Leitura do dia 02/11.
Na postagem anterior, vimos Jesus salvar uma festa de casamento.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/joao-21-11.html
Agora, caminharemos a partir do versículo doze. Até o versículo vinte e cinco. Do capítulo dois do livro de João.
Vamos segui-Lo por esses versículos?
Depois do casamento e do milagre em Caná da Galileia, Jesus vai a Cafarnaum com Sua mãe, Seus irmãos e Seus discípulos. Ficam ali alguns dias. http://www.espalhandoasemente.com/2018/04/jesus-muda-historia-de-uma-festa.html
Quando estava chegando a Páscoa judaica, Jesus sobe a Jerusalém. Nós O acompanhamos.
Impossível não acontecer algo que mexa com nossos corações.
Ele vai ao templo. No pátio vê alguns vendedores de bois, ovelhas e pombas. Vê também alguns assentados trocando dinheiro.
A moeda circular era diferente da moeda usada no templo. Muitos vinham de longe para entregarem seus dízimos e ofertas e, ao invés de trazerem os animais, vendiam-nos e traziam o dinheiro. Tinham que fazer o câmbio e depois comprar outro animal.
Quando o Senhor Jesus vê que fazem essa comercialização no pátio do templo, o lugar separado para os gentios buscarem o Eterno, Ele toma uma atitude.
Meus olhos, estou certa, estão arregalados. Nós O observamos. Ele faz um chicote de cordas. Seguro em seu braço. O que fará?
Fico boquiaberta. Ele vai pelo pátio do templo expulsando todos, inclusive as ovelhas e bois. Espalha as moedas dos cambistas e vira suas mesas.
Àqueles que vendem pombas ordena que saiam de lá, que tirem suas mercadorias e parem de fazer da casa de Seu Pai, um mercado.
Seus discípulos lembram que está escrito: “O zelo pela tua casa me consumirá” (Salmos 69.9). Minhas pernas estão bambas. Fico pensando em muitas de nossas igrejas hoje. Verdadeiros mercados. O que o Senhor faria? É muito sério. Nossas igrejas têm sido lugar de culto e adoração? Lugar de pregação da Palavra? Lugar para buscarmos o Senhor? Ou se tornaram verdadeiros mercados, enormes franquias? Tremo só de pensar no Senhor com Seu chicote, derrubando bancas, cabines e o mais que temos utilizado no pátio do templo para comércio. http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/jesus-no-templo.html
Quando os judeus viram o que fizera perguntaram-Lhe que sinal miraculoso podia mostrá-los como prova de Sua autoridade para fazer o que fez.
Prova de Sua autoridade? Será que precisa de mais alguma prova além do fato de Ele fazer o que fez e ninguém encostar o dedo nEle? Fico constrangida diante de tanta autoridade. Ele é quem diz ser.
Ainda assim, Jesus lhes responde: “Destruam este templo, e Eu o levantarei em três dias”. Claro, não entendem. Respondem que o templo havia levado quarenta e seis anos para ser construído. Como iria levantá-lo em três dias?
Ele falava sobre Seu corpo. Depois que ressuscitou, Seus discípulos se lembraram dessas palavras. E creram na Escritura e na palavra que Jesus dissera.
Enquanto esteve em Jerusalém, muitos viram os sinais miraculosos que realizou, durante a festa da Páscoa, e creram em Seu nome.
Mas Jesus não confiava neles. Conhecia o coração de todos. Sabia quem O seguia por crer nEle e quem O seguia atrás de sinais miraculosos. Como acontece hoje.
Quantas igrejas abarrotadas de pessoas que não tem vida com o Senhor, que não O conhecem. O seguem, sim, de longe, atrás de sinais miraculosos. Atrás de posses. Atrás de posição.
O Senhor procura aqueles que O seguem porque O amam. Independente de quaisquer circunstâncias. Aqueles que estão dispostos a serem transformados. A serem moldados. A se tornarem discípulos, não senhores.
Precisamos responder a uma pergunta, com todo o nosso coração: Por que O seguimos?
Prosseguimos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Mostrando postagens com marcador sinal. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sinal. Mostrar todas as postagens
sexta-feira, 15 de novembro de 2019
terça-feira, 12 de novembro de 2019
Lucas 11.1-54
Leitura do dia 28/10.
Na postagem anterior vimos o Senhor enviar Seus discípulos e agradecer ao Pai pela salvação. Um especialista da Lei coloca-O à prova. Ele conta a parábola do bom samaritano. Visita Marta e Maria. http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/lucas-101-42.html
Agora, continuamos através do capítulo onze de Lucas.
Certo dia, após orar, um de Seus discípulos pede que os ensinem a orar, como João Batista ensinara a seus discípulos.
Ele ensinou. Deu-lhes um modelo. Não devemos ficar repetindo a oração hoje conhecida como “Pai Nosso”. Ela é um modelo. Nela, Jesus nos ensina alguns pontos muito importantes.
Devemos reconhecer o Todo-Poderoso como Pai. Nosso Pai. Isso demonstra a intimidade que precisamos ter com Ele. Nosso Pai está nos céus e nos ouve. Tem prazer em ouvir nossa oração, ainda que saiba de tudo que precisamos, antes mesmo de abrirmos nossas bocas para pedir.
O louvor deve fazer parte da nossa oração. Devemos santificar Seu nome. Reconhecer quem Ele é. Único. Santo.
O desejo de que o Reino do Senhor venha deve estar em nossos corações. É com este Reino que devemos nos importar, amar, ansiar.
Precisamos desejar Sua vontade em nossas vidas, como é no céu. Lá nada acontece fora da Sua vontade. Absolutamente nada.
Nossa oração deve conter o pedido para que o Senhor supra nossas necessidades no dia de hoje. O nosso pão diário.
Não podemos nos esquecer de pedir perdão pelos nossos pecados. Nossas vestes devem estar limpas em todo o tempo. Nosso pedido de perdão está atrelado ao perdão que oferecemos àqueles que nos ofendem, nos devem, nos aborrecem.
Também devemos pedir que o Senhor nos fortaleça e nos livre das tentações, que tão de perto nos rodeiam. Que Ele nos livre do mal.
Oração é intimidade. Através dela aprendemos a conhecer nosso Pai. Não podemos negligenciar esses momentos a sós com Ele. A oração nos fortalece. Passamos a saber em quem temos crido.
Logo em seguida ao modelo de oração que nos deixou, Ele dá uma suposição aos discípulos. Que imaginem ir à casa de um amigo à meia-noite para pedir três pães. Explica que um amigo chegou sem avisar e não há o que comer. Esse amigo, importunado, diz que está tarde, e não vai ajuda-lo. Jesus garante que se continuar batendo à porta, o amigo o atenderá, se não pela amizade, pela insistência.
Ele mesmo explica que devemos pedir para receber. Procurar para encontrar. Bater na porta para que seja aberta. Todos que pedem, recebem. Quem procura, encontra. E para todos que batem, a porta é aberta.
Pergunta aos pais ali presentes se um filho lhe pedir peixe, alguém daria uma cobra? Se lhe pedir um ovo, lhe daria um escorpião? Conclui que, nós que somos pecadores sabemos dar bons presentes a nossos filhos, quanto mais nosso Pai que está no céu dará o Espírito Santo a quem pedir.
Certo dia, Jesus expulsou um demônio de um homem. Quando o demônio saiu, o homem, que era mudo, começou a falar. Todo o povo ficou atônito. Alguns, porém, disseram que expulsara o demônio pelo príncipe dos demônios, Belzebu. Acredito que a ideia de Jesus ser o Filho de Deus, lhes dava urticária. Teriam muito o que explicar e se arrepender. Estavam na contramão dEle. Alguns ainda tiveram a capacidade de exigir um sinal do céu para que provasse Sua autoridade.
Uma das coisas que mais me deixam maravilhada em Jesus, são Suas respostas. Claro, tenho vontade de fulminar aqueles homens com uma simples olhada. E Ele era (e é) Deus. Sendo acusado de ser Belzebu, príncipe dos demônios, não se defende explicitamente. Responde com sabedoria, levando Seus ouvintes e acusadores a pensar. Sua resposta é lógica pura. Ordena que eles mesmos pensem. Se Satanás está dividido e luta contra si mesmo, logo não sobreviverá. E se expulsa por Belzebu, o que dizer dos discípulos daqueles que afirmavam tal absurdo? Mas se expulsa demônios pelo Espírito de Deus (que era o caso), então o Reino de Deus chegou até eles. Simples assim. Pensem e tomem a decisão de vocês. Suas respostas sempre produzem um acelerar em meu coração.
