Leitura do dia 23/08.
Continuamos nossa caminhada através das páginas de Jeremias.
Na postagem anterior vimos o julgamento do Senhor sobre Amom, Damasco, Quedar, Hazor, Elão e até a grande Babilônia. Seu julgamento é justo. Esses povos colherão o que plantaram.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-491-5046.html
Agora, caminharemos a partir do capítulo cinquenta e um. Até o capítulo cinquenta e dois.
O Senhor levantará um vento destruidor contra a Babilônia.
Seu povo não foi abandonado. Ele ainda é Seu Deus, embora sua terra esteja cheia de pecado contra Ele.
Babilônia foi uma taça de ouro nas mãos do Senhor, mas agora, cairá. Não há remédio para ela. Que Seu povo volte para sua terra. É a vingança do Senhor que está prestes a acontecer. Profanaram Seu templo.
Todos os ídolos serão destruídos. No dia do acerto de contas.
Babilônia foi um martelo e uma espada na mão do Senhor. Será destruída por sua arrogância e idolatria. Bel será castigado. Vomitará tudo que engoliu. As nações não irão mais até ali para adorá-lo. O Senhor destruirá todos os seus ídolos. Ele é justo. Dá o justo castigo. Sempre retribui em plena medida. Seus largos muros serão arrasados. Seus grandes portões serão queimados.
O Senhor ordena que Seu povo saia de Babilônia e, ainda que estejam numa terra distante, que se lembrem dEle. E pensem em seu lar, em Jerusalém.
Essa mensagem contra Babilônia foi transmitida pelo profeta Jeremias a Seraías, chefe dos assessores do rei. Estavam escritas num rolo. Jeremias ordenou que Seraías a lesse em voz alta, quando estivesse em Babilônia. Quando terminasse de ler, deveria amarrar o rolo a uma pedra e jogá-lo no rio Eufrates, dizendo que assim Babilônia seria afundada e nunca mais se levantaria.
Desta forma terminaram as mensagens de Jeremias.
Seu livro ainda nos conta que Zedequias estava com vinte e um anos quando começou a reinar. Reinou em Jerusalém por onze anos. Fez o que era mal aos olhos do Senhor, como Joaquim.
Como já vimos, em 18 de junho de 586 a.C., a fome era tão terrível em Jerusalém que uma brecha foi aberta no muro. Todos os soldados fugiram, junto com Zedequias. Foram perseguidos e Zedequias foi abandonado. Foi levado a Ribla. Nabucodonosor o obrigou a vê-lo matar seus filhos e seus oficiais. Arrancou seus olhos. Prendeu-o com correntes de bronze e levou-o para o exílio na Babilônia. Lá ficou até sua morte. Porque negou-se a obedecer o Senhor. Tinha medo de obedecê-Lo. Preferiu a rebeldia e suas consequências. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-251-30.html
O templo do Senhor foi destruído no dia 17 de agosto do mesmo ano. Era o décimo nono ano do reinado de Nabucodonosor. Tudo foi queimado. O templo, o palácio real, todas as casas de Jerusalém. Todos os edifícios importantes da cidade. E os muros foram demolidos.
Despedaçaram as colunas de bronze na frente do templo do Senhor. Levaram para a Babilônia. Bronze que não se podia pesar. Levaram também todos os utensílios de bronze, ouro e prata que havia no templo.
O sumo-sacerdote Seraías, o sacerdote auxiliar Sofonias e três dos principais guardas das portas, um oficial responsável pelo exército e sete dos conselheiros pessoais do rei, o secretário do comandante do exército, encarregado do alistamento e outros sessenta homens do povo foram executados em Ribla, a mando de Nabucodonosor.
Judá foi levada para o exílio, como o Senhor falou. Para uma terra distante de sua casa. Por causa de sua rebeldia.
Após trinta e sete anos de exílio, quando Evil-Merodaque começou a reinar na Babilônia, Joaquim foi liberto da prisão. Foi elevado ao melhor lugar entre os reis que estavam na Babilônia. Ganhou roupas novas e passou a comer na presença do rei. Até sua morte. Longe de sua casa.
Que sejamos fieis ao Senhor, crendo em Sua palavra. Que não olhemos para outros deuses. Apenas para Ele. Nosso Redentor.
Que nos lembremos dEle, onde quer que estejamos. E pensemos em nosso lar, na Nova Jerusalém.
Assim, terminamos esse maravilhoso livro. Mas ainda não nos despediremos de Jeremias. Amanhã leremos os três primeiros capítulos de Lamentações de Jeremias.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/o-naufragio-de-juda.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-241-20.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/agora-desolacao.html
Espero você. Até lá.
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segunda-feira, 26 de agosto de 2019
Jeremias 51.1-52.34
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sábado, 11 de maio de 2019
Ester 2.1-23
Leitura do dia 10/05.
Na postagem anterior, vimos a festa e o banquete fabulosos oferecidos por Xerxes. Vimos a recusa da rainha Vasti em ir à sua presença. E a vimos deposta, expulsa para sempre. Era um alerta a todas as mulheres da época.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/ester-11-22.html
Agora, caminharemos pelos capítulo dois de Ester.
Depois que a indignação de Xerxes passou, ele pensou em Vasti. No que ela havia feito. Em seu decreto. Estava sem rainha. Claro que não estava sem mulher, mas estava sem uma rainha. Alguém com quem podia conversar e ter algum relacionamento.
Seus conselheiros sugeriram que, em todo seu império, as lindas jovens virgens fossem separadas e enviadas a Susã, sua capital. Ali, o eunuco do rei, Hegai, que era encarregado de seu harém, providenciaria tratamento de beleza para todas as escolhidas. As mais belas. Depois, a moça que o agradasse mais, seria escolhida rainha em lugar de Vasti. O rei se agradou do conselho. E o colocou em prática.
Naquela época, Mardoqueu, da tribo de Benjamim, morava em Susã. Sua família havia ido, junto com Joaquim, rei de Judá, para o exílio. Mardoqueu tinha uma prima, muito bonita. Seus pais morreram. Ele a criava como filha. Seu nome era Hadassa, também conhecida como Ester. Ela foi levada para o palácio.
Hadassa é o nome de uma planta. Um arbusto que pode atingir até cinco metros de altura. Um arbusto é uma planta que serve para proteção. Sua flor, que lembra uma estrela, ao ser esmagada, produz um perfume muito agradável.
