Leitura do dia 12/10.
Continuamos nossa caminhada através do livro de Mateus.
Em nossa última jornada vimos os antepassados do Senhor, Seu nascimento, os visitantes do Oriente, a fuga para o Egito.
Também vimos João Batista, sua pregação e os céus se abrirem após o batismo de Jesus e uma voz lhe dizer que era (é) o Filho Amado, em quem o Pai tinha (tem) prazer. http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-31-17.html
Hoje leremos a partir do capítulo quatro. Até o capítulo seis. Na primeira postagem, apenas o capítulo quatro.
Logo após o batismo, o Espírito Santo O leva até o deserto, para ser tentado pelo diabo. Assim começa o capítulo 4, com essa estarrecedora verdade. Jesus é levado. Onde? Ao deserto. Por quem? Pelo Espírito Santo. Para quê? Para ser tentado. Por quem? Pelo diabo. Se parássemos nessa única frase já teríamos muito em que pensar.
Quantas coisas acontecem em nossas vidas, que não conseguimos compreender e que depois vemos que o Senhor nos levou até àquela situação para sermos tentados, provados e aprovados.
Nossa vida é uma escola. Passamos por provas constantemente. Se somos aprovados, “passamos para outra fase”, se não, passamos por situações semelhantes, até sermos aprovados. Tenho vasta experiência nisso. Posso lhe afirmar: Não adianta fugir. Seremos provados até sermos aprovados.
Jesus ficou no deserto por quarenta dias e quarenta noites, em jejum. Com certeza, em longos períodos de oração. Então, teve fome. Foi aí que o tentador se aproximou dEle. Em Sua hora frágil. Seu estômago roncava. Devia estar “grudado” depois de tanto tempo em jejum. O “nojento” como costumo dizer lançou sua isca: “Se você é o Filho de Deus, ordene que estas pedras se transformem em pães."
Está lembrado da última cena antes dessa? Não foi exatamente o Pai dizendo que Ele era Seu Filho? Se o Pai havia falado, não há o que provar. Apenas crer no que Ele disse. Mais nada.
Embora Jesus estivesse com fome, não aceitou a provocação do nojento. Respondeu com a Palavra. Citou Deuteronômio 8.3, que diz que “uma pessoa não vive só de pão, mas de toda palavra que vem da boca de Deus."
Nossa arma é a Palavra. Nosso inimigo sempre nos provoca insinuando que não somos o que o Senhor nos disse que somos ou nos provocando a conseguir algo legítimo de maneira ilegítima, irregular, ilegal. Devemos usar a Palavra como nossa arma, nossa Espada. A Bíblia de fato é a “espada do Espírito" (Efésios 6.17). Devemos empunhá-la sempre que necessário. Para tal, precisamos conhecê-la, para saber manejá-la com destreza.
Então, o diabo O levou até o lugar mais alto do templo, em Jerusalém, e disse: “Se você é o Filho de Deus, salte daqui. Pois as Escrituras dizem...” Não digo que é um nojento? Citou as Escrituras Sagradas para Jesus!
Ah, também já deve ter acontecido com você! Ele tem o péssimo mal gosto de usar o texto fora de um contexto para tentar convencer as pessoas a fazerem sua vontade. Mas, à semelhança de João Batista, Jesus sabia quem era. Era o Filho de Deus e realmente não precisava provar a ninguém. Respondeu usando a Palavra certa, no contexto certo, da maneira certa.
Depois, o diabo O levou a um monte muito alto e mostrou-Lhe todos os reinos do mundo e o seu esplendor, dizendo que os daria se Ele se prostrasse e o adorasse.
Aqui, mudou sua estratégia. Ao perceber que não adiantava insistir na identidade de Jesus, pois Ele sabia quem era, o diabo O tentou com poder. “Olha, tenho um caminho mais curto para você. Para que passar por qualquer necessidade ou sofrimento? Basta fazer minha vontade e lhe darei todos os reinos do mundo”.
Na maioria das vezes, o caminho mais fácil não é o caminho correto. Atalhos não funcionam. Nos levam ao buraco. E as Escrituras dizem que “um abismo chama outro abismo” (Salmos 42.7 ARC).
Neste momento Jesus deu um basta! Ordenou que satanás se retirasse, pois “as Escrituras dizem: Adore o Senhor, seu Deus, e sirva somente a Ele”. Então, só então, o diabo O deixou. E mais, neste momento vieram anjos e O serviram.
Sempre que passamos por um batismo, uma mudança, ou recebemos uma palavra de afirmação do Pai, seremos levados ao deserto pelo Espírito Santo. Lá seremos tentados e testados. Que estejamos preparados, sabendo quem somos; usando as armas do Espírito de modo adequado e tendo o discernimento também de “dar um basta”. Depois que formos aprovados, seremos servidos.
Depois que Jesus foi batizado por João Batista e levado ao deserto pelo Espírito Santo para ser tentado, somente depois, começou a pregar. Morava em Nazaré.
Ouviu sobre a prisão de João Batista e mudou-se para Cafarnaum, cidade que ficava junto ao mar da Galileia. Tive o privilégio de estar nesses lugares quando visitei Israel. Na realidade o mar da Galileia é um grande lago, parece realmente o mar. Hoje é conhecido como o Lago de Tiberíades. Um lugar lindíssimo. Sua mudança para Cafarnaum não se deu à toa, mas para que se cumprisse o que havia sito dito pelo profeta Isaías (Is 9.1,2).
Jesus começou a pregar uma mensagem de arrependimento, à semelhança de João Batista.
Arrepender-se significa mudar de direção, mudar de mente. Não se pode receber os ensinamentos do Senhor Jesus sem antes mudarmos nossas mentes e atitudes. Veremos claramente essa ideia quando estivermos lendo o chamado “Sermão do Monte.” As ideias de Jesus eram revolucionárias, e só quem passava pelo arrependimento, quem mudava de mente, poderia acompanhá-Lo.
Depois que começou a pregar Sua mensagem de arrependimento, Jesus chamou Seus primeiros discípulos. Andando à beira do mar da Galileia, viu dois irmãos, Simão, chamado Pedro e seu irmão André. Não estavam à toa. Lançavam suas redes ao mar. Eram pescadores. O Senhor os chamou para que O seguissem. Faria deles pescadores de homens.
Fico imaginando a autoridade de Sua presença. Aqueles homens imediatamente deixaram suas redes e O seguiram. Deixaram seus afazeres. Seus empregos. Não esperaram o dia seguinte, ou a “temporada da pesca” terminar. Eles O seguiram imediatamente.
Andando mais um pouco, viu outros dois irmãos, Tiago e João, que também não estavam à toa. Estavam no barco com o pai, preparando suas redes. Jesus os chamou e eles também, imediatamente, deixaram seu pai e o barco e O seguiram.
Os primeiros quatro discípulos de Jesus eram duas duplas de irmãos! Ah, o Senhor ama a família. Deixaram sua profissão de pescadores de peixes para aprenderem a pescar homens.
Jesus foi por toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, pregando as boas novas do Reino e curando todas as enfermidades e doenças entre o povo. “Etimologicamente, doente é o que sente dor, o que sofre, o que padece; enfermo é o que está debilitado, enfraquecido pela doença”. https://portal.revistas.ufg.br/revistas_ufg/
Acho maravilhoso que noticias sobre Ele se espalharam por toda a Síria e lhe trouxeram todos os que sofriam de vários males e tormentos, e Ele os curou. Não mandou fazer duas filas. De um lado os que eram de Israel e de outro os estrangeiros. Ele simplesmente curou a todos.
Então, grande multidão começou a segui-Lo, da Galileia, onde havia uma mistura de povos, de Decápolis (dez cidades onde predominava a cultura grega), Jerusalém, Judeia e da região do outro lado do Jordão.
O que mais me impacta neste texto é Sua autoridade. Ele fala a quatro pescadores: “Sigam-me” e eles O seguem, imediatamente.
Devemos ter em mente quem Jesus era. Muitas vezes, levados pela tradição, imaginamos um Jesus tímido, quietinho, mas veremos através das próximas páginas que era um homem que sabia falar, ousado, que demonstrava autoridade.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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segunda-feira, 21 de outubro de 2019
sexta-feira, 4 de outubro de 2019
Zacarias 1.1-3.10
Leitura do dia 04/10.
Continuamos nossa caminhada através das Sagradas Escrituras.
Ontem lemos o livro de Ageu. O chamado do Senhor a reconstruir o templo. A obediência ao Seu chamado. O esplendor menor do novo templo. A glória maior. As bênçãos prometidas aos que obedecem. As promessas para Zorobabel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/ageu-11-223.html
Hoje iniciamos um novo livro, Zacarias. Leremos até o capítulo três.
Zacarias significa “Lembrado do Senhor”. Foi contemporâneo de Ageu.
O Senhor está muito irado com os antepassados de Zacarias e ordena que diga ao povo que volte para Ele, assim Ele também se voltará para eles. Seu conselho é que não sejam como seus antepassados que não quiseram ouvi-Lo, que não deram atenção aos antigos profetas.