Continua nos fornecendo mais um pouco de Sua sabedoria. Para vencer um homem forte, somente um mais forte ainda, que o vencerá, tirará dele suas armas e levará embora seus pertences.
Além disso, quem não está com Ele, está contra Ele. Com o Senhor não há meio termo. Não há um muro para ficar em cima, apenas observando o que está acontecendo. Precisamos tomar uma posição. Ou estamos com Ele, ou contra Ele. Ou O seguimos, ou O abandonamos.
Quando estava falando, uma mulher da multidão gritou que a mãe dele era feliz por ter um filho tão sábio. Jesus respondeu que mais feliz ainda eram todos que ouviam a palavra de Deus e a praticavam.
Não podemos ser apenas ouvintes de Sua palavra. Precisamos ser praticantes. A cada dia.
Enquanto a multidão o apertava Jesus disse que aquela geração perversa insistia que lhe desse um sinal. O que queriam ver? A terra se abrir e engolir alguns, como aconteceu com Coré (Números 16)? Só queriam mais uma desculpa para não seguir Jesus. Ele diz que nenhum sinal seria dado, exceto o sinal do profeta Jonas. O que aconteceu com Jonas foi um sinal para Nínive. O que aconteceria com Ele, seria uma sinal para aquela geração. Falava sobre Sua morte e ressurreição, mas claro, os fariseus e os mestres da lei não entenderam. Não tinham ouvidos para ouvir. Eram seletivos. Só ouviam e viam o que lhes interessava. O que pudesse respaldar suas vidas, não denunciá-las.
Novamente gostaria de ter uma placa escrita “aplausos” ou ser uma líder de torcida, como no vôlei ou futebol, que incentiva a torcida a gritar, bater palmas e até fazer a “ola”. Jesus afirma que os homens de Nínive se levantarão no Juízo e condenarão aquela geração incrédula, pois se converteram com a pregação de Jonas e quem estava na frente deles é maior que Jonas. Uau!
Que afirmação! Quase consigo ouvir os dentes daqueles homens rangendo de tanta raiva.
Sabia como eram nacionalistas e citou a Rainha do Sul, a Rainha de Sabá, que veio de outra nação, no sudoeste da Arábia, para ouvir a sabedoria de Salomão e, à frente deles estava alguém maior que Salomão.
Cada afirmação dEle faz meu coração saltar de alegria. Ele é maior que tudo, que todos.
Aqueles homens, no entanto, não O seguiram. E nós? Reconhecemos Sua superioridade? Sabemos quem de fato Ele é?
A incredulidade é realmente algo terrível. O Senhor explica o que aconteceria com aquela (ou essa) geração perversa. Estavam sendo limpos pela palavra que ouviam, mas não tomavam posição. A casa que havia sido antes habitada por um espírito imundo estava desocupada, varrida e em ordem. Pronta para o Senhor morar. No entanto, estava trancada. Não faziam o convite a Ele. Ficariam em um estado muito pior que o anterior. Aquele espírito imundo voltaria, levando com ele sete espíritos piores e entraria novamente na casa, passando a viver ali. E o estado daquele homem, e no caso, daquela geração, seria pior do que o primeiro. Ah, como sabemos que isso é verdadeiro.
Qual tem sido nossa atitude diante dEle, aquele que é maior que qualquer outro (Filipenses 2.9)?
Jesus, sempre falando em parábolas, explica que ninguém acende uma candeia e a coloca onde fique escondida, muito menos embaixo de uma vasilha. Pelo contrário, coloca-se a candeia no lugar apropriado, para que todos que entram naquela casa possam ver sua luz.
Continua explicando que os olhos são a candeia do corpo. Quando nossos olhos são bons, todo nosso corpo estará cheio de luz. Se forem maus, todo nosso corpo estará cheio de trevas.
Devemos ter cuidado. Para que a luz que está em nosso interior não sejam trevas.
Se nosso corpo estiver cheio de luz, e nenhuma parte estiver em trevas, estará completamente iluminado, como quando a luz de uma candeia brilha sobre nós.
Seu discurso é cheio de sabedoria, como sempre.
Ele nos ordena a sermos luz. Já vimos lá atrás, quando passávamos por Mateus. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/somos-sal-e-luz.html
O objetivo da luz é brilhar. Quando a luz brilha, as trevas acabam. As trevas são ausência de luz. Sendo luz, não podemos estar escondidos. Precisamos estar à vista, brilhando. Não podemos deixar que nos sufoquem, nos prendendo “debaixo de uma vasilha”.
Jesus mandou que tivéssemos cuidado para que a luz que estão em nosso interior não fossem trevas. Como uma luz pode ser trevas?
Imagine um lugar muito claro. E um muito escuro. Quando chegamos em um lugar muito escuro com uma lamparina bem fraquinha, aquele lugar clareia. Mas não está encharcado de luz. Apenas está um pouquinho mais claro que se não tivesse luz alguma. O que vemos nesses ambientes? Muitas sombras, que podem nos enganar. Podemos imaginar coisas ali. Coisas pequenas que se transformam em grandes. Além disso, muitas coisas não conseguimos enxergar. Detalhes então? Impossível.
Cuidado. Se esse é o seu caso, você está em trevas confundindo a realidade. A verdade não pode habitar em um lugar assim.
Nossos olhos são a candeia do nosso corpo. É com ele que enxergamos. Se enxergamos mal, vendo “homens que andam como árvores”, há algo muito errado com nossa visão. http://www.espalhandoasemente.com/2018/02/outra-cura-personalizada.html
O que temos enxergado? Que tipo de luz temos sido? Nossa luz é tão fraquinha que apenas “confunde a realidade” ou nossa luz é forte o suficiente para espantarmos as trevas?
É hora de enxergamos com verdade. Termos olhos para ver. E transformar nossa luz, se necessário for.
Logo que Jesus termina de falar, é convidado para comer na casa de um fariseu. Jesus foi.
Precisamos acompanhar essa cena.
Quando o Senhor chegou, reclinou-se à mesa. O fariseu, notando que Jesus não se lavara cerimonialmente antes da refeição, ficou surpreso.
Os fariseus eram muito cuidadosos com todos os cerimoniais. Muito mais que com suas vidas.
O Senhor, sabendo como o fariseu pensava, disse que eles, fariseus, limpavam o exterior do copo e do prato, mas interiormente estavam cheios de ganância e maldade.
Ele está à mesa, na casa do fariseu, e fala essas coisas? Nada O intimida?
Tem compromisso com a verdade. Sei disso. Ainda assim, estou boquiaberta. Minha plaquinha de aplausos na mão. Mas prefiro escondê-la. Acho que se não parar, as coisas por aqui vão ficar perigosas.
Para meu total espanto, Ele não para. Chama os fariseus de insensatos. Afinal, quem fez o exterior também fez o interior. O que significa que o interior também deve estar limpo.
Disse aos fariseus que deveriam dar ofertas aos necessitados para que o interior deles ficasse limpo. Havia claramente uma inversão de valores entre os fariseus.
Meu queixo está caído. Como tem tanta ousadia?
E, mesmo com todos em silêncio, boquiabertos, continua dizendo: “Ai de vocês, fariseus...”
Por quê?
Porque dão a Deus o dízimo das hortaliças, mas desprezam a justiça de Deus. O certo é praticar os dois.
Porque amam os lugares de honra nas sinagogas e as saudações em público. Ou seja, gostavam de “aparecer”.
Porque são como túmulos que não se veem, por sobre os quais os homens andam sem o saber. Estão mortos. E ninguém vê. Ninguém percebe.
Então, um perito da lei O interrompe e diz: “Mestre, quando dizes essas coisas, insultas também a nós”.
Quase caio. Isso vai dar briga. O que o Senhor responderá? Sei que não é "politicamente correto”, que tem compromisso com a verdade. Não tem medo de expô-la.
Ele responde: “Quanto a vocês, peritos na lei, ai de vocês também!”.
Por quê?
