Leitura do dia 06/04.
Na postagem anterior, vimos que o Senhor é o Deus do impossível. Eliseu mais uma vez foi usado para trazer vida. Onde antes não havia nada e depois só havia morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-417-37.html
Continuamos ainda pelas páginas do capítulo quatro, a partir do versículo trinta e oito. Até o final.
Eliseu voltou a Gilgal. A fome assolava toda a região.
Os discípulos dos profetas estavam sentados à sua frente. Em sua mesa. Ele pediu a seu servo que colocasse uma panela grande no fogo e preparasse uma sopa para os profetas.
Mas não havia o que comer. Nem ao menos algo para fazer a sopa. Um deles saiu ao campo para apanhar verdura. Encontrou uma espécie de trepadeira silvestre. Apanhou alguns frutos e encheu deles sua capa.
Chegando em casa, cortou-os e colocou-os no caldeirão do ensopado, embora ninguém soubesse o que era. Não conheciam aquela trepadeira.
O ensopado foi servido aos homens. Assim que o provaram, gritaram a Eliseu que havia morte na panela. Não conseguiram mais comer. Claro.
Mais uma vez Eliseu se depara com uma situação de morte. O que fazer? Provavelmente alguns haviam comido. Estavam agora apavorados. Outros, nem quiseram experimentar. Quem queria ser envenenado? Ninguém!
Consegue imaginar o pavor do discípulo que foi pegar a verdura e trouxe veneno?
Gosto da proatividade de Eliseu. Ordenou que trouxessem farinha. Despejou na panela e orientou que os homens fossem servidos para que pudessem se alimentar em paz.
Sim, a panela é a mesma panela. A verdura é a mesma verdura. A tal da trepadeira que ninguém conhecia. Mas, depois que Eliseu colocou a farinha, já não havia mais qualquer perigo naquele caldeirão. A morte foi dizimada.
E eles comeram. Ninguém questionou. Sabiam quem era Eliseu e quem era o Deus que Eliseu servia. Se dizia que podiam comer em paz, podiam.
Depois, um homem veio de Baal-Salisa. Lembre-se que são tempos difíceis. A fome assolava aquela região. Mas esse homem veio de outra cidade, trazendo consigo pães das primícias, vinte pães de cevada, feitos dos primeiros grãos da colheita, e também algumas espigas verdes. Era uma oferta.
Eliseu orientou que seu servo servisse ao povo. Não desejou guardar os pães, escondê-los apenas para si. Se importava com as pessoas. Cada vez que o vemos em cena, Eliseu demonstra a importância que dá aos outros. Está sempre abençoando. Mulheres. Homens. Crianças. Famílias. Cidades. Reinos.
O servo de Eliseu ficou horrorizado. Como servir vinte pães e algumas espigas a cem homens? Os mais “espertos”, os mais “rápidos”, os que estivessem mais próximos aos pães, comeriam. Os outros não. Impossível. São cem homens. Apenas vinte pães!
Eliseu simplesmente respondeu que servisse, porque a palavra do Senhor era que comeriam e ainda sobraria. Diante dessa Palavra do Senhor, dita através de Eliseu, seu servo começou a repartir o pão. Não tinha como duvidar.
Sabe o que aconteceu? Todos se alimentaram e ainda sobrou. Simples assim. Como vimos na última postagem, para o Senhor não há nada impossível.
Ele pode suprir todas as nossas necessidades. E pode até suprir as necessidades de outros através de nós, mesmo quando temos pouco. Basta que nos coloquemos na posição que Eliseu se colocou, de ser um abençoador.
Qual tem sido nossa posição? Quando temos algo, guardamos apenas para nós mesmos porque não sabemos como será o dia de amanhã ou repartimos com os que nada tem?
