Mostrando postagens com marcador Anjo do Senhor. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Anjo do Senhor. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 16 de setembro de 2019

Daniel 3.1-30

Leitura do dia 12/09.

Na postagem anterior vimos o sonho de Nabucodonosor e sua interpretação.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/daniel-21-49.html

Agora, caminharemos pelo capítulo três do livro de Daniel.

Apesar de Nabucodonosor ter reconhecido que o Senhor é maior que todos os deuses, não O serviu.

Fez uma estátua de ouro enorme. Media vinte e sete metros de altura e 2,7 metros de largura. Ele a colocou na planície de Dura, na província de Babilônia.

Assim que ficou pronta, ordenou que mensageiros fossem a todos os altos funcionários, governadores, conselhos, tesoureiros, juízes, magistrados e todas as autoridades das províncias para que fossem à dedicação da estátua. Todas essas autoridades foram. Era uma ordem real. Ficaram diante da estátua que Nabucodonosor fizera.

O arauto deu um aviso em alta voz. Todos os povos deveriam ouvir a ordem do rei. Quando ouvissem o som de diversos instrumentos musicais, todos se prostrariam diante da estátua. Quem se negasse, seria imediatamente lançado na fornalha ardente. Com certeza, ninguém queria um fim desses! Alguém teria coragem de desobedecer?

Assim que os instrumentos musicais tocaram, todos, não importando sua cor, nação ou língua, prostraram-se diante da estátua e a adoraram. Todos?

Alguns astrólogos, porém, de olho em Hananias, Misael e Azarias (Sadraque, Mesaque e Abede-Nego), viram que eles não se prostraram, nem adoraram a estátua. Como criancinhas, foram correndo informar ao rei.

Nabucodonosor, esquecido de que o Deus de Daniel e seus amigos é maior que todos os outros deuses, ficou cheio de fúria. Ordenou, na mesma hora, que trouxessem aqueles três homens até ele. Deu-lhes uma segunda chance. Mandou que os instrumentos fossem novamente tocados para que tivessem a oportunidade de se prostrar e adorar a estátua. Caso recusassem, seriam imediatamente lançados na fornalha ardente. Queria ver se algum deus seria capaz de livrá-los.

Ah, a resposta desses três homens me faz desejar pular e aplaudir. Com toda coragem disseram ao rei que não precisavam se defender diante dele. Se fossem lançados na fornalha ardente, estavam certos de que o Senhor podia livrá-los. E Ele os livraria. Mas, ainda que Ele não os livrasse, deixaram uma coisa muito clara: Jamais serviriam outros deuses ou adorariam a estátua de ouro que o rei levantara.

Se o rei já estava enfurecido, ficou completamente transtornado. Seu rosto ficou desfigurado de tanta raiva.

Mandou que a fornalha, que já era “ardente”, fosse aquecida sete vezes mais. Ordenou que alguns dos homens mais fortes de seu exército amarrassem os três e os lançassem na fornalha ardente, agora ainda mais ardente.

Os três foram amarrados e lançados na fornalha. Estavam com suas túnicas, turbantes, mantos e outras roupas. As chamas eram tão ardentes que queimaram os soldados que os jogaram lá dentro.
Hananias, Misael e Azarias (Sadraque, Mesaque e Abede-Nego) caíram nessas intensas chamas. Completamente amarrados. Morte certa!

De repente, o rei levantou-se, espantado. Perguntou a seus conselheiros se não eram três os homens que foram lançados amarrados na fornalha. Eles responderam que sim.

O rei ordenou que olhassem. Via quatro homens desamarrados, andando tranquilamente no meio do fogo, sem se queimar. E o quarto homem se parecia com um “filho de deuses”. Aleluias!

Nabucodonosor aproximou-se o máximo que podia da porta da fornalha e gritou o nome dos três, reconhecendo-os como “servos do Deus Altíssimo”. Ordenou que saíssem da fornalha e fossem até ele.

Eles saíram. Os altos funcionários, oficiais, governadores e conselheiros do rei se juntaram ao redor dos três. Viram que o fogo não os tocara. Nem um fio na cabeça deles estava sequer chamuscado. Suas roupas não estavam queimadas. Nem tinham cheiro de fumaça!

Nabucodonosor louvou o Deus dos três. Reconheceu que o Senhor enviara Seu anjo para livrar Seus servos que nEle confiaram. Lembrou que desafiaram sua ordem. Estavam dispostos a morrer ao invés de servir ou adorar qualquer outro deus que não o Senhor.