Porque sobrecarregam os homens com fardos que dificilmente podem carregar, mas eles mesmos não levantam um dedo sequer para ajudar.
Porque edificam os túmulos dos profetas que seus antepassados mataram. Sendo testemunhas de aprovação ao que eles fizeram. Os antepassados mataram, eles fazem os túmulos. Completam a obra.
Minha plaquinha está bem escondida. Meu coração está acelerado. Começo a temer o que pode acontecer. Os homens estão furiosos. Mas Ele não para.
Fala que Deus disse em Sua sabedoria que lhes mandaria profetas e apóstolos, mas matariam alguns e perseguiriam outros. Disse ainda que aquela geração seria considerada responsável pelo sangue de todos os profetas, derramados desde Abel, até Zacarias. Ainda repetiu. Para o caso deles não terem entendido ou achado que não ouviram direito.
Estou encolhida no meu lugar. De braços dados com você. Quase querendo me esconder.
E Jesus continua: “Ai de vocês, peritos na lei, porque se apoderaram da chave do conhecimento. Vocês mesmos não entraram e impediram os que estavam prestes a entrar!”.
Que afirmação terrível! Os peritos da lei se apoderaram da chave do conhecimento e ao invés de entrar no Caminho e andar pela Verdade para conhecer a Vida, não entravam e ainda impediam os que queriam entrar.
Nem sei se alguém comeu.
O que sei é que quando Jesus saiu dali, os fariseus e os mestres da lei começaram a opor-se fortemente a Ele e a interrogá-Lo com muitas perguntas. Esperavam apanhá-Lo em algo que dissesse.
Não se importavam em examinar suas vidas e concluir que falava a verdade. Não queriam interrogá-Lo para aprenderem. Interrogavam para pegá-Lo em alguma armadilha.
Não conhecem o Senhor. Não sabem que nada O intimida. Não sabem que Ele não é "politicamente correto". Que não teme falar a verdade. Que é comprometido com ela.
E quanto a nós? Temos tido esse compromisso? Ou gaguejamos diante de situações que deveríamos nos posicionar? Nos calamos para sermos "politicamente corretos"? Subimos no muro ou estamos comprometidos com a verdade?
Estar comprometido com a verdade não é fácil. É necessário ousadia, como o Senhor. João Batista morreu pelo seu comprometimento. Que o Senhor nos conceda Sua graça. Como precisamos aprender! http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/quem-tenho-sido-e-voce.html
Prosseguimos na próxima postagem.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos o Senhor enviar Seus discípulos e agradecer ao Pai pela salvação. Um especialista da Lei coloca-O à prova. Ele conta a parábola do bom samaritano. Visita Marta e Maria. http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/lucas-101-42.html
Agora, continuamos através do capítulo onze de Lucas.
Certo dia, após orar, um de Seus discípulos pede que os ensinem a orar, como João Batista ensinara a seus discípulos.
Ele ensinou. Deu-lhes um modelo. Não devemos ficar repetindo a oração hoje conhecida como “Pai Nosso”. Ela é um modelo. Nela, Jesus nos ensina alguns pontos muito importantes.
Devemos reconhecer o Todo-Poderoso como Pai. Nosso Pai. Isso demonstra a intimidade que precisamos ter com Ele. Nosso Pai está nos céus e nos ouve. Tem prazer em ouvir nossa oração, ainda que saiba de tudo que precisamos, antes mesmo de abrirmos nossas bocas para pedir.
O louvor deve fazer parte da nossa oração. Devemos santificar Seu nome. Reconhecer quem Ele é. Único. Santo.
O desejo de que o Reino do Senhor venha deve estar em nossos corações. É com este Reino que devemos nos importar, amar, ansiar.
Precisamos desejar Sua vontade em nossas vidas, como é no céu. Lá nada acontece fora da Sua vontade. Absolutamente nada.
Nossa oração deve conter o pedido para que o Senhor supra nossas necessidades no dia de hoje. O nosso pão diário.
Não podemos nos esquecer de pedir perdão pelos nossos pecados. Nossas vestes devem estar limpas em todo o tempo. Nosso pedido de perdão está atrelado ao perdão que oferecemos àqueles que nos ofendem, nos devem, nos aborrecem.
Também devemos pedir que o Senhor nos fortaleça e nos livre das tentações, que tão de perto nos rodeiam. Que Ele nos livre do mal.
Oração é intimidade. Através dela aprendemos a conhecer nosso Pai. Não podemos negligenciar esses momentos a sós com Ele. A oração nos fortalece. Passamos a saber em quem temos crido.
Logo em seguida ao modelo de oração que nos deixou, Ele dá uma suposição aos discípulos. Que imaginem ir à casa de um amigo à meia-noite para pedir três pães. Explica que um amigo chegou sem avisar e não há o que comer. Esse amigo, importunado, diz que está tarde, e não vai ajuda-lo. Jesus garante que se continuar batendo à porta, o amigo o atenderá, se não pela amizade, pela insistência.
Ele mesmo explica que devemos pedir para receber. Procurar para encontrar. Bater na porta para que seja aberta. Todos que pedem, recebem. Quem procura, encontra. E para todos que batem, a porta é aberta.
Pergunta aos pais ali presentes se um filho lhe pedir peixe, alguém daria uma cobra? Se lhe pedir um ovo, lhe daria um escorpião? Conclui que, nós que somos pecadores sabemos dar bons presentes a nossos filhos, quanto mais nosso Pai que está no céu dará o Espírito Santo a quem pedir.
Certo dia, Jesus expulsou um demônio de um homem. Quando o demônio saiu, o homem, que era mudo, começou a falar. Todo o povo ficou atônito. Alguns, porém, disseram que expulsara o demônio pelo príncipe dos demônios, Belzebu. Acredito que a ideia de Jesus ser o Filho de Deus, lhes dava urticária. Teriam muito o que explicar e se arrepender. Estavam na contramão dEle. Alguns ainda tiveram a capacidade de exigir um sinal do céu para que provasse Sua autoridade.
Uma das coisas que mais me deixam maravilhada em Jesus, são Suas respostas. Claro, tenho vontade de fulminar aqueles homens com uma simples olhada. E Ele era (e é) Deus. Sendo acusado de ser Belzebu, príncipe dos demônios, não se defende explicitamente. Responde com sabedoria, levando Seus ouvintes e acusadores a pensar. Sua resposta é lógica pura. Ordena que eles mesmos pensem. Se Satanás está dividido e luta contra si mesmo, logo não sobreviverá. E se expulsa por Belzebu, o que dizer dos discípulos daqueles que afirmavam tal absurdo? Mas se expulsa demônios pelo Espírito de Deus (que era o caso), então o Reino de Deus chegou até eles. Simples assim. Pensem e tomem a decisão de vocês. Suas respostas sempre produzem um acelerar em meu coração.
Continua nos fornecendo mais um pouco de Sua sabedoria. Para vencer um homem forte, somente um mais forte ainda, que o vencerá, tirará dele suas armas e levará embora seus pertences.
Além disso, quem não está com Ele, está contra Ele. Com o Senhor não há meio termo. Não há um muro para ficar em cima, apenas observando o que está acontecendo. Precisamos tomar uma posição. Ou estamos com Ele, ou contra Ele. Ou O seguimos, ou O abandonamos.
Quando estava falando, uma mulher da multidão gritou que a mãe dele era feliz por ter um filho tão sábio. Jesus respondeu que mais feliz ainda eram todos que ouviam a palavra de Deus e a praticavam.
Não podemos ser apenas ouvintes de Sua palavra. Precisamos ser praticantes. A cada dia.
Enquanto a multidão o apertava Jesus disse que aquela geração perversa insistia que lhe desse um sinal. O que queriam ver? A terra se abrir e engolir alguns, como aconteceu com Coré (Números 16)? Só queriam mais uma desculpa para não seguir Jesus. Ele diz que nenhum sinal seria dado, exceto o sinal do profeta Jonas. O que aconteceu com Jonas foi um sinal para Nínive. O que aconteceria com Ele, seria uma sinal para aquela geração. Falava sobre Sua morte e ressurreição, mas claro, os fariseus e os mestres da lei não entenderam. Não tinham ouvidos para ouvir. Eram seletivos. Só ouviam e viam o que lhes interessava. O que pudesse respaldar suas vidas, não denunciá-las.