Que sigamos o conselho de Salomão em Eclesiastes 11.1,2: “Envie o grão da sua colheita mar afora, com o tempo isso lhe trará retorno. Invista seus recursos em vários lugares, pois desconhece os riscos adiante“. Ou: "Dê com generosidade, pois mais adiante suas dádivas voltarão para você". Ou ainda: "Distribua com generosidade o teu pão como se o atirasse sobre águas e depois de algum tempo o receberás de volta. Reparte com sete e mesmo com oito o que tens, pois não sabes que desgraça pode vir sobre a terra”.
A matemática do Senhor é diferente. Se eu guardo, perco. Se reparto, tenho.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/05/eliseu-voce-e-eu-disponiveis-para.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/confio-em-deus-em-meio-as-adversidades.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/continuamos-nossa-viagem-atraves-do.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/a-segunda-multiplicacao-dos-paes-e.html
Nos importamos com as pessoas? Suas necessidades? Suas dores? Suas dificuldades?
Continuamos.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/11/posso-repartir-o-pouco-que-tenho.html
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quinta-feira, 4 de abril de 2019
sexta-feira, 9 de novembro de 2018
Posso repartir o pouco que tenho?
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
Ontem vimos que o Senhor é o Deus do impossível. Eliseu mais uma vez foi usado para trazer vida. Onde antes não havia nada e depois só havia morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/11/existe-solucao.html
Hoje andaremos pelas ainda pelas páginas do capítulo quatro, a partir do versículo trinta e oito. Até o final.
Eliseu voltou a Guilgal. A fome assolava toda a região.
Os discípulos dos profetas estavam sentados à sua frente. Em sua mesa. Ele pediu a seu servo que colocasse uma panela grande no fogo e preparasse uma sopa para os profetas.
Mas não havia o que comer. Nem ao menos algo para fazer a sopa. Um deles saiu ao campo para apanhar verdura. Encontrou uma espécie de trepadeira silvestre. Apanhou alguns frutos e encheu deles sua capa.
Chegando em casa, cortou-os e colocou-os no caldeirão do ensopado, embora ninguém soubesse o que era. Não conheciam aquela trepadeira.
O ensopado foi servido aos homens. Assim que o provaram, gritaram a Eliseu que havia morte na panela. Não conseguiram mais comer. Claro.
Mais uma vez Eliseu se depara com uma situação de morte. O que fazer? Provavelmente alguns haviam comido. Estavam agora apavorados. Outros, nem quiseram experimentar. Quem queria ser envenenado? Ninguém!
Consegue imaginar o pavor do discípulo que foi pegar a verdura e trouxe veneno?
Gosto da proatividade de Eliseu. Ordenou que trouxessem farinha. Despejou na panela e orientou que os homens fossem servidos para que pudessem se alimentar em paz.
Sim, a panela é a mesma panela. A verdura é a mesma verdura. A tal da trepadeira que ninguém conhecia. Mas, depois que Eliseu colocou a farinha, já não havia mais qualquer perigo naquele caldeirão. A morte foi dizimada.
E eles comeram. Ninguém questionou. Sabiam quem era Eliseu e quem era o Deus que Eliseu servia. Se dizia que podiam comer em paz, podiam.
Depois, um homem veio de Baal-Salisa. Lembre-se que são tempos difíceis. A fome assolava aquela região. Mas esse homem veio de outra cidade, trazendo consigo pães das primícias, vinte pães de cevada, feitos dos primeiros grãos da colheita, e também algumas espigas verdes. Era uma oferta.
Eliseu orientou que seu servo servisse ao povo. Não desejou guardar os pães, escondê-los. Ele se importava com as pessoas. Cada vez que o vemos em cena, Eliseu demonstra a importância que dá aos outros. Está sempre abençoando. Mulheres. Homens. Crianças. Famílias.
O servo de Eliseu ficou horrorizado. Como servir vinte pães e algumas espigas a cem homens? Os mais “espertos”, os mais “rápidos”, os que estivessem mais próximos aos pães, comeriam. Os outros não. Impossível. São cem homens. Apenas vinte pães!
