Leitura do dia 20/09.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Oseias.
Na postagem anterior vimos o julgamento do Senhor contra Israel. E seu grande amor por Seu povo, mesmo afastado dEle.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/oseias-91-1112.html
Hoje caminharemos através dos três últimos capítulos. A partir do capítulo doze.
O Senhor fala que Seu povo se alimenta e corre atrás de inutilidades o dia todo. Acumula mentiras e violência. Faz acordos com a Assíria. E, ao mesmo tempo tenta acordo com o Egito. Mas não busca o Senhor. Não pede Sua ajuda.
Ele está pronto para castigar Seu povo mas, antes, chama-o para que volte. Que pratique amor e justiça. E confie sempre nEle. Não na ajuda de homens.
O povo, no entanto, se comporta como se fosse comerciantes astutos, com balanças desonestas, explorando seus clientes. Enganando às escondidas. Acredita que ficou rico. Que fez fortuna com seu próprio esforço. E sente-se protegido. Ninguém descobriu que enganou. Seu histórico é impecável. Aparentemente.
Mas o Senhor vê todas as coisas. Ele vê como Seu povo se comporta. Serão sentenciados à morte, por causa de seus pecados (Romanos 6.23). Esse é o salário do pecado, a morte.
Antigamente, quando Efraim falava, todo o povo tremia de medo. Respeitavam essa tribo que era muito importante em Israel. Agora, adoram Baal. Selaram sua destruição. Continuam a pecar fazendo ídolos de prata, oferecendo-lhes sacrifícios e beijando-os. Ao invés de amar o Senhor, amam seus ídolos feitos por mãos de homem.
O Senhor lembra que foi Ele quem os tirou do Egito. Não reconhecerão outro deus além dEle. Não há outro Salvador. Ele cuidou de Seu povo no deserto. Mas, quando comeram e ficaram saciados, orgulharam-se e esqueceram-se dEle. Voltando-Lhe as costas.
É triste ver que o Senhor, o único ajudador de Israel, está prestes a destruí-lo. Por causa de seus muitos pecados. Suas fontes ficarão esgotadas. Seus poços secarão. Suas riquezas serão saqueadas. Sofrerão as consequências de suas culpas. Rebelaram-se contra o Senhor. Ficarão sem Seu amparo e proteção.
O pecado de Israel é tão grande que serão mortos pela espada inimiga. Suas crianças e as mulheres grávidas, que deveriam ser cuidadas, serão despedaçadas.
Apesar de todo pecado de Israel, O Senhor os chama para voltarem. Para confessarem seus pecados e voltarem para Ele. Que Lhe peçam perdão. Que reconheçam que a Assíria não os pode salvar. Que seus ídolos não são nadas. Que somente nEle os órfãos encontram misericórdia. Que Ele é o único Salvador.
Seu desejo é esse. Quer curá-los de sua infidelidade. Quer amá-los com todo Seu ser. Tenho que repetir: O Senhor deseja amar Seu povo com todo Seu ser! É demais para mim. Que amor é esse?
https://www.youtube.com/watch?v=xu8Zel1u-6k
Se voltarem, Sua ira desaparecerá para sempre. Ele será para Israel como o orvalho refrescante. Israel florescerá como o lírio. Lançará raízes profundas. Será sólido. Seus ramos se estenderão como belas oliveiras. Terão crescimento. Serão perfumados como os cedros do Líbano. Serão agradáveis. Viverão novamente debaixo de Sua sombra. Crescerão como o trigo. Florescerão como a videira. Terão aroma agradável como os vinhos do Líbano. Basta voltarem para o Senhor. Ficar longe dos ídolos. Afinal, Ele é o que responde suas orações e cuida deles. Ele é com árvore sempre verde. Todos os seus frutos vêm dEle. Como não amá-Lo?
Ah, se Seu povo for sábio, entenderá. Quem tiver discernimento, ouvirá. Seus caminhos são retos. Os justos andam por ele. Mas, os pecadores tropeçam e caem. Nos mesmos caminhos. Incapazes de andar na retidão.
Que sejamos sábios. Que voltemos para o Senhor. Que derrubemos todos os ídolos de nossos corações. Que O amemos. Que possamos receber Seu amor tão grandioso.
Continuamos amanhã. Leremos o livro de Joel. Apenas três capítulos.
Espero você. Até lá.
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quarta-feira, 25 de setembro de 2019
Oseias 12.1-14.9
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domingo, 22 de setembro de 2019
Oseias 9.1-11.12
Leitura do dia 19/09.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Oseias.
Ontem vimos a iniquidade dos reis e príncipes. Também vimos que o juízo do Senhor está próximo. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/oseias-71-814.html
Agora, caminharemos através do capítulos nove a onze.
O Senhor ordena que Israel não se alegre. Com a prostituição, abandonaram-no. Agora, tudo faltará. Os cereais e o vinho novo. Também não permanecerão mais na terra dEle. Serão arrancados de lá. Efraim voltará ao Egito e na Assíria comerão coisas imundas. Chegaram os dias de castigo. Os dias do juízo. O Senhor se lembrará de suas injustiças e castigará seus pecados.
Ele lembra quando encontrou Israel. Era como encontrar uvas em meio ao deserto. Mas eles O deixaram. Foram atrás de Baal-Peor. Consagraram-se à vergonhosa idolatria. Tornaram-se abomináveis. Como o ídolo que amaram. Sim, é verdade. Tornamo-nos semelhantes ao que amamos. Se amamos ídolos inúteis, seremos como eles. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-251-18.html
O Senhor faria Israel próspero e resplandecente como Tiro, mas não quiseram segui-Lo. Agora terão ventres estéreis e seios secos. Suas raízes secaram. Não há mais frutos. Não gerarão filhos. Se os gerarem, serão consumidos pela morte porque afastaram-se do Senhor. Todos os seus príncipes são rebeldes.
Ao invés de serem bênçãos às nações, andarão errantes por elas. Porque não querem ouvir o Senhor.
Ao invés de agradecerem por seu crescimento, quanto mais cresceram, mais levantaram ídolos e altares. Falam palavras vãs. Juram falsamente. Fazem alianças errantes.
Samaria será atemorizada por causa do bezerro de Bete-Áven. Seu povo se lamentará por causa dele. Seus sacerdotes idólatras tremerão. Sua glória se foi. Seu bezerro será levado como presente ao rei da Assíria.
O Senhor ordenou que Israel semeasse em justiça. Ceifasse em misericórdia. Arasse em campos novos. Era (e é) tempo de buscar o Senhor até que Ele viesse e chovesse justiça sobre todos. Mas, araram em malícia. Colheram em perversidade. Comeram o fruto da mentira. Tudo porque confiaram em seus carros e em seus exércitos.
Ah, precisamos obedecer ao Senhor. E confiar somente nEle.
Israel veria a guerra. Suas fortalezas seriam destruídas. As mães, que deveriam ser cuidadas e amparadas por todos, seriam despedaçadas junto com seus filhos. Por causa de sua malícia. Seriam totalmente destruídos.
O Senhor lembra Seu amor por Israel. quando era uma nação pequena, Ele o amou. Do Egito chamou Seu filho. Aqui, uma referência a dois acontecimentos. Ele resgatou Israel do Egito e, quando o Senhor Jesus nasceu, que precisou fugir para o Egito, de lá o Senhor O chamou.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-141-1521.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/nasce-o-desejado-das-nacoes.html
Quanto mais o Senhor chamava Israel, mais afastavam-se de Sua presença. Mais fugiam. Sacrificavam a baalins e queimavam incensos às imagens de esculturas, transformadas em seus ídolos, seus deuses.
Foi Ele quem os ensinara a andar. Ele os tomara em Seus braços. Mas não entenderam que os estava curando. Não atentaram às Suas obras. Ele os atraíra com cordas humanas. Com laços de amor. Fora para eles como um alívio. Como quem alivia o jugo. Inclinara-se para lhes dar alimento. Ainda assim, recusaram converter-se. Por isso, irão em cativeiro para a Assíria. Serão consumidos pela espada. Devorados por causa de seus caprichos. Por serem inclinados a desviar-se dEle. Até olham para cima, mas não O adoram. https://www.youtube.com/watch?v=HwLTTBvzyUE
Apesar disso, o coração do Senhor se comove. Não consegue deixar Israel, entregá-lo. Suas compaixões estão voltadas para ele. Afinal, não é homem. É Deus. Não destruirá Israel. Ele o julgará. Com justo juízo.
Depois, andarão após Ele. E voltarão a habitar em sua própria terra.
As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos. Elas se renovam a cada manhã. Se tal não acontecesse, estaríamos todos perdidos (Lamentações de Jeremias 3.22,23).
Que sejamos obedientes ao Senhor. Ele nos atraiu com Suas cordas de amor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/a-crucificacao-de-jesus.html
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo doze. Até o capítulo quatorze.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Oseias.
Ontem vimos a iniquidade dos reis e príncipes. Também vimos que o juízo do Senhor está próximo. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/oseias-71-814.html
Agora, caminharemos através do capítulos nove a onze.
O Senhor ordena que Israel não se alegre. Com a prostituição, abandonaram-no. Agora, tudo faltará. Os cereais e o vinho novo. Também não permanecerão mais na terra dEle. Serão arrancados de lá. Efraim voltará ao Egito e na Assíria comerão coisas imundas. Chegaram os dias de castigo. Os dias do juízo. O Senhor se lembrará de suas injustiças e castigará seus pecados.
Ele lembra quando encontrou Israel. Era como encontrar uvas em meio ao deserto. Mas eles O deixaram. Foram atrás de Baal-Peor. Consagraram-se à vergonhosa idolatria. Tornaram-se abomináveis. Como o ídolo que amaram. Sim, é verdade. Tornamo-nos semelhantes ao que amamos. Se amamos ídolos inúteis, seremos como eles. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-251-18.html
O Senhor faria Israel próspero e resplandecente como Tiro, mas não quiseram segui-Lo. Agora terão ventres estéreis e seios secos. Suas raízes secaram. Não há mais frutos. Não gerarão filhos. Se os gerarem, serão consumidos pela morte porque afastaram-se do Senhor. Todos os seus príncipes são rebeldes.
Ao invés de serem bênçãos às nações, andarão errantes por elas. Porque não querem ouvir o Senhor.
Ao invés de agradecerem por seu crescimento, quanto mais cresceram, mais levantaram ídolos e altares. Falam palavras vãs. Juram falsamente. Fazem alianças errantes.
Samaria será atemorizada por causa do bezerro de Bete-Áven. Seu povo se lamentará por causa dele. Seus sacerdotes idólatras tremerão. Sua glória se foi. Seu bezerro será levado como presente ao rei da Assíria.
O Senhor ordenou que Israel semeasse em justiça. Ceifasse em misericórdia. Arasse em campos novos. Era (e é) tempo de buscar o Senhor até que Ele viesse e chovesse justiça sobre todos. Mas, araram em malícia. Colheram em perversidade. Comeram o fruto da mentira. Tudo porque confiaram em seus carros e em seus exércitos.
Ah, precisamos obedecer ao Senhor. E confiar somente nEle.
Israel veria a guerra. Suas fortalezas seriam destruídas. As mães, que deveriam ser cuidadas e amparadas por todos, seriam despedaçadas junto com seus filhos. Por causa de sua malícia. Seriam totalmente destruídos.
O Senhor lembra Seu amor por Israel. quando era uma nação pequena, Ele o amou. Do Egito chamou Seu filho. Aqui, uma referência a dois acontecimentos. Ele resgatou Israel do Egito e, quando o Senhor Jesus nasceu, que precisou fugir para o Egito, de lá o Senhor O chamou.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-141-1521.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/nasce-o-desejado-das-nacoes.html
Quanto mais o Senhor chamava Israel, mais afastavam-se de Sua presença. Mais fugiam. Sacrificavam a baalins e queimavam incensos às imagens de esculturas, transformadas em seus ídolos, seus deuses.
Foi Ele quem os ensinara a andar. Ele os tomara em Seus braços. Mas não entenderam que os estava curando. Não atentaram às Suas obras. Ele os atraíra com cordas humanas. Com laços de amor. Fora para eles como um alívio. Como quem alivia o jugo. Inclinara-se para lhes dar alimento. Ainda assim, recusaram converter-se. Por isso, irão em cativeiro para a Assíria. Serão consumidos pela espada. Devorados por causa de seus caprichos. Por serem inclinados a desviar-se dEle. Até olham para cima, mas não O adoram. https://www.youtube.com/watch?v=HwLTTBvzyUE
Apesar disso, o coração do Senhor se comove. Não consegue deixar Israel, entregá-lo. Suas compaixões estão voltadas para ele. Afinal, não é homem. É Deus. Não destruirá Israel. Ele o julgará. Com justo juízo.
Depois, andarão após Ele. E voltarão a habitar em sua própria terra.
As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos. Elas se renovam a cada manhã. Se tal não acontecesse, estaríamos todos perdidos (Lamentações de Jeremias 3.22,23).
Que sejamos obedientes ao Senhor. Ele nos atraiu com Suas cordas de amor. http://www.espalhandoasemente.com/2018/01/a-crucificacao-de-jesus.html
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo doze. Até o capítulo quatorze.
Espero você. Até lá.
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Oseias 7.1-8.14
Leitura do dia 18/09.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Oseias.
Ontem vimos as advertências do Senhor, ao Seu povo e aos sacerdotes. Que se prostituíram com outros deuses.
Também vimos o clamor de Oseias para que todos se voltassem ao Senhor e O conhecessem. Quando O buscamos, Ele se revela.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/oseias-41-611.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos sete e oito.
O Senhor fala que quando se dispõe em mudar a sorte de Seu povo, eles se desviam mais ainda. Praticam maldade e falsidade. Por dentro há ladrões, por fora uma horda de salteadores. Todos são adúlteros. O povo, os sacerdotes, o rei, o príncipe. Corromperam-se com o vinho. Não há ninguém que O invoque. Consomem os juízes. Não há mais justiça.
Efraim se misturou com os povos que não temem o Senhor. Isso consumiu suas forças. Fez com que envelhecesse. Mas está tão envolvido que não consegue perceber. Não tem mais entendimento. Perdeu-se por completo.
O desejo do Senhor é remi-los, mas só falam mentiras sobre Ele. Fugiram e se rebelaram. Não O buscam. Ajuntam-se para comer e beber, não para buscá-Lo. Rebelaram-se contra Ele. Embora tenha sido Ele quem os ensinou e os fortaleceu, maquinam contra Ele. Voltam-se para seus ídolos. Suas línguas cheias de insolência.
Porque Israel rejeitou o bem, será castigado. Será perseguido pelo inimigo.
Fizeram tudo sem consultar o Senhor. Por causa de seus ídolos serão destruídos. Semearam ventos, colherão tempestade. Não haverá seara. Se houver, não as comerão. Será dada a outros.
Israel foi devorado por causa de seus pecados. Agora está entre as nações como coisa que ninguém deseja. Quando deveria ser benção para elas, é apenas algo inútil, indesejado (Gênesis 12.1-3).
Não conseguem entender Sua palavra. Não conseguem decifrar Seus preceitos. São estranhos para eles. Porque não O conhecem. Perderam os ouvidos que deviam ouvir.
Israel se esqueceu de Seu Criador. Edificou palácios. Judá multiplicou cidades fortes. Acreditam que isso é prosperidade. Que é crescer. Mas estão longe do Senhor. E serão julgados.
Que nada nos afaste de nosso Criador. Que não desejemos crescer sem Ele. Nada tem valor se Ele não estiver conosco. Se não tivermos Sua benção e Sua companhia. Não existe nada melhor que Ele.
https://www.youtube.com/watch?v=wEO1YRxqG1A
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo nove. Até o capítulo onze.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de Oseias.
Ontem vimos as advertências do Senhor, ao Seu povo e aos sacerdotes. Que se prostituíram com outros deuses.
Também vimos o clamor de Oseias para que todos se voltassem ao Senhor e O conhecessem. Quando O buscamos, Ele se revela.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/oseias-41-611.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos sete e oito.
O Senhor fala que quando se dispõe em mudar a sorte de Seu povo, eles se desviam mais ainda. Praticam maldade e falsidade. Por dentro há ladrões, por fora uma horda de salteadores. Todos são adúlteros. O povo, os sacerdotes, o rei, o príncipe. Corromperam-se com o vinho. Não há ninguém que O invoque. Consomem os juízes. Não há mais justiça.
Efraim se misturou com os povos que não temem o Senhor. Isso consumiu suas forças. Fez com que envelhecesse. Mas está tão envolvido que não consegue perceber. Não tem mais entendimento. Perdeu-se por completo.
O desejo do Senhor é remi-los, mas só falam mentiras sobre Ele. Fugiram e se rebelaram. Não O buscam. Ajuntam-se para comer e beber, não para buscá-Lo. Rebelaram-se contra Ele. Embora tenha sido Ele quem os ensinou e os fortaleceu, maquinam contra Ele. Voltam-se para seus ídolos. Suas línguas cheias de insolência.
Porque Israel rejeitou o bem, será castigado. Será perseguido pelo inimigo.
Fizeram tudo sem consultar o Senhor. Por causa de seus ídolos serão destruídos. Semearam ventos, colherão tempestade. Não haverá seara. Se houver, não as comerão. Será dada a outros.
Israel foi devorado por causa de seus pecados. Agora está entre as nações como coisa que ninguém deseja. Quando deveria ser benção para elas, é apenas algo inútil, indesejado (Gênesis 12.1-3).
