Leitura do dia 28/04.
Na postagem anterior, vimos as consequências de uma aliança que nos afasta do Senhor. Jeorão teve uma vida lamentável e uma morte terrível.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-211-20.html
Agora caminharemos pelas páginas do capítulo vinte e dois.
Os habitantes de Jerusalém proclamaram Acazias rei em seu lugar. Era o único filho que havia restado a Jeorão. Todos os outros foram mortos. Estava com vinte e dois anos quando começou a reinar. Reinou apenas um ano em Jerusalém.
Também andou nos caminhos da família de Acabe. Sua mãe era Atalia, neta de Onri, rei de Israel. Ela lhe dava conselhos insensatos.
Acazias praticou o que era mau segundo o padrão que agrada o Senhor. Para sua desgraça, seus conselheiros eram da família de Acabe.
Seguindo seus conselhos, partiu com Jorão, filho de Acabe, rei de Israel, para atacar Hazael, rei da Síria. Os sírios feriram Jorão, que foi obrigado a retornar a Jezreel para tratar seus ferimentos.
Certo dia Acazias foi visitar Jorão. Assim que chegou, Jorão e Acazias decidiram visitar Jeú. Logo Jeú, filho de Ninsi, que havia sido ungido pelo Senhor para exterminar a família de Acabe.
Quando Jeú estava executando o juízo do Senhor sobre a família de Acabe, encontrou os líderes de Judá e os filhos dos parentes de Acazias e os matou.
Pela vontade do Senhor e para desgraça de Acazias, os soldados de Jeú foram atrás dele. Capturaram-no em Samaria, onde havia se escondido. Foi levado a Jeú, que o executou.
Não lhe negaram sepultura por ser neto de Josafá, que havia buscado o Senhor de todo o coração. Jeú respeitava Josafá.
Quando sua mãe foi informada de sua morte, mandou exterminar toda a família real de Judá, inclusive seus netos. Atalia não sabia nada sobre temer ao Senhor. Assim, na família de Acazias não havia mais ninguém que pudesse ser rei.
Jeoseba, filha de Jeorão, conseguiu encontrar um dos filhos de Acazias, que seria assassinado e o escondeu num quarto, com sua ama. Ela era esposa do sacerdote Joiada e irmã de Acazias.
Atalia não encontrou Joás para matá-lo. Ele passou seis anos escondido com elas na Casa do Senhor, enquanto Atalia governava.
Mais uma vez vemos um rei que fez alianças erradas e que ouviu conselhos equivocados, embora fossem de sua mãe. Seu reinado não durou quase nada, apenas um ano. Sua vida também foi ceifada cedo, com apenas vinte e três anos.
Que aprendamos com esses reis a terrível lição de alianças fora da vontade do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-rompida.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desgracada.html
Que aprendamos a ouvir conselhos que estejam de acordo com Sua palavra.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/conselhos-de-davi.html
Que aprendamos a fugir dos maus conselhos, ainda que de alguém muito próximo a nós. Julguemos de acordo com os conselhos do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/quem-sao-os-meus-conselheiros.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/um-reino-esfacelado.html
E agora?
O que será de Judá sendo governado por Atalia, filha do rei de Israel? Uma mulher que não sabe o que é temer ao Senhor. Que sequer sabe amar sua família. Desgraça? Bancarrota? Naufrágio?
Joás conseguirá chegar ao trono?
Amanhã continuamos. Leremos do capítulo vinte e três ao capítulo vinte e seis.
Espero você. Até lá.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/naufrago.html
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domingo, 28 de abril de 2019
2 Crônicas 22.1-12
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quinta-feira, 4 de abril de 2019
2 Reis 11.1-21
Leitura do dia 08/04.
Na postagem anterior, vimos que Jeú, embora deixasse de servir a Baal, continuou servindo aos bezerros de ouro que Jeroboão havia erigido. Seu coração não era íntegro. Foi facilmente corrompido. Muito triste!
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-101-36.html
Agora, caminharemos através do capítulo onze.
Lembra que há alguns capítulos atrás vimos Jeú mandar matar Acazias, rei de Judá?
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-91-37.html
Quando a mãe de Acazias, Atalia, soube que seu filho estava morto, mais que depressa mandou matar toda a descendência real. Sim, é isso mesmo. Todos os irmãos e filhos de Acazias foram mortos. Ou, quase todos. Um escapou.
Lembre que os filhos de Acazias eram netos de Atalia. Ainda assim ela os mandou matar. Queria o reino para si. O poder era mais importante que sua própria família.
Jeoseba, filha do rei Jeorão, irmã de Acazias, conseguiu esconder Joás, filho de Acazias. Ela o raptou dentre os filhos do rei que haviam sido condenados à morte. Ela o escondeu de Atalia junto com sua ama, para que não fosse morto.
Durante seis anos Joás ficou sob sua proteção, escondido no templo do Senhor. O marido de Jeoseba era sacerdote. Joiada.
Enquanto isso, Atalia reinava sobre Judá. Uma rainha assassina. Uma rainha que despreza sua própria família. Consegue pensar como deveria ser com o povo?
Mas algo está prestes a acontecer.
No sétimo ano, o sacerdote Joiada, esposo de Jeoseba, convocou à sua presença, no templo do Senhor, os líderes dos batalhões de cem e os oficiais da guarda. Ali firmou com eles uma aliança com juramento. Depois apresentou-lhes o filho do rei, que havia ficado escondido durante esses anos.
Em seguida ordenou que, quando entrassem para o serviço no sábado, um terço deles faria a guarda do palácio real. Outro terço ficaria na porta Sur. O outro terço na porta atrás da guarda. Assim fariam a vigilância do templo por turnos. Os dois grupos que deixassem o serviço no sábado ficariam de guarda no templo para zelar pelo rei.
Deveriam guardar o rei Joás com suas espadas em punho. Que matassem qualquer um que se aproximasse de suas fileiras. Acompanhariam o rei o tempo todo. Eles obedeceram. Reuniram seus soldados na presença de Joiada. Os que estavam entrando em serviço no sábado e os que estavam saindo. O próprio sacerdote entregou aos centuriões as lanças e os escudos que haviam sido do rei Davi e estavam ali guardados.
Os guardas, cada um com as armas na mão, se posicionaram em torno do rei, do lado direito e esquerdo, ao longo do altar e do templo.
Então, Joiada fez sair o filho do rei, pôs-lhe a coroa e lhe entregou uma cópia da Aliança, o Livro do Testemunho. Todo rei recebia uma cópia da Lei para que nela meditasse todos os dias de sua vida e conhecesse o Senhor e Seus caminhos. Ninguém em Judá era proclamado rei sem que recebesse a cópia da Aliança do Senhor. Assim que Joás recebeu essa cópia, foi proclamado rei. Eles o ungiram e todo o povo celebrava com palmas e brados de “Viva o rei”.
E agora? Atalia, avó de Joás tem reinado sobre Judá. Ela matará o único neto que lhe restou?
Quando Atalia ouviu o alarido da guarda e do povo, foi até à Casa do Senhor para saber o que estava acontecendo. Viu Joás de pé sobre o estrado, junto à coluna, segundo a tradição. Os capitães e os trombeteiros, próximos ao rei. E todo o povo se alegrava ao som das cornetas. Rasgou suas vestes e gritou: “Traição! Traição!”
O sacerdote Joiada ordenou aos líderes dos batalhões de cem que estavam no comando das tropas que a fizessem sair entre as fileiras. Se alguém a seguisse, deveria ser morto, à espada. Assim ordenou para que ela não fosse morta na Casa do Senhor.
Eles a prenderam e a conduziram ao lugar onde os cavalos entravam no terreno do palácio. Lá a executaram.
Um novo rei sobe ao trono. Um rei que ficou durante seis anos escondido no templo do Senhor. Será que aproveitou esse tempo para estar em Sua presença e não apenas em Seu templo? Ah, como é diferente estar no templo e estar na presença do Senhor.
O sacerdote Joiada, cumprindo bem seu papel, celebrou uma aliança entre o Senhor, o rei e o povo. Nessa aliança, o povo se comprometeu a ser o povo do Senhor. Fez também uma aliança entre o rei e o povo.
Todos foram ao templo de Baal e o derrubaram. Incrível a facilidade com que levantavam templos. Despedaçaram os altares e os ídolos. Também mataram Matã, o sacerdote de Baal, em frente aos altares.
Joiada destacou guardas para o templo do Senhor. Também convocou capitães da guarda. Fizeram um cortejo. O rei foi aclamado do templo até ao palácio, passando pela porta da guarda. Joás sentou-se no trono. Todos ali reunidos se alegraram muito.
A cidade experimentou grande paz, assim que mataram Atalia à espada, perto da casa do rei. Como deveria ser terrível morar na cidade da rainha que nem seus próprios descendentes poupou!
Sabe quantos anos Joás tinha quando foi proclamado rei e começou a reinar? Apenas sete anos!
Como será a história desse menino que se tornou rei?
Prosseguimos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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Na postagem anterior, vimos que Jeú, embora deixasse de servir a Baal, continuou servindo aos bezerros de ouro que Jeroboão havia erigido. Seu coração não era íntegro. Foi facilmente corrompido. Muito triste!
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-101-36.html
Agora, caminharemos através do capítulo onze.
Lembra que há alguns capítulos atrás vimos Jeú mandar matar Acazias, rei de Judá?
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-91-37.html
Quando a mãe de Acazias, Atalia, soube que seu filho estava morto, mais que depressa mandou matar toda a descendência real. Sim, é isso mesmo. Todos os irmãos e filhos de Acazias foram mortos. Ou, quase todos. Um escapou.
Lembre que os filhos de Acazias eram netos de Atalia. Ainda assim ela os mandou matar. Queria o reino para si. O poder era mais importante que sua própria família.
Jeoseba, filha do rei Jeorão, irmã de Acazias, conseguiu esconder Joás, filho de Acazias. Ela o raptou dentre os filhos do rei que haviam sido condenados à morte. Ela o escondeu de Atalia junto com sua ama, para que não fosse morto.
Durante seis anos Joás ficou sob sua proteção, escondido no templo do Senhor. O marido de Jeoseba era sacerdote. Joiada.
Enquanto isso, Atalia reinava sobre Judá. Uma rainha assassina. Uma rainha que despreza sua própria família. Consegue pensar como deveria ser com o povo?
Mas algo está prestes a acontecer.
No sétimo ano, o sacerdote Joiada, esposo de Jeoseba, convocou à sua presença, no templo do Senhor, os líderes dos batalhões de cem e os oficiais da guarda. Ali firmou com eles uma aliança com juramento. Depois apresentou-lhes o filho do rei, que havia ficado escondido durante esses anos.
Em seguida ordenou que, quando entrassem para o serviço no sábado, um terço deles faria a guarda do palácio real. Outro terço ficaria na porta Sur. O outro terço na porta atrás da guarda. Assim fariam a vigilância do templo por turnos. Os dois grupos que deixassem o serviço no sábado ficariam de guarda no templo para zelar pelo rei.
Deveriam guardar o rei Joás com suas espadas em punho. Que matassem qualquer um que se aproximasse de suas fileiras. Acompanhariam o rei o tempo todo. Eles obedeceram. Reuniram seus soldados na presença de Joiada. Os que estavam entrando em serviço no sábado e os que estavam saindo. O próprio sacerdote entregou aos centuriões as lanças e os escudos que haviam sido do rei Davi e estavam ali guardados.
Os guardas, cada um com as armas na mão, se posicionaram em torno do rei, do lado direito e esquerdo, ao longo do altar e do templo.
Então, Joiada fez sair o filho do rei, pôs-lhe a coroa e lhe entregou uma cópia da Aliança, o Livro do Testemunho. Todo rei recebia uma cópia da Lei para que nela meditasse todos os dias de sua vida e conhecesse o Senhor e Seus caminhos. Ninguém em Judá era proclamado rei sem que recebesse a cópia da Aliança do Senhor. Assim que Joás recebeu essa cópia, foi proclamado rei. Eles o ungiram e todo o povo celebrava com palmas e brados de “Viva o rei”.
E agora? Atalia, avó de Joás tem reinado sobre Judá. Ela matará o único neto que lhe restou?
Quando Atalia ouviu o alarido da guarda e do povo, foi até à Casa do Senhor para saber o que estava acontecendo. Viu Joás de pé sobre o estrado, junto à coluna, segundo a tradição. Os capitães e os trombeteiros, próximos ao rei. E todo o povo se alegrava ao som das cornetas. Rasgou suas vestes e gritou: “Traição! Traição!”
O sacerdote Joiada ordenou aos líderes dos batalhões de cem que estavam no comando das tropas que a fizessem sair entre as fileiras. Se alguém a seguisse, deveria ser morto, à espada. Assim ordenou para que ela não fosse morta na Casa do Senhor.
Eles a prenderam e a conduziram ao lugar onde os cavalos entravam no terreno do palácio. Lá a executaram.
Um novo rei sobe ao trono. Um rei que ficou durante seis anos escondido no templo do Senhor. Será que aproveitou esse tempo para estar em Sua presença e não apenas em Seu templo? Ah, como é diferente estar no templo e estar na presença do Senhor.
O sacerdote Joiada, cumprindo bem seu papel, celebrou uma aliança entre o Senhor, o rei e o povo. Nessa aliança, o povo se comprometeu a ser o povo do Senhor. Fez também uma aliança entre o rei e o povo.
Todos foram ao templo de Baal e o derrubaram. Incrível a facilidade com que levantavam templos. Despedaçaram os altares e os ídolos. Também mataram Matã, o sacerdote de Baal, em frente aos altares.
Joiada destacou guardas para o templo do Senhor. Também convocou capitães da guarda. Fizeram um cortejo. O rei foi aclamado do templo até ao palácio, passando pela porta da guarda. Joás sentou-se no trono. Todos ali reunidos se alegraram muito.
A cidade experimentou grande paz, assim que mataram Atalia à espada, perto da casa do rei. Como deveria ser terrível morar na cidade da rainha que nem seus próprios descendentes poupou!
Sabe quantos anos Joás tinha quando foi proclamado rei e começou a reinar? Apenas sete anos!
Como será a história desse menino que se tornou rei?
Prosseguimos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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2 Reis 10.1-36
Leitura do dia 08/04.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
Ontem vimos o Senhor transformar a economia de Samaria, através de um verdadeiro milagre. Milagre este, anunciado por quatro leprosos. O escudeiro incrédulo, morre. O acampamento da Síria é saqueado. A mulher de Suném volta para casa e é restituída. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-71-20.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-81-6.html
Também vimos Eliseu ir a Damasco. Ben-Hadade é assassinado por Hazael. Jeorão reina em Judá. Após sua morte, Acazias reina. Um jovem profeta unge Jeú rei sobre Israel. Após ter sido ungido rei, foi instrumento do Senhor para realizar juízo e justiça. É sempre bom lembrar que o juízo do Senhor tem como base a verdadeira justiça.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-87-15.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-816-29.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-91-37.html
Hoje caminharemos através dos capítulo dez a doze.
Na primeira postagem, o capítulo dez.
Havia setenta descendentes de Acabe morando em Samaria. Jeú escreveu uma carta aos chefes de Jezreel, às suas autoridades e aos tutores desses descendentes. Na carta, ordenava que os tutores, assim que a recebessem, escolhessem um descendente de Acabe, o melhor e mais capaz, para continuar sua dinastia. E que a defendessem. Os tutores sentiram grande medo. Comentaram entre si que se dois reis não conseguiram resistir Jeú, como eles poderiam?
Então, o prefeito do palácio, o governador da cidade, as autoridades e os tutores enviaram uma mensagem a Jeú. Nela diziam que eram seus servos. Fariam o que ordenasse. Não escolheriam rei algum. Que Jeú fizesse o que fosse de seu agrado.
Jeú respondeu-lhes com outra carta. Nesta, dizia que se estavam ao seu lado e, realmente queriam ouví-lo, que tomassem as cabeças dos homens da família de Acabe e fossem encontrar com ele, no dia seguinte, naquela mesma hora, em Jezreel.
