Que tal lermos, ou relermos, 2 Reis 5.1-19?
Havia um homem na Síria que era muito respeitado por seu rei. Era o comandante do exército sírio.
O Senhor o usara para dar grandes vitórias à Síria. Sim, é isso mesmo! A Síria teve grandes vitórias porque o Senhor usou esse comandante para, através dele, dar vitórias à Síria. Inimiga de Israel.
Esse comandante chamava-se Naamâ. Era um poderoso guerreiro, muito valente. Mas, em sua vida havia um porém. Sofria de uma doença de pele. Terrível. A maioria das traduções bíblicas nos falam que sofria de lepra.
Lepra é uma doença terrível. Vai deformando a pessoa à medida que toma conta.
Provavelmente, nunca aparecia diante de seu exército e de seu rei, sem estar vestido completamente de sua armadura.
Faz-me lembrar que muitas vezes também agimos assim. Estamos sofrendo de algum tipo de lepra e não deixamos que os outros vejam. Temos medo de julgamentos e preconceitos. Tal atitude, embora normal, nos impede de recebermos cura. Para sermos curados, precisamos nos expor. Mas, também, precisamos saber a quem nos expor.
“Portanto, confessem seus pecados uns aos outros e orem uns pelos outros para serem curados. A oração de um justo tem grande poder e produz grandes resultados”. – Tiago 5.16
O texto nos conta da vida desse homem valente, poderoso, respeitado, porém que sofria de lepra.
Então, alguém aparece na história. Alguém que muda a história de Naamã.
É uma menina. Não sabemos sua idade. Sabemos que era de Israel e foi sequestrada. Arrancada de sua casa, sua família e sua terra. Agora, uma escrava na casa de Naamã. Serve a esposa desse poderoso comandante.
Sua atitude muda toda a história. E, creio, não apenas dele, mas de muitos que com ele conviviam.
Em casa, Naamã precisa tirar sua armadura. Ali, sua família sabe quem realmente é. Vê a deformidade que carrega. Vê sua condição. Sim, os empregados de sua casa o veem. Sabem que, apesar de tudo, Naamã carrega uma enfermidade que o castiga e o deforma, silenciosamente.
A lepra é, para nós que estamos lendo, como uma doença na alma. Como o pecado. Podemos andar por aí com armadura completa, mas em casa precisamos tirar. Em algum momento precisamos tirar. E alguém nos vê como realmente estamos. Deformados. Precisando desesperadamente de ajuda.
Aquela menina, ao invés de alegrar-se com a doença do comandante militar da nação que a sequestrou, lembrou-se quem era. Ela conhecia o Deus verdadeiro. Conhecia Seu profeta que, embora vivesse em Samaria, andava diariamente na presença do Senhor.
Não podia ficar calada. Tinha a resposta. Sabia onde Naamã podia encontrar cura. Ela falou. Se ele fosse em Samaria, até o profeta, seria curado! Estava certa que o Deus Todo Poderoso, Criador dos céus e da terra, o Deus de Israel, é capaz de todas as coisas. Sabia que não há limites para Ele.
Naamã escutou a voz da menina, a voz de sua esposa. Foi ao rei e contou-lhe o que ouvira. O rei, que tinha seu comandante em alta estima, ordenou-lhe que fosse até o profeta. E o enviou com uma carta de apresentação ao rei de Israel.
Naamã foi até Samaria com prata, ouro e roupas de festa. Era um presente para o profeta.
Entregou a carta de seu rei ao rei de Israel. Nesta época, Israel estava dividido. O reino de Israel tinha Samaria como sua capital. Jerusalém era capital do reino de Judá.
Quando o rei abriu a carta, rasgou suas roupas. Ali, havia um pedido para que curasse Naamã da lepra. Assim como a menina, o rei não podia fazer isso. Não era seu chamado. Não fora ungido para tal. Mas, ao contrário da menina, não soube apontar onde aquele homem podia ir. Não lembrou que Eliseu morava ali próximo e andava na presença do Senhor. Não tinha a solução. Desesperou-se. E, como muitas vezes fazemos, acusou o rei da Síria de estar procurando um pretexto para o atacar. Não conseguia enxergar que deveria agir como uma seta, um porteiro, um anúncio.
Eliseu, o homem de Deus, ficou sabendo, Mandou uma mensagem ao rei. Por que rasgara suas vestes? Por que ficara tão aflito? Era só enviar Naamã até ele. Havia profeta em Israel. Um profeta verdadeiro. Não um profeta maquiado, fajuto e falso. Era um homem que estava na presença do Senhor, que conhecia Seu poder. Um homem que deveria ser nosso exemplo.
Naamã foi até lá. Na verdade, era o lugar que deveria ter procurado. A menina havia dito que ele deveria ir ao profeta, não ao rei. Ao homem de Deus, não ao homem que sentava no trono de Samaria. ?
Muitas vezes a solução está no deserto, não no palácio (Mateus 3.1-3).
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-31-17.html
Naamã parou diante da porta de Eliseu. E esperou. Eliseu simplesmente mandou um mensageiro, ordenando que fosse ao rio Jordão e se lavasse sete vezes. Sua pele seria restaurada. Ficaria curado da lepra.
Naamã não ouviu tudo. Não é possível que tenha ouvido! Só ouviu a parte de ir lavar-se no rio. Só viu a ausência do profeta ali, diante dele. Não ouviu que seria curado?
Lembre-se, é um homem de alta patente. Da confiança do rei da Síria. Não está acostumado a ser ignorado. A não ser visto. Não ser recebido. Não ser respeitado. Com lepra ou não, as pessoas vão à sua presença.
Não hoje. Não Eliseu. Não havia necessidade. Era apenas obedecer e pronto. Seria curado. Eliseu não é politicamente correto. Não procura glória ou honra para si. Faz o que tem que ser feito. E pronto.
Naamã ficou indignado. Quando ia para Israel, imaginou Eliseu saindo para recebê-lo, claro! Esperava que o profeta movesse suas mãos sobre a lepra. Que invocasse o nome do Senhor, seu Deus e o curasse. Diante de todos.
Quantas vezes esperamos o mesmo! Queremos uma cura pública e instantânea. Mas não é assim com a lepra. Não é assim com nossa alma castigada e macerada pelo pecado, repleta de feridas e dores. Há um caminho a percorrer. E não é qualquer caminho.
Não, Naamã. Os rios da Síria podem até ser melhores que o rio Jordão. Mas é no Jordão que precisamos mergulhar. É passando pelo Jordão que alcançamos a nossa terra prometida. Nossa cura e libertação.
Note que Naamã ouviu a voz de uma menina estrangeira, escrava em sua casa. Ouviu a voz de sua esposa. Ouviu a voz do rei da Síria. E não ouviu a voz de Eliseu, o profeta. Não quis seguir suas instruções. Não era o que esperara, o que imaginara, o que queria.
Quando Naamã estava “soltando fogo pelas ventas”, disposto a voltar à sua terra sem estar curado, seus oficiais, homens de sua confiança, abaixo dele em hierarquia, tentaram convencê-lo. Que homens eram esses! Não temeram serem mortos por um comandante indignado e irado. Falaram a verdade que ele precisava ouvir.
Ah, como precisamos de pessoas como essa menina que, mesmo sendo escrava apontou para a solução. Uma verdadeira porteira. Apontou a porta. http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-31-17.html
E, como precisamos de homens como esses oficiais, que nos convoquem a fazer o certo e não o fácil.
Eles o convenceram. Afinal, ele só devia ir ao Jordão e lavar-se!
Mas, para ele, não era só. Teria que tirar a armadura. Não havia como entrar na água com ela. Todos seus oficiais e soldados o veriam como estava deformado pela lepra.