Novamente gostaria de ter uma placa escrita “aplausos” ou ser uma líder de torcida, como no vôlei ou futebol, que incentiva a torcida a gritar, bater palmas e até fazer a “ola”. Jesus afirma que os homens de Nínive se levantarão no Juízo e condenarão aquela geração incrédula, pois se converteram com a pregação de Jonas e quem estava na frente deles é maior que Jonas. Uau!
Que afirmação! Quase consigo ouvir os dentes daqueles homens rangendo de tanta raiva.
Sabia como eram nacionalistas e citou a Rainha do Sul, a Rainha de Sabá, que veio de outra nação, no sudoeste da Arábia, para ouvir a sabedoria de Salomão e, à frente deles estava alguém maior que Salomão.
Cada afirmação dEle faz meu coração saltar de alegria. Ele é maior que tudo, que todos.
Aqueles homens, no entanto, não O seguiram. E nós? Reconhecemos Sua superioridade? Sabemos quem de fato Ele é?
A incredulidade é realmente algo terrível. O Senhor explica o que aconteceria com aquela (ou essa) geração perversa. Estavam sendo limpos pela palavra que ouviam, mas não tomavam posição. A casa que havia sido antes habitada por um espírito imundo estava desocupada, varrida e em ordem. Pronta para o Senhor morar. No entanto, estava trancada. Não faziam o convite a Ele. Ficariam em um estado muito pior que o anterior. Aquele espírito imundo voltaria, levando com ele sete espíritos piores e entraria novamente na casa, passando a viver ali. E o estado daquele homem, e no caso, daquela geração, seria pior do que o primeiro. Ah, como sabemos que isso é verdadeiro.
Qual tem sido nossa atitude diante dEle, aquele que é maior que qualquer outro (Filipenses 2.9)?
Jesus, sempre falando em parábolas, explica que ninguém acende uma candeia e a coloca onde fique escondida, muito menos embaixo de uma vasilha. Pelo contrário, coloca-se a candeia no lugar apropriado, para que todos que entram naquela casa possam ver sua luz.
Continua explicando que os olhos são a candeia do corpo. Quando nossos olhos são bons, todo nosso corpo estará cheio de luz. Se forem maus, todo nosso corpo estará cheio de trevas.
Devemos ter cuidado. Para que a luz que está em nosso interior não sejam trevas.
Se nosso corpo estiver cheio de luz, e nenhuma parte estiver em trevas, estará completamente iluminado, como quando a luz de uma candeia brilha sobre nós.
Seu discurso é cheio de sabedoria, como sempre.
Ele nos ordena a sermos luz. Já vimos lá atrás, quando passávamos por Mateus. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/somos-sal-e-luz.html
O objetivo da luz é brilhar. Quando a luz brilha, as trevas acabam. As trevas são ausência de luz. Sendo luz, não podemos estar escondidos. Precisamos estar à vista, brilhando. Não podemos deixar que nos sufoquem, nos prendendo “debaixo de uma vasilha”.
Jesus mandou que tivéssemos cuidado para que a luz que estão em nosso interior não fossem trevas. Como uma luz pode ser trevas?
Imagine um lugar muito claro. E um muito escuro. Quando chegamos em um lugar muito escuro com uma lamparina bem fraquinha, aquele lugar clareia. Mas não está encharcado de luz. Apenas está um pouquinho mais claro que se não tivesse luz alguma. O que vemos nesses ambientes? Muitas sombras, que podem nos enganar. Podemos imaginar coisas ali. Coisas pequenas que se transformam em grandes. Além disso, muitas coisas não conseguimos enxergar. Detalhes então? Impossível.
Cuidado. Se esse é o seu caso, você está em trevas confundindo a realidade. A verdade não pode habitar em um lugar assim.
Nossos olhos são a candeia do nosso corpo. É com ele que enxergamos. Se enxergamos mal, vendo “homens que andam como árvores”, há algo muito errado com nossa visão. http://www.espalhandoasemente.com/2018/02/outra-cura-personalizada.html
O que temos enxergado? Que tipo de luz temos sido? Nossa luz é tão fraquinha que apenas “confunde a realidade” ou nossa luz é forte o suficiente para espantarmos as trevas?
É hora de enxergamos com verdade. Termos olhos para ver. E transformar nossa luz, se necessário for.
Logo que Jesus termina de falar, é convidado para comer na casa de um fariseu. Jesus foi.
Precisamos acompanhar essa cena.
Quando o Senhor chegou, reclinou-se à mesa. O fariseu, notando que Jesus não se lavara cerimonialmente antes da refeição, ficou surpreso.
Os fariseus eram muito cuidadosos com todos os cerimoniais. Muito mais que com suas vidas.
O Senhor, sabendo como o fariseu pensava, disse que eles, fariseus, limpavam o exterior do copo e do prato, mas interiormente estavam cheios de ganância e maldade.
Ele está à mesa, na casa do fariseu, e fala essas coisas? Nada O intimida?
Tem compromisso com a verdade. Sei disso. Ainda assim, estou boquiaberta. Minha plaquinha de aplausos na mão. Mas prefiro escondê-la. Acho que se não parar, as coisas por aqui vão ficar perigosas.
Para meu total espanto, Ele não para. Chama os fariseus de insensatos. Afinal, quem fez o exterior também fez o interior. O que significa que o interior também deve estar limpo.
Disse aos fariseus que deveriam dar ofertas aos necessitados para que o interior deles ficasse limpo. Havia claramente uma inversão de valores entre os fariseus.
Meu queixo está caído. Como tem tanta ousadia?
E, mesmo com todos em silêncio, boquiabertos, continua dizendo: “Ai de vocês, fariseus...”
Por quê?
Porque dão a Deus o dízimo das hortaliças, mas desprezam a justiça de Deus. O certo é praticar os dois.
Porque amam os lugares de honra nas sinagogas e as saudações em público. Ou seja, gostavam de “aparecer”.
Porque são como túmulos que não se veem, por sobre os quais os homens andam sem o saber. Estão mortos. E ninguém vê. Ninguém percebe.
Então, um perito da lei O interrompe e diz: “Mestre, quando dizes essas coisas, insultas também a nós”.
Quase caio. Isso vai dar briga. O que o Senhor responderá? Sei que não é "politicamente correto”, que tem compromisso com a verdade. Não tem medo de expô-la.
Ele responde: “Quanto a vocês, peritos na lei, ai de vocês também!”.
Por quê?
Porque sobrecarregam os homens com fardos que dificilmente podem carregar, mas eles mesmos não levantam um dedo sequer para ajudar.
Porque edificam os túmulos dos profetas que seus antepassados mataram. Sendo testemunhas de aprovação ao que eles fizeram. Os antepassados mataram, eles fazem os túmulos. Completam a obra.
Minha plaquinha está bem escondida. Meu coração está acelerado. Começo a temer o que pode acontecer. Os homens estão furiosos. Mas Ele não para.
Fala que Deus disse em Sua sabedoria que lhes mandaria profetas e apóstolos, mas matariam alguns e perseguiriam outros. Disse ainda que aquela geração seria considerada responsável pelo sangue de todos os profetas, derramados desde Abel, até Zacarias. Ainda repetiu. Para o caso deles não terem entendido ou achado que não ouviram direito.
Estou encolhida no meu lugar. De braços dados com você. Quase querendo me esconder.
E Jesus continua: “Ai de vocês, peritos na lei, porque se apoderaram da chave do conhecimento. Vocês mesmos não entraram e impediram os que estavam prestes a entrar!”.
Que afirmação terrível! Os peritos da lei se apoderaram da chave do conhecimento e ao invés de entrar no Caminho e andar pela Verdade para conhecer a Vida, não entravam e ainda impediam os que queriam entrar.
Nem sei se alguém comeu.
O que sei é que quando Jesus saiu dali, os fariseus e os mestres da lei começaram a opor-se fortemente a Ele e a interrogá-Lo com muitas perguntas. Esperavam apanhá-Lo em algo que dissesse.
Não se importavam em examinar suas vidas e concluir que falava a verdade. Não queriam interrogá-Lo para aprenderem. Interrogavam para pegá-Lo em alguma armadilha.
Não conhecem o Senhor. Não sabem que nada O intimida. Não sabem que Ele não é "politicamente correto". Que não teme falar a verdade. Que é comprometido com ela.