O rei decretou que se qualquer pessoa, independente da cor, nação ou língua, dissesse uma palavra contra o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, seria despedaçada. Sua casa seria transformada em escombros.

O rei ainda afirmou que não há outro deus capaz de livrar da forma que o Senhor os livrara. Reconheceu, mais uma vez, que o Senhor é maior que todos os deuses. Será que agora temerá o Senhor?

Nabucodonosor promoveu Hananias, Misael e Azarias a cargos ainda mais elevados na província de Babilônia.

Que possamos aprender com esses homens a permanecermos fiéis sob qualquer circunstância. Se nos livrar ou não. Se nos agradar ou não. Se fizer nossa vontade ou não. Se nos responder ou não.

Não importam as circunstâncias. Ele continua sendo Deus.
https://www.youtube.com/watch?v=aPiDm2eS_p4
https://www.youtube.com/watch?v=c5U6FDoaCvQ

Prosseguimos amanhã. Leremos a partir do capítulo quatro. Até o capítulo seis.

Espero você. Até lá.

segunda-feira, 22 de abril de 2019

1 Crônicas 21.1-30

Leitura do dia 19/04.

Na postagem anterior, vimos que devemos estar no lugar correto. Vimos também que a coroa não é nossa. Devemos saber a hora de sair de cena e entregar a honra e a coroa ao Rei.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-cronicas-201.html

Agora, vamos continuar através das páginas do capítulo vinte e um.

Satanás levantou-se contra Israel. Induziu Davi a fazer um recenseamento.

Davi ordenou a Joabe e aos demais comandantes do exército que fossem por todo Israel, contando o povo desde Berseba, até Dã. De norte a sul. Um homem que enfrentou um  gigante com uma funda, agora quer saber o número de seu exército.

Joabe aconselhou Davi a não fazer o recenseamento. A ordem era confiar no Senhor e não no número de soldados. Joabe também alertou Davi de que tal ato traria culpa sobre Israel.

O desejo de Davi prevaleceu, afinal ele era o rei. Joabe partiu em cumprimento à sua ordem. Percorreu todo Israel. Só voltou depois do trabalho feito.

Apresentou a Davi o relatório final com o número dos homens prontos para combate. Eram um milhão e cem mil homens prontos para o serviço militar, sendo que só em Judá havia quatrocentos e setenta mil.

Joabe não incluiu no censo as tribos de Levi e Benjamim, pois a ordem do rei lhe pareceu absurda. De fato, Deus reprovou o que Davi fez. Por isso todo Israel foi castigado.

Davi reconheceu seu erro. Confessou a Deus, pedindo Seu perdão. Percebeu que havia cometido uma grande loucura, não confiando no Senhor.

O problema não está no que ele fez, mas no motivo.

O Senhor enviou uma palavra a Gade, o "profeta" de Davi. Ordenou que Gade dissesse a Davi que o Senhor lhe dava três opções de punição.

Davi deveria escolher três anos de fome ou três meses fugindo de seus inimigos ou três dias da espada do Senhor. Essa espada seriam três dias de praga, com o Anjo do Senhor assolando Israel.

Gade ordenou que Davi decidisse para que pudesse responder ao Senhor. Davi respondeu que sua aflição era terrível. Que decisão! Preferia cair nas mãos do Senhor a cair nas mãos de homens, porque grande é Sua misericórdia.

Mas o Davi que enfrentou Golias, teria preferido cair nas mãos de seus inimigos, a fazer o povo sofrer. Naquele dia, ele estava disposto a morrer por Israel, embora soubesse que o Senhor lutaria com ele e por ele.

O Senhor enviou uma peste. Pereceram setenta mil homens de Israel, de várias cidades. Mas quando o Senhor enviou Seu Anjo a Jerusalém para exterminá-la, teve compaixão. Ordenou ao Anjo do Juízo que parasse. O Anjo estava perto da eira de Araúna, o jebuseu. Eira é o terreno onde cereais são malhados.

Davi viu o Anjo do Senhor entre o céu e a terra, com sua espada desembainhada e voltada contra Jerusalém. Davi e os anciãos de Israel, vestidos com panos de saco, em sinal de humildade, prostraram-se com o rosto em terra.

