Leitura do dia 23/10.
Na postagem anterior vimos o Senhor contar a parábola dos lavradores maus. O imposto deve ser pago a Cesar. O que é de Deus deve ser entregue a Ele. Os mortos ressuscitarão. Os saduceus erravam por não conhecerem as Escrituras, nem o poder de Deus.
O Senhor pergunta de quem o Cristo é filho. Critica os mestres da lei. Observa a oferta da viúva pobre.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/marcos-121-44.html
Agora, caminharemos através do capítulo treze de Marcos.
Quando saem do templo, Seus discípulos elogiam a construção. O Senhor diz que tudo será completamente destruído. Refere-se à destruição no ano 70 d.C..
Mais tarde, sentado no monte das Oliveiras, de frente para o templo, alguns de Seus discípulos perguntam quando “aquelas” coisas aconteceriam. Quais os sinais de que estariam prestes a se cumprir.
Jesus nos instrui a não deixar que ninguém nos engane. Muitos viriam em Seu nome. E enganariam a muitos.
Eles (nós) ouviriam falar de guerras e ameaças de guerras. Nada de entrar em pânico. È necessário que tais coisas aconteçam. Ainda não era o fim. Uma nação se levantaria contra outra. Um reino contra outro. Terremotos em vários lugares. Fome. Era apenas o começo das dores, como num parto.
Deveriam ter cuidado. Seriam entregues em tribunais e açoitados nas sinagogas. Julgados, por Sua causa. Era uma oportunidade para falar a Seu respeito, não para ter medo. O Espírito falaria por eles (por nós).
Haveria traição, rebeldia, ódio. Por Sua causa. Quem se mantivesse firme até o fim, seria salvo.
Um dia veriam a “terrível profanação”. Seriam dias terríveis. O tempo seria abreviado para que pudesse ser suportado.
Se dissessem que Ele estava em algum lugar, era mentira. Que não acreditassem. Muitos falsos cristos e falsos profetas se levantariam. Realizariam sinais e maravilhas, com o fim de enganar. O máximo de pessoas possíveis.
A ordem é ficar atento!
Depois dessas angústias, Ele disse que o sol escureceria e a lua não daria sua luz; estrelas cairiam do céu, e os poderes celestes seriam abalados.
Depois disso, veriam o Filho do Homem, o Senhor Jesus, vindo nas nuvens com grande poder e glória. Seus anjos reuniriam Seus escolhidos.
Alerta a aprendermos a lição da figueira. Quando seus ramos estão renovados e suas folhas brotando, sabe-se que o verão está próximo. Da mesma maneira, quando virmos estas "coisas" acontecendo, devemos saber que o Senhor está próximo, às portas.
Não sabemos exatamente como acontecerá, mas é certo que acontecerá. Suas palavras são verdadeiras e jamais passarão.
Ninguém sabe o dia e a hora que essas coisas acontecerão. Apenas o Pai. Então, que fiquemos alertas, atentos!
Sua vinda pode ser ilustrada como um homem que saiu em uma longa viagem. Deu instruções a seus servos sobre o que fazer até que voltasse. Ordenou que o porteiro vigiasse sua volta. Ordenou que também vigiássemos. Não sabemos quando virá. Que nos encontre fazendo o que nos ordenou!
Que vigiemos! Sua vinda está próxima!
Sondemos mais uma vez nosso coração. Como estamos agindo? Quem temos sido? A quem amamos? Estamos preparados para nosso encontro com Ele? É certo que acontecerá. Como será?
Amanhã prosseguimos. Leremos a partir do capítulo quatorze de Marcos. Até o capítulo dezesseis.
Espero você. Até lá.
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quinta-feira, 7 de novembro de 2019
segunda-feira, 30 de setembro de 2019
Miqueias 6.1-7.20
Leitura do dia 29/09.
Continuamos nossa caminhada através do livro de Miqueias.
Na última postagem vimos o reino futuro do Senhor. A volta de Israel do exílio. O nascimento do Messias em Belém. E a purificação do remanescente.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/miqueias-41-515.html
Hoje, caminharemos pelos dois últimos capítulos.
O Senhor pergunta o que fez a Seu povo para que se cansasse dEle. Que respondam. Afinal, Ele os tirou do Egito. Resgatou da escravidão. Seu povo não se lembra de como o rei de Moabe quis amaldiçoa-los, e Ele transformou a maldição em benção. Não se lembra da sua viagem do Vale das Acácias até Gilgal, quando lhes revelou sua fidelidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-231-2425.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/so-faltam-tres-dias.html
Seu povo faz perguntas incoerentes. Devem trazer-Lhe holocaustos? Devem se prostrar diante dEle com ofertas de bezerros de um ano? Devem oferecer milhares de carneiros e dez mil rios de azeite? Devem sacrificar seus filhos primogênitos para pagar por seus pecados? Quanta estupidez!
O Senhor já lhes declarara o que é bom. O que Ele requer de cada um. A prática da justiça, do amor e da misericórdia e ander humildemente com Seu Deus. Ele não quer sacrifícios. Quer relacionamento.
Quem for sábio, terá temor.
O pecado de Seu povo é muito grande. Suas casas estão cheias de tesouros conquistados pelo engano. Calculam o peso dos cereais com medidas falsas. Seus comerciantes usam balanças e pesos mentirosos. Os ricos conseguiram suas riquezas com extorsão e violência. Estão acostumados com a mentira. Suas línguas não conseguem dizer a verdade.
