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terça-feira, 19 de novembro de 2019

Atos 3.1-26

Leitura do dia 09/11.

Na postagem anterior vimos o Senhor aparecer a Seus discípulos. Ele deu-lhes instruções. Depois, foi elevado ao céu.

O Espírito Santo desceu sobre eles. Pedro discursou, testemunhando sobre Jesus. Era o dia da Colheita. Cerca de três mil pessoas se tornaram Suas testemunhas! http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/atos-11-247.html

Agora, caminharemos através do capítulo três de Atos.

Um dia, por volta das três horas da tarde, Pedro e João foram ao templo para orar.

Todos os dias, um homem aleijado de nascença, era carregado para o lado da porta Formosa. Ficava ali pedindo esmolas aos que entravam no templo.

Quando viu Pedro e João entrarem, pediu-lhes dinheiro. Não levantaram suas cabeças e passaram direto. Não falaram que era um absurdo aquele homem se encontrar ali pedindo esmolas. Não torceram seus narizes. Olharam para ele.

Pedro ordenou que o homem olhasse para eles. O homem ficou olhando. Esperava receber alguma esmola. Então, Pedro disse que não tinha prata nem ouro, mas o que tinha ele lhe dava. Ordenou que o homem, em nome de Jesus Cristo, o nazareno, levantasse e andasse!

Pedro segurou o homem. Ajudou-o a levantar. Lembre-se, era um aleijado de nascença. No mesmo instante, os tornozelos e os pés daquele homem foram curados e fortalecidos! Primeiro curados, em seguida, fortalecidos! Ele deu um salto! Levantou-se e começou a andar! Andar!

Mas não ficou por aí, saiu caminhando, saltando e louvando a Deus. Imagine sua alegria! Andar era pouco para ele. Queria saltar e louvar a Deus. Foi o que fez.

Entrou no templo com Pedro e João. A multidão reconheceu que era o mendigo que sempre pedia esmolas junto à porta. Ficaram perplexos! Agora ele caminha e louva a Deus!

Correram para o Pórtico de Salomão onde Pedro e João estava. O homem não se afastava deles.

Pedro, que não podia perder a oportunidade, dirigiu-se à multidão. Perguntou por que estavam tão surpresos. Por que olhavam para eles como se pudessem curar alguém? Não podiam.

Pedro falou que o Deus de Abraão, Isaque e Jacó foi quem glorificou Seu Servo Jesus. O mesmo que eles traíram e rejeitaram diante de Pilatos, escolhendo que um assassino fosse liberto e Ele crucificado. Rejeitaram o Santo e Justo. Mataram o Autor da Vida. Mas Deus o ressuscitou dos mortos. Eles eram testemunhas! Pela fé no nome de Jesus aquele homem foi curado.

Não querendo acusar ninguém, disse que eles e seus líderes agiram na ignorância. Mas era necessário que Ele sofresse o que sofreu. Agora, porém, era hora de arrependimento. Que se arrependessem e se voltassem para Deus para serem perdoados. Explicou que foi dEle que Moisés falou. Foi dEle que outros profetas falaram. Através dEle, que era da descendência de Abraão, todas as famílias da terra seriam abençoadas. Deus O ressuscitou e O enviou primeiro a Israel, para abençoá-los, livrando-os de seus pecados.

Preste atenção: primeiro a Israel. Lembra o que Jesus ordenou?

"Vocês receberão poder quando o Espírito Santo descer sobre vocês, e serão minhas testemunhas em toda parte: em Jerusalém, em toda a Judeia, em Samaria e nos lugares mais distantes da terra". - Atos 1.8

Será que a multidão os ouvirá? Escolherão arrepender-se?

Veremos amanhã. Leremos a partir do capítulo quatro de Atos. Até o capítulo seis.

Que possamos aprender com Pedro a aproveitar todas as oportunidades para testemunhar de Jesus, o Cristo ressurreto!