Hegai, o eunuco do rei, responsável pela seleção, ficou muito impressionado com a beleza de Ester. Ele a tratou com bondade. Separou-a das outras. Colocou-a no melhor lugar do harém. Deu-lhe sete moças escolhidas, para auxiliá-la.
A preparação para a seleção, demorou um ano. Seis meses elas fizeram tratamento de beleza com mirra e seis meses com perfumes e cosméticos. Um verdadeiro SPA.
Quando chegava a hora da moça comparecer diante do rei, podia escolher, do harém, que com certeza era riquíssimo, o que quisesse. Roupas e joias. À tarde, no dia designado, era levada aos aposentos do rei. Na manhã seguinte, ira para outra parte do harém, onde moravam as mulheres do rei. Ela só voltaria a ver o rei se ele gostasse muito dela e a chamasse pelo nome.
Essas jovens foram tiradas de suas casas. Muitas cheias de medo. Estavam longe de seus países. De suas famílias. Ouviam histórias do rei. Com certeza, bem mais velho que elas. Outras, cheias de arrogância. Outras ainda, cheias de sonho. Queriam tornar-se rainha. Um ano de preparativos. Não viram o rei. Só o veriam quando fossem chamadas a seus aposentos. Não sabem o que acontecerá. Serão bem tratadas? Serão escolhidas? Serão lembradas? Serão esquecidas? A partir daquela noite decisiva, poderiam nunca mais tornar a ver o rei. Não seriam mais jovens cheias de sonhos. Seriam “mulheres do rei”, apenas.
Ester estava entre elas. Seu tio Mardoqueu ordenou que não contasse a ninguém sua origem e seu povo. Ester obedeceu. Quando chegou seu dia, apresentou-se diante do rei com apenas o que Hegai lhe sugeriu. Era jovem, mas era sábia. O eunuco do rei, responsável pelas mulheres do rei, sabia suas preferências.
Quando foi levada ao rei, ele a preferiu. Agradou-se tanto dela, que colocou a coroa real sobre sua cabeça, declarando-a rainha em lugar de Vasti.
Como gostava de festas, pelo que vimos, deu um grande banquete a todos seus nobres e oficiais, em homenagem à nova rainha. Declarou feriado em todo seu império. E deu presentes generosos.
Mesmo após ter se tornado a rainha e Mardoqueu assumir um cargo no palácio, Ester manteve segredo de sua nacionalidade. Continuava obediente a Mardoqueu.
Um dia, Mardoqueu estava junto à porta do palácio e escutou dois dos eunucos, guardas da porta do quarto do rei, homens de grande confiança, tramarem sua morte. Estavam indignados com Xerxes e iam assassiná-lo.
Mardoqueu imediatamente contou a Ester que, em nome de seu tio, contou ao rei. O caso foi investigado. O relato de Mardoqueu provou-se verdadeiro. Os dois homens foram enforcados. Este acontecimento ficou registrado no Livro da História do Reinado do Rei Xerxes.
Antes de passarmos ao próximo capítulo, vamos pensar neste texto de outra forma?
Xerxes é um tipo do Senhor. Ester um tipo da Igreja. Hegai um tipo do Espírito Santo.
Somos, como Igreja, separados e preparados, pelo Espírito do Senhor que nos instrui, para nos encontrarmos com o Rei. Diferente daquelas jovens, todos seremos aceitos, se estivermos com nossas vestes limpas, andando em santidade, sendo apenas dEle. Precisamos aproveitar todo o tempo que estivermos nos preparando para nos apresentarmos a Ele. Um dia, não sabemos quando, estaremos em Sua presença. Que sejamos sábios como Ester e acatemos todos os conselhos do Espírito do Senhor. Se não estivermos limpos, não seremos lembrados pelos nomes.
Que estejamos limpos! O dia de nosso encontro com Ele, se aproxima.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Na postagem anterior, vimos a festa e o banquete fabulosos oferecidos por Xerxes. Vimos a recusa da rainha Vasti em ir à sua presença. E a vimos deposta, expulsa para sempre. Era um alerta a todas as mulheres da época.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/ester-11-22.html
Agora, caminharemos pelos capítulo dois de Ester.
Depois que a indignação de Xerxes passou, ele pensou em Vasti. No que ela havia feito. Em seu decreto. Estava sem rainha. Claro que não estava sem mulher, mas estava sem uma rainha. Alguém com quem podia conversar e ter algum relacionamento.
Seus conselheiros sugeriram que, em todo seu império, as lindas jovens virgens fossem separadas e enviadas a Susã, sua capital. Ali, o eunuco do rei, Hegai, que era encarregado de seu harém, providenciaria tratamento de beleza para todas as escolhidas. As mais belas. Depois, a moça que o agradasse mais, seria escolhida rainha em lugar de Vasti. O rei se agradou do conselho. E o colocou em prática.
Naquela época, Mardoqueu, da tribo de Benjamim, morava em Susã. Sua família havia ido, junto com Joaquim, rei de Judá, para o exílio. Mardoqueu tinha uma prima, muito bonita. Seus pais morreram. Ele a criava como filha. Seu nome era Hadassa, também conhecida como Ester. Ela foi levada para o palácio.
Hadassa é o nome de uma planta. Um arbusto que pode atingir até cinco metros de altura. Um arbusto é uma planta que serve para proteção. Sua flor, que lembra uma estrela, ao ser esmagada, produz um perfume muito agradável.
Hegai, o eunuco do rei, responsável pela seleção, ficou muito impressionado com a beleza de Ester. Ele a tratou com bondade. Separou-a das outras. Colocou-a no melhor lugar do harém. Deu-lhe sete moças escolhidas, para auxiliá-la.
A preparação para a seleção, demorou um ano. Seis meses elas fizeram tratamento de beleza com mirra e seis meses com perfumes e cosméticos. Um verdadeiro SPA.
Quando chegava a hora da moça comparecer diante do rei, podia escolher, do harém, que com certeza era riquíssimo, o que quisesse. Roupas e joias. À tarde, no dia designado, era levada aos aposentos do rei. Na manhã seguinte, ira para outra parte do harém, onde moravam as mulheres do rei. Ela só voltaria a ver o rei se ele gostasse muito dela e a chamasse pelo nome.
