Leitura do dia 04/10.
Continuamos nossa caminhada através das Sagradas Escrituras.
Ontem lemos o livro de Ageu. O chamado do Senhor a reconstruir o templo. A obediência ao Seu chamado. O esplendor menor do novo templo. A glória maior. As bênçãos prometidas aos que obedecem. As promessas para Zorobabel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/ageu-11-223.html
Hoje iniciamos um novo livro, Zacarias. Leremos até o capítulo três.
Zacarias significa “Lembrado do Senhor”. Foi contemporâneo de Ageu.
O Senhor está muito irado com os antepassados de Zacarias e ordena que diga ao povo que volte para Ele, assim Ele também se voltará para eles. Seu conselho é que não sejam como seus antepassados que não quiseram ouvi-Lo, que não deram atenção aos antigos profetas.
Agora, tanto os profetas quanto seus antepassados morreram. Mas tudo que os profetas falaram em nome do Senhor, porque Ele ordenara, aconteceu. Eles se arrependeram e reconheceram que tudo que receberam do Senhor era merecido. Ele fez o que prometera.
Três meses depois dessa primeira mensagem, Zacarias teve uma visão. Viu um homem montado num cavalo vermelho. Parado entre algumas murtas. Num desfiladeiro. Atrás dele, havia outros cavaleiros. Montados em cavalos vermelhos, marrons e brancos.
Um anjo falava com Zacarias. Ele perguntou o que significavam aqueles cavalos. Aprenda com Zacarias a fazer perguntas. Perguntas certas, claras e objetivas.
Eram enviados do Senhor que percorriam a terra. Quando o anjo do Senhor ouviu que a terra estava em paz, intercedeu por Jerusalém. O Senhor lhe respondeu com palavras boas e consoladoras.
O Senhor afirma que tem grande zelo por Jerusalém e Sião. Está grandemente irado com as nações que fizeram Seu povo sofrer demasiadamente. Serão julgadas. Israel, contudo, voltará a transbordar de prosperidade. Ele voltará a consolar Sião e escolher Jerusalém para Si.
Depois Zacarias viu quatro chifres de animais e perguntou seu significado. Representavam as nações que dispersaram Judá, Israel e Jerusalém. Ele viu quatro ferreiros. Perguntou o que tinham vindo fazer. Os ferreiros vieram para aterrorizar e derrubar aquelas nações.
Em seguida Zacarias viu um homem segurando uma corda de medir. Perguntou aonde ele ia. O homem respondeu que iria medir Jerusalém. Então, o anjo que estava com Zacarias foi ao encontro de outro anjo. Este, ordenou que falasse a Zacarias que chegaria um dia em que Jerusalém não teria muros, por causa do grande número de pessoas e animais que ali viveriam. Então, o Senhor mesmo seria um muro de fogo ao seu redor, protegendo-a. Também seria a glória no meio da cidade.
O Senhor ordena que os cativos em Babilônia saiam dela. Fujam. Voltem. Haverá juízo da parte do Senhor. E um grande dia em que muitas nações se juntarão a Ele. Também serão Seu povo.
Então o anjo mostrou-lhe Josué, o sumo sacerdote. Estava em pé diante do anjo do Senhor. Satanás, o acusador, também se encontrava ali. Estava ao lado direito do anjo e fazia acusações contra Josué. Sabemos que ele é o acusador dos irmãos (Apocalipse 12.10). O Senhor disse que rejeitava suas acusações. E o repreendeu. Josué era como uma brasa tirada do fogo. Estava limpo. Havia sido purificado.
Suas roupas, porém, estavam sujas. O anjo do Senhor ordenou que tirassem suas roupas imundas. Disse-lhe que seus pecados foram removidos. Suas roupas foram trocadas. Agora eram de festas.
Zacarias não se conteve. Disse que precisavam colocar um turbante limpo em sua cabeça. Eles colocaram.
O Senhor disse a Josué que, se andasse em Seus caminhos e seguisse Seus preceitos, receberia autoridade sobre Seu templo e seus pátios. Deixaria que andasse junto aos que ali estavam, diante do Senhor.
Ordenou que Josué e todos os outros sacerdotes escutassem. Eram símbolo de coisas futuras. Em breve o Renovo seria trazido. Também colocou uma pedra diante de Josué, com sete faces (Apocalipse 4.2). Ele gravaria uma inscrição naquela pedra. E em um só dia removeria os pecados da terra. Neste dia, cada um convidaria seu próximo para sentar-se debaixo de sua videira e sua figueira. Cada um em sua casa, em paz e segurança, se confraternizando.
Sabemos que o Senhor é a Pedra (Salmo 118.22).
Ah, queridos, que sejamos como Josué, o sumo-sacerdote. Que sejamos homens e mulheres cujas acusações sejam rejeitadas pelo Senhor, cujos pecados sejam removidos por Ele. Homens e mulheres purificados pelo fogo. Como brasas tiradas do fogo (Salmo 104.4).
