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segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Miqueias 6.1-7.20

Leitura do dia 29/09.

Continuamos nossa caminhada através do livro de Miqueias.

Na última postagem vimos o reino futuro do Senhor. A volta de Israel do exílio. O nascimento do Messias em Belém. E a purificação do remanescente.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/miqueias-41-515.html

Hoje, caminharemos pelos dois últimos capítulos.

O Senhor pergunta o que fez a Seu povo para que se cansasse dEle. Que respondam. Afinal, Ele os tirou do Egito. Resgatou da escravidão. Seu povo não se lembra de como o rei de Moabe quis amaldiçoa-los, e Ele transformou a maldição em benção. Não se lembra da sua viagem do Vale das Acácias até Gilgal, quando lhes revelou sua fidelidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-231-2425.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/so-faltam-tres-dias.html

Seu povo faz perguntas incoerentes. Devem trazer-Lhe holocaustos? Devem se prostrar diante dEle com ofertas de bezerros de um ano? Devem oferecer milhares de carneiros e dez mil rios de azeite? Devem sacrificar seus filhos primogênitos para pagar por seus pecados? Quanta estupidez!

O Senhor já lhes declarara o que é bom. O que Ele requer de cada um. A prática da justiça, do amor e da misericórdia e ander humildemente com Seu Deus. Ele não quer sacrifícios. Quer relacionamento.
Quem for sábio, terá temor.

O pecado de Seu povo é muito grande. Suas casas estão cheias de tesouros conquistados pelo engano. Calculam o peso dos cereais com medidas falsas. Seus comerciantes usam balanças e pesos mentirosos. Os ricos conseguiram suas riquezas com extorsão e violência. Estão acostumados com a mentira. Suas línguas não conseguem dizer a verdade.

Por tudo isso, o Senhor estava enviando um exército de destruição. Por causa de seus pecados, ficariam em ruína. Comeriam e não se fartariam. Continuariam a sentir dores de fome. Mesmo que tentassem economizar, ficariam sem nada. O pouco que conquistassem seria dado a seus conquistadores. Semeariam e não colheriam. Espremeriam azeitona e não se ungiriam com o óleo. Pisariam usas e não teriam vinho.

Obedecem às leis do rei Onri ao invés de obedecerem às leis do Senhor. Seguem às práticas do rei Acabe, não às de Davi. Serão tratados com desprezo onde estiverem. Servirão de exemplo para que todos aprendam o que acontece com quem desvia seus caminhos do Senhor.

Miqueias sofre por seu povo. Sente-se como alguém que apanha frutas depois da colheita e nada consegue para comer. Não há um cacho de uva sequer, nenhum figo para saciar sua fome. Os fiéis e honestos desapareceram da terra. Olha ao redor. Só vê assassinos. Pessoas que preparam armadilhas até para seus irmãos. Suas  mãos estão adestradas. Para fazer o mal.

Governantes e juízes exigem subornos. Os mais influentes mandam em tudo. Fazem o que querem. Tramam juntos para perverter a justiça. O mais honesto deles é mais perigoso que uma cerca de espinhos. Parece muito com os dias que também estamos vivendo.

Ele também fala que não pode confiar em ninguém. Nem no melhor amigo. Ou na esposa. Ou no pai. No filho. Na mãe. Na filha. Na nora. Na sogra. A situação é desesperadora.

Mas, o dia que o Senhor anunciou está se aproximando.

Miqueias dá um brado. Ainda que todos estejam afastados do Senhor, não deixará de buscá-Lo. Espera nEle. Confiante em Sua salvação. Sabe que o Senhor o ouvirá. Sabe que, ainda que caia, se levantará. Por causa do Senhor. Ainda que esteja em trevas, Ele será sua luz.

Identifica-se com seu povo. Será paciente enquanto é castigado por causa de seus pecados. Depois do castigo, sabe que Ele defenderá sua causa. Fará o que é direito. O Senhor o levará para a luz. Verá Sua justiça. Seus inimigos verão que o Senhor está a seu lado. Ficarão envergonhados de terem perguntado onde Ele estava.

Miqueias também vê o dia que se aproxima, quando muitos virão até Israel. Para conhecer o Senhor. Ele realizará grandes milagres por Seu povo. Como fez quando os tirou da terra do Egito. Todas as nações ficarão admiradas. Sairão de seus esconderijos ao encontro do Senhor. Elas O temerão e tremerão em Sua majestosa presença.

O coração do profeta se enche de alegria ao lembrar que não há ninguém como Ele, que perdoa e esquece os pecados. Que não permanece irado para sempre. Que tem prazer em mostrar Seu amor. Que tem compaixão. E lança os pecados nas profundezas do mar, onde não pode ser mais visto ou alcançado. Ele mostrará Sua fidelidade e amor. Como prometeu há muito tempo, a Abraão e Jacó.