Davi disse ao Senhor que ele é quem havia mandado fazer o recenseamento do povo. Ele era o culpado. O povo, no entanto, não passava de ovelhas inocentes. Ovelhas que não haviam cometido erro nenhum. Pediu que o castigo do Senhor caísse sobre si e sua família e que o povo fosse poupado.

Ah, o Davi que enfrentou Golias, reaparece.

Gade, orientado pelo Anjo do Senhor, ordenou-lhe que subisse e levantasse um altar ao Senhor na eira de Araúna. Davi, em obediência à Sua Palavra foi imediatamente para lá.

Araúna estava debulhando trigo quando viu o Anjo do Senhor. Ele e seus quatro filhos que estavam com ele correram para se esconder.

Nesse momento Davi chegou. Quando Araúna o viu, saiu da eira e prostrou-se diante de Davi, rosto em terra.

Davi, o rei, lhe rogou que vendesse o terreno da eira pelo preço justo. Queria edificar ali um altar ao Senhor, para que cessasse a praga que estava assolando o povo.

Araúna disse a Davi que pegasse o terreno e fizesse o que bem lhe parecesse. Também disse que oferecia, de bom grado, os bois para o sacrifício, seu debulhador para servir de lenha, e o trigo para a oferta de cereal.

Davi respondeu a Araúna que não podia aceitar. Que lhe pagaria o preço justo. Não ofereceria ao Senhor o que pertencia a Araúna. Também não ofereceria holocausto que não lhe custasse nada. Pagou a Araúna o valor de sete quilos e duzentos gramas de ouro pelo terreno. Construiu um altar para o Senhor. Ofereceu holocaustos e ofertas de paz e comunhão. Invocou o Senhor.

O Senhor lhe respondeu fazendo cair fogo do céu sobre o altar dos sacrifícios. E ordenou ao Anjo que guardasse sua espada na bainha.

Nessa ocasião Davi entendeu que o Senhor lhe havia respondido com graça na eira de Araúna. Ele passou a oferecer holocaustos ali. Nessa época o Tabernáculo do Senhor e o altar de holocaustos estavam em Gibeom.

Satanás sempre estará levantando-se contra nós, povo do Senhor. Ele, seguramente, é nosso Inimigo. Precisamos estar atentos para não sermos induzidos ou seduzidos por ele, em nada.

Como conseguiremos? Andando o tempo todo na presença do Senhor, habitando em Sua presença.

Precisamos aprender com Joabe. Ele percebeu que o pedido de Davi traria consequências para Israel.

Precisamos aprender com Davi também. Não devemos permitir que nossa voz prevaleça por estarmos em uma posição mais alta que outra pessoa. Devemos ouvir com atenção os argumentos das pessoas e analisar com justiça, independente do correto ir contra o que desejamos. Davi não fez isso.

Mas há algo positivo que podemos aprender com Davi. Ele percebeu que havia errado. Que havia desagradado ao Senhor. Se arrependeu e pediu perdão.

Davi também ouviu as palavras de Gade, com humildade. E, como o Senhor ordenou, escolheu rapidamente sua punição. Escolheu com sabedoria porque sempre será melhor cair nas mãos do Senhor que nas mãos dos homens. O Senhor sempre é misericordioso. Suas misericórdias não tem fim! O problema foi que não pensou na morte de outras pessoas, quando o erro foi dele.

Davi e suas autoridades se humilharam diante do Senhor. Estavam vestidos de saco, em sinal de humilhação.

Quando Davi viu que o Anjo estava prestes a destruir Jerusalém, clamou ao Senhor. Diferente de Adão que transferiu sua culpa para Eva e para o próprio Deus, Davi assumiu a sua. Disse que era culpado. Tinha sido ele quem cometera o erro. O povo era como ovelhas inocentes. Pediu que ele e sua família fossem castigados, não o povo. O bom é não errarmos, mas se errarmos, precisamos aprender a assumir nossa culpa. E a nos arrependermos.

Quando Gade falou que Davi devia sacrificar na eira de Araúna, imediatamente foi para lá. Não procrastinou. Foi correndo. Quando chegou lá, rogou a Araúna que vendesse sua eira. Era o rei e aqui, não fez sua palavra prevalecer, rogou.

Que aprendamos com Araúna. Estava disposto a oferecer tudo ao Senhor.