Eliseu simplesmente respondeu que servisse o povo, porque assim dizia o Senhor: “Comerão e ainda sobrará”!
Diante dessa Palavra do Senhor, dita através de Eliseu, seu servo começou a repartir o pão. Não tinha como duvidar.
Sabe o que aconteceu? Todos se alimentaram e ainda sobrou. Simples assim.
Como vimos na última postagem, para o Senhor não há nada impossível.
Ele pode suprir todas as nossas necessidades. E pode até suprir as necessidades de outros através de nós, mesmo quando temos pouco. Basta que nos coloquemos na posição que Eliseu se colocou, de ser um abençoador.
Qual tem sido nossa posição? Quando temos algo, guardamos apenas para nós mesmos porque não sabemos como será o dia de amanhã ou repartimos com os que nada tem?
Que sigamos o conselho de Salomão em Eclesiastes 11.1,2: “Distribua com generosidade o teu pão como se o atirasse sobre águas e depois de algum tempo o receberás de volta. Reparte com sete e mesmo com oito o que tens, pois não sabes que desgraça pode vir sobre a terra”.
A matemática do Senhor é diferente. Se eu guardo, perco. Se reparto, tenho.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/05/eliseu-voce-e-eu-disponiveis-para.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/confio-em-deus-em-meio-as-adversidades.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/continuamos-nossa-viagem-atraves-do.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/a-segunda-multiplicacao-dos-paes-e.html
Nos importamos com as pessoas? Suas necessidades? Suas dores? Suas dificuldades?
Continuamos na segunda-feira. Espero você. Até lá.
Ontem vimos que o Senhor é o Deus do impossível. Eliseu mais uma vez foi usado para trazer vida. Onde antes não havia nada e depois só havia morte.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/11/existe-solucao.html
Hoje andaremos pelas ainda pelas páginas do capítulo quatro, a partir do versículo trinta e oito. Até o final.
Eliseu voltou a Guilgal. A fome assolava toda a região.
Os discípulos dos profetas estavam sentados à sua frente. Em sua mesa. Ele pediu a seu servo que colocasse uma panela grande no fogo e preparasse uma sopa para os profetas.
Mas não havia o que comer. Nem ao menos algo para fazer a sopa. Um deles saiu ao campo para apanhar verdura. Encontrou uma espécie de trepadeira silvestre. Apanhou alguns frutos e encheu deles sua capa.
Chegando em casa, cortou-os e colocou-os no caldeirão do ensopado, embora ninguém soubesse o que era. Não conheciam aquela trepadeira.
O ensopado foi servido aos homens. Assim que o provaram, gritaram a Eliseu que havia morte na panela. Não conseguiram mais comer. Claro.
Mais uma vez Eliseu se depara com uma situação de morte. O que fazer? Provavelmente alguns haviam comido. Estavam agora apavorados. Outros, nem quiseram experimentar. Quem queria ser envenenado? Ninguém!
Consegue imaginar o pavor do discípulo que foi pegar a verdura e trouxe veneno?
Gosto da proatividade de Eliseu. Ordenou que trouxessem farinha. Despejou na panela e orientou que os homens fossem servidos para que pudessem se alimentar em paz.
Sim, a panela é a mesma panela. A verdura é a mesma verdura. A tal da trepadeira que ninguém conhecia. Mas, depois que Eliseu colocou a farinha, já não havia mais qualquer perigo naquele caldeirão. A morte foi dizimada.
E eles comeram. Ninguém questionou. Sabiam quem era Eliseu e quem era o Deus que Eliseu servia. Se dizia que podiam comer em paz, podiam.
Depois, um homem veio de Baal-Salisa. Lembre-se que são tempos difíceis. A fome assolava aquela região. Mas esse homem veio de outra cidade, trazendo consigo pães das primícias, vinte pães de cevada, feitos dos primeiros grãos da colheita, e também algumas espigas verdes. Era uma oferta.
