Leitura do dia 02/09.
Continuamos nossa caminhada através do livro de Ezequiel.
Na postagem anterior vimos o cântico fúnebre pelos reis de Israel. Sua rebelião.
A obediência lhes daria vida. Mas não quiseram.
Também vimos a espada de julgamento do Senhor. Ele julgará a todos. Com justiça. Então, o mundo inteiro saberá que Ele é o Senhor. Não há nenhum outro. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-191-2132.html
Agora, caminharemos a partir do capítulo vinte e dois. Até o capítulo vinte e quatro.
O Senhor pergunta a Ezequiel se está preparado para pronunciar julgamento sobre Jerusalém, a cidade de assassinos. Ordena que o profeta transmita Sua mensagem, para que Jerusalém veja como são detestáveis seus pecados. É culpada pelo sangue que derramou. Está contaminada pelos ídolos que fez. Quando o Senhor fala da cidade, está falando de seus habitantes.
Todo líder de Israel que mora entre seus muros está decidido a derramar sangue. Ninguém decide obedecer o Senhor. O pecado é tamanho que pais e mães são tratados com desprezo. Estrangeiros são obrigados a pagar por proteção. Órfãos e viúvas são oprimidos. As coisas santas são desprezadas. Os sábados do Senhor, profanados. Pessoas acusam outras falsamente, condenando-as à morte. Por toda parte há idólatras e obscenos. Homens tem relações com a mulher de seu pai e se impõem sobre mulheres menstruadas, faltando-lhes com o respeito. Adulteram com a esposa do vizinho. Contaminam a nora. Violentam a própria irmã. Há assassinos de aluguel por toda parte. Agiotas cobram juros abusivos. Pessoas praticam extorsão, sem um pingo de vergonha. Não se lembram do Senhor.
Leio novamente. Estou lendo um texto escrito há milênios atrás ou o jornal de hoje? Parece que é a mesma coisa! Quando pessoas se afastam do Senhor, essas calamidades todas acontecem. Que o Senhor olhe para nós e tenha misericórdia. E faça justiça.
O Senhor ordena Ezequiel a dizer que o povo de Israel é desprezível. Sem valor. Como o refugo de metais quando derretidos na fornalha. Sua ira arderá e derreterá Seu povo. Assim, saberão que foi sua fúria que derramou-se sobre eles. Quando de Sua indignação, serão como uma terra sem chuva.
Seus príncipes tramam conspirações. Devoram inocentes. Apropriam-se de tesouros. Obtém riquezas por extorsão. Fazem muitas viúvas na terra.
Seus sacerdotes não guardam Sua lei. Profanam Suas coisas santas. Não fazem distinção entre o sagrado e o profano. Nem ensinam Seu povo a distinguir entre o cerimonialmente puro e impuro. Desrespeitam Suas leis. E O desonram.
Seus líderes são como lobos que despedaçam suas vítimas, sem nenhuma compaixão. Destroem vidas por dinheiro.
Seus profetas encobrem tudo. Não querem que ninguém veja o que está acontecendo. Contam mentiras. Visões falsas. Previsões que o Senhor não falou.
E, como se não bastasse, o povo oprime os pobres, rouba dos necessitados e nega justiça aos estrangeiros.
Novamente olho. Estou lendo o livro de Ezequiel? Ou passei a ler o jornal de hoje? Como podemos estar vivendo em épocas tão diferentes com acontecimentos tão semelhantes?
O Senhor procurou alguém que reconstruísse o muro que guarda a terra. O muro que protege as cidades. Sua Palavra nos ensina o caminho de proteção. Ele procurou alguém que ficasse na brecha para não precisar trazer juízo e destruição. Não encontrou ninguém.
E hoje? Ele ainda procura. Antes de enviar Seu justo juízo, o castigo merecido a todos que se afastam dEle cometendo os pecados citados acima. Irá encontrar alguém que fique na brecha? Que clame por Ele? Que esteja disposto a voltar às antigas veredas? Que esteja disposto a construir o muro de proteção que são Seus ensinamentos? Irá nos encontrar?
Novamente o Senhor compara cidades a mulheres. Fala de duas irmãs. Filhas da mesma mãe. As duas cidades são Samaria, capital de Israel, reino do Norte e, Jerusalém, capital de Judá, reino do Sul.
Ambas se prostituíram. Desde sua mocidade, quando ainda estavam no Egito. Nunca deixaram seus ídolos que lá conheceram. Quando servimos a qualquer outro deus que não o Senhor, estamos nos prostituindo. Entregando a outro (s) o que é apenas dEle.
Ele julga as duas irmãs. Samaria foi depravada, mas Jerusalém foi pior. Entregou-se totalmente ao desejo e à prostituição. Não se lembrou dEle. Serão castigadas com o castigo que merecem e, quando tal acontecer, não olharão mais para seus ídolos. Não terão mais saudades do Egito. Voltarão seus olhos para o Senhor.
Antes, porém, Jerusalém será exposta para todo o mundo. Como advertência. Foi ela mesma que trouxe toda essa calamidade sobre si. Esqueceu-se do Senhor. Deu-Lhe as costas. Sofrerá as consequências de sua depravação e prostituição.
Cometeram adultério ao adorarem ídolos e assassinato ao sacrificarem seus filhos que geraram para o Senhor. Essas duas cidades serão julgadas por justos, que a julgarão de acordo com o que realmente são. Adúlteras e assassinas.
O Senhor ordenou que Ezequiel colocasse uma panela no fogo. Com água dentro. Que escolhesse as melhores partes da carne. E cozinhasse. Disse que Jerusalém é uma cidade de assassinos. Como uma panela enferrujada. Que não pode ser limpa. O sangue que ela derramou não foi na terra para, pelo menos, ser coberta com o pó. Foi na pedra. Deixou sua marca.
Ezequiel deveria cozinhar a carne com diversos temperos. Depois, queimar os ossos. Em seguida, colocar a panela vazia sobre as brasas. E deixar que queimasse. Até ficar incandescente. Assim era Jerusalém. O Senhor tentou limpá-la. Não quiseram. Então, seria julgada de acordo com suas ações.
O profeta recebeu uma mensagem terrivelmente triste. Em um só golpe O Senhor tiraria dele seu tesouro mais precioso. O que seria? Ações na bolsa? Dinheiro em aplicações? Imóveis? Gado? Joias?
