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quarta-feira, 3 de abril de 2019

2 Reis 1.9-18

Leitura do dia 05/04.

Na postagem anterior, vimos que o rei de Israel, Acazias, mandou mensageiros a Baal-Zebube, deus de Ecrom, para ver se ficaria ou não curado. Seus mensageiros encontraram o profeta Elias. Que lhe enviou uma mensagem.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-11-8.html

Agora, prosseguiremos ainda pelas páginas do capítulo um, a partir do versículo nove, até o final.

Assim que ouviu seus mensageiros, Acazias identificou Elias. Ele enviou um capitão com uma tropa de cinquenta soldados procurá-lo. Queria vê-lo.

Seu capitão o encontrou. Estava sentado no alto de uma colina. O capitão o chamou dizendo: “Homem de Deus, o rei ordena que desças!”

Elias respondeu ao capitão com seus cinquenta soldados que se ele de fato era um homem de Deus, desceria fogo do céu e exterminaria a ele e seus cinquenta homens. No mesmo instante, desceu do céu um fogo arrasador. Consumiu o oficial e seus soldados.

O rei insistiu. Queria falar com Elias de qualquer jeito. Enviou outro chefe de tropa. Novamente com cinquenta guerreiros. Ele fez o mesmo que o anterior. Ordenou ao profeta: “Ó homem de Deus, assim convoca o rei: ‘Desce depressa!’”

Elias respondeu a este oficial da mesma forma que havia respondido ao outro. O fogo de Deus desceu do céu e consumiu também este oficial e seus cinquenta soldados.

Pela terceira vez o rei enviou outro capitão com sua tropa de cinquenta guerreiros.

Esse terceiro oficial era diferente. Sabia quem era. Sabia quem era Elias. Sabia se humilhar. Sabia se ajoelhar. Possuía coragem para ser humilde. Não era hora de dar ordens. Chegou onde estava o profeta e colocou-se de joelhos diante dele. Reconheceu que Elias era um homem de Deus. Suplicou-lhe que considerasse preciosa sua vida e a de seus soldados. Colocou-se na condição de servo de Elias. Lembrou ao profeta que o fogo de Deus desceu do céu e destruiu os dois primeiros chefes de tropas de cinquenta e todos os seus soldados e pediu que Elias tivesse misericórdia de sua vida.

Diante da atitude desse oficial, o Anjo do Senhor orientou que Elias fosse com ele e não tivesse medo. Elias também sabia quem era. Sabia quem ouvir. Prontamente se levantou e desceu com o oficial.

Ao chegar diante do rei, repetiu, sem qualquer temor, a mensagem do Senhor, perguntando-lhe porque havia mandado mensageiros consultar Baal-Zebube, deus de Ecrom. Acaso não havia Deus em Israel, para que consultasse Sua Palavra? Disse-lhe também que, do leito em que estava deitado não se levantaria jamais. Com toda a certeza morreria.

Foi o que aconteceu. Acazias morreu conforme o Senhor havia determinado.

Como não tinha filhos, Jorão, seu irmão, reinou em seu lugar.

Que possamos aprender com esse capitão de tropas. Apesar de seu alto cargo diante do exército de Israel e seu rei, não se importou em humilhar-se diante de Elias, o homem de Deus. Por causa de sua atitude, de sua humildade, ele e seus homens foram salvos da morte.

Que possamos aprender com Elias, teve discernimento de qual capitão havia de seguir. Não aos que lhe deram ordens, mas ao único que suplicou sua misericórdia. Também teve discernimento para ouvir a voz do Senhor e coragem para entregar Sua palavra.

Que aprendamos também com Acazias. Que não sejamos como ele. Que reconheçamos que o Senhor é Deus. Não precisamos ir a qualquer outro lugar atrás de ídolo algum.

E agora? O que nos conta o capítulo dois a respeito de Jorão? Fez ou não o que era agradável ao Senhor?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/coragem-para-se-ajoelhar.html

2 Reis 1.1-8

Leitura do dia 05/04.