Quando as autoridades de Samaria receberam a carta, reuniram os filhos de Acabe. Degolaram todos os setenta. Colocaram suas cabeças em cestos. E enviaram-nas a Jezreel.
Um mensageiro deu a notícia a Jeú. Ele ordenou que fizessem dois montes, à entrada da porta da cidade. Que as cabeças ficassem ali até a manhã seguinte. Na manhã seguinte Jeú foi à porta da cidade. Disse ao povo de Jezreel que eles eram inocentes. Foi ele quem conspirou contra seu senhor e o matou. Mas quem havia degolado aqueles? Disse também que toda a palavra do Senhor dita contra a família de Acabe seria cumprida. O Senhor já estava cumprindo o que havia anunciado por meio de Elias.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-211-29.html
Em seguida, exterminou todos que restavam da família de Acabe em Jezreel. Seus aliados, nobres e sacerdotes. Não permitiu que ninguém escapasse.
Depois desses acontecimentos, Jeú foi à Samaria.
No caminho, em Bete-Equede dos Pastores, encontrou uma caravana. Perguntou quem eram. Eram parentes de Acazias. Estavam indo visitar as famílias do rei e a rainha-mãe.
Naquela época as informações não eram transmitidas na velocidade de hoje. Não sabiam o que havia acontecido. Não faziam ideia da unção do novo rei. Nem que este havia enfrentado Jorão e Acazias. E agora, estava diante deles.
Jeú, imediatamente, ordenou que seus soldados os prendessem vivos. Foram presos e degolados na cisterna de Bate-Equede. Eram quarenta e dois. Nenhum escapou.
Quando saiu dali, Jeú encontrou Jonadabe, filho de Recabe. Perguntou-lhe se seu coração era leal com ele, tal qual o seu era com Jonadabe. Jonadabe respondeu que era. Jeú pediu que lhe desse a mão. Jonadabe estendeu-lhe a mão e Jeú o colocou a seu lado no carro que conduzia. Disse-lhe que fosse com ele e observasse seu zelo pelo Senhor.
Quando leio essas palavras, meu coração dispara. O que Jeú fará agora? Matou Jorão, Acazias e Jezabel. Quem será o próximo?
Quando entrou em Samaria, mandou matar todos os sobreviventes da família de Acabe. Ele simplesmente os aniquilou. Exatamente como previu a palavra que o Senhor havia falado a Elias.
Jeú mandou que todo o povo fosse reunido. Então disse que Acabe cultuou pouco a Baal, mas ele o cultuaria muito mais.
E agora? Meu coração dispara muito mais que antes. Ele disse a Jonadabe que lhe mostraria seu zelo pelo Senhor. Agora fala que cultuará a Baal. Não estou entendendo. O que aconteceu?
Jeú estava sendo irônico. Agia de forma dissimulada. Seu objetivo era exterminar todos os adoradores de Baal. Por isso os queria reunidos ali. Ordenou que uma assembleia solene fosse convocada. Para Baal. Enviou mensageiros por toda a terra de Israel. Todos os seguidores e adoradores de Baal atenderam à convocação. Ninguém deixou de comparecer. Entraram no templo de Baal, que ficou lotado.
Jeú ordenou ao responsável pelas vestes que trouxessem os mantos para todos os ministros de Baal.
Ele prontamente trouxe. Em seguida, entrou no templo. Estava acompanhado de Jonadabe, filho de Recabe. Declarou aos ministros de Baal que olhassem em volta e observassem que não houvesse nenhum servo do Senhor entre eles. Somente ministros de Baal deveriam estar ali. Aproximaram-se e ofereceram os holocaustos a Baal.
Jeú havia colocado oitenta homens do lado de fora, com a ordem expressa de que se deixassem um só escapar da morte, pagariam com a própria vida.
Quando os ministros de Baal acabaram de oferecer o holocausto, Jeú ordenou aos seus guardas e oficiais que entrassem e matassem todos. Que ninguém fosse poupado.
Todos foram mortos ao fio da espada. Jogaram seus cadáveres para fora. Entraram no santuário interno do templo e arrastaram a coluna sagrada para fora, onde a queimaram. O templo foi demolido.
Até o dia em que o livro de 2 Reis foi escrito, esse local era usado como sanitário público.
Assim Jeú exterminou de Israel o culto a Baal. Fico tão feliz enquanto caminho por essas páginas e vejo seu zelo pelo Senhor, mas infelizmente seu coração não era íntegro. Não abandonou os pecados de Jeroboão, filho de Nebate. Continuou adorando os bezerros de ouro que estavam em Betel e Dã, nos dois extremos de Israel. Os bezerros que Jeroboão havia erigido.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-1222-33.html
O Senhor disse a Jeú que ele havia executado bem o que era justo a Seus olhos, assim como cumpriu toda Sua determinação contra a casa de Acabe. Por isso, seus filhos se assentariam no trono de Israel, até a quarta geração.
Nem mesmo uma promessa maravilhosa dessas fez com que Jeú voltasse seu coração ao Senhor. Não teve cuidado de andar de todo o coração segundo Sua Lei. Também não se apartou dos pecados que Jeroboão induziu Israel a cometer.
Neste tempo, o Senhor começou a reduzir o território de Israel. Quando nos afastamos do Senhor, aos poucos perdemos o que Ele nos deu. Nossa herança é dilapidada,
O rei Hazael, da Síria, feriu Israel em todas as suas fronteiras. Todas. Desde o leste do Jordão, incluindo toda a terra de Gileade. Conquistou também desde Aroer, junto à garganta do Arnom, até Basã, passando por Gileade, e as terras das tribos de Gade, Rúben e Manassés.
Jeú reinou sobre Israel vinte e oito anos. Quando morreu, foi sepultado em Samaria. Seu filho Jeoacaz, como o Senhor havia prometido, foi seu sucessor.
O Senhor sempre cumpre Suas promessas. Sempre. Que estejamos preparados para sermos Seus instrumentos, como Jeú foi.
Que possamos aprender a guardar nosso coração, entregando-o totalmente ao Senhor. Que não nos desviemos para lado nenhum. Nem para Baal, nem para bezerros de ouro erigidos por mãos humanas.
De que adianta não cultuar a Baal e cultuar bezerros aos invés de cultuar ao Senhor?
E agora? Como será que Jeoacaz conduzirá seus caminhos?
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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2 Reis 8.16-29
Leitura do dia 07/04.
Na última postagem vimos que Hazael tinha apenas um “senhor”, ele mesmo. Não foi como Davi, que aguardou o tempo e o modo do Senhor. Fez o que desejou o seu coração.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-87-15.html
Ainda através das páginas do capítulo oito. A partir do versículo dezesseis. Até o versículo vinte e nove.
No quinto ano do reinado de Jorão, filho de Acabe, rei de Israel, embora Josafá ainda fosse rei em Judá, Jeorão seu filho, começou a reinar. Estava com trinta e dois anos de idade. Reinou oito anos em Jerusalém. Andou nos caminhos dos reis de Israel. Havia tomado a filha de Acabe como esposa e andou nos caminhos de sua família. Praticou o mal e o reprovável aos olhos do Senhor.
O Senhor não quis destruir Judá, por causa de Davi, seu servo e de Sua promessa. Havia prometido que manteria para sempre, um herdeiro de Davi, no trono. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-221-237.html
No reinado de Jeorão, os edomitas se rebelaram e proclamaram um rei para si. Jeorão atravessou Zair com todos os seus carros de batalha. Os guerreiros de Edom cercaram Jeorão e seus comandantes. Ele os atacou durante a noite e rompeu o cerco inimigo. Embora não tenha vencido a guerra, seu exército conseguiu bater em retirada para suas tendas. Depois disso, Edom continuou independente de Judá.
Na mesma época, a cidade de Libna também proclamou sua independência. Isso é tudo que está registrado em Reis sobre Jeorão. Apenas alguns detalhes.
Mas não são meros detalhes. Jeorão foi reprovado pelo Senhor. Não andou nos caminhos de seu pai. Casou-se com a filha de Acabe. Não se manteve separado da idolatria ou da maldade. Antes, contaminou-se, tal qual a família de sua esposa. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desgracada.html
Isso é muito sério! Seu reino foi diminuído. Suas guerras não eram do Senhor. Eram apenas suas. Perdeu o domínio sobre Edom e sobre a cidade de Libna.
Albert Lee disse que "fazer alianças com aqueles que odeiam a Deus pode ser desastroso. Assegure-se de escolher seus aliados com cuidado".
A pessoa que deveria ser a maior aliada de Jeorão, odiava o Senhor. Isso foi desastroso para seu reino e sua vida.
Que aprendamos a andar, em todo o tempo, nos caminhos do Senhor. Que façamos alianças abençoadas, com pessoas que também andam em Seus caminhos.
Quando Jeorão morreu, seu filho Acazias reinou em seu lugar. Estava com vinte e dois anos. Era o décimo segundo ano do reinado de Jorão, filho de Acabe, rei de Israel. Acazias reinou apenas um ano. Sua mãe era neta de Onri, rei de Israel. Casou-se com uma mulher da família de Acabe e andou nos caminhos daquela família. E, claro, também foi reprovado pelo Senhor.
Consegue imaginar um reinado de um ano?
Acazias e Jorão eram cunhados. Aliaram-se para guerrear contra Hazael, rei da Síria. Foram juntos para Ramote-Gileade. Lá, os sírios feriram Jorão. Ele foi para Jezreel a fim de tratar de seus ferimentos. Acazias foi visitá-lo.
O que acontecerá nesta visita? Veremos no capítulo nove.
Vamos lembrar que alianças sem a benção do Senhor são desastrosas.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-rompida.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/naufrago.html
Que aprendamos a não entrar nessas alianças. Que tenhamos o discernimento de fazer apenas alianças agradáveis aos olhos do Senhor. Como saberemos? Somente andando com Ele em oração e conhecendo-O através da Sua palavra.
Continuamos.
Espero você. Até já.
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Na última postagem vimos que Hazael tinha apenas um “senhor”, ele mesmo. Não foi como Davi, que aguardou o tempo e o modo do Senhor. Fez o que desejou o seu coração.
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Ainda através das páginas do capítulo oito. A partir do versículo dezesseis. Até o versículo vinte e nove.
No quinto ano do reinado de Jorão, filho de Acabe, rei de Israel, embora Josafá ainda fosse rei em Judá, Jeorão seu filho, começou a reinar. Estava com trinta e dois anos de idade. Reinou oito anos em Jerusalém. Andou nos caminhos dos reis de Israel. Havia tomado a filha de Acabe como esposa e andou nos caminhos de sua família. Praticou o mal e o reprovável aos olhos do Senhor.
O Senhor não quis destruir Judá, por causa de Davi, seu servo e de Sua promessa. Havia prometido que manteria para sempre, um herdeiro de Davi, no trono. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-221-237.html
No reinado de Jeorão, os edomitas se rebelaram e proclamaram um rei para si. Jeorão atravessou Zair com todos os seus carros de batalha. Os guerreiros de Edom cercaram Jeorão e seus comandantes. Ele os atacou durante a noite e rompeu o cerco inimigo. Embora não tenha vencido a guerra, seu exército conseguiu bater em retirada para suas tendas. Depois disso, Edom continuou independente de Judá.
Na mesma época, a cidade de Libna também proclamou sua independência. Isso é tudo que está registrado em Reis sobre Jeorão. Apenas alguns detalhes.
Mas não são meros detalhes. Jeorão foi reprovado pelo Senhor. Não andou nos caminhos de seu pai. Casou-se com a filha de Acabe. Não se manteve separado da idolatria ou da maldade. Antes, contaminou-se, tal qual a família de sua esposa. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desgracada.html
Isso é muito sério! Seu reino foi diminuído. Suas guerras não eram do Senhor. Eram apenas suas. Perdeu o domínio sobre Edom e sobre a cidade de Libna.
Albert Lee disse que "fazer alianças com aqueles que odeiam a Deus pode ser desastroso. Assegure-se de escolher seus aliados com cuidado".
A pessoa que deveria ser a maior aliada de Jeorão, odiava o Senhor. Isso foi desastroso para seu reino e sua vida.
Que aprendamos a andar, em todo o tempo, nos caminhos do Senhor. Que façamos alianças abençoadas, com pessoas que também andam em Seus caminhos.
Quando Jeorão morreu, seu filho Acazias reinou em seu lugar. Estava com vinte e dois anos. Era o décimo segundo ano do reinado de Jorão, filho de Acabe, rei de Israel. Acazias reinou apenas um ano. Sua mãe era neta de Onri, rei de Israel. Casou-se com uma mulher da família de Acabe e andou nos caminhos daquela família. E, claro, também foi reprovado pelo Senhor.
Consegue imaginar um reinado de um ano?
Acazias e Jorão eram cunhados. Aliaram-se para guerrear contra Hazael, rei da Síria. Foram juntos para Ramote-Gileade. Lá, os sírios feriram Jorão. Ele foi para Jezreel a fim de tratar de seus ferimentos. Acazias foi visitá-lo.
O que acontecerá nesta visita? Veremos no capítulo nove.
Vamos lembrar que alianças sem a benção do Senhor são desastrosas.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-rompida.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/naufrago.html
Que aprendamos a não entrar nessas alianças. Que tenhamos o discernimento de fazer apenas alianças agradáveis aos olhos do Senhor. Como saberemos? Somente andando com Ele em oração e conhecendo-O através da Sua palavra.
Continuamos.
Espero você. Até já.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/12/e-as-aliancas-continuam.html
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quarta-feira, 3 de abril de 2019
2 Reis 1.9-18
Leitura do dia 05/04.
Na postagem anterior, vimos que o rei de Israel, Acazias, mandou mensageiros a Baal-Zebube, deus de Ecrom, para ver se ficaria ou não curado. Seus mensageiros encontraram o profeta Elias. Que lhe enviou uma mensagem.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-11-8.html
Agora, prosseguiremos ainda pelas páginas do capítulo um, a partir do versículo nove, até o final.
Assim que ouviu seus mensageiros, Acazias identificou Elias. Ele enviou um capitão com uma tropa de cinquenta soldados procurá-lo. Queria vê-lo.
Seu capitão o encontrou. Estava sentado no alto de uma colina. O capitão o chamou dizendo: “Homem de Deus, o rei ordena que desças!”
Elias respondeu ao capitão com seus cinquenta soldados que se ele de fato era um homem de Deus, desceria fogo do céu e exterminaria a ele e seus cinquenta homens. No mesmo instante, desceu do céu um fogo arrasador. Consumiu o oficial e seus soldados.
O rei insistiu. Queria falar com Elias de qualquer jeito. Enviou outro chefe de tropa. Novamente com cinquenta guerreiros. Ele fez o mesmo que o anterior. Ordenou ao profeta: “Ó homem de Deus, assim convoca o rei: ‘Desce depressa!’”
Elias respondeu a este oficial da mesma forma que havia respondido ao outro. O fogo de Deus desceu do céu e consumiu também este oficial e seus cinquenta soldados.
Pela terceira vez o rei enviou outro capitão com sua tropa de cinquenta guerreiros.
Esse terceiro oficial era diferente. Sabia quem era. Sabia quem era Elias. Sabia se humilhar. Sabia se ajoelhar. Possuía coragem para ser humilde. Não era hora de dar ordens. Chegou onde estava o profeta e colocou-se de joelhos diante dele. Reconheceu que Elias era um homem de Deus. Suplicou-lhe que considerasse preciosa sua vida e a de seus soldados. Colocou-se na condição de servo de Elias. Lembrou ao profeta que o fogo de Deus desceu do céu e destruiu os dois primeiros chefes de tropas de cinquenta e todos os seus soldados e pediu que Elias tivesse misericórdia de sua vida.
Diante da atitude desse oficial, o Anjo do Senhor orientou que Elias fosse com ele e não tivesse medo. Elias também sabia quem era. Sabia quem ouvir. Prontamente se levantou e desceu com o oficial.
