Leitura do dia 02/05.
Na postagem anterior, vimos que Josias, com apenas dezesseis anos, buscou conhecer o Senhor de Davi. Ele O encontrou. Antes mesmo de encontrar o Livro da Lei do Senhor. Uau!
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/2-cronicas-341-33.html
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo trinta e cinco.
Josias celebrou o sacrifício da Páscoa, para o Senhor, em Jerusalém. O cordeiro da Páscoa foi imolado no décimo quarto dia do primeiro mês. Ele designou os sacerdotes nos seus cargos e os motivou a servirem na Casa do Senhor.
Ordenou aos levitas que ensinavam a todo o Israel e que estavam consagrados ao Senhor que depositassem a Arca sagrada no templo que edificou Salomão. Já não tinham mais a responsabilidade de carregá-la sobre os ombros. Deveriam cultuar o Senhor e servir seu povo. Ordenou que se preparassem segundo suas famílias, segundo as turmas de serviço, conforme os preceitos de Davi, rei de Israel, e as prescrições de Salomão, seu filho.
Deveriam permanecer no Lugar Santo com um grupo de levitas para cada subdivisão das famílias do povo. E imolar a Páscoa, santificando-se e ficando à disposição de seus irmãos. Agindo de acordo com a Palavra do Senhor, transmitida por Moisés.
O próprio Josias deu ao povo que ali estava reunido um total de trinta mil ovelhas e cabritos para as ofertas da Páscoa, além de três mil bois. Tudo tirado de seus bens pessoais.
Seus chefes e oficiais também fizeram ofertas voluntárias ao povo, aos sacerdotes e aos levitas.
Hilquias, Zacarias e Jeiel, chefes do templo de Deus, deram aos sacerdotes, para os sacrifícios da Páscoa, dois mil e seiscentos cordeiros e cabritos e trezentos novilhos. Da mesma maneira Conanias, com seus irmãos Semaías e Natanael, e os líderes dos levitas: Hasabias, Jeiel e Jozabade, forneceram graciosamente aos levitas cinco mil ovelhas e cabritos e quinhentos bois.
Todo o grande serviço religioso foi organizado e os sacerdotes assumiram de bom grado suas funções, com o auxílio dos levitas em seus turnos, tudo conforme o rei orientara.
Então sacrificaram os cordeiros da Páscoa. Os sacerdotes aspergiram o sangue que recebiam das mãos dos levitas, que também retiravam a pele dos animais.
Eles separaram os sacrifícios para os distribuírem ao povo, conforme os grupos de suas famílias, a fim de que elas os oferecessem ao Senhor, segundo está escrito no Livro de Moisés. Fizeram o mesmo com os novilhos. Assaram os cordeiros da Páscoa no fogo, segundo a prescrição; e cozinharam as ofertas sagradas em panelas, em caldeirões e em tachos.
Rapidamente as repartiram entre todo o povo. Depois prepararam o que era necessário para si e para os sacerdotes. Os sacerdotes, descendentes de Arão, se ocuparam até o pôr-do-sol em oferecer os sacrifícios e a gordura. Por isso, os levitas prepararam a parte deles e a dos sacerdotes, descendentes de Arão.
Os músicos e cantores, descendentes de Asafe, estavam em suas posições, segundo o mandado de Davi, de Asafe, de Hemã e de Jedutum, vidente do rei, como também os porteiros, a cada porta. Não necessitaram se desviar do seu ministério; porquanto seus irmãos, os levitas, preparavam tudo quanto precisavam.
Percebe-se a dedicação de todos, como um corpo unido, trabalhando, com o mesmo propósito: que o povo estivesse na presença do Senhor e que o Senhor fosse glorificado. Deste modo se estabeleceu todo o serviço do Senhor naquele dia, para celebrar a Páscoa e oferecer holocaustos sobre o Seu altar, de acordo com as orientações do rei Josias.
Todos os filhos de Israel que estavam presentes celebraram a Páscoa naquele dia e durante sete dias participaram da festa dos pães sem fermento.
A Páscoa não havia sido celebrada dessa maneira em Israel desde os dias do profeta Samuel. Nenhum dos reis de Israel havia organizado uma Páscoa como esta, como fez o rei Josias, com os sacerdotes, os levitas e a cooperação de todo Judá e Israel que ali se reuniram com os habitantes de Jerusalém. Foi uma festa maior até do que a do tempo de Ezequias!
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/tempo-de-festa.html
Esta grande celebração da Páscoa foi realizada no décimo oitavo ano do reinado de Josias.
Passados todos estes acontecimentos, havendo o rei Josias já restaurado o templo, subiu Neco, rei do Egito, para guerrear nos campos de Carquemis, junto ao Eufrates. Josias marchou para enfrentá-lo.
Neco, enviou-lhe mensageiros, advertindo-o a não interferir na batalha. Não estava indo contra Josias naquele dia, mas contra a casa que o provocou à guerra. Disse também que o Senhor mandou que se apressasse. Que Josias cuidasse para não se opor ao Senhor, que era com ele, para que também não fosse destruído.
Contudo, Josias, decidiu não voltar atrás. Disfarçou-se para enfrentá-lo na batalha. Não quis dar ouvidos ao que Neco lhe comunicara por ordem do Senhor, e foi combatê-lo na planície de Megido. Durante o embate, flecheiros atingiram Josias, que ordenou aos seus oficiais que o tirassem dali, pois estava gravemente ferido. Seus servos o tiraram de seu carro de combate. Levaram-no para um segundo carro e o transportaram às pressas para Jerusalém. Ali ele morreu.
Ah, nossas escolhas e suas consequências!
http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/que-tipo-de-pedra-temos-sido.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/06/a-decisao-e-minha.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/07/alianca-rompida.html
Josias foi sepultado nos túmulos de seus antepassados. Todos os habitantes de Judá e Jerusalém choraram por ele. O profeta Jeremias compôs um poema de lamento em sua homenagem. Todos os músicos e cantores falaram de Josias em suas composições, até à época em que Crônicas foi escrito. Tais obras se tornaram uma tradição em Israel e estão escritas na coletânea de Lamentações.
Que aprendamos a ouvir a voz do Senhor, mesmo quando nos fala através de alguém como Neco, rei no Egito.
E que aprendamos a servir com a disposição dos levitas, para que o nome do Senhor seja conhecido e glorificado através de nossas vidas.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/escolhas.html
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quinta-feira, 2 de maio de 2019
2 Crônicas 35.1-27
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quarta-feira, 1 de maio de 2019
2 Crônicas 30.1-27
Leitura do dia 01/05.
Vamos continuar nossa caminhada através de 2 Crônicas.
Ontem vimos o reinado de Jotão e suas vitórias. Ele dirigia seus passos segundo o caminho e a vontade do Senhor. Quando morreu, Acaz tomou seu lugar. Abandonou o Senhor. Perdeu suas guerras. Vimos também que Israel, mesmo afastado do Senhor, ouviu o profeta Odede. Homens escolhidos reanimaram o exército perdedor de Judá. Quando morreu, Ezequias tomou o reino. Não seguiu o mau exemplo de seu pai. Abriu as portas da casa do Senhor. Conclamou os sacerdotes, levitas, chefes e o povo para restabelecer o culto e o serviço religioso no templo. Ainda orou pedindo perdão ao Senhor por todo Israel, não apenas por Judá.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-271-9.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-281-27.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-291-36.html
Hoje, caminharemos pelas páginas dos capítulos trinta a trinta e dois.
Ah, como amo Ezequias!
Depois da reconstrução do templo, enviou mensageiros por Israel e Judá. Convocou-os à Casa do Senhor, em Jerusalém, para celebrarem, juntos, a Páscoa.
Não considerou Israel um povo separado. Seu desejo, assim como o do Senhor, era que todos O buscassem.
Ele chegou a um consenso com seus príncipes, oficiais e a comunidade em Jerusalém, para realizarem a Páscoa no segundo mês. A celebração sofreu esse atraso em relação à data prescrita, porque não havia sacerdotes santificados em número suficiente. Também nem todos haviam conseguido chegar em Jerusalém. Essa solução pareceu boa aos olhos de Ezequias e de toda a assembleia.
Proclamaram em todo Israel, desde Berseba até Dã, convocando todos a estarem em Jerusalém para o sacrifício da Páscoa. Não a celebravam mais de acordo com o que estava escrito. Há muito tempo.
Os mensageiros percorreram Israel e Judá com cartas assinadas pelo rei e seus oficiais. Proclamavam que os israelitas voltassem para o Senhor, para que Ele voltasse Sua face aos que haviam escapado dos reis da Assíria. Não deveriam ser como seus antepassados, infiéis e desleais para com o Senhor. Nem deveriam ser teimosos, mas submissos ao Senhor. Deveriam entrar no santuário que Ele próprio havia consagrado para sempre. Cultuar e servir o Senhor, para que o fogo do juízo da Sua ira se desviasse deles. Diziam ainda que, se voltassem seus corações para o Senhor, seus irmãos, parentes e filhos encontrariam benevolência dos que os aprisionaram e os sujeitaram à escravidão. Retornariam para sua terra, pois o Senhor é bom e compassivo. Não desviaria Seu rosto, se voltassem para Ele.
Os mensageiros visitaram cidade por cidade. Chegaram até Zebulom. Mas o povo riu e zombou deles. Fizeram com que passassem por grande humilhação.
Porém, alguns homens de Aser, de Manassés e de Zebulom demonstraram ter um coração sensato e humilde. Decidiram ir a Jerusalém.
Em Judá, a mão do Senhor estava sobre o povo. Concedendo-lhes senso de unidade de pensamento para executarem o que o rei e seus oficiais haviam ordenado, de acordo com a Palavra do Senhor.
Ajuntou-se em Jerusalém, no segundo mês, grande multidão. Para celebrar a festa da Páscoa. Destruíram os altares pagãos que havia em Jerusalém. Tomaram os altares onde eram queimados incensos aos ídolos, juntaram tudo e jogaram no ribeiro do vale de Cedrom.
Imolaram o cordeiro da Páscoa no décimo quarto dia do segundo mês. Os sacerdotes e os levitas, envergonhados, consagraram-se e trouxeram holocaustos à Casa do Senhor. Assumiram seus postos no serviço religioso, em conformidade com o que está escrito na Lei de Moisés. Os sacerdotes aspergiram o sangue dos animais que os levitas lhes entregaram.
Ainda havia muitos na comunidade que não tinham se santificado. Os levitas sacrificaram os cordeiros da Páscoa em lugar e favor de quem não estava cerimonialmente limpo e, por isso, não podiam consagrar seu cordeiro pascal ao Senhor.
Muitos dos que vieram de Efraim, de Manassés, de Issacar e de Zebulom não tinham se purificado. Mesmo assim comeram a Páscoa, contrariando o que estava prescrito.
Ezequias orou por eles. Suplicou que o Senhor em Sua imensa bondade e misericórdia, perdoasse o erro e o pecado de todos que sinceramente tivessem o coração inclinado para buscá-Lo. Ainda que não estivessem cerimonialmente limpos, conforme as regras do santuário. O Senhor ouviu o apelo de Ezequias. E não castigou o povo.
