Leitura do dia 28/10.
Na postagem anterior vimos o Senhor enviar Seus discípulos e agradecer ao Pai pela salvação. Um especialista da Lei coloca-O à prova. Ele conta a parábola do bom samaritano. Visita Marta e Maria. http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/lucas-101-42.html
Agora, continuamos através do capítulo onze de Lucas.
Certo dia, após orar, um de Seus discípulos pede que os ensinem a orar, como João Batista ensinara a seus discípulos.
Ele ensinou. Deu-lhes um modelo. Não devemos ficar repetindo a oração hoje conhecida como “Pai Nosso”. Ela é um modelo. Nela, Jesus nos ensina alguns pontos muito importantes.
Devemos reconhecer o Todo-Poderoso como Pai. Nosso Pai. Isso demonstra a intimidade que precisamos ter com Ele. Nosso Pai está nos céus e nos ouve. Tem prazer em ouvir nossa oração, ainda que saiba de tudo que precisamos, antes mesmo de abrirmos nossas bocas para pedir.
O louvor deve fazer parte da nossa oração. Devemos santificar Seu nome. Reconhecer quem Ele é. Único. Santo.
O desejo de que o Reino do Senhor venha deve estar em nossos corações. É com este Reino que devemos nos importar, amar, ansiar.
Precisamos desejar Sua vontade em nossas vidas, como é no céu. Lá nada acontece fora da Sua vontade. Absolutamente nada.
Nossa oração deve conter o pedido para que o Senhor supra nossas necessidades no dia de hoje. O nosso pão diário.
Não podemos nos esquecer de pedir perdão pelos nossos pecados. Nossas vestes devem estar limpas em todo o tempo. Nosso pedido de perdão está atrelado ao perdão que oferecemos àqueles que nos ofendem, nos devem, nos aborrecem.
Também devemos pedir que o Senhor nos fortaleça e nos livre das tentações, que tão de perto nos rodeiam. Que Ele nos livre do mal.
Oração é intimidade. Através dela aprendemos a conhecer nosso Pai. Não podemos negligenciar esses momentos a sós com Ele. A oração nos fortalece. Passamos a saber em quem temos crido.
Logo em seguida ao modelo de oração que nos deixou, Ele dá uma suposição aos discípulos. Que imaginem ir à casa de um amigo à meia-noite para pedir três pães. Explica que um amigo chegou sem avisar e não há o que comer. Esse amigo, importunado, diz que está tarde, e não vai ajuda-lo. Jesus garante que se continuar batendo à porta, o amigo o atenderá, se não pela amizade, pela insistência.
Ele mesmo explica que devemos pedir para receber. Procurar para encontrar. Bater na porta para que seja aberta. Todos que pedem, recebem. Quem procura, encontra. E para todos que batem, a porta é aberta.
Pergunta aos pais ali presentes se um filho lhe pedir peixe, alguém daria uma cobra? Se lhe pedir um ovo, lhe daria um escorpião? Conclui que, nós que somos pecadores sabemos dar bons presentes a nossos filhos, quanto mais nosso Pai que está no céu dará o Espírito Santo a quem pedir.
Certo dia, Jesus expulsou um demônio de um homem. Quando o demônio saiu, o homem, que era mudo, começou a falar. Todo o povo ficou atônito. Alguns, porém, disseram que expulsara o demônio pelo príncipe dos demônios, Belzebu. Acredito que a ideia de Jesus ser o Filho de Deus, lhes dava urticária. Teriam muito o que explicar e se arrepender. Estavam na contramão dEle. Alguns ainda tiveram a capacidade de exigir um sinal do céu para que provasse Sua autoridade.
Uma das coisas que mais me deixam maravilhada em Jesus, são Suas respostas. Claro, tenho vontade de fulminar aqueles homens com uma simples olhada. E Ele era (e é) Deus. Sendo acusado de ser Belzebu, príncipe dos demônios, não se defende explicitamente. Responde com sabedoria, levando Seus ouvintes e acusadores a pensar. Sua resposta é lógica pura. Ordena que eles mesmos pensem. Se Satanás está dividido e luta contra si mesmo, logo não sobreviverá. E se expulsa por Belzebu, o que dizer dos discípulos daqueles que afirmavam tal absurdo? Mas se expulsa demônios pelo Espírito de Deus (que era o caso), então o Reino de Deus chegou até eles. Simples assim. Pensem e tomem a decisão de vocês. Suas respostas sempre produzem um acelerar em meu coração.
Continua nos fornecendo mais um pouco de Sua sabedoria. Para vencer um homem forte, somente um mais forte ainda, que o vencerá, tirará dele suas armas e levará embora seus pertences.
Além disso, quem não está com Ele, está contra Ele. Com o Senhor não há meio termo. Não há um muro para ficar em cima, apenas observando o que está acontecendo. Precisamos tomar uma posição. Ou estamos com Ele, ou contra Ele. Ou O seguimos, ou O abandonamos.
Quando estava falando, uma mulher da multidão gritou que a mãe dele era feliz por ter um filho tão sábio. Jesus respondeu que mais feliz ainda eram todos que ouviam a palavra de Deus e a praticavam.
Não podemos ser apenas ouvintes de Sua palavra. Precisamos ser praticantes. A cada dia.
Enquanto a multidão o apertava Jesus disse que aquela geração perversa insistia que lhe desse um sinal. O que queriam ver? A terra se abrir e engolir alguns, como aconteceu com Coré (Números 16)? Só queriam mais uma desculpa para não seguir Jesus. Ele diz que nenhum sinal seria dado, exceto o sinal do profeta Jonas. O que aconteceu com Jonas foi um sinal para Nínive. O que aconteceria com Ele, seria uma sinal para aquela geração. Falava sobre Sua morte e ressurreição, mas claro, os fariseus e os mestres da lei não entenderam. Não tinham ouvidos para ouvir. Eram seletivos. Só ouviam e viam o que lhes interessava. O que pudesse respaldar suas vidas, não denunciá-las.
Novamente gostaria de ter uma placa escrita “aplausos” ou ser uma líder de torcida, como no vôlei ou futebol, que incentiva a torcida a gritar, bater palmas e até fazer a “ola”. Jesus afirma que os homens de Nínive se levantarão no Juízo e condenarão aquela geração incrédula, pois se converteram com a pregação de Jonas e quem estava na frente deles é maior que Jonas. Uau!
Que afirmação! Quase consigo ouvir os dentes daqueles homens rangendo de tanta raiva.
Sabia como eram nacionalistas e citou a Rainha do Sul, a Rainha de Sabá, que veio de outra nação, no sudoeste da Arábia, para ouvir a sabedoria de Salomão e, à frente deles estava alguém maior que Salomão.
Cada afirmação dEle faz meu coração saltar de alegria. Ele é maior que tudo, que todos.
Aqueles homens, no entanto, não O seguiram. E nós? Reconhecemos Sua superioridade? Sabemos quem de fato Ele é?
A incredulidade é realmente algo terrível. O Senhor explica o que aconteceria com aquela (ou essa) geração perversa. Estavam sendo limpos pela palavra que ouviam, mas não tomavam posição. A casa que havia sido antes habitada por um espírito imundo estava desocupada, varrida e em ordem. Pronta para o Senhor morar. No entanto, estava trancada. Não faziam o convite a Ele. Ficariam em um estado muito pior que o anterior. Aquele espírito imundo voltaria, levando com ele sete espíritos piores e entraria novamente na casa, passando a viver ali. E o estado daquele homem, e no caso, daquela geração, seria pior do que o primeiro. Ah, como sabemos que isso é verdadeiro.
Qual tem sido nossa atitude diante dEle, aquele que é maior que qualquer outro (Filipenses 2.9)?
Jesus, sempre falando em parábolas, explica que ninguém acende uma candeia e a coloca onde fique escondida, muito menos embaixo de uma vasilha. Pelo contrário, coloca-se a candeia no lugar apropriado, para que todos que entram naquela casa possam ver sua luz.
Continua explicando que os olhos são a candeia do corpo. Quando nossos olhos são bons, todo nosso corpo estará cheio de luz. Se forem maus, todo nosso corpo estará cheio de trevas.
Devemos ter cuidado. Para que a luz que está em nosso interior não sejam trevas.
Se nosso corpo estiver cheio de luz, e nenhuma parte estiver em trevas, estará completamente iluminado, como quando a luz de uma candeia brilha sobre nós.
Seu discurso é cheio de sabedoria, como sempre.
Ele nos ordena a sermos luz. Já vimos lá atrás, quando passávamos por Mateus. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/somos-sal-e-luz.html
O objetivo da luz é brilhar. Quando a luz brilha, as trevas acabam. As trevas são ausência de luz. Sendo luz, não podemos estar escondidos. Precisamos estar à vista, brilhando. Não podemos deixar que nos sufoquem, nos prendendo “debaixo de uma vasilha”.
