Leitura do dia 14/10.
Continuamos nossa viagem pelo livro de Mateus.
Na postagem anterior, vimos o Senhor dando instruções aos doze.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-101-42.html
Agora, leremos o capítulo onze de Mateus.
Após instruir Seus doze discípulos, Ele próprio saiu para ensinar nas cidades da Galileia.
João Batista, que estava na prisão, ouviu o que estava fazendo e enviou seus discípulos com a seguinte pergunta: "És tu aquele que haveria de vir ou devemos esperar algum outro"?.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/joao-batista-em-um-dia-ruim.html
Essa pergunta chama minha atenção. Amo essas informações que o Senhor nos deixou nas Escrituras, para lembrarmos que somos humanos e não super-homens. Se não fosse assim, não teríamos coragem de prosseguir, achando que não conseguiríamos.
Um dia, devia ser um "daqueles dias" que de vez em quando temos, quando não conseguimos entender, quando parece que tudo está fora do lugar, sem explicação, sem lógica, João mandou perguntar se Jesus era de fato quem havia de vir ou se deveriam esperar outro.
Nem mesmo João, que reconheceu o Senhor dentro do ventre de sua mãe, que teve seu nascimento anunciado por um anjo, que viu os céus abertos quando o Senhor foi batizado (e que era o sinal que Deus lhe falou que daria), nem mesmo ele que apontou para o Cordeiro de Deus, era um super-homem infalível, que nunca cansava e que tinha absoluta certeza de tudo. Até ele ficou desnorteado.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/02/o-encontro-de-duas-maes.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/04/joao-aponta-para-jesus-e-nos-apontamos.html
Nunca vou cansar de dizer que amo isso na Bíblia. Que amo isso em Deus. Temos direito a essas perguntas, pois somos completamente falíveis. E Ele sabe disso.
Jesus não mandou repreendê-lo. Sua resposta foi: “Voltem e anunciem a João o que vocês estão ouvindo e vendo...” Ele sabia que seria o bastante para João.
Quando os discípulos de João saíram, Jesus testemunhou à multidão quem era João. Um profeta. E mais que um profeta. Estava escrito sobre João em Isaías. Ele era o que prepararia (e preparou) o caminho para o Senhor. E Jesus foi além. Se eles quisessem aceitar, João era o Elias que havia de vir.
Jesus aproveita a oportunidade para denunciar aquela geração, que não estava em sintonia com os tempos de Deus. João veio, jejuava e não bebia vinho e diziam que estava endemoninhado. Jesus veio, comendo e bebendo e o chamavam de comilão e beberrão, criticando também seus relacionamentos.
Ah, como é necessário sermos, principalmente nos dias de hoje, como os filhos de Issacar, que conheciam os tempos e sabiam como agir. “Da tribo de Issacar, duzentos chefes estrategistas, que sabiam como Israel deveria agir em qualquer circunstancia. Comandavam todos os seus parentes”; – 1 Crônicas 12.32.
Após denunciar aquela geração, Jesus denuncia também as cidades em que havia sido realizada a maioria dos seus milagres, porque não se arrependeram. Se os milagres que foram realizados nas cidades de Corazim e Betsaida houvessem sido realizados em Tiro e Sidom (cidades gentias), elas teriam se arrependido. Assim como Sodoma, se tivesse visto o que Cafarnaum viu. No Dia do Juízo haverá mais rigor para essas cidades e menos para aquelas. O Dia do Juízo trará justiça porque o julgamento será feito com todos os dados necessários para um juízo perfeitamente justo.
Então, esse capítulo termina com o Senhor agradecendo ao Pai por ter escondido as maravilhas que estavam acontecendo, dos sábios e cultos, e as revelado aos pequeninos. Porque Ele assim quis.
Tudo foi entregue ao Senhor pelo Pai. Ninguém conhece o Filho a não ser o Pai, e ninguém conhece o Pai a não ser o Filho e aqueles a quem o Filho quiser revelar. É Jesus quem nos revela o Pai. Somente Ele. Ele é o único caminho para o Pai. O único.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/05/sabemos-o-caminho.html
Ele nos chama, a todos nós que estamos cansados e sobrecarregados. Ele nos dará descanso. Seu jugo é suave e Seu fardo é leve. É com Ele que devemos aprender, pois Ele é manso e humilde de coração. Se aprendermos com Ele, encontraremos descanso para as nossas almas. Somente nEle.
Gosto sempre de lembrar que manso significa “força sob controle”. O Senhor tem domínio próprio, por isso pode nos ensinar o descanso.
Ficamos por aqui.
Que aprendamos realmente com Ele. Que encontremos descanso nEle.
Amanhã prosseguimos nossa viagem, através do capítulo doze de Mateus.
Espero você. Até lá.
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segunda-feira, 21 de outubro de 2019
Mateus 11.1-30
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Mateus 9.1-16
Leitura no dia 13/10.
Na postagem anterior vimos o Senhor acalmar a tempestade e expulsar demônios.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-823-34.html
Agora, caminharemos através do capítulo nove de Mateus. Até o versículo dezesseis.
Ele chega na cidade onde estava morando, muito provavelmente Cafarnaum. Alguns homens trouxeram-lhe um paralítico na maca. Quando Jesus viu a fé que tinham, teve que reagir.
Quero observar essa cena. Um homem paralítico. Em outros Evangelhos, é contado que seus amigos, por não conseguirem chegar próximo a Jesus, o levaram até o telhado, abriram o telhado e desceram a maca à frente de Jesus.
Consegue imaginar a força que aqueles homens empregaram para auxiliar um amigo? Um homem deitado, que não podia se mexer. Uma maca. Um telhado. Primeiro o levaram até lá e depois tiveram que retirar o telhado, que não era feito de telhas. Muita disposição! Jesus olhou para eles e viu a fé que tinham. Então, disse ao paralítico: “Anime-se, filho! Seus pecados estão perdoados”.
