Leitura do dia 19/08.
Continuamos nossa caminhada através das páginas de Jeremias.
Na postagem anterior vimos Zedequias chama-lo. Quer ouvir o que o Senhor tem a dizer. Mas não quer obedecer. Ele o tira do calabouço mas, quando seus oficias pedem, manda que seja lançado num poço, onde Jeremias fica atolado. Ebede-Meleque o salva. Jerusalém será entregue a Nabucodonosor. Zedequias morrerá no exílio. Ebede-Meleque será protegido pelo Senhor. Porque confia nEle. http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-371-3918.html
Agora, caminharemos a partir do capítulo quarenta. Até o capítulo quarenta e dois.
O capitão da guarda de Nabucodonosor, Nebuzaradã, encontrou Jeremias acorrentado entre os prisioneiros que estavam sendo exilados. Tinha conhecimento de que o Senhor trouxera a calamidade sobre Seu povo, por terem pecado contra Ele.
Jeremias pôde escolher ir para a Babilônia e ser cuidado por ordem do rei ou ficar em Judá e ser cuidado pelo governador Gedalias. Jeremias escolheu ficar. Nebuzaradã deu-lhe um pouco de dinheiro e comida. E Jeremias foi até Gedalias.
Acredito que sabia que seria muito mais fácil para ele se tivesse acompanhado o povo à Babilônia. O Senhor prometera paz e prosperidade para quem fosse. Os que ficassem sofreriam guerra, fome e peste. Mas ele ficou onde sabia ser mais necessário. Seu coração amava aquele povo e queria que se voltassem para o Senhor.
Gedalias ficou em Mispá. Jurou aos que ficaram que Nabucodonosor não lhes faria mal. Que voltassem para suas terras. Que colhessem uvas e azeitonas. Que armazenassem tudo.
Um dia Joanã e outros comandantes dos soldados que estavam no interior foram até Gedalias. Informaram-lhe que Ismael planejava assassiná-lo. Até se ofereceu para matá-lo em segredo. Gedalias não acreditou e o proibiu de fazer qualquer coisa contra Ismael.
Em outubro daquele mesmo ano (586 a.C), Ismael, que era da família real e havia sido um alto oficial do rei, foi até Mispá. Estava com dez homens. Enquanto almoçavam calmamente com Gedalias, os dez homens se levantaram de repente. Tomaram suas espedas. E mataram Gedalias. Também mataram todos os soldados judeus e babilônios que ali estavam.
No dia seguinte, oitenta homens chegaram de Siquém, Siló e Samaria. Tinham raspado suas cabeças. Estavam vestidos de saco. Foram adorar o Senhor. Ninguém sabia sobre a morte de Gedalias. Ismael foi ao encontro deles, fingindo chorar. Quando entraram na cidade, setenta daqueles homens foram mortos. Seus corpos foram jogados numa cisterna. Os dez sobreviventes convenceram-no a soltá-los. Trariam suprimentos que esconderam. Alimento era mais precioso que ouro.
Ismael prendeu todos que estavam com Gedalias. Quando Joanã e os outros comandantes que estavam com ele souberam, foram lutar contra ele. Quando os prisioneiros os viram, gritaram de alegria. Escaparam e ajudaram Joanã.
Ismael conseguiu escapar. Junto com oito homens. Foram para Amom.
Joanã e os demais comandantes levaram todo o povo para Gerute-Quimã, perto de Belém. Planejavam fugir para o Egito. Tinham medo do que Nabucodonosor faria quando soubesse o que aconteceu.
Antes, porém, todos, do maior ao menor, do mais importante ao mais humilde, foram a Jeremias. Pediu que ele consultasse o Senhor. O que deveriam fazer? Para onde iriam?
Jeremias disse que O consultaria. E o que o Senhor lhe dissesse, lhes falaria. Responderam que obedeceriam. Mesmo que a ordem do Senhor não os agradasse. Ficaram esperando. Jeremias deve ter enchido seu coração de esperança. Enfim, ouviriam o Senhor. Será?
Depois de dez dias o Senhor respondeu a Jeremias. Ele chamou Joanã e todo o povo que com ele estava. Transmitiu Sua palavra a eles. O Senhor ordenou que ficassem em Judá. Se ficassem, Ele os edificaria e os plantaria. Lamentava a calamidade que trouxera sobre eles. Agora, se desobedecessem e fossem para o Egito, morreriam lá. Pela guerra, fome e doença. Seriam motivo de zombaria. Nunca mais veriam sua terra natal.
Será que finalmente obedecerão ao Senhor?
Veremos na próxima postagem. Leremos a partir do capítulo quarenta e três. Até o capítulo quarenta e cinco.
Espero você. Até lá.
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segunda-feira, 26 de agosto de 2019
sexta-feira, 15 de março de 2019
1 Samuel 10.1-27
Leitura do dia 15/03.