Espero você. Até lá.

segunda-feira, 18 de novembro de 2019

João 19.1-42

Leitura do dia 08/11.

Prosseguimos nossa caminhada através das páginas de João.

Ontem vimos o Senhor falando da obra do Espírito Santo. A tristeza de Seus discípulos será transformada em alegria.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-161-33.html

Ele ora por nós. Em Sua oração, fala de amor, unidade, renúncia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-171-26.html

Ele é traído e preso. Pedro O nega. É levado a Anás. Depois a Caifás. Depois a Pilatos, que não encontrou nada para condená-Lo. Seu reino não é deste mundo. Se fosse, teria sido tudo muito diferente. http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-181-24.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-1825-40.html

Hoje leremos a partir do capítulo dezenove. Até o final do livro de João.

Como os judeus queriam que fosse condenado, Pilatos manda açoitá-Lo. Quem sabe, desistem.

Os soldados tecem uma coroa de espinhos e a colocam em Sua cabeça. Vestem-no com uma capa cor de púrpura, como da realeza. Batem em Seu rosto e dizem: “Salve, rei dos judeus!”.

Batem em Seu rosto. Tem em Sua cabeça uma coroa de espinhos. Meu coração parte em mil pedaços. É terrível ver Seu sofrimento. Ele é inocente. Nada fez.

Mais uma vez Pilatos sai à frente do povo e diz aos judeus: “Vejam, eu O estou trazendo a vocês, para que saibam que não acho nEle motivo algum de acusação”.

Jesus vai para fora, usando a coroa de espinhos e a capa de púrpura. Pilatos fala: “Eis o homem!”.

Meu coração está partido. Não consigo conter as lágrimas que correm por meu rosto.

Ao vê-Lo os principais sacerdotes e os guardas gritam: “Crucifica-O! Crucifica-O!”.

Essas palavras ecoam em meus ouvidos. Penetram em meu coração. Foi por mim. Por nós. Por nossos pecados. Para nos reconciliar com o Pai. Por amor. Ele se entregou. Para ser crucificado.

Pilatos fala para O levarem e crucificarem porque, quanto a ele, não encontra base alguma para acusá-Lo. Sabe que Jesus é inocente. Que querem matá-Lo por inveja.

Os judeus insistem que tem uma lei e, de acordo com essa lei, Ele deve morrer porque declarou ser o Filho de Deus.

Quando Pilatos escuta isso, fica ainda mais amedrontado.

Já ouviu Jesus dizer que Seu reino não é deste mundo. Agora escuta que Ele disse ser o Filho de Deus. João não nos conta, mas já vimos em outras páginas que percorremos que sua esposa teve um sonho e mandou um bilhete dizendo que Jesus era justo. Para Pilatos não se envolver com Ele.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/a-escolha-da-multidao.html

Pilatos volta para dentro de seu palácio. Pergunta a Jesus de onde Ele vem. Jesus não responde.

Pilatos pergunta: “Você se nega a falar comigo? Não sabe que tenho autoridade para libertá-Lo e para crucificá-Lo?”.

Jesus responde que Pilatos não teria nenhuma autoridade sobre Ele, se esta autoridade não fosse lhe dada de cima. Disse também que quem O entregou é culpado de um pecado maior.

Ao ouvir isso, Pilatos procura libertar Jesus de qualquer maneira. Mas os judeus gritam que se soltar Jesus, não é amigo de César, já que quem se diz rei opõe-se a César.

Pilatos traz Jesus para fora. Senta-se na cadeira de juiz, num lugar conhecido como Pavimento de Pedra. É o Dia da Preparação da semana da Páscoa. Por volta do meio-dia. Pilatos fala: “Eis o rei de vocês”.

Eles gritam: “Mata! Mata! Crucifica-O!”.

Eu choro.

Pilatos pergunta: “Devo crucificar o rei de vocês?”.