Quantas vezes precisamos nos humilhar e preferimos ir embora para casa, indignados, ao invés de curados!
Retiremos nossas armaduras. Desçamos ao Jordão e mergulhemos. Não uma ou duas vezes. A ferida da nossa alma é grande demais. Mergulhemos sete vezes.
Naamã resolveu se humilhar. Arrancou sua armadura. Desceu ao Jordão. Mergulhou nas águas. Diante de seus homens. De seu exército. E saiu de lá, curado!
Não foi uma cura qualquer. Sua pele foi restaurada. Ficou saudável como a de uma criança! Recebeu mais do que pediu, do que sonhou, imaginou e esperou!
“Toda a glória seja a Deus que, por Seu grande poder que atua em nós, é capaz de realizar infinitamente mais do que poderíamos pedir ou imaginar. A Ele seja a glória na igreja e em Cristo Jesus por todas as gerações, para todo o sempre! Amém”. – Efésios 3.20
Naamã quis presentear Eliseu. Ele não aceitou. Já obedecia ao Senhor Jesus quando, séculos mais tarde, este disse: “Curem os doentes, ressuscitem os mortos, purifiquem os leprosos e expulsem os demônios. Deem de graça, pois também de graça vocês receberam”. – Mateus 10.8
E melhor que tudo, não foi apenas a pele de Naamã que foi curada! Ele decidiu seguir, honrar e adorar apenas o único Deus Verdadeiro, o Senhor dos Exércitos, o Deus de Abraão, Isaque e Jacó, o Deus de Israel, o meu Deus e, espero, o seu Deus. O Deus pessoal e único. E, mesmo em terra estrangeira, foi o que fez.
Estou certa que o testemunho de sua cura alcançou muitas pessoas. Pessoas que aquela menina não conseguiria alcançar. Mas, tudo começou, com seu testemunho. Ela faz parte da história!
Ah, como precisamos de homens como Eliseu. Que apontem para si e digam: “Eu tenho a resposta. Eu ando com o Senhor”. Homens que, como Pedro e João, digam: "Olhem para nós... O que tenho lhe dou" (Atos 3.4-6). Homens como Paulo, a quem devemos imitar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/atos-31-26.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/12/1-corintios-101-1231.html
Queridos, se temos andado com o Senhor, temos as respostas. As respostas estão nEle! Ele deseja nos curar da lepra, do pecado, das feridas das nossas almas. Ele deseja nos restaurar, nos renovar e nos salvar.
Em tempo de pandemia de coronavírus ou qualquer outra, podemos gritar a plenos pulmões que não há necessidade de rasgar as vestes em desespero. Podemos, sim, rasgá-las em humilhação e nos voltarmos para o Senhor.
Não estamos imunes ao que acontece no mundo. Pode ser que alguém que conheçamos ou até nós mesmos, sejamos atingidos por esse vírus, mas podemos descansar e confiar no Senhor.
Que tomemos todas as atitudes para nos proteger. A nós e aos outros. Afinal, somos templos do Espírito e temos essa obrigação. A vida é uma dádiva muito grande e maravilhosa. Precisamos zelar por ela.
Que nos lembremos, a cada dia, que temos a resposta! Jesus é a única e verdadeira resposta! Ele é nosso castelo forte!
“Aqui no mundo vocês terão aflições, mas animem-se, pois eu venci o mundo”. – João 16.33
"Venham a mim todos vocês que estão cansados e sobrecarregados, e Eu lhes darei descanso". - Mateus 11.28
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quarta-feira, 18 de março de 2020
Em tempo de pandemia, aponte para a resposta!
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quinta-feira, 4 de abril de 2019
2 Reis 8.7-15
Leitura do dia 07/04.
Na última postagem, vimos que o Senhor, no tempo certo, restituiu os bens da sunamita, poupando-a inclusive, de perder os rendimentos de sua propriedade durante os sete anos que esteve fora de Israel. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-81-6.html
Agora, ainda através das páginas do capítulo oito. Do versículo sete ao versículo quinze.
Passado um tempo, Eliseu foi a Damasco, capital da Síria.
Ben-Hadade, o rei, estava doente. Ele foi informado que o “homem de Deus” estava ali. Ordenou a Hazael que levasse um presente e fosse encontrar-se com Elias. Que consultasse o Senhor por meio dele, para saber se ficaria ou não curado. Embora de outra nação, acreditava que Eliseu tinha a palavra do verdadeiro Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Hazael separou tudo que havia de melhor em Damasco para levar a Eliseu. Uma carga de quarenta camelos. Isso mesmo, quarenta camelos!
Quando chegou à presença de Eliseu, disse-lhe que “seu filho” Ben-Hadade, rei da Síria, o havia enviado para perguntar se escaparia da doença que o afligia.
Eliseu ordenou que fosse ao rei e lhe dissesse que sararia, porém, disse a Hazael que o Senhor lhe revelou que o rei, na verdade, morreria.
Após essas palavras, Eliseu olhou fixamente para Hazael, até deixá-lo constrangido. Em seguida, o homem de Deus, começou a chorar.
Eliseu, chorando. É algo difícil de imaginar, embora saibamos que se importava com as pessoas.
Hazael ficou intrigado e perguntou, chamando Eliseu de “meu senhor”, porque ele estava chorando. Eliseu respondeu que sabia de todo o mal que Hazael faria aos israelitas. Ele incendiaria suas fortalezas. Passaria ao fio da espada seus jovens. Despedaçaria suas crianças. Rasgaria o ventre das mulheres grávidas. Uma verdadeira catástrofe.
Como não chorar diante de uma visão tão terrível do futuro de Israel?
Harael contestou. Disse que não era ninguém, apenas um servo. Não havia como fazer algo tão poderoso. Eliseu respondeu que o Senhor havia revelado que ele seria rei da Síria.
Hazael se despediu de Eliseu. Voltou ao rei, seu senhor. Respondeu como Eliseu, seu senhor, havia lhe dito, que certamente se recuperaria daquela doença.
No dia seguinte, Hazael pegou um cobertor, molhou-o bastante. Com ele, sufocou o rei. Até matá-lo.
Foi assim que Hazael, dessa maneira cruel, tornou-se rei da Síria.
Embora chamasse o rei e Eliseu de "seu senhor", na verdade, não eram. Ele mesmo era senhor de si.
Não perguntou a Eliseu como Ben-Hadade morreria. Não esperou que a doença o levasse. Foi lá e o matou. Não perguntou como seria rei, foi lá e, com sua própria mão, colocou-se na posição que desejava. Tomou posse de maneira cruel e traidora.
Eliseu sabia perfeitamente porque estava chorando. Conseguira enxergar o homem que realmente Hazael era.
Que o Senhor nos dê discernimento, para enxergar, com os olhos dEle, aqueles que estão ao nosso redor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/que-tipos-de-lavradores-somos.html
Dois homens ouviram de profetas que seriam reis. Davi e Hazael. Davi esperou o tempo do Senhor, que o preparou para o cargo. Hazael fez seu tempo. Era seu próprio senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/davi-voce-eu-e-os-processos.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-voce-eu-e-os-processos-parte-2.html
Com quem queremos parecer?
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/12/falsa-humildade.html
Na última postagem, vimos que o Senhor, no tempo certo, restituiu os bens da sunamita, poupando-a inclusive, de perder os rendimentos de sua propriedade durante os sete anos que esteve fora de Israel. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-81-6.html
Agora, ainda através das páginas do capítulo oito. Do versículo sete ao versículo quinze.
Passado um tempo, Eliseu foi a Damasco, capital da Síria.