Agora, tanto os profetas quanto seus antepassados morreram. Mas tudo que os profetas falaram em nome do Senhor, porque Ele ordenara, aconteceu. Eles se arrependeram e reconheceram que tudo que receberam do Senhor era merecido. Ele fez o que prometera.
Três meses depois dessa primeira mensagem, Zacarias teve uma visão. Viu um homem montado num cavalo vermelho. Parado entre algumas murtas. Num desfiladeiro. Atrás dele, havia outros cavaleiros. Montados em cavalos vermelhos, marrons e brancos.
Um anjo falava com Zacarias. Ele perguntou o que significavam aqueles cavalos. Aprenda com Zacarias a fazer perguntas. Perguntas certas, claras e objetivas.
Eram enviados do Senhor que percorriam a terra. Quando o anjo do Senhor ouviu que a terra estava em paz, intercedeu por Jerusalém. O Senhor lhe respondeu com palavras boas e consoladoras.
O Senhor afirma que tem grande zelo por Jerusalém e Sião. Está grandemente irado com as nações que fizeram Seu povo sofrer demasiadamente. Serão julgadas. Israel, contudo, voltará a transbordar de prosperidade. Ele voltará a consolar Sião e escolher Jerusalém para Si.
Depois Zacarias viu quatro chifres de animais e perguntou seu significado. Representavam as nações que dispersaram Judá, Israel e Jerusalém. Ele viu quatro ferreiros. Perguntou o que tinham vindo fazer. Os ferreiros vieram para aterrorizar e derrubar aquelas nações.
Em seguida Zacarias viu um homem segurando uma corda de medir. Perguntou aonde ele ia. O homem respondeu que iria medir Jerusalém. Então, o anjo que estava com Zacarias foi ao encontro de outro anjo. Este, ordenou que falasse a Zacarias que chegaria um dia em que Jerusalém não teria muros, por causa do grande número de pessoas e animais que ali viveriam. Então, o Senhor mesmo seria um muro de fogo ao seu redor, protegendo-a. Também seria a glória no meio da cidade.
O Senhor ordena que os cativos em Babilônia saiam dela. Fujam. Voltem. Haverá juízo da parte do Senhor. E um grande dia em que muitas nações se juntarão a Ele. Também serão Seu povo.
Então o anjo mostrou-lhe Josué, o sumo sacerdote. Estava em pé diante do anjo do Senhor. Satanás, o acusador, também se encontrava ali. Estava ao lado direito do anjo e fazia acusações contra Josué. Sabemos que ele é o acusador dos irmãos (Apocalipse 12.10). O Senhor disse que rejeitava suas acusações. E o repreendeu. Josué era como uma brasa tirada do fogo. Estava limpo. Havia sido purificado.
Suas roupas, porém, estavam sujas. O anjo do Senhor ordenou que tirassem suas roupas imundas. Disse-lhe que seus pecados foram removidos. Suas roupas foram trocadas. Agora eram de festas.
Zacarias não se conteve. Disse que precisavam colocar um turbante limpo em sua cabeça. Eles colocaram.
O Senhor disse a Josué que, se andasse em Seus caminhos e seguisse Seus preceitos, receberia autoridade sobre Seu templo e seus pátios. Deixaria que andasse junto aos que ali estavam, diante do Senhor.
Ordenou que Josué e todos os outros sacerdotes escutassem. Eram símbolo de coisas futuras. Em breve o Renovo seria trazido. Também colocou uma pedra diante de Josué, com sete faces (Apocalipse 4.2). Ele gravaria uma inscrição naquela pedra. E em um só dia removeria os pecados da terra. Neste dia, cada um convidaria seu próximo para sentar-se debaixo de sua videira e sua figueira. Cada um em sua casa, em paz e segurança, se confraternizando.
Sabemos que o Senhor é a Pedra (Salmo 118.22).
Ah, queridos, que sejamos como Josué, o sumo-sacerdote. Que sejamos homens e mulheres cujas acusações sejam rejeitadas pelo Senhor, cujos pecados sejam removidos por Ele. Homens e mulheres purificados pelo fogo. Como brasas tiradas do fogo (Salmo 104.4).
Que andemos em Seus caminhos e sigamos Seus preceitos. Até que Ele venha.
https://www.youtube.com/watch?v=2MZSi5nxhzk
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo quatro. Até o capítulo seis.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através das Sagradas Escrituras.
Ontem lemos o livro de Ageu. O chamado do Senhor a reconstruir o templo. A obediência ao Seu chamado. O esplendor menor do novo templo. A glória maior. As bênçãos prometidas aos que obedecem. As promessas para Zorobabel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/ageu-11-223.html
Hoje iniciamos um novo livro, Zacarias. Leremos até o capítulo três.
Zacarias significa “Lembrado do Senhor”. Foi contemporâneo de Ageu.
O Senhor está muito irado com os antepassados de Zacarias e ordena que diga ao povo que volte para Ele, assim Ele também se voltará para eles. Seu conselho é que não sejam como seus antepassados que não quiseram ouvi-Lo, que não deram atenção aos antigos profetas.
Agora, tanto os profetas quanto seus antepassados morreram. Mas tudo que os profetas falaram em nome do Senhor, porque Ele ordenara, aconteceu. Eles se arrependeram e reconheceram que tudo que receberam do Senhor era merecido. Ele fez o que prometera.
Três meses depois dessa primeira mensagem, Zacarias teve uma visão. Viu um homem montado num cavalo vermelho. Parado entre algumas murtas. Num desfiladeiro. Atrás dele, havia outros cavaleiros. Montados em cavalos vermelhos, marrons e brancos.
Um anjo falava com Zacarias. Ele perguntou o que significavam aqueles cavalos. Aprenda com Zacarias a fazer perguntas. Perguntas certas, claras e objetivas.
Eram enviados do Senhor que percorriam a terra. Quando o anjo do Senhor ouviu que a terra estava em paz, intercedeu por Jerusalém. O Senhor lhe respondeu com palavras boas e consoladoras.
O Senhor afirma que tem grande zelo por Jerusalém e Sião. Está grandemente irado com as nações que fizeram Seu povo sofrer demasiadamente. Serão julgadas. Israel, contudo, voltará a transbordar de prosperidade. Ele voltará a consolar Sião e escolher Jerusalém para Si.
Depois Zacarias viu quatro chifres de animais e perguntou seu significado. Representavam as nações que dispersaram Judá, Israel e Jerusalém. Ele viu quatro ferreiros. Perguntou o que tinham vindo fazer. Os ferreiros vieram para aterrorizar e derrubar aquelas nações.
Em seguida Zacarias viu um homem segurando uma corda de medir. Perguntou aonde ele ia. O homem respondeu que iria medir Jerusalém. Então, o anjo que estava com Zacarias foi ao encontro de outro anjo. Este, ordenou que falasse a Zacarias que chegaria um dia em que Jerusalém não teria muros, por causa do grande número de pessoas e animais que ali viveriam. Então, o Senhor mesmo seria um muro de fogo ao seu redor, protegendo-a. Também seria a glória no meio da cidade.
O Senhor ordena que os cativos em Babilônia saiam dela. Fujam. Voltem. Haverá juízo da parte do Senhor. E um grande dia em que muitas nações se juntarão a Ele. Também serão Seu povo.
Então o anjo mostrou-lhe Josué, o sumo sacerdote. Estava em pé diante do anjo do Senhor. Satanás, o acusador, também se encontrava ali. Estava ao lado direito do anjo e fazia acusações contra Josué. Sabemos que ele é o acusador dos irmãos (Apocalipse 12.10). O Senhor disse que rejeitava suas acusações. E o repreendeu. Josué era como uma brasa tirada do fogo. Estava limpo. Havia sido purificado.
Suas roupas, porém, estavam sujas. O anjo do Senhor ordenou que tirassem suas roupas imundas. Disse-lhe que seus pecados foram removidos. Suas roupas foram trocadas. Agora eram de festas.
Zacarias não se conteve. Disse que precisavam colocar um turbante limpo em sua cabeça. Eles colocaram.
O Senhor disse a Josué que, se andasse em Seus caminhos e seguisse Seus preceitos, receberia autoridade sobre Seu templo e seus pátios. Deixaria que andasse junto aos que ali estavam, diante do Senhor.
Ordenou que Josué e todos os outros sacerdotes escutassem. Eram símbolo de coisas futuras. Em breve o Renovo seria trazido. Também colocou uma pedra diante de Josué, com sete faces (Apocalipse 4.2). Ele gravaria uma inscrição naquela pedra. E em um só dia removeria os pecados da terra. Neste dia, cada um convidaria seu próximo para sentar-se debaixo de sua videira e sua figueira. Cada um em sua casa, em paz e segurança, se confraternizando.
Sabemos que o Senhor é a Pedra (Salmo 118.22).
