Leitura do dia 24/02.
Continuamos nossa caminhada por Deuteronômio.
Na postagem anterior vimos as bênçãos consequentes da obediência e as maldições consequentes da desobediência e abandono ao Senhor.
A escolha é posta diante de Israel. A benção e maldição. A vida ou a morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-281-3020.html
Agora, continuamos através do capítulo trinta e um.
Moisés termina de dar as instruções a Israel. Está com cento e vinte anos. Não conduzirá mais Israel. Não atravessará o Jordão. Ele fala que o próprio Senhor atravessará. E Josué os conduzirá.
Ele lembra que o Senhor destruiu Seom e Ogue. Também destruirá as nações que estão na terra. Não devem temer, devem ser fortes e corajosos.
Moisés falou à vista de todos para Josué ser forte e corajoso. Ele dividirá a terra em herança e os conduzirá.
Moisés escreveu a lei em um livro. Entregou aos sacerdotes. A cada sete anos, no ano do cancelamento das dívidas, durante a Festa das Cabanas, o Livro da Lei seria lido, diante de todos, homens, mulheres, crianças e estrangeiros que vivessem com eles. Na cidade que o Senhor escolhesse. Para que aprendessem a obedecer fielmente todos os termos da lei. Eles e seus filhos.
O Senhor fala a Moisés que chegou a hora dele morrer. Que chame Josué à tenda do encontro para receber as ordens Suas ordens. Eles foram. O Senhor apresentou-se numa coluna de nuvem. Contou a Moisés que após sua morte Israel se prostituirá, adorando deuses estrangeiros. Abandonarão o Senhor, quebrando Sua aliança. Então, o Senhor os abandonará também. Eles serão devorados. Calamidades os alcançarão.
O Senhor ordenou que Moisés ensinasse a eles uma canção. Essa canção serviria de testemunha entre o Senhor e eles.
A mesma ordem que Moisés deu a Josué, o Senhor lhe deu. Que fosse forte e corajoso. Para conduzir Israel. O Senhor estará com ele.
Moisés, ao entregar a lei, informa ao povo que eles se afastarão do Senhor.
Nosso texto de hoje termina aqui.
Que o Senhor tenha boas notícias sobre nós.
Amanhã veremos a canção que o Senhor ordenou que Moisés ensinasse a Israel.
Espero você. Até lá.
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domingo, 24 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 31.1-29
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Seja forte e corajoso,
Vida ou morte
Deuteronômio 28.1-30.20
Leitura do dia 24/02.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos leis acerca do divórcio, garantias de empréstimo, tratamento dos trabalhadores, justiça para os estrangeiros, os órfãos e as viúvas. Também vimos leis sobre brigas, açoites, o dever do cunhado, pesos e medidas justas. Dízimos e ofertas das colheitas. O chamado à obediência.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-241-2619.html;
Também vimos o altar que seria feito no monte Ebal e as maldições que seriam ditas ali, quando o povo concordaria dizendo “amém”.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-271-26.html
Agora, caminharemos através dos capítulos vinte e oito a trinta e um.
Nessa primeira postagem, do capítulo vinte e oito ao trinta.
Moisés lembra as bênçãos que adviriam da obediência. Se obedecessem aos mandamentos do Senhor seriam abençoados em tudo, em todas as áreas de suas vidas e em todos os lugares que fossem. Em tudo que plantassem, criassem e administrassem.
Todas as nações da terra os veriam e reconheceriam que eram o povo separado do Senhor. E os temeriam.
Mas se não dessem ouvidos ao Senhor e não obedecessem Seus mandamentos, as maldições cairiam sobre eles e seriam afligidos em todas as áreas de suas vidas, em tudo que fizessem e em quaisquer lugares que estivessem.
As doenças os alcançariam. Os pavores os paralisariam. Trabalhariam em vão. Outros usufruiriam de seus trabalhos. Seus filhos seriam levados como escravos. Teriam imensas saudades deles, mas não poderiam fazer nada. Apenas sofrer.
Seriam motivos de horror para todas as nações. Motivos de deboches, de ridículo e zombaria.
As nações ficariam perplexas e perguntariam o porquê de tanta desgraça. A resposta seria que haviam largado ao Senhor, virando as costas para Ele e escolhido outros deuses.