Terminamos aqui o livro do profeta Miqueias.

Que aprendamos com ele a buscar o Senhor e esperar confiantemente nEle. Apenas e tão somente nEle.

Continuamos amanhã. Leremos o livro do profeta Naum. Apenas três capítulos.

Espero você. Até lá.

sábado, 13 de julho de 2019

Provérbios 28.1-30.33

Leitura do dia 07/07.

Continuamos nossa caminhada através das páginas de Provérbios.

Vimos que mentir a respeito de alguém é como atacá-la com uma arma mortal. Causa muitos estragos. Confiar no desleal, também.

Devemos alimentar e saciar a sede, até mesmo de nossos inimigos.

Não podemos ceder aos perversos. Se o fizermos, seremos como uma fonte poluída. E, sem domínio próprio, estaremos totalmente desprotegidos. À mercê de sermos dominados por nossos sentimentos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-251-2727.html

Hoje leremos a partir do capítulo vinte e oito. Até o capítulo trinta e um. Encerraremos mais um livro.

Bíblia, caneta e papel na mão?

No capítulo vinte e oito Salomão lembra que o perverso foge. Mesmo quando ninguém o persegue. O justo, ao contrário, é valente como o leão. Já reparou o tamanho de um leão e de um elefante? Quem é mais forte? O elefante, claro! Mas o leão é quem o ataca. E o subjuga. Ele é mais valente. Se faz de mais forte. E vence facilmente o elefante.

O pobre que oprime outros pobres é como uma chuva torrencial que destrói a plantação. A chuva deveria regar a plantação. Ajudá-la a crescer. Não destruí-la.

Quando os justos são bem-sucedidos todos se alegram. Sabem que as leis serão justas, protetivas. Que as negociações serão corretas. Mas, quando os perversos assumem o poder, as pessoas se escondem. Têm medo do que pode acontecer.

Se somos daqueles que não ouvem a lei (no sentido de obedecê-la), nossas orações serão detestáveis ao Senhor. Ele não nos responderá.

Se ocultarmos nossos pecados, não seremos bem sucedidos. Se confessarmos e abandonarmos, receberemos misericórdia. E perdão.

“Mas, se confessarmos nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar nossos pecados e nos purificar de toda injustiça”. – 1 João 1.9

Quem não faz o mal por temor ao Senhor e, até às consequências, é feliz. Quem mantem o coração duro e comete o mal, fatalmente cairá em desgraça. Pode levar mais tempo ou menos, mas cairá.

Provérbios também nos fala que afinal, o assassino tem uma consciência. Atormentada. Ela o levará à sepultura. O Senhor continua falando. Terá a chance de se arrepender. Ou não. A escolha é dele. Não temos poder sobre as escolhas de ninguém.

Que aceitemos a repreensão. Quem sempre se recusa em ser repreendido, de repente, num soprar, será destruído. E não conseguirá se recuperar. Perdeu as oportunidades de mudar de vida.

O mal é amarrado em seu próprio laço. O justo escapa das armadilhas. E grita de alegria. Ele também se importa e leva em consideração os direitos dos pobres. Não olha apenas por si e pelos seus. Ele olha à sua volta. Enxerga os outros. Enxerga os pobres. Os necessitados. Já o perverso, não dá a mínima. Olha apenas seu umbigo. Ambos serão recompensados de acordo com suas atitudes.

Mais uma vez falando em disciplina, Salomão lembra que a criança que é corrigida se tornará um adulto sábio. O filho que não tem disciplina envergonha sua mãe. E não apenas a ela. Envergonha a si próprio. E toda sua família.

Já vimos que precisamos ter domínio próprio. Quem não tem e perde a calma facilmente, cometerá muitos pecados. Não apenas um, muitos. É como um abismo chamando outro. Como uma enxurrada ladeira abaixo.

Quem confia no Senhor está sempre seguro. Confiar nas pessoas buscando nelas salvação, é uma armadilha perigosa.

No capítulo trinta estão registrados os ditados de Agur, filho de Jaque. São todos ditados maravilhosos. Cheios de sabedoria. E atuais. Começa dizendo que está cansado. É tolo e não tem discernimento. Não aprendeu a sabedoria humana e nem tem conhecimento do Senhor, mas, à medida que caminhamos por suas palavras, vemos que está à procura exatamente de discernimento e conhecimento do Senhor. Ele é um observador. E aprende com o que observa.