Que andemos em Seus caminhos e sigamos Seus preceitos. Até que Ele venha.
https://www.youtube.com/watch?v=2MZSi5nxhzk
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo quatro. Até o capítulo seis.
Espero você. Até lá.
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sexta-feira, 4 de outubro de 2019
Zacarias 1.1-3.10
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segunda-feira, 28 de janeiro de 2019
Êxodo 32.1-35
Leitura do dia 25/01.
Em nossas últimas postagens vimos as instruções específicas do Senhor para o tabernáculo e seus utensílios, bem como Sua unção sobre os artesãos. Para que tudo fosse feito de acordo com o modelo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-281-43.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-291-46.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-301-38.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-311-18.html
O capítulo trinta e um termina com o Senhor entregando as duas tábuas da lei a Moisés. Escrita com Seu próprio dedo.
Agora, caminharemos através dos capítulos trinta e dois a trinta e quatro de Êxodo.
Na primeira postagem, o capítulo trinta e dois.
O povo viu Moisés entrando na nuvem. E todo o espetáculo proporcionado pelo Senhor. Que era tenebroso. Mas cansaram. Aquilo deixou de lhes trazer temor. Ficou corriqueiro. Normal.
Passado um tempo, reuniram-se ao redor de Arão. Mandaram que ele tomasse uma providência. Não sabiam o que aconteceu com Moisés, aquele que os trouxera do Egito para o deserto. Queriam deuses que os guiassem.
Haviam visto Moisés sumir para falar com o Senhor. Sabiam que foi o Senhor e não Moisés que os tirara da terra do Egito, mas quarenta dias foi o suficiente para que se cansassem.
Lembra quanto tempo Noé esperou dentro da arca depois que a chuva passou, sem poder sair?
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-81-1032.html
Eles não queriam mais esperar Moisés.
Arão não argumentou com eles. Não os repreendeu. Simplesmente cedeu. Isso me apavora! Que tipo de líder era? Que tipo temos sido?
Arão mandou que tirassem as argolas de ouro das orelhas das mulheres e filhos e trouxessem a ele. Ia fazer um deus para guiá-los. Como desejavam.
Todos tiraram suas argolas. Levaram a Arão. Ele os derreteu. Dando-lhes a forma de um bezerro, como um deus egípcio. Algo a que estavam acostumados.
Quando o povo viu o bezerro, começou a gritar que eram os deuses que os havia tirado do Egito.
Onde foi parar todo aquele medo e temor do Senhor? Onde foi parar a afirmação de que obedeceriam ao Senhor e fariam tudo que Ele desejava?
E pior, percebendo o entusiasmo do povo, Arão construiu um altar para o bezerro. E anunciou que no dia seguinte haveria uma festa para o Senhor! Que Senhor?
É um disparate, um absurdo total!
Na manhã seguinte, levantaram cedo. Apresentaram holocaustos e ofertas de paz, ao bezerro. Depois, comeram, beberam e entregaram-se à farra. A idolatria os tirou dos limites.
Enquanto isso, Moisés ainda estava no monte.
O Senhor ordenou que descesse rapidamente. Disse que o povo "dele", que "ele" havia tirado da terra do Egito, já havia se corrompido. Desviaram-se muito depressa. O Senhor contou a Moisés que haviam feito o bezerro, o adoraram e ofereceram sacrifícios.
Ao contar a situação, o Senhor pediu que Moisés ficasse de lado. Que O deixasse matar todos aqueles idólatras. Ele faria de Moisés uma grande nação, assim não falharia com Abraão, Isaque e Jacó, já que Moisés descendia deles.
Moisés, porém, diferente de Arão, tentou apaziguar o Senhor. Para Moisés não estava tudo bem. Amava o povo do Senhor. Ele perguntou porque o Senhor estava tão irado contra "Seu" próprio povo, que "Ele" havia tirado do Egito, com grande poder e forte mão. Se os matasse, os egípcios diriam que o Senhor tinha má intenção com eles. Que os queria matar. Que o Senhor deixasse de lado Sua ira, ainda que ardente. Moisés tem minha admiração. O Senhor o ouviu. E deixou de lado Sua ira.
Moisés desceu do monte. Na mão, as duas tábuas da aliança.
Quando Josué ouviu o barulho do povo, disse que parecia haver guerra no acampamento. Moisés respondeu que não era grito nem de vitória, nem de derrota, era de festa.
Ao se aproximarem, Moisés viu o bezerro e as danças. Ficou furioso. Atirou as pedras ao chão. As despedaçou. Pegou o bezerro e o queimou. Depois o moeu até virar pó. Jogou o pó na água e fez os israelitas beberam.
Consegue imaginar a cena? Eu consigo! Foi um ato contínuo. Uma ação após a outra. Sem parar. Se fosse eu, ia querer quebrar a cabeça de cada um. Como assim, depois de tudo que presenciaram, adorar um bezerro? Dizer que esse bezerro é deus? Onde estavam com a cabeça?
