Leitura do dia 05/10.
Continuamos nossa caminhada através das páginas do livro do profeta Zacarias.
Ontem vimos o chamado do Senhor a Seu povo. E a visão do homem entre as murtas. Os cavalos. Os chifres. As promessas para Jerusalém. A purificação do sumo sacerdote Josué.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/zacarias-11-310.html
Agora, caminharemos a partir do capítulo quatro. Até o capítulo seis.
Parece que Zacarias ficou abismado com tudo que vira. O anjo o despertou. Agora, foi sua vez de perguntar. Perguntou o que Zacarias via. Ele respondeu que via um candelabro de ouro maciço. Uma vasilha de azeite. Sete lâmpadas. Duas oliveiras (Apocalipse 1.20; 11.4).
Zacarias perguntou o que era aquilo. O anjo perguntou se ele não sabia. Respondeu que não. Então disse que não era por força nem por violência, mas pelo Seu Espírito. Não haveria obstáculo para Zorobabel. Porque o Senhor era com ele. Quando colocassem a última pedra no lugar gritariam que tinha sido pela graça, Sua graça.
Quando o templo fosse reconstruído saberiam que o Senhor o enviara. A ordem era não desprezar os pequenos começos, os começos humildes. O Senhor se alegra ao ver a obra começar, ao ver o prumo na mão de Zorobabel.
Alegre-se meu querido, se você tem começado algo para o Senhor, um começo humilde, não despreze. Ele se alegra ao ver Sua obra começar. Ao ver que Seu prumo está em nossas mãos, para fazermos como Ele deseja.
Zacarias gostava de perguntar, como devemos aprender. Perguntou o que eram as duas oliveiras. O anjo perguntou se não sabia. Respondeu que não. Então disse que eram os dois ungidos que ficam na presença do Senhor de toda a terra.
Zacarias viu um rolo voando. O anjo perguntou o que via. Respondeu que um rolo voava. Falou as medidas de sua aparência. O anjo explicou-lhe que eram maldições que saiam para toda a terra. Uma dizia que os ladrões seriam expulsos da terra, outra que os que juram falsamente também seriam expulsos. Era uma maldição enviada a todos os ladrões e aos que juram falsamente. Sua maldição permaneceria nestas casas. E destruiria tudo. Completamente. Preste atenção: eram maldições enviadas pelo Senhor. Por causa da desobediência. Escolheram a maldição ao invés de Sua benção.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html
O anjo ordenou que Zacarias levantasse seus olhos e visse o que estava vindo. Ele perguntou o que era. O anjo respondeu que era um cesto para medir cereais. Estava cheio do pecado de todos que habitavam a terra. Sua tampa era de chumbo. Foi levantada. Dentro havia uma mulher sentada. Seu nome era “Perversidade”. Ele a empurrou para dentro e fechou a tampa.
Então Zacarias viu duas mulheres voando em sua direção. Elas planavam no vento. Suas asas pareciam de cegonha. Pegaram o cesto e o carregaram pelos ares. Ele perguntou onde estavam levando o cesto. O anjo respondeu que era para Babilônia. Ali construiriam um templo para a “Perversidade”. Colocariam o cesto em um pedestal.
Quando levantou seus olhos viu quatro carros de guerra que saíam de entre dois montes de bronze. Cavalos vermelhos puxavam o primeiro. Cavalos pretos, o segundo. Cavalos brancos o terceiro. Cavalos malhados e fortes, o quarto. Perguntou ao anjo o significado daquilo. O anjo explicou que saíam para fazer o trabalho ordenado pelo Senhor. Tudo está sob Seu domínio. Ele é o Senhor de todas as coisas.
Então o Senhor disse a Zacarias que três homens chegariam com presentes. Ele devia ir à casa de Josias, filho de Sofonias, encontrá-los. Aceitar os presentes. E fazer uma coroa usando o ouro e a prata. Colocar essa coroa na cabeça de Josué. Esse Josué, o sumo sacerdote é um “tipo” do Senhor Jesus. Aponta para o Senhor. Para o Renovo. Brotaria de Seu lugar e construiria o templo do Senhor. Receberia a honra devida. Governaria como um rei. Também serviria como sacerdote. Haveria perfeita harmonia entre essas duas funções (Hebreus 5.7-10). Aleluias! Ele é nosso Rei e Sacerdote.