Ah, queridos, que sejamos como Josué, o sumo-sacerdote. Que sejamos homens e mulheres cujas acusações sejam rejeitadas pelo Senhor, cujos pecados sejam removidos por Ele. Homens e mulheres purificados pelo fogo. Como brasas tiradas do fogo (Salmo 104.4).
Que andemos em Seus caminhos e sigamos Seus preceitos. Até que Ele venha.
https://www.youtube.com/watch?v=2MZSi5nxhzk
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo quatro. Até o capítulo seis.
Espero você. Até lá.
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terça-feira, 14 de maio de 2019
Jó 2.1-3.26
Leitura do dia 13/05.
Na postagem anterior, vimos o Senhor testemunhando a respeito de Jó. Vimos também todas as provações que lhe sucederam. Em tudo, Jó não pecou, nem culpou ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/jo-11-22.html
Agora, leremos os capítulos dois e três de Jó.
Novamente, em outro dia (não sabemos a frequência de tal acontecimento), os anjos foram à presença do Senhor. Satanás, o acusador, também.
Novamente o Senhor pergunta de onde Satanás está vindo. Ele responde que estava rodeando a terra, observando o que nela acontecia. É um observador. Com milênios de prática em observar e acusar.
Novamente (não consigo encontrar outra palavra), o Senhor pergunta se reparou em Seu servo, Jó. E, novamente, o Senhor testemunha dele. Continua sendo um homem íntegro e correto, que O teme e se desvia do mal. E mais: Não perdeu sua integridade, ainda que Satanás tenha instigado o Senhor a prejudicá-lo, sem motivo.
Jó continuou inteiro, ainda que despedaçado. Não perdeu sua integridade. Continuou sendo o homem que era.
Por que o Senhor se deixou ser instigado por Satanás, perguntamos? Ah, não entendemos. Apenas precisamos crer que Ele é verdadeiro em tudo e nos diz que “Meus pensamentos são muito diferentes dos seus, diz o Senhor, e meus caminhos vão muito além de seus caminhos. Pois, assim como os céus são mais altos que a terra, meus caminhos são mais altos que seus caminhos, e meus pensamentos, mais altos que seus pensamentos” (Isaías 55.8,9).
O acusador não ficou calado. Disse ao Senhor que se sua saúde fosse tocada, com toda certeza Jó O amaldiçoaria, em Sua face, sem o menor temor. Afinal, um homem dará tudo que tem para salvar a própria vida.
Novamente o Senhor permitiu que Satanás tocasse em Jó, apenas poupando-lhe a vida. Satanás saiu de Sua presença e causou feridas terríveis em Jó, da cabeça aos pés. Seu corpo estava de tal modo que, com um pedaço de cerâmica na mão, raspava sua pele. Sentado nas cinzas.
Sua mulher, que também vivera toda a perda, não conseguia entender a atitude de seu marido. Como ainda mantinha sua integridade? Ela o aconselhou a amaldiçoar o Senhor e morrer! Não havia mais solução.
Já passou por algo assim? Você continua fiel ao Senhor e as pessoas não conseguem entender. Querem que você se afaste dEle. Mas você continua crendo em Seu amor, apesar de tudo.
Jó respondeu que ela falava como uma mulher insensata, sem bom senso, que não media as consequências de sua fala. Aceitamos o bem do Senhor, por que não aceitar quando as coisas vão mal?
Em tudo isso, o texto nos conta, Jó não pecou com seus lábios. Talvez seu coração começasse a dar lugar à amargura. Ainda assim, Jó conseguiu ficar calado. Resolvido a não falar. Já lhe aconteceu isso? Seu coração está aos borbulhões, pronto para explodir a qualquer momento, mas você conserva seus lábios fechados. Não quer pecar falando um monte de coisas.
Jó tinha três amigos que, quando souberam de suas tragédias, deixaram suas casas e foram até ele. Queriam consolá-lo e animá-lo. Ah, que maravilha quando passamos por tragédias e amigos vem para nos consolar e animar.
Eles o viram ainda de longe. Não o reconheceram. Lembra, está com feridas da cabeça aos pés. Mal podiam acreditar que era ele. Rasgaram suas roupas. Jogaram terra sobre suas cabeças. E sentaram-se a seu lado.
Ficaram ali sete dias e sete noites. Ninguém conseguia dizer nada. Viam que seu sofrimento era muito grande.
Passados os sete dias, Jó não aguentou mais. Abriu sua boca. E deixou sair o que estava em seu coração. Amaldiçoou o dia em que nasceu. Como desejou que tivesse sido um aborto! Que nunca tivesse nascido. Que sua mãe não o tivesse colocado no colo, nem o amamentado. Sua tristeza era profunda.
Não podemos acusá-lo. Quantos de nós já fez a mesma coisa? Quantos de nós já fizeram a mesma pergunta “por que eu nasci”? Tudo que Jó queria era paz.
Seu coração grita. Não consegue entender porque o Senhor permitiu que nascesse, já que não tinha futuro.
Gemia tanto que não conseguia comer. Perdeu o apetite. Gritava sem parar, como água corrente, cuja torneira não fecha.
O que temia, acabou acontecendo. Sua vida estava acabada. Mas a morte não vinha. Não tinha paz. Não tinha nada. Apenas aflição.
Já aconteceu assim com você? Comigo já. Desejei a morte como se deseja o ar para respirar. Só tinha aflição. Mas o Senhor tinha um plano melhor. Seus pensamentos eram melhores que os meus. E me curou. Tirou-me dos ferrões da depressão. Das garras da morte. Pode fazer o mesmo com você. Acredite. Seu amor é leal. E verdadeiro. Ainda que em algumas situações temos dificuldade para enxergar. Ou nem conseguimos.
"Quem entre vocês teme o Senhor e obedece a seu servo? Se vocês caminham na escuridão, sem um raio de luz sequer, confiem no Senhor e apoiem-se em seu Deus" (Isaías 50.10).
Amanhã continuamos nossa leitura. É um livro sofrido. Sim. Mas precisamos passar por ele. E aprender. Crescer. Leremos do capítulo quatro ao capítulo seis.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos o Senhor testemunhando a respeito de Jó. Vimos também todas as provações que lhe sucederam. Em tudo, Jó não pecou, nem culpou ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/jo-11-22.html
Agora, leremos os capítulos dois e três de Jó.
Novamente, em outro dia (não sabemos a frequência de tal acontecimento), os anjos foram à presença do Senhor. Satanás, o acusador, também.
Novamente o Senhor pergunta de onde Satanás está vindo. Ele responde que estava rodeando a terra, observando o que nela acontecia. É um observador. Com milênios de prática em observar e acusar.
Novamente (não consigo encontrar outra palavra), o Senhor pergunta se reparou em Seu servo, Jó. E, novamente, o Senhor testemunha dele. Continua sendo um homem íntegro e correto, que O teme e se desvia do mal. E mais: Não perdeu sua integridade, ainda que Satanás tenha instigado o Senhor a prejudicá-lo, sem motivo.
Jó continuou inteiro, ainda que despedaçado. Não perdeu sua integridade. Continuou sendo o homem que era.
Por que o Senhor se deixou ser instigado por Satanás, perguntamos? Ah, não entendemos. Apenas precisamos crer que Ele é verdadeiro em tudo e nos diz que “Meus pensamentos são muito diferentes dos seus, diz o Senhor, e meus caminhos vão muito além de seus caminhos. Pois, assim como os céus são mais altos que a terra, meus caminhos são mais altos que seus caminhos, e meus pensamentos, mais altos que seus pensamentos” (Isaías 55.8,9).
O acusador não ficou calado. Disse ao Senhor que se sua saúde fosse tocada, com toda certeza Jó O amaldiçoaria, em Sua face, sem o menor temor. Afinal, um homem dará tudo que tem para salvar a própria vida.
Novamente o Senhor permitiu que Satanás tocasse em Jó, apenas poupando-lhe a vida. Satanás saiu de Sua presença e causou feridas terríveis em Jó, da cabeça aos pés. Seu corpo estava de tal modo que, com um pedaço de cerâmica na mão, raspava sua pele. Sentado nas cinzas.
Sua mulher, que também vivera toda a perda, não conseguia entender a atitude de seu marido. Como ainda mantinha sua integridade? Ela o aconselhou a amaldiçoar o Senhor e morrer! Não havia mais solução.
Já passou por algo assim? Você continua fiel ao Senhor e as pessoas não conseguem entender. Querem que você se afaste dEle. Mas você continua crendo em Seu amor, apesar de tudo.
Jó respondeu que ela falava como uma mulher insensata, sem bom senso, que não media as consequências de sua fala. Aceitamos o bem do Senhor, por que não aceitar quando as coisas vão mal?
Em tudo isso, o texto nos conta, Jó não pecou com seus lábios. Talvez seu coração começasse a dar lugar à amargura. Ainda assim, Jó conseguiu ficar calado. Resolvido a não falar. Já lhe aconteceu isso? Seu coração está aos borbulhões, pronto para explodir a qualquer momento, mas você conserva seus lábios fechados. Não quer pecar falando um monte de coisas.