Continuamos nossa maravilhosa caminhada pelas páginas do livro de 1 Samuel.
Ontem vimos o povo reunido em Mispá, lançando seus deuses fora e voltando para o Senhor. Enquanto estavam em Sua presença, o Senhor guerreou com eles contra os filisteus.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-71-17.html
Também vimos Israel pedindo um rei ao Senhor. Não queriam ser diferentes das outras nações.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-81-22.html
Samuel e Saul se encontraram. O Senhor escolheu Saul para reinar sobre Israel. Um homem lindo, alto, obediente e que honrava seu pai.Muito bom. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-91-27.html
Hoje continuamos nossa caminhada através dos capítulos de dez a doze.
Nessa primeira postagem, o capitulo dez de 1 Samuel.
Samuel ordenou que Saul ficasse. Tinha uma mensagem do Senhor para ele. Samuel o ungiu. Derramou uma vasilha de óleo em sua cabeça. Depois, o beijou.
Explicou que estava fazendo aquilo porque o Senhor nomeara Saul como líder sobre Israel, sua propriedade especial.
Samuel lhe contou o que aconteceria no caminho de Saul até chegar em casa. Serviria de sinal para ter certeza de que o Senhor o escolhera como líder de Israel.
Primeiro, encontrariam dois homens próximos ao túmulo de Raquel. Eles contariam que as jumentas foram encontradas e seu pai já estava preocupado com ele. Já traçando planos para procurá-lo.
Depois, no carvalho de Tabor (os carvalhos são grandes e serviam para sinalização de locais específicos), encontrariam três homens que estavam indo a Betel. Um estava com três cabritos. Um com três pães. O outro com uma vasilha de vinho. Iam adorar. Eles os cumprimentariam e ofereceriam a ele dois pães. Saul devia aceitar.
Continuando seu caminho, em Gibeá-Eloim, bem onde ficava o destacamento dos filisteus, encontrariam um grupo de profetas. Estavam voltando da adoração. Tocando harpa, tamborim, flauta e lira. Profetizando. O Senhor viria poderosamente sobre ele e profetizaria com eles.
Quando esses sinais acontecessem Saul deveria fazer o que “tivesse que fazer”. O Senhor estaria com ele.
Em seguida, Saul iria a Gilgal. Lá esperaria durante sete dias. Quando se encontrassem, Samuel lhe diria o que fazer.
Assim que Saul partiu, o Senhor lhe deu um novo coração. Tudo que Samuel falou, aconteceu.
Quando Saul terminou de profetizar, foi ao lugar de adoração.
Seu tio perguntou-lhe onde estavam. Saul contou-lhe que foram procurar as jumentas perdidas. Não encontrando, foram a Samuel, que lhes disse que haviam sido encontradas.
Saul não contou a seu tio sobre a unção que havia recebido para reinar. Não era tempo.
Consegue imaginar esse rei? Com todas as qualidades que falamos. E além daquelas, ainda é prudente. Sabe ficar calado. Sem contar que o Senhor lhe deu um novo coração.
Passado algum tempo, Samuel convocou todos para irem a Mispá. Falou ao povo que, embora o Senhor os libertara do Egito e os conduzira, eles O rejeitaram, pedindo um rei. Teriam um rei.
Que todos se apresentassem ao Senhor, de acordo com suas tribos e clãs. Um sorteio seria realizado, para que o rei fosse escolhido diante do Senhor e do povo.
A tribo de Benjamim foi sorteada. Em seguida, a família de Matri. Por fim, Saul, filho de Quis.
Não o encontraram junto ao povo. Perguntaram ao Senhor se ele estava presente. O Senhor respondeu que sim. Que estava escondido entre a bagagem.
Hum... Um homem com as qualidades dele escondido. Não combina! Fico com “a pulga atrás da orelha”.
Encontraram-no e o trouxeram. Seu porte maravilhava a todos. Impossível não notar. O homem era mais alto que todos. Os outros chegavam apenas aos seus ombros.
Samuel disse ao povo que ele era o homem que o Senhor escolhera para ser seu rei. “Não há ninguém semelhante a ele”. Uau! Quem não queria um rei assim?
Todo o povo gritou: “Viva o Rei!”.
Samuel explicou novamente os direitos e deveres do rei. Escreveu num rolo e colocou diante do Senhor. Todos voltaram para casa.
Saul foi acompanhado por um grupo de homens. Homens que o Senhor tocara seus corações para seguí-lo.
Mas havia alguns desocupados que zombaram dele, dizendo que nunca os salvaria. Desprezaram-no e não lhe deram presentes.
Sabe o que Saul fez? Nada. Não lhes deu atenção.
Novamente Saul sobe no meu conceito. O Senhor o fizera rei. Não ia dar atenção àqueles que o desprezavam.
Continuamos na próxima postagem. Espero você. Até já.
Continuamos nossa maravilhosa caminhada pelas páginas do livro de 1 Samuel.
