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quinta-feira, 3 de outubro de 2019

Sofonias 1.1-3.20

Leitura do dia 02/10.

Continuamos nossa caminhada através das páginas maravilhosas das Sagradas Escrituras.

Ontem vimos o clamor e a canção de Habacuque. Precisamos nos alegrar no Senhor e na tão grande salvação que nos concedeu.

Também vimos a mensagem do Senhor contra os babilônios. Que servem para os dias atuais.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/habacuque-11-319.html

Hoje, caminharemos pelas páginas de Sofonias. Seu nome significa “Escondido do Senhor”.

Profetizou durante o reinado de Josias. Provavelmente contemporâneo de Habacuque. Também é um livro pequeno, com apenas três capítulos, porém, apaixonantes.

A palavra do Senhor entregue a Sofonias é muito dura. Disse que destruiria a todos. Até os animais, peixes e aves. Reduziria os perversos a montes de escombros. Esmagaria Judá e Jerusalém. Eliminaria até o último vestígio do culto a Baal. Acabaria com os profetas idólatras que sobem a seus terraços e se curvam para as estrelas e astros. Esses profetas juram pelo nome do Senhor e adoram Moloque. Todos que seguiam o Senhor e não seguem mais, seriam destruídos. Todos que seguem costumes estrangeiros. Que participam de cultos idólatras. Que enchem as casas de violência e engano.

O Senhor vasculhará Jerusalém, até os cantos mais escuros, para castigar todos que vivem acomodados em seus pecados. Seus bens serão saqueados. Suas casas, destruídas. Será um dia de sofrimento e angústia. De ruína e desolação. De escuridão e trevas. Dia de toque de trombetas e gritos de batalhas. Todos cairão. Até as fortalezas mais poderosas. Porque pecaram contra o Senhor. Nada os salvará. Nem seu ouro e sua prata. A terra está consumida pelo fogo de Seu zelo.

Sofonias clama por arrependimento. Que se reúnam antes que comece esse dia. Que tomem providências agora, enquanto ainda é tempo. Que os humildes busquem o Senhor. Sigam Suas ordens. Busquem a justiça. Vivam com humildade. Quem sabe o Senhor os proteja no dia de Sua justa ira?

Grande aflição espera os filisteus. Serão julgados. Moabe e Amom, Etiópia e Assíria também. Todos receberão o castigo que merecem por casal de seu orgulho. Zombaram do povo do Senhor dos Exércitos.

Quando forem julgados, todas as nações do mundo adorarão o Senhor. Cada um em sua terra. Reconhecerão quem Ele é. O Todo-Poderoso. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

Grande aflição também espera Jerusalém. Ela se tornou rebelde e impura. Cheia de violência e opressão. Recusa toda correção. Não confia no Senhor. Não se aproxima dEle. Seus líderes são como leões que rugem para suas vítimas. Seus juízes são como lobos que comem suas presas sem deixar vestígio. Seus profetas são mentirosos arrogantes, que buscam seus próprios interesses. Seus sacerdotes profanam o templo, transgredindo a lei do Senhor.

Quatro "classes" de líderes. Esses serão julgados com mais dureza. Eram os responsáveis pelo povo. Mas, ao invés de cuidar, esmagaram e se aproveitaram dele.

O Senhor ainda está em Jerusalém. E fará justiça. Ele nunca falha. Nunca deixa de fazer o bem. Julgará todos os povos. Purificará seus lábios para que possam reunir para adorá-Lo. Seu povo dispersado que vive além da Etiópia virá apresentar suas ofertas.

Os orgulhosos, rebeldes e arrogantes cairão. Só restarão os pobres e humildes que confiam no nome do Senhor. Seu remanescente não cometerá injustiça, não mentirá, nem enganará. Comerão e dormirão em segurança. Sem ter quem os atemorize.

Naquele dia, que aguardamos, se anunciará em Jerusalém que tenham ânimo e animem-se. O Senhor estará em seu meio. Ele é um Salvador poderoso. Se agradará de Seu remanescente. Acalmará todos os seus medos. Com amor (1 João 4.18a). E se alegrará em Seu povo com gritos de alegria. O Senhor levará Seu povo de volta para casa. Aleluias.

Consegue imaginar o Senhor se alegrando de nós, Seu povo, com gritos de alegria, como se tivéssemos ganhado a final da Champions League!

Que não sejamos líderes aproveitadores. Que sejamos. Que falemos Sua palavra, sem rodeios ou maquiagem.

Que andemos em justiça e em verdade. Em humildade e obediência. Até que venha nos buscar.

Continuamos amanhã. Leremos o livro de Ageu.

Espero você. Até lá.

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Ezequiel 25.1-26.21

Leitura do dia 03/09.

Continuamos nossa caminhada através do livro do profeta Ezequiel.

Na postagem anterior vimos os pecados de Jerusalém, os pecados dos líderes de Israel, o adultério de Samaria e Jerusalém. O julgamento do Senhor.

Jerusalém é como uma panela que não pode ser limpa.

Também vimos Ezequiel perder seu tesouro mais precioso, sua esposa. Sem poder prantear. Como um sinal para Israel. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-221-2427.html

Agora, caminharemos a partir do capítulo vinte e cinco. Até o capítulo vinte e seis.

O Senhor entrega ao profeta uma mensagem contra Amom. Lembre que Amom é descendente de Ló, com uma de suas filhas. Eles se alegraram quando Seu templo foi profanado. Zombaram de Israel. Riram de Judá. Seriam julgados por suas ações. E completamente destruídos. Assim, saberiam que Ele é o Senhor.

O mesmo acontece com Moabe, o outro descendente de Ló. O Senhor traria Seu julgamento, assim como aos amonitas. Eles saberiam que Ele é o Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1816-1929.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1930-36.html

O povo de Edom, descendente de Esaú, também pecou grandemente. Vingaram-se de Judá. O Senhor traria Seu juízo, através de Seu povo, Israel. Edom saberia que essa vingança veio dEle, o Senhor Soberano. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-2527-34.html

A Filistia também seroa julgada. Atacaram Judá com vingança amarga e ódio profundo. Seriam castigados pelo que fizeram, então saberiam que Ele é o Senhor.

No dia 03 de fevereiro de 585 a.C., o Senhor entrega a Ezequiel uma mensagem contra Tiro. Ela se alegrou quando Jerusalém caiu. Agora, tomaria seu lugar no comércio. Jerusalém estava desolada. Ela ficaria rica. Mais rica.

O Senhor se colocou como inimigo de Tiro. Seriam presas de muitas nações. Então saberiam que Ele é o Senhor. O Senhor conta a Ezequiel exatamente como o rei de Babilônia conquistaria essa cidade, que jamais seria reconstruída.

Temos visto em nossa caminhada, que o Senhor é o Senhor de todas as nações. Ele sempre procurou tornar Seu nome conhecido entre todas as nações. As nações julgadas aqui, conheciam Seu nome. Mas, tal qual Israel, não Lhe deram ouvidos. O dia do justo juízo chegou. E pegou a todas desprevenidas, uma vez que não acreditavam que tal dia chegaria. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

Na próxima postagem, veremos o que mais Tiro fez para que o Senhor se tornasse seu inimigo.

Leremos a partir do capítulo vinte e sete. Até o capítulo vinte e nove.

Espero você. Até lá.

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Jeremias 49.1-50.46

Leitura do dia 22/08.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Jeremias.

Na postagem anterior vimos as mensagens do Senhor ao Egito, à Filistia, e a Moabe. Serão julgados pelo Senhor. Por sua idolatria, orgulho e arrogância.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-461-4847.html

Agora, caminharemos a partir do capítulo quarenta e nove. Até o capítulo cinquenta.

O Senhor continua entregando mensagens a Jeremias. Fala sobre Amom. Os amonitas confiam em suas riquezas. Adoram Moloque. Sacrificam seus filhos a este ídolo, como era o costume. O Senhor os destruirá. Mas, no futuro, por Sua infinita misericórdia, os restaurará.

Damasco também cairá. Medo e angústia se apoderam dela. Como se fosse uma mulher na hora do parto.

Edom também será julgado. Foi iludido pelo medo que provoca aos outros, achando-se superior. Está cheio de orgulho. Vive em uma fortaleza de pedra. E controla os altos montes. O Senhor os derrubará. Até os guerreiros mais valentes tremerão como uma mulher em trabalho de parto. Mas, os órfãos que estiverem entre eles e as viúvas serão socorridos. Podem esperar pela ajuda do Senhor.

Ele expulsará Edom de sua terra. Colocará ali um líder que escolherá.

Quedar e Hazor também serão julgadas. O Senhor trará calamidade sobre eles.

Elão será perseguido à espada. No futuro, porém, o Senhor os restaurará.

O Senhor deu a Jeremias uma palavra de destruição à própria Babilônia. A grande Babilônia que estava conquistando a terra naquela época. Suas imagens e seus ídolos serão destruídos. Seus deuses sofrerão completa humilhação. Serão uma nação pequena. Um deserto. Uma terra seca e desolada.

Olhe para trás. Veja a história. Aconteceu exatamente o que o Senhor disse que aconteceria. Ele cumpre Suas promessas. Cumpre Seu julgamento. Que é sempre justo.

Babilônia também será exilada. Era um instrumento do Senhor para juízo, mas odiaram os povos que conquistaram. Agiram com total violência e brutalidade. Não deixaram seus ídolos. Sofrerão o mesmo que fizeram às outras nações.

