Mostrando postagens com marcador leis diversas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador leis diversas. Mostrar todas as postagens

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Deuteronômio 28.1-30.20

Leitura do dia 24/02.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.

Ontem vimos leis acerca do divórcio, garantias de empréstimo, tratamento dos trabalhadores, justiça para os estrangeiros, os órfãos e as viúvas. Também vimos leis sobre brigas, açoites, o dever do cunhado, pesos e medidas justas. Dízimos e ofertas das colheitas. O chamado à obediência.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-241-2619.html;

Também vimos o altar que seria feito no monte Ebal e as maldições que seriam ditas ali, quando o povo concordaria dizendo “amém”.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-271-26.html

Agora, caminharemos através dos capítulos vinte e oito a trinta e um.

Nessa primeira postagem, do capítulo vinte e oito ao trinta.

Moisés lembra as bênçãos que adviriam da obediência. Se obedecessem aos mandamentos do Senhor seriam abençoados em tudo, em todas as áreas de suas vidas e em todos os lugares que fossem. Em tudo que plantassem, criassem e administrassem.

Todas as nações da terra os veriam e reconheceriam que eram o povo separado do Senhor. E os temeriam.

Mas se não dessem ouvidos ao Senhor e não obedecessem Seus mandamentos, as maldições cairiam sobre eles e seriam afligidos em todas as áreas de suas vidas, em tudo que fizessem e em quaisquer lugares que estivessem.

As doenças os alcançariam. Os pavores os paralisariam. Trabalhariam em vão. Outros usufruiriam de seus trabalhos. Seus filhos seriam levados como escravos. Teriam imensas saudades deles, mas não poderiam fazer nada. Apenas sofrer.

Seriam motivos de horror para todas as nações. Motivos de deboches, de ridículo e zombaria.

As nações ficariam perplexas e perguntariam o porquê de tanta desgraça. A resposta seria que haviam largado ao Senhor, virando as costas para Ele e escolhido outros deuses.

E sabe o que acho mais interessante?

Moisés fala que se não servirem ao Senhor com alegria e entusiasmo por todas as bênçãos recebidas, serviriam os inimigos que o Senhor enviaria contra eles. Ficariam famintos, sedentos, despidos e desprovidos de tudo. Serviriam debaixo de um jugo de ferro, sendo severamente oprimidos.

Ora, não é muito melhor servir ao Senhor com alegria e entusiasmo? Tendo as bênçãos correndo atrás? Estou certa que sim. Mesmo em meio a lutas é melhor serví-Lo. Tê-Lo ao nosso lado.

Moisés continua dizendo o que aconteceria quando os inimigos os atacassem. Comeriam seus próprios filhos! E nem dividiriam! Uma situação difícil até de imaginar, mas que, anos mais tarde, aconteceu. Exatamente em consequência a tudo que escolheram.

Ao invés de escolherem as bênçãos, amaram as maldições e elas vieram sobre eles. Com tudo.

Mas o Senhor é tão misericordioso que, quando se afastassem dEle e O buscassem, Ele seria encontrado. Se voltassem para Ele e O obedecessem, Ele os abençoaria. E os traria novamente para a terra que havia prometido a Seus antepassados.

Algo que sempre precisamos lembrar está no versículo vinte e nove do capítulo vinte e nove. O Senhor tem Seus segredos. Não somos responsáveis por eles. Somos responsáveis por tudo que nos revela, nos ensina.

E, maravilha, Seus mandamentos não estavam longe que não pudessem alcançar. Estavam em seus lábios e corações. Podiam obedecer.

E mais uma vez, Moisés coloca diante de Israel a escolha entre a vida e a morte, a prosperidade e a calamidade.

Se amassem ao Senhor, guardassem Seus mandamentos e andassem em Seus caminhos viveriam e seriam abençoados.

Se adorassem e seguissem a outros deuses, certamente seriam destruídos.

E mais, Moisés, com o gabarito em mãos, aconselha que escolham a vida que para que eles e seus filhos vivam.

Qual a resposta do gabarito? Amar, obedecer e apegar-se fielmente ao Senhor. Ele é a vida!

Que aprendamos a fazer as escolhas certas.

Também temos o gabarito. O Senhor o deixou preenchido para nós. Está em nossas mãos, todos os dias, a escolha entre a vida e a morte. Escolhamos pois a vida!

“Jesus disse: Eu sou o caminho, a verdade e a vida.” – João 14.6a
http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/sabemos-o-caminho.html

Continuamos na próxima postagem. Até já.

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Deuteronômio 24.1-26.19

Leitura do dia 23/02.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.

