Continuamos nossa caminhada. Agora estamos em Lucas, capítulo 16. Do versículo 1 ao 15.
Jesus continua contando parábolas.
Agora é a de um administrador de um homem rico que foi acusado de estar desperdiçando seus bens. O homem rico o chamou e lhe perguntou o que era aquilo que estava ouvindo a seu respeito. Exigiu que o administrador prestasse contas de sua administração. Não poderia continuar sendo seu administrador.
O administrador ficou apavorado. Disse a si mesmo: “Que farei sem emprego? Para cavar não tenho força e tenho vergonha de mendigar”. Então teve uma ideia para que as pessoas o recebessem em suas casas quando ficasse desempregado.
Chamou cada um dos devedores do seu senhor. Perguntava quanto o homem devia e diminuía sua dívida.
Seu senhor ficou sabendo. Elogiou o administrador desonesto, porque agiu astutamente.
O Senhor Jesus disse que os filhos deste mundo são mais astutos no trato entre si que os filhos da luz.
Ele então, aconselha a usar a riqueza deste mundo ímpio para ganhar amigos, para que, quando essa riqueza acabar, estes amigos nos recebam nas moradas eternas.
Jesus também disse que não importa o tamanho da riqueza, quem é fiel no pouco, também é fiel no muito e quem é desonesto no pouco, também é no muito.
Se nós não formos dignos para lidar com as riquezas daqui, como nos serão confiadas as verdadeiras riquezas? Se não formos dignos de confiança com o que é de outros, quem nos dará o que é nosso?
Ele afirma categoricamente que ninguém pode servir a dois senhores. Odiará a um e amará ao outro. Se dedicará a um e desprezará ao outro. Não podemos servir a Deus e ao Dinheiro.
Quando os fariseus, que amavam o dinheiro, ouviram, zombaram de Jesus.
Ele lhes disse: “Vocês são os que se justificam a si mesmos aos olhos dos homens, mas Deus conhece os corações de vocês. Aquilo que tem muito valor entre os homens é detestável aos olhos de Deus”.
Vamos parar um pouco aqui.
Devemos usar a riqueza para o bem de outras pessoas, não para nosso próprio bem. Devemos amar ao Senhor e não as riquezas. Não conseguiremos amar as riquezas e amar ao Senhor. Ambos são completamente contrários um ao outro. Se amamos as riquezas, não conseguiremos amar ao Senhor.
Servir aos Senhor requer renúncia e compartilhamento. Quem ama as riquezas quer sempre mais e mais. E sempre para si.
Como tem sido nossa vida?
Somos como os fariseus que amam o dinheiro e desprezam os ensinos de Jesus? Ou usamos o dinheiro para abençoar?
Sondemos nossos corações.
Amanhã prosseguimos. Até lá.
sábado, 31 de março de 2018
sexta-feira, 30 de março de 2018
Somos o filho mais velho?
Continuamos no capítulo 15 de Lucas.
Jesus contou a parábola do filho pródigo. Vimos que nela existem três principais personagens. Já vimos dois. Agora o último. O filho mais velho.
Ele era o primogênito. O herdeiro. A benção estava sobre ele. Sua porção era dobrada.
Trabalhava com o pai. Aprendendo a lidar com tudo que um dia seria dele e de seus filhos. Seu pai o ensinara, com prazer.
Seu irmão não se interessava em aprender. E um dia foi embora.
Ele continuou ali. Ao lado do pai. Trabalhando incansavelmente.
Mas não sabia quem era. Sentia-se como um escravo. Era o herdeiro. Tudo que era de seu pai, era dele. Mas não conseguia se enxergar assim. Obedecia por temor e não por amor.
Quando chega em casa uma tarde, após seu dia de trabalho, ouve um alarido de festa. Não entende. Não tem nada planejado. Ele é daqueles que tem tudo planejado. Um religioso. Que obedece por temor.
Pergunta a um empregado da casa. É informado que seu irmão voltou. Seu pai mandou matar o novilho gordo e está dando uma festa em sua homenagem.
A ira toma conta dele. Como assim? O irmão mais novo foi embora. Sem dar notícias. E ainda por cima, fica sabendo, desperdiçou tudo o que tinha, vivendo irresponsavelmente. Desfrutando de prazer. Pelo puro prazer. Sem se preocupar com nada.
Não vai entrar em casa. Não participará dessa festa ridícula.
Seu pai vai até onde está. Tenta convencê-lo a entrar. Ele está cansado. E desabafa: “Todos esses anos tenho te servido como um escravo e você nunca me deu sequer um cabrito para eu festejar com meus amigos. Agora, vem esse seu filho, que desperdiçou tudo com prostitutas, é recebido com festa e você manda matar o novilho gordo para ele? Que injustiça!”
O pai pacientemente responde que eles sempre estão juntos. Ele não é um escravo, afinal tudo que o pai tem pertence a ele. Ele é o primogênito. Um filho. Amado.
E conclui: “Mas nós tínhamos que comemorar e alegrar-nos, porque este seu irmão estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi achado”.
Será que somos como esse filho mais velho?
Servimos ao Senhor por amor ou por religiosidade? Por amor ou temor? Temos consciência de onde Ele nos tirou? Temos consciência de que nos tornou Seus filhos quando não éramos nada?
Será que O servimos por termos medo dEle, mas no fundo, nos sentimos como escravos? Ele nos deu o livre arbítrio. Podemos escolher. Claro, a melhor escolha é Ele. Mas somos livres para escolher. E quando O escolhemos, descobrimos o verdadeiro significado da liberdade!
Somos como esse filho mais velho que se recente quando alguém que não merecia perdão, o recebe gratuitamente do Senhor? E esquecemos que nós também não somos merecedores do perdão que recebemos?
A verdade é que, por mais que façamos por merecer, nunca mereceremos. Ele nos amou. Foi graça. Nos perdoa. Foi graça.
Que aceitemos Seu amor. Que nos alegremos quando alguém não merecedor, como nós, encontra o perdão e a restauração.
Amanhã prosseguimos nossa caminhada através de Lucas. Capítulo 16.
Até lá.
Jesus contou a parábola do filho pródigo. Vimos que nela existem três principais personagens. Já vimos dois. Agora o último. O filho mais velho.
Ele era o primogênito. O herdeiro. A benção estava sobre ele. Sua porção era dobrada.
Trabalhava com o pai. Aprendendo a lidar com tudo que um dia seria dele e de seus filhos. Seu pai o ensinara, com prazer.
Seu irmão não se interessava em aprender. E um dia foi embora.
Ele continuou ali. Ao lado do pai. Trabalhando incansavelmente.
Mas não sabia quem era. Sentia-se como um escravo. Era o herdeiro. Tudo que era de seu pai, era dele. Mas não conseguia se enxergar assim. Obedecia por temor e não por amor.
Quando chega em casa uma tarde, após seu dia de trabalho, ouve um alarido de festa. Não entende. Não tem nada planejado. Ele é daqueles que tem tudo planejado. Um religioso. Que obedece por temor.
Pergunta a um empregado da casa. É informado que seu irmão voltou. Seu pai mandou matar o novilho gordo e está dando uma festa em sua homenagem.
A ira toma conta dele. Como assim? O irmão mais novo foi embora. Sem dar notícias. E ainda por cima, fica sabendo, desperdiçou tudo o que tinha, vivendo irresponsavelmente. Desfrutando de prazer. Pelo puro prazer. Sem se preocupar com nada.
Não vai entrar em casa. Não participará dessa festa ridícula.
Seu pai vai até onde está. Tenta convencê-lo a entrar. Ele está cansado. E desabafa: “Todos esses anos tenho te servido como um escravo e você nunca me deu sequer um cabrito para eu festejar com meus amigos. Agora, vem esse seu filho, que desperdiçou tudo com prostitutas, é recebido com festa e você manda matar o novilho gordo para ele? Que injustiça!”
O pai pacientemente responde que eles sempre estão juntos. Ele não é um escravo, afinal tudo que o pai tem pertence a ele. Ele é o primogênito. Um filho. Amado.
E conclui: “Mas nós tínhamos que comemorar e alegrar-nos, porque este seu irmão estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi achado”.
Será que somos como esse filho mais velho?
Servimos ao Senhor por amor ou por religiosidade? Por amor ou temor? Temos consciência de onde Ele nos tirou? Temos consciência de que nos tornou Seus filhos quando não éramos nada?
Será que O servimos por termos medo dEle, mas no fundo, nos sentimos como escravos? Ele nos deu o livre arbítrio. Podemos escolher. Claro, a melhor escolha é Ele. Mas somos livres para escolher. E quando O escolhemos, descobrimos o verdadeiro significado da liberdade!
Somos como esse filho mais velho que se recente quando alguém que não merecia perdão, o recebe gratuitamente do Senhor? E esquecemos que nós também não somos merecedores do perdão que recebemos?
A verdade é que, por mais que façamos por merecer, nunca mereceremos. Ele nos amou. Foi graça. Nos perdoa. Foi graça.
Que aceitemos Seu amor. Que nos alegremos quando alguém não merecedor, como nós, encontra o perdão e a restauração.
Amanhã prosseguimos nossa caminhada através de Lucas. Capítulo 16.
Até lá.
quinta-feira, 29 de março de 2018
O Pai espera você
Olá. Estamos no capítulo 15 de Lucas.
Vamos observar o segundo personagem dessa maravilhosa parábola que o Senhor Jesus contou?
Um pai. Tinha dois filhos. O mais novo foi até ele e pediu sua parte na herança.
O que se passou em seu coração? Pode imaginar? O filho simplesmente quer sua parte da herança. Enquanto seu pai ainda está vivo!
Pois bem, o pai repartiu sua propriedade entre os dois. O mais velho continuou ali. Morando com ele e ajudando-o. O mais novo juntou tudo que possuía e foi embora. O pai ficou desolado. Seu filho mais novo, seu caçula, não queria mais estar em sua companhia.
A casa ficou em silêncio, vazia. Algo estava faltando. Alguém estava faltando.
Ele ansiava receber notícias do filho. Mas o filho queria liberdade. Não lhe dava notícias.
O tempo passava. Nenhuma carta. Nenhum recado. Nenhuma palavra. Nada.
O coração do pai doía.
Todos os dias ia até à sacada de sua casa e olhava ao longe. Quem sabe seu filho percebesse que não existe melhor lugar que a casa do pai e voltasse? Os dias passavam e nada. Seus olhos lacrimejavam de tanto esperar, olhando para o horizonte. Nada.
Um dia, olha ao longe, como sempre fazia. Vê um homem andando vagarosamente, passos inseguros. Parece seu filho, mas esse homem é mais magro. Não anda com a segurança e a rapidez de seu querido filho. Ele continua ali, olhando. O homem se aproxima. Ele reconhece. É seu filho!
Seu coração dispara. As lágrimas correm de seus olhos. Ele corre. Só para quando encontra o filho. Enche-se de compaixão por ele.
Abraça-o. Sente o fedor de suas roupas. Está tão magro! O rosto encovado. Mas é seu filho. Beija-o. Não importa como está, é seu filho.
De repente o filho solta do abraço e diz: “Pai, pequei contra o céu e contra ti, já não sou digno de ser chamado seu filho. Me contrate como um de seus empregados”.
O pai não responde. Sabe quem ele é. Seu filho. Quando chegam em casa, fala para os servos trazerem a melhor roupa. Roupa de filho amado.
Manda que coloquem nele um anel e sandálias. Restaura sua identidade de filho. Seu coração está cheio de amor. https://www.youtube.com/watch?v=Va8srvjwgAA&list=RDVa8srvjwgAA
Ele ordena que o novilho cevado seja morto. Ordena que todos celebrem com ele. Festejem com ele. Afinal, aquele seu filho estava morto e reviveu. Estava perdido e foi achado. Sua alegria é imensurável.
De repente, alguém lhe informa que o filho mais velho, seu primogênito querido, seu braço direito, seu companheiro, está do lado de fora. E se recusa a entrar. Não quer comemorar a volta do irmão. Está cheio de ira.
Ele vai até onde seu primogênito está. Insiste com ele para entrar e comemorar o retorno do irmão.
Espanta-se com a resposta. Ouve boquiaberto seu filho dizer que tem trabalhado como um escravo. Sem nunca desobedecer. E nunca recebeu sequer um cabrito para festejar com seus amigos. Joga em sua cara que o filho que esbanjou os bens com prostitutas é recebido em casa, com uma festa onde se mata o novilho gordo.
O pai percebe que seu filho mais velho não sabe quem é. Ele diz ao filho que ele é seu filho. Seu herdeiro. Tudo o que tem é dele também. Não havia necessidade de pedir. Era dele. Poderia ter matado um novilho gordo para festejar com seus amigos.
Termina o diálogo dizendo que era necessário comemorar a volta daquele filho que estava perdido e foi achado, estava morto e reviveu.
Esse pai representa o Senhor Todo Poderoso, Criador dos céus e da terra. Ele vai ao nosso encontro. Nos chama pelo nome. Nos resgata.
Se quisermos, restaura nossa identidade de filho e nos recebe em Sua casa. https://www.youtube.com/watch?v=80SJ8XHqKqM&list=RD80SJ8XHqKqM
Se você ainda não O encontrou, pare agora. Peça a Ele perdão. Não merecemos, mas Ele nos perdoa. Peça restauração. Peça que o receba como filho. E Ele fará.
Se você já voltou para casa, adore-O pelo maravilhoso Pai que é.
Amanhã prosseguimos. Ainda falta um personagem nessa linda história de amor contada por Jesus.
Até lá.
”.
Vamos observar o segundo personagem dessa maravilhosa parábola que o Senhor Jesus contou?
Um pai. Tinha dois filhos. O mais novo foi até ele e pediu sua parte na herança.
O que se passou em seu coração? Pode imaginar? O filho simplesmente quer sua parte da herança. Enquanto seu pai ainda está vivo!
Pois bem, o pai repartiu sua propriedade entre os dois. O mais velho continuou ali. Morando com ele e ajudando-o. O mais novo juntou tudo que possuía e foi embora. O pai ficou desolado. Seu filho mais novo, seu caçula, não queria mais estar em sua companhia.
A casa ficou em silêncio, vazia. Algo estava faltando. Alguém estava faltando.
Ele ansiava receber notícias do filho. Mas o filho queria liberdade. Não lhe dava notícias.
O tempo passava. Nenhuma carta. Nenhum recado. Nenhuma palavra. Nada.
O coração do pai doía.
Todos os dias ia até à sacada de sua casa e olhava ao longe. Quem sabe seu filho percebesse que não existe melhor lugar que a casa do pai e voltasse? Os dias passavam e nada. Seus olhos lacrimejavam de tanto esperar, olhando para o horizonte. Nada.
Um dia, olha ao longe, como sempre fazia. Vê um homem andando vagarosamente, passos inseguros. Parece seu filho, mas esse homem é mais magro. Não anda com a segurança e a rapidez de seu querido filho. Ele continua ali, olhando. O homem se aproxima. Ele reconhece. É seu filho!
Seu coração dispara. As lágrimas correm de seus olhos. Ele corre. Só para quando encontra o filho. Enche-se de compaixão por ele.