Não conseguem entender Sua palavra. Não conseguem decifrar Seus preceitos. São estranhos para eles. Porque não O conhecem. Perderam os ouvidos que deviam ouvir.
Israel se esqueceu de Seu Criador. Edificou palácios. Judá multiplicou cidades fortes. Acreditam que isso é prosperidade. Que é crescer. Mas estão longe do Senhor. E serão julgados.
Que nada nos afaste de nosso Criador. Que não desejemos crescer sem Ele. Nada tem valor se Ele não estiver conosco. Se não tivermos Sua benção e Sua companhia. Não existe nada melhor que Ele.
https://www.youtube.com/watch?v=wEO1YRxqG1A
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo nove. Até o capítulo onze.
Espero você. Até lá.
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Semear vento
segunda-feira, 1 de abril de 2019
1 Reis 11.26-43
Na postagem anterior, vimos que Salomão abandonou o Senhor. Seguiu atrás dos deuses de suas muitas mulheres. Que triste!
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-111-25.html
Continuamos nossa caminhada pelas páginas do capítulo onze. Do versículo vinte e seis em diante.
Falamos que o Senhor levantou inimigos que fizeram guerras contra Salomão. Agora falaremos de Jeroboão.
Era filho de Nebate, de Efraim. Servo de Salomão. Um homem valente, talentoso e competente.
Quando Salomão viu o quanto era bom trabalhador, encarregou-o da coordenação de todos que realizavam trabalhos forçados e que pertenciam às tribos de José. Lembra? Efraim e Manassés.
Certo dia, nesta época em que era o coordenador do rei, Jeroboão saiu de Jerusalém. Aías, o profeta de Siló, encontrou-se com ele no caminho.
Aías usava uma capa nova. Ele agarrou sua capa com toda força e a rasgou. Em doze pedaços.
Imagine a cena. Você andando pela estrada. De repente, um profeta, que normalmente não tem roupas novas, está com uma capa linda, novinha. Ele o vê. Pega em sua própria capa. Com toda força. Rasga em doze pedaços. Vem em sua direção. E lhe entrega dez pedaços.
Aías entregou dez pedaços a Jeroboão. E declarou: “Assim diz o Senhor, Deus de Israel: Eis que arrancarei o reino das mãos de Salomão e lhe darei dez tribos”.
O Senhor disse a Jeroboão que deixaria Salomão com uma tribo como demonstração de Seu amor para com Davi e Jerusalém. Explicou a Jeroboão que agiria dessa força porque Salomão e seu reino haviam-No abandonado, preferindo adorar Astarote, a deusa dos sidônios, Camos, deus dos moabitas e Moloque, deus dos amonitas. Não buscaram andar em Seus caminhos. Não fizeram o que Ele aprova, nem obedeceram Seus estatutos e mandamentos, como Davi.
O Senhor ainda disse que não tiraria o reino das mãos de Salomão. Tiraria da mão de seu filho e daria a ele dez tribos. Uma ficaria com o filho de Salomão para que Davi sempre tivesse uma lâmpada diante do Senhor, em Jerusalém, cidade que havia separado afetuosamente para estabelecer Seu Nome.
Na verdade, duas tribos ficariam com os descendentes de Davi, Judá e Benjamim.
O Senhor também disse que levantaria Jeroboão e o faria reinar sobre tudo que seu coração desejasse. Seria rei sobre Israel. Mas havia uma condição. Deveria atentar para tudo que o Senhor lhe ordenasse, andar em Seus caminhos e praticar o que era justo e certo aos Seus olhos, obedecendo às Suas orientações e mandamentos, como Davi fizera. O Senhor mesmo estaria com Ele e firmaria para ele uma dinastia perene, como fez com Davi.
Que privilégio de Jeroboão. Ouvir essas palavras do Senhor! Até uma dinastia perene, como a Davi. E o Senhor ainda lhe explica porque não lhe dará Israel todo. Uau! Que homem deveria ser Jeroboão!
E então, sabe o que acontece? Se você se lembrou de Saul, acertou.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/saul-podia-ter-dado-certo.html
Salomão procurou matar Jeroboão. Ele precisou fugir. Fugiu para o Egito, para Sisaque, o rei. Lá ficou, até a morte de Salomão.
Como é triste ver que Salomão se desviou do Senhor. E perdeu sua identidade. Como Saul.
Quando abandonamos o Senhor, não nos perdemos apenas dEle. Perdemo-nos de nós mesmos.
Quem não sabe quem é, normalmente persegue aquele que tem um destino e quer alcançá-lo. Foi o que fez Saul com Davi. E o que fez Salomão com Jeroboão.
Nossa identidade está em Deus. Ele, que nos criou, sabe quem somos. E nos revela.
Salomão morreu. Foi sepultado na Cidade de Davi. Seu filho, Roboão, reinou em seu lugar.
E agora? Como será? Jeroboão e Roboão reinarão? Como será essa divisão? Dez tribos para Jeroboão e duas para Roboão? Dará certo?
Veremos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Texto semelhante:
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/reino-dividido.html
quarta-feira, 27 de março de 2019
2 Samuel 18.1-18
Leitura do dia 27/03.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Samuel. Estamos quase chegando ao fim.
Nas postagens anteriores, vimos Absalão deixar-se dominar pela amargura. E rebelar-se completamente contra seu pai e rei. Ele toma o trono e Davi foge de Jerusalém. Ziba encontra Davi com mantimentos. Simei o amaldiçoa. Aitofel, seu conselheiro, alia-se a Absalão. Husai, amigo de Davi, consegue contestar o conselho de Aitofel. Aitofel se mata. Husai avisa Davi dos planos de Absalão.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-151-37.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-161-23.html
Vimos também os valorosos amigos de Davi que esperavam por ele e os que o acompanhavam, com tudo que precisavam, sabendo que estariam muitos famintos, cansados e sedentos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-171-28.html
Hoje leremos os capítulos de dezoito a vinte.
Na primeira postagem, o capítulo dezoito. Até o versículo 18.
É hora de guerrear. Enfrentar Absalão.
Davi passa em revista seus soldados. Nomeia generais e capitães. Divide seu exército em três grupos. Seus comandantes são Joabe; Abisai, seu irmão; e Itai, de Gate.
O rei disse que iria com eles. Agora não quer ficar de fora. A última vez que ficou foi devastador para si http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-111-27.html. Mas, neste caso, seus homens dizem que ele é muito importante para arriscar sua vida. Vale por dez mil de seus soldados. Não o deixam ir.
Davi concorda. Fica em Maanaim. Mas, não está dormindo tranquilamente ou passeando à toa. Está junto ao portão da cidade. Enquanto seus soldados saem em grupos de cem e de mil.
Antes do exército sair, o rei disse a seus três comandantes, diante de todos, que por sua causa, tratassem a Absalão com bondade. Seu coração está sangrando.
A batalha começou nos bosques de Efraim. E foi violenta. Vinte mil homens perderam a vida. Morreram mais homens por causa do bosque do que da espada. O exército de Israel foi derrotado.
Absalão encontrou cara a cara com alguns homens de Davi. Tentou fugir. Ficou preso nos galhos de uma árvore. Seus cabelos ficaram enroscados. A mula em que estava continuou e ele ficou suspenso.
Um soldado contou a Joabe onde Absalão estava. Joabe repreendeu-o por não tê-lo matado. Disse que teria dado a ele dez peças de prata e um cinturão de guerreiro.
O soldado responde que não podia cometer tal traição contra o rei. Todos ouviram quando pediu que tratassem Absalão com bondade. Não mataria Absalão nem por mil peças (aproximadamente doze quilos) de prata.
Joabe disse que não perderia mais tempo com ele. Foi até onde estava Absalão. Pegou três dardos. Atravessou seu peito, enquanto ainda estava vivo. Dez de seus escudeiros o cercaram e o mataram.
Que cena terrível. O comandante do exército de Davi mata o homem que Davi pedira para ser tratado com bondade, seu filho.
Joabe é extremamente passional. Viu Davi triste por causa de Absalão, encontrou uma forma de trazê-lo de volta. Mas, agora que Absalão trai o rei, ele o mata, sem compaixão. Sem lembrar das palavras de Davi.
Quando Absalão estava morto, Joabe tocou a trombeta. Seus homens pararam. Israel fugiu.
Os homens de Joabe enterraram Absalão numa cova profunda. E colocaram pedras sobre ela.
A história de Absalão também poderia ter sido diferente. Mas, suas escolhas o levaram à morte. Sim, permitiu que a raiz de amargura se transformasse em uma imensa árvore. E morreu agarrado nela. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/saul-podia-ter-dado-certo.html
Essa amargura dominou tanto sua vida a ponto de construir um monumento para si mesmo, chamado “Monumento de Absalão”. Ele o ergueu porque dizia que não tinha nenhum filho para dar continuidade ao seu nome. Tinha três filhos. E uma filha. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-1323-1433.html
A amargura nos afasta de todos e de tudo. E nos leva à morte. Sempre. Precisamos encarar o que nos deixa amargurados. Resolver. Perdoar. E seguir em frente.
Antes de continuar, quero convidá-lo a ler o texto "Absalão e sua destrutiva amargura".
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/absalao-e-sua-destrutiva-amargura.html
Espero você na próxima postagem. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelo livro de 2 Samuel. Estamos quase chegando ao fim.
Nas postagens anteriores, vimos Absalão deixar-se dominar pela amargura. E rebelar-se completamente contra seu pai e rei. Ele toma o trono e Davi foge de Jerusalém. Ziba encontra Davi com mantimentos. Simei o amaldiçoa. Aitofel, seu conselheiro, alia-se a Absalão. Husai, amigo de Davi, consegue contestar o conselho de Aitofel. Aitofel se mata. Husai avisa Davi dos planos de Absalão.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-151-37.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-161-23.html
Vimos também os valorosos amigos de Davi que esperavam por ele e os que o acompanhavam, com tudo que precisavam, sabendo que estariam muitos famintos, cansados e sedentos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-171-28.html
Hoje leremos os capítulos de dezoito a vinte.
Na primeira postagem, o capítulo dezoito. Até o versículo 18.
É hora de guerrear. Enfrentar Absalão.
Davi passa em revista seus soldados. Nomeia generais e capitães. Divide seu exército em três grupos. Seus comandantes são Joabe; Abisai, seu irmão; e Itai, de Gate.
O rei disse que iria com eles. Agora não quer ficar de fora. A última vez que ficou foi devastador para si http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-111-27.html. Mas, neste caso, seus homens dizem que ele é muito importante para arriscar sua vida. Vale por dez mil de seus soldados. Não o deixam ir.
Davi concorda. Fica em Maanaim. Mas, não está dormindo tranquilamente ou passeando à toa. Está junto ao portão da cidade. Enquanto seus soldados saem em grupos de cem e de mil.
Antes do exército sair, o rei disse a seus três comandantes, diante de todos, que por sua causa, tratassem a Absalão com bondade. Seu coração está sangrando.
A batalha começou nos bosques de Efraim. E foi violenta. Vinte mil homens perderam a vida. Morreram mais homens por causa do bosque do que da espada. O exército de Israel foi derrotado.
Absalão encontrou cara a cara com alguns homens de Davi. Tentou fugir. Ficou preso nos galhos de uma árvore. Seus cabelos ficaram enroscados. A mula em que estava continuou e ele ficou suspenso.
Um soldado contou a Joabe onde Absalão estava. Joabe repreendeu-o por não tê-lo matado. Disse que teria dado a ele dez peças de prata e um cinturão de guerreiro.
O soldado responde que não podia cometer tal traição contra o rei. Todos ouviram quando pediu que tratassem Absalão com bondade. Não mataria Absalão nem por mil peças (aproximadamente doze quilos) de prata.
Joabe disse que não perderia mais tempo com ele. Foi até onde estava Absalão. Pegou três dardos. Atravessou seu peito, enquanto ainda estava vivo. Dez de seus escudeiros o cercaram e o mataram.
Que cena terrível. O comandante do exército de Davi mata o homem que Davi pedira para ser tratado com bondade, seu filho.
Joabe é extremamente passional. Viu Davi triste por causa de Absalão, encontrou uma forma de trazê-lo de volta. Mas, agora que Absalão trai o rei, ele o mata, sem compaixão. Sem lembrar das palavras de Davi.
Quando Absalão estava morto, Joabe tocou a trombeta. Seus homens pararam. Israel fugiu.
Os homens de Joabe enterraram Absalão numa cova profunda. E colocaram pedras sobre ela.
A história de Absalão também poderia ter sido diferente. Mas, suas escolhas o levaram à morte. Sim, permitiu que a raiz de amargura se transformasse em uma imensa árvore. E morreu agarrado nela. http://www.espalhandoasemente.com/2016/01/saul-podia-ter-dado-certo.html
Essa amargura dominou tanto sua vida a ponto de construir um monumento para si mesmo, chamado “Monumento de Absalão”. Ele o ergueu porque dizia que não tinha nenhum filho para dar continuidade ao seu nome. Tinha três filhos. E uma filha. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/2-samuel-1323-1433.html
A amargura nos afasta de todos e de tudo. E nos leva à morte. Sempre. Precisamos encarar o que nos deixa amargurados. Resolver. Perdoar. E seguir em frente.
Antes de continuar, quero convidá-lo a ler o texto "Absalão e sua destrutiva amargura".
http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/absalao-e-sua-destrutiva-amargura.html
Espero você na próxima postagem. Até já.
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sexta-feira, 22 de março de 2019
2 Samuel 1.1-3.1
Leitura do dia 22/03.
Começamos uma nova caminhada. Um novo livro nos espera, 2 Samuel.
Ontem vimos que os filisteus ficaram com medo de Davi e seus homens irem para a guerra e se voltarem contra eles. Ziclague foi saqueada. Davi e seus homens se desesperam, mas Davi encontra ânimo no Senhor. Pede instruções. Vai atrás dos saqueadores e recupera tudo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-291-3031.html
Também vimos, com grande tristeza, a derrota do exército de Israel. E a morte e Saul e seus três filhos. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-311-13.html
E terminamos o livro de 1 Samuel.http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/i-samuel-tesouro-inesgotavel.html
Agora, leremos os três primeiros capítulos de 2 Samuel.
Davi regressou a Ziclague. Ficou ali dois dias. No terceiro dia um homem, amalequita, veio correndo até ele. Contou-lhe da grande derrota de Israel diante dos filisteus, bem como da morte de Saul e Jônatas.
Davi quis saber como ele tivera conhecimento da morte dos dois. O jovem contou que viu Saul sobre sua espada. Quase morto. Sofrendo muito. Ele pediu que o matasse. Sua dor era insuportável. Queria morrer.
O homem disse que o matou. Em seguida, pegou sua coroa e seu bracelete e os levou a Davi.
Quando Davi e seus homens ouviram a notícia rasgaram suas vestes. Lamentaram, choraram e jejuaram o dia todo. Por Saul e Jônatas. Pelo exército do Senhor e por Israel. Muitos haviam morrido naquele dia.
Davi perguntou ao jovem que trouxera a notícia, como ele não temera matar o ungido do Senhor. Chamou um de seus soldados e mandou que o matassem. Disse-lhe que ele próprio se condenou quando afirmou que matara o ungido do Senhor.
Davi, poeta e músico, entoou um cântico fúnebre para Saul e Jônatas. Ordenou que se ensinasse ao povo de Judá. O cântico do Arco. Um cântico notadamente triste.
Os valentes de Israel caíram. Jônatas está morto sobre os montes.
Davi chora por ele, seu irmão, seu amigo querido que tanto estimava. Seu amor por Davi era precioso, mais que o amor das mulheres. Um amor puro. Sem interesses.
É imensamente triste quando perdemos um amigo!
Depois disso, Davi não saiu feito um louco por Israel se autoproclamando rei. Sabia que era rei. Mas não se ungiria. Ele orou. Perguntou ao Senhor se devia voltar para alguma das cidades de Judá. O Senhor lhe respondeu que sim. Davi perguntou qual cidade. E o Senhor lhe indicou Hebrom.
Ele, seus homens e suas famílias partiram. Estabeleceram-se nos povoados vizinhos a Hebrom.
Os homens de Judá foram até ele e o ungiram rei sobre Judá. Como deveria ser. Foi ungido pelo Senhor e, agora, reconhecido pelos homens, que o colocaram na posição de rei.
Ele ficou sabendo que os homens de Jabes-Gileade deram a Saul e seus filhos um sepultamento digno. Enviou-lhes uma mensagem abençoando-os. Que o Senhor os recompensasse. Mas não apenas o Senhor, ele os recompensaria também. Aproveitou a mensagem e disse que havia sido ungido rei sobre Judá.
Mas, Abner, chefe do exército de Saul, que saiu ileso da batalha, havia levado Isbosete, filho de Saul, para Maanaim. Lá o proclamou rei sobre Gileade, Jezreel, Efraim, Benjamim, sobre a terra dos assuritas e todo o restante de Israel.
Enquanto isso, o povo de Judá permaneceu leal a Davi. Hebron tornou-se a capital. Ele reinou sobre Judá durante sete anos e meio.
Um dia, o exército de Israel, conduzido por Abner e o exército de Judá, conduzido por Joabe, entraram em guerra. Antes de batalharem corpo a corpo, Abner sugeriu que alguns guerreiros lutassem em confronto direto. Como Golias sugerira. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-171-57.html
Doze soldados de Benjamim contra doze soldados de Davi. Eles se agarraram pela cabeça e cravaram a espada. Um ao lado do outro. Todos morreram. Juntos.