Ontem vimos o povo reunido em Mispá, lançando seus deuses fora e voltando para o Senhor. Enquanto estavam em Sua presença, o Senhor guerreou com eles contra os filisteus.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-71-17.html
Também vimos Israel pedindo um rei ao Senhor. Não queriam ser diferentes das outras nações.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-81-22.html
Samuel e Saul se encontraram. O Senhor escolheu Saul para reinar sobre Israel. Um homem lindo, alto, obediente e que honrava seu pai.Muito bom. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-91-27.html
Hoje continuamos nossa caminhada através dos capítulos de dez a doze.
Nessa primeira postagem, o capitulo dez de 1 Samuel.
Samuel ordenou que Saul ficasse. Tinha uma mensagem do Senhor para ele. Samuel o ungiu. Derramou uma vasilha de óleo em sua cabeça. Depois, o beijou.
Explicou que estava fazendo aquilo porque o Senhor nomeara Saul como líder sobre Israel, sua propriedade especial.
Samuel lhe contou o que aconteceria no caminho de Saul até chegar em casa. Serviria de sinal para ter certeza de que o Senhor o escolhera como líder de Israel.
Primeiro, encontrariam dois homens próximos ao túmulo de Raquel. Eles contariam que as jumentas foram encontradas e seu pai já estava preocupado com ele. Já traçando planos para procurá-lo.
Depois, no carvalho de Tabor (os carvalhos são grandes e serviam para sinalização de locais específicos), encontrariam três homens que estavam indo a Betel. Um estava com três cabritos. Um com três pães. O outro com uma vasilha de vinho. Iam adorar. Eles os cumprimentariam e ofereceriam a ele dois pães. Saul devia aceitar.
Continuando seu caminho, em Gibeá-Eloim, bem onde ficava o destacamento dos filisteus, encontrariam um grupo de profetas. Estavam voltando da adoração. Tocando harpa, tamborim, flauta e lira. Profetizando. O Senhor viria poderosamente sobre ele e profetizaria com eles.
Quando esses sinais acontecessem Saul deveria fazer o que “tivesse que fazer”. O Senhor estaria com ele.
Em seguida, Saul iria a Gilgal. Lá esperaria durante sete dias. Quando se encontrassem, Samuel lhe diria o que fazer.
Assim que Saul partiu, o Senhor lhe deu um novo coração. Tudo que Samuel falou, aconteceu.
Quando Saul terminou de profetizar, foi ao lugar de adoração.
Seu tio perguntou-lhe onde estavam. Saul contou-lhe que foram procurar as jumentas perdidas. Não encontrando, foram a Samuel, que lhes disse que haviam sido encontradas.
Saul não contou a seu tio sobre a unção que havia recebido para reinar. Não era tempo.
Consegue imaginar esse rei? Com todas as qualidades que falamos. E além daquelas, ainda é prudente. Sabe ficar calado. Sem contar que o Senhor lhe deu um novo coração.
Passado algum tempo, Samuel convocou todos para irem a Mispá. Falou ao povo que, embora o Senhor os libertara do Egito e os conduzira, eles O rejeitaram, pedindo um rei. Teriam um rei.
Que todos se apresentassem ao Senhor, de acordo com suas tribos e clãs. Um sorteio seria realizado, para que o rei fosse escolhido diante do Senhor e do povo.
A tribo de Benjamim foi sorteada. Em seguida, a família de Matri. Por fim, Saul, filho de Quis.
Não o encontraram junto ao povo. Perguntaram ao Senhor se ele estava presente. O Senhor respondeu que sim. Que estava escondido entre a bagagem.
Hum... Um homem com as qualidades dele escondido. Não combina! Fico com “a pulga atrás da orelha”.
Encontraram-no e o trouxeram. Seu porte maravilhava a todos. Impossível não notar. O homem era mais alto que todos. Os outros chegavam apenas aos seus ombros.
Samuel disse ao povo que ele era o homem que o Senhor escolhera para ser seu rei. “Não há ninguém semelhante a ele”. Uau! Quem não queria um rei assim?
Todo o povo gritou: “Viva o Rei!”.
Samuel explicou novamente os direitos e deveres do rei. Escreveu num rolo e colocou diante do Senhor. Todos voltaram para casa.
Saul foi acompanhado por um grupo de homens. Homens que o Senhor tocara seus corações para seguí-lo.
Mas havia alguns desocupados que zombaram dele, dizendo que nunca os salvaria. Desprezaram-no e não lhe deram presentes.
Sabe o que Saul fez? Nada. Não lhes deu atenção.
Novamente Saul sobe no meu conceito. O Senhor o fizera rei. Não ia dar atenção àqueles que o desprezavam.
Continuamos na próxima postagem. Espero você. Até já.
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domingo, 10 de março de 2019
Juízes 20.1-48
Leitura do dia 10/03.
