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quarta-feira, 26 de junho de 2019

Salmo 119.137-144

Leitura do dia 23/06.

Caminhando pelo Salmo cento e dezenove.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-119129-136.html

Agora, do versículo cento e trinta e sete até o versículo cento e quarenta e quatro.

Tsade
Essa estrofe começa com o reconhecimento de que o Senhor é justo. Seus estatutos são totalmente imparciais. Seus preceitos, perfeitos. Confiáveis.

O salmista se indigna porque seus inimigos desprezam a palavra do Senhor. Se fosse diferente, não seriam seus inimigos, certo?

Já viveu o cumprimento das promessas do Senhor. Foram plenamente comprovadas. Por isso, ele as ama. Considera-se pequeno, insignificante e até desprezado, ainda assim, não se esquece das ordens do Senhor.

Sabe que Sua justiça é eterna. Sua lei é verdadeira. Quando está em aflição e angústia, encontra prazer em Seus mandamentos. Seus preceitos são sempre justos. Sempre. Pede que o Senhor o ajude a entendê-los. Para que viva.

Que sejamos como o salmista. Que reconheçamos que o Senhor é justo. Que Seus estatutos são imparciais. Ele é imparcial. Podemos seguir Seus preceitos. São perfeitos e confiáveis.

Que, quando a aflição e a angústia vierem sobre nós, pesando nossas vidas, nos puxando para baixo, que encontremos prazer em Seus mandamentos. Eles nos dão vida.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmos-381-4113.html

“Esperei com paciência pelo Senhor; Ele se voltou para mim e ouviu meu clamor. Tirou-me de um poço de desespero, de um atoleiro de lama. Pôs meus pés sobre uma rocha e firmou meus passos.” – Salmo 40.1-2

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Salmo 119.41-48

Leitura do dia 23/06.

Continuamos nossa caminhada pelos versículos do Salmo cento e dezenove.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-11933-40.html

Agora, do versículo quarenta e um ao versículo quarenta e oito.

Vav
O salmista pede ao Senhor que lhe dê Seu amor e a salvação prometida. Assim, poderá responder aos que o insultam.

Pede também que não retire dele a palavra da verdade. Confia em Sua palavra. Seus estatutos são sua esperança. Não colocou sua esperança em riquezas, mas nos estatutos do Senhor. Que são verdadeiros. E eternos.

Afirma que continuará obedecendo Sua lei. Para sempre.

Canta que andará em liberdade pois se dedicou às ordens do Senhor. Diferente do que muitas vezes acreditamos, obedecer Suas ordens nos dá liberdade. O que causa escravidão é o pecado. Não obediência ao Senhor. Suas ordens são acompanhadas de liberdade. Seus mandamentos são protetivos. Não opressivos.

O Senhor disse a Caim: "Se você fizer o que é certo, será aceito. Mas, se não o fizer, tome cuidado! O pecado está à porta, à sua espera, e deseja controlá-lo, mas é você quem deve dominá-lo" (Gênesis 4.7). Se algo nos domina, somos escravos. Não livres.

Por ser livre, falará de Seus preceitos a reis. Sem sentir vergonha. Se os reis obedecerem ao Senhor, serão bem-aventurados.

"Provem e vejam que o Senhor é bom! Como é feliz o que nEle se refugia!" - Salmos 34.8

Ah, ele tem prazer em Seus mandamentos. Ama cada um deles. A ponto de celebrá-los. E, como devemos fazer, medita constantemente em Seus decretos.

Sabemos que os que meditam dia e noite na Sua lei e tem prazer nela, serão como árvores plantadas à margem dos rios. Dão fruto no tempo certo. Suas folhas nunca murcham. Prosperam em tudo que fazem (Salmo 1.2,3).

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

terça-feira, 14 de maio de 2019

Jó 2.1-3.26

Leitura do dia 13/05.

Na postagem anterior, vimos o Senhor testemunhando a respeito de Jó. Vimos também todas as provações que lhe sucederam. Em tudo, Jó não pecou, nem culpou ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/jo-11-22.html

Agora, leremos os capítulos dois e três de Jó.
Novamente, em outro dia (não sabemos a frequência de tal acontecimento), os anjos foram à presença do Senhor. Satanás, o acusador, também.

Novamente o Senhor pergunta de onde Satanás está vindo. Ele responde que estava rodeando a terra, observando o que nela acontecia. É um observador. Com milênios de prática em observar e acusar.

Novamente (não consigo encontrar outra palavra), o Senhor pergunta se reparou em Seu servo, Jó. E, novamente, o Senhor testemunha dele. Continua sendo um homem íntegro e correto, que O teme e se desvia do mal. E mais: Não perdeu sua integridade, ainda que Satanás tenha instigado o Senhor a prejudicá-lo, sem motivo.

Jó continuou inteiro, ainda que despedaçado. Não perdeu sua integridade. Continuou sendo o homem que era.

Por que o Senhor se deixou ser instigado por Satanás, perguntamos? Ah, não entendemos. Apenas precisamos crer que Ele é verdadeiro em tudo e nos diz que “Meus pensamentos são muito diferentes dos seus, diz o Senhor, e meus caminhos vão muito além de seus caminhos. Pois, assim como os céus são mais altos que a terra, meus caminhos são mais altos que seus caminhos, e meus pensamentos, mais altos que seus pensamentos” (Isaías 55.8,9).

O acusador não ficou calado. Disse ao Senhor que se sua saúde fosse tocada, com toda certeza Jó O amaldiçoaria, em Sua face, sem o menor temor. Afinal, um homem dará tudo que tem para salvar a própria vida.

Novamente o Senhor permitiu que Satanás tocasse em Jó, apenas poupando-lhe a vida. Satanás saiu de Sua presença e causou feridas terríveis em Jó, da cabeça aos pés. Seu corpo estava de tal modo que, com um pedaço de cerâmica na mão, raspava sua pele. Sentado nas cinzas.

Sua mulher, que também vivera toda a perda, não conseguia entender a atitude de seu marido. Como ainda mantinha sua integridade? Ela o aconselhou a amaldiçoar o Senhor e morrer! Não havia mais solução.

Já passou por algo assim? Você continua fiel ao Senhor e as pessoas não conseguem entender. Querem que você se afaste dEle. Mas você continua crendo em Seu amor, apesar de tudo.

Jó respondeu que ela falava como uma mulher insensata, sem bom senso, que não media as consequências de sua fala. Aceitamos o bem do Senhor, por que não aceitar quando as coisas vão mal?

Em tudo isso, o texto nos conta, Jó não pecou com seus lábios. Talvez seu coração começasse a dar lugar à amargura. Ainda assim, Jó conseguiu ficar calado. Resolvido a não falar. Já lhe aconteceu isso? Seu coração está aos borbulhões, pronto para explodir a qualquer momento, mas você conserva seus lábios fechados. Não quer pecar falando um monte de coisas.

Jó tinha três amigos que, quando souberam de suas tragédias, deixaram suas casas e foram até ele. Queriam consolá-lo e animá-lo. Ah, que maravilha quando passamos por tragédias e amigos vem para nos consolar e animar.

Eles o viram ainda de longe. Não o reconheceram. Lembra, está com feridas da cabeça aos pés. Mal podiam acreditar que era ele. Rasgaram suas roupas. Jogaram terra sobre suas cabeças. E sentaram-se a seu lado.

Ficaram ali sete dias e sete noites. Ninguém conseguia dizer nada. Viam que seu sofrimento era muito grande.

Passados os sete dias, Jó não aguentou mais. Abriu sua boca. E deixou sair o que estava em seu coração. Amaldiçoou o dia em que nasceu. Como desejou que tivesse sido um aborto! Que nunca tivesse nascido. Que sua mãe não o tivesse colocado no colo, nem o amamentado. Sua tristeza era profunda.

Não podemos acusá-lo. Quantos de nós já fez a mesma coisa? Quantos de nós já fizeram a mesma pergunta “por que eu nasci”? Tudo que Jó queria era paz.

Seu coração grita. Não consegue entender porque o Senhor permitiu que nascesse, já que não tinha futuro.

Gemia tanto que não conseguia comer. Perdeu o apetite. Gritava sem parar, como água corrente, cuja torneira não fecha.

O que temia, acabou acontecendo. Sua vida estava acabada. Mas a morte não vinha. Não tinha paz. Não tinha nada. Apenas aflição.

Já aconteceu assim com você? Comigo já. Desejei a morte como se deseja o ar para respirar. Só tinha aflição. Mas o Senhor tinha um plano melhor. Seus pensamentos eram melhores que os meus. E me curou. Tirou-me dos ferrões da depressão. Das garras da morte. Pode fazer o mesmo com você. Acredite. Seu amor é leal. E verdadeiro. Ainda que em algumas situações temos dificuldade para enxergar. Ou nem conseguimos.

"Quem entre vocês teme o Senhor e obedece a seu servo? Se vocês caminham na escuridão, sem um raio de luz sequer, confiem no Senhor e apoiem-se em seu Deus" (Isaías 50.10).

Amanhã continuamos nossa leitura. É um livro sofrido. Sim. Mas precisamos passar por ele. E aprender. Crescer. Leremos do capítulo quatro ao capítulo seis.

Espero você. Até lá.

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Jó 1.1-22

Leitura do dia 13/05.

Continuamos nossa leitura através das páginas maravilhosas da Bíblia.

Ontem terminamos o livro de Ester. Vimos um novo decreto sendo expedido. Dessa vez a favor dos judeus. Vimos também o início da Festa de Purim. Quando a tristeza transformou-se em alegria e o pranto em festa.

Também vimos a grandeza de Xerxes e Mardoqueu, o segundo no reino. http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/ester-81-17.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2019/05/ester-91-103.html

Agora, caminharemos pelas páginas de Jó. Hoje, os três primeiros capítulos.

Na primeira postagem, o capítulo um.