Abraça-o. Sente o fedor de suas roupas. Está tão magro! O rosto encovado. Mas é seu filho. Beija-o. Não importa como está, é seu filho.
De repente o filho solta do abraço e diz: “Pai, pequei contra o céu e contra ti, já não sou digno de ser chamado seu filho. Me contrate como um de seus empregados”.
O pai não responde. Sabe quem ele é. Seu filho. Quando chegam em casa, fala para os servos trazerem a melhor roupa. Roupa de filho amado.
Manda que coloquem nele um anel e sandálias. Restaura sua identidade de filho. Seu coração está cheio de amor. https://www.youtube.com/watch?v=Va8srvjwgAA&list=RDVa8srvjwgAA
Ele ordena que o novilho cevado seja morto. Ordena que todos celebrem com ele. Festejem com ele. Afinal, aquele seu filho estava morto e reviveu. Estava perdido e foi achado. Sua alegria é imensurável.
De repente, alguém lhe informa que o filho mais velho, seu primogênito querido, seu braço direito, seu companheiro, está do lado de fora. E se recusa a entrar. Não quer comemorar a volta do irmão. Está cheio de ira.
Ele vai até onde seu primogênito está. Insiste com ele para entrar e comemorar o retorno do irmão.
Espanta-se com a resposta. Ouve boquiaberto seu filho dizer que tem trabalhado como um escravo. Sem nunca desobedecer. E nunca recebeu sequer um cabrito para festejar com seus amigos. Joga em sua cara que o filho que esbanjou os bens com prostitutas é recebido em casa, com uma festa onde se mata o novilho gordo.
O pai percebe que seu filho mais velho não sabe quem é. Ele diz ao filho que ele é seu filho. Seu herdeiro. Tudo o que tem é dele também. Não havia necessidade de pedir. Era dele. Poderia ter matado um novilho gordo para festejar com seus amigos.
Termina o diálogo dizendo que era necessário comemorar a volta daquele filho que estava perdido e foi achado, estava morto e reviveu.
Esse pai representa o Senhor Todo Poderoso, Criador dos céus e da terra. Ele vai ao nosso encontro. Nos chama pelo nome. Nos resgata.
Se quisermos, restaura nossa identidade de filho e nos recebe em Sua casa. https://www.youtube.com/watch?v=80SJ8XHqKqM&list=RD80SJ8XHqKqM
Se você ainda não O encontrou, pare agora. Peça a Ele perdão. Não merecemos, mas Ele nos perdoa. Peça restauração. Peça que o receba como filho. E Ele fará.
Se você já voltou para casa, adore-O pelo maravilhoso Pai que é.
Amanhã prosseguimos. Ainda falta um personagem nessa linda história de amor contada por Jesus.
Até lá.
”.
quarta-feira, 28 de março de 2018
Sou o filho mais novo?
Vamos lá! Estamos no capítulo 15 de Lucas.
Vamos acompanhar o primeiro homem?
Naquela época e naquela cultura, o filho primogênito recebia o dobro da herança.
Estamos acompanhando o filho mais novo. Ele, audaciosamente, pediu ao pai sua parte da herança.
Acredito que o relacionamento do pai com esse filho era muito bom, para gerar no filho essa coragem de pedir que repartisse, em vida, a herança.
O pai atendeu o filho e repartiu. O texto não fala do pai questionando o filho sobre o que faria com sua parte da herança. Simplesmente repartiu e deu a parte que cabia ao filho mais novo. Era dele. Podia fazer o que desejasse. Ah, o tão famoso livre-arbítrio.
Logo que estava de posse de sua herança, esse homem, o filho mais novo, reuniu tudo o que possuía. Saiu de casa. Foi embora.
Foi a uma região distante. Onde provavelmente não era conhecido. Não era o filho mais novo. Não tinha nenhuma responsabilidade de representar uma família. Nada o prendia. Era livre. Totalmente livre, graças ao seu pai que, bondosamente, atendeu seu pedido. Ah, a liberdade.
Nesta região distante, não abriu um negócio para si. Não investiu seu dinheiro. Queria se divertir, “aproveitar a vida” como ouvimos tantas pessoas falarem.
Desperdiçou todos os seus bens, vivendo irresponsavelmente. O que importava era o hoje. Não pensava no dia de amanhã. Não se preocupava em contabilizar seus gastos. Queria prazer. Para hoje. Esqueceu que todas as decisões de hoje impactam o amanhã. O futuro, para ele, não existia.
Depois que havia gasto tudo, veio uma grande fome em toda aquela região. Começou a passar necessidade. Quando há escassez, os preços aumentam. Exorbitantemente. Não tinha mais recursos. Não tinha mais nada.
Teve que procurar um emprego. Os “amigos” que angariou em seu tempo de desperdício, de repente, sumiram. Não tinha mais ninguém.
Em tempo de escassez não há demanda de emprego. Somente procura.
Conseguiu apenas um. Foi para um campo. Cuidar de porcos. Ele era judeu. Esse emprego o deixava o tempo todo imundo. Um emprego que lhe causava asco. Era muito humilhante. Aceitou. Não havia outra alternativa.
Então, percebeu que apesar de estar “empregado”, não havia o que comer. Ninguém lhe dava nada. A comida era escassa. Sentia muita fome. Logo ele, que havia comido regaladamente.
Seu estômago roncava, dava voltas. Passou a desejar comer as vagens de alfarrobeira. Mas era a comida separada dos porcos. Não era para ele. Não o deixavam comer.
Um dia, caiu em si. Olhou para o espelho. Olhou sua imagem refletida em algum lugar e percebeu quem havia se tornado. Percebeu o que havia perdido. Lembrou quem havia sido.
Conhecia a bondade do pai. Seus empregados tinham comida de sobra. Ele estava ali, morrendo de fome.
Pensou: “Vou voltar para meu pai”. Lembrou-se de tudo que havia feito. Agindo completamente diferente do que havia aprendido. Mas havia uma chance, ele pensou, "vou falar com meu pai e pedir que me trate com um de seus empregados. Reconheço que não sou digno de ser chamado de filho. Mas estarei em casa, mesmo sem usufruir os direitos que possuía antes. Vou ser um empregado. Pelo menos não morrerei de fome. Ele há de me aceitar como um simples empregado".
Esse homem reconheceu sua situação. Reconheceu quem era, o que havia perdido e quem havia se tornado. Decidiu mudar de vida, ainda que não houvesse como voltar a ser filho. Ser um empregado de seu pai era melhor que sua vida agora. Levantou-se. Seguiu seu caminho.
Ficou muito tempo na estrada. Lembra? Ele foi para um lugar distante.
Aos poucos, a paisagem começou a mudar. Tornou-se familiar.
A cada passo que dava, ia se aproximando das terras que outrora foram suas. Da casa em que nasceu.
Seu coração batendo mais forte. Uma oração ecoava dentro de seu peito. “Meu pai terá compaixão de mim e me contratará como um de seus empregados”.
De repente, seu estômago faz reviravoltas. Ele vê um homem ao longe. Seu coração dispara. Suas pernas estão bambas. Quem será?
O homem sai do lugar onde estava. E começa a correr em sua direção. “É meu pai”, percebe. “É o jeito que ele corre.”
Não consegue dar mais um passo. Está magro. Fraco. Imundo. Fedendo. Esfomeado. Seu pai está correndo em sua direção. Seu pai!
Mesmo estando imundo e fedendo, seu pai o abraça e o beija. Seu coração está na boca. “Como pode meu pai me abraçar e beijar? Não sou digno”.
Com um pouco de dificuldade, diz a fala que havia decorado ao longo do caminho. “Pai, pequei contra o céu e perante ti, já não sou digno de ser chamado seu filho. Trata-me como um de seus empregados.”
Os servos contemplam a cena. O pai não responde. Vem andando com ele até em casa. Seu coração está saltando de prazer. Ah, o cheiro de casa. Vai poder ficar. Será um dos empregados e será muito feliz. Sabe o que desperdiçou. Sabe que não tem mais direito nenhum de filho.
Mas então seu pai fala aos servos que depressa tragam a melhor roupa para vestí-lo. Toma um banho. A água escorre. Leva embora toda a sujeira. Veste roupas lindas. Limpas. Cheirosas. Seu pai ordenou que colocassem um anel em seu dedo e uma sandália em seus pés. Não sabe o que fazer.
https://www.youtube.com/watch?v=Va8srvjwgAA&list=RDVa8srvjwgAA
Como o pai pode ser assim tão bom e amá-lo tanto? Não merece. Não merece, mas aceita aquela amor. Agora deseja ser amado e cuidado pelo pai.
E mais. O pai mandou que trouxessem um novilho. Aquele que estava sendo engordado para uma ocasião especial.
Seu pai diz a todos: “Vamos festejar. Vamos comemorar. Este meu filho estava morto. Voltou à vida. Estava perdido. Foi encontrado". E festejaram.
Está comendo novamente. E não é qualquer comida. É o novilho gordo. Parece que está em um sonho.
Não consegue entender tão grande amor. Como seu pai continua a amá-lo é uma total incógnita.
Já vimos essa história. É a história da humanidade. É a minha história. A sua história.
Foi isso que fizemos com o Pai, nosso Criador, o Todo Poderoso. E Ele, sim Ele, foi atrás de nós. Promoveu nossa salvação através da morte do Senhor Jesus na cruz do Calvário. E correu atrás de nós. Por becos e lugares nojentos. Até que reconhecemos, finalmente, quem éramos. Quem havíamos nos tornado. E quem Ele era. E voltamos para casa. https://www.youtube.com/watch?v=80SJ8XHqKqM&index=2&list=RDVa8srvjwgAA
Houve uma festa em nossa homenagem. Apesar de tudo que fizemos. Trocou nossas roupas. Restaurou nossa identidade. De filho.
Não consigo entender um amor assim. Tão grande. Incondicional. Mas aceito. E quero. Todos os dias.
Não sou um de seus empregados. Sou filha. Assim como você. Se aceitar Seu sacrifício. E Seu amor.
Jesus é o único caminho para voltarmos para o Pai. Para voltarmos para casa.
Se ainda está faminto, comendo as bolotas dos porcos, tome uma decisão. Venha para a casa do Pai. Ele irá correndo ao seu encontro. Aceite-O como Seu resgatador, Rei e Senhor.
Amanhã prosseguimos. Ainda há dois personagens nessa parábola.
Espero você.
Vamos acompanhar o primeiro homem?
Naquela época e naquela cultura, o filho primogênito recebia o dobro da herança.
Estamos acompanhando o filho mais novo. Ele, audaciosamente, pediu ao pai sua parte da herança.
Acredito que o relacionamento do pai com esse filho era muito bom, para gerar no filho essa coragem de pedir que repartisse, em vida, a herança.
O pai atendeu o filho e repartiu. O texto não fala do pai questionando o filho sobre o que faria com sua parte da herança. Simplesmente repartiu e deu a parte que cabia ao filho mais novo. Era dele. Podia fazer o que desejasse. Ah, o tão famoso livre-arbítrio.
Logo que estava de posse de sua herança, esse homem, o filho mais novo, reuniu tudo o que possuía. Saiu de casa. Foi embora.
Foi a uma região distante. Onde provavelmente não era conhecido. Não era o filho mais novo. Não tinha nenhuma responsabilidade de representar uma família. Nada o prendia. Era livre. Totalmente livre, graças ao seu pai que, bondosamente, atendeu seu pedido. Ah, a liberdade.
Nesta região distante, não abriu um negócio para si. Não investiu seu dinheiro. Queria se divertir, “aproveitar a vida” como ouvimos tantas pessoas falarem.
Desperdiçou todos os seus bens, vivendo irresponsavelmente. O que importava era o hoje. Não pensava no dia de amanhã. Não se preocupava em contabilizar seus gastos. Queria prazer. Para hoje. Esqueceu que todas as decisões de hoje impactam o amanhã. O futuro, para ele, não existia.
Depois que havia gasto tudo, veio uma grande fome em toda aquela região. Começou a passar necessidade. Quando há escassez, os preços aumentam. Exorbitantemente. Não tinha mais recursos. Não tinha mais nada.
Teve que procurar um emprego. Os “amigos” que angariou em seu tempo de desperdício, de repente, sumiram. Não tinha mais ninguém.
Em tempo de escassez não há demanda de emprego. Somente procura.
Conseguiu apenas um. Foi para um campo. Cuidar de porcos. Ele era judeu. Esse emprego o deixava o tempo todo imundo. Um emprego que lhe causava asco. Era muito humilhante. Aceitou. Não havia outra alternativa.
Então, percebeu que apesar de estar “empregado”, não havia o que comer. Ninguém lhe dava nada. A comida era escassa. Sentia muita fome. Logo ele, que havia comido regaladamente.
Seu estômago roncava, dava voltas. Passou a desejar comer as vagens de alfarrobeira. Mas era a comida separada dos porcos. Não era para ele. Não o deixavam comer.
Um dia, caiu em si. Olhou para o espelho. Olhou sua imagem refletida em algum lugar e percebeu quem havia se tornado. Percebeu o que havia perdido. Lembrou quem havia sido.
Conhecia a bondade do pai. Seus empregados tinham comida de sobra. Ele estava ali, morrendo de fome.
Pensou: “Vou voltar para meu pai”. Lembrou-se de tudo que havia feito. Agindo completamente diferente do que havia aprendido. Mas havia uma chance, ele pensou, "vou falar com meu pai e pedir que me trate com um de seus empregados. Reconheço que não sou digno de ser chamado de filho. Mas estarei em casa, mesmo sem usufruir os direitos que possuía antes. Vou ser um empregado. Pelo menos não morrerei de fome. Ele há de me aceitar como um simples empregado".
Esse homem reconheceu sua situação. Reconheceu quem era, o que havia perdido e quem havia se tornado. Decidiu mudar de vida, ainda que não houvesse como voltar a ser filho. Ser um empregado de seu pai era melhor que sua vida agora. Levantou-se. Seguiu seu caminho.
Ficou muito tempo na estrada. Lembra? Ele foi para um lugar distante.
Aos poucos, a paisagem começou a mudar. Tornou-se familiar.
A cada passo que dava, ia se aproximando das terras que outrora foram suas. Da casa em que nasceu.
Seu coração batendo mais forte. Uma oração ecoava dentro de seu peito. “Meu pai terá compaixão de mim e me contratará como um de seus empregados”.
De repente, seu estômago faz reviravoltas. Ele vê um homem ao longe. Seu coração dispara. Suas pernas estão bambas. Quem será?
O homem sai do lugar onde estava. E começa a correr em sua direção. “É meu pai”, percebe. “É o jeito que ele corre.”
Não consegue dar mais um passo. Está magro. Fraco. Imundo. Fedendo. Esfomeado. Seu pai está correndo em sua direção. Seu pai!
Mesmo estando imundo e fedendo, seu pai o abraça e o beija. Seu coração está na boca. “Como pode meu pai me abraçar e beijar? Não sou digno”.
Com um pouco de dificuldade, diz a fala que havia decorado ao longo do caminho. “Pai, pequei contra o céu e perante ti, já não sou digno de ser chamado seu filho. Trata-me como um de seus empregados.”
Os servos contemplam a cena. O pai não responde. Vem andando com ele até em casa. Seu coração está saltando de prazer. Ah, o cheiro de casa. Vai poder ficar. Será um dos empregados e será muito feliz. Sabe o que desperdiçou. Sabe que não tem mais direito nenhum de filho.