Os israelitas que estavam em Jerusalém celebraram a festa da Páscoa por sete dias. Com grande júbilo. Os levitas e sacerdotes louvaram ao Senhor, todos os dias, com instrumentos de grande ressonância e estridência, cantando a plenos pulmões. Como deve ter sido lindo, o som ecoando pelas ruas de Jerusalém.
Ezequias demostrou sua aprovação a todos os levitas de grande capacidade no serviço do Senhor. Foram aprovados pelo rei. E pelo Senhor.
Comeram das ofertas da festa por sete dias. Sacrificando ofertas de paz e dando graças ao Eterno.
Toda a comunidade decidiu prolongar a grande festa por mais sete dias. Celebraram-na com muita alegria. Ninguém queria sair da presença do Senhor.
Ezequias forneceu mil novilhos e sete mil ovelhas e bodes à comunidade para os sacrifícios. Os chefes ofereceram mil novilhos e dez mil ovelhas. E muitos sacerdotes se consagraram.
Assim, todo Judá se alegrou, junto com os sacerdotes e levitas, e com todos que haviam atendido ao convite, vindos de Israel. Vieram, inclusive, os estrangeiros que viviam nos territórios de Israel e Judá e temiam ao Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Houve grande alegria em Jerusalém. Desde os dias de Salomão não havia um evento de tais proporções na cidade.
Os sacerdotes e os levitas se levantaram. Tomaram posição para abençoar o povo. O Senhor os ouviu. Suas orações chegaram aos céus.
Não é maravilhoso como Ezequias era comprometido com o Senhor? Seu coração desejava que todos estivessem na presença do Senhor. Não levantou um grande exército para conquistar o que ainda existia de Israel. Seu coração clamava para que o remanescente se arrependesse e se voltasse para o Senhor. Para ele, não importava poder, importava conversão.
É tão bom ver que Ezequias amava mais as pessoas que as regras. Permitiu aos que não estavam cerimonialmente limpos a participarem da Páscoa. E orou por eles.
Os sacerdotes e levitas também. Não apontaram seus dedos, condenando. Sacrificaram o cordeiro pascoal para os que não podiam sacrificar. Simples assim.
Jerusalém estava em festa! Os levitas e sacerdotes tocavam seus instrumentos e cantavam com todo entusiasmo e força. A pleno pulmões. Ouvia-se o som ecoando por todas as ruas de Jerusalém.
Foi um tempo maravilhoso. Ninguém queria sair da presença do Senhor. Concordaram em ficar mais sete dias celebrando. Ezequias e seus oficiais ficaram tão satisfeitos que doaram ovelhas, novilhas e bodes.
Quando terminaram a festa, os sacerdotes e levitas se levantaram. Tomaram suas posições. Impuseram suas mãos sobre o povo. Abençoaram para que retornassem às suas casas.
Meu coração se enche de alegria ao ver o povo disposto em servir ao Senhor.
Que sejamos assim, dispostos a serví-Lo.
Que desejemos que todos O sirvam também, convidando a todos. Ainda que haja rejeição e humilhação. Aqueles que forem sensatos ouvirão e responderão ao convite.
Que a boa mão do Senhor esteja sobre nós, como esteve com o povo em Judá, e nos conceda unidade de pensamento para agirmos de acordo com a Palavra do Senhor. De acordo com Sua vontade.
Que nos posicionemos como os levitas e sacerdotes. Nas posições ordenadas pelo Senhor. Para Seu serviço. Para abençoar o povo. Para Sua glória.
Que sejamos disponíveis, como os levitas e sacerdotes.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/tempo-de-festa.html
Vamos continuar nossa caminhada através de 2 Crônicas.
Ontem vimos o reinado de Jotão e suas vitórias. Ele dirigia seus passos segundo o caminho e a vontade do Senhor. Quando morreu, Acaz tomou seu lugar. Abandonou o Senhor. Perdeu suas guerras. Vimos também que Israel, mesmo afastado do Senhor, ouviu o profeta Odede. Homens escolhidos reanimaram o exército perdedor de Judá. Quando morreu, Ezequias tomou o reino. Não seguiu o mau exemplo de seu pai. Abriu as portas da casa do Senhor. Conclamou os sacerdotes, levitas, chefes e o povo para restabelecer o culto e o serviço religioso no templo. Ainda orou pedindo perdão ao Senhor por todo Israel, não apenas por Judá.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-271-9.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-281-27.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/2-cronicas-291-36.html
Hoje, caminharemos pelas páginas dos capítulos trinta a trinta e dois.
Ah, como amo Ezequias!
Depois da reconstrução do templo, enviou mensageiros por Israel e Judá. Convocou-os à Casa do Senhor, em Jerusalém, para celebrarem, juntos, a Páscoa.
Não considerou Israel um povo separado. Seu desejo, assim como o do Senhor, era que todos O buscassem.
Ele chegou a um consenso com seus príncipes, oficiais e a comunidade em Jerusalém, para realizarem a Páscoa no segundo mês. A celebração sofreu esse atraso em relação à data prescrita, porque não havia sacerdotes santificados em número suficiente. Também nem todos haviam conseguido chegar em Jerusalém. Essa solução pareceu boa aos olhos de Ezequias e de toda a assembleia.
Proclamaram em todo Israel, desde Berseba até Dã, convocando todos a estarem em Jerusalém para o sacrifício da Páscoa. Não a celebravam mais de acordo com o que estava escrito. Há muito tempo.
Os mensageiros percorreram Israel e Judá com cartas assinadas pelo rei e seus oficiais. Proclamavam que os israelitas voltassem para o Senhor, para que Ele voltasse Sua face aos que haviam escapado dos reis da Assíria. Não deveriam ser como seus antepassados, infiéis e desleais para com o Senhor. Nem deveriam ser teimosos, mas submissos ao Senhor. Deveriam entrar no santuário que Ele próprio havia consagrado para sempre. Cultuar e servir o Senhor, para que o fogo do juízo da Sua ira se desviasse deles. Diziam ainda que, se voltassem seus corações para o Senhor, seus irmãos, parentes e filhos encontrariam benevolência dos que os aprisionaram e os sujeitaram à escravidão. Retornariam para sua terra, pois o Senhor é bom e compassivo. Não desviaria Seu rosto, se voltassem para Ele.
Os mensageiros visitaram cidade por cidade. Chegaram até Zebulom. Mas o povo riu e zombou deles. Fizeram com que passassem por grande humilhação.
Porém, alguns homens de Aser, de Manassés e de Zebulom demonstraram ter um coração sensato e humilde. Decidiram ir a Jerusalém.
Em Judá, a mão do Senhor estava sobre o povo. Concedendo-lhes senso de unidade de pensamento para executarem o que o rei e seus oficiais haviam ordenado, de acordo com a Palavra do Senhor.
Ajuntou-se em Jerusalém, no segundo mês, grande multidão. Para celebrar a festa da Páscoa. Destruíram os altares pagãos que havia em Jerusalém. Tomaram os altares onde eram queimados incensos aos ídolos, juntaram tudo e jogaram no ribeiro do vale de Cedrom.
Imolaram o cordeiro da Páscoa no décimo quarto dia do segundo mês. Os sacerdotes e os levitas, envergonhados, consagraram-se e trouxeram holocaustos à Casa do Senhor. Assumiram seus postos no serviço religioso, em conformidade com o que está escrito na Lei de Moisés. Os sacerdotes aspergiram o sangue dos animais que os levitas lhes entregaram.
Ainda havia muitos na comunidade que não tinham se santificado. Os levitas sacrificaram os cordeiros da Páscoa em lugar e favor de quem não estava cerimonialmente limpo e, por isso, não podiam consagrar seu cordeiro pascal ao Senhor.
Muitos dos que vieram de Efraim, de Manassés, de Issacar e de Zebulom não tinham se purificado. Mesmo assim comeram a Páscoa, contrariando o que estava prescrito.
Ezequias orou por eles. Suplicou que o Senhor em Sua imensa bondade e misericórdia, perdoasse o erro e o pecado de todos que sinceramente tivessem o coração inclinado para buscá-Lo. Ainda que não estivessem cerimonialmente limpos, conforme as regras do santuário. O Senhor ouviu o apelo de Ezequias. E não castigou o povo.
Os israelitas que estavam em Jerusalém celebraram a festa da Páscoa por sete dias. Com grande júbilo. Os levitas e sacerdotes louvaram ao Senhor, todos os dias, com instrumentos de grande ressonância e estridência, cantando a plenos pulmões. Como deve ter sido lindo, o som ecoando pelas ruas de Jerusalém.
Ezequias demostrou sua aprovação a todos os levitas de grande capacidade no serviço do Senhor. Foram aprovados pelo rei. E pelo Senhor.
Comeram das ofertas da festa por sete dias. Sacrificando ofertas de paz e dando graças ao Eterno.
Toda a comunidade decidiu prolongar a grande festa por mais sete dias. Celebraram-na com muita alegria. Ninguém queria sair da presença do Senhor.
Ezequias forneceu mil novilhos e sete mil ovelhas e bodes à comunidade para os sacrifícios. Os chefes ofereceram mil novilhos e dez mil ovelhas. E muitos sacerdotes se consagraram.
Assim, todo Judá se alegrou, junto com os sacerdotes e levitas, e com todos que haviam atendido ao convite, vindos de Israel. Vieram, inclusive, os estrangeiros que viviam nos territórios de Israel e Judá e temiam ao Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Houve grande alegria em Jerusalém. Desde os dias de Salomão não havia um evento de tais proporções na cidade.
Os sacerdotes e os levitas se levantaram. Tomaram posição para abençoar o povo. O Senhor os ouviu. Suas orações chegaram aos céus.
Não é maravilhoso como Ezequias era comprometido com o Senhor? Seu coração desejava que todos estivessem na presença do Senhor. Não levantou um grande exército para conquistar o que ainda existia de Israel. Seu coração clamava para que o remanescente se arrependesse e se voltasse para o Senhor. Para ele, não importava poder, importava conversão.
É tão bom ver que Ezequias amava mais as pessoas que as regras. Permitiu aos que não estavam cerimonialmente limpos a participarem da Páscoa. E orou por eles.
Os sacerdotes e levitas também. Não apontaram seus dedos, condenando. Sacrificaram o cordeiro pascoal para os que não podiam sacrificar. Simples assim.
Jerusalém estava em festa! Os levitas e sacerdotes tocavam seus instrumentos e cantavam com todo entusiasmo e força. A pleno pulmões. Ouvia-se o som ecoando por todas as ruas de Jerusalém.
Foi um tempo maravilhoso. Ninguém queria sair da presença do Senhor. Concordaram em ficar mais sete dias celebrando. Ezequias e seus oficiais ficaram tão satisfeitos que doaram ovelhas, novilhas e bodes.
Quando terminaram a festa, os sacerdotes e levitas se levantaram. Tomaram suas posições. Impuseram suas mãos sobre o povo. Abençoaram para que retornassem às suas casas.
Meu coração se enche de alegria ao ver o povo disposto em servir ao Senhor.
Que sejamos assim, dispostos a serví-Lo.
