Leitura do dia 19/04.
Continuamos nossa caminhada pelas páginas de 1 Crônicas.
Ontem vimos que a Arca da Aliança chegar à Cidade de Davi. Os levitas sendo nomeados. O cântico de louvor de Davi. O culto em Jerusalém . O desejo de Davi em construir uma "casa" para o Senhor e Sua aliança com este.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-161-43.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-171-27.html
Também vimos que o Senhor dava vitórias a Davi por onde quer que ia. Davi e seus soldados eram homens valorosos, e lutavam, mas a vitória vinha do Senhor. Como deve ser em nossas vidas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-181-17.html
Hoje caminharemos pelas páginas dos capítulos dezenove até o vinte e dois.
Na primeira postagem, o capítulo dezenove.
Naás, rei dos amonitas morreu. Hanum, seu filho passou a reinar em seu lugar. Davi pensou em tratá-lo com bondade. Seu pai havia sido leal e generoso com ele. Enviou uma delegação representando-o, com uma mensagem pessoal de pesar pela morte de Naás.
Quando seus mensageiros chegaram para dar as condolências de Davi a Hanum, os príncipes e chefes amonitas falaram com Hanum que Davi não estava honrando Naás. Sua intenção era examinar o país e destruí-lo. Que os mensageiros eram na verdade, espiões.
Hanum acreditou em seus príncipes e chefes. Mandou prender os mensageiros. Raspou-lhes a barba. Cortou metade de suas roupas, até à altura das nádegas. E os despachou de volta. Foi uma terrível humilhação.
Quando Davi foi informado, enviou mensageiros ao encontro de sua delegação. Ordenou que seus representantes ficassem em Jericó, uma cidade refúgio, até que suas barbas crescessem. Então, poderiam retornar para casa. Raspar a barba era algo terrível. Era feito quando acontecia uma calamidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/jesus-nossa-cidade-refugio.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-341-3613.html
O que Hanum fez foi uma terrível desonra. Um erro grosseiro e muito perigoso.
Quando ele e os amonitas perceberam que haviam provocado a ira de Davi e que essa história não terminaria assim, alugaram carros de guerra e cavaleiros da Mesopotâmia, Arã-Maaca e Zobá, por trinta e cinco toneladas de prata. Vou repetir: trinta e cinco toneladas de prata. Alugaram trinta e dois mil carros e seus condutores. Contrataram também o rei de Maaca com seu exército.
O rei de Maaca acampou-se próximo a Medeba. Os amonitas foram convocados de suas cidades e partiram para a guerra. Ficaram à frente dos batalhões.
Quando Davi soube, ordenou que Joabe marchasse com todo seu exército, diretamente para a guerra. Os amonitas saíram. Colocaram-se em posição de batalha na entrada da cidade. Os reis que foram contratados por eles, tomaram posição em campo aberto.
Joabe observou que estava cercado pelas linhas de combate. Separou alguns dos mais corajosos e bem treinados soldados de elite. Colocou-os diante dos arameus. Colocou o restante do exército sob o comando de Abisai, seu irmão. Alinhou-o em frente aos amonitas.
Joabe combinou com Abisai que, se os arameus fossem mais fortes que ele, Abisai iria socorrê-lo. Se, porém, os amonitas fossem mais fortes que Abisai, iria em seu socorro.
Joabe também animou seu irmão dizendo que deveria ter ânimo, ser forte e corajoso para lutar pelo povo deles e suas cidades. Lutariam diante do Senhor e o Senhor faria o que parecesse bem aos Seus olhos. Fariam sua parte. O Senhor, a dEle.
Joabe e seus soldados foram bravamente para cima dos arameus. Eles fugiram.
Quando os amonitas viram que os arameus estavam fugindo de Joabe, fugiram de Abisai. Entraram na cidade. Joabe retornou para Jerusalém.
Os arameus mandaram mensageiros para seu povo que vivia do outro lado do Rio Eufrates. Sofaque, comandante do exército de Hadadezer veio para socorrê-los.
Quando Davi soube, reuniu todo o exército israelita. Atravessou o Jordão. Avançou contra eles. Formou linhas de combate. Assim que a batalha começou, os arameus fugiram. O exército de Davi matou sete mil de seus condutores de carros de guerra e quarenta mil de seus soldados de infantaria. Também matou Sofaque, o comandante.