Por tudo isso, o Senhor estava enviando um exército de destruição. Por causa de seus pecados, ficariam em ruína. Comeriam e não se fartariam. Continuariam a sentir dores de fome. Mesmo que tentassem economizar, ficariam sem nada. O pouco que conquistassem seria dado a seus conquistadores. Semeariam e não colheriam. Espremeriam azeitona e não se ungiriam com o óleo. Pisariam usas e não teriam vinho.
Obedecem às leis do rei Onri ao invés de obedecerem às leis do Senhor. Seguem às práticas do rei Acabe, não às de Davi. Serão tratados com desprezo onde estiverem. Servirão de exemplo para que todos aprendam o que acontece com quem desvia seus caminhos do Senhor.
Miqueias sofre por seu povo. Sente-se como alguém que apanha frutas depois da colheita e nada consegue para comer. Não há um cacho de uva sequer, nenhum figo para saciar sua fome. Os fiéis e honestos desapareceram da terra. Olha ao redor. Só vê assassinos. Pessoas que preparam armadilhas até para seus irmãos. Suas mãos estão adestradas. Para fazer o mal.
Governantes e juízes exigem subornos. Os mais influentes mandam em tudo. Fazem o que querem. Tramam juntos para perverter a justiça. O mais honesto deles é mais perigoso que uma cerca de espinhos. Parece muito com os dias que também estamos vivendo.
Ele também fala que não pode confiar em ninguém. Nem no melhor amigo. Ou na esposa. Ou no pai. No filho. Na mãe. Na filha. Na nora. Na sogra. A situação é desesperadora.
Mas, o dia que o Senhor anunciou está se aproximando.
Miqueias dá um brado. Ainda que todos estejam afastados do Senhor, não deixará de buscá-Lo. Espera nEle. Confiante em Sua salvação. Sabe que o Senhor o ouvirá. Sabe que, ainda que caia, se levantará. Por causa do Senhor. Ainda que esteja em trevas, Ele será sua luz.
Identifica-se com seu povo. Será paciente enquanto é castigado por causa de seus pecados. Depois do castigo, sabe que Ele defenderá sua causa. Fará o que é direito. O Senhor o levará para a luz. Verá Sua justiça. Seus inimigos verão que o Senhor está a seu lado. Ficarão envergonhados de terem perguntado onde Ele estava.
Miqueias também vê o dia que se aproxima, quando muitos virão até Israel. Para conhecer o Senhor. Ele realizará grandes milagres por Seu povo. Como fez quando os tirou da terra do Egito. Todas as nações ficarão admiradas. Sairão de seus esconderijos ao encontro do Senhor. Elas O temerão e tremerão em Sua majestosa presença.
O coração do profeta se enche de alegria ao lembrar que não há ninguém como Ele, que perdoa e esquece os pecados. Que não permanece irado para sempre. Que tem prazer em mostrar Seu amor. Que tem compaixão. E lança os pecados nas profundezas do mar, onde não pode ser mais visto ou alcançado. Ele mostrará Sua fidelidade e amor. Como prometeu há muito tempo, a Abraão e Jacó.
Terminamos aqui o livro do profeta Miqueias.
Que aprendamos com ele a buscar o Senhor e esperar confiantemente nEle. Apenas e tão somente nEle.
Continuamos amanhã. Leremos o livro do profeta Naum. Apenas três capítulos.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através do livro de Miqueias.
Na última postagem vimos o reino futuro do Senhor. A volta de Israel do exílio. O nascimento do Messias em Belém. E a purificação do remanescente.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/miqueias-41-515.html
Hoje, caminharemos pelos dois últimos capítulos.
O Senhor pergunta o que fez a Seu povo para que se cansasse dEle. Que respondam. Afinal, Ele os tirou do Egito. Resgatou da escravidão. Seu povo não se lembra de como o rei de Moabe quis amaldiçoa-los, e Ele transformou a maldição em benção. Não se lembra da sua viagem do Vale das Acácias até Gilgal, quando lhes revelou sua fidelidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-231-2425.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/so-faltam-tres-dias.html
Seu povo faz perguntas incoerentes. Devem trazer-Lhe holocaustos? Devem se prostrar diante dEle com ofertas de bezerros de um ano? Devem oferecer milhares de carneiros e dez mil rios de azeite? Devem sacrificar seus filhos primogênitos para pagar por seus pecados? Quanta estupidez!
O Senhor já lhes declarara o que é bom. O que Ele requer de cada um. A prática da justiça, do amor e da misericórdia e ander humildemente com Seu Deus. Ele não quer sacrifícios. Quer relacionamento.
Quem for sábio, terá temor.
O pecado de Seu povo é muito grande. Suas casas estão cheias de tesouros conquistados pelo engano. Calculam o peso dos cereais com medidas falsas. Seus comerciantes usam balanças e pesos mentirosos. Os ricos conseguiram suas riquezas com extorsão e violência. Estão acostumados com a mentira. Suas línguas não conseguem dizer a verdade.
Por tudo isso, o Senhor estava enviando um exército de destruição. Por causa de seus pecados, ficariam em ruína. Comeriam e não se fartariam. Continuariam a sentir dores de fome. Mesmo que tentassem economizar, ficariam sem nada. O pouco que conquistassem seria dado a seus conquistadores. Semeariam e não colheriam. Espremeriam azeitona e não se ungiriam com o óleo. Pisariam usas e não teriam vinho.