Já ouvi algumas vezes que Jesus “era da paz, só falava em paz” e coisas do gênero. Mas o correto a dizer é que Jesus é a verdade. Muitas vezes chocava Seus ouvintes. E realmente queria chocar. Verdades geralmente são chocantes. Precisam ser.
Alguns mestres da lei que estavam ali presenciando a cena. Não ficaram admirados com a fé daqueles homens. Não. Ficaram indignados com Jesus, acusando-O em seu íntimo. De blasfêmia.
Jesus conhecia seus pensamentos. Ah, é fantástico! Ele pergunta aos mestres da lei: “Por que vocês reagem com tanta maldade em seu coração?”. E prossegue, “Eu lhes mostrarei que o Filho do Homem tem autoridade na terra para perdoar pecados”. Ele disse ao paralítico: “Levante-se, pegue sua maca e vá para casa”.
Fico imaginando as pessoas boquiabertas acompanhando aquele diálogo. Jesus falou que os pecados do homem estavam perdoados porque queria que os mestres da lei soubessem que Ele tem autoridade na terra para perdoar pecados. Podia simplesmente ter dito ao paralítico para levantar-se. Mas queria ir além. Queria revelar algo. E o fez.
E aquele homem, tenho vontade de rir, “se levantou e foi para casa”. Satisfeito. Feliz da vida. Perdoado e curado. Completamente restabelecido.
Um homem que não podia sair da cama, agora coloca-a nas costas e sai andando. Uau! É demais para mim. Tenho que me juntar à multidão que se encontrava ali. Eles ficaram cheios de temor e glorificavam a Deus, que dera tal autoridade aos homens.
Jesus está caminhando. Vê um homem sentado na coletoria. Ele não vê um coletor de impostos. Ele vê um homem. Chamado Mateus (“Presente de Yaweh”). E o chama: “Siga-me”. Ele levantou-se e O seguiu. Simples assim.
O coletor de impostos ou publicano era mal visto entre a comunidade de Israel. Era um judeu escolhido para cobrar impostos para os romanos e, na maioria das vezes, cobrava mais que o devido. Não eram confiáveis. Não podiam servir de testemunha, nem de juiz. E quase sempre, eram expulsos das sinagogas.
E quem Jesus chama para segui-Lo? Ele mesmo, Mateus, o publicano. O “exército” de Jesus é composto de improváveis. E Ele mesmo explica o motivo.
No versículo dez, Mateus (o tal publicano que foi chamado por Jesus, e quem escreveu o livro que estamos lendo), nos conta que Jesus estava em sua casa. Vieram comer com ele e seus discípulos, muitos publicanos e pecadores.
Quando os fariseus viram, perguntaram aos discípulos de Jesus porque Ele comia com publicanos e pecadores. Os discípulos não tiveram tempo de responder. Foi Jesus quem respondeu, dizendo que os que precisam de saúde são os doentes, não os sãos. Eles se consideravam sãos aos seus próprios olhos, não precisavam de Jesus. E foi além, ordenou que aprendessem o que significa: “Desejo misericórdia, não sacrifícios”. E, caso não tivessem entendido, explicou que Ele veio chamar os pecadores, não os justos.
As pessoas gostavam de Lhe fazer perguntas. Normalmente ou está curando, ou expulsando demônios ou respondendo a alguém. Alguns porque realmente gostariam de saber, outros porque O estavam provando, outros porque achavam alguma situação absurda e perguntavam: “Como assim? Por que isso ou aquilo?”.
Agora são os discípulos de João que chegam até Jesus e perguntam porque os fariseus e eles (discípulos de João) jejuavam, mas os discípulos de Jesus, não. Ele foi bem direto. Era o noivo. Estava com Seus discípulos. Quando não estivesse mais, com certeza jejuariam. Sentiriam tal necessidade.
E aqui dá um exemplo interessante. Ninguém põe remendo de pano novo em roupa velha. Ora, é lógico que não. Ninguém vai comprar um tecido novo para remendar outro que já está velho. O mesmo acontecendo com o vinho. Só se coloca vinho novo em odres novos. Os dois envelhecem juntos. É necessário um processo. O vinho envelhecido é melhor. Um vinho novo em um odre velho, arrebentaria o odre.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Na postagem anterior vimos o Senhor acalmar a tempestade e expulsar demônios.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-823-34.html
Agora, caminharemos através do capítulo nove de Mateus. Até o versículo dezesseis.
Ele chega na cidade onde estava morando, muito provavelmente Cafarnaum. Alguns homens trouxeram-lhe um paralítico na maca. Quando Jesus viu a fé que tinham, teve que reagir.
Quero observar essa cena. Um homem paralítico. Em outros Evangelhos, é contado que seus amigos, por não conseguirem chegar próximo a Jesus, o levaram até o telhado, abriram o telhado e desceram a maca à frente de Jesus.
Consegue imaginar a força que aqueles homens empregaram para auxiliar um amigo? Um homem deitado, que não podia se mexer. Uma maca. Um telhado. Primeiro o levaram até lá e depois tiveram que retirar o telhado, que não era feito de telhas. Muita disposição! Jesus olhou para eles e viu a fé que tinham. Então, disse ao paralítico: “Anime-se, filho! Seus pecados estão perdoados”.
Já ouvi algumas vezes que Jesus “era da paz, só falava em paz” e coisas do gênero. Mas o correto a dizer é que Jesus é a verdade. Muitas vezes chocava Seus ouvintes. E realmente queria chocar. Verdades geralmente são chocantes. Precisam ser.
Alguns mestres da lei que estavam ali presenciando a cena. Não ficaram admirados com a fé daqueles homens. Não. Ficaram indignados com Jesus, acusando-O em seu íntimo. De blasfêmia.