Jesus mandou que tivéssemos cuidado para que a luz que estão em nosso interior não fossem trevas. Como uma luz pode ser trevas?
Imagine um lugar muito claro. E um muito escuro. Quando chegamos em um lugar muito escuro com uma lamparina bem fraquinha, aquele lugar clareia. Mas não está encharcado de luz. Apenas está um pouquinho mais claro que se não tivesse luz alguma. O que vemos nesses ambientes? Muitas sombras, que podem nos enganar. Podemos imaginar coisas ali. Coisas pequenas que se transformam em grandes. Além disso, muitas coisas não conseguimos enxergar. Detalhes então? Impossível.
Cuidado. Se esse é o seu caso, você está em trevas confundindo a realidade. A verdade não pode habitar em um lugar assim.
Nossos olhos são a candeia do nosso corpo. É com ele que enxergamos. Se enxergamos mal, vendo “homens que andam como árvores”, há algo muito errado com nossa visão. http://www.espalhandoasemente.com/2018/02/outra-cura-personalizada.html
O que temos enxergado? Que tipo de luz temos sido? Nossa luz é tão fraquinha que apenas “confunde a realidade” ou nossa luz é forte o suficiente para espantarmos as trevas?
É hora de enxergamos com verdade. Termos olhos para ver. E transformar nossa luz, se necessário for.
Logo que Jesus termina de falar, é convidado para comer na casa de um fariseu. Jesus foi.
Precisamos acompanhar essa cena.
Quando o Senhor chegou, reclinou-se à mesa. O fariseu, notando que Jesus não se lavara cerimonialmente antes da refeição, ficou surpreso.
Os fariseus eram muito cuidadosos com todos os cerimoniais. Muito mais que com suas vidas.
O Senhor, sabendo como o fariseu pensava, disse que eles, fariseus, limpavam o exterior do copo e do prato, mas interiormente estavam cheios de ganância e maldade.
Ele está à mesa, na casa do fariseu, e fala essas coisas? Nada O intimida?
Tem compromisso com a verdade. Sei disso. Ainda assim, estou boquiaberta. Minha plaquinha de aplausos na mão. Mas prefiro escondê-la. Acho que se não parar, as coisas por aqui vão ficar perigosas.
Para meu total espanto, Ele não para. Chama os fariseus de insensatos. Afinal, quem fez o exterior também fez o interior. O que significa que o interior também deve estar limpo.
Disse aos fariseus que deveriam dar ofertas aos necessitados para que o interior deles ficasse limpo. Havia claramente uma inversão de valores entre os fariseus.
Meu queixo está caído. Como tem tanta ousadia?
E, mesmo com todos em silêncio, boquiabertos, continua dizendo: “Ai de vocês, fariseus...”
Por quê?
Porque dão a Deus o dízimo das hortaliças, mas desprezam a justiça de Deus. O certo é praticar os dois.
Porque amam os lugares de honra nas sinagogas e as saudações em público. Ou seja, gostavam de “aparecer”.
Porque são como túmulos que não se veem, por sobre os quais os homens andam sem o saber. Estão mortos. E ninguém vê. Ninguém percebe.
Então, um perito da lei O interrompe e diz: “Mestre, quando dizes essas coisas, insultas também a nós”.
Quase caio. Isso vai dar briga. O que o Senhor responderá? Sei que não é "politicamente correto”, que tem compromisso com a verdade. Não tem medo de expô-la.
Ele responde: “Quanto a vocês, peritos na lei, ai de vocês também!”.
Por quê?
Porque sobrecarregam os homens com fardos que dificilmente podem carregar, mas eles mesmos não levantam um dedo sequer para ajudar.
Porque edificam os túmulos dos profetas que seus antepassados mataram. Sendo testemunhas de aprovação ao que eles fizeram. Os antepassados mataram, eles fazem os túmulos. Completam a obra.
Minha plaquinha está bem escondida. Meu coração está acelerado. Começo a temer o que pode acontecer. Os homens estão furiosos. Mas Ele não para.
Fala que Deus disse em Sua sabedoria que lhes mandaria profetas e apóstolos, mas matariam alguns e perseguiriam outros. Disse ainda que aquela geração seria considerada responsável pelo sangue de todos os profetas, derramados desde Abel, até Zacarias. Ainda repetiu. Para o caso deles não terem entendido ou achado que não ouviram direito.
Estou encolhida no meu lugar. De braços dados com você. Quase querendo me esconder.
E Jesus continua: “Ai de vocês, peritos na lei, porque se apoderaram da chave do conhecimento. Vocês mesmos não entraram e impediram os que estavam prestes a entrar!”.
Que afirmação terrível! Os peritos da lei se apoderaram da chave do conhecimento e ao invés de entrar no Caminho e andar pela Verdade para conhecer a Vida, não entravam e ainda impediam os que queriam entrar.
Nem sei se alguém comeu.
O que sei é que quando Jesus saiu dali, os fariseus e os mestres da lei começaram a opor-se fortemente a Ele e a interrogá-Lo com muitas perguntas. Esperavam apanhá-Lo em algo que dissesse.
Não se importavam em examinar suas vidas e concluir que falava a verdade. Não queriam interrogá-Lo para aprenderem. Interrogavam para pegá-Lo em alguma armadilha.
Não conhecem o Senhor. Não sabem que nada O intimida. Não sabem que Ele não é "politicamente correto". Que não teme falar a verdade. Que é comprometido com ela.
E quanto a nós? Temos tido esse compromisso? Ou gaguejamos diante de situações que deveríamos nos posicionar? Nos calamos para sermos "politicamente corretos"? Subimos no muro ou estamos comprometidos com a verdade?
Estar comprometido com a verdade não é fácil. É necessário ousadia, como o Senhor. João Batista morreu pelo seu comprometimento. Que o Senhor nos conceda Sua graça. Como precisamos aprender! http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/quem-tenho-sido-e-voce.html
Prosseguimos na próxima postagem.
Espero você. Até lá.
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terça-feira, 12 de novembro de 2019
segunda-feira, 4 de novembro de 2019
Marcos 3.1-35
Leitura do dia 20/10.
Na postagem anterior vimos Jesus curar um paralítico, chamar Levi, jantar com pecadores e publicanos. Vimos discussões a respeito do jejum e do sábado.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/marcos-21-28.html
Agora, prosseguimos através do capítulo três, do Evangelho segundo Marcos.
Novamente Jesus entra em uma sinagoga. Também entramos. Algo sempre acontece.
Ele nota um homem com uma das mãos deformadas. Seus inimigos O observam atentamente. Querem vê-Lo curar em um sábado para acusá-Lo de não cumprir a lei.
Ele ordena que o homem venha até o meio. Que fique diante de todos. O que fará? Mandará o homem para casa? Pedirá seu endereço para visitá-lo quando o sábado acabar, para curá-lo?
O homem fica ali, a espera.
Ele se volta para seus críticos. Pergunta se a lei permite fazer o bem ou o mal no sábado. Se a lei permite salvar ou destruir uma vida. Todos ficam em silêncio. O que responder? Sabem o que pretende fazer. E, no fundo, ainda que não admitam, sabem que Jesus está certo. Lembra? O sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado.
Ele os olha com ira e dor. Está triste. Sabe que seus corações estão endurecidos. Que não observam a verdadeira lei. Só querem saber de costumes, honra e posição.
Ordena que o homem estenda a mão. Ele estende. Na mesma hora sua mão fica curada.
Olho para os fariseus. Não glorificam o Senhor. Não se alegram com aquele homem. Saem. Reúnem-se com os membros do partido de Herodes. Querem tramar um meio de matá-Lo.
Jesus tem mais autoridade que eles. Ele cura. Se compadece. A multidão O segue. Não querem mais deixar que Ele "apareça". Está tomando a cena que, acreditam, pertence a eles.
Depois, Ele vai com Seus discípulos para o mar.
Uma grande multidão vinda da Galileia O segue. Como não segui-Lo? A toda hora ouvem a respeito do que está fazendo.
São muitas pessoas, vindas da Judeia, Jerusalém, Idumeia e das regiões do outro lado do Jordão. Até dos arredores de Tiro e Sidom. Todos estão atrás dEle. Todos querem vê-Lo, tocá-Lo. Ouvi-Lo.
Por causa da multidão, pede aos discípulos um barco pequeno. Quer subir nele, para evitar que O empurrem. Nós estamos observando. Ele cura a muitos. Os que sofrem das mais diversas doenças ficam empurrando. Tentam chegar mais perto. Querem tocá-Lo.
Ah, e os espíritos imundos? Sempre que O vêem prostram-se diante dEle e gritam Sua identidade. Até os demônios fazem propaganda. Impossível não falar sobre quem é. Mas sempre manda que se calem. Não quer esse tipo de propaganda.
Então, depois de ensinar e curar muitos, chama alguns. Somente alguns. Os que Ele mesmo quis. Sobe a um monte. Nós vamos com eles. O que está fazendo?