Começamos uma nova caminhada. Agora, através do livro de 2 Reis.

Olhe para trás. Quanto já lemos. Quanto já aprendemos com as Escrituras. E não foi bom?

Ontem, vimos o ataque de Ben-Hadade a Samaria. A vitória de Acabe. Um segundo ataque e uma segunda vitória. Acabe fazendo acordo com Ben-Hadade, sem consultar ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-201-23.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-2024-43.html

Vimos também que desejou a videira de Nabote. E a conseguiu. Derramando sangue inocente. Josafá e Acabe vão juntos à guerra, ignorando a Palavra do Senhor. Acabe tenta enganar a morte, disfarçando-se. Em vão. Acazias tornou-se rei em seu lugar. E Josafá continuou seu reinado em Judá.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-211-29.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-221-18.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-2219-30.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-2231-53.html

Hoje, caminharemos pelas páginas dos capítulos um a três de 2 Reis.

Na primeira postagem, apenas o capítulo um. Até o versículo oito.

Depois que Acabe morreu, Moabe, revoltou-se contra Israel.

Acazias, pasme, caiu da sacada do seu quarto, no palácio em Samaria. O tempo foi passando e nada de Acazias se recuperar dos ferimentos. Ao invés de buscar ao Senhor, ordena que alguns de seus mensageiros vá a Ecrom. Iam consultar Baal-Zebube, o Príncipe, deus de Ecrom, para saber se ficaria curado.

Baal-Zebube é de onde vem a palavra belzebu. Significa "Senhor das moscas". Nojento.

O Anjo do Senhor ordenou que o profeta Elias fosse à estrada encontrar-se com os mensageiros do rei. Deveria lhes entregar uma mensagem.

Elias foi. Quando os mensageiros estavam passando, perguntou se acaso não havia Deus em Israel para que fossem até Ecrom consultar Baal-Zebube. Eles não responderam. Mas ouviram.

Elias lhes disse a mensagem do Senhor, Deus de Israel, para Acazias. Ele não se levantaria da cama. E com certeza, morreria.

Os mensageiros do rei voltaram a Acazias que, com certeza, espantado, perguntou o motivo. Havia lhes dado uma ordem. O que estavam fazendo ali novamente, sem que a tivessem cumprido?

Percebe a autoridade de Elias? Era superior à de Acazias. Os homens seguiram suas ordens, não às do rei. E nem sabiam quem ele era.

Os mensageiros lhe disseram que um homem havia ido até eles. Contaram a Acazias o que havia lhes dito. O rei perguntou como era o tal homem. Eles o descreveram. Usava vestes de pelos e um cinto de couro. Acazias sabia perfeitamente quem era. Na mesma hora disse que era Elias, o profeta de Tisbel.

Algumas perguntas a serem feitas. Precisamos olhar para dentro de nós .E pensar.

Só procuramos soluções depois que uma situação demora a ser resolvida em nossas vidas? E onde a procuramos? Em quem a procuramos?

Temos andado atrás de outros deuses como Acazias? Será que hoje o Senhor nos diria que existe Deus onde estamos e nos perguntaria por que estamos procurando Prosperidade ou Humanismo, Príncipes de algum lugar?

Temos tido a ousadia e a autoridade de Elias para entregar a Palavra que o Senhor tem nos entregue? Independente do custo e do risco?

Elias sabia que seria reconhecido por Acazias. Seu modo de vestir era inconfundível. Mesmo assim, obedeceu ao Senhor. Faríamos o mesmo? Ou nos esconderíamos atrás de nossas comodidades e desculpas? Nossas frases e vidas politicamente corretas?

O que acontecerá agora? O que fará Acazias? Elias corre perigo? Como ousou interceptar os mensageiros de um rei e lhe dizer que morrerá?

Veremos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/a-quem-temos-procurado.html

domingo, 17 de março de 2019

1 Samuel 17.1-57

Leitura do dia 17/03.