O livro de Jó, provavelmente, foi o primeiro a ser escrito. Alguns acreditam que Moisés o tenha escrito. Outros, o próprio Jó. Não há indicação da época. Alguns poucos acham que foi uma história inventada. A maioria crê que são fatos históricos. É o meu caso.

É um livro totalmente diferente. Alerta-nos sobre a existência do mundo espiritual.

Começa dizendo que havia um homem, cujo nome era Jó. Não diz que era uma parábola. Existia um homem chamado Jó. Ele morava em Uz. E mais, era um homem íntegro e correto, que temia o Senhor e se desviava do mal.

Íntegro significa inteiro. Ele sabia quem era e a quem servia. Não ficava claudicando. Era correto. Temia o Senhor. E, ainda que o mal estivesse diante dele, desviava-se. Não flertava. Desviava-se. Como José fez. Como devemos fazer. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-391-23.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2015/11/amo-filmes.html

O texto nos conta que era muito rico. Na verdade, era o homem mais rico de toda a região de Uz. Ser rico não é problema. É uma benção. Desde que nosso coração esteja no Senhor e não nas riquezas.

Seus filhos eram unidos. Estavam sempre juntos. Revezavam-se fazendo banquetes. Cada vez na casa de um. Eram sete filhos. E três filhas. Sempre que os irmãos se reuniam, convidavam suas irmãs. E, sempre que terminavam essas festas, Jó mandava chamá-los, para se purificarem. Aparentemente não faziam nada errado, ainda assim Jó levantava de manhã bem cedo e oferecia sacrifícios ao Senhor. Pensava que talvez pudessem ter ofendido o Senhor, em seus corações. Onde ninguém podia ver. Exceto o Senhor. Jó sempre agia assim.

Um dia, os anjos apresentaram-se ao Senhor. Satanás, o acusador, também. Não sabemos o que o Senhor conversou com os anjos. O texto não nos conta. Mas sabemos que Ele, o Senhor, dirigiu-se a Satanás e perguntou-lhe de onde estava vindo. Claro que o Senhor sabia. Sua pergunta tinha outra intenção.

Satanás respondeu que estava vindo da terra. Ele a havia rodeado, observando o que acontecia. O Senhor lhe pergunta se observou Seu servo, Jó. E testemunha a seu favor. Não havia ninguém na terra semelhante a ele. Íntegro, correto, temente e que se mantinha afastado do mal.

Satanás responde que considera lógico Jó temer ao Senhor. Ele é rico. Tem de tudo. O Senhor o cercava de proteção, assim como sua família e seus bens. Ele queria ver se o Senhor estendesse Sua mão sobre ele, se perdesse tudo. Com toda certeza Jó O amaldiçoaria, apontando seu dedo para Ele.

Fico imaginando a cena. Algum propósito o Senhor tem para “puxar conversa” com Satanás e falar bem de Jó. Satanás, o nojento, acusa o Senhor, como se não fosse digno de nosso amor. Jó só o teme porque o Senhor lhe dá tudo. Se perdesse o que tem, amaldiçoaria, olhando-O na face, sem nenhum temor.

O Senhor ouve e responde que Satanás pode prová-lo. Pode fazer o que quiser. Desde que não lhe cause nenhum dano físico. O Senhor impôs um limite. Ele nos conhece.

Satanás saiu de Sua presença. E começou a maquinar seu plano.

Um dia, quando seus filhos e filhas estavam reunidos, na casa do irmão mais velho, um mensageiro chegou à casa de Jó. Já reparou que o nojento sempre manda um mensageiro?

Pois bem, esse homem contou-lhe que foram atacados pelos sabeus. Todos os bois e jumentos foram roubados. Todos os empregados mortos. Só ele escapara, para lhe dar a notícia.

Quando ainda falava, chegou outro mensageiro. Fogo “de Deus” caiu do céu. Queimou todas as ovelhas e pastores. Só ele escapara, para dar a notícia. Parece uma enxurrada. Jó vai sendo levado. Não dá tempo de parar. Nem ao menos de pensar.

Quando aquele mensageiro falava, chegou outro. Os caldeus roubaram os camelos e mataram os servos. Só o mensageiro escapou.

Jó acabou de perder todos seus bens. Ainda não conseguiu falar nada. Talvez estivesse com a boca aberta. Os joelhos fraquejando. O nojento usou homens e até a natureza para conseguir seu intento.

Ainda havia um golpe final. Quando o último mensageiro ainda falava, chegou outro. Começou contando que seus filhos estavam reunidos na casa do mais velho... Com certeza, Jó imaginou o restante. Sim. Todos mortos. Um terrível vendaval atingiu a casa. De todos os lados. Ela caiu. Sobre seus filhos.

A enxurrada acabou. Jó alcançou o fim. Não havia mais notícias a serem dadas. Havia perdido seus bens e seus filhos queridos. Levantou-se. Rasgou suas vestes. Raspou sua cabeça. Prostrou-se com o rosto em terra. E...

Adorou.

Não é incrível? Diferente do que Satanás previu, Jó não pecou contra o Senhor. Nem ao menos o culpou. Reconheceu que nu havia saído do ventre de sua mãe e nu estaria quando partisse. Não veio com nada. Não levaria nada. Seu coração não estava em seus bens.

Reconheceu que tudo que havia conquistado fora dado pelo Senhor. Afirmou que o Senhor deu. O Senhor tomou. E louvou Seu nome.

Fico parada. Sem fala. Que atitude a desse homem! Será que agiríamos assim?

Será que temos sido provados?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

domingo, 24 de março de 2019

2 Samuel 8.1-18

Leitura do dia 24/03.

Na postagem anterior, vimos o desejo de Davi em construir uma casa para o Senhor. Natã o encorajou a fazer o que estava em seu coração. Mas o Senhor disse “não”. Davi não construiria uma casa para Ele. Davi ouviu o não do Senhor e nem questionou. Junto ouviu Suas maravilhosas promessas, de que sua casa teria uma dinastia eterna. Ele louvou ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-71-29.html

Agora, continuamos através do capítulo oito de 2 Samuel.

Depois disto, Davi derrotou os filisteus. Ele os sujeitou. Conquistou até Gate, a maior cidade deles. Também conquistou Moabe. Mediu-os com uma corda, formando grupos. A cada grupo poupado, matava dois. Imagine que angústia! Eles passaram a lhe trazer tributos.

Davi derrotou Hadadezer. Tomou mil carros de guerra. Sete mil cavaleiros e vinte mil soldados da infantaria. Levou apenas cavalos suficientes para cem carros de guerra. O restante aleijou. É difícil imaginar essa cena, mas infelizmente era o costume da época.

Os sírios foram em ajuda de Hadadezer. Davi matou vinte e dois mil. Colocou destacamentos em Damasco, capital da Síria. Também passaram a lhe pagar tributos.

Ele levou para Jerusalém todos os escudos de ouro dos oficiais de Hadadezer e uma grande quantidade de bronze das cidades que pertenciam a esse rei. Imagine a grandeza e a glória de um exército cujos escudos de seus oficiais eram de ouro!

Toí, rei de Hamate, levou-lhe presentes. Objetos de ouro, prata e bronze. Era inimigo de Hadadezer e ficou satisfeito por Davi tê-lo derrotado.

Davi consagrou ao Senhor todos os presentes que recebera das nações que derrotara.

Seu nome ia se engrandecendo. Ficou ainda mais famoso quando derrotou os edomitas, no vale do Sal. Matou dezoito mil. Também colocou destacamentos no território de Edom, sujeitando-os.

O Senhor concedia vitória a Davi, por onde quer que fosse. O exército e ele lutavam, mas a vitória vinha do Senhor. Como deve ser. http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-vitoria-e-dada-pelo-senhor.html

Ele reinou sobre Israel com justiça. Fazendo o que era correto para seu povo.

Como precisamos de governantes assim! “Seu povo” significa que Davi amava Israel. Como precisamos de governantes que amem o Brasil!

Joabe, primo de Davi, filho de Zeruia, era o comandante do exército. Josafá, filho de Ailude, o historiador. Zadoque, filho de Aitube, e Aimeleque, filho de Abiatar eram os sacerdotes. Seraías era o secretário da corte. Benaia, filho de Joiada, era comandante da guarda pessoal do rei. Os filhos de Davi eram líderes.

Ainda leremos muito sobre Benaia, de todos os valentes de Davi, o meu preferido. Logo você saberá o motivo.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Números 12.1-16

Leitura do dia 08/02.

Na postagem anterior, vimos Miriã e Arão criticarem Moisés.

Miriã ficou leprosa A viagem foi atrasada uma semana.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-121-16.html

Continuamos nossa caminhada através das páginas do capítulo treze de Números. Até o final do capítulo quatorze.

O Senhor ordenou que doze homens, um de cada tribo, todos chefes, fossem à Canaã, fazer o reconhecimento da terra. Preste atenção: o reconhecimento.

A ordem que Moisés lhes passou era que vissem se os habitantes eram ou não fortes. Se poucos ou muitos. Se a terra era boa ou não. Se as cidades eram muradas ou em campo aberto. Se o solo era fértil ou pobre. Se a região tinha muitas árvores.

Deviam também fazer o possível para trazer algum fruto como amostra das colheitas que encontrariam.

Eles foram. Percorreram toda a terra. Levaram quarenta dias.

Voltaram trazendo um cacho de uvas que precisou ser carregado por dois homens, de tão grande.

Relataram o que viram. E mostraram o fruto da terra.

Disseram que a terra era de fato uma terra que produzia leite e mel com fartura. Prova disso era o fruto que trouxeram.

Mas, contudo, porém...

O povo que ali vivia era poderoso. As cidades grandes e fortificadas. Tinham inclusive visto os descendentes de Enaque (gigantes).

O povo começou a ficar tenso. O burburinho aumentando.

Calebe, um dos doze, líder da tribo de Judá, tentou acalmá-los. Chamou-os a partir imediatamente. Disse que, com certeza, poderiam conquistar aquela terra.