Jó tinha três amigos que, quando souberam de suas tragédias, deixaram suas casas e foram até ele. Queriam consolá-lo e animá-lo. Ah, que maravilha quando passamos por tragédias e amigos vem para nos consolar e animar.
Eles o viram ainda de longe. Não o reconheceram. Lembra, está com feridas da cabeça aos pés. Mal podiam acreditar que era ele. Rasgaram suas roupas. Jogaram terra sobre suas cabeças. E sentaram-se a seu lado.
Ficaram ali sete dias e sete noites. Ninguém conseguia dizer nada. Viam que seu sofrimento era muito grande.
Passados os sete dias, Jó não aguentou mais. Abriu sua boca. E deixou sair o que estava em seu coração. Amaldiçoou o dia em que nasceu. Como desejou que tivesse sido um aborto! Que nunca tivesse nascido. Que sua mãe não o tivesse colocado no colo, nem o amamentado. Sua tristeza era profunda.
Não podemos acusá-lo. Quantos de nós já fez a mesma coisa? Quantos de nós já fizeram a mesma pergunta “por que eu nasci”? Tudo que Jó queria era paz.
Seu coração grita. Não consegue entender porque o Senhor permitiu que nascesse, já que não tinha futuro.
Gemia tanto que não conseguia comer. Perdeu o apetite. Gritava sem parar, como água corrente, cuja torneira não fecha.
O que temia, acabou acontecendo. Sua vida estava acabada. Mas a morte não vinha. Não tinha paz. Não tinha nada. Apenas aflição.
Já aconteceu assim com você? Comigo já. Desejei a morte como se deseja o ar para respirar. Só tinha aflição. Mas o Senhor tinha um plano melhor. Seus pensamentos eram melhores que os meus. E me curou. Tirou-me dos ferrões da depressão. Das garras da morte. Pode fazer o mesmo com você. Acredite. Seu amor é leal. E verdadeiro. Ainda que em algumas situações temos dificuldade para enxergar. Ou nem conseguimos.
"Quem entre vocês teme o Senhor e obedece a seu servo? Se vocês caminham na escuridão, sem um raio de luz sequer, confiem no Senhor e apoiem-se em seu Deus" (Isaías 50.10).
Amanhã continuamos nossa leitura. É um livro sofrido. Sim. Mas precisamos passar por ele. E aprender. Crescer. Leremos do capítulo quatro ao capítulo seis.
Espero você. Até lá.
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segunda-feira, 13 de maio de 2019
Jó 1.1-22
Leitura do dia 13/05.
Continuamos nossa leitura através das páginas maravilhosas da Bíblia.
Ontem terminamos o livro de Ester. Vimos um novo decreto sendo expedido. Dessa vez a favor dos judeus. Vimos também o início da Festa de Purim. Quando a tristeza transformou-se em alegria e o pranto em festa.
Também vimos a grandeza de Xerxes e Mardoqueu, o segundo no reino. http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/ester-81-17.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/ester-91-103.html
Agora, caminharemos pelas páginas de Jó. Hoje, os três primeiros capítulos.
Na primeira postagem, o capítulo um.
O livro de Jó, provavelmente, foi o primeiro a ser escrito. Alguns acreditam que Moisés o tenha escrito. Outros, o próprio Jó. Não há indicação da época. Alguns poucos acham que foi uma história inventada. A maioria crê que são fatos históricos. É o meu caso.
É um livro totalmente diferente. Alerta-nos sobre a existência do mundo espiritual.
Começa dizendo que havia um homem, cujo nome era Jó. Não diz que era uma parábola. Existia um homem chamado Jó. Ele morava em Uz. E mais, era um homem íntegro e correto, que temia o Senhor e se desviava do mal.
Íntegro significa inteiro. Ele sabia quem era e a quem servia. Não ficava claudicando. Era correto. Temia o Senhor. E, ainda que o mal estivesse diante dele, desviava-se. Não flertava. Desviava-se. Como José fez. Como devemos fazer. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-391-23.html; http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
O texto nos conta que era muito rico. Na verdade, era o homem mais rico de toda a região de Uz. Ser rico não é problema. É uma benção. Desde que nosso coração esteja no Senhor e não nas riquezas.
Seus filhos eram unidos. Estavam sempre juntos. Revezavam-se fazendo banquetes. Cada vez na casa de um. Eram sete filhos. E três filhas. Sempre que os irmãos se reuniam, convidavam suas irmãs. E, sempre que terminavam essas festas, Jó mandava chamá-los, para se purificarem. Aparentemente não faziam nada errado, ainda assim Jó levantava de manhã bem cedo e oferecia sacrifícios ao Senhor. Pensava que talvez pudessem ter ofendido o Senhor, em seus corações. Onde ninguém podia ver. Exceto o Senhor. Jó sempre agia assim.
Um dia, os anjos apresentaram-se ao Senhor. Satanás, o acusador, também. Não sabemos o que o Senhor conversou com os anjos. O texto não nos conta. Mas sabemos que Ele, o Senhor, dirigiu-se a Satanás e perguntou-lhe de onde estava vindo. Claro que o Senhor sabia. Sua pergunta tinha outra intenção.
Satanás respondeu que estava vindo da terra. Ele a havia rodeado, observando o que acontecia. O Senhor lhe pergunta se observou Seu servo, Jó. E testemunha a seu favor. Não havia ninguém na terra semelhante a ele. Íntegro, correto, temente e que se mantinha afastado do mal.
Satanás responde que considera lógico Jó temer ao Senhor. Ele é rico. Tem de tudo. O Senhor o cercava de proteção, assim como sua família e seus bens. Ele queria ver se o Senhor estendesse Sua mão sobre ele, se perdesse tudo. Com toda certeza Jó O amaldiçoaria, apontando seu dedo para Ele.
Fico imaginando a cena. Algum propósito o Senhor tem para “puxar conversa” com Satanás e falar bem de Jó. Satanás, o nojento, acusa o Senhor, como se não fosse digno de nosso amor. Jó só o teme porque o Senhor lhe dá tudo. Se perdesse o que tem, amaldiçoaria, olhando-O na face, sem nenhum temor.
O Senhor ouve e responde que Satanás pode prová-lo. Pode fazer o que quiser. Desde que não lhe cause nenhum dano físico. O Senhor impôs um limite. Ele nos conhece.
Satanás saiu de Sua presença. E começou a maquinar seu plano.
Um dia, quando seus filhos e filhas estavam reunidos, na casa do irmão mais velho, um mensageiro chegou à casa de Jó. Já reparou que o nojento sempre manda um mensageiro?
Pois bem, esse homem contou-lhe que foram atacados pelos sabeus. Todos os bois e jumentos foram roubados. Todos os empregados mortos. Só ele escapara, para lhe dar a notícia.
Quando ainda falava, chegou outro mensageiro. Fogo “de Deus” caiu do céu. Queimou todas as ovelhas e pastores. Só ele escapara, para dar a notícia. Parece uma enxurrada. Jó vai sendo levado. Não dá tempo de parar. Nem ao menos de pensar.
Quando aquele mensageiro falava, chegou outro. Os caldeus roubaram os camelos e mataram os servos. Só o mensageiro escapou.
Jó acabou de perder todos seus bens. Ainda não conseguiu falar nada. Talvez estivesse com a boca aberta. Os joelhos fraquejando. O nojento usou homens e até a natureza para conseguir seu intento.
Ainda havia um golpe final. Quando o último mensageiro ainda falava, chegou outro. Começou contando que seus filhos estavam reunidos na casa do mais velho... Com certeza, Jó imaginou o restante. Sim. Todos mortos. Um terrível vendaval atingiu a casa. De todos os lados. Ela caiu. Sobre seus filhos.
A enxurrada acabou. Jó alcançou o fim. Não havia mais notícias a serem dadas. Havia perdido seus bens e seus filhos queridos. Levantou-se. Rasgou suas vestes. Raspou sua cabeça. Prostrou-se com o rosto em terra. E...
Adorou.
Não é incrível? Diferente do que Satanás previu, Jó não pecou contra o Senhor. Nem ao menos o culpou. Reconheceu que nu havia saído do ventre de sua mãe e nu estaria quando partisse. Não veio com nada. Não levaria nada. Seu coração não estava em seus bens.
Reconheceu que tudo que havia conquistado fora dado pelo Senhor. Afirmou que o Senhor deu. O Senhor tomou. E louvou Seu nome.
Fico parada. Sem fala. Que atitude a desse homem! Será que agiríamos assim?
Será que temos sido provados?
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Continuamos nossa leitura através das páginas maravilhosas da Bíblia.
Ontem terminamos o livro de Ester. Vimos um novo decreto sendo expedido. Dessa vez a favor dos judeus. Vimos também o início da Festa de Purim. Quando a tristeza transformou-se em alegria e o pranto em festa.
Também vimos a grandeza de Xerxes e Mardoqueu, o segundo no reino. http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/ester-81-17.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/ester-91-103.html
Agora, caminharemos pelas páginas de Jó. Hoje, os três primeiros capítulos.