Na postagem anterior, vimos Samuel ungir Davi, filho de Jessé, o caçula, rei sobre Israel. Mas, ao invés de ir ao palácio para reinar, ele vai para acalmar Saul, tocando para ele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-161-23.html

Continuamos agora, através do capítulo dezessete de 1 Samuel.

Novamente os filisteus reuniram-se para lutar contra Israel. Saul responde reunindo suas tropas. Eles ficam frente a frente. Cada um em uma colina. O vale entre eles.

Muitas vezes é o vale, onde não queremos estar, que nos separa de nossos inimigos.

Um guerreiro de Gate, chamado Golias, saiu das fileiras. Era muito alto. Um gigante. Com 2,90m de altura. Seu capacete era de bronze. Sua couraça de escamas também, pesava aproximadamente sessenta quilos. Usava caneleiras de bronze. No ombro carregava um dardo de bronze. A haste de sua lança era pesada e grossa, parecia o eixo de um tecelão. A ponta de ferro de sua lança pesava aproximadamente sete quilos. Seu escudeiro ia à sua frente.

Ufa! Só de ler sua descrição, fico apavorada! Não conseguiria carregar nem ao menos sua lança.
Consegue imaginar seu tamanho? Enquanto Saul, alto como era, impunha respeito e beleza, esse Golias, impõe completo pavor.

Ele grita às tropas israelenses que não havia necessidade de todos irem à guerra. Que apenas um soldado de Israel se apresentasse. Lutariam. Um contra um. Quem perdesse seria escravo do outro.

Quando Saul e seus guerreiros ouviram (e o viram), ficaram completamente aterrorizados e abalados. Lembre-se de Saul, como era corajoso! Agora está aterrorizado. E seus guerreiros? Eram os valentes e fortes de Israel. Abalados!

Davi estava indo e vindo de Belém. Ficava um pouco com Saul e voltava para ficar com seu pai, já idoso, e cuidar das ovelhas.

Quando os dois exércitos estavam acampados, cara a cara, Davi estava com seu pai. Jessé o chamou. Carregou o carro com mantimentos e presentes. Ordenou que Davi fosse encontrar seus irmãos no acampamento para ver como estavam. Queria notícias. Os três irmãos mais velhos de Davi serviam no exército de Saul.

Davi deixou as ovelhas com outro pastor e na manhã seguinte partiu, como seu pai ordenara. A unção não “subiu à sua cabeça”. Continua servindo. Continua obedecendo. Continua cuidando das ovelhas.

Enquanto isso, durante quarenta dias seguidos, Golias se apresentava e desafiava o exército de Israel. Pela manhã e à tarde. Eles permaneciam parados, aterrorizados e abalados. A espera de um milagre?

Quando Davi chegou ao acampamento, os exércitos estavam se reunindo. Cada um em uma colina. Israel com seus gritos de guerra. Os filisteus com o desafio de Golias.

Davi deixou os suprimentos com o responsável e correu à frente da batalha para conversar com seus irmãos. Estava conversando com eles quando Saul saiu das fileiras. Davi o ouviu gritando seu costumeiro desafio.

Isso lhe é familiar? O inimigo e seu costumeiro desafio?

Quando os israelitas, homens valentes, fortes e corajosos, viram Golias, começaram a fugir. Apavorados.

Comentavam uns com os outros que todos os dias ele desafiava Israel. O rei dissera que recompensaria quem o matasse. Uma ótima recompensa. O herói se tornaria genro do rei e sua família seria isenta de impostos. Mas quem tinha coragem? Ninguém!

Davi ouviu. Perguntou aos soldados próximos a ele qual seria a recompensa para quem matasse Golias.

E, pasme, Davi perguntou quem era aquele incircunciso para desafiar o exército do Deus vivo. Ele não enxerga a aterrorizante altura do gigante. Nem sua poderosa armadura. Ou sua voz de trovão gritando com Israel. Ele enxerga o que Golias era. Um incircunciso. Ou seja, alguém que não tinha uma aliança com o Senhor. Para que temê-lo? Diferente de Golias, ele e o Senhor tinham uma aliança.