Que desejemos que todos O sirvam também, convidando a todos. Ainda que haja rejeição e humilhação. Aqueles que forem sensatos ouvirão e responderão ao convite.
Que a boa mão do Senhor esteja sobre nós, como esteve com o povo em Judá, e nos conceda unidade de pensamento para agirmos de acordo com a Palavra do Senhor. De acordo com Sua vontade.
Que nos posicionemos como os levitas e sacerdotes. Nas posições ordenadas pelo Senhor. Para Seu serviço. Para abençoar o povo. Para Sua glória.
Que sejamos disponíveis, como os levitas e sacerdotes.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
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quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019
Josué 5.1-15
Leitura do dia 27/02.
Na postagem anterior vimos Israel atravessar o Jordão e erguer um monumento para testemunho às próximas gerações.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-41-24.html
Agora, leremos o capítulo cinco.
Atravessaram o Jordão no dia décimo do primeiro mês. Próximo à Páscoa.
Os reis dos amorreus e dos cananeus ouviram que o Senhor secou o Jordão para que Israel atravessasse. Ficaram apavorados. Não havia mais ânimo neles. Como lutar com um povo que tem o Senhor como aliado? Quais as chances de vencer?
Quando Israel foi para o acampamento, o Senhor ordenou que fizessem facas de pedras e circuncidassem todos os homens. Ninguém havia sido circuncidado no deserto. Era uma nova geração.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-171-27.html
A geração antiga havia sido destruída por duvidarem continuamente do Senhor.
O Senhor disse a Josué que neste dia, após a circuncisão, que era a renovação de uma aliança, Ele tirou completamente deles a vergonha da escravidão no Egito.
Depois que todos os homens foram circuncidados, ficaram no acampamento até se recuperarem.
Enquanto estavam ali acampados, comemoraram a Páscoa. Ao entardecer do décimo quarto dia. No dia seguinte comeram pães sem fermento e grãos tostados produzidos na terra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-121-51.html
Neste dia, quando começaram a comer da colheita da terra de Canaã, o maná parou de cair.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-161-36.html
É maravilhoso que, enquanto precisaram, o Senhor enviou diariamente o maná. Agora, não havia mais necessidade. Ele cessa.
Josué estava se aproximando de Jericó. Olhou para cima. Viu um homem em pé com uma espada na mão. Um guerreiro.
Chegou até ele e perguntou se era amigo ou inimigo. Estava prestes a entrar em uma batalha. Não era urgente saber quem era. Era urgente saber de que lado estava. Amigo ou inimigo.
O homem respondeu sua pergunta dizendo que era Comandante do Exército do Senhor. Havia acabado de chegar.
Josué, em sinal de reverência, prostrou-se a seus pés e perguntou quais ordens o Comandante trazia para ele.
Gosto da humildade de Josué. Era o líder de uma nação. E se prostra diante de um Comandante. Não um comandante qualquer, mas o Comandante do Exército do Senhor. Disposto a ouvir e obedecer suas ordens. Sabia que seriam ordens vindas do próprio Senhor dos Exércitos.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/josue-uma-semente-sendo-germinada-no.html
Não sei o que passou na cabeça de Josué naquele momento. O Comandante lhe daria uma estratégia específica? Quais seriam as ordens? http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/respostas-que-meu-coracao-precisa.html
Havia apenas uma. O Comandante ordenou que Josué tirasse as sandálias de seus pés. O lugar que estava era santo. Josué obedeceu. Simples assim. Não questionou nada. Apenas obedeceu. Tirou suas sandálias.
Assim termina o capítulo cinco.
Que sejamos obedientes como Josué. Que respeitemos a santidade do Senhor. Que tiremos nossas sandálias.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Na postagem anterior vimos Israel atravessar o Jordão e erguer um monumento para testemunho às próximas gerações.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-41-24.html
Agora, leremos o capítulo cinco.
Atravessaram o Jordão no dia décimo do primeiro mês. Próximo à Páscoa.
Os reis dos amorreus e dos cananeus ouviram que o Senhor secou o Jordão para que Israel atravessasse. Ficaram apavorados. Não havia mais ânimo neles. Como lutar com um povo que tem o Senhor como aliado? Quais as chances de vencer?
Quando Israel foi para o acampamento, o Senhor ordenou que fizessem facas de pedras e circuncidassem todos os homens. Ninguém havia sido circuncidado no deserto. Era uma nova geração.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-171-27.html
A geração antiga havia sido destruída por duvidarem continuamente do Senhor.
O Senhor disse a Josué que neste dia, após a circuncisão, que era a renovação de uma aliança, Ele tirou completamente deles a vergonha da escravidão no Egito.
Enquanto estavam ali acampados, comemoraram a Páscoa. Ao entardecer do décimo quarto dia. No dia seguinte comeram pães sem fermento e grãos tostados produzidos na terra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-121-51.html
Neste dia, quando começaram a comer da colheita da terra de Canaã, o maná parou de cair.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-161-36.html
É maravilhoso que, enquanto precisaram, o Senhor enviou diariamente o maná. Agora, não havia mais necessidade. Ele cessa.
Josué estava se aproximando de Jericó. Olhou para cima. Viu um homem em pé com uma espada na mão. Um guerreiro.
Chegou até ele e perguntou se era amigo ou inimigo. Estava prestes a entrar em uma batalha. Não era urgente saber quem era. Era urgente saber de que lado estava. Amigo ou inimigo.
O homem respondeu sua pergunta dizendo que era Comandante do Exército do Senhor. Havia acabado de chegar.
Josué, em sinal de reverência, prostrou-se a seus pés e perguntou quais ordens o Comandante trazia para ele.
Gosto da humildade de Josué. Era o líder de uma nação. E se prostra diante de um Comandante. Não um comandante qualquer, mas o Comandante do Exército do Senhor. Disposto a ouvir e obedecer suas ordens. Sabia que seriam ordens vindas do próprio Senhor dos Exércitos.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/josue-uma-semente-sendo-germinada-no.html
Não sei o que passou na cabeça de Josué naquele momento. O Comandante lhe daria uma estratégia específica? Quais seriam as ordens? http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/respostas-que-meu-coracao-precisa.html
Havia apenas uma. O Comandante ordenou que Josué tirasse as sandálias de seus pés. O lugar que estava era santo. Josué obedeceu. Simples assim. Não questionou nada. Apenas obedeceu. Tirou suas sandálias.
Assim termina o capítulo cinco.
Que sejamos obedientes como Josué. Que respeitemos a santidade do Senhor. Que tiremos nossas sandálias.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019
Deuteronômio 15.1-17.20
Leitura do dia 20/02.
Continuamos nossa caminhada através de Deuteronômio.
Ontem vimos Moisés ordenar que Israel ame ao Senhor, não se esqueça dEle. Fale de Seus mandamentos o tempo todo, andando, sentado, ao levantar e ao dormir.
Ele falou das bênçãos da obediência e da oportunidade entre escolher a benção e a maldição. Algo que nós também precisamos fazer, diariamente.
Moisés lembrou que o Senhor escolheria um lugar de adoração entre todas as cidades daquela terra. E como deveriam adorá-Lo. Unicamente a Ele e não como os povos daquela terra faziam. Que era abominável a Ele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html
Hoje, continuamos pelos capítulos quinze a dezessete.
Moisés continua seu discurso.
Ao final de cada sete anos todo israelita que houvesse emprestado a outro israelita, perdoaria sua dívida. Era o tempo do Senhor para liberá-los das dívidas.
Não era para ter nenhum pobre em Israel, mas se houvesse algum, seria tratado com generosidade. Tanto nos empréstimos quanto nas doações. Assim, o Senhor os abençoaria.
Se um hebreu, homem ou mulher, se vendesse para pagar alguma dívida, serviria apenas seis anos. No sétimo, seria mandado embora, livre. Sempre com um presente. Dos animais do rebanho de seu senhor, dos cereais de sua eira e do vinho de sua prensa de uvas. Que compartilhassem com ele um pouco da fartura com a qual o Senhor os abençoara.
Se esse escravo não quisesse sair livre após o sexto ano, por amar seu senhor e sua família, ele diria. Eles iriam até à porta da cidade com um furador. O escravo teria a ponta de sua orelha furada e seria escravo para sempre.
Os machos das primeiras crias pertenciam ao Senhor. Seriam comidos, a cada ano, no lugar que o Senhor escolhesse. Junto com a família.
Mais uma vez, lembra que o sangue deve ser derramado e não comido.
O discurso de Moisés é repetitivo. Seu desejo é que se torne parte deles. Que jamais esqueçam suas palavras. Palavras que na verdade não são deles. São do Senhor.
A Páscoa, a Festa das Colheitas e a Festa das Cabanas devem ser realizadas todos os anos.
Todos os anos, todos os homens apresentar-se-ão ao Senhor, no lugar que Ele escolher para celebrar. Jamais com as mãos vazias. Sempre com ofertas. De acordo com o que foram abençoados. Uma oferta proporcional às bênçãos recebidas. Uau!
O pão do sacrifício, sem fermento, deve ser comido durante a comemoração da Páscoa.
A festa das colheitas deve ser celebrada com suas famílias, seus servos, com o estrangeiro que vive entre eles, os órfãos e as viúvas. O mesmo na festa das cabanas.
Em cada cidade serão nomeados juízes. Que julgarão o povo com justiça. Sem distorcerem-na, imparcialmente. Sem jamais aceitarem suborno. O suborno traz cegueira os olhos dos sábios e corrompe as decisões dos íntegros. Se assim fizessem, seriam abençoados.
Que jamais sejam levantados postes para Aserá ou quaisquer outros ídolos. É detestável ao Senhor.
Que nenhum sacrifício seja oferecido com animal com defeito ou doente. É detestável ao Senhor.
Ele repete que, se alguém se desviar do Senhor e servir a outros deuses, tal notícia deve ser apurada. Se for verdade, o idólatra será morto. Apedrejado. Primeiro pela mão das testemunhas, depois, do restante do povo.
Ninguém será condenado pela palavra de apenas uma testemunha.
Se houver um caso muito complicado, levariam aos juízes da cidade que o Senhor escolherá e, os juízes daquela cidade e os sacerdotes dariam o veredito. O que fosse decidido, não poderia mudar. Cumpririam à risca. Se não cumprissem, morreriam. Eram representantes do Senhor. E deviam ser respeitados.
O Senhor também fala que, quando estivessem na terra e quisessem ser governados por um rei, como todas as nações ao redor, o rei seria israelita. Nunca um estrangeiro.
Ele não teria muitos cavalos, para não ir ao Egito comprá-los. Não acumularia muita quantidade de prata ou ouro para si. Nem tomaria muitas mulheres, do contrário, elas afastariam seu coração do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/abandono.html
Quando o rei sentasse no trono, copiaria a lei para si. Num rolo. Diante dos sacerdotes levitas. Essa cópia, feita por ele, estaria sempre com ele. Todos os dias a leria. Assim, aprenderia a temer ao Senhor. Cumprir todos Seus mandamentos e decretos. Não se tornaria orgulhoso, acreditando estar acima de todos. Aprenderia a depender do Senhor. E a não se desviar dEle. Tal atitude garantiria que ele e seus descendentes teriam longos reinados em Israel.