Então, a batalha começou. Os soldados de Davi derrotaram os soldados de Abner.
Asael, que era irmão de Joabe e Abisai e, corria como uma gazela, saiu em perseguição a Abner.
Lembra que Davi disse que Abner era incomparável? Pois é. Pediu duas vezes para que Asael parasse de perseguí-lo. Não queria matá-lo. Não sabia como encararia Joabe. Mas Asael não parou. Abner o matou. Com a parte de trás de sua lança.
Asael caiu morto no chão. Todos que passavam por ele, paravam.
Joabe e Abisai saíram em perseguição a Abner. Já estava anoitecendo.
Abner gritou para que Joabe parasse. Será que não percebia que aquela batalha só traria amargura?
É muito triste ver irmãos lutando entre si. Eram todos filhos de um mesmo pai, Jacó. Agora, estavam ali se matando.
Joabe o atendeu. Tocou a trombeta e os homens pararam de perseguir o exército de Israel.
Naquele dia, quando fizeram a contagem, dezenove homens além de Asael morreram, dos soldados de Davi. Dos soldados de Israel, trezentos e sessenta.
Joabe e seus homens levaram o corpo de Asael a Belém. Enterram-no lá. Na sepultura de seu pai. Depois, caminharam a noite toda até chegarem a Hebrom.
Assim, começou uma guerra entre a família de Saul e a de Davi. A de Davi, cada dia mais se fortalecia, enquanto a de Saul se enfraquecia.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Começamos uma nova caminhada. Um novo livro nos espera, 2 Samuel.
Ontem vimos que os filisteus ficaram com medo de Davi e seus homens irem para a guerra e se voltarem contra eles. Ziclague foi saqueada. Davi e seus homens se desesperam, mas Davi encontra ânimo no Senhor. Pede instruções. Vai atrás dos saqueadores e recupera tudo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-291-3031.html
Também vimos, com grande tristeza, a derrota do exército de Israel. E a morte e Saul e seus três filhos. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-311-13.html
E terminamos o livro de 1 Samuel.http://www.espalhandoasemente.com/2016/02/i-samuel-tesouro-inesgotavel.html
Agora, leremos os três primeiros capítulos de 2 Samuel.
Davi regressou a Ziclague. Ficou ali dois dias. No terceiro dia um homem, amalequita, veio correndo até ele. Contou-lhe da grande derrota de Israel diante dos filisteus, bem como da morte de Saul e Jônatas.
Davi quis saber como ele tivera conhecimento da morte dos dois. O jovem contou que viu Saul sobre sua espada. Quase morto. Sofrendo muito. Ele pediu que o matasse. Sua dor era insuportável. Queria morrer.
O homem disse que o matou. Em seguida, pegou sua coroa e seu bracelete e os levou a Davi.
Quando Davi e seus homens ouviram a notícia rasgaram suas vestes. Lamentaram, choraram e jejuaram o dia todo. Por Saul e Jônatas. Pelo exército do Senhor e por Israel. Muitos haviam morrido naquele dia.
Davi perguntou ao jovem que trouxera a notícia, como ele não temera matar o ungido do Senhor. Chamou um de seus soldados e mandou que o matassem. Disse-lhe que ele próprio se condenou quando afirmou que matara o ungido do Senhor.
Davi, poeta e músico, entoou um cântico fúnebre para Saul e Jônatas. Ordenou que se ensinasse ao povo de Judá. O cântico do Arco. Um cântico notadamente triste.
Os valentes de Israel caíram. Jônatas está morto sobre os montes.
Davi chora por ele, seu irmão, seu amigo querido que tanto estimava. Seu amor por Davi era precioso, mais que o amor das mulheres. Um amor puro. Sem interesses.
É imensamente triste quando perdemos um amigo!
Depois disso, Davi não saiu feito um louco por Israel se autoproclamando rei. Sabia que era rei. Mas não se ungiria. Ele orou. Perguntou ao Senhor se devia voltar para alguma das cidades de Judá. O Senhor lhe respondeu que sim. Davi perguntou qual cidade. E o Senhor lhe indicou Hebrom.
Ele, seus homens e suas famílias partiram. Estabeleceram-se nos povoados vizinhos a Hebrom.
Os homens de Judá foram até ele e o ungiram rei sobre Judá. Como deveria ser. Foi ungido pelo Senhor e, agora, reconhecido pelos homens, que o colocaram na posição de rei.
Ele ficou sabendo que os homens de Jabes-Gileade deram a Saul e seus filhos um sepultamento digno. Enviou-lhes uma mensagem abençoando-os. Que o Senhor os recompensasse. Mas não apenas o Senhor, ele os recompensaria também. Aproveitou a mensagem e disse que havia sido ungido rei sobre Judá.
Mas, Abner, chefe do exército de Saul, que saiu ileso da batalha, havia levado Isbosete, filho de Saul, para Maanaim. Lá o proclamou rei sobre Gileade, Jezreel, Efraim, Benjamim, sobre a terra dos assuritas e todo o restante de Israel.
Enquanto isso, o povo de Judá permaneceu leal a Davi. Hebron tornou-se a capital. Ele reinou sobre Judá durante sete anos e meio.
Um dia, o exército de Israel, conduzido por Abner e o exército de Judá, conduzido por Joabe, entraram em guerra. Antes de batalharem corpo a corpo, Abner sugeriu que alguns guerreiros lutassem em confronto direto. Como Golias sugerira. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/1-samuel-171-57.html
Doze soldados de Benjamim contra doze soldados de Davi. Eles se agarraram pela cabeça e cravaram a espada. Um ao lado do outro. Todos morreram. Juntos.
Então, a batalha começou. Os soldados de Davi derrotaram os soldados de Abner.
Asael, que era irmão de Joabe e Abisai e, corria como uma gazela, saiu em perseguição a Abner.
Lembra que Davi disse que Abner era incomparável? Pois é. Pediu duas vezes para que Asael parasse de perseguí-lo. Não queria matá-lo. Não sabia como encararia Joabe. Mas Asael não parou. Abner o matou. Com a parte de trás de sua lança.
Asael caiu morto no chão. Todos que passavam por ele, paravam.
Joabe e Abisai saíram em perseguição a Abner. Já estava anoitecendo.
Abner gritou para que Joabe parasse. Será que não percebia que aquela batalha só traria amargura?
É muito triste ver irmãos lutando entre si. Eram todos filhos de um mesmo pai, Jacó. Agora, estavam ali se matando.
Joabe o atendeu. Tocou a trombeta e os homens pararam de perseguir o exército de Israel.
Naquele dia, quando fizeram a contagem, dezenove homens além de Asael morreram, dos soldados de Davi. Dos soldados de Israel, trezentos e sessenta.
Joabe e seus homens levaram o corpo de Asael a Belém. Enterram-no lá. Na sepultura de seu pai. Depois, caminharam a noite toda até chegarem a Hebrom.
Assim, começou uma guerra entre a família de Saul e a de Davi. A de Davi, cada dia mais se fortalecia, enquanto a de Saul se enfraquecia.
Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
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domingo, 10 de março de 2019
Juízes 19.1-30
Leitura do dia 10/03.
Na postagem anterior vimos a tribo de Dã eleger uma escultura como deus. E tomar um levita para sacerdote, de um ídolo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-181-31.html
Agora, continuamos através do capítulo dezenove.
Israel continua sem líder. Cada um fazendo o que bem entende.
Um levita, que morava na região montanhosa de Efraim levou para sua casa uma mulher de Belém, para ser sua concubina.
Um dia ela ficou muito irada com ele. E foi embora. Voltou para a casa de seu pai.
Depois de passados quatro meses, ele foi a Belém. Queria reconquistá-la e convencê-la a voltar para Efraim.
Quando chegou, ela o levou a seu sogro, que o recebeu com alegria. O sogro insistiu que ficassem alguns dias. Eles ficaram três dias. No quarto dia, quando era para pegar a estrada, o sogro insistiu com o genro que ficasse, jantasse, bebesse e se alegrasse. No dia seguinte partiriam.
No quinto dia, o levita estava decidido a ir. Embora fosse tarde, partiram.
Quando estavam próximo a Jerusalém, seu servo sugeriu que passassem a noite ali. O levita respondeu que não era bom passar a noite em uma cidade estrangeira.
Caminharam mais um pouco e chegaram à Gibeá, no território de Benjamim. Pararam ali. Eram seus irmãos. Seriam recebidos. Estariam seguros.
Era costume à época, permanecer na praça da cidade até que fossem convidados a passar a noite na casa de alguém.
Eles ficaram na praça. Mas ninguém os convidou.
Quando anoiteceu, um homem idoso voltava do trabalho e os viu. Perguntou-lhes de onde vinham e para onde iam. Ele era da região montanhosa de Efraim.
O levita respondeu. Também disse que tinham tudo que precisavam. Palha e forragem para os jumentos. Bastante pão e vinho para eles. Mesmo assim, ninguém os convidara.
Haviam se afastado tanto dos mandamentos, leis e decretos do Senhor, que não se importavam mais que alguém dormisse ao relento. Ainda que tivessem bastante pão e vinho.
O idoso os levou para casa. Os jumentos foram alimentados. Lavaram os pés. Comeram e beberam.
Enquanto estavam se alegrando com a bebida, alguns homens perversos cercaram a casa do idoso. Gritaram que levassem o homem para fora. Queriam manter relações com ele.
Quando um homem era hospedado por outro, tornava-se sua responsabilidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1816-1929.html
O idoso pediu que não fizessem aquilo. Seria muito vergonhoso. Ofereceu sua filha virgem e a concubina do homem.
E, para nosso total espanto, disse que podiam violentá-las e fazer o que quisessem com elas.
Eles não queriam. Queriam o levita. Continuaram insistindo.
Então, para meu total desespero, o levita empurra sua concubina porta afora.
Que terrível é viver sem uma liderança temente ao Senhor!
Fico pensando porque essa mulher havia se irado e voltado para sua casa, deixando seu marido. Agora, é jogada porta afora, para ser violentada por homens que não tem um mínimo de dignidade. Totalmente perversos.
Eles abusaram dela. Foi estuprada a noite toda. Ao amanhecer, largaram-na.
Ela conseguiu voltar para a casa onde seu marido estava hospedado. Caiu junto à porta. Ficou ali.
O marido levantou-se para seguir viagem. Quando a viu, falou para ela levantar-se! Iam embora.
Quanta falta de humanidade neste homem. E ainda era um levita!
Além de ter empurrado sua mulher para o covil, não teve compaixão dela.
A mulher não levantou. Não houve resposta. Estava morta.
Ele tomou seu corpo e a levou para casa. Quando chegou, pegou uma faca e desmembrou o corpo. Em doze pedaços. Enviou um pedaço para cada tribo de Israel.
Para mim, esta é uma das histórias mais chocantes. Escolheram caminhar até uma cidade de Israel para estarem protegidos. E agora, a mulher está morta. E seus pedaços espalhados por Israel.
Quando os israelitas viram, ficaram abismados. Nunca havia acontecido um crime tão terrível em Israel. Deviam pensar bem sobre aquilo. Teriam que fazer algo. Quem iria se pronunciar?
Chocados, continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Na postagem anterior vimos a tribo de Dã eleger uma escultura como deus. E tomar um levita para sacerdote, de um ídolo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-181-31.html
Agora, continuamos através do capítulo dezenove.
Israel continua sem líder. Cada um fazendo o que bem entende.
Um levita, que morava na região montanhosa de Efraim levou para sua casa uma mulher de Belém, para ser sua concubina.
Um dia ela ficou muito irada com ele. E foi embora. Voltou para a casa de seu pai.
Depois de passados quatro meses, ele foi a Belém. Queria reconquistá-la e convencê-la a voltar para Efraim.
Quando chegou, ela o levou a seu sogro, que o recebeu com alegria. O sogro insistiu que ficassem alguns dias. Eles ficaram três dias. No quarto dia, quando era para pegar a estrada, o sogro insistiu com o genro que ficasse, jantasse, bebesse e se alegrasse. No dia seguinte partiriam.
No quinto dia, o levita estava decidido a ir. Embora fosse tarde, partiram.
Quando estavam próximo a Jerusalém, seu servo sugeriu que passassem a noite ali. O levita respondeu que não era bom passar a noite em uma cidade estrangeira.
Caminharam mais um pouco e chegaram à Gibeá, no território de Benjamim. Pararam ali. Eram seus irmãos. Seriam recebidos. Estariam seguros.
Era costume à época, permanecer na praça da cidade até que fossem convidados a passar a noite na casa de alguém.
Eles ficaram na praça. Mas ninguém os convidou.
Quando anoiteceu, um homem idoso voltava do trabalho e os viu. Perguntou-lhes de onde vinham e para onde iam. Ele era da região montanhosa de Efraim.
O levita respondeu. Também disse que tinham tudo que precisavam. Palha e forragem para os jumentos. Bastante pão e vinho para eles. Mesmo assim, ninguém os convidara.
Haviam se afastado tanto dos mandamentos, leis e decretos do Senhor, que não se importavam mais que alguém dormisse ao relento. Ainda que tivessem bastante pão e vinho.
O idoso os levou para casa. Os jumentos foram alimentados. Lavaram os pés. Comeram e beberam.
Enquanto estavam se alegrando com a bebida, alguns homens perversos cercaram a casa do idoso. Gritaram que levassem o homem para fora. Queriam manter relações com ele.
Quando um homem era hospedado por outro, tornava-se sua responsabilidade.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1816-1929.html
O idoso pediu que não fizessem aquilo. Seria muito vergonhoso. Ofereceu sua filha virgem e a concubina do homem.
E, para nosso total espanto, disse que podiam violentá-las e fazer o que quisessem com elas.
Eles não queriam. Queriam o levita. Continuaram insistindo.
Então, para meu total desespero, o levita empurra sua concubina porta afora.
Que terrível é viver sem uma liderança temente ao Senhor!
Fico pensando porque essa mulher havia se irado e voltado para sua casa, deixando seu marido. Agora, é jogada porta afora, para ser violentada por homens que não tem um mínimo de dignidade. Totalmente perversos.
Eles abusaram dela. Foi estuprada a noite toda. Ao amanhecer, largaram-na.
Ela conseguiu voltar para a casa onde seu marido estava hospedado. Caiu junto à porta. Ficou ali.
O marido levantou-se para seguir viagem. Quando a viu, falou para ela levantar-se! Iam embora.
Quanta falta de humanidade neste homem. E ainda era um levita!
Além de ter empurrado sua mulher para o covil, não teve compaixão dela.
A mulher não levantou. Não houve resposta. Estava morta.
Ele tomou seu corpo e a levou para casa. Quando chegou, pegou uma faca e desmembrou o corpo. Em doze pedaços. Enviou um pedaço para cada tribo de Israel.
Para mim, esta é uma das histórias mais chocantes. Escolheram caminhar até uma cidade de Israel para estarem protegidos. E agora, a mulher está morta. E seus pedaços espalhados por Israel.
Quando os israelitas viram, ficaram abismados. Nunca havia acontecido um crime tão terrível em Israel. Deviam pensar bem sobre aquilo. Teriam que fazer algo. Quem iria se pronunciar?
Chocados, continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Juízes 18.1-31
Leitura do dia 10/03.
Ontem vimos sobre a vida e a morte de Sansão.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-151-20.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-161-31.html
Também vimos que Mica fez um santuário e um ídolo. E um sacerdote levita, administrava a idolatria.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-171-12.html
Naquela época não havia rei em Israel. Nem Juiz. Cada um fazia o que bem entendia. E não dava certo.
Hoje, continuamos nossa caminhada através das páginas de Juízes. Do capitulo dezoito ao vinte e um. Os últimos capítulos.
Na primeira postagem, o capítulo dezoito.
Desde que a terra foi dividida por Josué, passaram, no mínimo, trezentos anos.
A tribo de Dã ainda não havia tomado posse de sua herança.
Cinco guerreiros corajosos foram designados para explorar a terra.
Quando chegaram à região montanhosa de Efraim, pararam na casa de Mica. Reconheceram o sotaque do levita. Perguntara-lhe quem o levara e o que fazia ali.
O levita contou que fizera um acordo com Mica. Havia sido contratado para ser seu sacerdote pessoal.
O homem que tinha como chamado pertencer ao Senhor, agora era sacerdote pessoal. Contratado por um homem.
Os danitas pediram que perguntasse ao Senhor se a viagem que estavam empreendendo seria bem sucedida. O sacerdote disse que podiam ir em paz. O Senhor estava cuidando da viagem deles.
Os cinco prosseguiram até uma cidade chamada Laís. Viram que seu povo era pacífico. Habitavam em paz. Longe de Sidom e de qualquer outra cidade. Desprotegidos.
Voltaram e deram o relatório. A terra era boa. O povo pacífico. Não deviam esperar mais. Que avançassem e tomassem posse da terra. Disseram que o Senhor lhes havia dado uma terra espaçosa e fértil, onde não faltava nada.
Seiscentos homens da tribo de Dã, armados para a guerra partiram em direção a Lais.
Quando chegaram à casa de Mica, explicaram que estiveram ali. O homem possuía um colete sacerdotal, alguns ídolos do lar, uma imagem esculpida e um ídolo de metal. Perguntaram o que achavam que deviam fazer.
Então, ficaram na estrada e os cinco espiões roubaram tudo. Quando o levita viu, questionou o que estavam fazendo. Convidaram-no para ser sacerdote na tribo de Dã. Falaram que era muito melhor ser sacerdote de um clã e uma tribo do que apenas de um homem. Ele aceitou e foi com eles.