Ezequiel não deve demonstrar tristeza alguma com sua perda. Não deve chorar. Nem derramar sequer uma lágrima. Que sofra em silêncio. Mas não lamente junto ao túmulo. Não descubra a cabeça. Nem fique descalço. Não siga nenhum ritual de luto. Nem aceite a comida que os amigos levavam para consolar o enlutado.
Então, já sabemos que esse tesouro é uma pessoa. Ezequiel sabia quem era seu tesouro mais precioso. Pessoas sempre são nossos tesouros mais preciosos. Sempre.
Pela manhã ele anunciou a mensagem ao povo. À tarde, seu tesouro mais precioso, sua esposa, faleceu. Consegue imaginar sua desolação? Perdeu seu tesouro mais precioso. Agora está só em uma terra distante. Anunciando a mensagem a um povo que não quer ouvir. Não quer se arrepender.
Mesmo com o coração partido, no dia seguinte, ele fez tudo que o Senhor lhe ordenara. Nem ao menos reclamou. É, não é fácil ser profeta.
O povo lhe perguntou o que significava aquilo. O que queria dizer? Ele respondeu. O Senhor iria profanar Seu templo. A fonte da segurança deles, seu orgulho. Seus filhos e filhas seriam mortos à espada. Não pranteariam. Definhariam por causa de seus pecados. Lamentariam uns com os outros por todo mal de fizeram. Ezequiel servira de exemplo. Quando este dia chegasse, saberiam que Ele é o Senhor Soberano.
O Senhor disse ao profeta que um sobrevivente de Jerusalém iria ao seu encontro em Babilônia e contaria o que aconteceu em Jerusalém. Ficaria mudo até lá. Só falaria quando encontrasse com esse mensageiro. Então saberiam que Ele é o Senhor.
O pecado, cujo salário é a morte (Romanos 6.23), levou Israel a total destruição. O Senhor passou anos e anos enviando profetas para admoestar e advertir Seu povo. Não quiseram ouvir. Continuaram com sua idolatria e suas maldades. Até que o dia chegou. Não acreditavam que chegaria. Mas chegou. Ele sempre cumpre Sua palavra, acredite.
Que nos arrependamos e voltemos ao Senhor. Que somente Ele seja nosso Senhor. Que todos os ídolos sejam derrubados.
Sondemos nossos corações!
"Venham, voltemos para o Senhor! Ele nos despedaçou, agora irá nos sarar. Ele nos feriu, agora nos fará curativos. Em pouco tempo nos restaurará, e logo viveremos em Sua presença. Ah, como precisamos conhecer o Senhor; busquemos conhecê-Lo! Ele nos responderá, tão certo como chega o amanhecer ou vêm as chuvas da primavera". - Oseias 6.1-3
Continuamos na próxima postagem. Leremos do capítulo vinte e cinco ao capítulo vinte e seis.
Espero você. Até lá.
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quarta-feira, 4 de setembro de 2019
Ezequiel 22.1-24.27
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quinta-feira, 18 de julho de 2019
Isaías 10.1-12.6
Leitura do dia 18/07.
Continuamos nossa caminhada pelas páginas de Isaías.
Ontem vimos o Senhor falando a Acaz que não precisava temer. Jerusalém não seria invadida pela Síria e Israel. Também vimos o Senhor falar sobre uma futura invasão pela Assíria. Essa, ocorreria. De forma rápida e cruel. Mas, esse tempo de escuridão não duraria para sempre. A luz voltaria a brilhar. Isaías foi chamado a confiar no Senhor, apesar de todas as circunstancias à sua volta. http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/isaias-71-25.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/isaias-81-921.html
Hoje caminharemos a partir do capítulo dez. Até o capítulo doze.
Isaías volta a falar da aflição que espera os juízes injustos, os que decretam leis opressoras, não fazem justiça aos pobres, negam os direitos dos necessitados, exploram as viúvas e tiram proveito dos órfãos. Não terão ajuda. Serão levados como prisioneiros ou estarão entre os mortos.
Uma grande aflição também espera o rei da Assíria. O Senhor o usará como vara de castigo a Israel. Mas ele não entenderá. Não consegue enxergar que é apenas um instrumento do Senhor. Seu desejo é somente destruir. Uma nação após outra. Acredita que o Senhor é como os demais deuses. Que destruiu as nações por causa de seu poder. Não do Senhor. Será castigado. Por causa de sua arrogância e orgulho.
Todos os orgulhosos serão derrubados, como árvores cortadas com um machado.
O Senhor fala que apenas sobrará um remanescente de Israel. Esse remanescente voltará para o Senhor e confiará fielmente nEle.
Mas haverá um dia glorioso. Em que um pequeno tronco da linhagem de Jessé, pai de Davi, brotará. Será um renovo. Um novo ramo que dará frutos. Está falando do Senhor Jesus e Seu reino milenar. O Espírito do Senhor está sobre Ele. Sabedoria. Discernimento. Conselho. Poder. Conhecimento e temor.
Ele não julgará pela aparência. Não acusará com base em fofocas. Fará justiça aos pobres. Suas decisões serão imparciais. Em favor dos oprimidos. O sopro de Sua boca destruirá os perversos. (“... mas o Senhor Jesus o matará com o sopro de Sua boca e o destruirá com o esplendor de Sua vinda”. – 2 Tessalonicenses 2.8b). A justiça será para Ele como um cinto. A verdade como uma cinta nos quadris. Ele se vestirá de justiça e verdade. Que lindo!
Nesse tempo haverá paz. E tranquilidade. Até o lobo viverá com o cordeiro. O leão comerá capim como a vaca. Nada mais de morte. Nem para a sobrevivência. A terra estará cheia de gente que conhece o Senhor. Ele será uma bandeira de salvação para todos. Do mundo inteiro. As nações virão para Ele. Reunir-se-ão a Seus pés. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Naquele dia Seu povo cantará. Louvará o Senhor que o resgatou. Ele será a força e o cântico de Seu povo. Todos os povos ouvirão que Seu nome é magnífico. Seu louvor será conhecido em toda a terra.
Que todos celebrem em alta voz. Com alegria. Bebendo das fontes da salvação.
Isaías fala de algo que está para acontecer em sua época. A destruição de Israel pela Assíria. Depois a destruição da Assíria. E a volta do povo a Jerusalém. Com a liderança de um descendente de Davi. Tudo aconteceu. Tal qual profetizado. Está escrito em Crônicas. Em Esdras e Neemias.