Essas jovens foram tiradas de suas casas. Muitas cheias de medo. Estavam longe de seus países. De suas famílias. Ouviam histórias do rei. Com certeza, bem mais velho que elas. Outras, cheias de arrogância. Outras ainda, cheias de sonho. Queriam tornar-se rainha. Um ano de preparativos. Não viram o rei. Só o veriam quando fossem chamadas a seus aposentos. Não sabem o que acontecerá. Serão bem tratadas? Serão escolhidas? Serão lembradas? Serão esquecidas? A partir daquela noite decisiva, poderiam nunca mais tornar a ver o rei. Não seriam mais jovens cheias de sonhos. Seriam “mulheres do rei”, apenas.
Ester estava entre elas. Seu tio Mardoqueu ordenou que não contasse a ninguém sua origem e seu povo. Ester obedeceu. Quando chegou seu dia, apresentou-se diante do rei com apenas o que Hegai lhe sugeriu. Era jovem, mas era sábia. O eunuco do rei, responsável pelas mulheres do rei, sabia suas preferências.
Quando foi levada ao rei, ele a preferiu. Agradou-se tanto dela, que colocou a coroa real sobre sua cabeça, declarando-a rainha em lugar de Vasti.
Como gostava de festas, pelo que vimos, deu um grande banquete a todos seus nobres e oficiais, em homenagem à nova rainha. Declarou feriado em todo seu império. E deu presentes generosos.
Mesmo após ter se tornado a rainha e Mardoqueu assumir um cargo no palácio, Ester manteve segredo de sua nacionalidade. Continuava obediente a Mardoqueu.
Um dia, Mardoqueu estava junto à porta do palácio e escutou dois dos eunucos, guardas da porta do quarto do rei, homens de grande confiança, tramarem sua morte. Estavam indignados com Xerxes e iam assassiná-lo.
Mardoqueu imediatamente contou a Ester que, em nome de seu tio, contou ao rei. O caso foi investigado. O relato de Mardoqueu provou-se verdadeiro. Os dois homens foram enforcados. Este acontecimento ficou registrado no Livro da História do Reinado do Rei Xerxes.
Antes de passarmos ao próximo capítulo, vamos pensar neste texto de outra forma?
Xerxes é um tipo do Senhor. Ester um tipo da Igreja. Hegai um tipo do Espírito Santo.
Somos, como Igreja, separados e preparados, pelo Espírito do Senhor que nos instrui, para nos encontrarmos com o Rei. Diferente daquelas jovens, todos seremos aceitos, se estivermos com nossas vestes limpas, andando em santidade, sendo apenas dEle. Precisamos aproveitar todo o tempo que estivermos nos preparando para nos apresentarmos a Ele. Um dia, não sabemos quando, estaremos em Sua presença. Que sejamos sábios como Ester e acatemos todos os conselhos do Espírito do Senhor. Se não estivermos limpos, não seremos lembrados pelos nomes.
Que estejamos limpos! O dia de nosso encontro com Ele, se aproxima.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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quinta-feira, 2 de maio de 2019
2 Crônicas 36.1-23
Leitura do dia 02/05.
Na postagem anterior, vimos que, apesar de Josias ter o coração inclinado a obedecer, fez uma escolha errada. Não pediu orientação ao Senhor. Não ouviu Sua voz. Entrou em uma guerra que não era sua. E morreu.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/2-cronicas-351-27.html
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo trinta e seis. O último capítulo de 2 Crônicas.
O povo da terra tomou Jeoacaz filho de Josias, e o proclamou rei em lugar de seu pai. Estava com vinte e três anos quando começou a governar. Reinou três meses em Jerusalém.
O rei do Egito conseguiu destroná-lo e condenou o povo de Judá a pagar um imposto equivalente a três toneladas e meia de prata e trinta e cinco quilos de ouro. Designou Eliaquim, irmão de Jeoacaz, rei sobre Judá e sobre Jerusalém, e mudou-lhe o nome para Jeoaquim.
Uma mudança de nome é uma tentativa de mudança de cultura, de identidade.
Neco aprisionou Jeoacaz, irmão de Eliaquim, e o levou para o Egito.
Jeoaquim tinha vinte e cinco anos quando começou a governar. Reinou onze anos em Jerusalém. Fez o que é mau diante do Senhor. Então o rei da Babilônia, Nabucodonosor, o atacou e o fez cativo, preso a correntes, a fim de levá-lo para a Babilônia. Nabucodonosor tomou e levou para a Babilônia uma parte do mobiliário da Casa do Senhor, e colocou em seu palácio.
Os demais atos de Jeoaquim, todas as atitudes perversas que praticou, bem como todas a faltas pelas quais foi culpado, estão registrados no Livro dos Reis de Israel e Judá. Seu filho Joaquim passou a reinar em seu lugar.
Tinha Joaquim dezoito anos quando foi proclamado rei. Governou apenas três meses e dez dias em Jerusalém. Fez o que é detestável para o Senhor. O texto não fala que ele fez o que era mal. Fez o que era detestável.
Na primavera, o rei Nabucodonosor mandou levá-lo para a Babilônia. Junto com os objetos de valor retirados da Casa do Senhor. Proclamou Zedequias, seu tio, rei sobre Judá e Jerusalém.
Zedequias tinha vinte e um anos de idade quando começou a reinar. Governou durante onze anos em Jerusalém. Também agiu de maneira reprovável para com o Senhor. Não deu ouvidos nem se humilhou diante do profeta Jeremias, que lhe aconselhou como porta-voz do Senhor.
Além disso, rebelou-se contra o rei Nabucodonosor, que o tinha feito jurar pelo Senhor que lhe seria fiel. Mesmo assim, continuou teimoso e arrogante para não se arrepender de seus atos e voltar ao Senhor, Deus de Israel. Da mesma maneira, todos os chefes e líderes dos sacerdotes e o povo em geral. Tornaram-se cada vez mais infiéis, imitando todas as práticas detestáveis das nações pagãs e contaminando a Casa do Senhor, consagrada por Ele, em Jerusalém. O Senhor falou-lhes de muitas maneiras. Insistindo em adverti-los por meio de Seus mensageiros.
Em Sua compaixão, desejava poupar Seu povo e o lugar que escolhera para Habitação do Seu Nome. Não houve jeito. Zombaram dos mensageiros, desprezando Suas palavras e advertências. Ridicularizaram Seus profetas, até que a ira do Senhor se inflamou contra Seu próprio povo. Já não houve remédio.
O Senhor enviou o rei dos caldeus contra eles. Ele exterminou seus jovens à espada, no santuário. Não teve piedade de ninguém. Nem dos meninos, nem das moças, nem dos adultos, nem dos mais velhos e avançados em idade.