Ben-Hadade, o rei, estava doente. Ele foi informado que o “homem de Deus” estava ali. Ordenou a Hazael que levasse um presente e fosse encontrar-se com Elias. Que consultasse o Senhor por meio dele, para saber se ficaria ou não curado. Embora de outra nação, acreditava que Eliseu tinha a palavra do verdadeiro Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Hazael separou tudo que havia de melhor em Damasco para levar a Eliseu. Uma carga de quarenta camelos. Isso mesmo, quarenta camelos!
Quando chegou à presença de Eliseu, disse-lhe que “seu filho” Ben-Hadade, rei da Síria, o havia enviado para perguntar se escaparia da doença que o afligia.
Eliseu ordenou que fosse ao rei e lhe dissesse que sararia, porém, disse a Hazael que o Senhor lhe revelou que o rei, na verdade, morreria.
Após essas palavras, Eliseu olhou fixamente para Hazael, até deixá-lo constrangido. Em seguida, o homem de Deus, começou a chorar.
Eliseu, chorando. É algo difícil de imaginar, embora saibamos que se importava com as pessoas.
Hazael ficou intrigado e perguntou, chamando Eliseu de “meu senhor”, porque ele estava chorando. Eliseu respondeu que sabia de todo o mal que Hazael faria aos israelitas. Ele incendiaria suas fortalezas. Passaria ao fio da espada seus jovens. Despedaçaria suas crianças. Rasgaria o ventre das mulheres grávidas. Uma verdadeira catástrofe.
Como não chorar diante de uma visão tão terrível do futuro de Israel?
Harael contestou. Disse que não era ninguém, apenas um servo. Não havia como fazer algo tão poderoso. Eliseu respondeu que o Senhor havia revelado que ele seria rei da Síria.
Hazael se despediu de Eliseu. Voltou ao rei, seu senhor. Respondeu como Eliseu, seu senhor, havia lhe dito, que certamente se recuperaria daquela doença.
No dia seguinte, Hazael pegou um cobertor, molhou-o bastante. Com ele, sufocou o rei. Até matá-lo.
Foi assim que Hazael, dessa maneira cruel, tornou-se rei da Síria.
Embora chamasse o rei e Eliseu de "seu senhor", na verdade, não eram. Ele mesmo era senhor de si.
Não perguntou a Eliseu como Ben-Hadade morreria. Não esperou que a doença o levasse. Foi lá e o matou. Não perguntou como seria rei, foi lá e, com sua própria mão, colocou-se na posição que desejava. Tomou posse de maneira cruel e traidora.
Eliseu sabia perfeitamente porque estava chorando. Conseguira enxergar o homem que realmente Hazael era.
Que o Senhor nos dê discernimento, para enxergar, com os olhos dEle, aqueles que estão ao nosso redor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/que-tipos-de-lavradores-somos.html
Dois homens ouviram de profetas que seriam reis. Davi e Hazael. Davi esperou o tempo do Senhor, que o preparou para o cargo. Hazael fez seu tempo. Era seu próprio senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/davi-voce-eu-e-os-processos.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-voce-eu-e-os-processos-parte-2.html
Com quem queremos parecer?
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
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quinta-feira, 23 de novembro de 2017
O Senhor ama o ser humano
Prosseguindo nossa caminhada por Mateus, chegamos ao capítulo 12.
Se olharmos para trás, quantas coisas vistas e aprendidas! Algumas vezes paramos em um capítulo e ali ficamos mais de um, dois dias. Outras vezes, em apenas um dia, passamos por um capítulo inteiro.
Esperam que estejam aproveitando. Os ensinos de Jesus são realmente fantásticos e revolucionários. Muitas vezes esquecemos de olhar a essência contida neles. O importante não são regras, são relacionamentos. Jesus sempre aponta para a importância do homem.
Quantas vezes pensamos nos mandamentos do Senhor como um peso. Mas todos foram ordenados para o nosso bem. Se os seguirmos, teremos paz e alegria em nossas vidas. O Pai nos deu mandamentos por nos amar, por desejar o melhor para nós, uma vida abundante e feliz. Sem culpa, sem fardos.
Lembra quando Jesus falou que o pecado começa no coração? Pecado significa errar o alvo. O alvo é fazer o correto diante de Deus, primeiro em nossos corações.
Vamos olhar o que acontece no início deste capítulo.
Jesus e os discípulos estavam caminhando pelas lavouras de cereal no sábado. A lei dizia que na colheita não deveria ser retirado tudo, para que os pobres e as viúvas pudessem colher para si. Observe o cuidado do Senhor.
Os discípulos estavam com fome e começaram a colher espigas para comê-las. Você já parou para pensar como era a vida desses homens seguindo a Jesus? Jesus está sempre em movimento. O tempo todo. Até quando tenta descansar e levar os discípulos para o descanso, as multidões os seguem e Jesus, compadecido delas, as ensina e cura.
Os fariseus possuíam uma veia de acusação. A mesma que pulsa nos religiosos de todas as épocas. Não conseguem enxergar o que o Senhor está fazendo. Eles procuram insistentemente algo de errado em que se apegar e perdem o tempo de Deus.
Aqui eles apontam para Jesus, como querendo que Ele repreenda Seus discípulos por estarem colhendo aquelas espigas no sábado. Não era uma colheita, eles a estavam comendo. Com fome. Jesus responde que Davi comeu o pão que pertencia apenas aos sacerdotes. E foi além. Os sacerdotes faziam atividades no templo, aos sábados, e ficavam sem culpas.
Somos uma nação de sacerdotes.
Jesus revelou àqueles fariseus que Ele é maior que o templo. Que é o Senhor do sábado. O que interessa ao Senhor não são regras sobre regras. Eles (e nós) deveriam (os) aprender o que significa “Misericórdia quero, não sacrifícios”. Se soubessem o significado dessas palavras, muitos inocentes não teriam sido condenados.
Infelizmente, se pararmos para pensar, nos lembraremos de vários casos em que regras e costumes prevaleceram sobre pessoas, ferindo-as, condenando-as e afastando-as do Evangelho. É muito triste.
Quando Jesus e seus discípulos saíram da lavoura, foram até à sinagoga daqueles fariseus. Estava ali um homem com uma das mãos atrofiadas. Limitado em seus afazeres.
Mais uma vez os fariseus deixam claro que não se importavam com as pessoas, embora fossem os “guardiões” da lei. Eles queriam um motivo para condenar a Jesus e perguntaram-lhe se era permitido curar no sábado. As palavras de Jesus quando caminhavam pela lavoura não entraram neles. Não entenderam nada.
Se fosse eu, teria me transformado na Sarah O’Connor e “mandado bala” naqueles fariseus. Mas Jesus, que é manso (força sob controle), simplesmente responde sabiamente, com outra pergunta: “Qual de vocês, se tiver uma ovelha e ela cair num buraco no sábado, não irá pegá-la e tirá-la de lá”? Eles devem ter pensado, pelo menos um pouquinho, nessa pergunta. Jesus continua dizendo que um homem vale mais que uma ovelha. Portanto, era (e é) permitido fazer o bem no sábado. Mandou que o homem estendesse sua mão e ela ficou boa como a outra.
E os fariseus? Não glorificaram ao Senhor por aquele milagre. Não enxergaram o homem. Não enxergaram o milagre. Saíram dali e começaram a conspirar como poderiam matar Jesus. Matar Jesus! Por Ele ensinar a importância do ser humano. Por curar no sábado.
Que o Senhor nos livre de um coração acusador, que não enxerga o homem. Que só enxerga regra sobre regras.
Temos que ficar por aqui. Que deixemos nossos corações serem sondados pelo maravilho Espírito Santo.
Que sejamos misericordiosos e não acusadores.
Amanhã continuamos nossa viagem. Até lá.
Se olharmos para trás, quantas coisas vistas e aprendidas! Algumas vezes paramos em um capítulo e ali ficamos mais de um, dois dias. Outras vezes, em apenas um dia, passamos por um capítulo inteiro.