Obedecem às leis do rei Onri ao invés de obedecerem às leis do Senhor. Seguem às práticas do rei Acabe, não às de Davi. Serão tratados com desprezo onde estiverem. Servirão de exemplo para que todos aprendam o que acontece com quem desvia seus caminhos do Senhor.
Miqueias sofre por seu povo. Sente-se como alguém que apanha frutas depois da colheita e nada consegue para comer. Não há um cacho de uva sequer, nenhum figo para saciar sua fome. Os fiéis e honestos desapareceram da terra. Olha ao redor. Só vê assassinos. Pessoas que preparam armadilhas até para seus irmãos. Suas mãos estão adestradas. Para fazer o mal.
Governantes e juízes exigem subornos. Os mais influentes mandam em tudo. Fazem o que querem. Tramam juntos para perverter a justiça. O mais honesto deles é mais perigoso que uma cerca de espinhos. Parece muito com os dias que também estamos vivendo.
Ele também fala que não pode confiar em ninguém. Nem no melhor amigo. Ou na esposa. Ou no pai. No filho. Na mãe. Na filha. Na nora. Na sogra. A situação é desesperadora.
Mas, o dia que o Senhor anunciou está se aproximando.
Miqueias dá um brado. Ainda que todos estejam afastados do Senhor, não deixará de buscá-Lo. Espera nEle. Confiante em Sua salvação. Sabe que o Senhor o ouvirá. Sabe que, ainda que caia, se levantará. Por causa do Senhor. Ainda que esteja em trevas, Ele será sua luz.
Identifica-se com seu povo. Será paciente enquanto é castigado por causa de seus pecados. Depois do castigo, sabe que Ele defenderá sua causa. Fará o que é direito. O Senhor o levará para a luz. Verá Sua justiça. Seus inimigos verão que o Senhor está a seu lado. Ficarão envergonhados de terem perguntado onde Ele estava.
Miqueias também vê o dia que se aproxima, quando muitos virão até Israel. Para conhecer o Senhor. Ele realizará grandes milagres por Seu povo. Como fez quando os tirou da terra do Egito. Todas as nações ficarão admiradas. Sairão de seus esconderijos ao encontro do Senhor. Elas O temerão e tremerão em Sua majestosa presença.
O coração do profeta se enche de alegria ao lembrar que não há ninguém como Ele, que perdoa e esquece os pecados. Que não permanece irado para sempre. Que tem prazer em mostrar Seu amor. Que tem compaixão. E lança os pecados nas profundezas do mar, onde não pode ser mais visto ou alcançado. Ele mostrará Sua fidelidade e amor. Como prometeu há muito tempo, a Abraão e Jacó.
Terminamos aqui o livro do profeta Miqueias.
Que aprendamos com ele a buscar o Senhor e esperar confiantemente nEle. Apenas e tão somente nEle.
Continuamos amanhã. Leremos o livro do profeta Naum. Apenas três capítulos.
Espero você. Até lá.
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quinta-feira, 26 de setembro de 2019
Obadias 1.1-21
Leitura do dia 25/09.
Continuamos nossa caminhada pelo maravilhoso Livro dos livros.
Ontem lemos sobre as visões de Amós. Sua intercessão. Sua coragem. Sua ousadia. Seu chamado. Sua obediência. E o juízo do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/amos-71-915.html
Hoje, caminharemos através das páginas do livro de Obadias, composto por apenas um capítulo. E do primeiro capítulo do livro de Jonas.
Nesta postagem, apenas o livro de Obadias. Seu nome significa “Servo do Senhor”. Foi escrito após a queda de Jerusalém por Nabucodonosor, no ano 587 a.C. Era contemporâneo de Jeremias.
A palavra que recebeu da parte do Senhor foi contra Edom, descendentes de Esaú.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-361-43.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-21-329.html
O Senhor tornaria Edom pequeno entre as nações. Seria grandemente desprezado. Deixou-se enganar por seu orgulho, acreditando que, por morar nas fortalezas, não seria atingido. Ao contrário do que imaginavam, seriam completamente atingidos. Vasculhados e saqueados. Traídos por seus amigos e aliados.
Seus guerreiros mais poderosos ficariam aterrorizados. Seus sábios não mais existiriam. Todos seriam exterminados.
Tal destruição viria sobre Edom por terem agido com violência contra seus parentes, os israelitas.
Quando foram Israel foi invadido, ficaram afastados. Não quiseram ajudar. Agiram como se fossem um de seus inimigos. Não deveriam ter ficado satisfeitos com o que aconteceu. Não deveriam ter se alegrado quando o povo de Judá sofreu desgraça. Nem deveriam ter falado arrogantemente quando era templo de aflição.
Não deveriam ter saqueado Israel. Nem ficado satisfeitos com sua destruição. Muito menos roubado suas riquezas. Nem ficado nas encruzilhadas esperando para matar os que tentavam escapar. Ou entregá-los para serem escravizados.
Está próximo o dia em que o Senhor julgará todas as nações.
Toda a maldade de Edom cairá sobre sua própria cabeça. Todas as nações sofrerão pelos pecados que cometeram.
Chegará o dia em que o povo de Israel voltará para sua terra.
