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sábado, 5 de outubro de 2019

Zacarias 4.1-6.15

Leitura do dia 05/10.

Continuamos nossa caminhada através das páginas do livro do profeta Zacarias.

Ontem vimos o chamado do Senhor a Seu povo. E a visão do homem entre as murtas. Os cavalos. Os chifres. As promessas para Jerusalém. A purificação do sumo sacerdote Josué.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/zacarias-11-310.html

Agora, caminharemos a partir do capítulo quatro. Até o capítulo seis.

Parece que Zacarias ficou abismado com tudo que vira. O anjo o despertou. Agora, foi sua vez de perguntar. Perguntou o que Zacarias via. Ele respondeu que via um candelabro de ouro maciço. Uma vasilha de azeite. Sete lâmpadas. Duas oliveiras (Apocalipse 1.20; 11.4).

Zacarias perguntou o que era aquilo. O anjo perguntou se ele não sabia. Respondeu que não. Então disse que não era por força nem por violência, mas pelo Seu Espírito. Não haveria obstáculo para Zorobabel. Porque o Senhor era com ele. Quando colocassem a última pedra no lugar gritariam que tinha sido pela graça, Sua graça.

Quando o templo fosse reconstruído saberiam que o Senhor o enviara. A ordem era não desprezar os pequenos começos, os começos humildes. O Senhor se alegra ao ver a obra começar, ao ver o prumo na mão de Zorobabel.

Alegre-se meu querido, se você tem começado algo para o Senhor, um começo humilde, não despreze. Ele se alegra ao ver Sua obra começar. Ao ver que Seu prumo está em nossas mãos, para fazermos como Ele deseja.

Zacarias gostava de perguntar, como devemos aprender. Perguntou o que eram as duas oliveiras. O anjo perguntou se não sabia. Respondeu que não. Então disse que eram os dois ungidos que ficam na presença do Senhor de toda a terra.

Zacarias viu um rolo voando. O anjo perguntou o que via. Respondeu que um rolo voava. Falou as medidas de sua aparência. O anjo explicou-lhe que eram maldições que saiam para toda a terra. Uma dizia que os ladrões seriam expulsos da terra, outra que os que juram falsamente também seriam expulsos. Era uma maldição enviada a todos os ladrões e aos que juram falsamente. Sua maldição permaneceria nestas casas. E destruiria tudo. Completamente. Preste atenção: eram maldições enviadas pelo Senhor. Por causa da desobediência. Escolheram a maldição ao invés de Sua benção.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html

O anjo ordenou que Zacarias levantasse seus olhos e visse o que estava vindo. Ele perguntou o que era. O anjo respondeu que era um cesto para medir cereais. Estava cheio do pecado de todos que habitavam a terra. Sua tampa era de chumbo. Foi levantada. Dentro havia uma mulher sentada. Seu nome era “Perversidade”. Ele a empurrou para dentro e fechou a tampa.

Então Zacarias viu duas mulheres voando em sua direção. Elas planavam no vento. Suas asas pareciam de cegonha. Pegaram o cesto e o carregaram pelos ares. Ele perguntou onde estavam levando o cesto. O anjo respondeu que era para Babilônia. Ali construiriam um templo para a “Perversidade”. Colocariam o cesto em um pedestal.

Quando levantou seus olhos viu quatro carros de guerra que saíam de entre dois montes de bronze. Cavalos vermelhos puxavam o primeiro. Cavalos pretos, o segundo. Cavalos brancos o terceiro. Cavalos malhados e fortes, o quarto. Perguntou ao anjo o significado daquilo. O anjo explicou que saíam para fazer o trabalho ordenado pelo Senhor. Tudo está sob Seu domínio. Ele é o Senhor de todas as coisas.

Então o Senhor disse a Zacarias que três homens chegariam com presentes. Ele devia ir à casa de Josias, filho de Sofonias, encontrá-los. Aceitar os presentes. E fazer uma coroa usando o ouro e a prata. Colocar essa coroa na cabeça de Josué. Esse Josué, o sumo sacerdote é um “tipo” do Senhor Jesus. Aponta para o Senhor. Para o Renovo. Brotaria de Seu lugar e construiria o templo do Senhor. Receberia a honra devida. Governaria como um rei. Também serviria como sacerdote. Haveria perfeita harmonia entre essas duas funções (Hebreus 5.7-10). Aleluias! Ele é nosso Rei e Sacerdote.

