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quinta-feira, 2 de maio de 2019

2 Crônicas 34.1-33

Leitura do dia 02/05.

Na postagem anterior, vimos o pecado e o arrependimento de Manassés. Também vimos a escolha de Amom em não servir ao Senhor. Uma triste escolha. Reinou apenas dois anos e foi assassinado.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/2-cronicas-331-25.html

Agora, caminharemos através das páginas do capítulo trinta e quatro. Quem será o exemplo de Josias?

Com apenas oito anos de idade começou a reinar. Reinou trinta e um anos. Agiu de modo justo e sincero diante do Senhor, obedecendo aos conselhos e orientações de Davi, sem se desviar deles nem para a direita nem para a esquerda.

Aleluias! Não fez conforme seu pai, que andou em caminhos contrários e não se arrependeu. Andou conforme Davi, que estava bem distante em sua árvore genealógica. Soube escolher qual exemplo seguir.

No oitavo ano de seu reinado, com apenas 16 anos, Josias começou a buscar o Deus de Davi. No décimo segundo ano, quando estava com vinte anos, iniciou uma reforma religiosa de Judá e Jerusalém. Retirou os altares idólatras, os postes sagrados, as imagens esculpidas e os ídolos de metal. Mesmo que tivessem sido colocados por seu pai.

Sob suas ordens, foram derrubados e destruídos todos os altares dos baalins. Pessoalmente despedaçou os altares para queima de incenso à deusa Aserá. Triturou e reduziu a pó todos os postes-ídolos e as imagens de escultura e de fundição. Aspergiu-os sobre as sepulturas dos que lhes tinham oferecido sacrifícios. Mandou queimar os ossos dos sacerdotes dos baalins, sobre seus altares, profanando-os.

Purificou Judá e Jerusalém de toda idolatria. Nas cidades das tribos de Manassés, Efraim, Simeão até Naftali, e em todas as ruínas ao redor delas, passou derrubando e destruindo os altares e os postes sagrados. Esmagou todos os altares de incenso espalhados por Israel. Queria ter conhecido esse homem.

Havia uma profecia, de um “homem de Deus”, no tempo em que Jeroboão era rei em Israel, sobre um descendente de Davi, que se chamaria Josias e faria essas coisas, em todo Israel. Ele fez, conforme estava escrito. Não apenas em Judá, mas em todo Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/qual-identidade-que-carrego.html

Ao final dessa jornada de purificação, retornou para Jerusalém. No décimo oitavo ano do seu reinado, quando estava com 26 anos, mandou Safã, filho de Azalias, e Maaseias, governador da cidade, junto com Joá, filho do cronista real Joacaz, para restaurarem o templo do Senhor. Seu objetivo era purificar a nação e a Casa do Senhor.

Eles se encontraram com Hilquias, sumo sacerdote. Entregaram toda a prata que havia sido trazida à Casa de Deus e que os levitas, guardas da porta, tinham recolhido das ofertas do povo de Manassés, de Efraim, de todo o remanescente de Israel, de toda a população de Judá e Benjamim e dos moradores de Jerusalém.

Confiaram todo o dinheiro arrecadado aos oficiais, superintendentes do templo. Eles o distribuíram entre os que realizavam a obra e que trabalhavam no templo, para que o templo fosse completamente restaurado.

Josias não pensava em uma restauração aparente, superficial. Seu interesse era que o templo e a Nação fossem completamente purificados.

Os superintendentes também deram da prata aos carpinteiros e aos construtores para comprarem pedras lavradas e madeira preparada para as juntas e as vigas dos edifícios que os reis de Judá haviam deixado ficar em ruínas.

Que triste ler que os reis de Judá haviam deixado o templo do Senhor, feito com tanta riqueza e zelo, em total ruína. Eles, que deviam zelar pelo templo.

Os homens trabalharam fielmente na obra. Seus superintendentes eram os levitas descendentes de Merari, Jaate e Obadias, e também os descendentes de Coate, Zacarias e Mesulão, dedicados ao adiantamento e conclusão da obra. Ninguém estava interessado em “empurrar com a barriga”. O desejo de cada um era que a conclusão da obra fosse adiantada, entregue antes do prazo.

Todos os levitas que eram hábeis em instrumentos de música estavam encarregados dos operários e tinham a responsabilidade de supervisionar todos os trabalhos em todas as funções.

Não é interessante? Eram hábeis em instrumentos musicais e estavam encarregados de supervisionar os trabalhos em todas as funções. Se não o fizessem, não poderiam tocar seus instrumentos, não haveria onde tocar.

Outros levitas eram secretários, escrivães, oficiais e porteiros.

Enquanto distribuíam o dinheiro da oferta à Casa do Senhor, o sacerdote Hilquias, encontrou o Livro da Lei do Senhor, dada por intermédio de Moisés.

Sempre que leio a respeito desse encontro do Livro da Lei do Senhor, fico espantada. Quando um rei assumia seu reinado, deveria receber uma cópia do Livro, para que estivesse sempre com ele, para ler todos os dias, a fim de conhecer e obedecer o Senhor.

Mas esse Livro não era mais lido. O rei não tinha uma cópia. Os sacerdotes também não. Que terrível! Como não haver apostasia?

Fico mais apaixonada por Josias. Com dezesseis anos resolveu buscar o Senhor, o Deus de Davi. Sem nem ter lido o Livro do Senhor! Com vinte anos saiu destruindo todos os altares e ídolos, e nem tinha lido o Livro ainda! Que homem é esse! Ele buscou e encontrou o Senhor. Teve um relacionamento verdadeiro com o Senhor. Entendeu que só Ele é Deus, ninguém mais.

Hilquias, o sacerdotes, comunicou ao secretário Safã que havia achado o Livro da Lei. Ele o entregou nas mãos de Safã.

Safã relatou ao rei que os levitas estavam fazendo tudo quanto havia sido ordenado. Tomaram a prata encontrada no templo e a entregaram nas mãos dos superintendentes e nas mãos dos que faziam a obra. Também relatou ao rei que o sacerdote Hilquias lhe entregara um livro. Safã leu algumas partes para o rei.

Quando o rei ouviu as palavras da Lei, rasgou suas vestes. Ordenou que fossem imediatamente consultar o Senhor, por ele e pelos que restavam em Israel e em Judá, sobre as palavras do Livro encontrado. Percebeu que era grande o furor do Senhor derramado sobre todos, porquanto seus antepassados não obedeceram à Palavra do Senhor, para viverem de acordo com tudo o que estava escrito no Livro da Lei.

Hilquias e os mensageiros do rei foram falar com a profetisa Hulda, esposa de Salum, responsável pela guarda e conservação das vestimentas reais. Ela morava na cidade-baixa, um bairro novo em Jerusalém, àquela época. Hulda lhes declarou a Palavra do Senhor.

O Senhor disse que traria o mal sobre aquele lugar e sobre seus habitantes. Todas as maldições escritas no Livro lido diante do rei de Judá. Aconteceria assim, porque O haviam desprezado, queimando incenso a outros deuses para O provocarem à ira com todas as obras das suas mãos. Por esse motivo, Seu furor se derramaria sobre aquele lugar e não se apagaria.

O Senhor também tinha uma Palavra para Josias, rei de Judá. Disse que, em relação às palavras ouvidas e considerando que seu coração se comoveu e se humilhou diante do Senhor, ouvindo Suas palavras contra aquele lugar e contra seus habitantes, agindo com humildade diante dEle, e até rasgando as vestes e chorando em Sua presença, o Senhor havia lhe ouvido. Ele seria reunido a seus antepassados, e recolhido a seu sepulcro em perfeita paz. Seus olhos não contemplariam todo o mal que o Senhor traria sobre aquele lugar e seus habitantes.

Voltaram com essa resposta ao rei. Diante dessa palavra, Josias convocou todas as autoridades de Judá e Jerusalém. Subiram à Casa do Senhor, na companhia de todos os líderes de Judá e todos os cidadãos de Jerusalém, os sacerdotes e os levitas. Toda a população, dos mais simples aos mais importantes, jovens e idosos. Todos precisavam fazer suas escolhas, saber a quem seguir.

Diante de todos, o rei leu em alta voz as palavras do Livro da Aliança, que havia sido encontrado no templo do Senhor.

Fico emocionada ao imaginar essa cena. Josias convocou todos para irem à Casa do Senhor e ele mesmo leu o Livro da Aliança.

Depois tomou seu lugar e, diante do Senhor, estabeleceu uma aliança. Comprometeram-se a seguir e obedecer, de todo coração e de toda alma, aos Seus mandamentos, testemunhos e estatutos, cumprindo zelosamente as palavras da Aliança escritas no Livro. Também fez com que todos que estavam em Jerusalém e em Benjamim se comprometessem com o mesmo pacto.

Todos os moradores de Jerusalém passaram a obedecer e a proceder de acordo com a Aliança do Senhor.

Josias retirou todas as abominações de todas as terras que pertenciam aos israelitas. Fez com que todos que estavam em Israel cultuassem e servissem ao Senhor. E somente a Ele.

Enquanto viveu, não deixaram de andar de acordo com a vontade do Senhor.

Como é linda a história de Josias. Não olhou para os maus exemplos de seus pais, olhou para os exemplos de Davi. Sabia que Davi conhecia o Senhor e começou a buscá-Lo.

O Senhor é maravilhoso. Sempre se deixa encontrar quando O procuramos. Ele “não sabe” brincar de “esconde-esconde”. Tão logo percebe que O procuramos, sai de Seu esconderijo e Se apresenta. Seu desejo é fazer-Se conhecido. A cada um de nós.

Que possamos procurá-Lo. A cada dia.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/esconde-esconde.html

quinta-feira, 11 de abril de 2019

2 Reis 22.1-20

Leitura do dia 11/04.

Na postagem anterior, vimos que Amom seguiu os caminhos de Manassés, seu pai, fazendo o que era abominável aos olhos do Senhor. Ficou no trono apenas por dois anos. Foi assassinado. Seu filho Josias foi coroado em seu lugar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-211-26.html

Agora, caminharemos através do capítulo vinte e dois.