Mas, quando Araúna disse que lhe daria o terreno, assim como os bois, o debulhador e até o trigo, Davi disse que não daria ao Senhor algo que pertencesse a outro e algo que não lhe custasse nada. Tenho visto tantas pessoas querendo oferecer esse tipo de sacrifício ao Senhor! Um sacrifício oferecido por outro, sem custo pessoal. Davi sabia que não é assim que agradamos ao Senhor. Que aprendamos com ele.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/assuma-sua-culpa.html

quarta-feira, 3 de abril de 2019

2 Reis 1.9-18

Leitura do dia 05/04.

Na postagem anterior, vimos que o rei de Israel, Acazias, mandou mensageiros a Baal-Zebube, deus de Ecrom, para ver se ficaria ou não curado. Seus mensageiros encontraram o profeta Elias. Que lhe enviou uma mensagem.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-11-8.html

Agora, prosseguiremos ainda pelas páginas do capítulo um, a partir do versículo nove, até o final.

Assim que ouviu seus mensageiros, Acazias identificou Elias. Ele enviou um capitão com uma tropa de cinquenta soldados procurá-lo. Queria vê-lo.

Seu capitão o encontrou. Estava sentado no alto de uma colina. O capitão o chamou dizendo: “Homem de Deus, o rei ordena que desças!”

Elias respondeu ao capitão com seus cinquenta soldados que se ele de fato era um homem de Deus, desceria fogo do céu e exterminaria a ele e seus cinquenta homens. No mesmo instante, desceu do céu um fogo arrasador. Consumiu o oficial e seus soldados.

O rei insistiu. Queria falar com Elias de qualquer jeito. Enviou outro chefe de tropa. Novamente com cinquenta guerreiros. Ele fez o mesmo que o anterior. Ordenou ao profeta: “Ó homem de Deus, assim convoca o rei: ‘Desce depressa!’”

Elias respondeu a este oficial da mesma forma que havia respondido ao outro. O fogo de Deus desceu do céu e consumiu também este oficial e seus cinquenta soldados.

Pela terceira vez o rei enviou outro capitão com sua tropa de cinquenta guerreiros.

Esse terceiro oficial era diferente. Sabia quem era. Sabia quem era Elias. Sabia se humilhar. Sabia se ajoelhar. Possuía coragem para ser humilde. Não era hora de dar ordens. Chegou onde estava o profeta e colocou-se de joelhos diante dele. Reconheceu que Elias era um homem de Deus. Suplicou-lhe que considerasse preciosa sua vida e a de seus soldados. Colocou-se na condição de servo de Elias. Lembrou ao profeta que o fogo de Deus desceu do céu e destruiu os dois primeiros chefes de tropas de cinquenta e todos os seus soldados e pediu que Elias tivesse misericórdia de sua vida.

Diante da atitude desse oficial, o Anjo do Senhor orientou que Elias fosse com ele e não tivesse medo. Elias também sabia quem era. Sabia quem ouvir. Prontamente se levantou e desceu com o oficial.

Ao chegar diante do rei, repetiu, sem qualquer temor, a mensagem do Senhor, perguntando-lhe porque havia mandado mensageiros consultar Baal-Zebube, deus de Ecrom. Acaso não havia Deus em Israel, para que consultasse Sua Palavra? Disse-lhe também que, do leito em que estava deitado não se levantaria jamais. Com toda a certeza morreria.

Foi o que aconteceu. Acazias morreu conforme o Senhor havia determinado.

Como não tinha filhos, Jorão, seu irmão, reinou em seu lugar.

Que possamos aprender com esse capitão de tropas. Apesar de seu alto cargo diante do exército de Israel e seu rei, não se importou em humilhar-se diante de Elias, o homem de Deus. Por causa de sua atitude, de sua humildade, ele e seus homens foram salvos da morte.

Que possamos aprender com Elias, teve discernimento de qual capitão havia de seguir. Não aos que lhe deram ordens, mas ao único que suplicou sua misericórdia. Também teve discernimento para ouvir a voz do Senhor e coragem para entregar Sua palavra.

Que aprendamos também com Acazias. Que não sejamos como ele. Que reconheçamos que o Senhor é Deus. Não precisamos ir a qualquer outro lugar atrás de ídolo algum.

E agora? O que nos conta o capítulo dois a respeito de Jorão? Fez ou não o que era agradável ao Senhor?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/coragem-para-se-ajoelhar.html

2 Reis 1.1-8

Leitura do dia 05/04.