Essa coroa honraria aqueles três homens que trouxeram o presente. Nada que ofereceremos ao Senhor fica sem recompensa.
Mais uma vez o Senhor afirma que pessoas de terras distantes viriam para reconstruir Seu templo. Quando acontecesse, saberiam que o Senhor o enviara.
Que aprendamos a fazer perguntas pertinentes. Que ofereçamos presentes ao Senhor.
“Portanto, meus amados irmãos, sejam fortes e firmes. Trabalhem sempre para o Senhor com entusiasmo, pois vocês sabem que nada do que fazem para o Senhor é inútil”. – 1 Coríntios 15.58
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo sete. Até o capítulo nove.
Espero você. Até lá.
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sábado, 5 de outubro de 2019
domingo, 24 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 31.1-29
Leitura do dia 24/02.
Continuamos nossa caminhada por Deuteronômio.
Na postagem anterior vimos as bênçãos consequentes da obediência e as maldições consequentes da desobediência e abandono ao Senhor.
A escolha é posta diante de Israel. A benção e maldição. A vida ou a morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-281-3020.html
Agora, continuamos através do capítulo trinta e um.
Moisés termina de dar as instruções a Israel. Está com cento e vinte anos. Não conduzirá mais Israel. Não atravessará o Jordão. Ele fala que o próprio Senhor atravessará. E Josué os conduzirá.
Ele lembra que o Senhor destruiu Seom e Ogue. Também destruirá as nações que estão na terra. Não devem temer, devem ser fortes e corajosos.
Moisés falou à vista de todos para Josué ser forte e corajoso. Ele dividirá a terra em herança e os conduzirá.
Moisés escreveu a lei em um livro. Entregou aos sacerdotes. A cada sete anos, no ano do cancelamento das dívidas, durante a Festa das Cabanas, o Livro da Lei seria lido, diante de todos, homens, mulheres, crianças e estrangeiros que vivessem com eles. Na cidade que o Senhor escolhesse. Para que aprendessem a obedecer fielmente todos os termos da lei. Eles e seus filhos.
O Senhor fala a Moisés que chegou a hora dele morrer. Que chame Josué à tenda do encontro para receber as ordens Suas ordens. Eles foram. O Senhor apresentou-se numa coluna de nuvem. Contou a Moisés que após sua morte Israel se prostituirá, adorando deuses estrangeiros. Abandonarão o Senhor, quebrando Sua aliança. Então, o Senhor os abandonará também. Eles serão devorados. Calamidades os alcançarão.
O Senhor ordenou que Moisés ensinasse a eles uma canção. Essa canção serviria de testemunha entre o Senhor e eles.
A mesma ordem que Moisés deu a Josué, o Senhor lhe deu. Que fosse forte e corajoso. Para conduzir Israel. O Senhor estará com ele.
Moisés, ao entregar a lei, informa ao povo que eles se afastarão do Senhor.
Nosso texto de hoje termina aqui.
Que o Senhor tenha boas notícias sobre nós.
Amanhã veremos a canção que o Senhor ordenou que Moisés ensinasse a Israel.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada por Deuteronômio.
Na postagem anterior vimos as bênçãos consequentes da obediência e as maldições consequentes da desobediência e abandono ao Senhor.
A escolha é posta diante de Israel. A benção e maldição. A vida ou a morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-281-3020.html
Agora, continuamos através do capítulo trinta e um.
Moisés termina de dar as instruções a Israel. Está com cento e vinte anos. Não conduzirá mais Israel. Não atravessará o Jordão. Ele fala que o próprio Senhor atravessará. E Josué os conduzirá.
Ele lembra que o Senhor destruiu Seom e Ogue. Também destruirá as nações que estão na terra. Não devem temer, devem ser fortes e corajosos.
Moisés falou à vista de todos para Josué ser forte e corajoso. Ele dividirá a terra em herança e os conduzirá.