Quando perceberam que foram derrotados por Israel, entregaram-se, suplicando por paz. Submeteram-se a Davi.
Depois dessa batalha, os sírios nunca mais tiveram disposição para socorrer os amonitas.
Quantas lições a aprender com essa situação!
Não acredite em tudo que dizem. Investigue antes de tomar uma atitude. Se Hanum tivesse investigado, saberia que Davi não agia assim, saberia que Davi e seu pai tratavam um ao outro com respeito. Teria evitado desperdício de dinheiro (no caso, toneladas de prata), muitas mortes, além da escravidão.
Quando alguém for envergonhado, saiba que precisa de um tempo em separado, para recuperar sua honra. Aja como Davi e honre essa pessoa dando-lhe esse tempo e um lugar de descanso.
Não entre em guerra alheia. Por dinheiro nenhum. Os sírios aprenderam essa lição de maneira dolorosa. Preço de sangue, de morte.
Esteja sempre preparado. Se tiver uma guerra para enfrentar, não procrastine. Enfrente-a de uma vez. Com sua melhor disposição, seus melhores soldados.
Tenha sempre bons soldados, bons amigos, que enxerguem a guerra exatamente como está sendo travada, como Joabe enxergou.
Aprenda a dividir, a confiar como Joabe fez. Precisamos do apoio de Abisai para enfrentar e vencer nossas guerras. Mas tenha cuidado: aprenda em quem confiar.
Tenha os olhos abertos para ver se Abisai precisa de ajuda. Esteja disposto a receber ajuda de Abisai, se necessário. Devemos nos ajudar (Eclesiastes 4.9-12).
Antes de ir para a guerra, verifique se os motivos estão corretos. Você sempre ficará à frente dos batalhões.
Anime outras pessoas. Lembre a elas porque e por quem estão lutando.
Lembre-as de que o Senhor vai conosco. À nossa frente.
Lute, com coragem, debaixo da orientação do Senhor.
Entregue a luta, a guerra, a situação ao Senhor. Ele fará o que for melhor. Coloque sua confiança nEle.
Saiba a hora de lutar, permanecer na luta e até recuar ou “voltar a Jerusalém”, como Joabe fez.
Esteja sempre atento, percebendo os movimentos, para saber a hora de agir, como Davi.
Seja vitorioso, com o Senhor dos Exércitos à Sua frente. Se nos entregarmos, a batalha é do Senhor.
Leia mais uma vez. Tente descobrir mais lições a aprender.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/imprudencia-escraviza-e-mata.html
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segunda-feira, 22 de abril de 2019
1 Crônicas 19.1-19
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domingo, 24 de março de 2019
2 Samuel 10.1-19
Leitura do dia 24/03.
Na postagem anterior, vimos Davi cumprindo a promessa que fez a seu querido amigo, Jônatas. Ele colocou Mefibosete em sua mesa, como um de seus filhos, ainda que fosse coxo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-91-13.html
Agora, continuamos através do capítulo dez de 2 Samuel.
Certo tempo passou.
Naás, rei dos amonitas morreu. Ele sempre fora leal a Davi. Por isso, Davi resolveu enviar mensageiros para consolar seu filho, Hanum, que assumira o trono em seu lugar.
Quando os mensageiros de Davi chegaram, os líderes amonitas disseram a Hanum que Davi não estava se importando em consolá-lo. Aqueles mensageiros estavam ali para espiar a terra. E depois, conquistá-la.
Hanum, acreditou em seus conselheiros. Prendeu os mensageiros. Cortou metade de suas barbas e metade de suas roupas. Deixou as roupas na altura das nádegas. Depois, expulsou-os da cidade.
Esses homens foram tremendamente envergonhados. Quando Davi soube, ordenou que ficassem em Jericó, uma das cidades refúgios, até que suas barbas crescessem, só então, voltariam para casa. Sem carregar vergonha. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-341-3613.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/jesus-nossa-cidade-refugio.html
Os amonitas perceberam a bobagem que fizeram. Agora eram detestáveis aos olhos de Davi. Contrataram vinte mil soldados de infantaria dos sírios, mil homens do rei de Maaca e doze mil da terra de Tobe.