E sabe o que acho mais interessante?
Moisés fala que se não servirem ao Senhor com alegria e entusiasmo por todas as bênçãos recebidas, serviriam os inimigos que o Senhor enviaria contra eles. Ficariam famintos, sedentos, despidos e desprovidos de tudo. Serviriam debaixo de um jugo de ferro, sendo severamente oprimidos.
Ora, não é muito melhor servir ao Senhor com alegria e entusiasmo? Tendo as bênçãos correndo atrás? Estou certa que sim. Mesmo em meio a lutas é melhor serví-Lo. Tê-Lo ao nosso lado.
Moisés continua dizendo o que aconteceria quando os inimigos os atacassem. Comeriam seus próprios filhos! E nem dividiriam! Uma situação difícil até de imaginar, mas que, anos mais tarde, aconteceu. Exatamente em consequência a tudo que escolheram.
Ao invés de escolherem as bênçãos, amaram as maldições e elas vieram sobre eles. Com tudo.
Mas o Senhor é tão misericordioso que, quando se afastassem dEle e O buscassem, Ele seria encontrado. Se voltassem para Ele e O obedecessem, Ele os abençoaria. E os traria novamente para a terra que havia prometido a Seus antepassados.
Algo que sempre precisamos lembrar está no versículo vinte e nove do capítulo vinte e nove. O Senhor tem Seus segredos. Não somos responsáveis por eles. Somos responsáveis por tudo que nos revela, nos ensina.
E, maravilha, Seus mandamentos não estavam longe que não pudessem alcançar. Estavam em seus lábios e corações. Podiam obedecer.
E mais uma vez, Moisés coloca diante de Israel a escolha entre a vida e a morte, a prosperidade e a calamidade.
Se amassem ao Senhor, guardassem Seus mandamentos e andassem em Seus caminhos viveriam e seriam abençoados.
Se adorassem e seguissem a outros deuses, certamente seriam destruídos.
E mais, Moisés, com o gabarito em mãos, aconselha que escolham a vida que para que eles e seus filhos vivam.
Qual a resposta do gabarito? Amar, obedecer e apegar-se fielmente ao Senhor. Ele é a vida!
Que aprendamos a fazer as escolhas certas.
Também temos o gabarito. O Senhor o deixou preenchido para nós. Está em nossas mãos, todos os dias, a escolha entre a vida e a morte. Escolhamos pois a vida!
“Jesus disse: Eu sou o caminho, a verdade e a vida.” – João 14.6a
http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/sabemos-o-caminho.html
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos leis acerca do divórcio, garantias de empréstimo, tratamento dos trabalhadores, justiça para os estrangeiros, os órfãos e as viúvas. Também vimos leis sobre brigas, açoites, o dever do cunhado, pesos e medidas justas. Dízimos e ofertas das colheitas. O chamado à obediência.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-241-2619.html;
Também vimos o altar que seria feito no monte Ebal e as maldições que seriam ditas ali, quando o povo concordaria dizendo “amém”.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-271-26.html
Agora, caminharemos através dos capítulos vinte e oito a trinta e um.
Nessa primeira postagem, do capítulo vinte e oito ao trinta.
Moisés lembra as bênçãos que adviriam da obediência. Se obedecessem aos mandamentos do Senhor seriam abençoados em tudo, em todas as áreas de suas vidas e em todos os lugares que fossem. Em tudo que plantassem, criassem e administrassem.
Todas as nações da terra os veriam e reconheceriam que eram o povo separado do Senhor. E os temeriam.
Mas se não dessem ouvidos ao Senhor e não obedecessem Seus mandamentos, as maldições cairiam sobre eles e seriam afligidos em todas as áreas de suas vidas, em tudo que fizessem e em quaisquer lugares que estivessem.
As doenças os alcançariam. Os pavores os paralisariam. Trabalhariam em vão. Outros usufruiriam de seus trabalhos. Seus filhos seriam levados como escravos. Teriam imensas saudades deles, mas não poderiam fazer nada. Apenas sofrer.
Seriam motivos de horror para todas as nações. Motivos de deboches, de ridículo e zombaria.