E quanto a nós? Temos tido esse compromisso? Ou gaguejamos diante de situações que deveríamos nos posicionar? Nos calamos para sermos "politicamente corretos"? Subimos no muro ou estamos comprometidos com a verdade?
Estar comprometido com a verdade não é fácil. É necessário ousadia, como o Senhor. João Batista morreu pelo seu comprometimento. Que o Senhor nos conceda Sua graça. Como precisamos aprender! http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/quem-tenho-sido-e-voce.html
Prosseguimos na próxima postagem.
Espero você. Até lá.
sexta-feira, 25 de outubro de 2019
Mateus 16.1-28
Leitura do dia 16/10.
Ontem vimos o Senhor contando muitas parábolas. Também O vimos ser rejeitado em Nazaré. A morte de João Batista. O testemunho do Senhor sobre João Batista. A primeira e a segunda multiplicação de pães e peixes. Jesus andar sobre o mar. Curar enfermos. Ensinar sobre a pureza interior. Sobre guardar o coração. E a cura da filha da mulher cananeia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-131-58.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-141-36.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-151-39.html
Hoje leremos a partir do capítulo dezesseis de Mateus. Até o capítulo dezoito.
Nesta primeira postagem, apenas o capítulo dezesseis.
Novamente os fariseus e saduceus aproximaram-se de Jesus. Eles O puseram à prova pedindo-Lhe um sinal do céu. Jesus responde que sabiam olhar para o céu e ver se o dia seria de tempestade ou de sol, mas não sabiam interpretar os sinais dos tempos. Queriam um sinal do céu quando deveriam olhar para os sinais dos tempos. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/jesus-nos-chama-aprender-com-ele.html
Jesus, sempre comprometido com a verdade, os chamou de geração perversa, que praticava o que era ruim e prejudicava as pessoas; e adúltera, pois haviam abandonado ao Senhor verdadeiro e serviam a si mesmos. Disse ainda que nenhum sinal seria dado a eles, a não ser o sinal de Jonas. E se retirou. Assunto encerrado. Ele não perdia tempo com discussões que não levam a nada.
Assim como Jonas havia ficado no ventre do peixe, Jesus ficaria no ventre da terra. E como Jonas saiu, Jesus ressuscitaria. Não acredito que eles entenderam. Não tinham olhos para ver, ouvidos para ouvir e coração para entender. Olhavam para si. Ouviam o que lhes era conveniente. E não entendiam a verdade da Palavra. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/jonas-11-17.html
Dali, foram para o outro lado do mar da Galileia. Os discípulos esqueceram de levar pão. Jesus lhes disse para estarem atentos e terem cuidado com o fermento dos fariseus e saduceus. Eles ainda estavam muito preocupados com o natural. Começaram a discutir entre si dizendo que não haviam levado pão. Jesus, percebendo a discussão, pergunta: “Homens de pequena fé, por que vocês estão discutindo entre si sobre não terem pão? Ainda não compreendem”?.
Será que temos compreendido o que Jesus tem feito em nossas vidas?
Ele precisou lembrá-los das duas multiplicações dos pães e de como as multidões foram alimentadas naquelas ocasiões, então, os discípulos entenderam que estava falando do ensino dos fariseus e saduceus.
Lembram da história que lhes contei de quando fui fazer o calzone e o excesso de fermento estragou toda a massa? Assim era o ensino desses homens. Ensinavam regras sobre regras. Enchiam a massa de fermento, até que estivesse estragada. Não possuíam vida, apenas religiosidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/a-parabola-do-fermento.html
Que tenhamos cuidado com os fariseus e saduceus de hoje que, ao invés de produzir alimento sadio, enchem a massa de fermento. E de palha.
Fermento em excesso fede, estraga a massa, que só serve para ser jogada fora. Como o sal insípido. Como a luz que não se acende quando deveria estar acesa.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/somos-sal-e-luz.html
Que nosso fermento seja no ponto certo, introduzido em massa de trigo puro, sem mistura, que produz vida a todos que se achegarem a nós, como acontecia com nosso Senhor Jesus.
Jesus chega à região de Cesareia de Felipe. Era assim chamada em homenagem a Felipe, filho de Herodes, que dominou aquela região. Antes, chamava-se Panias, em homenagem ao deus pagão Pan, associado aos campos e rebanhos. Estive na caverna que havia sido consagrada a Pan. Ali, declaramos o nome de Jesus, como o único Rei e Senhor do Universo.
Mas Pedro, que anteriormente havia tido uma revelação do Pai, agora se deixa ser usado pelo inimigo das nossas almas. Chama Jesus de lado e começa a dizer que a fala do Senhor não iria acontecer de jeito nenhum. Jesus nem pestaneja. Simplesmente o repreende. Dizendo que naquele momento Pedro era uma pedra de tropeço e não de sustentação, pois estava pensando nas coisas terrenas e não nas celestiais.
Todos os dias precisamos fazer essa escolha. À semelhança de Jesus, por sermos Seus seguidores, somos pedras. Somos pedra que pode ser usada para edificação ou para tropeço. O que tenho sido? E você? Já reparou que essa pergunta sempre está diante de nós? Joio ou trigo? Árvore que produz bons frutos ou maus? Terra boa ou má? Andar por fé ou vista? Crer ou duvidar? Pedra de sustentação ou pedra de tropeço?
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/somos-joio-ou-trigo.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/que-tipo-de-arvores-somos.html
Ontem vimos o Senhor contando muitas parábolas. Também O vimos ser rejeitado em Nazaré. A morte de João Batista. O testemunho do Senhor sobre João Batista. A primeira e a segunda multiplicação de pães e peixes. Jesus andar sobre o mar. Curar enfermos. Ensinar sobre a pureza interior. Sobre guardar o coração. E a cura da filha da mulher cananeia.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-131-58.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-141-36.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/10/mateus-151-39.html
Hoje leremos a partir do capítulo dezesseis de Mateus. Até o capítulo dezoito.
Nesta primeira postagem, apenas o capítulo dezesseis.
Novamente os fariseus e saduceus aproximaram-se de Jesus. Eles O puseram à prova pedindo-Lhe um sinal do céu. Jesus responde que sabiam olhar para o céu e ver se o dia seria de tempestade ou de sol, mas não sabiam interpretar os sinais dos tempos. Queriam um sinal do céu quando deveriam olhar para os sinais dos tempos. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/jesus-nos-chama-aprender-com-ele.html
Jesus, sempre comprometido com a verdade, os chamou de geração perversa, que praticava o que era ruim e prejudicava as pessoas; e adúltera, pois haviam abandonado ao Senhor verdadeiro e serviam a si mesmos. Disse ainda que nenhum sinal seria dado a eles, a não ser o sinal de Jonas. E se retirou. Assunto encerrado. Ele não perdia tempo com discussões que não levam a nada.
Assim como Jonas havia ficado no ventre do peixe, Jesus ficaria no ventre da terra. E como Jonas saiu, Jesus ressuscitaria. Não acredito que eles entenderam. Não tinham olhos para ver, ouvidos para ouvir e coração para entender. Olhavam para si. Ouviam o que lhes era conveniente. E não entendiam a verdade da Palavra. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/jonas-11-17.html
Dali, foram para o outro lado do mar da Galileia. Os discípulos esqueceram de levar pão. Jesus lhes disse para estarem atentos e terem cuidado com o fermento dos fariseus e saduceus. Eles ainda estavam muito preocupados com o natural. Começaram a discutir entre si dizendo que não haviam levado pão. Jesus, percebendo a discussão, pergunta: “Homens de pequena fé, por que vocês estão discutindo entre si sobre não terem pão? Ainda não compreendem”?.
Será que temos compreendido o que Jesus tem feito em nossas vidas?
Ele precisou lembrá-los das duas multiplicações dos pães e de como as multidões foram alimentadas naquelas ocasiões, então, os discípulos entenderam que estava falando do ensino dos fariseus e saduceus.
Lembram da história que lhes contei de quando fui fazer o calzone e o excesso de fermento estragou toda a massa? Assim era o ensino desses homens. Ensinavam regras sobre regras. Enchiam a massa de fermento, até que estivesse estragada. Não possuíam vida, apenas religiosidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/a-parabola-do-fermento.html
Que tenhamos cuidado com os fariseus e saduceus de hoje que, ao invés de produzir alimento sadio, enchem a massa de fermento. E de palha.