Quando Eliabe, seu irmão mais velho, viu Davi conversando com os soldados, ficou furioso. Perguntou-lhe o que estava fazendo ali. Deveria estar tomando conta das poucas ovelhas de seu pai. Menosprezou Davi e seu trabalho. E Eliabe viu quando Samuel o ungiu. Pelo jeito, não levou a sério.

Disse mais. Disse que conhecia a arrogância e as más intenções de Davi. Estava ali apenas porque queria ver a batalha. Arrogância de Davi? Onde?

Davi responde que só havia feito uma pergunta. Saiu de perto de seu irmão e perguntou a mesma coisa a outros soldados. Recebeu a mesma resposta. Era surdo? Não. Precisava arranjar uma forma de ser convocado pelo rei. Não poderia aparecer diante dele e dizer que lutaria.

Saul foi avisado. E mandou chamá-lo.

Ah, amo como Davi se apresenta a Saul. Ele diz que ninguém precisa ficar preocupado com aquele filisteu. “Seu servo” lutaria com ele.

Saul responde que não é possível. Não pode lutar e vencer. É apenas um rapaz. Enquanto o filisteu é um guerreiro desde que era jovem.

Davi não se deixa intimidar. Contou que cuidava das ovelhas de seu pai. Quando um leão ou um urso vinha para levar uma de suas ovelhas. Ele saía atrás. Com seu cajado. Tirava o cordeiro da boca do animal. Se o animal o atacava, ele o segurava pela mandíbula e dava golpes, com o cajado, até o animal morrer. Fizera assim com um leão e com um urso. Faria o mesmo com aquele filisteu incircunciso. O Senhor que o livrou das garras do leão e do urso também o livraria do filisteu. Simples assim.

Saul acabou consentindo. Não havia ninguém mais na fila. Nenhum candidato. Apenas Davi.

Saul lhe deu sua própria armadura, sua couraça e seu capacete. Também de bronze.

Davi prendeu a espada e tentou andar. Não conseguiu. Nunca havia usado tais roupas. Não era um soldado. Era um pastor.

Tirou tudo. Pegou cinco pedras lisas de um riacho. Colocou em sua bolsa de pastor. Era o que ele era. Um pastor. Armado apenas com seu cajado e sua funda, apresentou-se ao filisteu.

Quando Golias viu, desprezou Davi. Riu do belo rapaz moreno que era. Perguntou se era um cachorro para que Davi fosse até ele com um pedaço de pau. Chegou a amaldiçoá-lo em nome de seus deuses. Disse que daria sua carne às aves e animais selvagens.

Davi respondeu que Golias o enfrentava com uma espada, mas ele ia enfrentá-lo em nome do Senhor dos Exércitos, o Deus dos exércitos de Israel. Que ele desafiara. Disse que, naquele dia, o Senhor o entregaria em suas mãos.

Davi o mataria. Cortaria sua cabeça. E daria os cadáveres de seus homens às aves e aos animais selvagens.

E sabe o que Davi disse que aconteceria? Todo o mundo saberia que há Deus em Israel. E todos que ali estavam saberiam que o Senhor salva seu povo, mas não com espada e lança. A batalha era do Senhor. E Ele os entregaria nas mãos de Israel.

Se temos uma batalha para enfrentar e, com certeza temos, que sigamos com nossas armas. Não nos será de utilidade alguma vestir as roupas de outro. Precisamos das nossas. Precisamos ser quem somos. A batalha é nossa e do Senhor. E Ele nos livrará. Como já fez antes.

Não precisamos temer a “maldição de Golias”. Porque “Como o pardal que alça voo e a andorinha que atravessa o céu, a maldição imerecida não pousa sobre quem ela é dirigida”. – Provérbios 26.2

Nossa vitória mostrará quem o Senhor é. Há Deus em Israel. O mundo todo precisa saber! Davi era um jovem de visão. A revelação do Senhor era (e é) para o mundo todo.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html

Quando Golias se aproximou para atacar, Davi foi correndo ao seu encontro. Colocou a mão em sua bolsa. Pegou uma pedra. E atirou com sua funda.