Mas, quando fala do tronco da linhagem de Jessé, também está profetizando sobre um futuro que não aconteceu. Um futuro profetizado em Apocalipse (19 e 20).
Tal qual Isaías, vivemos num tempo em que o Senhor operará Seu juízo. Seu justo juízo. E tal qual Isaías, podemos olhar com duas perspectivas. O juízo vem. Rápido e certeiro. Mas haverá um remanescente. Como seus dois filhos, Sear-Jasube, “Um remanescente voltará” e Maher-Shalai-Hash-Baz, “Veloz para saquear e rápido para levar embora”.
Que nossa confiança esteja no Senhor. E apenas nEle. Que sejamos parte do Seu remanescente.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo treze. Até o capítulo quinze.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelas páginas de Isaías.
Ontem vimos o Senhor falando a Acaz que não precisava temer. Jerusalém não seria invadida pela Síria e Israel. Também vimos o Senhor falar sobre uma futura invasão pela Assíria. Essa, ocorreria. De forma rápida e cruel. Mas, esse tempo de escuridão não duraria para sempre. A luz voltaria a brilhar. Isaías foi chamado a confiar no Senhor, apesar de todas as circunstancias à sua volta. http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/isaias-71-25.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/isaias-81-921.html
Hoje caminharemos a partir do capítulo dez. Até o capítulo doze.
Isaías volta a falar da aflição que espera os juízes injustos, os que decretam leis opressoras, não fazem justiça aos pobres, negam os direitos dos necessitados, exploram as viúvas e tiram proveito dos órfãos. Não terão ajuda. Serão levados como prisioneiros ou estarão entre os mortos.
Uma grande aflição também espera o rei da Assíria. O Senhor o usará como vara de castigo a Israel. Mas ele não entenderá. Não consegue enxergar que é apenas um instrumento do Senhor. Seu desejo é somente destruir. Uma nação após outra. Acredita que o Senhor é como os demais deuses. Que destruiu as nações por causa de seu poder. Não do Senhor. Será castigado. Por causa de sua arrogância e orgulho.
Todos os orgulhosos serão derrubados, como árvores cortadas com um machado.
O Senhor fala que apenas sobrará um remanescente de Israel. Esse remanescente voltará para o Senhor e confiará fielmente nEle.
Mas haverá um dia glorioso. Em que um pequeno tronco da linhagem de Jessé, pai de Davi, brotará. Será um renovo. Um novo ramo que dará frutos. Está falando do Senhor Jesus e Seu reino milenar. O Espírito do Senhor está sobre Ele. Sabedoria. Discernimento. Conselho. Poder. Conhecimento e temor.
Ele não julgará pela aparência. Não acusará com base em fofocas. Fará justiça aos pobres. Suas decisões serão imparciais. Em favor dos oprimidos. O sopro de Sua boca destruirá os perversos. (“... mas o Senhor Jesus o matará com o sopro de Sua boca e o destruirá com o esplendor de Sua vinda”. – 2 Tessalonicenses 2.8b). A justiça será para Ele como um cinto. A verdade como uma cinta nos quadris. Ele se vestirá de justiça e verdade. Que lindo!
Nesse tempo haverá paz. E tranquilidade. Até o lobo viverá com o cordeiro. O leão comerá capim como a vaca. Nada mais de morte. Nem para a sobrevivência. A terra estará cheia de gente que conhece o Senhor. Ele será uma bandeira de salvação para todos. Do mundo inteiro. As nações virão para Ele. Reunir-se-ão a Seus pés. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Naquele dia Seu povo cantará. Louvará o Senhor que o resgatou. Ele será a força e o cântico de Seu povo. Todos os povos ouvirão que Seu nome é magnífico. Seu louvor será conhecido em toda a terra.
Que todos celebrem em alta voz. Com alegria. Bebendo das fontes da salvação.
Isaías fala de algo que está para acontecer em sua época. A destruição de Israel pela Assíria. Depois a destruição da Assíria. E a volta do povo a Jerusalém. Com a liderança de um descendente de Davi. Tudo aconteceu. Tal qual profetizado. Está escrito em Crônicas. Em Esdras e Neemias.
Mas, quando fala do tronco da linhagem de Jessé, também está profetizando sobre um futuro que não aconteceu. Um futuro profetizado em Apocalipse (19 e 20).
Tal qual Isaías, vivemos num tempo em que o Senhor operará Seu juízo. Seu justo juízo. E tal qual Isaías, podemos olhar com duas perspectivas. O juízo vem. Rápido e certeiro. Mas haverá um remanescente. Como seus dois filhos, Sear-Jasube, “Um remanescente voltará” e Maher-Shalai-Hash-Baz, “Veloz para saquear e rápido para levar embora”.
Que nossa confiança esteja no Senhor. E apenas nEle. Que sejamos parte do Seu remanescente.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo treze. Até o capítulo quinze.
Espero você. Até lá.
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sábado, 23 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 24.1-26.19
Leitura do dia 23/02.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos as leis referentes aos casos de homicídios não resolvidos. O casamento com uma prisioneira. Os direitos do primogênito. A tristeza causada por um filho incorrigível. Normas sobre execução, responsabilidades civis, pureza sexual, casamento, respeito, adoração, guerras, saneamento básico e votos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-211-2325.html
Hoje caminharemos pelos capítulos vinte e quatro a vinte e sete.
Nesta primeira postagem, até o capítulo vinte e seis.
Moisés ensina que se um homem casar e depois encontrar em sua esposa algo “vergonhoso” da parte dela, escreveria uma carta de divórcio e a deixaria ir. Ela teria o direito de se casar com outro. Se esse novo marido lhe desse carta de divórcio ou morresse, ela não poderia ser novamente sua esposa.
O homem recém-casado não seria convocado para o serviço militar ou qualquer outra responsabilidade oficial. Estava livre para passar um ano em casa, proporcionando alegria à sua esposa. Não é fantástico? Sou uma romântica incorrigível. Ele também é.
Não seria pego como garantia de uma dívida nada primordial para o sustento de quem obteve empréstimo.
O credor também não entraria na casa da pessoa para pegar uma garantia. Ficaria do lado de fora esperando o que lhe fosse entregue. Se fosse uma manta, à noite devolveria, para o devedor não passar frio. O Senhor considera tal atitude um ato de justiça.