Escolhe doze, apenas doze, chama-os de apóstolos. Estarão sempre juntos. Ele os ensinará separadamente, intimamente. Enviará para pregar. A mesma mensagem que tem pregado. Sem acréscimos. Sem decréscimos. Também lhes dá autoridade para expulsar demônios.
A multidão que O seguia era enorme. Ele chama apenas doze. Os doze que estavam seguindo-O desde o começo. Irão multiplicar Seu ensino. Apenas doze. Ele gastará tempo com esses, estará junto deles para que aprendam e ensinem como Ele. Intimidade. É o que requer de nós. Não precisa de muitos. Precisa de gente comprometida com Ele.
Jesus entra em uma casa. Nós O acompanhamos, assim como uma multidão. Ele e Seus discípulos não conseguem nem comer. É muita gente clamando por atenção, atendimento. Socorro.
Quando Seus familiares ouvem, vão atrás dEle. Acham que está fora de si. Mas são as multidões que não querem largá-Lo. Assim como nós.
Os mestres da lei, vindos de Jerusalém, dizem que está com Belzebu, príncipe dos demônios e que Belzebu, é quem expulsa os demônios. Que disparate!
Já reparou que, muitas vezes, quando alguém não tem explicação para algo, encontra umas teorias completamente sem argumentos? Alguma coisa muito louca? Pois é...
Jesus chama os mestres da lei. Estamos atentos ao que dirá. Minha vontade é que mande fogo do céu só para dar uma lição a esses mestres indignos desse título. Mas Ele não é como eu. Ele ensina. Não destrói. Explica aos mestres da lei e a todos que quiserem aprender que Satanás não pode expulsar Satanás. Um reino dividido contra si mesmo não pode subsistir. Assim como uma casa dividida também não. Se Satanás se opuser a si mesmo e estiver dividido, não sobreviverá, é seu fim.
Continua dizendo que de fato ninguém entra na casa de um homem forte e leva embora seus bens, sem antes amarrá-lo. Só assim, depois de vencer o homem forte, consegue roubar sua casa.
Se queremos vencer, não podemos estar divididos. A unidade é muito importante. Por isso, o Senhor desejou que fôssemos um. Por isso a Igreja é comparada a um corpo. Nosso corpo não pode ser dividido. Ele precisa atuar em conjunto. Com o mesmo propósito. Como uma orquestra. Como uma engrenagem, que depende de todas as partes, de igual modo. Nenhum "dente" pode "quebrar". Se um dente se quebra, prejudica toda a engrenagem. Se há algo errado com o corpo, todo o corpo sofre.
Há dias que sinto tanta dor em meu ombro, que gostaria de arrancar meu braço, deixá-lo de lado na hora de dormir, para que o restante do meu corpo não sofresse com essa dor, mas não é possível. O corpo é uma unidade. E todo ele sofre quando meu braço dói.
E, se temos um inimigo a vencer, não adianta querer conseguir qualquer coisa sem antes "amarrar" o valente, ou o homem forte. Como num jogo de xadrez, precisamos derrubar o rei para ganharmos o jogo, não os peões. O mal precisa ser arrancado pela raiz, para não brotar novamente. É necessário descobrirmos quem é o valente, desmascará-lo. E derrotá-lo.
Jesus ainda lhes assegura (gosto quando diz "Eu asseguro"), que todos os pecados e blasfêmias serão perdoados, mas o que blasfemar contra o Espírito Santo não terá perdão. É culpado de pecado eterno.
As Escrituras nos dizem, em João 16.7-11, que é o Espírito Santo quem convence o homem do pecado, da justiça e do juízo. Se o homem não se deixar ser convencido por Ele, como ser perdoado? Impossível.
Que nossos olhos e ouvidos estejam atentos ao Senhor. Que sejamos obedientes. Que sejamos sensíveis ao Seu maravilhoso Espírito. Que aprendamos a importância da unidade.
Sua mãe e seus irmãos vão atrás dele. Não entram na casa onde está. Mandam alguém chamá-Lo. Ele olha para todos que estão ao Seu redor. Ensina que todos que fazem a vontade do Pai faz parte de Sua família. Sua verdadeira família é comporta por todos que O seguem, que O obedecem.
Somos parte de Sua família? Temos feito a vontade do Pai?
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo quatro de Mateus. Até o capítulo sete.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos Jesus curar um paralítico, chamar Levi, jantar com pecadores e publicanos. Vimos discussões a respeito do jejum e do sábado.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/marcos-21-28.html
Agora, prosseguimos através do capítulo três, do Evangelho segundo Marcos.
Novamente Jesus entra em uma sinagoga. Também entramos. Algo sempre acontece.
Ele nota um homem com uma das mãos deformadas. Seus inimigos O observam atentamente. Querem vê-Lo curar em um sábado para acusá-Lo de não cumprir a lei.
Ele ordena que o homem venha até o meio. Que fique diante de todos. O que fará? Mandará o homem para casa? Pedirá seu endereço para visitá-lo quando o sábado acabar, para curá-lo?
O homem fica ali, a espera.
Ele se volta para seus críticos. Pergunta se a lei permite fazer o bem ou o mal no sábado. Se a lei permite salvar ou destruir uma vida. Todos ficam em silêncio. O que responder? Sabem o que pretende fazer. E, no fundo, ainda que não admitam, sabem que Jesus está certo. Lembra? O sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado.
Ele os olha com ira e dor. Está triste. Sabe que seus corações estão endurecidos. Que não observam a verdadeira lei. Só querem saber de costumes, honra e posição.
Ordena que o homem estenda a mão. Ele estende. Na mesma hora sua mão fica curada.
Olho para os fariseus. Não glorificam o Senhor. Não se alegram com aquele homem. Saem. Reúnem-se com os membros do partido de Herodes. Querem tramar um meio de matá-Lo.
Jesus tem mais autoridade que eles. Ele cura. Se compadece. A multidão O segue. Não querem mais deixar que Ele "apareça". Está tomando a cena que, acreditam, pertence a eles.
Depois, Ele vai com Seus discípulos para o mar.
Uma grande multidão vinda da Galileia O segue. Como não segui-Lo? A toda hora ouvem a respeito do que está fazendo.
São muitas pessoas, vindas da Judeia, Jerusalém, Idumeia e das regiões do outro lado do Jordão. Até dos arredores de Tiro e Sidom. Todos estão atrás dEle. Todos querem vê-Lo, tocá-Lo. Ouvi-Lo.
Por causa da multidão, pede aos discípulos um barco pequeno. Quer subir nele, para evitar que O empurrem. Nós estamos observando. Ele cura a muitos. Os que sofrem das mais diversas doenças ficam empurrando. Tentam chegar mais perto. Querem tocá-Lo.
Ah, e os espíritos imundos? Sempre que O vêem prostram-se diante dEle e gritam Sua identidade. Até os demônios fazem propaganda. Impossível não falar sobre quem é. Mas sempre manda que se calem. Não quer esse tipo de propaganda.
Então, depois de ensinar e curar muitos, chama alguns. Somente alguns. Os que Ele mesmo quis. Sobe a um monte. Nós vamos com eles. O que está fazendo?
Escolhe doze, apenas doze, chama-os de apóstolos. Estarão sempre juntos. Ele os ensinará separadamente, intimamente. Enviará para pregar. A mesma mensagem que tem pregado. Sem acréscimos. Sem decréscimos. Também lhes dá autoridade para expulsar demônios.
A multidão que O seguia era enorme. Ele chama apenas doze. Os doze que estavam seguindo-O desde o começo. Irão multiplicar Seu ensino. Apenas doze. Ele gastará tempo com esses, estará junto deles para que aprendam e ensinem como Ele. Intimidade. É o que requer de nós. Não precisa de muitos. Precisa de gente comprometida com Ele.
Jesus entra em uma casa. Nós O acompanhamos, assim como uma multidão. Ele e Seus discípulos não conseguem nem comer. É muita gente clamando por atenção, atendimento. Socorro.
Quando Seus familiares ouvem, vão atrás dEle. Acham que está fora de si. Mas são as multidões que não querem largá-Lo. Assim como nós.
Os mestres da lei, vindos de Jerusalém, dizem que está com Belzebu, príncipe dos demônios e que Belzebu, é quem expulsa os demônios. Que disparate!
Já reparou que, muitas vezes, quando alguém não tem explicação para algo, encontra umas teorias completamente sem argumentos? Alguma coisa muito louca? Pois é...
Jesus chama os mestres da lei. Estamos atentos ao que dirá. Minha vontade é que mande fogo do céu só para dar uma lição a esses mestres indignos desse título. Mas Ele não é como eu. Ele ensina. Não destrói. Explica aos mestres da lei e a todos que quiserem aprender que Satanás não pode expulsar Satanás. Um reino dividido contra si mesmo não pode subsistir. Assim como uma casa dividida também não. Se Satanás se opuser a si mesmo e estiver dividido, não sobreviverá, é seu fim.