Mas os outros dez que haviam feito o reconhecimento da terra, juntamente com ele e Josué, disseram que não. Que não podiam enfrentá-los. Eram mais fortes que eles. A terra os devoraria. Eles eram enormes. Israel era como gafanhotos diante deles.

Chegaram a dizer que o povo da terra também os achava do tamanho de gafanhotos. Será que falaram isso? Ou apenas imaginavam que era assim?

E nós? Como nos imaginamos? Somos guerreiros aptos para a guerra como o Senhor disse ou gafanhotos?

Israel começou a chorar voz alta. E não parou. Foi a noite inteira aquele lamento. Cada vez mais alto.

Murmuravam que teria sido melhor morrer no Egito ou até mesmo naquele deserto. Por que o Senhor os levou ali para morrerem em combate?

Pior. Sabe quem está falando assim? Os seiscentos mil guerreiros, aptos para a guerra. Sim. Eles estão dizendo que suas mulheres ficarão viúvas, suas crianças órfãs e levadas como prisioneiras de guerra.

De repente, disseram uns aos outros que deveriam levantar um líder para levá-los de volta ao Egito.

Que disparate! Mas será que às vezes agimos assim também? Desejando voltar à escravidão? Ela é mais fácil. Basta "deixar a vida levar".

Moisés e Arão se curvaram com o rosto em terra. Calebe e Josué rasgaram suas vestes. Estes dois disseram que a terra era muito boa. Se o Senhor se agradasse deles, Ele os levaria em segurança para dar-lhes a terra. Que não se rebelassem contra o Senhor. Que não tivessem medo daqueles povos. Eles estavam indefesos, não tinham ninguém que lutasse por eles. O Senhor estava com Israel. E lhes daria a vitória. Não deviam ter medo.

O acampamento todo começou a falar em apedrejar Josué e Calebe. Apedrejar!

Os outros dez, que os desanimaram é que deveriam ser apedrejados. Mas queriam apedrejar quem estava confirmando a palavra que o Senhor havia dito.

Então, a presença do Senhor apareceu na tenda do encontro. Diante de todo o povo.

O Senhor perguntou a Moisés até O tratariam com desprezo. Será que nunca aprenderiam a confiar nEle, mesmo depois de tudo que viram?

Que o Senhor nunca nos fale assim. Que sejamos ensináveis.

O Senhor disse que os deserdaria. Como se deserda um filho. Deserdaria com uma praga. E faria de Moisés uma grande nação.

Fazia pouco tempo que Moisés clamara ao Senhor que estava cansado daquele povo. Era uma ótima hora para se ver livre deles. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-111-35.html

Mas não. Moisés era um intercessor. E clamou ao Senhor. Como ficaria Seu nome diante do Egito? Eles haviam testemunhado tudo que o Senhor fez. E as próprias nações em volta sabiam da fama do Senhor. Sabiam que aquele povo era o povo do Senhor. Que o Senhor falava com eles. Acompanhava-os. Guiava-os.

Se o Senhor os exterminasse, diriam que o Senhor não foi capaz de levá-los à terra que havia prometido e os matara no deserto.

É lindo quando Moisés fala: “Por favor, Senhor, mostra que o Teu poder é grande”... (Números 14.17a)

Moisés lembra que o Senhor havia dito que era lento para se irar, cheio de amor e perdão. Embora não absolvesse o culpado. E trouxesse a consequência do pecado dos pais sobre os filhos até à terceira e quarta geração.

Moisés clama que o Senhor perdoe Seu povo. Como havia feito desde que saíram do Egito.

O Senhor respondeu que os perdoaria, como Moisés havia pedido. Mas...

Tão certo como o Senhor vive e que a terra está cheia da Sua glória, nenhum deles entraria na terra.

Toda aquela geração, de vinte anos para cima, que foi contada no censo, morreria. Com duas exceções, Josué e Calebe. Porque tiveram uma atitude diferente dos demais.

Precisamos ter cuidado com nossas atitudes. Agir como todos agem talvez seja perigoso. Mortal.

A partir deste momento, o destino daquele povo que saiu do Egito para conquistar a terra que o Senhor havia prometido a Abraão, Isaque e Jacó, mudou.

Dariam meia volta. Iriam em direção ao Mar Vermelho.

O pecado nos faz retroceder. Aqui não houve solução. "Pois o salário do pecado é a morte" (Romanos 6.23a).

O Senhor falou que todos cairiam mortos no deserto. E os filhos deles, que eles haviam dito que ficariam órfãos, seriam os conquistadores da terra. Entrariam nela em segurança. O Senhor faria isso.

Mas, antes de entrar, viveriam como pastores, andando sem rumo, durante quarenta anos, até que toda aquela geração morresse. Sofreriam as consequências do pecado de seus pais, até que o último deles morresse. No deserto.

Iam aprender, a duras penas, o resultado de se opor ao Senhor.

Os homens que haviam sido enviados para reconhecer a terra morreram repentinamente de uma praga. Apenas Josué e Calebe sobreviveram.

Depois de ouvirem as palavras do Senhor, o povo ficou triste.

No dia seguinte, levantaram-se cedo e subiram em direção ao alto dos montes. Disseram que reconheceram seu pecado e agora estavam prontos para entrar na terra que o Senhor prometeu.

Enganaram-se. Não estavam prontos. O Senhor havia dado Sua sentença. Não entrariam mais. Agora, sofreriam a consequência de suas escolhas. Colheriam o que plantaram.

Moisés perguntou porque estavam novamente desobedecendo ao Senhor. O Senhor não iria com eles. Seriam vencidos pelos habitantes da terra. Ainda assim, teimaram, e arrogantemente seguiram adiante.

Moisés e a arca do Senhor ficaram no acampamento. Eles foram.

Como Moisés disse, foram derrotados e tiveram que fugir.

Que o Senhor tenha misericórdia de nós. Que aprendamos a crer. A não duvidar. A não murmurar. A não desobedecer.

Que jamais saiamos sem a presença do Senhor. Sem Ele não podemos vencer.

Amanhã continuamos. Leremos do capítulo quinze ao dezessete.

Espero você. Até lá.

domingo, 20 de janeiro de 2019

Êxodo 7.1-13

Leitura do dia 18/01.

Continuamos nossa leitura diária pelo livro de Êxodo.

Nas postagens anteriores, vimos Êxodo do capítulo quatro ao capítulo seis. O Senhor enviou Moisés a Faraó. Ele não quer deixar o povo ir e aumenta a opressão sobre os filhos de Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-11-17.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-418-31.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-51-23.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-61-30.html

Agora, caminharemos através das páginas do capítulo sete até o capítulo dez.

Na primeira postagem, veremos o capítulo sete. Do versículo um ao versículo treze.

Os textos que lemos anteriormente terminam com Senhor mandando Moisés voltar a Faraó e ele pontuando sua dificuldade com as palavras.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-61-30.html

O Senhor ordena que Moisés preste muita atenção ao que Ele diria. Ele fará Moisés parecer como Deus diante de Faraó e Arão seu porta-voz. Que Moisés dissesse a Arão tudo que Ele lhe ordenasse e Arão mandaria Faraó deixar o povo de Israel sair de sua terra.

Mas o Senhor endureceria o coração de Faraó e depois multiplicaria Seus sinais e maravilhas na terra do Egito. O Senhor entregou Faraó aos seus próprios pecados e à sua incredulidade. Não há nada que endureça mais um coração de um homem!

Mesmo depois que o Senhor fizesse Seus sinais e maravilhas, Faraó continuaria se recusando a ouvir. Então, o Senhor pesaria sua mão sobre o Egito.

O povo de Israel seria resgatado da terra do Egito com grandes atos de julgamento. O Senhor, como já falou anteriormente, além de tirar Seu povo, julgaria o Egito.

O julgamento do Senhor é sempre reto. Ele conhece toda a verdade. Nada escapa ao Seu olhar e Seu entendimento. Seus atos de julgamento são simplesmente perfeitos.

O Senhor ainda disse a Moisés que, quando Ele levantasse Sua mão para tirar os israelitas do Egito, eles saberiam que Ele era (e é) o Senhor. Os egípcios teriam a maravilhosa oportunidade de, sabendo, conhecerem e buscarem ao Senhor, o Deus de Israel, o único Deus, o Todo-Poderoso, Criador dos céus e da Terra.

Moisés e Arão obedeceram. Fizeram exatamente como o Senhor ordenou. Não eram mais dois meninos. Eram homens adultos e vividos. Moisés estava com oitenta anos. Arão com oitenta e três.

Acho maravilhoso o Senhor falar a Moisés o que deve dizer e como Faraó reagirá. Ele é eterno, atemporal. Não está preso ao tempo como nós. Sabia exatamente o que aconteceria.

Faraó exigiria um milagre. Quando acontecesse, Moisés deveria ordenar que Arão lançasse sua vara ao chão. Ela se transformaria em uma serpente. Foi o que aconteceu.

Faraó, obstinado e incrédulo, ordenou que fossem chamados seus magos e feiticeiros. Eles fizeram a mesma coisa, através de suas magias. Lançaram suas varas ao chão, que também se transformaram em serpentes, mas a vara de Arão engoliu as outras.

Artes mágicas até podem se passar por milagres e infelizmente, no mundo em que vivemos, onde as pessoas estão sedentas pelo extraordinário, isso tem acontecido. Artes mágicas e até técnicas psicológicas e outras, tem sido enxergadas, aclamadas e reconhecidas como milagres. Mas não são. Milagres são produzidos pelo Senhor, tem Sua assinatura, como a vara de Arão.

Faraó continuou endurecido. Continuou sem querer ouvir. Exatamente como o Senhor falou que aconteceria.

Não havia porque Moisés e Arão ficarem frustrados. Já sabiam que, embora tivessem que falar, não seriam ouvidos.

