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domingo, 28 de abril de 2019

2 Crônicas 21.1-20

Leitura do dia 28/04.

Na postagem anterior, vimos como é importante nos posicionarmos de acordo com a orientação do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-201-37.html

Agora caminharemos pelas páginas do capítulo vinte e um.

Antes de Josafá morrer, deu a seus filhos muitos presentes. Ouro, prata, objetos de valor e até cidades fortificadas. O reino porém, deu a Jeorão, seu primogênito.

Quando Josafá morreu, Jeorão, seu filho, foi proclamado rei em seu lugar. Estava com trinta e dois anos quando começou a reinar. Reinou oito anos.

Quando assumiu o reino, armou-se e fortaleceu-se. Matou todos os seus irmãos à espada. Matou também alguns dos príncipes de Israel. Seguiu o caminho dos reis de Israel. Casou-se com a filha de Acabe.

Mais uma aliança fora da vontade do Senhor. Acabe fazia o que era mau.

Porém o Senhor decidiu não destruir a dinastia de Davi. Ele havia feito uma aliança. Havia prometido manter uma chama acesa para sempre entre seus descendentes.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/aprendendo-ser-grato.html

Nos dias de Jeorão, Edom e Libna se rebelaram contra o domínio de Judá. Tudo porque Jeorão havia abandonado o Senhor Deus de seus pais.

Jeorão afastou-se tanto do Senhor que mandou construir altares idólatras nas colinas de Judá. Conduziu o povo de Jerusalém à prostituição. Fez Judá desviar-se do Caminho do Senhor.

Elias, que era profeta em Israel lhe enviou uma carta. Nela dizia que o Senhor, Deus de Davi, mandaria uma terrível praga sobre seu povo, filhos, mulheres e seus bens. Ele teria uma grave enfermidade, um tumor no ventre, que cresceria e pioraria, até que seus intestinos vazassem. Tudo porque não quis seguir os caminhos de seu pai Josafá, nem de Asa, seu avô. Havia preferido o caminho dos reis de Israel. Também havia levado Judá e os habitantes de Jerusalém a se prostituírem através da idolatria, tal qual a família de Acabe. Ainda matou seus próprios irmãos, que eram muito mais honrados que ele.

Não sei você, meu coração fica partido ao andar por essas páginas. O pai havia sido fiel ao Senhor. Foi repreendido e disciplinado pelo Senhor nas duas vezes em que fez aliança com a casa de Acabe. Agora, seu primogênito, que podia ter aprendido a lição, faz aliança de matrimônio com Acabe e afasta-se completamente do Senhor.

O Senhor também despertou a ira dos filisteus e dos árabes que habitavam próximo aos etíopes. Os mesmo que levavam presentes a seu pai. Atacaram Judá. Levaram tudo que encontraram no palácio real, até seus filhos e mulheres. Restou apenas Acazias, o mais novo.

Depois de tudo e apesar da carta que recebeu de Elias, Jeorão não se arrependeu. Não voltou para o Senhor.

Como havia dito, Ele o feriu. A enfermidade era incurável. Ao fim de dois anos, saíram-lhe os intestinos. Jeorão morreu em meio a terríveis dores e muita agonia. O povo de Judá não lhe acendeu nenhuma fogueira em sua homenagem, como era tradição e haviam feito para seus antepassados. Morreu sem deixar qualquer lamentação ou saudade. Foi sepultado na Cidade de Davi, mas não nos túmulos dos reis.

Que triste foi a vida de Jeorão. A morte, pior ainda.

Ao invés de ser sombra e abrigo para sua família e seu povo, matou todos os seus irmãos e fez seu povo afastar-se do Senhor. Tudo por causa de sua aliança com Acabe que o influenciou a servir outros deuses, prostituindo-se com eles. Aliança desgraçada, que o deixou sem a proteção do Senhor.

Quando a Palavra fala em “prostituir-se”, refere-se ao relacionamento do Senhor com Seu povo, como o relacionamento de um casal. Quando alguém O abandonava, estava prostituindo-se, adulterando, quebrando a aliança. Foi o que Jeorão fez.

Os povos que haviam ao redor de Judá e que temiam Josafá, seu pai, por causa de sua submissão ao Senhor, rebelaram-se totalmente contra ele. Não levavam mais presentes, nem tributos e pior, saquearam seu palácio. Levaram toda a riqueza que havia, em bens e pessoas. Sobrou apenas um filho, pela fidelidade e misericórdia do Senhor para com Davi.

Jeorão morreu sozinho. Sofrendo horrores. Como acontece àqueles que não se arrependem. Sequer deixou saudades.

Meu coração está partido. Choro por ele ter sido assim, como choro pelos Sauls, pelos Asas e por todos que se afastam do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/saul-podia-ter-dado-certo.html

Que não sejamos como Jeorão. Sempre há um caminho de volta.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/03/sou-o-filho-mais-novo.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/03/o-pai-espera-voce.html

Que deixemos não apenas saudades, mas um legado para nossos filhos, nossa família.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/o-que-estara-escrito-sobre-nos.html

E agora? Será que Acazias seguirá os caminhos de seu pai? Tudo está perdido para Judá?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desgracada.html

2 Crônicas 20.1-37

Leitura do dia 28/04.

Vamos continuar nossa caminhada através de 2 Crônicas.

Ontem vimos o reinado de Josafá. Seu zelo pelo Senhor. Sua aliança com Acabe. E sua visita novamente às cidades de Judá, instituindo líderes e juízes. Orientando-os ao temor do Senhor em suas atividades.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-171-18.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-181-34.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-191-11.html

Hoje caminharemos pelas páginas dos capítulos vinte ao capítulo vinte e dois.

Os moabitas, os amonitas e os meunitas resolveram atacar Judá. Asafe foi avisado. Uma grande multidão vinha contra eles, de Edom. Os guerreiros já estavam em En-Guedi.

Josafá sentiu muito medo. Mas não se escondeu debaixo da cama. Decidiu buscar o socorro do Senhor. Convocou um jejum nacional em toda a terra de Judá. Uau!

Todo o povo se reuniu para rogar o auxílio do Senhor. Pessoas vieram de todas as cidades para buscar o Senhor. Todos os homens de Judá, com suas mulheres e filhos, até os de colo, estavam ali em pé, buscando o Senhor.

Josafá colocou-se em pé diante de todos, no pátio novo, no templo do Senhor e orou. Declarou a soberania do Senhor. O amor do Senhor pelos descendentes de Abraão, Seu amigo. Depois lembrou ao Senhor de Sua palavra a Salomão dizendo que ouviria as orações feitas naquele lugar, que levava Seu nome. Era a Ele que levantavam suas vozes, seus clamores. Certos de que seriam ouvidos.

Até então, não havia falado o que queria. Apenas afirmou quem o Senhor era, como agia. Lembrou Sua promessa.

Então, Josafá conta ao Senhor o que aconteceu. O que fizeram quando vieram do Egito. Que se desviaram daqueles povos, pois o próprio Senhor havia impedido que invadissem aquelas terras. Era herança daqueles povos, não de Israel. Mas agora retribuíam o bem com o mal, querendo acabar com eles.

Clama ao Senhor que exerça juízo. Sua oração mostra que sabe que o Senhor exercerá Seu juízo, uma vez que eles não têm poder suficiente para enfrentar o imenso exército que está prestes a atacá-los.

Ah, é lindo! Um rei como Josafá, cheio de riqueza, glória e poder, afirma diante do Senhor e de todo o povo ali reunido, que não sabia o que fazer, mas... que “mas” importante esse! Seus olhos estavam voltados para o Senhor.

Ao terminar sua oração, o Espírito do Senhor veio sobre Jaaziel, levita, descendente de Asafe. Ele ordenou que todos prestassem atenção ao que o Senhor estava falando. Ao povo e a Josafá.

O Senhor disse que não deviam temer. Nem sequer se assustar por causa daquela grande multidão que estava vindo contra eles, porque essa luta não era deles, era dEle. O Senhor mesmo desceria contra aquele exército. No dia seguinte.

Afirmou que o exército estava subindo pela ladeira de Ziz. Eles o encontrariam na extremidade do vale, em frente ao deserto de Jeruel.

Embora tivessem que ir até onde o exército inimigo estava acampado, o Senhor afirma que não lutariam. Deveriam tomar posição. Ficar parados. E observar o livramento que o Senhor lhes concederia.

Não sei você, mas para mim essa é uma ordem muito difícil de obedecer. Preciso de Sua misericórdia sobre mim.

Não é hoje que o Senhor irá vencer os inimigos. É amanhã. Há uma noite inteira pela frente. Uma noite para usufruir descanso. Mas quantas vezes fico virando de um lado para o outro da cama, pensando em como será o amanhã. Ele disse que iria lutar. Que a guerra era dEle. Mas preciso ir e olhar o inimigo. Preciso tomar posição.