Começamos uma nova caminhada. Agora, através do livro de 2 Reis.

Olhe para trás. Quanto já lemos. Quanto já aprendemos com as Escrituras. E não foi bom?

Ontem, vimos o ataque de Ben-Hadade a Samaria. A vitória de Acabe. Um segundo ataque e uma segunda vitória. Acabe fazendo acordo com Ben-Hadade, sem consultar ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-201-23.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-2024-43.html

Vimos também que desejou a videira de Nabote. E a conseguiu. Derramando sangue inocente. Josafá e Acabe vão juntos à guerra, ignorando a Palavra do Senhor. Acabe tenta enganar a morte, disfarçando-se. Em vão. Acazias tornou-se rei em seu lugar. E Josafá continuou seu reinado em Judá.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-211-29.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-221-18.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-2219-30.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-2231-53.html

Hoje, caminharemos pelas páginas dos capítulos um a três de 2 Reis.

Na primeira postagem, apenas o capítulo um. Até o versículo oito.

Depois que Acabe morreu, Moabe, revoltou-se contra Israel.

Acazias, pasme, caiu da sacada do seu quarto, no palácio em Samaria. O tempo foi passando e nada de Acazias se recuperar dos ferimentos. Ao invés de buscar ao Senhor, ordena que alguns de seus mensageiros vá a Ecrom. Iam consultar Baal-Zebube, o Príncipe, deus de Ecrom, para saber se ficaria curado.

Baal-Zebube é de onde vem a palavra belzebu. Significa "Senhor das moscas". Nojento.

O Anjo do Senhor ordenou que o profeta Elias fosse à estrada encontrar-se com os mensageiros do rei. Deveria lhes entregar uma mensagem.

Elias foi. Quando os mensageiros estavam passando, perguntou se acaso não havia Deus em Israel para que fossem até Ecrom consultar Baal-Zebube. Eles não responderam. Mas ouviram.

Elias lhes disse a mensagem do Senhor, Deus de Israel, para Acazias. Ele não se levantaria da cama. E com certeza, morreria.

Os mensageiros do rei voltaram a Acazias que, com certeza, espantado, perguntou o motivo. Havia lhes dado uma ordem. O que estavam fazendo ali novamente, sem que a tivessem cumprido?

Percebe a autoridade de Elias? Era superior à de Acazias. Os homens seguiram suas ordens, não às do rei. E nem sabiam quem ele era.

Os mensageiros lhe disseram que um homem havia ido até eles. Contaram a Acazias o que havia lhes dito. O rei perguntou como era o tal homem. Eles o descreveram. Usava vestes de pelos e um cinto de couro. Acazias sabia perfeitamente quem era. Na mesma hora disse que era Elias, o profeta de Tisbel.

Algumas perguntas a serem feitas. Precisamos olhar para dentro de nós .E pensar.

Só procuramos soluções depois que uma situação demora a ser resolvida em nossas vidas? E onde a procuramos? Em quem a procuramos?

Temos andado atrás de outros deuses como Acazias? Será que hoje o Senhor nos diria que existe Deus onde estamos e nos perguntaria por que estamos procurando Prosperidade ou Humanismo, Príncipes de algum lugar?

Temos tido a ousadia e a autoridade de Elias para entregar a Palavra que o Senhor tem nos entregue? Independente do custo e do risco?

Elias sabia que seria reconhecido por Acazias. Seu modo de vestir era inconfundível. Mesmo assim, obedeceu ao Senhor. Faríamos o mesmo? Ou nos esconderíamos atrás de nossas comodidades e desculpas? Nossas frases e vidas politicamente corretas?

O que acontecerá agora? O que fará Acazias? Elias corre perigo? Como ousou interceptar os mensageiros de um rei e lhe dizer que morrerá?

Veremos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/a-quem-temos-procurado.html

sexta-feira, 8 de março de 2019

Juízes 13.1-25

Leitura do dia 08/03.

Na postagem anterior, lemos sobre Jefté e seu voto precipitado.
Continuamos agora através do capítulo treze de Juízes.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-111-1215.html

Novamente os israelitas fizeram o que é mal aos olhos do Senhor. Foram entregues nas mãos dos filisteus. Sofrerão opressão durante quarenta anos.

Nessa época, havia um homem chamado Manoá. Vivia na terra de Zorá. Era da tribo de Dã.