Jesus conhecia seus pensamentos. Ah, é fantástico! Ele pergunta aos mestres da lei: “Por que vocês reagem com tanta maldade em seu coração?”. E prossegue, “Eu lhes mostrarei que o Filho do Homem tem autoridade na terra para perdoar pecados”. Ele disse ao paralítico: “Levante-se, pegue sua maca e vá para casa”.
Fico imaginando as pessoas boquiabertas acompanhando aquele diálogo. Jesus falou que os pecados do homem estavam perdoados porque queria que os mestres da lei soubessem que Ele tem autoridade na terra para perdoar pecados. Podia simplesmente ter dito ao paralítico para levantar-se. Mas queria ir além. Queria revelar algo. E o fez.
E aquele homem, tenho vontade de rir, “se levantou e foi para casa”. Satisfeito. Feliz da vida. Perdoado e curado. Completamente restabelecido.
Um homem que não podia sair da cama, agora coloca-a nas costas e sai andando. Uau! É demais para mim. Tenho que me juntar à multidão que se encontrava ali. Eles ficaram cheios de temor e glorificavam a Deus, que dera tal autoridade aos homens.
Jesus está caminhando. Vê um homem sentado na coletoria. Ele não vê um coletor de impostos. Ele vê um homem. Chamado Mateus (“Presente de Yaweh”). E o chama: “Siga-me”. Ele levantou-se e O seguiu. Simples assim.
O coletor de impostos ou publicano era mal visto entre a comunidade de Israel. Era um judeu escolhido para cobrar impostos para os romanos e, na maioria das vezes, cobrava mais que o devido. Não eram confiáveis. Não podiam servir de testemunha, nem de juiz. E quase sempre, eram expulsos das sinagogas.
E quem Jesus chama para segui-Lo? Ele mesmo, Mateus, o publicano. O “exército” de Jesus é composto de improváveis. E Ele mesmo explica o motivo.
No versículo dez, Mateus (o tal publicano que foi chamado por Jesus, e quem escreveu o livro que estamos lendo), nos conta que Jesus estava em sua casa. Vieram comer com ele e seus discípulos, muitos publicanos e pecadores.
Quando os fariseus viram, perguntaram aos discípulos de Jesus porque Ele comia com publicanos e pecadores. Os discípulos não tiveram tempo de responder. Foi Jesus quem respondeu, dizendo que os que precisam de saúde são os doentes, não os sãos. Eles se consideravam sãos aos seus próprios olhos, não precisavam de Jesus. E foi além, ordenou que aprendessem o que significa: “Desejo misericórdia, não sacrifícios”. E, caso não tivessem entendido, explicou que Ele veio chamar os pecadores, não os justos.
As pessoas gostavam de Lhe fazer perguntas. Normalmente ou está curando, ou expulsando demônios ou respondendo a alguém. Alguns porque realmente gostariam de saber, outros porque O estavam provando, outros porque achavam alguma situação absurda e perguntavam: “Como assim? Por que isso ou aquilo?”.
Agora são os discípulos de João que chegam até Jesus e perguntam porque os fariseus e eles (discípulos de João) jejuavam, mas os discípulos de Jesus, não. Ele foi bem direto. Era o noivo. Estava com Seus discípulos. Quando não estivesse mais, com certeza jejuariam. Sentiriam tal necessidade.
E aqui dá um exemplo interessante. Ninguém põe remendo de pano novo em roupa velha. Ora, é lógico que não. Ninguém vai comprar um tecido novo para remendar outro que já está velho. O mesmo acontecendo com o vinho. Só se coloca vinho novo em odres novos. Os dois envelhecem juntos. É necessário um processo. O vinho envelhecido é melhor. Um vinho novo em um odre velho, arrebentaria o odre.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
sexta-feira, 23 de fevereiro de 2018
A Escritura de Isaías se cumpre
Continuamos nossa caminhada através de Lucas, capítulo 4, dos versículos 14 ao 30.
Depois que Jesus volta do deserto, vai para a Galiléia. No poder do Espírito do Senhor.
Sua fama espalha-se por toda aquela região. Ele ensina nas sinagogas. Todos O elogiam. Seus ensinos, como vimos, são cheios de autoridade. Sabe o que está falando. Vive o que ensina.
Nós O acompanhamos através dessas páginas de Lucas.
Ele vai até Nazaré, onde foi criado. É um sábado.
Ele entra em uma sinagoga. Era Seu costume em todas as cidades por onde passava.
Na hora da leitura, Levanta-se para ler. Entregaram-Lhe o livro de Isaías.
Meu coração dispara. Quantos textos em Isaías falam sobre Ele!Tenho a impressão de que tudo parou. Um silêncio toma conta da sinagoga.
Ele procura um texto e lê: “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque Ele me ungiu para pregar boas novas aos pobres. Ele me enviou para proclamar liberdade aos presos e recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos e proclamar o ano da graça do Senhor”.
Meu coração quase sai pela boca. Seguro em seu braço. Esse texto fala dEle. De Sua missão. Meus olhos estão nEle. Mal consigo respirar.
Ele fecha o livro. Devolve-o ao assistente. E senta-se. Não há um barulho sequer. Olho em volta. Todos estão olhando para Ele. Ninguém pisca.
Ele fala: “Hoje se cumpriu a Escritura que vocês acabaram de ouvir”.
Meu coração ou parou, ou realmente saiu pela boca. Tenho que levantar minha plaquinha. Observar essa cena é simplesmente fantástico. Tenho que gritar, aplaudí-Lo, saltar, dançar. O Messias tão aguardado, acaba de ler as Escrituras, que claramente falam dEle. E Ele faz essa afirmação.