Como vou conseguir? Olhar o inimigo. Tomar posição. Ficar parada. E observar o que o Senhor fará.
Já passou por situações assim? Não podemos ficar em casa. Não podemos nos esconder. Precisamos nos armar para a guerra. E tomar posição. Nesse caso, a posição é não fazer nada, não se intrometer no que o Senhor está fazendo. E observar.

Em minha teimosia, quero fazer alguma coisa. Não quero ficar parada apenas observando. Mas não posso. Hoje a ordem é essa. Em outras guerras, precisamos lutar. Mas hoje, nesse episódio específico é só observar. Talvez para você não, mas para mim é muito difícil. Porém, completamente necessário. Preciso obedecer. Atacar quando é para atacar. E observar, posicionada, quando é para observar.

Vejamos o que Josafá fez. Voltemos às páginas de Crônicas.

Josafá ajoelhou-se. Rosto ao chão. Naquela hora não era o rei. Era apenas o homem. Que havia posto toda sua confiança no Senhor. Todos que estavam ali fizeram o mesmo. Prostraram-se diante dEle.

E começaram a louvá-Lo e adorá-Lo. Entenderam o que o Senhor havia falado. Naquela hora, não ficaram questionando absolutamente nada. Apenas louvaram e adoraram. Os levitas se levantaram. Louvaram ao Senhor com “grande voz”.

No dia seguinte, ao romper da aurora, sem procrastinação, levantaram e foram ao deserto de Tecoa.
Antes de saírem, Josafá pôs-se em pé diante de todos. Pediu que todos o ouvissem. Ordenou que cressem, sem sombras de dúvidas no Senhor. Assim, eles estariam sempre seguros. Deviam confiar nos profetas do Senhor, assim seriam bem sucedidos.

É maravilhoso saber que, se crermos no Senhor, sem sombras de dúvidas, estaremos sempre seguros. Não é de vez em quando. Não é quando “o sistema está funcionando”, quando o sol está brilhando, quando a conta bancária está transbordando. É sempre. Em toda e qualquer circunstância. Mesmo nas piores. Mesmo quando acontecem coisas que não conseguimos entender.

Mais uma vez, precisamos lembrar que é nosso dever conhecer o Senhor, ter intimidade com Ele para que possamos discernir quem é profeta do Senhor ou quem se apresenta como tal. É tão importante ouvir os profetas do Senhor, quanto não ouvir os falsos.

Depois de ouvir e conversar com o povo, Josafá designou cantores para louvar ao Senhor. Eles saíram à frente do exército. Sim, isso mesmo. Os cantores saíram à frente do exército. Não estavam vestidos com armaduras como os soldados. Estavam vestidos de seus trajes sagrados. Adoravam e entoavam ao Senhor, dizendo: “Rendei graças ao Senhor, porque a Sua misericórdia dura para sempre”.

Em meio à guerra, indo de encontro ao inimigo, que era imenso, não estavam mais clamando. Rendiam graças ao Senhor. Ordenavam, com seu louvor, que todos rendessem graças ao Senhor. Não porque Ele lutaria por eles, mas porque a Sua misericórdia dura para sempre. Aleluia!

E o que aconteceu?

Quando começaram a cantar e dar louvores ao Senhor, o Senhor colocou emboscadas contra o exército inimigo, que invadia a terra de Judá. Foram todos derrotados. Os homens de Amom e Moabe atacaram os habitantes do monte Seir. Depois, voltaram-se uns contra os outros, até à morte.

Impossível? Não. Já vivi isto. Só que não consegui dormir. Passei a noite em claro. Escrevendo qual seria minha estratégia. O que eu faria e falaria. Em vão. Não usei nenhuma das minhas armas.
Boquiaberta, apenas observei os inimigos se digladiarem à minha frente, completamente esquecidos de mim.

Quando os homens de Judá chegaram ao posto de observação, viram que o outrora imenso exército inimigo, jazia ao chão. Só havia cadáveres. Nem um só guerreiro havia escapado. Foi um verdadeiro massacre.

Josafá e seus soldados foram até o acampamento. Saquearam os cadáveres, como era o costume. Encontraram muitos equipamentos, joias, roupas e objetos de valor. Passaram três dias saqueando. Era muito despojo. Havia muito mais do que podiam carregar. É assim que o Senhor faz, quando a guerra é dEle e não nos metemos, apenas observamos e louvamos.

No quarto dia reuniram-se no vale. Ali louvaram ao Senhor. Colocaram o nome daquele vale de Vale da Benção.

Depois, sob a liderança de Josafá, voltaram satisfeitos e exultantes para Jerusalém. O motivo? O Senhor os abençoara com plenitude de alegria, dando-lhes vitória sobre seus inimigos.

Você já experimentou essa plenitude de alegria?

Entraram em Jerusalém e foram à casa do Senhor. Não voltaram correndo para suas casas a fim de desfrutarem seus despojos. Primeiro foram louvar ao Senhor. Entraram no templo com cânticos, liras, harpas e trombetas.

O temos do Senhor veio sobre todas as nações que souberam como o Senhor havia guerreado contra os inimigos de Judá.

O reinado de Josafá seguiu com tranquilidade porque o Senhor lhe concedeu paz em todas as fronteiras de seu reino.

Com trinta e cinco anos de idade Josafá foi proclamado rei de Judá, no lugar de Asa, seu pai. Foi rei em Jerusalém durante vinte e cinco anos. Suas ações foram aprovadas pelo Senhor.

Infelizmente, os lugares pagãos de culto não foram destruídos. O povo ainda não tinha disposto o coração para adorar somente e plenamente ao Senhor.

Tudo que Josafá fez está escrito nas Crônicas de Jeú, que faz parte do Livro da História dos Reis de Israel.

Já estava suspirando de alívio quando li o que vem a seguir. Uma frase que fez meu coração entristecer-se. Está escrito: “Depois desses acontecimentos”.

O que aconteceu?

Josafá tornou-se aliado de Acazias, rei de Israel, que vivia uma vida cheia de iniqüidades e maldades.

Os dois fizeram uma aliança. Um acordo para construírem navios que fossem até Társis, na Espanha.
Esses navios eram capazes de vencer grandes mares. Foram construídos em Eziom-Geber.

O Senhor não se agradou dessa aliança, como não se agradou da aliança feita com Acabe.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html

Eliézer, filho de Dodavá, de Maressa, entregou uma palavra do Senhor a Josafá. O Senhor disse que havia destruído suas obras por causa de sua aliança com Acazias. Os navios foram despedaçados e naufragaram a caminho de Társis. O tratado comercial jamais pôde ser concluído.

Mais uma vez uma aliança que se mostrou desastrada. Se queremos tratados bem sucedidos, precisamos dos conselhos do Senhor. Alianças fora de Sua vontade, acabam sempre em náufragos.

Que saibamos nos posicionar em cada situação, como o Senhor deseja. Que saibamos fazer alianças de acordo com Sua vontade.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto Semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/posicionamento.html

sábado, 27 de abril de 2019

2 Crônicas 19.1-11

Leitura do dia 27/04.

Na postagem anterior, vimos que uma aliança feita fora da vontade do Senhor pode ser desastrosa. Quase custou a vida de Josafá.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-181-34.html

Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo dezenove.

Josafá morava em Jerusalém, capital do reino de Judá.

Quando voltou ao seu palácio em segurança, Jeú, filho de Hanani, profeta, estava à sua espera. Ele saiu ao encontro do rei. Admoestou-o quanto à aliança que fizera com Acabe. Disse que viria grande ira da parte do Senhor sobre ele, por tal escolha.

No entanto, o Senhor havia encontrado nele virtude. Havia destruído os ídolos e disposto seu coração a buscar ao Senhor em sinceridade.

Quando leio esse trecho, até suspiro. É muito bom ver que Josafá não endureceu seu coração ao ser admoestado pelo profeta, como Asa, seu pai. Ele percorreu novamente toda a nação, levando o povo a voltar-se inteiramente ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-141-1614.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/caminhando-juntos.html

Estabeleceu juízes para todas as cidades fortificadas de Judá, de cidade em cidade. Recomendou que esses juízes prestassem atenção ao que faziam, pois não administravam a justiça simplesmente em nome dos seres humanos, mas em nome do Senhor. Que responsabilidade!

Josafá lembrou que o Senhor estava com cada um deles, observando como procediam e a sentença que pronunciavam. Deveriam ter o temor do Senhor, porque no Senhor não há injustiça ou parcialidade. Ele também não aceita qualquer tipo de suborno.

Além disso, logo depois que voltou a Jerusalém, nomeou alguns sacerdotes, levitas e chefes de famílias israelitas, para julgarem questões referentes à Lei do Senhor, mediarem e resolverem as controvérsias e causas civis.