Continuamos na próxima postagem. Até já.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Gênesis 33.1-20

Leitura do dia 10/01 (Leitura Bíblica Anual).

Na postagem anterior, vimos Jacó ficar sozinho e lutar com o Senhor. Seu nome foi mudado para Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-3222-32.html

Agora, continuaremos através do capítulo trinta e três. Do versículo um ao versículo vinte.

Depois que deixou Peniel, Jacó levantou seus olhos e viu Esaú. Ele estava vindo. Aproximava-se cada vez mais. Ele e seus quatrocentos homens. Eram uma tropa. Jacó dividiu seus filhos entre suas duas mulheres e servas. Colocou as servas e os filhos delas à frente. Depois Lia e seus filhos. Por último Raquel e José. E passou a frente de todos.

Quando aproximou-se de seu irmão, curvou-se até ao chão. Sete vezes. Deve ter sido uma cena maravilhosa de ver. Jacó com o coração na mão. O que esperar de seu irmão? E Esaú? Esaú correu ao encontro de Jacó. E o abraçou. Colocou os braços em volta de seu pescoço e o beijou. Os dois choraram. Que abraço carregado de cura deve ter sido esse!

Esaú viu as mulheres e as crianças. Perguntou a Jacó quem eram. Jacó respondeu que eram os filhos que o Senhor, em Sua bondade, havia concedido a ele, “seu servo” (de Esaú). Aos poucos, os grupos foram se aproximando. Todos se curvaram diante de Esaú. Então Esaú perguntou o que eram todos aqueles rebanhos que havia encontrado pelo caminho. Jacó disse que eram presentes para ele, “seu senhor”. Para garantir sua amizade.

Gosto muito da resposta de Esaú. Ele chamou Jacó de “meu irmão”. Era isso que eles eram. Irmãos. Disse que já tinha muitos bens. Que Jacó guardasse para ele o que já era dele. Tinha o suficiente. Mas Jacó insistiu. Pediu que Esaú aceitasse seus presentes. Era um grande alívio ver o sorriso amigável na face de Esaú. Era como ver a face do Senhor. Que Esaú fizesse o favor de aceitar seus presentes. O Senhor tinha sido muito bondoso para com ele que tinha mais que o suficiente. Após muita insistência de Jacó, Esaú aceitou. Disse que acompanharia Jacó de volta à sua casa, mas Jacó respondeu que não poderia ir rápido. Precisava ir ao ritmo das crianças e dos animais. Os rebanhos tinham crias pequenas. Não podia forçar demais. Algum animal poderia morrer. Jacó era um pastor. Cuidava de seus rebanhos. Esaú pediu que Jacó permitisse que alguns de seus homens os escoltassem. Seria uma segurança a mais para Jacó, com certeza, mas Jacó não via a menor necessidade. Ter sido recebido por Esaú, “seu senhor”, havia sido o bastante. Jacó não temia nenhum outro encontro pelo caminho. Sua questão com Esaú estava resolvida. Houve perdão e reconciliação. Não havia mais o que temer.

Esaú voltou para suas terras naquele mesmo dia. Jacó foi até Sucote. Ali construiu uma casa e abrigos para seus rebanhos. Depois foi à cidade de Siquém, na terra de Canaã. Ele percorreu todo o caminho desde Padã-Harã até ali, em total segurança. O único medo que enfrentou foi Esaú. Em Siquém comprou da família de Hamor, pai de Siquém, por cem peças de prata, o terreno onde ficou acampado. Ali construiu um altar ao Senhor. Chamou-o de “Senhor, o Senhor de Israel”. Agora, o Senhor não era apenas o Senhor de Abraão e de Isaque, era o Senhor de Israel.  Havia se tornado seu Senhor, pessoal. É o que Ele deseja ser para cada um de nós.

Continuamos em nossa próxima postagem. Até já. 

terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Gênesis 26.12-33

Leitura do dia 08/01 (Leitura Bíblica Anual).

Na postagem anterior, vimos Isaque agindo como Abraão. E Abimeleque, rei dos filisteus, mostrando ser temente ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-261-11.html

Continuamos através do capítulo vinte e seis, a partir do versículo doze, até o versículo trinta e três.

Naquele ano, mesmo com a fome que assolava a terra, Isaque plantou e colheu cem vezes mais do que havia semeado. Sua semente gerou a “cem por um”, por um motivo, o Senhor o abençoou. Isaque prosperou. Tornou-se rico e influente. Três situações diferentes. Ele prosperou. Prosperidade significa ter o que precisamos para fazer uma boa viagem. Além de ser próspero, tornou-se rico e mais que isso, tornou-se influente. Adquiriu tanta riqueza que os filisteus tiveram inveja dele. Em retaliação, fecharam com terra todos os poços de Isaque. Aqueles que tinham sido cavados por seu pai.

Veja que os filisteus não o atacaram diretamente. Não queimaram, nem roubaram suas plantações. Ou servos. Eles foram além. Fecharam seus poços. Sem água não há vida. A situação chegou a tal ponto que Abimeleque ordenou que Isaque fosse para outro lugar. Havia se tornado muito poderoso. Poderoso demais para conviverem juntos. Isaque partiu. Foi ao vale de Gerar. Reabriu os poços que seu pai havia cavado e que os filisteus haviam fechado após a morte de Abraão. Colocou-lhe os mesmos nomes.

Seus servos também cavaram no vale de Gerar. Encontraram uma fonte de água corrente. Melhor que um poço. Mas os pastores daquele lugar entraram em conflito com seus pastores. Disseram que aquela água era deles. Lembre-se, eles estão em uma terra onde água é mais valiosa que ouro puro.

Os servos de Isaque cavaram mais um poço. Também discutiram. Então Isaque abandonou esse poço. Mandou que seus servos cavassem mais à frente. Dessa vez ninguém discutiu. Isaque chamou o poço de Reobote. Significa lugar espaçoso. Finalmente o Senhor havia criado espaço suficiente para que prosperassem naquela terra. Consegue pensar como Isaque era próspero, rico e influente?

Dali, Isaque foi para Berseba. Na noite de sua chegada o Senhor apareceu a ele. Disse que era (e é) o Senhor de seu pai. Que não tivesse medo. O Senhor estava com ele. Reafirmou Suas promessas. Isaque construiu um altar ali e invocou o nome do Senhor. Armou acampamento naquele local e cavaram mais um poço.

Um dia Abimeleque foi até ele. Estava acompanhado de seu conselheiro e o comandante de seu exército. Isaque perguntou o que estavam fazendo ali. Não era uma visita de amigos, uma vez que era evidente que o odiavam, já que o expulsaram de suas terras. Responderam que viam claramente que o Senhor estava com ele. Por isso queriam fazer uma aliança, sob juramento. Pediram que Isaque jurasse que nunca lhes faria mal, como eles não fizeram a ele enquanto estava em suas terras. Disseram que o trataram bem e o despediram em paz. Agora viam como o Senhor o abençoara.

Isaque lhes preparou um banquete. Eles comeram e beberam juntos. Na manhã seguinte, juraram solenemente não interferir na vida um do outro. Isaque os despediu e partiram em paz. No mesmo dia seus servos notificaram que haviam achado água em um novo poço cavado. Isaque chamou o poço de Seba, “juramento”. Até hoje aquela cidade chama-se Berseba (até hoje mesmo!).

Continuamos na próxima postagem. O capítulo vinte e sete de Gênesis. Até já. 

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Coragem para se ajoelhar

Continuamos nossa caminhada através do livro de 2 Reis.

Ontem vimos que o rei de Israel, Acazias, mandou mensageiros a Baal-Zebube, deus de Ecrom, para ver se ficaria ou não curado. Seus mensageiros encontraram o profeta Elias. Que mandou uma mensagem ao rei.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/a-quem-temos-procurado.html

Hoje prosseguiremos pelas páginas do capítulo um, a partir do versículo nove, até ao final.

Assim que ouviu seus mensageiros, Acazias identificou Elias. Ele enviou um capitão com uma tropa de cinquenta soldados procurá-lo. Queria vê-lo.

Seu capitão o encontrou. Ele estava sentado no alto de uma colina. O capitão o chamou dizendo: “Homem de Deus, o rei ordena que desças!”

Elias respondeu ao capitão com seus cinquenta soldados que se ele de fato era um homem de Deus, desceria fogo do céu e exterminaria a ele e seus cinquenta homens.

No mesmo instante, desceu do céu um fogo arrasador. Consumiu o oficial e todos os seus soldados.

O rei insistiu. Queria falar com Elias de qualquer jeito. Enviou outro chefe de tropa. Novamente com cinquenta guerreiros. Ele fez o mesmo que o anterior. Ordenou ao profeta: “Ó homem de Deus, assim convoca o rei: ‘Desce depressa!’”

Elias respondeu a esse oficial da mesma forma que havia respondido ao outro. O fogo de Deus desceu do céu e consumiu também este oficial e seus cinquenta soldados.

Pela terceira vez o rei enviou outro capitão com sua tropa de cinquenta guerreiros.

Esse terceiro oficial era diferente. Sabia quem era. Sabia quem era Elias. Sabia se humilhar. Sabia se ajoelhar. Possuía coragem para ser humilde. Não era hora de dar ordens.

Chegou onde estava o profeta e colocou-se de joelhos diante dele. Reconheceu que Elias era um homem de Deus. Suplicou-lhe que considerasse preciosa sua vida e a de seus soldados. Colocou-se na condição de servo de Elias. Lembrou ao profeta que o fogo de Deus desceu do céu e destruiu os dois primeiros chefes de tropas de cinquenta e todos os seus soldados e pediu que Elias tivesse misericórdia de sua vida.

Diante da atitude desse oficial, o Anjo do Senhor orientou que Elias fosse com ele e não tivesse receio.