Jamais aceitariam a roupa da viúva como garantia por sua dívida.
Um sequestrador seria morto. Para Israel aprender e não existir mais sequestradores em seu meio.
Quem tivesse lepra, obedeceria a todas as instruções do sacerdote.
A lei ordenava que ninguém se aproveitasse dos trabalhadores, mesmo os estrangeiros. Seriam pagos diariamente. Se não fossem e clamassem ao Senhor, o empregador seria considerado culpado. Aos olhos do Senhor. Bem mais terrível que aos olhos da justiça.
Os pais não seriam executados pelos pecados dos filhos. Nem os filhos pelos pecados dos pais. Cada um seria executado, se merecedor, por causa de seu próprio pecado.
Os estrangeiros, órfãos e viúvas devem ser tratados com justiça.
Se esquecessem um feixe no campo enquanto estavam fazendo a colheita, não voltariam para buscar. Ficaria para os estrangeiros, os órfãos e as viúvas. As azeitonas que não caíssem da primeira vez que a oliveira fosse chacoalhada também. Assim o Senhor os abençoaria.
O Senhor sempre demonstra Seu cuidado para com os estrangeiros, órfãos e viúvas. Cuidados esses que nós precisamos nos ater. Esse é o verdadeiro evangelho.
“A religião pura e verdadeira aos olhos de Deus, o Pai, é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se deixar corromper pelo mundo”. – Tiago 1.27
Se duas pessoas brigassem, a ponto de irem ao tribunal, o que os juízes declarassem, seria a sentença. Se fosse açoite não passaria de trinta e nove. Mais que isso era humilhação, não justiça.
Até os animais são lembrados na lei. O boi não ficaria com a boca amordaçada enquanto debulhava os cereais. Tinha direito de comer.
Se dois irmãos morassem na mesma propriedade e um deles morresse sem deixar filhos, a viúva se casaria com o cunhado. Era seu dever suscitar um filho a seu irmão para que seu nome não fosse esquecido. Se recusasse, ela o levaria à porta da cidade, descalçaria seu pé e sua casa seria conhecida como “família do descalçado”. Essa lei não contemplava apenas o nome do falecido, mas o sustento da viúva.
As balanças e as medidas devem ser justas, exatas. Quem engana com pesos e medidas é detestável ao Senhor.
Quando tivessem a primeira colheita na terra, levariam alguns dos primeiros frutos para o sacerdote, como oferta ao Senhor, reconhecendo que entraram na terra que o Senhor havia jurado dar a seus pais. Recordariam da saída do Egito e da passagem pelo deserto, louvando ao Senhor, prostrando-se diante dEle. Depois, se alegrariam com toda a família por tudo de bom que o Senhor lhes dava. Os levitas e os estrangeiros que viviam entre eles, seriam incluídos nesta celebração.
Moisés lembra-lhes dos dízimos que eram separados a cada três anos. E novamente os chama à obediência, mostrando-lhes todas as vantagens que ela carrega.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos as leis referentes aos casos de homicídios não resolvidos. O casamento com uma prisioneira. Os direitos do primogênito. A tristeza causada por um filho incorrigível. Normas sobre execução, responsabilidades civis, pureza sexual, casamento, respeito, adoração, guerras, saneamento básico e votos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-211-2325.html
Hoje caminharemos pelos capítulos vinte e quatro a vinte e sete.
Nesta primeira postagem, até o capítulo vinte e seis.
Moisés ensina que se um homem casar e depois encontrar em sua esposa algo “vergonhoso” da parte dela, escreveria uma carta de divórcio e a deixaria ir. Ela teria o direito de se casar com outro. Se esse novo marido lhe desse carta de divórcio ou morresse, ela não poderia ser novamente sua esposa.
O homem recém-casado não seria convocado para o serviço militar ou qualquer outra responsabilidade oficial. Estava livre para passar um ano em casa, proporcionando alegria à sua esposa. Não é fantástico? Sou uma romântica incorrigível. Ele também é.
Não seria pego como garantia de uma dívida nada primordial para o sustento de quem obteve empréstimo.
O credor também não entraria na casa da pessoa para pegar uma garantia. Ficaria do lado de fora esperando o que lhe fosse entregue. Se fosse uma manta, à noite devolveria, para o devedor não passar frio. O Senhor considera tal atitude um ato de justiça.
Jamais aceitariam a roupa da viúva como garantia por sua dívida.
Um sequestrador seria morto. Para Israel aprender e não existir mais sequestradores em seu meio.
Quem tivesse lepra, obedeceria a todas as instruções do sacerdote.
A lei ordenava que ninguém se aproveitasse dos trabalhadores, mesmo os estrangeiros. Seriam pagos diariamente. Se não fossem e clamassem ao Senhor, o empregador seria considerado culpado. Aos olhos do Senhor. Bem mais terrível que aos olhos da justiça.
Os pais não seriam executados pelos pecados dos filhos. Nem os filhos pelos pecados dos pais. Cada um seria executado, se merecedor, por causa de seu próprio pecado.
Os estrangeiros, órfãos e viúvas devem ser tratados com justiça.
Se esquecessem um feixe no campo enquanto estavam fazendo a colheita, não voltariam para buscar. Ficaria para os estrangeiros, os órfãos e as viúvas. As azeitonas que não caíssem da primeira vez que a oliveira fosse chacoalhada também. Assim o Senhor os abençoaria.
O Senhor sempre demonstra Seu cuidado para com os estrangeiros, órfãos e viúvas. Cuidados esses que nós precisamos nos ater. Esse é o verdadeiro evangelho.
“A religião pura e verdadeira aos olhos de Deus, o Pai, é esta: cuidar dos órfãos e das viúvas em suas dificuldades e não se deixar corromper pelo mundo”. – Tiago 1.27
Se duas pessoas brigassem, a ponto de irem ao tribunal, o que os juízes declarassem, seria a sentença. Se fosse açoite não passaria de trinta e nove. Mais que isso era humilhação, não justiça.
Até os animais são lembrados na lei. O boi não ficaria com a boca amordaçada enquanto debulhava os cereais. Tinha direito de comer.
Se dois irmãos morassem na mesma propriedade e um deles morresse sem deixar filhos, a viúva se casaria com o cunhado. Era seu dever suscitar um filho a seu irmão para que seu nome não fosse esquecido. Se recusasse, ela o levaria à porta da cidade, descalçaria seu pé e sua casa seria conhecida como “família do descalçado”. Essa lei não contemplava apenas o nome do falecido, mas o sustento da viúva.