Josias tinha oito anos quando começou a reinar. Reinou trinta e um anos em Jerusalém.

Para nosso deleite, praticou o que era correto e agradável aos olhos do Senhor. Novamente aumenta o nível, pois procurou agir, em tudo, de acordo com os princípios de Davi, sem se desviar para direita nem para a esquerda. Que maravilha!

Quando estava com vinte e seis anos, no décimo oitavo ano do seu reinado, mandou o escrivão e seu secretário pessoal Safã, à Casa do Senhor com a ordem de falar com Hilquias, o sumo sacerdote. Era para conferir o dinheiro que os guardas da entrada tinham recebido das mãos do povo e era levado para o templo.

Todos deveriam entregar sua prata exclusivamente nas mãos desses homens nomeados para supervisionar a reforma do templo, para que pudessem pagar todos os trabalhadores que faziam a restauração: os carpinteiros, construtores e pedreiros; e para comprarem madeira e pedras lavradas com arte. Não era necessário prestar contas de toda a prata que lhes fora entregue em confiança. Todos agiam com absoluta honestidade.

Que maravilha poder ler algo assim!

Hilquias compartilhou com Safã que encontrara o Livro da Lei, na Casa do Eterno.

Quanto tempo aquele livro ficou perdido?

Todos os reis deveriam receber uma cópia quando sentassem no trono. Uma cópia para estar sempre com ele, e ler, e aprender do Senhor. No entanto, o Livro da Lei não se encontrava nem na Casa do Senhor, muito menos na cabeceira do rei. Até que Hilquias o encontrou. Foi um verdadeiro achado.

Hilquias entregou o Livro a Safã.

Safã, que era o escrivão, o leu. Fico imaginando como deve ter sido preciosa essa leitura. Um escrivão ter em suas mãos a Lei do Senhor.

Depois, apresentou-se ao rei com o relato de sua visita. Disse que haviam contado toda a prata que foi achada no templo e a confiaram aos mestres supervisores da obra e aos trabalhadores. Contou também que Hilquias lhe entregara um livro.

Safã o leu diante do rei. Como não ler? Como guardar aquela leitura somente para si, sabendo que o rei deveria meditar nela dia e noite?

Josias estava restaurando a Casa do Senhor. Mas não conhecia o Livro da Lei. Não conhecia Seus mandamentos ali escritos.

Quando o rei ouviu a leitura do Livro da Lei, levantou-se indignado. Rasgou suas vestes, em sinal de humilhação.

Imediatamente ordenou ao sacerdote Hilquias, a Aicão, a Acbor e a Safã que fossem consultar ao Senhor por ele e por todo o povo, com relação às palavras do Livro. Com certeza era grande o furor do Senhor. Seus antepassados não obedeceram o que estava escrito.

Os quatro partiram. Foram até Hulda, a profetiza, esposa de Salum, responsável pelo guarda-roupa e pelas vestes sagradas do templo. Morava na parte baixa de Jerusalém, um bairro novo que ali se formara.

Hulda lhes comunicou a Palavra do Senhor. Sua ordem era para dizer ao rei que Ele traria castigo sobre Judá e seus moradores, de acordo com todas as palavras do Livro que lera. Tudo porque O desprezaram e queimaram incenso sagrado a outros deuses, provocando-O à ira por meio de todas as obras das suas mãos. O Seu furor havia se acendido contra Judá e não se extinguiria.

Também deveriam dizer ao rei que, por seu coração ter se movido e se humilhado em Sua presença, assim que ouvira as palavras do Livro e, indignado rasgara suas vestes, pranteando seu arrependimento diante dEle, também Ele o ouvira. Ele o recolheria antes desses acontecimentos. Seus olhos não contemplariam o severo castigo que enviaria sobre aquele povo e aquele lugar.

Assim que a mensagem foi entregue, aqueles quatro emissários voltaram, levando a resposta do Senhor ao rei.

Como Josias reagirá ao ouvir a Palavra do Senhor?

Continuamos amanhã.

Espero você. Até lá.

Textos semelhantes:
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josias-rasga-suas-vestes.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/acharam-o-livro-da-lei-e-agora.html

2 Reis 21.1-26

Leitura do dia 11/04.

Na postagem anterior, vimos Ezequias receber a palavra do Senhor através de Isaías. E ser grato, apesar de tudo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-201-21.html

Agora, caminharemos através do capítulo vinte e um.

Manassés estava com doze anos de idade quando começou a reinar. Reinou cinquenta e cinco anos em Jerusalém.

Para nossa tristeza, fez o que era mau aos olhos do Senhor. Seguiu a prática abominável das nações pagãs que o Senhor expulsara daquela terra. Edificou os altares das colinas que seu pai Ezequias tinha posto abaixo. E fez pior.

Ergueu altares a Baal. Mandou construir um poste-ídolo como o que Acabe, rei de Israel, tinha feito. Adorou todo o exército do céu e lhes prestou culto. Levantou altares até na Casa do Senhor. Edificou altares em homenagem aos astros e a todo exército dos céus nos dois pátios do templo do Senhor.

Quando pensamos que acabou, sua lista de abominações continua. Parece interminável.

Ele queimou seu próprio filho como holocausto e sacrifício às divindades que cultuava. Praticou adivinhações através das nuvens. Dedicou-se à feitiçaria. Recorreu a médiuns e a quem dissesse que consultava espíritos.

Fez tudo que o Senhor reprova. Assim, provocou Sua ira.

Além disso, ainda tomou o poste sagrado que havia feito e o colocou na Casa do Senhor. A casa que o Senhor disse expressamente a Davi e a seu filho Salomão que estabeleceria Seu Nome para sempre.

O Senhor também havia dito que não permitiria mais que os pés dos filhos de Israel caminhassem sem rumo naquela terra, desde que tivessem o cuidado de viver e observar tudo o que lhes ordenara. Mas o povo não deu ouvidos. Deixaram-se induzir por Manassés, ao erro e ao pecado. Agiram muito pior do que as nações pagãs que o Senhor havia exterminado diante dos olhos dos israelitas. Por mais impossível que pareça.

O Senhor enviou Seus servos, os profetas, dizendo que por tudo que fizeram, enviaria um castigo tão severo sobre Jerusalém e Judá, que ambos os ouvidos de todos que escutassem retiniriam. Estenderia sobre Jerusalém o fio de medir utilizado contra Samaria e o fio de prumo usado contra a família de Acabe. Limparia Jerusalém como se limpa um prato. Lavando e virando de cabeça para baixo.

Usar o fio de medir era um costume da época. As pessoas eram colocadas lado a lado. Normalmente, media-se o fio em um grupo. Este era salvo. Media-se novamente dois grupos, que eram condenados.

O Senhor desprezaria os restos da Sua herança. Ele os entregaria nas mãos de seus inimigos. Serviriam de presa e espólio. Tudo porque praticaram o que é reprovável aos Seus olhos, deixando-O irado desde o tempo em que seus antepassados saíram do Egito até aqueles dias.

Manassés era tão terrível que matou muitas pessoas inocentes. As ruas de Jerusalém ficaram alagadas de sangue. Além disso, cometeu o pecado de induzir o povo de Judá a adorar seus ídolos, praticando, o que definitivamente não agrada o Senhor. Quando morreu, foi sepultado num terreno em seu próprio palácio, no Jardim de Uzá. Seu filho Amom assumiu seu lugar.

Como é triste ver que após Ezequias, que se convertera ao Senhor e andara nos caminhos de Davi, vem Manassés que fez e levou o povo a fazer pior que as nações que o Senhor havia expulsado.

Judá passou a andar nos caminhos de Israel. Não conseguia enxergar que teria o mesmo destino.

Amom é o novo rei. Estava com vinte e dois anos quando começou a reinar. Reinou apenas dois anos em Jerusalém. Não seguiu o caminho de seu avô Ezequias. Como seu pai, cometeu muitos pecados. Suas atitudes e práticas desgostaram o Senhor. Muito.

Andou no mau procedimento de seu pai, imitando-o. Também adorou e serviu os ídolos que seu pai havia cultuado. Desprezou o Senhor, Deus de seus antepassados. Não quis seguir o caminho do Eterno. Um dia, seus próprios oficiais conspiraram contra ele. Assassinaram-no em seu palácio. Foi sepultado no túmulo da família real, no Jardim de Uzá.

Depois disso, o povo da terra matou os que se revoltaram contra Amom. Josias, seu filho, foi proclamado rei em seu lugar.

Ainda há uma lâmpada acesa na família de Davi.

Como será Josias? Imitará seu pai e seu avô? Imitará os reis de Israel? Há alguma esperança para Judá?

Veremos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.

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2 Reis 20.1-21

Leitura do dia 11/04.

Continuamos nossa caminhada através do livro de 2 Reis.

Ontem vimos Oseias reinando em Israel, os assírios conquistando Samaria. Os estrangeiros se estabelecendo em Israel e sendo ensinados a adorar o Senhor, mas continuarem a servir seus deuses.

Também vimos que Ezequias reina em Judá. Senaqueribe ameaça Jerusalém. Ezequias busca ajuda no Senhor. O Senhor responde com promessa de livramento.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-171-41.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-181-33.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-191-37.html

Agora, leremos os capítulos vinte a vinte e dois.

Na primeira postagem, o capítulo vinte.

Logo após o livramento que o Senhor deu a Ezequias e a Jerusalém, o rei ficou doente. À beira da morte. Isaías foi visitá-lo. Ordenou que colocasse sua casa em ordem. Ele não se recuperaria.  Certamente morreria.

Quando ouviu essas palavras, virou o rosto para a parede e orou ao Senhor. Suplicou que o Senhor se lembrasse dele. Lembrou-Lhe como vinha caminhando com Ele em fidelidade, sinceridade e integridade de coração, praticando o que é justo e correto diante dEle. Ezequias ficou muito angustiado. Chorou copiosamente. Não queria morrer.

Antes que Isaías atravessasse o pátio intermediário para sair da cidade, o Senhor ordenou que voltasse e dissesse a Ezequias que o Senhor Deus de seu pai Davi ouvira suas orações e súplicas, também vira suas lágrimas.