A pedra atingiu exatamente a testa de Golias. Ficou encravada. O gigante caiu. Para a frente. Rosto em terra. Onde estava sua aterrorizante força? Abatida.

Davi correu até ele, puxou a espada do gigante, e o matou. Depois, cortou sua cabeça.

Davi venceu o gigante. Com uma funda. E uma pedra. Aparentemente. A verdade é que o Senhor era com ele. Por isso, venceu.

Quando os filisteus viram, saíram correndo. Fugiram a toda velocidade.

Os soldados de Israel deram um grito de guerra em foram atrás. Até Gate. Até os portões de Ecrom. Os corpos dos filisteus ficaram pelo caminho. Depois, voltaram e saquearam o acampamento abandonado.

Pelo jeito Saul não se lembrava de Davi. Perguntou a Abner, o chefe de seu exército, quem era o pai daquele jovem. Abner não sabia.

Quando Davi voltou, após matar Golias, Saul perguntou-lhe quem era seu pai. Davi respondeu que era Jessé, de Belém.

Assim termina esse capítulo.

Antes da próxima postagem, leia o texto "Davi, você, eu e os processos".
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/davi-voce-eu-e-os-processos.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/davi-voce-eu-e-os-processos-parte-2.html

Espero você. Até já.

quarta-feira, 13 de março de 2019

1 Samuel 5.1-12

Leitura do dia 13/03.

Na postagem anterior vimos Israel sendo derrotado diante dos filisteus. Eli, Hofni e Fineias morreram. A arca foi levada.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-41b-22.html

Agora continuamos através do capítulo cinco de 1 Samuel.

A arca da aliança foi levada para Asdode. Lá, os filisteus colocaram-na no templo de Dagom, seu deus. Ela ficou ao lado de uma estátua de Dagom.

Pela manhã, os filisteus viram que a estátua de Dagom estava caída com o rosto em terra, diante da arca do Senhor.

Não entenderam o que aconteceu. Não há ninguém comparável ao Senhor, o único Senhor.

Colocaram a estátua em seu lugar. Na manhã seguinte porém, a estátua, que na verdade eles criam ser Dagom, estava novamente caída com o rosto em terra diante da arca da aliança. Desta vez, porém, a cabeça e as mãos de Dagom estavam quebradas, junto à porta.

Ah, que oportunidade maravilhosa para voltar às costas a Dagom e servir o Senhor de Israel. Infelizmente não foi o que aconteceu.

A mão do Senhor pesou sobre os moradores de Asdode e das cidades vizinhas. Quando o povo de Asdode percebeu o que estava acontecendo, clamaram que não podiam ficar com a arca do Deus de Israel. Sua mão pesara sobre eles e seu deus. Reuniram os governantes das cidades dos filisteus e perguntaram: “O que devemos fazer com a arca do Deus de Israel?”

Ao invés de tentarem conhecer ao Senhor, quiseram se livrar da arca. Mandaram-na para Gate.
Quando lá chegou, aconteceu o mesmo que acontecera em Asdode. O pânico tomou conta da cidade.

Mandaram a arca para Ecrom. Quando seus habitantes viram que estava entrando na cidade, se desesperaram. Estavam querendo matá-los?

Reuniram-se com os governantes filisteus mais uma vez. Suplicaram que a arca fosse levada para sua própria terra, antes que todos fossem mortos. Um pavor mortal se espalhara por todas as cidades dos filisteus. Os que não morreram, gemiam tanto que seu clamor subiu até o céu.

E quanto a nós? O que faremos com a arca do Deus de Israel?

Vamos procurar conhecê-Lo, cada dia mais? Ou, ao invés de temor, teremos pavor e O mandaremos para longe de nós?

"Ah, como precisamos conhecer o Senhor; busquemos conhecê-Lo! Ele nos responderá, tão certo como chega o amanhecer ou vêm as chuvas da primavera". - Oseias 6.3

Continuamos na próxima postagem. Espero você. Até já.