Começa um burburinho. Continuam a falar dEle. Todos estão admirados com as palavras de graça que saem de Seus lábios, mas não entendem e se perguntam: “Este não é o filho de José”?
O Senhor lhes diz que eles, com certeza, citarão o provérbio: “Médico, cura-te a ti mesmo!” E, "faz aqui o que fizeste em Cafarnaum".
Jesus continua dizendo que nenhum profeta é aceito em sua terra. É difícil para as pessoas olharem e verem que aquele que estava ali com eles, que cresceu com eles, agora tem uma posição de proeminência.
Ele lembrou que havia muitas viúvas em Israel no tempo de Elias, quando ficou sem chover por três anos e meio e houve grande fome na terra, mas Elias foi enviado a uma viúva estrangeira. Também havia muitos leprosos em Israel no tempo de Eliseu, mas nenhum deles foi purificado, exceto Naamã, que era um comandante do exército da Siria.
Fico boquiaberta com Sua ousadia. Seu compromisso é sempre com a verdade. Sua coragem me impressiona. Mesmo assim, me apavoro.
Todos que estavam na sinagoga ficam furiosos ao ouvirem essas palavras. Se levantam e O expulsam da cidade! Levam o Senhor até ao topo da colina onde Nazaré foi construída para atirá-Lo precipício abaixo.
Mas pasme, não sei como, Ele passou pelo meio deles e foi embora. Não chegou Sua. Ele se entregará por todos nós. Com a morte maldita da cruz.
Preciso sentar. Minhas pernas estão bambas. Como uma cena de total silêncio se transformou nessa balbúrdia? Mãos sendo levantadas, gritos, ódio. Desejo de morte.
Se Ele fosse um homem qualquer teria sido lançado precipício abaixo, sem piedade.
Como a verdade abala quem não tem compromisso com ela! Como alguns paradigmas são difíceis de serem quebrados.
Eles estavam a espera do Messias. Mas não quiseram acreditar quem Jesus era. Ia de encontro ao orgulho deles. “Como assim? Esse não é o filho do carpinteiro”? Não se deram ao trabalho de investigar, muito menos de crer.
Que sejamos diferentes. Que tenhamos um coração inclinado ao Senhor e à Verdade. Que aceitemos Suas revelações, Sua identidade. Que nossas vidas sejam dEle.
Amanhã continue sua caminhada. Nos encontramos na segunda-feira. Até lá.
Depois que Jesus volta do deserto, vai para a Galiléia. No poder do Espírito do Senhor.
Sua fama espalha-se por toda aquela região. Ele ensina nas sinagogas. Todos O elogiam. Seus ensinos, como vimos, são cheios de autoridade. Sabe o que está falando. Vive o que ensina.
Nós O acompanhamos através dessas páginas de Lucas.
Ele vai até Nazaré, onde foi criado. É um sábado.
Ele entra em uma sinagoga. Era Seu costume em todas as cidades por onde passava.
Na hora da leitura, Levanta-se para ler. Entregaram-Lhe o livro de Isaías.
Meu coração dispara. Quantos textos em Isaías falam sobre Ele!Tenho a impressão de que tudo parou. Um silêncio toma conta da sinagoga.
Ele procura um texto e lê: “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque Ele me ungiu para pregar boas novas aos pobres. Ele me enviou para proclamar liberdade aos presos e recuperação da vista aos cegos, para libertar os oprimidos e proclamar o ano da graça do Senhor”.
Meu coração quase sai pela boca. Seguro em seu braço. Esse texto fala dEle. De Sua missão. Meus olhos estão nEle. Mal consigo respirar.
Ele fecha o livro. Devolve-o ao assistente. E senta-se. Não há um barulho sequer. Olho em volta. Todos estão olhando para Ele. Ninguém pisca.
Ele fala: “Hoje se cumpriu a Escritura que vocês acabaram de ouvir”.
Meu coração ou parou, ou realmente saiu pela boca. Tenho que levantar minha plaquinha. Observar essa cena é simplesmente fantástico. Tenho que gritar, aplaudí-Lo, saltar, dançar. O Messias tão aguardado, acaba de ler as Escrituras, que claramente falam dEle. E Ele faz essa afirmação.
Começa um burburinho. Continuam a falar dEle. Todos estão admirados com as palavras de graça que saem de Seus lábios, mas não entendem e se perguntam: “Este não é o filho de José”?
O Senhor lhes diz que eles, com certeza, citarão o provérbio: “Médico, cura-te a ti mesmo!” E, "faz aqui o que fizeste em Cafarnaum".
Jesus continua dizendo que nenhum profeta é aceito em sua terra. É difícil para as pessoas olharem e verem que aquele que estava ali com eles, que cresceu com eles, agora tem uma posição de proeminência.
Ele lembrou que havia muitas viúvas em Israel no tempo de Elias, quando ficou sem chover por três anos e meio e houve grande fome na terra, mas Elias foi enviado a uma viúva estrangeira. Também havia muitos leprosos em Israel no tempo de Eliseu, mas nenhum deles foi purificado, exceto Naamã, que era um comandante do exército da Siria.
Fico boquiaberta com Sua ousadia. Seu compromisso é sempre com a verdade. Sua coragem me impressiona. Mesmo assim, me apavoro.
Todos que estavam na sinagoga ficam furiosos ao ouvirem essas palavras. Se levantam e O expulsam da cidade! Levam o Senhor até ao topo da colina onde Nazaré foi construída para atirá-Lo precipício abaixo.
Mas pasme, não sei como, Ele passou pelo meio deles e foi embora. Não chegou Sua. Ele se entregará por todos nós. Com a morte maldita da cruz.
Preciso sentar. Minhas pernas estão bambas. Como uma cena de total silêncio se transformou nessa balbúrdia? Mãos sendo levantadas, gritos, ódio. Desejo de morte.