Quanto a Israel e Judá voltarão chorando e buscando o Senhor. Perguntarão pelo caminho de Sião e voltarão para casa. Se apegarão ao Senhor. Numa aliança permanente.

Ele é o verdadeiro descanso. A esperança real.

Seu povo foi enganado por seus pastores. São como ovelhas perdidas, soltas nos montes. Perderam o rumo. São sabem encontrar o curral. Seus inimigos as atacaram, sem pudor nenhum. A desculpa era que pecaram contra o Senhor. Não tiveram misericórdia. Serão julgados.

Que clamemos ao Senhor por todos que pecaram e se afastaram do Senhor. Que sejamos misericordiosos.

Que Ele seja nosso descanso e esperança. Que nos voltemos para Ele a cada dia. Que ouçamos Sua voz. E não fiquemos perdidos nos montes, enganados por pastores egoístas, que amam apenas a si mesmos.

Continuamos na próxima postagem. Leremos os dois últimos capítulos de Jeremias.

Espero você. Até lá.

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Jeremias 25.1-27.22

Leitura do dia 14/08.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Jeremias. Cada vez que leio, fico mais apaixonada por ele. Considerou sua vida apenas sofrimento, tristeza e vergonha, mas, com certeza, não foi assim que o Senhor o viu. Era fiel. Obediente.

Na postagem anterior vimos sua mensagem ao rei de Judá. E ao povo. Que O conhecessem. Que fossem justos. Íntegros. Que fizessem justiça e ajudassem os pobres e necessitados. Não quiseram ouvir.

Também vimos a promessa do Senhor Jesus, o Renovo, Descendente Justo da linhagem de Davi.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-221-2410.html

Agora, caminharemos a partir do capítulo vinte e cinco. Até o capítulo vinte e sete.

No ano 605 a.C., Jeremias recebeu uma palavra do Senhor. Era o quarto ano do reinado de Jeoaquim. O mesmo ano em que Nabucodonosor começou seu reinado na Babilônia.

Jeremias lembra que desde o ano 627 a.C., no décimo terceiro ano do reinado de Josias, até aquela data, o Senhor vinha lhe entregando Suas mensagens. Durante vinte e três anos ele as anunciou fielmente. Mas não quiseram ouvir. Repetidamente o Senhor enviou Seus servos, os profetas. Mas não quiseram prestar atenção. Sempre era a mesma mensagem. Que abandonassem seus caminhos e suas más ações. Se assim agissem, habitariam na terra. Que não provocassem o Senhor à ira ao adorar deuses feitos com suas próprias mãos. Não deram ouvidos.

Agora, seriam destruídos. Israel e as nações vizinhas serviriam ao rei de Babilônia durante setenta anos. Depois desse tempo, o Senhor castigaria o rei da Babilônia e seu povo. Por seus pecados. Seriam castigados na mesma proporção do sofrimento que causaram, com suas más ações. Aquilo que é plantado, é colhido.

Todas as nações seriam julgadas. Beberiam o cálice da ira do Senhor. Ele começou o juízo por Jerusalém, a cidade que levava Seu nome. Nenhuma outra cidade escaparia. Não haveria exceções.

Os pastores perversos cairiam. Seriam despedaçados como um vaso frágil. Não haveria lugar para se esconderem.

No ano de 608 a.C, início do reinado de Jeoaquim, o Senhor ordenou que Jeremias fosse ao pátio do templo do Senhor e falasse aos habitantes das cidades de Judá que iam ali para adorar. Deveria transmitir Sua mensagem completa. Sem faltar uma só palavra. Quem sabe escutassem e se arrependessem? Se tal acontecesse, o Senhor não enviaria o mal sobre eles.

Jeremias obedeceu. Após dizer tudo que o Senhor havia ordenado, os profetas, sacerdotes e todo o povo o atacaram. Gritaram que iriam matá-lo. Quem era ele para profetizar em nome do Senhor, que o templo seria destruído como Siló? Que história era aquela de dizer que Jerusalém seria destruída e ficaria desabitada? É muito triste perceber que amavam mais a cidade e o templo que o Senhor.

A confusão foi tamanha que os oficiais de Judá ouviram o que estava acontecendo. Saíram correndo do palácio e foram ao templo. Ali, sentaram-se para julgar. Os sacerdotes e profetas falaram que Jeremias era merecedor da morte. Suas acusações? Havia profetizado contra o templo e contra Jerusalém.

Mesmo diante do risco da morte, Jeremias não se cala. Fala que foi o Senhor que o enviou para profetizar contra o templo e a cidade. Cada palavra que falou foi ordenada por Ele. Se voltassem atrás, se deixassem de pecar e começassem a obedecer o Senhor, Ele também voltaria atrás e não enviaria a calamidade anunciada. Quanto a ele, estava em suas mãos. Que fizessem o que quisessem. Se o matassem, deveriam saber que derramariam sangue inocente. E seriam responsabilizados. A verdade era que o Senhor o enviara. Para dizer cada palavra que ouviram.

Os oficiais e o povo tomaram posição. Disseram aos sacerdotes e profetas que ele não era digno de morte. Estava falando em nome do Senhor. Alguns anciãos se levantaram. Falaram a todo o povo ali reunido. Que se lembrassem de Miquéias (em breve leremos seu livro). Ele profetizou sobre o reinado de Ezequias. Disse ao povo que Jerusalém seria transformada em ruína. Que o templo desapareceria. Ezequias e o povo não o mataram. Antes, temeram ao Senhor. Suplicaram Sua misericórdia. E o Senhor os ouviu. Agora, estavam prestes a fazer um grande mal a eles próprios. Não podiam matar Jeremias. Aicam, filho de Safá, o protegeu. Convenceu o tribunal a não o entregar à multidão.

Urias não teve a mesma sorte. Também profetizava nesta época em nome do Senhor. Previu a mesma calamidade que Jeremias. Quando o rei Jeoaquim, os comandantes e os oficiais ouviram, planejaram matá-lo. Urias fugiu para o Egito. Jeoaquim enviou seus homens para captura-lo. Foram ao Egito. Prenderam-no. Levaram-no de volta a Jerusalém. Jeoaquim o matou à espada. E mandou sepultá-lo numa vala comum. É, não é fácil ser profeta.

No início do reinado de Zedequais, Jeremias recebeu novamente a palavra do Senhor. Desta vez, ordenou que fizesse um jugo, desses que os bois carregavam. Que o prendesse ao pescoço com cordas de couro.

Os embaixadores de Edom, Moabe, Amom, Tiro e Sidom foram ver Zedequias. O Senhor ordenou que Jeremias lhes transmitisse uma mensagem para ser entregue aos seus reis. Ele obedeceu. Lembre-se, está com o jugo preso ao seu pescoço. Esses povos deveriam abaixar suas cabeças e servir a Babilônia, a Nabucodonosor, seu filho e seu neto. Até que terminasse o tempo deles.

Tudo pertence ao Senhor e Ele entrega a quem deseja. Este era o tempo da Babilônia. Quem obedecesse, ficaria em sua própria terra. Quem se recusasse, seria consumido pela guerra, fome e doença, até que a Babilônia os conquistasse.

Não deveriam dar ouvidos aos falsos profetas. Diziam que a Babilônia não os dominaria. Eram mentirosos. Suas mentiras os levariam ao exílio. E quem os ouvisse, morreria.

Depois, Jeremias teve que repetir a mesma mensagem ao rei Zedequias, aos sacerdotes e ao povo de Judá.

Todos os objetos preciosos que ficaram em Jerusalém seriam levados à Babilônia. Independente do que os profetas diziam. Ficariam lá. Até que o Senhor os mandasse de volta.

A palavra do Senhor não afirma que servi-Lo é um mar de rosas. Pelo contrário. Temos que nos negar. Andar a segunda milha. Amar o inimigo. Orar pelos que nos perseguem. E por aí vai. Mas, acredite, vale a pena. Suas promessas sempre se cumprem. Olhe para trás. Estamos no futuro. Aqueles objetos preciosos realmente foram para a Babilônia. As nações realmente se curvaram para aquela dinastia. E, quando o Senhor quis, aqueles objetos preciosos voltaram para Jerusalém. Quando seu tempo terminou, os babilônios foram dominados por outros reis.

Sua palavra é verdadeira. É viva. Eficaz. Única. Confiemos nEle. E em Sua palavra.

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo vinte e oito. Até o capítulo trinta.

Espero você. Até lá.

quinta-feira, 2 de maio de 2019

2 Crônicas 33.1-25

Leitura do dia 02/05.

Continuamos nossa caminhada através de 2 Crônicas. Estamos terminando mais um livro maravilhoso, com muitas lições a ensinar.

Ontem vimos Ezequias restituir a Páscoa, não apenas em Judá, mas em Israel. Muitos voltaram para o Senhor. Os ídolos foram derrubados. O templo e o serviço religioso, restaurado. Ezequias passou por guerras e doença, apesar de sua fidelidade. Não estava imune. Assim como nós. Não existe imunidade para tais situações. Precisamos passar por elas e vencer. Com o Senhor Jesus ao nosso lado.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/2-cronicas-301-27.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/2-cronicas-311-21.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/2-cronicas-321-33.html

Hoje, caminharemos pelas páginas dos capítulos trinta e três a trinta e seis.