Esperam que estejam aproveitando. Os ensinos de Jesus são realmente fantásticos e revolucionários. Muitas vezes esquecemos de olhar a essência contida neles. O importante não são regras, são relacionamentos. Jesus sempre aponta para a importância do homem.
Quantas vezes pensamos nos mandamentos do Senhor como um peso. Mas todos foram ordenados para o nosso bem. Se os seguirmos, teremos paz e alegria em nossas vidas. O Pai nos deu mandamentos por nos amar, por desejar o melhor para nós, uma vida abundante e feliz. Sem culpa, sem fardos.
Lembra quando Jesus falou que o pecado começa no coração? Pecado significa errar o alvo. O alvo é fazer o correto diante de Deus, primeiro em nossos corações.
Vamos olhar o que acontece no início deste capítulo.
Jesus e os discípulos estavam caminhando pelas lavouras de cereal no sábado. A lei dizia que na colheita não deveria ser retirado tudo, para que os pobres e as viúvas pudessem colher para si. Observe o cuidado do Senhor.
Os discípulos estavam com fome e começaram a colher espigas para comê-las. Você já parou para pensar como era a vida desses homens seguindo a Jesus? Jesus está sempre em movimento. O tempo todo. Até quando tenta descansar e levar os discípulos para o descanso, as multidões os seguem e Jesus, compadecido delas, as ensina e cura.
Os fariseus possuíam uma veia de acusação. A mesma que pulsa nos religiosos de todas as épocas. Não conseguem enxergar o que o Senhor está fazendo. Eles procuram insistentemente algo de errado em que se apegar e perdem o tempo de Deus.
Aqui eles apontam para Jesus, como querendo que Ele repreenda Seus discípulos por estarem colhendo aquelas espigas no sábado. Não era uma colheita, eles a estavam comendo. Com fome. Jesus responde que Davi comeu o pão que pertencia apenas aos sacerdotes. E foi além. Os sacerdotes faziam atividades no templo, aos sábados, e ficavam sem culpas.
Somos uma nação de sacerdotes.
Jesus revelou àqueles fariseus que Ele é maior que o templo. Que é o Senhor do sábado. O que interessa ao Senhor não são regras sobre regras. Eles (e nós) deveriam (os) aprender o que significa “Misericórdia quero, não sacrifícios”. Se soubessem o significado dessas palavras, muitos inocentes não teriam sido condenados.
Infelizmente, se pararmos para pensar, nos lembraremos de vários casos em que regras e costumes prevaleceram sobre pessoas, ferindo-as, condenando-as e afastando-as do Evangelho. É muito triste.
Quando Jesus e seus discípulos saíram da lavoura, foram até à sinagoga daqueles fariseus. Estava ali um homem com uma das mãos atrofiadas. Limitado em seus afazeres.
Mais uma vez os fariseus deixam claro que não se importavam com as pessoas, embora fossem os “guardiões” da lei. Eles queriam um motivo para condenar a Jesus e perguntaram-lhe se era permitido curar no sábado. As palavras de Jesus quando caminhavam pela lavoura não entraram neles. Não entenderam nada.
Se fosse eu, teria me transformado na Sarah O’Connor e “mandado bala” naqueles fariseus. Mas Jesus, que é manso (força sob controle), simplesmente responde sabiamente, com outra pergunta: “Qual de vocês, se tiver uma ovelha e ela cair num buraco no sábado, não irá pegá-la e tirá-la de lá”? Eles devem ter pensado, pelo menos um pouquinho, nessa pergunta. Jesus continua dizendo que um homem vale mais que uma ovelha. Portanto, era (e é) permitido fazer o bem no sábado. Mandou que o homem estendesse sua mão e ela ficou boa como a outra.
E os fariseus? Não glorificaram ao Senhor por aquele milagre. Não enxergaram o homem. Não enxergaram o milagre. Saíram dali e começaram a conspirar como poderiam matar Jesus. Matar Jesus! Por Ele ensinar a importância do ser humano. Por curar no sábado.
Que o Senhor nos livre de um coração acusador, que não enxerga o homem. Que só enxerga regra sobre regras.
Temos que ficar por aqui. Que deixemos nossos corações serem sondados pelo maravilho Espírito Santo.
Que sejamos misericordiosos e não acusadores.
Amanhã continuamos nossa viagem. Até lá.
segunda-feira, 20 de novembro de 2017
A seara é grande
Vimos a mulher com hemorragia ser curada e acompanhamos Jairo até à sua casa. A notícia sobre sua filha espalhou-se por toda aquela região. Impossível não espalhar.
Após Jesus sair dali, dois cegos O seguiram, clamando em alta voz. Jesus perguntou-lhes se eles criam que era capaz de curá-los. Responderam que sim. Jesus tocou em seus olhos, dizendo: “Que seja feito segundo a fé que vocês tem!”
A visão deles foi restaurada. Eles tinham fé para tal.
Jesus os advertiu para que ninguém soubesse do acontecido. Mas como? Eram cegos, de repente passam a enxergar. Como esconder tal feito? Além disso, eles saíram e espalharam a notícia por toda aquela região.
Quando Jesus faz algo por nós, não temos como esconder. Podemos até tentar mas, se Ele realmente agiu em nosso favor, ainda que não abramos a boca, as pessoas saberão. É impossível ser tocado por Jesus (ou tocar nEle) e continuar da mesma maneira. A transformação pode até ser lenta, mas é aparente. É imperativo que seja.
Após essa cura, um homem foi levado ao Senhor. Estava endemoninhado e não podia falar. Jesus expulsou o demônio e o homem começou a falar. Claro, a multidão ficou admirada. Nunca tinham visto nada parecido em Israel. A cada passo que Jesus dava, algo acontecia. Era maravilhoso.
Mas os fariseus diziam que ele expulsava os demônios pelo príncipe dos demônios. Já reparou que quando não há argumentos, as pessoas inventam as desculpas mais esfarrapadas para justificar seu posicionamento errado? Era o que os fariseus faziam constantemente. Porque não queriam mudar suas vidas, que era totalmente aprazível aos seus próprios olhos. Não se importavam mais se estavam certos ou errados.
Essa atitude não intimidou Jesus. Ele ia percorrendo as cidades e povoados. Ensinava nas sinagogas, pregando as boas novas do Reino. Curando todas as enfermidades e doenças.
Jesus se compadecia das multidões porque estavam aflitas e desamparadas, como ovelhas que não tem pastor. Uma ovelha sem direção não sabe para onde vai. Não tem senso de direção, nem de perigo. Ela precisa que o pastor a guie, com sua vara e seu cajado. Assim era Israel naqueles dias. Os líderes religiosos só queriam saber de si mesmo, de levar vantagem em tudo o que faziam. De galgar posições. Serem conhecidos. Não se importavam com as pessoas.
Jesus enxergava toda a situação. Disse aos Seus discípulos que orassem pedindo ao Senhor para enviar trabalhadores, porque a colheita era grande e os trabalhadores, poucos.
Que não sejamos como ovelhas que não tem pastor. O Senhor é o nosso Pastor. Que O deixemos nos guiar. Ele sabe aonde nos levar.
E que tenhamos disposição para trabalhar em Sua colheita, cooperando com Ele.
Aqui termina o capítulo 9 de Mateus. Amanhã iniciamos o capítulo 10. Até lá.
sábado, 18 de novembro de 2017
A ordem é: Não temas!
Esse mesmo texto é contado em Marcos 5.21-43. http://www.espalhandoasemente.com/2015/12/jairo-aquele-que-ilumina.html
Um dos meus textos preferidos. Amo Jairo. Um dos chefes da sinagoga.