Elias também sabia quem era. Sabia quem ouvir. Prontamente se levantou e desceu com o oficial.
Ao chegar diante do rei, repetiu, sem qualquer temor, a mensagem do Senhor, perguntando-lhe porque havia mandado mensageiros consultar Baal-Zebube, deus de Ecrom. Acaso não havia Deus em Israel, para que consultasse Sua Palavra? Disse-lhe também que, do leito em que estava deitado não se levantaria jamais. Com toda a certeza morreria.

Foi o que aconteceu. Acazias morreu conforme o Senhor havia determinado.

Como não tinha filhos, Jorão, seu irmão, reinou em seu lugar.

Que possamos aprender com esse capitão de tropas. Apesar de seu alto cargo diante do exército de Israel e seu rei, não se importou em humilhar-se diante de Elias, o homem de Deus. Por causa de sua atitude, de sua humildade, ele e seus homens foram salvos da morte.

Que possamos aprender com Elias, teve discernimento de qual capitão havia de seguir. Não aos que lhe deram ordens, mas ao único que suplicou sua misericórdia. Também teve discernimento para ouvir a voz do Senhor e coragem para entregar Sua palavra.

Que aprendamos também como Acazias. Que não sejamos como ele. Que reconheçamos que o Senhor é Deus. Não precisamos ir a qualquer outro lugar atrás de ídolo algum.

E agora? O que será que nos conta o capítulo dois a respeito de Jorão? Fez ou não o que era agradável ao Senhor?

Continuamos na quarta-feira. Espero você. Até lá.

quarta-feira, 17 de outubro de 2018

É possível enganar a morte?

Nossa caminhada pelo livro de 1 Reis está chegando ao fim.

Na última postagem vimos que, apesar da palavra do Senhor entregue através do profeta Micaías, Acabe e Josafá partiram para a guerra contra a Síria.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/estou-sendo-enganado-enganando.html

Acabe foi disfarçado como um simples soldado, com medo de morrer, tal qual o profeta lhe preveniu. Josafá correu o risco e foi vestido com suas roupas reais.

Hoje, caminharemos através das páginas do capítulo vinte e dois. A partir do versículo trinta e um. Até ao final.

Sem que soubesse de algo e, antes de partirem para a guerra, o rei da Síria deu ordem aos seus trinta e dois comandantes. Eles não deviam atacar ninguém, fosse soldado, fosse oficial, exceto o rei de Israel. A missão era: "Matem o rei de Israel!"

Quando os comandantes dos carros de guerra viram Josafá, falaram uns com os outros: “Vê! É o rei de Israel!”

Cercaram Josafá para atacá-lo e matá-lo, mas ele gritou. O livro de Crônicas nos conta que não foi apenas um grito, ele clamou ao Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html

Quando perceberam que não era o rei de Israel, pararam de perseguí-lo. Ufa! Josafá escapou.

Mesmo que tenha ido a uma guerra que não era sua, uma guerra que ouviu o profeta falar o que aconteceria, clamou ao Senhor que, em Sua infinita misericórdia, o livrou.

De repente, um soldado disparou seu arco a esmo. Sabe quem ele atingiu? Exatamente, o rei de Israel.

Embora estivesse com armadura, o arco o atingiu exatamente entre as juntas da sua armadura.

Só há um modo de escapar do juízo perfeito do Senhor, o arrependimento. Acabe havia se arrependido, mas continuou querendo viver sua vida a seu modo. Dirigindo seus próprios passos. Arrependimento implica em mudança de atitudes, de destino, de vida.

Assim que foi atingido, Acabe ordenou ao condutor do seu carro que voltasse, que o fizesse sair depressa do combate. Percebeu que estava gravemente ferido.

A batalha se tornou ainda mais violenta e os soldados tiveram que manter o rei de pé sobre seu carro, diante dos sírios.

Ao cair da tarde ele morreu. O sangue de sua ferida escorria no fundo do carro.

Ao pôr-do-sol, um grito fúnebre percorreu todo o acampamento. A ordem era recuar. Cada um deveria voltar para sua cidade. Cada chefe de família para sua terra. O rei de Israel estava morto.

Ele foi transportado para Samaria, capital de Israel. Lá foi sepultado.

Lavaram o carro militar real e suas armas num açude em Samaria. No mesmo lugar onde as prostitutas costumavam banhar-se. Vários cães vieram e lamberam seu sangue. Exatamente como o Senhor havia predito.

Todas as realizações de Acabe, as cidades que construiu e até a descrição do seu palácio, pasme, decorado com marfim da melhor qualidade, foram descritos na História dos Reis de Israel. Acazias, seu filho, reinou em seu lugar.

Quanto a Josafá, filho de Asa, começou a reinar sobre Judá no quarto ano de governo de Acabe, rei de Israel. Estava com tinha trinta e cinco anos de idade quando começou a reinar. Reinou vinte e cindo anos em Jerusalém. Ele andou em todos os caminhos de seu pai, Asa. Não se desviou deles. Fez o que era reto perante o Senhor.

Apesar disso, não destruiu os altares idólatras e o povo seguiu oferecendo sacrifícios pagãos e a queimar incenso. O coração do povo, infelizmente, não era inclinado ao Senhor. Não tinham ouvidos para ouvir.

Josafá viveu em paz com o rei de Israel. Seus feitos, o poder que demonstrou, e os atos de bravura nos tempos de guerra, foram todos escritos nos registros históricos dos reis de Judá.

Ele também expulsou da terra o restante dos sodomitas, prostitutos e prostitutas cultuais, que serviam nos altares pagãos, e haviam restado depois do reinado de seu pai Asa.

Neste tempo não havia rei em Edom. Apenas um vice-rei nomeado para assumir o governo local.

Josafá mandou construir navios em Társis. Uma frota de embarcações mercantes, cujo objetivo era buscar ouro em Ofir. Jamais o trouxeram. As embarcações naufragaram em Eziom-Geber, conforme a palavra do Senhor. Está escrito lá em Crônicas.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/posicionamento.html

Naquele tempo, Acazias, filho de Acabe, fez a uma oferta a Josafá. Colocou seus marinheiros à sua disposição para cooperar e navegar com os dele. Contudo, Josafá preferiu não aceitar tal ajuda. Aprendeu que os acordos e alianças devem ser feitos sob a direção do Senhor.

Quando morreu, foi sepultado junto a seus antepassados, na Cidade de Davi. Seu filho Jeorão, assumiu o reino em seu lugar.

Acazias, filho de Acabe, tornou-se rei de Israel, em Samaria, no décimo sétimo ano do reinado de Josafá, rei de Judá. Governou apenas dois anos sobre Israel.

Praticou o que é reprovável diante do Senhor. Andou segundo os maus exemplos de seu pai, e nos caminhos pagãos de sua mãe.

Como se isso não bastasse, agiu também conforme as atitudes erradas de Jeroboão, filho de Nebate, que fez Israel pecar. Dedicou seu culto a Baal e o serviu, provocando a ira do Senhor, o Deus de Israel, como seu pai havia procedido. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/quem-sao-os-meus-conselheiros.html

Que sigamos o conselho de João: "Caros filhinhos, estas palavras vos escrevo para que não pequeis. Se, entretanto, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo." - 1 João 2.1

Para que Ele possa nos defender, precisamos confessar e nos arrepender. É o único meio de escaparmos. Acabe, mesmo disfarçado, não conseguiu escapar do juízo. Nem ele, nem ninguém.

Que lembremos de não fazer aliança com ninguém, sem a aprovação do Senhor. Que saibamos dizer não, como Josafá aprendeu após algumas alianças mal feitas.

E que andemos segundo os caminhos daqueles que andaram e andam com o Senhor. A cada dia. E sempre.

Hoje terminamos o livro de 1 Reis. Para mim e, se você prestou atenção em todas as histórias aqui registradas, com certeza, para você também, é um livro fascinante.

Na sexta-feira começaremos o livro de 2 Reis. Espero você. Até lá.

sexta-feira, 31 de agosto de 2018

Fidelidade x Infidelidade

Continuamos nossa caminhada através do livro de 1 Reis.

Ontem vimos a oração de Salomão ao consagrar o templo ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/a-oracao-de-salomao.html

Hoje, caminharemos pelas páginas do capítulo nove. Até o versículo nove.

Depois que Salomão terminou a construção do Templo, seu palácio real e tudo que havia projetado, o Senhor apareceu novamente a ele, como em Gibeom.

É interessante notar que o Senhor apareceu a Salomão depois que ele fez tudo o que deveria fazer. Tudo que já estava projetado e aprovado pelo Senhor. Agora, havia um próximo passo a tomar. Então, o Senhor apareceu.

O Senhor falou a Salomão que ouviu sua oração e sua súplica. Disse-lhe que consagrou aquela casa que Salomão construiu, para nela habitar o Seu nome. Para sempre. Disse que Seus olhos e Seu coração estariam presentes ali todos os dias.

Também lhe disse que se andasse diante do Senhor como Davi andou, em honestidade e integridade de coração, se agisse de acordo com Suas orientações e obedecesse Seus mandamentos e ordenanças, Ele firmaria para sempre o trono de Salomão e sua realeza sobre Israel, como havia prometido a Davi.

Mas, o Senhor também disse que se ele e seus filhos O abandonassem, não observando Seus estatutos e normas e desviassem para seguir atrás de outros deuses e divindades, prestando-lhes culto e adoração, Ele arrancaria Israel da terra que havia lhes dado e rejeitaria Seu povo. A Casa que havia separado para habitação do Seu nome seria lançada longe. Israel, ao invés de ser benção e exemplo, seria motivo de zombaria entre todos os povos.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

Quando alguém passasse pelo Templo, destruído, perguntaria porque o Senhor havia agido com tanta severidade contra aquela terra e aquele templo. E a resposta que ecoaria seria porque abandonaram o Senhor, Seu Deus, que os fez sair da terra do Egito e se apaixonaram por outros deuses, prestando-lhes homenagens, culto e adoração.