Quando Davi soube, enviou Joabe e seus homens para lutarem contra eles.
Os amonitas fizeram uma frente de batalha na entrada da cidade, enquanto que os mercenários se posicionaram nos campos abertos.
Joabe viu que teria que lutar em duas frentes. Dividiu o exército. Escolheu alguns dos melhores guerreiros e os colocou sob seu comando. O restante, sob o comando de Abisai, seu irmão.
Joabe disse a Abisai que, se os sírios fossem demais para ele, Abisai sairia em seu socorro. Agora, se os amonitas fossem demais para Abisai, ele iria ajuda-lo.
Disse a seu irmão que deviam ter coragem! Que lutassem bravamente pelo povo que era deles e pelas cidades do Senhor, o Deus deles. E, que a vontade do Senhor fosse feita.
Quantos de nós estamos dispostos a lutar pelo nosso povo e pelas cidades do Senhor, nosso Deus, esperando que a vontade do Senhor seja feita?
Será que preferimos ficar entre quatro paredes, alheios à guerra que ruge ao nosso redor (É bem mais seguro)? E se formos corajosos, lutarmos bravamente e a vontade do Senhor for diferente da nossa?
Ah, concordo com Davi que Joabe e Abisai eram difíceis, mas que aprendamos com eles a ter essa disposição de enfrentar a batalha pelo povo do Senhor e por Ele! Estavam dispostos a morrer, se fosse necessário, mas não abandonariam a batalha.
Joabe e seus homens atacaram os sírios, que fugiram. Quando os amonitas viram os sírios fugindo, fugiram de Abisai.
Os sírios não tinham condições de lutar contra Israel. Aguardaram reforços, que vieram com o capitão Sobaque, comandante do exército de Hadadezer.
Quando Davi soube, reuniu suas tropas. Os sírios se posicionaram e lutaram. Novamente fugiram de Israel. O exército de Davi matou setecentos homens em carros de guerras e quarenta mil soldados de infantaria. Sobaque também morreu.
Os aliados de Hadadezer renderam-se a Israel. Tornaram-se súditos de Davi.
Quanto aos sírios, ficaram com medo de ajudar novamente os amonitas.
Terminamos nossa leitura hoje.
Amanhã, continuamos. Do capítulo onze ao capítulo quatorze. Antes porém, gostaria de convidá-lo a ler o texto "Imprudência escraviza e mata."
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/imprudencia-escraviza-e-mata.html
Que aprendamos a ser prudentes.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos Davi cumprindo a promessa que fez a seu querido amigo, Jônatas. Ele colocou Mefibosete em sua mesa, como um de seus filhos, ainda que fosse coxo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-91-13.html
Agora, continuamos através do capítulo dez de 2 Samuel.
Certo tempo passou.
Naás, rei dos amonitas morreu. Ele sempre fora leal a Davi. Por isso, Davi resolveu enviar mensageiros para consolar seu filho, Hanum, que assumira o trono em seu lugar.
Quando os mensageiros de Davi chegaram, os líderes amonitas disseram a Hanum que Davi não estava se importando em consolá-lo. Aqueles mensageiros estavam ali para espiar a terra. E depois, conquistá-la.
Hanum, acreditou em seus conselheiros. Prendeu os mensageiros. Cortou metade de suas barbas e metade de suas roupas. Deixou as roupas na altura das nádegas. Depois, expulsou-os da cidade.
Esses homens foram tremendamente envergonhados. Quando Davi soube, ordenou que ficassem em Jericó, uma das cidades refúgios, até que suas barbas crescessem, só então, voltariam para casa. Sem carregar vergonha. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-341-3613.html
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Os amonitas perceberam a bobagem que fizeram. Agora eram detestáveis aos olhos de Davi. Contrataram vinte mil soldados de infantaria dos sírios, mil homens do rei de Maaca e doze mil da terra de Tobe.
Quando Davi soube, enviou Joabe e seus homens para lutarem contra eles.
Os amonitas fizeram uma frente de batalha na entrada da cidade, enquanto que os mercenários se posicionaram nos campos abertos.
Joabe viu que teria que lutar em duas frentes. Dividiu o exército. Escolheu alguns dos melhores guerreiros e os colocou sob seu comando. O restante, sob o comando de Abisai, seu irmão.