Na postagem anterior vimos, chocados, a terrível história da concubina do levita.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-191-30.html
Agora, continuamos através do capítulo vinte de Juízes.
Os israelitas se uniram como um só homem. Em Mispá. Quatrocentos mil guerreiros armados com espadas foram à reunião, considerada sagrada.
Meu coração melhora. Pelo menos estão indignados. E reuniram-se diante do Senhor.
Os israelitas perguntaram como um crime terrível desse pôde acontecer.
O levita, marido da mulher assassinada contou o que havia acontecido. Agora, queria que tomassem uma atitude. O que fariam diante de tal acontecimento?
Todos se levantaram ao mesmo tempo. Tomaram posição. Disseram que ninguém voltaria para casa. Nem um só homem. A décima parte dos homens de cada tribo ficaria responsável pela alimentação dos guerreiros e o restante se vingaria. Todos estavam de pleno acordo.
Antes de guerrearem, enviaram mensageiros pedindo que os homens perversos fossem entregues para execução. Assim, eliminariam esse mal de Israel.
Não quiseram ouvir. Reuniram-se em Gibeá para lutar contra os israelitas. Vinte e seis mil guerreiros se juntaram à tropa especial que vivia ali, composta por setecentos homens.
Entre os benjamitas, havia um grupo de setecentos canhotos. Cada um deles atirava pedra com a funda e pasme, acertava um fio de cabelo, com precisão.
Israel, sem Benjamim, possuía quatrocentos mil soldados hábeis no manejo da espada.
Antes da batalha foram a Betel. Perguntaram ao Senhor qual das tribos iria à frente. Claro que o Senhor respondeu que seria Judá. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-11-34.html
Na manhã seguinte, bem cedo foram atacar os homens de Benjamim. Mas os guerreiros que protegiam a cidade, mataram vinte e dois mil israelitas no campo de batalha.
Sem entender, foram novamente à presença do Senhor. Choraram até tarde. Perguntaram se deveriam continuar a luta contra seus irmãos benjamitas ou voltar para casa.
O Senhor respondeu que deveriam sair e lutar.
Então, animaram uns aos outros e mais uma vez assumiram suas posições. No mesmo lugar do dia anterior.
Ainda assim, dezoito mil israelitas, todos hábeis no uso da espada, morreram.
Novamente subiram a Betel. Choraram na presença do Senhor. Desta vez, além de chorarem, jejuaram. Ofereceram holocaustos e ofertas de paz. Também buscaram a direção do Senhor.
O Senhor disse que deveriam ir. No dia seguinte lhes entregaria os benjamitas.
Eles foram. Armaram uma emboscada. Pela terceira vez, no terceiro dia, tomaram novamente suas posições, nos mesmos lugares.
Os benjamitas foram atraídos para fora da cidade. Mataram aproximadamente trinta israelitas que morreram no campo. Na estrada que ia para Betel.
Os benjamitas gritaram que haviam derrotado novamente os israelitas. E os perseguiram.
Os israelitas deixaram-se ser perseguidos até estarem longe de Gibeá. Então, voltaram e assumiram suas posições. Os que estavam na emboscada, entraram em combate.
Dez mil soldados da tropa especial de Israel avançaram contra Gibeá. Mataram todos os seus habitantes.
A luta alcançou tal intensidade que Benjamim não percebeu a calamidade que estava vindo sobre eles.
O Senhor ajudou os israelitas na batalha. Vinte e cinco mil e cem guerreiros de Benjamim foram mortos. Todos hábeis no manejo da espada.
Quando os guerreiros de Benjamim olharam para trás, viram a fumaça subindo de Gibeá. Ficaram apavorados. Fugiram para o deserto. Ainda assim, não conseguiram escapar da batalha. Soldados israelitas saíram das cidades vizinhas e também os atacaram.
Naquele dia, dezoito mil dos guerreiros mais corajosos de Benjamim morreram na batalha. Depois, cinco mil, ao longo da estrada.
Os israelitas continuaram a perseguição e mataram mais dois mil homens. Ao todo, foram mortos vinte e cinco mil guerreiros valentes e hábeis de Benjamim. Que perda terrível! Não teria sido mais fácil entregar aqueles homens perversos?
Restaram apenas seiscentos guerreiros. Que fugiram para a rocha de Rimom. Viveram ali quatro meses.
Os israelitas voltaram e acabaram com tudo que estava pelo caminho. Cidades, pessoas e animais.
O capítulo vinte termina aqui.
Muitas vezes passamos por situações em que, obedecemos e não saímos vitoriosos. Precisamos perseverar como os israelitas fizeram. Clamar mais. Jejuar. Pedir a orientação do Senhor. E seguí-la. Até alcançarmos a vitória.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Na postagem anterior vimos, chocados, a terrível história da concubina do levita.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-191-30.html
Agora, continuamos através do capítulo vinte de Juízes.