O Senhor iria curá-lo. Depois de três dias, Ezequias agradeceria na Casa do Senhor. Quinze anos seriam acrescentados à sua vida e mais, o Senhor livraria ele e Jerusalém das mãos do rei da Assíria. O Senhor protegeria Jerusalém por amor à Sua própria pessoa e por amor a Seu servo Davi.

Quando Isaías falou com Ezequias, perguntou qual sinal o Senhor daria de que o curaria e ele conseguiria ir à Casa do Senhor três dias depois.

Isaías lhe perguntou o que queria que acontecesse: Que a sombra do relógio de sol adiantasse ou regredisse dez graus. Ezequias respondeu que era fácil a sombra se adiantar. Ele preferia ver a sombra retornar os dez graus. Isso sim era um sinal! O tempo voltar! Uau!

Isaías clamou o nome do Senhor e imediatamente Ele fez a sombra recuar dez graus que já havia avançado no relógio de sol de Acaz.

Isaías ordenou ao rei que tomasse uma pasta de figos e passasse sobre a úlcera. Em seguida, um emplastro foi aplicado às feridas. Como o Senhor disse, ele ficou curado.

É maravilhoso ver o Senhor respondendo tão rapidamente à oração de Ezequias. Isaías ainda não havia saído da cidade e o Senhor mandou que retornasse com a resposta para ele.

E que sinal! O tempo simplesmente recuou. Para dar um sinal a um homem. De que o prometido pelo Senhor aconteceria. Em apenas três dias. Que Deus maravilhoso o que servimos! Meu coração se inclina diante dEle. Preciso adorá-Lo. Reverenciá-Lo.

Logo depois, Merodaque-Baladã, filho de Baladã, rei da Babilônia, soube que Ezequias estivera doente e se recuperara. Enviou cartas e um presente a Ezequias.

Ezequias recebeu seus mensageiros. Apresentou-lhes todo o palácio. Seus tesouros, a prata, o ouro, as especiarias, seus melhores óleos, seu depósito de armas e tudo quanto havia em seus muitos armazéns. Mostrou tudo que havia em seu palácio e em todo o seu reino. Com alegria.

Depois que foram embora, Isaías foi ao seu encontro. Perguntou-lhe o que os homens que o visitaram queriam e de onde vieram. Ezequias disse que eram de um país muito longe chamado Babilônia.

Isaías perguntou o que haviam observado. Ezequias respondeu que tinham visto tudo. No palácio e em seus armazéns.

Isaías declarou a Ezequias a palavra que o Senhor lhe dissera. Viriam dias em que tudo que existia no palácio do rei, todos os tesouros que seus antepassados acumularam, seriam levados para a Babilônia. Até os filhos que ele mesmo gerara seriam levados para serem eunucos no palácio do rei da Babilônia.

Ezequias considerou essa palavra. Disse a Isaías que se cumprisse a boa vontade do Senhor. Ele entendeu que viveria em paz e seu reino não veria o castigo futuro.

Durante seu reinado, além das reformas que fez, Ezequias construiu um açude e um aqueduto. Levou água potável para dentro de Jerusalém. O túnel de Ezequias foi descoberto embaixo da cidade de Davi. Uma construção impressionante.

Quando morreu, seu filho, Manassés passou a reinar em seu lugar.

Ezequias foi um rei que temeu ao Senhor. Como lemos, não houve nenhum outro que tenha se convertido ao Senhor como ele. Andou, não nos caminhos de seus pais, mas no caminho de Davi. Elevou o padrão. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/destruicaoreconstrucao.html

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

segunda-feira, 1 de abril de 2019

1 Reis 11.26-43

Leitura do dia 01/04.

Na postagem anterior, vimos que Salomão abandonou o Senhor. Seguiu atrás dos deuses de suas muitas mulheres. Que triste!
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-111-25.html

Continuamos nossa caminhada pelas páginas do capítulo onze. Do versículo vinte e seis em diante.

Falamos que o Senhor levantou inimigos que fizeram guerras contra Salomão. Agora falaremos de Jeroboão.

Era filho de Nebate, de Efraim. Servo de Salomão. Um homem valente, talentoso e competente.

Quando Salomão viu o quanto era bom trabalhador, encarregou-o da coordenação de todos que realizavam trabalhos forçados e que pertenciam às tribos de José. Lembra? Efraim e Manassés.

Certo dia, nesta época em que era o coordenador do rei, Jeroboão saiu de Jerusalém. Aías, o profeta de Siló, encontrou-se com ele no caminho.

Aías usava uma capa nova. Ele agarrou sua capa com toda força e a rasgou. Em doze pedaços.

Imagine a cena. Você andando pela estrada. De repente, um profeta, que normalmente não tem roupas novas, está com uma capa linda, novinha. Ele o vê. Pega em sua própria capa. Com toda força. Rasga em doze pedaços. Vem em sua direção. E lhe entrega dez pedaços.

Aías entregou dez pedaços a Jeroboão. E declarou: “Assim diz o Senhor, Deus de Israel: Eis que arrancarei o reino das mãos de Salomão e lhe darei dez tribos”.

O Senhor disse a Jeroboão que deixaria Salomão com uma tribo como demonstração de Seu amor para com Davi e Jerusalém. Explicou a Jeroboão que agiria dessa força porque Salomão e seu reino haviam-No abandonado, preferindo adorar Astarote, a deusa dos sidônios, Camos, deus dos moabitas e Moloque, deus dos amonitas. Não buscaram andar em Seus caminhos. Não fizeram o que Ele aprova, nem obedeceram Seus estatutos e mandamentos, como Davi.

O Senhor ainda disse que não tiraria o reino das mãos de Salomão. Tiraria da mão de seu filho e daria a ele dez tribos. Uma ficaria com o filho de Salomão para que Davi sempre tivesse uma lâmpada diante do Senhor, em Jerusalém, cidade que havia separado afetuosamente para estabelecer Seu Nome.

Na verdade, duas tribos ficariam com os descendentes de Davi, Judá e Benjamim.

O Senhor também disse que levantaria Jeroboão e o faria reinar sobre tudo que seu coração desejasse. Seria rei sobre Israel. Mas havia uma condição. Deveria atentar para tudo que o Senhor lhe ordenasse, andar em Seus caminhos e praticar o que era justo e certo aos Seus olhos, obedecendo às Suas orientações e mandamentos, como Davi fizera. O Senhor mesmo estaria com Ele e firmaria para ele uma dinastia perene, como fez com Davi.

Que privilégio de Jeroboão. Ouvir essas palavras do Senhor! Até uma dinastia perene, como a Davi. E o Senhor ainda lhe explica porque não lhe dará Israel todo. Uau! Que homem deveria ser Jeroboão!

E então, sabe o que acontece? Se você se lembrou de Saul, acertou.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/saul-podia-ter-dado-certo.html

Salomão procurou matar Jeroboão. Ele precisou fugir. Fugiu para o Egito, para Sisaque, o rei. Lá ficou, até a morte de Salomão.

Como é triste ver que Salomão se desviou do Senhor. E perdeu sua identidade. Como Saul.

Quando abandonamos o Senhor, não nos perdemos apenas dEle. Perdemo-nos de nós mesmos.

Quem não sabe quem é, normalmente persegue aquele que tem um destino e quer alcançá-lo. Foi o que fez Saul com Davi. E o que fez Salomão com Jeroboão.

Nossa identidade está em Deus. Ele, que nos criou, sabe quem somos. E nos revela.

Salomão morreu. Foi sepultado na Cidade de Davi. Seu filho, Roboão, reinou em seu lugar.

E agora? Como será? Jeroboão e Roboão reinarão? Como será essa divisão? Dez tribos para Jeroboão e duas para Roboão? Dará certo?

Veremos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/reino-dividido.html

terça-feira, 5 de março de 2019

Juízes 1.1-34

Leitura do dia 05/03.

Continuamos nossa caminhada através das páginas do Livro dos livros.

Ontem vimos as cidades que foram destinadas à moradia dos levitas.

As tribos do leste voltaram para casa, mas antes de atravessarem o Jordão, fizeram um altar para ser testemunha de que continuavam sendo israelitas, com direito de adorar ao Senhor.

Também vimos as palavras finais de Josué a Israel, seu posicionamento em seguir apenas ao Senhor e a renovação da aliança do povo, com o Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-211-2234.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-231-2433.html

Hoje iniciaremos uma nova jornada. O livro de Juízes. Do capítulo um ao capítulo três.

Na primeira postagem, o capítulo um.

Confesso que tenho um grande problema ao ler este livro. Toda vez que fala “e os filhos de Israel fizeram (ou voltaram a fazer) o que era mal aos olhos do Senhor”, meu estômago embrulha.

Gostaria que fosse assim apenas naquela época. O que já seria terrível. Mas se olharmos toda a história, veremos que, quase sempre, continua do mesmo jeito. E o Senhor continua tentando nos aproximar dEle. Por causa, exclusivamente, de Sua misericórdia para conosco.

O livro não começa em ordem cronológica. Mesmo assim, nos dá um resumo dos acontecimentos, antes de iniciar propriamente a história dos Juízes.

Os Juízes eram homens que o Senhor levantava cada vez que o povo lembrava de clamar por socorro a Ele, o único que realmente pode socorrer. Houve uma mulher entre eles. Apenas uma. Para a época, é simplesmente espetacular!

Depois da morte de Josué, os israelitas perguntam ao Senhor qual tribo deve ser a primeira a atacar os cananeus. O Senhor responde que é Judá.

Em minha opinião, uma pergunta desnecessária. Lembra o acampamento no deserto? A primeira tribo a sair sempre era a tribo de Judá. Desculpe, não estou implicando com o livro. Amo. Só sofro toda vez que leio que Israel fez o que parecia mal aos olhos do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/na-postagem-anterior-vimos-sobre-o-ano.html

A tribo de Judá chama a tribo de Simeão, que vai com eles. Atacam e vencem.