Joabe disse a Abisai que, se os sírios fossem demais para ele, Abisai sairia em seu socorro. Agora, se os amonitas fossem demais para Abisai, ele iria ajuda-lo.
Disse a seu irmão que deviam ter coragem! Que lutassem bravamente pelo povo que era deles e pelas cidades do Senhor, o Deus deles. E, que a vontade do Senhor fosse feita.
Quantos de nós estamos dispostos a lutar pelo nosso povo e pelas cidades do Senhor, nosso Deus, esperando que a vontade do Senhor seja feita?
Será que preferimos ficar entre quatro paredes, alheios à guerra que ruge ao nosso redor (É bem mais seguro)? E se formos corajosos, lutarmos bravamente e a vontade do Senhor for diferente da nossa?
Ah, concordo com Davi que Joabe e Abisai eram difíceis, mas que aprendamos com eles a ter essa disposição de enfrentar a batalha pelo povo do Senhor e por Ele! Estavam dispostos a morrer, se fosse necessário, mas não abandonariam a batalha.
Joabe e seus homens atacaram os sírios, que fugiram. Quando os amonitas viram os sírios fugindo, fugiram de Abisai.
Os sírios não tinham condições de lutar contra Israel. Aguardaram reforços, que vieram com o capitão Sobaque, comandante do exército de Hadadezer.
Quando Davi soube, reuniu suas tropas. Os sírios se posicionaram e lutaram. Novamente fugiram de Israel. O exército de Davi matou setecentos homens em carros de guerras e quarenta mil soldados de infantaria. Sobaque também morreu.
Os aliados de Hadadezer renderam-se a Israel. Tornaram-se súditos de Davi.
Quanto aos sírios, ficaram com medo de ajudar novamente os amonitas.
Terminamos nossa leitura hoje.
Amanhã, continuamos. Do capítulo onze ao capítulo quatorze. Antes porém, gostaria de convidá-lo a ler o texto "Imprudência escraviza e mata."
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Que aprendamos a ser prudentes.
Espero você. Até lá.
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sexta-feira, 15 de março de 2019
1 Samuel 12.1-25
Leitura do dia 15/03.
Na postagem anterior vimos a humilhação que Naás, rei de Amom quis impor sobre Israel. Quando Saul soube, ficou enfurecido. Israel se reuniu como um só homem. E o Senhor lhes deu vitória sobre os amonitas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-111-15.html
Agora, continuamos através do capítulo doze de 1 Samuel.
O povo foi a Gilgal renovar o compromisso do reino. Samuel se despede. É hora de sair de cena. Saul já foi proclamado rei, três vezes.
Ele pergunta ao povo se roubou, enganou, oprimiu, aceitou suborno ou perverteu a justiça enquanto julgou a Israel. Se fez alguma destas coisas, que apontem para que ele restitua. Quer sair de cena completamente em paz.
Todos respondem que não. Ele sempre foi um juiz íntegro. Que lindo!
Ah, como precisamos de homens assim!
Samuel declarou que eles eram testemunhas, assim como o rei, de que suas mãos estavam limpas. Todos concordaram. Eram testemunhas. Suas mãos estavam limpas.
Samuel continuou. Lembrou-lhes que o Senhor escolhera Moisés e Arão. E os tirou da terra do Egito. Confrontou-os com todos os atos de justiça que o Senhor fizera por eles e seus antepassados.
Lembrou-lhes que rapidamente se afastaram do Senhor. Por isso, foram oprimidos. Quando clamaram, porém, o Senhor levantou Juízes que os libertaram.
Depois, ficaram com medo do rei de Amom e pediram um rei também. O Senhor lhes concedeu o que pediram.
Agora era hora de continuarem a temer e servir ao Senhor, demonstrando que reconheciam que o Senhor era o Deus deles. Se, porém, se afastassem dEle, Sua mão pesaria, como fez com seus antepassados.
Samuel disse que lhes daria um sinal , para mostrar que haviam agido com maldade quando pediram um rei ao Senhor.
Não era tempo de chuva. Era a época da colheita do trigo. Nunca chovia. Mas ele pediria ao Senhor que enviasse trovões e chuva forte, naquele dia.