Que maravilha! Quantas lições a aprender.
Que possamos entregar nossas ofertas ao Senhor na proporção em que somos abençoados. Ah, quantas vezes teremos que oferecer toda nossa vida, cada segundo dela, pois grandes são Suas misericórdias e Sua bondade para conosco!
Que o sirvamos de todo coração.
Que amemos Sua palavra. Que tenhamos ela sempre conosco. Em nossos lábios e corações. Por onde quer que andemos.
Que nossas orelhas sejam furadas pelo Senhor porque queremos serví-Lo em tudo e para sempre.
Hoje ficamos aqui.
Amanhã continuamos. Através dos capítulos dezoito ao vinte.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada através de Deuteronômio.
Ontem vimos Moisés ordenar que Israel ame ao Senhor, não se esqueça dEle. Fale de Seus mandamentos o tempo todo, andando, sentado, ao levantar e ao dormir.
Ele falou das bênçãos da obediência e da oportunidade entre escolher a benção e a maldição. Algo que nós também precisamos fazer, diariamente.
Moisés lembrou que o Senhor escolheria um lugar de adoração entre todas as cidades daquela terra. E como deveriam adorá-Lo. Unicamente a Ele e não como os povos daquela terra faziam. Que era abominável a Ele.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html
Hoje, continuamos pelos capítulos quinze a dezessete.
Moisés continua seu discurso.
Ao final de cada sete anos todo israelita que houvesse emprestado a outro israelita, perdoaria sua dívida. Era o tempo do Senhor para liberá-los das dívidas.
Não era para ter nenhum pobre em Israel, mas se houvesse algum, seria tratado com generosidade. Tanto nos empréstimos quanto nas doações. Assim, o Senhor os abençoaria.
Se um hebreu, homem ou mulher, se vendesse para pagar alguma dívida, serviria apenas seis anos. No sétimo, seria mandado embora, livre. Sempre com um presente. Dos animais do rebanho de seu senhor, dos cereais de sua eira e do vinho de sua prensa de uvas. Que compartilhassem com ele um pouco da fartura com a qual o Senhor os abençoara.
Se esse escravo não quisesse sair livre após o sexto ano, por amar seu senhor e sua família, ele diria. Eles iriam até à porta da cidade com um furador. O escravo teria a ponta de sua orelha furada e seria escravo para sempre.
Os machos das primeiras crias pertenciam ao Senhor. Seriam comidos, a cada ano, no lugar que o Senhor escolhesse. Junto com a família.
Mais uma vez, lembra que o sangue deve ser derramado e não comido.
O discurso de Moisés é repetitivo. Seu desejo é que se torne parte deles. Que jamais esqueçam suas palavras. Palavras que na verdade não são deles. São do Senhor.
A Páscoa, a Festa das Colheitas e a Festa das Cabanas devem ser realizadas todos os anos.
Todos os anos, todos os homens apresentar-se-ão ao Senhor, no lugar que Ele escolher para celebrar. Jamais com as mãos vazias. Sempre com ofertas. De acordo com o que foram abençoados. Uma oferta proporcional às bênçãos recebidas. Uau!
O pão do sacrifício, sem fermento, deve ser comido durante a comemoração da Páscoa.
A festa das colheitas deve ser celebrada com suas famílias, seus servos, com o estrangeiro que vive entre eles, os órfãos e as viúvas. O mesmo na festa das cabanas.
Em cada cidade serão nomeados juízes. Que julgarão o povo com justiça. Sem distorcerem-na, imparcialmente. Sem jamais aceitarem suborno. O suborno traz cegueira os olhos dos sábios e corrompe as decisões dos íntegros. Se assim fizessem, seriam abençoados.
Que jamais sejam levantados postes para Aserá ou quaisquer outros ídolos. É detestável ao Senhor.
Que nenhum sacrifício seja oferecido com animal com defeito ou doente. É detestável ao Senhor.
Ele repete que, se alguém se desviar do Senhor e servir a outros deuses, tal notícia deve ser apurada. Se for verdade, o idólatra será morto. Apedrejado. Primeiro pela mão das testemunhas, depois, do restante do povo.
Ninguém será condenado pela palavra de apenas uma testemunha.
Se houver um caso muito complicado, levariam aos juízes da cidade que o Senhor escolherá e, os juízes daquela cidade e os sacerdotes dariam o veredito. O que fosse decidido, não poderia mudar. Cumpririam à risca. Se não cumprissem, morreriam. Eram representantes do Senhor. E deviam ser respeitados.
O Senhor também fala que, quando estivessem na terra e quisessem ser governados por um rei, como todas as nações ao redor, o rei seria israelita. Nunca um estrangeiro.
Ele não teria muitos cavalos, para não ir ao Egito comprá-los. Não acumularia muita quantidade de prata ou ouro para si. Nem tomaria muitas mulheres, do contrário, elas afastariam seu coração do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/abandono.html
Quando o rei sentasse no trono, copiaria a lei para si. Num rolo. Diante dos sacerdotes levitas. Essa cópia, feita por ele, estaria sempre com ele. Todos os dias a leria. Assim, aprenderia a temer ao Senhor. Cumprir todos Seus mandamentos e decretos. Não se tornaria orgulhoso, acreditando estar acima de todos. Aprenderia a depender do Senhor. E a não se desviar dEle. Tal atitude garantiria que ele e seus descendentes teriam longos reinados em Israel.
Que maravilha! Quantas lições a aprender.
Que possamos entregar nossas ofertas ao Senhor na proporção em que somos abençoados. Ah, quantas vezes teremos que oferecer toda nossa vida, cada segundo dela, pois grandes são Suas misericórdias e Sua bondade para conosco!
Que o sirvamos de todo coração.
Que amemos Sua palavra. Que tenhamos ela sempre conosco. Em nossos lábios e corações. Por onde quer que andemos.
Que nossas orelhas sejam furadas pelo Senhor porque queremos serví-Lo em tudo e para sempre.
Hoje ficamos aqui.
Amanhã continuamos. Através dos capítulos dezoito ao vinte.
Espero você. Até lá.
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2019
Tristeza Profunda
Continuamos nossa caminhada através de 2 Reis.
Ontem vimos a comemoração da Páscoa, que desde os tempos dos Juízes não acontecia. Também vimos Josias e seu maravilhoso zelo pelo Senhor. Ah, como seria maravilhoso termos mais homens como Josias!
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/comemorando-pascoa.html
Como precisamos que Josias se levantem nos dias de hoje. Que derrubem altares falsos. Que exterminem cultos equivocados e ridículos, com aparência de ser ao Senhor quando são aos homens e aos seus objetivos egocêntrícos.
Clamo, de todo meu coração para que haja, em nossos dias, homens como Enoque, Fineias, Davi, Ezequias, Josias, Isaías, Elias, João Batista! Homens admiráveis!
Como carecemos de homens verdadeiramente tementes ao Senhor, que O amem, O conheçam. Que desejem, de todo coração, serví-Lo, independente do que dirão deles. Que O queiram, independente do que receberão.
Hoje, caminharemos ainda através do capítulo vinte e três. Do versículo trinta e um ao versículo trinta e sete.
Jeoacaz, filho de Josias, estava com vinte e três anos quando começou a reinar. Reinou apenas três meses em Jerusalém.
Para nossa tristeza, não seguiu os caminhos de seu pai. Fez o que era mau aos olhos do Senhor. Como seus maus antepassados fizeram. É sempre mais fácil deixar "a vida levar" do que fazer a vontade do Senhor. Seguí-Lo requer atitude. Compromisso. Relacionamento.
Faraó Neco mandou prender Jeoacaz em Ribla, na terra de Hamate, para que não reinasse mais. Exigiu de Judá um imposto de três toneladas e meia de prata e trinta e cinco quilos de ouro.
Neco colocou Eliaquim, filho de Josias, rei em seu lugar. Mudou seu nome para Jeoaquim.
Ele levou Jeoacaz para o Egito, onde morreu.
Jeoaquim pagou a Faraó toda prata o ouro exigidos, mas teve de criar impostos para conseguir honrar o tributo instituído. Exigiu prata e ouro de cada cidadão, conforme suas posses. Todos empobreceram juntos.
Não é terrível que antes o povo de Israel ofertava ouro e prata ao Senhor, a ponto de, muitas vezes, ter sido proibido de fazê-lo, pois sempre davam mais que o necessário? E sempre tinham mais para dar? Agora, não são mais ofertas. São tributos impostos pelo rei que domina sobre eles.
Novamente o Egito tem domínio sobre Israel, arrancando-lhe suas riquezas. Tudo por terem abandonado ao Senhor, virando-lhes as costas.
Jeoaquim estava com vinte e cinco anos quando começou a reinar. Reinou onze anos em Jerusalém. Também não seguiu o exemplo de Josias. Fez o que era mau diante dos olhos do Senhor, da mesma forma que seus antepassados haviam feito.
Judá caminha a passos largos para a destruição. E meu coração chora.
Olho para a Igreja de hoje. Não temos visto o mesmo acontecendo?
Que o Senhor tenha misericórdia de nós e de nosso filhos e netos.
Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.
Ontem vimos a comemoração da Páscoa, que desde os tempos dos Juízes não acontecia. Também vimos Josias e seu maravilhoso zelo pelo Senhor. Ah, como seria maravilhoso termos mais homens como Josias!
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/comemorando-pascoa.html
Como precisamos que Josias se levantem nos dias de hoje. Que derrubem altares falsos. Que exterminem cultos equivocados e ridículos, com aparência de ser ao Senhor quando são aos homens e aos seus objetivos egocêntrícos.
Clamo, de todo meu coração para que haja, em nossos dias, homens como Enoque, Fineias, Davi, Ezequias, Josias, Isaías, Elias, João Batista! Homens admiráveis!
Como carecemos de homens verdadeiramente tementes ao Senhor, que O amem, O conheçam. Que desejem, de todo coração, serví-Lo, independente do que dirão deles. Que O queiram, independente do que receberão.
Hoje, caminharemos ainda através do capítulo vinte e três. Do versículo trinta e um ao versículo trinta e sete.
Jeoacaz, filho de Josias, estava com vinte e três anos quando começou a reinar. Reinou apenas três meses em Jerusalém.
Para nossa tristeza, não seguiu os caminhos de seu pai. Fez o que era mau aos olhos do Senhor. Como seus maus antepassados fizeram. É sempre mais fácil deixar "a vida levar" do que fazer a vontade do Senhor. Seguí-Lo requer atitude. Compromisso. Relacionamento.
Faraó Neco mandou prender Jeoacaz em Ribla, na terra de Hamate, para que não reinasse mais. Exigiu de Judá um imposto de três toneladas e meia de prata e trinta e cinco quilos de ouro.
Neco colocou Eliaquim, filho de Josias, rei em seu lugar. Mudou seu nome para Jeoaquim.
Ele levou Jeoacaz para o Egito, onde morreu.
Jeoaquim pagou a Faraó toda prata o ouro exigidos, mas teve de criar impostos para conseguir honrar o tributo instituído. Exigiu prata e ouro de cada cidadão, conforme suas posses. Todos empobreceram juntos.