Arrancam os pés e as mãos do rei de Bezeque. Ele reconhece que o Senhor estava retribuindo o que fizera com setenta reis que comiam migalhas em sua mesa. Mas, ao contrário daqueles reis, foi levado a Jerusalém e morreu ali. Adoni-Bezeque não comeu migalhas na mesa de ninguém.

O autor conta novamente sobre a herança de Calebe e a história de Otniel e Acsa. A mesma história que lemos no capítulo quinze de Josué. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-141-1718.html

O Senhor era com Judá, que tomou posse da região montanhosa, mas não conseguiu expulsar os habitantes da planície. Eles tinham carros de guerra com rodas de ferro.

Benjamim também não conseguiu expulsar os jebuseus de Jerusalém. Habitaram entre eles.

O Senhor abençoou os filhos de José, que atacaram a cidade de Luz, após pedir a um morador que lhes mostrasse como entrar nela. Mataram todos na cidade. Menos esse homem e sua família. Trocaram o nome da cidade para Betel.

O homem que lhes ajudou foi morar entre os hititas e fundou uma cidade chamada Luz. Provavelmente, amava sua cidade.

Manassés não expulsou os cananeus de muitas cidades. Estavam decididos a permanecerem na região. Provavelmente mais decididos que Manassés em expulsá-los. Tornaram-se trabalhadores braçais.

Efraim também não expulsou os habitantes de Gezer. Habitaram entre eles. O mesmo aconteceu com Zebulom, Aser e Naftali.

A tribo de Dã foi obrigada a recuar. Os amorreus não deixaram que fossem à planície. Ao que me parece, também estavam mais decididos que os danitas.

Que sejamos mais decididos que nossos inimigos. Não há como dividirmos o mesmo espaço. E, quando falo em inimigos, estou falando de nossos inimigos de verdade.

"Pois nós não lutamos contra inimigos de carne e sangue, mas contra governantes e autoridades do mundo invisível, contra grandes poderes neste mundo de trevas e contra espíritos malignos nas esferas celestiais". - Efésios 6.12

O capítulo um termina aqui. Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

sábado, 2 de março de 2019

Josué 14.1-17.18

Leitura do dia 02/03.

Lá vamos nós através das páginas de Josué.

Ontem vimos que o Senhor é melhor que cavalos e carros de guerra.

Israel derrotou completamente trinta e um reis. Tomando posse da terra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-111-1333.html

Hoje caminharemos pelos capítulos quatorze a dezessete.

A terra já foi repartida entre alguns. Faltam outros.

Calebe, junto com uma comitiva da tribo de Judá vai até Josué. Pede que lembre-se das palavras do Senhor a respeito deles. Ainda quando estavam em Cades-Barneia. Quarenta e cinco anos atrás.

Lembra que estava com quarenta anos. Fez o reconhecimento da terra. E deu um relatório verdadeiro. Mas os outros fizeram o povo temer e desistir de confiar no Senhor. Ele, no entanto, continuou seguindo, de todo seu coração. Por isso, Moisés naquele dia afirmou que entraria na terra. Havia sido fiel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-131-1445.html

Calebe reconhece que, mesmo no deserto, o Senhor lhe preservou a vida. E a força. Agora está com oitenta e cinco anos. Continua forte como antes.

Pede para si, a terra de Hebrom, antes chamada Quiriate-Arba, em homenagem a Arba, um grande herói descendente de Enaque, o gigante.

Sabe que os descendentes de Enaque ainda habitam ali, mas sabe também que se o Senhor for com ele, certamente os expulsará da terra.

Josué entrega a terra a Calebe. Ele expulsa dali três grupos de enaquins.

Depois vai a Quiriate-Sefer. Ali, declara que dará sua filha Acsa em casamento ao homem que ataque e tome a cidade. Esse homem é Otoniel, filho de seu irmão. Calebe lhe dá Acsa como esposa.

Antes que fosse com ele, porém, desce do cavalo à vista de seu pai. Ele sabe que ela quer algo. E pergunta o que deseja. Acsa responde que quer um presente. Ganhara terras no deserto do Neguebe. Mas também quer fontes de água. É uma questão de necessidade para quem vai morar no deserto. E Calebe lhe dá. Mais do que pediu. Ele lhe dá as fontes superiores e as inferiores.

Que sejamos como Acsa. Que peçamos presentes ao Senhor! Fontes de água, de vida. Ah, como precisamos!

As cidades foram separadas para as tribos de Judá. Eles não conseguiram expulsar os habitantes de Jerusalém, os jebuseus. Que ficaram vivendo junto com eles.

A tribo de José transformou-se em duas tribos, Efraim e Manassés.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-481-22.html

As terras de Efraim foram distribuídas. Também não conseguiram expulsar os cananeus de Gezer. Viveram ali, sujeitos a trabalhos forçados.

A meia tribo de Manassés, que ainda não recebera sua herança, foi contemplada. As filhas de Zelofeade foram até Josué e lembraram-lhe que o Senhor havia ordenado que também lhes dessem herança. E elas a receberam. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-261-2723.html

Que aprendamos a ser como essas mulheres corajosas, que conquistaram o direito de toda mulher em Israel receber a herança de seu pai, se não houvesse irmãos para receberem.

Para Manassés foi difícil habitar a terra. Não conseguiram ocupar suas cidades. Os cananeus estavam determinados a não saírem. Quando, porém, Manassés se fortaleceu, submeteu os cananeus a trabalhos forçados.

Os descendentes de José foram até Josué e reclamaram. O Senhor os havia abençoado. Eram muitos. Queriam mais porções de terra para si.

Josué ordenou que, além da região montanhosa, abrissem caminho no bosque e conquistassem aquelas terras. Eles argumentaram que os cananeus do vale tinham carros de guerra com rodas de ferro e eram fortes. Fortes demais para eles.

Josué disse que eles eram numerosos e fortes. Os bosques seriam deles. Que abrissem espaço. O espaço que desejassem. Que tomassem posse dos limites mais distantes. Ainda que os cananeus dos vales fossem mais fortes e possuíssem carros de guerra com rodas, conseguiriam expulsá-los.

Parece que esqueceram o que o Senhor havia feito. Quantas batalhas foram ganhas, sem nenhum carro de guerra? Quantos reis foram destruídos, apenas por terem confiado no Senhor?

Que possamos lutar pela nossa terra. O inimigo é forte demais para nós. Mas o Senhor está conosco. Ele nos dará a vitória, se perseverarmos em seguí-Lo e lutarmos por nossa herança.

Hoje ficamos por aqui.

Amanhã continuamos. Leremos Josué, do capítulo dezoito ao capítulo vinte.

Espero você. Até lá.

sexta-feira, 1 de março de 2019

Josué 11.1-13.33

Leitura do dia 01/03.

Iniciamos o mês de março. Continuamos nossa caminhada.

Já andamos por todo o Pentateuco. estamos quase na metade do livro de Josué. Foi tão rápido!

Ontem vimos a conquista de Aí. Não com a estratégia de Israel, mas com a estratégia e a benção do Senhor, que foi e lutou com eles e por eles.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-81-35.html

Vimos também que foram enganados pelos gibeonitas. Embora tivessem fiscalizado suas bagagens, não pediram a orientação do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-91-27.html

Israel derrotou os reis do sul, conquistando toda aquela região. O Senhor era com ele. Até o dia durou mais tempo que o normal. Como nunca antes acontecera. Nem depois. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-101-43.html

Agora, caminharemos através dos capítulos onze a treze.

Os reis do norte se uniram. Saíram todos juntos para guerrear contra Israel. Era uma enorme multidão. Não dava nem para contar. Eram como os grãos de areia na praia. Com muitos cavalos e carros de guerra. Eles se acamparam junto às águas. Prontos para aniquilar Israel.

Israel não tinham nada disso. Contavam apenas com o Senhor!

E o Senhor fala para Josué não temer. No dia seguinte, àquela mesma hora, o Senhor os entregaria a eles.

Não sei o que passou pela cabeça de Josué. Nem dos comandantes. Dos soldados. Ou do povo. Sei o que passou pela minha cabeça. Imagine aqueles cavalos e carros de guerra sendo agregados ao exército de Israel? Uau! Seria um grande acréscimo!

Mas o Senhor ordena que todos os tendões dos cavalos sejam cortados e os carros queimados. Se fosse eu, já levantaria meu dedo, pedindo licença para falar e argumentaria em como seria maravilhoso ter aqueles carros e cavalos para guerrear contra o restante do povo da terra.

Josué não. Ele é muito melhor que eu. Não argumenta. Simplesmente obedece.

Israel atacou de surpresa. E o Senhor deu a vitória a Israel. Não sobrou nenhum guerreiro vivo. Josué fez exatamente o que lhe fora ordenado. Cortou os tendões dos cavalos e queimou os carros de fogo.

A verdade é que se temos o Senhor ao nosso lado, não precisamos de cavalos e carros de guerra? Não. A verdade é que se tivermos muitos cavalos e carros de guerra, diremos que eles foram os responsáveis pela vitória. Não o Senhor.

“Alguns povos confiam em carros de guerra, outros, em cavalos, mas nós confiamos no nome do Senhor, nosso Deus. Tais nações perdem as forças e caem, mas nós nos levantamos e permanecemos firmes”. – Salmos 20.7,8

Josué matou todos os reis e seus povos. Os despojos e os animais foram tomados. Mas não deixaram ninguém viver. Josué obedeceu fielmente às ordens do Senhor.

Depois de muito tempo, Josué conquistou toda aquela terra. Ninguém fez paz com Israel, exceto os gibeonitas.

E, por fim, a terra descansou em paz.

Ao todo, Israel derrotou trinta e um reis. Exércitos com cavalos e carros. Porque o Senhor era com eles.

Josué já estava velho e ainda faltava muita terra para ser conquistada. O Senhor ordenou que sorteasse e distribuísse a terra entre o povo. Ele mesmo expulsaria os povos de diante deles. Mas a terra precisava ser dividida.

As tribos de Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés já haviam recebido sua herança.

A tribo de Levi não tinha herança. Sua herança vinha das ofertas especiais para o Senhor. O próprio Senhor era sua herança. Que maravilha ter o Senhor como herança. E que difícil também.