Continua dizendo que de fato ninguém entra na casa de um homem forte e leva embora seus bens, sem antes amarrá-lo. Só assim, depois de vencer o homem forte, consegue roubar sua casa.
Se queremos vencer, não podemos estar divididos. A unidade é muito importante. Por isso, o Senhor desejou que fôssemos um. Por isso a Igreja é comparada a um corpo. Nosso corpo não pode ser dividido. Ele precisa atuar em conjunto. Com o mesmo propósito. Como uma orquestra. Como uma engrenagem, que depende de todas as partes, de igual modo. Nenhum "dente" pode "quebrar". Se um dente se quebra, prejudica toda a engrenagem. Se há algo errado com o corpo, todo o corpo sofre.
Há dias que sinto tanta dor em meu ombro, que gostaria de arrancar meu braço, deixá-lo de lado na hora de dormir, para que o restante do meu corpo não sofresse com essa dor, mas não é possível. O corpo é uma unidade. E todo ele sofre quando meu braço dói.
E, se temos um inimigo a vencer, não adianta querer conseguir qualquer coisa sem antes "amarrar" o valente, ou o homem forte. Como num jogo de xadrez, precisamos derrubar o rei para ganharmos o jogo, não os peões. O mal precisa ser arrancado pela raiz, para não brotar novamente. É necessário descobrirmos quem é o valente, desmascará-lo. E derrotá-lo.
Jesus ainda lhes assegura (gosto quando diz "Eu asseguro"), que todos os pecados e blasfêmias serão perdoados, mas o que blasfemar contra o Espírito Santo não terá perdão. É culpado de pecado eterno.
As Escrituras nos dizem, em João 16.7-11, que é o Espírito Santo quem convence o homem do pecado, da justiça e do juízo. Se o homem não se deixar ser convencido por Ele, como ser perdoado? Impossível.
Que nossos olhos e ouvidos estejam atentos ao Senhor. Que sejamos obedientes. Que sejamos sensíveis ao Seu maravilhoso Espírito. Que aprendamos a importância da unidade.
Sua mãe e seus irmãos vão atrás dele. Não entram na casa onde está. Mandam alguém chamá-Lo. Ele olha para todos que estão ao Seu redor. Ensina que todos que fazem a vontade do Pai faz parte de Sua família. Sua verdadeira família é comporta por todos que O seguem, que O obedecem.
Somos parte de Sua família? Temos feito a vontade do Pai?
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo quatro de Mateus. Até o capítulo sete.
Espero você. Até lá.
segunda-feira, 21 de outubro de 2019
Mateus 12.1-50
Leitura do dia 14/10.
Na postagem anterior, vimos João Batista perguntar se Jesus era mesmo o Messias. Estava preso. Também vimos o testemunho do Senhor a João batista. E sua denúncia àquela geração.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-111-30.html
Prosseguindo nossa caminhada por Mateus, chegamos ao capítulo doze.
Se olharmos para trás, quantas coisas vistas e aprendidas! Espero que estejam aproveitando.
Os ensinos de Jesus são realmente fantásticos e revolucionários. Muitas vezes esquecemos de olhar a essência contida neles. O importante não são regras, são relacionamentos. Jesus sempre aponta para a importância do homem. E seu relacionamento com o Pai.
Quantas vezes pensamos nos mandamentos do Senhor como um peso. Mas todos foram ordenados para o nosso bem. Se os seguirmos, teremos paz e alegria em nossas vidas. O Pai nos deu mandamentos por nos amar, por desejar o melhor para nós, uma vida abundante e feliz. Sem culpa, sem fardos.
Lembra quando Jesus falou que o pecado começa no coração? Pecado significa errar o alvo. O alvo é fazer o correto diante de Deus, primeiro em nossos corações.
Jesus e os discípulos estavam caminhando pelas lavouras de cereal no sábado. A lei dizia que na colheita não deveria ser retirado tudo, para que os pobres e as viúvas pudessem colher para si. Observe o cuidado do Senhor.
Os discípulos estavam com fome e começaram a colher espigas para comê-las. Você já parou para pensar como era a vida desses homens seguindo a Jesus? Ele está sempre em movimento. O tempo todo. Até quando tenta descansar e levar os discípulos para o descanso, as multidões os seguem e Jesus, compadecido delas, as ensina e cura.
Os fariseus possuíam uma veia de acusação. A mesma que pulsa nos religiosos de todas as épocas. Não conseguem enxergar o que o Senhor está fazendo. Procuram insistentemente algo de errado em que se apegar e perdem o tempo de Deus.
Aqui apontam para Jesus, como querendo que Ele repreenda Seus discípulos por estarem colhendo aquelas espigas no sábado. Não era uma colheita, eles a estavam comendo. Com fome. Jesus responde que Davi comeu o pão que pertencia apenas aos sacerdotes. E foi além. Os sacerdotes faziam atividades no templo, aos sábados, e ficavam sem culpas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-211-14.html
Somos uma nação de sacerdotes.
Jesus revelou àqueles fariseus que Ele é maior que o templo. Que é o Senhor do sábado. O que interessa ao Senhor não são regras sobre regras. Eles (e nós) deveriam (os) aprender o que significa “Misericórdia quero, não sacrifícios”. Se soubessem o significado dessas palavras, muitos inocentes não teriam sido condenados. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/miqueias-61-720.html
Infelizmente, se pararmos para pensar, nos lembraremos de vários casos em que regras e costumes prevaleceram sobre pessoas, ferindo-as, condenando-as e afastando-as do Evangelho. É muito triste.
Quando Jesus e Seus discípulos saíram da lavoura, foram até à sinagoga daqueles fariseus. Estava ali um homem com uma das mãos atrofiadas. Limitado em seus afazeres.
Mais uma vez os fariseus deixam claro que não se importavam com as pessoas, embora fossem os “guardiões” da lei. Eles queriam um motivo para condenar a Jesus e perguntaram-lhe se era permitido curar no sábado. As palavras de Jesus quando caminhavam pela lavoura não entraram neles. Não entenderam nada.
Se fosse eu, teria me transformado na Sarah O’Connor e “mandado bala” naqueles fariseus. Mas Jesus, que é manso (força sob controle), simplesmente responde sabiamente, com outra pergunta: “Qual de vocês, se tiver uma ovelha e ela cair num buraco no sábado, não irá pegá-la e tirá-la de lá”?
Devem ter pensado, pelo menos um pouquinho, nessa pergunta. Jesus continua dizendo que um homem vale mais que uma ovelha. Portanto, era (e é) permitido fazer o bem no sábado. Mandou que o homem estendesse sua mão e ela ficou boa como a outra.
E os fariseus? Não glorificaram ao Senhor por aquele milagre. Não enxergaram o homem. Não enxergaram o milagre. Saíram dali e começaram a conspirar como poderiam matar Jesus. Matar Jesus! Por Ele ensinar a importância do ser humano. Por curar no sábado.
Que o Senhor nos livre de um coração acusador, que não enxerga o homem. Que só enxerga regra sobre regras.
Que deixemos nossos corações serem sondados pelo maravilho Espírito Santo.
Que sejamos misericordiosos e não acusadores.
O Senhor, sabendo da trama dos fariseus, retirou-se dali.
Muitos O seguiram e, como sempre fazia, curou todos os doentes, advertindo-os que não dissessem quem era, para que se cumprisse o que estava escrito a respeito dEle em Isaías, capítulo quarenta e dois. O Ungido de Deus, Jesus, não sairia gritando “por aí”, mas seria (e é, e sempre foi), Aquele em que as nações colocariam a esperança. O único capaz de nos salvar.
Levaram até Ele um endemoninhado, que era cego e mudo. Jesus o curou. Todo o povo ficou atônito. E começaram a perguntar: “Será que este é o Filho de Deus”?
Quando os fariseus souberam, disseram que Jesus havia expulso o demônio pelo príncipe dos demônios, Belzebu. Acredito que a ideia de Jesus ser o Filho de Deus, lhes dava urticária. Teriam muito o que explicar e se arrepender. Estavam na contra-mão dEle.
Uma das coisas que mais me deixam maravilhada em Jesus, são Suas respostas. Claro, tenho vontade de fulminar aqueles fariseus com uma simples olhada. E Ele era (e é) Deus. Sendo acusado de ser Belzebu, príncipe dos demônios, não se defende explicitamente. Responde com sabedoria, levando Seus ouvintes e acusadores a pensar.
Sua resposta é lógica pura: “Pensem vocês. Um reino dividido contra si mesmo logo cairá mas se Eu expulso demônios pelo Espírito de Deus (que era o caso), então o Reino de Deus chegou até vocês”. Simples assim. Pensem e tomem a decisão de vocês. Suas respostas sempre produzem um acelerar em meu coração.