Ao chegar diante do rei, repetiu, sem qualquer temor, a mensagem do Senhor, perguntando-lhe porque havia mandado mensageiros consultar Baal-Zebube, deus de Ecrom. Acaso não havia Deus em Israel, para que consultasse Sua Palavra? Disse-lhe também que, do leito em que estava deitado não se levantaria jamais. Com toda a certeza morreria.
Foi o que aconteceu. Acazias morreu conforme o Senhor havia determinado.
Como não tinha filhos, Jorão, seu irmão, reinou em seu lugar.
Que possamos aprender com esse capitão de tropas. Apesar de seu alto cargo diante do exército de Israel e seu rei, não se importou em humilhar-se diante de Elias, o homem de Deus. Por causa de sua atitude, de sua humildade, ele e seus homens foram salvos da morte.
Que possamos aprender com Elias, teve discernimento de qual capitão havia de seguir. Não aos que lhe deram ordens, mas ao único que suplicou sua misericórdia. Também teve discernimento para ouvir a voz do Senhor e coragem para entregar Sua palavra.
Que aprendamos também com Acazias. Que não sejamos como ele. Que reconheçamos que o Senhor é Deus. Não precisamos ir a qualquer outro lugar atrás de ídolo algum.
E agora? O que nos conta o capítulo dois a respeito de Jorão? Fez ou não o que era agradável ao Senhor?
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/coragem-para-se-ajoelhar.html
Na postagem anterior, vimos que o rei de Israel, Acazias, mandou mensageiros a Baal-Zebube, deus de Ecrom, para ver se ficaria ou não curado. Seus mensageiros encontraram o profeta Elias. Que lhe enviou uma mensagem.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-11-8.html
Agora, prosseguiremos ainda pelas páginas do capítulo um, a partir do versículo nove, até o final.
Assim que ouviu seus mensageiros, Acazias identificou Elias. Ele enviou um capitão com uma tropa de cinquenta soldados procurá-lo. Queria vê-lo.
Seu capitão o encontrou. Estava sentado no alto de uma colina. O capitão o chamou dizendo: “Homem de Deus, o rei ordena que desças!”
Elias respondeu ao capitão com seus cinquenta soldados que se ele de fato era um homem de Deus, desceria fogo do céu e exterminaria a ele e seus cinquenta homens. No mesmo instante, desceu do céu um fogo arrasador. Consumiu o oficial e seus soldados.
O rei insistiu. Queria falar com Elias de qualquer jeito. Enviou outro chefe de tropa. Novamente com cinquenta guerreiros. Ele fez o mesmo que o anterior. Ordenou ao profeta: “Ó homem de Deus, assim convoca o rei: ‘Desce depressa!’”
Elias respondeu a este oficial da mesma forma que havia respondido ao outro. O fogo de Deus desceu do céu e consumiu também este oficial e seus cinquenta soldados.
Pela terceira vez o rei enviou outro capitão com sua tropa de cinquenta guerreiros.
Esse terceiro oficial era diferente. Sabia quem era. Sabia quem era Elias. Sabia se humilhar. Sabia se ajoelhar. Possuía coragem para ser humilde. Não era hora de dar ordens. Chegou onde estava o profeta e colocou-se de joelhos diante dele. Reconheceu que Elias era um homem de Deus. Suplicou-lhe que considerasse preciosa sua vida e a de seus soldados. Colocou-se na condição de servo de Elias. Lembrou ao profeta que o fogo de Deus desceu do céu e destruiu os dois primeiros chefes de tropas de cinquenta e todos os seus soldados e pediu que Elias tivesse misericórdia de sua vida.
Diante da atitude desse oficial, o Anjo do Senhor orientou que Elias fosse com ele e não tivesse medo. Elias também sabia quem era. Sabia quem ouvir. Prontamente se levantou e desceu com o oficial.
Ao chegar diante do rei, repetiu, sem qualquer temor, a mensagem do Senhor, perguntando-lhe porque havia mandado mensageiros consultar Baal-Zebube, deus de Ecrom. Acaso não havia Deus em Israel, para que consultasse Sua Palavra? Disse-lhe também que, do leito em que estava deitado não se levantaria jamais. Com toda a certeza morreria.
Foi o que aconteceu. Acazias morreu conforme o Senhor havia determinado.
Como não tinha filhos, Jorão, seu irmão, reinou em seu lugar.
Que possamos aprender com esse capitão de tropas. Apesar de seu alto cargo diante do exército de Israel e seu rei, não se importou em humilhar-se diante de Elias, o homem de Deus. Por causa de sua atitude, de sua humildade, ele e seus homens foram salvos da morte.
Que possamos aprender com Elias, teve discernimento de qual capitão havia de seguir. Não aos que lhe deram ordens, mas ao único que suplicou sua misericórdia. Também teve discernimento para ouvir a voz do Senhor e coragem para entregar Sua palavra.
Que aprendamos também com Acazias. Que não sejamos como ele. Que reconheçamos que o Senhor é Deus. Não precisamos ir a qualquer outro lugar atrás de ídolo algum.
E agora? O que nos conta o capítulo dois a respeito de Jorão? Fez ou não o que era agradável ao Senhor?
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/coragem-para-se-ajoelhar.html
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Senhor das moscas
2 Reis 1.1-8
Leitura do dia 05/04.
Começamos uma nova caminhada. Agora, através do livro de 2 Reis.
Olhe para trás. Quanto já lemos. Quanto já aprendemos com as Escrituras. E não foi bom?
Ontem, vimos o ataque de Ben-Hadade a Samaria. A vitória de Acabe. Um segundo ataque e uma segunda vitória. Acabe fazendo acordo com Ben-Hadade, sem consultar ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-201-23.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-2024-43.html
Vimos também que desejou a videira de Nabote. E a conseguiu. Derramando sangue inocente. Josafá e Acabe vão juntos à guerra, ignorando a Palavra do Senhor. Acabe tenta enganar a morte, disfarçando-se. Em vão. Acazias tornou-se rei em seu lugar. E Josafá continuou seu reinado em Judá.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-211-29.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-221-18.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-2219-30.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-2231-53.html
Hoje, caminharemos pelas páginas dos capítulos um a três de 2 Reis.
Na primeira postagem, apenas o capítulo um. Até o versículo oito.
Depois que Acabe morreu, Moabe, revoltou-se contra Israel.
Acazias, pasme, caiu da sacada do seu quarto, no palácio em Samaria. O tempo foi passando e nada de Acazias se recuperar dos ferimentos. Ao invés de buscar ao Senhor, ordena que alguns de seus mensageiros vá a Ecrom. Iam consultar Baal-Zebube, o Príncipe, deus de Ecrom, para saber se ficaria curado.
Baal-Zebube é de onde vem a palavra belzebu. Significa "Senhor das moscas". Nojento.
O Anjo do Senhor ordenou que o profeta Elias fosse à estrada encontrar-se com os mensageiros do rei. Deveria lhes entregar uma mensagem.
Elias foi. Quando os mensageiros estavam passando, perguntou se acaso não havia Deus em Israel para que fossem até Ecrom consultar Baal-Zebube. Eles não responderam. Mas ouviram.
Elias lhes disse a mensagem do Senhor, Deus de Israel, para Acazias. Ele não se levantaria da cama. E com certeza, morreria.
Os mensageiros do rei voltaram a Acazias que, com certeza, espantado, perguntou o motivo. Havia lhes dado uma ordem. O que estavam fazendo ali novamente, sem que a tivessem cumprido?
Percebe a autoridade de Elias? Era superior à de Acazias. Os homens seguiram suas ordens, não às do rei. E nem sabiam quem ele era.
Os mensageiros lhe disseram que um homem havia ido até eles. Contaram a Acazias o que havia lhes dito. O rei perguntou como era o tal homem. Eles o descreveram. Usava vestes de pelos e um cinto de couro. Acazias sabia perfeitamente quem era. Na mesma hora disse que era Elias, o profeta de Tisbel.
Algumas perguntas a serem feitas. Precisamos olhar para dentro de nós .E pensar.
Só procuramos soluções depois que uma situação demora a ser resolvida em nossas vidas? E onde a procuramos? Em quem a procuramos?
Temos andado atrás de outros deuses como Acazias? Será que hoje o Senhor nos diria que existe Deus onde estamos e nos perguntaria por que estamos procurando Prosperidade ou Humanismo, Príncipes de algum lugar?
Temos tido a ousadia e a autoridade de Elias para entregar a Palavra que o Senhor tem nos entregue? Independente do custo e do risco?
Elias sabia que seria reconhecido por Acazias. Seu modo de vestir era inconfundível. Mesmo assim, obedeceu ao Senhor. Faríamos o mesmo? Ou nos esconderíamos atrás de nossas comodidades e desculpas? Nossas frases e vidas politicamente corretas?
O que acontecerá agora? O que fará Acazias? Elias corre perigo? Como ousou interceptar os mensageiros de um rei e lhe dizer que morrerá?
Veremos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/a-quem-temos-procurado.html
Começamos uma nova caminhada. Agora, através do livro de 2 Reis.
Olhe para trás. Quanto já lemos. Quanto já aprendemos com as Escrituras. E não foi bom?
Ontem, vimos o ataque de Ben-Hadade a Samaria. A vitória de Acabe. Um segundo ataque e uma segunda vitória. Acabe fazendo acordo com Ben-Hadade, sem consultar ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-201-23.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-2024-43.html
Vimos também que desejou a videira de Nabote. E a conseguiu. Derramando sangue inocente. Josafá e Acabe vão juntos à guerra, ignorando a Palavra do Senhor. Acabe tenta enganar a morte, disfarçando-se. Em vão. Acazias tornou-se rei em seu lugar. E Josafá continuou seu reinado em Judá.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-211-29.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-221-18.html;
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Hoje, caminharemos pelas páginas dos capítulos um a três de 2 Reis.
Na primeira postagem, apenas o capítulo um. Até o versículo oito.
Depois que Acabe morreu, Moabe, revoltou-se contra Israel.
Acazias, pasme, caiu da sacada do seu quarto, no palácio em Samaria. O tempo foi passando e nada de Acazias se recuperar dos ferimentos. Ao invés de buscar ao Senhor, ordena que alguns de seus mensageiros vá a Ecrom. Iam consultar Baal-Zebube, o Príncipe, deus de Ecrom, para saber se ficaria curado.
Baal-Zebube é de onde vem a palavra belzebu. Significa "Senhor das moscas". Nojento.
O Anjo do Senhor ordenou que o profeta Elias fosse à estrada encontrar-se com os mensageiros do rei. Deveria lhes entregar uma mensagem.
Elias foi. Quando os mensageiros estavam passando, perguntou se acaso não havia Deus em Israel para que fossem até Ecrom consultar Baal-Zebube. Eles não responderam. Mas ouviram.
Elias lhes disse a mensagem do Senhor, Deus de Israel, para Acazias. Ele não se levantaria da cama. E com certeza, morreria.
Os mensageiros do rei voltaram a Acazias que, com certeza, espantado, perguntou o motivo. Havia lhes dado uma ordem. O que estavam fazendo ali novamente, sem que a tivessem cumprido?
Percebe a autoridade de Elias? Era superior à de Acazias. Os homens seguiram suas ordens, não às do rei. E nem sabiam quem ele era.
Os mensageiros lhe disseram que um homem havia ido até eles. Contaram a Acazias o que havia lhes dito. O rei perguntou como era o tal homem. Eles o descreveram. Usava vestes de pelos e um cinto de couro. Acazias sabia perfeitamente quem era. Na mesma hora disse que era Elias, o profeta de Tisbel.
Algumas perguntas a serem feitas. Precisamos olhar para dentro de nós .E pensar.
Só procuramos soluções depois que uma situação demora a ser resolvida em nossas vidas? E onde a procuramos? Em quem a procuramos?
Temos andado atrás de outros deuses como Acazias? Será que hoje o Senhor nos diria que existe Deus onde estamos e nos perguntaria por que estamos procurando Prosperidade ou Humanismo, Príncipes de algum lugar?
Temos tido a ousadia e a autoridade de Elias para entregar a Palavra que o Senhor tem nos entregue? Independente do custo e do risco?
Elias sabia que seria reconhecido por Acazias. Seu modo de vestir era inconfundível. Mesmo assim, obedeceu ao Senhor. Faríamos o mesmo? Ou nos esconderíamos atrás de nossas comodidades e desculpas? Nossas frases e vidas politicamente corretas?
O que acontecerá agora? O que fará Acazias? Elias corre perigo? Como ousou interceptar os mensageiros de um rei e lhe dizer que morrerá?
Veremos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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1 Reis 22.31-53
Leitura do dia 04/04.
Na última postagem vimos que, apesar da palavra do Senhor entregue através do profeta Micaías, Acabe e Josafá partiram para a guerra contra a Síria.
Acabe foi disfarçado como um simples soldado, com medo de morrer, tal qual o profeta lhe preveniu. Josafá correu o risco e foi vestido com suas roupas reais. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-2219-30.html
Agora, ainda através das páginas do capítulo vinte e dois. A partir do versículo trinta e um. Até ao final.
Sem que soubesse de algo e, antes de partirem para a guerra, o rei da Síria deu ordem aos seus trinta e dois comandantes. Não deviam atacar ninguém, fosse soldado, fosse oficial, exceto o rei de Israel. A missão era: "Matem o rei de Israel!"
Quando os comandantes dos carros de guerra viram Josafá, falaram uns com os outros: “Vê! É o rei de Israel!”
Cercaram Josafá para atacá-lo e matá-lo, mas ele gritou. O livro de Crônicas nos conta que não foi apenas um grito, ele clamou ao Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html
Quando perceberam que não era o rei de Israel, pararam de perseguí-lo. Ufa! Josafá escapou.
Mesmo que tenha ido a uma guerra que não era sua, uma guerra que ouviu o profeta falar o que aconteceria, clamou ao Senhor que, em Sua infinita misericórdia, o livrou.
De repente, um soldado disparou seu arco a esmo. Sabe quem ele atingiu? Exatamente, o rei de Israel. Embora estivesse com armadura, o arco o atingiu exatamente entre as juntas da sua armadura.
Só há um modo de escapar do juízo perfeito do Senhor, o arrependimento. Acabe havia se arrependido, mas continuou querendo viver sua vida a seu modo. Dirigindo seus próprios passos. Arrependimento implica em mudança de atitudes, de destino, de vida.
Assim que foi atingido, Acabe ordenou ao condutor do seu carro que voltasse, que o fizesse sair depressa do combate. Percebeu que estava gravemente ferido.
A batalha se tornou ainda mais violenta e os soldados tiveram que manter o rei de pé sobre seu carro, diante dos sírios. Ao cair da tarde ele morreu. O sangue de sua ferida escorria no fundo do carro.
Ao pôr-do-sol, um grito fúnebre percorreu todo o acampamento. A ordem era recuar. Cada um deveria voltar para sua cidade. Cada chefe de família para sua terra. O rei de Israel estava morto.
Ele foi transportado para Samaria, capital de Israel. Lá foi sepultado. Lavaram o carro militar real e suas armas num açude em Samaria. No mesmo lugar onde as prostitutas costumavam banhar-se. Vários cães vieram e lamberam seu sangue. Exatamente como o Senhor havia predito.
Todas as realizações de Acabe, as cidades que construiu e até a descrição do seu palácio, pasme, decorado com marfim da melhor qualidade, foram descritos na História dos Reis de Israel. Acazias, seu filho, reinou em seu lugar.
Quanto a Josafá, filho de Asa, começou a reinar sobre Judá no quarto ano do governo de Acabe, rei de Israel. Estava com tinha trinta e cinco anos de idade quando começou a reinar. Reinou vinte e cindo anos em Jerusalém. Andou em todos os caminhos de seu pai, Asa. Não se desviou deles. Fez o que era reto perante o Senhor.
Apesar disso, não destruiu os altares idólatras e o povo seguiu oferecendo sacrifícios pagãos e a queimar incenso. O coração do povo, infelizmente, não era inclinado ao Senhor. Não tinham ouvidos para ouvir.