Deus entregou todos de Seu povo nas mãos do rei Nabucodonosor. Este levou para a Babilônia todos os utensílios da Casa do Senhor, tanto os pequenos como os grandes objetos, com todos os tesouros.
Inclusive os que pertenciam ao rei e a seus oficiais.
Incendiaram o templo do Senhor. Derrubaram os muros de Jerusalém. Queimaram todos os palácios. Destruíram todos os objetos de valor que havia neles.
Nabucodonosor levou para o exílio, na Babilônia, todos que sobreviveram à espada de seu exército, a fim de lhe servirem, e a seus descendentes, como escravos, até os tempos do império persa.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-251-30.html
Tudo em cumprimento à Palavra do Senhor profetizada pela boca de Jeremias. Tudo porque não quiseram andar nos caminhos propostos pelo Senhor.
A terra desfrutou os seus descansos sabáticos. Repousou durante o tempo de sua desolação, até que os setenta anos de descanso se completassem.
No primeiro ano do reinado de Ciro, rei da Pérsia, para que se cumprisse a Palavra do Senhor, anunciada por Jeremias, o Senhor moveu o coração de Ciro, para que fizesse uma proclamação, por escrito e de viva voz, em todo o território de seu domínio, dizendo que o Senhor, o Deus do universo, entregou em suas mãos todos os reinos da terra. Ele o encarregou de construir para Si um templo em Jerusalém, nas terras de Judá. Sendo assim, todos aqueles que pertencessem a Seu povo, estavam sendo libertos a partir daquele momento, para ir a Jerusalém, e que o Senhor seu Deus, estivesse com eles. Uma nova oportunidade estava surgindo naqueles dias.
Foi assim que aconteceu. O povo partiu. Foi para Jerusalém como está escrito no livro de Esdras, que leremos a partir de amanhã. Do capítulo um ao capítulo quatro.
O povo de Israel e de Judá foi levado cativo por não ter aprendido a guardar seus corações. Que sejamos diferentes. Que aprendamos a guardar.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/guardando-meu-tesouro.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/como-guardar-meu-unico-bem.html
Espero você. Até lá.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/indo-para-o-exilio.html
Na postagem anterior, vimos que, apesar de Josias ter o coração inclinado a obedecer, fez uma escolha errada. Não pediu orientação ao Senhor. Não ouviu Sua voz. Entrou em uma guerra que não era sua. E morreu.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/2-cronicas-351-27.html
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo trinta e seis. O último capítulo de 2 Crônicas.
O povo da terra tomou Jeoacaz filho de Josias, e o proclamou rei em lugar de seu pai. Estava com vinte e três anos quando começou a governar. Reinou três meses em Jerusalém.
O rei do Egito conseguiu destroná-lo e condenou o povo de Judá a pagar um imposto equivalente a três toneladas e meia de prata e trinta e cinco quilos de ouro. Designou Eliaquim, irmão de Jeoacaz, rei sobre Judá e sobre Jerusalém, e mudou-lhe o nome para Jeoaquim.
Uma mudança de nome é uma tentativa de mudança de cultura, de identidade.
Neco aprisionou Jeoacaz, irmão de Eliaquim, e o levou para o Egito.
Jeoaquim tinha vinte e cinco anos quando começou a governar. Reinou onze anos em Jerusalém. Fez o que é mau diante do Senhor. Então o rei da Babilônia, Nabucodonosor, o atacou e o fez cativo, preso a correntes, a fim de levá-lo para a Babilônia. Nabucodonosor tomou e levou para a Babilônia uma parte do mobiliário da Casa do Senhor, e colocou em seu palácio.
Os demais atos de Jeoaquim, todas as atitudes perversas que praticou, bem como todas a faltas pelas quais foi culpado, estão registrados no Livro dos Reis de Israel e Judá. Seu filho Joaquim passou a reinar em seu lugar.
Tinha Joaquim dezoito anos quando foi proclamado rei. Governou apenas três meses e dez dias em Jerusalém. Fez o que é detestável para o Senhor. O texto não fala que ele fez o que era mal. Fez o que era detestável.
Na primavera, o rei Nabucodonosor mandou levá-lo para a Babilônia. Junto com os objetos de valor retirados da Casa do Senhor. Proclamou Zedequias, seu tio, rei sobre Judá e Jerusalém.
Zedequias tinha vinte e um anos de idade quando começou a reinar. Governou durante onze anos em Jerusalém. Também agiu de maneira reprovável para com o Senhor. Não deu ouvidos nem se humilhou diante do profeta Jeremias, que lhe aconselhou como porta-voz do Senhor.
Além disso, rebelou-se contra o rei Nabucodonosor, que o tinha feito jurar pelo Senhor que lhe seria fiel. Mesmo assim, continuou teimoso e arrogante para não se arrepender de seus atos e voltar ao Senhor, Deus de Israel. Da mesma maneira, todos os chefes e líderes dos sacerdotes e o povo em geral. Tornaram-se cada vez mais infiéis, imitando todas as práticas detestáveis das nações pagãs e contaminando a Casa do Senhor, consagrada por Ele, em Jerusalém. O Senhor falou-lhes de muitas maneiras. Insistindo em adverti-los por meio de Seus mensageiros.
Em Sua compaixão, desejava poupar Seu povo e o lugar que escolhera para Habitação do Seu Nome. Não houve jeito. Zombaram dos mensageiros, desprezando Suas palavras e advertências. Ridicularizaram Seus profetas, até que a ira do Senhor se inflamou contra Seu próprio povo. Já não houve remédio.
O Senhor enviou o rei dos caldeus contra eles. Ele exterminou seus jovens à espada, no santuário. Não teve piedade de ninguém. Nem dos meninos, nem das moças, nem dos adultos, nem dos mais velhos e avançados em idade.
Deus entregou todos de Seu povo nas mãos do rei Nabucodonosor. Este levou para a Babilônia todos os utensílios da Casa do Senhor, tanto os pequenos como os grandes objetos, com todos os tesouros.
Inclusive os que pertenciam ao rei e a seus oficiais.
Incendiaram o templo do Senhor. Derrubaram os muros de Jerusalém. Queimaram todos os palácios. Destruíram todos os objetos de valor que havia neles.
Nabucodonosor levou para o exílio, na Babilônia, todos que sobreviveram à espada de seu exército, a fim de lhe servirem, e a seus descendentes, como escravos, até os tempos do império persa.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-251-30.html
Tudo em cumprimento à Palavra do Senhor profetizada pela boca de Jeremias. Tudo porque não quiseram andar nos caminhos propostos pelo Senhor.