Essa coroa honraria aqueles três homens que trouxeram o presente. Nada que ofereceremos ao Senhor fica sem recompensa.

Mais uma vez o Senhor afirma que pessoas de terras distantes viriam para reconstruir Seu templo. Quando acontecesse, saberiam que o Senhor o enviara.

Que aprendamos a fazer perguntas pertinentes. Que ofereçamos presentes ao Senhor.

“Portanto, meus amados irmãos, sejam fortes e firmes. Trabalhem sempre para o Senhor com entusiasmo, pois vocês sabem que nada do que fazem para o Senhor é inútil”. – 1 Coríntios 15.58

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo sete. Até o capítulo nove.

Espero você. Até lá.

quarta-feira, 25 de setembro de 2019

Joel 2.1-32

Leitura do dia 21/09.

Na postagem anterior vimos que não há trigo nem vinho para ser oferecido na casa do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/joel-11-20.html

Agora, caminharemos pelo capítulo dois de Joel.

O Senhor ordena que a trombeta seja tocada em Sião. Que o alarme seja soado em Seu santo monte. Está falando com Seu povo. Não é com o vizinho. Não é com o inimigo. É com Seu povo. Que todos tremam de medo. Está chegando o dia do Senhor.

Provavelmente tais palavras foram escritas quando Joás era o rei de Israel e Amazias rei de Judá. Esse dia terrível chegou um tempo depois. Mas também estamos vivendo às vésperas de um dia terrível do Senhor.

Joel fala de um exército terrível. Muito bem organizado. Por onde passa tudo que era como um jardim, transforma-se em desolação. Nada escapa. É um exército poderoso, que avança para a batalha. Foi o que aconteceu quando Israel e Judá foram levados ao exílio.

Também fazemos parte de um exército. O Senhor tem nos chamado ao alistamento. Somos seu exército. Sim, você e eu. Mas precisamos nos consertar. Sermos treinados.

Para que um exército vença, precisa ser poderoso. Precisa avançar para a batalha. Não pode ficar escondido. Precisa “dar as caras” e avançar. A palavra diz que as portas do inferno não prevalecerão (Mateus 16.18), significa que estamos avançando, indo “pra cima”. Não estamos apáticos. Nem esperando o ataque. Precisamos estar avançando para a batalha.

Um exército vitorioso marcha sempre em frente. Sem deixar suas fileiras. Não vai “bater papo” com alguém em outra fileira. Não pode deixar seu posto. Está avançando para a guerra. Não sai para descansar um pouco. Tirar uma soneca.

Um exército vitorioso não empurra uns aos outros. Cada um se move na posição correta. Sabe que precisa de cada soldado em seu devido lugar. Um protege o outro. Um é protegido pelo outro.

Um exército vitorioso rompe as linhas de defesa do inimigo sem desfazer a formação. Se a desfizer, ficará vulnerável.

Temos sido esse exército? Temos nos preocupado em ser esse exército? Temos nos exercitado para ser esse exército? Ou temos descansado no meio do caminho, deixado nosso posto, ido para outra fileira que não a nossa, empurrado nossos companheiros, nos movendo de qualquer maneira, desfazendo nossa formação?

Temos um comandante, o Senhor. Ele está à nossa frente. Com um grito nos comanda. Nossos ouvidos estão abertos? Temos tido ouvidos para ouvir? Temos obedecido Seu comando? Temos avançado?

Seu exército é poderoso e segue Suas ordens, assim como Suas ovelhas ouvem Sua voz, Ele as conhece e elas O seguem (João 10.27).

Para sobrevivermos ao terrível dia do Senhor precisamos estar alinhados nesse poderoso exército.

Seu chamado é que voltemos para Ele, de todo coração. Que nos acheguemos a Ele com jejum, choro e lamento. Que rasguemos nossos corações e não nossas vestes. Está cansado de rituais. Quer a verdade em nós. Quer a transparência. O relacionamento.