Organizaram suas tropas. Colocaram as crianças, o gado e os bens à frente e partiram. Prontos para um enfrentamento com Mica, caso viesse atrás deles. Por isso as crianças estavam à frente.
Quando Mica percebeu que fora roubado, partiu, junto com seus familiares e seus vizinhos. Gritavam para os homens de Dã. Até que foram ouvidos.
Os que estavam na retaguarda perguntaram o que queriam. Qual era o problema. Por qual motivo estavam atrás deles.
Mica respondeu que queriam seus ídolos de volta. Haviam tomados os deuses que fizera e seu sacerdote. Não lhe restara nada.
Como adorar um objeto feito por mãos humanas? Como chamá-lo de deus? E como um sacerdote do Senhor administra tal idolatria? E como um homem diz que fica sem seus ídolos e fala que nada lhe resta?
Os danitas mandaram Mica tomar cuidado. Havia entre eles homens agressivos, que poderiam ficar raivosos e matar a todos.
Mica percebeu que não poderia lutar contra eles e voltou.
Quando chegaram à Laís mataram seus habitantes e queimaram a cidade. Depois a reconstruíram e mudaram seu nome para Dã. Habitaram ali.
Levantaram a imagem esculpida e nomearam Jônatas seu sacerdote. Seus descendentes serviram como sacerdote de Dã até à época do exílio. Não se fala mais no Senhor. Um ídolo mesmo serve. Não queriam ter o trabalho de ir até Siló.
Um sacerdote, descendente de Gerson, filho de Moisés, servindo a um ídolo é algo triste de ver. E pior, saber que tal idolatria passou de geração em geração, anos e anos. Até o exílio.
Precisamos ter muito cuidado. Um sacerdote legítimo não valida a ilegitimidade da idolatria.
Continuamos na próxima postagem.
Ontem vimos sobre a vida e a morte de Sansão.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-151-20.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-161-31.html
Também vimos que Mica fez um santuário e um ídolo. E um sacerdote levita, administrava a idolatria.
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Naquela época não havia rei em Israel. Nem Juiz. Cada um fazia o que bem entendia. E não dava certo.
Hoje, continuamos nossa caminhada através das páginas de Juízes. Do capitulo dezoito ao vinte e um. Os últimos capítulos.
Na primeira postagem, o capítulo dezoito.
Desde que a terra foi dividida por Josué, passaram, no mínimo, trezentos anos.
A tribo de Dã ainda não havia tomado posse de sua herança.
Cinco guerreiros corajosos foram designados para explorar a terra.
Quando chegaram à região montanhosa de Efraim, pararam na casa de Mica. Reconheceram o sotaque do levita. Perguntara-lhe quem o levara e o que fazia ali.
O levita contou que fizera um acordo com Mica. Havia sido contratado para ser seu sacerdote pessoal.
O homem que tinha como chamado pertencer ao Senhor, agora era sacerdote pessoal. Contratado por um homem.
Os danitas pediram que perguntasse ao Senhor se a viagem que estavam empreendendo seria bem sucedida. O sacerdote disse que podiam ir em paz. O Senhor estava cuidando da viagem deles.
Os cinco prosseguiram até uma cidade chamada Laís. Viram que seu povo era pacífico. Habitavam em paz. Longe de Sidom e de qualquer outra cidade. Desprotegidos.
Voltaram e deram o relatório. A terra era boa. O povo pacífico. Não deviam esperar mais. Que avançassem e tomassem posse da terra. Disseram que o Senhor lhes havia dado uma terra espaçosa e fértil, onde não faltava nada.
Seiscentos homens da tribo de Dã, armados para a guerra partiram em direção a Lais.
Quando chegaram à casa de Mica, explicaram que estiveram ali. O homem possuía um colete sacerdotal, alguns ídolos do lar, uma imagem esculpida e um ídolo de metal. Perguntaram o que achavam que deviam fazer.
Então, ficaram na estrada e os cinco espiões roubaram tudo. Quando o levita viu, questionou o que estavam fazendo. Convidaram-no para ser sacerdote na tribo de Dã. Falaram que era muito melhor ser sacerdote de um clã e uma tribo do que apenas de um homem. Ele aceitou e foi com eles.
Organizaram suas tropas. Colocaram as crianças, o gado e os bens à frente e partiram. Prontos para um enfrentamento com Mica, caso viesse atrás deles. Por isso as crianças estavam à frente.
Quando Mica percebeu que fora roubado, partiu, junto com seus familiares e seus vizinhos. Gritavam para os homens de Dã. Até que foram ouvidos.
Os que estavam na retaguarda perguntaram o que queriam. Qual era o problema. Por qual motivo estavam atrás deles.
Mica respondeu que queriam seus ídolos de volta. Haviam tomados os deuses que fizera e seu sacerdote. Não lhe restara nada.
Como adorar um objeto feito por mãos humanas? Como chamá-lo de deus? E como um sacerdote do Senhor administra tal idolatria? E como um homem diz que fica sem seus ídolos e fala que nada lhe resta?
Os danitas mandaram Mica tomar cuidado. Havia entre eles homens agressivos, que poderiam ficar raivosos e matar a todos.
Mica percebeu que não poderia lutar contra eles e voltou.
Quando chegaram à Laís mataram seus habitantes e queimaram a cidade. Depois a reconstruíram e mudaram seu nome para Dã. Habitaram ali.
Levantaram a imagem esculpida e nomearam Jônatas seu sacerdote. Seus descendentes serviram como sacerdote de Dã até à época do exílio. Não se fala mais no Senhor. Um ídolo mesmo serve. Não queriam ter o trabalho de ir até Siló.
Precisamos ter muito cuidado. Um sacerdote legítimo não valida a ilegitimidade da idolatria.
Continuamos na próxima postagem.
sexta-feira, 8 de março de 2019
Juízes 11.1-12.15
Leitura do dia 08/03.
Ontem vimos Gideão matar os reis de Midiã, castigar os homens de Sucote e matar os de Peniel.
Também vimos que os israelitas pediram que ele e seus filhos depois dele governassem Israel. Não quis. Mas pediu como presente argolas de ouro. Com elas, fez um colete sacerdotal, que tornou-se uma armadilha para todos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-81-35.html
Vimos Abimeleque matar seus irmãos, com o apoio de Siquém. E tudo que aconteceu com eles. Até Israel ficar sem um governante.
Amom está acampado em Gileade para guerrar contra os israelitas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-91-1018.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos onze ao capítulo quatorze do livro de Juízes.
Na primeira postagem, os capítulos onze e doze.
Jefté era um guerreiro corajoso. No entanto, havia um “mas” em sua vida. Era filho de uma prostituta.
A esposa de Gileade teve muitos filhos. Quando cresceram, expulsaram Jefté de sua casa. Não pôde conviver com a família de seu pai. Foi rejeitado.
Fugiu para a terra de Tobe. Como um guerreiro corajoso e um líder, em pouco tempo passou a ser chefe de um bando de desocupados.
Quando os amonitas se reuniram para guerrear contra Israel, os líderes de Gileade mandaram buscar Jefté. Pediram que fosse seu comandante. Que os ajudasse contra os amonitas.
Ele quis saber o motivo. Por que estavam chamando por ele agora que estavam em apuros? Eles mesmos o expulsaram.
Responderam que precisavam dele. Se comandasse a batalha, seria proclamado governador sobre Gileade.
Jefté havia sido expulso. Agora ouve a proposta de ser governante da terra que o rejeitara.
Ele nem acredita! Pergunta se é verdade o que falaram. Se fosse à guerra com eles e o Senhor lhe desse vitória, ele governaria?
Os líderes responderam que sim. O Senhor era testemunha.
Foram todos a Mispá. Lá, Jefté, na presença do Senhor, repetiu o que os líderes falaram.
Tudo resolvido, ele envia uma mensagem ao rei de Amom perguntando porque saiu para guerrear contra sua terra. O rei responde que Israel roubou suas terras quando saiu do Egito.
Jefté envia mensageiros dizendo que não roubaram nada. Israel pediu para passar pacificamente por suas terras. Eles não quiseram e saíram contra Israel. O Senhor então, lhes deu aquelas terras, onde Israel já habitava há trezentos anos.
Jefté disse que ficassem com as terras que o deus deles lhes desse. Os israelitas ficariam com as terras dadas pelo Senhor.
O rei de Amom não deu atenção à sua mensagem. E saiu para a guerra.
Então, o Espírito do Senhor veio sobre Jefté. Ele atravessou um bom pedaço de terra e avançou contra os amonitas.
Seu desejo de ser aceito pelo povo de Gileade era tão grande que fez um voto ao Senhor. No mínimo precipitado.
Se o Senhor lhe desse vitória, a primeira pessoa que saísse de sua casa ao seu encontro, seria oferecida em holocausto ao Senhor. Tinha apenas uma filha. Ora, quem sairia ao seu encontro para parabenizá-lo por sua conquista? Alguém que lhe era querido, com certeza.
O Senhor lhe deu vitória. Ele aniquilou os amonitas.
Ao voltar para casa, sua única filha saiu ao seu encontro, com danças, tocando tamborim.
Ele rasgou suas vestes. Ficou desesperado. Mas disse que não podia voltar atrás em seu voto.
Sua filha pediu que pudesse chorar sua virgindade pelos montes, junto com suas amigas, por dois meses. Quando voltou, Jefté cumpriu seu voto.
O voto era oferecer a pessoa em holocausto. Sabemos que o Senhor abominava tal prática. O texto não deixa claro o que aconteceu. Se ele a ofereceu em sacrifício, além de ter sido precipitado, foi louco. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html
Depois disso, os homens de Efraim disseram que iam matá-lo por não terem sido chamados para a guerra.
Jefté disse que no começo chamou, mas não quiseram ir. Ainda assim, foi, arriscando sua vida e o Senhor lhe deu vitória.
Efraim gostava de uma briga desnecessária. Quiseram guerrear com Gideão. Agora com Jefté.
Não houve concordância. Guerrearam. Jefté os derrotou.
Quando tentaram fugir pelo rio Jordão, colocaram guardas ordenando que falassem “Chibolete”. Quem era de Efraim, por causa do sotaque, não conseguia. Falava “Sibolete”. E era morto.
Jefté julgou Israel durante seis anos.
Depois dele, Ibsã de Belém julgou Israel. Deu suas filhas a homens de outros clãs e trouxe mulheres de outros clãs para seus filhos. Julgou Israel por sete anos.
Depois de Ibsão, foi a vez de Elom, de Zebulom. Julgou por dez anos.
Depois de Elom, Abdom, de Piratom. Teve quarenta filhos e trinta netos que montavam setenta jumentos. Julgou durante oito anos.
Que sejamos prudentes. Se somos rejeitados, que encontremos aceitação no Senhor. Que não sejamos precipitados em nossas palavras e ações. Que não sejamos loucos em nossos votos.
Que não desprezemos os pequenos começos como Efraim fez quando foi chamado a guerrear com Jefté.
Continuamos na próxima postagem. Espero você. Até já.
Ontem vimos Gideão matar os reis de Midiã, castigar os homens de Sucote e matar os de Peniel.
Também vimos que os israelitas pediram que ele e seus filhos depois dele governassem Israel. Não quis. Mas pediu como presente argolas de ouro. Com elas, fez um colete sacerdotal, que tornou-se uma armadilha para todos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-81-35.html
Vimos Abimeleque matar seus irmãos, com o apoio de Siquém. E tudo que aconteceu com eles. Até Israel ficar sem um governante.
Amom está acampado em Gileade para guerrar contra os israelitas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-91-1018.html
Hoje, caminharemos através dos capítulos onze ao capítulo quatorze do livro de Juízes.
Na primeira postagem, os capítulos onze e doze.
Jefté era um guerreiro corajoso. No entanto, havia um “mas” em sua vida. Era filho de uma prostituta.
A esposa de Gileade teve muitos filhos. Quando cresceram, expulsaram Jefté de sua casa. Não pôde conviver com a família de seu pai. Foi rejeitado.
Fugiu para a terra de Tobe. Como um guerreiro corajoso e um líder, em pouco tempo passou a ser chefe de um bando de desocupados.
Quando os amonitas se reuniram para guerrear contra Israel, os líderes de Gileade mandaram buscar Jefté. Pediram que fosse seu comandante. Que os ajudasse contra os amonitas.
Ele quis saber o motivo. Por que estavam chamando por ele agora que estavam em apuros? Eles mesmos o expulsaram.
Responderam que precisavam dele. Se comandasse a batalha, seria proclamado governador sobre Gileade.
Jefté havia sido expulso. Agora ouve a proposta de ser governante da terra que o rejeitara.
Ele nem acredita! Pergunta se é verdade o que falaram. Se fosse à guerra com eles e o Senhor lhe desse vitória, ele governaria?
Os líderes responderam que sim. O Senhor era testemunha.
Foram todos a Mispá. Lá, Jefté, na presença do Senhor, repetiu o que os líderes falaram.
Tudo resolvido, ele envia uma mensagem ao rei de Amom perguntando porque saiu para guerrear contra sua terra. O rei responde que Israel roubou suas terras quando saiu do Egito.
Jefté envia mensageiros dizendo que não roubaram nada. Israel pediu para passar pacificamente por suas terras. Eles não quiseram e saíram contra Israel. O Senhor então, lhes deu aquelas terras, onde Israel já habitava há trezentos anos.
Jefté disse que ficassem com as terras que o deus deles lhes desse. Os israelitas ficariam com as terras dadas pelo Senhor.
O rei de Amom não deu atenção à sua mensagem. E saiu para a guerra.
Então, o Espírito do Senhor veio sobre Jefté. Ele atravessou um bom pedaço de terra e avançou contra os amonitas.
Seu desejo de ser aceito pelo povo de Gileade era tão grande que fez um voto ao Senhor. No mínimo precipitado.
Se o Senhor lhe desse vitória, a primeira pessoa que saísse de sua casa ao seu encontro, seria oferecida em holocausto ao Senhor. Tinha apenas uma filha. Ora, quem sairia ao seu encontro para parabenizá-lo por sua conquista? Alguém que lhe era querido, com certeza.
O Senhor lhe deu vitória. Ele aniquilou os amonitas.
Ao voltar para casa, sua única filha saiu ao seu encontro, com danças, tocando tamborim.
Ele rasgou suas vestes. Ficou desesperado. Mas disse que não podia voltar atrás em seu voto.
Sua filha pediu que pudesse chorar sua virgindade pelos montes, junto com suas amigas, por dois meses. Quando voltou, Jefté cumpriu seu voto.
O voto era oferecer a pessoa em holocausto. Sabemos que o Senhor abominava tal prática. O texto não deixa claro o que aconteceu. Se ele a ofereceu em sacrifício, além de ter sido precipitado, foi louco. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-111-1429.html
Depois disso, os homens de Efraim disseram que iam matá-lo por não terem sido chamados para a guerra.
Jefté disse que no começo chamou, mas não quiseram ir. Ainda assim, foi, arriscando sua vida e o Senhor lhe deu vitória.
Efraim gostava de uma briga desnecessária. Quiseram guerrear com Gideão. Agora com Jefté.
Não houve concordância. Guerrearam. Jefté os derrotou.
Quando tentaram fugir pelo rio Jordão, colocaram guardas ordenando que falassem “Chibolete”. Quem era de Efraim, por causa do sotaque, não conseguia. Falava “Sibolete”. E era morto.
Jefté julgou Israel durante seis anos.
Depois dele, Ibsã de Belém julgou Israel. Deu suas filhas a homens de outros clãs e trouxe mulheres de outros clãs para seus filhos. Julgou Israel por sete anos.
Depois de Ibsão, foi a vez de Elom, de Zebulom. Julgou por dez anos.
Depois de Elom, Abdom, de Piratom. Teve quarenta filhos e trinta netos que montavam setenta jumentos. Julgou durante oito anos.
Que sejamos prudentes. Se somos rejeitados, que encontremos aceitação no Senhor. Que não sejamos precipitados em nossas palavras e ações. Que não sejamos loucos em nossos votos.
Que não desprezemos os pequenos começos como Efraim fez quando foi chamado a guerrear com Jefté.
Continuamos na próxima postagem. Espero você. Até já.
Juízes 8.1-35
Leitura do dia 07/03.
Continuamos nossa caminhada pelas páginas do livro de Juízes.
Ontem vimos Débora se levantar como mãe de Israel. Ela foi à guerra com Baraque. E o Senhor entregou o poderoso e terrível Sísera a Jael, esposa de Héber.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-41-531.html
Também vimos o anjo do Senhor aparecer a Gideão. Sua enxurrada de perguntas, sendo ele a resposta para elas. Ele pede alguns sinais para ter certeza de que o Senhor era com ele. E vence os exércitos inimigos, que eram como a areia da praia, com apenas trezentos homens, trombetas, cântaros e tochas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-61-40.html
http://www.espalhandoasemente.com/2023/03/l-eitura-do-dia-0603.html
Hoje leremos do capítulo oito ao capítulo dez.
Na primeira postagem, o capítulo oito.
Os homens de Efraim acharam ruim que Gideão não os chamara para a guerra. Ficaram indignados.
Gideão foi sábio. Disse que fizeram mais que ele. O Senhor entregara em suas nas mãos os comandantes do exército midianita. Com essas palavras, ele os acalmou.
Gideão atravessou o Jordão com os trezentos homens que o Senhor lhe dera. Estavam exaustos, ainda assim continuaram perseguindo o inimigo.