Mas então seu pai fala aos servos que depressa tragam a melhor roupa para vestí-lo. Toma um banho. A água escorre. Leva embora toda a sujeira. Veste roupas lindas. Limpas. Cheirosas. Seu pai ordenou que colocassem um anel em seu dedo e uma sandália em seus pés. Não sabe o que fazer.
https://www.youtube.com/watch?v=Va8srvjwgAA&list=RDVa8srvjwgAA
Como o pai pode ser assim tão bom e amá-lo tanto? Não merece. Não merece, mas aceita aquela amor. Agora deseja ser amado e cuidado pelo pai.
E mais. O pai mandou que trouxessem um novilho. Aquele que estava sendo engordado para uma ocasião especial.
Seu pai diz a todos: “Vamos festejar. Vamos comemorar. Este meu filho estava morto. Voltou à vida. Estava perdido. Foi encontrado". E festejaram.
Está comendo novamente. E não é qualquer comida. É o novilho gordo. Parece que está em um sonho.
Não consegue entender tão grande amor. Como seu pai continua a amá-lo é uma total incógnita.
Já vimos essa história. É a história da humanidade. É a minha história. A sua história.
Foi isso que fizemos com o Pai, nosso Criador, o Todo Poderoso. E Ele, sim Ele, foi atrás de nós. Promoveu nossa salvação através da morte do Senhor Jesus na cruz do Calvário. E correu atrás de nós. Por becos e lugares nojentos. Até que reconhecemos, finalmente, quem éramos. Quem havíamos nos tornado. E quem Ele era. E voltamos para casa. https://www.youtube.com/watch?v=80SJ8XHqKqM&index=2&list=RDVa8srvjwgAA
Houve uma festa em nossa homenagem. Apesar de tudo que fizemos. Trocou nossas roupas. Restaurou nossa identidade. De filho.
Não consigo entender um amor assim. Tão grande. Incondicional. Mas aceito. E quero. Todos os dias.
Não sou um de seus empregados. Sou filha. Assim como você. Se aceitar Seu sacrifício. E Seu amor.
Jesus é o único caminho para voltarmos para o Pai. Para voltarmos para casa.
Se ainda está faminto, comendo as bolotas dos porcos, tome uma decisão. Venha para a casa do Pai. Ele irá correndo ao seu encontro. Aceite-O como Seu resgatador, Rei e Senhor.
Amanhã prosseguimos. Ainda há dois personagens nessa parábola.
Espero você.
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Deus vai atrás de nós,
Jesus morreu por nós,
o filho pródigo,
o pai foi ao seu encontro,
passar fome,
ser filho,
ser resgatado
terça-feira, 27 de março de 2018
Encontrando o que foi perdido
Prosseguindo nossa caminhada. Chegamos ao capítulo 15 de Lucas. Do versículo 8 ao 32.
Jesus continua contando parábolas.
Ele pergunta qual a atitude de uma mulher que possuindo dez dracmas, perde uma.
Ele mesmo responde que ela acenderá uma candeia, varrerá sua casa procurando atentamente, até encontrar. Encontrando, reunirá suas amigas e vizinhas e dirá: “Alegrem-se comigo, pois encontrei minha moeda perdida”.
Jesus diz que, da mesma forma, há alegria nos céus por um pecador que se arrepende.
Prossegue dizendo que um homem tinha dois filhos. O mais novo disse que queria sua parte da herança. O pai repartiu sua propriedade entre os dois.
Não muito tempo depois, o filho mais novo reuniu tudo o que tinha e foi para uma região distante. Lá desperdiçou seus bens vivendo irresponsavelmente.
Depois que gastou tudo, veio uma grande fome em toda aquela região. Ele começou a passar necessidade.
O único emprego que conseguiu foi cuidando de porcos, uma ocupação completamente inapropriada para um judeu, já que os porcos eram imundos. A fome era tanta, que desejava encher o estômago com as vagens de alfarrobeira que os porcos comiam. Mas ninguém lhe dava nada.
Um dia, caiu em si e disse: “Quantos empregados de meu pai tem comida de sobra e eu aqui morrendo de fome”. Pensou em voltar para seu pai. Quando chegasse lhe diria que havia pecado contra o céu e contra ele. Já não era digno de ser chamado "filho". Pediria que o tratasse como um dos empregados.
Decidiu, levantou-se e foi.
Estando ainda longe, seu pai o viu. Cheio de compaixão correu até ele. O abraçou e beijou.
O filho disse o que havia pensado em dizer. O pai, porém, disse aos servos que depressa trouxessem a melhor roupa para vestí-lo. Ordenou que colocassem um anel em seu dedo e uma sandália em seus pés. Mandou também que trouxessem o novilho que estava gordo e o matassem.
Disse: “Vamos fazer uma festa e comemorar. Pois este meu filho estava morto e voltou à vida; estava perdido e foi achado”. E festejaram.
Enquanto isso, o filho mais velho estava no campo. Quando chegou próximo da casa, ouviu a música e a dança. Chamou um dos servos e perguntou o que estava acontecendo.
O servo respondeu que o irmão havia voltado. Seu pai havia matado o novilho gordo para comemorar.
O filho mais velho encheu-se de ira. Não quis entrar. Quando soube, o pai saiu e insistiu que ele entrasse para comemorar também. Ele respondeu que durante muitos anos havia trabalhado como um escravo a serviço do pai. Nunca havia desobedecido suas ordens. E o pai nunca havia dado a ele nem um cabrito para que festejasse com seus amigos (quanto mais o novilho gordo). Agora, aquele filho que esbanjou os bens com as prostitutas é recebido com uma festa onde se mata o novilho gordo!
O pai disse: “Meu filho, você está sempre comigo, e tudo o que tenho é seu. Mas nós tínhamos que comemorar e alegrar-nos, porque este seu irmão estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi achado”.
Temos que ficar por aqui! Há tanto a pensar e falar!
Que parábolas maravilhosas descrevendo o amor do Todo Poderoso por nós.
A dracma perdida e a procura incansável da mulher para encontrá-la. A festa que fez com suas amigas quando encontrou. O Senhor comparou à festa que há no céu quando um pecador se arrepende.
E a história desses três homens?
Gostaria que você pensasse em cada um deles.
Amanhã vamos conversar sobre cada um individualmente. Como cada um se comportou diante de acontecimentos que os afetaram de modos diferentes e como nós podemos aprender com as atitudes de todos os três. O que fazer e o que não fazer.
Espero você. Até lá.
Jesus continua contando parábolas.
Ele pergunta qual a atitude de uma mulher que possuindo dez dracmas, perde uma.
Ele mesmo responde que ela acenderá uma candeia, varrerá sua casa procurando atentamente, até encontrar. Encontrando, reunirá suas amigas e vizinhas e dirá: “Alegrem-se comigo, pois encontrei minha moeda perdida”.
Jesus diz que, da mesma forma, há alegria nos céus por um pecador que se arrepende.
Prossegue dizendo que um homem tinha dois filhos. O mais novo disse que queria sua parte da herança. O pai repartiu sua propriedade entre os dois.
Não muito tempo depois, o filho mais novo reuniu tudo o que tinha e foi para uma região distante. Lá desperdiçou seus bens vivendo irresponsavelmente.
Depois que gastou tudo, veio uma grande fome em toda aquela região. Ele começou a passar necessidade.
O único emprego que conseguiu foi cuidando de porcos, uma ocupação completamente inapropriada para um judeu, já que os porcos eram imundos. A fome era tanta, que desejava encher o estômago com as vagens de alfarrobeira que os porcos comiam. Mas ninguém lhe dava nada.
Um dia, caiu em si e disse: “Quantos empregados de meu pai tem comida de sobra e eu aqui morrendo de fome”. Pensou em voltar para seu pai. Quando chegasse lhe diria que havia pecado contra o céu e contra ele. Já não era digno de ser chamado "filho". Pediria que o tratasse como um dos empregados.
Decidiu, levantou-se e foi.
Estando ainda longe, seu pai o viu. Cheio de compaixão correu até ele. O abraçou e beijou.
O filho disse o que havia pensado em dizer. O pai, porém, disse aos servos que depressa trouxessem a melhor roupa para vestí-lo. Ordenou que colocassem um anel em seu dedo e uma sandália em seus pés. Mandou também que trouxessem o novilho que estava gordo e o matassem.
Disse: “Vamos fazer uma festa e comemorar. Pois este meu filho estava morto e voltou à vida; estava perdido e foi achado”. E festejaram.
Enquanto isso, o filho mais velho estava no campo. Quando chegou próximo da casa, ouviu a música e a dança. Chamou um dos servos e perguntou o que estava acontecendo.
O servo respondeu que o irmão havia voltado. Seu pai havia matado o novilho gordo para comemorar.
O filho mais velho encheu-se de ira. Não quis entrar. Quando soube, o pai saiu e insistiu que ele entrasse para comemorar também. Ele respondeu que durante muitos anos havia trabalhado como um escravo a serviço do pai. Nunca havia desobedecido suas ordens. E o pai nunca havia dado a ele nem um cabrito para que festejasse com seus amigos (quanto mais o novilho gordo). Agora, aquele filho que esbanjou os bens com as prostitutas é recebido com uma festa onde se mata o novilho gordo!
O pai disse: “Meu filho, você está sempre comigo, e tudo o que tenho é seu. Mas nós tínhamos que comemorar e alegrar-nos, porque este seu irmão estava morto e voltou à vida, estava perdido e foi achado”.
Temos que ficar por aqui! Há tanto a pensar e falar!
Que parábolas maravilhosas descrevendo o amor do Todo Poderoso por nós.
A dracma perdida e a procura incansável da mulher para encontrá-la. A festa que fez com suas amigas quando encontrou. O Senhor comparou à festa que há no céu quando um pecador se arrepende.
E a história desses três homens?
Gostaria que você pensasse em cada um deles.
Amanhã vamos conversar sobre cada um individualmente. Como cada um se comportou diante de acontecimentos que os afetaram de modos diferentes e como nós podemos aprender com as atitudes de todos os três. O que fazer e o que não fazer.
Espero você. Até lá.
sexta-feira, 23 de março de 2018
Faça os cálculos antes de seguí-Lo
Continuamos nossa caminhada. Lucas 14. Do versículo 25 ao 35.
Uma grande multidão acompanha Jesus. Nós seguimos. Não podemos perder nenhuma cena.
Ele vira-se para a multidão e diz que se alguém O segue e ama seu pai, sua mãe, sua mulher, seus filhos, seus irmãos e até sua própria vida mais do que a Ele, não pode ser Seu discípulo.
Uau! Será que alguém vai desistir de seguí-Lo? Não é fácil ser Seu discípulo.
Ele prossegue dizendo que aquele que não carrega sua cruz e não O segue, também não pode ser Seu discípulo.
Ele fala sobre alguém que deseja construir uma torre. Primeiro se assenta. Calcula o preço para ver se tem dinheiro suficiente para completá-la. Pois, se lançar o alicerce e não for capaz de terminá-la, rirão dele.
E fala que um rei que pretende ir à guerra contra outro rei, primeiro se assenta e pensa se deve ir com dez mil homens ou com vinte mil. Se não for capaz, envia uma delegação e propõe um acordo de paz.
Da mesma maneira, se alguém não renunciar a tudo que tem, não pode ser Seu discípulo.
O sal é bom, mas se perder o sabor, não há como restaurá-lo. Não servirá para nada. É jogado fora.
E termina Seu discurso com uma frase que amo: “Aquele que tem ouvidos para ouvir, ouça”.
Vamos ficar por aqui.
Seu conselho é que devemos pensar se queremos mesmo seguí-Lo, até o fim. Como calcular os custos de ser Seu discípulo? É mais simples que calcular a construção de uma torre ou a entrada de um exército em uma guerra. O custo é um só: Tudo. Se queremos, de fato, sermos Seus discípulos, precisamos renunciar tudo. Foi o que Ele disse. Não há concessões.
Para ser Seu discípulo precisamos amá-Lo acima de todos, inclusive de nós mesmos. E renunciar tudo que possuímos. Não apenas dez por cento do que possuímos. Ou noventa e nove por cento. É tudo. Menos que tudo não é aceitável. Menos que tudo não nos possibilita sermos Seus discípulos.
Calculemos o preço. Não podemos decidir e desistir no meio do caminho. Precisamos ir até à linha de chegada. Até o fim. Não podemos perder o sabor no meio do caminho. Somos o sal. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/somos-sal-e-luz.html
“Aquele, porém, que continuar firme até o final, será salvo.” – Mateus 24.13
O assunto é tão sério que Ele fala que devemos ter ouvidos para ouvir e, de fato, ouvirmos.
Prossiga amanhã. Nos encontramos na segunda-feira. Até lá.
Uma grande multidão acompanha Jesus. Nós seguimos. Não podemos perder nenhuma cena.
Ele vira-se para a multidão e diz que se alguém O segue e ama seu pai, sua mãe, sua mulher, seus filhos, seus irmãos e até sua própria vida mais do que a Ele, não pode ser Seu discípulo.
Uau! Será que alguém vai desistir de seguí-Lo? Não é fácil ser Seu discípulo.
Ele prossegue dizendo que aquele que não carrega sua cruz e não O segue, também não pode ser Seu discípulo.
Ele fala sobre alguém que deseja construir uma torre. Primeiro se assenta. Calcula o preço para ver se tem dinheiro suficiente para completá-la. Pois, se lançar o alicerce e não for capaz de terminá-la, rirão dele.
E fala que um rei que pretende ir à guerra contra outro rei, primeiro se assenta e pensa se deve ir com dez mil homens ou com vinte mil. Se não for capaz, envia uma delegação e propõe um acordo de paz.
Da mesma maneira, se alguém não renunciar a tudo que tem, não pode ser Seu discípulo.
O sal é bom, mas se perder o sabor, não há como restaurá-lo. Não servirá para nada. É jogado fora.
E termina Seu discurso com uma frase que amo: “Aquele que tem ouvidos para ouvir, ouça”.
Vamos ficar por aqui.
Seu conselho é que devemos pensar se queremos mesmo seguí-Lo, até o fim. Como calcular os custos de ser Seu discípulo? É mais simples que calcular a construção de uma torre ou a entrada de um exército em uma guerra. O custo é um só: Tudo. Se queremos, de fato, sermos Seus discípulos, precisamos renunciar tudo. Foi o que Ele disse. Não há concessões.
Para ser Seu discípulo precisamos amá-Lo acima de todos, inclusive de nós mesmos. E renunciar tudo que possuímos. Não apenas dez por cento do que possuímos. Ou noventa e nove por cento. É tudo. Menos que tudo não é aceitável. Menos que tudo não nos possibilita sermos Seus discípulos.
Calculemos o preço. Não podemos decidir e desistir no meio do caminho. Precisamos ir até à linha de chegada. Até o fim. Não podemos perder o sabor no meio do caminho. Somos o sal. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/somos-sal-e-luz.html
“Aquele, porém, que continuar firme até o final, será salvo.” – Mateus 24.13
O assunto é tão sério que Ele fala que devemos ter ouvidos para ouvir e, de fato, ouvirmos.