Que nos voltemos para Ele, pois é misericordioso. É compassivo. Lento para irar. Cheio de amor. Está sempre pronto a voltar atrás e não castigar. Desde que nos arrependamos. Que voltemos e apresentemos a Ele nossas ofertas de cereal e vinho. Somos a oferta!

Que não fiquemos quietos. Que toquemos a trombeta! Que convoquemos um tempo de jejum. Que nos juntemos para a oração. Que todos sejam consagrados, sem exceção. Os anciãos, as crianças e até os bebês de colo. Que interrompamos até a lua de mel de alguém. A ordem é urgente! Não há mais tempo sobrando. https://www.youtube.com/watch?v=2MZSi5nxhzk

Que os sacerdotes que servem na presença do Senhor chorem, entre o pórtico e o altar. No mesmo lugar onde se adorava o sol. http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/ezequiel-71-911.html
https://www.youtube.com/watch?v=bQ2acobG4sc

Que oremos clamando ao Senhor que poupe Seu povo. Que não permita que nos tornemos objeto de zombaria.

Se assim fizermos, Ele, em Sua compaixão, enviará o trigo, o vinho novo e o azeite. Enviará Seu Espírito para nos saciar. Expulsará o inimigo. Não haverá mais o que temer. Ele é O que envia chuva na medida certa. Ele é o que faz as eiras se encherem de trigo. E os tanques de prensar transbordarem de vinho novo e azeite.

E aqui temos dois simbolismos. Vinho novo e azeite. O Espírito Santo e Sua unção transbordarão sobre nós. Mas também somos a uva e a azeitona que precisa passar pelos tanques de prensar. Sim, e que sejamos muitos.

Ele é o que pode nos devolver o que perdemos, o que nos roubaram. Podemos voltar a ter alimento verdadeiro. E a louvar o Senhor, nosso Deus. Que realiza milagres em nosso favor.

Assim, não seremos mais envergonhados. Cumpriremos nosso propósito de sermos exemplo e benção para todas as nações. Todos verão que Ele é o nosso Senhor. Que não há outro. Que somos Seu povo.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

Então, depois que fizer tudo isso, derramará Seu Espírito sobre todo tipo de pessoa.

Essa profecia se cumpriu em Pentecostes, mas precisa se cumprir novamente.

Todo tipo de pessoa. Não apenas os líderes. Ou os ricos. Ou os intelectuais. Todo tipo de pessoa. De todas as idades. De todos os lugares. Até os servos e as servas serão alcançados pelo Seu Espírito.

Veremos nossos filhos e filhas profetizando, mesmo que sejam crianças. Veremos os idosos, outrora desiludidos, cheios de sonhos. Veremos os jovens, mesmo sem muita experiência, tendo visões.

Acontecerá sinais terríveis nos céus e na terra, mas todos que invocarem o nome do Senhor serão salvos. Os que o Senhor chamou, sobreviverão.

Ah, queridos, sejamos trigo que se deixa plantar, morrer e amassar. Que sejamos uvas e azeitonas que passem pela prensa e cumprem seu papel, levando alegria e cura.

Continuamos na próxima postagem. Leremos o capítulo três.

Espero você. Até já.

quarta-feira, 3 de abril de 2019

2 Reis 4.1-7

Continuamos nossa caminhada pelas páginas do livro de 2 Reis.

Ontem vimos Elias confrontando Acazias. Logo após, foi levado ao céu. Eliseu pede e recebe porção dobrada da unção que havia sobre Elias. Estava pronto, preparado. Ele transforma a água de Jericó e as terras inférteis em férteis. 
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-11-8.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-19-18.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-21-18.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-219-25.html

Vimos também que, na guerra contra Moabe, embora a água tenha acabado, havia uma solução. Vinda do Senhor. 
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-31-15.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-316-27.html

Hoje, caminharemos através dos capítulos quatro a seis. 

Na primeira postagem, do versículo um ao versículo sete.

Um dia a esposa de um dos discípulos dos profetas foi até Eliseu. Precisava falar sobre seu marido que havia morrido. Era servo de Eliseu. Ela disse que Eliseu sabia o quanto seu marido amava com zelo ao Senhor. Mas havia deixado dívidas. E agora, morto, não teria como saudá-las. Um credor chegou à sua casa para levar seus filhos como escravos, pelo pagamento das dívidas.