Hoje ficamos por aqui.

Amanhã continuamos, através dos capítulos quatorze a dezessete de Josué.

Espero você. Até lá.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Josué 4.1-24

Leitura do dia 27/02.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Josué.

Ontem vimos a ordem do Senhor a Josué. Ele precisa ser forte e corajoso. Meditar em Sua lei dia e noite. Ter o cuidado em obedecê-la.

Também vimos Josué ordenar às tribos de Rúben, Gade e à meia tribo de Manassés, que atravessem o Jordão para batalhar por seus irmãos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-11-18.html

Vimos a ajuda de Raabe, a prostituta, aos dois espias de Josué. E o cordão vermelho e a segurança que apontam para o Senhor Jesus.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-21-24.html

Israel atravessou o Jordão. Apenas os pés dos sacerdotes molharam. O restante do povo atravessou em terra seca.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-31-17.html

Hoje caminharemos do capítulo quatro ao capítulo sete.

Na primeira postagem, o capítulo quatro.

Assim que atravessaram o Jordão, o Senhor ordenou que Josué escolhesse doze líderes, um de cada tribo. Iriam até o meio do rio, onde a arca ainda se encontrava e pegariam doze pedras. Cada um trouxe uma pedra em seus ombros. Com elas, fariam um monumento.

Eram homens corajosos. Entraram novamente no rio que haviam atravessado rapidamente.

Trouxeram as pedras. Fizeram um monumento para as próximas gerações. Todos saberiam que, assim como o Senhor abrira o Mar Vermelho, também abriu o Jordão.

Josué também levantou um monumento com doze pedras, no lugar em que a arca estava parada, dentro do Jordão.

Um monumento fora do Jordão, no acampamento em Gilgal e um monumento dentro do Jordão. Um visível o outro não.

Os sacerdotes só saíram de dentro do rio depois que todas as ordens do Senhor foram cumpridas. Quando todos estavam do outro lado do Jordão, em completa segurança, os sacerdotes saíram do leito do rio, enquanto todo o povo observava. A arca ia em seus ombros, nas quatro varas próprias para carregá-la. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-41-49.html

Os guerreiros das tribos de Rúben, Gade e da meia tribo de Manassés atravessaram à frente dos israelitas. Cerca de quarenta mil homens armados para a guerra. Cumpriram sua palavra para com Moisés e Josué. O Senhor ia com eles enquanto avançavam.

Neste dia o Senhor engrandeceu Josué à vista de todos. Israel reconheceu que o Senhor era com ele e o obedeceu enquanto viveu.

Josué ordenou aos israelitas que, quando perguntassem o que significava aquele monumento de doze pedras, contariam que atravessaram o Jordão a pé enxuto. O Senhor fez assim para que todas as nações da terra soubessem o quão poderoso Ele é e para que Israel sempre O temesse.

Assim termina o capítulo quatro.

Que cumpramos nossas palavras como esses guerreiros cumpriram, atravessando à frente de seus irmãos, ainda que já tivessem recebido sua herança.

Que sejamos corajosos como aqueles homens que voltaram para pegar uma pedra, dentro do rio. Como Josué, que ergueu um monumento ali. Como os sacerdotes que carregavam a arca. E foram os primeiros a entrar no rio e os últimos a sair.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

Josué 1.1-18

Leitura do dia 26/02.

Continuamos nossa caminhada.

Ontem terminamos o livro de Deuteronômio. O último livro do Pentateuco.

Vimos a “Canção de Moisés”. Seus últimos conselhos, chamando Israel à obediência. A consagração de Josué como o líder que os conduzirá à terra prometida. E a morte de Moisés. Israel lamentou durante trinta dias.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-321-3412.html

Agora caminharemos através das páginas do livro de Josué, o novo líder de Israel. O primeiro dos livros chamados livros históricos.

Hoje leremos do capítulo um ao capítulo três.

Nesta primeira postagem, apenas o capítulo um.

Josué deve ter sofrido muito a morte de Moisés. Os dois andaram juntos por quarenta anos.

Agora, é chegada a vez de Josué estar à frente. Não há mais um líder a quem ele possa recorrer. Ele é o líder. Recorrerá ao Senhor.

O Senhor disse a Josué que Moisés estava morto. Chegou a hora dele conduzir o povo para atravessar o rio e entrar na terra que estava lhes dando.

Onde pisassem, seria deles.

E enquanto vivesse, não haveria alguém que pudesse resistir a Josué. Que maravilha ouvir algo assim, do Senhor!

E o Senhor lhe esclarece o motivo. As pessoas não poderiam resistir a Josué porque o Senhor estaria com ele, como esteve com Moisés. Nunca o deixaria. Não porque ele fosse um guerreiro valente, experiente na arte da guerra, treinado para ser líder. Ele não era o “poderosão”. Não seria resistido porque o Senhor estava com ele e estaria todos os dias de sua vida.

A ordem do Senhor era que Josué fosse forte e corajoso. Somente forte e muito corajoso. Que tivesse o cuidado de cumprir toda a lei. Que não se desviasse dela, nem para a esquerda, nem para a direita. Assim, ele seria bem sucedido em tudo que fizesse.

Josué deveria relembrar continuamente os termos do Livro da Lei. Meditar nele dia e noite, para ter certeza de cumprir tudo que estava ali escrito. Se Josué agisse assim, seria próspero em tudo que fizesse. E teria sucesso.

Não teria prosperidade e sucesso se fizesse um monte de cursos de autoajuda, nem se repetisse frases de auto convencimento. Seria próspero se meditasse na palavra do Senhor e a obedecesse.

O Senhor termina de falar com Josué dando-lhe uma ordem. A ordem é novamente, para que Josué seja forte e corajoso. Que não tenha medo nem fique desanimado, por um único motivo: O Senhor estaria com ele por onde quer que fosse.

O Senhor não lhe disse que seria fácil. Eles teriam que lutar. Mas o Senhor estaria com ele. O tempo todo.

Após o Senhor lhe falar, Josué ordenou que os oficiais do povo percorressem o acampamento. Que o povo preparasse suprimento. Dentro de três dias atravessariam o Jordão. E tomariam posse da terra.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/so-faltam-tres-dias.html

Até agora o Senhor não falou, nem Josué, nem ninguém, como atravessarão o Jordão. Josué creu na palavra do Senhor. Se Ele disse que atravessariam é porque atravessariam. Josué atravessou o Mar Vermelho, quarenta anos antes. Agora, o Jordão estava à sua frente. O Senhor faria de novo.

Em seguida, Josué convocou as tribos de Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés. Lembrou-lhes do que foi combinado com Moisés. Passariam à frente de seus irmãos. Só voltariam para suas terras depois que seus irmãos também tivessem conquistado as suas.

Responderam a Josué que passariam, armados completamente. Que fariam tudo que Josué lhes ordenasse. E o obedeceriam em tudo. Desejaram que o Senhor fosse com ele como foi com Moisés. E quem se rebelasse contra suas ordens, seria morto. Também pedem que Josué faça apenas duas coisas: que seja forte e corajoso.

O capítulo um termina assim.

Veremos o que acontecerá na próxima postagem.

Espero você. Ate já.

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Deuteronômio 4.1-49

Leitura do dia 17/02.

Continuamos nossa caminhada pelo livro de Deuteronômio.

Ontem vimos o discurso de Moisés. Ele está relembrando toda a caminhada do Egito até o acampamento no vale do Jordão.

Seus dias estão contados. Não entrará na terra.

Ele relembra tudo que o Senhor falou, para Israel não esquecer Seus mandamentos e obedecê-Lo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-11-46.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-21-329.html

Hoje, leremos os capítulos de quatro a sete.

Na primeira postagem veremos o capítulo quatro.

Moisés encoraja Israel a obedecer aos decretos e estatutos do Senhor. Para que vivam. Para que tomem posse da terra. E permaneçam nela.

Não podiam acrescentar nem tirar coisa alguma do que o Senhor havia falado. Simplesmente obedecer aos mandamentos do Senhor.

Moisés lembra que viram com seus próprios olhos o que o Senhor fez em Baal-Peor. Ele destruiu todos que adoraram Baal. Mas eles, que foram fiéis ao Senhor, estavam vivos.

Moisés ensinou-lhes tudo que o Senhor ordenada, para que Israel cumprisse quando entrasse na terra que o Senhor lhes dava.

Obedecendo Seus mandamentos as nações ao redor veriam como eles eram sábios e prudentes. Ninguém tinha um deus tão próximo como eles. Nem leis tão justas.

Não poderiam se esquecer dos mandamentos do Senhor. Nunca. Deveriam passar adiante, às próximas gerações, aos seus filhos e netos. Para que temessem ao Senhor.

Moisés lembra que, quando o Senhor falou com eles, do meio do fogo, enquanto o monte ardia em chamas que subiam até o céu, Ele lhes proclamou Sua aliança, os dez mandamentos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-321-35.html

O alerta é feito. Não podiam se corromper fazendo ídolos de qualquer forma. Não haviam visto nenhuma forma quando o Senhor lhes falou no monte.

Quando olhassem o céu e vissem o exército celestial, que não caíssem na tentação de prostrar-se diante deles e adorá-los.

Moisés ainda fala que o Senhor deu o exército celestial a todos os povos. Não para adorá-los.

Lembra que o Senhor se irou contra ele, por causa das águas de Meribá. Quando Moisés não reverenciou a santidade do Senhor.

Eles entrariam na terra. Moisés não. Ele morreria do lado de cá do Jordão.

Consegue imaginar a tristeza de Moisés? E sua preocupação com Israel?

Moisés toma o céu e a terra como testemunho. Se quebrarem Sua aliança sofreriam as consequências, sendo dispersos por várias nações. Onde adorariam deuses de madeira e pedra, feitos por mãos humanas, que não enxergam, não ouvem, não comem, nem cheiram.

Ainda assim, pela Sua bondade, o Senhor os buscaria onde estivessem. Se O buscassem de todo o coração e toda a alma, O encontrariam.