Não é terrível que antes o povo de Israel ofertava ouro e prata ao Senhor, a ponto de, muitas vezes, ter sido proibido de fazê-lo, pois sempre davam mais que o necessário? E sempre tinham mais para dar? Agora, não são mais ofertas. São tributos impostos pelo rei que domina sobre eles.
Novamente o Egito tem domínio sobre Israel, arrancando-lhe suas riquezas. Tudo por terem abandonado ao Senhor, virando-lhes as costas.
Jeoaquim estava com vinte e cinco anos quando começou a reinar. Reinou onze anos em Jerusalém. Também não seguiu o exemplo de Josias. Fez o que era mau diante dos olhos do Senhor, da mesma forma que seus antepassados haviam feito.
Judá caminha a passos largos para a destruição. E meu coração chora.
Olho para a Igreja de hoje. Não temos visto o mesmo acontecendo?
Que o Senhor tenha misericórdia de nós e de nosso filhos e netos.
Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019
Comemorando a Páscoa
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Reis.
Ontem vimos Josias passar por todo Israel e destruir os altares idólatras e os cultos pagãos. Depois voltou a Jerusalém. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/o-rei-e-trator-chamado-josias.html
Hoje caminharemos ainda através do capítulo vinte e três. Do versículo vinte e um até o trinta.
Josias ordenou que celebrassem a Páscoa do Senhor. Exatamente como estava escrito no Livro da Aliança.
A Páscoa, que devia ser celebrada anualmente desde o dia em que o povo de Israel saiu do Egito, não era celebrava desde, pasme, o tempo dos juízes!
Finalmente, no décimo oitavo ano do reinado de Josias, ela foi celebrada.
Josias também exterminou os médiuns, pessoas que se dedicavam a consultar espíritos desencarnados, ídolos da família, e tantos outros ídolos, cultos e expressões místicas pagãs que sobressaíam em Judá naquele tempo.
Ele agiu com esse rigor em cumprimento às exigências da Lei, escritas no Livro que o sacerdote Hilquias havia encontrado na Casa do Senhor. Josias temia ao Senhor. Amava-O.
Nem antes nem depois de Josias houve um rei como ele, que se voltasse para o Senhor, de todo o coração, de toda a alma e com todas as suas forças, de acordo com tudo que ensina a Lei de Moisés.
Ainda assim, o Senhor não desistiu do furor de Seu santo e grande juízo contra Judá. Manassés O insultara de tal maneira que determinou expulsar Judá de Sua presença, como Jerusalém, embora a houvesse escolhido para Seu deleite, como também o templo do qual prometera que Seu Nome permaneceria ali para sempre.
É devastador o que o pecado faz. Pior ainda, a falta de arrependimento.
Durante o reinado de Josias, Faraó Neco, rei do Egito, atacou o rei da Assíria, no rio Eufrates.
Josias marchou para combatê-lo. Neco conseguiu matá-lo assim que o avistou no campo de batalha em Megido. Era uma guerra que não era sua. Não deveria ter ido.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/escolhas.html
Seus oficiais o transportaram morto em seu carro real de guerra, até Jerusalém. Sepultaram-no na sepultura de sua família.
O povo da terra aclamou Jeoacaz, seu filho, rei em seu lugar.
E agora? Será que Jeoacaz será como Josias, temente ao Senhor, andando em Seus caminhos? Leitor de Sua Palavra?
Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.
Ontem vimos Josias passar por todo Israel e destruir os altares idólatras e os cultos pagãos. Depois voltou a Jerusalém. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/o-rei-e-trator-chamado-josias.html
Hoje caminharemos ainda através do capítulo vinte e três. Do versículo vinte e um até o trinta.
Josias ordenou que celebrassem a Páscoa do Senhor. Exatamente como estava escrito no Livro da Aliança.
A Páscoa, que devia ser celebrada anualmente desde o dia em que o povo de Israel saiu do Egito, não era celebrava desde, pasme, o tempo dos juízes!
Finalmente, no décimo oitavo ano do reinado de Josias, ela foi celebrada.
Josias também exterminou os médiuns, pessoas que se dedicavam a consultar espíritos desencarnados, ídolos da família, e tantos outros ídolos, cultos e expressões místicas pagãs que sobressaíam em Judá naquele tempo.
Ele agiu com esse rigor em cumprimento às exigências da Lei, escritas no Livro que o sacerdote Hilquias havia encontrado na Casa do Senhor. Josias temia ao Senhor. Amava-O.
Nem antes nem depois de Josias houve um rei como ele, que se voltasse para o Senhor, de todo o coração, de toda a alma e com todas as suas forças, de acordo com tudo que ensina a Lei de Moisés.
Ainda assim, o Senhor não desistiu do furor de Seu santo e grande juízo contra Judá. Manassés O insultara de tal maneira que determinou expulsar Judá de Sua presença, como Jerusalém, embora a houvesse escolhido para Seu deleite, como também o templo do qual prometera que Seu Nome permaneceria ali para sempre.
É devastador o que o pecado faz. Pior ainda, a falta de arrependimento.
Durante o reinado de Josias, Faraó Neco, rei do Egito, atacou o rei da Assíria, no rio Eufrates.
Josias marchou para combatê-lo. Neco conseguiu matá-lo assim que o avistou no campo de batalha em Megido. Era uma guerra que não era sua. Não deveria ter ido.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/escolhas.html
Seus oficiais o transportaram morto em seu carro real de guerra, até Jerusalém. Sepultaram-no na sepultura de sua família.
O povo da terra aclamou Jeoacaz, seu filho, rei em seu lugar.
E agora? Será que Jeoacaz será como Josias, temente ao Senhor, andando em Seus caminhos? Leitor de Sua Palavra?
Continuamos amanhã. Espero você. Até lá.
quinta-feira, 24 de janeiro de 2019
Êxodo 23.1-32
Leitura do dia 22/01.
Na postagem anterior, vimos os decretos do Senhor a respeito das propriedades e de responsabilidades gerais.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-221-1-32.html
Agora o Senhor fala sobre a prática da justiça.
Nada de espalhar boatos. Nem cooperar com pessoas perversas para ser testemunha falsa.
Também não se deixe levar pela maioria na prática do mal. Não é porque todos estão fazendo, que deve ser feito, que seja correto.
Se for testemunhar, não permita que a multidão o influencie. Nem incline seu testemunho só porque uma pessoa é pobre. A justiça precisa ser feita, independente de quem seja o certo.
Se encontrar o animal perdido de seu inimigo, leve para ele. Se vir o animal daquele que o odeia cair sob o peso de uma carga, não vire o rosto. Vá lá e ajude.
Não negue a justiça ao pobre em um processo legal. Nunca acuse alguém falsamente. Não condene um inocente.
Não aceite subornos. Eles o levam a fazer vista grossa por algo que pode ser visto claramente. O suborno desvia o justo.
Não explore os estrangeiros.
Plantem e colham durante seis anos. No sétimo ano deixe a terra descansar. O que brotar espontaneamente, deixe para os pobres e para os animais selvagens.
Trabalhem seis dias. Descansem no sábado. Todos devem descansar. Inclusive o escravo, o estrangeiro e o animal. É preciso descanso para recuperar as forças.
Prestem atenção às instruções do Senhor. Não invoquem o nome de outros deuses. Nem os mencionem.
Além dos diversos preceitos transmitidos, neste capítulo o Senhor ordena que sejam comemoradas três festas anuais.
A Páscoa, sempre no dia certo, no primeiro mês, o mês de abibe, pois é o aniversário da saída do Egito. A Festa da Colheita, no início da colheita. E a Festa da Última Colheita, quando colherem os últimos produtos. São tempos de se expressar gratidão ao Senhor.
O Senhor disse que enviaria Seu anjo para estar à frente do povo. Devem prestar atenção e obedecer.
Devem destruir os povos que habitavam na terra para não caírem na armadilha da idolatria.
Interessante ver que o Senhor não expulsaria o povo da terra de uma vez. Se assim fizesse, os animais selvagens invadiriam as terras. Ele expulsaria aos poucos, quando a população estivesse maior para não correr esse risco.
O Senhor pensa em tudo. Em cada detalhe. E faz isso em nossas vidas também.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Na postagem anterior, vimos os decretos do Senhor a respeito das propriedades e de responsabilidades gerais.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-221-1-32.html
Agora o Senhor fala sobre a prática da justiça.
Nada de espalhar boatos. Nem cooperar com pessoas perversas para ser testemunha falsa.
Também não se deixe levar pela maioria na prática do mal. Não é porque todos estão fazendo, que deve ser feito, que seja correto.
Se for testemunhar, não permita que a multidão o influencie. Nem incline seu testemunho só porque uma pessoa é pobre. A justiça precisa ser feita, independente de quem seja o certo.
Se encontrar o animal perdido de seu inimigo, leve para ele. Se vir o animal daquele que o odeia cair sob o peso de uma carga, não vire o rosto. Vá lá e ajude.
Não negue a justiça ao pobre em um processo legal. Nunca acuse alguém falsamente. Não condene um inocente.
Não aceite subornos. Eles o levam a fazer vista grossa por algo que pode ser visto claramente. O suborno desvia o justo.
Não explore os estrangeiros.
Plantem e colham durante seis anos. No sétimo ano deixe a terra descansar. O que brotar espontaneamente, deixe para os pobres e para os animais selvagens.
Trabalhem seis dias. Descansem no sábado. Todos devem descansar. Inclusive o escravo, o estrangeiro e o animal. É preciso descanso para recuperar as forças.
Prestem atenção às instruções do Senhor. Não invoquem o nome de outros deuses. Nem os mencionem.
Além dos diversos preceitos transmitidos, neste capítulo o Senhor ordena que sejam comemoradas três festas anuais.
A Páscoa, sempre no dia certo, no primeiro mês, o mês de abibe, pois é o aniversário da saída do Egito. A Festa da Colheita, no início da colheita. E a Festa da Última Colheita, quando colherem os últimos produtos. São tempos de se expressar gratidão ao Senhor.
O Senhor disse que enviaria Seu anjo para estar à frente do povo. Devem prestar atenção e obedecer.
Devem destruir os povos que habitavam na terra para não caírem na armadilha da idolatria.
Interessante ver que o Senhor não expulsaria o povo da terra de uma vez. Se assim fizesse, os animais selvagens invadiriam as terras. Ele expulsaria aos poucos, quando a população estivesse maior para não correr esse risco.
O Senhor pensa em tudo. Em cada detalhe. E faz isso em nossas vidas também.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
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segunda-feira, 21 de janeiro de 2019
Êxodo 13.1-22
Leitura do dia 19/01.
Na postagem anterior, vimos as instruções e as celebrações da primeira Páscoa.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-121-51.html
O êxodo do povo de Israel finalmente inicia.
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo treze de Êxodo.
O Senhor ordenou que todos os primogênitos, homens e toda primeira cria dos animais fossem consagrados ao Senhor.