Que possamos ser fiéis ao Senhor. Em todo o tempo. Que nossos olhos e corações estejam totalmente voltados para Ele. Que O sirvamos em sinceridade e integridade de coração. Que seja Ele o nosso amor, nossa paixão.
https://www.youtube.com/watch?v=rBVjbjGVVjo

Que nenhum deus, nenhum ídolo tome o lugar do Senhor em nós. Que não abandonemos o Senhor, nos apaixonando por outros deuses.

Que seja Ele o único dono de nossos corações. Todos os dias. Para sempre.
https://www.youtube.com/watch?v=5gJO00218FE

Que o Seu amor nos atinja, nos complete, nos impulsione, nos preencha.

Que sejamos apaixonados por Ele. E só por Ele.

Amanhã continuamos. Espero você.



segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Quem será o novo rei?

Vamos continuar nossa caminhada através das páginas de Reis? Bíblia aberta?

Ontem passeamos rapidamente do final de Gênesis ao final de 2 Samuel, até finalmente começarmos no livro de Reis.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/ola-pronto-para-nossa-nova-caminhada.html

Vimos que Davi havia envelhecido. Era o momento para proclamar seu sucessor. 

Um de seus filhos, Adonias, divulgou, por conta própria, que seria ele.

Adonias conseguiu carros, cavalos, e cinquenta guardas que corriam diante dele. Seu pai não o questionou em momento algum, embora o Senhor tivesse dito a Davi que seu sucessor seria Salomão, filho de Bete-Seba.

Davi tinha muitas dificuldades em confrontar seus filhos.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-e-seus-tragicos-erros.html

Adonias era um homem extraordinário e belo. Mais novo que Absalão.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/absalao-e-sua-destrutiva-amargura.html

Ele entrou em acordo com Joabe, chefe do exército de Davi e com Abiatar, o sacerdote. Eles o apoiaram.

No entanto o sacerdote Zadoque, Benaia, um dos valentes de Davi e responsável pela sua guarda pessoal, o profeta Natã, Simel, Reí e a guarda especial de Davi não foram atrás de Adonias.

Esse Benaia é o filho de Joiada, um dos meus preferidos.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/davi-e-seus-valentes.html

Certo dia Adonias imolou ovelhas, bois e bezerros cevados. Um verdadeiro banquete!

Convidou todos os seus irmãos, filhos do rei, exceto Salomão. Também convidou todos os homens de Judá que serviam a Davi, como conselheiros. Não convidou o profeta Natã, nem Benaia, nem os valentes de Davi.

Natã, o profeta, sabendo da escolha do Senhor quanto ao próximo rei, procurou Bete-Seba, mãe de Salomão. Perguntou-lhe se não sabia que Adonias havia se autoproclamado rei. Aconselhou que fosse ao rei, imediatamente, e lhe perguntasse se não havia jurado a ela que Salomão reinaria em lugar de Davi. Devia também perguntar com que autoridade Adonias tinha se denominado rei.

Natã lhe disse que enquanto estivesse na presença de Davi, entraria fazendo a mesma pergunta, apoiando sua reivindicação.

Bete-Seba foi aos aposentos do rei. Ajoelhou-se diante dele. Davi perguntou o que desejava. Ela respondeu-lhe conforme Natã havia orientado. Contou-lhe também sobre a festa que Adonias estava fazendo. Disse ainda que todo o Israel esperava pelo olhar de Davi, para que ele indicasse pessoalmente, quem sentaria em seu trono. Lembrou-lhe que, caso não se manifestasse, ela e Salomão seriam julgados e tratados como traidores.

Quando ainda falava, anunciaram ao rei que Natã queria vê-lo. Bete-Seba saiu. Natã entrou.

Ele prostrou-se diante de Davi, com o rosto em terra. Perguntou-lhe se Davi havia afirmado que Adonias reinaria após ele. Disse que Adonias havia imolado uma grande quantidade de bois, bezerros cevados e ovelhas e convocado todos os filhos do rei, exceto Salomão; os oficiais do exército, exceto Benaia, o sacerdote Zadoque e ele. Os convidados estavam exclamado: “Viva o rei Adonias!”

Novamente lhe perguntou se Davi havia ordenado Adonias rei, sem informar seus servos mais próximos.

Na mesma hora Davi ordenou que chamassem Bete-Seba à sua presença. O rei jurou-lhe pelo nome do Senhor, que o havia livrado de todas as adversidades que, ainda naquele mesmo dia, executaria o prometido em nome do Senhor. Salomão o sucederia.

Em seguida, ordenou que fossem chamados Zadoque, Natã e Benaia. Que convocassem todos os conselheiros do rei. Sentassem Salomão em sua mula e o conduzisse a Giom. Ordenou que ali Zadoque e Natã o ungissem rei, tocando a trombeta e bradando: “Viva o rei Salomão”.

Depois, deveriam ir com ele até o trono de Davi, onde se sentaria e começaria a reinar em seu lugar.

Benaia, respondeu imediatamente ao rei: “Amém! Assim seja! E que Yahweh, o Deus do rei, meu senhor, o confirme. Assim como Yahweh permaneceu com o rei, de igual modo esteja Ele com Salomão para que exerça um reinado ainda mais magnífico que o reinado de meu senhor, o rei Davi!”

Fizeram como o rei lhes ordenara. Convenceram Salomão a montar a mula de Davi. Escoltaram-no até Giom. Lá o sacerdote Zadoque tomou o chifre com óleo sagrado e ungiu Salomão. Tocaram a trombeta e todo o povo gritou: “Viva o rei Salomão!”

O povo foi atrás de Salomão tocando flautas e celebrando. A animação era tão grande que o chão tremia com o barulho da multidão.

Adonias e seus convidados ainda celebravam o banquete quando Joabe ouviu o toque do Shofar. Perguntou assustado que gritaria era aquela na cidade.

Quando ainda perguntava chegou Jônatas, filho de Abiatar. Adonias o recebeu dizendo que era homem honesto e certamente trazia boas notícias. Mas as notícias não eram boas para Adonias.

Jônatas lhe informou que o rei Davi acabara de proclamar Salomão o novo rei. O barulho que ouviam era justamente a cidade em grande alegria e exaltação.

Salomão já estava sentado no trono real. Os servos e oficiais do rei já haviam parabenizado Davi. E o próprio Davi havia curvado reverentemente em seu leito, bendizendo o Senhor, Deus de Israel, que o permitiu de ver um de seus descendentes sentado sobre seu trono.

Os convidados de Adonias entraram em pânico. Podiam ser acusados de traidores. Levantaram-se depressa. E fugiram. Cada um para um lado.

Adonias, com medo de Salomão, levantou-se e se agarrou aos chifres do altar, para não ser morto.

Salomão foi avisado. Adonias mandou uma súplica a Salomão, o rei, que lhe jurasse não o matar (seu servo), ao fio da espada.

Salomão garantiu que se Adonias agisse como uma pessoa leal, nenhum fio de seu cabelo seria arrancado, mas se fosse surpreendido agindo desonestamente, certamente pagaria com a própria vida.

O rei Salomão ordenou que alguns soldados fossem até onde Adonias estava e o fizessem descer do altar. Adonias foi trazido à presença do rei. Curvou-se solenemente diante da majestade de Salomão, que lhe deu ordens para ir à sua casa em paz.

Assim começa o reinado de Salomão. Quando reis matam impiedosamente seus rivais, ele envia Adonias, que quase usurpou seu reino, para casa, em paz, garantindo-lhe até seus fios de cabelo. Fico impressionada!

E agora, como será o reinado de Salomão? E o que acontecerá com Adonias?

Amanhã continuamos. Espero você. Até lá.

sábado, 18 de agosto de 2018

Como guardar meu único bem?

Ontem vimos que o Senhor Jesus nos deu uma ordem: Guardarmos o que temos, para que ninguém tome nossa coroa.

Vimos que só temos um bem: nosso coração. Vimos que devemos guardá-lo porque dele saem as fontes da vida (e da morte). Também vimos que não podemos terceirizar essa tarefa. É diária. E individual.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/guardando-meu-tesouro.html

Mas será que há realmente como guardar nosso coração?

Em Salmos 119.9, o salmista faz a mesma pergunta, usando outras palavras: “Como pode um jovem conservar puro o seu caminho?”

A resposta está logo em seguida: “Vivendo-o de acordo com a Tua Palavra. De todo o coração eu Te procurei: não deixes que me afaste de Teus mandamentos!” – Salmos 119.9b,10

Já prestou atenção às palavras do Senhor a Josué, logo após a morte de Moisés? Ah, com certeza lembramos que Ele ordenou a Josué que fosse forte e corajoso, certo?

Vamos ler: “Tão-somente sê de fato firme e corajoso, para teres o zelo de agir de acordo com todos os mandamentos da Lei, que te ordenou Moisés, meu servo. Não te apartes dela, nem para a direita nem para a esquerda, para que tenhas sucesso em todas as tuas realizações. Que o livro da Lei, esteja sempre nos teus lábios: medita nele dia e noite, para que tenhas o cuidado de agir em conformidade com tudo que nele está escrito. Deste modo serás vitorioso em todas as tuas empreitadas e alcançarás bom êxito! Ora, não te ordenei: Sê forte e corajoso? Não temas e não te apavores, porquanto Yahweh, o Senhor teu Deus, está contigo por onde quer que andes!” – Josué 1.7-9

O Senhor ordenou a Josué que fosse de fato firme e corajoso. Para quê? Para que tivesse o zelo de agir de acordo com os mandamentos do Senhor, sem desviar nem para a esquerda nem para a direita. Assim Josué teria sucesso em todas as suas realizações.

É preciso ter coragem para agir de acordo com os mandamentos do Senhor? Sim. Sabemos que sim. Afinal, eles estão na contra-mão do sistema. O sistema que nos manda levar vantagem em tudo, passar por cima de todos, pensar primeiro em mim.

