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segunda-feira, 18 de novembro de 2019

João 18.1-24

Leitura do dia 07/11.

Na postagem anterior vimos a oração de Jesus. Por todos nós. Pediu por unidade. O mundo O conhecerá por causa de nosso amor e unidade. Orou para que tenhamos Sua glória, com o fim de sermos um, como o Pai e Ele, para que o mundo O conheça.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-171-26.html

Agora, prosseguimos nossa caminhada através das páginas do capítulo dezoito de João.

Ainda estou atordoada com Sua oração. Suas palavras soando em meus ouvidos!

Mas precisamos continuar.

Ao acabar de orar, Jesus atravessa o vale do Cedrom. Do outro lado, há um olival. Ele entra ali com Seus discípulos. Esse olival é chamado Getsêmani (Prensa de Azeite).

Judas, o traidor, conhece. Jesus muitas vezes se reuniu ali com Seus discípulos.

João não nos conta, mas sabemos pelas outras páginas já caminhadas, que Jesus orou neste lugar.

Pediu para que, se possível, não precisasse beber o cálice que estava preparado para Ele. Mas, que se fizesse a vontade do Pai, não a Sua. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/que-amor-e-esse.html

Judas também vai ao Getsemani. Não está sozinho. Está com um destacamento de soldados e alguns guardas do templo, enviados pelos chefes dos sacerdotes e fariseus. Carregam tochas, lanternas e armas. http://www.espalhandoasemente.com/2018/04/nao-foram-seus-planos.html

Meu coração acelera sempre que ando por essas páginas.

Um destacamento de soldados romanos era normalmente composto por 600 homens. O Getsemani se enche deles. Observamos a cena, estarrecidos.

Jesus, sabendo tudo que ia Lhe acontecer, sai ao encontro deles. Não se esconde.

Olho para Ele. Como nosso Senhor é corajoso, audaz! Um verdadeiro Rei. Maravilhoso. Merece ser seguido.

Meu coração enche-se de amor e gratidão. Gostaria de prostrar-me a Seus pés. Adorá-Lo. https://www.youtube.com/watch?v=ueVKXxJKZ-o

Pergunta a quem procuram. Respondem que estão procurando a Jesus de Nazaré.

Jesus lhes diz: “Sou eu”.

Quando Jesus lhes diz “Sou eu”, recuam. Caem por terra. Uau! Que poder é esse? Ninguém seria capaz de prendê-Lo se não se entregasse. Ninguém.

Jesus novamente lhes pergunta a quem estão procurando. Novamente respondem que estão à procura de Jesus de Nazaré.

Ele diz: “Já lhes disse que sou eu”. E, se O estão procurando, que deixem os outros irem embora. Foi assim para que se cumprissem Suas palavras quando disse que não havia perdido nenhum dos que o Pai Lhe deu.

De repente, olho para Pedro. Tem uma espada. Ele a tira e fere o servo do sumo sacerdote, chamado Malco. Olho espantada a cena. A orelha de Malco foi decepada! E agora? Vão acusá-Lo de terem feito isso! Meu coração se descontrola.

Jesus cura a orelha de Malco. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/que-amor-e-esse.html

Pergunto-me se Pedro agiu assim com a intenção de confirmar que morreria com e pelo Senhor.

Jesus ordena que Pedro guarde a espada. Pergunta se acaso não haveria de beber o cálice que o Pai Lhe deu. É claro que beberá.

Diferente de mim, o Senhor Jesus não tem absolutamente nada de descontrolado. Embora estejam prendendo-O, está no controle. Entrega Sua vida por amor.

E é preso. Amarram-no. Como se fosse necessário. Como se fosse possível sem Seu consentimento.

Sei que as próximas páginas nos trarão sofrimento, mas é preciso caminharmos por elas também.

Precisamos ver o que Jesus sofreu por amor a nós. E ver como encarou esse sofrimento.

Seu maravilhoso amor levou-O exatamente onde se encontra agora. E continuará, até completar o que veio fazer.

Vamos parar. E agradecer. https://www.youtube.com/watch?v=d4Kxupwg5GU

Continuemos.