Chegará o dia em que os resgatados subirão ao monte Sião para governar sobre os montes de Edom e o reino será do Senhor. Aqui há uma dupla profecia. Uma já aconteceu. A outra refere-se aos remidos do Senhor. Essa ainda estamos aguardando. Quando o Reino será do Senhor.
"O sétimo anjo tocou sua trombeta, e fortes vozes gritaram no céu: 'O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e de Seu Cristo, e Ele reinará para todo o sempre". - Apocalipse 11.15
Que aprendamos com os pecados de Edom. Que não nos alegremos, nem contribuamos com a queda de outros. O Senhor é justo. Ele julga a todos. Ninguém ficará sem ser julgado.
Que nossas mãos estejam limpas. Que nossos corações sejam misericordiosos.
“Felizes os misericordiosos, pois serão tratados com misericórdia. Felizes os que têm coração puro, pois verão a Deus. Felizes os que promovem a paz, pois serão chamados filhos de Deus”. – Mateus 5.7-9
Continuamos na próxima postagem. Leremos o capítulo um do livro de Jonas.
Espero você. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelo maravilhoso Livro dos livros.
Ontem lemos sobre as visões de Amós. Sua intercessão. Sua coragem. Sua ousadia. Seu chamado. Sua obediência. E o juízo do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/amos-71-915.html
Hoje, caminharemos através das páginas do livro de Obadias, composto por apenas um capítulo. E do primeiro capítulo do livro de Jonas.
Nesta postagem, apenas o livro de Obadias. Seu nome significa “Servo do Senhor”. Foi escrito após a queda de Jerusalém por Nabucodonosor, no ano 587 a.C. Era contemporâneo de Jeremias.
A palavra que recebeu da parte do Senhor foi contra Edom, descendentes de Esaú.
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http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-21-329.html
O Senhor tornaria Edom pequeno entre as nações. Seria grandemente desprezado. Deixou-se enganar por seu orgulho, acreditando que, por morar nas fortalezas, não seria atingido. Ao contrário do que imaginavam, seriam completamente atingidos. Vasculhados e saqueados. Traídos por seus amigos e aliados.
Seus guerreiros mais poderosos ficariam aterrorizados. Seus sábios não mais existiriam. Todos seriam exterminados.
Tal destruição viria sobre Edom por terem agido com violência contra seus parentes, os israelitas.
Quando foram Israel foi invadido, ficaram afastados. Não quiseram ajudar. Agiram como se fossem um de seus inimigos. Não deveriam ter ficado satisfeitos com o que aconteceu. Não deveriam ter se alegrado quando o povo de Judá sofreu desgraça. Nem deveriam ter falado arrogantemente quando era templo de aflição.
Não deveriam ter saqueado Israel. Nem ficado satisfeitos com sua destruição. Muito menos roubado suas riquezas. Nem ficado nas encruzilhadas esperando para matar os que tentavam escapar. Ou entregá-los para serem escravizados.
Está próximo o dia em que o Senhor julgará todas as nações.
Toda a maldade de Edom cairá sobre sua própria cabeça. Todas as nações sofrerão pelos pecados que cometeram.
Chegará o dia em que o povo de Israel voltará para sua terra.
Chegará o dia em que os resgatados subirão ao monte Sião para governar sobre os montes de Edom e o reino será do Senhor. Aqui há uma dupla profecia. Uma já aconteceu. A outra refere-se aos remidos do Senhor. Essa ainda estamos aguardando. Quando o Reino será do Senhor.
"O sétimo anjo tocou sua trombeta, e fortes vozes gritaram no céu: 'O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e de Seu Cristo, e Ele reinará para todo o sempre". - Apocalipse 11.15
Que aprendamos com os pecados de Edom. Que não nos alegremos, nem contribuamos com a queda de outros. O Senhor é justo. Ele julga a todos. Ninguém ficará sem ser julgado.
Que nossas mãos estejam limpas. Que nossos corações sejam misericordiosos.
“Felizes os misericordiosos, pois serão tratados com misericórdia. Felizes os que têm coração puro, pois verão a Deus. Felizes os que promovem a paz, pois serão chamados filhos de Deus”. – Mateus 5.7-9
Continuamos na próxima postagem. Leremos o capítulo um do livro de Jonas.
Espero você. Até já.
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terça-feira, 25 de junho de 2019
Salmo 119.113-120
Leitura do dia 23/06.
Ainda caminhando pelo Salmo cento e dezenove.
Uma deliciosa caminhada através de uma maravilhosa canção. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-119105-112.html
Agora, leremos do versículo cento e treze ao versículo cento e vinte.
Sâmeq
O salmista não suporta pessoas inconstantes, que uma hora seguem o Senhor, outra não. Ele ama Sua lei. O Senhor é seu refúgio. Seu escudo. Sua palavra é sua esperança. Não quer a companhia dos que praticam o mal. Ao contrário destes, obedecerá os mandamentos do Senhor, seu Deus.
Pede que o Senhor o sustente, como prometeu. Para que viva. Que sua esperança não seja frustrada. Se o Senhor sustentá-lo, será salvo. Salvo, poderá meditar continuamente em Seus decretos.
Lembra que o Senhor rejeita todos que se afastam de Seus decretos. Se afastam dEle. Enganando a si mesmos. O Senhor remove os ímpios da terra.