Ordenou-lhes que desempenhassem suas obrigações sob o temor do Senhor. Com absoluta fidelidade e integridade de coração, não importando qual questão fosse apresentada. Podia ser um caso de derramamento de sangue, homicídio ou até questionamento quando à interpretação e aplicação da Lei, mandamentos, decretos ou ordenanças, deveriam advertir severamente que o povo não se tornasse culpado perante o Senhor, para que Sua ira não caísse sobre eles e sobre o povo.

Deveriam manter os cidadãos devidamente informados sobre os estatutos do Senhor para não serem, eles mesmos, culpados pelos erros do povo.

Josafá nomeou Amarias como sumo sacerdote, para presidí-los no tocante a todos os assuntos do Senhor. Zebadias, chefe da tribo de Judá, foi nomeado para orientá-los e decidir sobre todos os assuntos e negócios relativos ao rei. Os levitas eram oficiais diante deles. O rei ordenou que todos procedessem com nobreza e coragem.

O Senhor seria com todos os leais e honestos.

Quanta lição esse capítulo nos traz!

Josafá não seguiu o exemplo de seu pai quando foi admoestado pelo profeta. Ele ouviu. Seu coração não se endureceu. Ao invés de ficar amargurado, dispôs seu coração a seguir ao Senhor. Esse papel é nosso. Nossa escolha. Somos nós que precisamos dispor nossos corações para serví-Lo.

Josafá voltou a percorrer a nação, deixando claro quem ele seguia e levando o povo a voltar-se inteiramente ao Senhor, como um líder deve fazer. Não percorreu a nação para mostrar sua glória e riqueza. Percorreu para apontar para o Senhor.

Quantos líderes loucos tem percorrido a nação mostrando sua riqueza e glória. Esquecendo do Senhor.

Josafá estabeleceu juízes e os admoestou a serem fiéis. Não representavam apenas os homens, mas administravam a justiça em nome do Senhor. Minha espinha chega a gelar. Se é grande a responsabilidade de alguém que administra qualquer coisa em nome de outro, imagine em nome do Senhor!

Muitos de nossos juízes hoje não representam nem os homens, quanto mais o Senhor. Representam a si mesmos. Pensando apenas em autopromoção e riquezas. Iludem-se, acreditando que o Senhor não os observa. Juízes loucos. Esquecem que um dia serão julgados, por Aquele que não aceita nenhum tipo de suborno. E que tem à Sua disposição, todos os dados.

Nada está escondido aos Seus olhos.

Quando voltou a Jerusalém, Josafá nomeou sacerdotes, levitas e chefes. Estes deveriam julgar questões referentes à Lei e causas civis. Lembrou-lhes como deveriam desempenhar suas obrigações sob o temor do Senhor. Fazia parte de suas obrigações, manter os cidadãos devidamente informados sobre os estatutos do Senhor para não serem, eles mesmos, culpados pelos erros do povo.

Chego a tremer quando leio. Quantos líderes tem cometido a loucura de orientar o povo em seus próprios estatutos, escondendo e esquecendo os estatutos do Senhor. Líderes loucos.

Josafá sempre se importou em ensinar o povo. Todos deveriam ter conhecimento da Lei do Senhor. Oro para que cada casa abra suas Bíblias para aprenderem do Senhor Sua Palavra.

Temos o privilégio de ter em nossas mãos a Palavra do Deus Vivo. A Palavra Viva. Que ela seja aberta e que aprendamos a andar com o Senhor, em comunhão e intimidade com Ele. Aprendendo dEle a cada dia.

Amanhã continuamos. Leremos do capítulo vinte ao capítulo vinte e dois.

Espero você. Até lá.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/lideres-e-juizes-loucos.html

2 Crônicas 18.1-34

Leitura do dia 27/04.

Na postagem anterior, vimos que o Senhor caminhava com Josafá. E Josafá seguia o Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-171-18.html

Agora, prosseguiremos através das páginas do capítulo dezoito.

Josafá tornou-se muito rico. E cheio de glória.

Mas...

Tornou-se parente de Acabe, rei de Israel, em aliança de casamento.

Depois de alguns anos, encontrou-se com Acabe em Samaria. Samaria, naquela época, era a capital de Israel.

Acabe preparou um banquete para ele e o povo que o acompanhava. Persuadiu-o a atacar Ramote-Gileade em sua companhia. Josafá disse que iria, mas pediu que antes, buscassem o conselho do Senhor.

O rei de Israel convocou quatrocentos dos seus profetas, questionando-os se deveriam partir e atacar Ramote-Gileade ou não. Esses profetas eram profetas de Acabe. Não serviam ao Senhor, o Deus verdadeiro. Todos responderam que sim, deviam ir. Falavam o que o rei queria ouvir. Para agradá-lo.

Josafá sabia que aqueles não eram profetas do Senhor. Perguntou se havia ali algum profeta do Senhor que pudesse ser consultado.

Acabe respondeu-lhe que sim, havia um. Ele o odiava porque sempre profetizava mal a seu respeito. Era Micaías.

Acabe mandou chamar um oficial para buscar Micaías. Os dois reis estavam vestidos em seus trajes reais e sentados em tronos, na praça da entrada de Samaria.

Os quatrocentos profetas profetizavam diante deles, dizendo que os sírios seriam completamente derrotados.

O oficial do rei que foi buscar Micaías lhe disse que todos os profetas foram unânimes em dizer que o rei venceria a guerra. Que ele dissesse o mesmo. Dissesse o que fosse bom e agradável ao rei. Micaías respondeu que falaria aquilo que o Senhor lhe revelasse.

Quando chegou, o rei lhe perguntou se deviam atacar ou não. Micaías disse que sim. Que seriam bem sucedidos. Acabe lhe disse que era para falar a verdade, diante do Senhor.

Então Micaías disse que viu todo Israel disperso pelos montes. Como ovelhas que não tinham pastor. E que o Senhor dizia que deviam voltar em paz para suas casas.

Acabe disse a Josafá que avisara. Micaías não profetizava nada favoravelmente a ele.

Micaías, então, contou a visão extraordinária que o Senhor lhe dera.

O Senhor estava em Seu trono. O exército celestial em pé à Sua direita e à Sua esquerda. Ele perguntou quem enganaria Acabe para que atacasse Ramote-Gileade e lá perdesse sua vida. Houve várias sugestões. Até que um espírito se apresentou dizendo que o enganaria. Disse que seria um espírito mentiroso na boca de todos os profetas do rei. O Senhor ordenou que fosse. Ele conseguiria enganar Acabe.

Micaías disse a Acabe que o Senhor havia colocado um espírito mentiroso na boca de seus profetas, porque o Senhor havia determinado a sua desgraça e derrota. Que coragem!

Assim que Micaías terminou de falar, um dos profetas, Zedequias, filho de Quenaaná, deu um tapa no rosto de Micaías e perguntou como o “Espírito do Senhor” havia saído dele para falar a Micaías. Micaías respondeu que Zedequias veria quando tivesse de andar de um aposento a outro, tentando se esconder.

O rei, indignado, mandou que Micaías fosse levado ao governador da cidade e ao príncipe. Que fosse preso e sustentado somente a pão e água até que voltasse em paz. Micaías respondeu que se Acabe voltasse, o Senhor não havia falado por meio dele. Concluiu alertando que todos deveriam ouvir suas palavras.

Os reis de Israel e de Judá não obedeceram à palavra do Senhor. Partiram para atacar Ramote-Gileade. Acabe disse a Josafá que se disfarçaria para entrar na batalha. É isso mesmo. Acabe vai disfarçado e Josafá vai com ele. Quando o Senhor disse que seriam derrotados.

O rei da Síria havia ordenado que não lutassem contra ninguém. Nem oficiais, nem soldados. Apenas contra o rei de Israel.

Quando os capitães viram Josafá, em vestes reais, imediatamente deduziram que era o rei de Israel. Cercaram-no para atacá-lo. Josafá clamou ao Senhor, que o livrou. Quando os capitães viram que não era o rei de Israel, pararam de perseguí-lo.

De repente, um soldado disparou seu arco ao acaso. Atingiu Acabe entre os encaixes da sua armadura. O rei ordenou ao seu condutor que o tirasse da batalha, estava gravemente ferido. Ao pôr-do-sol, morreu, como o profeta do Senhor havia falado que aconteceria.

Que tenhamos cuidado ao fazer alianças. Josafá andava com o Senhor e ainda assim fez uma aliança com Acabe, um dos piores reis que Israel teve. Não perguntou ao Senhor sobre essa aliança. Se houvesse perguntado, o Senhor teria lhe orientado.

Por mais que andemos com o Senhor, precisamos pedir-Lhe conselhos em tudo. Perguntar-lhe, principalmente, quais alianças devemos ou não fazer.

A aliança de Josafá com Acabe mostrou-se completamente desastrosa. Muito perigosa. Quase custou-lhe a vida. Escapou pela misericórdia do Senhor.