Na primeira postagem, o capítulo um.
O livro de Jó, provavelmente, foi o primeiro a ser escrito. Alguns acreditam que Moisés o tenha escrito. Outros, o próprio Jó. Não há indicação da época. Alguns poucos acham que foi uma história inventada. A maioria crê que são fatos históricos. É o meu caso.
É um livro totalmente diferente. Alerta-nos sobre a existência do mundo espiritual.
Começa dizendo que havia um homem, cujo nome era Jó. Não diz que era uma parábola. Existia um homem chamado Jó. Ele morava em Uz. E mais, era um homem íntegro e correto, que temia o Senhor e se desviava do mal.
Íntegro significa inteiro. Ele sabia quem era e a quem servia. Não ficava claudicando. Era correto. Temia o Senhor. E, ainda que o mal estivesse diante dele, desviava-se. Não flertava. Desviava-se. Como José fez. Como devemos fazer. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-391-23.html; http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html
O texto nos conta que era muito rico. Na verdade, era o homem mais rico de toda a região de Uz. Ser rico não é problema. É uma benção. Desde que nosso coração esteja no Senhor e não nas riquezas.
Seus filhos eram unidos. Estavam sempre juntos. Revezavam-se fazendo banquetes. Cada vez na casa de um. Eram sete filhos. E três filhas. Sempre que os irmãos se reuniam, convidavam suas irmãs. E, sempre que terminavam essas festas, Jó mandava chamá-los, para se purificarem. Aparentemente não faziam nada errado, ainda assim Jó levantava de manhã bem cedo e oferecia sacrifícios ao Senhor. Pensava que talvez pudessem ter ofendido o Senhor, em seus corações. Onde ninguém podia ver. Exceto o Senhor. Jó sempre agia assim.
Um dia, os anjos apresentaram-se ao Senhor. Satanás, o acusador, também. Não sabemos o que o Senhor conversou com os anjos. O texto não nos conta. Mas sabemos que Ele, o Senhor, dirigiu-se a Satanás e perguntou-lhe de onde estava vindo. Claro que o Senhor sabia. Sua pergunta tinha outra intenção.
Satanás respondeu que estava vindo da terra. Ele a havia rodeado, observando o que acontecia. O Senhor lhe pergunta se observou Seu servo, Jó. E testemunha a seu favor. Não havia ninguém na terra semelhante a ele. Íntegro, correto, temente e que se mantinha afastado do mal.
Satanás responde que considera lógico Jó temer ao Senhor. Ele é rico. Tem de tudo. O Senhor o cercava de proteção, assim como sua família e seus bens. Ele queria ver se o Senhor estendesse Sua mão sobre ele, se perdesse tudo. Com toda certeza Jó O amaldiçoaria, apontando seu dedo para Ele.
Fico imaginando a cena. Algum propósito o Senhor tem para “puxar conversa” com Satanás e falar bem de Jó. Satanás, o nojento, acusa o Senhor, como se não fosse digno de nosso amor. Jó só o teme porque o Senhor lhe dá tudo. Se perdesse o que tem, amaldiçoaria, olhando-O na face, sem nenhum temor.
O Senhor ouve e responde que Satanás pode prová-lo. Pode fazer o que quiser. Desde que não lhe cause nenhum dano físico. O Senhor impôs um limite. Ele nos conhece.
Satanás saiu de Sua presença. E começou a maquinar seu plano.
Um dia, quando seus filhos e filhas estavam reunidos, na casa do irmão mais velho, um mensageiro chegou à casa de Jó. Já reparou que o nojento sempre manda um mensageiro?
Pois bem, esse homem contou-lhe que foram atacados pelos sabeus. Todos os bois e jumentos foram roubados. Todos os empregados mortos. Só ele escapara, para lhe dar a notícia.
Quando ainda falava, chegou outro mensageiro. Fogo “de Deus” caiu do céu. Queimou todas as ovelhas e pastores. Só ele escapara, para dar a notícia. Parece uma enxurrada. Jó vai sendo levado. Não dá tempo de parar. Nem ao menos de pensar.
Quando aquele mensageiro falava, chegou outro. Os caldeus roubaram os camelos e mataram os servos. Só o mensageiro escapou.
Jó acabou de perder todos seus bens. Ainda não conseguiu falar nada. Talvez estivesse com a boca aberta. Os joelhos fraquejando. O nojento usou homens e até a natureza para conseguir seu intento.
Ainda havia um golpe final. Quando o último mensageiro ainda falava, chegou outro. Começou contando que seus filhos estavam reunidos na casa do mais velho... Com certeza, Jó imaginou o restante. Sim. Todos mortos. Um terrível vendaval atingiu a casa. De todos os lados. Ela caiu. Sobre seus filhos.
A enxurrada acabou. Jó alcançou o fim. Não havia mais notícias a serem dadas. Havia perdido seus bens e seus filhos queridos. Levantou-se. Rasgou suas vestes. Raspou sua cabeça. Prostrou-se com o rosto em terra. E...
Adorou.
Não é incrível? Diferente do que Satanás previu, Jó não pecou contra o Senhor. Nem ao menos o culpou. Reconheceu que nu havia saído do ventre de sua mãe e nu estaria quando partisse. Não veio com nada. Não levaria nada. Seu coração não estava em seus bens.
Reconheceu que tudo que havia conquistado fora dado pelo Senhor. Afirmou que o Senhor deu. O Senhor tomou. E louvou Seu nome.
Fico parada. Sem fala. Que atitude a desse homem! Será que agiríamos assim?
Será que temos sido provados?
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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Não amaldiçoou,
O Senho deu e tomou,
Perdeu os bens,
Perdeu os filhos,
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segunda-feira, 22 de abril de 2019
1 Crônicas 21.1-30
Leitura do dia 19/04.
Na postagem anterior, vimos que devemos estar no lugar correto. Vimos também que a coroa não é nossa. Devemos saber a hora de sair de cena e entregar a honra e a coroa ao Rei.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-201.html
Agora, vamos continuar através das páginas do capítulo vinte e um.
Satanás levantou-se contra Israel. Induziu Davi a fazer um recenseamento.
Davi ordenou a Joabe e aos demais comandantes do exército que fossem por todo Israel, contando o povo desde Berseba, até Dã. De norte a sul. Um homem que enfrentou um gigante com uma funda, agora quer saber o número de seu exército.
Joabe aconselhou Davi a não fazer o recenseamento. A ordem era confiar no Senhor e não no número de soldados. Joabe também alertou Davi de que tal ato traria culpa sobre Israel.
O desejo de Davi prevaleceu, afinal ele era o rei. Joabe partiu em cumprimento à sua ordem. Percorreu todo Israel. Só voltou depois do trabalho feito.
Apresentou a Davi o relatório final com o número dos homens prontos para combate. Eram um milhão e cem mil homens prontos para o serviço militar, sendo que só em Judá havia quatrocentos e setenta mil.
Joabe não incluiu no censo as tribos de Levi e Benjamim, pois a ordem do rei lhe pareceu absurda. De fato, Deus reprovou o que Davi fez. Por isso todo Israel foi castigado.
Davi reconheceu seu erro. Confessou a Deus, pedindo Seu perdão. Percebeu que havia cometido uma grande loucura, não confiando no Senhor.
O problema não está no que ele fez, mas no motivo.
O Senhor enviou uma palavra a Gade, o "profeta" de Davi. Ordenou que Gade dissesse a Davi que o Senhor lhe dava três opções de punição.
Davi deveria escolher três anos de fome ou três meses fugindo de seus inimigos ou três dias da espada do Senhor. Essa espada seriam três dias de praga, com o Anjo do Senhor assolando Israel.
Gade ordenou que Davi decidisse para que pudesse responder ao Senhor. Davi respondeu que sua aflição era terrível. Que decisão! Preferia cair nas mãos do Senhor a cair nas mãos de homens, porque grande é Sua misericórdia.
Mas o Davi que enfrentou Golias, teria preferido cair nas mãos de seus inimigos, a fazer o povo sofrer. Naquele dia, ele estava disposto a morrer por Israel, embora soubesse que o Senhor lutaria com ele e por ele.
O Senhor enviou uma peste. Pereceram setenta mil homens de Israel, de várias cidades. Mas quando o Senhor enviou Seu Anjo a Jerusalém para exterminá-la, teve compaixão. Ordenou ao Anjo do Juízo que parasse. O Anjo estava perto da eira de Araúna, o jebuseu. Eira é o terreno onde cereais são malhados.
Davi viu o Anjo do Senhor entre o céu e a terra, com sua espada desembainhada e voltada contra Jerusalém. Davi e os anciãos de Israel, vestidos com panos de saco, em sinal de humildade, prostraram-se com o rosto em terra.
Davi disse ao Senhor que ele é quem havia mandado fazer o recenseamento do povo. Ele era o culpado. O povo, no entanto, não passava de ovelhas inocentes. Ovelhas que não haviam cometido erro nenhum. Pediu que o castigo do Senhor caísse sobre si e sua família e que o povo fosse poupado.