Os principais sacerdotes respondem que não têm nenhum rei além de César. Logo eles, que deveriam levar Deus ao povo e o povo a Deus.

São judeus. Esperam o Messias. O Messias vem. Não O querem. Ele não é como pensavam que seria. Amam mais suas vidas e cargos. Querem vê-Lo morto.

Sei que não há o que fazer. Mas meu coração parece um bumbo. Não queria que fosse assim.

Sei, não há outro meio. Ele é o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo. Precisa ser sacrificado como o Cordeiro que é. https://www.youtube.com/watch?v=cFNT0YA2bLQ

Finalmente Pilatos O entrega para ser crucificado.

Então, os soldados encarregam-se de Jesus.

Ele já foi humilhado, mas ainda passará por mais humilhação.

Quanto a mim, quero ficar aqui. Não tenho forças para prosseguir. Mas precisamos.

João não nos conta os detalhes. Já vimos nas outras páginas que percorremos. Um grande sofrimento.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/a-escolha-da-multidao.html

Ele leva Sua cruz. Até o Gólgota (Lugar da Caveira). Ali o crucificam. Com Ele outros dois, um de cada lado. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/a-crucificacao-de-jesus.html

A crucificação era a morte mais terrível aplicada àquela época.

Pilatos manda fazer uma placa e pregá-la na cruz. Está escrito: “Jesus Nazareno, o Rei dos Judeus”.

Muitos dos judeus leem a placa. Está escrita em aramaico, latim e grego. O lugar da crucificação é próximo da cidade. Muitos passam por ali.

Os principais sacerdotes protestam a Pilatos. Não querem que esteja escrito “Rei dos Judeus” e sim que “Ele se dizia rei dos judeus”. Pilatos responde que vai ficar como mandou fazer. Não vai mudar.
Ao crucificarem Jesus, os soldados tomam Suas roupas. Dividem-nas em quatro partes, uma para cada um. Sua túnica, porém, era sem costura, tecida numa única peça de alto a baixo. Não querem rasgá-la. Custa caro. Resolvem sortear. Acontece assim para que se cumpra a Escritura que diz: “Repartem minhas roupas entre si e lançam sortes por minhas vestes” (Salmo 22.18).

Próximos à cruz está Maria, sua mãe, a irmã dela, mulher de Clopas e Maria Madalena. Perto de Maria, João.

Jesus os vê e diz à sua mãe, apontando para João: “Aí está seu filho”. A João, diz: “Aí está sua mãe”. A partir daquela hora, João a levou para sua casa e a tratou como sua própria mãe.

O tempo passa. Sabendo que tudo está concluído, para que a Escritura se cumpra, Jesus diz que tem sede (Salmo 69.21).

Há ali uma vasilha cheia de vinagre. Embebem uma esponja nela. Colocam a esponja na ponta de um caniço de hissopo. Erguem-na até Seus lábios. Jesus prova. E diz: “Está consumado”. Curva Sua cabeça e entrega Seu espírito.

Seguramente é a cena mais difícil de ser vista. Jogo-me ao chão.

Como pode um amor tão grande assim? Morreu por me amar. Por amar você. Por amar o mundo (João 3.16). Impressionante, infinito, inexplicável, inigualável e ousado amor.
https://www.youtube.com/watch?v=wSKKEAnLTDw

É o dia da preparação. Amanhã é sábado. Um sábado especialmente sagrado. Os judeus não querem que os corpos permaneçam na cruz durante o sábado. Pedem a Pilatos para ordenar que lhes quebrem as pernas e retirem os corpos da cruz.

Podem matar Um inocente, mas não podem deixar Seu corpo na cruz. Os religiosos e suas inversões de valores! Em todos os tempos. Em todas as épocas.

Os soldados vão ao Gólgota. Quebram as pernas do primeiro homem que foi crucificado com Jesus. Em seguida as do outro. Quando chegam a Jesus, percebem que já está morto. Não quebram Suas pernas. Um dos soldados perfura Seu lado com uma lança. Sai sangue e água.