E continua, nos fornecendo mais um pouco de Sua sabedoria. Quem não estava com Ele, estava contra Ele. Com o Senhor não há meio termo. Não há um muro para ficar em cima, apenas observando o que está acontecendo. Precisamos tomar uma posição. Ou estamos com Ele, ou contra Ele. Ou O seguimos, ou O abandonamos.
O Espírito Santo é Aquele que veio para convencer o homem do pecado, da justiça e do juízo, conforme está escrito em João 16.8. Se não nos deixarmos sermos convencidos por Ele, como haver perdão para nós? Impossível.
Jesus então fala das árvores. Uma árvore boa produz fruto bom e uma árvore ruim, fruto ruim. Elas são conhecidas pelos seus frutos.
Agora, Ele me deixa boquiaberta. Olho para Ele e minha admiração aumenta. Tenho vontade de pular e bater palmas. De arrumar uma placa escrita “Aplausos” e mostrar para todos. Ele os chama de raça de víboras! O manso (força sob controle) Senhor os chama de raça de víboras. Mas ao contrário de mim (se eu fosse falar), a veia de Seu pescoço não se altera. Ele simplesmente fala. A verdade. E continua, com Sua lógica maravilhosa aos meus olhos: “Como vocês sendo maus, podem dizer coisas boas?". Não é possível, Ele explica, “a boca fala do que está cheio o coração”. É assim.
Somos aquilo que falamos porque falamos aquilo que está dentro de nós. O homem bom sempre irá tirar coisas boas de seu tesouro, e o homem mau irá sempre tirar coisas ruins. É o fruto daquilo que somos. Mas, cuidado, tudo o que falarmos será julgado um dia. E seremos condenados ou absolvidos, pelas nossas próprias palavras.
Observando Sua sabedoria fico mais apaixonada por Ele, mais a cada dia. Sondemos nossos corações. O que há dentro deles? O que temos falado? Somos acusadores, como os fariseus ou somos abençoadores como Jesus? Estendemos a mão ou apontamos o dedo? Abraçamos em socorro ou viramos as costas?
"Que as palavras da minha boca e o meditar do meu coração sejam aceitáveis na Tua presença, Senhor, minha Rocha e meu vingador!" - Salmos 19.14
Se você me conhece, sabe que sou uma pessoa extremamente calma. Mas os fariseus me deixam irada. É terrível como pessoas que não têm disposição para crer, encontram desculpas e empecilhos para tal.
Na postagem anterior, vimos João Batista perguntar se Jesus era mesmo o Messias. Estava preso. Também vimos o testemunho do Senhor a João batista. E sua denúncia àquela geração.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-111-30.html
Prosseguindo nossa caminhada por Mateus, chegamos ao capítulo doze.
Se olharmos para trás, quantas coisas vistas e aprendidas! Espero que estejam aproveitando.
Os ensinos de Jesus são realmente fantásticos e revolucionários. Muitas vezes esquecemos de olhar a essência contida neles. O importante não são regras, são relacionamentos. Jesus sempre aponta para a importância do homem. E seu relacionamento com o Pai.
Quantas vezes pensamos nos mandamentos do Senhor como um peso. Mas todos foram ordenados para o nosso bem. Se os seguirmos, teremos paz e alegria em nossas vidas. O Pai nos deu mandamentos por nos amar, por desejar o melhor para nós, uma vida abundante e feliz. Sem culpa, sem fardos.
Lembra quando Jesus falou que o pecado começa no coração? Pecado significa errar o alvo. O alvo é fazer o correto diante de Deus, primeiro em nossos corações.
Jesus e os discípulos estavam caminhando pelas lavouras de cereal no sábado. A lei dizia que na colheita não deveria ser retirado tudo, para que os pobres e as viúvas pudessem colher para si. Observe o cuidado do Senhor.
Os discípulos estavam com fome e começaram a colher espigas para comê-las. Você já parou para pensar como era a vida desses homens seguindo a Jesus? Ele está sempre em movimento. O tempo todo. Até quando tenta descansar e levar os discípulos para o descanso, as multidões os seguem e Jesus, compadecido delas, as ensina e cura.
Os fariseus possuíam uma veia de acusação. A mesma que pulsa nos religiosos de todas as épocas. Não conseguem enxergar o que o Senhor está fazendo. Procuram insistentemente algo de errado em que se apegar e perdem o tempo de Deus.
Aqui apontam para Jesus, como querendo que Ele repreenda Seus discípulos por estarem colhendo aquelas espigas no sábado. Não era uma colheita, eles a estavam comendo. Com fome. Jesus responde que Davi comeu o pão que pertencia apenas aos sacerdotes. E foi além. Os sacerdotes faziam atividades no templo, aos sábados, e ficavam sem culpas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-211-14.html
Somos uma nação de sacerdotes.
Jesus revelou àqueles fariseus que Ele é maior que o templo. Que é o Senhor do sábado. O que interessa ao Senhor não são regras sobre regras. Eles (e nós) deveriam (os) aprender o que significa “Misericórdia quero, não sacrifícios”. Se soubessem o significado dessas palavras, muitos inocentes não teriam sido condenados. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/miqueias-61-720.html
Infelizmente, se pararmos para pensar, nos lembraremos de vários casos em que regras e costumes prevaleceram sobre pessoas, ferindo-as, condenando-as e afastando-as do Evangelho. É muito triste.
Quando Jesus e Seus discípulos saíram da lavoura, foram até à sinagoga daqueles fariseus. Estava ali um homem com uma das mãos atrofiadas. Limitado em seus afazeres.
Mais uma vez os fariseus deixam claro que não se importavam com as pessoas, embora fossem os “guardiões” da lei. Eles queriam um motivo para condenar a Jesus e perguntaram-lhe se era permitido curar no sábado. As palavras de Jesus quando caminhavam pela lavoura não entraram neles. Não entenderam nada.
Se fosse eu, teria me transformado na Sarah O’Connor e “mandado bala” naqueles fariseus. Mas Jesus, que é manso (força sob controle), simplesmente responde sabiamente, com outra pergunta: “Qual de vocês, se tiver uma ovelha e ela cair num buraco no sábado, não irá pegá-la e tirá-la de lá”?
Devem ter pensado, pelo menos um pouquinho, nessa pergunta. Jesus continua dizendo que um homem vale mais que uma ovelha. Portanto, era (e é) permitido fazer o bem no sábado. Mandou que o homem estendesse sua mão e ela ficou boa como a outra.
E os fariseus? Não glorificaram ao Senhor por aquele milagre. Não enxergaram o homem. Não enxergaram o milagre. Saíram dali e começaram a conspirar como poderiam matar Jesus. Matar Jesus! Por Ele ensinar a importância do ser humano. Por curar no sábado.
Que o Senhor nos livre de um coração acusador, que não enxerga o homem. Que só enxerga regra sobre regras.
Que deixemos nossos corações serem sondados pelo maravilho Espírito Santo.
Que sejamos misericordiosos e não acusadores.
O Senhor, sabendo da trama dos fariseus, retirou-se dali.
Muitos O seguiram e, como sempre fazia, curou todos os doentes, advertindo-os que não dissessem quem era, para que se cumprisse o que estava escrito a respeito dEle em Isaías, capítulo quarenta e dois. O Ungido de Deus, Jesus, não sairia gritando “por aí”, mas seria (e é, e sempre foi), Aquele em que as nações colocariam a esperança. O único capaz de nos salvar.
Levaram até Ele um endemoninhado, que era cego e mudo. Jesus o curou. Todo o povo ficou atônito. E começaram a perguntar: “Será que este é o Filho de Deus”?
Quando os fariseus souberam, disseram que Jesus havia expulso o demônio pelo príncipe dos demônios, Belzebu. Acredito que a ideia de Jesus ser o Filho de Deus, lhes dava urticária. Teriam muito o que explicar e se arrepender. Estavam na contra-mão dEle.
Uma das coisas que mais me deixam maravilhada em Jesus, são Suas respostas. Claro, tenho vontade de fulminar aqueles fariseus com uma simples olhada. E Ele era (e é) Deus. Sendo acusado de ser Belzebu, príncipe dos demônios, não se defende explicitamente. Responde com sabedoria, levando Seus ouvintes e acusadores a pensar.
Sua resposta é lógica pura: “Pensem vocês. Um reino dividido contra si mesmo logo cairá mas se Eu expulso demônios pelo Espírito de Deus (que era o caso), então o Reino de Deus chegou até vocês”. Simples assim. Pensem e tomem a decisão de vocês. Suas respostas sempre produzem um acelerar em meu coração.
E continua, nos fornecendo mais um pouco de Sua sabedoria. Quem não estava com Ele, estava contra Ele. Com o Senhor não há meio termo. Não há um muro para ficar em cima, apenas observando o que está acontecendo. Precisamos tomar uma posição. Ou estamos com Ele, ou contra Ele. Ou O seguimos, ou O abandonamos.
O Espírito Santo é Aquele que veio para convencer o homem do pecado, da justiça e do juízo, conforme está escrito em João 16.8. Se não nos deixarmos sermos convencidos por Ele, como haver perdão para nós? Impossível.