Se Ele fosse um homem qualquer teria sido lançado precipício abaixo, sem piedade.
Como a verdade abala quem não tem compromisso com ela! Como alguns paradigmas são difíceis de serem quebrados.
Eles estavam a espera do Messias. Mas não quiseram acreditar quem Jesus era. Ia de encontro ao orgulho deles. “Como assim? Esse não é o filho do carpinteiro”? Não se deram ao trabalho de investigar, muito menos de crer.
Que sejamos diferentes. Que tenhamos um coração inclinado ao Senhor e à Verdade. Que aceitemos Suas revelações, Sua identidade. Que nossas vidas sejam dEle.
Amanhã continue sua caminhada. Nos encontramos na segunda-feira. Até lá.
segunda-feira, 29 de janeiro de 2018
A autoridade de Jesus sobre demônios
Estamos no capítulo 1 de Marcos. Versículos de 21 a 29. Mateus não nos conta essa história.
Jesus, juntamente com Tiago, João, Simão e André vão até Cafarnaum. Nós os seguimos.
Assim que chega o sábado, Jesus vai à sinagoga. Para ensinar. Foi no começo do Seu ministério.
Seu ensino é cheio de autoridade. Todos estão admirados. Ele não ensina como os mestres da lei que sabem apenas as letras e não vivem o que ensinam. Ele é diferente. Todos conseguem perceber.
Quero ficar aqui, ouvindo Seus ensinos. Não são cansativos, são cheios de vida. Cheios de autoridade.
Enquanto Ele ensina, um homem, endemoninhado, entra na sinagoga. Ouvimos um grito. Levamos um susto. A atenção de todos se volta para ele.
Os demônios que estão de posse daquele homem gritam: “O que queres conosco, Jesus de Nazaré?” Eles conhecem o Senhor. Sabem que Ele veio destruir as obras do diabo. “Para isto, o filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do diabo”. – 1 João 3.8b
Observamos atentamente a cena. O que Jesus fará? Responderá a pergunta daqueles demônios?
Não. Ele não quis conversa. Mandou que calassem a boca e saíssem do homem. Ele é misericordioso. Não vai ficar conversando com demônios enquanto o homem está ali, sendo possesso, sofrendo.
O espírito imundo sacude o homem violentamente e sai, gritando.
Estão todos admirados. Já não é mais um murmúrio. Todos perguntam uns aos outros que é aquilo, se era uma nova doutrina, um novo ensino. Que autoridade! Estão admirados porque até aos espíritos imundos Ele dá ordens e o mais incrível, eles lhe obedecem. Não ficaram batendo boca com Ele, simplesmente obedeceram. Deixaram o homem.
Vai começar. As notícias a Seu respeito se espalham como fogo em capim, por toda a região da Galiléia. Como não espalhar?
Nunca viram alguém com tanta autoridade para ensinar e expulsar demônios.
Naquela época, como em todas as épocas, existiam algumas “simpatias” ou sacrifícios para aplacar a ira de demônios, mas ordenar que eles saíssem e eles saírem? Ah, isso é novidade.
Fiquemos aqui. Pense na misericórdia do Senhor. Em Seus ensinos. Em Sua autoridade. Precisamos agradecê-Lo. Adorá-Lo.
Depois, continue sua jornada. Nos encontramos na quarta-feira.
Até lá.
Jesus, juntamente com Tiago, João, Simão e André vão até Cafarnaum. Nós os seguimos.
Assim que chega o sábado, Jesus vai à sinagoga. Para ensinar. Foi no começo do Seu ministério.
Seu ensino é cheio de autoridade. Todos estão admirados. Ele não ensina como os mestres da lei que sabem apenas as letras e não vivem o que ensinam. Ele é diferente. Todos conseguem perceber.
Quero ficar aqui, ouvindo Seus ensinos. Não são cansativos, são cheios de vida. Cheios de autoridade.
Enquanto Ele ensina, um homem, endemoninhado, entra na sinagoga. Ouvimos um grito. Levamos um susto. A atenção de todos se volta para ele.
Os demônios que estão de posse daquele homem gritam: “O que queres conosco, Jesus de Nazaré?” Eles conhecem o Senhor. Sabem que Ele veio destruir as obras do diabo. “Para isto, o filho de Deus se manifestou: para destruir as obras do diabo”. – 1 João 3.8b
Observamos atentamente a cena. O que Jesus fará? Responderá a pergunta daqueles demônios?
Não. Ele não quis conversa. Mandou que calassem a boca e saíssem do homem. Ele é misericordioso. Não vai ficar conversando com demônios enquanto o homem está ali, sendo possesso, sofrendo.
O espírito imundo sacude o homem violentamente e sai, gritando.
Estão todos admirados. Já não é mais um murmúrio. Todos perguntam uns aos outros que é aquilo, se era uma nova doutrina, um novo ensino. Que autoridade! Estão admirados porque até aos espíritos imundos Ele dá ordens e o mais incrível, eles lhe obedecem. Não ficaram batendo boca com Ele, simplesmente obedeceram. Deixaram o homem.
Vai começar. As notícias a Seu respeito se espalham como fogo em capim, por toda a região da Galiléia. Como não espalhar?
Nunca viram alguém com tanta autoridade para ensinar e expulsar demônios.
Naquela época, como em todas as épocas, existiam algumas “simpatias” ou sacrifícios para aplacar a ira de demônios, mas ordenar que eles saíssem e eles saírem? Ah, isso é novidade.
Fiquemos aqui. Pense na misericórdia do Senhor. Em Seus ensinos. Em Sua autoridade. Precisamos agradecê-Lo. Adorá-Lo.
Depois, continue sua jornada. Nos encontramos na quarta-feira.
