos! Às vezes pode até “dar um nó” em nossas cabeças. É um tal de “e fulano não fez o que agrada ao Senhor”.

Mas infelizmente é assim mesmo. Na maioria das vezes, as pessoas acham mais fácil seguirem seus caminhos sozinhas. Esquecem que terão que arcar com as consequências de suas escolhas. Esquecem que poderiam estar andando por um caminho melhor.

Na postagem anterior, vimos um matando outro e outro matando o outro, para se tornarem reis. Não interessava para eles o bem estar de Israel. Estavam pensando em si mesmos e em suas dinastias. Que foram rápidas. Não seguiram ao Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-161-34.html

Até que surge Acabe. Dos reis do Israel dividido, sem dúvida é o mais famoso, se não por ele, por sua mulher, Jezabel.

Então, vamos caminhar através do capítulo dezessete. Vejamos quem é Acabe e o que fez. Mas, ele não é o único personagem desse capítulo, nem dos próximos.

O texto fala de Elias, o tesbita. Habitava em Gileade. Ele foi até Acabe, o rei, e disse, com a ousadia que lhe era peculiar: “Tão certo como vive o Senhor, o Deus de Israel, a quem sirvo, não haverá orvalho nem chuva durante os próximos anos, até que eu ordene!" (1 Reis 17.1)

Não sei você. Eu fico pasma. Que homem é esse? Que coragem! Está falando isso diante do rei!

Israel é uma terra que chove pouco. Precisa muito de chuva e de orvalho. Um profeta chega diante do rei e diz que não vai chover, exceto quando ele ordenar. Consegue imaginar a cena? Corajoso ou louco?

E a cena se transforma. Não estamos mais em Samaria. Elias sai de cena. Não ficamos sabendo a reação de Acabe. Acho que deve ter ficado boquiaberto. Paralisado.

Então, enquanto estamos querendo saber de Acabe, Elias toma a cena.

O Senhor manda que ele fuja para o Leste. Deve refugiar-se perto do ribeiro de Querite, à Leste do Jordão. Elias foi um refugiado.

O Senhor mostrou exatamente o lugar para onde ir, como se fosse um GPS. Mas dos que não falham. O Senhor nunca nos leva para a morte. Sempre para a vida.

E o que um refugiado como Elias precisa? No mínimo, alimento. E um lugar de descanso. No caso, Elias já possuía um cargo e um encargo, era profeta.

O Senhor estava providenciando o necessário para aqueles dias. Elias beberia da água do ribeiro e os corvos iriam dar-lhe alimento.

Sempre que leio esse texto, fico imaginando Elias. Era um homem consagrado, profeta do Senhor. Obediente. Simplesmente seguiu o GPS do Senhor e foi. Não questionou. Não exigiu que fosse um animal “limpo” que o alimentasse. Os corvos eram considerados “imundos”.

Não disse que aquilo era um absurdo. Que precisava ter certeza de que o Senhor faria. Simplesmente obedeceu. Que coragem!

Sabe o que aconteceu? Os corvos lhe traziam pão e carne pela manhã e ao pôr-do-sol. Saciava sua sede nas águas do ribeiro. Que cena fantástica!

Mas, passados alguns dias, a água secou. Não chovia. Elias mesmo disse que não choveria, enquanto não ordenasse.

Por que Elias estava escondido? Acabe, com certeza, o procura por todos os lugares, para exigir que volte a chover. Chega a ser engraçado. Mas é verdade. Nada de chuva, enquanto Elias não ordene.

Quando a água secou, não vemos Elias reclamar.

O Senhor dá uma nova ordem: “Vá morar em Sarepta, perto da cidade de Sidom. Dei ordem a uma viúva que mora ali para lhe dar alimento” (1 Reis 17.8).

Volte ao último parágrafo. Leia de novo. O Senhor mandou Elias para Sarepta? Foi isso mesmo? Para o território de Sidom? Sim.

Tudo bem até aí. Antes era refugiado em seu próprio país, um migrante. Mas agora está indo refugiar-se, por ordem do Senhor, em outro país. Não é mais em Israel.

E tem mais. O que o Senhor ordenou?

Que uma viúva providenciasse seu sustento. Uma viúva? Lembra as condições das viúvas naquela época? Eram terríveis. Não tinham nada. Precisavam de alguém para sustentá-las.

