Leitura do dia 15/03.
Na postagem anterior vimos a humilhação que Naás, rei de Amom quis impor sobre Israel. Quando Saul soube, ficou enfurecido. Israel se reuniu como um só homem. E o Senhor lhes deu vitória sobre os amonitas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-111-15.html
Agora, continuamos através do capítulo doze de 1 Samuel.
O povo foi a Gilgal renovar o compromisso do reino. Samuel se despede. É hora de sair de cena. Saul já foi proclamado rei, três vezes.
Ele pergunta ao povo se roubou, enganou, oprimiu, aceitou suborno ou perverteu a justiça enquanto julgou a Israel. Se fez alguma destas coisas, que apontem para que ele restitua. Quer sair de cena completamente em paz.
Todos respondem que não. Ele sempre foi um juiz íntegro. Que lindo!
Ah, como precisamos de homens assim!
Samuel declarou que eles eram testemunhas, assim como o rei, de que suas mãos estavam limpas. Todos concordaram. Eram testemunhas. Suas mãos estavam limpas.
Samuel continuou. Lembrou-lhes que o Senhor escolhera Moisés e Arão. E os tirou da terra do Egito. Confrontou-os com todos os atos de justiça que o Senhor fizera por eles e seus antepassados.
Lembrou-lhes que rapidamente se afastaram do Senhor. Por isso, foram oprimidos. Quando clamaram, porém, o Senhor levantou Juízes que os libertaram.
Depois, ficaram com medo do rei de Amom e pediram um rei também. O Senhor lhes concedeu o que pediram.
Agora era hora de continuarem a temer e servir ao Senhor, demonstrando que reconheciam que o Senhor era o Deus deles. Se, porém, se afastassem dEle, Sua mão pesaria, como fez com seus antepassados.
Samuel disse que lhes daria um sinal , para mostrar que haviam agido com maldade quando pediram um rei ao Senhor.
Não era tempo de chuva. Era a época da colheita do trigo. Nunca chovia. Mas ele pediria ao Senhor que enviasse trovões e chuva forte, naquele dia.
Ele clamou. O Senhor enviou os trovões e a chuva forme. Todo o povo ficou temeroso. Com medo do Senhor e de Samuel. Pediram que Samuel orasse em favor deles. Reconheciam que acrescentaram mais um pecado à sua vasta lista, quando pediram um rei.
Samuel respondeu que não deveriam temer. Fizeram muito mal, mas agora era hora de olhar para frente. Servir somente ao Senhor. Não adorar nenhum outro deus além dEle. O Senhor não os abandonaria. Isso traria desonra ao Seu nome.
Quanto a ele, não pecaria contra o Senhor, deixando de orar por eles. E mesmo em sua idade avançada, continuaria a ensiná-los o que era bom e correto diante do Senhor.
Samuel aconselhou que temessem ao Senhor. Que o servissem fielmente. De todo o coração. Deviam pensar em todas as maravilhas que o Senhor fizera por eles. Mas, se continuassem a pecar, eles e o rei seriam destruídos. Lembra? Alternativa “a”, alternativa “b”.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-281-3020.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-21-331.html
Hoje terminamos aqui. Que amemos e sirvamos apenas o Senhor.
Amanhã continuamos. Do capítulo treze ao capítulo quinze.
Espero você. Até lá.
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sexta-feira, 15 de março de 2019
1 Samuel 12.1-25
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1 Samuel 11.1-15
Leitura do dia 15/03.
Na postagem anterior, Samuel ungiu Saul rei sobre Israel. Depois, o proclamou rei diante do povo. Mesmo escondido entre as bagagens, não pôde escapar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-101-27.html
Que não nos escondamos quando o Senhor nos chamar. Há uma missão a cumprir! Apresentemo-nos a Ele, rapidamente.
Agora, continuamos através do capítulo onze de 1 Samuel.
Aproximadamente um mês após a unção de Saul, o rei de Amom, Naás, atacou Jabe-Gileade. Seus habitantes pediram um acordo. Não queriam guerra. Eles o serviriam.
Naás concordou, mas havia uma condição. Arrancaria o olho direito de todos na cidade. Deixou claro que sua intenção era humilhar Israel.
As autoridades de Jabes-Gileade pediram um prazo. Sete dias. Se não encontrassem alguém que lutasse por eles, se submeteriam à humilhação. Se entregariam.
Os mensageiros chegaram a Gibeá, onde Saul morava. O povo ouviu a notícia. Todos choraram em alta voz.
Saul, o rei, estava trazendo seus bois do campo. Perguntou o que estava acontecendo. Por que estavam chorando?
Novamente Saul sobe no meu conceito. Estava trabalhando, embora fosse o rei. Além disso, importou-se com o choro do povo.
Quando lhe contaram sobre Jabes-Gileade, o Espírito do Senhor veio poderosamente sobre ele. E ele ficou enfurecido. É, isso mesmo. O Espírito do Senhor veio sobre ele e ele ficou enfurecido. Era o que precisava. Não podemos ficar alheios à injustiça. Há momentos em que não adianta chorar, precisamos agir.
Saul pegou dois bois. Cortou-os em pedaços. Enviou mensageiros com os pedaços dos bois, por todo Israel. Sua mensagem dizia que aquilo aconteceria com os bois de quem se recusasse a seguir Saul e Samuel na batalha!
Uau! Que homem de atitude! Também não vai sozinho à guerra. Sabe o valor de Samuel. Quer que esteja a seu lado. Na liderança.
O temor do Senhor veio sobre todos. Saíram para guerrear como se fossem um só homem.
Ah, que a Igreja do Senhor possa ser assim! Que saiamos para guerrear como um só homem. Um só corpo. A noiva do Senhor.
Precisamos de um exército assim! Hoje. Agora.