A terra desfrutou os seus descansos sabáticos. Repousou durante o tempo de sua desolação, até que os setenta anos de descanso se completassem.
No primeiro ano do reinado de Ciro, rei da Pérsia, para que se cumprisse a Palavra do Senhor, anunciada por Jeremias, o Senhor moveu o coração de Ciro, para que fizesse uma proclamação, por escrito e de viva voz, em todo o território de seu domínio, dizendo que o Senhor, o Deus do universo, entregou em suas mãos todos os reinos da terra. Ele o encarregou de construir para Si um templo em Jerusalém, nas terras de Judá. Sendo assim, todos aqueles que pertencessem a Seu povo, estavam sendo libertos a partir daquele momento, para ir a Jerusalém, e que o Senhor seu Deus, estivesse com eles. Uma nova oportunidade estava surgindo naqueles dias.
Foi assim que aconteceu. O povo partiu. Foi para Jerusalém como está escrito no livro de Esdras, que leremos a partir de amanhã. Do capítulo um ao capítulo quatro.
O povo de Israel e de Judá foi levado cativo por não ter aprendido a guardar seus corações. Que sejamos diferentes. Que aprendamos a guardar.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/guardando-meu-tesouro.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/como-guardar-meu-unico-bem.html
Espero você. Até lá.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/indo-para-o-exilio.html
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sexta-feira, 12 de abril de 2019
2 Reis 25.1-30
Leitura do dia 12/04.
Na postagem anterior, vimos que o justo juízo do Senhor chegou a Judá e Jerusalém. Vimos também que Zedequias se rebelou contra Nabucodonosor, rei da Babilônia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-241-20.html
Agora, caminharemos através do capítulo vinte e cinco.
No nono ano do reinado de Zedequias, no dia dez do décimo mês, por causa de sua rebelião, Nabucodonosor atacou Jerusalém. Com todo o seu exército.
Ele a sitiou. Construiu rampas de ataque ao redor de toda a cidade. Jerusalém foi mantida sob cerco militar até o décimo primeiro ano do reinado de Zedequias.
No nono dia do quarto mês, a fome em toda a cidade havia se tornado tão terrível que não havia absolutamente mais nada com que se alimentar. O povo estava em total desespero. A muralha da cidade foi rompida.
Todos os soldados que ainda restavam, fugiram durante a noite pelo caminho da porta entre os dois muros, que ficava junto ao jardim do rei.
Zedequias fugiu em direção ao vale do Jordão. Mas o exército babilônico o perseguiu. Foi alcançado nas campinas de Jericó. Todo seu exército se dispersou.
Ele foi preso. E conduzido a Ribla, diante de Nabucodonosor, para ser julgado. Degolaram seus filhos diante dele. Em seguida perfuraram seus olhos. Prenderam-no com correntes de bronze e o levaram para a Babilônia.
A última imagem que Zedequias viu foram seus filhos sendo degolados. Que tristeza! Que terrível dor. Tudo por ter virado às costas para o Senhor.
No dia sete do quinto mês do décimo nono ano do governo de Nabucodonosor, Nebuzaradão, comandante da guarda imperial e seu conselheiro pessoal, partiu para Jerusalém. Assim que chegou, incendiou o templo, o palácio real, todas as casas de Jerusalém e os edifícios importantes. O exército babilônico, que acompanhava Nebuzaradão, colocou abaixo os muros da cidade.
Meu coração se parte com tanta desolação na cidade conhecida como a Cidade do Grande Rei. Tudo queimado, derrubado, destruído.
Em seguida, levaram cativo o restante do povo que havia permanecido na cidade. Os desertores e o resto da multidão. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/indo-para-o-exilio.html
Nebuzaradão deixou apenas o povo mais pobre, os que trabalhavam nas vinhas e na lavoura em geral.
Destruíram as colunas de bronze que ficavam no templo, os suportes e o tanque de bronze que estavam guardados no interior da Casa do Senhor. Levaram todo o bronze para a Babilônia.
Tomaram as caldeiras, pás, cortadores de pavio, vasilhas e todos os utensílios sagrados de bronze que eram usados no serviço religioso. Também os incensários e as bacias de aspersão, tudo o que era feito de ouro puro ou de prata.
O bronze das duas colunas, do tanque e dos suportes que Salomão tinha mandado fazer com arte para o templo do Senhor era tão pesado que não havia balança que o pudesse pesar. A altura da coluna era oito metros e dez centímetros. O capitel de bronze no alto de cada coluna tinha um metro e trinta e cinco centímetros de altura e era decorado com uma fileira de romãs de bronze ao redor. Obra de artista. Tudo muito lindo. Agora, destruído. Sendo arrastado para Babilônia.
Nebuzaradão levou também Seraías, o chefe dos sacerdotes, Sofonias, o vice-sacerdote, e os três guardas do portão. Levou o oficial responsável pelos soldados de batalha, e cinco oficiais do rei que ainda permaneciam na cidade, além do secretário do exército, principal líder e coordenador do alistamento militar de Judá. E mais sessenta homens do povo.
Ele os conduziu todos cativos à presença do rei da Babilônia, em Ribla. Ali, Nabucodonosor determinou a execução sumária de todos os prisioneiros de Jerusalém.
Assim Judá foi para o exílio, para longe de sua terra. Tudo porque viraram as costas para o Senhor. Esqueceram-se dEle e de Suas ordenanças. Não O desejaram, nem O amaram.
Que aprendamos a seguir ao Senhor e amá-Lo a cada dia. Como eles não fizeram.
Nabucodonosor, nomeou Gedalias, filho de Alcam, neto de Safã, como governador dos pobres e doentes que ficaram em Judá. Ele ficou em Mispá.
Quando Ismael, filho de Netanias, Joanã, filho de Careá, Seraías, filho de Tanumete e Jazanias souberam que o rei da Babilônia havia nomeado Gedalias como governador em Judá, eles e seus soldados foram até Mispá. Eram todos chefes de exército.
Gedalias assumiu um compromisso mediante juramento diante deles. Declarou que não deviam temer servir os babilônicos. Se permanecessem na terra e servissem ao rei da Babilônia, tudo correria bem.
Mas, no sétimo mês, Ismael, que tinha sangue real, foi com dez homens e assassinou Gedalias e todos que estavam com ele em Mispá, judeus e babilônicos.