Ah, o Davi que enfrentou Golias, reaparece.
Gade, orientado pelo Anjo do Senhor, ordenou-lhe que subisse e levantasse um altar ao Senhor na eira de Araúna. Davi, em obediência à Sua Palavra foi imediatamente para lá.
Araúna estava debulhando trigo quando viu o Anjo do Senhor. Ele e seus quatro filhos que estavam com ele correram para se esconder.
Nesse momento Davi chegou. Quando Araúna o viu, saiu da eira e prostrou-se diante de Davi, rosto em terra.
Davi, o rei, lhe rogou que vendesse o terreno da eira pelo preço justo. Queria edificar ali um altar ao Senhor, para que cessasse a praga que estava assolando o povo.
Araúna disse a Davi que pegasse o terreno e fizesse o que bem lhe parecesse. Também disse que oferecia, de bom grado, os bois para o sacrifício, seu debulhador para servir de lenha, e o trigo para a oferta de cereal.
Davi respondeu a Araúna que não podia aceitar. Que lhe pagaria o preço justo. Não ofereceria ao Senhor o que pertencia a Araúna. Também não ofereceria holocausto que não lhe custasse nada. Pagou a Araúna o valor de sete quilos e duzentos gramas de ouro pelo terreno. Construiu um altar para o Senhor. Ofereceu holocaustos e ofertas de paz e comunhão. Invocou o Senhor.
O Senhor lhe respondeu fazendo cair fogo do céu sobre o altar dos sacrifícios. E ordenou ao Anjo que guardasse sua espada na bainha.
Nessa ocasião Davi entendeu que o Senhor lhe havia respondido com graça na eira de Araúna. Ele passou a oferecer holocaustos ali. Nessa época o Tabernáculo do Senhor e o altar de holocaustos estavam em Gibeom.
Satanás sempre estará levantando-se contra nós, povo do Senhor. Ele, seguramente, é nosso Inimigo. Precisamos estar atentos para não sermos induzidos ou seduzidos por ele, em nada.
Como conseguiremos? Andando o tempo todo na presença do Senhor, habitando em Sua presença.
Precisamos aprender com Joabe. Ele percebeu que o pedido de Davi traria consequências para Israel.
Precisamos aprender com Davi também. Não devemos permitir que nossa voz prevaleça por estarmos em uma posição mais alta que outra pessoa. Devemos ouvir com atenção os argumentos das pessoas e analisar com justiça, independente do correto ir contra o que desejamos. Davi não fez isso.
Mas há algo positivo que podemos aprender com Davi. Ele percebeu que havia errado. Que havia desagradado ao Senhor. Se arrependeu e pediu perdão.
Davi também ouviu as palavras de Gade, com humildade. E, como o Senhor ordenou, escolheu rapidamente sua punição. Escolheu com sabedoria porque sempre será melhor cair nas mãos do Senhor que nas mãos dos homens. O Senhor sempre é misericordioso. Suas misericórdias não tem fim! O problema foi que não pensou na morte de outras pessoas, quando o erro foi dele.
Davi e suas autoridades se humilharam diante do Senhor. Estavam vestidos de saco, em sinal de humilhação.
Quando Davi viu que o Anjo estava prestes a destruir Jerusalém, clamou ao Senhor. Diferente de Adão que transferiu sua culpa para Eva e para o próprio Deus, Davi assumiu a sua. Disse que era culpado. Tinha sido ele quem cometera o erro. O povo era como ovelhas inocentes. Pediu que ele e sua família fossem castigados, não o povo. O bom é não errarmos, mas se errarmos, precisamos aprender a assumir nossa culpa. E a nos arrependermos.
Quando Gade falou que Davi devia sacrificar na eira de Araúna, imediatamente foi para lá. Não procrastinou. Foi correndo. Quando chegou lá, rogou a Araúna que vendesse sua eira. Era o rei e aqui, não fez sua palavra prevalecer, rogou.
Que aprendamos com Araúna. Estava disposto a oferecer tudo ao Senhor.
Mas, quando Araúna disse que lhe daria o terreno, assim como os bois, o debulhador e até o trigo, Davi disse que não daria ao Senhor algo que pertencesse a outro e algo que não lhe custasse nada. Tenho visto tantas pessoas querendo oferecer esse tipo de sacrifício ao Senhor! Um sacrifício oferecido por outro, sem custo pessoal. Davi sabia que não é assim que agradamos ao Senhor. Que aprendamos com ele.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/assuma-sua-culpa.html
Na postagem anterior, vimos que devemos estar no lugar correto. Vimos também que a coroa não é nossa. Devemos saber a hora de sair de cena e entregar a honra e a coroa ao Rei.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-201.html
Agora, vamos continuar através das páginas do capítulo vinte e um.
Satanás levantou-se contra Israel. Induziu Davi a fazer um recenseamento.
Davi ordenou a Joabe e aos demais comandantes do exército que fossem por todo Israel, contando o povo desde Berseba, até Dã. De norte a sul. Um homem que enfrentou um gigante com uma funda, agora quer saber o número de seu exército.
Joabe aconselhou Davi a não fazer o recenseamento. A ordem era confiar no Senhor e não no número de soldados. Joabe também alertou Davi de que tal ato traria culpa sobre Israel.
O desejo de Davi prevaleceu, afinal ele era o rei. Joabe partiu em cumprimento à sua ordem. Percorreu todo Israel. Só voltou depois do trabalho feito.
Apresentou a Davi o relatório final com o número dos homens prontos para combate. Eram um milhão e cem mil homens prontos para o serviço militar, sendo que só em Judá havia quatrocentos e setenta mil.
Joabe não incluiu no censo as tribos de Levi e Benjamim, pois a ordem do rei lhe pareceu absurda. De fato, Deus reprovou o que Davi fez. Por isso todo Israel foi castigado.
Davi reconheceu seu erro. Confessou a Deus, pedindo Seu perdão. Percebeu que havia cometido uma grande loucura, não confiando no Senhor.
O problema não está no que ele fez, mas no motivo.
O Senhor enviou uma palavra a Gade, o "profeta" de Davi. Ordenou que Gade dissesse a Davi que o Senhor lhe dava três opções de punição.
Davi deveria escolher três anos de fome ou três meses fugindo de seus inimigos ou três dias da espada do Senhor. Essa espada seriam três dias de praga, com o Anjo do Senhor assolando Israel.
Gade ordenou que Davi decidisse para que pudesse responder ao Senhor. Davi respondeu que sua aflição era terrível. Que decisão! Preferia cair nas mãos do Senhor a cair nas mãos de homens, porque grande é Sua misericórdia.
Mas o Davi que enfrentou Golias, teria preferido cair nas mãos de seus inimigos, a fazer o povo sofrer. Naquele dia, ele estava disposto a morrer por Israel, embora soubesse que o Senhor lutaria com ele e por ele.
O Senhor enviou uma peste. Pereceram setenta mil homens de Israel, de várias cidades. Mas quando o Senhor enviou Seu Anjo a Jerusalém para exterminá-la, teve compaixão. Ordenou ao Anjo do Juízo que parasse. O Anjo estava perto da eira de Araúna, o jebuseu. Eira é o terreno onde cereais são malhados.
Davi viu o Anjo do Senhor entre o céu e a terra, com sua espada desembainhada e voltada contra Jerusalém. Davi e os anciãos de Israel, vestidos com panos de saco, em sinal de humildade, prostraram-se com o rosto em terra.
Davi disse ao Senhor que ele é quem havia mandado fazer o recenseamento do povo. Ele era o culpado. O povo, no entanto, não passava de ovelhas inocentes. Ovelhas que não haviam cometido erro nenhum. Pediu que o castigo do Senhor caísse sobre si e sua família e que o povo fosse poupado.
Ah, o Davi que enfrentou Golias, reaparece.
Gade, orientado pelo Anjo do Senhor, ordenou-lhe que subisse e levantasse um altar ao Senhor na eira de Araúna. Davi, em obediência à Sua Palavra foi imediatamente para lá.
Araúna estava debulhando trigo quando viu o Anjo do Senhor. Ele e seus quatro filhos que estavam com ele correram para se esconder.
Nesse momento Davi chegou. Quando Araúna o viu, saiu da eira e prostrou-se diante de Davi, rosto em terra.
Davi, o rei, lhe rogou que vendesse o terreno da eira pelo preço justo. Queria edificar ali um altar ao Senhor, para que cessasse a praga que estava assolando o povo.
Araúna disse a Davi que pegasse o terreno e fizesse o que bem lhe parecesse. Também disse que oferecia, de bom grado, os bois para o sacrifício, seu debulhador para servir de lenha, e o trigo para a oferta de cereal.
Davi respondeu a Araúna que não podia aceitar. Que lhe pagaria o preço justo. Não ofereceria ao Senhor o que pertencia a Araúna. Também não ofereceria holocausto que não lhe custasse nada. Pagou a Araúna o valor de sete quilos e duzentos gramas de ouro pelo terreno. Construiu um altar para o Senhor. Ofereceu holocaustos e ofertas de paz e comunhão. Invocou o Senhor.