Depois, virou-se para Arão e perguntou o que haviam feito com ele para que os levasse a cometer tamanho pecado. É uma pergunta muito interessante. Só podia ter sido isso! Fizeram alguma coisa com Arão. Mas não, ele respondeu que Moisés não ficasse. Ele sabia como o povo era mau. Pediram um deus. Ele pediu o ouro. Trouxeram o ouro. Ele jogou no fogo. E saiu aquele bezerro. Para Arão, era simples assim. Saiu o bezerro. De onde? De seu coração?
Moisés percebeu que Arão permitiu que o povo se descontrolasse completamente. E agiu. Talvez se fosse eu ali, não saberia o que fazer de tão estarrecida que ficaria. Mas ele soube.
Colocou-se à entrada do acampamento e perguntou quem estava ao seu lado. Os levitas reuniram-se ao seu redor. Ele ordenou que cada um pegasse uma espada e matasse seu amigo, seu vizinho, seu irmão, de uma extremidade do acampamento à outra. Eles obedeceram. Aproximadamente três mil pessoas morreram naquele dia.
Desta forma, os levitas consagraram-se ao serviço do Senhor, porque O obedeceram, mesmo diante de uma ordem tão terrível como a de matar seu irmão. O Senhor os abençoou pela disposição que tiveram. Não é sempre fácil obedecer, mas é necessário, se quisermos caminhar com o Senhor.
Moisés disse ao povo que haviam cometido grande pecado. Ele subiria ao monte para encontrar-se com o Senhor e tentar fazer alguma coisa por eles.
Quando voltou ao monte, Moisés reconheceu que haviam feito algo terrível contra o Senhor, mas que Ele os perdoasse, se não, que riscasse o nome dele dos Seus registros. O nome dele! Dele, que havia ficado quarenta dias e quarenta noites com o Senhor, recebendo Suas instruções.
Que ousadia, que coragem. Que amor pelo povo do Senhor.
O Senhor respondeu a Moisés que riscaria de Seus registros quem pecasse contra Ele. Que no dia do acerto de contas, eles teriam que acertar. E o Senhor os castigou.
O capítulo trinta e dois termina aqui.
Que sejamos como Moisés, não como Arão. Como Noé, não como o povo de Israel. Que sejamos fiéis, obedientes e saibamos esperar.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Em nossas últimas postagens vimos as instruções específicas do Senhor para o tabernáculo e seus utensílios, bem como Sua unção sobre os artesãos. Para que tudo fosse feito de acordo com o modelo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-281-43.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-291-46.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-301-38.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-311-18.html
O capítulo trinta e um termina com o Senhor entregando as duas tábuas da lei a Moisés. Escrita com Seu próprio dedo.
Agora, caminharemos através dos capítulos trinta e dois a trinta e quatro de Êxodo.
Na primeira postagem, o capítulo trinta e dois.
O povo viu Moisés entrando na nuvem. E todo o espetáculo proporcionado pelo Senhor. Que era tenebroso. Mas cansaram. Aquilo deixou de lhes trazer temor. Ficou corriqueiro. Normal.
Passado um tempo, reuniram-se ao redor de Arão. Mandaram que ele tomasse uma providência. Não sabiam o que aconteceu com Moisés, aquele que os trouxera do Egito para o deserto. Queriam deuses que os guiassem.
Haviam visto Moisés sumir para falar com o Senhor. Sabiam que foi o Senhor e não Moisés que os tirara da terra do Egito, mas quarenta dias foi o suficiente para que se cansassem.
Lembra quanto tempo Noé esperou dentro da arca depois que a chuva passou, sem poder sair?
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-81-1032.html
Eles não queriam mais esperar Moisés.
Arão não argumentou com eles. Não os repreendeu. Simplesmente cedeu. Isso me apavora! Que tipo de líder era? Que tipo temos sido?
Arão mandou que tirassem as argolas de ouro das orelhas das mulheres e filhos e trouxessem a ele. Ia fazer um deus para guiá-los. Como desejavam.
Todos tiraram suas argolas. Levaram a Arão. Ele os derreteu. Dando-lhes a forma de um bezerro, como um deus egípcio. Algo a que estavam acostumados.
Quando o povo viu o bezerro, começou a gritar que eram os deuses que os havia tirado do Egito.
Onde foi parar todo aquele medo e temor do Senhor? Onde foi parar a afirmação de que obedeceriam ao Senhor e fariam tudo que Ele desejava?
E pior, percebendo o entusiasmo do povo, Arão construiu um altar para o bezerro. E anunciou que no dia seguinte haveria uma festa para o Senhor! Que Senhor?
É um disparate, um absurdo total!
Na manhã seguinte, levantaram cedo. Apresentaram holocaustos e ofertas de paz, ao bezerro. Depois, comeram, beberam e entregaram-se à farra. A idolatria os tirou dos limites.
Enquanto isso, Moisés ainda estava no monte.
O Senhor ordenou que descesse rapidamente. Disse que o povo "dele", que "ele" havia tirado da terra do Egito, já havia se corrompido. Desviaram-se muito depressa. O Senhor contou a Moisés que haviam feito o bezerro, o adoraram e ofereceram sacrifícios.