Elias me deixa boquiaberta. Não escutamos, ou não lemos, se preferir, nenhuma queixa. Ele simplesmente parte e vai a Sarepta, por mais louca que seja a ordem do Senhor. Outro país. Uma viúva. Que coragem!

Será que eu iria? Acho que faria uma lista com todos os motivos para não ir e a mostraria ao Senhor, tentando fazê-Lo mudar de ideia.

Quando Elias chega à entrada da cidade, há uma viúva que está apanhando lenha. Ele a chama. Pede que traga um pouco de água para poder saciar sua sede. Ela vai. Essa mulher também me espanta.

Quando está saindo para buscar água, ele a chama novamente. Pede que ela traga também um pedaço de pão. Está com fome.

Não sei como, mas essa mulher sabia quem Elias servia. Respondeu-lhe que, assim como era certo que o Senhor Deus de Elias, vivia, ela jurava por Seu Nome que não tinha um bolo sequer, senão apenas um pouquinho de farinha numa vasilha e um pouco de azeite na botija. Estava apanhando uns dois gravetos para levar para casa. Ia preparar uma refeição para ela e seu filho, para que comessem e depois morressem.

E agora? O Senhor deu o endereço errado para Elias? O GPS dEle quebrou? Era essa a viúva que deveria sustentá-lo? Com um pouquinho de farinha e azeite, que mal dava para ela, viúva, e seu filho comerem uma única refeição antes de morrer?

Será?

Veremos na próxima postagem.

Ah, e quanto a Acabe? Vamos deixá-lo de lado um pouco, até o Senhor nos ensinar com a vida desse homem maravilhoso que é Elias.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/um-homem-corajoso-aparece-na-historia.html

1 Reis 16.1-34

Leitura do dia 03/04.

Vamos continuar nossa caminhada pelo livro de 1 Reis.

Ontem vimos o "homem de Deus" clamar contra o altar. A profecia de Aías contra Jeroboão. O reinado de Roboão e Abias. Também Asa que fez uma limpeza em Judá. Derrubou altos. Destruiu ídolos. Destituiu a rainha-mãe idólatra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-131-13.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1314-34.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-141-20.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1421-31.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-151-9.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1510-34.html

Hoje caminharemos através das páginas dos capítulos dezesseis a dezenove.

Na primeira postagem, o capítulo dezesseis. Agora, em Israel.

O Senhor falou com Jeú, filho de Hanani, contra Baasa.

O Senhor disse a Baasa que do pó o ergueu e o fez líder de Israel, Seu povo. Mas ele preferiu seguir os caminhos de Jeroboão e também induziu Israel a fazer o que era mau. Por isso o Senhor disse que varreria Baasa e sua casa como fez com a casa de Jeroboão, filho de Nebate.

Todo membro da família de Baasa que morresse na cidade seria devorado pelos cães. Todo que morresse no campo seria comido pelas aves dos céus.

Baasa morreu. Foi sepultado em Tirza. Elá, seu filho, reinou em seu lugar. Elá começou a reinar sobre o povo de Israel, no vigésimo sexto ano de Asa. Ele reinou dois anos. Dois anos!

Seu servo Zinri, chefe da metade de seus carros, conspirou contra ele. Quando estava em Tirza, bebendo e embriagando-se na casa de Arza, seu mordomo. Zinri entrou, feriu-o de morte e reinou em seu lugar.

Assim que se tornou rei, sentou-se no trono e massacrou toda a família de Baasa. Não deixou vivo nem um só homem. Matou também seus parentes e até seu amigo.

Zinri exterminou toda a casa de Baasa, conforme fora predito pelo Senhor através do profeta Jeú, por causa de todos os pecados que cometeram Baasa e Elá, e ainda fizeram Israel cometer, provocando o Senhor à ira, através de seus ídolos vãos.

Zinri começou a reinar no vigésimo sétimo ano do reinado de Asa em Judá. Foi rei de todo o povo de Israel, durante sete dias. Isso mesmo, sete dias. Os soldados israelitas estavam sitiando a cidade de Gibetom, quando receberam a notícia de que Zinri havia promovido um motim e matado o rei. Na mesma hora, o acampamento dos israelitas proclamou Onri, comandante do exército, rei de Israel.