O Senhor lhe respondeu fazendo cair fogo do céu sobre o altar dos sacrifícios. E ordenou ao Anjo que guardasse sua espada na bainha.
Nessa ocasião Davi entendeu que o Senhor lhe havia respondido com graça na eira de Araúna. Ele passou a oferecer holocaustos ali. Nessa época o Tabernáculo do Senhor e o altar de holocaustos estavam em Gibeom.
Satanás sempre estará levantando-se contra nós, povo do Senhor. Ele, seguramente, é nosso Inimigo. Precisamos estar atentos para não sermos induzidos ou seduzidos por ele, em nada.
Como conseguiremos? Andando o tempo todo na presença do Senhor, habitando em Sua presença.
Precisamos aprender com Joabe. Ele percebeu que o pedido de Davi traria consequências para Israel.
Precisamos aprender com Davi também. Não devemos permitir que nossa voz prevaleça por estarmos em uma posição mais alta que outra pessoa. Devemos ouvir com atenção os argumentos das pessoas e analisar com justiça, independente do correto ir contra o que desejamos. Davi não fez isso.
Mas há algo positivo que podemos aprender com Davi. Ele percebeu que havia errado. Que havia desagradado ao Senhor. Se arrependeu e pediu perdão.
Davi também ouviu as palavras de Gade, com humildade. E, como o Senhor ordenou, escolheu rapidamente sua punição. Escolheu com sabedoria porque sempre será melhor cair nas mãos do Senhor que nas mãos dos homens. O Senhor sempre é misericordioso. Suas misericórdias não tem fim! O problema foi que não pensou na morte de outras pessoas, quando o erro foi dele.
Davi e suas autoridades se humilharam diante do Senhor. Estavam vestidos de saco, em sinal de humilhação.
Quando Davi viu que o Anjo estava prestes a destruir Jerusalém, clamou ao Senhor. Diferente de Adão que transferiu sua culpa para Eva e para o próprio Deus, Davi assumiu a sua. Disse que era culpado. Tinha sido ele quem cometera o erro. O povo era como ovelhas inocentes. Pediu que ele e sua família fossem castigados, não o povo. O bom é não errarmos, mas se errarmos, precisamos aprender a assumir nossa culpa. E a nos arrependermos.
Quando Gade falou que Davi devia sacrificar na eira de Araúna, imediatamente foi para lá. Não procrastinou. Foi correndo. Quando chegou lá, rogou a Araúna que vendesse sua eira. Era o rei e aqui, não fez sua palavra prevalecer, rogou.
Que aprendamos com Araúna. Estava disposto a oferecer tudo ao Senhor.
Mas, quando Araúna disse que lhe daria o terreno, assim como os bois, o debulhador e até o trigo, Davi disse que não daria ao Senhor algo que pertencesse a outro e algo que não lhe custasse nada. Tenho visto tantas pessoas querendo oferecer esse tipo de sacrifício ao Senhor! Um sacrifício oferecido por outro, sem custo pessoal. Davi sabia que não é assim que agradamos ao Senhor. Que aprendamos com ele.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/assuma-sua-culpa.html
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sábado, 30 de junho de 2018
Assuma sua culpa!
Continuamos nossa caminhada pelas páginas de 1 Crônicas.
Ontem vimos que a coroa não é nossa. Devemos saber a hora de sair de cena e entregar a honra e a coroa ao Rei.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-coroa-nao-e-nossa.html
Hoje vamos continuar através das páginas do capítulo 21.
Satanás levantou-se contra Israel. Ele induziu Davi a fazer um recenseamento.
Davi ordenou a Joabe e aos demais comandantes do exército que fossem por todo Israel, contando o povo desde Berseba até Dã. Queria saber o número de seu exército.
Joabe aconselhou Davi a não fazer o recenseamento. A ordem era confiar no Senhor e não no número de soldados. Joabe também alertou Davi de que tal ato traria culpa sobre Israel.
Mas a palavra de Davi prevaleceu, afinal ele era o rei. Joabe partiu em cumprimento à sua ordem. Percorreu todo Israel. Só voltou depois do trabalho feito.
Apresentou a Davi o relatório final com o número dos homens prontos para combate. Eram um milhão e cem mil homens prontos para o serviço militar, sendo que só em Judá havia quatrocentos e setenta mil.
Joabe não incluiu no censo as tribos de Levi e Benjamim, pois a ordem do rei lhe pareceu absurda. De fato, Deus reprovou o que Davi fez. Por isso todo Israel foi castigado.
Davi reconheceu seu erro. Confessou a Deus, pedindo Seu perdão. Percebeu que havia cometido uma grande loucura.
O Senhor enviou uma palavra a Gade, o profeta de Davi. Ordenou que Gade dissesse a Davi que o Senhor lhe dava três opções de punição.
Davi deveria escolher ou três anos de fome ou três meses fugindo de seus inimigos ou três dias da espada do Senhor. Essa espada seriam três dias de praga, com o Anjo do Senhor assolando Israel.
Gade disse que Davi deveria decidir para que ele respondesse ao Senhor. Davi respondeu que sua aflição era terrível. Que decisão! Mas preferia cair nas mãos do Senhor a cair nas mãos de homens, porque grande é Sua misericórdia.
O Senhor enviou uma peste. Pereceram setenta mil homens de Israel. Depois o Senhor enviou Seu Anjo a Jerusalém para exterminá-la.
Na hora que o Anjo ia destruí-la, o Senhor teve compaixão. Ordenou ao Anjo do Juízo que parasse. O Anjo estava perto da eira de Araúna, o jebuseu. Eira é o terreno onde os cereais eram malhados.
Davi viu o Anjo do Senhor entre o céu e a terra, com sua espada desembainhada e voltada contra Jerusalém. Davi e os anciãos de Israel, vestidos com panos de saco, em sinal de humildade, prostraram-se com o rosto em terra.
Davi disse ao Senhor que ele é quem havia mandado fazer o recenseamento do povo. Ele era o culpado. O povo, no entanto, não passava de ovelhas inocentes. Ovelhas que não haviam cometido erro nenhum. Pediu que o castigo do Senhor caísse sobre si e sua família e que o povo fosse poupado.
Gade, orientado pelo Anjo do Senhor, ordenou a Davi que subisse e levantasse um altar ao Senhor na eira de Araúna.
Davi, em obediência à Sua Palavra foi imediatamente para lá.
Araúna estava debulhando trigo quando viu o Anjo do Senhor. Ele e seus quatro filhos que estavam com ele correram para se esconder.
Nesse momento Davi chegou. Quando Araúna o viu, saiu da eira e prostrou-se diante de Davi, rosto em terra.
Davi, o rei, lhe rogou que vendesse o terreno da eira pelo preço justo. Queria edificar ali um altar ao Senhor, para que cessasse a praga que estava assolando o povo.
Araúna disse a Davi que pegasse o terreno e fizesse o que bem lhe parecesse. Também disse que oferecia, de bom grado, os bois para o sacrifício, seu debulhador para servir de lenha, e o trigo para a oferta de cereal.
Davi respondeu a Araúna que não podia aceitar. Que lhe pagaria o preço justo. Ele não ofereceria ao Senhor o que pertencia a Araúna. Também não ofereceria holocausto que não lhe custasse nada.
Davi pagou a Araúna o valor de sete quilos e duzentos gramas de ouro pelo terreno. Construiu um altar para o Senhor. Ofereceu holocaustos e ofertas de paz e comunhão. Invocou o Senhor.
O Senhor lhe respondeu fazendo cair fogo do céu sobre o altar dos sacrifícios. E ordenou ao Anjo que guardasse sua espada na bainha.
Nessa ocasião Davi entendeu que o Senhor lhe havia respondido com graça na eira de Araúna. Ele passou a oferecer holocaustos ali. Nessa época o Tabernáculo do Senhor e o altar de holocaustos estavam em Gibeom.
Vamos às lições.
Satanás sempre estará levantando-se contra nós, povo do Senhor. Ele, seguramente, é nosso Inimigo. Precisamos estar atentos para não sermos induzidos ou seduzidos por ele, em nada. Como conseguiremos? Andando o tempo todo na presença do Senhor, habitando em Sua presença.
Precisamos aprender com Joabe. Ele percebeu que o pedido de Davi traria consequências para Israel.
Precisamos aprender com Davi também. Não devemos permitir que nossa voz prevaleça por estarmos em uma posição mais alta que outra pessoa. Devemos ouvir com atenção os argumentos das pessoas e analisar com justiça, independente do correto ir contra o que desejamos. Davi não fez isso.
Mas há algo positivo que podemos aprender com Davi. Ele percebeu que havia errado. Que havia desagradado ao Senhor. Se arrependeu e pediu perdão.