O salmista declara que estremece diante do Senhor. Sente um temor reverente por Seus estatutos.
Que nossa esperança também esteja nEle. Que amemos Sua lei. Que Ele seja nosso refúgio. Nosso escudo. A cada dia.
Que O obedeçamos e tenhamos temor reverente por Seus estatutos. Ah, que não modifiquemos ou interpretemos a Palavra a nosso bel prazer, para nos satisfazer, mas que tenhamos temor reverente. Sua palavra ilumina nossos caminhos.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Ainda caminhando pelo Salmo cento e dezenove.
Uma deliciosa caminhada através de uma maravilhosa canção. http://www.espalhandoasemente.com/2019/06/salmo-119105-112.html
Agora, leremos do versículo cento e treze ao versículo cento e vinte.
Sâmeq
O salmista não suporta pessoas inconstantes, que uma hora seguem o Senhor, outra não. Ele ama Sua lei. O Senhor é seu refúgio. Seu escudo. Sua palavra é sua esperança. Não quer a companhia dos que praticam o mal. Ao contrário destes, obedecerá os mandamentos do Senhor, seu Deus.
Pede que o Senhor o sustente, como prometeu. Para que viva. Que sua esperança não seja frustrada. Se o Senhor sustentá-lo, será salvo. Salvo, poderá meditar continuamente em Seus decretos.
Lembra que o Senhor rejeita todos que se afastam de Seus decretos. Se afastam dEle. Enganando a si mesmos. O Senhor remove os ímpios da terra.
O salmista declara que estremece diante do Senhor. Sente um temor reverente por Seus estatutos.
Que nossa esperança também esteja nEle. Que amemos Sua lei. Que Ele seja nosso refúgio. Nosso escudo. A cada dia.
Que O obedeçamos e tenhamos temor reverente por Seus estatutos. Ah, que não modifiquemos ou interpretemos a Palavra a nosso bel prazer, para nos satisfazer, mas que tenhamos temor reverente. Sua palavra ilumina nossos caminhos.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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Reverência,
Salmo 119,
Salmos,
salvação,
sustento,
Temor,
Viver
quinta-feira, 10 de janeiro de 2019
Gênesis 34.1-31
Leitura do dia 10/01 (Leitura Bíblica Anual).
Na postagem anterior, finalmente vimos o encontro entre Jacó e Esaú. De tirar o fôlego.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-331-20.html
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo trinta e quatro. Nosso último texto de hoje.
Diná era a única filha de Jacó. Certa vez ela saiu, sozinha, para visitar algumas moças que viviam na região onde estavam agora morando. Siquém, filho de Hamor, era o príncipe daquela região. Quando a viu, não se conteve. Agarrou Diná e a violentou. Em seguida, apaixonou-se por ela. Tentou conquistar sua afeição com palavras carinhosas. Pediu a seu pai que a conseguisse para ele. Queria casar-se com ela.
Jacó logo soube. Não fez nada. Esperou que seus filhos chegassem do campo. Hamor, pai de Siquém, foi pedir que Diná fosse concedida a seu filho, para que se casasse com ela. Os filhos de Jacó souberam o que aconteceu e voltaram rapidamente do campo. Ficaram abalados e furiosos por sua irmã, única irmã no meio de onze homens, tivesse sido violentada. Dá para imaginar o furor que tomou conta deles?
Hamor fez o pedido a Jacó e seus filhos. Disse que Siquém havia se apaixonado por Diná. Que eles permitissem o casamento. Aliás, que houvessem outros casamentos entre eles. Que dessem suas filhas para seus filhos e eles dariam suas filhas para os filhos deles. Assim, poderiam viver juntos. A terra estava à disposição. Que se estabelecessem e fizessem negócios. Que ficassem à vontade para comprar terras ali.
O próprio Siquém falou a Jacó e seus filhos. Pediu que fossem bondosos com ele. Chegou a implorar que deixassem Diná casar-se. Ele daria o que quisessem. Qualquer que fosse o dote, por maior que fosse. Desde que a deixassem ser sua mulher. Os filhos de Jacó responderam falsamente a Siquém. Seus corações estavam cheios de ódio por ela ter sido violentada. Disseram que só poderiam dá-la em casamento se ele fosse circuncidado.
Apesar do que Siquém fez, era o mais respeitado de toda sua família (não sabemos como eram os costumes da região). Sem demora, foi circuncidado. Desejava ardentemente casar-se com Diná. Ele e seu pai foram até à porta da cidade e falaram aos líderes que estavam ali. Propuseram que todos fossem circuncidados para que viessem a ser um só povo. Todos aceitaram.
Quando estava no terceiro dia, após a circuncisão, o dia em que a dor era maior, Simeão e Levi, entraram na cidade sem resistência. Mataram todos os homens. O texto nos conta que eles massacraram os homens daquele lugar. Arrancaram Diná da casa de Siquém e voltaram para o acampamento. Depois os outros filhos de Jacó chegaram à cidade. Vendo todos os homens mortos, saquearam a cidade. Tomaram as riquezas das casas. Levaram as crianças e as mulheres como prisioneiras.
Quando soube, Jacó disse a Simeão e a Levi que haviam arruinado sua vida. Todos os povos daquela terra o odiariam. Eles eram poucos e logo seriam esmagados. Seus filhos responderam que não poderiam permitir que sua irmã fosse tratada como uma prostituta. Jacó temeu o que poderia acontecer com todos eles. Formavam apenas um pequeno grupo.