Eliseu orientou que seu servo servisse ao povo. Não desejou guardar os pães, escondê-los. Ele se importava com as pessoas. Cada vez que o vemos em cena, Eliseu demonstra a importância que dá aos outros. Está sempre abençoando. Mulheres. Homens. Crianças. Famílias.
O servo de Eliseu ficou horrorizado. Como servir vinte pães e algumas espigas a cem homens? Os mais “espertos”, os mais “rápidos”, os que estivessem mais próximos aos pães, comeriam. Os outros não. Impossível. São cem homens. Apenas vinte pães!
Eliseu simplesmente respondeu que servisse o povo, porque assim dizia o Senhor: “Comerão e ainda sobrará”!
Diante dessa Palavra do Senhor, dita através de Eliseu, seu servo começou a repartir o pão. Não tinha como duvidar.
Sabe o que aconteceu? Todos se alimentaram e ainda sobrou. Simples assim.
Como vimos na última postagem, para o Senhor não há nada impossível.
Ele pode suprir todas as nossas necessidades. E pode até suprir as necessidades de outros através de nós, mesmo quando temos pouco. Basta que nos coloquemos na posição que Eliseu se colocou, de ser um abençoador.
Qual tem sido nossa posição? Quando temos algo, guardamos apenas para nós mesmos porque não sabemos como será o dia de amanhã ou repartimos com os que nada tem?
Que sigamos o conselho de Salomão em Eclesiastes 11.1,2: “Distribua com generosidade o teu pão como se o atirasse sobre águas e depois de algum tempo o receberás de volta. Reparte com sete e mesmo com oito o que tens, pois não sabes que desgraça pode vir sobre a terra”.
A matemática do Senhor é diferente. Se eu guardo, perco. Se reparto, tenho.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/05/eliseu-voce-e-eu-disponiveis-para.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/confio-em-deus-em-meio-as-adversidades.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/continuamos-nossa-viagem-atraves-do.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/a-segunda-multiplicacao-dos-paes-e.html
Nos importamos com as pessoas? Suas necessidades? Suas dores? Suas dificuldades?
Continuamos na segunda-feira. Espero você. Até lá.
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sábado, 2 de dezembro de 2017
A multiplicação dos pães
Continuamos nossa viagem através do capítulo 14 de Mateus.
Jesus retirou-se de barco, em particular, para um lugar deserto, após ouvir sobre a morte de João Batista.
Não conseguiu ficar muito tempo sozinho. Assim que ouviram, as multidões saíram das cidades e o seguiram a pé. Quando Jesus saiu do barco, viu a grande multidão, teve compaixão e curou seus doentes.
Como ver uma multidão sedenta, ovelhas correndo atrás de um pastor e não se compadecer?
Gosto de observar a preocupação dos discípulos. Quando estava ficando tarde, pediram a Jesus que despedisse a multidão. Afinal, estavam em um lugar deserto e precisavam se alimentar. Deviam ir aos povoados próximos para conseguir alimento.
A resposta de Jesus me deixa boquiaberta: “Eles não precisam ir. Deem-lhes vocês algo para comer”.
Sua ordem soa atual em meus ouvidos. Nós somos os responsáveis. Não podemos e não devemos despedir ninguém sem estendermos nossas mãos. Não há necessidade de irem atrás de solução.
Somos nós que precisamos ter essas soluções. Mesmo que tenhamos pouco a oferecer.
Os discípulos responderam: “Tudo o que temos...” Tudo o que temos é apenas a vontade de ajudar, ou é apenas um sorriso, ou algumas roupas a doar, ou um abraço a oferecer, ou um copo de água, ou um talento para contar histórias, ou...
Prestemos atenção à resposta de Jesus: “Tragam-nos aqui para mim”.
"Tudo o que temos" pode ser pouco, como eram aqueles dois peixes e cinco pães. Nosso papel? Levar a Jesus aquilo que temos. Ele irá abençoar, multiplicar, transformar, usar.