Mas o Senhor não parou aí. Seus mandamentos deveriam estar sempre nos lábios de Josué. O que só aconteceria se meditasse neles. Dia e noite. Por quê? Porque "o homem bom tira coisas boas do bom tesouro que está em seu coração, e o homem mau tira coisas más do mal que está em seu coração, porque a sua boca fala do que está cheio o coração." - Lucas 6.45

Como Josué falaria dos mandamento do Senhor, se não meditasse neles?

O Senhor completa que Josué deveria agir em conformidade com o que estava escrito. Novamente o meditar antes do agir. Nossas ações são um reflexo do que está em nosso coração. Não há como ser diferente.

Quer guardar seu coração? Ande de acordo com a Palavra do Senhor.

“Escondi a Tua palavra no meu coração, para não pecar contra Ti”. – Salmos 119.11

Ah, mas só é possível se você e eu cumprirmos o que está escrito em Mateus 22.37,38: "Asseverou-lhe Jesus: “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e com toda a tua inteligência. Este é o primeiro e maior dos mandamentos.”

Se ainda não o ama assim, entregue sua vida a Ele e passe a amá-Lo. Com seu coração, sua alma e sua inteligência.

O Senhor é extremamente educado. Diferente de muitos que tentam arrombar a porta de nossos corações ou até roubam nossa senha, pessoal e intransferível. Sabe o que Ele faz? Ele bate.

“Eis que estou à porta e bato: se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele comigo.” – Apocalipse 3.20

O Senhor Jesus é um verdadeiro cavalheiro. Bate à porta. Identifica-se. E aguarda. Se ouvirmos Sua voz e abrirmos a porta para Ele, então Ele entra e partilha a mesa conosco. Partilhar a mesa é sinal de muita intimidade. Só partilhamos de verdade nossa mesa com aqueles a quem amamos.

Então, esse é o primeiro passo. Abrir a porta do coração para o Senhor, depois que Ele se identificar.

O segundo é abrir Sua palavra. E ler. E estudar. E aprender. E meditar. Como Josué devia fazer. Como cada líder em Israel devia fazer. Como cada um de nós deve fazer.

Vamos guardar nossos corações. Observando, com ele, nosso coração, a Palavra do Senhor. Obedecendo, com ele, nosso coração. Assim nosso coração estará protegido.   

Amanhã começaremos uma nova caminhada pelas Escrituras. Vamos acompanhar os reis de Israel e Judá. Vamos aprender com eles a guardar nosso coração. Vamos aprender o que acontece quando o guardamos e o que acontece quando não o guardamos.

Precisamos aprender a deixar nosso coração guardado a cada dia. Há muitos inimigos, ansiosos para conquistá-lo. Precisamos nos proteger.

Espero você. Será uma caminhada muito interessante e proveitosa. Até lá.

quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Prisioneiros

Continuamos nossa caminhada através de 2 Crônicas.

Ontem vimos que Jotão dirigia seus passos segundo a vontade do Senhor. Por isso, foi tornando-se mais poderoso e conhecido.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/andando-corretamente.html

Hoje caminharemos pelas páginas do capítulo vinte e oito.

Acaz estava com vinte anos quando começou a reinar. Reinou dezesseis anos.

Não fez o que é justo e agradável aos olhos do Senhor, como Davi, seu antepassado. Imitou os reis de Israel. Até mandou construir ídolos e imagens fundidas para os baalins. Queimou perfumes sagrados no vale do filho de Hinon. Chegou a sacrificar seus próprios filhos no fogo, como as nações pagãs faziam. As nações que o Senhor havia expulsado, pelos seus maus caminhos.

Acaz sacrificava e queimava incenso nos altares, nas colinas e até debaixo de toda grande árvore verdejante.

Por esse motivo, o Senhor o entregou nas mãos do rei da Síria. Eles o derrotaram. Fizeram muitos prisioneiros. Levaram-nos cativos para Damasco, longe de suas terras. O pecado nos afasta de nosso lugar de direito.

Israel também lutou contra Acaz. Ele sofreu uma grande derrota. Em apenas um dia de batalha, Peca, filho de Remalias, matou cento e vinte mil guerreiros valorosos de Judá. Tudo porque Judá abandonou o Senhor.

Zicri, poderoso soldado de Efraim, matou Maaseias, filho do rei. Matou também Azricão, mordomo do palácio e Elcana, o segundo depois do rei. Israel levou duzentos mil, entre mulheres, meninos e meninas, presos para Samaria. Saquearam deles grande despojo.

O pecado de Judá fez com que os homens morressem e suas mulheres e filhos fossem levados cativos. Que terrível! Que responsabilidade temos para com nossa casa. Não podemos nos desviar do Caminho.

Em Samaria havia um profeta do Senhor, chamado Odede. Ele foi ao encontro do exército que voltava da guerra. Advertiu-os dizendo que o Senhor estava irado com Judá, por isso os entregara a Israel, mas eles haviam matado seus irmãos com tamanho ódio e violência que sua maldade ficou evidente nos céus. E agora, ainda queriam sujeitar o povo de Judá e de Jerusalém à condição de escravos. Eles, que também eram culpados diante do Senhor. Odede pediu-lhes que o atendessem e fizessem voltar os presos que haviam tomado, pois a ira do Senhor já estava contra eles.

Então, alguns homens dentre os chefes de Efraim levantaram-se e disseram que esses israelitas não entrariam em suas terras, acrescentando aos seus erros e pecados mais esta culpa de fazerem seus próprios irmãos de escravos. Disseram que sua culpa já era muito grande e a brasa da ira do Senhor já estava sobre suas cabeças.

Embora o povo de Israel estivesse distante do Senhor, quando os soldados ouviram essas palavras, abandonaram os presos e o despojo. Colocaram tudo diante dos príncipes e de toda a congregação.

Então, certos homens, designados nominalmente, puseram-se a reconfortar e encorajar os prisioneiros. Ah, como isso é lindo! Esses homens eram conhecidos por seus atos, por isso foram designados nominalmente para essa bendita tarefa.

Usando o próprio despojo, vestiram todos que estavam nus. Deram-lhes roupa, calçado, alimento, bebida e abrigo. Depois colocaram os fracos e feridos sobre animais de cargas, até seus irmãos que estavam em Jericó. Em seguida retornaram para Samaria.

Nessa época, os edomitas atacaram Judá mais uma vez. Derrotaram-na e fizeram muitos cativos. Os filisteus invadiram as cidades da planície e do sul de Judá. Também tomaram Bete-Semes, Aijalom, Gederote, Socó e seus povoados, Timna e suas aldeias, Ginzo e seus arredores, estabelecendo-se ali.
Tudo porque o Senhor humilhou Judá, por causa dos pecados de Acaz.

Ele foi responsável por conduzir Judá a pecar de modo desenfreado. Por essa razão, o Senhor desprezou completamente Judá. Que terrível ser conhecido dessa forma e ter um povo inteiro desprezado por sua conduta.

Acaz pediu ajuda aos reis da Assíria. Ele pegou alguns objetos valiosos dos despojos que estavam guardados na Casa do Senhor, e também tesouros que estavam no palácio real e na casa dos príncipes.

Entregou tudo a Tiglate-Pileser, rei da Assíria. Contudo, isso não o ajudou em nada. Tiglate-Pileser veio e, ao invés de servir de ajuda, causou a Acaz problemas ainda maiores.

O Senhor tentou atraí-lo de diversas formas, mas seu coração não se voltava para o Senhor, não se arrependia. Mesmo nesse tempo em que passou por várias provações, Acaz não mudou sua atitude. Pelo contrário, tornou-se ainda mais infiel ao Senhor. Chegou a oferecer sacrifícios às divindades pagãs de Damasco, que o haviam derrotado. Em sua vã imaginação, creu que os deuses da Síria os haviam ajudado, então o socorreriam. Essa devoção foi precisamente a causa da sua queda fatal e da ruína de todo o Israel.

O Senhor abomina a idolatria. Só Ele é o Senhor.

Acaz juntou os utensílios da casa do Senhor, fê-los em pedaços e fechou as portas do templo do Senhor. Ainda fez altares pagãos em todos os cantos de Jerusalém. Além disso, em cada cidade de Judá, mandou construir altares idólatras para queimar sacrifícios e perfumes a outros deuses, provocando a ira do Senhor.

Você pode imaginar? Ele pegou os utensílios da casa do Senhor e os fez em pedaços. Ainda fechou as portas do templo. Sua decadência só ia piorando. Além disso, fez altares aos falsos deuses, em todos os cantos de Jerusalém.

Acaz morreu e foi sepultado em Jerusalém. Mas não no túmulo dos grandes reis.

Seu filho Ezequias reinou em seu lugar.

Que possamos ser como Odede. Enquanto o povo estava longe do Senhor, ele possuía e entregava Sua Palavra, Suas exortações.

Que não façamos de nossos irmãos, escravos, ainda que estejam longe do Senhor. Na verdade, eles precisam ser cuidados. E devolvidos a seus lugares.

Que sejamos como aqueles homens de Efraim que desejavam limpar suas vidas e não permitiram que mais pecado entrasse em suas cidades.

Que sejamos como os homens citados nominalmente para cuidar, encorajar e fortalecer os que haviam sido levados cativos e que os devolvamos aos seus respectivos lugares.

Que sejamos homens e mulheres, conhecidos pelos seus nomes, chamados para o Senhor, para mostrar o caminho de volta a Ele.
https://www.youtube.com/watch?v=tFmNYHeuIrc&list=RDtFmNYHeuIrc&start_radio=1

Amanhã continuamos. Espero você.

domingo, 15 de julho de 2018

A visita de uma curiosa Rainha

Continuamos nossa caminhada pelas páginas de 2 Crônicas.

Ontem vimos o maravilhoso exemplo dos sacerdotes. Eram fiéis em tudo. Principalmente nos tesouros.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/somos-fieis-ate-nos-tesouros.html

Hoje vamos percorrer as páginas do capítulo nove.