Prossiga amanhã. Nos encontramos na segunda-feira. Até lá.
quarta-feira, 21 de março de 2018
Queremos os melhores lugares?
Certo sábado, Jesus entrou para comer na casa de um fariseu importante. Observam-No atentamente. Nós também.
Não sei o que eles querem. Sei que nós queremos aprender.
À frente dEle está um homem doente, com o corpo todo inchado.
Jesus pergunta aos fariseus e peritos na lei, se é permitido ou não curar no sábado.
Estamos atentos à resposta. Mas eles ficam em silêncio. Não respondem nada. Será que ficaram mudos? Não. Simplesmente não querem responder.
Como não respondem, Jesus toma o homem pela mão. O cura e o manda embora.
Ninguém fala nada. Eu, claro, levanto minha plaquinha.
Jesus então pergunta novamente: “Se um de vocês tiver um filho ou um boi, e este cair num poço no dia de sábado, não irá tirá-lo imediatamente?”
Novamente, estamos atentos ao que os fariseus e peritos na lei responderão. Novamente não respondem nada. Não querem concordar com Jesus. Não querem dar o "braço a torcer". Não querem dizer que Ele está certo.
Jesus olha ao redor. Nós também. O que Ele está olhando?
Ele nota que os convidados escolhem os lugares de honra à mesa. E aproveita para contar uma parábola.
Quando alguém o convidar para um banquete de casamento, diz, não ocupe o lugar de honra. Pode ser que tenha algum convidado com maior honra do que você. Se for assim, quem convidou os dois, dirá a você para dar o lugar ao outro. Então, humilhado, você precisará sair do lugar e ocupar um lugar menos importante. Quando você for convidado, ocupe o lugar de menos honra, de forma que quem o convidou chame-o para ocupar um lugar melhor. Dessa forma, você será honrado na presença de todos.
Pois todo o que se exalta será humilhado, e o que se humilha será exaltado.
Após contar essa parábola, Jesus disse ao fariseu que O havia convidado que, quando fizesse um banquete ou jantar, não convidasse aqueles que poderiam depois convidá-lo. Assim ele seria recompensado. Mas quando fizesse um banquete, deveria convidar os pobres, aleijados, mancos e cegos. Assim seria feliz, pois estes não tinham como retribuir. Sua recompensa viria na ressurreição dos justos. Uma recompensa muito mais valiosa, pois seria eterna.
Vamos ficar por aqui.
Como temos agido? Temos buscado os melhores lugares, nos auto-exaltando? E temos ofertado (qualquer coisa), àqueles que podem nos oferecer algo em troca ou temos seguido Seu conselho, procurando as recompensas celestes e eternas? O que nos importa? As recompensas imediatas ou as eternas? http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/tesouro-verdadeiro.html
Prossiga amanhã. Nos encontramos na sexta-feira..
terça-feira, 20 de março de 2018
Caminhando sem medo
Prosseguimos nossa caminhada através de Lucas. Continuamos no capítulo 13. Agora do versículo 31 ao 35.
Depois de responder à pergunta se são poucos os que serão salvos, alguns fariseus aproximam-se dEle e falam para que saia dali e vá embora. Herodes quer matá-Lo.
Ele fala para dizerem "àquela raposa" que expulsará demônios e curará o povo hoje e amanhã e no terceiro dia estará pronto.
Pronto para quê, você me pergunta. Pronto para morrer. Ele caminha para Jerusalém, sem medo.
Explica que precisa prosseguir hoje, amanhã e depois porque nenhum profeta deve morrer fora de Jerusalém.
E clama: “Jerusalém, Jerusalém, você, que mata os profetas e apedrejas os que lhe são enviados! Quantas vezes eu quis reunir os seus filhos, como a galinha reúne os seus pintinhos debaixo das suas asas, mas vocês não quiseram!”
O clamor de um Deus cheio de amor, que se compara a uma galinha que cuida de todos os seus pintinhos. Cuidado, proteção, carinho e garra.
Jesus diz que Jerusalém ficará deserta e que não O verá mais, até o dia em que dirá: “Bendito o que vem em nome do Senhor”.
Seu dia está chegando. Meu coração se enche de expectativa. E dor. Logo estará em Jerusalém. Enquanto isso, continua Sua pregação, seguida de sinais e maravilhas. Não se abala por estar chegando Sua hora. Sabe Sua identidade. Sabe Sua missão. Caminha sem medo.
É o exemplo que devemos seguir, a cada dia. Enquanto prossegue para seu derradeiro destino, trabalha no caminho, o tempo todo. Fazendo o bem por onde quer que vá. Pregando a verdade. Com ousadia e coragem.
Prostremo-nos aos Seus pés. Ele é merecedor.
Amanhã prosseguimos. Vamos caminhar no capítulo 14. Até lá.
Depois de responder à pergunta se são poucos os que serão salvos, alguns fariseus aproximam-se dEle e falam para que saia dali e vá embora. Herodes quer matá-Lo.
Ele fala para dizerem "àquela raposa" que expulsará demônios e curará o povo hoje e amanhã e no terceiro dia estará pronto.
Pronto para quê, você me pergunta. Pronto para morrer. Ele caminha para Jerusalém, sem medo.
Explica que precisa prosseguir hoje, amanhã e depois porque nenhum profeta deve morrer fora de Jerusalém.
E clama: “Jerusalém, Jerusalém, você, que mata os profetas e apedrejas os que lhe são enviados! Quantas vezes eu quis reunir os seus filhos, como a galinha reúne os seus pintinhos debaixo das suas asas, mas vocês não quiseram!”
O clamor de um Deus cheio de amor, que se compara a uma galinha que cuida de todos os seus pintinhos. Cuidado, proteção, carinho e garra.
Jesus diz que Jerusalém ficará deserta e que não O verá mais, até o dia em que dirá: “Bendito o que vem em nome do Senhor”.
Seu dia está chegando. Meu coração se enche de expectativa. E dor. Logo estará em Jerusalém. Enquanto isso, continua Sua pregação, seguida de sinais e maravilhas. Não se abala por estar chegando Sua hora. Sabe Sua identidade. Sabe Sua missão. Caminha sem medo.
É o exemplo que devemos seguir, a cada dia. Enquanto prossegue para seu derradeiro destino, trabalha no caminho, o tempo todo. Fazendo o bem por onde quer que vá. Pregando a verdade. Com ousadia e coragem.
Prostremo-nos aos Seus pés. Ele é merecedor.
Amanhã prosseguimos. Vamos caminhar no capítulo 14. Até lá.
segunda-feira, 19 de março de 2018
A porta ainda está aberta
Jesus está se aproximando cada vez mais de Jerusalém. É o Seu destino. Enquanto vai, Ele ensina em todos os povoados e cidades. http://www.espalhandoasemente.com/2018/03/somos-ou-nao-peregrinos.html
Em Sua jornada, alguém lhe pergunta se são poucos os que são salvos. Ele responde que é necessário um esforço para entrar pela porta estreita. Muitos tentarão entrar e não conseguirão. É necessário esforço para conservar a fé e a obediência. Muitos não querem se esforçar, preferem os caminhos mais fáceis, os atalhos da vida.
Ele diz que quando o dono da casa se levantar e fechar a porta, eles ficariam do lado de fora batendo e pedindo: “Senhor, abre-nos a porta”. Mas o Senhor responderá: “Não os conheço, nem sei de onde vocês são”.
Então, completou, vocês dirão: “Comemos e bebemos contigo e ensinastes em nossas ruas”. Mas ele responderá: “Não os conheço, nem sei de onde vocês são. Afastem-se de mim, todos vocês, que praticam o mal.”
Ele continua dizendo que aqueles que ficarem de fora chorarão e sofrerão, quando virem Abraão, Isaque e Jacó e todos os profetas no Reino de Deus, e eles excluídos.
Pessoas virão de todas as partes do mundo e ocuparão os lugares que poderiam ser deles, à mesa no Reino de Deus.
Lembre que Ele está falando para judeus.
Vamos ficar por aqui.
Enquanto a porta está aberta, ainda temos condições de entrar por ela. Mas chegará um dia em que o Senhor se levantará e fechará a porta, como fez nos dias de Noé (Gênesis 7.16).
Temos a oportunidade de seguí-Lo hoje, de sermos conhecidos por Ele.
Há lugar para todos que quiserem entrar. Por que então, ficaremos de fora?
Que o Senhor nos conceda Sua graça. O preço já foi pago. Preço de sangue. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/a-crucificacao-de-jesus.html
Que nos esforcemos para entrar pela porta estreita, mesmo que seja difícil. Mesmo que muitas vezes doa. Mesmo que muitas vezes tenhamos vontade de “chutar o balde”. Não podemos desistir. Não somos desses que desistem.
A porta ainda está aberta.
Amanhã prosseguimos.
sábado, 17 de março de 2018
Temos algum valor?
Continuamos nossa caminhada através de Lucas.
Ainda no capítulo 13. Agora do versículo 10 ao 17.
Vamos acompanhar Jesus.
É um sábado. Como era Seu costume, ensina em uma das sinagogas.
Está ali uma mulher que tinha um espírito que a mantinha doente havia dezoito anos. Dezoito anos!
Ela andava encurvada e de forma alguma podia endireitar-se.
Quando o Senhor a viu, chamou-a. Ela veio à frente, Ele disse: “Mulher, você está livre da sua doença”. Então colocou Suas mãos sobre ela. Imediatamente ela se endireitou e começou a louvar a Deus.
Claro, estou pulando. Como não me alegrar diante de uma cena dessas? Minha plaquinha de “aplausos” está levantada. Balançando de um lado para o outro. Louvo ao Senhor pelo que fez!
Mas pasmem! O dirigente da sinagoga disse ao povo: “Há seis dias em que se deve trabalhar. Venham para ser curados nesses dias, e não no sábado”. Ele está indignado porque Jesus a curou num dia de sábado. Não consigo entender. Como pode não alegrar-se com aquela mulher?
Tenho vontade de bater com minha plaquinha na cabeça dele. Mas lembro que sou apenas uma observadora da cena, que já aconteceu há muito tempo. Espero a resposta de Jesus. E não me decepciono.
Ele responde: “Hipócritas! Cada um de vocês não desamarra no sábado o seu boi ou jumento do estábulo e o leva dali para dar-lhe água? Então, esta mulher, uma filha de Abraão a quem Satanás mantinha presa por dezoito longos anos, não deveria no dia de sábado ser libertada daquilo que a prendia?”
Mais uma vez tenho vontade de acertar a cabeça daquele homem. Todos os oponentes do Senhor ficam envergonhados. Entenderam perfeitamente o que Ele falou.
Mas o povo, ah, o povo se alegrava com todas as maravilhas que Jesus estava fazendo. Como não alegrar-se?
Os animais deviam ser cuidados. E nós? Somos mais valiosos que os bois, os jumentos ou quaisquer outros animais!
Quando o sábado foi criado, a intenção do Senhor era oferecer descanso a todos. Ele sabe das nossas limitações. Sabe que precisamos de um descanso para termos um equilíbrio saudável em nossas vidas.
É impressionante como o ser humano tem a forte tendência de trocar as ordens e interpretar de maneira equivocada o que o Senhor nos ordena. Todas as suas leis, ordenanças e estatutos existem para nos proteger e nos conceder uma vida com amor, saúde, equilíbrio e respeito.
Como pode alguém não se compadecer de uma mulher que por dezoito longos anos estava encurvada, sem poder levantar-se? Será que somos assim? Será que nos importamos mais com as tradições do que com as pessoas? Mais com os preconceitos que com as pessoas?
O Senhor Jesus afirmou que toda a lei se resume em dois mandamentos: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e com toda a tua inteligência. Este é o primeiro e maior dos mandamentos. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo (Mateus 22.36-40).
Vamos pensar um pouco. Vamos sondar nossos corações. Temos sido obedientes? Temos amado como o Senhor nos ordenou?
Segunda-feira prosseguimos.
Ainda no capítulo 13. Agora do versículo 10 ao 17.
Vamos acompanhar Jesus.
É um sábado. Como era Seu costume, ensina em uma das sinagogas.
Está ali uma mulher que tinha um espírito que a mantinha doente havia dezoito anos. Dezoito anos!
Ela andava encurvada e de forma alguma podia endireitar-se.
Quando o Senhor a viu, chamou-a. Ela veio à frente, Ele disse: “Mulher, você está livre da sua doença”. Então colocou Suas mãos sobre ela. Imediatamente ela se endireitou e começou a louvar a Deus.
Claro, estou pulando. Como não me alegrar diante de uma cena dessas? Minha plaquinha de “aplausos” está levantada. Balançando de um lado para o outro. Louvo ao Senhor pelo que fez!
Mas pasmem! O dirigente da sinagoga disse ao povo: “Há seis dias em que se deve trabalhar. Venham para ser curados nesses dias, e não no sábado”. Ele está indignado porque Jesus a curou num dia de sábado. Não consigo entender. Como pode não alegrar-se com aquela mulher?
Tenho vontade de bater com minha plaquinha na cabeça dele. Mas lembro que sou apenas uma observadora da cena, que já aconteceu há muito tempo. Espero a resposta de Jesus. E não me decepciono.
Ele responde: “Hipócritas! Cada um de vocês não desamarra no sábado o seu boi ou jumento do estábulo e o leva dali para dar-lhe água? Então, esta mulher, uma filha de Abraão a quem Satanás mantinha presa por dezoito longos anos, não deveria no dia de sábado ser libertada daquilo que a prendia?”
Mais uma vez tenho vontade de acertar a cabeça daquele homem. Todos os oponentes do Senhor ficam envergonhados. Entenderam perfeitamente o que Ele falou.
Mas o povo, ah, o povo se alegrava com todas as maravilhas que Jesus estava fazendo. Como não alegrar-se?
Os animais deviam ser cuidados. E nós? Somos mais valiosos que os bois, os jumentos ou quaisquer outros animais!
Quando o sábado foi criado, a intenção do Senhor era oferecer descanso a todos. Ele sabe das nossas limitações. Sabe que precisamos de um descanso para termos um equilíbrio saudável em nossas vidas.
É impressionante como o ser humano tem a forte tendência de trocar as ordens e interpretar de maneira equivocada o que o Senhor nos ordena. Todas as suas leis, ordenanças e estatutos existem para nos proteger e nos conceder uma vida com amor, saúde, equilíbrio e respeito.
Como pode alguém não se compadecer de uma mulher que por dezoito longos anos estava encurvada, sem poder levantar-se? Será que somos assim? Será que nos importamos mais com as tradições do que com as pessoas? Mais com os preconceitos que com as pessoas?
O Senhor Jesus afirmou que toda a lei se resume em dois mandamentos: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e com toda a tua inteligência. Este é o primeiro e maior dos mandamentos. O segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo (Mateus 22.36-40).
Vamos pensar um pouco. Vamos sondar nossos corações. Temos sido obedientes? Temos amado como o Senhor nos ordenou?
Segunda-feira prosseguimos.
sexta-feira, 16 de março de 2018
Somos Juízes?
Continuamos atentos aos profundos ensinamentos de Jesus.
Contaram a Ele que Pilatos misturou o sangue de alguns galileus com os sacrifícios que ele fez.