Os israelitas se uniram como um só homem. Em Mispá. Quatrocentos mil guerreiros armados com espadas foram à reunião, considerada sagrada.
Meu coração melhora. Pelo menos estão indignados. E reuniram-se diante do Senhor.
Os israelitas perguntaram como um crime terrível desse pôde acontecer.
O levita, marido da mulher assassinada contou o que havia acontecido. Agora, queria que tomassem uma atitude. O que fariam diante de tal acontecimento?
Todos se levantaram ao mesmo tempo. Tomaram posição. Disseram que ninguém voltaria para casa. Nem um só homem. A décima parte dos homens de cada tribo ficaria responsável pela alimentação dos guerreiros e o restante se vingaria. Todos estavam de pleno acordo.
Antes de guerrearem, enviaram mensageiros pedindo que os homens perversos fossem entregues para execução. Assim, eliminariam esse mal de Israel.
Não quiseram ouvir. Reuniram-se em Gibeá para lutar contra os israelitas. Vinte e seis mil guerreiros se juntaram à tropa especial que vivia ali, composta por setecentos homens.
Entre os benjamitas, havia um grupo de setecentos canhotos. Cada um deles atirava pedra com a funda e pasme, acertava um fio de cabelo, com precisão.
Israel, sem Benjamim, possuía quatrocentos mil soldados hábeis no manejo da espada.
Antes da batalha foram a Betel. Perguntaram ao Senhor qual das tribos iria à frente. Claro que o Senhor respondeu que seria Judá. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-11-34.html
Na manhã seguinte, bem cedo foram atacar os homens de Benjamim. Mas os guerreiros que protegiam a cidade, mataram vinte e dois mil israelitas no campo de batalha.
Sem entender, foram novamente à presença do Senhor. Choraram até tarde. Perguntaram se deveriam continuar a luta contra seus irmãos benjamitas ou voltar para casa.
O Senhor respondeu que deveriam sair e lutar.
Então, animaram uns aos outros e mais uma vez assumiram suas posições. No mesmo lugar do dia anterior.
Ainda assim, dezoito mil israelitas, todos hábeis no uso da espada, morreram.
Novamente subiram a Betel. Choraram na presença do Senhor. Desta vez, além de chorarem, jejuaram. Ofereceram holocaustos e ofertas de paz. Também buscaram a direção do Senhor.
O Senhor disse que deveriam ir. No dia seguinte lhes entregaria os benjamitas.
Eles foram. Armaram uma emboscada. Pela terceira vez, no terceiro dia, tomaram novamente suas posições, nos mesmos lugares.
Os benjamitas foram atraídos para fora da cidade. Mataram aproximadamente trinta israelitas que morreram no campo. Na estrada que ia para Betel.
Os benjamitas gritaram que haviam derrotado novamente os israelitas. E os perseguiram.
Os israelitas deixaram-se ser perseguidos até estarem longe de Gibeá. Então, voltaram e assumiram suas posições. Os que estavam na emboscada, entraram em combate.
Dez mil soldados da tropa especial de Israel avançaram contra Gibeá. Mataram todos os seus habitantes.
A luta alcançou tal intensidade que Benjamim não percebeu a calamidade que estava vindo sobre eles.
O Senhor ajudou os israelitas na batalha. Vinte e cinco mil e cem guerreiros de Benjamim foram mortos. Todos hábeis no manejo da espada.
Quando os guerreiros de Benjamim olharam para trás, viram a fumaça subindo de Gibeá. Ficaram apavorados. Fugiram para o deserto. Ainda assim, não conseguiram escapar da batalha. Soldados israelitas saíram das cidades vizinhas e também os atacaram.
Naquele dia, dezoito mil dos guerreiros mais corajosos de Benjamim morreram na batalha. Depois, cinco mil, ao longo da estrada.
Os israelitas continuaram a perseguição e mataram mais dois mil homens. Ao todo, foram mortos vinte e cinco mil guerreiros valentes e hábeis de Benjamim. Que perda terrível! Não teria sido mais fácil entregar aqueles homens perversos?
Restaram apenas seiscentos guerreiros. Que fugiram para a rocha de Rimom. Viveram ali quatro meses.
Os israelitas voltaram e acabaram com tudo que estava pelo caminho. Cidades, pessoas e animais.
O capítulo vinte termina aqui.
Muitas vezes passamos por situações em que, obedecemos e não saímos vitoriosos. Precisamos perseverar como os israelitas fizeram. Clamar mais. Jejuar. Pedir a orientação do Senhor. E seguí-la. Até alcançarmos a vitória.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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sexta-feira, 8 de março de 2019
Juízes 11.1-12.15
Leitura do dia 08/03.
Ontem vimos Gideão matar os reis de Midiã, castigar os homens de Sucote e matar os de Peniel.