O Senhor é tão maravilhoso que se deixa achar por todos que O buscam.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/esconde-esconde.html

Moisés reitera que se O obedecessem de todo o coração, tudo iria bem com eles.

Foram separadas três cidades de refúgio do lado leste do Jordão. Uma na tribo de Rúben, outra na tribo de Gade e outra na tribo de Manassés.

Esse foi seu primeiro discurso no acampamento do Jordão.

Então, começa o segundo discurso, lembrando que Israel tomou posse do território de Seom e de Ogue. Dois reis dos amorreus que viviam a leste do Jordão.

Continuamos na próxima postagem. Até já.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Números 34.1-36.13

Leitura do dia 15/02.

Nas postagens anteriores vimos a conquista de Midiã por Israel. Também vimos que levaram as mulheres para si. As mesmas que os haviam seduzido a pecar contra si mesmos e contra o Senhor. Moisés mandou que as matassem.

Depois vimos a divisão do despojo. A parte que ficaria para os que foram à batalha, a que ficaria com os que permaneceram no acampamento e a parte de Eleazar e dos levitas. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-311-54.html

Vimos também que Rúben e Gade pediram para ficar com as terras de Gileade. E se comprometeram a passar à frente do exército do Senhor para guerrear por Ele.

Por último vimos todos os lugares onde Israel acampou. Desmontando e montando o tabernáculo. Com ordem, responsabilidade, disposição e santidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-321-3356.html

Hoje caminharemos pelas páginas finais de Números. Do capítulo trinta e quatro ao capítulo trinta e seis.

O Senhor ordenou que Moisés transmitisse a Israel, a fronteira de suas terras. Nos mínimos detalhes. Para que não ocupassem território que não lhes pertencia e também não deixassem de ocupar o que era seu por direito eterno.

As famílias de Rúben, Gade e a meia tribo de Manassés receberam herança do lado leste do Jordão. Do lado oposto de Jericó.

Eleazar e Josué seriam os responsáveis para repartir a terra. O Senhor escolheu doze homens, um de cada tribo, para ajudá-los nesta missão. Ele nominou cada um dos doze.

Das propriedades que receberiam, separariam quarenta e oito cidades para dar aos levitas, junto com seus arredores, para servir de pasto aos seus gados.

Os levitas estariam espalhados por Israel. Próximos de todas as tribos. Não é lindo? Sua herança era o Senhor. E, assim como no acampamento, abençoariam todo Israel.

Dessas quarenta e oito cidades, seis cidades seriam “Cidades de Refúgio”. Para lá correria qualquer um que matasse alguém acidentalmente. Ninguém seria executado sem um julgamento. Lá o vingador de sangue não poderia matá-lo.

Essas cidades estariam em lugares de fácil acesso. Eram disponíveis para o israelita, o estrangeiro que morasse em Israel ou alguém que estivesse apenas de passagem. Qualquer um poderia encontrar nelas o refúgio necessário.

Há algo mais interessante. O refugiado só podia deixar seus termos após a morte do sumo-sacerdote. Se saísse antes, o vingador de sangue poderia matá-lo. E não seria assassinato.

Se alguém cometesse assassinato, era obrigação do vingador de sangue, o parente mais próximo do morto, executar o assassino.

Todos os assassinos seriam executados. Assim, a terra não ficaria contaminada. Assassinato contamina a terra. E o único sacrifício capaz de fazer expiação pela terra é a execução do assassino.

Jesus é nossa cidade refúgio. Corremos para Ele. A estrada estava acessível, afinal, Ele mesmo é o Caminho. Estamos abrigados nEle. Não podemos abandoná-Lo. Ele é o Sumo-Sacerdote que nunca morre. Já morreu uma vez e ressuscitou para sempre.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/jesus-nossa-cidade-refugio.html

Se sairmos de Seus termos, o vingador de sangue, nosso arqui-inimigo tem legalidade para nos destruir. Fiquemos, pois, refugiados em Seus braços, eternamente. Não existe melhor lugar!

O texto ainda nos fala dos filhos de Manassés, que preocupados em não perder território herdado, foram até Moisés e os líderes de Israel com uma petição. Que todas as mulheres portadoras de herança, como as filhas de Zelofeade, casassem com homens de sua escolha, dentro de seus clãs. Assim, a herança ficaria na tribo herdada e não haveria perdas.

O Senhor disse que a preocupação deles era justa e assim foi. As filhas de Zelofeade casaram com primos das famílias de seus pais mantendo a porção da herança que receberam.

Terminamos mais um livro. Um livro maravilhoso. Repleto de ensinamentos.

Amanhã continuamos. Iniciaremos o livro de Deuteronômio.

O que descobriremos de seus tesouros? Estamos prontos a escavar?

Nossa leitura será do capítulo um ao capítulo três.

Espero você. Até lá.

sábado, 9 de fevereiro de 2019

Acharam o Livro da Lei! E agora?

Continuamos nossa postagem através de 2 Reis.

Ontem vimos que Amom seguiu os caminhos de Manassés, seu pai, fazendo o que era abominável ao Senhor.

Ficou no trono apenas por dois anos. Foi assassinado. Seu filho Josias foi coroado em seu lugar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/ha-esperanca-para-juda.html

Hoje caminharemos através do capítulo vinte e dois. Do versículo um ao versículo dez.

Josias tinha oito anos quando começou a reinar. Reinou trinta e um anos em Jerusalém.

Para nosso deleite, praticou o que era correto e agradável aos olhos do Senhor. Novamente aumenta o nível, pois procurou agir, em tudo, de acordo com os princípios de Davi, sem se desviar para direita nem para a esquerda. Que maravilha!

Quando estava com vinte e seis anos, no décimo oitavo ano do seu reinado, mandou o escrivão e seu secretário pessoal Safã, à Casa do Senhor com a ordem de falar com Hilquias, o sumo sacerdote. Era para conferir o dinheiro que estavam levando para o templo do Senhor, que os guardas da entrada tinham recebido das mãos do povo.

Todos deveriam entregar sua prata exclusivamente nas mãos desses homens nomeados para supervisionar a reforma do templo, para que pudessem pagar todos os trabalhadores que faziam a restauração: os carpinteiros, construtores e pedreiros; e para comprarem madeira e pedras lavradas com arte.

Eles não precisavam prestar contas de toda a prata que lhes fora entregue em confiança. Todos agiam com absoluta honestidade. Que maravilha poder ler algo assim!

Hilquias compartilhou com Safã que encontrara o Livro da Lei, na Casa do Eterno.

Quanto tempo aquele livro ficou perdido?

Todos os reis precisavam receber uma cópia quando sentassem no trono. Uma cópia para estar sempre com ele, e ler, e aprender do Senhor. No entanto, o Livro da Lei não se encontrava nem na Casa do Senhor, muito menos na cabeceira do rei. Até que Hilquias o encontrou. Foi um verdadeiro achado.

Hilquias entregou o Livro a Safã.

Safã, que era o escrivão, o leu. Fico imaginando como deve ter sido preciosa essa leitura. Um escrivão ter em suas mãos a Lei do Senhor.

Depois, apresentou-se ao rei com o relato de sua visita. Disse que haviam contado toda a prata que foi achada no templo e a confiaram aos mestres supervisores da obra e aos trabalhadores. Contou também que Hilquias lhe entregara um livro.

Safã o leu diante do rei. Como não ler? Como guardar aquela leitura somente para si, sabendo que o rei deveria meditar nela dia e noite?

Josias estava restaurando a Casa do Senhor. Mas não conhecia o Livro da Lei. Não conhecia Seus mandamentos ali escritos.

Após essa leitura, o que acontecerá?

Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019

Há esperança para Judá?

Continuamos nossa caminhada através do livro 2 Reis.

Ontem vimos que Manassés, filho de Ezequias  agiu pior que os pagãos que habitavam Canaã antes de Israel. Judá voltou as costas para o Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/juda-vira-as-costas-para-o-senhor.html

Hoje caminharemos ainda pelo capítulo vinte e um. Do versículo dezenove ao vinte e cinco.

Amom é o novo rei. Estava com vinte e dois anos quando começou a reinar. Reinou apenas dois anos em Jerusalém.

Não seguiu o caminho de seu avô Ezequias. Como seu pai, cometeu muitos pecados. Suas atitudes e práticas desgostaram o Senhor. Muito.

Andou no mau procedimento de seu pai, imitando-o. Também adorou e serviu os ídolos que seu pai havia cultuado. Desprezou o Senhor, Deus de seus antepassados. Não quis seguir o caminho do Eterno.

Um dia, seus próprios oficiais conspiraram contra ele. Assassinaram-no em seu palácio.

Ele foi sepultado no túmulo da família real, no Jardim de Uzá.

Depois disso, o povo da terra matou os que se revoltaram contra Amom. Josias, seu filho, foi proclamado rei em seu lugar.

Ainda há uma lâmpada acesa na família de Davi.

Como será Josias? Imitará seu pai e seu avô? Imitará os reis de Israel? Há alguma esperança para Judá?

Prosseguimos amanhã. Espero você. Até lá.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

Judá vira as costas para o Senhor

Continuamos nossa caminhada através do livro de 2 Reis.

Ontem vimos Ezequias receber a palavra do Senhor através de Isaías. E ser grato.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/como-sera-o-novo-rei.html

Hoje, caminharemos através do capítulo vinte e um. Do versículo um ao versículo dezoito.

Manassés estava com doze anos de idade quando começou a reinar. Reinou cinquenta e cinco anos em Jerusalém.

Para nossa tristeza, fez o que era mau aos olhos do Senhor. Seguiu a prática abominável das nações pagãs que o Senhor expulsara daquela terra. Edificou os altares das colinas que seu pai Ezequias tinha posto abaixo.

E fez pior. Ergueu altares a Baal. Mandou construir um poste-ídolo como o que Acabe, rei de Israel, tinha feito. Adorou todo o exército do céu e lhes prestou culto. Levantou altares até na Casa do Senhor. Edificou altares em homenagem aos astros e a todo exército dos céus nos dois pátios do templo do Senhor.