Jesus respondeu ao comentário com uma pergunta: “Vocês pensam que esses galileus eram mais pecadores que todos os outros, por terem sofrido dessa maneira?”
Ele mesmo responde, dizendo que não. E dá um alerta: “Se não se arrependerem, todos vocês também perecerão”.
Aproveita e pergunta se eles pensavam que os dezoito que morreram quando a torre de Siloé caiu eram mais culpados que todos os outros habitantes de Jerusalém.
E novamente Ele mesmo responde que não. E repete que se não se arrependerem, todos eles também perecerão.
Então conta a parábola de um homem que tinha uma figueira plantada em sua vinha. Ele procurou fruto nela. Não encontrou nenhum. Por esse motivo, falou ao que cuidava da vinha que já fazia três anos que procurava fruto naquela figueira e não achava. Mandou que a figueira fosse cortada. Afinal, ela estava inutilizando a terra que ocupava. O vinicultor pediu mais um ano. Disse que cavaria ao redor da figueira e a adubaria. Se não desse fruto no próximo ano, cortaria.
Vamos parar aqui e pensar.
Por que Jesus respondeu daquela maneira quando vieram lhe contar sobre os galileus que foram mortos por Pilatos? Ele conhece o coração do homem.
Quantas vezes temos ouvido pessoas dizerem que alguém está com uma determinada doença porque “está vivendo em pecado”!? Ou, pior, quando falam que determinada pessoa está passando por algum tipo de dificuldade financeira ou no emprego, ou até sentimental, por “estar em pecado”.
Pessoas que pensam assim, claramente não conhecem as Escrituras. Primeiro, estão julgando quando o Senhor não nos colocou como Juiz sobre ninguém. Não agora. Segundo, não conhecemos o coração das pessoas. Terceiro, vivendo aqui e estamos sujeitos às mesmas dificuldades que qualquer um está.
Claro, o Senhor pode nos curar e nos livrar. Mas, será que se “escaparmos” de tudo, teremos sido trabalhados como deveríamos ser?
Será que José seria o Primeiro Ministro do Egito se não tivesse sido vendido COMO ESCRAVO?
Será que Moisés seria o líder que foi se não tivesse passado pelo deserto?
Será que Paulo seria quem foi se não tivesse sofrido tudo o que sofreu, por amor ao Senhor e ao Evangelho?
Será que Estevão, que morreu apedrejado testemunhando sobre Jesus, estava em pecado?
Precisamos aprender a ler as Escrituras ao invés de olharmos e julgarmos os outros.
Precisamos saber que, como Jesus disse, é pelos frutos que as pessoas serão reconhecidas por Ele. Não pelas situações em suas vidas.
Paulo disse “Sei bem o que é passar necessidade e sei o que é andar com fartura. Aprendi o mistério de viver feliz em todo lugar e em qualquer situação, esteja bem alimentado, ou mesmo com fome, possuindo fartura, ou passando privações. Tudo posso nAquele que me fortalece”. – Filipenses 4.12,13
Ora, se Paulo não tivesse passado por necessidades e dificuldades, jamais aprenderia a viver feliz em todo lugar e em qualquer situação. Mas, porque aprendeu, pôde dizer “Tudo posso nAquele que me fortalece”. – Filipenses 4.13
Se estamos julgando as pessoas pelo que acontece com elas, que nos arrependamos. Se estamos sendo julgados pelo que acontece conosco, que encontremos consolo no Senhor e em Sua Palavra.
E que aprendamos a olhar para os frutos, como o Senhor bem nos ensinou.
Amanhã prosseguimos.
quinta-feira, 15 de março de 2018
Você sabe quem Ele é?
O Senhor Jesus continua Seu discurso. O que vem falando não são coisas fáceis de ouvir. Mas são necessárias.
Após contar a parábola do servo esperando seu senhor, faz uma bombástica afirmação: “Vim trazer fogo à terra, e como gostaria que já estivesse aceso!”
Mas antes desse “fogo acender”, Ele terá que passar por um batismo; Estava angustiado, até que se realizasse. Esse batismo é Sua morte.
E se Ele falar que veio trazer fogo á terra já chocou meio mundo, imagina quando disse que veio trazer divisão?
Sim, de agora em diante haveria divisão nas famílias, uns contra os outros, porque uns creriam nEle, outros não. Uns O seguiriam, outros não.
Dou uma olhada para a multidão. As pessoas parecem perplexas. Até hoje não estamos acostumados a ouvir um discurso sem maquiagem, sem o tal do "politicamente correto".
Ele continua dizendo à multidão que, quando veem uma nuvem se levantando no ocidente, sabem que vai chover. Quando o vento sul sopra, sabem que fará calor.
E, se não estavam chocados, agora ficarão!
Ele os chama de hipócritas, pois sabem interpretar o aspecto da terra e do céu, mas não sabem interpretar o tempo presente. Conhecendo as Escrituras, deviam saber o que estava acontecendo. Além disso, João Batista havia testemunhado dEle! Como não entendiam? Como não criam? http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/joao-batista-em-um-dia-ruim.html
Seu discurso continua! Ele pergunta porque não julgam por si mesmos o que é justo?
E dá um sábio conselho. Quando alguém estiver indo com seu adversário para o magistrado, deveria fazer de tudo para se reconciliar com ele no caminho, para que não fosse arrastado ao juiz e o juiz o entregasse ao oficial de justiça e este o jogasse na prisão, de onde não sairia até pagar o último centavo.
Estamos neste caminho. Não que o Senhor seja nosso adversário. Nossa vida de pecado é que é adversária dEle. Que aproveitemos esse tempo para reconciliar-nos com Ele no caminho. É o que espera de nós. É nossa oportunidade. Enquanto estivermos vivos.
Então? Você já se reconciliou com Ele?
Ele está pronto a recebê-Lo. Não se atrase. Não deixe para depois. Hoje é o dia.
Amanhã prosseguimos.
quarta-feira, 14 de março de 2018
Estaremos prontos?
Prosseguimos através de Lucas 12. Agora, do versículo 35 ao 48.
Continuando Seu discurso, Jesus nos instrui a estarmos prontos para servir, conservando nossas candeias acesas, como os que esperam seu senhor voltar de um banquete de casamento, para que, quando ele chegar e bater, possamos abrir-lhe a porta imediatamente.
Quando o senhor da casa saía, o servo aguardava, acordado, de prontidão, com sua candeia acesa, esperando seu senhor. Ele não dormia. E não acendia a candeia só após o senhor voltar. O senhor não devia esperar. Assim que batesse à porta, esta devia ser aberta, com luz suficiente para que ele, o senhor, entrasse, enxergando seu caminho. Só então, depois que o senhor estivesse bem acomodado, o servo se recolhia para descansar.
Jesus comparou esse acontecimento com Sua volta, dizendo que serão felizes os servos que o Senhor encontrar vigiando, quando Ele voltar. Ele se vestirá para servir, fará que se reclinem à mesa e Ele, o Senhor, os servirá. Isso é muito lindo. Tenho vontade de dançar, cantar, levantar minha plaquinha.
Mas devemos estar preparados. Mesmo que chegue de noite ou de madrugada, felizes serão os servos que o Senhor encontrar assim. A qualquer hora. Sempre com suas candeias acesas e de prontidão para abrir a porta imediatamente.
Jesus diz que precisamos entender uma coisa: se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, não permitiria que sua casa fosse arrombada. Como não sabe, precisa estar de prontidão o tempo todo. Assim devemos estar preparados, porque o Senhor virá em uma hora que não sabemos. Mesmo percebendo os sinais, não sabemos exatamente o dia e a hora em que Ele voltará.
Pedro, sempre Pedro, meu querido, pergunta ao Senhor se Ele está contando esta parábola para todos ou apenas para eles, os discípulos. Gosto disso em Pedro. Não canso de falar. Essa ousadia, esse desejo de saber, de aprender, de questionar, esse estar atento.
A resposta não foi o que Pedro esperava. Ele não respondeu para quem era. Respondeu, com outra pergunta: Quem é o administrador fiel e sensato, a quem seu senhor encarrega dos seus servos, para lhes dar sua porção de alimento no tempo devido? Feliz é esse servo a quem seu senhor encontrar fazendo sua vontade. E garantiu que esse senhor encarregará o servo de todos os seus bens.
A resposta é para todos que quiserem ser Seus servos.
O Senhor continua, levantando uma suposição. Se esse servo disser a si mesmo que seu senhor está demorando a voltar, começar a bater nos servos e nas servas que estavam sob sua autoridade, e a comer, beber e embriagar-se, o senhor daquele servo virá num dia em que ele não está preparado e em uma hora que não sabe, o punirá e lhe dará um lugar com os infiéis.
E foi além, dizendo que aquele servo que conhece a vontade de seu senhor e não prepara o que ele deseja, nem o realiza, receberá muitos açoites. Mas o que não a conhece e pratica coisas merecedoras de castigo, receberá poucos açoites.
Por quê? A quem muito foi dado, muito será exigido, e a quem muito foi confiado, muito mais será pedido.
Vamos ficar por aqui.
Que palavras sérias, cheias de responsabilidade!
Somos esses servos? Estamos com nossa candeia acesa? Estamos acordados? De prontidão? Esperando o Senhor?
Sua Palavra nos ensina o que Ele espera de nós. Estamos preparando e realizando Sua vontade? Não teremos a nosso favor nenhuma desculpa. Não poderemos dizer que não sabíamos. Temos recebido muito. O que temos feito com o que temos recebido?
Já passou o tempo de dizer que não sabemos, não podemos. Agora é hora de ação. O Senhor está prestes a voltar. Nossas candeias precisam estar acesas e Ele precisa nos encontrar fazendo o que nos deixou a fazer. Temos uma missão. Cada um de nós.
Qual é a minha? Qual é a sua?
Ele nos encontrará trabalhando e, alegremente, nos servirá?
Amanhã, só amanhã, prosseguiremos.
Continuando Seu discurso, Jesus nos instrui a estarmos prontos para servir, conservando nossas candeias acesas, como os que esperam seu senhor voltar de um banquete de casamento, para que, quando ele chegar e bater, possamos abrir-lhe a porta imediatamente.
Quando o senhor da casa saía, o servo aguardava, acordado, de prontidão, com sua candeia acesa, esperando seu senhor. Ele não dormia. E não acendia a candeia só após o senhor voltar. O senhor não devia esperar. Assim que batesse à porta, esta devia ser aberta, com luz suficiente para que ele, o senhor, entrasse, enxergando seu caminho. Só então, depois que o senhor estivesse bem acomodado, o servo se recolhia para descansar.
Jesus comparou esse acontecimento com Sua volta, dizendo que serão felizes os servos que o Senhor encontrar vigiando, quando Ele voltar. Ele se vestirá para servir, fará que se reclinem à mesa e Ele, o Senhor, os servirá. Isso é muito lindo. Tenho vontade de dançar, cantar, levantar minha plaquinha.
Mas devemos estar preparados. Mesmo que chegue de noite ou de madrugada, felizes serão os servos que o Senhor encontrar assim. A qualquer hora. Sempre com suas candeias acesas e de prontidão para abrir a porta imediatamente.
Jesus diz que precisamos entender uma coisa: se o dono da casa soubesse a que horas viria o ladrão, não permitiria que sua casa fosse arrombada. Como não sabe, precisa estar de prontidão o tempo todo. Assim devemos estar preparados, porque o Senhor virá em uma hora que não sabemos. Mesmo percebendo os sinais, não sabemos exatamente o dia e a hora em que Ele voltará.
Pedro, sempre Pedro, meu querido, pergunta ao Senhor se Ele está contando esta parábola para todos ou apenas para eles, os discípulos. Gosto disso em Pedro. Não canso de falar. Essa ousadia, esse desejo de saber, de aprender, de questionar, esse estar atento.
A resposta não foi o que Pedro esperava. Ele não respondeu para quem era. Respondeu, com outra pergunta: Quem é o administrador fiel e sensato, a quem seu senhor encarrega dos seus servos, para lhes dar sua porção de alimento no tempo devido? Feliz é esse servo a quem seu senhor encontrar fazendo sua vontade. E garantiu que esse senhor encarregará o servo de todos os seus bens.
A resposta é para todos que quiserem ser Seus servos.
O Senhor continua, levantando uma suposição. Se esse servo disser a si mesmo que seu senhor está demorando a voltar, começar a bater nos servos e nas servas que estavam sob sua autoridade, e a comer, beber e embriagar-se, o senhor daquele servo virá num dia em que ele não está preparado e em uma hora que não sabe, o punirá e lhe dará um lugar com os infiéis.
E foi além, dizendo que aquele servo que conhece a vontade de seu senhor e não prepara o que ele deseja, nem o realiza, receberá muitos açoites. Mas o que não a conhece e pratica coisas merecedoras de castigo, receberá poucos açoites.
Por quê? A quem muito foi dado, muito será exigido, e a quem muito foi confiado, muito mais será pedido.
Vamos ficar por aqui.
Que palavras sérias, cheias de responsabilidade!
Somos esses servos? Estamos com nossa candeia acesa? Estamos acordados? De prontidão? Esperando o Senhor?
Sua Palavra nos ensina o que Ele espera de nós. Estamos preparando e realizando Sua vontade? Não teremos a nosso favor nenhuma desculpa. Não poderemos dizer que não sabíamos. Temos recebido muito. O que temos feito com o que temos recebido?
Já passou o tempo de dizer que não sabemos, não podemos. Agora é hora de ação. O Senhor está prestes a voltar. Nossas candeias precisam estar acesas e Ele precisa nos encontrar fazendo o que nos deixou a fazer. Temos uma missão. Cada um de nós.
Qual é a minha? Qual é a sua?
Ele nos encontrará trabalhando e, alegremente, nos servirá?
Amanhã, só amanhã, prosseguiremos.
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terça-feira, 13 de março de 2018
Ser ou Ter? O que importa?
Alguém no meio da multidão pediu que Ele dissesse ao irmão que dividisse sua herança com ele.
Jesus responde com uma pergunta: “Homem, quem me designou juiz ou árbitro entre vocês?”
E aproveita para dar um alerta. Devemos ter cuidado. Ficarmos de sobreaviso contra todo tipo de ganância.
Sabe por quê? Porque a vida de um homem não consiste na quantidade dos bens que possui.
E para que ficasse claro o que estava dizendo, contou uma parábola.
Um homem, que já era rico, produziu muito bem. E pensou com ele mesmo o que iria fazer, já que não tinha onde armazenar sua colheita. Então, disse consigo mesmo que já sabia o que ia fazer. Derrubaria seus celeiros e construiria outros maiores. Depois diria que já tinha muitos bens armazenados para muitos anos. Poderia então descansar, comer, beber e alegrar-se.
Contudo, Deus lhe disse: “Insensato! Esta mesma noite a sua vida lhe será exigida. Então, quem ficará com o que você preparou?”
Ele termina a parábola dizendo que assim acontece com aqueles que guardam riquezas para si, mas não são ricos para com Deus.
Temos ficado alertas a todo tipo de ganância? Temos sido ricos para com Deus?