As balanças e as medidas devem ser justas, exatas. Quem engana com pesos e medidas é detestável ao Senhor.
Quando tivessem a primeira colheita na terra, levariam alguns dos primeiros frutos para o sacerdote, como oferta ao Senhor, reconhecendo que entraram na terra que o Senhor havia jurado dar a seus pais. Recordariam da saída do Egito e da passagem pelo deserto, louvando ao Senhor, prostrando-se diante dEle. Depois, se alegrariam com toda a família por tudo de bom que o Senhor lhes dava. Os levitas e os estrangeiros que viviam entre eles, seriam incluídos nesta celebração.
Moisés lembra-lhes dos dízimos que eram separados a cada três anos. E novamente os chama à obediência, mostrando-lhes todas as vantagens que ela carrega.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 15.1-17.20
Leitura do dia 20/02.
Continuamos nossa caminhada através de Deuteronômio.
Ontem vimos Moisés ordenar que Israel ame ao Senhor, não se esqueça dEle. Fale de Seus mandamentos o tempo todo, andando, sentado, ao levantar e ao dormir.
Ele falou das bênçãos da obediência e da oportunidade entre escolher a benção e a maldição. Algo que nós também precisamos fazer, diariamente.
Moisés lembrou que o Senhor escolheria um lugar de adoração entre todas as cidades daquela terra. E como deveriam adorá-Lo. Unicamente a Ele e não como os povos daquela terra faziam. Que era abominável a Ele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html
Hoje, continuamos pelos capítulos quinze a dezessete.
Moisés continua seu discurso.
Ao final de cada sete anos todo israelita que houvesse emprestado a outro israelita, perdoaria sua dívida. Era o tempo do Senhor para liberá-los das dívidas.
Não era para ter nenhum pobre em Israel, mas se houvesse algum, seria tratado com generosidade. Tanto nos empréstimos quanto nas doações. Assim, o Senhor os abençoaria.
Se um hebreu, homem ou mulher, se vendesse para pagar alguma dívida, serviria apenas seis anos. No sétimo, seria mandado embora, livre. Sempre com um presente. Dos animais do rebanho de seu senhor, dos cereais de sua eira e do vinho de sua prensa de uvas. Que compartilhassem com ele um pouco da fartura com a qual o Senhor os abençoara.
Se esse escravo não quisesse sair livre após o sexto ano, por amar seu senhor e sua família, ele diria. Eles iriam até à porta da cidade com um furador. O escravo teria a ponta de sua orelha furada e seria escravo para sempre.
Os machos das primeiras crias pertenciam ao Senhor. Seriam comidos, a cada ano, no lugar que o Senhor escolhesse. Junto com a família.
Mais uma vez, lembra que o sangue deve ser derramado e não comido.
O discurso de Moisés é repetitivo. Seu desejo é que se torne parte deles. Que jamais esqueçam suas palavras. Palavras que na verdade não são deles. São do Senhor.
A Páscoa, a Festa das Colheitas e a Festa das Cabanas devem ser realizadas todos os anos.
Todos os anos, todos os homens apresentar-se-ão ao Senhor, no lugar que Ele escolher para celebrar. Jamais com as mãos vazias. Sempre com ofertas. De acordo com o que foram abençoados. Uma oferta proporcional às bênçãos recebidas. Uau!
O pão do sacrifício, sem fermento, deve ser comido durante a comemoração da Páscoa.
A festa das colheitas deve ser celebrada com suas famílias, seus servos, com o estrangeiro que vive entre eles, os órfãos e as viúvas. O mesmo na festa das cabanas.
Em cada cidade serão nomeados juízes. Que julgarão o povo com justiça. Sem distorcerem-na, imparcialmente. Sem jamais aceitarem suborno. O suborno traz cegueira os olhos dos sábios e corrompe as decisões dos íntegros. Se assim fizessem, seriam abençoados.
Que jamais sejam levantados postes para Aserá ou quaisquer outros ídolos. É detestável ao Senhor.
Que nenhum sacrifício seja oferecido com animal com defeito ou doente. É detestável ao Senhor.
Ele repete que, se alguém se desviar do Senhor e servir a outros deuses, tal notícia deve ser apurada. Se for verdade, o idólatra será morto. Apedrejado. Primeiro pela mão das testemunhas, depois, do restante do povo.
Ninguém será condenado pela palavra de apenas uma testemunha.
Se houver um caso muito complicado, levariam aos juízes da cidade que o Senhor escolherá e, os juízes daquela cidade e os sacerdotes dariam o veredito. O que fosse decidido, não poderia mudar. Cumpririam à risca. Se não cumprissem, morreriam. Eram representantes do Senhor. E deviam ser respeitados.
O Senhor também fala que, quando estivessem na terra e quisessem ser governados por um rei, como todas as nações ao redor, o rei seria israelita. Nunca um estrangeiro.
Ele não teria muitos cavalos, para não ir ao Egito comprá-los. Não acumularia muita quantidade de prata ou ouro para si. Nem tomaria muitas mulheres, do contrário, elas afastariam seu coração do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/abandono.html
Quando o rei sentasse no trono, copiaria a lei para si. Num rolo. Diante dos sacerdotes levitas. Essa cópia, feita por ele, estaria sempre com ele. Todos os dias a leria. Assim, aprenderia a temer ao Senhor. Cumprir todos Seus mandamentos e decretos. Não se tornaria orgulhoso, acreditando estar acima de todos. Aprenderia a depender do Senhor. E a não se desviar dEle. Tal atitude garantiria que ele e seus descendentes teriam longos reinados em Israel.
Que maravilha! Quantas lições a aprender.
Que possamos entregar nossas ofertas ao Senhor na proporção em que somos abençoados. Ah, quantas vezes teremos que oferecer toda nossa vida, cada segundo dela, pois grandes são Suas misericórdias e Sua bondade para conosco!
Que o sirvamos de todo coração.
Que amemos Sua palavra. Que tenhamos ela sempre conosco. Em nossos lábios e corações. Por onde quer que andemos.
Que nossas orelhas sejam furadas pelo Senhor porque queremos serví-Lo em tudo e para sempre.
Hoje ficamos aqui.