Fala até do Senhor Jesus. Sim. Afinal, quem é capaz de subir aos céus e descer? Quem pode segurar o vendo nas mãos? Quem pode envolver os oceanos com sua capa? Quem criou o mundo inteiro? Sabemos Seu nome. E o nome de Seu glorioso Filho. Esse é o Deus de Abraão, Isaque e Jacó. O único Deus verdadeiro. Criador dos céus e da terra. E o nome de Seu Filho é o nome que está acima de todo nome. Seja na terra ou no céu. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/os-lindos-nomes-do-senhor.html

Sabe que a palavra do Senhor se prova verdadeira. Que Ele é escudo para todos que buscam nEle, sua proteção. Não podemos acrescentar nada à Sua palavra. Se o fizermos, nos repreenderá e mostrará que somos mentirosos. É o que acontecerá com os que têm agido assim, acrescentando meias verdades e mentiras completas à Sua palavra.

Agur pede ao Senhor dois favores. O primeiro é que o Senhor o ajude a ficar longe da falsidade e da mentira. Não quer andar por esse caminho. Em seu aprendizado sabe que são caminhos de morte. Seu segundo pedido é que seja próspero. Ser próspero significa ter o necessário. Não quer ser rico, para tendo muito esquecer o Senhor e se apegar à sua riqueza. Sabe a tentação que corre. E, se for pobre demais, pode roubar para suprir suas necessidades e assim, desonrar o nome do Senhor. Seus pedidos são repletos de sabedoria. E discernimento.

Ele conta que existem alguns que amaldiçoam o pai e são ingratos à mãe. Esses são imundos. Orgulhosos. Agem como fera. Devoram os pobres e os necessitados. Não conhecem a bondade. São como sanguessugas que só querem. Nunca oferecem nada.

Então, passa a escrever em um estilo próprio. Escreve sobre três coisas e corrige que, na verdade, são quatro.

Quatro coisas não se satisfazem: a sepultura, o ventre que é estéril, o deserto sedento e o fogo abrasador. Esses, sempre querem mais. Nada lhes é suficiente.

Quatro coisas o deixam maravilhado. Não consegue entender. Como a águia plana no céu. Como a serpente consegue rastejar na rocha. Como uma embarcação navega no mar. E como um homem ama uma mulher. São inexplicáveis aos seus olhos, tão maravilhosas são.

Quatro coisas deixam a terra em alvoroço: o servo se tornando rei, um tolo arrogante que consegue prosperar, uma mulher amarga que consegue um marido e uma serva que toma o lugar de sua senhora. Realmente, são coisas que causam alvoroço na terra.

Quatro coisas são pequenas, porém sábias: As formigas, que mesmo não sendo fortes, armazenam alimento no verão. Os coelhos silvestres que não são poderosos, mas moram nas rochas. Os gafanhotos, que mesmo sem um rei, marcham em fileira, como um exército poderoso. E, as lagartixas. São fáceis de apanhar, mas moram até nos palácios dos reis. Andam tranquilamente pelas paredes. E nos fazem bem, ao matar diversos insetos.

Quatro seres vivos se movem de forma imponente. O leão, rei dos animais, não abre caminho para ninguém, mesmo não sendo o mais forte. O galo, que anda com o peito estufado, como se fosse “o tal” (e é). O bode, também altivo. E o rei liderando seu exército.

Também observou que o olho de quem zomba de seu pai e despreza as instruções de sua mãe, será arrancado e devorado. Ficará cego. Andará às apalpadelas. Sem saber o caminho que deve tomar.

Que sejamos observadores, como Agur, e aprendamos com a natureza. Há muitas lições a serem aprendidas. Que nossos olhos não vagueiem pela terra sem fixar em nada. Mas que se fixem e aprendam. Sempre.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

terça-feira, 5 de março de 2019

Juízes 2.1-3.31

Leitura do dia 05/03.

Na postagem anterior vimos que Israel não conquista toda a terra.
Vimos também que o livro de Juízes não começa em ordem cronológica. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-11-34.html

Agora, caminharemos através das páginas dos capítulos dois e três.

O anjo do Senhor, que estava em Gilgal, foi até outra cidade e apareceu aos israelitas. Disse tudo que o Senhor havia feito por eles. Lembrou-lhes Sua parte na aliança e disse que as cumpriu. Já o povo de Israel não.

Ele pergunta por que não obedeceram Suas ordens? Eram simples e diretas.

Agora, não expulsaria mais os habitantes da terra. Seriam como espinhos em suas costas. Seus deuses, armadilhas.

Quando o anjo do Senhor terminou de falar, o povo chorou. Aquela cidade passou a se chamar Boquim, “pranteadores”.

Embora tenham chorado, não mudaram suas atitudes. Choro não muda ninguém. Muito menos remorso. Apenas arrependimento traz mudança.

O autor fala novamente da morte de Josué. E onde foi enterrado.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-231-2433.html

E aí começa a descida de Israel.

Eles fizeram o que era mal aos olhos do Senhor. Serviram às imagens de Baal e da deusa Astarote. Abandonaram o Senhor. Serviram os deuses dos povos ao redor.