Nosso Senhor se entrega. Foi preso. Amarrado. http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/jesus-se-entrega.html

Levam-No primeiro a Anás, sogro de Caifás, o sumo sacerdote naquele ano.

Anás não era mais sumo sacerdote, mas possuía grande influência no Sinédrio e entre as autoridades. Caifás, seu genro, foi quem dissera aos judeus que seria bom um homem morrer pelo povo. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/os-acusadores-de-jesus.html

Pedro e João seguem Jesus. Por ser conhecido de Anás, João entra com Jesus no pátio de sua casa. Pedro não. Fica esperando do lado de fora. João volta e fala com a moça encarregada da porta. Faz Pedro entrar.

Ela olha para Pedro. Pergunta se não é um dos discípulos de Jesus. Ele responde: “Não sou”.

Lembro-me das palavras de Jesus.

Faz frio. Os servos e os guardas estão ao redor de uma fogueira. Para se aquecerem. Pedro está em pé com eles, aquecendo-se.

Enquanto isso, Anás interroga Jesus acerca de Seus discípulos e Seus ensinos.

Jesus responde que falou abertamente ao mundo, que sempre ensinou nas sinagogas e no templo, onde todos os judeus se reúnem. Nada disse em segredo. Pergunta por que O interrogam. Devem perguntar àqueles que O ouviram. Certamente sabem o que disse.

Quando Jesus diz isso, um dos guardas, que estava perto, bate em Seu rosto.

Tenho vontade de avançar nele. Lembro que sou apenas uma expectadora da cena. Que aconteceu cerca de dois mil anos atrás.

Ao bater em Jesus, o guarda pergunta se aquele era o jeito de responder ao sumo sacerdote.

Gostaria de perguntar-lhe se aquele era o jeito de tratar o Rei dos reis.

Jesus, o Rei, não se intimida. Pergunta ao guarda que se disse algo mal, que o mal seja denunciado. Mas se falou a verdade, por que Lhe bater.

Anás envia Jesus, de mãos amarradas, a Caifás, o sumo sacerdote.

Vamos ficar aqui.

Meu coração começa a ficar apertado.

Preciso me preparar para o que vem pela frente.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Jeremias 51.1-52.34

Leitura do dia 23/08.

Continuamos nossa caminhada através das páginas de Jeremias.

Na postagem anterior vimos o julgamento do Senhor sobre Amom, Damasco, Quedar, Hazor, Elão e até a grande Babilônia. Seu julgamento é justo. Esses povos colherão o que plantaram.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-491-5046.html

Agora, caminharemos a partir do capítulo cinquenta e um. Até o capítulo cinquenta e dois.

O Senhor levantará um vento destruidor contra a Babilônia.

Seu povo não foi abandonado. Ele ainda é Seu Deus, embora sua terra esteja cheia de pecado contra Ele.

Babilônia foi uma taça de ouro nas mãos do Senhor, mas agora, cairá. Não há remédio para ela. Que Seu povo volte para sua terra. É a vingança do Senhor que está prestes a acontecer. Profanaram Seu templo.

Todos os ídolos serão destruídos. No dia do acerto de contas.

Babilônia foi um martelo e uma espada na mão do Senhor. Será destruída por sua arrogância e idolatria. Bel será castigado. Vomitará tudo que engoliu. As nações não irão mais até ali para adorá-lo. O Senhor destruirá todos os seus ídolos. Ele é justo. Dá o justo castigo. Sempre retribui em plena medida. Seus largos muros serão arrasados. Seus grandes portões serão queimados.

O Senhor ordena que Seu povo saia de Babilônia e, ainda que estejam numa terra distante, que se lembrem dEle. E pensem em seu lar, em Jerusalém.

Essa mensagem contra Babilônia foi transmitida pelo profeta Jeremias a Seraías, chefe dos assessores do rei. Estavam escritas num rolo. Jeremias ordenou que Seraías a lesse em voz alta, quando estivesse em Babilônia. Quando terminasse de ler, deveria amarrar o rolo a uma pedra e jogá-lo no rio Eufrates, dizendo que assim Babilônia seria afundada e nunca mais se levantaria.