Jesus tomou aquele recurso, tão escasso diante de tão grande multidão. Mas era o suficiente. Mandou que as pessoas se assentassem. Deu graças. Partiu. Entregou aos discípulos. E estes, os discípulos, entregaram à multidão.
Somos os instrumentos do Senhor na terra. É através de nós que pessoas são alcançadas, abençoadas, alimentadas, transformadas. Ou não. Precisamos fazer a escolha correta.
Não podemos despedir a multidão, dizendo onde encontrar o alimento. Precisamos ser aqueles que alimentam a multidão. Mesmo se os recursos, aos nossos olhos, forem escassos. Nós alimentamos, o Senhor multiplica.
Lembro que uma vez um amigo foi almoçar na casa da mamãe. Eu havia dito a ela que quando o convidasse para almoçar, devia ter muita comida, pois ele comia muito. Era enorme. Foi sem avisar. Mamãe ficou apavorada. Mas orou. Só tinha um pouco de macarrão. Fez uma deliciosa macarronada. Mas era pouca. Era tudo o que tinha. “Tudo o que temos”. Pois bem, ele comeu e comeu e ficou extremamente satisfeito. E não apenas ele, todos os que estavam à mesa. E ainda sobrou. O Senhor literalmente multiplicou aquele macarrão.
Nosso papel é nos dispor. É oferecermos o que temos. O resto é com o Senhor. É pouco? Melhor ainda. Mais o Senhor irá multiplicar. E todos saberão que foi Ele e não eu ou você.
Naquele dia, os que comeram foram cerca de cinco mil homens. Sem contar as mulheres e as crianças. Imagino que, no mínimo, dez mil pessoas no total.
Não há limites para o que o Senhor possa fazer. Basta que nos disponibilizemos a deixar que nos use. Sempre. Ele abençoa nossos recursos. E os multiplica.
O que eu posso oferecer? O que você pode oferecer? No Senhor, temos as respostas.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/05/eliseu-voce-e-eu-disponiveis-para.html
Amanhã prosseguimos.
Jesus retirou-se de barco, em particular, para um lugar deserto, após ouvir sobre a morte de João Batista.
Não conseguiu ficar muito tempo sozinho. Assim que ouviram, as multidões saíram das cidades e o seguiram a pé. Quando Jesus saiu do barco, viu a grande multidão, teve compaixão e curou seus doentes.
Como ver uma multidão sedenta, ovelhas correndo atrás de um pastor e não se compadecer?
Gosto de observar a preocupação dos discípulos. Quando estava ficando tarde, pediram a Jesus que despedisse a multidão. Afinal, estavam em um lugar deserto e precisavam se alimentar. Deviam ir aos povoados próximos para conseguir alimento.
A resposta de Jesus me deixa boquiaberta: “Eles não precisam ir. Deem-lhes vocês algo para comer”.
Sua ordem soa atual em meus ouvidos. Nós somos os responsáveis. Não podemos e não devemos despedir ninguém sem estendermos nossas mãos. Não há necessidade de irem atrás de solução.
Somos nós que precisamos ter essas soluções. Mesmo que tenhamos pouco a oferecer.
Os discípulos responderam: “Tudo o que temos...” Tudo o que temos é apenas a vontade de ajudar, ou é apenas um sorriso, ou algumas roupas a doar, ou um abraço a oferecer, ou um copo de água, ou um talento para contar histórias, ou...
Prestemos atenção à resposta de Jesus: “Tragam-nos aqui para mim”.
"Tudo o que temos" pode ser pouco, como eram aqueles dois peixes e cinco pães. Nosso papel? Levar a Jesus aquilo que temos. Ele irá abençoar, multiplicar, transformar, usar.
Jesus tomou aquele recurso, tão escasso diante de tão grande multidão. Mas era o suficiente. Mandou que as pessoas se assentassem. Deu graças. Partiu. Entregou aos discípulos. E estes, os discípulos, entregaram à multidão.