Ele clamou. O Senhor enviou os trovões e a chuva forme. Todo o povo ficou temeroso. Com medo do Senhor e de Samuel. Pediram que Samuel orasse em favor deles. Reconheciam que acrescentaram mais um pecado à sua vasta lista, quando pediram um rei.
Samuel respondeu que não deveriam temer. Fizeram muito mal, mas agora era hora de olhar para frente. Servir somente ao Senhor. Não adorar nenhum outro deus além dEle. O Senhor não os abandonaria. Isso traria desonra ao Seu nome.
Quanto a ele, não pecaria contra o Senhor, deixando de orar por eles. E mesmo em sua idade avançada, continuaria a ensiná-los o que era bom e correto diante do Senhor.
Samuel aconselhou que temessem ao Senhor. Que o servissem fielmente. De todo o coração. Deviam pensar em todas as maravilhas que o Senhor fizera por eles. Mas, se continuassem a pecar, eles e o rei seriam destruídos. Lembra? Alternativa “a”, alternativa “b”.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-281-3020.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-21-331.html
Hoje terminamos aqui. Que amemos e sirvamos apenas o Senhor.
Amanhã continuamos. Do capítulo treze ao capítulo quinze.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos a humilhação que Naás, rei de Amom quis impor sobre Israel. Quando Saul soube, ficou enfurecido. Israel se reuniu como um só homem. E o Senhor lhes deu vitória sobre os amonitas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-111-15.html
Agora, continuamos através do capítulo doze de 1 Samuel.
O povo foi a Gilgal renovar o compromisso do reino. Samuel se despede. É hora de sair de cena. Saul já foi proclamado rei, três vezes.
Ele pergunta ao povo se roubou, enganou, oprimiu, aceitou suborno ou perverteu a justiça enquanto julgou a Israel. Se fez alguma destas coisas, que apontem para que ele restitua. Quer sair de cena completamente em paz.
Todos respondem que não. Ele sempre foi um juiz íntegro. Que lindo!
Ah, como precisamos de homens assim!
Samuel declarou que eles eram testemunhas, assim como o rei, de que suas mãos estavam limpas. Todos concordaram. Eram testemunhas. Suas mãos estavam limpas.
Samuel continuou. Lembrou-lhes que o Senhor escolhera Moisés e Arão. E os tirou da terra do Egito. Confrontou-os com todos os atos de justiça que o Senhor fizera por eles e seus antepassados.
Lembrou-lhes que rapidamente se afastaram do Senhor. Por isso, foram oprimidos. Quando clamaram, porém, o Senhor levantou Juízes que os libertaram.
Depois, ficaram com medo do rei de Amom e pediram um rei também. O Senhor lhes concedeu o que pediram.
Agora era hora de continuarem a temer e servir ao Senhor, demonstrando que reconheciam que o Senhor era o Deus deles. Se, porém, se afastassem dEle, Sua mão pesaria, como fez com seus antepassados.
Samuel disse que lhes daria um sinal , para mostrar que haviam agido com maldade quando pediram um rei ao Senhor.
Não era tempo de chuva. Era a época da colheita do trigo. Nunca chovia. Mas ele pediria ao Senhor que enviasse trovões e chuva forte, naquele dia.
Ele clamou. O Senhor enviou os trovões e a chuva forme. Todo o povo ficou temeroso. Com medo do Senhor e de Samuel. Pediram que Samuel orasse em favor deles. Reconheciam que acrescentaram mais um pecado à sua vasta lista, quando pediram um rei.
Samuel respondeu que não deveriam temer. Fizeram muito mal, mas agora era hora de olhar para frente. Servir somente ao Senhor. Não adorar nenhum outro deus além dEle. O Senhor não os abandonaria. Isso traria desonra ao Seu nome.
Quanto a ele, não pecaria contra o Senhor, deixando de orar por eles. E mesmo em sua idade avançada, continuaria a ensiná-los o que era bom e correto diante do Senhor.
Samuel aconselhou que temessem ao Senhor. Que o servissem fielmente. De todo o coração. Deviam pensar em todas as maravilhas que o Senhor fizera por eles. Mas, se continuassem a pecar, eles e o rei seriam destruídos. Lembra? Alternativa “a”, alternativa “b”.