Sua mulher era estéril.

Um dia o anjo do Senhor apareceu e disse que ela teria um filho. Não deveria beber nada fermentado, nem comer nada impuro. Quando o menino nascesse, não cortaria o cabelo. Seria nazireu desde o ventre. Ele começaria a livrar Israel dos filisteus.

Ela saiu correndo e contou a seu marido. Ele orou. Pediu ao Senhor que o anjo de Deus aparecesse novamente e lhes dessem mais instruções. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/a-paciencia-de-deus-conosco.html

O Senhor atendeu seu pedido. Quando sua mulher estava no campo, o anjo do Senhor apareceu novamente. Ela correu e foi contar a seu marido. Que voltou correndo com ela.

Quando viu o anjo do Senhor perguntou-lhe se era o homem que falara com sua esposa antes. Ele respondeu que sim.

Manoá perguntou o que fariam quando o menino nascesse. O anjo do Senhor respondeu que sua esposa deveria seguir às instruções que lhe dera. Obedecer todas às suas ordens.

Manoá pediu que o anjo do Senhor esperasse. Queria preparar algo. Ele esperou. Disse que não comeria, mas poderiam oferecer o alimento em holocausto ao Senhor.

Manoá ainda não havia percebido que aquele “homem” era o anjo do Senhor. Perguntou seu nome. Ele não respondeu. Disse que era tão maravilhoso que Manoá não conseguiria entender.

Eles tomaram um cabrito e uma oferta de cereal. Apresentaram o holocausto sobre uma rocha. Ficaram observando. Fogo subiu do altar. Quando as chamas subiram ao céu, o anjo do Senhor subiu também.

Quando viram, curvaram seus rostos.

Manoá ficou apavorado. Viram o Senhor. Com certeza morreriam.

Sua mulher disse a ele que não. Se o Senhor desejasse matá-los, não aceitaria o holocausto que ofereceram, nem apareceria a eles. Muito menos, revelaria aquelas maravilhas.

Ela, de fato, engravidou. Quando seu filho nasceu, colocou o nome de Sansão.

Enquanto crescia, o Senhor o abençoou. O Espírito do Senhor começou a agir nele.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

quarta-feira, 6 de março de 2019

Juízes 6.1-40

Leitura do dia 06/03.

Na postagem anterior vimos Débora como juíza. Baraque vencendo Sísera, ainda que tivesse novecentos carros de guerra (com rodas de ferro). E o Senhor entregando Sísera a Jael, aparentemente uma simples dona de casa.

Houve paz durante quarenta anos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-41-531.html

Agora, continuamos através do capítulo seis.

Novamente os filhos de Israel fizeram o que era mal aos olhos do Senhor. Por isso, os midianitas os oprimiam. O Senhor os entregou em suas mãos.

Eram tão cruéis com Israel que pareciam gafanhotos. Sempre que passavam, não deixavam nada. Só devastação. Saqueavam as plantações. Roubavam o gado.

Israel passou a se esconder em cavernas, montanhas e fortalezas. Ainda assim, os midianitas os reduziram à completa pobreza.

Então, o povo pediu socorro ao Senhor. Somente depois que estavam reduzidos à completa pobreza.

Quando clamaram, o Senhor lhes enviou um profeta. O Senhor falou que os tirara do Egito, os livrara de todos que os oprimiram. Expulsara seus inimigos. Dera-lhes sua terra. E disse que era o Senhor, o Deus deles. Que não adorassem os deuses dos amorreus. Mas eles não ouviram.

Ainda assim, o Senhor levantou um libertador.

Certo dia, o anjo do Senhor sentou-se embaixo do grande carvalho que havia em Ofra. Gideão, filho de Joás, estava debulhando trigo. Sabe onde? No fundo de uma prensa de uvas. Escondido. Para que não fosse atacado pelos midianitas e ficasse sem nada.

O anjo lhe saudou, dizendo que o Senhor era com ele. Chamou-o de guerreiro corajoso.

A resposta de Gideão é uma enxurrada de perguntas.

Como o Senhor estava com ele? Se estava, por que aconteceu tudo aquilo? E onde estavam os milagres que seus antepassados falaram? Não foi o Senhor que os tirara do Egito? O Senhor não estava com eles. O Senhor os abandonara e os entregara aos midianitas.

Que ousadia!