Moisés escreveu a lei em um livro. Entregou aos sacerdotes. A cada sete anos, no ano do cancelamento das dívidas, durante a Festa das Cabanas, o Livro da Lei seria lido, diante de todos, homens, mulheres, crianças e estrangeiros que vivessem com eles. Na cidade que o Senhor escolhesse. Para que aprendessem a obedecer fielmente todos os termos da lei. Eles e seus filhos.
O Senhor fala a Moisés que chegou a hora dele morrer. Que chame Josué à tenda do encontro para receber as ordens Suas ordens. Eles foram. O Senhor apresentou-se numa coluna de nuvem. Contou a Moisés que após sua morte Israel se prostituirá, adorando deuses estrangeiros. Abandonarão o Senhor, quebrando Sua aliança. Então, o Senhor os abandonará também. Eles serão devorados. Calamidades os alcançarão.
O Senhor ordenou que Moisés ensinasse a eles uma canção. Essa canção serviria de testemunha entre o Senhor e eles.
A mesma ordem que Moisés deu a Josué, o Senhor lhe deu. Que fosse forte e corajoso. Para conduzir Israel. O Senhor estará com ele.
Moisés, ao entregar a lei, informa ao povo que eles se afastarão do Senhor.
Nosso texto de hoje termina aqui.
Que o Senhor tenha boas notícias sobre nós.
Amanhã veremos a canção que o Senhor ordenou que Moisés ensinasse a Israel.
Espero você. Até lá.
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Deuteronômio 28.1-30.20
Leitura do dia 24/02.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos leis acerca do divórcio, garantias de empréstimo, tratamento dos trabalhadores, justiça para os estrangeiros, os órfãos e as viúvas. Também vimos leis sobre brigas, açoites, o dever do cunhado, pesos e medidas justas. Dízimos e ofertas das colheitas. O chamado à obediência.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-241-2619.html;
Também vimos o altar que seria feito no monte Ebal e as maldições que seriam ditas ali, quando o povo concordaria dizendo “amém”.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-271-26.html
Agora, caminharemos através dos capítulos vinte e oito a trinta e um.
Nessa primeira postagem, do capítulo vinte e oito ao trinta.
Moisés lembra as bênçãos que adviriam da obediência. Se obedecessem aos mandamentos do Senhor seriam abençoados em tudo, em todas as áreas de suas vidas e em todos os lugares que fossem. Em tudo que plantassem, criassem e administrassem.
Todas as nações da terra os veriam e reconheceriam que eram o povo separado do Senhor. E os temeriam.
Mas se não dessem ouvidos ao Senhor e não obedecessem Seus mandamentos, as maldições cairiam sobre eles e seriam afligidos em todas as áreas de suas vidas, em tudo que fizessem e em quaisquer lugares que estivessem.
As doenças os alcançariam. Os pavores os paralisariam. Trabalhariam em vão. Outros usufruiriam de seus trabalhos. Seus filhos seriam levados como escravos. Teriam imensas saudades deles, mas não poderiam fazer nada. Apenas sofrer.
Seriam motivos de horror para todas as nações. Motivos de deboches, de ridículo e zombaria.
As nações ficariam perplexas e perguntariam o porquê de tanta desgraça. A resposta seria que haviam largado ao Senhor, virando as costas para Ele e escolhido outros deuses.
E sabe o que acho mais interessante?
Moisés fala que se não servirem ao Senhor com alegria e entusiasmo por todas as bênçãos recebidas, serviriam os inimigos que o Senhor enviaria contra eles. Ficariam famintos, sedentos, despidos e desprovidos de tudo. Serviriam debaixo de um jugo de ferro, sendo severamente oprimidos.
Ora, não é muito melhor servir ao Senhor com alegria e entusiasmo? Tendo as bênçãos correndo atrás? Estou certa que sim. Mesmo em meio a lutas é melhor serví-Lo. Tê-Lo ao nosso lado.
Moisés continua dizendo o que aconteceria quando os inimigos os atacassem. Comeriam seus próprios filhos! E nem dividiriam! Uma situação difícil até de imaginar, mas que, anos mais tarde, aconteceu. Exatamente em consequência a tudo que escolheram.
Ao invés de escolherem as bênçãos, amaram as maldições e elas vieram sobre eles. Com tudo.