Ao contar a situação, o Senhor pediu que Moisés ficasse de lado. Que O deixasse matar todos aqueles idólatras. Ele faria de Moisés uma grande nação, assim não falharia com Abraão, Isaque e Jacó, já que Moisés descendia deles.
Moisés, porém, diferente de Arão, tentou apaziguar o Senhor. Para Moisés não estava tudo bem. Amava o povo do Senhor. Ele perguntou porque o Senhor estava tão irado contra "Seu" próprio povo, que "Ele" havia tirado do Egito, com grande poder e forte mão. Se os matasse, os egípcios diriam que o Senhor tinha má intenção com eles. Que os queria matar. Que o Senhor deixasse de lado Sua ira, ainda que ardente. Moisés tem minha admiração. O Senhor o ouviu. E deixou de lado Sua ira.
Moisés desceu do monte. Na mão, as duas tábuas da aliança.
Quando Josué ouviu o barulho do povo, disse que parecia haver guerra no acampamento. Moisés respondeu que não era grito nem de vitória, nem de derrota, era de festa.
Ao se aproximarem, Moisés viu o bezerro e as danças. Ficou furioso. Atirou as pedras ao chão. As despedaçou. Pegou o bezerro e o queimou. Depois o moeu até virar pó. Jogou o pó na água e fez os israelitas beberam.
Consegue imaginar a cena? Eu consigo! Foi um ato contínuo. Uma ação após a outra. Sem parar. Se fosse eu, ia querer quebrar a cabeça de cada um. Como assim, depois de tudo que presenciaram, adorar um bezerro? Dizer que esse bezerro é deus? Onde estavam com a cabeça?
Depois, virou-se para Arão e perguntou o que haviam feito com ele para que os levasse a cometer tamanho pecado. É uma pergunta muito interessante. Só podia ter sido isso! Fizeram alguma coisa com Arão. Mas não, ele respondeu que Moisés não ficasse. Ele sabia como o povo era mau. Pediram um deus. Ele pediu o ouro. Trouxeram o ouro. Ele jogou no fogo. E saiu aquele bezerro. Para Arão, era simples assim. Saiu o bezerro. De onde? De seu coração?
Moisés percebeu que Arão permitiu que o povo se descontrolasse completamente. E agiu. Talvez se fosse eu ali, não saberia o que fazer de tão estarrecida que ficaria. Mas ele soube.
Colocou-se à entrada do acampamento e perguntou quem estava ao seu lado. Os levitas reuniram-se ao seu redor. Ele ordenou que cada um pegasse uma espada e matasse seu amigo, seu vizinho, seu irmão, de uma extremidade do acampamento à outra. Eles obedeceram. Aproximadamente três mil pessoas morreram naquele dia.
Desta forma, os levitas consagraram-se ao serviço do Senhor, porque O obedeceram, mesmo diante de uma ordem tão terrível como a de matar seu irmão. O Senhor os abençoou pela disposição que tiveram. Não é sempre fácil obedecer, mas é necessário, se quisermos caminhar com o Senhor.
Moisés disse ao povo que haviam cometido grande pecado. Ele subiria ao monte para encontrar-se com o Senhor e tentar fazer alguma coisa por eles.
Quando voltou ao monte, Moisés reconheceu que haviam feito algo terrível contra o Senhor, mas que Ele os perdoasse, se não, que riscasse o nome dele dos Seus registros. O nome dele! Dele, que havia ficado quarenta dias e quarenta noites com o Senhor, recebendo Suas instruções.
Que ousadia, que coragem. Que amor pelo povo do Senhor.
O Senhor respondeu a Moisés que riscaria de Seus registros quem pecasse contra Ele. Que no dia do acerto de contas, eles teriam que acertar. E o Senhor os castigou.
O capítulo trinta e dois termina aqui.
Que sejamos como Moisés, não como Arão. Como Noé, não como o povo de Israel. Que sejamos fiéis, obedientes e saibamos esperar.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
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sábado, 8 de setembro de 2018
A desobediência de Jeroboão
Ontem vimos a loucura de Jeroboão. Não ouviu às Palavras do Senhor. Levantou deuses para não perder o reino de Israel. O que fatalmente aconteceria. Afinal, quem havia lhe dado o reino fora o Senhor. Só Ele poderia preservá-lo.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/a-loucura-de-jeroboao.html
Hoje caminharemos pelas páginas do capítulo treze. Até o versículo treze.
Jeroboão, que não era levita, estava em pé diante do altar, em Betel, para queimar incenso, para deuses que não eram Deus. Preste atenção. Leia de novo. Um homem completamente fora de seu lugar.
Então, um homem de Deus, que não é citado por seu nome, apenas por sua identidade, gravada em seu chamado “homem de Deus”, profetizou contra o altar.
Ele gritou: “Altar, altar! Assim fala o Senhor.”
O Senhor disse que na casa de Davi nasceria um filho chamado Josias. Ele imolaria sobre o altar os sacerdotes dos altares idólatras que queimavam incenso. Ossadas humanas seriam queimadas sobre o altar. O que, de fato, aconteceu.http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/esconde-esconde.html
Disse que daria um sinal de que aconteceria o que estava falando. O altar se partiria e toda a cinza que estava sobre ele seria derramada.