Os homens seriam resgatados. Um cordeiro ou um cabrito morreria em substituto ao primogênito. Como nosso Senhor Jesus fez. Morreu em nosso lugar. Não apenas pelos primogênitos, mas por todos nós. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/que-amor-e-esse.html
Moisés disse ao povo mais uma vez que aquele era um dia memorável. Para ser lembrado. O dia em que deixaram de ser escravos no Egito. Neste dia o Senhor os tirou de lá com a força de Sua poderosa mão.
Mais uma vez a Páscoa é citada e ordenada. Não deveriam nunca deixar de celebrá-la. Anualmente. Na data estabelecida.
A Páscoa não é apenas para ser celebrada. Deve ser transmitida de geração em geração. Explicada a cada filho. Cada pai diria que, naquela data, celebrava o que o Senhor fez por ele quando saiu do Egito.
Essa festa, anual, seria um sinal visível para eles. Como uma marca gravada na mão ou um símbolo colocado na testa. Serviria para lembrá-los sempre, de manter as instruções do Senhor, em seus lábios.
O Senhor conhece nossas limitações. Sabe que precisamos de marcos. Datas. Lembranças. Milagres maravilhosos que nos façam lembrar o que fez por nós.
E, conhecendo nossas limitações, quando finalmente Faraó deixou o povo ir, o Senhor não os guiou pela terra dos filisteus, embora fosse o caminho mais curto. Não. Ele sabia que se o povo tivesse que enfrentar uma batalha, naquele momento, acabaria voltando para o Egito.
Eram um exército mas precisavam ser treinados.
O Senhor os fez dar a volta pelo deserto e os levou a caminho do Mar Vermelho.
Moisés levou com ele os ossos de José, como juraram que levariam quando voltassem para a terra prometida. José sabia que esse dia chegaria. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-501-26.html
O povo saiu de Sucote. Acampou em Etã, à beira do deserto.
Não estavam sós. O Senhor ia adiante deles. De dia, guiava-os com uma coluna de nuvem que também os protegia do sol. À noite, fornecia luz com uma coluna de fogo, que também amenizava o frio do deserto. Dessa forma, eles conseguiam caminhar durante o dia e durante a noite. Como devemos fazer em nossas vidas, afinal o Senhor vai adiante de nós.
Nossa leitura de hoje termina aqui. Amanhã continuamos. Leremos Êxodo a partir do capítulo quatorze. Até o capítulo dezessete.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos as instruções e as celebrações da primeira Páscoa.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-121-51.html
O êxodo do povo de Israel finalmente inicia.
Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo treze de Êxodo.
O Senhor ordenou que todos os primogênitos, homens e toda primeira cria dos animais fossem consagrados ao Senhor.
Os homens seriam resgatados. Um cordeiro ou um cabrito morreria em substituto ao primogênito. Como nosso Senhor Jesus fez. Morreu em nosso lugar. Não apenas pelos primogênitos, mas por todos nós. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/que-amor-e-esse.html
Moisés disse ao povo mais uma vez que aquele era um dia memorável. Para ser lembrado. O dia em que deixaram de ser escravos no Egito. Neste dia o Senhor os tirou de lá com a força de Sua poderosa mão.
Mais uma vez a Páscoa é citada e ordenada. Não deveriam nunca deixar de celebrá-la. Anualmente. Na data estabelecida.
A Páscoa não é apenas para ser celebrada. Deve ser transmitida de geração em geração. Explicada a cada filho. Cada pai diria que, naquela data, celebrava o que o Senhor fez por ele quando saiu do Egito.
Essa festa, anual, seria um sinal visível para eles. Como uma marca gravada na mão ou um símbolo colocado na testa. Serviria para lembrá-los sempre, de manter as instruções do Senhor, em seus lábios.
O Senhor conhece nossas limitações. Sabe que precisamos de marcos. Datas. Lembranças. Milagres maravilhosos que nos façam lembrar o que fez por nós.
E, conhecendo nossas limitações, quando finalmente Faraó deixou o povo ir, o Senhor não os guiou pela terra dos filisteus, embora fosse o caminho mais curto. Não. Ele sabia que se o povo tivesse que enfrentar uma batalha, naquele momento, acabaria voltando para o Egito.
Eram um exército mas precisavam ser treinados.
O Senhor os fez dar a volta pelo deserto e os levou a caminho do Mar Vermelho.
Moisés levou com ele os ossos de José, como juraram que levariam quando voltassem para a terra prometida. José sabia que esse dia chegaria. http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-501-26.html
O povo saiu de Sucote. Acampou em Etã, à beira do deserto.
Não estavam sós. O Senhor ia adiante deles. De dia, guiava-os com uma coluna de nuvem que também os protegia do sol. À noite, fornecia luz com uma coluna de fogo, que também amenizava o frio do deserto. Dessa forma, eles conseguiam caminhar durante o dia e durante a noite. Como devemos fazer em nossas vidas, afinal o Senhor vai adiante de nós.
Nossa leitura de hoje termina aqui. Amanhã continuamos. Leremos Êxodo a partir do capítulo quatorze. Até o capítulo dezessete.
Espero você. Até lá.
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Páscoa
Êxodo 12.1-51
Leitura do dia 19/01.
Na postagem anterior vimos Moisés indo a Faraó e falando da morte dos primogênitos de todo o Egito. Ainda assim, Faraó não ouviu. Seu coração segue endurecido.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-111-10.html
Agora, caminharemos através do capítulo doze de Êxodo.
O Senhor falou a Moisés e Arão que o calendário deles mudaria. A partir daquele momento, aquele seria o primeiro mês do ano.
No décimo dia cada família escolheria um cordeiro ou um cabrito para fazer um sacrifício. O animal teria um ano e nenhum defeito. Seria um para cada casa. Se a família fosse muito pequena, reuniria com outra família e compartilharia o animal. Nada deveria sobrar. Não era para ser cozido. Nem podiam comê-lo cru. Ele seria assado.
Deveriam guardar o animal até à tarde do décimo quarto dia. Nesse dia o sacrificariam, ao anoitecer. Assariam a carne. Comeriam acompanhada de folhas verdes amargas e pães sem fermento.
O sangue do cordeiro seria passado nas batentes laterais e no alto das portas das casas onde comessem os animais. Ficariam ali até o amanhecer. Ninguém sairia da casa antes disso.
Essa refeição seria comida com roupa especial. Prontos para viajar. Com suas sandálias nos pés e seus cajados na mão. Comeriam apressadamente. Era a Páscoa do Senhor.
Páscoa significa "passagem".
Nessa noite o Senhor passaria pela terra do Egito. Todos os primogênitos seriam mortos. Era a execução de juízo contra seus ídolos.
Quando o Senhor visse o sangue nas batentes da porta, passaria e não permitiria que o anjo da morte entrasse na casa.
Moisés disse ao povo, a mando do Senhor, que aquele era um dia memorável. Um dia para ser recordado. Todo ano. Geração após geração. Era uma lei permanente.
A festa duraria sete dias. Não poderia ter fermento em nenhuma das casas durante esse período. No primeiro e no sétimo dia teriam reunião sagrada. Nesses dois dias, nenhum trabalho seria feito, exceto o preparo do alimento.
Essa festa, a Festa dos Pães sem Fermento os faria lembrar que o Senhor os tirara do Egito, exatamente naquele dia.
O estrangeiro que quisesse participar da festa, precisava ser circuncidado. Participaria como se fosse israelita, desde que fosse circuncidado. Era o sinal da Aliança do Senhor.
Essas instruções seriam observadas para sempre. Em qualquer lugar onde estivessem. E quando a realizassem, explicariam aos filhos, de geração em geração, que o Senhor abateu os egípcios, mas livrara os israelitas. Era uma festa para recordarem esse dia.
Todos que ouviram, prostraram-se e adoraram ao Senhor. Sentiram-se gratos por serem poupados.
Eles fizeram conforme o Senhor ordenara através de Moisés e Arão.
À meia-noite o Senhor feriu mortalmente o Egito, como falara. Todos os primogênitos morreram. Do maior ao menor. Até os primogênitos dos animais. Nenhum primogênito escapou.
Faraó, seus oficiais e todo o povo acordaram de madrugada. Ouviu-se o lamento terrível por toda a terra do Egito. Não havia uma casa onde não houvesse um morto. Que tragédia!
No meio da noite Faraó mandou chamar Moisés e Arão. Ordenou que saíssem de lá. Que fossem oferecer sacrifícios ao Senhor. Que fossem rápido. Que levassem tudo. Mas que o abençoassem antes de sair.
O povo, temeroso, os apressava. Temiam que todos viessem a morrer. O Senhor tocou em seus corações para que fossem bondosos com os israelitas. Entregaram tudo que pediram.
Naquela mesma noite os israelitas partiram de Ramessés para Sucote. Era uma multidão. Cerca de seiscentos mil homens, além das mulheres e crianças. Provavelmente dois milhões de pessoas. Junto com os israelitas saiu uma mistura de gente, imensos rebanhos de ovelhas, bois e outros animais.
Levaram as massas de pão sem fermento, embrulhadas em seus mantos, sobre os ombros. Foram expulsos do Egito com tanta pressa que não houve tempo para prepararem alimento para a viagem. Assaram pães achatados. Sem fermento.
O povo de Israel viveu exatos quatrocentos e trinta anos no Egito. Deixaram o Egito exatamente no dia em que completaram quatrocentos e trinta anos que haviam chegado ali. Exatamente no dia. Nem um dia antes, nem depois.
Existem dias memoráveis. Dias para serem lembrados, compartilhados e comemorados.
O Senhor ficou em vigília a noite inteira para tirar Seu povo dali. Essa é a noite para ser celebrada por todos os israelitas, de geração em geração, para sempre.
O Senhor tirou o povo de Israel do Egito não como um “bando de escravos”, mas como um exército.
Assim termina o capítulo doze de Êxodo.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Na postagem anterior vimos Moisés indo a Faraó e falando da morte dos primogênitos de todo o Egito. Ainda assim, Faraó não ouviu. Seu coração segue endurecido.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-111-10.html
Agora, caminharemos através do capítulo doze de Êxodo.
O Senhor falou a Moisés e Arão que o calendário deles mudaria. A partir daquele momento, aquele seria o primeiro mês do ano.
No décimo dia cada família escolheria um cordeiro ou um cabrito para fazer um sacrifício. O animal teria um ano e nenhum defeito. Seria um para cada casa. Se a família fosse muito pequena, reuniria com outra família e compartilharia o animal. Nada deveria sobrar. Não era para ser cozido. Nem podiam comê-lo cru. Ele seria assado.
Deveriam guardar o animal até à tarde do décimo quarto dia. Nesse dia o sacrificariam, ao anoitecer. Assariam a carne. Comeriam acompanhada de folhas verdes amargas e pães sem fermento.
O sangue do cordeiro seria passado nas batentes laterais e no alto das portas das casas onde comessem os animais. Ficariam ali até o amanhecer. Ninguém sairia da casa antes disso.
Essa refeição seria comida com roupa especial. Prontos para viajar. Com suas sandálias nos pés e seus cajados na mão. Comeriam apressadamente. Era a Páscoa do Senhor.
Páscoa significa "passagem".
Nessa noite o Senhor passaria pela terra do Egito. Todos os primogênitos seriam mortos. Era a execução de juízo contra seus ídolos.