Até lá.
quarta-feira, 22 de novembro de 2017
Jesus nos chama a aprender com Ele
Após Jesus instruir Seus doze
discípulos, Ele próprio saiu para ensinar nas cidades da Galileia.
João Batista, que estava na
prisão, ouviu o que Ele estava fazendo e enviou seus discípulos com a seguinte
pergunta: És tu aquele que haveria de vir ou devemos esperar algum outro?” http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/joao-batista-em-um-dia-ruim.html
Essa pergunta chama minha
atenção. Amo essas informações que o Senhor nos deixou nas Escrituras, para
lembrarmos que somos humanos e não super-homens. Se não fosse assim, não
teríamos coragem de prosseguir, achando que não conseguiríamos.
Um dia, devia ser um
"daqueles dias" que de vez em quando temos, quando não conseguimos
entender, quando parece que tudo está fora do lugar, sem explicação, sem
lógica, João mandou perguntar se Jesus era de fato quem havia de vir ou se
deveriam esperar outro.
Nem mesmo João, que
reconheceu o Senhor dentro do ventre de sua mãe, que teve seu nascimento
anunciado por um anjo, que viu os céus abertos quando o Senhor foi batizado (e
que era o sinal que Deus lhe falou que daria), nem mesmo ele, era um
super-homem infalível, que nunca cansava e que tinha absoluta certeza de tudo.
Até ele ficou desnorteado.
Nunca vou cansar de dizer
que amo isso na Bíblia. Que amo isso em Deus. Temos direito a essas perguntas,
pois somos completamente falíveis. E Ele sabe disso.
Jesus não mandou repreender
João. Sua resposta foi: “Voltem e anunciem a João o que vocês estão ouvindo e
vendo...” Ele sabia que seria o bastante para João.
Quando os discípulos de João
saíram, Jesus testemunhou à multidão quem era Joao. Um profeta. E mais que um
profeta. Estava escrito sobre João em Isaías. Ele era o que prepararia (e
preparou) o caminho para o Senhor. E Jesus foi além. Se eles quisessem aceitar,
João era o Elias que havia de vir.
Jesus aproveita a
oportunidade para denunciar aquela geração, que não estava em sintonia com os
tempos de Deus. João veio, jejuava e não bebia vinho e diziam que ele estava
endemoninhado. Jesus veio, comendo e bebendo e eles o chamavam de comilão e
beberrão, criticando também seus relacionamentos.
Ah, como é necessário sermos,
principalmente nos dias de hoje, como os filhos de Issacar, que conheciam os
tempos e sabiam como agir. “da tribo de Issacar, duzentos chefes estrategistas,
que sabiam como Israel deveria agir em qualquer circunstancia. Comandavam todos
os seus parentes;” – 1 Crônicas 12.32
Após denunciar aquela
geração, Jesus denuncia também as cidades em que havia sido realizada a maioria
dos seus milagres, porque não se arrependeram. Se os milagres que foram
realizados nas cidades de Corazim e Betsaida houvessem sido realizados em Tiro
e Sidom (cidades gentias), elas teriam se arrependido. Assim como Sodoma, se
tivesse visto o que Cafarnaum viu. No Dia do Juízo haverá mais rigor para essas
cidades e menos para aquelas. O Dia do Juízo trará justiça porque o julgamento
será feito com todos os dados necessários para um juízo perfeitamente justo.
Então, esse capítulo termina
com o Senhor agradecendo ao Pai por ter escondido as maravilhas que estavam
acontecendo, dos sábios e cultos e as revelado aos pequeninos. Porque Ele assim
quis.
Tudo foi entregue ao Senhor
pelo Pai. Ninguém conhece o Filho a não ser o Pai, e ninguém conhece o Pai a
não ser o Filho e aqueles a quem o Filho o quiser revelar. É Jesus quem nos
revela o Pai. Somente Ele. Ele é o único caminho para o Pai. O único.
Ele nos chama, a todos nós
que estamos cansados e sobrecarregados. Ele nos dará descanso. O jugo dEle é
suave e o fardo é leve. É com Ele que devemos aprender, pois Ele é manso e
humilde de coração. Se aprendermos com Ele, encontraremos descanso para as
nossas almas. Somente nEle.
Gosto sempre de lembrar que
manso significa “força sob controle”. O Senhor tem domínio próprio, por isso
pode nos ensinar a termos descanso.
Ficamos por aqui. Que aprendamos
realmente com Ele. Que encontremos descanso nEle.
Amanhã prosseguimos nossa
viagem, através do capítulo 12 de Mateus. Espero você.
Até lá.
quinta-feira, 16 de novembro de 2017
Amigos nos levam a Jesus
Ontem nos deparamos com a triste realidade de ver Jesus sendo “convidado a se retirar” do território de Gadara.
Agora vamos começar o capítulo 9 de Mateus.
Ele chega em sua cidade, muito provavelmente Cafarnaum, onde estava morando. Alguns homens trouxeram-lhe um paralítico na maca. Quando Jesus viu a fé que tinham, teve que reagir.
Quero observar essa cena. Um homem paralítico. Em outros Evangelhos, é contado que seus amigos, por não conseguirem chegar próximo a Jesus, o levaram até o telhado, abriram o telhado e desceram a maca à frente de Jesus.
Consegue imaginar a força que aqueles homens empregaram para auxiliar um amigo? Um homem deitado, que não podia se mexer. Uma maca. Um telhado. Primeiro o levaram até lá e depois tiveram que retirar o telhado, que não era feito de telhas. Muita disposição! Jesus olhou para eles e viu a fé que tinham. Então, disse ao paralítico: “Tenha bom ânimo, filho, os seus pecados estão perdoados”.
Já ouvi algumas vezes que Jesus “era da paz, só falava em paz” e coisas do gênero. Mas a verdade é que Jesus é a verdade. Muitas vezes Ele chocava Seus ouvintes. E realmente queria chocar. Verdades geralmente são chocantes. Precisam ser.