Jesus então fala das árvores. Uma árvore boa produz fruto bom e uma árvore ruim, fruto ruim. Elas são conhecidas pelos seus frutos.
Agora, Ele me deixa boquiaberta. Olho para Ele e minha admiração aumenta. Tenho vontade de pular e bater palmas. De arrumar uma placa escrita “Aplausos” e mostrar para todos. Ele os chama de raça de víboras! O manso (força sob controle) Senhor os chama de raça de víboras. Mas ao contrário de mim (se eu fosse falar), a veia de Seu pescoço não se altera. Ele simplesmente fala. A verdade. E continua, com Sua lógica maravilhosa aos meus olhos: “Como vocês sendo maus, podem dizer coisas boas?". Não é possível, Ele explica, “a boca fala do que está cheio o coração”. É assim.
Somos aquilo que falamos porque falamos aquilo que está dentro de nós. O homem bom sempre irá tirar coisas boas de seu tesouro, e o homem mau irá sempre tirar coisas ruins. É o fruto daquilo que somos. Mas, cuidado, tudo o que falarmos será julgado um dia. E seremos condenados ou absolvidos, pelas nossas próprias palavras.
Observando Sua sabedoria fico mais apaixonada por Ele, mais a cada dia. Sondemos nossos corações. O que há dentro deles? O que temos falado? Somos acusadores, como os fariseus ou somos abençoadores como Jesus? Estendemos a mão ou apontamos o dedo? Abraçamos em socorro ou viramos as costas?
"Que as palavras da minha boca e o meditar do meu coração sejam aceitáveis na Tua presença, Senhor, minha Rocha e meu vingador!" - Salmos 19.14
Se você me conhece, sabe que sou uma pessoa extremamente calma. Mas os fariseus me deixam irada. É terrível como pessoas que não têm disposição para crer, encontram desculpas e empecilhos para tal.
Depois de tudo que vimos o Senhor realizar nos últimos versículos e contemplar a multidão atônita diante desses fatos, alguns fariseus e mestres da lei (mestres da lei!) pedem a Jesus um sinal milagroso. O que queriam ver? A terra se abrir e engolir alguns, como aconteceu com Coré (Está registrado em Números 16)? Só queriam mais uma desculpa para não seguir Jesus.
Como sempre, Sua resposta faz meu coração acelerar. Sua ousadia me deixa completamente apaixonada. Ele responde: “Uma geração perversa e adúltera pede um sinal milagroso! Mas nenhum sinal será dado, exceto o sinal do profeta Jonas”. E explica que assim como Jonas esteve no ventre de um grande peixe, Ele ficaria no coração da terra. Falava sobre Sua morte e ressurreição, mas claro, os fariseus e os mestres da lei não entenderam. Não tinham ouvidos para ouvir. Eram seletivos. Só ouviam e viam o que lhes interessava. O que pudesse respaldar suas vidas, não denunciá-las.
Novamente gostaria de ter uma placa escrita “aplausos” ou ser uma líder de torcida, como no vôlei ou futebol, que incentiva a torcida a gritar, bater palmas e até fazer a “ola”. Jesus afirma que os homens de Nínive se levantarão no Juízo e condenarão essa geração incrédula, pois se converteram com a pregação de Jonas e “agora está aqui O que é maior do que Jonas”. Uau! Que afirmação. Quase consigo ouvir os dentes daqueles homens rangendo de tanta raiva.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/jonas-21-411.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/jonas-21-411.html
Ele não parou aí. Sabia como aqueles homens eram nacionalistas e citou a Rainha do Sul, a Rainha de Sabá, que veio de outra nação, para ouvir a sabedoria de Salomão, “e agora está aqui o que é maior do que Salomão”. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-101-10.html
Cada afirmação dEle faz meu coração saltar de alegria. Ele é maior que tudo, que todos.
Aqueles homens, no entanto, não O seguiram. E nós? Reconhecemos Sua superioridade? Sabemos quem de fato Ele é?
A incredulidade é realmente algo terrível. O Senhor explica o que aconteceria com aquela (ou essa) geração perversa. Estavam sendo limpos pela palavra que ouviam, mas não tomavam posição. A casa que havia sido antes habitada por um espírito imundo estava desocupada, varrida e em ordem. Pronta para o Senhor morar. No entanto, estava trancada. Não faziam o convite a Ele. Ficariam em um estado muito pior que o anterior. Aquele espírito imundo voltaria, levando com ele sete espíritos piores e entraria novamente na casa, passando a viver ali. E o estado daquele homem, e no caso, daquela geração, seria pior do que o primeiro. Ah, como sabemos que isso é verdadeiro.
Quando cremos e O seguimos, nos tornamos Sua família, Sua responsabilidade. Seu cuidado está sobre nós. Quando porém, O ignoramos, estamos vulneráveis, sem defesa.
Qual tem sido nossa atitude diante dEle, aquele que é maior que qualquer outro?
“Por isso, Deus também o exaltou sobremaneira à mais elevada posição e lhe deu o Nome que está acima de qualquer outro nome;” – Filipenses 2.9
Continuamos amanhã, leremos a partir do capítulo treze. Até o capítulo quinze.
Espero você. Até lá.
Espero você. Até lá.
quarta-feira, 3 de abril de 2019
2 Reis 1.9-18
Leitura do dia 05/04.
Na postagem anterior, vimos que o rei de Israel, Acazias, mandou mensageiros a Baal-Zebube, deus de Ecrom, para ver se ficaria ou não curado. Seus mensageiros encontraram o profeta Elias. Que lhe enviou uma mensagem.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-11-8.html
Agora, prosseguiremos ainda pelas páginas do capítulo um, a partir do versículo nove, até o final.
Assim que ouviu seus mensageiros, Acazias identificou Elias. Ele enviou um capitão com uma tropa de cinquenta soldados procurá-lo. Queria vê-lo.
Seu capitão o encontrou. Estava sentado no alto de uma colina. O capitão o chamou dizendo: “Homem de Deus, o rei ordena que desças!”
Elias respondeu ao capitão com seus cinquenta soldados que se ele de fato era um homem de Deus, desceria fogo do céu e exterminaria a ele e seus cinquenta homens. No mesmo instante, desceu do céu um fogo arrasador. Consumiu o oficial e seus soldados.
O rei insistiu. Queria falar com Elias de qualquer jeito. Enviou outro chefe de tropa. Novamente com cinquenta guerreiros. Ele fez o mesmo que o anterior. Ordenou ao profeta: “Ó homem de Deus, assim convoca o rei: ‘Desce depressa!’”
Elias respondeu a este oficial da mesma forma que havia respondido ao outro. O fogo de Deus desceu do céu e consumiu também este oficial e seus cinquenta soldados.
Pela terceira vez o rei enviou outro capitão com sua tropa de cinquenta guerreiros.
Esse terceiro oficial era diferente. Sabia quem era. Sabia quem era Elias. Sabia se humilhar. Sabia se ajoelhar. Possuía coragem para ser humilde. Não era hora de dar ordens. Chegou onde estava o profeta e colocou-se de joelhos diante dele. Reconheceu que Elias era um homem de Deus. Suplicou-lhe que considerasse preciosa sua vida e a de seus soldados. Colocou-se na condição de servo de Elias. Lembrou ao profeta que o fogo de Deus desceu do céu e destruiu os dois primeiros chefes de tropas de cinquenta e todos os seus soldados e pediu que Elias tivesse misericórdia de sua vida.
Diante da atitude desse oficial, o Anjo do Senhor orientou que Elias fosse com ele e não tivesse medo. Elias também sabia quem era. Sabia quem ouvir. Prontamente se levantou e desceu com o oficial.
Ao chegar diante do rei, repetiu, sem qualquer temor, a mensagem do Senhor, perguntando-lhe porque havia mandado mensageiros consultar Baal-Zebube, deus de Ecrom. Acaso não havia Deus em Israel, para que consultasse Sua Palavra? Disse-lhe também que, do leito em que estava deitado não se levantaria jamais. Com toda a certeza morreria.
Foi o que aconteceu. Acazias morreu conforme o Senhor havia determinado.
Como não tinha filhos, Jorão, seu irmão, reinou em seu lugar.
Que possamos aprender com esse capitão de tropas. Apesar de seu alto cargo diante do exército de Israel e seu rei, não se importou em humilhar-se diante de Elias, o homem de Deus. Por causa de sua atitude, de sua humildade, ele e seus homens foram salvos da morte.
Que possamos aprender com Elias, teve discernimento de qual capitão havia de seguir. Não aos que lhe deram ordens, mas ao único que suplicou sua misericórdia. Também teve discernimento para ouvir a voz do Senhor e coragem para entregar Sua palavra.
Que aprendamos também com Acazias. Que não sejamos como ele. Que reconheçamos que o Senhor é Deus. Não precisamos ir a qualquer outro lugar atrás de ídolo algum.