Eliseu não questionou o fato do discípulo ter deixado dívidas. Não recriminou sua esposa. Não disse que ela precisava passar por aquela situação para aprender algo. Não. Ele fez duas perguntas. A primeira foi “o que posso fazer para ajudá-la” e a segunda foi "o que você tem em casa".

Ela respondeu, humildemente, chamando-o de senhor, que a única coisa que havia em sua casa era uma vasilha com azeite. Nada mais.

Eliseu ordenou-lhe que pedisse a todos os vizinhos, vasilhas vazias, emprestadas. Muitas. Tantas quantas pudesse recolher. Depois, entrar em sua casa e fechar a porta. Quando ela e seus filhos estivessem dentro de casa, deveria derramar do azeite puro que brotaria em todos os vasos, colocando-os de lado à medida que ficassem cheios.

Ela não questionou. Obedeceu. Pediu as vasilhas emprestadas. Trancou-se em sua casa com seus filhos e começou a enchê-las. Quando todas estavam cheias, a mulher pediu a um de seus filhos que trouxesse mais uma. Ele respondeu que não havia mais nenhuma. Todas estavam cheias. Então, somente então, o azeite parou de correr.

Ela foi ao encontro de Eliseu. Contou tudo que havia acontecido. Ele a orientou que vendesse o azeite e pagasse todas as suas dívidas. Assim, ela viveria em paz, com seus filhos, do que restasse da venda.

Mais uma vez vemos Eliseu se importando com alguém. Dando solução para problemas que aparentemente eram insolúveis. Abençoando pessoas. Levando seu legado de vida.

Vemos uma mulher que obedeceu, sem questionar. Poderia ter perguntado o motivo de pedir vasilhas emprestadas, e para que colocar em várias vasilhas, azeite que cabia em apenas uma. Não. Ela simplesmente obedeceu. 

O azeite multiplicou. Encheu todas as vasilhas disponíveis. Só parou de correr quando não havia mais recipientes vazios. Foi suficiente para aquela mulher, que não possuía renda alguma, pagasse todas as dívidas deixadas pelo marido. Seus filhos não seriam mais vendidos e ainda viveria da renda do restante.

Como Deus é lindo, maravilhoso e poderoso. E se importa conosco. Com nossas dificuldades e necessidades.

Precisamos de algo? O que temos em casa? O que Ele pode usar para nos abençoar? Ele pergunta: “O que você tem em casa?”

Como responderemos?

Ele é Aquele que nos supre. Nos socorre. Sempre. Ele é Aquele em quem podemos confiar.

Alguém ao nosso lado precisa ser abençoado. O que faremos? Temos a mesma disposição de Eliseu? Nos importamos com as pessoas? Estamos disponíveis?

Continuamos na próxima postagem. 

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/11/o-que-voce-tem-em-casa.html

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

O que você tem em casa?

Continuamos nossa caminhada pelas páginas do livro de 2 Reis.

Na última postagem vimos que, embora a água tenha acabado, havia uma solução. Vinda do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/acabou-agua-havera-solucao.html

Hoje, caminharemos através do capítulo quatro. Do versículo um ao versículo sete.

Um dia a esposa de um dos discípulos dos profetas foi até Eliseu. Foi falar sobre seu marido que havia morrido. Era servo de Eliseu. Ela disse que Eliseu sabia o quanto seu marido amava com zelo ao Senhor. Mas havia deixado dívidas. E agora, morto, não teria como saudá-las. Um credor chegou à sua casa para levar seus filhos como escravos, pelo pagamento da dívida.

Eliseu não questionou o fato do discípulo ter deixado dívidas. Não recriminou sua esposa. Não disse que ela precisava passar por aquela situação para aprender algo. Não. Ele fez duas perguntas. A primeira foi “que posso fazer por ti” e a segunda foi "o que tens em casa".

Ela respondeu, humildemente, chamando-o de senhor, que a única coisa que havia em sua casa era uma vasilha com azeite. Nada mais.

Eliseu ordenou-lhe que pedisse a todos os vizinhos, vasilhas vazias, emprestadas. Muitas. Tantas quantas pudesse recolher. Depois, entrar em sua casa e fechar a porta. Quando ela e seus filhos estivessem dentro de casa, deveria derramar do azeite puro que brotaria em todos os vasos, colocando-os de lado à medida que ficassem cheios.