Davi também ouviu as palavras de Gade, com humildade. E, como o Senhor ordenou, escolheu rapidamente sua punição. Escolheu com sabedoria porque sempre será melhor cair nas mãos do Senhor que nas mãos dos homens. O Senhor sempre é misericordioso. Suas misericórdias não tem fim!
Davi e suas autoridades se humilharam diante do Senhor. Estavam vestidos de saco, em sinal de humilhação.
Quando Davi viu que o Anjo estava prestes a destruir Jerusalém, clamou ao Senhor. Diferente de Adão que transferiu sua culpa para Eva e para o próprio Deus, Davi assumiu a sua. Disse que era culpado. Tinha sido ele quem cometera o erro. O povo era como ovelhas inocentes. Pediu que ele e sua família fossem castigados, não o povo. O bom é não errarmos, mas se errarmos, precisamos aprender a assumir nossa culpa. E a nos arrependermos.
Quando Gade falou que Davi devia sacrificar na eira de Araúna, imediatamente foi para lá. Não procrastinou. Foi correndo. Quando chegou lá, rogou a Araúna que vendesse sua eira. Era o rei e aqui, não fez sua palavra prevalecer, rogou a Araúna.
Que aprendamos com Araúna. Ele estava disposto a oferecer tudo ao Senhor.
Mas, quando Araúna disse que lhe daria o terreno, assim como os bois, o debulhador e até o trigo, Davi disse que não daria ao Senhor algo que pertencesse a outro e algo que não lhe custasse nada.
Tenho visto tantas pessoas querendo oferecer esse tipo de sacrifício ao Senhor. Um sacrifício oferecido por outro, sem custo pessoal. Davi sabia que não é assim que agradamos ao Senhor. Que aprendamos com ele!
Quantas lições nesta situação.
Amanhã prosseguimos. Até lá.
Ontem vimos que a coroa não é nossa. Devemos saber a hora de sair de cena e entregar a honra e a coroa ao Rei.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-coroa-nao-e-nossa.html
Hoje vamos continuar através das páginas do capítulo 21.
Satanás levantou-se contra Israel. Ele induziu Davi a fazer um recenseamento.
Davi ordenou a Joabe e aos demais comandantes do exército que fossem por todo Israel, contando o povo desde Berseba até Dã. Queria saber o número de seu exército.
Joabe aconselhou Davi a não fazer o recenseamento. A ordem era confiar no Senhor e não no número de soldados. Joabe também alertou Davi de que tal ato traria culpa sobre Israel.
Mas a palavra de Davi prevaleceu, afinal ele era o rei. Joabe partiu em cumprimento à sua ordem. Percorreu todo Israel. Só voltou depois do trabalho feito.
Apresentou a Davi o relatório final com o número dos homens prontos para combate. Eram um milhão e cem mil homens prontos para o serviço militar, sendo que só em Judá havia quatrocentos e setenta mil.
Joabe não incluiu no censo as tribos de Levi e Benjamim, pois a ordem do rei lhe pareceu absurda. De fato, Deus reprovou o que Davi fez. Por isso todo Israel foi castigado.
Davi reconheceu seu erro. Confessou a Deus, pedindo Seu perdão. Percebeu que havia cometido uma grande loucura.
O Senhor enviou uma palavra a Gade, o profeta de Davi. Ordenou que Gade dissesse a Davi que o Senhor lhe dava três opções de punição.
Davi deveria escolher ou três anos de fome ou três meses fugindo de seus inimigos ou três dias da espada do Senhor. Essa espada seriam três dias de praga, com o Anjo do Senhor assolando Israel.
Gade disse que Davi deveria decidir para que ele respondesse ao Senhor. Davi respondeu que sua aflição era terrível. Que decisão! Mas preferia cair nas mãos do Senhor a cair nas mãos de homens, porque grande é Sua misericórdia.
O Senhor enviou uma peste. Pereceram setenta mil homens de Israel. Depois o Senhor enviou Seu Anjo a Jerusalém para exterminá-la.
Na hora que o Anjo ia destruí-la, o Senhor teve compaixão. Ordenou ao Anjo do Juízo que parasse. O Anjo estava perto da eira de Araúna, o jebuseu. Eira é o terreno onde os cereais eram malhados.
Davi viu o Anjo do Senhor entre o céu e a terra, com sua espada desembainhada e voltada contra Jerusalém. Davi e os anciãos de Israel, vestidos com panos de saco, em sinal de humildade, prostraram-se com o rosto em terra.
Davi disse ao Senhor que ele é quem havia mandado fazer o recenseamento do povo. Ele era o culpado. O povo, no entanto, não passava de ovelhas inocentes. Ovelhas que não haviam cometido erro nenhum. Pediu que o castigo do Senhor caísse sobre si e sua família e que o povo fosse poupado.
Gade, orientado pelo Anjo do Senhor, ordenou a Davi que subisse e levantasse um altar ao Senhor na eira de Araúna.
Davi, em obediência à Sua Palavra foi imediatamente para lá.
Araúna estava debulhando trigo quando viu o Anjo do Senhor. Ele e seus quatro filhos que estavam com ele correram para se esconder.
Nesse momento Davi chegou. Quando Araúna o viu, saiu da eira e prostrou-se diante de Davi, rosto em terra.
Davi, o rei, lhe rogou que vendesse o terreno da eira pelo preço justo. Queria edificar ali um altar ao Senhor, para que cessasse a praga que estava assolando o povo.
Araúna disse a Davi que pegasse o terreno e fizesse o que bem lhe parecesse. Também disse que oferecia, de bom grado, os bois para o sacrifício, seu debulhador para servir de lenha, e o trigo para a oferta de cereal.
Davi respondeu a Araúna que não podia aceitar. Que lhe pagaria o preço justo. Ele não ofereceria ao Senhor o que pertencia a Araúna. Também não ofereceria holocausto que não lhe custasse nada.
Davi pagou a Araúna o valor de sete quilos e duzentos gramas de ouro pelo terreno. Construiu um altar para o Senhor. Ofereceu holocaustos e ofertas de paz e comunhão. Invocou o Senhor.
O Senhor lhe respondeu fazendo cair fogo do céu sobre o altar dos sacrifícios. E ordenou ao Anjo que guardasse sua espada na bainha.
Nessa ocasião Davi entendeu que o Senhor lhe havia respondido com graça na eira de Araúna. Ele passou a oferecer holocaustos ali. Nessa época o Tabernáculo do Senhor e o altar de holocaustos estavam em Gibeom.
Vamos às lições.
Satanás sempre estará levantando-se contra nós, povo do Senhor. Ele, seguramente, é nosso Inimigo. Precisamos estar atentos para não sermos induzidos ou seduzidos por ele, em nada. Como conseguiremos? Andando o tempo todo na presença do Senhor, habitando em Sua presença.
Precisamos aprender com Joabe. Ele percebeu que o pedido de Davi traria consequências para Israel.
Precisamos aprender com Davi também. Não devemos permitir que nossa voz prevaleça por estarmos em uma posição mais alta que outra pessoa. Devemos ouvir com atenção os argumentos das pessoas e analisar com justiça, independente do correto ir contra o que desejamos. Davi não fez isso.
Mas há algo positivo que podemos aprender com Davi. Ele percebeu que havia errado. Que havia desagradado ao Senhor. Se arrependeu e pediu perdão.
Davi também ouviu as palavras de Gade, com humildade. E, como o Senhor ordenou, escolheu rapidamente sua punição. Escolheu com sabedoria porque sempre será melhor cair nas mãos do Senhor que nas mãos dos homens. O Senhor sempre é misericordioso. Suas misericórdias não tem fim!
Davi e suas autoridades se humilharam diante do Senhor. Estavam vestidos de saco, em sinal de humilhação.
Quando Davi viu que o Anjo estava prestes a destruir Jerusalém, clamou ao Senhor. Diferente de Adão que transferiu sua culpa para Eva e para o próprio Deus, Davi assumiu a sua. Disse que era culpado. Tinha sido ele quem cometera o erro. O povo era como ovelhas inocentes. Pediu que ele e sua família fossem castigados, não o povo. O bom é não errarmos, mas se errarmos, precisamos aprender a assumir nossa culpa. E a nos arrependermos.
Quando Gade falou que Davi devia sacrificar na eira de Araúna, imediatamente foi para lá. Não procrastinou. Foi correndo. Quando chegou lá, rogou a Araúna que vendesse sua eira. Era o rei e aqui, não fez sua palavra prevalecer, rogou a Araúna.
Que aprendamos com Araúna. Ele estava disposto a oferecer tudo ao Senhor.
Mas, quando Araúna disse que lhe daria o terreno, assim como os bois, o debulhador e até o trigo, Davi disse que não daria ao Senhor algo que pertencesse a outro e algo que não lhe custasse nada.
Tenho visto tantas pessoas querendo oferecer esse tipo de sacrifício ao Senhor. Um sacrifício oferecido por outro, sem custo pessoal. Davi sabia que não é assim que agradamos ao Senhor. Que aprendamos com ele!
Quantas lições nesta situação.
Amanhã prosseguimos. Até lá.
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