E agora? O que nos conta o capítulo dois a respeito de Jorão? Fez ou não o que era agradável ao Senhor?
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/coragem-para-se-ajoelhar.html
Na postagem anterior, vimos que o rei de Israel, Acazias, mandou mensageiros a Baal-Zebube, deus de Ecrom, para ver se ficaria ou não curado. Seus mensageiros encontraram o profeta Elias. Que lhe enviou uma mensagem.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-11-8.html
Agora, prosseguiremos ainda pelas páginas do capítulo um, a partir do versículo nove, até o final.
Assim que ouviu seus mensageiros, Acazias identificou Elias. Ele enviou um capitão com uma tropa de cinquenta soldados procurá-lo. Queria vê-lo.
Seu capitão o encontrou. Estava sentado no alto de uma colina. O capitão o chamou dizendo: “Homem de Deus, o rei ordena que desças!”
Elias respondeu ao capitão com seus cinquenta soldados que se ele de fato era um homem de Deus, desceria fogo do céu e exterminaria a ele e seus cinquenta homens. No mesmo instante, desceu do céu um fogo arrasador. Consumiu o oficial e seus soldados.
O rei insistiu. Queria falar com Elias de qualquer jeito. Enviou outro chefe de tropa. Novamente com cinquenta guerreiros. Ele fez o mesmo que o anterior. Ordenou ao profeta: “Ó homem de Deus, assim convoca o rei: ‘Desce depressa!’”
Elias respondeu a este oficial da mesma forma que havia respondido ao outro. O fogo de Deus desceu do céu e consumiu também este oficial e seus cinquenta soldados.
Pela terceira vez o rei enviou outro capitão com sua tropa de cinquenta guerreiros.
Esse terceiro oficial era diferente. Sabia quem era. Sabia quem era Elias. Sabia se humilhar. Sabia se ajoelhar. Possuía coragem para ser humilde. Não era hora de dar ordens. Chegou onde estava o profeta e colocou-se de joelhos diante dele. Reconheceu que Elias era um homem de Deus. Suplicou-lhe que considerasse preciosa sua vida e a de seus soldados. Colocou-se na condição de servo de Elias. Lembrou ao profeta que o fogo de Deus desceu do céu e destruiu os dois primeiros chefes de tropas de cinquenta e todos os seus soldados e pediu que Elias tivesse misericórdia de sua vida.
Diante da atitude desse oficial, o Anjo do Senhor orientou que Elias fosse com ele e não tivesse medo. Elias também sabia quem era. Sabia quem ouvir. Prontamente se levantou e desceu com o oficial.
Ao chegar diante do rei, repetiu, sem qualquer temor, a mensagem do Senhor, perguntando-lhe porque havia mandado mensageiros consultar Baal-Zebube, deus de Ecrom. Acaso não havia Deus em Israel, para que consultasse Sua Palavra? Disse-lhe também que, do leito em que estava deitado não se levantaria jamais. Com toda a certeza morreria.
Foi o que aconteceu. Acazias morreu conforme o Senhor havia determinado.
Como não tinha filhos, Jorão, seu irmão, reinou em seu lugar.
Que possamos aprender com esse capitão de tropas. Apesar de seu alto cargo diante do exército de Israel e seu rei, não se importou em humilhar-se diante de Elias, o homem de Deus. Por causa de sua atitude, de sua humildade, ele e seus homens foram salvos da morte.
Que possamos aprender com Elias, teve discernimento de qual capitão havia de seguir. Não aos que lhe deram ordens, mas ao único que suplicou sua misericórdia. Também teve discernimento para ouvir a voz do Senhor e coragem para entregar Sua palavra.
Que aprendamos também com Acazias. Que não sejamos como ele. Que reconheçamos que o Senhor é Deus. Não precisamos ir a qualquer outro lugar atrás de ídolo algum.
E agora? O que nos conta o capítulo dois a respeito de Jorão? Fez ou não o que era agradável ao Senhor?
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/coragem-para-se-ajoelhar.html
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2 Reis 1.1-8
Leitura do dia 05/04.
Começamos uma nova caminhada. Agora, através do livro de 2 Reis.
Olhe para trás. Quanto já lemos. Quanto já aprendemos com as Escrituras. E não foi bom?
Ontem, vimos o ataque de Ben-Hadade a Samaria. A vitória de Acabe. Um segundo ataque e uma segunda vitória. Acabe fazendo acordo com Ben-Hadade, sem consultar ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-201-23.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-2024-43.html
Vimos também que desejou a videira de Nabote. E a conseguiu. Derramando sangue inocente. Josafá e Acabe vão juntos à guerra, ignorando a Palavra do Senhor. Acabe tenta enganar a morte, disfarçando-se. Em vão. Acazias tornou-se rei em seu lugar. E Josafá continuou seu reinado em Judá.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-211-29.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-221-18.html;
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Hoje, caminharemos pelas páginas dos capítulos um a três de 2 Reis.
Na primeira postagem, apenas o capítulo um. Até o versículo oito.
Depois que Acabe morreu, Moabe, revoltou-se contra Israel.
Acazias, pasme, caiu da sacada do seu quarto, no palácio em Samaria. O tempo foi passando e nada de Acazias se recuperar dos ferimentos. Ao invés de buscar ao Senhor, ordena que alguns de seus mensageiros vá a Ecrom. Iam consultar Baal-Zebube, o Príncipe, deus de Ecrom, para saber se ficaria curado.
Baal-Zebube é de onde vem a palavra belzebu. Significa "Senhor das moscas". Nojento.
O Anjo do Senhor ordenou que o profeta Elias fosse à estrada encontrar-se com os mensageiros do rei. Deveria lhes entregar uma mensagem.
Elias foi. Quando os mensageiros estavam passando, perguntou se acaso não havia Deus em Israel para que fossem até Ecrom consultar Baal-Zebube. Eles não responderam. Mas ouviram.
Elias lhes disse a mensagem do Senhor, Deus de Israel, para Acazias. Ele não se levantaria da cama. E com certeza, morreria.
Os mensageiros do rei voltaram a Acazias que, com certeza, espantado, perguntou o motivo. Havia lhes dado uma ordem. O que estavam fazendo ali novamente, sem que a tivessem cumprido?
Percebe a autoridade de Elias? Era superior à de Acazias. Os homens seguiram suas ordens, não às do rei. E nem sabiam quem ele era.
Os mensageiros lhe disseram que um homem havia ido até eles. Contaram a Acazias o que havia lhes dito. O rei perguntou como era o tal homem. Eles o descreveram. Usava vestes de pelos e um cinto de couro. Acazias sabia perfeitamente quem era. Na mesma hora disse que era Elias, o profeta de Tisbel.
Algumas perguntas a serem feitas. Precisamos olhar para dentro de nós .E pensar.
Só procuramos soluções depois que uma situação demora a ser resolvida em nossas vidas? E onde a procuramos? Em quem a procuramos?
Temos andado atrás de outros deuses como Acazias? Será que hoje o Senhor nos diria que existe Deus onde estamos e nos perguntaria por que estamos procurando Prosperidade ou Humanismo, Príncipes de algum lugar?
Temos tido a ousadia e a autoridade de Elias para entregar a Palavra que o Senhor tem nos entregue? Independente do custo e do risco?
Elias sabia que seria reconhecido por Acazias. Seu modo de vestir era inconfundível. Mesmo assim, obedeceu ao Senhor. Faríamos o mesmo? Ou nos esconderíamos atrás de nossas comodidades e desculpas? Nossas frases e vidas politicamente corretas?
O que acontecerá agora? O que fará Acazias? Elias corre perigo? Como ousou interceptar os mensageiros de um rei e lhe dizer que morrerá?
Veremos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/a-quem-temos-procurado.html
Começamos uma nova caminhada. Agora, através do livro de 2 Reis.
Olhe para trás. Quanto já lemos. Quanto já aprendemos com as Escrituras. E não foi bom?
Ontem, vimos o ataque de Ben-Hadade a Samaria. A vitória de Acabe. Um segundo ataque e uma segunda vitória. Acabe fazendo acordo com Ben-Hadade, sem consultar ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-201-23.html;
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Vimos também que desejou a videira de Nabote. E a conseguiu. Derramando sangue inocente. Josafá e Acabe vão juntos à guerra, ignorando a Palavra do Senhor. Acabe tenta enganar a morte, disfarçando-se. Em vão. Acazias tornou-se rei em seu lugar. E Josafá continuou seu reinado em Judá.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-211-29.html;
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Hoje, caminharemos pelas páginas dos capítulos um a três de 2 Reis.
Na primeira postagem, apenas o capítulo um. Até o versículo oito.
Depois que Acabe morreu, Moabe, revoltou-se contra Israel.