Chegaram a uma cidade chamada Sucote. Gideão pediu um pouco de comida para seus guerreiros, que além de cansados, a essa altura, estavam famintos. Contou que estava perseguindo Zeba e Zalmuna, reis de Midiã.
Os homens de Sucote não lhes o ouviu. Falaram para capturarem os reis, aí lhe dariam comida, como se tal não fosse possível.
Gideão respondeu que o Senhor lhe entregaria esses reis. E quando voltasse, rasgaria a carne dos homens de Sucote, com espinhos e espinheiros do deserto.
De lá, foi a Peniel. Pediu comida. Recebeu a mesma resposta. Disse ao povo daquela cidade que, quando voltasse vitorioso, derrubaria a torre.
Gosto da atitude de Gideão. Estava cansado e com fome, com um exército igualmente exaurido. Mas continua. E diz que voltará vitorioso.
Zeba e Zalmuna estavam em Carcor, com aproximadamente quinze mil guerreiros, o que havia restado dos exércitos aliados. Mais de cento e vinte mil guerreiros haviam morrido.
Lembre, eles são apenas trezentos.
Gideão subiu pela rota das caravanas e atacou de surpresa. Os reis de Midiã fugiram, mas Gideão continuou a perseguição, até capturá-los e derrotar seu exército.
Quando voltou da batalha prendeu um jovem de Sucote e o obrigou a descrever os setenta e sete oficiais e autoridades da cidade. Mostrou-lhes que havia capturado Zeba e Zalmuna. Prendeu as autoridades e os castigou com espinhos e espinheiros. Também derrubou a torre de Peniel e matou os homens da cidade.
Gideão também matou Zeba e Zalmuna, depois que disseram que mataram seus irmãos em Tabor.
Ordenou que seu filho desembainhasse sua espada. Era muito jovem e não teve coragem. Então, ele mesmo os matou.
A terra descansou da guerra durante quarenta anos.
Quando os israelitas viram tudo que Gideão fizera, ficaram animados. Pediram que fosse governador sobre eles. Prometeram-lhe uma dinastia.
Mas ele não quis. Disse que quem os governaria seria o Senhor. E fez um pedido.
Pediu que cada um deles lhes desse uma argola de ouro do despojo que tomaram de seus inimigos. Atenderam seu pedido, com prazer.
Gideão angariou pouco mais de vinte quilos de ouro. Somente das argolas.
Com esse ouro, Gideão fez um colete sacerdotal e o colocou em sua cidade.
Mas...
Os filhos de Israel se prostituíram adorando o colete, que se tornou uma armadilha para Gideão e sua família.
Ah, que perigo! Um objeto que deveria ser usado para adoração ao Senhor, tornou-se o objeto de adoração. E, como o Senhor havia alertado, várias vezes, tornou-se armadilha para todos.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/11/fazendo-do-certo-o-errado.html
Gideão gerou setenta filhos. Teve muitas esposas.
Depois que morreu, os israelitas se prostituíram. Adoraram as imagens de Baal e Baal-Berite. Esqueceram do Senhor que os livrara de todos seus inimigos. Viraram-lhe as costas.
Também não foram leais com a família de Gideão.
Veremos na próxima postagem. Até já.
Continuamos nossa caminhada pelas páginas do livro de Juízes.
Ontem vimos Débora se levantar como mãe de Israel. Ela foi à guerra com Baraque. E o Senhor entregou o poderoso e terrível Sísera a Jael, esposa de Héber.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-41-531.html
Também vimos o anjo do Senhor aparecer a Gideão. Sua enxurrada de perguntas, sendo ele a resposta para elas. Ele pede alguns sinais para ter certeza de que o Senhor era com ele. E vence os exércitos inimigos, que eram como a areia da praia, com apenas trezentos homens, trombetas, cântaros e tochas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-61-40.html
http://www.espalhandoasemente.com/2023/03/l-eitura-do-dia-0603.html
Hoje leremos do capítulo oito ao capítulo dez.
Na primeira postagem, o capítulo oito.
Os homens de Efraim acharam ruim que Gideão não os chamara para a guerra. Ficaram indignados.
Gideão foi sábio. Disse que fizeram mais que ele. O Senhor entregara em suas nas mãos os comandantes do exército midianita. Com essas palavras, ele os acalmou.
Gideão atravessou o Jordão com os trezentos homens que o Senhor lhe dera. Estavam exaustos, ainda assim continuaram perseguindo o inimigo.
Chegaram a uma cidade chamada Sucote. Gideão pediu um pouco de comida para seus guerreiros, que além de cansados, a essa altura, estavam famintos. Contou que estava perseguindo Zeba e Zalmuna, reis de Midiã.
Os homens de Sucote não lhes o ouviu. Falaram para capturarem os reis, aí lhe dariam comida, como se tal não fosse possível.
Gideão respondeu que o Senhor lhe entregaria esses reis. E quando voltasse, rasgaria a carne dos homens de Sucote, com espinhos e espinheiros do deserto.
De lá, foi a Peniel. Pediu comida. Recebeu a mesma resposta. Disse ao povo daquela cidade que, quando voltasse vitorioso, derrubaria a torre.
Gosto da atitude de Gideão. Estava cansado e com fome, com um exército igualmente exaurido. Mas continua. E diz que voltará vitorioso.
Zeba e Zalmuna estavam em Carcor, com aproximadamente quinze mil guerreiros, o que havia restado dos exércitos aliados. Mais de cento e vinte mil guerreiros haviam morrido.
Lembre, eles são apenas trezentos.
Gideão subiu pela rota das caravanas e atacou de surpresa. Os reis de Midiã fugiram, mas Gideão continuou a perseguição, até capturá-los e derrotar seu exército.
Quando voltou da batalha prendeu um jovem de Sucote e o obrigou a descrever os setenta e sete oficiais e autoridades da cidade. Mostrou-lhes que havia capturado Zeba e Zalmuna. Prendeu as autoridades e os castigou com espinhos e espinheiros. Também derrubou a torre de Peniel e matou os homens da cidade.
Gideão também matou Zeba e Zalmuna, depois que disseram que mataram seus irmãos em Tabor.
Ordenou que seu filho desembainhasse sua espada. Era muito jovem e não teve coragem. Então, ele mesmo os matou.
A terra descansou da guerra durante quarenta anos.
Quando os israelitas viram tudo que Gideão fizera, ficaram animados. Pediram que fosse governador sobre eles. Prometeram-lhe uma dinastia.
Mas ele não quis. Disse que quem os governaria seria o Senhor. E fez um pedido.
Pediu que cada um deles lhes desse uma argola de ouro do despojo que tomaram de seus inimigos. Atenderam seu pedido, com prazer.
Gideão angariou pouco mais de vinte quilos de ouro. Somente das argolas.
Com esse ouro, Gideão fez um colete sacerdotal e o colocou em sua cidade.
Mas...
Os filhos de Israel se prostituíram adorando o colete, que se tornou uma armadilha para Gideão e sua família.
Ah, que perigo! Um objeto que deveria ser usado para adoração ao Senhor, tornou-se o objeto de adoração. E, como o Senhor havia alertado, várias vezes, tornou-se armadilha para todos.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/11/fazendo-do-certo-o-errado.html
Gideão gerou setenta filhos. Teve muitas esposas.
Depois que morreu, os israelitas se prostituíram. Adoraram as imagens de Baal e Baal-Berite. Esqueceram do Senhor que os livrara de todos seus inimigos. Viraram-lhe as costas.
Também não foram leais com a família de Gideão.
Veremos na próxima postagem. Até já.
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terça-feira, 5 de março de 2019
Juízes 1.1-34
Leitura do dia 05/03.
Continuamos nossa caminhada através das páginas do Livro dos livros.
Ontem vimos as cidades que foram destinadas à moradia dos levitas.
As tribos do leste voltaram para casa, mas antes de atravessarem o Jordão, fizeram um altar para ser testemunha de que continuavam sendo israelitas, com direito de adorar ao Senhor.
Também vimos as palavras finais de Josué a Israel, seu posicionamento em seguir apenas ao Senhor e a renovação da aliança do povo, com o Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-211-2234.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-231-2433.html
Hoje iniciaremos uma nova jornada. O livro de Juízes. Do capítulo um ao capítulo três.
Na primeira postagem, o capítulo um.
Confesso que tenho um grande problema ao ler este livro. Toda vez que fala “e os filhos de Israel fizeram (ou voltaram a fazer) o que era mal aos olhos do Senhor”, meu estômago embrulha.
Gostaria que fosse assim apenas naquela época. O que já seria terrível. Mas se olharmos toda a história, veremos que, quase sempre, continua do mesmo jeito. E o Senhor continua tentando nos aproximar dEle. Por causa, exclusivamente, de Sua misericórdia para conosco.
O livro não começa em ordem cronológica. Mesmo assim, nos dá um resumo dos acontecimentos, antes de iniciar propriamente a história dos Juízes.
Os Juízes eram homens que o Senhor levantava cada vez que o povo lembrava de clamar por socorro a Ele, o único que realmente pode socorrer. Houve uma mulher entre eles. Apenas uma. Para a época, é simplesmente espetacular!
Depois da morte de Josué, os israelitas perguntam ao Senhor qual tribo deve ser a primeira a atacar os cananeus. O Senhor responde que é Judá.
Em minha opinião, uma pergunta desnecessária. Lembra o acampamento no deserto? A primeira tribo a sair sempre era a tribo de Judá. Desculpe, não estou implicando com o livro. Amo. Só sofro toda vez que leio que Israel fez o que parecia mal aos olhos do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/na-postagem-anterior-vimos-sobre-o-ano.html
A tribo de Judá chama a tribo de Simeão, que vai com eles. Atacam e vencem.
Arrancam os pés e as mãos do rei de Bezeque. Ele reconhece que o Senhor estava retribuindo o que fizera com setenta reis que comiam migalhas em sua mesa. Mas, ao contrário daqueles reis, foi levado a Jerusalém e morreu ali. Adoni-Bezeque não comeu migalhas na mesa de ninguém.
O autor conta novamente sobre a herança de Calebe e a história de Otniel e Acsa. A mesma história que lemos no capítulo quinze de Josué. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-141-1718.html
O Senhor era com Judá, que tomou posse da região montanhosa, mas não conseguiu expulsar os habitantes da planície. Eles tinham carros de guerra com rodas de ferro.
Benjamim também não conseguiu expulsar os jebuseus de Jerusalém. Habitaram entre eles.
O Senhor abençoou os filhos de José, que atacaram a cidade de Luz, após pedir a um morador que lhes mostrasse como entrar nela. Mataram todos na cidade. Menos esse homem e sua família. Trocaram o nome da cidade para Betel.
O homem que lhes ajudou foi morar entre os hititas e fundou uma cidade chamada Luz. Provavelmente, amava sua cidade.
Manassés não expulsou os cananeus de muitas cidades. Estavam decididos a permanecerem na região. Provavelmente mais decididos que Manassés em expulsá-los. Tornaram-se trabalhadores braçais.
Efraim também não expulsou os habitantes de Gezer. Habitaram entre eles. O mesmo aconteceu com Zebulom, Aser e Naftali.
A tribo de Dã foi obrigada a recuar. Os amorreus não deixaram que fossem à planície. Ao que me parece, também estavam mais decididos que os danitas.
Que sejamos mais decididos que nossos inimigos. Não há como dividirmos o mesmo espaço. E, quando falo em inimigos, estou falando de nossos inimigos de verdade.
"Pois nós não lutamos contra inimigos de carne e sangue, mas contra governantes e autoridades do mundo invisível, contra grandes poderes neste mundo de trevas e contra espíritos malignos nas esferas celestiais". - Efésios 6.12
O capítulo um termina aqui. Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
Continuamos nossa caminhada através das páginas do Livro dos livros.
Ontem vimos as cidades que foram destinadas à moradia dos levitas.
As tribos do leste voltaram para casa, mas antes de atravessarem o Jordão, fizeram um altar para ser testemunha de que continuavam sendo israelitas, com direito de adorar ao Senhor.
Também vimos as palavras finais de Josué a Israel, seu posicionamento em seguir apenas ao Senhor e a renovação da aliança do povo, com o Senhor. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-211-2234.html; http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-231-2433.html
Hoje iniciaremos uma nova jornada. O livro de Juízes. Do capítulo um ao capítulo três.
Na primeira postagem, o capítulo um.
Confesso que tenho um grande problema ao ler este livro. Toda vez que fala “e os filhos de Israel fizeram (ou voltaram a fazer) o que era mal aos olhos do Senhor”, meu estômago embrulha.
Gostaria que fosse assim apenas naquela época. O que já seria terrível. Mas se olharmos toda a história, veremos que, quase sempre, continua do mesmo jeito. E o Senhor continua tentando nos aproximar dEle. Por causa, exclusivamente, de Sua misericórdia para conosco.
O livro não começa em ordem cronológica. Mesmo assim, nos dá um resumo dos acontecimentos, antes de iniciar propriamente a história dos Juízes.
Os Juízes eram homens que o Senhor levantava cada vez que o povo lembrava de clamar por socorro a Ele, o único que realmente pode socorrer. Houve uma mulher entre eles. Apenas uma. Para a época, é simplesmente espetacular!
Depois da morte de Josué, os israelitas perguntam ao Senhor qual tribo deve ser a primeira a atacar os cananeus. O Senhor responde que é Judá.
Em minha opinião, uma pergunta desnecessária. Lembra o acampamento no deserto? A primeira tribo a sair sempre era a tribo de Judá. Desculpe, não estou implicando com o livro. Amo. Só sofro toda vez que leio que Israel fez o que parecia mal aos olhos do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/na-postagem-anterior-vimos-sobre-o-ano.html
A tribo de Judá chama a tribo de Simeão, que vai com eles. Atacam e vencem.
Arrancam os pés e as mãos do rei de Bezeque. Ele reconhece que o Senhor estava retribuindo o que fizera com setenta reis que comiam migalhas em sua mesa. Mas, ao contrário daqueles reis, foi levado a Jerusalém e morreu ali. Adoni-Bezeque não comeu migalhas na mesa de ninguém.
O autor conta novamente sobre a herança de Calebe e a história de Otniel e Acsa. A mesma história que lemos no capítulo quinze de Josué. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-141-1718.html
O Senhor era com Judá, que tomou posse da região montanhosa, mas não conseguiu expulsar os habitantes da planície. Eles tinham carros de guerra com rodas de ferro.
Benjamim também não conseguiu expulsar os jebuseus de Jerusalém. Habitaram entre eles.
O Senhor abençoou os filhos de José, que atacaram a cidade de Luz, após pedir a um morador que lhes mostrasse como entrar nela. Mataram todos na cidade. Menos esse homem e sua família. Trocaram o nome da cidade para Betel.
O homem que lhes ajudou foi morar entre os hititas e fundou uma cidade chamada Luz. Provavelmente, amava sua cidade.
Manassés não expulsou os cananeus de muitas cidades. Estavam decididos a permanecerem na região. Provavelmente mais decididos que Manassés em expulsá-los. Tornaram-se trabalhadores braçais.
Efraim também não expulsou os habitantes de Gezer. Habitaram entre eles. O mesmo aconteceu com Zebulom, Aser e Naftali.
A tribo de Dã foi obrigada a recuar. Os amorreus não deixaram que fossem à planície. Ao que me parece, também estavam mais decididos que os danitas.
Que sejamos mais decididos que nossos inimigos. Não há como dividirmos o mesmo espaço. E, quando falo em inimigos, estou falando de nossos inimigos de verdade.
"Pois nós não lutamos contra inimigos de carne e sangue, mas contra governantes e autoridades do mundo invisível, contra grandes poderes neste mundo de trevas e contra espíritos malignos nas esferas celestiais". - Efésios 6.12
O capítulo um termina aqui. Continuamos na próxima postagem.
Espero você. Até já.
domingo, 3 de março de 2019
Josué 18.1-20.9
Leitura do dia 03/03.
Continuamos nossa caminhada por Josué.
Ontem vimos que a terra começou a ser dividida a oeste do Jordão. Por sorteio.
Calebe pede Hebrom, antiga cidade dos descendentes do gigante Enaque. Ele pôde escolher. Não precisa de sorteio.
Otniel, seu sobrinho, conquista Quiriate-Sefer e ganha Acsa como esposa. Esta “garota esperta” pede, como presente, fontes a seu pai, além das terras no deserto.
Judá recebe sua herança. Efraim e Manassés também. As filhas de Zelofeade vão até Josué e os líderes de Israel para receberam sua herança, conforme o Senhor ordenara.
Josué incentiva os descendentes de José a tomarem o bosque, mesmo que seus moradores tivessem carros de guerra. O Senhor era com eles. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-141-1718.html
Hoje, continuamos através dos capítulos dezoito a vinte.
Josué reúne todo o povo em Siló. Sete tribos ainda não receberam suas heranças. Ele exige um posicionamento. Ainda que não conquistem toda a terra, que com certeza, o Senhor lhes dará como prometido, que a mapeiem para que possam ser sorteadas diante do Senhor.
Três líderes de cada tribo percorrem a terra para mapeá-la. Quando voltam a Siló, Josué faz o sorteio, diante do Senhor.
Os levitas, ele lembra, não receberão herança. O serviço ao Senhor é a sua herança.
Será que nos contentaríamos em receber a melhor herança de todas? O próprio Senhor? Ou preferimos as terras, palpáveis e visíveis? (Não seja rápido em responder. Sonde bem seu coração.)