Fermento em excesso fede, estraga a massa, que só serve para ser jogada fora. Como o sal insípido. Como a luz que não se acende quando deveria estar acesa.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/somos-sal-e-luz.html
Que nosso fermento seja no ponto certo, introduzido em massa de trigo puro, sem mistura, que produz vida a todos que se achegarem a nós, como acontecia com nosso Senhor Jesus.
Jesus chega à região de Cesareia de Felipe. Era assim chamada em homenagem a Felipe, filho de Herodes, que dominou aquela região. Antes, chamava-se Panias, em homenagem ao deus pagão Pan, associado aos campos e rebanhos. Estive na caverna que havia sido consagrada a Pan. Ali, declaramos o nome de Jesus, como o único Rei e Senhor do Universo.
Voltando ao texto de Mateus.
Jesus escolheu essa região, dedicada a um falso deus, para perguntar a Seus discípulos quem as pessoas diziam que Ele era. Eles responderam que uns achavam que era João Batista, outros Elias e ainda outros, Jeremias ou um dos profetas.
Então, fez a maior pergunta, de todas as perguntas que podem ser feitas: “E vocês? Quem vocês dizem que Eu sou”?. Em algum momento de nossas vidas, na verdade em vários deles, temos que responder a essa pergunta. À maior pergunta do Universo. A mais importante.
Quem dizemos que Ele é? Um profeta? Um revolucionário? Um humanista? Um hippie? Um filósofo? Um homem bonzinho que falava coisas mansas e curava as pessoas? O Filho do Deus vivo? Quem pensamos que Ele é? Nossa resposta a essa pergunta irá definir nossas vidas. Completamente.
A grande pergunta do Universo não é quem eu sou, é quem Ele é. Quando sabemos quem Ele é, Ele nos revela quem somos. É maravilhoso. Sua identidade em nós, nos revela nossa identidade.
Pedro respondeu: “O senhor é o Cristo, o Filho do Deus vivo”. Jesus disse que Pedro era feliz, porque essa revelação foi dada a Ele pelo Pai, que está nos céus. Não podemos ir a Jesus sem que o Pai nos dê essa maravilhosa revelação.
E eu? Quem digo que Ele é? O Cristo, Ungido, filho do Deus vivo? E você? Quem você diz que Ele é? A resposta a essa pergunta define nossas vidas. Define tudo.
Imagino estar sentada ali, junto àquela caverna dedicada a Pan, um falso deus, ouvindo o Senhor perguntar: “E vocês? Quem vocês dizem que Eu sou”?. Sei que Ele é o Cristo, o filho do Deus vivo. Meu Senhor e Salvador. Meu dono. O Amado da minha alma. Aquele a quem eu seguirei. Todos os dias. Sempre. Para sempre.
Isso me faz lembrar que nessa mesma região, Tito, no ano 70 d.C, após destruir Jerusalém, levou vários judeus ali e os massacrou, em espetáculos de jogos. Olho ao longo da história. Quantos foram martirizados porque reconheceram verdadeiramente quem Jesus é! Pedro foi um desses. Praticamente todos Seus apóstolos. E tantos outros. Inclusive hoje, longe de nossas confortáveis casas, muitos morrem por responder a essa pergunta como Pedro respondeu. Quando temos a revelação de Sua identidade, como Pedro teve, não há como O negarmos.
Estou disposta a responder, mesmo em meio às lutas e tribulações? Mesmo diante da morte, se essa pergunta me for feita?
“E vocês? Quem vocês dizem que Eu sou"?. Eu quero conhecer Jesus, como Ele é, a cada dia. E você? https://www.youtube.com/watch?v=rBVjbjGVVjo
Após Pedro responder à pergunta mais importante do Universo, reconhecendo Jesus como o Cristo, o Filho do Deus vivo, Jesus afirma que ele era Pedro (pedra). E sobre essa revelação, que Pedro teve a respeito de Sua identidade, Ele edificaria Sua igreja. Sua igreja espalhada nos quatro cantos da terra. A Igreja verdadeira. A que fazemos parte, desde que tenhamos essa revelação, vinda diretamente do Pai até nós.
Jesus é a verdadeira pedra de esquina, aquela que os edificadores rejeitaram e que veio a ser principal, como está escrito no Salmo 118.22.
O Senhor disse que as portas do inferno não prevaleceriam sobre Sua igreja. Significa que nós, igreja, precisamos ir contra o inferno. A igreja não foi feita para ficar plantada em quatro paredes. Precisamos avançar, declarando quem Ele é.
Temos autoridade, dada por Ele, chaves do Reino dos céus. Chaves que ligam nos céus aquilo que ligarmos na terra. Precisamos descobrir o poder da oração. E usar esse poder, para levar o Reino dos céus aos quatro cantos desta terra, a começar pelo lugar onde estamos. Muitas coisas precisam acontecer e estão esperando nossas orações. Temos essa chave em nossas mãos.
Jesus ordenou que os discípulos não contassem a ninguém que Ele era o Cristo. Ainda não era a hora.
Desde então, começou a explicar-lhes a necessidade dEle ir a Jerusalém, sofrer nas mãos dos líderes religiosos, dos chefes dos sacerdotes e mestres da lei, até ser morto e ressuscitar ao terceiro dia.
Após terem a revelação de quem o Senhor Jesus é, Ele passa a dizer o que irá acontecer. É sempre assim. Um passo após o outro. Uma revelação após outra. Como as águas de Ezequiel, que iam ficando cada vez mais fundas à medida que ele prosseguia (Ezequiel 47).
Mas Pedro, que anteriormente havia tido uma revelação do Pai, agora se deixa ser usado pelo inimigo das nossas almas. Chama Jesus de lado e começa a dizer que a fala do Senhor não iria acontecer de jeito nenhum. Jesus nem pestaneja. Simplesmente o repreende. Dizendo que naquele momento Pedro era uma pedra de tropeço e não de sustentação, pois estava pensando nas coisas terrenas e não nas celestiais.
Que tipo de pedra temos sido? Temos tido a revelação do Pai de quem Jesus é e, baseados nessa revelação temos deixado que Ele edifique Sua igreja em nós e através de nós? Ou temos sido pedra de tropeço, pensando no que é humano e não no que é de Deus?
Todos os dias precisamos fazer essa escolha. À semelhança de Jesus, por sermos Seus seguidores, somos pedras. Somos pedra que pode ser usada para edificação ou para tropeço. O que tenho sido? E você? Já reparou que essa pergunta sempre está diante de nós? Joio ou trigo? Árvore que produz bons frutos ou maus? Terra boa ou má? Andar por fé ou vista? Crer ou duvidar? Pedra de sustentação ou pedra de tropeço?
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/somos-joio-ou-trigo.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/que-tipo-de-arvores-somos.html
Uma das coisas que me impressionou em Israel foi a quantidade de pedras pelo caminho. Para todos os lados. Agora, sento em uma. Preciso pensar. Analisar. Verificar minha vida. Minhas escolhas. Sente-se comigo. Espere um pouquinho.
Pronto. Levantamos da pedra que estávamos sentados, pensando sobre que tipo de pedra somos. Prosseguimos pelo capítulo dezesseis de Mateus. Jesus continua falando. Cada vez mais sério. Se quisermos acompanhá-Lo, temos que negar-nos a nós mesmos, tomar nossa cruz e segui-Lo. Será que temos essa disposição? Negar a si mesmo, envolve tanta coisa. Colocar o Senhor e Sua vontade antes da nossa não é fácil. Nossa natureza é normalmente egoísta.
Pronto. Levantamos da pedra que estávamos sentados, pensando sobre que tipo de pedra somos. Prosseguimos pelo capítulo dezesseis de Mateus. Jesus continua falando. Cada vez mais sério. Se quisermos acompanhá-Lo, temos que negar-nos a nós mesmos, tomar nossa cruz e segui-Lo. Será que temos essa disposição? Negar a si mesmo, envolve tanta coisa. Colocar o Senhor e Sua vontade antes da nossa não é fácil. Nossa natureza é normalmente egoísta.