Onri e todo o Israel com ele, deixaram Gibetom e foram a Tirza. Sitiaram-na. Quando Zinri percebeu que a cidade seria tomada, entrou no palácio real e o incendiou em torno de si. Morreu. Por causa dos pecados que cometera, fazendo o que era mau diante do Senhor. Preferiu andar de acordo com os caminhos de Jeroboão, agindo conforme seus pecados, fazendo Israel também pecar. Em apenas uma semana!

Cada dia Israel ficava mais perdido. Mais distante do Senhor.

Nessa situação o povo de Israel se dividiu. Metade apoiou Tibni, filho de Ginate, para proclamá-lo rei, e a outra metade apoiou Onri. O povo que apoiava Onri prevaleceu sobre o de Tibni. Tibni morreu. Onri reinou.

No trigésimo primeiro ano do reinado de Asa em Judá, Onri se tornou rei de Israel. Governou doze anos. Nos primeiros seis anos, administrou a partir de Tirza. Depois, Samaria tornou-se a capital de Israel. Ele comprou de Sêmer, a colina que lhe pertencia, pelo valor correspondente a setenta quilos de prata. Construiu sobre este monte uma cidade fortificada. Deu-lhe o nome de Samaria, em homenagem a Sêmer.

Mas, Onri fez o que era mal aos olhos do Senhor. Conseguiu superar todos os seus antepassados, em muito, com seus erros. Imitou em tudo a conduta de Jeroboão, e todos os pecados a que este induzira Israel, irritando muito ao Senhor, com seus ídolos completamente inúteis.

Onri morreu. Foi epultado em Samaria. Seu filho Acabe passou a reinar em seu lugar.

Era o trigésimo oitavo ano do reinado de Asa em Judá, quando Acabe, filho de Onri, se tornou rei de Israel. Ele governou durante vinte e dois anos em Samaria.

Acabe fez o que era mau aos olhos do Senhor. Conseguiu agir de tal maneira que todas as suas atitudes foram ainda piores do que qualquer um dos que haviam reinado antes dele. Vamos ler ainda muito sobre Acabe. Considerou que não teria qualquer importância cometer os mesmos erros de Jeroboão. Por isso fez pior. Casou-se com Jezabel, filha de Etbaal, rei dos sidônios. Sim, essa é a famosa Jezabel, que todos conhecem.

Acabe passou a devotar seu culto a Baal. Construiu um templo em Samaria e ergueu um altar em homenagem a Baal. Depois mandou fazer um poste sagrado. Cometeu tantos atos abomináveis que conseguiu provocar a ira do Senhor, muito mais do que todos os reis de Israel que vieram antes dele.

Durante seu reinado, Hiel, de Betel, reconstruiu Jericó. Quando lançou seus alicerces, seu filho primogênito, Abirão, morreu e quando conseguiu estabelecer as portas da cidade, seu filho caçula Segube, morreu. Exatamente como o Senhor havia proferido por intermédio de Josué, filho de Num.

Muitas vezes é difícil entender tamanha apostasia e desobediência. Mas foi assim em Israel.
Enquanto Asa governava em Judá, havia guerras, trapaças, traição e idolatrias por todo Israel.

Que sejamos fieis ao Senhor, até o fim.

Prosseguimos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/traicao-morte-destruicao.html

terça-feira, 2 de abril de 2019

1 Reis 15.10-34

Na postagem anterior, vimos que Abião, ou Abias, se afastou do Senhor. Viveu sempre em guerra. 
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-151-9.htmll

Agora, ainda no capitulo quinze. Do versículo dez até o final.

Quando Jeroboão, rei de Israel, já havia reinado vinte anos, Asa começou a reinar em Judá. Reinou quarenta e um anos em Jerusalém.

Quando leio o versículo a seguir, tenho vontade de pular. Acredita que Asa agiu de modo reto diante do Senhor, como Davi? http://www.espalhandoasemente.com/2016/11/o-reinado-de-davi-foi-sucedido-por.html

Sim, ele tirou da terra os prostitutos cultuais, que eram conhecidos como sodomitas. Destruiu todos os ídolos que seus pais haviam erguido. Fez uma verdadeira limpeza.

E o que acho muito impressionante, destituiu sua própria avó, Maaca, filha de Absalão, da autoridade de rainha-mãe. Ela havia construído um abominável objeto de culto para servir de ídolo sagrado, que ele também queimou. Ficava próximo ao ribeiro de Cedrom.