O povo de Judá, de crianças a idosos, inclusive os líderes do exército, fugiram para o Egito, com grande medo dos caldeus.
Que situação lastimosa! Fugiram de suas terras, com medo dos caldeus e foram abrigar-se no Egito, onde haviam sido escravos.
No trigésimo sétimo ano do exílio babilônico de Joaquim (leia novamente: trigésimo sétimo ano), Amel-Marduque, foi proclamado rei da Babilônia. Joaquim havia ido para o exílio antes de Zedequias. Amel-Marduque decidiu perdoá-lo e libertá-lo da prisão, no vigésimo sétimo dia do décimo segundo mês.
Depois de trinta e sete anos de exílio, Joaquim foi tratado pelo novo rei, com misericórdia e dignidade. Passou a ocupar o lugar mais honrado entre os outros reis que estavam com ele na Babilônia. Teve o direito de trocar suas roupas de prisioneiro. Passou a fazer suas refeições à mesa real. E seu sustento foi garantido diariamente pelo rei caldeu.
Assim termina a história de 2 Reis. O reino de Judá já não existe. Jerusalém está destruída, abandonada. Os judeus fugiram para o Egito. Outros, vivem como prisioneiros na Babilônia.
Frutos sendo colhidos em função de várias gerações terem abandonado ao Senhor. Escolhido a maldição ao invés da benção, como Moisés havia lhes alertado.
Ainda que estivessem com o gabarito nas mãos, escolheram a maldição. Até que suas terras foram destruídas e foram levados cativos para a Babilônia, enquanto outros fugiram para o Egito.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html
Que nos sirva de lição.
Temos a oportunidade, diariamente, de escolher entre a benção e a maldição. De escolher amar ao Senhor, vivendo uma vida surpreendente ao Seu lado ou escolher outros deuses e suportarmos Seu justo juízo, quando vier. E ele vem. Acredite. Com a função de, mais uma vez, tentar nos aproximar dEle. Sempre. Esse é o desejo do Seu coração.
"Tão certo como Eu vivo, diz o Senhor Soberano, não tenho prazer algum na morte dos perversos. antes, meu desejo é que se afastem de seus maus caminhos, para que vivam. Arrependam-se! Afastem-se de sua maldade! Por que morrer, ó povo de Israel?" - Ezequiel 33.11
Ficamos por aqui. Amanhã começaremos 1 Crônicas. Leremos do capítulo um ao capítulo três.
Espero você. Até lá.
Textos semelhantes:
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/depois-do-juizo-destruicao-total.html
Na postagem anterior, vimos que o justo juízo do Senhor chegou a Judá e Jerusalém. Vimos também que Zedequias se rebelou contra Nabucodonosor, rei da Babilônia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-241-20.html
Agora, caminharemos através do capítulo vinte e cinco.
No nono ano do reinado de Zedequias, no dia dez do décimo mês, por causa de sua rebelião, Nabucodonosor atacou Jerusalém. Com todo o seu exército.
Ele a sitiou. Construiu rampas de ataque ao redor de toda a cidade. Jerusalém foi mantida sob cerco militar até o décimo primeiro ano do reinado de Zedequias.
No nono dia do quarto mês, a fome em toda a cidade havia se tornado tão terrível que não havia absolutamente mais nada com que se alimentar. O povo estava em total desespero. A muralha da cidade foi rompida.
Todos os soldados que ainda restavam, fugiram durante a noite pelo caminho da porta entre os dois muros, que ficava junto ao jardim do rei.
Zedequias fugiu em direção ao vale do Jordão. Mas o exército babilônico o perseguiu. Foi alcançado nas campinas de Jericó. Todo seu exército se dispersou.
Ele foi preso. E conduzido a Ribla, diante de Nabucodonosor, para ser julgado. Degolaram seus filhos diante dele. Em seguida perfuraram seus olhos. Prenderam-no com correntes de bronze e o levaram para a Babilônia.
A última imagem que Zedequias viu foram seus filhos sendo degolados. Que tristeza! Que terrível dor. Tudo por ter virado às costas para o Senhor.
No dia sete do quinto mês do décimo nono ano do governo de Nabucodonosor, Nebuzaradão, comandante da guarda imperial e seu conselheiro pessoal, partiu para Jerusalém. Assim que chegou, incendiou o templo, o palácio real, todas as casas de Jerusalém e os edifícios importantes. O exército babilônico, que acompanhava Nebuzaradão, colocou abaixo os muros da cidade.
Meu coração se parte com tanta desolação na cidade conhecida como a Cidade do Grande Rei. Tudo queimado, derrubado, destruído.
Em seguida, levaram cativo o restante do povo que havia permanecido na cidade. Os desertores e o resto da multidão. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/indo-para-o-exilio.html
Nebuzaradão deixou apenas o povo mais pobre, os que trabalhavam nas vinhas e na lavoura em geral.
Destruíram as colunas de bronze que ficavam no templo, os suportes e o tanque de bronze que estavam guardados no interior da Casa do Senhor. Levaram todo o bronze para a Babilônia.
Tomaram as caldeiras, pás, cortadores de pavio, vasilhas e todos os utensílios sagrados de bronze que eram usados no serviço religioso. Também os incensários e as bacias de aspersão, tudo o que era feito de ouro puro ou de prata.
O bronze das duas colunas, do tanque e dos suportes que Salomão tinha mandado fazer com arte para o templo do Senhor era tão pesado que não havia balança que o pudesse pesar. A altura da coluna era oito metros e dez centímetros. O capitel de bronze no alto de cada coluna tinha um metro e trinta e cinco centímetros de altura e era decorado com uma fileira de romãs de bronze ao redor. Obra de artista. Tudo muito lindo. Agora, destruído. Sendo arrastado para Babilônia.
Nebuzaradão levou também Seraías, o chefe dos sacerdotes, Sofonias, o vice-sacerdote, e os três guardas do portão. Levou o oficial responsável pelos soldados de batalha, e cinco oficiais do rei que ainda permaneciam na cidade, além do secretário do exército, principal líder e coordenador do alistamento militar de Judá. E mais sessenta homens do povo.
Ele os conduziu todos cativos à presença do rei da Babilônia, em Ribla. Ali, Nabucodonosor determinou a execução sumária de todos os prisioneiros de Jerusalém.
Assim Judá foi para o exílio, para longe de sua terra. Tudo porque viraram as costas para o Senhor. Esqueceram-se dEle e de Suas ordenanças. Não O desejaram, nem O amaram.