Josafá viveu em paz com o rei de Israel. Seus feitos, o poder que demonstrou, e os atos de bravura nos tempos de guerra, foram todos escritos nos registros históricos dos reis de Judá.
Ele também expulsou da terra o restante dos sodomitas, prostitutos e prostitutas cultuais, que serviam nos altares pagãos, e haviam restado depois do reinado de seu pai Asa.
Neste tempo não havia rei em Edom. Apenas um vice-rei nomeado para assumir o governo local.
Josafá mandou construir navios em Társis. Uma frota de embarcações mercantes, cujo objetivo era buscar ouro em Ofir. Jamais o trouxeram. As embarcações naufragaram em Eziom-Geber, conforme a palavra do Senhor. Está escrito lá em Crônicas. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/posicionamento.html
Naquele tempo, Acazias, filho de Acabe, fez a uma oferta a Josafá. Colocou seus marinheiros à sua disposição para cooperar e navegar com os dele. Contudo, Josafá preferiu não aceitar tal ajuda. Aprendeu que os acordos e alianças devem ser feitos sob a direção do Senhor.
Quando morreu, foi sepultado junto a seus antepassados, na Cidade de Davi. Seu filho Jeorão, assumiu o reino em seu lugar.
Acazias, filho de Acabe, tornou-se rei de Israel, em Samaria, no décimo sétimo ano do reinado de Josafá, rei de Judá. Governou apenas dois anos sobre Israel. Praticou o que é reprovável diante do Senhor. Andou segundo os maus exemplos de seu pai, e nos caminhos pagãos de sua mãe.
Como se isso não bastasse, agiu também conforme as atitudes erradas de Jeroboão, filho de Nebate, que fez Israel pecar. Dedicou seu culto a Baal e o serviu, provocando a ira do Senhor, o Deus de Israel, como seu pai havia procedido. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/quem-sao-os-meus-conselheiros.html
Que sigamos o conselho de João: "Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, contudo, alguém pecar, temos um Advogado que defende nossa causa diante do Pai: Jesus Cristo, aquele que é Justo." - 1 João 2.1 (Aleluia!)
Para que possa nos defender, precisamos confessar e nos arrepender. É o único meio de escaparmos. Acabe, mesmo disfarçado, não conseguiu escapar do juízo. Nem ele, nem ninguém.
Que lembremos de não fazer aliança com ninguém, sem a aprovação do Senhor. Que saibamos dizer não, como Josafá aprendeu após algumas alianças mal feitas.
E que andemos segundo os caminhos daqueles que andaram e andam com o Senhor. A cada dia. E sempre.
Hoje terminamos o livro de 1 Reis. Para mim e, se você acompanhou todas as histórias aqui registradas, com certeza, para você também, é um livro fascinante.
Amanhã começaremos o livro de 2 Reis. Leremos do capítulo um ao capítulo três.
Espero você. Até lá.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/e-possivel-enganar-morte.html
Na última postagem vimos que, apesar da palavra do Senhor entregue através do profeta Micaías, Acabe e Josafá partiram para a guerra contra a Síria.
Acabe foi disfarçado como um simples soldado, com medo de morrer, tal qual o profeta lhe preveniu. Josafá correu o risco e foi vestido com suas roupas reais. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-2219-30.html
Agora, ainda através das páginas do capítulo vinte e dois. A partir do versículo trinta e um. Até ao final.
Sem que soubesse de algo e, antes de partirem para a guerra, o rei da Síria deu ordem aos seus trinta e dois comandantes. Não deviam atacar ninguém, fosse soldado, fosse oficial, exceto o rei de Israel. A missão era: "Matem o rei de Israel!"
Quando os comandantes dos carros de guerra viram Josafá, falaram uns com os outros: “Vê! É o rei de Israel!”
Cercaram Josafá para atacá-lo e matá-lo, mas ele gritou. O livro de Crônicas nos conta que não foi apenas um grito, ele clamou ao Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html
Quando perceberam que não era o rei de Israel, pararam de perseguí-lo. Ufa! Josafá escapou.
Mesmo que tenha ido a uma guerra que não era sua, uma guerra que ouviu o profeta falar o que aconteceria, clamou ao Senhor que, em Sua infinita misericórdia, o livrou.
De repente, um soldado disparou seu arco a esmo. Sabe quem ele atingiu? Exatamente, o rei de Israel. Embora estivesse com armadura, o arco o atingiu exatamente entre as juntas da sua armadura.
Só há um modo de escapar do juízo perfeito do Senhor, o arrependimento. Acabe havia se arrependido, mas continuou querendo viver sua vida a seu modo. Dirigindo seus próprios passos. Arrependimento implica em mudança de atitudes, de destino, de vida.
Assim que foi atingido, Acabe ordenou ao condutor do seu carro que voltasse, que o fizesse sair depressa do combate. Percebeu que estava gravemente ferido.
A batalha se tornou ainda mais violenta e os soldados tiveram que manter o rei de pé sobre seu carro, diante dos sírios. Ao cair da tarde ele morreu. O sangue de sua ferida escorria no fundo do carro.
Ao pôr-do-sol, um grito fúnebre percorreu todo o acampamento. A ordem era recuar. Cada um deveria voltar para sua cidade. Cada chefe de família para sua terra. O rei de Israel estava morto.
Ele foi transportado para Samaria, capital de Israel. Lá foi sepultado. Lavaram o carro militar real e suas armas num açude em Samaria. No mesmo lugar onde as prostitutas costumavam banhar-se. Vários cães vieram e lamberam seu sangue. Exatamente como o Senhor havia predito.
Todas as realizações de Acabe, as cidades que construiu e até a descrição do seu palácio, pasme, decorado com marfim da melhor qualidade, foram descritos na História dos Reis de Israel. Acazias, seu filho, reinou em seu lugar.
Quanto a Josafá, filho de Asa, começou a reinar sobre Judá no quarto ano do governo de Acabe, rei de Israel. Estava com tinha trinta e cinco anos de idade quando começou a reinar. Reinou vinte e cindo anos em Jerusalém. Andou em todos os caminhos de seu pai, Asa. Não se desviou deles. Fez o que era reto perante o Senhor.
Apesar disso, não destruiu os altares idólatras e o povo seguiu oferecendo sacrifícios pagãos e a queimar incenso. O coração do povo, infelizmente, não era inclinado ao Senhor. Não tinham ouvidos para ouvir.
Josafá viveu em paz com o rei de Israel. Seus feitos, o poder que demonstrou, e os atos de bravura nos tempos de guerra, foram todos escritos nos registros históricos dos reis de Judá.
Ele também expulsou da terra o restante dos sodomitas, prostitutos e prostitutas cultuais, que serviam nos altares pagãos, e haviam restado depois do reinado de seu pai Asa.
Neste tempo não havia rei em Edom. Apenas um vice-rei nomeado para assumir o governo local.
Josafá mandou construir navios em Társis. Uma frota de embarcações mercantes, cujo objetivo era buscar ouro em Ofir. Jamais o trouxeram. As embarcações naufragaram em Eziom-Geber, conforme a palavra do Senhor. Está escrito lá em Crônicas. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/posicionamento.html
Naquele tempo, Acazias, filho de Acabe, fez a uma oferta a Josafá. Colocou seus marinheiros à sua disposição para cooperar e navegar com os dele. Contudo, Josafá preferiu não aceitar tal ajuda. Aprendeu que os acordos e alianças devem ser feitos sob a direção do Senhor.
Quando morreu, foi sepultado junto a seus antepassados, na Cidade de Davi. Seu filho Jeorão, assumiu o reino em seu lugar.
Acazias, filho de Acabe, tornou-se rei de Israel, em Samaria, no décimo sétimo ano do reinado de Josafá, rei de Judá. Governou apenas dois anos sobre Israel. Praticou o que é reprovável diante do Senhor. Andou segundo os maus exemplos de seu pai, e nos caminhos pagãos de sua mãe.
Como se isso não bastasse, agiu também conforme as atitudes erradas de Jeroboão, filho de Nebate, que fez Israel pecar. Dedicou seu culto a Baal e o serviu, provocando a ira do Senhor, o Deus de Israel, como seu pai havia procedido. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/quem-sao-os-meus-conselheiros.html
Que sigamos o conselho de João: "Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, contudo, alguém pecar, temos um Advogado que defende nossa causa diante do Pai: Jesus Cristo, aquele que é Justo." - 1 João 2.1 (Aleluia!)
Para que possa nos defender, precisamos confessar e nos arrepender. É o único meio de escaparmos. Acabe, mesmo disfarçado, não conseguiu escapar do juízo. Nem ele, nem ninguém.
Que lembremos de não fazer aliança com ninguém, sem a aprovação do Senhor. Que saibamos dizer não, como Josafá aprendeu após algumas alianças mal feitas.
E que andemos segundo os caminhos daqueles que andaram e andam com o Senhor. A cada dia. E sempre.
Hoje terminamos o livro de 1 Reis. Para mim e, se você acompanhou todas as histórias aqui registradas, com certeza, para você também, é um livro fascinante.
Amanhã começaremos o livro de 2 Reis. Leremos do capítulo um ao capítulo três.
Espero você. Até lá.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/e-possivel-enganar-morte.html
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terça-feira, 1 de janeiro de 2019
A rainha assassina é morta!
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
Ontem vimos que Joás, filho do rei Acazias, que havia ficado escondido durante seis anos, foi proclamado rei, no templo do Senhor. Quem reinava era sua avó, Atalia, que havia mandado matar todos os descendentes de seu filho, seus netos.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/12/um-novo-rei.html
Hoje, caminharemos ainda pelo capítulo onze. Do versículo treze ao dezesseis.
Quando Atalia ouviu o alarido da guarda e do povo, foi até à Casa do Senhor para saber o que estava acontecendo.
Ela viu Joás de pé sobre o estrado, junto à coluna, segundo a tradição. Os capitães e os trombeteiros, próximos ao rei. E todo o povo se alegrava ao som das cornetas.
Atalia rasgou suas vestes e gritou: “Traição! Traição!”
O sacerdote Joiada ordenou aos líderes dos batalhões de cem que estavam no comando das tropas que a fizessem sair entre as fileiras. Se alguém a seguisse, deveria ser morto, à espada. Ele assim ordenou para que ela não fosse morta na Casa do Senhor.
Eles a prenderam e a conduziram ao lugar onde os cavalos entravam no terreno do palácio. Lá a executaram.
Um novo rei sobe ao trono. Um rei que ficou durante seis anos escondido no templo do Senhor. Será que aproveitou esse tempo para estar em Sua presença e não apenas em Seu templo? Ah, como é diferente estar no templo e estar na presença do Senhor.
Veremos amanhã. Espero você. Até lá.
Ontem vimos que Joás, filho do rei Acazias, que havia ficado escondido durante seis anos, foi proclamado rei, no templo do Senhor. Quem reinava era sua avó, Atalia, que havia mandado matar todos os descendentes de seu filho, seus netos.
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Hoje, caminharemos ainda pelo capítulo onze. Do versículo treze ao dezesseis.
Quando Atalia ouviu o alarido da guarda e do povo, foi até à Casa do Senhor para saber o que estava acontecendo.
Ela viu Joás de pé sobre o estrado, junto à coluna, segundo a tradição. Os capitães e os trombeteiros, próximos ao rei. E todo o povo se alegrava ao som das cornetas.
Atalia rasgou suas vestes e gritou: “Traição! Traição!”
O sacerdote Joiada ordenou aos líderes dos batalhões de cem que estavam no comando das tropas que a fizessem sair entre as fileiras. Se alguém a seguisse, deveria ser morto, à espada. Ele assim ordenou para que ela não fosse morta na Casa do Senhor.
Eles a prenderam e a conduziram ao lugar onde os cavalos entravam no terreno do palácio. Lá a executaram.
Um novo rei sobe ao trono. Um rei que ficou durante seis anos escondido no templo do Senhor. Será que aproveitou esse tempo para estar em Sua presença e não apenas em Seu templo? Ah, como é diferente estar no templo e estar na presença do Senhor.
Veremos amanhã. Espero você. Até lá.
domingo, 30 de dezembro de 2018
Escolhas erradas geram morte!
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
Ontem vimos que Jeú, embora deixasse de servir a Baal, continuou servindo aos bezerros de ouro que Jeroboão havia erigido. Seu coração não era íntegro. Foi facilmente corrompido.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/12/quem-escolho-baal-bezerros-de-ouro-o.html
Hoje, caminharemos através do capítulo onze. Apenas até o versículo três.
Lembra que há alguns capítulos atrás vimos Jeú mandar matar Acazias, rei de Judá? http://www.espalhandoasemente.com/2018/12/vendo-palavra-se-cumprir.html
Então, quando a mãe de Acazias, Atalia, soube que seu filho estava morto, mais que depressa mandou matar toda a descendência real. Sim, é isso mesmo. Todos os irmãos e filhos de Acazias foram mortos. Ou, quase todos. Um escapou.
Lembre que os filhos de Acazias eram netos de Atalia. Ainda assim ela os mandou matar. Queria o reino para si. O poder era mais importante que sua própria família.
Jeoseba, filha do rei Jeorão, irmã de Acazias, conseguiu esconder Joás, filho de Acazias. Ela o raptou dentre os filhos do rei que haviam sido condenados à morte. Ela o escondeu de Atalia junto com sua ama, para que não fosse morto.
Durante seis anos Joás ficou sob sua proteção, escondido no templo do Senhor. O marido de Jeoseba era sacerdote. Joiada.
Enquanto isso, Atalia reinava sobre Israel. Uma rainha assassina. Uma rainha que despreza sua própria família. Consegue pensar como deveria ser com o povo?
Mas algo está prestes a acontecer. No sétimo ano algo irá mudar. O que será?
Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.
Ontem vimos que Jeú, embora deixasse de servir a Baal, continuou servindo aos bezerros de ouro que Jeroboão havia erigido. Seu coração não era íntegro. Foi facilmente corrompido.
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Hoje, caminharemos através do capítulo onze. Apenas até o versículo três.
Lembra que há alguns capítulos atrás vimos Jeú mandar matar Acazias, rei de Judá? http://www.espalhandoasemente.com/2018/12/vendo-palavra-se-cumprir.html
Então, quando a mãe de Acazias, Atalia, soube que seu filho estava morto, mais que depressa mandou matar toda a descendência real. Sim, é isso mesmo. Todos os irmãos e filhos de Acazias foram mortos. Ou, quase todos. Um escapou.
Lembre que os filhos de Acazias eram netos de Atalia. Ainda assim ela os mandou matar. Queria o reino para si. O poder era mais importante que sua própria família.
Jeoseba, filha do rei Jeorão, irmã de Acazias, conseguiu esconder Joás, filho de Acazias. Ela o raptou dentre os filhos do rei que haviam sido condenados à morte. Ela o escondeu de Atalia junto com sua ama, para que não fosse morto.
Durante seis anos Joás ficou sob sua proteção, escondido no templo do Senhor. O marido de Jeoseba era sacerdote. Joiada.
Enquanto isso, Atalia reinava sobre Israel. Uma rainha assassina. Uma rainha que despreza sua própria família. Consegue pensar como deveria ser com o povo?
Mas algo está prestes a acontecer. No sétimo ano algo irá mudar. O que será?
Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.
domingo, 23 de dezembro de 2018
Vendo a Palavra se cumprir
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
Desculpem a pausa, mas o Alzheimer mostrou suas garras com mais afinco em cima da mamãe e não tive como fazer nossas postagens esses dias. Ela continua na UTI. Agora, estável. Pronta para voltar para casa. Graças ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/alzheimer-o-cruel.html
Na última postagem vimos que Eliseu ordenou a um jovem profeta que fosse ungir Jeú, em lugar do rei Jorão. Ele devia ungí-lo e sair correndo. Sem olhar para trás. E assim aconteceu.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/12/qual-o-proximo-movimento.html
Hoje, ainda caminharemos através do capítulo nove, a partir do versículo quatorze.