Que aprendamos a reconhecer aqueles que de fato são profetas do Senhor, ainda que seja apenas um em meio a uma multidão. Não nos iludamos com números. Eram quatrocentos e um profetas. Quatrocentos equivocados, enganados por um espírito. Apenas um tinha o discernimento, a visão e a palavra do Senhor. Cuidado é a palavra de ordem.

Que obedeçamos ao Senhor e não a profetas equivocados. Mesmo que sejam muitos. Mesmo que sejam todos. Para isso, precisamos aprender a ouvir e discernir Sua voz. Só acontece através do relacionamento íntimo com Ele.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/05/conhecendo-o-verdadeiro-para-discernir.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/06/neemias-um-homem-de-discernimento.html

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html

2 Crônicas 17.1-18

Leitura do dia 27/04.

Vamos continuar nossa caminhada através de 2 Crônicas.

Ontem vimos como Asa começou bem. Confiando no Senhor. Fazendo uma aliança solene com Ele. Também vimos que rompeu sua aliança com o Senhor. Afastou-se e tomou decisões equivocadas. Trocou a vida por futilidades. 
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-141-1614.html

Que aprendamos a ser fiéis até o fim. Começar e terminar bem.

Hoje caminharemos pelas páginas dos capítulos dezessete a dezenove.

Na primeira postagem, o capítulo dezessete.

Asa morreu e Josafá, seu filho, reinou em seu lugar.

Ele fortaleceu-se contra Israel. Posicionou suas tropas em todas as cidades fortes de Judá. Dispôs guarnições militares na terra de Judá e nas cidades de Efraim, que Asa havia conquistado. 

O Senhor caminhava com Josafá. Ele agia como Asa no início, quando fez aliança com o Senhor. Josafá não se deixou seduzir pelos cultos aos baalins. Buscou o Senhor e andou em Seus mandamentos. Também não imitou as práticas pecaminosas de Israel. 

Assim, o Senhor entregou o governo em suas mãos. Todo Judá trouxe presentes a Josafá. Ele acumulou muita riqueza e glória. Seu coração se despertou para seguir corajosamente os caminhos do Senhor. Retirou de Judá os altares idólatras e os totens pagãos.

No terceiro ano do seu reinado, enviou quatro de seus príncipes para ensinarem nas cidades de Judá. Com eles foram nove levitas e dois sacerdotes. Percorreram todas as cidades do reino de Judá, levando consigo o Livro da Lei do Senhor e dedicando-se à ministração e ao ensino do povo. Tenho vontade de saltar de alegria diante dessa atitude de Josafá.

Sabe o que aconteceu? O temor do Senhor caiu sobre todos os reinos das terras que estavam ao redor de Judá. Ninguém ameaçava, muito menos guerreava contra Josafá. 

Até alguns dos filisteus traziam presentes a Josafá, além da prata que pagavam como tributo. Os árabes lhe ofereciam dos seus muitos rebanhos de carneiros e bodes. Assim, ele se tornou cada vez mais poderoso e conhecido. Edificou fortalezas e cidades-armazéns em Judá. Mantinha muita munição nas cidades fortes. E soldados guerreiros, treinados e destemidos, em Jerusalém. 

Tinha cinco comandantes de exércitos. Eram líderes de homens treinados para combate. Dentre eles se destacou Amasias, filho de Zicri. Ele se apresentou voluntariamente para o serviço do Senhor, com seus milhares de homens valentes. Também Eliadá, de Benjamim, homem nobre e corajoso, com seus milhares soldados armados de arco e escudo. Estes cinco eram homens que serviam o rei, além dos que estavam estrategicamente posicionados nas cidades fortes por toda Judá.

Vamos a algumas lições que podemos aprender neste capítulo.

Josafá fortaleceu-se contra seu inimigo. Posicionou suas tropas, por todo o território.

Sabemos que temos um inimigo. Não podemos ignorá-lo. Precisamos nos fortalecer contra ele. Posicionar-nos. Cobrindo todas as áreas da nossa vida.

Josafá servia ao Senhor, de todo coração. Não deixou seu coração ser seduzido por nada que estava à sua volta. Por isso, o Senhor caminhava com ele. Preste atenção: O Senhor caminhava com Josafá. Não era Josafá que caminhava com o Senhor. Era o Senhor que caminhava com Ele. Uau!

O Senhor caminha conosco? Somos aqueles que apontam para Ele?
http://www.espalhandoasemente.com/2018/04/joao-aponta-para-jesus-e-nos-apontamos.html

Por causa do coração de Josafá, o Senhor deu-lhe o governo de Judá. Teve riqueza e glória. Recebeu muitos presentes. Nem assim, seu coração foi seduzido. Antes, foi despertado para seguir corajosamente o Senhor.

Ah, sim, para seguir o Senhor é necessário coragem! Coragem para olhar somente para Ele. Coragem para dizer não quando muitas vezes se quer dizer sim. Coragem para dizer sim quando muitas vezes se quer dizer não.

O Senhor caminhava com Josafá. Então, seu coração se despertou para seguir corajosamente a Ele. Agora, enquanto Josafá seguia o Senhor, o Senhor caminhava com ele. Que maravilhoso! Isso é caminhar com o Senhor! 

Josafá derrubou os altares idólatras e os totens pagãos. Mas não é bastante tirar os falsos deuses. É preciso mostrar a verdade. Por isso, enviou às cidades de Judá, príncipes, levitas e sacerdotes, para ensinar a Palavra do Senhor. Esses homens estavam dedicados a ministrar e ensinar o povo. 

Se derrubamos nossos ídolos, o Senhor precisa tomar esse lugar, que lhe é de direito. Precisamos conhecer Sua palavra. Para sabermos como serví-Lo. Como agradá-Lo.

Quando a Palavra foi ensinada, os hábitos mudados e a verdade instaurada, o temor do Senhor caiu sobre todos os reinos das terras que estavam ao redor de Judá. Até inimigos como os filisteus traziam presentes a Josafá.

Novamente vemos o tempo de paz sendo aproveitado. Josafá usou esse tempo para ensinar o povo e edificar fortalezas e cidades-armazéns. Mantinha muita munição e soldados treinados. Seus líderes eram homens como Amasias, que se apresentavam voluntariamente para servir ao Senhor. E como Eliadá, homem nobre e corajoso.

Ah, como precisamos de homens que se apresentem voluntariamente para servir ao Senhor, assim como nobres e corajosos. Somos desses?

Que possamos aprender com Josafá. Tantas lições preciosas.

Será que continuará fiel ao Senhor o fim? 

Meu coração chora por todos os Asas, por todos os Sauls, por todos os Jeroboões que tombaram pelo caminho.

Continuamos na próxima postagem. 

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/caminhando-juntos.html

quinta-feira, 4 de abril de 2019

2 Reis 8.16-29

Leitura do dia 07/04.

Na última postagem vimos que Hazael tinha apenas um “senhor”, ele mesmo. Não foi como Davi, que aguardou o tempo e o modo do Senhor. Fez o que desejou o seu coração.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-87-15.html

Ainda através das páginas do capítulo oito. A partir do versículo dezesseis. Até o versículo vinte e nove.

No quinto ano do reinado de Jorão, filho de Acabe, rei de Israel, embora Josafá ainda fosse rei em Judá, Jeorão seu filho, começou a reinar. Estava com trinta e dois anos de idade. Reinou oito anos em Jerusalém. Andou nos caminhos dos reis de Israel. Havia tomado a filha de Acabe como esposa e andou nos caminhos de sua família. Praticou o mal e o reprovável aos olhos do Senhor.

O Senhor não quis destruir Judá, por causa de Davi, seu servo e de Sua promessa. Havia prometido que manteria para sempre, um herdeiro de Davi, no trono. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-221-237.html

No reinado de Jeorão, os edomitas se rebelaram e proclamaram um rei para si. Jeorão atravessou Zair com todos os seus carros de batalha. Os guerreiros de Edom cercaram Jeorão e seus comandantes. Ele os atacou durante a noite e rompeu o cerco inimigo. Embora não tenha vencido a guerra, seu exército conseguiu bater em retirada para suas tendas. Depois disso, Edom continuou independente de Judá.

Na mesma época, a cidade de Libna também proclamou sua independência. Isso é tudo que está registrado em Reis sobre Jeorão. Apenas alguns detalhes.

Mas não são meros detalhes. Jeorão foi reprovado pelo Senhor. Não andou nos caminhos de seu pai. Casou-se com a filha de Acabe. Não se manteve separado da idolatria ou da maldade. Antes, contaminou-se, tal qual a família de sua esposa. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desgracada.html

Isso é muito sério! Seu reino foi diminuído. Suas guerras não eram do Senhor. Eram apenas suas. Perdeu o domínio sobre Edom e sobre a cidade de Libna.

Albert Lee disse que "fazer alianças com aqueles que odeiam a Deus pode ser desastroso. Assegure-se de escolher seus aliados com cuidado".