Quando o Senhor visse o sangue nas batentes da porta, passaria e não permitiria que o anjo da morte entrasse na casa.
Moisés disse ao povo, a mando do Senhor, que aquele era um dia memorável. Um dia para ser recordado. Todo ano. Geração após geração. Era uma lei permanente.
A festa duraria sete dias. Não poderia ter fermento em nenhuma das casas durante esse período. No primeiro e no sétimo dia teriam reunião sagrada. Nesses dois dias, nenhum trabalho seria feito, exceto o preparo do alimento.
Essa festa, a Festa dos Pães sem Fermento os faria lembrar que o Senhor os tirara do Egito, exatamente naquele dia.
O estrangeiro que quisesse participar da festa, precisava ser circuncidado. Participaria como se fosse israelita, desde que fosse circuncidado. Era o sinal da Aliança do Senhor.
Essas instruções seriam observadas para sempre. Em qualquer lugar onde estivessem. E quando a realizassem, explicariam aos filhos, de geração em geração, que o Senhor abateu os egípcios, mas livrara os israelitas. Era uma festa para recordarem esse dia.
Todos que ouviram, prostraram-se e adoraram ao Senhor. Sentiram-se gratos por serem poupados.
Eles fizeram conforme o Senhor ordenara através de Moisés e Arão.
À meia-noite o Senhor feriu mortalmente o Egito, como falara. Todos os primogênitos morreram. Do maior ao menor. Até os primogênitos dos animais. Nenhum primogênito escapou.
Faraó, seus oficiais e todo o povo acordaram de madrugada. Ouviu-se o lamento terrível por toda a terra do Egito. Não havia uma casa onde não houvesse um morto. Que tragédia!
No meio da noite Faraó mandou chamar Moisés e Arão. Ordenou que saíssem de lá. Que fossem oferecer sacrifícios ao Senhor. Que fossem rápido. Que levassem tudo. Mas que o abençoassem antes de sair.
O povo, temeroso, os apressava. Temiam que todos viessem a morrer. O Senhor tocou em seus corações para que fossem bondosos com os israelitas. Entregaram tudo que pediram.
Naquela mesma noite os israelitas partiram de Ramessés para Sucote. Era uma multidão. Cerca de seiscentos mil homens, além das mulheres e crianças. Provavelmente dois milhões de pessoas. Junto com os israelitas saiu uma mistura de gente, imensos rebanhos de ovelhas, bois e outros animais.
Levaram as massas de pão sem fermento, embrulhadas em seus mantos, sobre os ombros. Foram expulsos do Egito com tanta pressa que não houve tempo para prepararem alimento para a viagem. Assaram pães achatados. Sem fermento.
O povo de Israel viveu exatos quatrocentos e trinta anos no Egito. Deixaram o Egito exatamente no dia em que completaram quatrocentos e trinta anos que haviam chegado ali. Exatamente no dia. Nem um dia antes, nem depois.
Existem dias memoráveis. Dias para serem lembrados, compartilhados e comemorados.
O Senhor ficou em vigília a noite inteira para tirar Seu povo dali. Essa é a noite para ser celebrada por todos os israelitas, de geração em geração, para sempre.
O Senhor tirou o povo de Israel do Egito não como um “bando de escravos”, mas como um exército.
Assim termina o capítulo doze de Êxodo.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
sexta-feira, 10 de agosto de 2018
Tempo de festa
Ontem vimos que Ezequias não seguiu o mau exemplo de seu pai.
Abriu as portas da casa do Senhor. Conclamou os sacerdotes, levitas, chefes e o povo para restabelecer o culto e o serviço religioso no templo. Ainda orou pedindo perdão ao Senhor por todo Israel.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/reconstrucao.html
Hoje, caminharemos pelas páginas do capítulo trinta.
Ah, como amo Ezequias!
Depois da reconstrução do templo, enviou mensageiros por Israel e Judá. Convocou-os à Casa do Senhor, em Jerusalém, para celebrarem, juntos, a Páscoa.
Não considerou Israel um povo separado. Seu desejo, assim como o do Senhor, era que todos O buscassem.
Ele chegou a um consenso com seus príncipes, oficiais e a comunidade em Jerusalém, para realizarem a Páscoa no segundo mês.
A celebração sofreu esse atraso em relação à data prescrita, porque não havia sacerdotes santificados em número suficiente. Também nem todos haviam conseguido chegar a Jerusalém.
Essa solução pareceu boa aos olhos de Ezequias e de toda a assembleia.
Proclamaram em todo Israel, desde Berseba até Dã, convocando todos a estarem em Jerusalém para o sacrifício da Páscoa. Não a celebravam mais de acordo com o que estava escrito. Há muito tempo.
Os mensageiros percorreram Israel e Judá com cartas assinadas pelo rei e seus oficiais. Proclamavam que os israelitas voltassem para o Senhor, para que Ele voltasse Sua face aos que haviam escapado dos reis da Assíria. Não deveriam ser como seus antepassados, infiéis e desleais para com o Senhor. Nem deveriam ser teimosos, mas submissos ao Senhor. Deveriam entrar no santuário que Ele próprio havia consagrado para sempre. Cultuar e servir ao Senhor, para que o fogo do juízo da Sua ira se desviasse deles. Diziam ainda que, se voltassem seus corações para o Senhor, seus irmãos, parentes e filhos encontrariam benevolência dos que os aprisionaram e os sujeitaram à escravidão. Retornariam para sua terra, pois o Senhor é bom e compassivo. Não desviaria o rosto deles, se voltassem para Ele.
Os mensageiros visitaram cidade por cidade. Chegaram até Zebulom.
Mas o povo riu e zombou deles. Fizeram com que passassem por grande humilhação.
Porém, alguns homens de Aser, de Manassés e de Zebulom demonstraram ter um coração sensato e humilde. Decidiram ir a Jerusalém.
Em Judá, a mão do Senhor estava sobre o povo. Concedendo-lhes senso de unidade de pensamento para executarem o que o rei e seus oficiais haviam ordenado, de acordo com a Palavra do Senhor.
Ajuntou-se em Jerusalém, no segundo mês, grande multidão. Para celebrar a festa da Páscoa.
Destruíram os altares pagãos que havia em Jerusalém. Tomaram os altares onde eram queimados incensos aos ídolos, juntaram tudo e jogaram no ribeiro do vale de Cedrom.
Imolaram o cordeiro da Páscoa no décimo quarto dia do segundo mês.
Os sacerdotes e os levitas, envergonhados, consagraram-se e trouxeram holocaustos à Casa do Senhor.
Assumiram seus postos no serviço religioso, em conformidade com o que está escrito na Lei de Moisés. Os sacerdotes aspergiram o sangue dos animais que os levitas lhes entregaram.
Ainda havia muitos na comunidade que não tinham se santificado. Os levitas sacrificaram os cordeiros da Páscoa em lugar e favor de quem não estava cerimonialmente limpo e, por isso, não podiam consagrar seu cordeiro pascal ao Senhor.
Muitos dos que vieram de Efraim, de Manassés, de Issacar e de Zebulom não tinham se purificado. Mesmo assim comeram a Páscoa, contrariando o que estava prescrito.
Ezequias orou por eles. Suplicou que o Senhor em Sua imensa bondade e misericórdia, perdoasse o erro e o pecado de todos que sinceramente tivessem o coração inclinado para buscar ao Senhor. Ainda que não estivessem cerimonialmente limpos, conforme as regras do santuário.
O Senhor ouviu o apelo de Ezequias. E não castigou o povo.
Os israelitas que estavam em Jerusalém celebraram a festa da Páscoa por sete dias. Com grande júbilo. Os levitas e sacerdotes louvaram ao Senhor, todos os dias, com instrumentos de grande ressonância e estridência, cantando a plenos pulmões.
Ezequias demostrou sua aprovação a todos os levitas de grande capacidade no serviço do Senhor. Isso é muito lindo! Foram aprovados pelo rei. E pelo Senhor.
Eles comeram das ofertas da festa por sete dias. Sacrificando ofertas de paz e dando graças ao Eterno.
Toda a comunidade decidiu prolongar a grande festa por mais sete dias. Celebraram-na com muita alegria. Ninguém queria sair da presença do Senhor.
Ezequias forneceu mil novilhos e sete mil ovelhas e bodes à comunidade para os sacrifícios. Os chefes, mil novilhos e dez mil ovelhas. E muitos sacerdotes se consagraram.
Assim, todo Judá se alegrou, junto com os sacerdotes e levitas, e com todos que haviam atendido ao convite, vindos de Israel.
Vieram, inclusive, os estrangeiros que viviam nos territórios de Israel e Judá e temiam ao Senhor.
Houve grande alegria em Jerusalém. Desde os dias de Salomão não havia um evento de tais proporções na cidade.
Os sacerdotes e os levitas se levantaram. Tomaram posição para abençoar o povo. O Senhor os ouviu. Suas orações chegaram aos céus.
Não é maravilhoso como Ezequias era comprometido com o Senhor? Seu coração desejava que todos estivessem na presença do Senhor. Não levantou um grande exército para conquistar o que ainda existia de Israel. Seu coração clamava para que o remanescente se arrependesse e se voltasse para o Senhor. Para ele, não importava poder, importava conversão.
É tão bom ver que Ezequias amava mais as pessoas que as regras. Permitiu aos que não estavam cerimonialmente limpos a participarem da Páscoa. E orou por eles.
Os sacerdotes e levitas também. Não apontaram seus dedos, condenando. Sacrificaram o cordeiro pascoal para os que não podiam sacrificar. Simples assim.
Jerusalém estava em festa!
Os levitas e sacerdotes tocavam seus instrumentos e cantavam com todo entusiasmo e força. A pleno pulmões. Ouvia-se o som ecoando por todas as ruas de Jerusalém.
Foi um tempo maravilhoso. Ninguém queria sair da presença do Senhor. Concordaram em ficar mais sete dias celebrando. Ezequias e seus oficiais ficaram tão satisfeitos que doaram ovelhas, novilhas e bodes.
Quando terminaram a festa, os sacerdotes e levitas se levantaram. Tomaram suas posições. Impuseram suas mãos sobre o povo. Abençoaram para que retornassem às suas casas.
Meu coração se enche de alegria ao ver o povo disposto em servir ao Senhor.
Que sejamos assim, dispostos a serví-Lo.
Que desejemos que todos O sirvam também, convidando a todos. Ainda que haja rejeição e humilhação. Aqueles que forem sensatos ouvirão e responderão ao convite.
Que a boa mão do Senhor esteja sobre nós, como esteve com o povo em Judá, e nos conceda unidade de pensamento para agirmos de acordo com a Palavra do Senhor. De acordo com Sua vontade.
Que nos posicionemos como os levitas e sacerdotes. Nas posições ordenadas pelo Senhor. Para Seu serviço. Para abençoar o povo. Para Sua glória.
Que sejamos disponíveis, como os levitas e sacerdotes.
Amanhã continuamos. Espero você.
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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018
Jesus some! Onde poderia estar?
Continuamos através de Lucas, capítulo 2, versículos de 41 a 52.
Anualmente, os pais do Senhor iam a Jerusalém, para comemorar a Páscoa.