Um homem que tinha um excelente status na religião. Ainda assim, teve a humildade de, em meio a uma grande multidão, lançar-se AOS PÉS de Jesus, implorando-lhe que curasse sua filhinha.
Não apenas pediu a cura para sua filha, "implorou encarecidamente", tal foi a intensidade com que se humilhou. Não apenas ajoelhou-se aos pés de Jesus, lançou-se! Praticamente agarrou-se aos Seus pés! Como foi humilde! Não se importou com sua reputação.
Cria que Jesus poderia curar sua filha se O quisesse e era o que importava.
Enquanto ia com Jairo até sua casa, Jesus para no meio do caminho, no meio de uma multidão, e fala: “Quem me tocou”?
Imagino a cena. Como se estivesse no Holodeck em Star Trek (Para quem não está familiarizado, é uma sala com acesso à realidade virtual).
Nós dois estamos ali. Você e eu. Não queremos perder essa visita de Jesus à casa de Jairo. Não sei você, estou boquiaberta, queixo caído. “Como assim? Quem me tocou”? Uma multidão nos aperta de todos os lados e Ele pergunta quem O tocou? Decididamente, não entendo Jesus!
E eu, que sou lógica pura, embora seja coração também, fico angustiada. Temos que correr, antes que seja tarde. E embora ame detalhes, não quero saber desse. Quem tocou a Jesus no meio dessa multidão não tem a menor importância. Vamos logo, antes que seja tarde! Me angustio.
Ele continua ali parado, olhando. Esperando alguém se manifestar. Minha agonia é tão grande que estou quase indo lá, eu mesma para puxá-Lo pelo braço e explicar a situação. Jesus não deve ter entendido! Olho para Jairo. Está a ponto de desmaiar de tanto desespero! Transparente! Meu estômago dá voltas!
Finalmente! Uma mulher. Não é conhecida. Aproxima-se. Prostra-se aos Seus pés e conta sobre sua hemorragia que já durava doze anos! Uau! Começo a entender porque Ele parou.
Mas enquanto escutava, minha atenção se volta para algumas pessoas que chegam. Ah não! O que elas estão falando? Meu coração quase para! Estão dizendo que a menina morreu! Não há necessidade de incomodar mais o Mestre! Não há mais esperança! Afinal, quem pode com a morte?
Está aí outro, além de Abraão, que creu contra a esperança! Aquelas pessoas ministraram desânimo e derrota. Estavam falando a verdade.
Me seguro em você. Acho que vou desmaiar. Já havia imaginado toda a cena: Jesus chegando e curando a menina! E a alegria voltando àquela casa! Agora isso? Tenho que usar todo meu auto controle para não me jogar no chão aos prantos!
E agora? COMO Jesus vai se desculpar com Jairo? Não há desculpas para isso! Se Ele tivesse andado mais rápido. Se não tivesse parado! Tudo gira ao meu redor. Se não estivesse segurando seu braço teria sido pisoteada, porque estou a ponto de cair.
Então, vejo que Jesus não deu a mínima atenção àquelas palavras. Ele simplesmente diz a Jairo: “Não temas, tão somente continue crendo”! Estou sem fôlego! O que vai acontecer agora? Meu coração novamente se enche de ânimo e esperança. Volto a respirar! Aperto seu braço.
Embora Jairo soubesse que seus familiares falavam a verdade, preferiu crer nas palavras de Jesus! Creu no impossível! Sempre a escolha: Fé ou vista?
Quando da cura daquela mulher, Jairo recebeu dois tipos de ministrações. Como o povo de Israel em Números 13.1-14, quando os espias voltaram de Canaã. "Jesus ficou se importando com o simples fato de alguém tocar-Lhe enquanto minha filha está naquele estado. Sua lentidão vai fazer com que não haja mais cura! Onde já se viu? Parar por causa de uma simples mulher do povo, ao invés de ir correndo até minha filha? A filha de um dos principais da sinagoga"! A outra ministração: "Essa mulher foi curada somente por ter crido em Seu poder. Ter tocado nEle! E nem foi Ele quem a tocou! Mais uma prova de que Ele, impondo Suas mãos, vai curar minha filha! Ele sabia o que ia acontecer! Não iria me acompanhar para simplesmente ir comigo ao enterro”!
Essa foi a ministração que escolheu. A de vitória! A que aparentemente era a verdade, ele rejeitou. Não aceitou. Sua escolha era: "E agora? Escolho o real, o aparente, o que se vê? Que é tão terrível, tão triste, tão sem retorno, tão sem vitória! Ou escolho o impossível? O que não se vê, que é tão bom mas tão irreal"!?
Para sua felicidade e de sua família, escolheu as absurdas palavras de Jesus e continuou até sua casa! Por certo ia pensando a cada passo: "Ele vai colocar Suas mãos nela e curá-la. Ela não está morta! Ele mandou eu crer. Não ter medo. Crer somente! Vai curá-la. Ela vai viver. Vai viver. Vai viver! Eu creio. Eu creio. Eu creio"!
Nunca aquele caminho foi tão longo. Não aguento mais andar. Alguém trocou a casa de Jairo de lugar. Nunca chega!
Ufa. Finalmente.
Quando chega à sua casa tudo era contra o que Jesus havia dito! As pessoas que faziam o velório lá estavam. Jairo se agarra às palavras de Jesus! Não andar por vista, mas por fé! Naquela hora poderia ter dito: "É Jesus, não adiantou mesmo. Pode voltar. Obrigado por Sua boa vontade, mas agora não há mais solução. Tudo acabou. A fé foi em vão”!
Mas não falou nada! Continuou crendo nas palavras de Jesus, ainda que tenham rido dEle, continuou crendo! E mais uma vez creu no impossível. Jesus disse que a menina apenas dormia! Ora, se fosse de fato "real", os "veladores profissionais" não estariam ali! Mas ele creu! E Jesus, mais uma vez ministrou fé ao seu coração e mais uma vez Jairo escolheu Sua ministração ao invés de crer no aparente.
"Ela não está morta. Está dormindo. Só dormindo. Eu creio. Creio! Ele vai impor Suas mãos e ela será curada! Essas pessoas é que estão loucas. Não Ele! Ele diz a verdade! Ele é o Criador da Vida. O médico-mor. Ela está dormindo. Não morreu. Só dorme. Ele vai curá-la. Ela vai viver! A derrota não é real. Real é o que Ele falou. O mundo natural é que está mentindo. O espiritual é que é verdadeiro. Ela está dormindo. Não morreu"!
Jairo entrou em sua casa com Jesus! Impossível entrar sem Ele. Até aqui não havia visto sua filhinha. O momento crucial: entrar no quarto onde a menina está! Meu coração acelera. Foi aí que Jairo viu sua filha! Pálida. Inerte. Sem cor. Sem respirar! Morta! "Ela não está morta. Ele disse que ela só dorme. Ele fala a verdade! Ele é a Verdade. Não vou olhar para a aparência. Vou olhar para Ele. Não vou "ouvir" esse silêncio mortal, mas a voz dEle"! Seus olhos focam Jesus!
Então Jairo presencia sua fé e o poder de Jesus mudarem aquela situação! Novamente viu Jesus ministrar cura. Vida. Vitória. Jesus tomou a mão de sua filhinha e falou. Simplesmente falou e ela se levantou! Como das outras vezes em que Ele havia falado desde que Jairo o encontrara. Ele falou novamente. O mesmo tipo de palavra. Cheia de certeza. De verdade. De poder. Pouquíssimas palavras, porém verdadeiras, que produziram ação!
Ele viu sua filha se levantar. Sair andando com a maior disposição.
Sua palavra é digna de aceitação. Mesmo que pareça absurda. Impossível. Irreal. É a palavra dEle! Ele falando. O Logos. O Verbo Encarnado. Aquele que estava com Deus no princípio. Aquele que criou os mundos pela Sua palavra. Imutável e poderosa! Criativa! Curadora! Solucionadora! Palavra que produz ação! Palavra que não volta vazia!