Manassés tinha doze anos de idade quando foi proclamado rei, no lugar de seu pai. Reinou cinquenta e cinco anos em Jerusalém. Para nossa tristeza e desgraça de Judá, praticou tudo que o Senhor abomina.

Não seguiu o exemplo Ezequias. Antes, imitou as atitudes detestáveis das nações pagãs que o Senhor expulsara de diante dos israelitas. Parece que sua lista de pecados não acaba. Ele "chutou o pau da barraca" ou "pulou o 'corginho'", como dizem alguns.

Reconstruiu os altares idólatras que seu pai havia zelosamente destruído. Ergueu altares em homenagem aos baalins. Mandou construir totens e postes sagrados. Inclinou-se em adoração diante de todos os exércitos celestes e lhes prestou culto. Edificou altares pagãos no próprio interior da Casa do Senhor. Mandou construir altares a todo o exército de astros e estrelas do céu, nos dois pátios do templo do Senhor. Queimou seus próprios filhos em sacrifício no vale de Ben-Hinom. Praticou todo tipo de feitiçaria, magia e adivinhações. Recorreu às orientações de médiuns e aos que consultavam espíritos. Virou totalmente às costas para o Senhor. Seus pecados provocaram Sua ira.

Ele tomou uma imagem esculpida da deusa Aserá, que havia feito, e a colocou em destaque na Casa do Senhor. No lugar santo sobre o qual o Senhor havia declarado a Davi e a seu filho Salomão que colocaria Seu nome para sempre. Assim como nunca removeria os pés de Israel, da terra que destinara a seus antepassados, desde que tivessem o zelo de obedecer tudo que ordenara; toda a Lei, decretos e ordenanças transmitidos por Moisés.

Manassés perverteu Judá e o povo de Jerusalém ao ponto de fazerem ainda pior do que as nações pagãs que o Senhor havia aniquilado diante dos israelitas. Sim, infelizmente é isso mesmo. Dá para imaginar? Como esse homem se afastou do Senhor!

O Senhor, sempre misericordioso, advertiu Manassés e Seu povo. Não Lhe deram a mínima atenção. Então, enviou os comandantes do exército do rei da Assíria contra eles.

Capturaram Manassés. Aprisionaram-no com um gancho fixado nas narinas e algemas de bronze. Levaram-no para a Babilônia. Uma terrível humilhação para qualquer pessoa, imagine para um rei!

Em sua profunda angústia, Manassés buscou as misericórdias do Senhor. Reconhecendo seu erro, humilhou-se muito diante dEle. Quando orou, o Senhor o ouviu. Atendeu seu pedido. Trouxe-o de volta a Jerusalém e a seu reino. Assim Manassés concluiu em seu coração que o Senhor é Deus. Aleluia!

Como o Senhor é bondoso. Ouviu Manassés apesar de tudo que havia feito. E o perdoou. Só depois de todo o sofrimento pelo qual passou foi que concluiu em seu coração que o Senhor é Deus. O coração é o lugar onde "as coisas acontecem". Quantas vezes sabemos algo, mas fica apenas no nível do intelecto. Não adianta. Não nos traz transformação. Somente quando entendemos em nosso coração é que há mudanças, frutos.

Depois que voltou do exílio, reconstruiu e ampliou a altura do muro da Cidade de Davi. Também destacou oficiais do exército para guardar todas as cidades fortificadas de Judá. Tirou do templo do Senhor os deuses estrangeiros e a imagem que havia colocado lá, bem como todos os altares idólatras que havia mandado construir na colina do templo e em Jerusalém. Ele os lançou para fora da cidade.

Preste atenção: primeiro ele concluiu em seu coração que o Senhor é Deus. Depois reconstruiu os muros que haviam sido derrubados na guerra contra ele. Colocou oficiais para guardar as cidades. Então, tirou do templo os falsos deuses e os lançou para fora da cidade. "Aqui vocês não entram mais". Depois de destronar os falsos deuses, reconstruiu o altar do Senhor.

Reconstruir é muito mais trabalhoso que apenas construir. Para reconstruir, precisamos derrubar o que está errado. Como é difícil!

Só apos a reconstrução, Manassés ofereceu sacrifícios de paz e comunhão. Então, adorou e louvou ao Senhor. Além disso, ordenou expressamente a todo o povo de Judá que O servisse de coração. Veja bem, de coração.

O povo, contudo, continuava a sacrificar nos lugares altos, isto é, nos altares idólatras. Mas faziam suas ofertas somente ao Senhor. Pelo menos isso.

As demais realizações de Manassés, inclusive sua oração de arrependimento ao Senhor e as palavras que os videntes e profetas lhe falaram em Nome do Senhor, estão registrados nas Crônicas Históricas dos Reis de Israel.

A súplica de Manassés, a resposta misericordiosa do Senhor, seus erros, pecados, suas atitudes desleais, os locais onde mandou edificar altares idólatras e ergueu totens pagãos para adoração a diversas imagens e ídolos, antes do seu arrependimento, estão devidamente narrados nos escritos históricos dos Videntes.

Como é maravilhoso saber que as misericórdias do Senhor não tem fim. Não importa quem tenhamos sido ou quem somos, Ele pode nos transformar. Ele nos busca. Ainda que viremos as costas, Ele continua a nos chamar. Enviando Sua palavra. Enviando Seus profetas. Nunca desiste de nós.

Manassés descansou com seus antepassados, e o sepultaram em sua propriedade. Seu filho Amom passou a reinar em seu lugar.

Amom tinha vinte e dois anos de idade quando deu início ao seu governo. Reinou dois anos em Jerusalém. Agiu de forma perversa. Fez tudo que o Senhor abomina. À semelhança das más atitudes do seu pai, antes de seu arrependimento.

Posso ler esses textos inúmeras vezes, não consigo entender. "Como pode?", me pergunto descabelada. Então lembro que todos temos o livre arbítrio. Lembro que temos nossas escolhas. O Senhor aponta o caminho. Não nos obriga a seguí-Lo. Ele mostra o que é melhor. Mas não nos impõe Sua vontade. Podemos olhar para trás. Observar os exemplos. E escolher quais decisões tomar. Quais atitudes ter. Está em nossas mãos. É nossa e só nossa, a responsabilidade.

Amom prestou culto e ofereceu sacrifícios a todos os ídolos que Manassés havia edificado e reverenciado. Entretanto, ao contrário de seu pai, Amom jamais se humilhou diante do Senhor. Fez pior. Cometeu mais erros e pecados. Elevando em muito sua culpa. Que terrível!

Seus próprios oficiais e servos de confiança conspiraram contra ele. Assassinaram-no nas dependências de seu palácio. O povo da terra matou todos que conspiraram contra Amom. Seu filho Josias foi proclamado rei em seu lugar.

Fica novamente a pergunta: Quais escolhas Josias fará? Seguirá os maus exemplos de seu pai e seu avô? Ou fará as escolhas certas e voltará seus olhos para o Senhor?

Veremos na próxima postagem.

Espero você. Até lá, pensemos quais tem sido nossas escolhas. Nossas atitudes. E quais são os exemplos que desejamos seguir.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/destruicaoreconstrucao.html

terça-feira, 30 de abril de 2019

2 Crônicas 27.1-9

Leitura do dia 30/04.

Continuamos nossa caminhada através de 2 Crônicas.

Ontem vimos a rebelião contra Atalia. Sua morte. O reino nas mãos de Joás. As reformar do sacerdote Joiada. Os reparos no templo, liderado por Joás. A morte de Joiada. A apostasia de Joás. O assassinato do sacerdote Zacarias. O reinado de Amazias. Uzias sendo conhecido em muitas terras distantes, porque o Senhor o promoveu. Sua apostasia. Sua lepra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-231-21.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-241-27.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-251-28.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-261-23.html

Hoje caminharemos pelas páginas dos capítulos vinte e sete a vinte e nove.

Jotão estava com vinte e cinco anos de idade quando começou a reinar. Reinou dezesseis anos. Praticou o que era justo e sensato diante do Senhor. Seguiu a mesma atitude que houve em Uzias. Mas, ao contrário dele, não entrou no templo do Senhor. Ufa!

Apesar de suas atitudes, o povo de Judá prosseguiu em suas ações e obras voltadas para o mal.

Jotão edificou a porta Superior da Casa do Senhor. Providenciou amplos reparos na muralha, na colina de Ofel. Também construiu várias cidades na região montanhosa de Judá e nos bosques, castelos-fortes e torres nas matas.

Ele guerreou contra o rei de Amom e prevaleceu. Os amonitas pagaram-lhe impostos durante três anos seguidos. Eram três toneladas e meia de prata, cerca de dez mil barris de trigo e dez mil barris de cevada.

Assim, Jotão foi se tornando mais poderoso e respeitado a cada dia. Dirigia seus passos segundo o caminho e a vontade do Senhor.

Aqui está o segredo de Jotão se tornar cada vez mais poderoso e respeitado: Ele dirigia seus passos segundo o caminho e a vontade do Senhor. Simples assim.

Os demais atos de Jotão, suas guerras e empreendimentos, estão registrados no Livro da História dos Reis de Israel e de Judá. Foi sepultado na Cidade de Davi.

Acaz, seu filho, reinou em seu lugar.

Ah, que alívio! Jotão andou nos caminhos bons de seu pai. Não seguiu seu mal exemplo, entrando no templo. Importou-se com a vontade do Senhor. Preocupou-se em edificar a porta de Sua casa, reparou as muralhas de Jerusalém. Construiu cidades, castelos-fortes e torres.