A primeira tribo sorteada foi Benjamim. Ganhou sua porção entre as tribos de Judá e José. Jerusalém faz parte da herança.
A segunda foi Simeão. Sua herança ficou dentro da terra de Judá porque a porção de Judá foi muito grande para eles.
A terceira foi para Zebulom. A quarta, Issacar. A quinta, Aser. A sexta, Naftali. E a sétima, Dã.
Dã teve muita dificuldade em tomar posse de sua terra. Por isso, viraram as costas e foram embora? Não. Lutaram. Atacaram a cidade de Lésem. Tomaram-na. Massacram seu povo e se estabeleceram. Mudaram o nome da cidade para Dã, em homenagem a este.
Que sejamos como eles. Se está difícil, que lutemos. Até vencermos.
O Senhor havia dito que Josué podia escolher qualquer cidade que quisesse. Que privilégio! Ele escolheu Timnate-Sera, em Efraim. Na região montanhosa.
O Senhor lembrou a Josué a respeito das Cidades de Refúgio. Como já vimos, essa cidade serviria para a proteção contra o vingador de sangue de qualquer um que matasse alguém involuntariamente. Israelita ou estrangeiro. Fugiria para lá e seria julgado pela comunidade. Se fosse comprovado que era um homicida involuntário, moraria ali. Ficaria protegido do vingador de sangue. Só podia sair da cidade, quando o sumo sacerdote da época do acidente, falecesse.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/jesus-nossa-cidade-refugio.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-21-24.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-341-3613.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
No lado leste do Jordão, foram escolhidas as cidades de Bezer, da tribo de Rúben; Ramote, em Gileade, pertencente a Gade e Golã, no território de Manassés.
No lado oeste, as cidades de Quedes, na Galileia, na região montanhosa de Naftali; Siquém, na região montanhosa de Efraim e Hebrom em Judá, também na região montanhosa.
Nossa leitura de hoje termina aqui.
Que aprendamos com Josué a incentivar nossos irmãos a conquistarem suas heranças.
Que nossa herança maior possa ser servir ao Senhor, como era a herança de Levi.
Que não desistamos e, como Dã, lutemos pela nossa herança.
Continuamos amanhã através dos capítulos finais de Josué, do vinte e um ao vinte e quatro.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada por Josué.
Ontem vimos que a terra começou a ser dividida a oeste do Jordão. Por sorteio.
Calebe pede Hebrom, antiga cidade dos descendentes do gigante Enaque. Ele pôde escolher. Não precisa de sorteio.
Otniel, seu sobrinho, conquista Quiriate-Sefer e ganha Acsa como esposa. Esta “garota esperta” pede, como presente, fontes a seu pai, além das terras no deserto.
Judá recebe sua herança. Efraim e Manassés também. As filhas de Zelofeade vão até Josué e os líderes de Israel para receberam sua herança, conforme o Senhor ordenara.
Josué incentiva os descendentes de José a tomarem o bosque, mesmo que seus moradores tivessem carros de guerra. O Senhor era com eles. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-141-1718.html
Hoje, continuamos através dos capítulos dezoito a vinte.
Josué reúne todo o povo em Siló. Sete tribos ainda não receberam suas heranças. Ele exige um posicionamento. Ainda que não conquistem toda a terra, que com certeza, o Senhor lhes dará como prometido, que a mapeiem para que possam ser sorteadas diante do Senhor.
Três líderes de cada tribo percorrem a terra para mapeá-la. Quando voltam a Siló, Josué faz o sorteio, diante do Senhor.
Os levitas, ele lembra, não receberão herança. O serviço ao Senhor é a sua herança.
Será que nos contentaríamos em receber a melhor herança de todas? O próprio Senhor? Ou preferimos as terras, palpáveis e visíveis? (Não seja rápido em responder. Sonde bem seu coração.)
A primeira tribo sorteada foi Benjamim. Ganhou sua porção entre as tribos de Judá e José. Jerusalém faz parte da herança.
A segunda foi Simeão. Sua herança ficou dentro da terra de Judá porque a porção de Judá foi muito grande para eles.
A terceira foi para Zebulom. A quarta, Issacar. A quinta, Aser. A sexta, Naftali. E a sétima, Dã.
Dã teve muita dificuldade em tomar posse de sua terra. Por isso, viraram as costas e foram embora? Não. Lutaram. Atacaram a cidade de Lésem. Tomaram-na. Massacram seu povo e se estabeleceram. Mudaram o nome da cidade para Dã, em homenagem a este.
Que sejamos como eles. Se está difícil, que lutemos. Até vencermos.
O Senhor havia dito que Josué podia escolher qualquer cidade que quisesse. Que privilégio! Ele escolheu Timnate-Sera, em Efraim. Na região montanhosa.
O Senhor lembrou a Josué a respeito das Cidades de Refúgio. Como já vimos, essa cidade serviria para a proteção contra o vingador de sangue de qualquer um que matasse alguém involuntariamente. Israelita ou estrangeiro. Fugiria para lá e seria julgado pela comunidade. Se fosse comprovado que era um homicida involuntário, moraria ali. Ficaria protegido do vingador de sangue. Só podia sair da cidade, quando o sumo sacerdote da época do acidente, falecesse.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/07/jesus-nossa-cidade-refugio.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-21-24.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-341-3613.html
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No lado leste do Jordão, foram escolhidas as cidades de Bezer, da tribo de Rúben; Ramote, em Gileade, pertencente a Gade e Golã, no território de Manassés.
No lado oeste, as cidades de Quedes, na Galileia, na região montanhosa de Naftali; Siquém, na região montanhosa de Efraim e Hebrom em Judá, também na região montanhosa.
Nossa leitura de hoje termina aqui.
Que aprendamos com Josué a incentivar nossos irmãos a conquistarem suas heranças.
Que nossa herança maior possa ser servir ao Senhor, como era a herança de Levi.
Que não desistamos e, como Dã, lutemos pela nossa herança.
Continuamos amanhã através dos capítulos finais de Josué, do vinte e um ao vinte e quatro.
Espero você. Até lá.
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sábado, 2 de março de 2019
Josué 14.1-17.18
Leitura do dia 02/03.
Lá vamos nós através das páginas de Josué.
Ontem vimos que o Senhor é melhor que cavalos e carros de guerra.
Israel derrotou completamente trinta e um reis. Tomando posse da terra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-111-1333.html
Hoje caminharemos pelos capítulos quatorze a dezessete.
A terra já foi repartida entre alguns. Faltam outros.
Calebe, junto com uma comitiva da tribo de Judá vai até Josué. Pede que lembre-se das palavras do Senhor a respeito deles. Ainda quando estavam em Cades-Barneia. Quarenta e cinco anos atrás.
Lembra que estava com quarenta anos. Fez o reconhecimento da terra. E deu um relatório verdadeiro. Mas os outros fizeram o povo temer e desistir de confiar no Senhor. Ele, no entanto, continuou seguindo, de todo seu coração. Por isso, Moisés naquele dia afirmou que entraria na terra. Havia sido fiel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-131-1445.html
Calebe reconhece que, mesmo no deserto, o Senhor lhe preservou a vida. E a força. Agora está com oitenta e cinco anos. Continua forte como antes.
Pede para si, a terra de Hebrom, antes chamada Quiriate-Arba, em homenagem a Arba, um grande herói descendente de Enaque, o gigante.
Sabe que os descendentes de Enaque ainda habitam ali, mas sabe também que se o Senhor for com ele, certamente os expulsará da terra.
Josué entrega a terra a Calebe. Ele expulsa dali três grupos de enaquins.
Depois vai a Quiriate-Sefer. Ali, declara que dará sua filha Acsa em casamento ao homem que ataque e tome a cidade. Esse homem é Otoniel, filho de seu irmão. Calebe lhe dá Acsa como esposa.
Antes que fosse com ele, porém, desce do cavalo à vista de seu pai. Ele sabe que ela quer algo. E pergunta o que deseja. Acsa responde que quer um presente. Ganhara terras no deserto do Neguebe. Mas também quer fontes de água. É uma questão de necessidade para quem vai morar no deserto. E Calebe lhe dá. Mais do que pediu. Ele lhe dá as fontes superiores e as inferiores.
Que sejamos como Acsa. Que peçamos presentes ao Senhor! Fontes de água, de vida. Ah, como precisamos!
As cidades foram separadas para as tribos de Judá. Eles não conseguiram expulsar os habitantes de Jerusalém, os jebuseus. Que ficaram vivendo junto com eles.
A tribo de José transformou-se em duas tribos, Efraim e Manassés.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-481-22.html
As terras de Efraim foram distribuídas. Também não conseguiram expulsar os cananeus de Gezer. Viveram ali, sujeitos a trabalhos forçados.
A meia tribo de Manassés, que ainda não recebera sua herança, foi contemplada. As filhas de Zelofeade foram até Josué e lembraram-lhe que o Senhor havia ordenado que também lhes dessem herança. E elas a receberam. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-261-2723.html
Que aprendamos a ser como essas mulheres corajosas, que conquistaram o direito de toda mulher em Israel receber a herança de seu pai, se não houvesse irmãos para receberem.
Para Manassés foi difícil habitar a terra. Não conseguiram ocupar suas cidades. Os cananeus estavam determinados a não saírem. Quando, porém, Manassés se fortaleceu, submeteu os cananeus a trabalhos forçados.
Os descendentes de José foram até Josué e reclamaram. O Senhor os havia abençoado. Eram muitos. Queriam mais porções de terra para si.
Josué ordenou que, além da região montanhosa, abrissem caminho no bosque e conquistassem aquelas terras. Eles argumentaram que os cananeus do vale tinham carros de guerra com rodas de ferro e eram fortes. Fortes demais para eles.
Josué disse que eles eram numerosos e fortes. Os bosques seriam deles. Que abrissem espaço. O espaço que desejassem. Que tomassem posse dos limites mais distantes. Ainda que os cananeus dos vales fossem mais fortes e possuíssem carros de guerra com rodas, conseguiriam expulsá-los.
Parece que esqueceram o que o Senhor havia feito. Quantas batalhas foram ganhas, sem nenhum carro de guerra? Quantos reis foram destruídos, apenas por terem confiado no Senhor?
Que possamos lutar pela nossa terra. O inimigo é forte demais para nós. Mas o Senhor está conosco. Ele nos dará a vitória, se perseverarmos em seguí-Lo e lutarmos por nossa herança.
Hoje ficamos por aqui.
Amanhã continuamos. Leremos Josué, do capítulo dezoito ao capítulo vinte.
Espero você. Até lá.
Lá vamos nós através das páginas de Josué.
Ontem vimos que o Senhor é melhor que cavalos e carros de guerra.
Israel derrotou completamente trinta e um reis. Tomando posse da terra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/josue-111-1333.html
Hoje caminharemos pelos capítulos quatorze a dezessete.
A terra já foi repartida entre alguns. Faltam outros.
Calebe, junto com uma comitiva da tribo de Judá vai até Josué. Pede que lembre-se das palavras do Senhor a respeito deles. Ainda quando estavam em Cades-Barneia. Quarenta e cinco anos atrás.
Lembra que estava com quarenta anos. Fez o reconhecimento da terra. E deu um relatório verdadeiro. Mas os outros fizeram o povo temer e desistir de confiar no Senhor. Ele, no entanto, continuou seguindo, de todo seu coração. Por isso, Moisés naquele dia afirmou que entraria na terra. Havia sido fiel.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-131-1445.html
Calebe reconhece que, mesmo no deserto, o Senhor lhe preservou a vida. E a força. Agora está com oitenta e cinco anos. Continua forte como antes.
Pede para si, a terra de Hebrom, antes chamada Quiriate-Arba, em homenagem a Arba, um grande herói descendente de Enaque, o gigante.
Sabe que os descendentes de Enaque ainda habitam ali, mas sabe também que se o Senhor for com ele, certamente os expulsará da terra.
Josué entrega a terra a Calebe. Ele expulsa dali três grupos de enaquins.
Depois vai a Quiriate-Sefer. Ali, declara que dará sua filha Acsa em casamento ao homem que ataque e tome a cidade. Esse homem é Otoniel, filho de seu irmão. Calebe lhe dá Acsa como esposa.
Antes que fosse com ele, porém, desce do cavalo à vista de seu pai. Ele sabe que ela quer algo. E pergunta o que deseja. Acsa responde que quer um presente. Ganhara terras no deserto do Neguebe. Mas também quer fontes de água. É uma questão de necessidade para quem vai morar no deserto. E Calebe lhe dá. Mais do que pediu. Ele lhe dá as fontes superiores e as inferiores.
Que sejamos como Acsa. Que peçamos presentes ao Senhor! Fontes de água, de vida. Ah, como precisamos!
As cidades foram separadas para as tribos de Judá. Eles não conseguiram expulsar os habitantes de Jerusalém, os jebuseus. Que ficaram vivendo junto com eles.
A tribo de José transformou-se em duas tribos, Efraim e Manassés.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-481-22.html
As terras de Efraim foram distribuídas. Também não conseguiram expulsar os cananeus de Gezer. Viveram ali, sujeitos a trabalhos forçados.
A meia tribo de Manassés, que ainda não recebera sua herança, foi contemplada. As filhas de Zelofeade foram até Josué e lembraram-lhe que o Senhor havia ordenado que também lhes dessem herança. E elas a receberam. http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-261-2723.html
Que aprendamos a ser como essas mulheres corajosas, que conquistaram o direito de toda mulher em Israel receber a herança de seu pai, se não houvesse irmãos para receberem.
Para Manassés foi difícil habitar a terra. Não conseguiram ocupar suas cidades. Os cananeus estavam determinados a não saírem. Quando, porém, Manassés se fortaleceu, submeteu os cananeus a trabalhos forçados.
Os descendentes de José foram até Josué e reclamaram. O Senhor os havia abençoado. Eram muitos. Queriam mais porções de terra para si.
Josué ordenou que, além da região montanhosa, abrissem caminho no bosque e conquistassem aquelas terras. Eles argumentaram que os cananeus do vale tinham carros de guerra com rodas de ferro e eram fortes. Fortes demais para eles.
Josué disse que eles eram numerosos e fortes. Os bosques seriam deles. Que abrissem espaço. O espaço que desejassem. Que tomassem posse dos limites mais distantes. Ainda que os cananeus dos vales fossem mais fortes e possuíssem carros de guerra com rodas, conseguiriam expulsá-los.
Parece que esqueceram o que o Senhor havia feito. Quantas batalhas foram ganhas, sem nenhum carro de guerra? Quantos reis foram destruídos, apenas por terem confiado no Senhor?
Que possamos lutar pela nossa terra. O inimigo é forte demais para nós. Mas o Senhor está conosco. Ele nos dará a vitória, se perseverarmos em seguí-Lo e lutarmos por nossa herança.
Hoje ficamos por aqui.
Amanhã continuamos. Leremos Josué, do capítulo dezoito ao capítulo vinte.
Espero você. Até lá.
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Relatório
sexta-feira, 18 de janeiro de 2019
Gênesis 49.1-33
Leitura do dia 15/01.
Na postagem anterior vimos Jacó tomar Efraim e Manassés como seus filhos. E os abençoar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-481-22.html
Agora, continuaremos nossa caminhada pelo capítulo quarenta e nove de Gênesis.
Jacó mandou chamar todos os seus filhos.
Ordenou que estivessem todos reunidos ao seu redor. Ele lhes diria o que aconteceria a cada um nos dias que ainda estavam por vir.
Fico feliz porque Jacó não “reservou” a benção apenas para um ou dois filhos. Ele quis todos reunidos ao seu redor. Contaria a todos o que aconteceria.
Quando fala sobre Rúben, ficamos sabendo que perde a primogenitura, por haver desonrado o leito de seu pai. Quando seu pai ficou sabendo não fez nada. Mas agora está aí a consequência pelos atos de Rúben. A primogenitura não é mais dele.
Seria de Simeão, o segundo? Não. Ele e Levi em sua ira mataram homens, quando Diná foi desonrada. Suas armas eram instrumentos de violência, não de justiça.
Então chega a vez de Judá. Jacó diz que seus irmãos o louvariam. Que agarraria seus inimigos pelo pescoço. Todos os seus parentes se curvariam a ele (agora não mais a José, mas a Judá). Ele era como um leão. O cetro jamais se afastaria de Judá, até que viesse Àquele a quem o cetro de fato pertence. Aquele que todas as nações honrariam.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Jacó profetizou sobre Jesus, o Messias, milênios antes dEle vir ao mundo.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/os-lindos-nomes-do-senhor.html
Zebulom se estabeleceria à beira-mar. Issacar gostaria de morar no campo. Dã governaria seu povo. Gade seria atacado mais contra-atacaria e venceria. Aser se alimentaria de comidas deliciosas e produziria iguarias dignas de reis. Naftali daria lindos filhos.
José seria como uma árvore frutífera junto à fonte. Seus ramos não teriam limites. Se estenderiam por cima do muro. Seria atacado mas o Senhor o abençoaria, com bênçãos de todos os lados. Sim, José era como um príncipe entre seus irmãos.
Benjamim era um lobo voraz que pela manhã devora os inimigos e à tarde divide os seus despojos.
Foi isso que Jacó disse. O texto nos alerta que cada um deles recebeu a benção que lhes era adequada. Jacó sabia o que estava dizendo. Foi inspirado pelo Senhor.
Após abençoar seus filhos, ordenou que fosse sepultado junto a seus pais, na caverna de Macpela, como havia pedido a José que jurasse.