A pessoa que deveria ser a maior aliada de Jeorão, odiava o Senhor. Isso foi desastroso para seu reino e sua vida.

Que aprendamos a andar, em todo o tempo, nos caminhos do Senhor. Que façamos alianças abençoadas, com pessoas que também andam em Seus caminhos.

Quando Jeorão morreu, seu filho Acazias reinou em seu lugar. Estava com vinte e dois anos. Era o décimo segundo ano do reinado de Jorão, filho de Acabe, rei de Israel. Acazias reinou apenas um ano. Sua mãe era neta de Onri, rei de Israel. Casou-se com uma mulher da família de Acabe e andou nos caminhos daquela família. E, claro, também foi reprovado pelo Senhor.

Consegue imaginar um reinado de um ano?

Acazias e Jorão eram cunhados. Aliaram-se para guerrear contra Hazael, rei da Síria. Foram juntos para Ramote-Gileade. Lá, os sírios feriram Jorão. Ele foi para Jezreel a fim de tratar de seus ferimentos. Acazias foi visitá-lo.

O que acontecerá nesta visita? Veremos no capítulo nove.

Vamos lembrar que alianças sem a benção do Senhor são desastrosas.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-rompida.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/naufrago.html

Que aprendamos a não entrar nessas alianças. Que tenhamos o discernimento de fazer apenas alianças agradáveis aos olhos do Senhor. Como saberemos? Somente andando com Ele em oração e conhecendo-O através da Sua palavra.

Continuamos.

Espero você. Até já.

Textos semelhantes:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/12/e-as-aliancas-continuam.html

quarta-feira, 3 de abril de 2019

2 Reis 3.1-15

Leitura do dia 05/04.

Na última postagem vimos que, apesar de ser uma cidade excelente, as águas de Jericó não eram boas e a terra era infértil. Sem água boa, não há como ter terra boa.

O Senhor resolveu essa situação, através de Eliseu. Ele estava disponível. Ouviu o clamor do povo. Seguiu a orientação do Senhor. Aquela cidade nunca mais foi a mesma. Tornou-se fértil.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-219-25.html

Agora, caminharemos através do capitulo três. Até o versículo quinze.

No décimo oitavo ano de Josafá, rei de Judá, Jorão filho de Acabe, tornou-se rei de Israel em Samaria. Reinou doze anos. Agiu mal diante dos olhos do Senhor. Não foi como seu pai ou sua mãe, pois destruiu a coluna de Baal que seu pai havia levantado para adoração. Apesar disso, seguiu os pecados de Jeroboão, filho de Nebate, agindo de tal maneira que induziu Israel a pecar. Dessas maldades não se afastou.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/quem-sao-os-meus-conselheiros.html

Seu papel como líder era levar o povo a conhecer e servir ao Senhor, no entanto, fez o contrário, levando o povo a se afastar mais ainda do Senhor.

Moabe era vassalo de Israel. Messa, rei dos moabitas, tinha muitos rebanhos. Pagava cem mil cordeiros e a lã de cem mil carneiros como tributo ao rei de Israel. Quando Acabe morreu, Messa não quis mais pagar. Revoltou-se.

Naquela época, o rei Jorão saiu de Samaria e arregimentou todo Israel. Também mandou uma mensagem ao rei de Judá, dizendo que Moabe havia se rebelado. Perguntou-lhe se iria com ele à guerra.

Josafá prontamente respondeu que sim. Que iria e estaria ao seu lado, que seu povo seria como o dele. Já pronto para a guerra, perguntou-lhe por qual caminho deveria ir. Jorão respondeu que seria pelo caminho do deserto de Edom. Edom também iria com eles.

Os três reis partiram. Deram uma volta de sete dias. Lembre-se, estavam no deserto. A água acabou.
Não havia mais água para o exército, nem para os animais. Jotão, preocupado questionou se o Senhor os havia reunido, para entregá-los nas mãos dos moabitas. Embora não O servisse, sua preocupação era exatamente o que o Senhor poderia ter feito.

Josafá, rei de Judá, da mesma forma que agiu quando saiu a guerrear com Acabe, perguntou se não existia ali um profeta do Senhor, que pudesse ser consultado. Josafá sempre desejava ouvir o direcionamento do Senhor. Que aprendamos a, antes de qualquer batalha, pedir Seu direcionamento.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/e-possivel-enganar-morte.html

Um dos servos do rei de Israel respondeu que Eliseu filho de Safate, o mesmo que como discípulo derramava água sobre as mãos de Elias, estava ali. Josafá sabia quem era Eliseu. Afirmou que o Senhor falava por meio dele.

Os três reis desceram a seu encontro. Não ordenaram que Eliseu fosse até eles. Foram até Eliseu. Respeitaram sua autoridade de profeta. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-reis-19-18.html

Quando Eliseu viu Jorão, foi duro. Perguntou-lhe o que Jorão tinha a ver ele. Disse que fosse consultar os profetas de seu pai e os videntes de sua mãe.

Mas Jotão respondeu que seu questionamento era a respeito do Senhor. Acreditava que o Senhor havia reunido os três reis para serem entregues nas mãos de Moabe. Afinal, a água havia acabado. Sem água, como teriam forças para continuar e enfrentar o exército inimigo?

Eliseu, que sabia de seus atos, respondeu-lhe que jurava pelo nome do Senhor dos Exércitos, a quem servia, que se não fosse por respeito a Josafá, não lhe daria a menor atenção. Nem sequer olharia para seu rosto.

Note que Eliseu, naquele momento, em meio à iminência de uma guerra, chamou o Senhor, de "Senhor dos Exércitos".

Por respeito a Josafá, Eliseu ordenou que lhe trouxessem um tocador de harpa, enquanto orava. Quando o músico dedilhava a harpa, a poderosa mão do Senhor veio sobre Eliseu.

Por que a água acabou? Por eles estarem num deserto ou por que o Senhor os entregaria ao inimigo? E agora? O que acontecerá? Qual será a palavra do Senhor? Ele realmente reuniu esses três reis para morrerem diante de Moabe? O Senhor dos Exércitos fará algo?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/sera-o-fim.html

1 Reis 22.31-53

Leitura do dia 04/04.

Na última postagem vimos que, apesar da palavra do Senhor entregue através do profeta Micaías, Acabe e Josafá partiram para a guerra contra a Síria.

Acabe foi disfarçado como um simples soldado, com medo de morrer, tal qual o profeta lhe preveniu. Josafá correu o risco e foi vestido com suas roupas reais. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-2219-30.html

Agora, ainda através das páginas do capítulo vinte e dois. A partir do versículo trinta e um. Até ao final.

Sem que soubesse de algo e, antes de partirem para a guerra, o rei da Síria deu ordem aos seus trinta e dois comandantes. Não deviam atacar ninguém, fosse soldado, fosse oficial, exceto o rei de Israel. A missão era: "Matem o rei de Israel!"

Quando os comandantes dos carros de guerra viram Josafá, falaram uns com os outros: “Vê! É o rei de Israel!”

Cercaram Josafá para atacá-lo e matá-lo, mas ele gritou. O livro de Crônicas nos conta que não foi apenas um grito, ele clamou ao Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html

Quando perceberam que não era o rei de Israel, pararam de perseguí-lo. Ufa! Josafá escapou.

Mesmo que tenha ido a uma guerra que não era sua, uma guerra que ouviu o profeta falar o que aconteceria, clamou ao Senhor que, em Sua infinita misericórdia, o livrou.

De repente, um soldado disparou seu arco a esmo. Sabe quem ele atingiu? Exatamente, o rei de Israel. Embora estivesse com armadura, o arco o atingiu exatamente entre as juntas da sua armadura.

Só há um modo de escapar do juízo perfeito do Senhor, o arrependimento. Acabe havia se arrependido, mas continuou querendo viver sua vida a seu modo. Dirigindo seus próprios passos. Arrependimento implica em mudança de atitudes, de destino, de vida.

Assim que foi atingido, Acabe ordenou ao condutor do seu carro que voltasse, que o fizesse sair depressa do combate. Percebeu que estava gravemente ferido.

A batalha se tornou ainda mais violenta e os soldados tiveram que manter o rei de pé sobre seu carro, diante dos sírios. Ao cair da tarde ele morreu. O sangue de sua ferida escorria no fundo do carro.

Ao pôr-do-sol, um grito fúnebre percorreu todo o acampamento. A ordem era recuar. Cada um deveria voltar para sua cidade. Cada chefe de família para sua terra. O rei de Israel estava morto.

Ele foi transportado para Samaria, capital de Israel. Lá foi sepultado. Lavaram o carro militar real e suas armas num açude em Samaria. No mesmo lugar onde as prostitutas costumavam banhar-se. Vários cães vieram e lamberam seu sangue. Exatamente como o Senhor havia predito.