Fico pensando em Diná. Primeiro foi estuprada. Depois recebeu uma proposta de casamento. Não sei se as palavras carinhosas de Siquém foram suficientes para atingir e curar seu coração. Sei que ficou sozinha. Ferida. Massacrada. E Jacó e seus descendentes, apesar do que ocorreu, não foram benção para aquela nação. Siquém errou com Diná. Simeão e Levi enganaram a todos.
Na postagem anterior, finalmente vimos o encontro entre Jacó e Esaú. De tirar o fôlego.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-331-20.html
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo trinta e quatro. Nosso último texto de hoje.
Diná era a única filha de Jacó. Certa vez ela saiu, sozinha, para visitar algumas moças que viviam na região onde estavam agora morando. Siquém, filho de Hamor, era o príncipe daquela região. Quando a viu, não se conteve. Agarrou Diná e a violentou. Em seguida, apaixonou-se por ela. Tentou conquistar sua afeição com palavras carinhosas. Pediu a seu pai que a conseguisse para ele. Queria casar-se com ela.
Jacó logo soube. Não fez nada. Esperou que seus filhos chegassem do campo. Hamor, pai de Siquém, foi pedir que Diná fosse concedida a seu filho, para que se casasse com ela. Os filhos de Jacó souberam o que aconteceu e voltaram rapidamente do campo. Ficaram abalados e furiosos por sua irmã, única irmã no meio de onze homens, tivesse sido violentada. Dá para imaginar o furor que tomou conta deles?
Hamor fez o pedido a Jacó e seus filhos. Disse que Siquém havia se apaixonado por Diná. Que eles permitissem o casamento. Aliás, que houvessem outros casamentos entre eles. Que dessem suas filhas para seus filhos e eles dariam suas filhas para os filhos deles. Assim, poderiam viver juntos. A terra estava à disposição. Que se estabelecessem e fizessem negócios. Que ficassem à vontade para comprar terras ali.
O próprio Siquém falou a Jacó e seus filhos. Pediu que fossem bondosos com ele. Chegou a implorar que deixassem Diná casar-se. Ele daria o que quisessem. Qualquer que fosse o dote, por maior que fosse. Desde que a deixassem ser sua mulher. Os filhos de Jacó responderam falsamente a Siquém. Seus corações estavam cheios de ódio por ela ter sido violentada. Disseram que só poderiam dá-la em casamento se ele fosse circuncidado.
Apesar do que Siquém fez, era o mais respeitado de toda sua família (não sabemos como eram os costumes da região). Sem demora, foi circuncidado. Desejava ardentemente casar-se com Diná. Ele e seu pai foram até à porta da cidade e falaram aos líderes que estavam ali. Propuseram que todos fossem circuncidados para que viessem a ser um só povo. Todos aceitaram.
Quando estava no terceiro dia, após a circuncisão, o dia em que a dor era maior, Simeão e Levi, entraram na cidade sem resistência. Mataram todos os homens. O texto nos conta que eles massacraram os homens daquele lugar. Arrancaram Diná da casa de Siquém e voltaram para o acampamento. Depois os outros filhos de Jacó chegaram à cidade. Vendo todos os homens mortos, saquearam a cidade. Tomaram as riquezas das casas. Levaram as crianças e as mulheres como prisioneiras.
Quando soube, Jacó disse a Simeão e a Levi que haviam arruinado sua vida. Todos os povos daquela terra o odiariam. Eles eram poucos e logo seriam esmagados. Seus filhos responderam que não poderiam permitir que sua irmã fosse tratada como uma prostituta. Jacó temeu o que poderia acontecer com todos eles. Formavam apenas um pequeno grupo.
Fico pensando em Diná. Primeiro foi estuprada. Depois recebeu uma proposta de casamento. Não sei se as palavras carinhosas de Siquém foram suficientes para atingir e curar seu coração. Sei que ficou sozinha. Ferida. Massacrada. E Jacó e seus descendentes, apesar do que ocorreu, não foram benção para aquela nação. Siquém errou com Diná. Simeão e Levi enganaram a todos.
Um crime não pode justificar outro. Que situação! Uma tragédia que poderia ter sido transformada em benção, mas tornou-se o massacre de uma nação. Por aqueles que deveriam ser abençoadores de nações.
Hoje terminamos nossa leitura. Amanhã continuamos. Leremos Gênesis, do capítulo trinta e cinco ao capítulo trinta e sete. Espero você. Até lá.
Hoje terminamos nossa leitura. Amanhã continuamos. Leremos Gênesis, do capítulo trinta e cinco ao capítulo trinta e sete. Espero você. Até lá.
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
Estou sendo enganado? Enganando?
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 1 Reis. Hoje caminharemos pelas páginas do capítulo vinte e dois. A partir do versículo dezenove. Até o versículo trinta.
Na última postagem vimos que Josafá encontrou-se com Acabe. Acabe o convidou para ser seu aliado em uma guerra. Josafá quis ouvir a palavra do Senhor a esse respeito, Seu direcionamento.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/importa-agradar-quem.html
Acabe convocou aproximadamente quatrocentos profetas. Infelizmente eram profetas que estavam interessados em agradar ao rei. Serviam ao rei Acabe. Não ao Senhor.