Ela não questionou. Obedeceu. Pediu as vasilhas emprestadas. Trancou-se em sua casa com seus filhos e começou a enchê-las. Quando todas estavam cheias, a mulher pediu a um de seus filhos que trouxesse mais uma. Ele respondeu que não havia mais nenhuma. Todas estavam cheias. Então, somente então, o azeite parou de correr.

Ela foi ao encontro de Eliseu. Contou tudo que havia acontecido. Ele a orientou que vendesse o azeite e pagasse todas as suas dívidas. Assim, ela viveria em paz, com seus filhos, do que restasse da venda.

Mais uma vez vemos Eliseu se importando com alguém. Dando solução para problemas que aparentemente eram insolúveis. Abençoando pessoas. Levando seu legado de vida.

Vemos uma mulher que obedeceu, sem questionar. Poderia ter perguntado o motivo de pedir vasilhas emprestadas, e para que colocar em várias vasilhas, azeite que cabia em apenas uma. Não. Ela simplesmente obedeceu. http://www.espalhandoasemente.com/2016/05/eliseu-voce-e-eu-disponiveis-para.html

O azeite multiplicou. Encheu todas as vasilhas disponíveis. Só parou de correr quando não havia mais recipientes vazios. Foi suficiente para aquela mulher, que não possuía renda alguma, pagasse todas as dívidas deixadas pelo marido. Seus filhos não seriam mais vendidos como escravos e ainda viveria da renda do restante.

Como Deus é lindo, maravilhoso e poderoso. E se importa conosco. Com nossas dificuldades e necessidades.

Precisamos de algo? O que temos em casa? O que Ele pode usar para nos abençoar? Ele pergunta: “O que você tem em casa?”

Como responderemos?

Ele é Aquele que nos supre. Nos socorre. Sempre. Ele é Aquele em quem podemos confiar.

Alguém ao nosso lado precisa ser abençoado. O que faremos? Temos a mesma disposição de Eliseu? Nos importamos com as pessoas? Estamos disponíveis?
http://www.espalhandoasemente.com/2016/05/eliseu-voce-e-eu-disponiveis-para.html

Continuamos na segunda. Espero você. Até lá.

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Eliseu, você e eu, disponíveis para abençoar


Vamos ler um pouco mais sobre Eliseu? Continuando em II Reis capítulo 4. 

Aparentemente se relacionava melhor com as pessoas do que Elias.

As águas da cidade eram ruins, reivindicaram uma solução dele. A água acaba, pedem uma solução para ele. A esposa de um dos discípulos dos profetas fica viúva, sem dinheiro, com dívidas como herança, clama por Eliseu. Eliseu se importava.

À semelhança de Jesus, Eliseu pergunta: "Que posso fazer por ti? Dize-me, que tens em casa?" Ela responde que não tem nada, apenas uma única vasilha de azeite. Quer dizer que alguma coisa havia. Era pouco, é verdade, mas havia. Apenas uma vasilha. De azeite.

Eliseu manda que pegue muitas vasilhas emprestadas, feche a porta e derrame o azeite nas vasilhas. Ia brotar azeite puro. Um ato de fé. Como encher diversas vasilhas de azeite com o azeite que enchia apenas uma? Mas é o que acontece. O azeite só para de brotar quando não há mais vasilhas. 

Se formos fazer uma analogia, o Senhor só não derrama Sua unção quando não há mais pessoas disponíveis e aí sempre voltamos para o fato do Senhor só precisar de alguém disponível, de alguém que se posicione para ser um vaso usado por Ele. Para ser cheio do Seu azeite.

Bem, ela obedece. Enche as vasilhas. Conta ao profeta, que lhe instrui a vender, pagar suas dívidas e viver do restante. Fico imaginando quantas vasilhas essa mulher e seus filhos juntaram. Possuía apenas uma vasilha, que se transformou no seu sustento, na sua fonte de renda.