As nações ficariam perplexas e perguntariam o porquê de tanta desgraça. A resposta seria que haviam largado ao Senhor, virando as costas para Ele e escolhido outros deuses.
E sabe o que acho mais interessante?
Moisés fala que se não servirem ao Senhor com alegria e entusiasmo por todas as bênçãos recebidas, serviriam os inimigos que o Senhor enviaria contra eles. Ficariam famintos, sedentos, despidos e desprovidos de tudo. Serviriam debaixo de um jugo de ferro, sendo severamente oprimidos.
Ora, não é muito melhor servir ao Senhor com alegria e entusiasmo? Tendo as bênçãos correndo atrás? Estou certa que sim. Mesmo em meio a lutas é melhor serví-Lo. Tê-Lo ao nosso lado.
Moisés continua dizendo o que aconteceria quando os inimigos os atacassem. Comeriam seus próprios filhos! E nem dividiriam! Uma situação difícil até de imaginar, mas que, anos mais tarde, aconteceu. Exatamente em consequência a tudo que escolheram.
Ao invés de escolherem as bênçãos, amaram as maldições e elas vieram sobre eles. Com tudo.
Mas o Senhor é tão misericordioso que, quando se afastassem dEle e O buscassem, Ele seria encontrado. Se voltassem para Ele e O obedecessem, Ele os abençoaria. E os traria novamente para a terra que havia prometido a Seus antepassados.
Algo que sempre precisamos lembrar está no versículo vinte e nove do capítulo vinte e nove. O Senhor tem Seus segredos. Não somos responsáveis por eles. Somos responsáveis por tudo que nos revela, nos ensina.
E mais uma vez, Moisés coloca diante de Israel a escolha entre a vida e a morte, a prosperidade e a calamidade.
Se amassem ao Senhor, guardassem Seus mandamentos e andassem em Seus caminhos viveriam e seriam abençoados.
Se adorassem e seguissem a outros deuses, certamente seriam destruídos.
E mais, Moisés, com o gabarito em mãos, aconselha que escolham a vida que para que eles e seus filhos vivam.
Qual a resposta do gabarito? Amar, obedecer e apegar-se fielmente ao Senhor. Ele é a vida!
Que aprendamos a fazer as escolhas certas.
Também temos o gabarito. O Senhor o deixou preenchido para nós. Está em nossas mãos, todos os dias, a escolha entre a vida e a morte. Escolhamos pois a vida!
“Jesus disse: Eu sou o caminho, a verdade e a vida.” – João 14.6a
http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/sabemos-o-caminho.html
Continuamos na próxima postagem. Até já.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 15.1-17.20
Leitura do dia 20/02.
Continuamos nossa caminhada através de Deuteronômio.
Ontem vimos Moisés ordenar que Israel ame ao Senhor, não se esqueça dEle. Fale de Seus mandamentos o tempo todo, andando, sentado, ao levantar e ao dormir.
Ele falou das bênçãos da obediência e da oportunidade entre escolher a benção e a maldição. Algo que nós também precisamos fazer, diariamente.
Moisés lembrou que o Senhor escolheria um lugar de adoração entre todas as cidades daquela terra. E como deveriam adorá-Lo. Unicamente a Ele e não como os povos daquela terra faziam. Que era abominável a Ele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html
Hoje, continuamos pelos capítulos quinze a dezessete.
Moisés continua seu discurso.
Ao final de cada sete anos todo israelita que houvesse emprestado a outro israelita, perdoaria sua dívida. Era o tempo do Senhor para liberá-los das dívidas.
Não era para ter nenhum pobre em Israel, mas se houvesse algum, seria tratado com generosidade. Tanto nos empréstimos quanto nas doações. Assim, o Senhor os abençoaria.
Se um hebreu, homem ou mulher, se vendesse para pagar alguma dívida, serviria apenas seis anos. No sétimo, seria mandado embora, livre. Sempre com um presente. Dos animais do rebanho de seu senhor, dos cereais de sua eira e do vinho de sua prensa de uvas. Que compartilhassem com ele um pouco da fartura com a qual o Senhor os abençoara.