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Coragem para se ajoelhar

Continuamos nossa caminhada através do livro de 2 Reis.

Ontem vimos que o rei de Israel, Acazias, mandou mensageiros a Baal-Zebube, deus de Ecrom, para ver se ficaria ou não curado. Seus mensageiros encontraram o profeta Elias. Que mandou uma mensagem ao rei.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/a-quem-temos-procurado.html

Hoje prosseguiremos pelas páginas do capítulo um, a partir do versículo nove, até ao final.

Assim que ouviu seus mensageiros, Acazias identificou Elias. Ele enviou um capitão com uma tropa de cinquenta soldados procurá-lo. Queria vê-lo.

Seu capitão o encontrou. Ele estava sentado no alto de uma colina. O capitão o chamou dizendo: “Homem de Deus, o rei ordena que desças!”

Elias respondeu ao capitão com seus cinquenta soldados que se ele de fato era um homem de Deus, desceria fogo do céu e exterminaria a ele e seus cinquenta homens.

No mesmo instante, desceu do céu um fogo arrasador. Consumiu o oficial e todos os seus soldados.

O rei insistiu. Queria falar com Elias de qualquer jeito. Enviou outro chefe de tropa. Novamente com cinquenta guerreiros. Ele fez o mesmo que o anterior. Ordenou ao profeta: “Ó homem de Deus, assim convoca o rei: ‘Desce depressa!’”

Elias respondeu a esse oficial da mesma forma que havia respondido ao outro. O fogo de Deus desceu do céu e consumiu também este oficial e seus cinquenta soldados.

Pela terceira vez o rei enviou outro capitão com sua tropa de cinquenta guerreiros.

Esse terceiro oficial era diferente. Sabia quem era. Sabia quem era Elias. Sabia se humilhar. Sabia se ajoelhar. Possuía coragem para ser humilde. Não era hora de dar ordens.

Chegou onde estava o profeta e colocou-se de joelhos diante dele. Reconheceu que Elias era um homem de Deus. Suplicou-lhe que considerasse preciosa sua vida e a de seus soldados. Colocou-se na condição de servo de Elias. Lembrou ao profeta que o fogo de Deus desceu do céu e destruiu os dois primeiros chefes de tropas de cinquenta e todos os seus soldados e pediu que Elias tivesse misericórdia de sua vida.

Diante da atitude desse oficial, o Anjo do Senhor orientou que Elias fosse com ele e não tivesse receio.

Elias também sabia quem era. Sabia quem ouvir. Prontamente se levantou e desceu com o oficial.
Ao chegar diante do rei, repetiu, sem qualquer temor, a mensagem do Senhor, perguntando-lhe porque havia mandado mensageiros consultar Baal-Zebube, deus de Ecrom. Acaso não havia Deus em Israel, para que consultasse Sua Palavra? Disse-lhe também que, do leito em que estava deitado não se levantaria jamais. Com toda a certeza morreria.

Foi o que aconteceu. Acazias morreu conforme o Senhor havia determinado.

Como não tinha filhos, Jorão, seu irmão, reinou em seu lugar.

Que possamos aprender com esse capitão de tropas. Apesar de seu alto cargo diante do exército de Israel e seu rei, não se importou em humilhar-se diante de Elias, o homem de Deus. Por causa de sua atitude, de sua humildade, ele e seus homens foram salvos da morte.

Que possamos aprender com Elias, teve discernimento de qual capitão havia de seguir. Não aos que lhe deram ordens, mas ao único que suplicou sua misericórdia. Também teve discernimento para ouvir a voz do Senhor e coragem para entregar Sua palavra.

Que aprendamos também como Acazias. Que não sejamos como ele. Que reconheçamos que o Senhor é Deus. Não precisamos ir a qualquer outro lugar atrás de ídolo algum.

E agora? O que será que nos conta o capítulo dois a respeito de Jorão? Fez ou não o que era agradável ao Senhor?

Continuamos na quarta-feira. Espero você. Até lá.