O Senhor não respondeu a nenhum de seus questionamentos. Apontou a solução. Ele era a solução. Deveria ir com a força que havia nele e libertar Israel. Era o Senhor que o enviava.

Gideão não recusou. Não saiu correndo. Realmente era corajoso.

Perguntou como podia libertar Israel. Era o menor de sua casa. Um homem sem importância.

O Senhor repetiu que estaria com ele. E ele destruíra os midianitas como se sua luta fosse contra um homem apenas.

Lembra? Eram como gafanhotos, numerosos e destruidores, implacáveis. Mas Gideão lutaria com eles como se fossem apenas um único homem, não uma multidão.

Gideão não diz que é impossível tal acontecer. Pede uma prova ao Senhor. Se realmente podia contar com Sua ajuda e se era mesmo Ele quem lhe falava, que esperasse até que trouxesse sua oferta a Ele. Ele respondeu que esperaria.

Gideão apressadamente cozinhou um cabrito e preparou pães sem fermento. Colocou a carne em um cesto e o caldo em uma panela. Correu até o anjo do Senhor.

O anjo do Senhor ordenou que colocasse a carne e os pães sobre uma pedra e derramasse o caldo em cima. Gideão obedeceu. O anjo do Senhor tocou na oferta com a ponta da vara que estava em sua mão e o fogo consumiu tudo. O anjo do Senhor desapareceu.

Gideão ficou apavorado! Vira o anjo do Senhor face a face.

O Senhor ordenou que ficasse em paz. Ele não morreria.

Gideão construiu um altar ali e o chamou de Javé-Shalom, “o Senhor é paz”.

Naquela mesma noite o Senhor ordenou que Gideão tomasse o segundo touro do rebanho de seu pai, um que tinha sete anos (especificamente este). Que derrubasse o altar de Baal que seu pai havia feito, e cortasse o poste de Aserá. Depois, construísse um altar para o Senhor, no alto da coluna, arrumando as pedras com cuidado. Pronto o altar, que sacrificasse o touro, usando como lenha a madeira do poste que ele cortara.

À noite, por estar com medo de sua família e do povo da cidade, Gideão levou dez de seus servos e fez o que o Senhor mandara.

Preste atenção. Se existe um altar a Baal e um poste em homenagem a Aserá, primeiro eles precisam ser derrubados e cortados. Ainda que tenham sido construídos por nossos pais.

Somente depois de destruídos, podemos erguer um altar em homenagem ao Senhor. E esse altar precisa ser construído com cuidado e não de qualquer jeito.

Gideão obedeceu.

Pela manhã, os homens da cidade viram que o altar de Baal havia sido derrubado e o poste ao seu lado, cortado. Além disso, havia outro altar em seu lugar. Sobre ele estavam os restos do touro sacrificado.

Os habitantes ficaram pasmos. Fizeram uma investigação. Descobriram quem foi.

Foram à casa de Joás, o construtor do altar. Exigiram Gideão. Ele merecia morrer pelo que fez. Iam matá-lo.

Não é um total absurdo? O povo de Israel, o povo do Senhor, que deveria destruir os altares e matar os idólatras, agora se reúne para matar um homem que fez o que o Senhor ordenara!

Joás não entregou Gideão. Falou com a multidão que se Baal fosse deus não precisava ser defendido. Se realmente fosse um deus, que ele mesmo destruísse a pessoa que derrubou seu altar.

A multidão desistiu.

Daquele dia em diante, passaram a chamar Gideão de Jerubaal, “que Baal lute com ele”.

Pouco depois desse dia, os exércitos de Midiã, de Amaleque e de outros povos do leste se reuniram, atravessaram o Jordão e acamparam no vale de Jezreel.

O vale de Jezreel é um dos lugares mais impressionantes que já vi. É um vale amplo, aberto, enorme. Um lugar próprio para uma guerra. Realmente muito amplo.

O Espírito do Senhor se apoderou de Gideão. Ele tocou a trombeta. Convocou os homens de Abiezer para a batalha. Eles o seguiram. Enviou mensageiros às tribos de Manassés, Aser, Zebulom e Naftali. Todos atenderam sua convocação.

Gideão pediu mais um sinal ao Senhor. Se de fato fosse usado para salvar Israel, que o Senhor o atendesse. Colocaria um pouco de lã na eira. Se de manhã a lã estivesse molhada de orvalho e o chão em volta estivesse seco, saberia que o Senhor realmente o usaria.