Após ser ungido rei, Jeú iniciou sua campanha contra o rei Jorão. Este havia retornado a Jezreel para tratar seus ferimentos adquiridos em batalha contra Hazael, rei da Síria.
Israel estava reunido em Ramote-Gileade. Jeú propôs ao povo que, se estivessem de acordo, ninguém deveria levar notícia a Jorão. Ele iria pessoalmente. Então, subiu em seu carro e foi até Jezreel.
Nesta mesma época, Acazias, rei de Judá, havia ido visitar Jorão.
Como sempre, havia uma sentinela na torre de Jezreel. Ele viu a tropa de Jeú e gritou essa informação. Jorão ordenou que um cavaleiro fosse enviado ao seu encontro para inquirir se sua vinda era de paz.
Quando o homem chegou a Jeú, este lhe perguntou quem era ele para falar de paz. E ordenou que saísse de sua frente, continuando sua aproximação.
A sentinela, que observa tudo de sua posição privilegiada, a torre, relatou que o mensageiro havia chegado até a tropa, mas não estava voltando com a resposta.
Jorão imediatamente enviou outro mensageiro. Jeú respondeu da mesma forma, ordenando que fosse para trás dele. A sentinela avisou que este também havia chegado e não estava voltando e, àquela altura, vigilante e observador como uma sentinela deveria ser, informou que o chefe da tropa, pela maneira de conduzir o carro, furiosa e insensatamente, era Jeú.
Jotão ordenou que seu carro de guerra fosse preparado. Imediatamente ele e Acazias, rei de Judá, partiram ao encontro de Jeú. Encontraram-no nas terras que haviam sido de Nabote (lembra dele?).
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/o-valor-de-uma-heranca.html
Quando Jotão viu Jeú perguntou-lhe se sua vinda era de paz. Jeú respondeu com outra pergunta: Como ele podia falar de paz enquanto continuavam as idolatrias e feitiçarias de sua mãe Jezabel?
Jorão imediatamente entendeu o que estava acontecendo. Virou-se e fugiu, dizendo a Acazias que era uma traição. Ninguém falava com o rei dessa maneira, a não ser que o tivesse enfrentando.
Jeú, porém, já havia preparado seu arco. Ele atingiu o coração do rei, que caiu dentro de seu carro.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desgracada.html
Jeú ordenou que Bidcar, seu oficial tomasse o cadáver e o atirasse sobre o terreno que havia sido de Nabote. Lembrou ao seu oficial que, quando os dois iam juntos seguindo Acabe, o Senhor havia dito contra ele esta sentença. Que se cumprisse Sua palavra.
Quando Acazias viu tudo isso, fugiu pelo caminho de Bete-Hagã. Jeú o perseguiu, gritando que o matassem também. Feriram-no dentro de seu carro, na subida de Gur. Ainda teve forças para refugiar-se em Megido. Mas morreu ali. Seus oficiais o levaram a Jerusalém. Sepultaram-no com seus antepassados em seu túmulo. Na Cidade de Davi.
Jeú continuou indo para Jezreel.
Quando Jezabel soube, pintou seus olhos, fez um penteado e ficou observando de uma janela do palácio.
Quando Jeú passou pelo portão ela gritou se ele, assassino de seu próprio senhor, estava em paz. Ele olhou em direção à janela, não falou com ela. Gritou se havia alguém que estava do seu lado. Uns dois ou três eunucos inclinaram-se para ele.
Jeú ordenou que Jezabel fosse lançada abaixo. Imediatamente, atiraram-na pela janela. Os cavalos a pisotearam. Seu sangue salpicou a parede.
Jeú entrou no palácio. Comeu e bebeu. Depois ordenou que fossem ver Jezabel, “aquela maldita” e a sepultassem, afinal, era filha de rei. Quando foram retirar seu corpo, só encontraram o crânio, os pés e as mãos.
Voltaram para contar a Jeú que lhes lembrou que o Senhor havia dito, por meio de Elias. No campo de Jezreel, os cães devorariam sua carne e seus restos mortais seriam espalhados em um terreno, como esterco. Ninguém seria capaz de identificar seu corpo. Foi exatamente o que aconteceu.
Pense nessa história. Na importância da sentinela. Na importância dos mensageiros. Na atitude de Jeú.
Ele claramente observou tudo que havia acontecido. Guardou em seu coração o que o Senhor havia dito. Presenciou a Palavra do Senhor sendo cumprida, através dele. Que privilégio!
E agora? O que acontecerá? Jeú continuará agindo como servo do Senhor e sendo instrumento de Seus juízos e Sua justiça?
Continuamos na quarta-feira. Espero você. Até lá.
Desculpem a pausa, mas o Alzheimer mostrou suas garras com mais afinco em cima da mamãe e não tive como fazer nossas postagens esses dias. Ela continua na UTI. Agora, estável. Pronta para voltar para casa. Graças ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/alzheimer-o-cruel.html
Na última postagem vimos que Eliseu ordenou a um jovem profeta que fosse ungir Jeú, em lugar do rei Jorão. Ele devia ungí-lo e sair correndo. Sem olhar para trás. E assim aconteceu.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/12/qual-o-proximo-movimento.html
Hoje, ainda caminharemos através do capítulo nove, a partir do versículo quatorze.
Após ser ungido rei, Jeú iniciou sua campanha contra o rei Jorão. Este havia retornado a Jezreel para tratar seus ferimentos adquiridos em batalha contra Hazael, rei da Síria.
Israel estava reunido em Ramote-Gileade. Jeú propôs ao povo que, se estivessem de acordo, ninguém deveria levar notícia a Jorão. Ele iria pessoalmente. Então, subiu em seu carro e foi até Jezreel.
Nesta mesma época, Acazias, rei de Judá, havia ido visitar Jorão.
Como sempre, havia uma sentinela na torre de Jezreel. Ele viu a tropa de Jeú e gritou essa informação. Jorão ordenou que um cavaleiro fosse enviado ao seu encontro para inquirir se sua vinda era de paz.
Quando o homem chegou a Jeú, este lhe perguntou quem era ele para falar de paz. E ordenou que saísse de sua frente, continuando sua aproximação.
A sentinela, que observa tudo de sua posição privilegiada, a torre, relatou que o mensageiro havia chegado até a tropa, mas não estava voltando com a resposta.
Jorão imediatamente enviou outro mensageiro. Jeú respondeu da mesma forma, ordenando que fosse para trás dele. A sentinela avisou que este também havia chegado e não estava voltando e, àquela altura, vigilante e observador como uma sentinela deveria ser, informou que o chefe da tropa, pela maneira de conduzir o carro, furiosa e insensatamente, era Jeú.
Jotão ordenou que seu carro de guerra fosse preparado. Imediatamente ele e Acazias, rei de Judá, partiram ao encontro de Jeú. Encontraram-no nas terras que haviam sido de Nabote (lembra dele?).
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/o-valor-de-uma-heranca.html
Quando Jotão viu Jeú perguntou-lhe se sua vinda era de paz. Jeú respondeu com outra pergunta: Como ele podia falar de paz enquanto continuavam as idolatrias e feitiçarias de sua mãe Jezabel?
Jorão imediatamente entendeu o que estava acontecendo. Virou-se e fugiu, dizendo a Acazias que era uma traição. Ninguém falava com o rei dessa maneira, a não ser que o tivesse enfrentando.
Jeú, porém, já havia preparado seu arco. Ele atingiu o coração do rei, que caiu dentro de seu carro.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desgracada.html
Jeú ordenou que Bidcar, seu oficial tomasse o cadáver e o atirasse sobre o terreno que havia sido de Nabote. Lembrou ao seu oficial que, quando os dois iam juntos seguindo Acabe, o Senhor havia dito contra ele esta sentença. Que se cumprisse Sua palavra.
Quando Acazias viu tudo isso, fugiu pelo caminho de Bete-Hagã. Jeú o perseguiu, gritando que o matassem também. Feriram-no dentro de seu carro, na subida de Gur. Ainda teve forças para refugiar-se em Megido. Mas morreu ali. Seus oficiais o levaram a Jerusalém. Sepultaram-no com seus antepassados em seu túmulo. Na Cidade de Davi.
Jeú continuou indo para Jezreel.
Quando Jezabel soube, pintou seus olhos, fez um penteado e ficou observando de uma janela do palácio.
Quando Jeú passou pelo portão ela gritou se ele, assassino de seu próprio senhor, estava em paz. Ele olhou em direção à janela, não falou com ela. Gritou se havia alguém que estava do seu lado. Uns dois ou três eunucos inclinaram-se para ele.
Jeú ordenou que Jezabel fosse lançada abaixo. Imediatamente, atiraram-na pela janela. Os cavalos a pisotearam. Seu sangue salpicou a parede.
Jeú entrou no palácio. Comeu e bebeu. Depois ordenou que fossem ver Jezabel, “aquela maldita” e a sepultassem, afinal, era filha de rei. Quando foram retirar seu corpo, só encontraram o crânio, os pés e as mãos.
Voltaram para contar a Jeú que lhes lembrou que o Senhor havia dito, por meio de Elias. No campo de Jezreel, os cães devorariam sua carne e seus restos mortais seriam espalhados em um terreno, como esterco. Ninguém seria capaz de identificar seu corpo. Foi exatamente o que aconteceu.
Pense nessa história. Na importância da sentinela. Na importância dos mensageiros. Na atitude de Jeú.
Ele claramente observou tudo que havia acontecido. Guardou em seu coração o que o Senhor havia dito. Presenciou a Palavra do Senhor sendo cumprida, através dele. Que privilégio!
E agora? O que acontecerá? Jeú continuará agindo como servo do Senhor e sendo instrumento de Seus juízos e Sua justiça?
Continuamos na quarta-feira. Espero você. Até lá.
sexta-feira, 7 de dezembro de 2018
E as alianças continuam ...
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
Na última postagem vimos que Jeorão, rei de Judá, foi reprovado pelo Senhor. Fez aliança com a casa de Acabe e agiu como sua família.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/12/que-tipo-de-alianca-temos-feito.html
Hoje, caminharemos ainda através das páginas do capítulo oito. A partir do versículo vinte e quatro. Até o fim.
Quando Jeorão morreu, seu filho Acazias reinou em seu lugar. Estava com vinte e dois anos. Era o décimo segundo ano do reinado de Jorão, filho de Acabe, rei de Israel.
Acazias reinou apenas um ano. Sua mãe era neta de Onri, rei de Israel. Casou-se com uma mulher da família de Acabe e andou nos caminhos daquela família. E, claro, também foi reprovado pelo Senhor.
Consegue imaginar um reinado de um ano? O que aconteceu? Veremos o que o escritor de Reis nos contará nos próximos capítulos.
Acazias e Jorão eram cunhados. Aliaram-se para guerrear contra Hazael, rei da Síria.
Foram juntos para Ramote-Gileade. Lá, os sírios feriram Jorão. Ele foi para Jezreel a fim de tratar de seus ferimentos.
O texto nos fala que Acazias foi visitá-lo.
O que acontecerá nesta visita? Veremos no capítulo nove.
Vamos lembrar que alianças sem a benção do Senhor são desastrosas.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desgracada.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-rompida.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/naufrago.html
Que aprendamos a não entrar nessas alianças.
Que tenhamos o discernimento de fazer apenas alianças agradáveis aos olhos do Senhor.
Como saberemos? Somente andando com Ele em oração e conhecendo-O através da Sua palavra.
Na segunda feira continuamos. Espero você. Até lá.
Na última postagem vimos que Jeorão, rei de Judá, foi reprovado pelo Senhor. Fez aliança com a casa de Acabe e agiu como sua família.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/12/que-tipo-de-alianca-temos-feito.html
Hoje, caminharemos ainda através das páginas do capítulo oito. A partir do versículo vinte e quatro. Até o fim.
Quando Jeorão morreu, seu filho Acazias reinou em seu lugar. Estava com vinte e dois anos. Era o décimo segundo ano do reinado de Jorão, filho de Acabe, rei de Israel.
Acazias reinou apenas um ano. Sua mãe era neta de Onri, rei de Israel. Casou-se com uma mulher da família de Acabe e andou nos caminhos daquela família. E, claro, também foi reprovado pelo Senhor.
Consegue imaginar um reinado de um ano? O que aconteceu? Veremos o que o escritor de Reis nos contará nos próximos capítulos.
Acazias e Jorão eram cunhados. Aliaram-se para guerrear contra Hazael, rei da Síria.
Foram juntos para Ramote-Gileade. Lá, os sírios feriram Jorão. Ele foi para Jezreel a fim de tratar de seus ferimentos.
O texto nos fala que Acazias foi visitá-lo.
O que acontecerá nesta visita? Veremos no capítulo nove.
Vamos lembrar que alianças sem a benção do Senhor são desastrosas.
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http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/naufrago.html
Que aprendamos a não entrar nessas alianças.
Que tenhamos o discernimento de fazer apenas alianças agradáveis aos olhos do Senhor.
Como saberemos? Somente andando com Ele em oração e conhecendo-O através da Sua palavra.
Na segunda feira continuamos. Espero você. Até lá.
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segunda-feira, 22 de outubro de 2018
Coragem para se ajoelhar
Continuamos nossa caminhada através do livro de 2 Reis.
Ontem vimos que o rei de Israel, Acazias, mandou mensageiros a Baal-Zebube, deus de Ecrom, para ver se ficaria ou não curado. Seus mensageiros encontraram o profeta Elias. Que mandou uma mensagem ao rei.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/a-quem-temos-procurado.html
Hoje prosseguiremos pelas páginas do capítulo um, a partir do versículo nove, até ao final.
Assim que ouviu seus mensageiros, Acazias identificou Elias. Ele enviou um capitão com uma tropa de cinquenta soldados procurá-lo. Queria vê-lo.
Seu capitão o encontrou. Ele estava sentado no alto de uma colina. O capitão o chamou dizendo: “Homem de Deus, o rei ordena que desças!”
Elias respondeu ao capitão com seus cinquenta soldados que se ele de fato era um homem de Deus, desceria fogo do céu e exterminaria a ele e seus cinquenta homens.
No mesmo instante, desceu do céu um fogo arrasador. Consumiu o oficial e todos os seus soldados.
O rei insistiu. Queria falar com Elias de qualquer jeito. Enviou outro chefe de tropa. Novamente com cinquenta guerreiros. Ele fez o mesmo que o anterior. Ordenou ao profeta: “Ó homem de Deus, assim convoca o rei: ‘Desce depressa!’”
Elias respondeu a esse oficial da mesma forma que havia respondido ao outro. O fogo de Deus desceu do céu e consumiu também este oficial e seus cinquenta soldados.
Pela terceira vez o rei enviou outro capitão com sua tropa de cinquenta guerreiros.
Esse terceiro oficial era diferente. Sabia quem era. Sabia quem era Elias. Sabia se humilhar. Sabia se ajoelhar. Possuía coragem para ser humilde. Não era hora de dar ordens.
Chegou onde estava o profeta e colocou-se de joelhos diante dele. Reconheceu que Elias era um homem de Deus. Suplicou-lhe que considerasse preciosa sua vida e a de seus soldados. Colocou-se na condição de servo de Elias. Lembrou ao profeta que o fogo de Deus desceu do céu e destruiu os dois primeiros chefes de tropas de cinquenta e todos os seus soldados e pediu que Elias tivesse misericórdia de sua vida.
Diante da atitude desse oficial, o Anjo do Senhor orientou que Elias fosse com ele e não tivesse receio.
Elias também sabia quem era. Sabia quem ouvir. Prontamente se levantou e desceu com o oficial.
Ao chegar diante do rei, repetiu, sem qualquer temor, a mensagem do Senhor, perguntando-lhe porque havia mandado mensageiros consultar Baal-Zebube, deus de Ecrom. Acaso não havia Deus em Israel, para que consultasse Sua Palavra? Disse-lhe também que, do leito em que estava deitado não se levantaria jamais. Com toda a certeza morreria.