Mas como é triste ver que o povo de Judá continuou em seus maus caminhos, afastando-se do Senhor cada vez mais. A apostasia estava dominando seus corações. Não queriam mais saber do Senhor. Adoravam a outros deuses. Adoravam a si mesmos. Esqueceram do Senhor.

"O caminho dos justos é como a primeira luz do amanhecer, que brilha cada vez mais até o dia pleno clarear. O caminho dos perversos é como a mais absoluta escuridão; nem sequer sabe os que os faz tropeçar". - Provérbios 4.18,19

Que possamos ser fiéis. Até o fim. Em toda e qualquer circunstância.

Que nossos passos sejam segundo o caminho e a vontade do Senhor, para que Ele nos promova como e quando desejar, se desejar.

Que nosso coração esteja inclinado a agradá-Lo, somente isso.

Prosseguimos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/andando-corretamente.html

segunda-feira, 22 de abril de 2019

1 Crônicas 19.1-19

Leitura do dia 19/04.

Continuamos nossa caminhada pelas páginas de 1 Crônicas.

Ontem vimos que a Arca da Aliança chegar à Cidade de Davi. Os levitas sendo nomeados. O cântico de louvor de Davi. O culto em Jerusalém . O desejo de Davi em construir uma "casa" para o Senhor e Sua aliança com este.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-161-43.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-171-27.html

Também vimos que o Senhor dava vitórias a Davi por onde quer que ia. Davi e seus soldados eram homens valorosos, e lutavam, mas a vitória vinha do Senhor. Como deve ser em nossas vidas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-181-17.html

Hoje caminharemos pelas páginas dos capítulos dezenove até o vinte e dois.

Na primeira postagem, o capítulo dezenove.

Naás, rei dos amonitas morreu. Hanum, seu filho passou a reinar em seu lugar. Davi pensou em tratá-lo com bondade. Seu pai havia sido leal e generoso com ele. Enviou uma delegação representando-o, com uma mensagem pessoal de pesar pela morte de Naás.

Quando seus mensageiros chegaram para dar as condolências de Davi a Hanum, os príncipes e chefes amonitas falaram com Hanum que Davi não estava honrando Naás. Sua intenção era examinar o país e destruí-lo. Que os mensageiros eram na verdade, espiões.

Hanum acreditou em seus príncipes e chefes. Mandou prender os mensageiros. Raspou-lhes a barba. Cortou metade de suas roupas, até à altura das nádegas. E os despachou de volta. Foi uma terrível humilhação.

Quando Davi foi informado, enviou mensageiros ao encontro de sua delegação. Ordenou que seus representantes ficassem em Jericó, uma cidade refúgio, até que suas barbas crescessem. Então, poderiam retornar para casa. Raspar a barba era algo terrível. Era feito quando acontecia uma calamidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/jesus-nossa-cidade-refugio.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-341-3613.html

O que Hanum fez foi uma terrível desonra. Um erro grosseiro e muito perigoso.

Quando ele e os amonitas perceberam que haviam provocado a ira de Davi e que essa história não terminaria assim, alugaram carros de guerra e cavaleiros da Mesopotâmia, Arã-Maaca e Zobá, por trinta e cinco toneladas de prata. Vou repetir: trinta e cinco toneladas de prata. Alugaram trinta e dois mil carros e seus condutores. Contrataram também o rei de Maaca com seu exército.

O rei de Maaca acampou-se próximo a Medeba. Os amonitas foram convocados de suas cidades e partiram para a guerra. Ficaram à frente dos batalhões.

Quando Davi soube, ordenou que Joabe marchasse com todo seu exército, diretamente para a guerra. Os amonitas saíram. Colocaram-se em posição de batalha na entrada da cidade. Os reis que foram contratados por eles, tomaram posição em campo aberto.

Joabe observou que estava cercado pelas linhas de combate. Separou alguns dos mais corajosos e bem treinados soldados de elite. Colocou-os diante dos arameus. Colocou o restante do exército sob o comando de Abisai, seu irmão. Alinhou-o em frente aos amonitas.

Joabe combinou com Abisai que, se os arameus fossem mais fortes que ele, Abisai iria socorrê-lo. Se, porém, os amonitas fossem mais fortes que Abisai, iria em seu socorro.

Joabe também animou seu irmão dizendo que deveria ter ânimo, ser forte e corajoso para lutar pelo povo deles e suas cidades. Lutariam diante do Senhor e o Senhor faria o que parecesse bem aos Seus olhos. Fariam sua parte. O Senhor, a dEle.

Joabe e seus soldados foram bravamente para cima dos arameus. Eles fugiram.

Quando os amonitas viram que os arameus estavam fugindo de Joabe, fugiram de Abisai. Entraram na cidade. Joabe retornou para Jerusalém.

Os arameus mandaram mensageiros para seu povo que vivia do outro lado do Rio Eufrates. Sofaque, comandante do exército de Hadadezer veio para socorrê-los.

Quando Davi soube, reuniu todo o exército israelita. Atravessou o Jordão. Avançou contra eles. Formou linhas de combate. Assim que a batalha começou, os arameus fugiram. O exército de Davi matou sete mil de seus condutores de carros de guerra e quarenta mil de seus soldados de infantaria. Também matou Sofaque, o comandante.

Quando perceberam que foram derrotados por Israel, entregaram-se, suplicando por paz. Submeteram-se a Davi.

Depois dessa batalha, os sírios nunca mais tiveram disposição para socorrer os amonitas.

Quantas lições a aprender com essa situação!

Não acredite em tudo que dizem. Investigue antes de tomar uma atitude. Se Hanum tivesse investigado, saberia que Davi não agia assim, saberia que Davi e seu pai tratavam um ao outro com respeito. Teria evitado desperdício de dinheiro (no caso, toneladas de prata), muitas mortes, além da escravidão.

Quando alguém for envergonhado, saiba que precisa de um tempo em separado, para recuperar sua honra. Aja como Davi e honre essa pessoa dando-lhe esse tempo e um lugar de descanso.

Não entre em guerra alheia. Por dinheiro nenhum. Os sírios aprenderam essa lição de maneira dolorosa. Preço de sangue, de morte.

Esteja sempre preparado. Se tiver uma guerra para enfrentar, não procrastine. Enfrente-a de uma vez. Com sua melhor disposição, seus melhores soldados.

Tenha sempre bons soldados, bons amigos, que enxerguem a guerra exatamente como está sendo travada, como Joabe enxergou.

Aprenda a dividir, a confiar como Joabe fez. Precisamos do apoio de Abisai para enfrentar e vencer nossas guerras. Mas tenha cuidado: aprenda em quem confiar.

Tenha os olhos abertos para ver se Abisai precisa de ajuda. Esteja disposto a receber ajuda de Abisai, se necessário. Devemos nos ajudar (Eclesiastes 4.9-12).

Antes de ir para a guerra, verifique se os motivos estão corretos. Você sempre ficará à frente dos batalhões.

Anime outras pessoas. Lembre a elas porque e por quem estão lutando.

Lembre-as de que o Senhor vai conosco. À nossa frente.

Lute, com coragem, debaixo da orientação do Senhor.

Entregue a luta, a guerra, a situação ao Senhor. Ele fará o que for melhor. Coloque sua confiança nEle.

Saiba a hora de lutar, permanecer na luta e até recuar ou “voltar a Jerusalém”, como Joabe fez.

Esteja sempre atento, percebendo os movimentos, para saber a hora de agir, como Davi.

Seja vitorioso, com o Senhor dos Exércitos à Sua frente. Se nos entregarmos, a batalha é do Senhor.

Leia mais uma vez. Tente descobrir mais lições a aprender.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/imprudencia-escraviza-e-mata.html

quinta-feira, 11 de abril de 2019

2 Reis 22.1-20

Leitura do dia 11/04.

Na postagem anterior, vimos que Amom seguiu os caminhos de Manassés, seu pai, fazendo o que era abominável aos olhos do Senhor. Ficou no trono apenas por dois anos. Foi assassinado. Seu filho Josias foi coroado em seu lugar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-211-26.html

Agora, caminharemos através do capítulo vinte e dois.

Josias tinha oito anos quando começou a reinar. Reinou trinta e um anos em Jerusalém.

Para nosso deleite, praticou o que era correto e agradável aos olhos do Senhor. Novamente aumenta o nível, pois procurou agir, em tudo, de acordo com os princípios de Davi, sem se desviar para direita nem para a esquerda. Que maravilha!

Quando estava com vinte e seis anos, no décimo oitavo ano do seu reinado, mandou o escrivão e seu secretário pessoal Safã, à Casa do Senhor com a ordem de falar com Hilquias, o sumo sacerdote. Era para conferir o dinheiro que os guardas da entrada tinham recebido das mãos do povo e era levado para o templo.

Todos deveriam entregar sua prata exclusivamente nas mãos desses homens nomeados para supervisionar a reforma do templo, para que pudessem pagar todos os trabalhadores que faziam a restauração: os carpinteiros, construtores e pedreiros; e para comprarem madeira e pedras lavradas com arte. Não era necessário prestar contas de toda a prata que lhes fora entregue em confiança. Todos agiam com absoluta honestidade.

Que maravilha poder ler algo assim!

Hilquias compartilhou com Safã que encontrara o Livro da Lei, na Casa do Eterno.

Quanto tempo aquele livro ficou perdido?