Amanhã continuamos. Através dos capítulos dezoito ao vinte.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através de Deuteronômio.
Ontem vimos Moisés ordenar que Israel ame ao Senhor, não se esqueça dEle. Fale de Seus mandamentos o tempo todo, andando, sentado, ao levantar e ao dormir.
Ele falou das bênçãos da obediência e da oportunidade entre escolher a benção e a maldição. Algo que nós também precisamos fazer, diariamente.
Moisés lembrou que o Senhor escolheria um lugar de adoração entre todas as cidades daquela terra. E como deveriam adorá-Lo. Unicamente a Ele e não como os povos daquela terra faziam. Que era abominável a Ele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html
Hoje, continuamos pelos capítulos quinze a dezessete.
Moisés continua seu discurso.
Ao final de cada sete anos todo israelita que houvesse emprestado a outro israelita, perdoaria sua dívida. Era o tempo do Senhor para liberá-los das dívidas.
Não era para ter nenhum pobre em Israel, mas se houvesse algum, seria tratado com generosidade. Tanto nos empréstimos quanto nas doações. Assim, o Senhor os abençoaria.
Se um hebreu, homem ou mulher, se vendesse para pagar alguma dívida, serviria apenas seis anos. No sétimo, seria mandado embora, livre. Sempre com um presente. Dos animais do rebanho de seu senhor, dos cereais de sua eira e do vinho de sua prensa de uvas. Que compartilhassem com ele um pouco da fartura com a qual o Senhor os abençoara.
Se esse escravo não quisesse sair livre após o sexto ano, por amar seu senhor e sua família, ele diria. Eles iriam até à porta da cidade com um furador. O escravo teria a ponta de sua orelha furada e seria escravo para sempre.
Os machos das primeiras crias pertenciam ao Senhor. Seriam comidos, a cada ano, no lugar que o Senhor escolhesse. Junto com a família.
Mais uma vez, lembra que o sangue deve ser derramado e não comido.
O discurso de Moisés é repetitivo. Seu desejo é que se torne parte deles. Que jamais esqueçam suas palavras. Palavras que na verdade não são deles. São do Senhor.
A Páscoa, a Festa das Colheitas e a Festa das Cabanas devem ser realizadas todos os anos.
Todos os anos, todos os homens apresentar-se-ão ao Senhor, no lugar que Ele escolher para celebrar. Jamais com as mãos vazias. Sempre com ofertas. De acordo com o que foram abençoados. Uma oferta proporcional às bênçãos recebidas. Uau!
O pão do sacrifício, sem fermento, deve ser comido durante a comemoração da Páscoa.
A festa das colheitas deve ser celebrada com suas famílias, seus servos, com o estrangeiro que vive entre eles, os órfãos e as viúvas. O mesmo na festa das cabanas.
Em cada cidade serão nomeados juízes. Que julgarão o povo com justiça. Sem distorcerem-na, imparcialmente. Sem jamais aceitarem suborno. O suborno traz cegueira os olhos dos sábios e corrompe as decisões dos íntegros. Se assim fizessem, seriam abençoados.
Que jamais sejam levantados postes para Aserá ou quaisquer outros ídolos. É detestável ao Senhor.
Que nenhum sacrifício seja oferecido com animal com defeito ou doente. É detestável ao Senhor.
Ele repete que, se alguém se desviar do Senhor e servir a outros deuses, tal notícia deve ser apurada. Se for verdade, o idólatra será morto. Apedrejado. Primeiro pela mão das testemunhas, depois, do restante do povo.
Ninguém será condenado pela palavra de apenas uma testemunha.
Se houver um caso muito complicado, levariam aos juízes da cidade que o Senhor escolherá e, os juízes daquela cidade e os sacerdotes dariam o veredito. O que fosse decidido, não poderia mudar. Cumpririam à risca. Se não cumprissem, morreriam. Eram representantes do Senhor. E deviam ser respeitados.
O Senhor também fala que, quando estivessem na terra e quisessem ser governados por um rei, como todas as nações ao redor, o rei seria israelita. Nunca um estrangeiro.
Ele não teria muitos cavalos, para não ir ao Egito comprá-los. Não acumularia muita quantidade de prata ou ouro para si. Nem tomaria muitas mulheres, do contrário, elas afastariam seu coração do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/abandono.html
Quando o rei sentasse no trono, copiaria a lei para si. Num rolo. Diante dos sacerdotes levitas. Essa cópia, feita por ele, estaria sempre com ele. Todos os dias a leria. Assim, aprenderia a temer ao Senhor. Cumprir todos Seus mandamentos e decretos. Não se tornaria orgulhoso, acreditando estar acima de todos. Aprenderia a depender do Senhor. E a não se desviar dEle. Tal atitude garantiria que ele e seus descendentes teriam longos reinados em Israel.
Que maravilha! Quantas lições a aprender.
Que possamos entregar nossas ofertas ao Senhor na proporção em que somos abençoados. Ah, quantas vezes teremos que oferecer toda nossa vida, cada segundo dela, pois grandes são Suas misericórdias e Sua bondade para conosco!
Que o sirvamos de todo coração.
Que amemos Sua palavra. Que tenhamos ela sempre conosco. Em nossos lábios e corações. Por onde quer que andemos.
Que nossas orelhas sejam furadas pelo Senhor porque queremos serví-Lo em tudo e para sempre.
Hoje ficamos aqui.
Amanhã continuamos. Através dos capítulos dezoito ao vinte.
Espero você. Até lá.
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terça-feira, 19 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 11.1-14.29
Leitura do dia 19/02.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos o chamado de Moisés para lembrar, obedecer e amar ao Senhor. Vimos também que a terra foi dada pelo Senhor, em cumprimento ao Seu juramento solene a Abraão, Isaque e Jacó.
As nações seriam expulsas diante de Israel por estarem colhendo as consequências de seus pecados. Não pela bondade de Israel.
Moisés lembrou-lhe do bezerro de ouro e da nova cópia da aliança nas duas tábuas de pedra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-81-1022.html
Hoje caminharemos através dos capítulos onze a quatorze.
Moisés continua, como um pai que tem seus dias contados, repetindo a Israel que devem amar ao Senhor e obedecê-Lo. Sempre. Esta é a chave, o amor!