Todas as realizações de Acabe, as cidades que construiu e até a descrição do seu palácio, pasme, decorado com marfim da melhor qualidade, foram descritos na História dos Reis de Israel. Acazias, seu filho, reinou em seu lugar.

Quanto a Josafá, filho de Asa, começou a reinar sobre Judá no quarto ano do governo de Acabe, rei de Israel. Estava com tinha trinta e cinco anos de idade quando começou a reinar. Reinou vinte e cindo anos em Jerusalém. Andou em todos os caminhos de seu pai, Asa. Não se desviou deles. Fez o que era reto perante o Senhor.

Apesar disso, não destruiu os altares idólatras e o povo seguiu oferecendo sacrifícios pagãos e a queimar incenso. O coração do povo, infelizmente, não era inclinado ao Senhor. Não tinham ouvidos para ouvir.

Josafá viveu em paz com o rei de Israel. Seus feitos, o poder que demonstrou, e os atos de bravura nos tempos de guerra, foram todos escritos nos registros históricos dos reis de Judá.

Ele também expulsou da terra o restante dos sodomitas, prostitutos e prostitutas cultuais, que serviam nos altares pagãos, e haviam restado depois do reinado de seu pai Asa.

Neste tempo não havia rei em Edom. Apenas um vice-rei nomeado para assumir o governo local.

Josafá mandou construir navios em Társis. Uma frota de embarcações mercantes, cujo objetivo era buscar ouro em Ofir. Jamais o trouxeram. As embarcações naufragaram em Eziom-Geber, conforme a palavra do Senhor. Está escrito lá em Crônicas. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/posicionamento.html

Naquele tempo, Acazias, filho de Acabe, fez a uma oferta a Josafá. Colocou seus marinheiros à sua disposição para cooperar e navegar com os dele. Contudo, Josafá preferiu não aceitar tal ajuda. Aprendeu que os acordos e alianças devem ser feitos sob a direção do Senhor.

Quando morreu, foi sepultado junto a seus antepassados, na Cidade de Davi. Seu filho Jeorão, assumiu o reino em seu lugar.

Acazias, filho de Acabe, tornou-se rei de Israel, em Samaria, no décimo sétimo ano do reinado de Josafá, rei de Judá. Governou apenas dois anos sobre Israel. Praticou o que é reprovável diante do Senhor. Andou segundo os maus exemplos de seu pai, e nos caminhos pagãos de sua mãe.

Como se isso não bastasse, agiu também conforme as atitudes erradas de Jeroboão, filho de Nebate, que fez Israel pecar. Dedicou seu culto a Baal e o serviu, provocando a ira do Senhor, o Deus de Israel, como seu pai havia procedido. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/quem-sao-os-meus-conselheiros.html

Que sigamos o conselho de João: "Meus filhinhos, escrevo-lhes estas coisas para que vocês não pequem. Se, contudo, alguém pecar, temos um Advogado que defende nossa causa diante do Pai: Jesus Cristo, aquele que é Justo." - 1 João 2.1 (Aleluia!)

Para que possa nos defender, precisamos confessar e nos arrepender. É o único meio de escaparmos. Acabe, mesmo disfarçado, não conseguiu escapar do juízo. Nem ele, nem ninguém.

Que lembremos de não fazer aliança com ninguém, sem a aprovação do Senhor. Que saibamos dizer não, como Josafá aprendeu após algumas alianças mal feitas.

E que andemos segundo os caminhos daqueles que andaram e andam com o Senhor. A cada dia. E sempre.

Hoje terminamos o livro de 1 Reis. Para mim e, se você acompanhou todas as histórias aqui registradas, com certeza, para você também, é um livro fascinante.

Amanhã começaremos o livro de 2 Reis. Leremos do capítulo um ao capítulo três.

Espero você. Até lá.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/e-possivel-enganar-morte.html

1 Reis 22.19-30

Leitura do dia 04/04.

Na última postagem vimos que Josafá encontrou-se com Acabe. Acabe o convidou para ser seu aliado em uma guerra. Josafá quis ouvir a palavra do Senhor a esse respeito, Seu direcionamento.

Acabe convocou aproximadamente quatrocentos profetas. Infelizmente eram profetas que estavam interessados em agradar ao rei. Serviam ao rei Acabe. Não ao Senhor.

Micaías foi chamado, mesmo a contra-gosto. Falou a verdade. Disse que tinha visto Israel disperso pelos montes, como ovelhas sem pastor. E continuou. Ordenou que ouvissem a palavra do Senhor. E contou a visão que teve. http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-221-18.html

Agora, continuamos a partir do versículo dezenove, do capítulo vinte e dois. Até o versículo trinta.

Micaías viu o Senhor sentado em Seu trono. Todo o exército celestial estava em pé junto ao trono. Alguns à sua Sua esquerda. Outros à Sua direita. O Senhor perguntou quem enganaria Acabe para que ataque Ramote-Gileade e encontrasse a morte.

Alguns anjos falavam de um jeito, enquanto outros sugeriam ideias diferentes. Até que um espírito colocou-se diante do Senhor dizendo que iria enganá-lo. Veja bem, um espírito.

O Senhor lhe perguntou como o espírito pretendia fazer. Ele respondeu que seria um espírito mentiroso na boca de todos os profetas do rei. De novo, profetas do rei. Não profetas do Senhor.

O Senhor disse que realmente enganaria e prevaleceria. Que fosse e fizesse o que devia fazer.

Micaías disse que o Senhor havia colocado um espírito mentiroso na boca de todos os profetas do rei. Mas Ele, o Senhor, era quem pronunciava a desgraça contra Acabe.

Consegue perceber a seriedade disso? Quem é “profeta do rei” dá legalidade para que espíritos usem seus lábios para falar. Estamos sendo usados por quem? Para quem? Estamos enganando alguém? Estamos sendo enganados, ouvindo "profetas do rei"?
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desastrada.html

Zedequias, o que havia feito os chifres, deu um tapa no rosto de Micaías e lhe perguntou de que maneira o Espírito do Senhor havia saído dele e ido falar com ele. Micaías não ficou “batendo boca” com Zedequias. Não se defendeu. Não acusou. Apenas disse que ele veria e compreenderia no dia em que tivesse vagueando de um aposento a outro para se esconder.

Acabe ordenou que Micaías fosse preso. Que o levassem ao governador da cidade e a Joás, filho do rei, com a ordem de lançá-lo na prisão. Seria alimentado com a quantidade mínima de pão e água até que o rei retornasse são e salvo da batalha.

Micaías respondeu ao rei que se ele voltasse são e salvo, o Senhor não havia falado através de sua boca.

Inacreditavelmente, Acabe, rei de Israel e Josafá, rei de Judá, marcharam contra Ramote-Gileade. Não ouviram a palavra do Senhor.

E sabe o que Acabe fez? Pediu que Josafá se vestisse com suas roupas reais enquanto ele iria entrar em combate disfarçado. Isso mesmo!

Se ele acreditava que Micaías falou pelo Senhor, por que mandou prendê-lo? Por que foi à guerra? Se não acreditava, por que disfarçar-se? E quanto a Josafá, por que foi para a guerra? Não creu no profeta do Senhor?

O fato é que Acabe disfarçou-se. E ambos partiram para a batalha.

O que será que acontecerá? Alguém morrerá?

Quem? Acabe disfarçado? Josafá vestido com suas vestes reais? Nenhum dos dois? Os dois?

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/estou-sendo-enganado-enganando.html

domingo, 31 de março de 2019

1 Reis 4.1-34

Leitura do dia 30/03.

Continuamos nossa caminhada através do livro de 1 Reis.

Ontem vimos a velhice de Salomão. Adonias reivindicando o trono. Salomão sendo proclamado rei. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-reis-11-53.html

Também vimos os maravilhosos conselhos de Davi a Salomão, como os de Moisés a Josué. Salomão estabelecendo seu reino. Pedindo e recebendo sabedoria do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-reis-21-12.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-reis-213-46.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-reis-31-15.html;
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-reis-31-15.html

Ainda vimos Salomão resolver uma difícil situação, com a sabedoria vinda do Senhor. Resolveu com justiça. Enxergou com o coração. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-reis-316-28.html

Hoje, caminharemos pelas páginas dos capítulos quatro a seis.

Na primeira postagem, o capítulo quatro.

Salomão governou sobre todo Israel.

Seus principais assessores eram: Azarias, o sacerdote; Eliorefe e Aías, secretários; Josafá, arauto e cronista; Benaia (sabemos todos quem é), comandante do exército; Zadoque e Abiatar, sacerdotes; Azarias, chefe dos governadores distritais; Zabude, sacerdote e conselheiro pessoal do rei; Aisar, zelador responsável pelo palácio; Adonirão, chefe dos servidores e escravos.

Salomão nomeou doze governadores distritais sobre Israel. Eles proviam o rei e sua casa. Cada um cuidava do abastecimento durante um mês do ano. Não deixavam faltar nada para o rei e sua corte.