Quando terminou de dar essa instrução, deitou-se em sua cama, deu o último suspiro e morreu.
Assim, com essa tranquilidade. Havia completado sua carreira. Abençoado seus filhos. Cada um com a benção que lhe era devida. Estava pronto para voltar a Canaã.
O capítulo termina aqui.
Continuamos no próximo. Até já.
Na postagem anterior vimos Jacó tomar Efraim e Manassés como seus filhos. E os abençoar.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-481-22.html
Agora, continuaremos nossa caminhada pelo capítulo quarenta e nove de Gênesis.
Jacó mandou chamar todos os seus filhos.
Ordenou que estivessem todos reunidos ao seu redor. Ele lhes diria o que aconteceria a cada um nos dias que ainda estavam por vir.
Fico feliz porque Jacó não “reservou” a benção apenas para um ou dois filhos. Ele quis todos reunidos ao seu redor. Contaria a todos o que aconteceria.
Quando fala sobre Rúben, ficamos sabendo que perde a primogenitura, por haver desonrado o leito de seu pai. Quando seu pai ficou sabendo não fez nada. Mas agora está aí a consequência pelos atos de Rúben. A primogenitura não é mais dele.
Seria de Simeão, o segundo? Não. Ele e Levi em sua ira mataram homens, quando Diná foi desonrada. Suas armas eram instrumentos de violência, não de justiça.
Então chega a vez de Judá. Jacó diz que seus irmãos o louvariam. Que agarraria seus inimigos pelo pescoço. Todos os seus parentes se curvariam a ele (agora não mais a José, mas a Judá). Ele era como um leão. O cetro jamais se afastaria de Judá, até que viesse Àquele a quem o cetro de fato pertence. Aquele que todas as nações honrariam.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
Jacó profetizou sobre Jesus, o Messias, milênios antes dEle vir ao mundo.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/os-lindos-nomes-do-senhor.html
Zebulom se estabeleceria à beira-mar. Issacar gostaria de morar no campo. Dã governaria seu povo. Gade seria atacado mais contra-atacaria e venceria. Aser se alimentaria de comidas deliciosas e produziria iguarias dignas de reis. Naftali daria lindos filhos.
José seria como uma árvore frutífera junto à fonte. Seus ramos não teriam limites. Se estenderiam por cima do muro. Seria atacado mas o Senhor o abençoaria, com bênçãos de todos os lados. Sim, José era como um príncipe entre seus irmãos.
Benjamim era um lobo voraz que pela manhã devora os inimigos e à tarde divide os seus despojos.
Foi isso que Jacó disse. O texto nos alerta que cada um deles recebeu a benção que lhes era adequada. Jacó sabia o que estava dizendo. Foi inspirado pelo Senhor.
Após abençoar seus filhos, ordenou que fosse sepultado junto a seus pais, na caverna de Macpela, como havia pedido a José que jurasse.
Quando terminou de dar essa instrução, deitou-se em sua cama, deu o último suspiro e morreu.
Assim, com essa tranquilidade. Havia completado sua carreira. Abençoado seus filhos. Cada um com a benção que lhe era devida. Estava pronto para voltar a Canaã.
O capítulo termina aqui.
Continuamos no próximo. Até já.
Gênesis 48.1-22
Leitura do dia 15/01.
Nas postagens anteriores vimos os textos de Gênesis quarenta e cinco até quarenta e sete.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-451-28.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-461-34.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-471-12.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-471-31.html
Hoje, caminharemos pelas páginas de Gênesis quarenta e oito até cinquenta.
Jacó está prestes a morrer. Pediu que José jurasse que levaria seu corpo para ser enterrado em Canaã.
Não muito tempo depois, avisaram a José que seu pai estava muito doente. Ele foi visita-lo. Levou junto seus dois filhos.
Quando foi anunciado a Jacó sobre a visita, reuniu as forças que ainda tinha e sentou-se na cama.
Jacó disse a José que o Senhor Todo Poderoso havia lhe aparecido em Luz (Betel) e o abençoara. Prometera que o faria fértil e multiplicaria seus descendentes. Faria dele muitas nações e daria a terra de Canaã a seus descendentes como herança eterna.
Ele tomou Efraim e Manassés como seus filhos. Tal como Rúben e Simeão eram seus.
Lembrou-se que com grande tristeza havia sepultado Raquel, mãe de José, junto ao caminho para Efrata (Belém).
Jacó olhou para os rapazes que estavam com José e perguntou quem eram. Ele quase não enxergava mais. José respondeu que eram os filhos que o Senhor havia lhe dado. Jacó pediu que os trouxesse para perto. Queria abençoá-los.
Tomou os dois rapazes e os abraçou. Disse que nunca imaginava que voltaria a ver José e agora o Senhor lhe permitiu ver até seus filhos. Que alegria Jacó deve ter sentido!
Depois do abraço, José tirou seus filhos do meio das pernas de seu pai e os posicionou para abençoá-los. Colocou Manassés, o mais velho, sob a mão direita de Jacó e Efraim sob a mão esquerda.
Jacó cruzou os braços e colocou a mão direita sobre Efraim e a esquerda sobre Manassés. E os abençoou.
José não gostou quando viu seu pai trocar as mãos e o alertou que deveria fazer o contrário. Manassés era o mais velho, o primogênito.
Jacó disse que sabia. Sim, ele também sabia o valor de uma benção. E sabia o que estava fazendo.
Respondeu a José que Manassés seria muito grande, mas Efraim seria ainda maior. Os descendentes de Manassés seriam um grande povo, os de Efraim se tornariam muitas nações.
Jacó disse ainda a José que morreria em breve e o Senhor os visitaria e os levaria de volta à Canaã. Em razão da autoridade que exercia sobre seus irmãos, estava dando a ele uma porção a mais na terra que havia tomado dos amorreus com sua espada e seu arco. Pena essa história não estar contada para sabermos como foi.
Mais tarde veremos que José terá uma porção a mais na terra e Efraim se tornará muitas nações.
O capítulo termina assim.
Continuamos no próximo. Até já.
Nas postagens anteriores vimos os textos de Gênesis quarenta e cinco até quarenta e sete.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-451-28.html
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Hoje, caminharemos pelas páginas de Gênesis quarenta e oito até cinquenta.
Jacó está prestes a morrer. Pediu que José jurasse que levaria seu corpo para ser enterrado em Canaã.
Não muito tempo depois, avisaram a José que seu pai estava muito doente. Ele foi visita-lo. Levou junto seus dois filhos.
Quando foi anunciado a Jacó sobre a visita, reuniu as forças que ainda tinha e sentou-se na cama.
Jacó disse a José que o Senhor Todo Poderoso havia lhe aparecido em Luz (Betel) e o abençoara. Prometera que o faria fértil e multiplicaria seus descendentes. Faria dele muitas nações e daria a terra de Canaã a seus descendentes como herança eterna.
Ele tomou Efraim e Manassés como seus filhos. Tal como Rúben e Simeão eram seus.
Lembrou-se que com grande tristeza havia sepultado Raquel, mãe de José, junto ao caminho para Efrata (Belém).
Jacó olhou para os rapazes que estavam com José e perguntou quem eram. Ele quase não enxergava mais. José respondeu que eram os filhos que o Senhor havia lhe dado. Jacó pediu que os trouxesse para perto. Queria abençoá-los.
Tomou os dois rapazes e os abraçou. Disse que nunca imaginava que voltaria a ver José e agora o Senhor lhe permitiu ver até seus filhos. Que alegria Jacó deve ter sentido!
Depois do abraço, José tirou seus filhos do meio das pernas de seu pai e os posicionou para abençoá-los. Colocou Manassés, o mais velho, sob a mão direita de Jacó e Efraim sob a mão esquerda.
Jacó cruzou os braços e colocou a mão direita sobre Efraim e a esquerda sobre Manassés. E os abençoou.
José não gostou quando viu seu pai trocar as mãos e o alertou que deveria fazer o contrário. Manassés era o mais velho, o primogênito.
Jacó disse que sabia. Sim, ele também sabia o valor de uma benção. E sabia o que estava fazendo.
Respondeu a José que Manassés seria muito grande, mas Efraim seria ainda maior. Os descendentes de Manassés seriam um grande povo, os de Efraim se tornariam muitas nações.
Jacó disse ainda a José que morreria em breve e o Senhor os visitaria e os levaria de volta à Canaã. Em razão da autoridade que exercia sobre seus irmãos, estava dando a ele uma porção a mais na terra que havia tomado dos amorreus com sua espada e seu arco. Pena essa história não estar contada para sabermos como foi.
Mais tarde veremos que José terá uma porção a mais na terra e Efraim se tornará muitas nações.
O capítulo termina assim.
Continuamos no próximo. Até já.
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Efraim,
Efraim se tornará muitas nações,
Egito,
Jacó,
José,
Manassés,
porção dobrada,
terra prometida
domingo, 13 de janeiro de 2019
Gênesis 41.1-57
Leitura do dia 12/01.
Na postagem anterior vimos que o copeiro-mor esqueceu completamente de José. Não falou bem dele para Faraó, como pedido.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-401-23.html
Agora, caminharemos através do capítulo quarenta e um de Gênesis.
Dois anos inteiros se passaram. Dois longos anos.
Então Faraó teve um sonho.
Sonhou com sete vacas gordas e bonitas pastando. Então, apareciam sete vagas muito magras e horríveis. Elas comiam as gordas. Apesar disso, continuavam magras, raquíticas. Ele acordou.
Dormiu novamente. Desta vez sonhou com sete espigas de trigo, cheias e boas. Elas cresciam em um só talo. No sonho, outras sete espigas apareciam. Queimadas pelo vento do leste. Murchas e secas. Elas engoliam as espigas cheias e boas. E continuavam murchas e secas.
Ele acordou. Ficou muito perturbado com o que poderia ser aquele sonho.
Pediu que seus magos interpretassem. Eles não conseguiram.
Finalmente o copeiro-mor se manifestou. Agora entendi porque esqueceu completamente de José. Queria esquecer o que havia acontecido com ele. Não foi possível. Ele disse a Faraó que naquele dia lembrava-se de seu erro. E quando Faraó havia se irritado contra o padeiro-mor e contra ele. Contou que ambos tiveram um sonho na cadeia. Que José interpretou os sonhos e que aconteceu exatamente o que havia dito que aconteceria.
Faraó ordenou que fossem tirar imediatamente José da prisão. Que o trouxessem a ele.
José barbeou-se e trocou de roupa. Então, apresentou-se a Faraó.
Faraó lhe disse que havia tido um sonho e que ninguém conseguia interpretar.
José não respondeu: “Ótimo, sou o cara”, ou “excelente, está falando com a pessoa certa, eu consigo”. Não, ele disse que esta capacidade não estava em suas mãos. O Senhor era quem podia revelar o significado do sonho a Faraó e, não somente isso, mas também acalmá-lo. Deveria ser evidente que Faraó estava perturbado.
Os sonhos foram contados a José.
José disse que os dois sonhos eram iguais. Que haveria sete anos de muita fartura em toda a terra do Egito. Depois, sete anos de muita fome. A fome seria tanta que ninguém se lembraria do tempo da fartura.
Faraó havia sonhado duas vezes porque o Senhor estava revelando o que iria acontecer e aconteceria rápido. Os próximos sete anos seriam os anos de fartura, depois os de grande escassez de alimento. A escassez seria tanta que destruiria toda a terra.
José não apenas interpretou o sonho. Aconselhou Faraó sobre tudo que deveria fazer. Deveria encontrar um homem inteligente e sábio. Isso mesmo. Existe diferente entre as duas coisas. Tem muita gente inteligente que não tem um pingo de sabedoria.
Esse homem deveria ser encarregado de administrar todo o Egito. Supervisores deveriam ser nomeados sobre a terra para recolherem a quinta parte de tudo que fosse colhido nos sete anos de fartura. Eles deveriam ser encarregados de juntar todo o alimento. Levando-os para armazéns, onde seriam estocados. Desta maneira, haveria comida suficiente e assim a fome não destruiria a terra.
Faraó e seus oficiais gostaram das sugestões. Faraó perguntou a seus oficiais se seria possível encontrar um homem como José. Era evidente que o Espírito do Senhor estava sobre ele.
Faraó disse a José que, como o Senhor havia lhe revelado a interpretação dos sonhos, era evidente que não havia ninguém tão sábio e inteligente quanto ele.
José foi nomeado o segundo na terra do Egito. Faraó entregou-lhe seu anel, com o selo real. Mandou vestí-lo com linho fino, colocou uma corrente de ouro em seu pescoço e o fez andar na carruagem que pertencia ao segundo no poder do Egito.
Faraó disse a todos que era o Faraó, mas ninguém faria nada, nem levantaria um pé sequer, sem o consentimento de José.
Faraó deu um nome egípcio a José, Zafenate-Paneia, que provavelmente significa “Deus fala e vive”. Deu-lhe Azenate para ser sua esposa. Ela era filha de Potífera, sacerdote da cidade de Om.
Quando saiu da presença de Faraó, sabe o que José fez? Não, ele não foi comemorar sua nova posição. Não trocou ninguém de cargo. Nem se vingou de alguém. Foi inspecionar toda a terra do Egito. Havia muito o que fazer.
Como previsto, durante sete anos a terra produziu fartas colheitas. Tudo foi armazenado. Depois, vieram os sete anos de escassez.
Mas, antes do primeiro ano de fome, José e Azenate tiveram dois filhos. José colocou o nome do primeiro de Manassés, “fazer esquecer”. Afirmou que o Senhor o fez esquecer suas dificuldades e a família de seu pai. O segundo foi chamado Efraim, “frutífero”. Disse que o Senhor o fez prosperar na terra de sua aflição.
A fome começou. Atingiu as regiões vizinhas. Não havia comida em lugar algum, mas no Egito havia alimento de sobra.
Os anos foram passando e até o Egito foi atingido pela fome. O povo clamou a Faraó, que respondeu que deveriam fazer o que José ordenasse.
José mandou abrir os celeiros e vendeu os cereais. Pessoas de todas as terras vinham até o Egito comprar cereais de José.
É maravilhoso ver José abençoando as famílias da terra, as nações, como o Senhor havia dito a Abraão, Isaque e Jacó, que aconteceria. Claro, o plano é muito maior, mas aqui temos um vislumbre dele.
Terminamos nossa leitura de hoje.
Amanhã leremos do capítulo quarenta e dois ao capítulo quarenta e quatro. Espero você. Até lá.
Na postagem anterior vimos que o copeiro-mor esqueceu completamente de José. Não falou bem dele para Faraó, como pedido.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-401-23.html
Agora, caminharemos através do capítulo quarenta e um de Gênesis.
Dois anos inteiros se passaram. Dois longos anos.
Então Faraó teve um sonho.
Sonhou com sete vacas gordas e bonitas pastando. Então, apareciam sete vagas muito magras e horríveis. Elas comiam as gordas. Apesar disso, continuavam magras, raquíticas. Ele acordou.
Dormiu novamente. Desta vez sonhou com sete espigas de trigo, cheias e boas. Elas cresciam em um só talo. No sonho, outras sete espigas apareciam. Queimadas pelo vento do leste. Murchas e secas. Elas engoliam as espigas cheias e boas. E continuavam murchas e secas.
Ele acordou. Ficou muito perturbado com o que poderia ser aquele sonho.
Pediu que seus magos interpretassem. Eles não conseguiram.
Finalmente o copeiro-mor se manifestou. Agora entendi porque esqueceu completamente de José. Queria esquecer o que havia acontecido com ele. Não foi possível. Ele disse a Faraó que naquele dia lembrava-se de seu erro. E quando Faraó havia se irritado contra o padeiro-mor e contra ele. Contou que ambos tiveram um sonho na cadeia. Que José interpretou os sonhos e que aconteceu exatamente o que havia dito que aconteceria.
Faraó ordenou que fossem tirar imediatamente José da prisão. Que o trouxessem a ele.
José barbeou-se e trocou de roupa. Então, apresentou-se a Faraó.
Faraó lhe disse que havia tido um sonho e que ninguém conseguia interpretar.
José não respondeu: “Ótimo, sou o cara”, ou “excelente, está falando com a pessoa certa, eu consigo”. Não, ele disse que esta capacidade não estava em suas mãos. O Senhor era quem podia revelar o significado do sonho a Faraó e, não somente isso, mas também acalmá-lo. Deveria ser evidente que Faraó estava perturbado.
Os sonhos foram contados a José.
José disse que os dois sonhos eram iguais. Que haveria sete anos de muita fartura em toda a terra do Egito. Depois, sete anos de muita fome. A fome seria tanta que ninguém se lembraria do tempo da fartura.
Faraó havia sonhado duas vezes porque o Senhor estava revelando o que iria acontecer e aconteceria rápido. Os próximos sete anos seriam os anos de fartura, depois os de grande escassez de alimento. A escassez seria tanta que destruiria toda a terra.
José não apenas interpretou o sonho. Aconselhou Faraó sobre tudo que deveria fazer. Deveria encontrar um homem inteligente e sábio. Isso mesmo. Existe diferente entre as duas coisas. Tem muita gente inteligente que não tem um pingo de sabedoria.
Esse homem deveria ser encarregado de administrar todo o Egito. Supervisores deveriam ser nomeados sobre a terra para recolherem a quinta parte de tudo que fosse colhido nos sete anos de fartura. Eles deveriam ser encarregados de juntar todo o alimento. Levando-os para armazéns, onde seriam estocados. Desta maneira, haveria comida suficiente e assim a fome não destruiria a terra.