Quando Jeroboão tomou conhecimento de que o homem de Deus bradava contra o altar de Betel, não se arrependeu. Estendeu sua mão e ordenou que o homem de Deus fosse preso.
O braço que apontou contra o homem de Deus ficou paralisado. Como seco. Não conseguia mais mexê-lo.
Em seguida, como o homem de Deus falara, o altar se partiu. Toda a cinza que estava sobre ele se derramou. Exatamente como o sinal que o homem de Deus falara que aconteceria.
O rei, desesperado, rogou ao homem de Deus, que orasse por ele, que aplacasse a ira de Yahweh, o Deus do homem de Deus, para que seu braço voltasse a ser como era.
Que terrível a confissão de Jeroboão! O Senhor não era mais seu Deus. E mesmo vendo o altar rachado, não havia em seu coração espaço para arrependimento. O amor pela sua posição era maior que qualquer outra coisa.
O homem de Deus orou ao Senhor. O braço do rei voltou ao normal.
Jeroboão convidou-o para que fosse com ele até sua casa se alimentar, refazer suas forças e ser recompensado.
O homem de Deus recusou. Disse que ainda que o rei lhe desse metade do reino, não seguiria em sua companhia, tampouco comeria pão ou saciaria sua sede naquele lugar. Havia recebido uma ordem expressa do Senhor para que não comesse, nem bebesse, nem sequer voltasse pelo mesmo caminho por onde havia chegado ali.
E assim fez o homem de Deus. Foi embora. Retornou por outro caminho.
Em Betel morava um profeta. Já idoso. Um profeta velho. Seus filhos contaram o que viram o homem de Deus realizar e dizer.
Seu pai perguntou por qual caminho o homem de Deus havia seguido. Seus filhos lhe mostraram. Ele pediu que selassem um jumento e partiu atrás do homem de Deus.
E agora? O que acontecerá? O que o profeta velho quer com o homem de Deus?
Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.
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terça-feira, 31 de julho de 2018
Tudo foi quebrado
Vamos continuar nossa caminhada através de 2 Crônicas.
Ontem vimos o sacerdote Joiada restaurando a aliança com o Senhor, entre ele, o povo e o rei.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/resgate.html
Hoje, caminharemos pelas páginas do capítulo 24.
Joás estava com sete anos quando começou a reinar. Reinou quarenta anos em Jerusalém. Agiu e viveu de modo agradável ao Senhor durante todos os dias do sacerdote Joiada.
E depois?
Joiada escolheu duas esposas para Joás. Ele casou-se com elas, conforme a tradição. Teve filhos e filhas. Aceitou a direção de Joiada. Não fez aliança de matrimônio com a família de Acabe.
Depois, Joás decidiu reformar a Casa do Senhor. Reuniu os sacerdotes e levitas. Ordenou-os a saírem pelas cidades de Judá e receber o imposto que o povo deveria pagar para os consertos que eram feitos todos os anos no templo. Ordenou que fizessem essa cobrança com rapidez.
Os levitas procrastinaram. Não se apressaram em cumprir as ordens do rei.
O rei mandou chamar Joiada, que era o chefe, e lhe perguntou porque não havia obrigado os levitas a trazerem o imposto ordenado por Moisés, à comunidade de Israel.
Atalia e seus filhos haviam arruinado a casa do Senhor. Utilizaram todos os objetos sagrados em seus próprios cultos e rituais aos baalins.
Por ordem do rei, construíram uma caixa e a colocaram à entrada da casa do Senhor. Fizeram uma convocação geral em toda Judá para que trouxessem ao Senhor o imposto que Moisés havia instituído.
Todos obedeceram com alegria às ordens do rei. Trouxeram suas contribuições, colocando-as na caixa. Até que ela se encheu.
Os levitas levavam a caixa até os supervisores do rei. Sempre que estava lotada, o secretário real e o oficial do sumo sacerdote tinham a responsabilidade de esvaziar e colocá-la novamente à entrada da Casa do Senhor. Fazendo isso regularmente, juntaram muito dinheiro.
O rei e Joiada entregavam a prata acumulada aos encarregados da obra do templo. Eles pagavam todos os salários. Dos pedreiros, carpinteiros, especialistas em trabalhar com ferro e bronze, que se dedicavam aos trabalhos de reforma.
Os encarregados eram leais e diligentes. Isso garantiu o progresso da reforma.
Reconstruíram o templo de acordo com o modelo original. E ainda o reforçaram.
Quando concluíram, trouxeram o restante da arrecadação. Apresentaram a Joiada e ao rei. Com esse restante foram feitos utensílios para o templo, objetos para o serviço religioso e para holocaustos, além de tigelas e outros utensílios de ouro e prata.
Enquanto Joiada viveu, sacrifícios e holocaustos foram oferecidos continuamente na Casa do Senhor.