Alguns mestres da lei que estavam ali presenciando a cena, não ficaram admirados com a fé daqueles homens. Não. Ficaram indignados com Jesus, acusando-O em seu íntimo. De blasfêmia.
Jesus conhecia seus pensamentos. Ah, é fantástico! Ele pergunta aos mestres da lei: “Por que vocês pensam maldosamente em seu coração?” E prossegue, “mas para que vocês saibam que o Filho do Homem tem na terra autoridade para perdoar pecados”, Ele disse ao paralítico: “Levante-se, pegue a sua maca e vá para casa”.
Fico imaginando as pessoas boquiabertas acompanhando aquele diálogo. Jesus falou que os pecados do homem estavam perdoados porque queria que os mestres da lei soubessem que Ele tem autoridade na terra para perdoar pecados. Podia simplesmente ter dito ao paralítico para levantar-se. Mas queria ir além. Queria revelar algo. E o fez.
E aquele homem, tenho vontade de rir, “levantou-se e foi”. Satisfeito. Feliz da vida. Perdoado e curado. Completamente restabelecido. Um homem que não podia sair da cama, agora coloca-a nas costas e sai andando. Uau! É demais para mim. Tenho que me juntar à multidão que se encontrava ali. Eles ficaram cheios de temor e glorificavam a Deus, que dera tal autoridade aos homens.
Vamos parar aqui um pouco e pensar na atitude de todos os envolvidos nessa cena? O paralítico. Seus amigos. Jesus. Os mestres da lei. A multidão. Temos muito a aprender com cada um.
Amanhã prosseguimos nossa viagem.
Agora vamos começar o capítulo 9 de Mateus.
Ele chega em sua cidade, muito provavelmente Cafarnaum, onde estava morando. Alguns homens trouxeram-lhe um paralítico na maca. Quando Jesus viu a fé que tinham, teve que reagir.
Quero observar essa cena. Um homem paralítico. Em outros Evangelhos, é contado que seus amigos, por não conseguirem chegar próximo a Jesus, o levaram até o telhado, abriram o telhado e desceram a maca à frente de Jesus.
Consegue imaginar a força que aqueles homens empregaram para auxiliar um amigo? Um homem deitado, que não podia se mexer. Uma maca. Um telhado. Primeiro o levaram até lá e depois tiveram que retirar o telhado, que não era feito de telhas. Muita disposição! Jesus olhou para eles e viu a fé que tinham. Então, disse ao paralítico: “Tenha bom ânimo, filho, os seus pecados estão perdoados”.
Já ouvi algumas vezes que Jesus “era da paz, só falava em paz” e coisas do gênero. Mas a verdade é que Jesus é a verdade. Muitas vezes Ele chocava Seus ouvintes. E realmente queria chocar. Verdades geralmente são chocantes. Precisam ser.
Alguns mestres da lei que estavam ali presenciando a cena, não ficaram admirados com a fé daqueles homens. Não. Ficaram indignados com Jesus, acusando-O em seu íntimo. De blasfêmia.
Jesus conhecia seus pensamentos. Ah, é fantástico! Ele pergunta aos mestres da lei: “Por que vocês pensam maldosamente em seu coração?” E prossegue, “mas para que vocês saibam que o Filho do Homem tem na terra autoridade para perdoar pecados”, Ele disse ao paralítico: “Levante-se, pegue a sua maca e vá para casa”.
Fico imaginando as pessoas boquiabertas acompanhando aquele diálogo. Jesus falou que os pecados do homem estavam perdoados porque queria que os mestres da lei soubessem que Ele tem autoridade na terra para perdoar pecados. Podia simplesmente ter dito ao paralítico para levantar-se. Mas queria ir além. Queria revelar algo. E o fez.
E aquele homem, tenho vontade de rir, “levantou-se e foi”. Satisfeito. Feliz da vida. Perdoado e curado. Completamente restabelecido. Um homem que não podia sair da cama, agora coloca-a nas costas e sai andando. Uau! É demais para mim. Tenho que me juntar à multidão que se encontrava ali. Eles ficaram cheios de temor e glorificavam a Deus, que dera tal autoridade aos homens.
Vamos parar aqui um pouco e pensar na atitude de todos os envolvidos nessa cena? O paralítico. Seus amigos. Jesus. Os mestres da lei. A multidão. Temos muito a aprender com cada um.
Amanhã prosseguimos nossa viagem.
domingo, 5 de novembro de 2017
Começa o ministério de Jesus
Vamos continuar o capítulo 4 de Mateus?
Depois que Jesus foi batizado por João Batista e foi levado ao deserto pelo Espírito Santo para ser tentado, somente depois, Ele começou a pregar.
Jesus morava em Nazaré. Ouviu sobre a prisão de João Batista e mudou-se para Cafarnaum, cidade que ficava junto ao mar da Galileia. Tive o privilégio de estar nesses lugares quando visitei Israel. Na realidade o mar da Galileia é um grande lago, parece realmente o mar. Hoje é conhecido como o Lago de Tiberíades. Um lugar lindíssimo. Sua mudança para Cafarnaum não se deu à toa, mas para que se cumprisse o que havia sito dito pelo profeta Isaías (Is 9.1,2).
Jesus começou a pregar uma mensagem de arrependimento, à semelhança de João Batista.
Arrepender-se significa mudar de direção, mudar de mente. Não se pode receber os ensinamentos do Senhor Jesus sem antes mudarmos nossas mentes e atitudes. Veremos claramente essa ideia quando estivermos lendo o chamado “Sermão do Monte.” As ideias de Jesus eram revolucionárias, e só quem passava pelo arrependimento, quem mudava de mente, poderia acompanhá-Lo.