Salomão e sua corte demandavam uma quantidade enorme de alimentos. Todos os dias. Aproximadamente seis mil quilos de farinha de trigo, seis mil quilos de farinha de outros cereais, dez bois gordos, vinte bois de pasto, cem carneiros, além de cervos, gazelas e aves escolhidas.

Cada um fornecia e entregava no devido lugar, sua quota de cevada e de palha para alimentar os cavalos que puxavam os carros de guerra e para os animais de trabalho.

Salomão possuía quatro mil baias para os cavalos dos seus carros de guerra. Doze mil cavalos de cavalaria.

Israel era numeroso. Como os grãos de areia da praia do mar. Todas as pessoas tinham fartura de comida e bebida. Viviam em paz. E eram muito felizes.

Não é maravilhoso ler isso?

Durante toda a vida de Salomão, Israel viveu em plena paz e segurança em seus territórios. Cada cidadão debaixo da sua videira e da sua figueira. Desde Dã até Berseba. Havia paz e segurança.

Estendeu seu domínio sobre todos os reinos existentes desde o Rio Eufrates, até à terra dos filisteus e até à fronteira do Egito. Todos esses reinos foram dominados por ele. Pagavam-lhe impostos. Estiveram sob o domínio de Salomão durante toda sua vida. As populações viviam em paz em todas as fronteiras.

Até a população dos reinos dominados por Salomão, viviam em paz. Isso nunca mais aconteceu.

O Senhor deu a Salomão uma generosa porção de sabedoria e entendimento. Uma capacidade de discernimento muito além do normal. Conhecimentos tão abrangentes e profundos que não podiam ser medidos.

A sabedoria divina dada a ele era maior do que a de todos os homens do Oriente. Maior, até do que toda a sabedoria do Egito.

Salomão era mais sábio que qualquer ser humano. Mais do que o ezraíta Etã, que Hemã, Calcol e Darda, filhos de Maol. Não sabemos quem são esses, mas deviam ser famosos em seu tempo, homens sábios.

Sua fama espalhou-se por todas as nações em redor.

Criou três mil provérbios. Compôs mil e cinco cânticos. Dissertou a respeito das plantas, desde o cedro do Líbano até o hissopo que brota da parede. Também discorreu sobre os quadrúpedes, as aves, os animais que se movem rente ao chão e os peixes.

Sábios de todos os povos vinham ouví-lo. Eram representantes enviados por todos os reis da terra que haviam sido informados sobre sua sabedoria. http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/a-visita-de-uma-rainha.html

Não é maravilho perceber que Salomão foi enxergado por causa da sabedoria divina que nele havia? Outros povos e terras foram atrás desta sabedoria. Tiveram a oportunidade de conhecer e servir ao Senhor Deus de Israel. Que maravilha!

Que possam ver em nós Sua sabedoria. E glorificá-Lo por nossas vidas.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/vivendo-em-paz-e-seguranca.html

quarta-feira, 27 de março de 2019

2 Samuel 20.1-26

Leitura do dia 27/03.

Na última postagem vimos a volta de Davi a Jerusalém.

E, quando tudo podia ter ficado bem, Israel e Judá começam uma discussão ridícula. Que vai se agravando. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-191-43.html

Agora, continuamos através do capítulo vinte de 2 Samuel.

Entre os que discutiam, havia um homem que a Bíblia o considera perverso. Era Seba, filho de Bicri, da tribo de Benjamim. Ele toca a trombeta. Grita a todos que voltem para sua casa. Davi não tem nada a lhes oferecer.

O povo de Israel abandona Davi. Judá não. Continuam com ele. Acompanham-no até Jerusalém.

Quando Davi chega ao palácio, confina as dez concubinas que ali ficaram. Ele as sustenta. Mas não toca mais nelas, que passam a viver como viúvas.

O rei ordena que Amasa reúna o exército de Judá e apresente-se a ele em três dias. Ele leva mais tempo. Davi não pode mais esperar. Ordena que Abisai leve as tropas e persiga Seba, antes que entre em uma cidade fortificada e faça mais mal que Absalão.

Parece que não está falando com Joabe.

Mas Joabe continua no posto. É o comandante. Seus soldados, junto com a guarda pessoal de Davi e os “guerreiros valentes” saem de Jerusalém. Vão atrás de Seba. Quando chegam a Gibeom, Amasa os encontra.

Joabe vai ao encontro de Amasa. Está com seu traje militar. Tem um punhal preso ao cinto. Saúda seu primo e o pega pela barba como se fosse beijá-lo. Amasa não percebe que há um punhal. Esquece o que Joabe fez com Abner. Ele fere Amasa no estômago. Suas entranhas se derramam no chão, tamanha força e destreza do golpe. Amassa morre rapidamente.

Ele e Abisai deixam seu corpo no chão e seguem em perseguição a Seba. Mas, todos que passam, param para olhar. Um dos soldados o arrasta para o campo. Cobre seu corpo. E a perseguição a Seba continua.

Seba para em uma cidade chamada Abel-Bete-Maaca. Todos os membros do seu clã seguiram-no.

Quando os soldados de Joabe chegam à cidade, constroem uma rampa junto às fortificações. Começam a derrubar o muro.

Uma mulher sábia da cidade toma à frente. Grita, do muro, que deseja falar com Joabe. Joabe vai até ela. A mulher diz que antigamente, quando queriam resolver um desentendimento, dirigiam-se àquela cidade. Sempre foram pacíficos e fieis. Agora, Joabe está prestes a destruir uma cidade importante de Israel. “Por que destruir o que pertence ao Senhor?”

Joabe responde que só deseja uma coisa. Seba. Se o entregarem, partirá em paz. A mulher pede que Joabe espere. Logo jogarão a cabeça de Seba pelo muro. Ela conversa com o povo, aconselhando-o. Acatam seu conselho. Cortam a cabeça de Seba e a jogam para Joabe. Ele volta a Jerusalém.

Os homens de Davi eram: Joabe, comandante do exército de Israel. Benaia, comandante da guarda pessoal do rei. Adonirão, encarregado dos que realizavam trabalhos forçados. Josafá, filho de Ailube, o historiador. Seva, o secretário da corte. Zadoque e Abiatar, os sacerdotes. E Ira, o sacerdote pessoal de Davi.

Nossa leitura termina aqui. Amanhã continuamos.

Leremos os últimos capítulos de 2 Samuel. Do capítulo vinte e um ao capítulo vinte e quatro.

Espero você. Até lá.

domingo, 24 de março de 2019

2 Samuel 8.1-18

Leitura do dia 24/03.

Na postagem anterior, vimos o desejo de Davi em construir uma casa para o Senhor. Natã o encorajou a fazer o que estava em seu coração. Mas o Senhor disse “não”. Davi não construiria uma casa para Ele. Davi ouviu o não do Senhor e nem questionou. Junto ouviu Suas maravilhosas promessas, de que sua casa teria uma dinastia eterna. Ele louvou ao Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-71-29.html

Agora, continuamos através do capítulo oito de 2 Samuel.

Depois disto, Davi derrotou os filisteus. Ele os sujeitou. Conquistou até Gate, a maior cidade deles. Também conquistou Moabe. Mediu-os com uma corda, formando grupos. A cada grupo poupado, matava dois. Imagine que angústia! Eles passaram a lhe trazer tributos.

Davi derrotou Hadadezer. Tomou mil carros de guerra. Sete mil cavaleiros e vinte mil soldados da infantaria. Levou apenas cavalos suficientes para cem carros de guerra. O restante aleijou. É difícil imaginar essa cena, mas infelizmente era o costume da época.

Os sírios foram em ajuda de Hadadezer. Davi matou vinte e dois mil. Colocou destacamentos em Damasco, capital da Síria. Também passaram a lhe pagar tributos.

Ele levou para Jerusalém todos os escudos de ouro dos oficiais de Hadadezer e uma grande quantidade de bronze das cidades que pertenciam a esse rei. Imagine a grandeza e a glória de um exército cujos escudos de seus oficiais eram de ouro!

Toí, rei de Hamate, levou-lhe presentes. Objetos de ouro, prata e bronze. Era inimigo de Hadadezer e ficou satisfeito por Davi tê-lo derrotado.

Davi consagrou ao Senhor todos os presentes que recebera das nações que derrotara.

Seu nome ia se engrandecendo. Ficou ainda mais famoso quando derrotou os edomitas, no vale do Sal. Matou dezoito mil. Também colocou destacamentos no território de Edom, sujeitando-os.

O Senhor concedia vitória a Davi, por onde quer que fosse. O exército e ele lutavam, mas a vitória vinha do Senhor. Como deve ser. http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-vitoria-e-dada-pelo-senhor.html

Ele reinou sobre Israel com justiça. Fazendo o que era correto para seu povo.

Como precisamos de governantes assim! “Seu povo” significa que Davi amava Israel. Como precisamos de governantes que amem o Brasil!