Mas o Senhor é tão misericordioso que, quando se afastassem dEle e O buscassem, Ele seria encontrado. Se voltassem para Ele e O obedecessem, Ele os abençoaria. E os traria novamente para a terra que havia prometido a Seus antepassados.
Algo que sempre precisamos lembrar está no versículo vinte e nove do capítulo vinte e nove. O Senhor tem Seus segredos. Não somos responsáveis por eles. Somos responsáveis por tudo que nos revela, nos ensina.
E, maravilha, Seus mandamentos não estavam longe que não pudessem alcançar. Estavam em seus lábios e corações. Podiam obedecer.
E mais uma vez, Moisés coloca diante de Israel a escolha entre a vida e a morte, a prosperidade e a calamidade.
Se amassem ao Senhor, guardassem Seus mandamentos e andassem em Seus caminhos viveriam e seriam abençoados.
Se adorassem e seguissem a outros deuses, certamente seriam destruídos.
E mais, Moisés, com o gabarito em mãos, aconselha que escolham a vida que para que eles e seus filhos vivam.
Qual a resposta do gabarito? Amar, obedecer e apegar-se fielmente ao Senhor. Ele é a vida!
Que aprendamos a fazer as escolhas certas.
Também temos o gabarito. O Senhor o deixou preenchido para nós. Está em nossas mãos, todos os dias, a escolha entre a vida e a morte. Escolhamos pois a vida!
“Jesus disse: Eu sou o caminho, a verdade e a vida.” – João 14.6a
http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/sabemos-o-caminho.html
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos leis acerca do divórcio, garantias de empréstimo, tratamento dos trabalhadores, justiça para os estrangeiros, os órfãos e as viúvas. Também vimos leis sobre brigas, açoites, o dever do cunhado, pesos e medidas justas. Dízimos e ofertas das colheitas. O chamado à obediência.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-241-2619.html;
Também vimos o altar que seria feito no monte Ebal e as maldições que seriam ditas ali, quando o povo concordaria dizendo “amém”.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-271-26.html
Agora, caminharemos através dos capítulos vinte e oito a trinta e um.
Nessa primeira postagem, do capítulo vinte e oito ao trinta.
Moisés lembra as bênçãos que adviriam da obediência. Se obedecessem aos mandamentos do Senhor seriam abençoados em tudo, em todas as áreas de suas vidas e em todos os lugares que fossem. Em tudo que plantassem, criassem e administrassem.
Todas as nações da terra os veriam e reconheceriam que eram o povo separado do Senhor. E os temeriam.
Mas se não dessem ouvidos ao Senhor e não obedecessem Seus mandamentos, as maldições cairiam sobre eles e seriam afligidos em todas as áreas de suas vidas, em tudo que fizessem e em quaisquer lugares que estivessem.
As doenças os alcançariam. Os pavores os paralisariam. Trabalhariam em vão. Outros usufruiriam de seus trabalhos. Seus filhos seriam levados como escravos. Teriam imensas saudades deles, mas não poderiam fazer nada. Apenas sofrer.
Seriam motivos de horror para todas as nações. Motivos de deboches, de ridículo e zombaria.
As nações ficariam perplexas e perguntariam o porquê de tanta desgraça. A resposta seria que haviam largado ao Senhor, virando as costas para Ele e escolhido outros deuses.
E sabe o que acho mais interessante?
Moisés fala que se não servirem ao Senhor com alegria e entusiasmo por todas as bênçãos recebidas, serviriam os inimigos que o Senhor enviaria contra eles. Ficariam famintos, sedentos, despidos e desprovidos de tudo. Serviriam debaixo de um jugo de ferro, sendo severamente oprimidos.
Ora, não é muito melhor servir ao Senhor com alegria e entusiasmo? Tendo as bênçãos correndo atrás? Estou certa que sim. Mesmo em meio a lutas é melhor serví-Lo. Tê-Lo ao nosso lado.
Moisés continua dizendo o que aconteceria quando os inimigos os atacassem. Comeriam seus próprios filhos! E nem dividiriam! Uma situação difícil até de imaginar, mas que, anos mais tarde, aconteceu. Exatamente em consequência a tudo que escolheram.