Saul reuniu o exército. E contou. Havia trezentos mil soldados de Israel e trinta mil de Judá.
Enviou uma mensagem a Jabes-Gileade dizendo que os salvaria. No dia seguinte. Antes do meio-dia.
Consegue imaginar o alívio daquela cidade? Não seriam humilhados por Naás. Não perderiam seus olhos.
Os homens de Jabes-Gileade disseram a Naás que, no dia seguinte, se entregariam.
Mas, no dia seguinte, Saul chegou. Dividiu seus soldados em três destacamentos. Como Gideão fizera. Atacou os amonitas de surpresa. Antes do meio-dia já havia massacrado o exército de Naás. Os que escaparam não conseguiram se reunir, nem mesmo de dois em dois.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-71-25.html
Após a vitória, o povo perguntou a Samuel onde estavam os homens que disseram que Saul não reinaria sobre eles. Iriam matá-los.
Saul, porém disse que ninguém morreria naquele dia. Era dia de celebração. Dia que o Senhor os livrara de seus inimigos. Reconheceu que a vitória veio do Senhor, não de suas mãos, de seu exército.
Que linda sua atitude! Para que vingança? Era dia de comemorar o que o Senhor fizera!
Samuel chamou a todos para irem a Gilgal. Ali, renovariam o compromisso do reino. Foram.
Ofereceram holocaustos e ofertas de paz. Saul novamente foi proclamado como rei de Israel. Agora, em uma cerimônia solene.
Que aprendamos a agir, quando for a hora, ao invés de apenas lamentar. Que aprendamos a perdoar. A justiça e a vingança pertencem ao Senhor.
Que não nos escondamos do nosso chamado. Que reconheçamos que a vitória vem do Senhor.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Na postagem anterior, Samuel ungiu Saul rei sobre Israel. Depois, o proclamou rei diante do povo. Mesmo escondido entre as bagagens, não pôde escapar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-101-27.html
Que não nos escondamos quando o Senhor nos chamar. Há uma missão a cumprir! Apresentemo-nos a Ele, rapidamente.
Agora, continuamos através do capítulo onze de 1 Samuel.
Aproximadamente um mês após a unção de Saul, o rei de Amom, Naás, atacou Jabe-Gileade. Seus habitantes pediram um acordo. Não queriam guerra. Eles o serviriam.
Naás concordou, mas havia uma condição. Arrancaria o olho direito de todos na cidade. Deixou claro que sua intenção era humilhar Israel.
As autoridades de Jabes-Gileade pediram um prazo. Sete dias. Se não encontrassem alguém que lutasse por eles, se submeteriam à humilhação. Se entregariam.
Os mensageiros chegaram a Gibeá, onde Saul morava. O povo ouviu a notícia. Todos choraram em alta voz.
Saul, o rei, estava trazendo seus bois do campo. Perguntou o que estava acontecendo. Por que estavam chorando?
Novamente Saul sobe no meu conceito. Estava trabalhando, embora fosse o rei. Além disso, importou-se com o choro do povo.
Quando lhe contaram sobre Jabes-Gileade, o Espírito do Senhor veio poderosamente sobre ele. E ele ficou enfurecido. É, isso mesmo. O Espírito do Senhor veio sobre ele e ele ficou enfurecido. Era o que precisava. Não podemos ficar alheios à injustiça. Há momentos em que não adianta chorar, precisamos agir.
Saul pegou dois bois. Cortou-os em pedaços. Enviou mensageiros com os pedaços dos bois, por todo Israel. Sua mensagem dizia que aquilo aconteceria com os bois de quem se recusasse a seguir Saul e Samuel na batalha!
Uau! Que homem de atitude! Também não vai sozinho à guerra. Sabe o valor de Samuel. Quer que esteja a seu lado. Na liderança.
O temor do Senhor veio sobre todos. Saíram para guerrear como se fossem um só homem.
Ah, que a Igreja do Senhor possa ser assim! Que saiamos para guerrear como um só homem. Um só corpo. A noiva do Senhor.
Precisamos de um exército assim! Hoje. Agora.
Saul reuniu o exército. E contou. Havia trezentos mil soldados de Israel e trinta mil de Judá.
Enviou uma mensagem a Jabes-Gileade dizendo que os salvaria. No dia seguinte. Antes do meio-dia.
Consegue imaginar o alívio daquela cidade? Não seriam humilhados por Naás. Não perderiam seus olhos.
Os homens de Jabes-Gileade disseram a Naás que, no dia seguinte, se entregariam.
Mas, no dia seguinte, Saul chegou. Dividiu seus soldados em três destacamentos. Como Gideão fizera. Atacou os amonitas de surpresa. Antes do meio-dia já havia massacrado o exército de Naás. Os que escaparam não conseguiram se reunir, nem mesmo de dois em dois.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-71-25.html
Após a vitória, o povo perguntou a Samuel onde estavam os homens que disseram que Saul não reinaria sobre eles. Iriam matá-los.
Saul, porém disse que ninguém morreria naquele dia. Era dia de celebração. Dia que o Senhor os livrara de seus inimigos. Reconheceu que a vitória veio do Senhor, não de suas mãos, de seu exército.
Que linda sua atitude! Para que vingança? Era dia de comemorar o que o Senhor fizera!
Samuel chamou a todos para irem a Gilgal. Ali, renovariam o compromisso do reino. Foram.
Ofereceram holocaustos e ofertas de paz. Saul novamente foi proclamado como rei de Israel. Agora, em uma cerimônia solene.
Que aprendamos a agir, quando for a hora, ao invés de apenas lamentar. Que aprendamos a perdoar. A justiça e a vingança pertencem ao Senhor.
Que não nos escondamos do nosso chamado. Que reconheçamos que a vitória vem do Senhor.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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