Ontem vimos as leis referentes aos casos de homicídios não resolvidos. O casamento com uma prisioneira. Os direitos do primogênito. A tristeza causada por um filho incorrigível. Normas sobre execução, responsabilidades civis, pureza sexual, casamento, respeito, adoração, guerras, saneamento básico e votos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-211-2325.html

Hoje caminharemos pelos capítulos vinte e quatro a vinte e sete.

Nesta primeira postagem, até o capítulo vinte e seis.

Moisés ensina que se um homem casar e depois encontrar em sua esposa algo “vergonhoso” da parte dela, escreveria uma carta de divórcio e a deixaria ir. Ela teria o direito de se casar com outro. Se esse novo marido lhe desse carta de divórcio ou morresse, ela não poderia ser novamente sua esposa.

O homem recém-casado não seria convocado para o serviço militar ou qualquer outra responsabilidade oficial. Estava livre para passar um ano em casa, proporcionando alegria à sua esposa. Não é fantástico? Sou uma romântica incorrigível. Ele também é.

Não seria pego como garantia de uma dívida nada primordial para o sustento de quem obteve empréstimo.

O credor também não entraria na casa da pessoa para pegar uma garantia. Ficaria do lado de fora esperando o que lhe fosse entregue. Se fosse uma manta, à noite devolveria, para o devedor não passar frio. O Senhor considera tal atitude um ato de justiça.

Jamais aceitariam a roupa da viúva como garantia por sua dívida.

Um sequestrador seria morto. Para Israel aprender e não existir mais sequestradores em seu meio.

Quem tivesse lepra, obedeceria a todas as instruções do sacerdote.

A lei ordenava que ninguém se aproveitasse dos trabalhadores, mesmo os estrangeiros. Seriam pagos diariamente. Se não fossem e clamassem ao Senhor, o empregador seria considerado culpado. Aos olhos do Senhor. Bem mais terrível que aos olhos da justiça.

Os pais não seriam executados pelos pecados dos filhos. Nem os filhos pelos pecados dos pais. Cada um seria executado, se merecedor, por causa de seu próprio pecado.

Os estrangeiros, órfãos e viúvas devem ser tratados com justiça.

Se esquecessem um feixe no campo enquanto estavam fazendo a colheita, não voltariam para buscar. Ficaria para os estrangeiros, os órfãos e as viúvas. As azeitonas que não caíssem da primeira vez que a oliveira fosse chacoalhada também. Assim o Senhor os abençoaria.

O Senhor sempre demonstra Seu cuidado para com os estrangeiros, órfãos e viúvas. Cuidados esses que nós precisamos nos ater. Esse é o verdadeiro evangelho.

“A religião pura e verdadeira aos olhos de Deus, o Pai, é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se deixar corromper pelo mundo”. – Tiago 1.27

Se duas pessoas brigassem, a ponto de irem ao tribunal, o que os juízes declarassem, seria a sentença. Se fosse açoite não passaria de trinta e nove. Mais que isso era humilhação, não justiça.

Até os animais são lembrados na lei. O boi não ficaria com a boca amordaçada enquanto debulhava os cereais. Tinha direito de comer.

Se dois irmãos morassem na mesma propriedade e um deles morresse sem deixar filhos, a viúva se casaria com o cunhado. Era seu dever suscitar um filho a seu irmão para que seu nome não fosse esquecido. Se recusasse, ela o levaria à porta da cidade, descalçaria seu pé e sua casa seria conhecida como “família do descalçado”. Essa lei não contemplava apenas o nome do falecido, mas o sustento da viúva.

As balanças e as medidas devem ser justas, exatas. Quem engana com pesos e medidas é detestável ao Senhor.

Quando tivessem a primeira colheita na terra, levariam alguns dos primeiros frutos para o sacerdote, como oferta ao Senhor, reconhecendo que entraram na terra que o Senhor havia jurado dar a seus pais. Recordariam da saída do Egito e da passagem pelo deserto, louvando ao Senhor, prostrando-se diante dEle. Depois, se alegrariam com toda a família por tudo de bom que o Senhor lhes dava. Os levitas e os estrangeiros que viviam entre eles, seriam incluídos nesta celebração.

Moisés lembra-lhes dos dízimos que eram separados a cada três anos. E novamente os chama à obediência, mostrando-lhes todas as vantagens que ela carrega.

Continuamos na próxima postagem. Até já.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

Deuteronômio 21.1-23.25

Leitura do dia 22/02.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.