Se obedecerem terão vida longa na terra que estão prestes a tomar posse. Serão abençoados, se obedecerem fielmente, amarem e servirem-No de todo o coração e de toda a alma. Assim, Ele mandaria as chuvas no tempo certo, para terem colheitas abundantes e pastos verdejantes para seus animais.
Precisariam ter muito cuidado para não se desviarem do Senhor. Que gravassem aquelas palavras no coração e na mente. Amarrassem às suas mãos e prendessem às suas testas. Que as ensinassem a seus filhos. Que conversassem sobre elas em todo o tempo, em qualquer lugar. Desde a hora que se levantassem, até a hora em que fossem deitar. Que as escrevessem em seus portões e nos batentes de suas casas. O importante era não esquecer as palavras do Senhor. Não se esquecer dEle. Amá-Lo.
Se assim fizessem conquistariam todas aquelas nações, mesmo sendo maiores e mais fortes que eles. O Senhor as expulsaria de diante deles.
Moisés lhes deu uma escolha. Alternativa a ou alternativa b. Precisariam escolher entre a benção e a maldição. Eles sabiam os frutos de ambas. Estavam com o gabarito preenchido nas mãos. Bastava escolher.
Quando estivessem em suas terras, as bênçãos seriam pronunciadas no monte Gerizim e as maldições no monte Ebal. Assim, todos ouviriam novamente e teriam a chance de escolher o que desejavam para suas vidas e de seus descendentes.
Moisés reforça que devem destruir as nações que conquistarão. Para que não venham a seguir seus exemplos e se afastem do Senhor. Para que fiquem longe das maldições que viriam se desobedecessem.
Não devem adorar ao Senhor como aquelas nações adoravam seus deuses. Eles se prostituíam em "adoração" e até ofereciam seus filhos, passando-os pelo fogo.
Como não estariam mais juntos em um só acampamento, mas divididos em suas cidades, o Senhor ordena que O adorem apenas no lugar que Ele escolher. Assim, teriam um padrão, não se perderiam, cada um fazendo o que bem entendesse.
Mas, quando estivessem na terra, podiam comer carne quando quisessem, desde que fossem os animais limpos, que não fossem cerimonialmente impuros (e ele repete novamente quais são) e que não comessem o sangue. Moisés repete algumas vezes sobre não comer o sangue. Deveria ser derrubado na terra, como água.
Mas, os dízimos e as ofertas seriam comidos na presença do Senhor, junto com suas famílias, seus servos e o levita. Nunca poderiam esquecer de abençoar o levita. Ele não tinha herança no meio deles. Essa ordenança é muito importante aos olhos do Senhor.
De três em três anos, todo dízimo deveria ser entregue ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, para que comessem e se fartassem. Assim, o Senhor continuaria abençoando-os em seus trabalhos.
Moisés alerta que surgirão falsos profetas e pessoas com sonhos. Ainda que elas profetizassem algo, ou sonhem, e viesse a acontecer, que não se deixassem enganar seguindo seus conselhos e indo atrás de outros deuses. Era o Senhor provando-os para ver se seus corações eram ou não voltados para Ele.
Se alguém os instigasse secretamente a servir a outros deuses, ainda que fosse seu irmão, seu filho, seu amigo mais chegado e até sua esposa querida, teriam que denunciá-los. Seria pena de morte, para que Israel temesse e ninguém voltasse a agir dessa maneira, perversa, levando-os à destruição.
Parece duro. Mas era para ouvirem a lei e obedecer, sem que tal coisa viesse a acontecer. Se obedeço, se me apego ao Senhor como Moisés tem aconselhado em seus discursos, não irei instigar ninguém a servir outros deuses. Meu coração é do Senhor. Apenas dEle.
Mais uma vez era a escolha entre a benção e a maldição.
Como povo santo, Moisés ordenou que não fizessem marcas na pele, se cortando ou raspando seu cabelo cima da testa, em sinal de luto.
Que Suas palavras estejam gravadas em nossos corações, nossos olhos, nossos pés, nossas mãos. Que sejamos apenas dEle. Que nossos corações sejam totalmente inclinados a Ele. Que aprendamos a escolher sempre a benção. É muito melhor.
Continuamos amanhã, através dos capítulos quinze a dezessete.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.
Ontem vimos o chamado de Moisés para lembrar, obedecer e amar ao Senhor. Vimos também que a terra foi dada pelo Senhor, em cumprimento ao Seu juramento solene a Abraão, Isaque e Jacó.
As nações seriam expulsas diante de Israel por estarem colhendo as consequências de seus pecados. Não pela bondade de Israel.
Moisés lembrou-lhe do bezerro de ouro e da nova cópia da aliança nas duas tábuas de pedra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-81-1022.html
Hoje caminharemos através dos capítulos onze a quatorze.
Moisés continua, como um pai que tem seus dias contados, repetindo a Israel que devem amar ao Senhor e obedecê-Lo. Sempre. Esta é a chave, o amor!
Se obedecerem terão vida longa na terra que estão prestes a tomar posse. Serão abençoados, se obedecerem fielmente, amarem e servirem-No de todo o coração e de toda a alma. Assim, Ele mandaria as chuvas no tempo certo, para terem colheitas abundantes e pastos verdejantes para seus animais.
Precisariam ter muito cuidado para não se desviarem do Senhor. Que gravassem aquelas palavras no coração e na mente. Amarrassem às suas mãos e prendessem às suas testas. Que as ensinassem a seus filhos. Que conversassem sobre elas em todo o tempo, em qualquer lugar. Desde a hora que se levantassem, até a hora em que fossem deitar. Que as escrevessem em seus portões e nos batentes de suas casas. O importante era não esquecer as palavras do Senhor. Não se esquecer dEle. Amá-Lo.
Se assim fizessem conquistariam todas aquelas nações, mesmo sendo maiores e mais fortes que eles. O Senhor as expulsaria de diante deles.
Moisés lhes deu uma escolha. Alternativa a ou alternativa b. Precisariam escolher entre a benção e a maldição. Eles sabiam os frutos de ambas. Estavam com o gabarito preenchido nas mãos. Bastava escolher.
Quando estivessem em suas terras, as bênçãos seriam pronunciadas no monte Gerizim e as maldições no monte Ebal. Assim, todos ouviriam novamente e teriam a chance de escolher o que desejavam para suas vidas e de seus descendentes.
Moisés reforça que devem destruir as nações que conquistarão. Para que não venham a seguir seus exemplos e se afastem do Senhor. Para que fiquem longe das maldições que viriam se desobedecessem.