João vê. E mais tarde testemunha. Seu testemunho é verdadeiro. Ele sabe que diz a verdade. E testemunha a verdade para que creiam.

Aconteceu assim para se cumprir a Escritura: “Nenhum dos Seus ossos será quebrado” (Salmo 34.20) e também: “Olharão para Aquele que traspassaram” (Zacarias 12.10).
http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/jesus-morre-e-agora.html

José de Arimateia vai até Pilatos. Corajosamente pede o corpo de Jesus. José era Seu discípulo. Até então, secretamente, porque temia os judeus. Embora não fosse costume, Pilatos lhe entrega o corpo.

Não está só. Nicodemos está com ele. Nicodemos é aquele que havia visitado e conversado com Jesus à noite. Este leva cerca de trinta e quatro quilos de uma mistura de mirra e aloés. Trinta e quatro quilos! Sempre fico impressionada com essa quantidade! É muita coisa!
http://www.espalhandoasemente.com/2018/04/jesus-e-uma-conversa-intrigante-no-meio.html

Eles tomam Seu corpo, envolvem-No em faixas de linho, junto com os trinta e quatro quilos de especiarias, de acordo com os costumes judaicos de sepultamento.

No lugar onde Jesus foi crucificado há um jardim. No jardim, um sepulcro novo, onde ninguém jamais foi colocado. Por ser o Dia da Preparação para os judeus, visto que o sepulcro ficava perto, colocam-No ali.

Parece que a esperança acabou. Parece que Seu ensino perdeu o sentido.

Todos voltam para casa, em total tristeza e desolação. Como se a esperança houvesse morrido.

Olho para as páginas de João. Sua história não termina aqui. Há mais. Não apenas algumas linhas. Há mais páginas.

Meu coração enche-se de esperança.

O que acontecerá? Ele cumprirá o que prometeu? Ressuscitará?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2018

Jesus morre. E agora?

Prosseguimos através do capítulo 27 de Mateus.

Nosso Senhor entregou Seu espírito. Está morto.

A tarde cai. As pessoas se dispersam.

José, de Arimatéia, homem rico, discípulo de Jesus, vai até Pilatos. Pede o corpo do Senhor para ser sepultado. Nós deixamos o Calvário e o acompanhamos. Não era um pedido comum, mas Pilatos ordena que entreguem o corpo a ele.

Ele vai até ao Calvário. É muita tristeza. Tira o corpo de Jesus da cruz. Envolve-o num lençol de linho, limpo. Coloca-o em um sepulcro novo, que havia mandado cavar em uma rocha.

João nos conta que Nicodemos estava com ele. Trouxe aproximadamente trinta e quatro quilos de uma mistura de mirra e aloés (João 19.39). Trinta e quatro quilos! Você consegue imaginar? Eles o envolvem em faixas de linho, com essa mistura, como era costume dos judeus. Depois, José fecha o sepulcro com uma pedra. Essa pedra costumava ser muito pesada. Provavelmente seus servos estavam com ele para conseguir rolar a pedra. Vão embora. Não há mais o que fazer.

Maria Madalena e outra Maria estão assentadas em frente ao sepulcro, observando. Assim como nós. Não queremos deixá-Lo.

Mas, no dia seguinte, precisamos acompanhar os chefes dos sacerdotes e os fariseus. Eles vão até Pilatos. Lembraram que Jesus havia dito que ressuscitaria. Pedem a Pilatos para ordenar que o sepulcro seja guardado até ao terceiro dia. Tem medo que seus discípulos roubem Seu corpo e digam que Ele ressuscitou. Isso seria um engano, segundo eles, pior que Ele ter dito que era o Cristo, o Filho de Deus. Tenho vontade de rir da cara deles.