Quando Ele fala, o mundo espiritual move o natural e o natural move o espiritual. Na terra como no céu. Não é lenda! É real!
Fico maravilhada com a fé de Jairo. Continuou crendo no poder de Jesus para solucionar sua situação catastrófica mesmo recebendo tanta ministração contrária. No caminho. Até mesmo antes de falar com Jesus. Em frente à sua casa. Quando viu sua filha. Mesmo assim creu. Creu até o fim. Contra todas as evidências.
Como Paulo, combateu o bom combate. Até o fim. E guardou a fé. Não permitiu que ela se perdesse pelo meio do caminho, à vista das circunstâncias. Continuou acreditando em Jesus. Ministrando Sua palavra à sua mente.
Jairo honrou seu nome. Jairo, o iluminador, o que ilumina. Clareou a situação, mesmo sendo negra. Sua fé em Jesus fez com que sua situação se iluminasse por completo. A negra morte não conseguiu vencer. Venceu a luz! A vida! Tudo porque olhou para Jesus. Seus olhos estavam fitos nEle e não na aparência negra e insolucionável da situação! Que disposição para crer!
Quando nos deparamos com situações sabedores que só Jesus tem poder para solucionar e depois "vemos" que não há solução, que "nem Jesus pode", quantas vezes ouvimos e acreditamos no "Não temas, crê somente"? Quantas vezes O deixamos ali plantado, no meio do caminho, impedindo-O de ir conosco até o desfecho da situação, até à hora da solução? Não deixamos que Ele venha conosco. O abandonamos no meio do caminho e vamos correndo preparar o enterro já que agora "nem mesmo Jesus" pode solucionar ou fazer algo!
Somos nós quem O abandonamos no meio do caminho e escolhemos seguir o restante sozinhos, para ver e chorar o nosso morto!
Ah quantas vezes agi dessa forma! Mas não deve ser assim. Não pode ser assim. Para Deus, Nada é difícil. Ele sempre tem a solução. Ele é a solução. O EU SOU! Ele nunca chega tarde demais. Nunca age tarde demais. Sempre no momento certo. A derrota nunca triunfa sobre Ele!
Como é importante o lugar para onde estamos olhando. O modo como olhamos.
Olhar para Jesus. Não para as circunstâncias. Ele tudo sabe. Tudo pode. Se nossos olhos olham apenas o aparente, o natural, que situação tenebrosa teremos!
Jairo ignorou o mundo natural. Recusou-se a olhar o aparente. Dirigiu seus olhos para Jesus. Seus olhos se encheram de luz e as trevas foram dissipadas!
Ah, Senhor, ensina-nos a seguir esse exemplo. Ensina-nos a prosseguir até o fim. Crendo somente na Tua palavra. Ignorando as evidências contrárias a ela. Ensina-nos quão importante é o modo como olhamos. Como enxergamos cada situação.
Ensina-nos a entender que tudo depende de como vemos! Ensina-nos a olhar com os Seus olhos. Sob o Seu ponto de vista! Ensina-nos a ouvir Tua palavra, que diz: "Não temas, crê somente".
Senhor, só quero ver você! https://www.youtube.com/watch?v=7BoTTLK1K_4
quinta-feira, 16 de novembro de 2017
Amigos nos levam a Jesus
Ontem nos deparamos com a triste realidade de ver Jesus sendo “convidado a se retirar” do território de Gadara.
Agora vamos começar o capítulo 9 de Mateus.
Ele chega em sua cidade, muito provavelmente Cafarnaum, onde estava morando. Alguns homens trouxeram-lhe um paralítico na maca. Quando Jesus viu a fé que tinham, teve que reagir.
Quero observar essa cena. Um homem paralítico. Em outros Evangelhos, é contado que seus amigos, por não conseguirem chegar próximo a Jesus, o levaram até o telhado, abriram o telhado e desceram a maca à frente de Jesus.
Consegue imaginar a força que aqueles homens empregaram para auxiliar um amigo? Um homem deitado, que não podia se mexer. Uma maca. Um telhado. Primeiro o levaram até lá e depois tiveram que retirar o telhado, que não era feito de telhas. Muita disposição! Jesus olhou para eles e viu a fé que tinham. Então, disse ao paralítico: “Tenha bom ânimo, filho, os seus pecados estão perdoados”.
Já ouvi algumas vezes que Jesus “era da paz, só falava em paz” e coisas do gênero. Mas a verdade é que Jesus é a verdade. Muitas vezes Ele chocava Seus ouvintes. E realmente queria chocar. Verdades geralmente são chocantes. Precisam ser.
Alguns mestres da lei que estavam ali presenciando a cena, não ficaram admirados com a fé daqueles homens. Não. Ficaram indignados com Jesus, acusando-O em seu íntimo. De blasfêmia.
Jesus conhecia seus pensamentos. Ah, é fantástico! Ele pergunta aos mestres da lei: “Por que vocês pensam maldosamente em seu coração?” E prossegue, “mas para que vocês saibam que o Filho do Homem tem na terra autoridade para perdoar pecados”, Ele disse ao paralítico: “Levante-se, pegue a sua maca e vá para casa”.
Fico imaginando as pessoas boquiabertas acompanhando aquele diálogo. Jesus falou que os pecados do homem estavam perdoados porque queria que os mestres da lei soubessem que Ele tem autoridade na terra para perdoar pecados. Podia simplesmente ter dito ao paralítico para levantar-se. Mas queria ir além. Queria revelar algo. E o fez.
E aquele homem, tenho vontade de rir, “levantou-se e foi”. Satisfeito. Feliz da vida. Perdoado e curado. Completamente restabelecido. Um homem que não podia sair da cama, agora coloca-a nas costas e sai andando. Uau! É demais para mim. Tenho que me juntar à multidão que se encontrava ali. Eles ficaram cheios de temor e glorificavam a Deus, que dera tal autoridade aos homens.
Vamos parar aqui um pouco e pensar na atitude de todos os envolvidos nessa cena? O paralítico. Seus amigos. Jesus. Os mestres da lei. A multidão. Temos muito a aprender com cada um.
Amanhã prosseguimos nossa viagem.
Agora vamos começar o capítulo 9 de Mateus.
Ele chega em sua cidade, muito provavelmente Cafarnaum, onde estava morando. Alguns homens trouxeram-lhe um paralítico na maca. Quando Jesus viu a fé que tinham, teve que reagir.
Quero observar essa cena. Um homem paralítico. Em outros Evangelhos, é contado que seus amigos, por não conseguirem chegar próximo a Jesus, o levaram até o telhado, abriram o telhado e desceram a maca à frente de Jesus.
Consegue imaginar a força que aqueles homens empregaram para auxiliar um amigo? Um homem deitado, que não podia se mexer. Uma maca. Um telhado. Primeiro o levaram até lá e depois tiveram que retirar o telhado, que não era feito de telhas. Muita disposição! Jesus olhou para eles e viu a fé que tinham. Então, disse ao paralítico: “Tenha bom ânimo, filho, os seus pecados estão perdoados”.
Já ouvi algumas vezes que Jesus “era da paz, só falava em paz” e coisas do gênero. Mas a verdade é que Jesus é a verdade. Muitas vezes Ele chocava Seus ouvintes. E realmente queria chocar. Verdades geralmente são chocantes. Precisam ser.
Alguns mestres da lei que estavam ali presenciando a cena, não ficaram admirados com a fé daqueles homens. Não. Ficaram indignados com Jesus, acusando-O em seu íntimo. De blasfêmia.