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Hoje terminamos aqui. Que amemos e sirvamos apenas o Senhor.
Amanhã continuamos. Do capítulo treze ao capítulo quinze.
Espero você. Até lá.
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1 Samuel 11.1-15
Leitura do dia 15/03.
Na postagem anterior, Samuel ungiu Saul rei sobre Israel. Depois, o proclamou rei diante do povo. Mesmo escondido entre as bagagens, não pôde escapar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-101-27.html
Que não nos escondamos quando o Senhor nos chamar. Há uma missão a cumprir! Apresentemo-nos a Ele, rapidamente.
Agora, continuamos através do capítulo onze de 1 Samuel.
Aproximadamente um mês após a unção de Saul, o rei de Amom, Naás, atacou Jabe-Gileade. Seus habitantes pediram um acordo. Não queriam guerra. Eles o serviriam.
Naás concordou, mas havia uma condição. Arrancaria o olho direito de todos na cidade. Deixou claro que sua intenção era humilhar Israel.
As autoridades de Jabes-Gileade pediram um prazo. Sete dias. Se não encontrassem alguém que lutasse por eles, se submeteriam à humilhação. Se entregariam.
Os mensageiros chegaram a Gibeá, onde Saul morava. O povo ouviu a notícia. Todos choraram em alta voz.
Saul, o rei, estava trazendo seus bois do campo. Perguntou o que estava acontecendo. Por que estavam chorando?
Novamente Saul sobe no meu conceito. Estava trabalhando, embora fosse o rei. Além disso, importou-se com o choro do povo.
Quando lhe contaram sobre Jabes-Gileade, o Espírito do Senhor veio poderosamente sobre ele. E ele ficou enfurecido. É, isso mesmo. O Espírito do Senhor veio sobre ele e ele ficou enfurecido. Era o que precisava. Não podemos ficar alheios à injustiça. Há momentos em que não adianta chorar, precisamos agir.
Saul pegou dois bois. Cortou-os em pedaços. Enviou mensageiros com os pedaços dos bois, por todo Israel. Sua mensagem dizia que aquilo aconteceria com os bois de quem se recusasse a seguir Saul e Samuel na batalha!
Uau! Que homem de atitude! Também não vai sozinho à guerra. Sabe o valor de Samuel. Quer que esteja a seu lado. Na liderança.
O temor do Senhor veio sobre todos. Saíram para guerrear como se fossem um só homem.
Ah, que a Igreja do Senhor possa ser assim! Que saiamos para guerrear como um só homem. Um só corpo. A noiva do Senhor.
Precisamos de um exército assim! Hoje. Agora.
Saul reuniu o exército. E contou. Havia trezentos mil soldados de Israel e trinta mil de Judá.
Enviou uma mensagem a Jabes-Gileade dizendo que os salvaria. No dia seguinte. Antes do meio-dia.
Consegue imaginar o alívio daquela cidade? Não seriam humilhados por Naás. Não perderiam seus olhos.
Os homens de Jabes-Gileade disseram a Naás que, no dia seguinte, se entregariam.
Mas, no dia seguinte, Saul chegou. Dividiu seus soldados em três destacamentos. Como Gideão fizera. Atacou os amonitas de surpresa. Antes do meio-dia já havia massacrado o exército de Naás. Os que escaparam não conseguiram se reunir, nem mesmo de dois em dois.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-71-25.html
Após a vitória, o povo perguntou a Samuel onde estavam os homens que disseram que Saul não reinaria sobre eles. Iriam matá-los.
Saul, porém disse que ninguém morreria naquele dia. Era dia de celebração. Dia que o Senhor os livrara de seus inimigos. Reconheceu que a vitória veio do Senhor, não de suas mãos, de seu exército.
Que linda sua atitude! Para que vingança? Era dia de comemorar o que o Senhor fizera!
Samuel chamou a todos para irem a Gilgal. Ali, renovariam o compromisso do reino. Foram.
Ofereceram holocaustos e ofertas de paz. Saul novamente foi proclamado como rei de Israel. Agora, em uma cerimônia solene.
Que aprendamos a agir, quando for a hora, ao invés de apenas lamentar. Que aprendamos a perdoar. A justiça e a vingança pertencem ao Senhor.