Que aprendamos a seguir ao Senhor e amá-Lo a cada dia. Como eles não fizeram.
Nabucodonosor, nomeou Gedalias, filho de Alcam, neto de Safã, como governador dos pobres e doentes que ficaram em Judá. Ele ficou em Mispá.
Quando Ismael, filho de Netanias, Joanã, filho de Careá, Seraías, filho de Tanumete e Jazanias souberam que o rei da Babilônia havia nomeado Gedalias como governador em Judá, eles e seus soldados foram até Mispá. Eram todos chefes de exército.
Gedalias assumiu um compromisso mediante juramento diante deles. Declarou que não deviam temer servir os babilônicos. Se permanecessem na terra e servissem ao rei da Babilônia, tudo correria bem.
Mas, no sétimo mês, Ismael, que tinha sangue real, foi com dez homens e assassinou Gedalias e todos que estavam com ele em Mispá, judeus e babilônicos.
O povo de Judá, de crianças a idosos, inclusive os líderes do exército, fugiram para o Egito, com grande medo dos caldeus.
Que situação lastimosa! Fugiram de suas terras, com medo dos caldeus e foram abrigar-se no Egito, onde haviam sido escravos.
No trigésimo sétimo ano do exílio babilônico de Joaquim (leia novamente: trigésimo sétimo ano), Amel-Marduque, foi proclamado rei da Babilônia. Joaquim havia ido para o exílio antes de Zedequias. Amel-Marduque decidiu perdoá-lo e libertá-lo da prisão, no vigésimo sétimo dia do décimo segundo mês.
Depois de trinta e sete anos de exílio, Joaquim foi tratado pelo novo rei, com misericórdia e dignidade. Passou a ocupar o lugar mais honrado entre os outros reis que estavam com ele na Babilônia. Teve o direito de trocar suas roupas de prisioneiro. Passou a fazer suas refeições à mesa real. E seu sustento foi garantido diariamente pelo rei caldeu.
Assim termina a história de 2 Reis. O reino de Judá já não existe. Jerusalém está destruída, abandonada. Os judeus fugiram para o Egito. Outros, vivem como prisioneiros na Babilônia.
Frutos sendo colhidos em função de várias gerações terem abandonado ao Senhor. Escolhido a maldição ao invés da benção, como Moisés havia lhes alertado.
Ainda que estivessem com o gabarito nas mãos, escolheram a maldição. Até que suas terras foram destruídas e foram levados cativos para a Babilônia, enquanto outros fugiram para o Egito.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html
Que nos sirva de lição.
Temos a oportunidade, diariamente, de escolher entre a benção e a maldição. De escolher amar ao Senhor, vivendo uma vida surpreendente ao Seu lado ou escolher outros deuses e suportarmos Seu justo juízo, quando vier. E ele vem. Acredite. Com a função de, mais uma vez, tentar nos aproximar dEle. Sempre. Esse é o desejo do Seu coração.
"Tão certo como Eu vivo, diz o Senhor Soberano, não tenho prazer algum na morte dos perversos. antes, meu desejo é que se afastem de seus maus caminhos, para que vivam. Arrependam-se! Afastem-se de sua maldade! Por que morrer, ó povo de Israel?" - Ezequiel 33.11
Ficamos por aqui. Amanhã começaremos 1 Crônicas. Leremos do capítulo um ao capítulo três.
Espero você. Até lá.
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
Agora, desolação!
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
Ontem vimos a destruição total de Jerusalém. Zedequias foi levado para a Babilônia, preso em correntes, e cego. Durante todos os dias de sua vida, lembraria de ver seus filhos degolados diante de sua presença. Sua última visão.
Agora, veremos ainda o capítulo vinte e cinco. Do versículo vinte e dois ao final.
Nabucodonosor, nomeou Gedalias, filho de Alcam, neto de Safã, como governador dos pobres e doentes que ficaram em Judá. Ele ficou em Mispá.
Nabucodonosor, nomeou Gedalias, filho de Alcam, neto de Safã, como governador dos pobres e doentes que ficaram em Judá. Ele ficou em Mispá.
Quando Ismael, filho de Netanias, Joanã, filho de Careá, Seraías, filho de Tanumete e Jazanias souberam que o rei da Babilônia havia nomeado Gedalias como governador em Judá, eles e seus soldados foram até Mispá. Eram todos chefes de exército.
Gedalias assumiu um compromisso mediante juramento diante deles. Declarou que não deviam temer servir os babilônicos. Se permanecessem na terra e servissem ao rei da Babilônia, tudo correria bem.
Mas, no sétimo mês, Ismael, que tinha sangue real, foi com dez homens e assassinou Gedalias e todos que estavam com ele em Mispá, judeus e babilônicos.
O povo de Judá, de crianças a idosos, inclusive os líderes do exército, fugiram para o Egito, com grande medo dos caldeus.
Que situação lastimosa! Fugiram de suas terras, com medo dos caldeus e foram abrigar-se no Egito, onde haviam sido escravos.
No trigésimo sétimo ano do exílio babilônico de Joaquim (leia novamente: trigésimo sétimo ano), Amel-Marduque, foi proclamado rei da Babilônia. Joaquim havia ido para o exílio antes de Zedequias.
Amel-Marduque decidiu perdoá-lo e libertá-lo da prisão, no vigésimo sétimo dia do décimo segundo mês.
Depois de trinta e sete anos de exílio, Joaquim foi tratado pelo novo rei, com misericórdia e dignidade. Passou a ocupar o lugar mais honrado entre os outros reis que estavam com ele na Babilônia. Teve o direito de trocar suas roupas de prisioneiro. Passou a fazer suas refeições à mesa real. E seu sustento foi garantido diariamente pelo rei caldeu.
Assim termina a história de 2 Reis. O reino de Judá já não existe. Jerusalém está destruída, abandonada. Os judeus fugiram para o Egito. Outros, vivem como prisioneiros na Babilônia.
Frutos sendo colhidos em função de várias gerações terem abandonado ao Senhor. Escolhido a maldição ao invés da benção, como Moisés havia lhes alertado.
Ainda que estivessem com o gabarito nas mãos, escolheram a maldição. Até que suas terras foram destruídas e foram levados cativos para a Babilônia, enquanto outros fugiram para o Egito. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html
Que nos sirva de lição.