Quando Jesus completou doze anos, como sempre, eles estavam lá.
Ao término da festa, seus pais voltaram para casa. Jesus não. Ele ficou em Jerusalém. Não perceberam. Eram várias pessoas. Iam juntos. Em caravanas. Caminhando o dia todo.
Seus pais continuaram a viagem, acreditando que Jesus estava no meio dos parentes e amigos. Eles O procuram. Não encontram. Voltam a Jerusalém.
Depois de três dias, O encontram no templo. Estava sentado entre os mestres, ouvindo-os e fazendo perguntas.
Ah, todos os que O ouviam ficavam maravilhados com Seu entendimento e Suas respostas.
Quando Seus pais O viram, ficaram perplexos.
Como toda mãe, Maria estava angustiada e perguntou-lhe: “Filho, por que você nos fez isto? Seu pai e eu estávamos aflitos, à sua procura”.
A resposta de Jesus é impressionante e direta. Afinal, por que O procuravam? Não sabiam que Ele devia estar na casa de Seu Pai?
Eles não compreenderam. Se alguém mais ouviu, também não compreendeu.
Jesus levanta-se e volta para Nazaré com eles. Ele era obediente.
Sua mãe guardava essas coisas em seu coração. Ainda sem compreender toda a verdade. Tudo o que estava por vir.
O Senhor Jesus crescia, não apenas em estatura mas em sabedoria e graça, diante de Deus e dos homens.
Vamos ficar por aqui. E pensar um pouco.
Jesus estava com apenas 12 anos. Sabia Sua identidade. Precisamos saber quem somos. Qual nossa identidade. Nosso chamado. Nosso propósito. Mas como isso é possível? http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/qual-identidade-que-carrego.html
Antes de tudo, precisamos conhecê-Lo. Ele se revelará a nós, se O buscarmos. E nos revelará quem somos. Sabendo quem somos, saberemos nosso chamado. Nosso propósito. E a cada passo que dermos, ficará mais claro.
Como dito em Provérbios, “Entretanto, a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando cada vez mais, até a plena iluminação do dia”. – Provérbios 4.18
Está tudo escuro? Comece a caminhar. Com Ele.Um passo após o outro. Seu caminho começará a brilhar, cada vez mais.
Sigamos também Seu exemplo de obediência.
Que possamos crescer em estatura e graça, aos olhos do Pai e dos homens, tal como aconteceu com nosso Senhor.
Continue sua caminhada por Lucas. Nos encontramos na sexta-feira. Até lá.
Anualmente, os pais do Senhor iam a Jerusalém, para comemorar a Páscoa.
Quando Jesus completou doze anos, como sempre, eles estavam lá.
Ao término da festa, seus pais voltaram para casa. Jesus não. Ele ficou em Jerusalém. Não perceberam. Eram várias pessoas. Iam juntos. Em caravanas. Caminhando o dia todo.
Seus pais continuaram a viagem, acreditando que Jesus estava no meio dos parentes e amigos. Eles O procuram. Não encontram. Voltam a Jerusalém.
Depois de três dias, O encontram no templo. Estava sentado entre os mestres, ouvindo-os e fazendo perguntas.
Ah, todos os que O ouviam ficavam maravilhados com Seu entendimento e Suas respostas.
Quando Seus pais O viram, ficaram perplexos.
Como toda mãe, Maria estava angustiada e perguntou-lhe: “Filho, por que você nos fez isto? Seu pai e eu estávamos aflitos, à sua procura”.
A resposta de Jesus é impressionante e direta. Afinal, por que O procuravam? Não sabiam que Ele devia estar na casa de Seu Pai?
Eles não compreenderam. Se alguém mais ouviu, também não compreendeu.
Jesus levanta-se e volta para Nazaré com eles. Ele era obediente.
Sua mãe guardava essas coisas em seu coração. Ainda sem compreender toda a verdade. Tudo o que estava por vir.
O Senhor Jesus crescia, não apenas em estatura mas em sabedoria e graça, diante de Deus e dos homens.
Vamos ficar por aqui. E pensar um pouco.
Jesus estava com apenas 12 anos. Sabia Sua identidade. Precisamos saber quem somos. Qual nossa identidade. Nosso chamado. Nosso propósito. Mas como isso é possível? http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/qual-identidade-que-carrego.html
Antes de tudo, precisamos conhecê-Lo. Ele se revelará a nós, se O buscarmos. E nos revelará quem somos. Sabendo quem somos, saberemos nosso chamado. Nosso propósito. E a cada passo que dermos, ficará mais claro.
Como dito em Provérbios, “Entretanto, a vereda dos justos é como a luz da aurora, que vai brilhando cada vez mais, até a plena iluminação do dia”. – Provérbios 4.18
Está tudo escuro? Comece a caminhar. Com Ele.Um passo após o outro. Seu caminho começará a brilhar, cada vez mais.
Sigamos também Seu exemplo de obediência.
Que possamos crescer em estatura e graça, aos olhos do Pai e dos homens, tal como aconteceu com nosso Senhor.
Continue sua caminhada por Lucas. Nos encontramos na sexta-feira. Até lá.
quarta-feira, 22 de junho de 2016
Só faltam três dias
As escolhas de Josué fizeram dele uma semente que germinou. Germinou e cresceu.
Moisés morreu. O luto passou. O Senhor ordena que Josué se levante, atravesse o Jordão e tome posse da terra.
Consigo ver seu coração acelerado. Aquele povo todo está sob sua responsabilidade.
O que fazer? Quais as atitudes a tomar? Como conseguir conservar o povo unido, focado em conquistar a terra? Como fazer para o povo não escorrer como areia por suas mãos?
Então o Senhor o anima: “Ninguém poderá resistir durante toda a tua vida; assim como estive com Moisés, estarei contigo; jamais te abandonarei, nem te desampararei!” – Josué 1.5
Agora era o líder. E o Senhor o ordena a ser forte, destemido, firme e corajoso. Não para vencer as batalhas, não para montar estratégias de guerras e conquistas, mas para ter o zelo de agir de acordo com todos os Seus mandamentos, não se apartando nem para a direita, nem para a esquerda, para então, ter sucesso em todas as suas realizações.
Para ser o líder que o Senhor desejava que fosse, deveria estar com a Lei do Senhor sempre em seus lábios, meditando nela dia e noite, tendo o cuidado de agir em conformidade com o que estava escrito. Se assim fizesse, seria vitorioso em todas as empreitadas e alcançaria bom êxito.
Após esta ordem do Senhor, Josué mandou que o povo se preparasse. Informou que dentro de três dias entrariam e ocupariam a terra prometida. Três dias. O deserto estava chegando ao fim. Só faltavam três dias.
Então, todos os homens foram circuncidados. Porque todos os homens de guerra, que haviam saído do Egito, morreram no caminho. Tragicamente. Só Josué e Calebe sobreviveram.
Repousaram no acampamento. Até que a dor passasse. Até que fosse apenas uma cicatriz. E o Senhor afirmou: “Hoje removi de sobre vós a humilhação sofrida no Egito”. Depois da dor.
Celebraram a Páscoa, enquanto estavam acampados em Gilgal. Dor. Sofrimento. Cura. Renovação. Novo tempo. Vitória.
Estavam prestes a viver o futuro.
Josué convocou a todos os homens de guerra, inclusive das tribos de Rubem, Gade e a metade da tribo de Manassés a passarem à frente do povo, para guerrearem por Israel e tomarem posse da terra. Responderam em alta voz, que obedeceriam em tudo a Josué, desde que o Senhor fosse com ele, como foi com Moisés. E o animaram, assim como o Senhor havia feito: “Tão somente sê forte e corajoso”! Tinha a promessa de que o Senhor seria com ele, como foi com Moisés. Então, podia prosseguir.
Em nossas vidas passamos por muitas lutas e dificuldades. Quantas vezes estamos a apenas três dias de sair do deserto e tomar posse da nossa terra, mas temos que passar por Gilgal. Lugar de dor e sofrimento.
Anime-se! Depois de Gilgal, o deserto chegará ao fim. São apenas três dias.
Prepare-se! Três dias e o Senhor fará maravilhas em nosso meio. Não podemos desistir. Falta pouco para o deserto acabar.
Moisés morreu. O luto passou. O Senhor ordena que Josué se levante, atravesse o Jordão e tome posse da terra.
Consigo ver seu coração acelerado. Aquele povo todo está sob sua responsabilidade.
O que fazer? Quais as atitudes a tomar? Como conseguir conservar o povo unido, focado em conquistar a terra? Como fazer para o povo não escorrer como areia por suas mãos?
Então o Senhor o anima: “Ninguém poderá resistir durante toda a tua vida; assim como estive com Moisés, estarei contigo; jamais te abandonarei, nem te desampararei!” – Josué 1.5
Agora era o líder. E o Senhor o ordena a ser forte, destemido, firme e corajoso. Não para vencer as batalhas, não para montar estratégias de guerras e conquistas, mas para ter o zelo de agir de acordo com todos os Seus mandamentos, não se apartando nem para a direita, nem para a esquerda, para então, ter sucesso em todas as suas realizações.
Para ser o líder que o Senhor desejava que fosse, deveria estar com a Lei do Senhor sempre em seus lábios, meditando nela dia e noite, tendo o cuidado de agir em conformidade com o que estava escrito. Se assim fizesse, seria vitorioso em todas as empreitadas e alcançaria bom êxito.
Após esta ordem do Senhor, Josué mandou que o povo se preparasse. Informou que dentro de três dias entrariam e ocupariam a terra prometida. Três dias. O deserto estava chegando ao fim. Só faltavam três dias.
Então, todos os homens foram circuncidados. Porque todos os homens de guerra, que haviam saído do Egito, morreram no caminho. Tragicamente. Só Josué e Calebe sobreviveram.
Repousaram no acampamento. Até que a dor passasse. Até que fosse apenas uma cicatriz. E o Senhor afirmou: “Hoje removi de sobre vós a humilhação sofrida no Egito”. Depois da dor.
Celebraram a Páscoa, enquanto estavam acampados em Gilgal. Dor. Sofrimento. Cura. Renovação. Novo tempo. Vitória.
Estavam prestes a viver o futuro.
Josué convocou a todos os homens de guerra, inclusive das tribos de Rubem, Gade e a metade da tribo de Manassés a passarem à frente do povo, para guerrearem por Israel e tomarem posse da terra. Responderam em alta voz, que obedeceriam em tudo a Josué, desde que o Senhor fosse com ele, como foi com Moisés. E o animaram, assim como o Senhor havia feito: “Tão somente sê forte e corajoso”! Tinha a promessa de que o Senhor seria com ele, como foi com Moisés. Então, podia prosseguir.
Em nossas vidas passamos por muitas lutas e dificuldades. Quantas vezes estamos a apenas três dias de sair do deserto e tomar posse da nossa terra, mas temos que passar por Gilgal. Lugar de dor e sofrimento.
Anime-se! Depois de Gilgal, o deserto chegará ao fim. São apenas três dias.
Prepare-se! Três dias e o Senhor fará maravilhas em nosso meio. Não podemos desistir. Falta pouco para o deserto acabar.
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