Quando pensamos que acabou, sua lista de abominações continua. Parece interminável.

Manassés queimou seu próprio filho como holocausto e sacrifício às divindades que cultuava. Praticou adivinhações através das nuvens. Dedicou-se à feitiçaria. Recorreu a médiuns e quem dissesse que consultava espíritos.

Fez tudo que o Senhor reprova. Assim, provocou Sua ira.

Ele ainda tomou o poste sagrado que havia feito e o colocou na Casa do Senhor. A casa que o Senhor disse expressamente a Davi e a seu filho Salomão que estabeleceria Seu meu Nome para sempre.

O Senhor também havia dito que não permitiria mais que os pés dos filhos de Israel caminhassem sem rumo naquela terra, desde que tivessem o cuidado de viver e observar tudo o que lhes ordenara.

Mas o povo não deu ouvidos à Palavra. Deixaram-se induzir por Manassés ao erro e ao pecado. Agiram muito pior do que as nações pagãs que o Senhor havia exterminado diante dos olhos dos israelitas.

O Senhor enviou Seus servos, os profetas dizendo que por tudo que fizeram Ele enviaria um castigo tão severo sobre Jerusalém e Judá, que ambos os ouvidos de todos que escutassem retiniriam. Estenderia sobre Jerusalém o fio de medir utilizado contra Samaria e o fio de prumo usado contra a família de Acabe. Limparia Jerusalém como se limpa um prato. Lavando e virando de cabeça para baixo.

O Senhor desprezaria os restos da Sua herança. Ele os entregaria nas mãos de seus inimigos. Serviriam de presa e de espólio. Tudo porque praticaram o que é reprovável aos Seus olhos, deixando-O irado desde o tempo em que os antepassados deles saíram do Egito até aqueles dias.

Manassés era tão terrível que matou muitas pessoas inocentes. As ruas de Jerusalém ficaram alagadas de sangue. Além disso, cometeu o pecado de induzir o povo de Judá a adorar seus ídolos, praticando, o que definitivamente não agrada o Senhor.

Quando morreu, foi sepultado no terreno do seu próprio palácio, no Jardim de Uzá. Seu filho Amom assumiu seu lugar.

Como é triste ver que após Ezequias, que havia se convertido ao Senhor e andado nos caminhos de Davi, vem Manassés que fez e levou o povo a fazer pior que as nações que o Senhor havia expulsado. http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.html

Judá passou a andar nos caminhos de Israel. Não se apercebeu que teria o mesmo destino.

Será que Amom mudará alguma coisa? Ou Judá se afastará mais ainda do Senhor?

Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Como será o novo rei?

Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/o-senhor-viu-as-lagrimas-de-ezequias.html

Ontem vimos o Senhor responder à oração de Ezequias e conceder-lhe mais quinze anos de vida.

Hoje, caminharemos ainda pelo capítulo vinte. Do versículo doze ao versículo vinte e um.

Logo depois, Merodaque-Baladã, filho de Baladã, rei da Babilônia, ficou sabendo que Ezequias havia estado doente e se recuperara. Ele enviou cartas e um presente a Ezequias.

Ezequias recebeu seus mensageiros. Apresentou-lhes todo o palácio. Seus tesouros, a prata, o ouro, as especiarias, seus melhores óleos, seu depósito de armas e tudo quanto havia em seus muitos armazéns.

Ele mostrou tudo que havia em seu palácio e em todo o seu reino. Com alegria.

Isaías foi ao encontro de Ezequias. Perguntou-lhe o que os homens que o visitaram queriam e de onde vieram.

Ezequias disse que haviam vindo de um país muito longe chamado Babilônia.

Isaías perguntou o que haviam observado. Ezequias respondeu que tinham visto tudo. No palácio e em seus armazéns.

Isaías declarou a Ezequias a palavra do Senhor. O Senhor disse que viriam dias em que tudo que existia no palácio do rei, todos os tesouros que seus antepassados acumularam, seria levado para a Babilônia. Até os filhos que ele mesmo gerara seriam levados para serem eunucos no palácio do rei da Babilônia.

Ezequias considerou essa palavra. Disse a Isaías que se cumprisse a boa vontade do Senhor. Ele entendeu que viveria em paz e seu reino não veria o castigo futuro.

Durante seu reinado, além das reformas que fez, Ezequias construiu um açude e um aqueduto. Levou água potável para dentro de Jerusalém. O túnel de Ezequias foi descoberto embaixo da cidade de Davi. Uma construção impressionante.

Quando morreu, seu filho, Manassés passou a reinar em seu lugar.

Ezequias foi um rei que temeu ao Senhor. Como lemos, não houve nenhum outro que tenha se convertido ao Senhor como ele. Andou, não nos caminhos de seus pais, mas no caminho de Davi. Elevou o padrão.http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/estamos-imunes.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2018/08/reconstrucao.html

E Manassés? Como será o novo rei?

Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Números 1.1-3.51

Leitura do dia 05/02.

Na postagem anterior vimos sobre o ano sabático, o ano do jubileu, o resgate de propriedades, escravos e pobres, as bênçãos pela obediência, os castigos pela desobediência e as normas referentes a votos e dízimos. Terminamos o livro de Levítico.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/levitico-251-2734.html

Hoje, iniciamos uma nova jornada. Através do livro de Números.

Claro, veremos muitos números, mas veremos muito mais que isso. Espere, acompanhe, leia e verá. Há lições preciosas neste livro.

Vamos começar com os primeiros três capítulos.

É o segundo ano. O primeiro dia do segundo mês desde que Israel saiu do Egito.

Uma nação nasceu. E precisa de guerreiros, afinal, em breve, enfrentará guerras para tomar posse da terra que o Senhor lhes deu.

O Senhor ordena que Moisés e Arão, juntos com doze líderes dos clãs de Israel, contem todos os homens de vinte anos para cima, aptos para irem à guerra.

Não são mais apenas uma nação. São guerreiros.

Eles contaram. Tribo por tribo. Exceto a tribo de Levi.

Os levitas foram separados para servir ao Senhor, no dia em que se colocaram ao lado de Moisés quando o povo estava adorando o bezerro de ouro feito por Arão. E obedeceram, apesar da ordem ter sido muito dura.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-321-35.html

Havia seiscentos e três mil, quinhentos e cinquenta homens, de vinte anos para cima, aptos para a guerra.

Depois de contados, o Senhor instruiu como deveriam acampar. O tabernáculo ao meio. Os levitas ao redor, para proteger Israel da ira do Senhor.

Todas as tribos acampariam embaixo de suas bandeiras. E marchariam de acordo com as ordens do Senhor. Na mesma ordem do acampamento.

Primeiro seriam as divisões das tribos de Judá. Acampariam na direção do nascer do sol, a leste. Judá, a primeira tribo. Ao seu lado, a tribo de Issacar e ao seu lado a de Zebulom. Um total de cento e oitenta e seis mil e quatrocentos soldados registrados. Essas tribos sempre marchariam à frente.

Em seguida, as divisões da tribo de Rúben. No lado sul. Primeiro Rúben. Em seguida Simeão e ao seu lado Gade. Um total de cento e cinquenta e um mil, quatrocentos e cinquenta soldados. Marchariam sempre em segundo lugar.

Em seguida sairia a tribo de Levi transportando a tenda do encontro.

Após a tribo de Levi, as divisões da tribo de Efraim, acampariam no lado oeste da tenda do encontro. Ao seu lado Manassés e em seguida, Benjamim. Um total de cento e oito mil e cem soldados. Marchariam sempre em terceiro lugar, após os levitas.

Em seguida, as divisões de Dã acampariam no lado norte da tenda do encontro. Ao lado de Dã, a tribo de Aser e em seguida, Naftali. Um total de cento e cinquenta e sete mil e seiscentos soldados. Marchariam sempre por último.

Todos marchariam ao redor de sua respectiva bandeira.

Os israelitas fizeram como o Senhor ordenara. Cada família acompanhava e marchava ao redor de sua bandeira.

Devia ser algo lindo de se ver. Eles marchavam em ordem e acampavam em ordem. E no meio, os levitas carregando o tabernáculo.

O Senhor disse que havia tomado os levitas no lugar de todos os filhos mais velhos de Israel, quando da primeira Páscoa. Por isso, ordenou que os levitas fossem contados, assim como os primeiros filhos de cada família.

Havia vinte e dois mil levitas, do sexo masculino. De um mês de idade para cima. E vinte e dois mil, duzentos e setenta e três primogênitos nas outras tribos.

A diferença foi resgatada com prata. Mil, trezentos e sessenta e cinco peças de prata.

Israel continua sendo organizado.

Amanhã continuamos. Leremos os capítulos de quatro a sete de Números.

Espero você. Até lá.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2019

Gênesis 49.1-33

Leitura do dia 15/01.

Na postagem anterior vimos Jacó tomar Efraim e Manassés como seus filhos. E os abençoar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-481-22.html

Agora, continuaremos nossa caminhada pelo capítulo quarenta e nove de Gênesis.

Jacó mandou chamar todos os seus filhos.

Ordenou que estivessem todos reunidos ao seu redor. Ele lhes diria o que aconteceria a cada um nos dias que ainda estavam por vir.

Fico feliz porque Jacó não “reservou” a benção apenas para um ou dois filhos. Ele quis todos reunidos ao seu redor. Contaria a todos o que aconteceria.

Quando fala sobre Rúben, ficamos sabendo que perde a primogenitura, por haver desonrado o leito de seu pai. Quando seu pai ficou sabendo não fez nada. Mas agora está aí a consequência pelos atos de Rúben. A primogenitura não é mais dele.

Seria de Simeão, o segundo? Não. Ele e Levi em sua ira mataram homens, quando Diná foi desonrada. Suas armas eram instrumentos de violência, não de justiça.