Ao invés de escolherem as bênçãos, amaram as maldições e elas vieram sobre eles. Com tudo.
Mas o Senhor é tão misericordioso que, quando se afastassem dEle e O buscassem, Ele seria encontrado. Se voltassem para Ele e O obedecessem, Ele os abençoaria. E os traria novamente para a terra que havia prometido a Seus antepassados.
Algo que sempre precisamos lembrar está no versículo vinte e nove do capítulo vinte e nove. O Senhor tem Seus segredos. Não somos responsáveis por eles. Somos responsáveis por tudo que nos revela, nos ensina.
E mais uma vez, Moisés coloca diante de Israel a escolha entre a vida e a morte, a prosperidade e a calamidade.
Se amassem ao Senhor, guardassem Seus mandamentos e andassem em Seus caminhos viveriam e seriam abençoados.
Se adorassem e seguissem a outros deuses, certamente seriam destruídos.
E mais, Moisés, com o gabarito em mãos, aconselha que escolham a vida que para que eles e seus filhos vivam.
Qual a resposta do gabarito? Amar, obedecer e apegar-se fielmente ao Senhor. Ele é a vida!
Que aprendamos a fazer as escolhas certas.
Também temos o gabarito. O Senhor o deixou preenchido para nós. Está em nossas mãos, todos os dias, a escolha entre a vida e a morte. Escolhamos pois a vida!
“Jesus disse: Eu sou o caminho, a verdade e a vida.” – João 14.6a
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Continuamos na próxima postagem. Até já.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 15.1-17.20
Leitura do dia 20/02.
Continuamos nossa caminhada através de Deuteronômio.
Ontem vimos Moisés ordenar que Israel ame ao Senhor, não se esqueça dEle. Fale de Seus mandamentos o tempo todo, andando, sentado, ao levantar e ao dormir.
Ele falou das bênçãos da obediência e da oportunidade entre escolher a benção e a maldição. Algo que nós também precisamos fazer, diariamente.
Moisés lembrou que o Senhor escolheria um lugar de adoração entre todas as cidades daquela terra. E como deveriam adorá-Lo. Unicamente a Ele e não como os povos daquela terra faziam. Que era abominável a Ele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html
Hoje, continuamos pelos capítulos quinze a dezessete.
Moisés continua seu discurso.
Ao final de cada sete anos todo israelita que houvesse emprestado a outro israelita, perdoaria sua dívida. Era o tempo do Senhor para liberá-los das dívidas.
Não era para ter nenhum pobre em Israel, mas se houvesse algum, seria tratado com generosidade. Tanto nos empréstimos quanto nas doações. Assim, o Senhor os abençoaria.
Se um hebreu, homem ou mulher, se vendesse para pagar alguma dívida, serviria apenas seis anos. No sétimo, seria mandado embora, livre. Sempre com um presente. Dos animais do rebanho de seu senhor, dos cereais de sua eira e do vinho de sua prensa de uvas. Que compartilhassem com ele um pouco da fartura com a qual o Senhor os abençoara.
Se esse escravo não quisesse sair livre após o sexto ano, por amar seu senhor e sua família, ele diria. Eles iriam até à porta da cidade com um furador. O escravo teria a ponta de sua orelha furada e seria escravo para sempre.
Os machos das primeiras crias pertenciam ao Senhor. Seriam comidos, a cada ano, no lugar que o Senhor escolhesse. Junto com a família.
Mais uma vez, lembra que o sangue deve ser derramado e não comido.
O discurso de Moisés é repetitivo. Seu desejo é que se torne parte deles. Que jamais esqueçam suas palavras. Palavras que na verdade não são deles. São do Senhor.
A Páscoa, a Festa das Colheitas e a Festa das Cabanas devem ser realizadas todos os anos.
Todos os anos, todos os homens apresentar-se-ão ao Senhor, no lugar que Ele escolher para celebrar. Jamais com as mãos vazias. Sempre com ofertas. De acordo com o que foram abençoados. Uma oferta proporcional às bênçãos recebidas. Uau!
O pão do sacrifício, sem fermento, deve ser comido durante a comemoração da Páscoa.