Se esse escravo não quisesse sair livre após o sexto ano, por amar seu senhor e sua família, ele diria. Eles iriam até à porta da cidade com um furador. O escravo teria a ponta de sua orelha furada e seria escravo para sempre.
Os machos das primeiras crias pertenciam ao Senhor. Seriam comidos, a cada ano, no lugar que o Senhor escolhesse. Junto com a família.
Mais uma vez, lembra que o sangue deve ser derramado e não comido.
O discurso de Moisés é repetitivo. Seu desejo é que se torne parte deles. Que jamais esqueçam suas palavras. Palavras que na verdade não são deles. São do Senhor.
A Páscoa, a Festa das Colheitas e a Festa das Cabanas devem ser realizadas todos os anos.
Todos os anos, todos os homens apresentar-se-ão ao Senhor, no lugar que Ele escolher para celebrar. Jamais com as mãos vazias. Sempre com ofertas. De acordo com o que foram abençoados. Uma oferta proporcional às bênçãos recebidas. Uau!
O pão do sacrifício, sem fermento, deve ser comido durante a comemoração da Páscoa.
A festa das colheitas deve ser celebrada com suas famílias, seus servos, com o estrangeiro que vive entre eles, os órfãos e as viúvas. O mesmo na festa das cabanas.
Em cada cidade serão nomeados juízes. Que julgarão o povo com justiça. Sem distorcerem-na, imparcialmente. Sem jamais aceitarem suborno. O suborno traz cegueira os olhos dos sábios e corrompe as decisões dos íntegros. Se assim fizessem, seriam abençoados.
Que jamais sejam levantados postes para Aserá ou quaisquer outros ídolos. É detestável ao Senhor.
Que nenhum sacrifício seja oferecido com animal com defeito ou doente. É detestável ao Senhor.
Ele repete que, se alguém se desviar do Senhor e servir a outros deuses, tal notícia deve ser apurada. Se for verdade, o idólatra será morto. Apedrejado. Primeiro pela mão das testemunhas, depois, do restante do povo.
Ninguém será condenado pela palavra de apenas uma testemunha.
Se houver um caso muito complicado, levariam aos juízes da cidade que o Senhor escolherá e, os juízes daquela cidade e os sacerdotes dariam o veredito. O que fosse decidido, não poderia mudar. Cumpririam à risca. Se não cumprissem, morreriam. Eram representantes do Senhor. E deviam ser respeitados.
O Senhor também fala que, quando estivessem na terra e quisessem ser governados por um rei, como todas as nações ao redor, o rei seria israelita. Nunca um estrangeiro.
Ele não teria muitos cavalos, para não ir ao Egito comprá-los. Não acumularia muita quantidade de prata ou ouro para si. Nem tomaria muitas mulheres, do contrário, elas afastariam seu coração do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/abandono.html
Quando o rei sentasse no trono, copiaria a lei para si. Num rolo. Diante dos sacerdotes levitas. Essa cópia, feita por ele, estaria sempre com ele. Todos os dias a leria. Assim, aprenderia a temer ao Senhor. Cumprir todos Seus mandamentos e decretos. Não se tornaria orgulhoso, acreditando estar acima de todos. Aprenderia a depender do Senhor. E a não se desviar dEle. Tal atitude garantiria que ele e seus descendentes teriam longos reinados em Israel.
Que maravilha! Quantas lições a aprender.
Que possamos entregar nossas ofertas ao Senhor na proporção em que somos abençoados. Ah, quantas vezes teremos que oferecer toda nossa vida, cada segundo dela, pois grandes são Suas misericórdias e Sua bondade para conosco!
Que o sirvamos de todo coração.
Que amemos Sua palavra. Que tenhamos ela sempre conosco. Em nossos lábios e corações. Por onde quer que andemos.
Que nossas orelhas sejam furadas pelo Senhor porque queremos serví-Lo em tudo e para sempre.
Hoje ficamos aqui.
Amanhã continuamos. Através dos capítulos dezoito ao vinte.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através de Deuteronômio.
Ontem vimos Moisés ordenar que Israel ame ao Senhor, não se esqueça dEle. Fale de Seus mandamentos o tempo todo, andando, sentado, ao levantar e ao dormir.