Que não nos escondamos do nosso chamado. Que reconheçamos que a vitória vem do Senhor.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Na postagem anterior, Samuel ungiu Saul rei sobre Israel. Depois, o proclamou rei diante do povo. Mesmo escondido entre as bagagens, não pôde escapar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-101-27.html
Que não nos escondamos quando o Senhor nos chamar. Há uma missão a cumprir! Apresentemo-nos a Ele, rapidamente.
Agora, continuamos através do capítulo onze de 1 Samuel.
Aproximadamente um mês após a unção de Saul, o rei de Amom, Naás, atacou Jabe-Gileade. Seus habitantes pediram um acordo. Não queriam guerra. Eles o serviriam.
Naás concordou, mas havia uma condição. Arrancaria o olho direito de todos na cidade. Deixou claro que sua intenção era humilhar Israel.
As autoridades de Jabes-Gileade pediram um prazo. Sete dias. Se não encontrassem alguém que lutasse por eles, se submeteriam à humilhação. Se entregariam.
Os mensageiros chegaram a Gibeá, onde Saul morava. O povo ouviu a notícia. Todos choraram em alta voz.
Saul, o rei, estava trazendo seus bois do campo. Perguntou o que estava acontecendo. Por que estavam chorando?
Novamente Saul sobe no meu conceito. Estava trabalhando, embora fosse o rei. Além disso, importou-se com o choro do povo.
Quando lhe contaram sobre Jabes-Gileade, o Espírito do Senhor veio poderosamente sobre ele. E ele ficou enfurecido. É, isso mesmo. O Espírito do Senhor veio sobre ele e ele ficou enfurecido. Era o que precisava. Não podemos ficar alheios à injustiça. Há momentos em que não adianta chorar, precisamos agir.
Saul pegou dois bois. Cortou-os em pedaços. Enviou mensageiros com os pedaços dos bois, por todo Israel. Sua mensagem dizia que aquilo aconteceria com os bois de quem se recusasse a seguir Saul e Samuel na batalha!
Uau! Que homem de atitude! Também não vai sozinho à guerra. Sabe o valor de Samuel. Quer que esteja a seu lado. Na liderança.
O temor do Senhor veio sobre todos. Saíram para guerrear como se fossem um só homem.
Ah, que a Igreja do Senhor possa ser assim! Que saiamos para guerrear como um só homem. Um só corpo. A noiva do Senhor.
Precisamos de um exército assim! Hoje. Agora.
Saul reuniu o exército. E contou. Havia trezentos mil soldados de Israel e trinta mil de Judá.
Enviou uma mensagem a Jabes-Gileade dizendo que os salvaria. No dia seguinte. Antes do meio-dia.
Consegue imaginar o alívio daquela cidade? Não seriam humilhados por Naás. Não perderiam seus olhos.
Os homens de Jabes-Gileade disseram a Naás que, no dia seguinte, se entregariam.
Mas, no dia seguinte, Saul chegou. Dividiu seus soldados em três destacamentos. Como Gideão fizera. Atacou os amonitas de surpresa. Antes do meio-dia já havia massacrado o exército de Naás. Os que escaparam não conseguiram se reunir, nem mesmo de dois em dois.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-71-25.html
Após a vitória, o povo perguntou a Samuel onde estavam os homens que disseram que Saul não reinaria sobre eles. Iriam matá-los.
Saul, porém disse que ninguém morreria naquele dia. Era dia de celebração. Dia que o Senhor os livrara de seus inimigos. Reconheceu que a vitória veio do Senhor, não de suas mãos, de seu exército.
Que linda sua atitude! Para que vingança? Era dia de comemorar o que o Senhor fizera!
Samuel chamou a todos para irem a Gilgal. Ali, renovariam o compromisso do reino. Foram.
Ofereceram holocaustos e ofertas de paz. Saul novamente foi proclamado como rei de Israel. Agora, em uma cerimônia solene.
Que aprendamos a agir, quando for a hora, ao invés de apenas lamentar. Que aprendamos a perdoar. A justiça e a vingança pertencem ao Senhor.
Que não nos escondamos do nosso chamado. Que reconheçamos que a vitória vem do Senhor.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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