Todos os reis deveriam receber uma cópia quando sentassem no trono. Uma cópia para estar sempre com ele, e ler, e aprender do Senhor. No entanto, o Livro da Lei não se encontrava nem na Casa do Senhor, muito menos na cabeceira do rei. Até que Hilquias o encontrou. Foi um verdadeiro achado.

Hilquias entregou o Livro a Safã.

Safã, que era o escrivão, o leu. Fico imaginando como deve ter sido preciosa essa leitura. Um escrivão ter em suas mãos a Lei do Senhor.

Depois, apresentou-se ao rei com o relato de sua visita. Disse que haviam contado toda a prata que foi achada no templo e a confiaram aos mestres supervisores da obra e aos trabalhadores. Contou também que Hilquias lhe entregara um livro.

Safã o leu diante do rei. Como não ler? Como guardar aquela leitura somente para si, sabendo que o rei deveria meditar nela dia e noite?

Josias estava restaurando a Casa do Senhor. Mas não conhecia o Livro da Lei. Não conhecia Seus mandamentos ali escritos.

Quando o rei ouviu a leitura do Livro da Lei, levantou-se indignado. Rasgou suas vestes, em sinal de humilhação.

Imediatamente ordenou ao sacerdote Hilquias, a Aicão, a Acbor e a Safã que fossem consultar ao Senhor por ele e por todo o povo, com relação às palavras do Livro. Com certeza era grande o furor do Senhor. Seus antepassados não obedeceram o que estava escrito.

Os quatro partiram. Foram até Hulda, a profetiza, esposa de Salum, responsável pelo guarda-roupa e pelas vestes sagradas do templo. Morava na parte baixa de Jerusalém, um bairro novo que ali se formara.

Hulda lhes comunicou a Palavra do Senhor. Sua ordem era para dizer ao rei que Ele traria castigo sobre Judá e seus moradores, de acordo com todas as palavras do Livro que lera. Tudo porque O desprezaram e queimaram incenso sagrado a outros deuses, provocando-O à ira por meio de todas as obras das suas mãos. O Seu furor havia se acendido contra Judá e não se extinguiria.

Também deveriam dizer ao rei que, por seu coração ter se movido e se humilhado em Sua presença, assim que ouvira as palavras do Livro e, indignado rasgara suas vestes, pranteando seu arrependimento diante dEle, também Ele o ouvira. Ele o recolheria antes desses acontecimentos. Seus olhos não contemplariam o severo castigo que enviaria sobre aquele povo e aquele lugar.

Assim que a mensagem foi entregue, aqueles quatro emissários voltaram, levando a resposta do Senhor ao rei.

Como Josias reagirá ao ouvir a Palavra do Senhor?

Continuamos amanhã.

Espero você. Até lá.

Textos semelhantes:
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josias-rasga-suas-vestes.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/acharam-o-livro-da-lei-e-agora.html

terça-feira, 2 de abril de 2019

1 Reis 14.21-31

Leitura do dia 02/04.

Na postagem anterior, vimos que Jeroboão tentou saber a verdade sobre sua situação. Não quis se expor. Não queria confrontação. Mas, não se esconde de Deus.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-141-20.html

Agora, continuamos através do capítulo quatorze. A partir do versículo vinte e um. Até o final.

Enquanto Jeroboão reinava sobre as dez tribos de Israel, Roboão, filho de Salomão, reinava sobre o que veio a ser conhecido como o reino de Judá.

Roboão tinha quarenta e um anos quando começou a reinar. Reinou durante dezessete anos em Jerusalém, a cidade que o Senhor escolhera dentre todas as cidades de Israel, para nela estabelecer Seu nome.

Sua mãe era de Amom, nação que o Senhor havia dito que os filhos de Israel não deveriam tomar mulher, para não se desviarem do Senhor, indo após seus deuses.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/abandono.html

O livro de Reis não conta, mas o livro de Crônicas nos conta que durante três anos, Roboão e Judá serviram ao Senhor. Apenas três anos. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/nao-negocie-seu-chamado.html

Depois se desviaram dEle. O povo de Judá pecou, fazendo o que era mal aos olhos do Senhor. Deu a Ele mais motivos para ficar irado, do que todos seus antepassados haviam dado.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/nossos-atos-e-suas-consequencias.html

Também construíram altares idólatras, colunas sagradas e postes dedicados às divindades. Sobre todos os montes e debaixo de todas as grandes e frondosas árvores. Havia até prostitutos cultuais em todo o reino. O povo se envolveu em todo tipo de prática abominável. Comum nas nações que o Senhor havia expulsado daquela terra, diante dos filhos de Israel.

No quinto ano de Roboão, o rei do Egito, Sisaque, atacou Jerusalém. Não havia mais proteção do Senhor. Eles Lhe deram as costas. Sisaque apoderou-se dos tesouros do templo. Levou todas as riquezas que havia no palácio real. Até os escudos de ouro batido que Salomão mandara fazer.

Quando deixamos o Senhor, somos atacados. Roubam-nos os tesouros. Roubam-nos as riquezas. Roubam-nos os escudos. Inimigos que já haviam sido vencidos, levantam-se e voltam a atacar. E são bem sucedidos.

Ah, e para recuperar tudo? Leva muito tempo. Muitas vezes não se recupera. Troca-se por algo inferior, como aconteceu aqui.

Roboão mandou fazer escudos de bronze para substituir os de ouro. Bronze! E ainda teve que confiá-los aos chefes dos guardas, que vigiavam a porta do palácio real.

Sempre que o rei ia ao templo do Senhor, os guardas pegavam os escudos. Depois, devolviam-nos à sala dos guardas.

Quando Roboão morreu, foi enterrado na Cidade de Davi. Abião, seu filho reinou em seu lugar.

Que não sirvamos ao Senhor apenas três ou trinta anos. Que O sirvamos todos os dias de nossas vidas, tendo-O sempre conosco.

Como será que agirá Nadabe, filho de Jeroboão, em Israel? E Abião, filho de Roboão, em Judá?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/virando-as-costas.html

sexta-feira, 15 de março de 2019

1 Samuel 12.1-25

Leitura do dia 15/03.

Na postagem anterior vimos a humilhação que Naás, rei de Amom quis impor sobre Israel. Quando Saul soube, ficou enfurecido. Israel se reuniu como um só homem. E o Senhor lhes deu vitória sobre os amonitas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-111-15.html

Agora, continuamos através do capítulo doze de 1 Samuel.

O povo foi a Gilgal renovar o compromisso do reino. Samuel se despede. É hora de sair de cena. Saul já foi proclamado rei, três vezes.

Ele pergunta ao povo se roubou, enganou, oprimiu, aceitou suborno ou perverteu a justiça enquanto julgou a Israel. Se fez alguma destas coisas, que apontem para que ele restitua. Quer sair de cena completamente em paz.

Todos respondem que não. Ele sempre foi um juiz íntegro. Que lindo!

Ah, como precisamos de homens assim!

Samuel declarou que eles eram testemunhas, assim como o rei, de que suas mãos estavam limpas. Todos concordaram. Eram testemunhas. Suas mãos estavam limpas.

Samuel continuou. Lembrou-lhes que o Senhor escolhera Moisés e Arão. E os tirou da terra do Egito. Confrontou-os com todos os atos de justiça que o Senhor fizera por eles e seus antepassados.
Lembrou-lhes que rapidamente se afastaram do Senhor. Por isso, foram oprimidos. Quando clamaram, porém, o Senhor levantou Juízes que os libertaram.

Depois, ficaram com medo do rei de Amom e pediram um rei também. O Senhor lhes concedeu o que pediram.

Agora era hora de continuarem a temer e servir ao Senhor, demonstrando que reconheciam que o Senhor era o Deus deles. Se, porém, se afastassem dEle, Sua mão pesaria, como fez com seus antepassados.

Samuel disse que lhes daria um sinal , para mostrar que haviam agido com maldade quando pediram um rei ao Senhor.

Não era tempo de chuva. Era a época da colheita do trigo. Nunca chovia. Mas ele pediria ao Senhor que enviasse trovões e chuva forte, naquele dia.

Ele clamou. O Senhor enviou os trovões e a chuva forme. Todo o povo ficou temeroso. Com medo do Senhor e de Samuel. Pediram que Samuel orasse em favor deles. Reconheciam que acrescentaram mais um pecado à sua vasta lista, quando pediram um rei.

Samuel respondeu que não deveriam temer. Fizeram muito mal, mas agora era hora de olhar para frente. Servir somente ao Senhor. Não adorar nenhum outro deus além dEle. O Senhor não os abandonaria. Isso traria desonra ao Seu nome.

Quanto a ele, não pecaria contra o Senhor, deixando de orar por eles. E mesmo em sua idade avançada, continuaria a ensiná-los o que era bom e correto diante do Senhor.

Samuel aconselhou que temessem ao Senhor. Que o servissem fielmente. De todo o coração. Deviam pensar em todas as maravilhas que o Senhor fizera por eles. Mas, se continuassem a pecar, eles e o rei seriam destruídos. Lembra? Alternativa “a”, alternativa “b”.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-281-3020.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-21-331.html

Hoje terminamos aqui. Que amemos e sirvamos apenas o Senhor.

Amanhã continuamos. Do capítulo treze ao capítulo quinze.

Espero você. Até lá.

sexta-feira, 8 de março de 2019

Juízes 11.1-12.15

Leitura do dia 08/03.