Pilatos autoriza um destacamento para manter o sepulcro em segurança. Da forma que achassem melhor. Um destacamento inteiro! Eles vão ao sepulcro. Armam um esquema de segurança. Além disso, lacram a pedra que José havia colocado. Com a pedra lacrada, é impossível abrir o sepulcro sem que ficassem sabendo.

Esquema de segurança montado. Um destacamento inteiro guardando o sepulcro. Uma pedra lacrada. Não havia como o corpo ser roubado. Os chefes dos sacerdotes e os fariseus estão contando os dias, as horas. Aquela história de Jesus ser o Cristo, o Filho de Deus, está a prestes a acabar. É só esperar até ao terceiro dia. Será? Meu coração dispara, cheio de expectativas.

Amanhã veremos o que acontece. Até lá.

sábado, 20 de janeiro de 2018

Os acusadores de Jesus

Continuamos através de Mateus, capítulo 26.

Prendem nosso Senhor. Nós O acompanhamos.

Levam-no até a casa do sumo sacerdote que está reunido com os mestres da lei e os líderes religiosos. A intenção deles realmente é matá-Lo.

Pedro O segue até o pátio da casa do sumo sacerdote. Entra e senta-se com os guardas. Espera para ver o que acontecerá.

Lá dentro, os chefes dos sacerdotes e todo o Sinédrio procuram um depoimento falso contra o Senhor, para condená-Lo. Não estão encontrando nada.

Duas testemunhas começam seus depoimentos: “Este homem disse: Sou capaz de destruir o santuário de Deus e reconstruí-lo em três dias”. Quem falava contra o templo podia ser condenado à morte.

Meu coração está disparado. Minha boca, seca. Olho para o Senhor. Ele permanece em silêncio.

O sumo sacerdote levanta-se, dirige-se a Ele e pergunta: “Você não vai responder à acusação que estes lhe fazem?”

O Senhor continua em silêncio, inabalável.

O sumo sacerdote exige que Ele jure pelo Deus vivo. “Se você é o Cristo, o Filho de Deus, diga-nos”. Como se ele quisesse realmente saber.

Jesus responde: “Tu mesmo o disseste, mas Eu digo a todos vós: chegará o dia em que vereis o Filho do homem assentado à direita do Poderoso e vindo sobre as nuvens do céu”.

Ninguém se ajoelha perante Ele, sabendo agora quem Ele é. Não. O sumo sacerdote rasga suas vestes, em sinal de indignação e diz que Ele blasfemou. Não precisam mais de testemunhas. Todos ouviram “a blasfêmia” que acabou de ser dita. Ele pergunta: “O que acham?” Todos respondem: “É réu de morte”.

As lágrimas descem pelo meu rosto. A profecia se cumprirá. Como Ele disse, farão o que quiserem com Ele. Para meu total horror, vejo alguns cuspindo em Seu rosto, outros Lhe dando murros e outros, tapas.

Rindo, debochando, dizem a Ele: “Profetize-nos, Cristo. Quem foi que lhe bateu”?

De manhã cedo, tomaram a decisão de condená-Lo à morte. O julgamento deveria ser pela manhã para que a decisão fosse "legal".

Isaías havia escrito: "Por intermédio de julgamento tirano Ele foi preso. E quem pode falar dos Seus descendentes? Pois Ele foi ceifado da terra dos viventes; por causa dos erros do meu povo Ele foi golpeado." - Isaías 53.8

Eles amarram-No. Levam-No a Pilatos, o governador, quem possuía o direito legal de condenar um prisioneiro à morte.

Um novo julgamento vai começar.

Tenho que ficar por aqui. Parece que já vi o suficiente. Pelo menos por hoje.

Prostro-me aos Seus pés. Mais uma vez agradeço por ter passado tudo isso em meu lugar, por mim. Meu coração quase explode de tanto amor por Ele. Meu Mestre, meu Senhor, meu Salvador.

Fique comigo. Vamos adorá-Lo. Ele é digno.

Amanhã prosseguimos.