O capítulo oito termina contando sobre os marinheiros de Hirão e os de Salomão. Eles trouxeram uma grande quantidade de ouro de Ofir, madeira fina de junípero, sândalo e pedras preciosas.

Agora, nos conta que, com o cipreste de sândalo, o rei fez os degraus da Casa do Senhor e do palácio real e também as harpas e liras para os músicos. Nunca se tinha visto algo tão deslumbrante em Judá.

Então, a rainha de Sabá ouviu falar de Salomão. Ela foi a Jerusalém. Queria colocá-lo à prova através de enigmas. Queria conhecer sua sabedoria. Ver se era verdade o que ouvira.

Como rainha que era, foi acompanhada de uma grande comitiva. E levou para Salomão muitos presentes caros: camelos carregados de especiarias e essências aromáticas, muito ouro e pedras preciosas.

Assim que esteve diante de Salomão, questionou-lhe sobre tudo que desejou. Salomão respondeu todas as perguntas. Ela ficou impressionadíssima com sua sabedoria.

Tudo a impressionou. Seu palácio, a culinária, as acomodações dos oficiais, o serviço dos criados e copeiros, seus trajes suntuosos e os holocaustos que ele oferecia na Casa do Senhor.

Ela declarou a Salomão que tudo que ouvira em sua terra sobre suas realizações e sabedoria era verdade. Ela não acreditava, até que viu e o conheceu pessoalmente. Disse também que não haviam contado metade da grandeza de sua sabedoria. Ele ultrapassava em muito a fama que tinha.

Como é bom um testemunho assim! O Senhor o escolheu para ser rei. E agora ele estava sendo conhecido por outros povos e glorificando Seu nome.

A rainha ficou tão maravilhada que disse que todos que o serviam eram bem-aventurados. Seus servos eram felizes. Estavam sempre diante dele. Podiam ouvir e apreciar sua sabedoria. Não apenas ouvir, mas também apreciar!

Ela bendisse o Senhor, Deus de Salomão, que se agradou dele, colocando-o no trono, para reinar por Ele. Reconheceu que era tudo por causa do Seu amor misericordioso para com Israel e de Sua vontade divina em preservá-los para sempre. Percebeu que o Senhor havia constituído Salomão como rei, com o propósito de manter a justiça e o bem.

Esta mulher percebeu que tudo apontava para o Senhor. Salomão era rei para glorificá-Lo. Para que os povos O conhecessem, amassem e temessem.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

Antes de ir embora, a rainha ofertou a Salomão quatro mil e duzentos quilos de ouro, grande quantidade de especiarias, essências aromáticas raras e pedras preciosas. Nunca foram vistas tantas e tais especiarias como as que ela trouxe.

Salomão também presenteou a rainha de Sabá. Foi muito generoso. Deu-lhe tudo que pediu. Muito mais do que ela lhe tinha trazido. Pessoas que, de fato, conhecem ao Senhor, são generosas. Sempre.

O peso do ouro que Salomão recebia todos os anos era de vinte e três mil e trezentos quilos. Sem contar os impostos pagos pelos mercadores e comerciantes.

Também os reis árabes e os governadores dos vários distritos do país traziam seus tributos em ouro e prata.

Ele mandou fazer duzentos grandes escudos de guerra de ouro batido. Utilizou três quilos e seiscentos gramas na confecção de cada escudo. Fez trezentos pequenos escudos de guerra. Cada um com um quilo e oitocentos gramas de ouro. Colocou-os no interior do Palácio da Floresta no Líbano.

Salomão também mandou confeccionar um grande trono. Era de marfim revestido de ouro puro. Tinha seis degraus e um estrado de ouro, que eram unidos ao trono. De ambos os lados tinha braços junto ao lugar do assento. E, sobre os degraus, esculturas de dois leões em pé, um de cada lado. Mais doze leões em pé foram posicionados de cada lado, sobre os degraus. Nada semelhante havia sido construído em nenhum outro reino conhecido.

Todas as taças de Salomão eram de ouro puro. Todos os utensílios do Palácio da Floresta do Líbano, também. Não havia nada de prata. Naquela época a prata tinha pouco valor.

Salomão tinha uma frota de navios mercantes tripulados pelos melhores marinheiros. Foram cedidos por Hirão. A cada três anos, eles vinham de Társis trazendo muito ouro, prata, marfim e animais exóticos, como macacos e pavões.

Ele tornou-se o homem mais rico e mais sábio da terra. Superou em muito os reis de seu tempo.

Todos os reis lhe pediam conselhos. Todos disputavam ouvir da sabedoria que Deus fazia brotar de seus lábios.

Todos os anos, esses nobres traziam a Salomão muitos e valiosos presentes: objetos de ouro, prata, mantos riquíssimos, armas, especiarias, essências aromáticas raras, cavalos e mulas.

Ele possuía quatro mil estábulos para abrigar seus inúmeros cavalos e carros militares. Havia doze mil homens especializados na condução desses carros. Ficavam divididos em algumas cidades estratégicas e próximo a ele, em Jerusalém.

Exercia domínio absoluto sobre todos os reis da região do Rio Eufrates, até a terra dos filisteus, à fronteira do Egito.

A riqueza de Salomão era tanta que tornou a prata tão comum em Jerusalém como as pedras. O cedro era tão numeroso quanto os sicômoros da baixada, as figueiras bravas da planície de Judá.

Mandava importar os melhores cavalos das terras do Egito, da região da Cilícia e de vários outros países. E os comercializava.

Os demais atos de Salomão, e todos os acontecimentos importantes de seu reinado estão escritos nos relatos do profeta Natã, nas profecias de Aías e nas palavras de Ido, inclusive em relação a Jeroboão, filho de Nebate. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/quem-sao-os-meus-conselheiros.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/que-tipo-de-arvores-somos.html

Salomão reinou quarenta anos sobre todo o Israel, a partir de Jerusalém.

Quando morreu foi sepultado na Cidade de Davi. Em seguida, seu filho Roboão, reinou em seu lugar.

Que possamos ser pessoas que glorifiquem ao Senhor através dos nossos trabalhos, nossas famílias, nossas vidas. Sempre. A cada dia.

Se você quer saber mais sobre Salomão, leia o livro de Reis.

Amanhã prosseguimos. Conheceremos Roboão, neto de Davi.

Espero você.

quarta-feira, 27 de junho de 2018

A vitória é dada pelo Senhor

Continuamos nossa caminhada pelas páginas de 1 Crônicas.

Ontem vimos que Davi desejou construir uma casa para o Senhor. Embora o Senhor tenha dito “não”, Davi continuou com o coração grato, adorando o Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/aprendendo-ser-grato.html

Hoje, caminharemos através do capítulo 18.

Davi venceu os filisteus. Subjugou-os. Tomou de suas mãos a cidade de Gate, seus povoados e vizinhanças. Venceu também os moabitas. Foram feitos seus súditos, pagando-lhe tributos.

Davi derrotou também Hadadezer, rei de Zobá, quando procurava obter o controle na região do rio Eufrates. Davi tomou mil carros de guerra, sete mil cavaleiros e vinte mil soldados de infantaria. Mandou aleijar todos os cavalos que conduziam carros de guerra, exceto cem, que foram escolhidos e separados.

Os sírios vieram socorrer Hadadezer. Davi e seu exército mataram vinte e dois mil de seus soldados. Estabeleceu guarnições militares para ter um governo em Damasco. Eles se tornaram súditos de Davi. Pagavam impostos.

O Senhor dava vitórias e mais vitórias em todos os lugares aonde Davi ia. Ele trouxe para a cidade de Jerusalém os escudos de ouro usados pelos oficiais de Hadadezer. De suas cidades e seus povoados, Davi trouxe grande quantidade de bronze. Davi guardou esse bronze para ser usado por Salomão na construção do templo. Salomão usou para fazer o tanque de bronze, as colunas e vários utensílios da Casa do Senhor.

Quando Tóu, rei de Hamate, inimigo de Hadadezer, soube que Davi havia aniquilado todo o exército de Hadadezer, mandou seu filho Hadorão saudar e parabenizar Davi por ter lutado bravamente e vencido. Hadadezer era muito temível, e sempre atacava o povo de Tóu.

Hadorão ficou tão grato a Davi que lhe enviou todo tipo de utensílios de ouro, de prata e de bronze. Davi consagrou esses utensílios ao Senhor, juntamente com a prata e o ouro que trouxera de todas as demais nações.

Abisai, filho de Zeruia, irmão de Joabe, também foi à guerra. Derrotou mil edomitas no vale do Sal. Ao vencer, estabeleceu guarnições militares em Edom, sujeitando-os a Davi.

O Senhor seguia acrescentando vitórias a Davi, por onde quer que ia.

Davi reinou sobre toda a nação de Israel. Administrava a justiça e a equidade a todo o seu povo e súditos.

Joabe, filho de Zeruia, era comandante do exército.

Josafá, filho de Ailude, era cronista, o arquivista real.

Zadoque filho de Aitube, e Abimeleque, filho de Abiatar, eram sacerdotes.

Sausa era escrivão e secretário.

Benaia, um de meus preferidos, filho de Joiada, um dos valentes de Davi, comandava os queretitas e os peletitas. Estes eram servos de Davi.

E os filhos de Davi eram seus mais importantes conselheiros.

Embora Davi tenha aprendido a ser um guerreiro valoroso e mesmo tendo um exército de homens valorosos, era o Senhor que ia acrescentando dia a dia vitórias.

Davi governava com justiça e equidade. Como precisamos de governantes com essas qualidades! Como carecemos de homens assim!

Que clamemos por homens que ajam com justiça e equidade, tementes ao Senhor.

Que sejamos tementes ao Senhor. Que sejamos guerreiros valorosos. Que Ele nos dê Suas vitórias. Que sejamos administradores que ajam com justiça e equidade. A cada dia.

Amanhã continuamos.