Ele fala que se alguém quiser salva sua vida, a perderá, mas quem perder sua vida por Sua causa, a encontrará. Posso dizer que essa verdade tem acontecido em minha vida. “Não estou dizendo que já obtive tudo isso, que já alcancei a perfeição. Mas prossigo a fim de conquistar essa perfeição para a qual Cristo Jesus me conquistou. Não, irmãos, não a alcancei, mas concentro todos os meus esforços nisto: esquecendo-me do passado e olhando para o que está diante de mim, prossigo para o final da corrida, a fim de receber o prêmio celestial para o qual Deus nos chama em Cristo Jesus” (Filipenses 3.12).
Não existe nada melhor do que encontrar nossa vida em Jesus. Descobrir quem Ele é e quem nós somos.
O Senhor continua dizendo que não adianta o homem ganhar o mundo inteiro e perder sua alma. Daríamos qualquer coisa em troca dela. É o que temos de mais importante. Nossa alma é eterna. Devemos então, focar nosso desejo, nossos projetos e nossa vida no que é eterno. Seguir ao Senhor, tomando nossa cruz, a cada dia. Não dia sim, dia não, ou apenas em um dia da semana, para aplacar nossa consciência. Todos os dias. E segui-Lo. Negando nossa vontade, muitas vezes, para obedecê-Lo.
Quando era adolescente, li um livro, “Em seus passos, o que faria Jesus”?. Até hoje, anos depois, quando tenho qualquer dúvida, penso nessa pergunta. “O que Jesus faria? Como Ele agiria? O que Ele responderia? Ele responderia? Ele perdoaria? Ele"... Precisamos viver assim para seguirmos ao Senhor, para acompanhá-Lo, caso contrário ficaremos para trás e, quando abrirmos nossos olhos, já estará bem distante de nós. Precisaremos correr, talvez por lugares onde deveríamos ir agachados, engatinhando, tamanho perigo. Não podemos caminhar sozinhos. Temos que acompanhá-Lo. Precisamos segui-Lo.
Ah, Ele faz uma promessa maravilhosa, digna de confiança. Virá na glória de Seu Pai, com Seus anjos, e recompensará a cada um de acordo com o que tenha feito. Há uma recompensa por negar-se, tomar a cruz e segui-Lo. Uma recompensa eterna, que não conseguimos imaginar.
“É a isso que as Escrituras se referem quando dizem: 'Olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, e mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que O amam”. - 1 Corintios 2.9
“É a isso que as Escrituras se referem quando dizem: 'Olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, e mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que O amam”. - 1 Corintios 2.9
Não devermos segui-Lo por causa da recompensa e sim por Ele. Ele é maravilhoso o suficiente para querermos segui-Lo a cada dia, mesmo nas dificuldades, mesmo quando não queremos nos negar ou temos dificuldade em obedecê-Lo, ainda assim, se O seguirmos, seremos recompensados. Estaremos com Ele para sempre. É muito além do que podemos imaginar. E, acredite, não tem nada a ver com ficar sentado em uma nuvem tocando harpa, quase morrendo de tédio. O Senhor é muito mais que isso. Ele é ação, é ordem, é movimento.
Negar-se não é fácil, mas valerá a pena. Por Ele. https://www.youtube.com/watch?v=tZDKWhMfnSQ
Após ter dito essas palavras tão sérias e profundas, o Senhor falou que havia alguns ali que não morreriam antes de ver o Filho do homem vindo em Seu Reino. Os discípulos levaram seis dias para entender o que estava dizendo, talvez mais.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até lá.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até lá.
Marcadores:
Cesareia de Felipe,
Cristo,
escolha,
fariseus,
Fermento dos fariseus,
Geração perversa,
Jesus,
Jonas,
Pedra da esquina,
Portas do inferno,
Quem Jesus é?,
saduceus,
sinal,
Ungido,
verdade
terça-feira, 5 de fevereiro de 2019
O Senhor viu as lágrimas de Ezequias
Continuamos nossa caminhada através do livro de 2 Reis.
Ontem vimos a resposta do Senhor a Senaqueribe. Ele não entrou em Jerusalém, apesar de toda sua pompa e ameaças. E morreu em sua terra. Como o Senhor havia dito que aconteceria.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/afinal-senaqueribe-entrara-em-jerusalem.html
Agora, leremos o capítulo vinte. Até o versículo onze.
Logo em seguida, Ezequias ficou doente. À beira da morte.
Isaías foi visitá-lo e ordenou que colocasse sua casa em ordem. Ele não se recuperaria. Encontraria a morte.
Quando ouviu essas palavras, Ezequias virou o rosto para a parede e orou ao Senhor. Suplicou que o Senhor se lembrasse dele. Lembrou-Lhe como vinha caminhando com Ele em fidelidade, sinceridade e integridade de coração. Como vinha praticando o que é justo e correto diante dEle.
Ezequias ficou muito angustiado. Chorou copiosamente. Não queria morrer.
Antes que Isaías atravessasse o pátio intermediário para sair da cidade, o Senhor lhe ordenou que voltasse e dissesse a Ezequias que o Senhor Deus de seu pai Davi ouvira suas orações e súplicas e vira suas lágrimas.
O Senhor iria curá-lo. Depois de três dias, Ezequias agradeceria na Casa do Senhor. Quinze anos seriam acrescentados à sua vida e mais, o Senhor livraria ele e Jerusalém das mãos do rei da Assíria. O Senhor protegeria Jerusalém por amor à Sua própria pessoa e por amor a Seu servo Davi.
Quando Isaías falou com Ezequias, ele lhe perguntou qual sinal o Senhor daria de que o curaria e ele conseguiria ir à Casa do Senhor três dias depois.
Isaías lhe perguntou o que queria que acontecesse: Que a sombra do relógio de sol adiantasse ou regredisse dez graus. Ezequias respondeu que era fácil a sombra se adiantar dez graus. Ele preferia ver a sombra retornar os dez graus. Isso sim era um sinal! O tempo voltar! Uau!
Isaías clamou o nome do Senhor e imediatamente Ele fez a sombra recuar dez graus que já havia avançado no relógio de sol de Acaz.
Isaías ordenou ao rei que tomasse uma pasta de figos e passasse sobre a úlcera. Em seguida, um emplastro foi aplicado às feridas. Como o Senhor disse, ele ficou curado.
É maravilhoso ver o Senhor respondendo tão rapidamente a oração de Ezequias. Isaías ainda não havia saído da cidade e o Senhor mandou que retornasse com a resposta para ele.
E que sinal! O tempo simplesmente recuou. Para dar um sinal a um homem. De que o prometido pelo Senhor aconteceria. Em apenas três dias.
Que Deus maravilhoso o que servimos!
Meu coração se inclina diante dEle. Preciso adorá-Lo. Reverenciá-Lo.
Amanhã continuamos. Espero você. Até lá.
Ontem vimos a resposta do Senhor a Senaqueribe. Ele não entrou em Jerusalém, apesar de toda sua pompa e ameaças. E morreu em sua terra. Como o Senhor havia dito que aconteceria.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/afinal-senaqueribe-entrara-em-jerusalem.html
Agora, leremos o capítulo vinte. Até o versículo onze.
Logo em seguida, Ezequias ficou doente. À beira da morte.
Isaías foi visitá-lo e ordenou que colocasse sua casa em ordem. Ele não se recuperaria. Encontraria a morte.
Quando ouviu essas palavras, Ezequias virou o rosto para a parede e orou ao Senhor. Suplicou que o Senhor se lembrasse dele. Lembrou-Lhe como vinha caminhando com Ele em fidelidade, sinceridade e integridade de coração. Como vinha praticando o que é justo e correto diante dEle.
Ezequias ficou muito angustiado. Chorou copiosamente. Não queria morrer.
Antes que Isaías atravessasse o pátio intermediário para sair da cidade, o Senhor lhe ordenou que voltasse e dissesse a Ezequias que o Senhor Deus de seu pai Davi ouvira suas orações e súplicas e vira suas lágrimas.
O Senhor iria curá-lo. Depois de três dias, Ezequias agradeceria na Casa do Senhor. Quinze anos seriam acrescentados à sua vida e mais, o Senhor livraria ele e Jerusalém das mãos do rei da Assíria. O Senhor protegeria Jerusalém por amor à Sua própria pessoa e por amor a Seu servo Davi.
Quando Isaías falou com Ezequias, ele lhe perguntou qual sinal o Senhor daria de que o curaria e ele conseguiria ir à Casa do Senhor três dias depois.