Quando Jetro, o sogro de Moisés instruiu que ele escolhesse setenta homens para levar com ele a carga de julgar o povo de Israel, não falou para Moisés escolher os homens que tivessem uma grande riqueza ou herança: “Mas escolhe do meio do povo homens capazes, tementes a Deus, que sejam dignos de confiança e inimigos de ganho desonesto.” – Êxodo 18.21
Quando os diáconos foram escolhidos, a ordem dos apóstolos foi: “Portanto, irmãos, escolhei dentre vós sete homens de bom testemunho, cheios do Espírito e de sabedoria, aos quais encarregaremos desse ministério.” – Atos 6.3
O que realmente importa é quem o homem é e não o que ele possui. Pode não ser assim para muitas pessoas, mas é assim para Deus, com toda a certeza.
As riquezas desse mundo passarão. As eternas, jamais.
Busquemos os tesouros verdadeiros. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/tesouro-verdadeiro.html Os tesouros escondidos. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/um-tesouro-escondido.html
Que não sejamos como aquele homem louco, insensato.
Que saibamos dar valor ao que o Senhor realmente valoriza.
Amanhã prosseguimos. Até lá.
segunda-feira, 12 de março de 2018
Cuidado com a hipocrisia
Continuamos em Lucas, iniciando o capítulo 12. Até o versículo 12.
O Senhor saiu da casa do fariseu. Saímos com ele.
Uma multidão se juntou. Milhares de pessoas. A ponto de se atropelaram umas às outras.
Jesus começou a falar, primeiro aos seus discípulos para que eles tivessem cuidado com o fermento dos fariseus, que era a hipocrisia. Eles faziam com intenções diversas às que deveriam ter.
Jesus prossegue dizendo que não há nada escondido que não venha a ser descoberto. Tudo que está oculto será conhecido. O que se disser nas travas será ouvido à luz do dia e o que for sussurrado aos ouvidos dentro de casa, será proclamado nos telhados. Precisamos ser verdadeiros.
O Senhor nos alerta, sim, a todos nós, que não devemos ter medo dos que matam o corpo e depois não podem fazer mais nada. Devemos temer ao Senhor que tem poder sobre nossa eternidade.
Ah, mas nós valemos mais que muitos passarinhos. Até os cabelos das nossas cabeças estão contados.
Os fariseus não queriam confessar quem o Senhor Jesus era porque estavam muito mais interessados em suas posições. Mas o Senhor afirma que todos aqueles que O confessarem diante dos homens, Ele o confessará diante dos anjos de Deus. Em contrapartida, todos os que O negarem também serão negados diante dos anjos de Deus.
As instruções vão ficando cada vez mais sérias. Quem disser alguma palavra contra o Filho do Homem (como Ele se autodesignava) será perdoado, mas quem blasfemar contra o Espírito Santo não será perdoado.
Qual o papel do Espírito Santo? Convencer o homem do pecado, da justiça e do juízo, conforme João 16.7-11.
O Senhor sabia que haveria uma perseguição contra o Evangelho, chamado de Caminho nos primeiros dias. Ele advertiu aos Seus discípulos que quando eles fossem levados às sinagogas e diante dos governantes e autoridades, não deveriam se preocupar como se defenderiam, ou o que diriam, o Espírito Santo, nosso professor, lhes ensinaria o que dizer.
Vamos ficar por aqui. Algumas perguntas a fazer a nós mesmos.
Temos servido ao Senhor pelos motivos certos? O que temos feito, temos feito para agradá-Lo ou para nos apresentar diante dos homens, como os fariseus faziam? Tememos ao Senhor ou aos homens e o que podem fazer conosco? Estamos dispostos a confessá-Lo diante dos homens, independente das circunstâncias e consequências? Cremos que Ele nos ama, que somos mais valiosos que muitos passarinhos? Acreditamos que se importa conosco a ponto de saber quantos fios de cabelo há em nossas cabeças? Estamos dispostos a confiar no Espírito Santo para nos orientar? Estamos dispostos a obedecê-Lo?
Que Sua graça esteja sobre nós.
https://www.youtube.com/watch?v=Va8srvjwgAA
Amanhã prosseguimos, juntos.
O Senhor saiu da casa do fariseu. Saímos com ele.
Uma multidão se juntou. Milhares de pessoas. A ponto de se atropelaram umas às outras.
Jesus começou a falar, primeiro aos seus discípulos para que eles tivessem cuidado com o fermento dos fariseus, que era a hipocrisia. Eles faziam com intenções diversas às que deveriam ter.
Jesus prossegue dizendo que não há nada escondido que não venha a ser descoberto. Tudo que está oculto será conhecido. O que se disser nas travas será ouvido à luz do dia e o que for sussurrado aos ouvidos dentro de casa, será proclamado nos telhados. Precisamos ser verdadeiros.
O Senhor nos alerta, sim, a todos nós, que não devemos ter medo dos que matam o corpo e depois não podem fazer mais nada. Devemos temer ao Senhor que tem poder sobre nossa eternidade.
Ah, mas nós valemos mais que muitos passarinhos. Até os cabelos das nossas cabeças estão contados.
Os fariseus não queriam confessar quem o Senhor Jesus era porque estavam muito mais interessados em suas posições. Mas o Senhor afirma que todos aqueles que O confessarem diante dos homens, Ele o confessará diante dos anjos de Deus. Em contrapartida, todos os que O negarem também serão negados diante dos anjos de Deus.
As instruções vão ficando cada vez mais sérias. Quem disser alguma palavra contra o Filho do Homem (como Ele se autodesignava) será perdoado, mas quem blasfemar contra o Espírito Santo não será perdoado.
Qual o papel do Espírito Santo? Convencer o homem do pecado, da justiça e do juízo, conforme João 16.7-11.
O Senhor sabia que haveria uma perseguição contra o Evangelho, chamado de Caminho nos primeiros dias. Ele advertiu aos Seus discípulos que quando eles fossem levados às sinagogas e diante dos governantes e autoridades, não deveriam se preocupar como se defenderiam, ou o que diriam, o Espírito Santo, nosso professor, lhes ensinaria o que dizer.
Vamos ficar por aqui. Algumas perguntas a fazer a nós mesmos.
Temos servido ao Senhor pelos motivos certos? O que temos feito, temos feito para agradá-Lo ou para nos apresentar diante dos homens, como os fariseus faziam? Tememos ao Senhor ou aos homens e o que podem fazer conosco? Estamos dispostos a confessá-Lo diante dos homens, independente das circunstâncias e consequências? Cremos que Ele nos ama, que somos mais valiosos que muitos passarinhos? Acreditamos que se importa conosco a ponto de saber quantos fios de cabelo há em nossas cabeças? Estamos dispostos a confiar no Espírito Santo para nos orientar? Estamos dispostos a obedecê-Lo?
Que Sua graça esteja sobre nós.
https://www.youtube.com/watch?v=Va8srvjwgAA
Amanhã prosseguimos, juntos.
sábado, 10 de março de 2018
Jesus temia falar a verdade?
Continuamos em Lucas, capítulo 11. Versículos de 37 a 54.
Quando Jesus terminou de falar sobre a candeia, um fariseu O convidou para comer com ele. Jesus foi.
Precisamos acompanhar essa cena.
Quando o Senhor chegou, reclinou-se à mesa. O fariseu, notando que Jesus não se lavara cerimonialmente antes da refeição, ficou surpreso.
Os fariseus eram muito cuidadosos com todos os cerimoniais. Muito mais que com suas vidas.
O Senhor, sabendo como o fariseu pensava, disse que eles, fariseus, limpavam o exterior do copo e do prato, mas interiormente estavam cheios de ganância e de maldade.
Ele está à mesa, na casa do fariseu e fala essas coisas? Nada O intimida? Ele tem compromisso com a verdade. Sei disso. Ainda assim, estou boquiaberta. Minha plaquinha de aplausos na mão. Mas prefiro escondê-la. Acho que se Ele não parar, as coisas por aqui vão ficar perigosas.
Para meu total espanto, Ele não para. Chama os fariseus de insensatos. Afinal, quem fez o exterior também fez o interior. O que significa que o interior também deve estar limpo.
Disse aos fariseus que deveriam dar como esmola o que estava dentro do prato para que o restante ficasse limpo. Havia claramente uma inversão de valores entre os fariseus.
Meu queixo está caído. Como Ele tem tanta ousadia?
E, mesmo com todos em silêncio, boquiabertos, continua dizendo: Ai de vocês, fariseus...”
Por que?
Porque dão a Deus o dízimo das hortaliças mas desprezam a justiça de Deus. O certo é praticar os dois.
Porque amam os lugares de honra nas sinagogas e as saudações em público. Ou seja, gostavam de “aparecer”.
Porque são como túmulos que não se veem, por sobre os quais os homens andam sem o saber. Estão mortos. E ninguém vê.
Então, um perito da lei O interrompe e diz: “Mestre, quando dizes essas coisas, insultas também a nós”.
Eu quase caio. Isso vai dar briga. O que o Senhor vai responder? Sei que Ele não é "politicamente correto, que tem compromisso com a verdade. Não tem medo de expô-la.
Ele responde: “Quanto a vocês, peritos na lei, ai de vocês também!
Por que?
Porque sobrecarregam os homens com fardos que dificilmente eles podem carregar, mas vocês mesmos não levantam um dedo sequer para ajudar.
Porque edificam os túmulos dos profetas que os seus antepassados mataram. Sendo testemunhas de aprovação ao que eles fizeram. Eles mataram, vocês fazem os túmulos. Completam a obra.
Minha plaquinha está bem escondida. Meu coração está acelerado. Começo a temer o que pode acontecer. Os homens estão furiosos. Mas Ele não para.
Ele fala que Deus disse em Sua sabedoria que lhes mandaria profetas e apóstolos, mas eles matariam alguns e perseguiriam outros. Disse ainda que aquela geração será considerada responsável pelo sangue de todos os profetas, derramados desde Abel, até Zacarias. E ainda repetiu. Para o caso deles não terem entendido ou achado que não ouviram direito.
Estou encolhida no meu lugar. De braços dados com você. Quase querendo me esconder.
E Jesus continua: “Ai de vocês, peritos na lei, porque se apoderaram da chave do conhecimento. Vocês mesmos não entraram e impediram os que estavam prestes a entrar!”
Que afirmação terrível! Os peritos da lei se apoderaram da chave do conhecimento e ao invés de entrar no Caminho e andar pela Verdade para conhecer a Vida, não entravam e ainda impediam os que queriam entrar.
Nem sei se alguém comeu.
O que sei é que quando Jesus saiu dali, os fariseus e os mestres da lei começaram a opor-se fortemente a Ele e a interrogá-Lo com muitas perguntas. Esperavam apanhá-Lo em algo que dissesse.
Não se importavam em examinar suas vidas e concluir que Ele falava a verdade. Não queriam interrogá-Lo para aprenderem com Ele mas para pegá-Lo em alguma armadilha.
Não conhecem o Senhor. Não sabem que nada O intimida. Não sabem que Ele não é "politicamente correto". Que não teme falar a verdade. Que é comprometido com ela.
Precisamos ficar por aqui.
Temos tido esse compromisso? Ou gaguejamos diante de situações que deveríamos nos posicionar? Nos calamos para sermos "politicamente corretos"? Subimos no muro ou estamos comprometidos com a verdade?
Estar comprometido com a verdade não é fácil. É necessário ousadia, como o Senhor. João Batista morreu pelo seu comprometimento. Que o Senhor nos conceda Sua graça. Como precisamos aprender! http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/quem-tenho-sido-e-voce.html
Amanhã prosseguimos. Até lá.
Quando Jesus terminou de falar sobre a candeia, um fariseu O convidou para comer com ele. Jesus foi.
Precisamos acompanhar essa cena.
Quando o Senhor chegou, reclinou-se à mesa. O fariseu, notando que Jesus não se lavara cerimonialmente antes da refeição, ficou surpreso.
Os fariseus eram muito cuidadosos com todos os cerimoniais. Muito mais que com suas vidas.
O Senhor, sabendo como o fariseu pensava, disse que eles, fariseus, limpavam o exterior do copo e do prato, mas interiormente estavam cheios de ganância e de maldade.
Ele está à mesa, na casa do fariseu e fala essas coisas? Nada O intimida? Ele tem compromisso com a verdade. Sei disso. Ainda assim, estou boquiaberta. Minha plaquinha de aplausos na mão. Mas prefiro escondê-la. Acho que se Ele não parar, as coisas por aqui vão ficar perigosas.
Para meu total espanto, Ele não para. Chama os fariseus de insensatos. Afinal, quem fez o exterior também fez o interior. O que significa que o interior também deve estar limpo.
Disse aos fariseus que deveriam dar como esmola o que estava dentro do prato para que o restante ficasse limpo. Havia claramente uma inversão de valores entre os fariseus.
Meu queixo está caído. Como Ele tem tanta ousadia?
E, mesmo com todos em silêncio, boquiabertos, continua dizendo: Ai de vocês, fariseus...”
Por que?
Porque dão a Deus o dízimo das hortaliças mas desprezam a justiça de Deus. O certo é praticar os dois.
Porque amam os lugares de honra nas sinagogas e as saudações em público. Ou seja, gostavam de “aparecer”.
Porque são como túmulos que não se veem, por sobre os quais os homens andam sem o saber. Estão mortos. E ninguém vê.
Então, um perito da lei O interrompe e diz: “Mestre, quando dizes essas coisas, insultas também a nós”.
Eu quase caio. Isso vai dar briga. O que o Senhor vai responder? Sei que Ele não é "politicamente correto, que tem compromisso com a verdade. Não tem medo de expô-la.
Ele responde: “Quanto a vocês, peritos na lei, ai de vocês também!
Por que?
Porque sobrecarregam os homens com fardos que dificilmente eles podem carregar, mas vocês mesmos não levantam um dedo sequer para ajudar.
Porque edificam os túmulos dos profetas que os seus antepassados mataram. Sendo testemunhas de aprovação ao que eles fizeram. Eles mataram, vocês fazem os túmulos. Completam a obra.
Minha plaquinha está bem escondida. Meu coração está acelerado. Começo a temer o que pode acontecer. Os homens estão furiosos. Mas Ele não para.
Ele fala que Deus disse em Sua sabedoria que lhes mandaria profetas e apóstolos, mas eles matariam alguns e perseguiriam outros. Disse ainda que aquela geração será considerada responsável pelo sangue de todos os profetas, derramados desde Abel, até Zacarias. E ainda repetiu. Para o caso deles não terem entendido ou achado que não ouviram direito.
Estou encolhida no meu lugar. De braços dados com você. Quase querendo me esconder.
E Jesus continua: “Ai de vocês, peritos na lei, porque se apoderaram da chave do conhecimento. Vocês mesmos não entraram e impediram os que estavam prestes a entrar!”
Que afirmação terrível! Os peritos da lei se apoderaram da chave do conhecimento e ao invés de entrar no Caminho e andar pela Verdade para conhecer a Vida, não entravam e ainda impediam os que queriam entrar.
Nem sei se alguém comeu.
O que sei é que quando Jesus saiu dali, os fariseus e os mestres da lei começaram a opor-se fortemente a Ele e a interrogá-Lo com muitas perguntas. Esperavam apanhá-Lo em algo que dissesse.