O Senhor os deixa à própria sorte. Não conseguem mais resistir seus inimigos. Toda vez que vão à batalha, o Senhor se posiciona contra eles, provocando sua derrota. O Senhor avisara, sob juramento, que tal aconteceria se O deixassem.

Viviam em grande angústia.

Então o Senhor levanta os juízes para livrá-los de seus opressores. Mas, sempre que o juiz morre, eles voltam a fazer o que era mal aos olhos do Senhor, prostituindo-se, seguindo a outros deuses.

Aqui o Senhor explica porque não expulsou todos os inimigos da terra. Para provar Israel. Para ensiná-los.

Essa nova geração não tinha lutado. Recebera tudo “de mão beijada”. Precisavam aprender a lutar. A conquistar. A ganhar experiência no campo de batalha. Amadurecer. Mas não quiseram.

E a geração anterior? Me pergunto. Será que falou do Senhor e Suas obras como deveriam? Ao acordar, ao caminhar, ao sentar e ao deitar? Acho difícil.

Israel foi posto à prova. E não passa no teste.

Casaram com os povos que o Senhor ordenou que destruíssem. E serviram seus deuses.

Tenho vontade de chorar. Rasgar minhas roupas e colocar pó sobre minha cabeça.

Tenho vontade de me rasgar. Por que somos tão difíceis? Por que demoramos tanto para obedecer e nos desviamos tão rapidamente?

Por que temos tanta dificuldade para aprender? Por que não aprendemos?

Estavam com o gabarito e não passaram no teste.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-281-3020.html

E quanto a nós? Temos o gabarito em nossas cabeceiras e em nossos celulares. Mas o temos em nossos corações?

Por causa de sua prostituição espiritual os israelitas serviram ao rei de Arã-Naaraim durante oito anos. Até que pediram ajuda ao Senhor. Esperaram oito anos para pedir ajuda ao único que podia ajudá-los.

O Senhor levantou Otniel, o sobrinho de Calebe para libertá-los. Ele foi o primeiro Juiz dessa época conturbada de Israel. O Espírito do Senhor veio sobre ele. Guerreou contra o rei de Arã e o Senhor o entregou em suas mãos. Depois disso, a terra ficou em paz durante quarenta anos. Até que Otniel morreu.

Os israelitas voltaram a fazer o que o Senhor detestava. Tornaram-se escravos de Eglom, rei de Moabe, durante dezoito anos.

O primeiro período de servidão foi de oito anos. Agora, dezoito. Estão se acostumando a sofrer na mão de seus inimigos, “deixando a vida levá-los”. E não clamam ao Senhor durante um longo tempo.

Passaram dezoito anos de escravidão. Pedem socorro ao Senhor. Ele levanta Eúde.

Eúde era canhoto. No tempo de levar o tributo a Eglom, prendeu um punhal de dois gumes, com cerca de quarenta centímetros em sua coxa direita.

As pessoas esquecem que nós, os canhotos existimos. Ninguém examinou sua coxa direita. Entrou armado à presença de Eglom. Entregou o tributo. Quando estava voltando, disse que tinha uma mensagem secreta para lhe entregar.

Se era secreta, o rei mandou que se calasse. Voltou com ele ao seu palácio. Ordenou que seus servos se retirassem.

O que um homem desarmado poderia fazer?

Quando estavam sozinhos, Eúde falou que tinha uma mensagem do Senhor para ele. O rei levantou-se. Não gostou daquilo. Mas era tarde demais.

Eúde puxou o punhal de sua coxa direita e enfiou em sua barriga. Eglom era muito gordo. O punhal desapareceu sob sua gordura. Ele morreu. Eúde fechou a porta. Saiu escondido.

Quando os servos de Eglom foram até ele, a porta estava fechada. Acreditaram que estava usando seu banheiro. E esperaram. Como demorou muito, pegaram outra chave e abriram a porta. O rei estava morto.

Enquanto isso, Eúde já havia chegado à região montanhosa de Efraim. Ali, tocou a trombeta e convocou o povo à guerra. Atenderam sua convocação. Desceram, com ele à frente.

Eúde lhes disse que o Senhor os entregara Moabe. E assim foi. Moabe foi derrotado.

Depois de Eúde, o Senhor levantou Sangar., que em certa ocasião, matou seiscentos filisteus com um ferrão de conduzir bois.

A terra ficou em paz por oitenta anos.

Nosso texto de hoje termina aqui.

Que nossas lágrimas não sejam de remorso e sim de arrependimento. Lágrimas de crocodilo não servem para nada.

Que o Senhor tenha misericórdia de nós. Que O amemos e nos apeguemos a Ele. Que não façamos alianças com outros deuses, quaisquer que sejam.

Continuamos amanhã.

Espero você. Até lá.