Depois que começou a pregar Sua mensagem de arrependimento, Jesus chamou Seus primeiros discípulos. Andando à beira do mar da Galileia, o Senhor viu dois irmãos, Simão, chamado Pedro e seu irmão André. Eles não estavam à toa. Estavam lançando suas redes ao mar, pois eram pescadores. O Senhor os chamou dizendo: “Sigam-me e eu os farei pescadores de homens”. Fico imaginando a autoridade de Sua presença, aqueles homens imediatamente deixaram suas redes e O seguiram. Não esperaram o dia seguinte, ou a “temporada da pesca” terminar. Eles O seguiram imediatamente. Indo adiante, viu outros dois irmãos, Tiago e João, que também não estavam à toa. Eles estavam no barco com o pai, preparando suas redes. Jesus os chamou e eles também, imediatamente, deixaram seu pai e o barco e O seguiram.
Os primeiros quatro discípulos de Jesus eram duas duplas de irmãos! Ah, o Senhor ama a família. Deixaram sua profissão de pescadores de peixes para aprenderem a pescar homens.
Jesus foi por toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, pregando as boas novas do Reino e curando todas as enfermidades e doenças entre o povo. “Etimologicamente, doente é o que sente dor, o que sofre, o que padece; enfermo é o que está debilitado, enfraquecido pela doença”. – https://revistas.ufg.br
Acho maravilhoso que noticias sobre Ele se espalharam por toda a Síria e lhe trouxeram todos os que sofriam de vários males e tormentos, e Ele os curou. Não mandou fazer duas filas. De um lado os que eram de Israel e de outro os estrangeiros. Ele simplesmente curou a todos.
Então, grande multidão começou a seguí-Lo, da Galileia, onde havia uma mistura de povos, de Decápolis, dez cidades onde predominava a cultura grega, Jerusalém, Judeia e da região do outro lado do Jordão.
O que mais me impacta neste texto é a autoridade de Jesus. Ele fala a quatro pescadores: “Sigam-me” e eles O seguem, imediatamente.
Devemos ter em mente quem Jesus era. Muitas vezes, levados pela tradição, imaginamos um Jesus tímido, quietinho, mas veremos através das próximas páginas que Ele era um homem que sabia falar, ousado, que demonstrava autoridade.
Bom, amanhã continuamos nossa viagem com o capítulo 5. Até lá.
Depois que Jesus foi batizado por João Batista e foi levado ao deserto pelo Espírito Santo para ser tentado, somente depois, Ele começou a pregar.
Jesus morava em Nazaré. Ouviu sobre a prisão de João Batista e mudou-se para Cafarnaum, cidade que ficava junto ao mar da Galileia. Tive o privilégio de estar nesses lugares quando visitei Israel. Na realidade o mar da Galileia é um grande lago, parece realmente o mar. Hoje é conhecido como o Lago de Tiberíades. Um lugar lindíssimo. Sua mudança para Cafarnaum não se deu à toa, mas para que se cumprisse o que havia sito dito pelo profeta Isaías (Is 9.1,2).
Jesus começou a pregar uma mensagem de arrependimento, à semelhança de João Batista.
Arrepender-se significa mudar de direção, mudar de mente. Não se pode receber os ensinamentos do Senhor Jesus sem antes mudarmos nossas mentes e atitudes. Veremos claramente essa ideia quando estivermos lendo o chamado “Sermão do Monte.” As ideias de Jesus eram revolucionárias, e só quem passava pelo arrependimento, quem mudava de mente, poderia acompanhá-Lo.
Depois que começou a pregar Sua mensagem de arrependimento, Jesus chamou Seus primeiros discípulos. Andando à beira do mar da Galileia, o Senhor viu dois irmãos, Simão, chamado Pedro e seu irmão André. Eles não estavam à toa. Estavam lançando suas redes ao mar, pois eram pescadores. O Senhor os chamou dizendo: “Sigam-me e eu os farei pescadores de homens”. Fico imaginando a autoridade de Sua presença, aqueles homens imediatamente deixaram suas redes e O seguiram. Não esperaram o dia seguinte, ou a “temporada da pesca” terminar. Eles O seguiram imediatamente. Indo adiante, viu outros dois irmãos, Tiago e João, que também não estavam à toa. Eles estavam no barco com o pai, preparando suas redes. Jesus os chamou e eles também, imediatamente, deixaram seu pai e o barco e O seguiram.
Os primeiros quatro discípulos de Jesus eram duas duplas de irmãos! Ah, o Senhor ama a família. Deixaram sua profissão de pescadores de peixes para aprenderem a pescar homens.
Jesus foi por toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, pregando as boas novas do Reino e curando todas as enfermidades e doenças entre o povo. “Etimologicamente, doente é o que sente dor, o que sofre, o que padece; enfermo é o que está debilitado, enfraquecido pela doença”. – https://revistas.ufg.br
Acho maravilhoso que noticias sobre Ele se espalharam por toda a Síria e lhe trouxeram todos os que sofriam de vários males e tormentos, e Ele os curou. Não mandou fazer duas filas. De um lado os que eram de Israel e de outro os estrangeiros. Ele simplesmente curou a todos.
Então, grande multidão começou a seguí-Lo, da Galileia, onde havia uma mistura de povos, de Decápolis, dez cidades onde predominava a cultura grega, Jerusalém, Judeia e da região do outro lado do Jordão.
O que mais me impacta neste texto é a autoridade de Jesus. Ele fala a quatro pescadores: “Sigam-me” e eles O seguem, imediatamente.
Devemos ter em mente quem Jesus era. Muitas vezes, levados pela tradição, imaginamos um Jesus tímido, quietinho, mas veremos através das próximas páginas que Ele era um homem que sabia falar, ousado, que demonstrava autoridade.
Bom, amanhã continuamos nossa viagem com o capítulo 5. Até lá.
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