O final do capítulo conta que Eliseu vai a Gilgal. Fizeram uma comida com uma erva daninha. De novo, gritam a ele que resolva. Eliseu manda colocar farinha na panela. Manda servir, para que os homens comam em paz. Engraçado que na história de Elias havia a viúva que só tinha um pouco de azeite e farinha. Aqui, duas histórias. Uma com azeite, a outra com farinha. Unção e palavra. Palavra é vida, alimento.

Era uma época em que a fome assolava aquela região. Um homem chegou de outra cidade para abençoar aquelas pessoas. Trazia consigo vinte pães. Era muito, mas não para alimentar cem homens. Olha aí o  "modus operandis" de Deus! Poucos pães. Muitos homens. 

Eliseu manda o servo dar os pães aos homens. O servo questiona "Como servirei a cem homens?" Eliseu responde: "Assim diz Yahweh, o Senhor: comerão e ainda sobrará." E foi o que aconteceu. O servo repartiu o pão. Eles comeram. E ainda sobrou. De novo alguém que se posicionou. Alguém que deu, mesmo sendo pouco. Alguém que abençoou e o Senhor multiplicou.

Que sejamos, a cada dia, desses que se posicionam! Pessoas com quem Deus pode contar. Que andam por fé e não por vista. Que agradam o Seu coração. Que estão dispostas a abençoar. Com muito. Com pouco. Com o que tem. Disponibilidade. É o que Deus procura. 

O que você tem em suas mãos? O que você tem em sua casa?



domingo, 1 de maio de 2016

Eliseu e sua vida sobrenatural


Ainda falando de Eliseu. Como podemos aprender!

Os discípulos dos profetas se tornaram muitos. Seguir Eliseu era inspirador. Sempre acontecia algo.

As águas péssimas se tornavam boas. Onde não havia água, os poços cavados são cheios. Uma viúva sem recurso é abastecida de azeite puro, pode pagar suas dívidas e viver do restante. Uma mulher estéril tem um filho, que anos depois morre e ressuscita. O veneno da panela é combatido por um "antídoto". Vinte pães alimentam cem homens. Naamã é curado da lepra. E outras histórias que não devem ter sido contadas. 

Como não querer estar perto de um homem desses? Esses discípulos sugerem descer ao Jordão para construir um local para suas reuniões. E aí fico me perguntando como deveriam ser essas reuniões. Eliseu contava, ensinava como era andar na presença do Senhor? Orava com eles? Os discípulos começam a derrubar árvores e o ferro de um machado cai no rio. O homem se apavora. Pede socorro ao homem de Deus. Eliseu simplesmente pergunta onde o machado caiu e resolve o problema. Mais uma história para ser contada. Mais discípulos de profetas, com certeza, agregados.

Eliseu é até espião de guerra! Por várias vezes o rei da Síria resolve atacar a Israel, monta uma estratégia secreta e Eliseu manda comunicar ao rei. O rei de Israel fortalecia o tal lugar e a estratégia do rei da Síria caía por terra. O rei da Síria fica tão indignado que manda cercar o lugar onde Eliseu mora. Quando acorda, está completamente cercado e continua "na maior tranquilidade". Enxerga o que deve enxergar. Seu servo se desespera. Eliseu o acalma e roga ao Senhor que abra os seus olhos para que consiga ver. Engraçado que não ora para que consiga ver tal coisa. Simplesmente para que consiga ver. O mundo espiritual é o mundo real. E o Senhor o atende! Ele vê! Carros e cavalos de fogo os protegem.

Então Eliseu ora para que seus inimigos fiquem completamente cegos. Os leva até Samaria. Ora para que voltem a enxergar. Orienta ao rei que lhes dê comida. O rei lhes serve um banquete e os despede. O rei da Síria desiste de atacar Israel por um bom tempo! Com Eliseu por perto, as coisas ficam difíceis para ele.

Que sejamos pessoas com quem os discípulos queiram andar. Que possamos ter uma palavra de Deus àqueles que nos procuram. Que tenhamos disposição em ajudar, em qualquer situação, seja uma sunamita ou um homem que simplesmente perdeu o machado emprestado. Que Ele nos ensine as estratégias certas. Que nos ensine a  enxergar, como Ele vê. Que milagres sejam vistos em nossas vidas e através delas. Que nosso inimigo fique cego, e bata em retirada, derrotado.