Não devem adorar ao Senhor como aquelas nações adoravam seus deuses. Eles se prostituíam em "adoração" e até ofereciam seus filhos, passando-os pelo fogo.
Como não estariam mais juntos em um só acampamento, mas divididos em suas cidades, o Senhor ordena que O adorem apenas no lugar que Ele escolher. Assim, teriam um padrão, não se perderiam, cada um fazendo o que bem entendesse.
Mas, quando estivessem na terra, podiam comer carne quando quisessem, desde que fossem os animais limpos, que não fossem cerimonialmente impuros (e ele repete novamente quais são) e que não comessem o sangue. Moisés repete algumas vezes sobre não comer o sangue. Deveria ser derrubado na terra, como água.
Mas, os dízimos e as ofertas seriam comidos na presença do Senhor, junto com suas famílias, seus servos e o levita. Nunca poderiam esquecer de abençoar o levita. Ele não tinha herança no meio deles. Essa ordenança é muito importante aos olhos do Senhor.
De três em três anos, todo dízimo deveria ser entregue ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, para que comessem e se fartassem. Assim, o Senhor continuaria abençoando-os em seus trabalhos.
Moisés alerta que surgirão falsos profetas e pessoas com sonhos. Ainda que elas profetizassem algo, ou sonhem, e viesse a acontecer, que não se deixassem enganar seguindo seus conselhos e indo atrás de outros deuses. Era o Senhor provando-os para ver se seus corações eram ou não voltados para Ele.
Se alguém os instigasse secretamente a servir a outros deuses, ainda que fosse seu irmão, seu filho, seu amigo mais chegado e até sua esposa querida, teriam que denunciá-los. Seria pena de morte, para que Israel temesse e ninguém voltasse a agir dessa maneira, perversa, levando-os à destruição.
Parece duro. Mas era para ouvirem a lei e obedecer, sem que tal coisa viesse a acontecer. Se obedeço, se me apego ao Senhor como Moisés tem aconselhado em seus discursos, não irei instigar ninguém a servir outros deuses. Meu coração é do Senhor. Apenas dEle.
Mais uma vez era a escolha entre a benção e a maldição.
Como povo santo, Moisés ordenou que não fizessem marcas na pele, se cortando ou raspando seu cabelo cima da testa, em sinal de luto.
Que Suas palavras estejam gravadas em nossos corações, nossos olhos, nossos pés, nossas mãos. Que sejamos apenas dEle. Que nossos corações sejam totalmente inclinados a Ele. Que aprendamos a escolher sempre a benção. É muito melhor.
Continuamos amanhã, através dos capítulos quinze a dezessete.
Espero você. Até lá.
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2019
Êxodo 22.1-1-32
Leitura do dia 22/01.
Na postagem anterior, vimos que o Senhor começou a transmitir Seus decretos para uma nação que acaba de nascer. Decretos com relação aos escravos e a danos pessoais.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-211-36.html
Agora, continuamos através do capítulo vinte e dois.
O Senhor fala com relação à proteção da propriedade.
Se um ladrão roubar, deve restituir. Se não tiver como pagar, será vendido como escravo. Se alguém estiver de posse da propriedade de seu próximo é responsável por zelar por ela.
Se um homem seduzir uma virgem, deve se casar com ela. Se o pai não permitir, deve indenizar.
A feiticeira não deve viver. Nem quem tiver relações sexuais com um animal. Nem quem sacrificar a qualquer deus que não ao Senhor.
O estrangeiro, a viúva e o órfão devem ser bem cuidados. Não é porque estão sozinhos que podem ser explorados. O Senhor se levantará, se clamarem a Ele, e os defenderá.
Se emprestar dinheiro a alguém, que seja para ajudar. Não para ter lucro. Se exigir sua capa como garantia, devolverá à noite para que durma. Pode ser seu único agasalho. O cuidado com o outro está acima dos lucros.
O nome do Senhor não pode ser blasfemado. As autoridades não podem ser amaldiçoadas.
As ofertas devem ser completas, sem nenhum tipo de retenção.
O primeiro filho é do Senhor, como já havia falado na instituição da Páscoa. Assim como os primogênitos dos animais. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-131-22.html
O cuidado do Senhor é tão maravilhoso que o filhote não poderia sair do lado de sua mãe por sete dias.
Israel seria um povo santo. Um povo separado. Para o Senhor.
Não comeriam carne despedaçada por feras. É o Senhor cuidando para não haver nenhum tipo de contaminação.
E os decretos continuam. Na próxima postagem. Até já.
Na postagem anterior, vimos que o Senhor começou a transmitir Seus decretos para uma nação que acaba de nascer. Decretos com relação aos escravos e a danos pessoais.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-211-36.html
Agora, continuamos através do capítulo vinte e dois.
O Senhor fala com relação à proteção da propriedade.
Se um ladrão roubar, deve restituir. Se não tiver como pagar, será vendido como escravo. Se alguém estiver de posse da propriedade de seu próximo é responsável por zelar por ela.
Se um homem seduzir uma virgem, deve se casar com ela. Se o pai não permitir, deve indenizar.
A feiticeira não deve viver. Nem quem tiver relações sexuais com um animal. Nem quem sacrificar a qualquer deus que não ao Senhor.
O estrangeiro, a viúva e o órfão devem ser bem cuidados. Não é porque estão sozinhos que podem ser explorados. O Senhor se levantará, se clamarem a Ele, e os defenderá.
Se emprestar dinheiro a alguém, que seja para ajudar. Não para ter lucro. Se exigir sua capa como garantia, devolverá à noite para que durma. Pode ser seu único agasalho. O cuidado com o outro está acima dos lucros.
O nome do Senhor não pode ser blasfemado. As autoridades não podem ser amaldiçoadas.
As ofertas devem ser completas, sem nenhum tipo de retenção.
O primeiro filho é do Senhor, como já havia falado na instituição da Páscoa. Assim como os primogênitos dos animais. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-131-22.html
O cuidado do Senhor é tão maravilhoso que o filhote não poderia sair do lado de sua mãe por sete dias.
Israel seria um povo santo. Um povo separado. Para o Senhor.
Não comeriam carne despedaçada por feras. É o Senhor cuidando para não haver nenhum tipo de contaminação.
E os decretos continuam. Na próxima postagem. Até já.
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