Foi o que aconteceu. Acazias morreu conforme o Senhor havia determinado.
Como não tinha filhos, Jorão, seu irmão, reinou em seu lugar.
Que possamos aprender com esse capitão de tropas. Apesar de seu alto cargo diante do exército de Israel e seu rei, não se importou em humilhar-se diante de Elias, o homem de Deus. Por causa de sua atitude, de sua humildade, ele e seus homens foram salvos da morte.
Que possamos aprender com Elias, teve discernimento de qual capitão havia de seguir. Não aos que lhe deram ordens, mas ao único que suplicou sua misericórdia. Também teve discernimento para ouvir a voz do Senhor e coragem para entregar Sua palavra.
Que aprendamos também como Acazias. Que não sejamos como ele. Que reconheçamos que o Senhor é Deus. Não precisamos ir a qualquer outro lugar atrás de ídolo algum.
E agora? O que será que nos conta o capítulo dois a respeito de Jorão? Fez ou não o que era agradável ao Senhor?
Continuamos na quarta-feira. Espero você. Até lá.
Ontem vimos que o rei de Israel, Acazias, mandou mensageiros a Baal-Zebube, deus de Ecrom, para ver se ficaria ou não curado. Seus mensageiros encontraram o profeta Elias. Que mandou uma mensagem ao rei.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/a-quem-temos-procurado.html
Hoje prosseguiremos pelas páginas do capítulo um, a partir do versículo nove, até ao final.
Assim que ouviu seus mensageiros, Acazias identificou Elias. Ele enviou um capitão com uma tropa de cinquenta soldados procurá-lo. Queria vê-lo.
Seu capitão o encontrou. Ele estava sentado no alto de uma colina. O capitão o chamou dizendo: “Homem de Deus, o rei ordena que desças!”
Elias respondeu ao capitão com seus cinquenta soldados que se ele de fato era um homem de Deus, desceria fogo do céu e exterminaria a ele e seus cinquenta homens.
No mesmo instante, desceu do céu um fogo arrasador. Consumiu o oficial e todos os seus soldados.
O rei insistiu. Queria falar com Elias de qualquer jeito. Enviou outro chefe de tropa. Novamente com cinquenta guerreiros. Ele fez o mesmo que o anterior. Ordenou ao profeta: “Ó homem de Deus, assim convoca o rei: ‘Desce depressa!’”
Elias respondeu a esse oficial da mesma forma que havia respondido ao outro. O fogo de Deus desceu do céu e consumiu também este oficial e seus cinquenta soldados.
Pela terceira vez o rei enviou outro capitão com sua tropa de cinquenta guerreiros.
Esse terceiro oficial era diferente. Sabia quem era. Sabia quem era Elias. Sabia se humilhar. Sabia se ajoelhar. Possuía coragem para ser humilde. Não era hora de dar ordens.
Chegou onde estava o profeta e colocou-se de joelhos diante dele. Reconheceu que Elias era um homem de Deus. Suplicou-lhe que considerasse preciosa sua vida e a de seus soldados. Colocou-se na condição de servo de Elias. Lembrou ao profeta que o fogo de Deus desceu do céu e destruiu os dois primeiros chefes de tropas de cinquenta e todos os seus soldados e pediu que Elias tivesse misericórdia de sua vida.
Diante da atitude desse oficial, o Anjo do Senhor orientou que Elias fosse com ele e não tivesse receio.
Elias também sabia quem era. Sabia quem ouvir. Prontamente se levantou e desceu com o oficial.
Ao chegar diante do rei, repetiu, sem qualquer temor, a mensagem do Senhor, perguntando-lhe porque havia mandado mensageiros consultar Baal-Zebube, deus de Ecrom. Acaso não havia Deus em Israel, para que consultasse Sua Palavra? Disse-lhe também que, do leito em que estava deitado não se levantaria jamais. Com toda a certeza morreria.
Foi o que aconteceu. Acazias morreu conforme o Senhor havia determinado.
Como não tinha filhos, Jorão, seu irmão, reinou em seu lugar.
Que possamos aprender com esse capitão de tropas. Apesar de seu alto cargo diante do exército de Israel e seu rei, não se importou em humilhar-se diante de Elias, o homem de Deus. Por causa de sua atitude, de sua humildade, ele e seus homens foram salvos da morte.
Que possamos aprender com Elias, teve discernimento de qual capitão havia de seguir. Não aos que lhe deram ordens, mas ao único que suplicou sua misericórdia. Também teve discernimento para ouvir a voz do Senhor e coragem para entregar Sua palavra.
Que aprendamos também como Acazias. Que não sejamos como ele. Que reconheçamos que o Senhor é Deus. Não precisamos ir a qualquer outro lugar atrás de ídolo algum.
E agora? O que será que nos conta o capítulo dois a respeito de Jorão? Fez ou não o que era agradável ao Senhor?
Continuamos na quarta-feira. Espero você. Até lá.
sexta-feira, 19 de outubro de 2018
A quem temos procurado?

Agora, através do livro de 2 Reis.
Na postagem anterior, vimos Acabe tentando enganar a morte, disfarçando-se.
Também vimos que Acazias tornou-se rei em seu lugar.
Hoje, caminharemos pelas páginas do capítulo um. Até o versículo oito.
Depois que Acabe morreu, Moabe, revoltou-se contra Israel.
E Acácias, pasme, caiu da sacada do seu quarto, no palácio em Samaria.
O tempo ia passando e Acazias não se recuperava de seus ferimentos.
Ao invés de buscar ao Senhor, Acazias ordenou que alguns de seus mensageiros fossem a Ecrom.
Eles deviam consultar Baal-Zebube, o Príncipe, deus de Ecrom, para saber se ficaria curado.
Baal-Zebube é de onde vem a palavra belzebu.
O Anjo do Senhor ordenou que o profeta Elias fosse à estrada encontrar-se com os mensageiros do rei. Ele deveria lhes entregar uma mensagem.
Elias foi. Quando os mensageiros estavam passando, perguntou se acaso não havia Deus em Israel para que fossem até Ecrom consultar Baal-Zebube. Aparentemente,
não responderam. Mas ouviram.
Elias lhes disse a mensagem do Senhor, Deus de Israel, para Acazias. Ele não se levantaria da cama. E com certeza, morreria.
Os mensageiros do rei voltaram a Acazias que, com certeza, espantado, perguntou o motivo. Ele havia lhes dado uma ordem. O que estavam fazendo ali novamente, sem que a tivessem cumprido?
Percebe a autoridade de Elias? Era superior à de Acazias. Os homens seguiram suas ordens, não às do rei. E nem sabiam quem ele era.
Os mensageiros lhe disseram que um homem havia ido até eles. Contaram a Acazias o que havia lhes dito.
O rei perguntou como era o tal homem. Quis que o descrevessem. Responderam que usava vestes de pêlos e um cinto de couro.
Acazias sabia perfeitamente quem era. Na mesma hora disse que era Elias, o profeta de Tisbel.
Vamos parar nossa caminhada aqui.
Algumas perguntas a serem feitas. Precisamos olhar para dentro de nós .E pensar.
Só procuramos soluções depois que uma situação demora a ser resolvida em nossas vidas? E onde a procuramos? Em quem a procuramos?
Temos andado atrás de outros deuses como Acazias?
Será que hoje o Senhor nos diria que existe Deus onde estamos e nos perguntaria por que estamos procurando Prosperidade ou Humanismo, Príncipe de algum lugar?
Temos tido a ousadia e a autoridade de Elias para entregar a Palavra que o Senhor tem nos entregue? Independente do custo e do risco?
Elias sabia que seria reconhecido por Acazias. Seu modo de vestir era inconfundível. Mesmo assim, obedeceu ao Senhor. Faríamos o mesmo? Ou nos esconderíamos atrás de nossas comodidades e desculpas? Nossas frases e vidas politicamente corretas?
O que acontecerá agora? O que fará Acazias? Elias corre perigo? Como ousou interceptar os mensageiros de um rei e lhe dizer que morrerá?
Amanhã veremos, espero você.
quarta-feira, 17 de outubro de 2018
É possível enganar a morte?
Nossa caminhada pelo livro de 1 Reis está chegando ao fim.
Na última postagem vimos que, apesar da palavra do Senhor entregue através do profeta Micaías, Acabe e Josafá partiram para a guerra contra a Síria.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/estou-sendo-enganado-enganando.html
Acabe foi disfarçado como um simples soldado, com medo de morrer, tal qual o profeta lhe preveniu. Josafá correu o risco e foi vestido com suas roupas reais.
Hoje, caminharemos através das páginas do capítulo vinte e dois. A partir do versículo trinta e um. Até ao final.
Sem que soubesse de algo e, antes de partirem para a guerra, o rei da Síria deu ordem aos seus trinta e dois comandantes. Eles não deviam atacar ninguém, fosse soldado, fosse oficial, exceto o rei de Israel. A missão era: "Matem o rei de Israel!"
Quando os comandantes dos carros de guerra viram Josafá, falaram uns com os outros: “Vê! É o rei de Israel!”
Cercaram Josafá para atacá-lo e matá-lo, mas ele gritou. O livro de Crônicas nos conta que não foi apenas um grito, ele clamou ao Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html
Quando perceberam que não era o rei de Israel, pararam de perseguí-lo. Ufa! Josafá escapou.
Mesmo que tenha ido a uma guerra que não era sua, uma guerra que ouviu o profeta falar o que aconteceria, clamou ao Senhor que, em Sua infinita misericórdia, o livrou.
De repente, um soldado disparou seu arco a esmo. Sabe quem ele atingiu? Exatamente, o rei de Israel.
Embora estivesse com armadura, o arco o atingiu exatamente entre as juntas da sua armadura.
Só há um modo de escapar do juízo perfeito do Senhor, o arrependimento. Acabe havia se arrependido, mas continuou querendo viver sua vida a seu modo. Dirigindo seus próprios passos. Arrependimento implica em mudança de atitudes, de destino, de vida.
Assim que foi atingido, Acabe ordenou ao condutor do seu carro que voltasse, que o fizesse sair depressa do combate. Percebeu que estava gravemente ferido.
A batalha se tornou ainda mais violenta e os soldados tiveram que manter o rei de pé sobre seu carro, diante dos sírios.
Ao cair da tarde ele morreu. O sangue de sua ferida escorria no fundo do carro.
Ao pôr-do-sol, um grito fúnebre percorreu todo o acampamento. A ordem era recuar. Cada um deveria voltar para sua cidade. Cada chefe de família para sua terra. O rei de Israel estava morto.
Ele foi transportado para Samaria, capital de Israel. Lá foi sepultado.
Lavaram o carro militar real e suas armas num açude em Samaria. No mesmo lugar onde as prostitutas costumavam banhar-se. Vários cães vieram e lamberam seu sangue. Exatamente como o Senhor havia predito.
Todas as realizações de Acabe, as cidades que construiu e até a descrição do seu palácio, pasme, decorado com marfim da melhor qualidade, foram descritos na História dos Reis de Israel. Acazias, seu filho, reinou em seu lugar.
Quanto a Josafá, filho de Asa, começou a reinar sobre Judá no quarto ano de governo de Acabe, rei de Israel. Estava com tinha trinta e cinco anos de idade quando começou a reinar. Reinou vinte e cindo anos em Jerusalém. Ele andou em todos os caminhos de seu pai, Asa. Não se desviou deles. Fez o que era reto perante o Senhor.
Apesar disso, não destruiu os altares idólatras e o povo seguiu oferecendo sacrifícios pagãos e a queimar incenso. O coração do povo, infelizmente, não era inclinado ao Senhor. Não tinham ouvidos para ouvir.
Josafá viveu em paz com o rei de Israel. Seus feitos, o poder que demonstrou, e os atos de bravura nos tempos de guerra, foram todos escritos nos registros históricos dos reis de Judá.
Ele também expulsou da terra o restante dos sodomitas, prostitutos e prostitutas cultuais, que serviam nos altares pagãos, e haviam restado depois do reinado de seu pai Asa.
Neste tempo não havia rei em Edom. Apenas um vice-rei nomeado para assumir o governo local.
Josafá mandou construir navios em Társis. Uma frota de embarcações mercantes, cujo objetivo era buscar ouro em Ofir. Jamais o trouxeram. As embarcações naufragaram em Eziom-Geber, conforme a palavra do Senhor. Está escrito lá em Crônicas.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/posicionamento.html
Naquele tempo, Acazias, filho de Acabe, fez a uma oferta a Josafá. Colocou seus marinheiros à sua disposição para cooperar e navegar com os dele. Contudo, Josafá preferiu não aceitar tal ajuda. Aprendeu que os acordos e alianças devem ser feitos sob a direção do Senhor.
Quando morreu, foi sepultado junto a seus antepassados, na Cidade de Davi. Seu filho Jeorão, assumiu o reino em seu lugar.
Acazias, filho de Acabe, tornou-se rei de Israel, em Samaria, no décimo sétimo ano do reinado de Josafá, rei de Judá. Governou apenas dois anos sobre Israel.
Praticou o que é reprovável diante do Senhor. Andou segundo os maus exemplos de seu pai, e nos caminhos pagãos de sua mãe.
Como se isso não bastasse, agiu também conforme as atitudes erradas de Jeroboão, filho de Nebate, que fez Israel pecar. Dedicou seu culto a Baal e o serviu, provocando a ira do Senhor, o Deus de Israel, como seu pai havia procedido. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/quem-sao-os-meus-conselheiros.html
Que sigamos o conselho de João: "Caros filhinhos, estas palavras vos escrevo para que não pequeis. Se, entretanto, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo." - 1 João 2.1
Para que Ele possa nos defender, precisamos confessar e nos arrepender. É o único meio de escaparmos. Acabe, mesmo disfarçado, não conseguiu escapar do juízo. Nem ele, nem ninguém.
Que lembremos de não fazer aliança com ninguém, sem a aprovação do Senhor. Que saibamos dizer não, como Josafá aprendeu após algumas alianças mal feitas.
E que andemos segundo os caminhos daqueles que andaram e andam com o Senhor. A cada dia. E sempre.
Hoje terminamos o livro de 1 Reis. Para mim e, se você prestou atenção em todas as histórias aqui registradas, com certeza, para você também, é um livro fascinante.
Na sexta-feira começaremos o livro de 2 Reis. Espero você. Até lá.
Na última postagem vimos que, apesar da palavra do Senhor entregue através do profeta Micaías, Acabe e Josafá partiram para a guerra contra a Síria.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/estou-sendo-enganado-enganando.html
Acabe foi disfarçado como um simples soldado, com medo de morrer, tal qual o profeta lhe preveniu. Josafá correu o risco e foi vestido com suas roupas reais.
Hoje, caminharemos através das páginas do capítulo vinte e dois. A partir do versículo trinta e um. Até ao final.
Sem que soubesse de algo e, antes de partirem para a guerra, o rei da Síria deu ordem aos seus trinta e dois comandantes. Eles não deviam atacar ninguém, fosse soldado, fosse oficial, exceto o rei de Israel. A missão era: "Matem o rei de Israel!"
Quando os comandantes dos carros de guerra viram Josafá, falaram uns com os outros: “Vê! É o rei de Israel!”
Cercaram Josafá para atacá-lo e matá-lo, mas ele gritou. O livro de Crônicas nos conta que não foi apenas um grito, ele clamou ao Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html
Quando perceberam que não era o rei de Israel, pararam de perseguí-lo. Ufa! Josafá escapou.
Mesmo que tenha ido a uma guerra que não era sua, uma guerra que ouviu o profeta falar o que aconteceria, clamou ao Senhor que, em Sua infinita misericórdia, o livrou.
De repente, um soldado disparou seu arco a esmo. Sabe quem ele atingiu? Exatamente, o rei de Israel.
Embora estivesse com armadura, o arco o atingiu exatamente entre as juntas da sua armadura.
Só há um modo de escapar do juízo perfeito do Senhor, o arrependimento. Acabe havia se arrependido, mas continuou querendo viver sua vida a seu modo. Dirigindo seus próprios passos. Arrependimento implica em mudança de atitudes, de destino, de vida.