Também vimos que os israelitas pediram que ele e seus filhos depois dele governassem Israel. Não quis. Mas pediu como presente argolas de ouro. Com elas, fez um colete sacerdotal, que tornou-se uma armadilha para todos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-81-35.html
Vimos Abimeleque matar seus irmãos, com o apoio de Siquém. E tudo que aconteceu com eles. Até Israel ficar sem um governante.
Amom está acampado em Gileade para guerrar contra os israelitas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-91-1018.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos onze ao capítulo quatorze do livro de Juízes.
Na primeira postagem, os capítulos onze e doze.
Jefté era um guerreiro corajoso. No entanto, havia um “mas” em sua vida. Era filho de uma prostituta.
A esposa de Gileade teve muitos filhos. Quando cresceram, expulsaram Jefté de sua casa. Não pôde conviver com a família de seu pai. Foi rejeitado.
Fugiu para a terra de Tobe. Como um guerreiro corajoso e um líder, em pouco tempo passou a ser chefe de um bando de desocupados.
Quando os amonitas se reuniram para guerrear contra Israel, os líderes de Gileade mandaram buscar Jefté. Pediram que fosse seu comandante. Que os ajudasse contra os amonitas.
Ele quis saber o motivo. Por que estavam chamando por ele agora que estavam em apuros? Eles mesmos o expulsaram.
Responderam que precisavam dele. Se comandasse a batalha, seria proclamado governador sobre Gileade.
Jefté havia sido expulso. Agora ouve a proposta de ser governante da terra que o rejeitara.
Ele nem acredita! Pergunta se é verdade o que falaram. Se fosse à guerra com eles e o Senhor lhe desse vitória, ele governaria?
Os líderes responderam que sim. O Senhor era testemunha.
Foram todos a Mispá. Lá, Jefté, na presença do Senhor, repetiu o que os líderes falaram.
Tudo resolvido, ele envia uma mensagem ao rei de Amom perguntando porque saiu para guerrear contra sua terra. O rei responde que Israel roubou suas terras quando saiu do Egito.
Jefté envia mensageiros dizendo que não roubaram nada. Israel pediu para passar pacificamente por suas terras. Eles não quiseram e saíram contra Israel. O Senhor então, lhes deu aquelas terras, onde Israel já habitava há trezentos anos.
Jefté disse que ficassem com as terras que o deus deles lhes desse. Os israelitas ficariam com as terras dadas pelo Senhor.
O rei de Amom não deu atenção à sua mensagem. E saiu para a guerra.
Então, o Espírito do Senhor veio sobre Jefté. Ele atravessou um bom pedaço de terra e avançou contra os amonitas.
Seu desejo de ser aceito pelo povo de Gileade era tão grande que fez um voto ao Senhor. No mínimo precipitado.
Se o Senhor lhe desse vitória, a primeira pessoa que saísse de sua casa ao seu encontro, seria oferecida em holocausto ao Senhor. Tinha apenas uma filha. Ora, quem sairia ao seu encontro para parabenizá-lo por sua conquista? Alguém que lhe era querido, com certeza.
O Senhor lhe deu vitória. Ele aniquilou os amonitas.
Ao voltar para casa, sua única filha saiu ao seu encontro, com danças, tocando tamborim.
Ele rasgou suas vestes. Ficou desesperado. Mas disse que não podia voltar atrás em seu voto.
Sua filha pediu que pudesse chorar sua virgindade pelos montes, junto com suas amigas, por dois meses. Quando voltou, Jefté cumpriu seu voto.
O voto era oferecer a pessoa em holocausto. Sabemos que o Senhor abominava tal prática. O texto não deixa claro o que aconteceu. Se ele a ofereceu em sacrifício, além de ter sido precipitado, foi louco. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html
Depois disso, os homens de Efraim disseram que iam matá-lo por não terem sido chamados para a guerra.
Jefté disse que no começo chamou, mas não quiseram ir. Ainda assim, foi, arriscando sua vida e o Senhor lhe deu vitória.
Efraim gostava de uma briga desnecessária. Quiseram guerrear com Gideão. Agora com Jefté.
Não houve concordância. Guerrearam. Jefté os derrotou.
Quando tentaram fugir pelo rio Jordão, colocaram guardas ordenando que falassem “Chibolete”. Quem era de Efraim, por causa do sotaque, não conseguia. Falava “Sibolete”. E era morto.
Jefté julgou Israel durante seis anos.
Depois dele, Ibsã de Belém julgou Israel. Deu suas filhas a homens de outros clãs e trouxe mulheres de outros clãs para seus filhos. Julgou Israel por sete anos.
Depois de Ibsão, foi a vez de Elom, de Zebulom. Julgou por dez anos.
Depois de Elom, Abdom, de Piratom. Teve quarenta filhos e trinta netos que montavam setenta jumentos. Julgou durante oito anos.
Que sejamos prudentes. Se somos rejeitados, que encontremos aceitação no Senhor. Que não sejamos precipitados em nossas palavras e ações. Que não sejamos loucos em nossos votos.