Isaías lhe perguntou o que queria que acontecesse: Que a sombra do relógio de sol adiantasse ou regredisse dez graus. Ezequias respondeu que era fácil a sombra se adiantar dez graus. Ele preferia ver a sombra retornar os dez graus. Isso sim era um sinal! O tempo voltar! Uau!
Isaías clamou o nome do Senhor e imediatamente Ele fez a sombra recuar dez graus que já havia avançado no relógio de sol de Acaz.
Isaías ordenou ao rei que tomasse uma pasta de figos e passasse sobre a úlcera. Em seguida, um emplastro foi aplicado às feridas. Como o Senhor disse, ele ficou curado.
É maravilhoso ver o Senhor respondendo tão rapidamente a oração de Ezequias. Isaías ainda não havia saído da cidade e o Senhor mandou que retornasse com a resposta para ele.
E que sinal! O tempo simplesmente recuou. Para dar um sinal a um homem. De que o prometido pelo Senhor aconteceria. Em apenas três dias.
Que Deus maravilhoso o que servimos!
Meu coração se inclina diante dEle. Preciso adorá-Lo. Reverenciá-Lo.
Amanhã continuamos. Espero você. Até lá.
sábado, 25 de novembro de 2017
Que tipo de geração temos sido?
Continuamos nossa viagem através do capítulo 12 de Mateus.
Se você me conhece, sabe que sou uma pessoa extremamente calma. Mas os fariseus me deixam irada.
É terrível como pessoas que não têm disposição para crer, encontram desculpas e empecilhos para tal.
Depois de tudo que vimos o Senhor realizar nos últimos versículos e contemplar a multidão atônita diante desses fatos, alguns fariseus e mestres da lei (mestres da lei!) pedem a Jesus um sinal milagroso. O que queriam ver? A terra se abrir e engolir alguns, como aconteceu com Coré (Está registrado em Números 16)? Eles só queriam mais uma desculpa para não seguir Jesus.
Como sempre, a resposta de Jesus faz meu coração acelerar. Sua ousadia me deixa completamente apaixonada.
Ele responde: “Uma geração perversa e adúltera pede um sinal milagroso! Mas nenhum sinal será dado, exceto o sinal do profeta Jonas”. E explica que assim como Jonas esteve no ventre de um grande peixe, Ele ficaria no coração da terra. Falava sobre Sua morte e ressurreição, mas claro, os fariseus e os mestres da lei não entenderam. Não tinham ouvidos para ouvir. Eram seletivos. Só ouviam e viam o que lhes interessava. O que pudesse respaldar suas vidas, não denunciá-las.
Novamente gostaria de ter uma placa escrita “aplausos” ou ser uma líder de torcida, como no vôlei ou futebol, que incentiva a torcida a gritar, bater palmas e até fazer a “ola”. Jesus afirma que os homens de Nínive se levantarão no Juízo e condenarão essa geração incrédula, pois se converteram com a pregação de Jonas e “agora está aqui o que é maior do que Jonas.” Uau! Que afirmação. Quase consigo ouvir os dentes daqueles homens rangendo de tanta raiva.
Ele não parou aí. Sabia como aqueles homens eram nacionalistas e citou a Rainha do Sul, a Rainha de Sabá, que veio de outra nação, no sudoeste da Arábia, para ouvir a sabedoria de Salomão, “e agora está aqui o que é maior do que Salomão”.
Cada afirmação dEle faz meu coração saltar de alegria. Ele é maior que tudo, que todos.
Aqueles homens, no entanto, não O seguiram. E nós? Reconhecemos Sua superioridade? Sabemos quem de fato Ele é?
A incredulidade é realmente algo terrível. O Senhor explica o que aconteceria com aquela (ou essa) geração perversa. Estavam sendo limpos pela palavra que ouviam, mas não tomavam posição. A casa que havia sido antes habitada por um espírito imundo estava desocupada, varrida e em ordem. Pronta para o Senhor morar. No entanto, estava trancada. Não faziam o convite a Ele. Ficariam em um estado muito pior que o anterior. Aquele espírito imundo voltaria, levando com ele sete espíritos piores e entraria novamente na casa, passando a viver ali. E o estado daquele homem, e no caso, daquela geração, seria pior do que o primeiro. Ah, como sabemos que isso é verdadeiro.
Quando cremos e O seguimos, nos tornamos Sua família, sua responsabilidade. Seu cuidado está sobre nós. Quando porém, O ignoramos, estamos vulneráveis, sem defesa.
Qual tem sido nossa atitude diante dEle, aquele que é maior que qualquer outro?
“Por isso, Deus também o exaltou sobremaneira à mais elevada posição e lhe deu o Nome que está acima de qualquer outro nome;” – Filipenses 2.9
Continuamos amanhã, no capítulo 13.
domingo, 17 de janeiro de 2016
A paciência de Deus conosco
Lendo a história do pai de Sansão. O Anjo do Senhor aparece à mulher de Manoá, que era estéril. Anuncia-lhe que terá um filho. Explica, nos mínimos detalhes, o que deve ser feito com relação ao menino. Ela conta tudo ao marido. O que ele faz? Pede, na verdade implora, que o Senhor apareça mais uma vez para instruir como o menino deve ser criado. Ora, Ele já havia instruído, em detalhes.
O Senhor, rico em bondade e misericórdia, aparece de novo. A quem? Outra vez à mulher, cujo nome sequer é mencionado. Ela corre e avisa seu marido, que por sua vez, corre ao encontro do Anjo do Senhor e, com a maior "cara lavada" pergunta o que Ele havia anteriormente instruído. E Ele, sempre paciente, sabe que somos "loiros", responde e "esclarece" a Manoá. Quase desenhando.
Quantas vezes ficamos empacados numa prova porque o Senhor nos dá instruções que não cumprimos? Às vezes porque são difíceis demais. Outras, porque são loucas demais. Outras porque são simples ou fáceis demais! E achamos que Ele se esqueceu de alguma coisa. Queremos que o Senhor apareça novamente e, sei lá, mude a instrução? Acrescente algum item?
Não sei se já lhe aconteceu, mas volta e meia Ele manda eu parar de orar por algo, seja simples ou complexo e fala claramente para agradecer. E aí, como não estou enxergando ainda a resposta, quero continuar orando. E Ele, faz “campanha”, e só bate na mesma tecla até me convencer! Agradeço, muitas vezes por pura obediência, tipo "Ok Senhor, você venceu", e não por realmente acreditar que Ele já fez e devo realmente agradecer. E então? Claro! Acontece! Sansão nasce. Não passo navalha nele. Não deixo que beba o que foi proibido. Ele cresce. Livra o povo de Israel dos filisteus. Do jeitinho que o Senhor falou. Simples assim. Muitas vezes simples para o Senhor, nem sempre para mim.
Algumas vezes, sei que pareço Gideão. O Anjo na minha cara! E fico com aquela história de “novelo seco, novelo molhado”. Deus é muito paciente! Ainda fala: "Vai ao acampamento do inimigo". Gideão vai. E, no exato momento em que chega, ouve contar um sonho e "de quebra" ainda ganha sua interpretação. Ainda bem, eu nunca ia entender aquilo. Não estou criticando-o. Como enfrentar uma guerra só com trezentos homens e uma tocha na mão? É preciso ter certeza!
O que chama minha atenção não é a insistência desses homens, é a bondade do Senhor em continuar a repetir a mesma instrução, até que seja obedecida!
Aprendo muito. Ele tem misericórdia de nós! E nós devemos ter de outros. Porque assim como Ele repete Suas instruções, há ocasiões em que temos que repetir a alguém. Sua bondade não tem fim!
Que possamos obedecer ao Senhor em todas as coisas! Mesmo sem muitas vezes entender. Sem ver que o que Ele está dizendo está acontecendo. E mais, quando parece que acontece justamente ao contrário daquilo que Ele está nos falando. Podemos confiar. Seguir Suas instruções. Esperar quando for para esperar. Agradecer quando for para agradecer. Lutar quando for para lutar. Louvar. Ele nunca falha. O que Ele prometeu, Ele cumpre.
E quando chegar a hora certa, no exato momento, basta um instante. Um instante para acontecer o que prometeu. Vamos obedecer. Obedecer e confiar.
Assinar:
Postagens (Atom)