Todos falaram que Israel deveria atacar Ramote-Gileade que seria bem sucedido. Era o que Acabe gostaria de ouvir.
Josafá foi incisivo. Perguntou a Acabe se não havia ali algum profeta que servisse ao Senhor.
Micaías foi chamado, mesmo a contra-gosto. Ele falou a verdade. Disse que tinha visto Israel disperso pelos montes, como ovelhas sem pastor.
E continuou. Ordenou que ouvissem a palavra do Senhor. E contou uma visão que teve.
Micaías viu o Senhor sentado em Seu trono. Todo o exército celestial estava em pé junto ao trono. Alguns à sua Sua esquerda. Outros à Sua direita.
O Senhor perguntou: “Quem enganará Acabe para que ataque Ramote-Gileade e encontre a morte lá?’
Alguns anjos falavam de um jeito, enquanto outros sugeriam ideias diferentes. Até que um espírito colocou-se diante do Senhor dizendo que iria enganá-lo. Veja bem, um espírito.
O Senhor lhe perguntou como o espírito pretendia fazer. Ele respondeu que seria um espírito mentiroso na boca de todos os profetas do rei. De novo, profetas do rei. Não profetas do Senhor.
O Senhor disse que ele realmente enganaria e prevaleceria. Que deveria ir e fazer o que devia fazer.
Micaías disse que o Senhor havia colocado um espírito mentiroso na boca de todos os profetas do rei. Mas Ele, o Senhor, era quem pronunciava a desgraça contra Acabe.
Consegue perceber a seriedade disso? Quem é “profeta do rei” dá legalidade para que espíritos usem seus lábios para falar. Estamos sendo usados por quem? Para quem? Estamos enganando alguém? Estamos sendo enganados, ouvindo "profetas do rei"?
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html
Zedequias, o que havia feito os chifres, deu um tapa no rosto de Micaías e lhe perguntou de que maneira o Espírito do Senhor havia saído dele e ido falar com Micaías.
Micaías não ficou “batendo boca” com Zedequias. Não se defendeu. Não acusou. Apenas disse que ele veria e compreenderia no dia em que tivesse vagueando de um aposento a outro para se esconder.
Acabe ordenou que Micaías fosse preso. Que o levassem ao governador da cidade e a Joás, filho do rei, com a ordem de lançá-lo na prisão. Ele deveria ser alimentado com a quantidade mínima de pão e água até que o rei retornasse são e salvo da batalha.
Micaías respondeu ao rei que se ele voltasse são e salvo, o Senhor não havia falado através de sua boca.
Inacreditavelmente, Acabe, rei de Israel e Josafá, rei de Judá, marcharam contra Ramote-Gileade.
E sabe o que Acabe fez? Pediu que Josafá se vestisse com suas roupas reais enquanto ele iria entrar em combate disfarçado. Isso mesmo!
Se ele acreditava que Micaías falou pelo Senhor, por que mandou prendê-lo? Por que foi à guerra? Se não acreditava, por que disfarçar-se?
E quanto a Josafá, por que foi para a guerra? Não creu no profeta do Senhor?
O fato é que Acabe disfarçou-se. E ambos partiram para a batalha.
O que será que acontecerá? Alguém morrerá?
Quem? Acabe disfarçado? Josafá vestido com suas vestes reais? Nenhum dos dois? Os dois?
Na quarta continuamos. Espero você. Até lá.
Na última postagem vimos que Josafá encontrou-se com Acabe. Acabe o convidou para ser seu aliado em uma guerra. Josafá quis ouvir a palavra do Senhor a esse respeito, Seu direcionamento.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/importa-agradar-quem.html
Acabe convocou aproximadamente quatrocentos profetas. Infelizmente eram profetas que estavam interessados em agradar ao rei. Serviam ao rei Acabe. Não ao Senhor.
Todos falaram que Israel deveria atacar Ramote-Gileade que seria bem sucedido. Era o que Acabe gostaria de ouvir.
Josafá foi incisivo. Perguntou a Acabe se não havia ali algum profeta que servisse ao Senhor.
Micaías foi chamado, mesmo a contra-gosto. Ele falou a verdade. Disse que tinha visto Israel disperso pelos montes, como ovelhas sem pastor.
E continuou. Ordenou que ouvissem a palavra do Senhor. E contou uma visão que teve.
Micaías viu o Senhor sentado em Seu trono. Todo o exército celestial estava em pé junto ao trono. Alguns à sua Sua esquerda. Outros à Sua direita.
O Senhor perguntou: “Quem enganará Acabe para que ataque Ramote-Gileade e encontre a morte lá?’
Alguns anjos falavam de um jeito, enquanto outros sugeriam ideias diferentes. Até que um espírito colocou-se diante do Senhor dizendo que iria enganá-lo. Veja bem, um espírito.
O Senhor lhe perguntou como o espírito pretendia fazer. Ele respondeu que seria um espírito mentiroso na boca de todos os profetas do rei. De novo, profetas do rei. Não profetas do Senhor.
O Senhor disse que ele realmente enganaria e prevaleceria. Que deveria ir e fazer o que devia fazer.
Micaías disse que o Senhor havia colocado um espírito mentiroso na boca de todos os profetas do rei. Mas Ele, o Senhor, era quem pronunciava a desgraça contra Acabe.