Que não desprezemos os pequenos começos como Efraim fez quando foi chamado a guerrear com Jefté.
Continuamos na próxima postagem. Espero você. Até já.
Ontem vimos Gideão matar os reis de Midiã, castigar os homens de Sucote e matar os de Peniel.
Também vimos que os israelitas pediram que ele e seus filhos depois dele governassem Israel. Não quis. Mas pediu como presente argolas de ouro. Com elas, fez um colete sacerdotal, que tornou-se uma armadilha para todos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-81-35.html
Vimos Abimeleque matar seus irmãos, com o apoio de Siquém. E tudo que aconteceu com eles. Até Israel ficar sem um governante.
Amom está acampado em Gileade para guerrar contra os israelitas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-91-1018.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos onze ao capítulo quatorze do livro de Juízes.
Na primeira postagem, os capítulos onze e doze.
Jefté era um guerreiro corajoso. No entanto, havia um “mas” em sua vida. Era filho de uma prostituta.
A esposa de Gileade teve muitos filhos. Quando cresceram, expulsaram Jefté de sua casa. Não pôde conviver com a família de seu pai. Foi rejeitado.
Fugiu para a terra de Tobe. Como um guerreiro corajoso e um líder, em pouco tempo passou a ser chefe de um bando de desocupados.
Quando os amonitas se reuniram para guerrear contra Israel, os líderes de Gileade mandaram buscar Jefté. Pediram que fosse seu comandante. Que os ajudasse contra os amonitas.
Ele quis saber o motivo. Por que estavam chamando por ele agora que estavam em apuros? Eles mesmos o expulsaram.
Responderam que precisavam dele. Se comandasse a batalha, seria proclamado governador sobre Gileade.
Jefté havia sido expulso. Agora ouve a proposta de ser governante da terra que o rejeitara.
Ele nem acredita! Pergunta se é verdade o que falaram. Se fosse à guerra com eles e o Senhor lhe desse vitória, ele governaria?
Os líderes responderam que sim. O Senhor era testemunha.
Foram todos a Mispá. Lá, Jefté, na presença do Senhor, repetiu o que os líderes falaram.
Tudo resolvido, ele envia uma mensagem ao rei de Amom perguntando porque saiu para guerrear contra sua terra. O rei responde que Israel roubou suas terras quando saiu do Egito.
Jefté envia mensageiros dizendo que não roubaram nada. Israel pediu para passar pacificamente por suas terras. Eles não quiseram e saíram contra Israel. O Senhor então, lhes deu aquelas terras, onde Israel já habitava há trezentos anos.
Jefté disse que ficassem com as terras que o deus deles lhes desse. Os israelitas ficariam com as terras dadas pelo Senhor.
O rei de Amom não deu atenção à sua mensagem. E saiu para a guerra.
Então, o Espírito do Senhor veio sobre Jefté. Ele atravessou um bom pedaço de terra e avançou contra os amonitas.
Seu desejo de ser aceito pelo povo de Gileade era tão grande que fez um voto ao Senhor. No mínimo precipitado.
Se o Senhor lhe desse vitória, a primeira pessoa que saísse de sua casa ao seu encontro, seria oferecida em holocausto ao Senhor. Tinha apenas uma filha. Ora, quem sairia ao seu encontro para parabenizá-lo por sua conquista? Alguém que lhe era querido, com certeza.
O Senhor lhe deu vitória. Ele aniquilou os amonitas.
Ao voltar para casa, sua única filha saiu ao seu encontro, com danças, tocando tamborim.
Ele rasgou suas vestes. Ficou desesperado. Mas disse que não podia voltar atrás em seu voto.
Sua filha pediu que pudesse chorar sua virgindade pelos montes, junto com suas amigas, por dois meses. Quando voltou, Jefté cumpriu seu voto.
O voto era oferecer a pessoa em holocausto. Sabemos que o Senhor abominava tal prática. O texto não deixa claro o que aconteceu. Se ele a ofereceu em sacrifício, além de ter sido precipitado, foi louco. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html
Depois disso, os homens de Efraim disseram que iam matá-lo por não terem sido chamados para a guerra.
Jefté disse que no começo chamou, mas não quiseram ir. Ainda assim, foi, arriscando sua vida e o Senhor lhe deu vitória.
Efraim gostava de uma briga desnecessária. Quiseram guerrear com Gideão. Agora com Jefté.
Não houve concordância. Guerrearam. Jefté os derrotou.
Quando tentaram fugir pelo rio Jordão, colocaram guardas ordenando que falassem “Chibolete”. Quem era de Efraim, por causa do sotaque, não conseguia. Falava “Sibolete”. E era morto.
Jefté julgou Israel durante seis anos.
Depois dele, Ibsã de Belém julgou Israel. Deu suas filhas a homens de outros clãs e trouxe mulheres de outros clãs para seus filhos. Julgou Israel por sete anos.