Desta forma terminaram as mensagens de Jeremias.

Seu livro ainda nos conta que Zedequias estava com vinte e um anos quando começou a reinar. Reinou em Jerusalém por onze anos. Fez o que era mal aos olhos do Senhor, como Joaquim.

Como já vimos, em 18 de junho de 586 a.C., a fome era tão terrível em Jerusalém que uma brecha foi aberta no muro. Todos os soldados fugiram, junto com Zedequias. Foram perseguidos e Zedequias foi abandonado. Foi levado a Ribla. Nabucodonosor o obrigou a vê-lo matar seus filhos e seus oficiais. Arrancou seus olhos. Prendeu-o com correntes de bronze e levou-o para o exílio na Babilônia. Lá ficou até sua morte. Porque negou-se a obedecer o Senhor. Tinha medo de obedecê-Lo. Preferiu a rebeldia e suas consequências. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-251-30.html

O templo do Senhor foi destruído no dia 17 de agosto do mesmo ano. Era o décimo nono ano do reinado de Nabucodonosor. Tudo foi queimado. O templo, o palácio real, todas as casas de Jerusalém. Todos os edifícios importantes da cidade. E os muros foram demolidos.

Despedaçaram as colunas de bronze na frente do templo do Senhor. Levaram para a Babilônia. Bronze que não se podia pesar. Levaram também todos os utensílios de bronze, ouro e prata que havia no templo.

O sumo-sacerdote Seraías, o sacerdote auxiliar Sofonias e três dos principais guardas das portas, um oficial responsável pelo exército e sete dos conselheiros pessoais do rei, o secretário do comandante do exército, encarregado do alistamento e outros sessenta homens do povo foram executados em Ribla, a mando de Nabucodonosor.

Judá foi levada para o exílio, como o Senhor falou. Para uma terra distante de sua casa. Por causa de sua rebeldia.

Após trinta e sete anos de exílio, quando Evil-Merodaque começou a reinar na Babilônia, Joaquim foi liberto da prisão. Foi elevado ao melhor lugar entre os reis que estavam na Babilônia. Ganhou roupas novas e passou a comer na presença do rei. Até sua morte. Longe de sua casa.

Que sejamos fieis ao Senhor, crendo em Sua palavra. Que não olhemos para outros deuses. Apenas para Ele. Nosso Redentor.

Que nos lembremos dEle, onde quer que estejamos. E pensemos em nosso lar, na Nova Jerusalém.

Assim, terminamos esse maravilhoso livro. Mas ainda não nos despediremos de Jeremias. Amanhã leremos os três primeiros capítulos de Lamentações de Jeremias.

http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/o-naufragio-de-juda.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-241-20.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/agora-desolacao.html

Espero você. Até lá.

domingo, 22 de maio de 2016

Enfrentando nossas guerras


É certo que as lutas e dificuldades virão.

Muitas vezes, quando abrimos os olhos estamos em meio a um redemoinho de lutas. Sem que possamos escolher.

Somos todos guerreiros. Que enfrentam guerras todos os dias. Em nossas mãos, o poder da escolha: que tipo de guerreiro serei?

Quando Israel ia à guerra, segundo Deuteronômio capítulo 20, os guerreiros eram lembrados que, mesmo sendo os inimigos mais poderosos, não deveriam se entregar ao medo, pois o Senhor estava com eles. Nenhum guerreiro iria para a guerra se seus pensamentos estivessem em outro lugar que não fosse aquela batalha. Os medrosos não deveriam ir, para não desanimarem seus companheiros. Só iam à batalha os que estavam focados e tinham coragem.

Que tipo de guerreiro somos nós? Os processos nos capacitaram? Estamos focados? Queremos vencer? 

Precisamos ser como os guerreiros de I Crônicas. O capítulo 5 (versículos de 18 a 22) e 12 (versículos de 8 a 15) nos falam de guerreiros vencedores. Guerreiros experientes nas batalhas. Para isso temos que passar por elas. Não existe uma fórmula mágica ou instantânea. A experiência, só pela prática. Ainda que estejamos cansados, temos que guerrear. Focados.