Consegue perceber a seriedade disso? Quem é “profeta do rei” dá legalidade para que espíritos usem seus lábios para falar. Estamos sendo usados por quem? Para quem? Estamos enganando alguém? Estamos sendo enganados, ouvindo "profetas do rei"?
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html
Zedequias, o que havia feito os chifres, deu um tapa no rosto de Micaías e lhe perguntou de que maneira o Espírito do Senhor havia saído dele e ido falar com Micaías.
Micaías não ficou “batendo boca” com Zedequias. Não se defendeu. Não acusou. Apenas disse que ele veria e compreenderia no dia em que tivesse vagueando de um aposento a outro para se esconder.
Acabe ordenou que Micaías fosse preso. Que o levassem ao governador da cidade e a Joás, filho do rei, com a ordem de lançá-lo na prisão. Ele deveria ser alimentado com a quantidade mínima de pão e água até que o rei retornasse são e salvo da batalha.
Micaías respondeu ao rei que se ele voltasse são e salvo, o Senhor não havia falado através de sua boca.
Inacreditavelmente, Acabe, rei de Israel e Josafá, rei de Judá, marcharam contra Ramote-Gileade.
E sabe o que Acabe fez? Pediu que Josafá se vestisse com suas roupas reais enquanto ele iria entrar em combate disfarçado. Isso mesmo!
Se ele acreditava que Micaías falou pelo Senhor, por que mandou prendê-lo? Por que foi à guerra? Se não acreditava, por que disfarçar-se?
E quanto a Josafá, por que foi para a guerra? Não creu no profeta do Senhor?
O fato é que Acabe disfarçou-se. E ambos partiram para a batalha.
O que será que acontecerá? Alguém morrerá?
Quem? Acabe disfarçado? Josafá vestido com suas vestes reais? Nenhum dos dois? Os dois?
Na quarta continuamos. Espero você. Até lá.
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quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
Estamos preparados?
Hoje, continuamos através do capítulo 24 de Mateus.
Ele fala sobre acontecimentos que, ao longo da história, já aconteceram e outros que ainda estão por vir.
“O sacrilégio terrível” do qual Daniel falou (Daniel capítulo 12), aconteceu no ano de 168 a.C quando Antíoco Epifânio levantou um altar a Zeus, no templo. Depois voltou a acontecer no ano 70 d.C, quando da destruição de Jerusalém. E ainda acontecerá outra vez. Acredito, num futuro próximo.
Ele descreve a dificuldade desse tempo. Onde estivessem, deveriam fugir., sem se preocupar em pegar algo em casa. Correr por sua vida.
Como é difícil fugir estando grávida ou amamentando. E no tempo do frio. E no sábado, já que os judeus não podiam andar muito aos sábados.
No ano 70 d.C muitos fugiram assim, para os campos, lutando por suas vidas.
O Senhor continua afirmando que haverá grande tribulação, como nunca houve desde o princípio do mundo e nem jamais haverá. E se aqueles dias não fossem abreviados, ninguém escaparia. Ninguém.
Os falsos profetas e falsos cristos continuarão a agir nesses dias. Eles realizarão grandes sinais e maravilhas, tentando enganar todos.
Devemos tomar cuidado. O Senhor nos avisou antecipadamente. Que estejamos atentos. Olhos, ouvidos e coração.
Quando o Senhor voltar será como um relâmpago no céu. Todos verão. Não podemos acreditar que está aqui ou ali. Sua volta será estrondosa.
Ele faz uma afirmação bem interessante: “Onde houver um cadáver, aí se ajuntarão os abutres”. Sabemos que abutres se juntam onde há cadáver. Essa cena nos remete à destruição e morte, guerras, rumores de guerras, terremotos e fome.
O julgamento do Senhor virá. Por Ele ser justo. Não devemos temer Seus julgamentos. Eles são verdadeiros. Imparciais. O cetro do Seu Reino é a equidade (Salmos 45.6, Hebreus 1.8) Justiça vai diante dEle (Salmos 85.13).
O resultado do julgamento dependerá individualmente de quem somos. De quem temos sido.
Em outros textos o Senhor nos afirma que devemos estar preparados. Não sabemos o dia, nem a hora. Sabemos os sinais. Devemos estar atentos. E preparados o tempo todo. Se Ele vier hoje, como nos encontrará?
Precisamos ser como um soldado que está em serviço. Está de plantão. Não sabe o que pode acontecer, nem quando. Mas está preparado. Se o alarme soar, está pronto. Seu preparo não é apenas estar alerta. Ele estudou. Se preparou intelectual, fisica e emocionalmente para estar atento e preparado. Temos que ser assim. Em todo o tempo. Somos soldados em serviço.
Que sigamos os conselhos do Senhor. Que não sejamos enganados por ninguém, por mais que "operem" grandes sinais e maravilhas. Ele nos avisou. Temos a premissa de julgar pelos frutos. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/onde-temos-construido.html
Que fiquemos atentos também às palavras de Paulo: "Contudo, ainda que nós ou mesmo um anjo dos céus vos anuncie um evangelho diferente do que já vos pregamos, seja considerado maldito!" - Gálatas 1.8
Precisamos conhecer o verdadeiro para discernir o falso.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/05/conhecendo-o-verdadeiro-para-discernir.html
Esse texto fala de um sonho que tive. Leia. É bem interessante. E esclarecedor.
Ficamos por aqui. Amanhã prosseguimos.
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