A festa das colheitas deve ser celebrada com suas famílias, seus servos, com o estrangeiro que vive entre eles, os órfãos e as viúvas. O mesmo na festa das cabanas.
Em cada cidade serão nomeados juízes. Que julgarão o povo com justiça. Sem distorcerem-na, imparcialmente. Sem jamais aceitarem suborno. O suborno traz cegueira os olhos dos sábios e corrompe as decisões dos íntegros. Se assim fizessem, seriam abençoados.
Que jamais sejam levantados postes para Aserá ou quaisquer outros ídolos. É detestável ao Senhor.
Que nenhum sacrifício seja oferecido com animal com defeito ou doente. É detestável ao Senhor.
Ele repete que, se alguém se desviar do Senhor e servir a outros deuses, tal notícia deve ser apurada. Se for verdade, o idólatra será morto. Apedrejado. Primeiro pela mão das testemunhas, depois, do restante do povo.
Ninguém será condenado pela palavra de apenas uma testemunha.
Se houver um caso muito complicado, levariam aos juízes da cidade que o Senhor escolherá e, os juízes daquela cidade e os sacerdotes dariam o veredito. O que fosse decidido, não poderia mudar. Cumpririam à risca. Se não cumprissem, morreriam. Eram representantes do Senhor. E deviam ser respeitados.
O Senhor também fala que, quando estivessem na terra e quisessem ser governados por um rei, como todas as nações ao redor, o rei seria israelita. Nunca um estrangeiro.
Ele não teria muitos cavalos, para não ir ao Egito comprá-los. Não acumularia muita quantidade de prata ou ouro para si. Nem tomaria muitas mulheres, do contrário, elas afastariam seu coração do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/abandono.html
Quando o rei sentasse no trono, copiaria a lei para si. Num rolo. Diante dos sacerdotes levitas. Essa cópia, feita por ele, estaria sempre com ele. Todos os dias a leria. Assim, aprenderia a temer ao Senhor. Cumprir todos Seus mandamentos e decretos. Não se tornaria orgulhoso, acreditando estar acima de todos. Aprenderia a depender do Senhor. E a não se desviar dEle. Tal atitude garantiria que ele e seus descendentes teriam longos reinados em Israel.
Que maravilha! Quantas lições a aprender.
Que possamos entregar nossas ofertas ao Senhor na proporção em que somos abençoados. Ah, quantas vezes teremos que oferecer toda nossa vida, cada segundo dela, pois grandes são Suas misericórdias e Sua bondade para conosco!
Que o sirvamos de todo coração.
Que amemos Sua palavra. Que tenhamos ela sempre conosco. Em nossos lábios e corações. Por onde quer que andemos.
Que nossas orelhas sejam furadas pelo Senhor porque queremos serví-Lo em tudo e para sempre.
Hoje ficamos aqui.
Amanhã continuamos. Através dos capítulos dezoito ao vinte.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através de Deuteronômio.
Ontem vimos Moisés ordenar que Israel ame ao Senhor, não se esqueça dEle. Fale de Seus mandamentos o tempo todo, andando, sentado, ao levantar e ao dormir.
Ele falou das bênçãos da obediência e da oportunidade entre escolher a benção e a maldição. Algo que nós também precisamos fazer, diariamente.
Moisés lembrou que o Senhor escolheria um lugar de adoração entre todas as cidades daquela terra. E como deveriam adorá-Lo. Unicamente a Ele e não como os povos daquela terra faziam. Que era abominável a Ele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html
Hoje, continuamos pelos capítulos quinze a dezessete.
Moisés continua seu discurso.
Ao final de cada sete anos todo israelita que houvesse emprestado a outro israelita, perdoaria sua dívida. Era o tempo do Senhor para liberá-los das dívidas.
Não era para ter nenhum pobre em Israel, mas se houvesse algum, seria tratado com generosidade. Tanto nos empréstimos quanto nas doações. Assim, o Senhor os abençoaria.
Se um hebreu, homem ou mulher, se vendesse para pagar alguma dívida, serviria apenas seis anos. No sétimo, seria mandado embora, livre. Sempre com um presente. Dos animais do rebanho de seu senhor, dos cereais de sua eira e do vinho de sua prensa de uvas. Que compartilhassem com ele um pouco da fartura com a qual o Senhor os abençoara.