Mas o tempo passou. Joiada envelheceu. Morreu em idade avançada. Tinha cento e trinta anos quando faleceu. Sepultaram-no na Cidade de Davi, com os grandes reis. Ele havia realizado o bem para todo o povo de Israel. Especialmente para com Deus e Sua casa.
Ah, quando leio esse “mas”, meu coração fica apertado. Quase pára. O que acontecerá agora?
Logo depois da morte de Joiada, os líderes de Judá reuniram-se com o rei. Em meio a lisonjas e reverências, deram-lhe sugestões, que foram aceitas. Abandonaram a casa do Senhor. Voltaram a prestar culto e adoração aos totens pagãos e aos ídolos de todas as formas.
A ira do Senhor caiu sobre Judá e Jerusalém com severidade. O Senhor enviou Seus profetas para trazê-los de volta à sensatez e a Ele.
Os profetas pregaram a Palavra. Protestaram contra a má conduta do povo. Ninguém quis dar ouvidos à verdade.
Certo dia o Espírito do Senhor apoderou-se de Zacarias filho de Joiada. O Senhor o conduziu à frente do povo. Ele perguntou porque transgrediam Seus mandamentos a ponto de não ser possível sequer prosperar. Disse ainda que, como eles O abandonaram, Ele os faria experimentar Seu afastamento deles.
Mas não quiseram ouvir a verdade. Conspiraram contra Zacarias. Apedrejaram-no em pleno pátio da Casa do Senhor. Por ordem do próprio rei. Inacreditável!
Joás não se lembrou com gratidão de toda a bondade que Joiada, pai de Zacarias, lhe dedicara. Mandou executar sumariamente seu filho.
Zacarias, antes de morrer exclamou: “Que o Senhor contemple a tua injustiça e te retribua!”
Por volta da primavera, na virada do ano, o exército da Síria decidiu atacar Joás. Invadiram Judá até Jerusalém. Exterminaram todos os chefes e líderes do povo. Encaminharam todo o despojo de guerra ao seu rei.
O exército sírio tinha atacado com menos soldados do que o exército dos judeus. Mas o Senhor fez parecer que era um exército muito grande, poderoso e destemido. Tudo porque Judá havia sido desleal, abandonando-O. Assim, o juízo foi plenamente executado sobre Joás.
Quando os sírios voltaram para suas terras, deixaram Joás gravemente ferido. Seus servos conspiraram contra ele, por causa do sangue de Zacarias. Foi assassinado em seu próprio leito.
Foi sepultado na Cidade de Davi. Mas não nos túmulos dos grandes reis da nação.
Seu filho Amazias assumiu o trono e reinou em seu lugar.
Vamos à algumas lições.
Joás, mesmo sendo rei, ouvia os conselhos de Joiada. E Joiada era alguém que merecia, de fato, ser ouvido. Era fiel ao Senhor.
Depois de certo tempo, Joás decidiu reformar a Casa do Senhor. Um ato louvável, uma vez que sua avó havia arruinado o templo. Fez certo, reunindo os sacerdotes e levitas, que eram os responsáveis pelo cuidado da casa do Senhor. Também fez certo quando ordenou que recebessem o imposto próprio para esse serviço. Pessoas certas com os recursos adequados. E mais, deveriam fazer tudo com a rapidez necessária.
Ah, mas os levitas, que deveriam ser os mais preocupados com essa restauração, procrastinaram. Felizmente Joás estava atento e mandou corrigiu esse erro. Que perigo corremos ao procrastinar com nossas obrigações, principalmente diante do Senhor!
Um líder tem grande influência sobre um povo. Quando convocado para trazerem ao Senhor o imposto, o povo trouxe. E com alegria. A casa do Senhor seria restaurada. E foi. Não consigo imaginar isso acontecendo. Um imposto sendo pago com alegria e sendo usado para o que foi recolhido!
O povo continuou trazendo. Quando ficava lotada, era esvaziada. Os recursos usados fielmente para a obra e pagamento do salário dos que nela trabalhavam. E pasme, você leu corretamente. Os encarregados eram leais e diligentes. A reforma foi feita por especialistas, que não superfaturaram a obra. Nada do que foi arrecadado, foi desviado. O templo foi reconstruído como o original. Ainda o reforçaram. E sobrou dinheiro. Quanta lealdade! Como precisamos disso em nossos dias!
Que homem esse Joiada! Enquanto viveu, houve sacrifícios e holocaustos. Houve fidelidade. Houve restauração. Foi até sepultado com os grandes reis.
Como Joiada é uma grande alegria, Joás é uma grande decepção. Logo que perdeu seu conselheiro, aceitou lisonjas e abandonou o Senhor. Onde sua fé estava apoiada? Tinha uma cópia da Lei para que fosse lida todos os dias. Mas não conheceu o Senhor. Até podia saber a lei mas não a vida por trás dela. Que tristeza!
O Senhor enviou Seus profetas para levar Judá ao arrependimento. Em vão. Enviou Seu juízo para alinhar Judá. Em vão. Não queriam mais nada com a verdade. A mentira é mais fácil de seguir. Aparentemente não requer nada. Mas é só aparentemente. Seu salário é a morte.