Assim que foi atingido, Acabe ordenou ao condutor do seu carro que voltasse, que o fizesse sair depressa do combate. Percebeu que estava gravemente ferido.
A batalha se tornou ainda mais violenta e os soldados tiveram que manter o rei de pé sobre seu carro, diante dos sírios.
Ao cair da tarde ele morreu. O sangue de sua ferida escorria no fundo do carro.
Ao pôr-do-sol, um grito fúnebre percorreu todo o acampamento. A ordem era recuar. Cada um deveria voltar para sua cidade. Cada chefe de família para sua terra. O rei de Israel estava morto.
Ele foi transportado para Samaria, capital de Israel. Lá foi sepultado.
Lavaram o carro militar real e suas armas num açude em Samaria. No mesmo lugar onde as prostitutas costumavam banhar-se. Vários cães vieram e lamberam seu sangue. Exatamente como o Senhor havia predito.
Todas as realizações de Acabe, as cidades que construiu e até a descrição do seu palácio, pasme, decorado com marfim da melhor qualidade, foram descritos na História dos Reis de Israel. Acazias, seu filho, reinou em seu lugar.
Quanto a Josafá, filho de Asa, começou a reinar sobre Judá no quarto ano de governo de Acabe, rei de Israel. Estava com tinha trinta e cinco anos de idade quando começou a reinar. Reinou vinte e cindo anos em Jerusalém. Ele andou em todos os caminhos de seu pai, Asa. Não se desviou deles. Fez o que era reto perante o Senhor.
Apesar disso, não destruiu os altares idólatras e o povo seguiu oferecendo sacrifícios pagãos e a queimar incenso. O coração do povo, infelizmente, não era inclinado ao Senhor. Não tinham ouvidos para ouvir.
Josafá viveu em paz com o rei de Israel. Seus feitos, o poder que demonstrou, e os atos de bravura nos tempos de guerra, foram todos escritos nos registros históricos dos reis de Judá.
Ele também expulsou da terra o restante dos sodomitas, prostitutos e prostitutas cultuais, que serviam nos altares pagãos, e haviam restado depois do reinado de seu pai Asa.
Neste tempo não havia rei em Edom. Apenas um vice-rei nomeado para assumir o governo local.
Josafá mandou construir navios em Társis. Uma frota de embarcações mercantes, cujo objetivo era buscar ouro em Ofir. Jamais o trouxeram. As embarcações naufragaram em Eziom-Geber, conforme a palavra do Senhor. Está escrito lá em Crônicas.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/posicionamento.html
Naquele tempo, Acazias, filho de Acabe, fez a uma oferta a Josafá. Colocou seus marinheiros à sua disposição para cooperar e navegar com os dele. Contudo, Josafá preferiu não aceitar tal ajuda. Aprendeu que os acordos e alianças devem ser feitos sob a direção do Senhor.
Quando morreu, foi sepultado junto a seus antepassados, na Cidade de Davi. Seu filho Jeorão, assumiu o reino em seu lugar.
Acazias, filho de Acabe, tornou-se rei de Israel, em Samaria, no décimo sétimo ano do reinado de Josafá, rei de Judá. Governou apenas dois anos sobre Israel.
Praticou o que é reprovável diante do Senhor. Andou segundo os maus exemplos de seu pai, e nos caminhos pagãos de sua mãe.
Como se isso não bastasse, agiu também conforme as atitudes erradas de Jeroboão, filho de Nebate, que fez Israel pecar. Dedicou seu culto a Baal e o serviu, provocando a ira do Senhor, o Deus de Israel, como seu pai havia procedido. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/quem-sao-os-meus-conselheiros.html
Que sigamos o conselho de João: "Caros filhinhos, estas palavras vos escrevo para que não pequeis. Se, entretanto, alguém pecar, temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo, o Justo." - 1 João 2.1
Para que Ele possa nos defender, precisamos confessar e nos arrepender. É o único meio de escaparmos. Acabe, mesmo disfarçado, não conseguiu escapar do juízo. Nem ele, nem ninguém.
Que lembremos de não fazer aliança com ninguém, sem a aprovação do Senhor. Que saibamos dizer não, como Josafá aprendeu após algumas alianças mal feitas.
E que andemos segundo os caminhos daqueles que andaram e andam com o Senhor. A cada dia. E sempre.
Hoje terminamos o livro de 1 Reis. Para mim e, se você prestou atenção em todas as histórias aqui registradas, com certeza, para você também, é um livro fascinante.
Na sexta-feira começaremos o livro de 2 Reis. Espero você. Até lá.
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domingo, 29 de julho de 2018
Naufrágio
Vamos continuar nossa caminhada através de 2 Crônicas.
Ontem vimos as consequências de uma aliança que nos afasta do Senhor. Jeorão teve uma vida lamentável e uma morte terrível.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desgracada.html
Hoje caminharemos pelas páginas do capítulo 22.
Os habitantes de Jerusalém proclamaram Acazias rei em seu lugar. Era o único filho que havia lhe restado. Os outros foram mortos pelas tropas que tinham vindo com os árabes.
Estava com vinte e dois anos quando começou a reinar. Reinou apenas um ano em Jerusalém.
Também andou nos caminhos da família de Acabe. Sua mãe era Atalia, neta de Onri, rei de Israel. Ela lhe dava conselhos insensatos.
Acazias praticou o que era mau segundo o padrão que agrada o Senhor. Para sua desgraça, seus conselheiros eram da família de Acabe.
Seguindo seus conselhos, partiu com Jorão, filho de Acabe, rei de Israel, para atacar Hazael, rei da Síria. Os sírios feriram Jorão, que foi obrigado a retornar a Jezreel para tratar seus ferimentos.
Certo dia Acazias foi visitar Jorão. Assim que chegou, Jorão e Acazias decidiram visitar Jeú. Logo Jeú, filho de Ninsi, que havia sido ungido pelo Senhor para exterminar a família de Acabe.
Quando Jeú estava executando o juízo do Senhor sobre a família de Acabe, encontrou os líderes de Judá e os filhos dos parentes de Acazias e os matou.
Pela vontade do Senhor e para desgraça de Acazias, os soldados de Jeú foram atrás dele. Capturaram-no em Samaria, onde havia se escondido. Foi levado a Jeú, que o Executou.
Não lhe negaram sepultura por ser neto de Josafá, que havia buscado o Senhor de todo o coração. Jeú respeitava Josafá.
Quando sua mãe foi informada de sua morte, mandou exterminar toda a família real de Judá, inclusive seus netos. Atalia não sabia nada sobre temer ao Senhor. Assim, na família de Acazias não havia mais ninguém que pudesse ser rei.
Jeoseba, filha de Jeorão, conseguiu encontrar um dos filhos de Acazias, que seria assassinado e o escondeu num quarto, com sua ama. Ela era esposa do sacerdote Joiada e irmã de Acazias.
Atalia não encontrou Joás para matá-lo. Ele passou seis anos escondido com elas na Casa do Senhor, enquanto Atalia governava.
Mais uma vez vemos um rei que fez alianças erradas, que ouviu conselhos equivocados, embora fossem de sua mãe. Seu reinado não durou quase nada, apenas um ano. E sua vida também foi ceifada cedo, com apenas vinte e três anos.
Que aprendamos com esses reis a terrível lição de alianças fora da vontade do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-rompida.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desgracada.html
Que aprendamos a ouvir conselhos que estejam de acordo com Sua palavra.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/conselhos-de-davi.html
Que aprendamos a fugir dos maus conselhos, ainda que de alguém muito próximo a nós. Julguemos de acordo com os conselhos do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/quem-sao-os-meus-conselheiros.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/um-reino-esfacelado.html
E agora?
O que será de Judá sendo governada por Atalia, filha do rei de Israel? Uma mulher que não sabe o que é temer ao Senhor. Que sequer sabe amar sua família. Desgraça? Bancarrota? Naufrágio?
Joás conseguirá chegar ao trono?
Amanhã continuamos. Espero você.
Ontem vimos as consequências de uma aliança que nos afasta do Senhor. Jeorão teve uma vida lamentável e uma morte terrível.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desgracada.html
Hoje caminharemos pelas páginas do capítulo 22.
Os habitantes de Jerusalém proclamaram Acazias rei em seu lugar. Era o único filho que havia lhe restado. Os outros foram mortos pelas tropas que tinham vindo com os árabes.
Estava com vinte e dois anos quando começou a reinar. Reinou apenas um ano em Jerusalém.
Também andou nos caminhos da família de Acabe. Sua mãe era Atalia, neta de Onri, rei de Israel. Ela lhe dava conselhos insensatos.
Acazias praticou o que era mau segundo o padrão que agrada o Senhor. Para sua desgraça, seus conselheiros eram da família de Acabe.
Seguindo seus conselhos, partiu com Jorão, filho de Acabe, rei de Israel, para atacar Hazael, rei da Síria. Os sírios feriram Jorão, que foi obrigado a retornar a Jezreel para tratar seus ferimentos.
Certo dia Acazias foi visitar Jorão. Assim que chegou, Jorão e Acazias decidiram visitar Jeú. Logo Jeú, filho de Ninsi, que havia sido ungido pelo Senhor para exterminar a família de Acabe.
Quando Jeú estava executando o juízo do Senhor sobre a família de Acabe, encontrou os líderes de Judá e os filhos dos parentes de Acazias e os matou.
Pela vontade do Senhor e para desgraça de Acazias, os soldados de Jeú foram atrás dele. Capturaram-no em Samaria, onde havia se escondido. Foi levado a Jeú, que o Executou.
Não lhe negaram sepultura por ser neto de Josafá, que havia buscado o Senhor de todo o coração. Jeú respeitava Josafá.
Quando sua mãe foi informada de sua morte, mandou exterminar toda a família real de Judá, inclusive seus netos. Atalia não sabia nada sobre temer ao Senhor. Assim, na família de Acazias não havia mais ninguém que pudesse ser rei.
Jeoseba, filha de Jeorão, conseguiu encontrar um dos filhos de Acazias, que seria assassinado e o escondeu num quarto, com sua ama. Ela era esposa do sacerdote Joiada e irmã de Acazias.
Atalia não encontrou Joás para matá-lo. Ele passou seis anos escondido com elas na Casa do Senhor, enquanto Atalia governava.
Mais uma vez vemos um rei que fez alianças erradas, que ouviu conselhos equivocados, embora fossem de sua mãe. Seu reinado não durou quase nada, apenas um ano. E sua vida também foi ceifada cedo, com apenas vinte e três anos.
Que aprendamos com esses reis a terrível lição de alianças fora da vontade do Senhor.
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Que aprendamos a ouvir conselhos que estejam de acordo com Sua palavra.
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Que aprendamos a fugir dos maus conselhos, ainda que de alguém muito próximo a nós. Julguemos de acordo com os conselhos do Senhor.
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E agora?
O que será de Judá sendo governada por Atalia, filha do rei de Israel? Uma mulher que não sabe o que é temer ao Senhor. Que sequer sabe amar sua família. Desgraça? Bancarrota? Naufrágio?
Joás conseguirá chegar ao trono?
Amanhã continuamos. Espero você.
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sexta-feira, 27 de julho de 2018
Posicionamento
Vamos continuar nossa caminhada através de 2 Crônicas.
Ontem vimos Josafá visitando novamente as cidades de Judá, instituindo líderes e juízes e orientando-os ao temor do Senhor em suas atividades.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/lideres-e-juizes-loucos.html
Hoje caminharemos pelas páginas do capítulo vinte.
Os moabitas, os amonitas e os meunitas resolveram atacar Judá. Asafe foi avisado. Uma grande multidão vinha contra eles, de Edom. Os guerreiros já estavam em En-Guedi.
Josafá sentiu muito medo. Mas não se escondeu debaixo da cama. Decidiu buscar o socorro do Senhor. Convocou um jejum nacional em toda a terra de Judá. Uau!
Todo o povo se reuniu para rogar o auxílio do Senhor. Pessoas vieram de todas as cidades para buscar o Senhor. Todos os homens de Judá, com suas mulheres e filhos, até os de colo, estavam ali em pé, buscando o Senhor.
Josafá colocou-se em pé diante de todos, no pátio novo, no templo do Senhor e orou.
Ele declarou a soberania do Senhor. O amor do Senhor pelos descendentes de Abraão, seu amigo. Depois lembrou ao Senhor de Sua palavra a Salomão dizendo que ouviria as orações feitas naquele lugar, que levava Seu nome. Era a Ele que levantavam suas vozes, seus clamores. Certos de que seriam ouvidos. Até então, não havia falado o que queria. Apenas afirmou quem o Senhor era, como agia. Lembrou Sua promessa.
Então, Josafá conta ao Senhor o que aconteceu. O que eles fizeram quando vieram do Egito, que se desviaram daqueles povos, pois o próprio Senhor havia impedido que eles invadissem aquelas terras. Era herança daqueles povos, não de Israel. Mas agora retribuíam o bem com o mal, querendo acabar com eles.
Ele clama ao Senhor que exerça juízo. Sua oração mostra que sabe que o Senhor exercerá Seu juízo, uma vez que eles não têm poder suficiente para enfrentar o imenso exército que está prestes a atacá-los.
Ah, é lindo! Um rei como Josafá, cheio de riqueza, glória e poder, afirma diante do Senhor e de todo o povo ali reunido, que não sabia o que fazer, mas... que “mas” importante esse! Seus olhos estavam voltados para o Senhor.
Ao terminar sua oração, o Espírito do Senhor veio sobre Jaaziel, levita, descendente de Asafe. Ele ordenou que todos prestassem atenção ao que o Senhor estava falando. Ao povo e a Asafe.
O Senhor disse que não deviam temer. Nem sequer se assustar por causa daquela grande multidão que estava vindo contra eles, porque essa luta não era deles, era dEle. O Senhor mesmo desceria contra aquele exército. No dia seguinte.
Afirmou que o exército estava subindo pela ladeira de Ziz. Eles o encontrariam na extremidade do vale, em frente ao deserto de Jeruel. Embora tivessem que ir até onde o exército inimigo estava acampado, o Senhor afirma que não lutariam. Deveriam tomar posição. Ficar parados. E observar o livramento que o Senhor lhes concederia.
Não sei você, mas para mim essa é uma ordem muito difícil de obedecer. Preciso de Sua misericórdia sobre mim.
Não é hoje que o Senhor irá vencer os inimigos. É amanhã. Há uma noite inteira pela frente. Uma noite para usufruir descanso. Mas quantas vezes fico virando de um lado para o outro da cama, pensando em como será o amanhã. Ele disse que iria lutar. Que a guerra era dEle. Mas preciso ir e olhar o inimigo. Preciso tomar posição.
Como vou conseguir? Olhar o inimigo. Tomar posição. Ficar parada. E observar o que o Senhor fará.
Já passou por situações assim? Não podemos ficar em casa. Não podemos nos esconder. Precisamos nos armar para a guerra. E tomar posição. Nesse caso, a posição é não fazer nada, não se intrometer no que o Senhor está fazendo. E observar.
Em minha teimosia, quero fazer alguma coisa. Não quero ficar parada apenas observando. Mas não posso. Hoje a ordem é essa. Em outras guerras, precisamos lutar. Mas hoje, nesse episódio específico é só observar. Talvez para você não, mas para mim é muito difícil. Porém, completamente necessário. Preciso obedecer. Atacar quando é para atacar. E observar, posicionada, quando é para observar.
Vejamos o que Josafá fez. Voltemos às páginas de Crônicas.
Josafá ajoelhou-se. Rosto ao chão. Naquela hora não era o rei. Era apenas o homem. Que havia posto toda sua confiança no Senhor.
Todos que estavam ali fizeram o mesmo. Prostraram-se diante dEle.
E começaram a louvá-Lo e adorá-Lo. Entenderam o que o Senhor havia falado. Naquela hora, não ficaram questionando absolutamente nada. Apenas louvaram e adoraram.