Ele falou das bênçãos da obediência e da oportunidade entre escolher a benção e a maldição. Algo que nós também precisamos fazer, diariamente.
Moisés lembrou que o Senhor escolheria um lugar de adoração entre todas as cidades daquela terra. E como deveriam adorá-Lo. Unicamente a Ele e não como os povos daquela terra faziam. Que era abominável a Ele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html
Hoje, continuamos pelos capítulos quinze a dezessete.
Moisés continua seu discurso.
Ao final de cada sete anos todo israelita que houvesse emprestado a outro israelita, perdoaria sua dívida. Era o tempo do Senhor para liberá-los das dívidas.
Não era para ter nenhum pobre em Israel, mas se houvesse algum, seria tratado com generosidade. Tanto nos empréstimos quanto nas doações. Assim, o Senhor os abençoaria.
Se um hebreu, homem ou mulher, se vendesse para pagar alguma dívida, serviria apenas seis anos. No sétimo, seria mandado embora, livre. Sempre com um presente. Dos animais do rebanho de seu senhor, dos cereais de sua eira e do vinho de sua prensa de uvas. Que compartilhassem com ele um pouco da fartura com a qual o Senhor os abençoara.
Se esse escravo não quisesse sair livre após o sexto ano, por amar seu senhor e sua família, ele diria. Eles iriam até à porta da cidade com um furador. O escravo teria a ponta de sua orelha furada e seria escravo para sempre.
Os machos das primeiras crias pertenciam ao Senhor. Seriam comidos, a cada ano, no lugar que o Senhor escolhesse. Junto com a família.
Mais uma vez, lembra que o sangue deve ser derramado e não comido.
O discurso de Moisés é repetitivo. Seu desejo é que se torne parte deles. Que jamais esqueçam suas palavras. Palavras que na verdade não são deles. São do Senhor.
A Páscoa, a Festa das Colheitas e a Festa das Cabanas devem ser realizadas todos os anos.
Todos os anos, todos os homens apresentar-se-ão ao Senhor, no lugar que Ele escolher para celebrar. Jamais com as mãos vazias. Sempre com ofertas. De acordo com o que foram abençoados. Uma oferta proporcional às bênçãos recebidas. Uau!
O pão do sacrifício, sem fermento, deve ser comido durante a comemoração da Páscoa.
A festa das colheitas deve ser celebrada com suas famílias, seus servos, com o estrangeiro que vive entre eles, os órfãos e as viúvas. O mesmo na festa das cabanas.
Em cada cidade serão nomeados juízes. Que julgarão o povo com justiça. Sem distorcerem-na, imparcialmente. Sem jamais aceitarem suborno. O suborno traz cegueira os olhos dos sábios e corrompe as decisões dos íntegros. Se assim fizessem, seriam abençoados.
Que jamais sejam levantados postes para Aserá ou quaisquer outros ídolos. É detestável ao Senhor.
Que nenhum sacrifício seja oferecido com animal com defeito ou doente. É detestável ao Senhor.
Ele repete que, se alguém se desviar do Senhor e servir a outros deuses, tal notícia deve ser apurada. Se for verdade, o idólatra será morto. Apedrejado. Primeiro pela mão das testemunhas, depois, do restante do povo.
Ninguém será condenado pela palavra de apenas uma testemunha.
Se houver um caso muito complicado, levariam aos juízes da cidade que o Senhor escolherá e, os juízes daquela cidade e os sacerdotes dariam o veredito. O que fosse decidido, não poderia mudar. Cumpririam à risca. Se não cumprissem, morreriam. Eram representantes do Senhor. E deviam ser respeitados.
O Senhor também fala que, quando estivessem na terra e quisessem ser governados por um rei, como todas as nações ao redor, o rei seria israelita. Nunca um estrangeiro.
Ele não teria muitos cavalos, para não ir ao Egito comprá-los. Não acumularia muita quantidade de prata ou ouro para si. Nem tomaria muitas mulheres, do contrário, elas afastariam seu coração do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/abandono.html
Quando o rei sentasse no trono, copiaria a lei para si. Num rolo. Diante dos sacerdotes levitas. Essa cópia, feita por ele, estaria sempre com ele. Todos os dias a leria. Assim, aprenderia a temer ao Senhor. Cumprir todos Seus mandamentos e decretos. Não se tornaria orgulhoso, acreditando estar acima de todos. Aprenderia a depender do Senhor. E a não se desviar dEle. Tal atitude garantiria que ele e seus descendentes teriam longos reinados em Israel.