Joabe, primo de Davi, filho de Zeruia, era o comandante do exército. Josafá, filho de Ailude, o historiador. Zadoque, filho de Aitube, e Aimeleque, filho de Abiatar eram os sacerdotes. Seraías era o secretário da corte. Benaia, filho de Joiada, era comandante da guarda pessoal do rei. Os filhos de Davi eram líderes.

Ainda leremos muito sobre Benaia, de todos os valentes de Davi, o meu preferido. Logo você saberá o motivo.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Que tipo de aliança temos feito?


Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.

Na última postagem vimos que Hazael tinha apenas um “senhor”, ele mesmo. Não foi como Davi, que aguardou o tempo e o modo do Senhor. Fez o que desejou o seu coração.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/12/falsa-humildade.html

Hoje, caminharemos ainda através das páginas do capítulo oito. A partir do versículo dezesseis. Até o versículo vinte e três.

No quinto ano do reinado de Jorão, filho de Acabe, rei de Israel, embora Josafá ainda fosse rei em Judá, Jeorão seu filho, começou a reinar. Estava com trinta e dois anos de idade. Reinou oito anos em Jerusalém. 

Ele andou nos caminhos dos reis de Israel. Havia tomado a filha de Acabe como esposa e andou nos caminhos de sua família. Praticou o mal e o reprovável aos olhos do Senhor.

O Senhor não quis destruir Judá, por causa de Davi, seu servo e de Sua promessa. Havia prometido que manteria para sempre, um herdeiro de Davi, no trono.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/davi-e-suas-ultimas-palavras.html

No reinado de Jeorão, os edomitas se rebelaram e proclamaram um rei para si. Jeorão atravessou Zair com todos os seus carros de batalha. Os guerreiros de Edom cercaram Jeorão e os comandantes dos seus carros de guerra. Ele os atacou durante a noite e rompeu o cerco inimigo. Embora não tenha vencido a guerra, seu exército conseguiu bater em retirada para suas tendas. Depois disso, Edom continuou independente de Judá.

Na mesma época, a cidade de Libna também proclamou sua independência. 

Isso é tudo que está registrado em Reis sobre Jeorão. Apenas alguns detalhes.

Mas não são meros detalhes. Jeorão foi reprovado pelo Senhor. Não andou nos caminhos de seu pai. Casou-se com a filha de Acabe. Não se manteve separado da idolatria ou da maldade. Antes, contaminou-se, tal qual a família de sua esposa. 
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desgracada.html

Isso é muito sério!

Seu reino foi diminuído. Suas guerras não eram do Senhor. Eram apenas suas. Perdeu o domínio sobre Edom e sobre a cidade de Libna.

Albert Lee disse que "fazer alianças com aqueles que odeiam a Deus pode ser desastroso. Assegure-se de escolher seus aliados com cuidado".

A pessoa que deveria ser a maior aliada de Jeorão, odiava o Senhor. Isso foi desastroso para seu reino e sua vida.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-desgracada.html

Que aprendamos a andar, em todo o tempo, nos caminhos do Senhor. Que façamos alianças abençoadas, com pessoas que também andam em Seus caminhos.

Na sexta-feira continuamos. Espero você. Até lá.

quarta-feira, 31 de outubro de 2018

Acabou a água. Haverá solução?

Continuamos nossa caminhada pelas páginas do livro de 2 Reis.

Ontem vimos que três reis se reuniram para guerrear contra Moabe, que havia se rebelado. Mas, após sete dias de caminhada, a água acabou.

Jorão acreditava que a água havia acabado porque o Senhor os havia reunido para serem mortos por Moabe.

Josafá pediu que consultassem um homem de Deus. Foram atrás de Eliseu. Queriam uma palavra do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/10/sera-o-fim.html

Hoje, caminharemos ainda através do capitulo três. Do versículo dezesseis ao vinte e sete.

Eliseu lhes transmitiu Sua palavra. Deveriam cavar muitos poços naquele vale.

Não sentiriam vento, nem veriam chuva, mas aquele vale se encheria de água, água boa, e saciaria a sede de todo o exército, do rebanho e até dos animais de carga.

Mas tinha mais. O Senhor achava isso pouco. Além de saciá-los de água, Ele entregaria Moabe em suas mãos.

Eles destruiriam todas as cidades fortificadas, cortariam todas as árvores frutíferas, tapariam todas as nascentes e cobririam de pedras todos os campos férteis. Destruição total. Sem cidades, sem árvores, sem água, sem campo fértil. Sem nada.

Ao raiar o dia seguinte, na hora do sacrifício matinal, muita água veio descendo da direção de Edom. Alagou toda a região. Sem vento, nem chuva. Silenciosamente. Foi descendo e enchendo os poços.

Quando os moabitas souberam que os três reis tinham ido para atacá-los, todos que eram capazes de empunhar armas, das crianças aos mais idosos, foram convocados. Tomaram posição de guerra na fronteira.

Ao alvorecer do dia seguinte, quando se levantaram, o sol começou a refletir seu brilho sobre as águas. Não sabiam o que havia acontecido. Por isso, não houve vento, nem chuva. Assim, não havia como ter água naquele vale. Eles viram de longe águas vermelhas que lhes pareciam sangue.

Exclamaram assustados! Com toda a certeza aqueles reis haviam lutado entre si e se matado uns aos outros. O que não era raro acontecer.

Diante disso, ordenaram que todos fossem à pilhagem. Quando se aproximaram do acampamento dos israelitas, estes se levantaram, atacando-os.

Os moabitas fugiram, surpresos. Foram perseguidos até que entraram em seu território. Que foi arrasado, conforme a palavra do Senhor dita através de Eliseu.

Destruíram suas cidades. E à medida que as tropas passavam sobre os campos férteis, iam jogando pedras. Cada homem lançava uma, até que todo o solo cultivável ficou coberto. Taparam todas as nascentes e derrubaram todas as árvores frutíferas. Restou apenas a capital de Moabe. Ainda assim, os soldados armados de atiradeiras a cercaram e a atacaram.

Quando o rei de Moabe percebeu que seria vencido, conduziu pessoalmente setecentos homens, hábeis com espada. Tentaram forçar passagem até o rei de Edom, mas não teve sucesso.

Desesperado, tomou seu filho mais velho, que seria sucessor do trono, e o sacrificou ao deus dos moabitas, Camos, sobre o muro da cidade.

Diante disso, Israel sentiu uma grande ira divina. Saíram dali e voltaram para a sua terra, indignados.

Quantas lições a aprender com esse texto!

A água acabou? Não significa que o Senhor “tramou” nos destruir. Pelo contrário, pode significar justamente que Ele tem algo surpreendente a fazer.

Quando acabam nossos recursos, os dEle aparecem.

Os jovens judeus não foram lançados na fornalha de fogo ardente para morrer. Foram lançados porque o Senhor queria se revelar àquele povo (Daniel 3).

Daniel não foi lançado na cova dos leões para ser destroçado por aquelas feras. Foi lançado ali, para que o Senhor fosse glorificado através de sua vida e todos soubessem quem Ele é  (Daniel 6).

Jesus não mandou os discípulos irem à frente para que morressem no barco em meio à tempestade no mar da Galiléia. Ele queria se revelar e mostrar Seu poder aos discípulos.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/a-duvida-de-pedro.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2018/05/jesus-anda-sobre-as-aguas.html

A água acabou? Não é época de chuva? Não chove naquele deserto? Cave poços. Essa foi a ordem. O Senhor ia fazer algo maravilhoso, mas era necessário que os poços fossem cavados. Precisamos ser cavadores de poços. http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/eliseu-e-os-pocos.html

É loucura? Sim. Para que cavar poços onde não existe a menor possibilidade de chuva?

Quem O segue, não pode trabalhar com possibilidades. Precisa trabalhar com fé. Cavar poços, mesmo onde não há nenhuma previsão de chuva.

Aqueles homens obedeceram. Cavaram poços. E foram descansar.

Na hora exata, sem nenhum sinal, sem nenhum barulho, as águas foram descendo e encheram os poços. Não podiam descer enquanto era dia.

Quando o inimigo olhou, não viu águas. Afinal, não havia como haver águas ali. Não houve vento. Não houve chuva.

Amanheceu o dia. O sol raiou. E bateu nas águas. Elas ficaram vermelhas. Claro, o inimigo pensou, só pode ser sangue. Impossível ser água.

O Senhor agiu silenciosamente. Sem alarde. Sem que percebessem. E eles caíram.

A guerra foi ganha. De forma extraordinária. Simplesmente porque buscaram a orientação do Senhor e a seguiram. Ainda que Sua ordem tenha sido aparentemente ridícula.

Que possamos aprender a obedecer. Não importa a ordem. Importa quem a deu. Se foi o Senhor, obedeça!

Na sexta-feira, continuamos. Espero você. Até lá.