E o que Joás fez com Zacarias, filho do homem que o protegera, o guiara? Enquanto entrega uma palavra do Senhor, Joás manda que o matem. Em pleno pátio da casa do Senhor!
A que ponto chegou a apostasia de Joás, sua deslealdade, sua ingratidão? Tudo por ter seguido o conselho de homens que lisonjeavam seu ego. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/quem-sao-os-meus-conselheiros.html
Como Zacarias orou, o Senhor que tudo contempla, contemplou a injustiça de Joás e a retribuiu. Foi derrotado por um exército menor que o dele. Depois, foi assassinado por quem deveria serví-lo. E mesmo sendo rei, não foi sepultado nos túmulos dos grandes reis.
Ah, é verdade, seu filho reinou em seu lugar, mas só por causa da misericórdia do Senhor, que se lembrou do que havia prometido a Davi, ainda que seus filhos não tenham sido fiéis a Ele, como deveriam.
Quantas lições a serem aprendidas!
E agora, como será o reinado de Amazias?
Amanhã continuamos. Espero você.
Ontem vimos o sacerdote Joiada restaurando a aliança com o Senhor, entre ele, o povo e o rei.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/resgate.html
Hoje, caminharemos pelas páginas do capítulo 24.
Joás estava com sete anos quando começou a reinar. Reinou quarenta anos em Jerusalém. Agiu e viveu de modo agradável ao Senhor durante todos os dias do sacerdote Joiada.
E depois?
Joiada escolheu duas esposas para Joás. Ele casou-se com elas, conforme a tradição. Teve filhos e filhas. Aceitou a direção de Joiada. Não fez aliança de matrimônio com a família de Acabe.
Depois, Joás decidiu reformar a Casa do Senhor. Reuniu os sacerdotes e levitas. Ordenou-os a saírem pelas cidades de Judá e receber o imposto que o povo deveria pagar para os consertos que eram feitos todos os anos no templo. Ordenou que fizessem essa cobrança com rapidez.
Os levitas procrastinaram. Não se apressaram em cumprir as ordens do rei.
O rei mandou chamar Joiada, que era o chefe, e lhe perguntou porque não havia obrigado os levitas a trazerem o imposto ordenado por Moisés, à comunidade de Israel.
Atalia e seus filhos haviam arruinado a casa do Senhor. Utilizaram todos os objetos sagrados em seus próprios cultos e rituais aos baalins.
Por ordem do rei, construíram uma caixa e a colocaram à entrada da casa do Senhor. Fizeram uma convocação geral em toda Judá para que trouxessem ao Senhor o imposto que Moisés havia instituído.
Todos obedeceram com alegria às ordens do rei. Trouxeram suas contribuições, colocando-as na caixa. Até que ela se encheu.
Os levitas levavam a caixa até os supervisores do rei. Sempre que estava lotada, o secretário real e o oficial do sumo sacerdote tinham a responsabilidade de esvaziar e colocá-la novamente à entrada da Casa do Senhor. Fazendo isso regularmente, juntaram muito dinheiro.
O rei e Joiada entregavam a prata acumulada aos encarregados da obra do templo. Eles pagavam todos os salários. Dos pedreiros, carpinteiros, especialistas em trabalhar com ferro e bronze, que se dedicavam aos trabalhos de reforma.
Os encarregados eram leais e diligentes. Isso garantiu o progresso da reforma.
Reconstruíram o templo de acordo com o modelo original. E ainda o reforçaram.
Quando concluíram, trouxeram o restante da arrecadação. Apresentaram a Joiada e ao rei. Com esse restante foram feitos utensílios para o templo, objetos para o serviço religioso e para holocaustos, além de tigelas e outros utensílios de ouro e prata.
Enquanto Joiada viveu, sacrifícios e holocaustos foram oferecidos continuamente na Casa do Senhor.
Mas o tempo passou. Joiada envelheceu. Morreu em idade avançada. Tinha cento e trinta anos quando faleceu. Sepultaram-no na Cidade de Davi, com os grandes reis. Ele havia realizado o bem para todo o povo de Israel. Especialmente para com Deus e Sua casa.
Ah, quando leio esse “mas”, meu coração fica apertado. Quase pára. O que acontecerá agora?
Logo depois da morte de Joiada, os líderes de Judá reuniram-se com o rei. Em meio a lisonjas e reverências, deram-lhe sugestões, que foram aceitas. Abandonaram a casa do Senhor. Voltaram a prestar culto e adoração aos totens pagãos e aos ídolos de todas as formas.
A ira do Senhor caiu sobre Judá e Jerusalém com severidade. O Senhor enviou Seus profetas para trazê-los de volta à sensatez e a Ele.
Os profetas pregaram a Palavra. Protestaram contra a má conduta do povo. Ninguém quis dar ouvidos à verdade.
Certo dia o Espírito do Senhor apoderou-se de Zacarias filho de Joiada. O Senhor o conduziu à frente do povo. Ele perguntou porque transgrediam Seus mandamentos a ponto de não ser possível sequer prosperar. Disse ainda que, como eles O abandonaram, Ele os faria experimentar Seu afastamento deles.