Jesus conhecia seus pensamentos. Ah, é fantástico! Ele pergunta aos mestres da lei: “Por que vocês pensam maldosamente em seu coração?” E prossegue, “mas para que vocês saibam que o Filho do Homem tem na terra autoridade para perdoar pecados”, Ele disse ao paralítico: “Levante-se, pegue a sua maca e vá para casa”.
Fico imaginando as pessoas boquiabertas acompanhando aquele diálogo. Jesus falou que os pecados do homem estavam perdoados porque queria que os mestres da lei soubessem que Ele tem autoridade na terra para perdoar pecados. Podia simplesmente ter dito ao paralítico para levantar-se. Mas queria ir além. Queria revelar algo. E o fez.
E aquele homem, tenho vontade de rir, “levantou-se e foi”. Satisfeito. Feliz da vida. Perdoado e curado. Completamente restabelecido. Um homem que não podia sair da cama, agora coloca-a nas costas e sai andando. Uau! É demais para mim. Tenho que me juntar à multidão que se encontrava ali. Eles ficaram cheios de temor e glorificavam a Deus, que dera tal autoridade aos homens.
Vamos parar aqui um pouco e pensar na atitude de todos os envolvidos nessa cena? O paralítico. Seus amigos. Jesus. Os mestres da lei. A multidão. Temos muito a aprender com cada um.
Amanhã prosseguimos nossa viagem.
segunda-feira, 13 de novembro de 2017
A autoridade de Jesus
Continuando nossa viagem por Mateus, vamos ao versículo 5 do capítulo 8.
Jesus entra em Cafarnaum e um romano dirige-se a Ele, chamando-O de Senhor e pedindo ajuda. Era um centurião, preocupado com seu servo que havia ficado paralítico e estava em casa em grande sofrimento.
Jesus, com toda disposição, lhe informa: “Eu irei curá-lo”.
O centurião lhe responde, novamente O chamando de Senhor, embora os romanos dominassem sobre Israel, que não era digno de tê-Lo sob seu teto.
E nos ensina duas grandes lições. Autoridade e fé. Pediu a Jesus que falasse apenas uma palavra e seu servo seria curado. Reconheceu Sua autoridade. Sabia que bastava apenas uma palavra dEle.
Como centurião, sabia o que era autoridade. Havia entre 60 a 160 soldados sob suas ordens (uma centúria) e quando ele ordenava, eles lhe obedeciam.
Jesus admirou-se e disse àqueles que estavam com Ele que não encontrara fé como aquela em Israel. E acrescentou que muitos viriam do Oriente e do Ocidente e se sentariam à mesa com Abraão, Isaque e Jacó, no Reino dos céus. Enquanto israelitas seriam lançados para fora por não crerem nEle. Não importa a que povo você pertence. Importa sim, em quem você crê.
Enquanto isso, o centurião aguardava. Jesus voltou-se a ele dizendo: “Vá! Como você creu, assim acontecerá!” E na mesma hora em que o Senhor falou, o servo daquele homem foi curado.
Sua palavra tem poder. Ela pode curar. Ela cura. Precisamos crer.
Pedro morava em Cafarnaum. Jesus entrou em sua casa e viu que a sogra daquele estava de cama, com febre. Ele a tomou pelas mãos e a febre a deixou. Imediatamente aquela mulher se levantou e foi serví-Lo.
Jesus não tinha como se esconder. Ao anoitecer, trouxeram a Ele muitos endemoninhados. Ele expulsava os demônios com uma palavra. E curava a todos os doentes que O procuravam.
Mateus nos lembra do que havia sido escrito pelo profeta Isaías, dizendo que essa palavra se cumpriu: “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças”. – Isaías 53.4
Então um mestre da lei se aproximou de Jesus e diferente de outros tantos que queriam armar alguma cilada para Ele, disse que O seguiria onde quer que fosse. O Senhor respondeu que não tinha onde reclinar a cabeça. Jesus deixa claro que para seguí-Lo precisamos estar dispostos a tudo. Não saber aonde ir, onde dormir. Apenas seguí-Lo.
Um discípulo lhe disse que antes de seguí-Lo queria sepultar seu pai. Imagino que quis dizer que O seguiria após a morte de seu pai. Mas Jesus lhe ordenou que O seguisse e deixasse os mortos enterrarem seus próprios mortos. Parece uma palavra dura. Devemos, no entanto, analisar que nada pode nos impedir de seguir ao Senhor. Não é uma decisão para daqui a alguns anos, meses, semanas, dias ou horas. É uma decisão para agora.
Vamos parar nossa viagem aqui. Amanhã continuamos.
Aprendamos com o centurião romano a crer no poder e na autoridade do Senhor.
Aprendamos com a sogra de Pedro a serví-Lo.
Aprendamos com a multidão a levar os necessitados até Ele.
E aprendamos com Ele que, embora não saibamos o que nos acontecerá nesta caminhada ao Seu lado, precisamos tomar hoje a decisão de seguí-Lo. Sempre. Em cada circunstância. A cada dia.
Jesus entra em Cafarnaum e um romano dirige-se a Ele, chamando-O de Senhor e pedindo ajuda. Era um centurião, preocupado com seu servo que havia ficado paralítico e estava em casa em grande sofrimento.
Jesus, com toda disposição, lhe informa: “Eu irei curá-lo”.
O centurião lhe responde, novamente O chamando de Senhor, embora os romanos dominassem sobre Israel, que não era digno de tê-Lo sob seu teto.
E nos ensina duas grandes lições. Autoridade e fé. Pediu a Jesus que falasse apenas uma palavra e seu servo seria curado. Reconheceu Sua autoridade. Sabia que bastava apenas uma palavra dEle.
Como centurião, sabia o que era autoridade. Havia entre 60 a 160 soldados sob suas ordens (uma centúria) e quando ele ordenava, eles lhe obedeciam.
Jesus admirou-se e disse àqueles que estavam com Ele que não encontrara fé como aquela em Israel. E acrescentou que muitos viriam do Oriente e do Ocidente e se sentariam à mesa com Abraão, Isaque e Jacó, no Reino dos céus. Enquanto israelitas seriam lançados para fora por não crerem nEle. Não importa a que povo você pertence. Importa sim, em quem você crê.
Enquanto isso, o centurião aguardava. Jesus voltou-se a ele dizendo: “Vá! Como você creu, assim acontecerá!” E na mesma hora em que o Senhor falou, o servo daquele homem foi curado.
Sua palavra tem poder. Ela pode curar. Ela cura. Precisamos crer.
Pedro morava em Cafarnaum. Jesus entrou em sua casa e viu que a sogra daquele estava de cama, com febre. Ele a tomou pelas mãos e a febre a deixou. Imediatamente aquela mulher se levantou e foi serví-Lo.
Jesus não tinha como se esconder. Ao anoitecer, trouxeram a Ele muitos endemoninhados. Ele expulsava os demônios com uma palavra. E curava a todos os doentes que O procuravam.
Mateus nos lembra do que havia sido escrito pelo profeta Isaías, dizendo que essa palavra se cumpriu: “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças”. – Isaías 53.4
Então um mestre da lei se aproximou de Jesus e diferente de outros tantos que queriam armar alguma cilada para Ele, disse que O seguiria onde quer que fosse. O Senhor respondeu que não tinha onde reclinar a cabeça. Jesus deixa claro que para seguí-Lo precisamos estar dispostos a tudo. Não saber aonde ir, onde dormir. Apenas seguí-Lo.
Um discípulo lhe disse que antes de seguí-Lo queria sepultar seu pai. Imagino que quis dizer que O seguiria após a morte de seu pai. Mas Jesus lhe ordenou que O seguisse e deixasse os mortos enterrarem seus próprios mortos. Parece uma palavra dura. Devemos, no entanto, analisar que nada pode nos impedir de seguir ao Senhor. Não é uma decisão para daqui a alguns anos, meses, semanas, dias ou horas. É uma decisão para agora.