Se esse escravo não quisesse sair livre após o sexto ano, por amar seu senhor e sua família, ele diria. Eles iriam até à porta da cidade com um furador. O escravo teria a ponta de sua orelha furada e seria escravo para sempre.
Os machos das primeiras crias pertenciam ao Senhor. Seriam comidos, a cada ano, no lugar que o Senhor escolhesse. Junto com a família.
Mais uma vez, lembra que o sangue deve ser derramado e não comido.
O discurso de Moisés é repetitivo. Seu desejo é que se torne parte deles. Que jamais esqueçam suas palavras. Palavras que na verdade não são deles. São do Senhor.
A Páscoa, a Festa das Colheitas e a Festa das Cabanas devem ser realizadas todos os anos.
Todos os anos, todos os homens apresentar-se-ão ao Senhor, no lugar que Ele escolher para celebrar. Jamais com as mãos vazias. Sempre com ofertas. De acordo com o que foram abençoados. Uma oferta proporcional às bênçãos recebidas. Uau!
O pão do sacrifício, sem fermento, deve ser comido durante a comemoração da Páscoa.
A festa das colheitas deve ser celebrada com suas famílias, seus servos, com o estrangeiro que vive entre eles, os órfãos e as viúvas. O mesmo na festa das cabanas.
Em cada cidade serão nomeados juízes. Que julgarão o povo com justiça. Sem distorcerem-na, imparcialmente. Sem jamais aceitarem suborno. O suborno traz cegueira os olhos dos sábios e corrompe as decisões dos íntegros. Se assim fizessem, seriam abençoados.
Que jamais sejam levantados postes para Aserá ou quaisquer outros ídolos. É detestável ao Senhor.
Que nenhum sacrifício seja oferecido com animal com defeito ou doente. É detestável ao Senhor.
Ele repete que, se alguém se desviar do Senhor e servir a outros deuses, tal notícia deve ser apurada. Se for verdade, o idólatra será morto. Apedrejado. Primeiro pela mão das testemunhas, depois, do restante do povo.
Ninguém será condenado pela palavra de apenas uma testemunha.
Se houver um caso muito complicado, levariam aos juízes da cidade que o Senhor escolherá e, os juízes daquela cidade e os sacerdotes dariam o veredito. O que fosse decidido, não poderia mudar. Cumpririam à risca. Se não cumprissem, morreriam. Eram representantes do Senhor. E deviam ser respeitados.
O Senhor também fala que, quando estivessem na terra e quisessem ser governados por um rei, como todas as nações ao redor, o rei seria israelita. Nunca um estrangeiro.
Ele não teria muitos cavalos, para não ir ao Egito comprá-los. Não acumularia muita quantidade de prata ou ouro para si. Nem tomaria muitas mulheres, do contrário, elas afastariam seu coração do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/abandono.html
Quando o rei sentasse no trono, copiaria a lei para si. Num rolo. Diante dos sacerdotes levitas. Essa cópia, feita por ele, estaria sempre com ele. Todos os dias a leria. Assim, aprenderia a temer ao Senhor. Cumprir todos Seus mandamentos e decretos. Não se tornaria orgulhoso, acreditando estar acima de todos. Aprenderia a depender do Senhor. E a não se desviar dEle. Tal atitude garantiria que ele e seus descendentes teriam longos reinados em Israel.
Que maravilha! Quantas lições a aprender.
Que possamos entregar nossas ofertas ao Senhor na proporção em que somos abençoados. Ah, quantas vezes teremos que oferecer toda nossa vida, cada segundo dela, pois grandes são Suas misericórdias e Sua bondade para conosco!
Que o sirvamos de todo coração.
Que amemos Sua palavra. Que tenhamos ela sempre conosco. Em nossos lábios e corações. Por onde quer que andemos.
Que nossas orelhas sejam furadas pelo Senhor porque queremos serví-Lo em tudo e para sempre.
Hoje ficamos aqui.
Amanhã continuamos. Através dos capítulos dezoito ao vinte.
Espero você. Até lá.
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