Depois de Ibsão, foi a vez de Elom, de Zebulom. Julgou por dez anos.
Depois de Elom, Abdom, de Piratom. Teve quarenta filhos e trinta netos que montavam setenta jumentos. Julgou durante oito anos.
Que sejamos prudentes. Se somos rejeitados, que encontremos aceitação no Senhor. Que não sejamos precipitados em nossas palavras e ações. Que não sejamos loucos em nossos votos.
Que não desprezemos os pequenos começos como Efraim fez quando foi chamado a guerrear com Jefté.
Continuamos na próxima postagem. Espero você. Até já.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
Agora, desolação!
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
Ontem vimos a destruição total de Jerusalém. Zedequias foi levado para a Babilônia, preso em correntes, e cego. Durante todos os dias de sua vida, lembraria de ver seus filhos degolados diante de sua presença. Sua última visão.
Agora, veremos ainda o capítulo vinte e cinco. Do versículo vinte e dois ao final.
Nabucodonosor, nomeou Gedalias, filho de Alcam, neto de Safã, como governador dos pobres e doentes que ficaram em Judá. Ele ficou em Mispá.
Nabucodonosor, nomeou Gedalias, filho de Alcam, neto de Safã, como governador dos pobres e doentes que ficaram em Judá. Ele ficou em Mispá.
Quando Ismael, filho de Netanias, Joanã, filho de Careá, Seraías, filho de Tanumete e Jazanias souberam que o rei da Babilônia havia nomeado Gedalias como governador em Judá, eles e seus soldados foram até Mispá. Eram todos chefes de exército.
Gedalias assumiu um compromisso mediante juramento diante deles. Declarou que não deviam temer servir os babilônicos. Se permanecessem na terra e servissem ao rei da Babilônia, tudo correria bem.
Mas, no sétimo mês, Ismael, que tinha sangue real, foi com dez homens e assassinou Gedalias e todos que estavam com ele em Mispá, judeus e babilônicos.
O povo de Judá, de crianças a idosos, inclusive os líderes do exército, fugiram para o Egito, com grande medo dos caldeus.
Que situação lastimosa! Fugiram de suas terras, com medo dos caldeus e foram abrigar-se no Egito, onde haviam sido escravos.
No trigésimo sétimo ano do exílio babilônico de Joaquim (leia novamente: trigésimo sétimo ano), Amel-Marduque, foi proclamado rei da Babilônia. Joaquim havia ido para o exílio antes de Zedequias.
Amel-Marduque decidiu perdoá-lo e libertá-lo da prisão, no vigésimo sétimo dia do décimo segundo mês.
Depois de trinta e sete anos de exílio, Joaquim foi tratado pelo novo rei, com misericórdia e dignidade. Passou a ocupar o lugar mais honrado entre os outros reis que estavam com ele na Babilônia. Teve o direito de trocar suas roupas de prisioneiro. Passou a fazer suas refeições à mesa real. E seu sustento foi garantido diariamente pelo rei caldeu.
Assim termina a história de 2 Reis. O reino de Judá já não existe. Jerusalém está destruída, abandonada. Os judeus fugiram para o Egito. Outros, vivem como prisioneiros na Babilônia.
Frutos sendo colhidos em função de várias gerações terem abandonado ao Senhor. Escolhido a maldição ao invés da benção, como Moisés havia lhes alertado.
Ainda que estivessem com o gabarito nas mãos, escolheram a maldição. Até que suas terras foram destruídas e foram levados cativos para a Babilônia, enquanto outros fugiram para o Egito. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html
Que nos sirva de lição.
Temos a oportunidade, diariamente, de escolher entre a benção e a maldição. De escolher amar ao Senhor, vivendo uma vida surpreendente ao Seu lado ou escolher outros deuses e suportarmos Seu justo juízo, quando vier. E ele vem. Acredite. Com a função de, mais uma vez, tentar aproximar as pessoas dEle. Sempre. Esse é o desejo do Seu coração.
Temos a oportunidade, diariamente, de escolher entre a benção e a maldição. De escolher amar ao Senhor, vivendo uma vida surpreendente ao Seu lado ou escolher outros deuses e suportarmos Seu justo juízo, quando vier. E ele vem. Acredite. Com a função de, mais uma vez, tentar aproximar as pessoas dEle. Sempre. Esse é o desejo do Seu coração.
"Tão certo como Eu vivo, diz o Senhor Soberano, não tenho prazer algum na morte dos perversos. antes, meu desejo é que se afastem de seus maus caminhos, para que vivam. Arrependam-se! Afastem-se de sua maldade! Por que morrer, ó povo de Israel?" - Ezequiel 33.11
Ficamos por aqui.
Continue lendo a Bíblia conosco. Começamos o ano lendo Gênesis. Estamos em Deuteronômio. Você pode nos acompanhar, diariamente.
Espero você. Até lá.
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