No dia seguinte, bem cedo, Gideão foi até à eira. Espremeu a lã. Encheu uma tigela com água.

Gideão ainda pediu mais uma prova. Naquela noite, novamente colocou um pouco de lã na eira. Pediu ao Senhor que a lã estivesse completamente seca e o chão molhado.

O Senhor o atendeu.

Não há mais dúvidas de que o Senhor é com ele e o usará para salvar Israel.

Gosto quando Gideão reconhece que é o Senhor quem fará. Não ele. Ele será usado pelo Senhor.

Antes de passarmos para a próxima postagem, não deixe de ler:
http://www.espalhandoasemente.com/2016/08/o-deus-que-olha-alem-das-aparencias-e.html

Continuamos na próxima postagem. Até já.

domingo, 17 de janeiro de 2016

A paciência de Deus conosco



Lendo a história do pai de Sansão. O Anjo do Senhor aparece à mulher de Manoá, que era estéril. Anuncia-lhe que terá um filho. Explica, nos mínimos detalhes, o que deve ser feito com relação ao menino. Ela conta tudo ao marido. O que ele faz? Pede, na verdade implora, que o Senhor apareça mais uma vez para instruir como o menino deve ser criado. Ora, Ele já havia instruído, em detalhes.

O Senhor, rico em bondade e misericórdia, aparece de novo. A quem? Outra vez à mulher, cujo nome sequer é mencionado. Ela corre e avisa seu marido, que por sua vez, corre ao encontro do Anjo do Senhor e, com a maior "cara lavada" pergunta o que Ele havia anteriormente instruído. E Ele, sempre paciente, sabe que somos "loiros", responde e "esclarece" a Manoá. Quase desenhando.

Quantas vezes ficamos empacados numa prova porque o Senhor nos dá instruções que não cumprimos? Às vezes porque são difíceis demais. Outras, porque são loucas demais. Outras porque são simples ou fáceis demais! E achamos que Ele se esqueceu de alguma coisa. Queremos que o Senhor apareça novamente e, sei lá, mude a instrução? Acrescente algum item?

Não sei se já lhe aconteceu, mas volta e meia Ele manda eu parar de orar por algo, seja simples ou complexo e fala claramente para agradecer. E aí, como não estou enxergando ainda a resposta, quero continuar orando. E Ele, faz “campanha”, e só bate na mesma tecla até me convencer! Agradeço, muitas vezes por pura obediência, tipo "Ok Senhor, você venceu", e não por realmente acreditar que Ele já fez e devo realmente agradecer. E então? Claro! Acontece! Sansão nasce. Não passo navalha nele. Não deixo que beba o que foi proibido. Ele cresce. Livra o povo de Israel dos filisteus. Do jeitinho que o Senhor falou. Simples assim. Muitas vezes simples para o Senhor, nem sempre para mim.

Algumas vezes, sei que pareço Gideão. O Anjo na minha cara! E fico com aquela história de “novelo seco, novelo molhado”. Deus é muito paciente! Ainda fala: "Vai ao acampamento do inimigo". Gideão vai. E, no exato momento em que chega, ouve contar um sonho e "de quebra" ainda ganha sua interpretação. Ainda bem, eu nunca ia entender aquilo. Não estou criticando-o. Como enfrentar uma guerra só com trezentos homens e uma tocha na mão? É preciso ter certeza!

O que chama minha atenção não é a insistência desses homens, é a bondade do Senhor em continuar a repetir a mesma instrução, até que seja obedecida!

Aprendo muito. Ele tem misericórdia de nós! E nós devemos ter de outros. Porque assim como Ele repete Suas instruções, há ocasiões em que temos que repetir a alguém. Sua bondade não tem fim!

Que possamos obedecer ao Senhor em todas as coisas! Mesmo sem muitas vezes entender. Sem ver que o que Ele está dizendo está acontecendo. E mais, quando parece que acontece justamente ao contrário daquilo que Ele está nos falando. Podemos confiar. Seguir Suas instruções. Esperar quando for para esperar. Agradecer quando for para agradecer. Lutar quando for para lutar. Louvar. Ele nunca falha. O que Ele prometeu, Ele cumpre.

E quando chegar a hora certa, no exato momento, basta um instante. Um instante para acontecer o que prometeu. Vamos obedecer. Obedecer e confiar.