Mas não quiseram ouvir a verdade. Conspiraram contra Zacarias. Apedrejaram-no em pleno pátio da Casa do Senhor. Por ordem do próprio rei. Inacreditável!
Joás não se lembrou com gratidão de toda a bondade que Joiada, pai de Zacarias, lhe dedicara. Mandou executar sumariamente seu filho.
Zacarias, antes de morrer exclamou: “Que o Senhor contemple a tua injustiça e te retribua!”
Por volta da primavera, na virada do ano, o exército da Síria decidiu atacar Joás. Invadiram Judá até Jerusalém. Exterminaram todos os chefes e líderes do povo. Encaminharam todo o despojo de guerra ao seu rei.
O exército sírio tinha atacado com menos soldados do que o exército dos judeus. Mas o Senhor fez parecer que era um exército muito grande, poderoso e destemido. Tudo porque Judá havia sido desleal, abandonando-O. Assim, o juízo foi plenamente executado sobre Joás.
Quando os sírios voltaram para suas terras, deixaram Joás gravemente ferido. Seus servos conspiraram contra ele, por causa do sangue de Zacarias. Foi assassinado em seu próprio leito.
Foi sepultado na Cidade de Davi. Mas não nos túmulos dos grandes reis da nação.
Seu filho Amazias assumiu o trono e reinou em seu lugar.
Vamos à algumas lições.
Joás, mesmo sendo rei, ouvia os conselhos de Joiada. E Joiada era alguém que merecia, de fato, ser ouvido. Era fiel ao Senhor.
Depois de certo tempo, Joás decidiu reformar a Casa do Senhor. Um ato louvável, uma vez que sua avó havia arruinado o templo. Fez certo, reunindo os sacerdotes e levitas, que eram os responsáveis pelo cuidado da casa do Senhor. Também fez certo quando ordenou que recebessem o imposto próprio para esse serviço. Pessoas certas com os recursos adequados. E mais, deveriam fazer tudo com a rapidez necessária.
Ah, mas os levitas, que deveriam ser os mais preocupados com essa restauração, procrastinaram. Felizmente Joás estava atento e mandou corrigiu esse erro. Que perigo corremos ao procrastinar com nossas obrigações, principalmente diante do Senhor!
Um líder tem grande influência sobre um povo. Quando convocado para trazerem ao Senhor o imposto, o povo trouxe. E com alegria. A casa do Senhor seria restaurada. E foi. Não consigo imaginar isso acontecendo. Um imposto sendo pago com alegria e sendo usado para o que foi recolhido!
O povo continuou trazendo. Quando ficava lotada, era esvaziada. Os recursos usados fielmente para a obra e pagamento do salário dos que nela trabalhavam. E pasme, você leu corretamente. Os encarregados eram leais e diligentes. A reforma foi feita por especialistas, que não superfaturaram a obra. Nada do que foi arrecadado, foi desviado. O templo foi reconstruído como o original. Ainda o reforçaram. E sobrou dinheiro. Quanta lealdade! Como precisamos disso em nossos dias!
Que homem esse Joiada! Enquanto viveu, houve sacrifícios e holocaustos. Houve fidelidade. Houve restauração. Foi até sepultado com os grandes reis.
Como Joiada é uma grande alegria, Joás é uma grande decepção. Logo que perdeu seu conselheiro, aceitou lisonjas e abandonou o Senhor. Onde sua fé estava apoiada? Tinha uma cópia da Lei para que fosse lida todos os dias. Mas não conheceu o Senhor. Até podia saber a lei mas não a vida por trás dela. Que tristeza!
O Senhor enviou Seus profetas para levar Judá ao arrependimento. Em vão. Enviou Seu juízo para alinhar Judá. Em vão. Não queriam mais nada com a verdade. A mentira é mais fácil de seguir. Aparentemente não requer nada. Mas é só aparentemente. Seu salário é a morte.
E o que Joás fez com Zacarias, filho do homem que o protegera, o guiara? Enquanto entrega uma palavra do Senhor, Joás manda que o matem. Em pleno pátio da casa do Senhor!
A que ponto chegou a apostasia de Joás, sua deslealdade, sua ingratidão? Tudo por ter seguido o conselho de homens que lisonjeavam seu ego. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/quem-sao-os-meus-conselheiros.html
Como Zacarias orou, o Senhor que tudo contempla, contemplou a injustiça de Joás e a retribuiu. Foi derrotado por um exército menor que o dele. Depois, foi assassinado por quem deveria serví-lo. E mesmo sendo rei, não foi sepultado nos túmulos dos grandes reis.
Ah, é verdade, seu filho reinou em seu lugar, mas só por causa da misericórdia do Senhor, que se lembrou do que havia prometido a Davi, ainda que seus filhos não tenham sido fiéis a Ele, como deveriam.
Quantas lições a serem aprendidas!
E agora, como será o reinado de Amazias?
Amanhã continuamos. Espero você.
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