Asa não removeu os altares das colinas. Mas seu coração foi totalmente dedicado ao Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/qual-epoca-de-construir-fortalezas-e.html

Ele trouxe para o templo do Senhor os objetos que seu pai, Abião ou Abias, havia consagrado, e os objetos que ele mesmo consagrara, prata, ouro e vasos.

No segundo ano de seu reinado, Nadabe, filho de Jeroboão, tornou-se rei em Israel. Governou apenas dois anos. Praticou o que o Senhor reprova. Andou nos caminhos de seu pai e no pecado que havia induzido Israel a cometer.

Então, Baasa, filho de Aías, da tribo de Issacar, conspirou contra ele. Feriu-o de morte em Gibeom dos filisteus, pois Nadabe e todo o Israel havia sitiado Gibeom. Baasa assassinou-o no terceiro ano do governo de Asa, e reinou em seu lugar. Assim que se tornou rei, massacrou toda a casa de Jeroboão. Não poupou ninguém. Exterminou-os. Como o Senhor dissera através de seu servo Aías, o silonita. http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/mas-noticias.html

Tudo por causa dos pecados que Jeroboão havia praticado e levado o povo de Israel a praticar.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/a-loucura-de-jeroboao.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/a-desobediencia-de-jeroboao.html

Baasa reinou durante vinte e quatro anos. Praticou o que era mau aos olhos do Senhor. Seguiu o caminho de Jeroboão, errando e induzindo Israel ao erro.

Houve grande batalha entre Asa e Baasa, rei de Israel. Eles guerrearam o tempo todo.

Baasa, rei de Israel, invadiu Judá e edificou Ramá, para que ninguém pudesse sair nem entrar no território de Asa.

Asa tomou toda a prata e o ouro que estavam nos tesouros do templo, além dos objetos valiosos do palácio real e os entregou nas mãos de seus servos para enviar a Ben-Hadade, rei da Síria. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-rompida.html

Ben-Hadade morava em Damasco. Asa enviou os objetos com a mensagem de que houvesse aliança entre eles e que a aliança que possuía com Baasa fosse rompida. Ben-Hadade aceitou o acordo. Enviou os chefes de seu exército contra Israel. Conquistou Ijom, Dã, Abel-Bete-Maaca e todo o Quinerete, a região próxima ao lago da Galiléia, além de todo o território de Naftali. 

Israel está perdendo o que havia conquistado. Tudo por ter se afastado do Senhor.

Quando Baasa soube, parou de construir Ramá. Ficou em Tirza. Asa determinou em todo Judá que trouxessem as pedras de Ramá e a madeira com que Baasa a edificava. Com esse material mandou construir Geba de Benjamim e Mispá.

O resto da história de Asa, muito interessante, está escrito em Crônicas. Na sua velhice, ficou doente dos pés. Vale a pena ler. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-rompida.html

Quando morreu foi sepultado na Cidade de Davi. Seu filho Josafá foi seu sucessor.

É muito triste ver que Jeroboão, que podia ter uma dinastia perene, abandonou ao Senhor. Seu filho seguiu seus caminhos. Foi assassinado. Sua família exterminada. Não sobrou ninguém. Como o Senhor havia dito. http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/reino-dividido.html

Baasa não aprendeu a lição. Sabia que Jeroboão estava naquela situação por ter se afastado do Senhor, mas seguiu os caminhos de Jeroboão. Também não se voltou para o Senhor.

O que acontecerá com ele? Seus filhos governarão após ele? Será que ainda há esperança para Israel?

E quanto à Judá? Asa segue ao Senhor. Até destituiu sua avó do cargo de rainha-mãe, por ser ela uma idólatra. Ele morre. Josafá reina em seu lugar.

Como será seu reinado? Seguirá os caminhos de Davi ou ao menos os caminhos de seu pai? Há esperança para Judá?

E quanto a nós? Temos seguido ao Senhor, independente das circunstâncias? Há esperança para nós?

Lembre-se: nossas decisões impactam gerações. 
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-decisao-e-minha.html

Amanhã continuamos. Leremos do capítulo dezesseis ao capítulo dezenove de 1 Reis.

Espero você. Até lá.