Ontem vimos Gideão matar os reis de Midiã, castigar os homens de Sucote e matar os de Peniel.

Também vimos que os israelitas pediram que ele e seus filhos depois dele governassem Israel. Não quis. Mas pediu como presente argolas de ouro. Com elas, fez um colete sacerdotal, que tornou-se uma armadilha para todos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-81-35.html

Vimos Abimeleque matar seus irmãos, com o apoio de Siquém. E tudo que aconteceu com eles. Até Israel ficar sem um governante.

Amom está acampado em Gileade para guerrar contra os israelitas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-91-1018.html

Hoje, caminharemos através dos capítulos onze ao capítulo quatorze do livro de Juízes.

Na primeira postagem, os capítulos onze e doze.

Jefté era um guerreiro corajoso. No entanto, havia um “mas” em sua vida. Era filho de uma prostituta.

A esposa de Gileade teve muitos filhos. Quando cresceram, expulsaram Jefté de sua casa. Não pôde conviver com a família de seu pai. Foi rejeitado.

Fugiu para a terra de Tobe. Como um guerreiro corajoso e um líder, em pouco tempo passou a ser chefe de um bando de desocupados.

Quando os amonitas se reuniram para guerrear contra Israel, os líderes de Gileade mandaram buscar Jefté. Pediram que fosse seu comandante. Que os ajudasse contra os amonitas.

Ele quis saber o motivo. Por que estavam chamando por ele agora que estavam em apuros? Eles mesmos o expulsaram.

Responderam que precisavam dele. Se comandasse a batalha, seria proclamado governador sobre Gileade.

Jefté havia sido expulso. Agora ouve a proposta de ser governante da terra que o rejeitara.

Ele nem acredita! Pergunta se é verdade o que falaram. Se fosse à guerra com eles e o Senhor lhe desse vitória, ele governaria?

Os líderes responderam que sim. O Senhor era testemunha.

Foram todos a Mispá. Lá, Jefté, na presença do Senhor, repetiu o que os líderes falaram.

Tudo resolvido, ele envia uma mensagem ao rei de Amom perguntando porque saiu para guerrear contra sua terra. O rei responde que Israel roubou suas terras quando saiu do Egito.

Jefté envia mensageiros dizendo que não roubaram nada. Israel pediu para passar pacificamente por suas terras. Eles não quiseram e saíram contra Israel. O Senhor então, lhes deu aquelas terras, onde Israel já habitava há trezentos anos.

Jefté disse que ficassem com as terras que o deus deles lhes desse. Os israelitas ficariam com as terras dadas pelo Senhor.

O rei de Amom não deu atenção à sua mensagem. E saiu para a guerra.

Então, o Espírito do Senhor veio sobre Jefté. Ele atravessou um bom pedaço de terra e avançou contra os amonitas.

Seu desejo de ser aceito pelo povo de Gileade era tão grande que fez um voto ao Senhor. No mínimo precipitado.

Se o Senhor lhe desse vitória, a primeira pessoa que saísse de sua casa ao seu encontro, seria oferecida em holocausto ao Senhor. Tinha apenas uma filha. Ora, quem sairia ao seu encontro para parabenizá-lo por sua conquista? Alguém que lhe era querido, com certeza.

O Senhor lhe deu vitória. Ele aniquilou os amonitas.

Ao voltar para casa, sua única filha saiu ao seu encontro, com danças, tocando tamborim.

Ele rasgou suas vestes. Ficou desesperado. Mas disse que não podia voltar atrás em seu voto.

Sua filha pediu que pudesse chorar sua virgindade pelos montes, junto com suas amigas, por dois meses. Quando voltou, Jefté cumpriu seu voto.

O voto era oferecer a pessoa em holocausto. Sabemos que o Senhor abominava tal prática. O texto não deixa claro o que aconteceu. Se ele a ofereceu em sacrifício, além de ter sido precipitado, foi louco. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html

Depois disso, os homens de Efraim disseram que iam matá-lo por não terem sido chamados para a guerra.

Jefté disse que no começo chamou, mas não quiseram ir. Ainda assim, foi, arriscando sua vida e o Senhor lhe deu vitória.

Efraim gostava de uma briga desnecessária. Quiseram guerrear com Gideão. Agora com Jefté.
Não houve concordância. Guerrearam. Jefté os derrotou.

Quando tentaram fugir pelo rio Jordão, colocaram guardas ordenando que falassem “Chibolete”. Quem era de Efraim, por causa do sotaque, não conseguia. Falava “Sibolete”. E era morto.

Jefté julgou Israel durante seis anos.

Depois dele, Ibsã de Belém julgou Israel. Deu suas filhas a homens de outros clãs e trouxe mulheres de outros clãs para seus filhos. Julgou Israel por sete anos.

Depois de Ibsão, foi a vez de Elom, de Zebulom. Julgou por dez anos.

Depois de Elom, Abdom, de Piratom. Teve quarenta filhos e trinta netos que montavam setenta jumentos. Julgou durante oito anos.

Que sejamos prudentes. Se somos rejeitados, que encontremos aceitação no Senhor. Que não sejamos precipitados em nossas palavras e ações. Que não sejamos loucos em nossos votos.

Que não desprezemos os pequenos começos como Efraim fez quando foi chamado a guerrear com Jefté.

Continuamos na próxima postagem. Espero você. Até já.

Juízes 9.1-10.18

Leitura do dia 07/03.

Na postagem anterior vimos os israelitas pedirem que Gideão governasse. Ele não aceita. Pede um presente. Que tornou-se uma armadilha.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-81-35.html

Agora continuamos através do capítulo nove de Juízes. Até o final do capítulo dez.

Além das muitas esposas, Gideão teve uma concubina em Siquém. Ela lhe deu um filho chamado Abimeleque.

Um dia Abimeleque foi a Siquém. Falou com seus tios que era bem melhor ser governado por um homem ao invés de setenta (os filhos de Gideão). Como eram seus parentes, ouviram sua proposta.

Deram-lhe setenta moedas de pratas que tiraram do templo de Baal-Berite. Ele contratou mercenários que concordaram em ir até à casa de seu pai. Ali, sobre uma pedra, matou seus irmãos.

Apenas um sobreviveu, Jotão, o mais novo. Conseguiu fugir.

Os líderes de Siquém e Bete-Milo convocaram uma reunião e proclamaram Abimeleque rei. Não foi nem Juiz ou Governador. Rei.

Que terrível ter um rei que não honra seu pai. Que mata seus próprios irmãos.

Quando Jotão soube, subiu ao monte Gerizim e de lá gritou, contando uma parábola. Disse aos homens daquelas cidades que não agiram corretamente com Gideão e seus descendentes. Não foram honrados. Seu pai havia lutado por eles e agora seus filhos estavam mortos.

Profetizou que haveria um grande desentendimento entre eles. Até que fossem mortos.

Depois fugiu. Tinha medo de seu irmão. Foi morar em Beer.

Após três anos de governo, o Senhor enviou um espírito que gerou discórdia entre Abimeleque e os homens de Siquém. Aconteceu assim em consequência dos assassinatos que cometera, com o apoio de Siquém.

Armaram emboscadas contra ele. No fim, tomou Siquém e matou seus habitantes. Que também eram seus parentes.

Depois atacou e conquistou Tebes. Mas havia uma torre no meio da cidade. Muitos fugiram para lá. Trancaram-se lá. Abimeleque também atacou essa torre. Mas uma mulher que estava no terraço jogou uma pedra de moinho. Acertou sua cabeça. Rachou seu crânio.

Ele pediu ao seu escudeiro para transpassá-lo à espada. Não queria que dissessem que uma mulher o matara.

Isso aconteceu a Abimeleque e a Siquém por causa de suas ações repletas de maldade. A maldição de Jotão se cumpriu.

Depois que Abimeleque morreu, Tolá libertou Israel. Era da tribo de Issacar. Julgou por vinte e três anos.

Em seguida, Jair, de Gileade. Julgou por vinte e dois anos.

Os israelitas voltaram a fazer o mal aos olhos do Senhor. Serviram às imagens de Baal e Astarote. Aos deuses da Síria, Sidom, Moabe, Amom e Filistia.

Abandonaram o Senhor. Deixaram de serví-Lo. Cada dia seguiam mais deuses, tentando suprir as necessidades de suas almas. Em vão. Só o Senhor supre nossas necessidades mais íntimas.

O Senhor os entregou nas mãos dos filisteus e do amonitas. Foram oprimidos durante dezoito anos. Ficaram muito angustiados até que, por fim, resolveram clamar ao Senhor.

Reconheceram seu pecado. E clamaram por libertação.

O Senhor disse que não os livraria. Que pedissem socorro aos deuses que escolheram. Que eles os livrassem.

Os israelitas continuaram a suplicar ao Senhor. Confessando seu pecado. Jogaram seus deuses fora.

O Senhor se compadeceu. Ele via seu sofrimento.

Ninguém mais julgava Israel. Quando foram atacados por Amom, os líderes de Gileade disseram que o primeiro que atacasse, governaria.

Terminamos aqui.

Que sejamos fiéis ao Senhor, mas se não formos, que nos arrependamos, confessemos nossos pecados e voltemos para Ele. Ele é misericordioso. Só Ele pode saciar nossas almas.

Amanhã continuamos. Nossa leitura será do capítulo onze ao capítulo quatorze.

Espero você. Até lá.

sábado, 16 de fevereiro de 2019

Deuteronômio 2.1-3.29

Leitura do dia 16/02.