Temos a oportunidade, diariamente, de escolher entre a benção e a maldição. De escolher amar ao Senhor, vivendo uma vida surpreendente ao Seu lado ou escolher outros deuses e suportarmos Seu justo juízo, quando vier. E ele vem. Acredite. Com a função de, mais uma vez, tentar aproximar as pessoas dEle. Sempre. Esse é o desejo do Seu coração.
Temos a oportunidade, diariamente, de escolher entre a benção e a maldição. De escolher amar ao Senhor, vivendo uma vida surpreendente ao Seu lado ou escolher outros deuses e suportarmos Seu justo juízo, quando vier. E ele vem. Acredite. Com a função de, mais uma vez, tentar aproximar as pessoas dEle. Sempre. Esse é o desejo do Seu coração.
"Tão certo como Eu vivo, diz o Senhor Soberano, não tenho prazer algum na morte dos perversos. antes, meu desejo é que se afastem de seus maus caminhos, para que vivam. Arrependam-se! Afastem-se de sua maldade! Por que morrer, ó povo de Israel?" - Ezequiel 33.11
Ficamos por aqui.
Continue lendo a Bíblia conosco. Começamos o ano lendo Gênesis. Estamos em Deuteronômio. Você pode nos acompanhar, diariamente.
Espero você. Até lá.
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domingo, 17 de fevereiro de 2019
O naufrágio de Judá
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
Na postagem anterior, vimos que Judá tornou-se vassala do Egito, tendo que lhe enviar suas riquezas como tributos a Faraó.
Depois, Nabucodonosor, rei da Babilônia, invadiu Judá. Joaquim passou a ser vassalo de Babilônia.
Estão colhendo os frutos do que plantaram, virando suas costas para o Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/colhendo-o-que-foi-plantado.html
Hoje, continuaremos ainda através das páginas do capítulo vinte e quatro. Do versículo oito ao versículo dezessete.
Quando se tornou rei de Judá, Joaquim estava com dezoito anos. Governou três meses em Jerusalém.
E, para nossa total tristeza, não fez o que era mal aos olhos do Senhor, fez o que era intolerável.
Acabou o tempo de Judá. As palavras do Senhor se cumprirão. Serão levados cativos para outros lugares (Deuteronômio 4.26-28).
Nesse tempo, os oficiais de Nabucodonosor sitiaram Jerusalém. O próprio Nabucodonosor veio à cidade. Joaquim, sua mãe, seus conselheiros, seus nobres e seus servos se renderam a ele.
Era o oitavo ano do reinado de Nabucodonosor. Ele tomou Joaquim e seu povo e os levou como prisioneiros. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/indo-para-o-exilio.html
Conforme o Senhor havia dito através de Isaías, ele retirou todos os tesouros da Casa do Senhor e do palácio real. Destruiu todos os utensílios sagrados de ouro que Salomão mandara fazer para o templo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/como-sera-o-novo-rei.html
Que tristeza, ver a cidade que o Senhor escolhera para colocar Seu nome para sempre e o templo onde disse que habitaria, agora invadidos por um rei estrangeiro. Que os destruiu.
Nabucodonosor conduziu para o exílio toda Jerusalém. Todos os anciãos, líderes e homens de combate, todos os artistas e mil artesãos e artífices tiveram que abandonar Jerusalém. Dez mil pessoas. Só ficaram na terra os mais pobres e os doentes.
Também levou cativo para a Babilônia toda a força militar de Judá, composta de sete mil homens preparados para a guerra, homens fortes e treinados.
Colocou Matanias, tio de Joaquim, para reinar em seu lugar. Mudou seu nome para Zedequias.
Quando o Senhor muda o nome de alguém, está firmando Sua identidade na pessoa. Quando um inimigo muda, está tentando arrancar sua verdadeira identidade e imprimir-lhe outra.
Que sejamos fiéis ao Senhor, para desfrutar de Suas bênçãos, na terra que o Senhor tem nos dado.
Ficamos por aqui. Continuamos amanhã. Até lá.
Na postagem anterior, vimos que Judá tornou-se vassala do Egito, tendo que lhe enviar suas riquezas como tributos a Faraó.
Depois, Nabucodonosor, rei da Babilônia, invadiu Judá. Joaquim passou a ser vassalo de Babilônia.
Estão colhendo os frutos do que plantaram, virando suas costas para o Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/colhendo-o-que-foi-plantado.html
Hoje, continuaremos ainda através das páginas do capítulo vinte e quatro. Do versículo oito ao versículo dezessete.
Quando se tornou rei de Judá, Joaquim estava com dezoito anos. Governou três meses em Jerusalém.
E, para nossa total tristeza, não fez o que era mal aos olhos do Senhor, fez o que era intolerável.
Acabou o tempo de Judá. As palavras do Senhor se cumprirão. Serão levados cativos para outros lugares (Deuteronômio 4.26-28).
Nesse tempo, os oficiais de Nabucodonosor sitiaram Jerusalém. O próprio Nabucodonosor veio à cidade. Joaquim, sua mãe, seus conselheiros, seus nobres e seus servos se renderam a ele.
Era o oitavo ano do reinado de Nabucodonosor. Ele tomou Joaquim e seu povo e os levou como prisioneiros. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/indo-para-o-exilio.html
Conforme o Senhor havia dito através de Isaías, ele retirou todos os tesouros da Casa do Senhor e do palácio real. Destruiu todos os utensílios sagrados de ouro que Salomão mandara fazer para o templo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/como-sera-o-novo-rei.html
Que tristeza, ver a cidade que o Senhor escolhera para colocar Seu nome para sempre e o templo onde disse que habitaria, agora invadidos por um rei estrangeiro. Que os destruiu.
Nabucodonosor conduziu para o exílio toda Jerusalém. Todos os anciãos, líderes e homens de combate, todos os artistas e mil artesãos e artífices tiveram que abandonar Jerusalém. Dez mil pessoas. Só ficaram na terra os mais pobres e os doentes.
Também levou cativo para a Babilônia toda a força militar de Judá, composta de sete mil homens preparados para a guerra, homens fortes e treinados.
Colocou Matanias, tio de Joaquim, para reinar em seu lugar. Mudou seu nome para Zedequias.
Quando o Senhor muda o nome de alguém, está firmando Sua identidade na pessoa. Quando um inimigo muda, está tentando arrancar sua verdadeira identidade e imprimir-lhe outra.
Que sejamos fiéis ao Senhor, para desfrutar de Suas bênçãos, na terra que o Senhor tem nos dado.
Ficamos por aqui. Continuamos amanhã. Até lá.
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