Os levitas se levantaram. Louvaram ao Senhor com “grande voz”.
No dia seguinte, ao romper da aurora, sem procrastinação, levantaram e foram ao deserto de Tecoa.
Antes de saírem, Josafá pôs-se em pé diante de todos. Pediu que todos o ouvissem. Ordenou que cressem, sem sombras de dúvidas no Senhor. Assim, eles estariam sempre seguros. Deviam confiar nos profetas do Senhor, assim seriam bem sucedidos.
É maravilhoso saber que, se cremos no Senhor, sem sombras de dúvidas, estaremos sempre seguros. Não é de vez em quando. Não é quando “o sistema está funcionando”, quando o sol está brilhando, quando a conta bancária está transbordando. É sempre. Em toda e qualquer circunstância. Mesmo nas piores. Mesmo quando acontecem coisas que não conseguimos entender.
Mais uma vez, precisamos lembrar que é nosso dever conhecer o Senhor, ter intimidade com Ele para que possamos discernir quem é profeta do Senhor ou quem se apresenta como tal. É tão importante ouvir os profetas do Senhor, quanto não ouvir os falsos.
Depois de ouvir e conversar com o povo, Josafá designou cantores para louvar ao Senhor.
Eles saíram à frente do exército. Sim, isso mesmo. Os cantores saíram à frente do exército. Não estavam vestidos com armaduras como os soldados. Estavam vestidos de seus trajes sagrados. Adoravam e entoavam ao Senhor, dizendo: “Rendei graças ao Senhor, porque a Sua misericórdia dura para sempre”.
Em meio à guerra, indo de encontro ao inimigo, que era imenso, não estavam mais clamando. Rendiam graças ao Senhor. Ordenavam, com seu louvor, que todos rendessem graças ao Senhor. Não porque Ele lutaria por eles, mas porque a Sua misericórdia dura para sempre. Aleluia!
E o que aconteceu?
Quando começaram a cantar e dar louvores ao Senhor, o Senhor colocou emboscadas contra o exército inimigo, que invadia a terra de Judá. Foram todos derrotados. Os homens de Amom e Moabe atacaram os habitantes do monte Seir. Depois, voltaram-se uns contra os outros, até à morte.
Impossível? Não. Já vivi isto. Só que não consegui dormir. Passei a noite em claro. Escrevendo qual seria minha estratégia. O que eu faria e falaria. Em vão. Não usei nenhuma das minhas armas.
Boquiaberta, apenas observei os inimigos se digladiarem à minha frente, completamente esquecidos de mim.
Quando os homens de Judá chegaram ao posto de observação, viram que o outrora imenso exército inimigo, jazia ao chão. Só havia cadáveres. Nem um só guerreiro havia escapado. Foi um verdadeiro massacre.
Josafá e seus soldados foram até o acampamento. Saquearam os cadáveres, como era o costume. Encontraram muitos equipamentos, joias, roupas e objetos de valor. Passaram três dias saqueando. Era muito desposo. Havia muito mais do que podiam carregar. É assim que o Senhor faz, quando a guerra é dEle e não nos metemos, apenas observamos e louvamos.
No quarto dia reuniram-se no vale. Ali louvaram ao Senhor. Colocaram o nome daquele vale de Vale da Benção.
Depois, sob a liderança de Josafá, voltaram satisfeitos e exultantes para Jerusalém. O motivo? O Senhor os abençoara com plenitude de alegria, dando-lhes vitória sobre seus inimigos.
Você já experimentou essa plenitude de alegria?
Entraram em Jerusalém e foram à casa do Senhor. Não voltaram correndo para suas casas a fim de desfrutarem seus despojos. Primeiro foram louvar ao Senhor. Entraram no templo com cânticos, liras, harpas e trombetas.
O temos do Senhor veio sobre todas as nações que souberam como o Senhor havia guerreado contra os inimigos de Israel.
O reinado de Josafá seguiu com tranquilidade porque o Senhor lhe concedeu paz em todas as fronteiras de seu reino.
Com trinta e cinco anos de idade Josafá foi proclamado rei de Judá, no lugar de Asa, seu pai. Foi rei em Jerusalém durante vinte e cinco anos. Suas ações foram aprovadas pelo Senhor.
Infelizmente, os lugares pagãos de culto não foram destruídos. O povo ainda não tinha disposto o coração para adorar somente e plenamente ao Senhor.
Tudo que Josafá fez está escrito nas Crônicas de Jeú, que faz parte do Livro da História dos Reis de Israel.
Já estava suspirando de alívio quando li o que vem a seguir. Uma frase que fez meu coração entristecer-se.
Está escrito: “Depois desses acontecimentos”.
O que aconteceu?
Josafá tornou-se aliado de Acazias, rei de Israel, que vivia uma vida cheia de iniqüidades e maldades.
Os dois fizeram uma aliança. Um acordo para construírem navios que fossem até Társis, na Espanha.
Esses navios eram capazes de vencer grandes mares. Foram construídos em Eziom-Geber.
O Senhor não se agradou dessa aliança, como não se agradou da aliança feita com Acabe.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html
Eliézer, filho de Dodavá, de Maressa, entregou uma palavra do Senhor a Josafá. O Senhor disse que havia destruído suas obras por causa de sua aliança com Acazias.
Os navios foram despedaçados e naufragaram a caminho de Társis. O tratado comercial jamais pôde ser concluído.
Mais uma vez uma aliança que se mostrou desastrada. Se queremos tratados bem sucedidos, precisamos dos conselhos do Senhor. Alianças fora de Sua vontade, acabam sempre em náufragos.
Que saibamos nos posicionar em cada situação, como o Senhor deseja. Que saibamos fazer alianças de acordo com Sua vontade.
Amanhã continuamos. Espero você.
Ontem vimos Josafá visitando novamente as cidades de Judá, instituindo líderes e juízes e orientando-os ao temor do Senhor em suas atividades.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/lideres-e-juizes-loucos.html
Hoje caminharemos pelas páginas do capítulo vinte.
Os moabitas, os amonitas e os meunitas resolveram atacar Judá. Asafe foi avisado. Uma grande multidão vinha contra eles, de Edom. Os guerreiros já estavam em En-Guedi.
Josafá sentiu muito medo. Mas não se escondeu debaixo da cama. Decidiu buscar o socorro do Senhor. Convocou um jejum nacional em toda a terra de Judá. Uau!
Todo o povo se reuniu para rogar o auxílio do Senhor. Pessoas vieram de todas as cidades para buscar o Senhor. Todos os homens de Judá, com suas mulheres e filhos, até os de colo, estavam ali em pé, buscando o Senhor.
Josafá colocou-se em pé diante de todos, no pátio novo, no templo do Senhor e orou.
Ele declarou a soberania do Senhor. O amor do Senhor pelos descendentes de Abraão, seu amigo. Depois lembrou ao Senhor de Sua palavra a Salomão dizendo que ouviria as orações feitas naquele lugar, que levava Seu nome. Era a Ele que levantavam suas vozes, seus clamores. Certos de que seriam ouvidos. Até então, não havia falado o que queria. Apenas afirmou quem o Senhor era, como agia. Lembrou Sua promessa.
Então, Josafá conta ao Senhor o que aconteceu. O que eles fizeram quando vieram do Egito, que se desviaram daqueles povos, pois o próprio Senhor havia impedido que eles invadissem aquelas terras. Era herança daqueles povos, não de Israel. Mas agora retribuíam o bem com o mal, querendo acabar com eles.
Ele clama ao Senhor que exerça juízo. Sua oração mostra que sabe que o Senhor exercerá Seu juízo, uma vez que eles não têm poder suficiente para enfrentar o imenso exército que está prestes a atacá-los.
Ah, é lindo! Um rei como Josafá, cheio de riqueza, glória e poder, afirma diante do Senhor e de todo o povo ali reunido, que não sabia o que fazer, mas... que “mas” importante esse! Seus olhos estavam voltados para o Senhor.
Ao terminar sua oração, o Espírito do Senhor veio sobre Jaaziel, levita, descendente de Asafe. Ele ordenou que todos prestassem atenção ao que o Senhor estava falando. Ao povo e a Asafe.
O Senhor disse que não deviam temer. Nem sequer se assustar por causa daquela grande multidão que estava vindo contra eles, porque essa luta não era deles, era dEle. O Senhor mesmo desceria contra aquele exército. No dia seguinte.
Afirmou que o exército estava subindo pela ladeira de Ziz. Eles o encontrariam na extremidade do vale, em frente ao deserto de Jeruel. Embora tivessem que ir até onde o exército inimigo estava acampado, o Senhor afirma que não lutariam. Deveriam tomar posição. Ficar parados. E observar o livramento que o Senhor lhes concederia.
Não sei você, mas para mim essa é uma ordem muito difícil de obedecer. Preciso de Sua misericórdia sobre mim.
Não é hoje que o Senhor irá vencer os inimigos. É amanhã. Há uma noite inteira pela frente. Uma noite para usufruir descanso. Mas quantas vezes fico virando de um lado para o outro da cama, pensando em como será o amanhã. Ele disse que iria lutar. Que a guerra era dEle. Mas preciso ir e olhar o inimigo. Preciso tomar posição.
Como vou conseguir? Olhar o inimigo. Tomar posição. Ficar parada. E observar o que o Senhor fará.
Já passou por situações assim? Não podemos ficar em casa. Não podemos nos esconder. Precisamos nos armar para a guerra. E tomar posição. Nesse caso, a posição é não fazer nada, não se intrometer no que o Senhor está fazendo. E observar.
Em minha teimosia, quero fazer alguma coisa. Não quero ficar parada apenas observando. Mas não posso. Hoje a ordem é essa. Em outras guerras, precisamos lutar. Mas hoje, nesse episódio específico é só observar. Talvez para você não, mas para mim é muito difícil. Porém, completamente necessário. Preciso obedecer. Atacar quando é para atacar. E observar, posicionada, quando é para observar.
Vejamos o que Josafá fez. Voltemos às páginas de Crônicas.
Josafá ajoelhou-se. Rosto ao chão. Naquela hora não era o rei. Era apenas o homem. Que havia posto toda sua confiança no Senhor.
Todos que estavam ali fizeram o mesmo. Prostraram-se diante dEle.
E começaram a louvá-Lo e adorá-Lo. Entenderam o que o Senhor havia falado. Naquela hora, não ficaram questionando absolutamente nada. Apenas louvaram e adoraram.
Os levitas se levantaram. Louvaram ao Senhor com “grande voz”.
No dia seguinte, ao romper da aurora, sem procrastinação, levantaram e foram ao deserto de Tecoa.
Antes de saírem, Josafá pôs-se em pé diante de todos. Pediu que todos o ouvissem. Ordenou que cressem, sem sombras de dúvidas no Senhor. Assim, eles estariam sempre seguros. Deviam confiar nos profetas do Senhor, assim seriam bem sucedidos.
É maravilhoso saber que, se cremos no Senhor, sem sombras de dúvidas, estaremos sempre seguros. Não é de vez em quando. Não é quando “o sistema está funcionando”, quando o sol está brilhando, quando a conta bancária está transbordando. É sempre. Em toda e qualquer circunstância. Mesmo nas piores. Mesmo quando acontecem coisas que não conseguimos entender.
Mais uma vez, precisamos lembrar que é nosso dever conhecer o Senhor, ter intimidade com Ele para que possamos discernir quem é profeta do Senhor ou quem se apresenta como tal. É tão importante ouvir os profetas do Senhor, quanto não ouvir os falsos.
Depois de ouvir e conversar com o povo, Josafá designou cantores para louvar ao Senhor.
Eles saíram à frente do exército. Sim, isso mesmo. Os cantores saíram à frente do exército. Não estavam vestidos com armaduras como os soldados. Estavam vestidos de seus trajes sagrados. Adoravam e entoavam ao Senhor, dizendo: “Rendei graças ao Senhor, porque a Sua misericórdia dura para sempre”.
Em meio à guerra, indo de encontro ao inimigo, que era imenso, não estavam mais clamando. Rendiam graças ao Senhor. Ordenavam, com seu louvor, que todos rendessem graças ao Senhor. Não porque Ele lutaria por eles, mas porque a Sua misericórdia dura para sempre. Aleluia!
E o que aconteceu?
Quando começaram a cantar e dar louvores ao Senhor, o Senhor colocou emboscadas contra o exército inimigo, que invadia a terra de Judá. Foram todos derrotados. Os homens de Amom e Moabe atacaram os habitantes do monte Seir. Depois, voltaram-se uns contra os outros, até à morte.
Impossível? Não. Já vivi isto. Só que não consegui dormir. Passei a noite em claro. Escrevendo qual seria minha estratégia. O que eu faria e falaria. Em vão. Não usei nenhuma das minhas armas.
Boquiaberta, apenas observei os inimigos se digladiarem à minha frente, completamente esquecidos de mim.
Quando os homens de Judá chegaram ao posto de observação, viram que o outrora imenso exército inimigo, jazia ao chão. Só havia cadáveres. Nem um só guerreiro havia escapado. Foi um verdadeiro massacre.
Josafá e seus soldados foram até o acampamento. Saquearam os cadáveres, como era o costume. Encontraram muitos equipamentos, joias, roupas e objetos de valor. Passaram três dias saqueando. Era muito desposo. Havia muito mais do que podiam carregar. É assim que o Senhor faz, quando a guerra é dEle e não nos metemos, apenas observamos e louvamos.
No quarto dia reuniram-se no vale. Ali louvaram ao Senhor. Colocaram o nome daquele vale de Vale da Benção.
Depois, sob a liderança de Josafá, voltaram satisfeitos e exultantes para Jerusalém. O motivo? O Senhor os abençoara com plenitude de alegria, dando-lhes vitória sobre seus inimigos.
Você já experimentou essa plenitude de alegria?
Entraram em Jerusalém e foram à casa do Senhor. Não voltaram correndo para suas casas a fim de desfrutarem seus despojos. Primeiro foram louvar ao Senhor. Entraram no templo com cânticos, liras, harpas e trombetas.
O temos do Senhor veio sobre todas as nações que souberam como o Senhor havia guerreado contra os inimigos de Israel.
O reinado de Josafá seguiu com tranquilidade porque o Senhor lhe concedeu paz em todas as fronteiras de seu reino.
Com trinta e cinco anos de idade Josafá foi proclamado rei de Judá, no lugar de Asa, seu pai. Foi rei em Jerusalém durante vinte e cinco anos. Suas ações foram aprovadas pelo Senhor.
Infelizmente, os lugares pagãos de culto não foram destruídos. O povo ainda não tinha disposto o coração para adorar somente e plenamente ao Senhor.
Tudo que Josafá fez está escrito nas Crônicas de Jeú, que faz parte do Livro da História dos Reis de Israel.
Já estava suspirando de alívio quando li o que vem a seguir. Uma frase que fez meu coração entristecer-se.
Está escrito: “Depois desses acontecimentos”.
O que aconteceu?
Josafá tornou-se aliado de Acazias, rei de Israel, que vivia uma vida cheia de iniqüidades e maldades.
Os dois fizeram uma aliança. Um acordo para construírem navios que fossem até Társis, na Espanha.
Esses navios eram capazes de vencer grandes mares. Foram construídos em Eziom-Geber.
O Senhor não se agradou dessa aliança, como não se agradou da aliança feita com Acabe.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html
Eliézer, filho de Dodavá, de Maressa, entregou uma palavra do Senhor a Josafá. O Senhor disse que havia destruído suas obras por causa de sua aliança com Acazias.
Os navios foram despedaçados e naufragaram a caminho de Társis. O tratado comercial jamais pôde ser concluído.
Mais uma vez uma aliança que se mostrou desastrada. Se queremos tratados bem sucedidos, precisamos dos conselhos do Senhor. Alianças fora de Sua vontade, acabam sempre em náufragos.
Que saibamos nos posicionar em cada situação, como o Senhor deseja. Que saibamos fazer alianças de acordo com Sua vontade.
Amanhã continuamos. Espero você.
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