Na postagem anterior, vimos Moisés lembrando Israel de suas caminhadas pelo deserto. Assim como a rebelião e morte de toda uma geração por causa de sua incredulidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-11-46.html

Agora, continuamos através dos capítulos dois e três de Deuteronômio.

Moisés continua relembrando que, depois da rebelião e da derrota vergonhosa, voltaram em direção ao Mar Vermelho, como o Senhor ordenara. Vagaram por um longo tempo, de uma região para outra.

Até que o Senhor ordenou que fossem conquistar a terra. Já haviam passado trinta e oito anos desde que haviam ido para Cades-Barneia pela primeira vez. Todos aquela geração havia morrido.

Que se mexessem e conquistassem a terra.

Deviam, no entanto, ter cuidado com os edomitas, descendentes de Esaú. Eles se sentiriam ameaçados. Israel devia pagar pela comida e água que utilizassem enquanto passassem por suas terras. O Senhor não lhes daria um metro sequer naquelas terras. Pertenciam a eles. Ele havia lhes dado.

Moisés explica que em outros tempo, os horeus habitaram Seir, mas os edomitas os expulsaram e ocuparam suas terras, do mesmo maneira que Israel expulsaria os povos de Canaã.

O Senhor fez com Edom algo semelhante ao que estava prestes a fazer com Israel.

E algo semelhante também aconteceu quando os caftoritas de Creta invadiram e destruíram os eveus, tomando a região de Gaza.

O Senhor também disse que não era para perturbar os moabitas, descendentes de Ló. Aquela região era deles. Não daria nenhuma parte de seus territórios.

Também não deveriam se aproximar da terra dos amonitas, descendentes de Ló. O Senhor havia dado aquela terra a eles. E não daria nenhum pedaço para Israel.

Agora era a vez deles. Que atacassem e começassem a tomar posse do território que o Senhor lhes prometera. Todos os povos ficariam com medo, ouvindo o relato do que aconteceria a partir daquele dia.

Depois Moisés conta que pediram permissão para entrar na terra de Seom. Ele não permitiu. Saiu à guerra contra Israel. E foi derrotado. O Senhor o entregou nas mãos de Israel.

Em seguida, foi o rei Ogue, de Basã. Israel conquistou suas sessenta cidades. Todas fortificadas, com muralhas altas e portões com trancas.

O Senhor era com eles. Não importava a quantidade dos inimigos. Nem o tamanho de suas muralhas.

Quando tomaram posse da terra de Gileade, Moisés a deu às tribos de Rúben, Gade e Manassés.

A região de Argobe era conhecida como terra de gigantes. Jair, um dos descendentes de Manassés conquistou toda aquela região. E deu às cidades seu próprio nome.

Essas tribos ficaram com a obrigação de atravessar o Jordão à frente dos demais israelitas, armados e prontos para ajudá-los. Voltariam para suas terras quando o Senhor tivesse dado segurança a todos, como dera a eles.

Moisés também conta que pediu muito ao Senhor para que entrasse na terra, mas o Senhor disse “não”. Falou para Moisés não tocar mais nesse assunto com Ele. Subiria ao monte Pisga e de lá veria a terra. Apenas isso. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-201-29.html

Seria Josué quem conduziria o povo do outro lado do Jordão. Moisés precisava encorajá-lo e fortalecê-lo. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-261-2723.html

Hoje ficamos por aqui.

Amanhã continuamos. Do capítulo quatro ao capítulo sete.

Espero você. Até lá.

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Acharam o Livro da Lei! E agora?

Continuamos nossa postagem através de 2 Reis.

Ontem vimos que Amom seguiu os caminhos de Manassés, seu pai, fazendo o que era abominável ao Senhor.

Ficou no trono apenas por dois anos. Foi assassinado. Seu filho Josias foi coroado em seu lugar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/ha-esperanca-para-juda.html

Hoje caminharemos através do capítulo vinte e dois. Do versículo um ao versículo dez.

Josias tinha oito anos quando começou a reinar. Reinou trinta e um anos em Jerusalém.

Para nosso deleite, praticou o que era correto e agradável aos olhos do Senhor. Novamente aumenta o nível, pois procurou agir, em tudo, de acordo com os princípios de Davi, sem se desviar para direita nem para a esquerda. Que maravilha!

Quando estava com vinte e seis anos, no décimo oitavo ano do seu reinado, mandou o escrivão e seu secretário pessoal Safã, à Casa do Senhor com a ordem de falar com Hilquias, o sumo sacerdote. Era para conferir o dinheiro que estavam levando para o templo do Senhor, que os guardas da entrada tinham recebido das mãos do povo.

Todos deveriam entregar sua prata exclusivamente nas mãos desses homens nomeados para supervisionar a reforma do templo, para que pudessem pagar todos os trabalhadores que faziam a restauração: os carpinteiros, construtores e pedreiros; e para comprarem madeira e pedras lavradas com arte.

Eles não precisavam prestar contas de toda a prata que lhes fora entregue em confiança. Todos agiam com absoluta honestidade. Que maravilha poder ler algo assim!

Hilquias compartilhou com Safã que encontrara o Livro da Lei, na Casa do Eterno.

Quanto tempo aquele livro ficou perdido?

Todos os reis precisavam receber uma cópia quando sentassem no trono. Uma cópia para estar sempre com ele, e ler, e aprender do Senhor. No entanto, o Livro da Lei não se encontrava nem na Casa do Senhor, muito menos na cabeceira do rei. Até que Hilquias o encontrou. Foi um verdadeiro achado.

Hilquias entregou o Livro a Safã.

Safã, que era o escrivão, o leu. Fico imaginando como deve ter sido preciosa essa leitura. Um escrivão ter em suas mãos a Lei do Senhor.

Depois, apresentou-se ao rei com o relato de sua visita. Disse que haviam contado toda a prata que foi achada no templo e a confiaram aos mestres supervisores da obra e aos trabalhadores. Contou também que Hilquias lhe entregara um livro.

Safã o leu diante do rei. Como não ler? Como guardar aquela leitura somente para si, sabendo que o rei deveria meditar nela dia e noite?

Josias estava restaurando a Casa do Senhor. Mas não conhecia o Livro da Lei. Não conhecia Seus mandamentos ali escritos.

Após essa leitura, o que acontecerá?

Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Há esperança para Judá?

Continuamos nossa caminhada através do livro 2 Reis.

Ontem vimos que Manassés, filho de Ezequias  agiu pior que os pagãos que habitavam Canaã antes de Israel. Judá voltou as costas para o Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/juda-vira-as-costas-para-o-senhor.html

Hoje caminharemos ainda pelo capítulo vinte e um. Do versículo dezenove ao vinte e cinco.

Amom é o novo rei. Estava com vinte e dois anos quando começou a reinar. Reinou apenas dois anos em Jerusalém.

Não seguiu o caminho de seu avô Ezequias. Como seu pai, cometeu muitos pecados. Suas atitudes e práticas desgostaram o Senhor. Muito.

Andou no mau procedimento de seu pai, imitando-o. Também adorou e serviu os ídolos que seu pai havia cultuado. Desprezou o Senhor, Deus de seus antepassados. Não quis seguir o caminho do Eterno.

Um dia, seus próprios oficiais conspiraram contra ele. Assassinaram-no em seu palácio.

Ele foi sepultado no túmulo da família real, no Jardim de Uzá.

Depois disso, o povo da terra matou os que se revoltaram contra Amom. Josias, seu filho, foi proclamado rei em seu lugar.

Ainda há uma lâmpada acesa na família de Davi.

Como será Josias? Imitará seu pai e seu avô? Imitará os reis de Israel? Há alguma esperança para Judá?

Prosseguimos amanhã. Espero você. Até lá.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Judá vira as costas para o Senhor

Continuamos nossa caminhada através do livro de 2 Reis.

Ontem vimos Ezequias receber a palavra do Senhor através de Isaías. E ser grato.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/como-sera-o-novo-rei.html

Hoje, caminharemos através do capítulo vinte e um. Do versículo um ao versículo dezoito.

Manassés estava com doze anos de idade quando começou a reinar. Reinou cinquenta e cinco anos em Jerusalém.

Para nossa tristeza, fez o que era mau aos olhos do Senhor. Seguiu a prática abominável das nações pagãs que o Senhor expulsara daquela terra. Edificou os altares das colinas que seu pai Ezequias tinha posto abaixo.

E fez pior. Ergueu altares a Baal. Mandou construir um poste-ídolo como o que Acabe, rei de Israel, tinha feito. Adorou todo o exército do céu e lhes prestou culto. Levantou altares até na Casa do Senhor. Edificou altares em homenagem aos astros e a todo exército dos céus nos dois pátios do templo do Senhor.

Quando pensamos que acabou, sua lista de abominações continua. Parece interminável.

Manassés queimou seu próprio filho como holocausto e sacrifício às divindades que cultuava. Praticou adivinhações através das nuvens. Dedicou-se à feitiçaria. Recorreu a médiuns e quem dissesse que consultava espíritos.

Fez tudo que o Senhor reprova. Assim, provocou Sua ira.

Ele ainda tomou o poste sagrado que havia feito e o colocou na Casa do Senhor. A casa que o Senhor disse expressamente a Davi e a seu filho Salomão que estabeleceria Seu meu Nome para sempre.