Não se importavam em examinar suas vidas e concluir que Ele falava a verdade. Não queriam interrogá-Lo para aprenderem com Ele mas para pegá-Lo em alguma armadilha.
Não conhecem o Senhor. Não sabem que nada O intimida. Não sabem que Ele não é "politicamente correto". Que não teme falar a verdade. Que é comprometido com ela.
Precisamos ficar por aqui.
Temos tido esse compromisso? Ou gaguejamos diante de situações que deveríamos nos posicionar? Nos calamos para sermos "politicamente corretos"? Subimos no muro ou estamos comprometidos com a verdade?
Estar comprometido com a verdade não é fácil. É necessário ousadia, como o Senhor. João Batista morreu pelo seu comprometimento. Que o Senhor nos conceda Sua graça. Como precisamos aprender! http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/quem-tenho-sido-e-voce.html
Amanhã prosseguimos. Até lá.
sexta-feira, 9 de março de 2018
Como temos brilhado?
Jesus, sempre falando em parábolas, explica que ninguém acende uma candeia e a coloca em um lugar onde fique escondida, muito menos embaixo de uma vasilha. Pelo contrário, coloca-se a candeia no seu lugar apropriado, para que todos os que entram naquela casa possam ver sua luz.
Ele continua explicando que os olhos são a candeia do corpo. Quando nossos olhos são bons, todo o nosso corpo estará cheio de luz. Se forem maus, todo nosso corpo estará cheio de trevas.
Devemos ter cuidado. Para que a luz que está em nosso interior não sejam trevas.
Se o nosso corpo estiver cheio de luz, e nenhuma parte estiver em trevas, estará completamente iluminado, como quando a luz de uma candeia brilha sobre nós.
Seu discurso é cheio de sabedoria, como sempre.
Ele nos ordenou a sermos luz. Já vimos lá atrás, quando passávamos por Mateus. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/somos-sal-e-luz.html
O objetivo da luz é brilhar. Quando a luz brilha, as trevas acabam. As trevas são ausência de luz. Sendo luz, não podemos estar escondidos. Precisamos estar à vista, brilhando. Não podemos deixar que nos sufoquem, nos prendendo “debaixo de uma vasilha”.
Jesus mandou que tivéssemos cuidado para que a luz que estão em nosso interior não fossem trevas. Como uma luz pode ser trevas?
Imagine um lugar muito claro. E um muito escuro. Quando chegamos em um lugar muito escuro com uma lamparina bem fraquinha, aquele lugar clareia. Mas não está encharcado de luz. Apenas está um pouquinho mais claro que se não tivesse luz alguma. O que vemos nesses ambientes? Muitas sombras, que podem nos enganar. Podemos imaginar coisas ali. Coisas pequenas que se transformam em grandes. Além disso, muitas coisas não conseguimos enxergar. Detalhes então? Impossível.
Cuidado. Se esse é o seu caso, você está em trevas confundindo a realidade. A verdade não pode habitar em um lugar assim.
Os nossos olhos são a candeia do nosso corpo. É com ele que enxergamos. Se enxergamos mal, vendo “homens que andam como árvores”, há algo muito errado com nossa visão. http://www.espalhandoasemente.com/2018/02/outra-cura-personalizada.html
O que temos enxergado? Que tipo de luz temos sido? Nossa luz é tão fraquinha que apenas “confunde a realidade” ou nossa luz é forte o suficiente para espantarmos as trevas?
É hora de enxergamos com verdade. Termos olhos para ver. E transformar nossa luz, se necessário for.
Logo que Jesus termina de falar, é convidado para comer na casa de um fariseu. Amanhã prosseguimos. Será que Ele vai? Até lá.
quarta-feira, 7 de março de 2018
Qual tem sido nossa escolha?
Prosseguimos pelas páginas de Lucas. Capítulo 10, versículos de 38 a 42.
Jesus e Seus discípulos continuaram caminhando. Vamos juntos para observar o que pode acontecer.
Eles chegam a um povoado. Certa mulher chamada Marta recebeu o Senhor em Sua casa.
Jesus assenta-se e começa a falar. Que oportunidade maravilhosa de estar em Sua presença.
Maria, irmã de Marta, senta-se aos Seus pés e O ouve atentamente, cada palavra.
Marta porém, corre de um lado para o outro, completamente atarefada. Até que se aproxima do Senhor e pergunta: “Senhor, não te importas que minha irmã tenha me deixado sozinha com o serviço? Dize-lhe que me ajude!”
Agora, quem está atenta sou eu. O que Ele responderá? Fará Maria levantar-se para ajudar sua irmã?
Sua resposta me enche de alegria. Lembro-me de um sonho que tive uma noite. Ele diz a Marta que ela está preocupada com muitas coisas, mas apenas uma é necessária. Maria escolheu a boa parte. E não lhe seria tirada.
Vamos continuar sentados aqui. Como tem sido nossas vidas? Temos estados preocupados com muitas coisas, correndo de um lado para o outro? Sem tempo para estarmos aos pés de Jesus?
Embora Marta O tenha recebido em sua casa, não ficou em Sua companhia. Não sentou-se aos Seus pés para aprender dEle. Ela corria de um lado para o outro. Claro, devia estar cuidando da comida que seria servida, talvez dos quartos que seriam arrumados para que eles passassem a noite ali. Não eram coisas erradas, mas não era o momento. O momento era parar, estar aos Seus pés e aprender, como Maria fez.
Qual tem sido nossa escolha?
Convidamos o Senhor para nossa casa e escolhemos serví-Lo com tantos afazeres que não temos tempo para estar aos Seus pés ou escolhemos serví-Lo aprendendo dEle? O Senhor quer relacionamento conosco. Uma única coisa é necessária. Que saibamos escolher a boa parte.
No sonho que tive, eu era como Marta. Tornei-me como Maria. Aprendi que Ele queria minha companhia. Uma única coisa era necessária. http://www.espalhandoasemente.com/2017/05/em-alianca-com-o-senhor.html
Sexta-feira nos encontramos. Até lá.
Jesus e Seus discípulos continuaram caminhando. Vamos juntos para observar o que pode acontecer.
Eles chegam a um povoado. Certa mulher chamada Marta recebeu o Senhor em Sua casa.
Jesus assenta-se e começa a falar. Que oportunidade maravilhosa de estar em Sua presença.
Maria, irmã de Marta, senta-se aos Seus pés e O ouve atentamente, cada palavra.
Marta porém, corre de um lado para o outro, completamente atarefada. Até que se aproxima do Senhor e pergunta: “Senhor, não te importas que minha irmã tenha me deixado sozinha com o serviço? Dize-lhe que me ajude!”
Agora, quem está atenta sou eu. O que Ele responderá? Fará Maria levantar-se para ajudar sua irmã?
Sua resposta me enche de alegria. Lembro-me de um sonho que tive uma noite. Ele diz a Marta que ela está preocupada com muitas coisas, mas apenas uma é necessária. Maria escolheu a boa parte. E não lhe seria tirada.
Vamos continuar sentados aqui. Como tem sido nossas vidas? Temos estados preocupados com muitas coisas, correndo de um lado para o outro? Sem tempo para estarmos aos pés de Jesus?
Embora Marta O tenha recebido em sua casa, não ficou em Sua companhia. Não sentou-se aos Seus pés para aprender dEle. Ela corria de um lado para o outro. Claro, devia estar cuidando da comida que seria servida, talvez dos quartos que seriam arrumados para que eles passassem a noite ali. Não eram coisas erradas, mas não era o momento. O momento era parar, estar aos Seus pés e aprender, como Maria fez.
Qual tem sido nossa escolha?
Convidamos o Senhor para nossa casa e escolhemos serví-Lo com tantos afazeres que não temos tempo para estar aos Seus pés ou escolhemos serví-Lo aprendendo dEle? O Senhor quer relacionamento conosco. Uma única coisa é necessária. Que saibamos escolher a boa parte.
No sonho que tive, eu era como Marta. Tornei-me como Maria. Aprendi que Ele queria minha companhia. Uma única coisa era necessária. http://www.espalhandoasemente.com/2017/05/em-alianca-com-o-senhor.html
Sexta-feira nos encontramos. Até lá.
terça-feira, 6 de março de 2018
Jesus tem as respostas certas
Prosseguimos nossa caminhada pelo capítulo 10 de Lucas. Versículos 25 a 37.
Estamos acompanhando o Senhor Jesus.
Um perito da lei levanta-se com a intenção de pô-Lo à prova. Pergunta: “Mestre, o que preciso fazer para herdar a vida eterna?”
Jesus responde com outra pergunta. Gosto dessa abordagem. “O que está escrito na Lei?” E mais interessante: “Como você a lê?”
É muito importante sabermos ler o que está realmente escrito.
O homem respondeu: “Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento e ame o seu próximo como a si mesmo”.
Todos aguardam a resposta do Senhor. Ele responde direta e simplesmente: “Você respondeu corretamente. Faça isso, e viverá”. Simples assim. Assunto encerrado.
Mas o homem não queria encerrar o assunto e, certamente, dando uma de desentendido, fez outra pergunta: “E quem é o meu próximo?”
Jesus conta uma história. Outra de Suas abordagens maravilhosas.
Um homem descia de Jerusalém para Jericó e foi assaltado. Ele foi roubado, espancado e deixado para morrer.
Pela mesma estrada desceu um sacerdote. Quando viu o homem, passou pelo outro lado. Assim como um levita.
Mas um samaritano (que eram considerados inimigos dos judeus), passou por aquele homem. Quando o viu, não passou de lado. Teve piedade dele. Cuidou de suas feridas. Colocou-o em seu cavalo, levou-o a uma hospedaria e cuidou dele. No dia seguinte, pagou ao hospedeiro pedindo que cuidasse do homem e quando ele passasse por ali novamente, pagaria todas as despesas.
Após contar a história, virou para o homem e perguntou: “Qual destes três você acha que foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?”
O homem não teve como escapar e respondeu: “Aquele que teve misericórdia dele”.
Então Jesus respondeu: "Vá e faça o mesmo”.
Uhuuu! Minha plaquinha de aplausos está novamente levantada. Nunca canso de observar Sua maravilhosa sabedoria.
Aquele homem queria provar o Senhor, mas Sua resposta o deixou sem argumentação.
Temos visto que toda a Lei e os Profetas se resumem nos dois mandamentos que o perito da lei recitou. É o que deve ser seguido. Amar ao Senhor a ao próximo. Como o perito percebeu que Jesus respondeu bem (sabemos que Ele sempre responde bem), perguntou a Ele quem era o seu próximo. E Jesus, como se estivesse “desenhando” para que o perito entendesse, contou a história do bom samaritano.
Vamos pensar um pouco nessa história. O homem foi assaltado no caminho. Ficou como morto. Um sacerdote e um levita, que deveriam obrigatoriamente ter um relacionamento com o Senhor e assim amá-Lo, bem como ao próximo, passaram de largo. Não queriam “se sujar” por tocar naquele homem. Sua “limpeza” era muito mais importante para eles que cuidar de alguém. Eles passaram pelo outro lado. Ignoraram enxergar a situação em que o homem se encontrava porque não queriam ajudar. Não queriam se sujar. Não queriam gastar tempo. Não queriam gastar dinheiro. Não queriam gastar nada.
O samaritano não. Ele considerava ajudar mais importante que se sujar. Mais importante cuidar do homem do que usar seu azeite e seu vinho. Mais importante socorrer o homem que ir a pé até a próxima hospedaria enquanto o homem machucado ia deitado em seu animal. Mais importante amar do que gastar o dinheiro que precisasse para aquele homem receber o cuidado adequado até sua recuperação.
Só posso parar e me perguntar: Como tenho amado ao Senhor? E ao meu próximo? O que tem sido mais importante para mim? Tenho lido as Escrituras de maneira correta? Percebido os detalhes? Percebido o que realmente importa para o Senhor? E você?
Vamos ficar por aqui e considerar tudo isso. Amanhã prosseguimos juntos.
Estamos acompanhando o Senhor Jesus.
Um perito da lei levanta-se com a intenção de pô-Lo à prova. Pergunta: “Mestre, o que preciso fazer para herdar a vida eterna?”
Jesus responde com outra pergunta. Gosto dessa abordagem. “O que está escrito na Lei?” E mais interessante: “Como você a lê?”
É muito importante sabermos ler o que está realmente escrito.
O homem respondeu: “Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma, de todas as suas forças e de todo o seu entendimento e ame o seu próximo como a si mesmo”.
Todos aguardam a resposta do Senhor. Ele responde direta e simplesmente: “Você respondeu corretamente. Faça isso, e viverá”. Simples assim. Assunto encerrado.
Mas o homem não queria encerrar o assunto e, certamente, dando uma de desentendido, fez outra pergunta: “E quem é o meu próximo?”
Jesus conta uma história. Outra de Suas abordagens maravilhosas.
Um homem descia de Jerusalém para Jericó e foi assaltado. Ele foi roubado, espancado e deixado para morrer.
Pela mesma estrada desceu um sacerdote. Quando viu o homem, passou pelo outro lado. Assim como um levita.
Mas um samaritano (que eram considerados inimigos dos judeus), passou por aquele homem. Quando o viu, não passou de lado. Teve piedade dele. Cuidou de suas feridas. Colocou-o em seu cavalo, levou-o a uma hospedaria e cuidou dele. No dia seguinte, pagou ao hospedeiro pedindo que cuidasse do homem e quando ele passasse por ali novamente, pagaria todas as despesas.
Após contar a história, virou para o homem e perguntou: “Qual destes três você acha que foi o próximo do homem que caiu nas mãos dos assaltantes?”
O homem não teve como escapar e respondeu: “Aquele que teve misericórdia dele”.
Então Jesus respondeu: "Vá e faça o mesmo”.
Uhuuu! Minha plaquinha de aplausos está novamente levantada. Nunca canso de observar Sua maravilhosa sabedoria.
Aquele homem queria provar o Senhor, mas Sua resposta o deixou sem argumentação.
Temos visto que toda a Lei e os Profetas se resumem nos dois mandamentos que o perito da lei recitou. É o que deve ser seguido. Amar ao Senhor a ao próximo. Como o perito percebeu que Jesus respondeu bem (sabemos que Ele sempre responde bem), perguntou a Ele quem era o seu próximo. E Jesus, como se estivesse “desenhando” para que o perito entendesse, contou a história do bom samaritano.
Vamos pensar um pouco nessa história. O homem foi assaltado no caminho. Ficou como morto. Um sacerdote e um levita, que deveriam obrigatoriamente ter um relacionamento com o Senhor e assim amá-Lo, bem como ao próximo, passaram de largo. Não queriam “se sujar” por tocar naquele homem. Sua “limpeza” era muito mais importante para eles que cuidar de alguém. Eles passaram pelo outro lado. Ignoraram enxergar a situação em que o homem se encontrava porque não queriam ajudar. Não queriam se sujar. Não queriam gastar tempo. Não queriam gastar dinheiro. Não queriam gastar nada.
O samaritano não. Ele considerava ajudar mais importante que se sujar. Mais importante cuidar do homem do que usar seu azeite e seu vinho. Mais importante socorrer o homem que ir a pé até a próxima hospedaria enquanto o homem machucado ia deitado em seu animal. Mais importante amar do que gastar o dinheiro que precisasse para aquele homem receber o cuidado adequado até sua recuperação.