Que sejamos hábeis com o escudo da fé e a espada do Espírito. Aqui é preciso praticar, conhecer, saber manejar e então, utilizar com destreza. 

Que sejamos certeiros no manejo de arcos e armas de guerra. Nossa vida, dons e talentos sendo usados a serviço do Senhor e das pessoas. 

Que acertemos ferozmente o inimigo com nossas escolhas e atitudes. 

Que clamemos ao Senhor em nossas batalhas. É certo que sem Ele é impossível continuar a caminhada.

Que sejamos por Ele ajudado, porque toda a nossa confiança está depositada tão somente nEle. E só por Ele nos mantemos em pé. Ele compreende nossas fragilidades. Sabe nossos limites. E nos anima. Nos fortalece.

Que sejamos guerreiros que sabem que a batalha não é nossa. É do próprio Senhor dos Exércitos, o Todo Poderoso, o Senhor do Universo. Aquele que nunca perdeu e que não sabe o que é se cansar. É Ele quem está ao nosso lado e é nossa retaguarda. Seus braços estão ao nosso redor. A nos proteger e amparar.

E, não vamos nos esquecer, de modo algum que devemos aproveitar nossos vales e cavar poços, muitos poços. Para abençoar muitas vidas. Esse é o nosso chamado, o nosso DNA: "Sê tu, uma bênção!" Independente das circunstâncias. E das lutas que nos assolam.

Que sejamos como os descendentes de Gade. Guerreiros corajosos e treinados, que manejam com destreza o escudo e a lança. Que nossos rostos sejam fortes e decididos, como o rosto de um leão. Que sejamos ágeis como as mais rápidas corças. Que, em nossa fraqueza tenhamos o valor de um exército de cem homens e em nossa força, que sejamos como mil soldados. Que atravessemos rios, mesmo que transbordem em todas as suas margens, e saqueemos o inferno.

Que sejamos como os guerreiros de Davi em Hebrom, como em I Crônicas 12.23-40. Guerreiros sempre muito bem armados para a guerra, com escudo e lança. Nunca esquecendo nossas armas de defesa e ataque. 

Fé é o nosso escudo, para desfazermos os dardos inflamados do maligno. A Palavra e nossos dons, os ataques. 

Que sejamos guerreiros treinados e prontos para o combate, a cada dia. Que o renovo do Senhor esteja sobre nós e nos faça sempre valentes. 

Que sejamos valorosos soldados. Conhecidos por nossos feitos. Indicados pelo Senhor, por nossos nomes, lembrando quem somos. 

Que sejamos poderosos estrategistas, como os duzentos chefes da tribo de Issacar, que sabiam como Israel deveria agir em QUALQUER circunstância. Que comandavam todos os seus parentes, como conta em I Crônicas 12.32.

Que sejamos soldados corajosos, experientes e hábeis com todo tipo de arma, prontos para a guerra. Decididos a cooperar com Deus. Sempre prontos para qualquer combate.

Quem pode com um guerreiro assim? Nosso destino é a vitória!

Que sejamos como Davi em I Crônicas 14.8-17. Se os filisteus vêm contra nós com todo o seu exército a fim de nos prender, que saiamos para enfrentá-los. Eles sempre vêm. Tendo ou não um Golias, eles sempre vem. 

Que consultemos ao Senhor. Peçamos-lhe as estratégias e em seguida, ação. Porque toda oração produz uma ação. Não há como ser diferente.

Que o Senhor dizime os nossos inimigos, da mesma forma que uma enchente causa uma grande destruição.

Que "batizemos" nossas vitórias de "O Senhor que Rompe os Obstáculos".

Que sejamos como Davi. Forte e valoroso. Que consulta ao Senhor. Que aguarda Seu conselho e que age de acordo com Seu comando.

E que, a cada dia consultemos ao Senhor, porque os vales continuam sendo atacados, mas os tempos e as estratégias mudam. E se fizermos exatamente como o Senhor nos orientar, Ele irá adiante de nós e ferirá todo o exército inimigo.

Por isso a importância, sempre, de gastar tempo com Ele, de estar em Sua presença, de ouvir Sua voz. E aprender.