Somos os instrumentos do Senhor na terra. É através de nós que pessoas são alcançadas, abençoadas, alimentadas, transformadas. Ou não. Precisamos fazer a escolha correta.
Não podemos despedir a multidão, dizendo onde encontrar o alimento. Precisamos ser aqueles que alimentam a multidão. Mesmo se os recursos, aos nossos olhos, forem escassos. Nós alimentamos, o Senhor multiplica.
Lembro que uma vez um amigo foi almoçar na casa da mamãe. Eu havia dito a ela que quando o convidasse para almoçar, devia ter muita comida, pois ele comia muito. Era enorme. Foi sem avisar. Mamãe ficou apavorada. Mas orou. Só tinha um pouco de macarrão. Fez uma deliciosa macarronada. Mas era pouca. Era tudo o que tinha. “Tudo o que temos”. Pois bem, ele comeu e comeu e ficou extremamente satisfeito. E não apenas ele, todos os que estavam à mesa. E ainda sobrou. O Senhor literalmente multiplicou aquele macarrão.
Nosso papel é nos dispor. É oferecermos o que temos. O resto é com o Senhor. É pouco? Melhor ainda. Mais o Senhor irá multiplicar. E todos saberão que foi Ele e não eu ou você.
Naquele dia, os que comeram foram cerca de cinco mil homens. Sem contar as mulheres e as crianças. Imagino que, no mínimo, dez mil pessoas no total.
Não há limites para o que o Senhor possa fazer. Basta que nos disponibilizemos a deixar que nos use. Sempre. Ele abençoa nossos recursos. E os multiplica.
O que eu posso oferecer? O que você pode oferecer? No Senhor, temos as respostas.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/05/eliseu-voce-e-eu-disponiveis-para.html
Amanhã prosseguimos.
quarta-feira, 4 de maio de 2016
Eliseu, você e eu, disponíveis para abençoar
Vamos ler um pouco mais sobre Eliseu? Continuando em II Reis capítulo 4.
Aparentemente se relacionava melhor com as pessoas do que Elias.
As águas da cidade eram ruins, reivindicaram uma solução
dele. A água acaba, pedem uma solução para ele. A esposa de um dos discípulos dos profetas fica viúva, sem
dinheiro, com dívidas como herança, clama por Eliseu. Eliseu se importava.
À semelhança de Jesus, Eliseu pergunta: "Que posso fazer por ti? Dize-me, que tens em casa?" Ela responde que não tem nada, apenas uma única vasilha de azeite. Quer dizer que alguma coisa havia. Era pouco, é verdade, mas havia. Apenas uma vasilha. De azeite.
Eliseu manda que pegue muitas vasilhas emprestadas, feche a porta e derrame o azeite nas vasilhas. Ia brotar azeite puro. Um ato de fé. Como encher diversas vasilhas de azeite com o azeite que enchia apenas uma? Mas é o que acontece. O azeite só para de brotar quando não há mais vasilhas.
Se formos fazer uma analogia, o Senhor só não derrama Sua unção quando não há mais pessoas disponíveis e aí sempre voltamos para o fato do Senhor só precisar de alguém disponível, de alguém que se posicione para ser um vaso usado por Ele. Para ser cheio do Seu azeite.
Bem, ela obedece. Enche as vasilhas. Conta ao profeta, que lhe instrui a vender, pagar suas dívidas e viver do restante. Fico imaginando quantas vasilhas essa mulher e seus filhos juntaram. Possuía apenas uma vasilha, que se transformou no seu sustento, na sua fonte de renda.
O final do capítulo conta que Eliseu vai a Gilgal. Fizeram uma comida com uma erva daninha. De novo, gritam a ele que resolva. Eliseu manda colocar farinha na panela. Manda servir, para que os homens comam em paz. Engraçado que na história de Elias havia a viúva que só tinha um pouco de azeite e farinha. Aqui, duas histórias. Uma com azeite, a outra com farinha. Unção e palavra. Palavra é vida, alimento.