Só posso parar e me perguntar: Como tenho amado ao Senhor? E ao meu próximo? O que tem sido mais importante para mim? Tenho lido as Escrituras de maneira correta? Percebido os detalhes? Percebido o que realmente importa para o Senhor? E você?
Vamos ficar por aqui e considerar tudo isso. Amanhã prosseguimos juntos.
segunda-feira, 5 de março de 2018
Suas ordens ainda são as mesmas
Prosseguimos nossa aventura através do capítulo 10 de Lucas. Até o versículo 24.
Agora o Senhor não designou apenas doze, mas setenta e dois. E os enviou de dois em dois, à frente dEle. A todos os lugares para onde Ele mesmo estava indo. Consegue imaginar a responsabilidade? Eram precursores de Jesus naqueles lugares. Nós também somos.
Ele lhes disse que a colheita é grande. Os trabalhadores são poucos. Deviam orar pedindo que o Senhor mandasse trabalhadores para a colheita. Nós também devemos orar.
Ordenou que fossem, mesmo os enviando como cordeiros entre lobos. Também devemos ir.
Não deviam levar bolsa nem saco de viagem nem sandálias. A bagagem era a menor possível. Ela não devia atrapalhar os passos a serem dados. Como conosco.
Não deviam saudar ninguém pelo caminho. A saudação era um costume que demorava muito tempo, era muito longa. A ordem era: Não percam tempo! Conosco é a mesma coisa. Não temos tempo a esbanjar. Nada a desperdiçar.
Deveriam entrar em uma casa e dizer: “Paz a esta casa”. Se houvesse ali um homem de paz, a paz repousaria sobre ele, se não, voltaria para eles. Sempre devemos abençoar as pessoas, independente de qualquer coisa.
Se naquela casa fossem recebidos, deviam ficar nela. Comer e beber o que lhes fosse oferecido, pois o trabalhador merece o seu salário. Não deviam ficar mudando de casa em casa. Me faz pensar de alguém procurando um lugar melhor, um tratamento melhor ou uma comida melhor. Não é assim que devemos agir.
O Senhor continua Seu discurso dizendo que era para comer o que fosse posto diante deles. Não era para ficarem escolhendo o que comeriam ou não. Discípulos não ficam “escolhendo”. São agradecidos.
Deveriam curar os doentes daquela cidade e dizer-lhes que o Reino de Deus estava próximo daquelas pessoas.
Caso entrassem em uma cidade e não fossem recebidos, deveriam sair por suas ruas e dizer que até o pó da cidade que havia se apegado aos seus pés, estavam sacudindo. Ainda assim, deveriam dizer: “Fiquem certos disto: O Reino de Deus está próximo”.
Não iam curar as pessoas por falta da fé dessas pessoas, mas a mensagem do Reino deveria ser entregue. Como devemos fazer.
O Senhor disse que no dia do juízo haverá mais tolerância para Sodoma do que para aquela cidade.
Afirmou ainda que se os milagres que foram realizados em Corazim e Betsaida, tivessem sido realizados em Tiro e Sidom, essas cidades teriam se arrependido, vestindo-se de saco e cobrindo-se de cinzas. Corazim e Betsaida eram cidades de Israel, enquanto que Tiro e Sidom pertenciam à Síria.
E quanto a Cafarnaum? Ele disse que não seria elevada até o céu mas desceria até ao inferno! Por causa de sua incredulidade.
Quem lhes dessem ouvidos, estariam dando ouvidos a Ele e quem os rejeitassem, estariam rejeitando a Ele. E pior, quem O rejeita, está rejeitando Àquele que O enviou. E quem O enviou foi o Pai.
Eles foram. Fizeram o que o Senhor mandou. Quando voltaram, estavam alegres e disseram: “Senhor, até os demônios se submetem a nós, em Teu nome”.
O Senhor respondeu que viu Satanás caindo do céu como um relâmpago. Ele lhes havia dado autoridade para pisarem sobre cobras, escorpiões e todo o poder do inimigo. Nada lhes faria dano. Mas esses não deviam ser os motivos da alegria deles. E sim, o fato de terem seus nomes escritos nos céus.
Nessa hora Jesus exultou no Espírito Santo. Ele se alegrou com a maravilha da salvação e disse: “Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondestes estas coisas dos sábios e cultos e as revelastes aos pequeninos. Sim, Pai, pois assim foi do teu agrado”.
Aqueles que se acham sábios e cultos, consideram que não precisam de salvação. Só quem reconhece a necessidade de salvação é que pode ser salvo.
Tudo foi entregue a Ele. Ninguém tem a revelação de quem é o Filho, a não ser o Pai e ninguém tem a revelação de quem é o Pai, a não ser o Filho e aqueles a quem o Filho quiser revelar.
Somos bem-aventurados por essa maravilhosa revelação.
Ele terminou de orar, se voltou para Seus discípulos e lhes disse, em particular, que são felizes os olhos que viam o que eles viam porque muitos profetas e reis desejaram ver o que eles estavam vendo e ouvir o que estavam ouvindo e não viram, nem ouviram.
Vamos ficar por aqui.
Temos obedecido Suas ordens? Temos orado para que o Senhor envie trabalhadores para Sua seara? Temos levado o evangelho? Abençoado as pessoas com paz? Curado os enfermos? Anunciado que o Reino dos céus está ao alcance de todos?
O que temos anunciado?
Qual tem sido o motivo da nossa alegria? Os milagres que presenciamos ou o fato de termos sido salvos pelo Senhor e termos nosso nome escrito nos céus? Essa sim, é nossa maior riqueza.
Não é maravilhoso o privilégio que temos de seguir ao Senhor Jesus? E o privilégio de termos a Palavra dEle escrita para consultarmos sempre que quisermos? Não temos motivos para a incredulidade, nem para passarmos fome. Temos Sua Palavra e Seu Maravilhoso Espírito a nos guiar.
Quantos quiseram e não tiveram tal privilégio?
Vamos adorá-Lo.
Amanhã prosseguimos juntos. Até lá.
Agora o Senhor não designou apenas doze, mas setenta e dois. E os enviou de dois em dois, à frente dEle. A todos os lugares para onde Ele mesmo estava indo. Consegue imaginar a responsabilidade? Eram precursores de Jesus naqueles lugares. Nós também somos.
Ele lhes disse que a colheita é grande. Os trabalhadores são poucos. Deviam orar pedindo que o Senhor mandasse trabalhadores para a colheita. Nós também devemos orar.
Ordenou que fossem, mesmo os enviando como cordeiros entre lobos. Também devemos ir.
Não deviam levar bolsa nem saco de viagem nem sandálias. A bagagem era a menor possível. Ela não devia atrapalhar os passos a serem dados. Como conosco.
Não deviam saudar ninguém pelo caminho. A saudação era um costume que demorava muito tempo, era muito longa. A ordem era: Não percam tempo! Conosco é a mesma coisa. Não temos tempo a esbanjar. Nada a desperdiçar.
Deveriam entrar em uma casa e dizer: “Paz a esta casa”. Se houvesse ali um homem de paz, a paz repousaria sobre ele, se não, voltaria para eles. Sempre devemos abençoar as pessoas, independente de qualquer coisa.
Se naquela casa fossem recebidos, deviam ficar nela. Comer e beber o que lhes fosse oferecido, pois o trabalhador merece o seu salário. Não deviam ficar mudando de casa em casa. Me faz pensar de alguém procurando um lugar melhor, um tratamento melhor ou uma comida melhor. Não é assim que devemos agir.
O Senhor continua Seu discurso dizendo que era para comer o que fosse posto diante deles. Não era para ficarem escolhendo o que comeriam ou não. Discípulos não ficam “escolhendo”. São agradecidos.
Deveriam curar os doentes daquela cidade e dizer-lhes que o Reino de Deus estava próximo daquelas pessoas.
Caso entrassem em uma cidade e não fossem recebidos, deveriam sair por suas ruas e dizer que até o pó da cidade que havia se apegado aos seus pés, estavam sacudindo. Ainda assim, deveriam dizer: “Fiquem certos disto: O Reino de Deus está próximo”.
Não iam curar as pessoas por falta da fé dessas pessoas, mas a mensagem do Reino deveria ser entregue. Como devemos fazer.
O Senhor disse que no dia do juízo haverá mais tolerância para Sodoma do que para aquela cidade.
Afirmou ainda que se os milagres que foram realizados em Corazim e Betsaida, tivessem sido realizados em Tiro e Sidom, essas cidades teriam se arrependido, vestindo-se de saco e cobrindo-se de cinzas. Corazim e Betsaida eram cidades de Israel, enquanto que Tiro e Sidom pertenciam à Síria.
E quanto a Cafarnaum? Ele disse que não seria elevada até o céu mas desceria até ao inferno! Por causa de sua incredulidade.
Quem lhes dessem ouvidos, estariam dando ouvidos a Ele e quem os rejeitassem, estariam rejeitando a Ele. E pior, quem O rejeita, está rejeitando Àquele que O enviou. E quem O enviou foi o Pai.
Eles foram. Fizeram o que o Senhor mandou. Quando voltaram, estavam alegres e disseram: “Senhor, até os demônios se submetem a nós, em Teu nome”.
O Senhor respondeu que viu Satanás caindo do céu como um relâmpago. Ele lhes havia dado autoridade para pisarem sobre cobras, escorpiões e todo o poder do inimigo. Nada lhes faria dano. Mas esses não deviam ser os motivos da alegria deles. E sim, o fato de terem seus nomes escritos nos céus.
Nessa hora Jesus exultou no Espírito Santo. Ele se alegrou com a maravilha da salvação e disse: “Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondestes estas coisas dos sábios e cultos e as revelastes aos pequeninos. Sim, Pai, pois assim foi do teu agrado”.
Aqueles que se acham sábios e cultos, consideram que não precisam de salvação. Só quem reconhece a necessidade de salvação é que pode ser salvo.
Tudo foi entregue a Ele. Ninguém tem a revelação de quem é o Filho, a não ser o Pai e ninguém tem a revelação de quem é o Pai, a não ser o Filho e aqueles a quem o Filho quiser revelar.
Somos bem-aventurados por essa maravilhosa revelação.
Ele terminou de orar, se voltou para Seus discípulos e lhes disse, em particular, que são felizes os olhos que viam o que eles viam porque muitos profetas e reis desejaram ver o que eles estavam vendo e ouvir o que estavam ouvindo e não viram, nem ouviram.
Vamos ficar por aqui.
Temos obedecido Suas ordens? Temos orado para que o Senhor envie trabalhadores para Sua seara? Temos levado o evangelho? Abençoado as pessoas com paz? Curado os enfermos? Anunciado que o Reino dos céus está ao alcance de todos?
O que temos anunciado?
Qual tem sido o motivo da nossa alegria? Os milagres que presenciamos ou o fato de termos sido salvos pelo Senhor e termos nosso nome escrito nos céus? Essa sim, é nossa maior riqueza.
Não é maravilhoso o privilégio que temos de seguir ao Senhor Jesus? E o privilégio de termos a Palavra dEle escrita para consultarmos sempre que quisermos? Não temos motivos para a incredulidade, nem para passarmos fome. Temos Sua Palavra e Seu Maravilhoso Espírito a nos guiar.
Quantos quiseram e não tiveram tal privilégio?
Vamos adorá-Lo.
Amanhã prosseguimos juntos. Até lá.
quinta-feira, 1 de março de 2018
Somos ou não peregrinos?
Prosseguimos através do capítulo 9 de Lucas. Versículos 51 a 56.
O tempo em que o Senhor será elevado ao céu se aproxima. O que Ele faz? Parte resolutamente em direção a Jerusalém.
Sabe o que precisa passar. Sabe o que vai sofrer. Mas não procrastina. Está pronto a entregar Sua vida por nós. No momento certo.
Ele envia mensageiros à Sua frente, que entram em um povoado samaritano para se prepararem para a passagem do Senhor. Mas não são bem recebidos. Sabe o motivo? Notava-se em Seu semblante que ia para Jerusalém.
Tiago e João, ao se depararem com essa realidade, perguntam ao Senhor se Ele quer que façam cair fogo do céu para destruí-los. O Senhor os repreende. Não veio ao mundo para destruir os homens, veio para salvá-los.
Eles levantam-se e simplesmente vão para outro povoado. Ninguém é queimado.
Quanto a mim, quero ficar por aqui. Há alguns pontos para pensar.
Quando as pessoas olham para nós, percebem que estamos indo para Jerusalém? Em outras palavras, elas percebem que nosso lugar é o céu? Que o Reino que servimos não é esse? Percebem em quem temos crido? Percebem nossos valores? Percebem nossos amores? Percebem nossas riquezas?Percebem quem somos? Percebem que somos peregrinos nessa terra, como o Apóstolo Pedro falou (1 Pedro 2.11,12)?
E quando não somos bem recebidos, ou não nos ouvem ou ainda não fazem o que desejamos, queremos que desça fogo do céu e consuma as pessoas ou nos lembramos do amor do Senhor e clamamos por misericórdia e perdão?
Será que precisamos mudar alguns pensamentos e atitudes em nossas vidas? Será que temos agido como homens dessa terra, desse Reino?
Deixe para prosseguir amanhã. Agora, vamos pedir ao Senhor que sonde os nossos corações. E, se necessário, vamos nos arrepender.
Encontro você na segunda-feira. Até lá.
O tempo em que o Senhor será elevado ao céu se aproxima. O que Ele faz? Parte resolutamente em direção a Jerusalém.
Sabe o que precisa passar. Sabe o que vai sofrer. Mas não procrastina. Está pronto a entregar Sua vida por nós. No momento certo.
Ele envia mensageiros à Sua frente, que entram em um povoado samaritano para se prepararem para a passagem do Senhor. Mas não são bem recebidos. Sabe o motivo? Notava-se em Seu semblante que ia para Jerusalém.
Tiago e João, ao se depararem com essa realidade, perguntam ao Senhor se Ele quer que façam cair fogo do céu para destruí-los. O Senhor os repreende. Não veio ao mundo para destruir os homens, veio para salvá-los.
Eles levantam-se e simplesmente vão para outro povoado. Ninguém é queimado.
Quanto a mim, quero ficar por aqui. Há alguns pontos para pensar.
Quando as pessoas olham para nós, percebem que estamos indo para Jerusalém? Em outras palavras, elas percebem que nosso lugar é o céu? Que o Reino que servimos não é esse? Percebem em quem temos crido? Percebem nossos valores? Percebem nossos amores? Percebem nossas riquezas?Percebem quem somos? Percebem que somos peregrinos nessa terra, como o Apóstolo Pedro falou (1 Pedro 2.11,12)?
E quando não somos bem recebidos, ou não nos ouvem ou ainda não fazem o que desejamos, queremos que desça fogo do céu e consuma as pessoas ou nos lembramos do amor do Senhor e clamamos por misericórdia e perdão?
Será que precisamos mudar alguns pensamentos e atitudes em nossas vidas? Será que temos agido como homens dessa terra, desse Reino?
Deixe para prosseguir amanhã. Agora, vamos pedir ao Senhor que sonde os nossos corações. E, se necessário, vamos nos arrepender.
Encontro você na segunda-feira. Até lá.
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