Vamos parar nossa viagem aqui. Amanhã continuamos.
Aprendamos com o centurião romano a crer no poder e na autoridade do Senhor.
Aprendamos com a sogra de Pedro a serví-Lo.
Aprendamos com a multidão a levar os necessitados até Ele.
E aprendamos com Ele que, embora não saibamos o que nos acontecerá nesta caminhada ao Seu lado, precisamos tomar hoje a decisão de seguí-Lo. Sempre. Em cada circunstância. A cada dia.
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domingo, 5 de novembro de 2017
Começa o ministério de Jesus
Vamos continuar o capítulo 4 de Mateus?
Depois que Jesus foi batizado por João Batista e foi levado ao deserto pelo Espírito Santo para ser tentado, somente depois, Ele começou a pregar.
Jesus morava em Nazaré. Ouviu sobre a prisão de João Batista e mudou-se para Cafarnaum, cidade que ficava junto ao mar da Galileia. Tive o privilégio de estar nesses lugares quando visitei Israel. Na realidade o mar da Galileia é um grande lago, parece realmente o mar. Hoje é conhecido como o Lago de Tiberíades. Um lugar lindíssimo. Sua mudança para Cafarnaum não se deu à toa, mas para que se cumprisse o que havia sito dito pelo profeta Isaías (Is 9.1,2).
Jesus começou a pregar uma mensagem de arrependimento, à semelhança de João Batista.
Arrepender-se significa mudar de direção, mudar de mente. Não se pode receber os ensinamentos do Senhor Jesus sem antes mudarmos nossas mentes e atitudes. Veremos claramente essa ideia quando estivermos lendo o chamado “Sermão do Monte.” As ideias de Jesus eram revolucionárias, e só quem passava pelo arrependimento, quem mudava de mente, poderia acompanhá-Lo.
Depois que começou a pregar Sua mensagem de arrependimento, Jesus chamou Seus primeiros discípulos. Andando à beira do mar da Galileia, o Senhor viu dois irmãos, Simão, chamado Pedro e seu irmão André. Eles não estavam à toa. Estavam lançando suas redes ao mar, pois eram pescadores. O Senhor os chamou dizendo: “Sigam-me e eu os farei pescadores de homens”. Fico imaginando a autoridade de Sua presença, aqueles homens imediatamente deixaram suas redes e O seguiram. Não esperaram o dia seguinte, ou a “temporada da pesca” terminar. Eles O seguiram imediatamente. Indo adiante, viu outros dois irmãos, Tiago e João, que também não estavam à toa. Eles estavam no barco com o pai, preparando suas redes. Jesus os chamou e eles também, imediatamente, deixaram seu pai e o barco e O seguiram.
Os primeiros quatro discípulos de Jesus eram duas duplas de irmãos! Ah, o Senhor ama a família. Deixaram sua profissão de pescadores de peixes para aprenderem a pescar homens.
Jesus foi por toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, pregando as boas novas do Reino e curando todas as enfermidades e doenças entre o povo. “Etimologicamente, doente é o que sente dor, o que sofre, o que padece; enfermo é o que está debilitado, enfraquecido pela doença”. – https://revistas.ufg.br
Acho maravilhoso que noticias sobre Ele se espalharam por toda a Síria e lhe trouxeram todos os que sofriam de vários males e tormentos, e Ele os curou. Não mandou fazer duas filas. De um lado os que eram de Israel e de outro os estrangeiros. Ele simplesmente curou a todos.
Então, grande multidão começou a seguí-Lo, da Galileia, onde havia uma mistura de povos, de Decápolis, dez cidades onde predominava a cultura grega, Jerusalém, Judeia e da região do outro lado do Jordão.
O que mais me impacta neste texto é a autoridade de Jesus. Ele fala a quatro pescadores: “Sigam-me” e eles O seguem, imediatamente.
Devemos ter em mente quem Jesus era. Muitas vezes, levados pela tradição, imaginamos um Jesus tímido, quietinho, mas veremos através das próximas páginas que Ele era um homem que sabia falar, ousado, que demonstrava autoridade.
Bom, amanhã continuamos nossa viagem com o capítulo 5. Até lá.
Depois que Jesus foi batizado por João Batista e foi levado ao deserto pelo Espírito Santo para ser tentado, somente depois, Ele começou a pregar.
Jesus morava em Nazaré. Ouviu sobre a prisão de João Batista e mudou-se para Cafarnaum, cidade que ficava junto ao mar da Galileia. Tive o privilégio de estar nesses lugares quando visitei Israel. Na realidade o mar da Galileia é um grande lago, parece realmente o mar. Hoje é conhecido como o Lago de Tiberíades. Um lugar lindíssimo. Sua mudança para Cafarnaum não se deu à toa, mas para que se cumprisse o que havia sito dito pelo profeta Isaías (Is 9.1,2).
Jesus começou a pregar uma mensagem de arrependimento, à semelhança de João Batista.
Arrepender-se significa mudar de direção, mudar de mente. Não se pode receber os ensinamentos do Senhor Jesus sem antes mudarmos nossas mentes e atitudes. Veremos claramente essa ideia quando estivermos lendo o chamado “Sermão do Monte.” As ideias de Jesus eram revolucionárias, e só quem passava pelo arrependimento, quem mudava de mente, poderia acompanhá-Lo.
Depois que começou a pregar Sua mensagem de arrependimento, Jesus chamou Seus primeiros discípulos. Andando à beira do mar da Galileia, o Senhor viu dois irmãos, Simão, chamado Pedro e seu irmão André. Eles não estavam à toa. Estavam lançando suas redes ao mar, pois eram pescadores. O Senhor os chamou dizendo: “Sigam-me e eu os farei pescadores de homens”. Fico imaginando a autoridade de Sua presença, aqueles homens imediatamente deixaram suas redes e O seguiram. Não esperaram o dia seguinte, ou a “temporada da pesca” terminar. Eles O seguiram imediatamente. Indo adiante, viu outros dois irmãos, Tiago e João, que também não estavam à toa. Eles estavam no barco com o pai, preparando suas redes. Jesus os chamou e eles também, imediatamente, deixaram seu pai e o barco e O seguiram.
Os primeiros quatro discípulos de Jesus eram duas duplas de irmãos! Ah, o Senhor ama a família. Deixaram sua profissão de pescadores de peixes para aprenderem a pescar homens.
Jesus foi por toda a Galileia, ensinando nas sinagogas, pregando as boas novas do Reino e curando todas as enfermidades e doenças entre o povo. “Etimologicamente, doente é o que sente dor, o que sofre, o que padece; enfermo é o que está debilitado, enfraquecido pela doença”. – https://revistas.ufg.br
Acho maravilhoso que noticias sobre Ele se espalharam por toda a Síria e lhe trouxeram todos os que sofriam de vários males e tormentos, e Ele os curou. Não mandou fazer duas filas. De um lado os que eram de Israel e de outro os estrangeiros. Ele simplesmente curou a todos.
Então, grande multidão começou a seguí-Lo, da Galileia, onde havia uma mistura de povos, de Decápolis, dez cidades onde predominava a cultura grega, Jerusalém, Judeia e da região do outro lado do Jordão.
O que mais me impacta neste texto é a autoridade de Jesus. Ele fala a quatro pescadores: “Sigam-me” e eles O seguem, imediatamente.
Devemos ter em mente quem Jesus era. Muitas vezes, levados pela tradição, imaginamos um Jesus tímido, quietinho, mas veremos através das próximas páginas que Ele era um homem que sabia falar, ousado, que demonstrava autoridade.
Bom, amanhã continuamos nossa viagem com o capítulo 5. Até lá.
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