O Senhor também havia dito que não permitiria mais que os pés dos filhos de Israel caminhassem sem rumo naquela terra, desde que tivessem o cuidado de viver e observar tudo o que lhes ordenara.

Mas o povo não deu ouvidos à Palavra. Deixaram-se induzir por Manassés ao erro e ao pecado. Agiram muito pior do que as nações pagãs que o Senhor havia exterminado diante dos olhos dos israelitas.

O Senhor enviou Seus servos, os profetas dizendo que por tudo que fizeram Ele enviaria um castigo tão severo sobre Jerusalém e Judá, que ambos os ouvidos de todos que escutassem retiniriam. Estenderia sobre Jerusalém o fio de medir utilizado contra Samaria e o fio de prumo usado contra a família de Acabe. Limparia Jerusalém como se limpa um prato. Lavando e virando de cabeça para baixo.

O Senhor desprezaria os restos da Sua herança. Ele os entregaria nas mãos de seus inimigos. Serviriam de presa e de espólio. Tudo porque praticaram o que é reprovável aos Seus olhos, deixando-O irado desde o tempo em que os antepassados deles saíram do Egito até aqueles dias.

Manassés era tão terrível que matou muitas pessoas inocentes. As ruas de Jerusalém ficaram alagadas de sangue. Além disso, cometeu o pecado de induzir o povo de Judá a adorar seus ídolos, praticando, o que definitivamente não agrada o Senhor.

Quando morreu, foi sepultado no terreno do seu próprio palácio, no Jardim de Uzá. Seu filho Amom assumiu seu lugar.

Como é triste ver que após Ezequias, que havia se convertido ao Senhor e andado nos caminhos de Davi, vem Manassés que fez e levou o povo a fazer pior que as nações que o Senhor havia expulsado. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html

Judá passou a andar nos caminhos de Israel. Não se apercebeu que teria o mesmo destino.

Será que Amom mudará alguma coisa? Ou Judá se afastará mais ainda do Senhor?

Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Destruição/Reconstrução


Continuamos nossa caminhada através de 2 Crônicas. 

Estamos quase terminando.

Ontem vimos que Ezequias passou por guerras e doença, apesar de sua fidelidade. Não estava imune. Assim como nós. Não existe imunidade para tais situações. Precisamos passar por elas e vencer. Com o Senhor Jesus ao nosso lado.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html

Hoje, caminharemos pelas páginas do capítulo 33.

Manassés tinha doze anos de idade quando foi proclamado rei. Reinou cinquenta e cinco anos em Jerusalém. 

Para nossa tristeza e desgraça de Judá, praticou tudo que o Senhor abomina.

Não seguiu o exemplo de seu pai. Antes, imitou as atitudes detestáveis das nações pagãs que o Senhor expulsara de diante dos israelitas. Parece que sua lista de pecados não acaba. Ele "chutou o pau da barraca" ou "pulou o corginho", como dizem alguns. 

Reconstruiu os altares idólatras que seu pai Ezequias havia zelosamente destruído. Ergueu altares em homenagem aos baalins. Mandou construir totens e postes sagrados. Inclinou-se em adoração diante de todos os exércitos celestes e lhes prestou culto. Edificou altares pagãos no próprio interior da Casa do Senhor. Mandou construir altares a todo o exército de astros e estrelas do céu, nos dois pátios do templo do Senhor. Queimou seus próprios filhos em sacrifício no vale de Ben-Hinom. Praticou todo tipo de feitiçaria, magia e adivinhações. Recorreu às orientações de médiuns e aos que consultavam espíritos. 

Virou totalmente às costas para o Senhor. Seus pecados provocaram Sua ira. 

Ele tomou uma imagem esculpida da deusa Aserá, que havia feito, e a colocou em destaque na Casa do Senhor. No lugar santo sobre o qual o Senhor havia declarado a Davi e a seu filho Salomão que colocaria Seu nome para sempre. Assim como nunca removeria os pés de Israel, da terra que destinara a seus antepassados, desde que tivessem o zelo de obedecer tudo que Ele ordenara; toda a Lei, decretos e ordenanças transmitidos por Moisés. 

Manassés perverteu Judá e o povo de Jerusalém ao ponto de fazerem ainda pior do que as nações pagãs que o Senhor havia aniquilado diante dos israelitas. Sim, infelizmente é isso mesmo. Dá para imaginar? Como esse homem se afastou do Senhor!

O Senhor, sempre misericordioso, advertiu Manassés e Seu povo. Não Lhe deram a mínima atenção. 

Então, o Senhor enviou os comandantes do exército do rei da Assíria contra eles.

Capturaram Manassés. Aprisionaram-no com um gancho fixado nas narinas e algemas de bronze. Levaram-no para a Babilônia. Uma terrível humilhação para qualquer pessoa, imagine para um rei!

Em sua profunda angústia, Manassés buscou as misericórdias do Senhor. Reconhecendo seu erro, humilhou-se muito diante dEle. Quando orou, o Senhor o ouviu. Atendeu seu pedido. Trouxe-o de volta a Jerusalém e a seu reino. Assim Manassés concluiu em seu coração que o Senhor é Deus. 

Como o Senhor é bondoso. Ouviu Manassés apesar de tudo que havia feito. E o perdoou. Só depois de todo o sofrimento pelo qual passou foi que concluiu que o Senhor é Deus. Concluiu em seu coração. O coração é o lugar onde "as coisas acontecem". 

Quantas vezes sabemos algo, mas fica apenas no nível do intelecto. Não adianta. Não nos traz transformação. 

Somente quando entendemos em nosso coração é que há mudanças, frutos.

Depois que voltou, reconstruiu e ampliou a altura do muro da Cidade de Davi. Também destacou oficiais do exército para guardar todas as cidades fortificadas de Judá. Tirou do templo do Senhor os deuses estrangeiros e a imagem que havia colocado lá, bem como todos os altares idólatras que havia mandado construir na colina do templo e em Jerusalém. Ele os lançou para fora da cidade. 

Preste atenção: primeiro ele concluiu em seu coração que o Senhor é Deus. Depois reconstruiu os muros que haviam sido derrubados na guerra contra ele. Colocou oficiais para guardar as cidades. Então, tirou do templo os falsos deuses e os lançou para fora da cidade. "Aqui você não entra mais".

Depois de destronar os falsos deuses, reconstruiu o altar do Senhor. Reconstruir é muito mais trabalhoso que apenas construir. Para reconstruir, precisamos derrubar o que está errado. Como é difícil!

Só apos a reconstrução, Manassés ofereceu sacrifícios de paz e comunhão. Então, adorou e louvou ao Senhor. 

Além disso, ordenou expressamente a todo o povo de Judá que O servisse de coração. 

O povo, contudo, continuava a sacrificar nos lugares altos, isto é, nos altares idólatras. Mas faziam suas ofertas somente ao Senhor.

As demais realizações de Manassés, inclusive sua oração de arrependimento ao Senhor e as palavras que os videntes e profetas lhe falaram em Nome do Senhor, estão registrados nas Crônicas Históricas dos Reis de Israel.

A súplica de Manassés, a resposta misericordiosa do Senhor, seus erros, pecados, suas atitudes desleais, os locais onde mandou edificar altares idólatras e ergueu totens pagãos para adoração a diversas imagens e ídolos, antes do seu arrependimento, estão devidamente narrados nos escritos históricos dos Videntes. 

Como é maravilhoso saber que as misericórdias do Senhor não tem fim. 

Não importa quem tenhamos sido ou quem somos, Ele pode nos transformar. Ele nos busca. Ainda que viremos as costas, Ele continua a nos chamar. Enviando Sua palavra. Enviando Seus profetas. Ele nunca desiste de nós.

Manassés descansou com seus antepassados, e o sepultaram em sua propriedade. Seu filho Amom passou a reinar em seu lugar.

Amom tinha vinte e dois anos de idade quando deu início ao seu governo. Reinou dois anos em Jerusalém. 

Agiu de forma perversa. Fez tudo que o Senhor abomina. À semelhança das más atitudes do seu pai, antes de seu arrependimento.

Posso ler esses textos inúmeras vezes, não consigo entender. "Como pode?", me pergunto descabelada. Então lembro que todos temos o livre arbítrio. Lembro que temos nossas escolhas. 

O Senhor aponta o caminho. Não nos obriga a seguí-Lo. Ele mostra o que é melhor. Mas não nos impõe Sua vontade. Podemos olhar para trás. Observar os exemplos. E escolher quais decisões tomar. Quais atitudes ter. Está em nossas mãos. É nossa e só nossa, a responsabilidade.  

Amom prestou culto e ofereceu sacrifícios a todos os ídolos que Manassés havia edificado e reverenciado. Entretanto, ao contrário de seu pai, Amom jamais se humilhou diante do Senhor.

Fez pior. Cometeu mais erros e pecados. Elevando em muito sua culpa. Que terrível!

Seus próprios oficiais e servos de confiança conspiraram contra ele. Assassinaram-no nas dependências de seu palácio. 

O povo da terra matou todos que conspiraram contra Amom. Seu filho Josias foi ploclamado rei em seu lugar.

Fica novamente a pergunta: Quais escolhas Josias fará? Seguirá os maus exemplos de seu pai e seu avô? Ou fará as escolhas certas e voltará seus olhos para o Senhor?

Amanhã veremos. Espero você.

Até lá, pense em quais tem sido suas escolhas. 

Quais tem sido suas atitudes? Quem são os exemplos que deseja seguir?