Era uma época em que a fome assolava aquela região. Um homem chegou de outra cidade para abençoar aquelas pessoas. Trazia consigo vinte pães. Era muito, mas não para alimentar cem homens. Olha aí o "modus operandis" de Deus! Poucos pães. Muitos homens.
Eliseu manda o servo dar os pães aos homens. O servo questiona "Como servirei a cem homens?" Eliseu responde: "Assim diz Yahweh, o Senhor: comerão e ainda sobrará." E foi o que aconteceu. O servo repartiu o pão. Eles comeram. E ainda sobrou. De novo alguém que se posicionou. Alguém que deu, mesmo sendo pouco. Alguém que abençoou e o Senhor multiplicou.
Que sejamos, a cada dia, desses que se posicionam! Pessoas com quem Deus pode contar. Que andam por fé e não por vista. Que agradam o Seu coração. Que estão dispostas a abençoar. Com muito. Com pouco. Com o que tem. Disponibilidade. É o que Deus procura.
O que você tem em suas mãos? O que você tem em sua casa?
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domingo, 1 de maio de 2016
Eliseu e sua vida sobrenatural
Ainda falando de Eliseu. Como podemos aprender!
Os discípulos dos profetas se tornaram muitos. Seguir Eliseu era inspirador. Sempre acontecia algo.
As águas péssimas se tornavam boas. Onde não havia água, os poços cavados são cheios. Uma viúva sem recurso é abastecida de azeite puro, pode pagar suas dívidas e viver do restante. Uma mulher estéril tem um filho, que anos depois morre e ressuscita. O veneno da panela é combatido por um "antídoto". Vinte pães alimentam cem homens. Naamã é curado da lepra. E outras histórias que não devem ter sido contadas.
Como não querer estar perto de um homem desses? Esses discípulos sugerem descer ao Jordão para construir um local para suas reuniões. E aí fico me perguntando como deveriam ser essas reuniões. Eliseu contava, ensinava como era andar na presença do Senhor? Orava com eles? Os discípulos começam a derrubar árvores e o ferro de um machado cai no rio. O homem se apavora. Pede socorro ao homem de Deus. Eliseu simplesmente pergunta onde o machado caiu e resolve o problema. Mais uma história para ser contada. Mais discípulos de profetas, com certeza, agregados.
Eliseu é até espião de guerra! Por várias vezes o rei da Síria resolve atacar a Israel, monta uma estratégia secreta e Eliseu manda comunicar ao rei. O rei de Israel fortalecia o tal lugar e a estratégia do rei da Síria caía por terra. O rei da Síria fica tão indignado que manda cercar o lugar onde Eliseu mora. Quando acorda, está completamente cercado e continua "na maior tranquilidade". Enxerga o que deve enxergar. Seu servo se desespera. Eliseu o acalma e roga ao Senhor que abra os seus olhos para que consiga ver. Engraçado que não ora para que consiga ver tal coisa. Simplesmente para que consiga ver. O mundo espiritual é o mundo real. E o Senhor o atende! Ele vê! Carros e cavalos de fogo os protegem.
Então Eliseu ora para que seus inimigos fiquem completamente cegos. Os leva até Samaria. Ora para que voltem a enxergar. Orienta ao rei que lhes dê comida. O rei lhes serve um banquete e os despede. O rei da Síria desiste de atacar Israel por um bom tempo! Com Eliseu por perto, as coisas ficam difíceis para ele.
Que sejamos pessoas com quem os discípulos queiram andar.
Que possamos ter uma palavra de Deus àqueles que nos procuram. Que tenhamos
disposição em ajudar, em qualquer situação, seja uma sunamita ou um homem que
simplesmente perdeu o machado emprestado. Que Ele nos ensine as estratégias
certas. Que nos ensine a enxergar, como
Ele vê. Que milagres sejam vistos em nossas vidas e através delas. Que nosso
inimigo fique cego, e bata em retirada, derrotado.
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