Então chega a vez de Judá. Jacó diz que seus irmãos o louvariam. Que agarraria seus inimigos pelo pescoço. Todos os seus parentes se curvariam a ele (agora não mais a José, mas a Judá). Ele era como um leão. O cetro jamais se afastaria de Judá, até que viesse Àquele a quem o cetro de fato pertence. Aquele que todas as nações honrariam.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

Jacó profetizou sobre Jesus, o Messias, milênios antes dEle vir ao mundo.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/os-lindos-nomes-do-senhor.html

Zebulom se estabeleceria à beira-mar. Issacar gostaria de morar no campo. Dã governaria seu povo. Gade seria atacado mais contra-atacaria e venceria. Aser se alimentaria de comidas deliciosas e produziria iguarias dignas de reis. Naftali daria lindos filhos.

José seria como uma árvore frutífera junto à fonte. Seus ramos não teriam limites. Se estenderiam por cima do muro. Seria atacado mas o Senhor o abençoaria, com bênçãos de todos os lados. Sim, José era como um príncipe entre seus irmãos.

Benjamim era um lobo voraz que pela manhã devora os inimigos e à tarde divide os seus despojos.

Foi isso que Jacó disse. O texto nos alerta que cada um deles recebeu a benção que lhes era adequada. Jacó sabia o que estava dizendo. Foi inspirado pelo Senhor.

Após abençoar seus filhos, ordenou que fosse sepultado junto a seus pais, na caverna de Macpela, como havia pedido a José que jurasse.

Quando terminou de dar essa instrução, deitou-se em sua cama, deu o último suspiro e morreu.

Assim, com essa tranquilidade. Havia completado sua carreira. Abençoado seus filhos. Cada um com a benção que lhe era devida. Estava pronto para voltar a Canaã.

O capítulo termina aqui.

Continuamos no próximo. Até já.

Gênesis 48.1-22

Leitura do dia 15/01.

Nas postagens anteriores vimos os textos de Gênesis quarenta e cinco até quarenta e sete.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-451-28.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-461-34.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-471-12.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-471-31.html

Hoje, caminharemos pelas páginas de Gênesis quarenta e oito até cinquenta.

Jacó está prestes a morrer. Pediu que José jurasse que levaria seu corpo para ser enterrado em Canaã.

Não muito tempo depois, avisaram a José que seu pai estava muito doente. Ele foi visita-lo. Levou junto seus dois filhos.

Quando foi anunciado a Jacó sobre a visita, reuniu as forças que ainda tinha e sentou-se na cama.

Jacó disse a José que o Senhor Todo Poderoso havia lhe aparecido em Luz (Betel) e o abençoara. Prometera que o faria fértil e multiplicaria seus descendentes. Faria dele muitas nações e daria a terra de Canaã a seus descendentes como herança eterna.

Ele tomou Efraim e Manassés como seus filhos. Tal como Rúben e Simeão eram seus.

Lembrou-se que com grande tristeza havia sepultado Raquel, mãe de José, junto ao caminho para Efrata (Belém).

Jacó olhou para os rapazes que estavam com José e perguntou quem eram. Ele quase não enxergava mais. José respondeu que eram os filhos que o Senhor havia lhe dado. Jacó pediu que os trouxesse para perto. Queria abençoá-los.

Tomou os dois rapazes e os abraçou. Disse que nunca imaginava que voltaria a ver José e agora o Senhor lhe permitiu ver até seus filhos. Que alegria Jacó deve ter sentido!

Depois do abraço, José tirou seus filhos do meio das pernas de seu pai e os posicionou para abençoá-los. Colocou Manassés, o mais velho, sob a mão direita de Jacó e Efraim sob a mão esquerda.

Jacó cruzou os braços e colocou a mão direita sobre Efraim e a esquerda sobre Manassés. E os abençoou.

José não gostou quando viu seu pai trocar as mãos e o alertou que deveria fazer o contrário. Manassés era o mais velho, o primogênito.

Jacó disse que sabia. Sim, ele também sabia o valor de uma benção. E sabia o que estava fazendo.

Respondeu a José que Manassés seria muito grande, mas Efraim seria ainda maior. Os descendentes de Manassés seriam um grande povo, os de Efraim se tornariam muitas nações.

Jacó disse ainda a José que morreria em breve e o Senhor os visitaria e os levaria de volta à Canaã. Em razão da autoridade que exercia sobre seus irmãos, estava dando a ele uma porção a mais na terra que havia tomado dos amorreus com sua espada e seu arco. Pena essa história não estar contada para sabermos como foi.

Mais tarde veremos que José terá uma porção a mais na terra e Efraim se tornará muitas nações.

O capítulo termina assim.

Continuamos no próximo. Até já.

domingo, 13 de janeiro de 2019

Gênesis 41.1-57

Leitura do dia 12/01.

Na postagem anterior vimos que o copeiro-mor esqueceu completamente de José. Não falou bem dele para Faraó, como pedido.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-401-23.html

Agora, caminharemos através do capítulo quarenta e um de Gênesis.

Dois anos inteiros se passaram. Dois longos anos.

Então Faraó teve um sonho.

Sonhou com sete vacas gordas e bonitas pastando. Então, apareciam sete vagas muito magras e horríveis. Elas comiam as gordas. Apesar disso, continuavam magras, raquíticas. Ele acordou.

Dormiu novamente. Desta vez sonhou com sete espigas de trigo, cheias e boas. Elas cresciam em um só talo. No sonho, outras sete espigas apareciam. Queimadas pelo vento do leste. Murchas e secas. Elas engoliam as espigas cheias e boas. E continuavam murchas e secas.

Ele acordou. Ficou muito perturbado com o que poderia ser aquele sonho.

Pediu que seus magos interpretassem. Eles não conseguiram.

Finalmente o copeiro-mor se manifestou. Agora entendi porque esqueceu completamente de José. Queria esquecer o que havia acontecido com ele. Não foi possível. Ele disse a Faraó que naquele dia lembrava-se de seu erro. E quando Faraó havia se irritado contra o padeiro-mor e contra ele. Contou que ambos tiveram um sonho na cadeia. Que José interpretou os sonhos e que aconteceu exatamente o que havia dito que aconteceria.

Faraó ordenou que fossem tirar imediatamente José da prisão. Que o trouxessem a ele.

José barbeou-se e trocou de roupa. Então, apresentou-se a Faraó.

Faraó lhe disse que havia tido um sonho e que ninguém conseguia interpretar.

José não respondeu: “Ótimo, sou o cara”, ou “excelente, está falando com a pessoa certa, eu consigo”. Não, ele disse que esta capacidade não estava em suas mãos. O Senhor era quem podia revelar o significado do sonho a Faraó e, não somente isso, mas também acalmá-lo. Deveria ser evidente que Faraó estava perturbado.

Os sonhos foram contados a José.

José disse que os dois sonhos eram iguais. Que haveria sete anos de muita fartura em toda a terra do Egito. Depois, sete anos de muita fome. A fome seria tanta que ninguém se lembraria do tempo da fartura.

Faraó havia sonhado duas vezes porque o Senhor estava revelando o que iria acontecer e aconteceria rápido. Os próximos sete anos seriam os anos de fartura, depois os de grande escassez de alimento. A escassez seria tanta que destruiria toda a terra.

José não apenas interpretou o sonho. Aconselhou Faraó sobre tudo que deveria fazer. Deveria encontrar um homem inteligente e sábio. Isso mesmo. Existe diferente entre as duas coisas. Tem muita gente inteligente que não tem um pingo de sabedoria.

Esse homem deveria ser encarregado de administrar todo o Egito. Supervisores deveriam ser nomeados sobre a terra para recolherem a quinta parte de tudo que fosse colhido nos sete anos de fartura. Eles deveriam ser encarregados de juntar todo o alimento. Levando-os para armazéns, onde seriam estocados. Desta maneira, haveria comida suficiente e assim a fome não destruiria a terra.

Faraó e seus oficiais gostaram das sugestões. Faraó perguntou a seus oficiais se seria possível encontrar um homem como José. Era evidente que o Espírito do Senhor estava sobre ele.

Faraó disse a José que, como o Senhor havia lhe revelado a interpretação dos sonhos, era evidente que não havia ninguém tão sábio e inteligente quanto ele.

José foi nomeado o segundo na terra do Egito. Faraó entregou-lhe seu anel, com o selo real. Mandou vestí-lo com linho fino, colocou uma corrente de ouro em seu pescoço e o fez andar na carruagem que pertencia ao segundo no poder do Egito.

Faraó disse a todos que era o Faraó, mas ninguém faria nada, nem levantaria um pé sequer, sem o consentimento de José.

Faraó deu um nome egípcio a José, Zafenate-Paneia, que provavelmente significa “Deus fala e vive”. Deu-lhe Azenate para ser sua esposa. Ela era filha de Potífera, sacerdote da cidade de Om.

Quando saiu da presença de Faraó, sabe o que José fez? Não, ele não foi comemorar sua nova posição. Não trocou ninguém de cargo. Nem se vingou de alguém. Foi inspecionar toda a terra do Egito. Havia muito o que fazer.

Como previsto, durante sete anos a terra produziu fartas colheitas. Tudo foi armazenado. Depois, vieram os sete anos de escassez.

Mas, antes do primeiro ano de fome, José e Azenate tiveram dois filhos. José colocou o nome do primeiro de Manassés, “fazer esquecer”. Afirmou que o Senhor o fez esquecer suas dificuldades e a família de seu pai. O segundo foi chamado Efraim, “frutífero”. Disse que o Senhor o fez prosperar na terra de sua aflição.

A fome começou. Atingiu as regiões vizinhas. Não havia comida em lugar algum, mas no Egito havia alimento de sobra.

Os anos foram passando e até o Egito foi atingido pela fome. O povo clamou a Faraó, que respondeu que deveriam fazer o que José ordenasse.

José mandou abrir os celeiros e vendeu os cereais. Pessoas de todas as terras vinham até o Egito comprar cereais de José.

É maravilhoso ver José abençoando as famílias da terra, as nações, como o Senhor havia dito a Abraão, Isaque e Jacó, que aconteceria. Claro, o plano é muito maior, mas aqui temos um vislumbre dele.

Terminamos nossa leitura de hoje.

Amanhã leremos do capítulo quarenta e dois ao capítulo quarenta e quatro. Espero você. Até lá.