Que maravilha! Quantas lições a aprender.
Que possamos entregar nossas ofertas ao Senhor na proporção em que somos abençoados. Ah, quantas vezes teremos que oferecer toda nossa vida, cada segundo dela, pois grandes são Suas misericórdias e Sua bondade para conosco!
Que o sirvamos de todo coração.
Que amemos Sua palavra. Que tenhamos ela sempre conosco. Em nossos lábios e corações. Por onde quer que andemos.
Que nossas orelhas sejam furadas pelo Senhor porque queremos serví-Lo em tudo e para sempre.
Hoje ficamos aqui.
Amanhã continuamos. Através dos capítulos dezoito ao vinte.
Espero você. Até lá.
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quarta-feira, 27 de abril de 2016
Nós, cavadores de poços
Vamos comigo lá em II Reis capítulo 3?
Moabe se rebela contra Israel. Israel, Judá e Edom se reúnem para a guerra. Caminham sete dias. Ficam sem água. Temem a morte. Josafá, rei de Judá, pergunta se há algum profeta por ali. Alguém fala de Eliseu, que quando discípulo, derramava água sobre as mãos de Elias. O rei Josafá afirma que Eliseu tinha a Palavra de Yahweh!
Somos aqueles que têm as respostas. Os que aram os homens. Curam as águas. Saram a terra. Cavam os poços. Abençoam nações.
Eliseu orou.
A poderosa mão do Senhor veio sobre ele. E o Senhor ordenou que se cavassem
muitos poços naquele vale. Não haveria vento, nem chuva, mas o Senhor saciaria
a sede de todos. E ainda entregaria o rei de Moabe nas mãos deles. Não sei apenas ler. Imagino o que estou lendo. Toda a cena. As
fisionomias. O cenário. Os sentimentos. E, depois de ter ido a Israel, aí mesmo
é que visualizo tudo. Quando estávamos descendo ao Mar Morto, vimos alguns vales. O guia nos falou que chovia nos lugares altos e
as águas iam escorrendo até os vales. Consigo
ver as águas escorrendo por aquelas montanhas. Percorrendo os vales. Enchendo os poços que foram cavados.
O texto fala que muita água desceu e alagou aquele vale. Lembro do Salmos 84.5-7. Amo! Vale representa um lugar de
dor, tristeza, depressão. Mas os que encontram forças no Senhor, transformam o
vale de lágrimas num lugar de fontes. É no vale que devemos cavar nossos poços.
Não ouviremos o som da chuva abundante, sequer ouviremos o vento. Vale. Tudo
seco. Deserto. Mas, se cavarmos os
poços enquanto estivermos no vale, chorando, sofrendo, no lugar de dor, a chuva de outono virá e o cobrirá de
bênçãos. Podemos transformar nossa dor em aprendizado e vida. Em bençãos para nós e outros.
Nossa responsabilidade é cavar
os poços, enquanto estivermos no vale. A chuva vem do Senhor! Refrigério e vida.
Foi o que aconteceu naquele dia. É o que acontece conosco
hoje, cada vez que estamos passando por um vale e, ao invés de murmurarmos,
cavarmos poços!
Veremos as bençãos do Senhor. Ele nos quer! Somos dEle. Quando nos dispomos a Ele, em adoração, intimidade e simplicidade, isso cativa Seu coração. E Ele é nosso! Não é mais o Deus de Abraão, Isaque, Jacó e Elias, é o Deus da Symone. É o seu Deus. Em qualquer lugar. Em qualquer situação. O Deus sempre presente.
Veremos as bençãos do Senhor. Ele nos quer! Somos dEle. Quando nos dispomos a Ele, em adoração, intimidade e simplicidade, isso cativa Seu coração. E Ele é nosso! Não é mais o Deus de Abraão, Isaque, Jacó e Elias, é o Deus da Symone. É o seu Deus. Em qualquer lugar. Em qualquer situação. O Deus sempre presente.
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