Ontem vimos as ofertas que seriam separadas para os sacerdotes e levitas. O chamado à santidade. Como reconhecer os verdadeiros profetas. A ordem para separar as cidades refúgios. O exercício da justiça. As leis concernentes às guerras.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-181-2020.html

Hoje caminharemos através dos capítulos vinte e um ao capítulo vinte e três.

Moisés ordena que, se um morto for encontrado no campo e não souberem quem o matou, as autoridades e juízes medirão a distância até à cidade mais próxima. As autoridades desta cidade oferecerão um sacrifício, pedindo perdão e confessando que não sabem quem cometeu o assassinato. Assim purificariam a terra.

Se algum soldado visse uma prisioneira e gostasse dela, poderia levá-la para casa, rasparia sua cabeça, cortaria suas unhas, trocaria suas roupas de prisioneira e deixaria que ela chorasse por seus pais durante um mês inteiro. Depois, casaria com ela. Se por algum motivo não se agradasse dela, ele a liberaria. Não poderia ser vendida, nem tratada como escrava. Uma lei de proteção à mulher.

O direito do filho mais velho não seria passado a outro, ainda que o outro fosse filho da esposa querida. Assim, a primogenitura estaria protegida.

O filho rebelde, incorrigível, seria levado às autoridades. E apedrejado. Para que Israel visse e não seguisse seu exemplo. Os próprios pais fariam a denúncia.

Se alguém cometesse um crime digno de morte e fosse pendurado no madeiro, não permaneceria pendurado até à noite, pois todo aquele que é pendurado, é maldito aos olhos do Senhor.

Nosso Senhor foi pendurado no madeiro. Fez-se maldito por nós. Em nosso lugar. Por amor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/a-crucificacao-de-jesus.html

Se encontrassem algum animal perdido, ou até um objeto, teriam que devolver. Nenhum israelita fugiria de sua responsabilidade.

Mulher não vestiria roupa de homem e homem não vestiria roupa de mulher. A questão aqui não é o homem vestir saia e a mulher calça comprida. É o homem vestir-se como se fosse uma mulher e a mulher vestir-se como se fosse um homem.

Toda casa teria um parapeito no telhado, para evitar qualquer acidente.

Se um homem casasse e acusasse sua esposa de não ser virgem, seus pais levariam até às autoridades a prova da virgindade de sua filha. Os lençóis manchados de sangue. O homem seria castigado, pagaria uma multa aos pais e jamais se divorciaria dela, por tê-la envergonhado publicamente. Mais uma lei de proteção à mulher.

Se a acusação fosse verdadeira, a mulher seria apedrejada na porta da casa de seus pais. Para que servisse de exemplo e não voltasse a repetir tal ato em Israel.

Se um homem fosse flagrado em adultério. Ele e a mulher seriam mortos. Para Israel aprender e não cometer mais adultério.

Se um homem encontrasse uma mulher na cidade e a agarrasse, e ela estivesse comprometida a outro homem, ambos seriam mortos. A lógica era que ela não gritara pedindo socorro. Se acontecesse no campo, somente o homem morreria. A mulher deveria ter gritado, mas não foi ouvida. Mas uma lei de proteção à mulher.

Se um homem deitasse com uma virgem não comprometida, seria obrigado a se casar com ela. E jamais divorciar, por tê-la desonrado. Outra lei de proteção à mulher.

Quem tivesse os testículos esmagados ou um membro amputado, não poderia entrar na casa do Senhor. Nem um filho ilegítimo e sua descendência, até à décima geração. Era uma advertência para que os filhos nascessem sempre dentro da proteção do casamento.

Os moabitas ou amonitas também não entrariam na casa do Senhor, até sua décima geração. Eles contrataram Balaão para amaldiçoar Israel.

Quando fossem à guerra se manteriam afastados de tudo que fosse impuro.

Os israelitas foram instruídos a evacuar fora do acampamento, levando sempre uma pá, para cavar um buraco e cobrir as fezes. Ensinamento sobre saneamento básico.

Se algum escravo fugisse e se refugiasse na casa de um israelita, não seria devolvido. Viveria no meio deles, sem ser oprimido.

Nenhum israelita se prostituiria nos cultos aos ídolos. Suas ofertas também não seriam aceitas.
Se um israelita emprestasse dinheiro a outro, não cobraria juros.

Não fazer voto não é pecado. Mas se fizesse, seria cumprido prontamente.

Se entrassem no vinhedo de alguém, podiam comer o que conseguissem, mas não levar em cestos. O mesmo num campo de cereal.

Hoje terminamos aqui. Leis referentes à moralidade, responsabilidade, obediência, santidade e higiene.

Amanhã continuamos através do capítulo vinte e quatro até o capítulo vinte e sete.

Espero você. Até lá.