Acazias, pasme, caiu da sacada do seu quarto, no palácio em Samaria. O tempo foi passando e nada de Acazias se recuperar dos ferimentos. Ao invés de buscar ao Senhor, ordena que alguns de seus mensageiros vá a Ecrom. Iam consultar Baal-Zebube, o Príncipe, deus de Ecrom, para saber se ficaria curado.
Baal-Zebube é de onde vem a palavra belzebu. Significa "Senhor das moscas". Nojento.
O Anjo do Senhor ordenou que o profeta Elias fosse à estrada encontrar-se com os mensageiros do rei. Deveria lhes entregar uma mensagem.
Elias foi. Quando os mensageiros estavam passando, perguntou se acaso não havia Deus em Israel para que fossem até Ecrom consultar Baal-Zebube. Eles não responderam. Mas ouviram.
Elias lhes disse a mensagem do Senhor, Deus de Israel, para Acazias. Ele não se levantaria da cama. E com certeza, morreria.
Os mensageiros do rei voltaram a Acazias que, com certeza, espantado, perguntou o motivo. Havia lhes dado uma ordem. O que estavam fazendo ali novamente, sem que a tivessem cumprido?
Percebe a autoridade de Elias? Era superior à de Acazias. Os homens seguiram suas ordens, não às do rei. E nem sabiam quem ele era.
Os mensageiros lhe disseram que um homem havia ido até eles. Contaram a Acazias o que havia lhes dito. O rei perguntou como era o tal homem. Eles o descreveram. Usava vestes de pelos e um cinto de couro. Acazias sabia perfeitamente quem era. Na mesma hora disse que era Elias, o profeta de Tisbel.
Algumas perguntas a serem feitas. Precisamos olhar para dentro de nós .E pensar.
Só procuramos soluções depois que uma situação demora a ser resolvida em nossas vidas? E onde a procuramos? Em quem a procuramos?
Temos andado atrás de outros deuses como Acazias? Será que hoje o Senhor nos diria que existe Deus onde estamos e nos perguntaria por que estamos procurando Prosperidade ou Humanismo, Príncipes de algum lugar?
Temos tido a ousadia e a autoridade de Elias para entregar a Palavra que o Senhor tem nos entregue? Independente do custo e do risco?
Elias sabia que seria reconhecido por Acazias. Seu modo de vestir era inconfundível. Mesmo assim, obedeceu ao Senhor. Faríamos o mesmo? Ou nos esconderíamos atrás de nossas comodidades e desculpas? Nossas frases e vidas politicamente corretas?
O que acontecerá agora? O que fará Acazias? Elias corre perigo? Como ousou interceptar os mensageiros de um rei e lhe dizer que morrerá?
Veremos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/a-quem-temos-procurado.html
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sexta-feira, 19 de outubro de 2018
A quem temos procurado?

Agora, através do livro de 2 Reis.
Na postagem anterior, vimos Acabe tentando enganar a morte, disfarçando-se.
Também vimos que Acazias tornou-se rei em seu lugar.
Hoje, caminharemos pelas páginas do capítulo um. Até o versículo oito.
Depois que Acabe morreu, Moabe, revoltou-se contra Israel.
E Acácias, pasme, caiu da sacada do seu quarto, no palácio em Samaria.
O tempo ia passando e Acazias não se recuperava de seus ferimentos.
Ao invés de buscar ao Senhor, Acazias ordenou que alguns de seus mensageiros fossem a Ecrom.
Eles deviam consultar Baal-Zebube, o Príncipe, deus de Ecrom, para saber se ficaria curado.
Baal-Zebube é de onde vem a palavra belzebu.
O Anjo do Senhor ordenou que o profeta Elias fosse à estrada encontrar-se com os mensageiros do rei. Ele deveria lhes entregar uma mensagem.
Elias foi. Quando os mensageiros estavam passando, perguntou se acaso não havia Deus em Israel para que fossem até Ecrom consultar Baal-Zebube. Aparentemente,
não responderam. Mas ouviram.
Elias lhes disse a mensagem do Senhor, Deus de Israel, para Acazias. Ele não se levantaria da cama. E com certeza, morreria.
Os mensageiros do rei voltaram a Acazias que, com certeza, espantado, perguntou o motivo. Ele havia lhes dado uma ordem. O que estavam fazendo ali novamente, sem que a tivessem cumprido?
Percebe a autoridade de Elias? Era superior à de Acazias. Os homens seguiram suas ordens, não às do rei. E nem sabiam quem ele era.
Os mensageiros lhe disseram que um homem havia ido até eles. Contaram a Acazias o que havia lhes dito.
O rei perguntou como era o tal homem. Quis que o descrevessem. Responderam que usava vestes de pêlos e um cinto de couro.
Acazias sabia perfeitamente quem era. Na mesma hora disse que era Elias, o profeta de Tisbel.
Vamos parar nossa caminhada aqui.
Algumas perguntas a serem feitas. Precisamos olhar para dentro de nós .E pensar.
Só procuramos soluções depois que uma situação demora a ser resolvida em nossas vidas? E onde a procuramos? Em quem a procuramos?
Temos andado atrás de outros deuses como Acazias?
Será que hoje o Senhor nos diria que existe Deus onde estamos e nos perguntaria por que estamos procurando Prosperidade ou Humanismo, Príncipe de algum lugar?
Temos tido a ousadia e a autoridade de Elias para entregar a Palavra que o Senhor tem nos entregue? Independente do custo e do risco?
Elias sabia que seria reconhecido por Acazias. Seu modo de vestir era inconfundível. Mesmo assim, obedeceu ao Senhor. Faríamos o mesmo? Ou nos esconderíamos atrás de nossas comodidades e desculpas? Nossas frases e vidas politicamente corretas?
O que acontecerá agora? O que fará Acazias? Elias corre perigo? Como ousou interceptar os mensageiros de um rei e lhe dizer que morrerá?
Amanhã veremos, espero você.
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
A importância da Unidade
Jesus entra em uma casa. Nós O acompanhamos, assim como uma multidão. Ele e Seus discípulos não conseguem nem comer. É muita gente clamando por atenção, atendimento.
Quando Seus familiares ouvem isso, vão atrás dEle. Acham que está fora de si. Mas são as multidões que não querem largá-Lo. Assim como nós.
Os mestres da lei, vindos de Jerusalém, dizem que Ele está com Belzebu, príncipe dos demônios e por ele, Belzebu, é que expulsa os demônios. Que disparate! Já reparou que, muitas vezes, quando alguém não tem explicação para algo, encontra umas respostas completamente sem argumentos?
Jesus chama os mestres da lei. Estamos atentos ao que dirá. Minha vontade é que Ele mande fogo do céu só para dar uma lição a esses mestres indignos desse título. Mas Ele não é como eu. Ele ensina. Não destrói. Explica aos mestres da lei e a todos que quiserem aprender. Satanás não pode expulsar Satanás, porque um reino dividido contra si mesmo não pode subsistir. Assim como uma casa dividida também não pode. Se Satanás se opuser a si mesmo e estiver dividido, não irá sobreviver, é o seu fim. Continua dizendo que de fato ninguém entra na casa de um homem forte e leva embora seus bens, sem antes amarrar o homem forte. Só assim, consegue roubar sua casa.
Se queremos vencer, não podemos estar divididos. A unidade é muito importante. Por isso, o Senhor desejou que fôssemos um. Por isso a Igreja é comparada a um corpo. Nosso corpo não pode ser dividido. Ele precisa atuar em conjunto. Com o mesmo propósito. Como uma engrenagem, que depende de todas as partes, de igual modo. Nenhum "dente" pode "quebrar". Se um dente se quebra, prejudica toda a engrenagem. Se há algo errado com o corpo, todo o corpo sofre.
Há dias que sinto tanta dor em meu ombro, que gostaria de arrancar meu braço, deixá-lo de lado na hora de dormir, para que o restante do meu corpo não sofresse com essa dor, mas não é possível. O corpo é uma unidade. E todo ele sofre quando meu braço dói.
Outra lição: Se temos um inimigo a vencer, não adianta querermos conseguir qualquer coisa sem antes "amarrar" o valente, ou o homem forte. Como num jogo de xadrez, precisamos derrubar o rei para ganharmos o jogo, não os peões. O mal precisa ser arrancado pela raiz, para não brotar novamente. É necessário descobrirmos quem é o valente, desmascará-lo.
Jesus ainda lhes assegura, gosto quando Ele diz "Eu asseguro", que todos os pecados e blasfêmias serão perdoados, mas o que blasfemar contra o Espírito Santo não terá perdão. É culpado de pecado eterno.
As Escrituras nos dizem, em João 16.7-11, que é o Espírito Santo quem convence o homem do pecado, da justiça e do juízo. Se o homem não se deixar ser convencido por Ele, como ser perdoado? Impossível.
Que nossos olhos e ouvidos estejam atentos ao Senhor. Que sejamos obedientes. Que sejamos sensíveis ao Seu maravilhoso Espírito. Que aprendamos a importância da unidade.
Ficamos por aqui. Quarta-feira nos encontramos.
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