Faraó e seus oficiais gostaram das sugestões. Faraó perguntou a seus oficiais se seria possível encontrar um homem como José. Era evidente que o Espírito do Senhor estava sobre ele.
Faraó disse a José que, como o Senhor havia lhe revelado a interpretação dos sonhos, era evidente que não havia ninguém tão sábio e inteligente quanto ele.
José foi nomeado o segundo na terra do Egito. Faraó entregou-lhe seu anel, com o selo real. Mandou vestí-lo com linho fino, colocou uma corrente de ouro em seu pescoço e o fez andar na carruagem que pertencia ao segundo no poder do Egito.
Faraó disse a todos que era o Faraó, mas ninguém faria nada, nem levantaria um pé sequer, sem o consentimento de José.
Faraó deu um nome egípcio a José, Zafenate-Paneia, que provavelmente significa “Deus fala e vive”. Deu-lhe Azenate para ser sua esposa. Ela era filha de Potífera, sacerdote da cidade de Om.
Quando saiu da presença de Faraó, sabe o que José fez? Não, ele não foi comemorar sua nova posição. Não trocou ninguém de cargo. Nem se vingou de alguém. Foi inspecionar toda a terra do Egito. Havia muito o que fazer.
Como previsto, durante sete anos a terra produziu fartas colheitas. Tudo foi armazenado. Depois, vieram os sete anos de escassez.
Mas, antes do primeiro ano de fome, José e Azenate tiveram dois filhos. José colocou o nome do primeiro de Manassés, “fazer esquecer”. Afirmou que o Senhor o fez esquecer suas dificuldades e a família de seu pai. O segundo foi chamado Efraim, “frutífero”. Disse que o Senhor o fez prosperar na terra de sua aflição.
A fome começou. Atingiu as regiões vizinhas. Não havia comida em lugar algum, mas no Egito havia alimento de sobra.
Os anos foram passando e até o Egito foi atingido pela fome. O povo clamou a Faraó, que respondeu que deveriam fazer o que José ordenasse.
José mandou abrir os celeiros e vendeu os cereais. Pessoas de todas as terras vinham até o Egito comprar cereais de José.
É maravilhoso ver José abençoando as famílias da terra, as nações, como o Senhor havia dito a Abraão, Isaque e Jacó, que aconteceria. Claro, o plano é muito maior, mas aqui temos um vislumbre dele.
Terminamos nossa leitura de hoje.
Amanhã leremos do capítulo quarenta e dois ao capítulo quarenta e quatro. Espero você. Até lá.
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quarta-feira, 8 de agosto de 2018
Prisioneiros
Continuamos nossa caminhada através de 2 Crônicas.
Ontem vimos que Jotão dirigia seus passos segundo a vontade do Senhor. Por isso, foi tornando-se mais poderoso e conhecido.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/andando-corretamente.html
Hoje caminharemos pelas páginas do capítulo vinte e oito.
Acaz estava com vinte anos quando começou a reinar. Reinou dezesseis anos.
Não fez o que é justo e agradável aos olhos do Senhor, como Davi, seu antepassado. Imitou os reis de Israel. Até mandou construir ídolos e imagens fundidas para os baalins. Queimou perfumes sagrados no vale do filho de Hinon. Chegou a sacrificar seus próprios filhos no fogo, como as nações pagãs faziam. As nações que o Senhor havia expulsado, pelos seus maus caminhos.
Acaz sacrificava e queimava incenso nos altares, nas colinas e até debaixo de toda grande árvore verdejante.
Por esse motivo, o Senhor o entregou nas mãos do rei da Síria. Eles o derrotaram. Fizeram muitos prisioneiros. Levaram-nos cativos para Damasco, longe de suas terras. O pecado nos afasta de nosso lugar de direito.
Israel também lutou contra Acaz. Ele sofreu uma grande derrota. Em apenas um dia de batalha, Peca, filho de Remalias, matou cento e vinte mil guerreiros valorosos de Judá. Tudo porque Judá abandonou o Senhor.
Zicri, poderoso soldado de Efraim, matou Maaseias, filho do rei. Matou também Azricão, mordomo do palácio e Elcana, o segundo depois do rei. Israel levou duzentos mil, entre mulheres, meninos e meninas, presos para Samaria. Saquearam deles grande despojo.
O pecado de Judá fez com que os homens morressem e suas mulheres e filhos fossem levados cativos. Que terrível! Que responsabilidade temos para com nossa casa. Não podemos nos desviar do Caminho.
Em Samaria havia um profeta do Senhor, chamado Odede. Ele foi ao encontro do exército que voltava da guerra. Advertiu-os dizendo que o Senhor estava irado com Judá, por isso os entregara a Israel, mas eles haviam matado seus irmãos com tamanho ódio e violência que sua maldade ficou evidente nos céus. E agora, ainda queriam sujeitar o povo de Judá e de Jerusalém à condição de escravos. Eles, que também eram culpados diante do Senhor. Odede pediu-lhes que o atendessem e fizessem voltar os presos que haviam tomado, pois a ira do Senhor já estava contra eles.
Então, alguns homens dentre os chefes de Efraim levantaram-se e disseram que esses israelitas não entrariam em suas terras, acrescentando aos seus erros e pecados mais esta culpa de fazerem seus próprios irmãos de escravos. Disseram que sua culpa já era muito grande e a brasa da ira do Senhor já estava sobre suas cabeças.
Embora o povo de Israel estivesse distante do Senhor, quando os soldados ouviram essas palavras, abandonaram os presos e o despojo. Colocaram tudo diante dos príncipes e de toda a congregação.
Então, certos homens, designados nominalmente, puseram-se a reconfortar e encorajar os prisioneiros. Ah, como isso é lindo! Esses homens eram conhecidos por seus atos, por isso foram designados nominalmente para essa bendita tarefa.
Usando o próprio despojo, vestiram todos que estavam nus. Deram-lhes roupa, calçado, alimento, bebida e abrigo. Depois colocaram os fracos e feridos sobre animais de cargas, até seus irmãos que estavam em Jericó. Em seguida retornaram para Samaria.
Nessa época, os edomitas atacaram Judá mais uma vez. Derrotaram-na e fizeram muitos cativos. Os filisteus invadiram as cidades da planície e do sul de Judá. Também tomaram Bete-Semes, Aijalom, Gederote, Socó e seus povoados, Timna e suas aldeias, Ginzo e seus arredores, estabelecendo-se ali.
Tudo porque o Senhor humilhou Judá, por causa dos pecados de Acaz.
Ele foi responsável por conduzir Judá a pecar de modo desenfreado. Por essa razão, o Senhor desprezou completamente Judá. Que terrível ser conhecido dessa forma e ter um povo inteiro desprezado por sua conduta.
Acaz pediu ajuda aos reis da Assíria. Ele pegou alguns objetos valiosos dos despojos que estavam guardados na Casa do Senhor, e também tesouros que estavam no palácio real e na casa dos príncipes.
Entregou tudo a Tiglate-Pileser, rei da Assíria. Contudo, isso não o ajudou em nada. Tiglate-Pileser veio e, ao invés de servir de ajuda, causou a Acaz problemas ainda maiores.
O Senhor tentou atraí-lo de diversas formas, mas seu coração não se voltava para o Senhor, não se arrependia. Mesmo nesse tempo em que passou por várias provações, Acaz não mudou sua atitude. Pelo contrário, tornou-se ainda mais infiel ao Senhor. Chegou a oferecer sacrifícios às divindades pagãs de Damasco, que o haviam derrotado. Em sua vã imaginação, creu que os deuses da Síria os haviam ajudado, então o socorreriam. Essa devoção foi precisamente a causa da sua queda fatal e da ruína de todo o Israel.
O Senhor abomina a idolatria. Só Ele é o Senhor.
Acaz juntou os utensílios da casa do Senhor, fê-los em pedaços e fechou as portas do templo do Senhor. Ainda fez altares pagãos em todos os cantos de Jerusalém. Além disso, em cada cidade de Judá, mandou construir altares idólatras para queimar sacrifícios e perfumes a outros deuses, provocando a ira do Senhor.
Você pode imaginar? Ele pegou os utensílios da casa do Senhor e os fez em pedaços. Ainda fechou as portas do templo. Sua decadência só ia piorando. Além disso, fez altares aos falsos deuses, em todos os cantos de Jerusalém.
Acaz morreu e foi sepultado em Jerusalém. Mas não no túmulo dos grandes reis.
Seu filho Ezequias reinou em seu lugar.
Que possamos ser como Odede. Enquanto o povo estava longe do Senhor, ele possuía e entregava Sua Palavra, Suas exortações.
Que não façamos de nossos irmãos, escravos, ainda que estejam longe do Senhor. Na verdade, eles precisam ser cuidados. E devolvidos a seus lugares.
Que sejamos como aqueles homens de Efraim que desejavam limpar suas vidas e não permitiram que mais pecado entrasse em suas cidades.
Que sejamos como os homens citados nominalmente para cuidar, encorajar e fortalecer os que haviam sido levados cativos e que os devolvamos aos seus respectivos lugares.
Que sejamos homens e mulheres, conhecidos pelos seus nomes, chamados para o Senhor, para mostrar o caminho de volta a Ele.
https://www.youtube.com/watch?v=tFmNYHeuIrc&list=RDtFmNYHeuIrc&start_radio=1
Amanhã continuamos. Espero você.
Ontem vimos que Jotão dirigia seus passos segundo a vontade do Senhor. Por isso, foi tornando-se mais poderoso e conhecido.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/andando-corretamente.html
Hoje caminharemos pelas páginas do capítulo vinte e oito.
Acaz estava com vinte anos quando começou a reinar. Reinou dezesseis anos.
Não fez o que é justo e agradável aos olhos do Senhor, como Davi, seu antepassado. Imitou os reis de Israel. Até mandou construir ídolos e imagens fundidas para os baalins. Queimou perfumes sagrados no vale do filho de Hinon. Chegou a sacrificar seus próprios filhos no fogo, como as nações pagãs faziam. As nações que o Senhor havia expulsado, pelos seus maus caminhos.
Acaz sacrificava e queimava incenso nos altares, nas colinas e até debaixo de toda grande árvore verdejante.
Por esse motivo, o Senhor o entregou nas mãos do rei da Síria. Eles o derrotaram. Fizeram muitos prisioneiros. Levaram-nos cativos para Damasco, longe de suas terras. O pecado nos afasta de nosso lugar de direito.
Israel também lutou contra Acaz. Ele sofreu uma grande derrota. Em apenas um dia de batalha, Peca, filho de Remalias, matou cento e vinte mil guerreiros valorosos de Judá. Tudo porque Judá abandonou o Senhor.
Zicri, poderoso soldado de Efraim, matou Maaseias, filho do rei. Matou também Azricão, mordomo do palácio e Elcana, o segundo depois do rei. Israel levou duzentos mil, entre mulheres, meninos e meninas, presos para Samaria. Saquearam deles grande despojo.
O pecado de Judá fez com que os homens morressem e suas mulheres e filhos fossem levados cativos. Que terrível! Que responsabilidade temos para com nossa casa. Não podemos nos desviar do Caminho.
Em Samaria havia um profeta do Senhor, chamado Odede. Ele foi ao encontro do exército que voltava da guerra. Advertiu-os dizendo que o Senhor estava irado com Judá, por isso os entregara a Israel, mas eles haviam matado seus irmãos com tamanho ódio e violência que sua maldade ficou evidente nos céus. E agora, ainda queriam sujeitar o povo de Judá e de Jerusalém à condição de escravos. Eles, que também eram culpados diante do Senhor. Odede pediu-lhes que o atendessem e fizessem voltar os presos que haviam tomado, pois a ira do Senhor já estava contra eles.
Então, alguns homens dentre os chefes de Efraim levantaram-se e disseram que esses israelitas não entrariam em suas terras, acrescentando aos seus erros e pecados mais esta culpa de fazerem seus próprios irmãos de escravos. Disseram que sua culpa já era muito grande e a brasa da ira do Senhor já estava sobre suas cabeças.
Embora o povo de Israel estivesse distante do Senhor, quando os soldados ouviram essas palavras, abandonaram os presos e o despojo. Colocaram tudo diante dos príncipes e de toda a congregação.
Então, certos homens, designados nominalmente, puseram-se a reconfortar e encorajar os prisioneiros. Ah, como isso é lindo! Esses homens eram conhecidos por seus atos, por isso foram designados nominalmente para essa bendita tarefa.
Usando o próprio despojo, vestiram todos que estavam nus. Deram-lhes roupa, calçado, alimento, bebida e abrigo. Depois colocaram os fracos e feridos sobre animais de cargas, até seus irmãos que estavam em Jericó. Em seguida retornaram para Samaria.
Nessa época, os edomitas atacaram Judá mais uma vez. Derrotaram-na e fizeram muitos cativos. Os filisteus invadiram as cidades da planície e do sul de Judá. Também tomaram Bete-Semes, Aijalom, Gederote, Socó e seus povoados, Timna e suas aldeias, Ginzo e seus arredores, estabelecendo-se ali.
Tudo porque o Senhor humilhou Judá, por causa dos pecados de Acaz.
Ele foi responsável por conduzir Judá a pecar de modo desenfreado. Por essa razão, o Senhor desprezou completamente Judá. Que terrível ser conhecido dessa forma e ter um povo inteiro desprezado por sua conduta.
Acaz pediu ajuda aos reis da Assíria. Ele pegou alguns objetos valiosos dos despojos que estavam guardados na Casa do Senhor, e também tesouros que estavam no palácio real e na casa dos príncipes.
Entregou tudo a Tiglate-Pileser, rei da Assíria. Contudo, isso não o ajudou em nada. Tiglate-Pileser veio e, ao invés de servir de ajuda, causou a Acaz problemas ainda maiores.
O Senhor tentou atraí-lo de diversas formas, mas seu coração não se voltava para o Senhor, não se arrependia. Mesmo nesse tempo em que passou por várias provações, Acaz não mudou sua atitude. Pelo contrário, tornou-se ainda mais infiel ao Senhor. Chegou a oferecer sacrifícios às divindades pagãs de Damasco, que o haviam derrotado. Em sua vã imaginação, creu que os deuses da Síria os haviam ajudado, então o socorreriam. Essa devoção foi precisamente a causa da sua queda fatal e da ruína de todo o Israel.
O Senhor abomina a idolatria. Só Ele é o Senhor.
Acaz juntou os utensílios da casa do Senhor, fê-los em pedaços e fechou as portas do templo do Senhor. Ainda fez altares pagãos em todos os cantos de Jerusalém. Além disso, em cada cidade de Judá, mandou construir altares idólatras para queimar sacrifícios e perfumes a outros deuses, provocando a ira do Senhor.
Você pode imaginar? Ele pegou os utensílios da casa do Senhor e os fez em pedaços. Ainda fechou as portas do templo. Sua decadência só ia piorando. Além disso, fez altares aos falsos deuses, em todos os cantos de Jerusalém.
Acaz morreu e foi sepultado em Jerusalém. Mas não no túmulo dos grandes reis.
Seu filho Ezequias reinou em seu lugar.
Que possamos ser como Odede. Enquanto o povo estava longe do Senhor, ele possuía e entregava Sua Palavra, Suas exortações.
Que não façamos de nossos irmãos, escravos, ainda que estejam longe do Senhor. Na verdade, eles precisam ser cuidados. E devolvidos a seus lugares.
Que sejamos como aqueles homens de Efraim que desejavam limpar suas vidas e não permitiram que mais pecado entrasse em suas cidades.
Que sejamos como os homens citados nominalmente para cuidar, encorajar e fortalecer os que haviam sido levados cativos e que os devolvamos aos seus respectivos lugares.
Que sejamos homens e mulheres, conhecidos pelos seus nomes, chamados para o Senhor, para mostrar o caminho de volta a Ele.
https://www.youtube.com/watch?v=tFmNYHeuIrc&list=RDtFmNYHeuIrc&start_radio=1
Amanhã continuamos. Espero você.
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segunda-feira, 18 de junho de 2018
O que estará escrito sobre nós?
Continuamos nossa caminhada através das páginas de 1 Crônicas. Hoje, capítulos 7, 8 e 9.
O autor nos fala de várias genealogias. Vamos às informações mais interessantes.
Issacar. No reinado de Davi, os descendentes de Tolá alistados, somavam vinte e dois guerreiros notáveis. Israías teve cinco filhos, todos chefes. Estes tiveram muitas esposas e muitos filhos. Somaram trinta e seis homens treinados para a guerra.
Dos filhos de Benjamim, haviam vinte e dois guerreiros valentes. Na lista de seus descendentes, havia vinte homens prontos para a guerra. E seus descendentes contaram com dezessete homens aptos para lutarem nas batalhas.
Na listagem de Manassés, o autor nos conta que Maquir tomou por esposa Maaca. Lembre que normalmente só os homens são citados. Manassés teve um outro descendente chamado Zalofeade. Ele só teve filhas. Hamoloquete é outra mulher citada. Deu à luz Isode, Abiezer e Maalá.
Com relação a Efraim, ele nos conta que Ezer e Eleade foram mortos por homens da cidade de Gate quando tentavam roubar o gado deles. Efraim chorou durante muitos dias. Seus filhos e parentes foram consolá-lo. Depois de passado um tempo, a esposa de Efraim teve um filho que se chamou Berias, porque “uma época de forte crise se abatera sobre sua casa”.
Sua filha chamava-se Sheerá. Ela, uma mulher, foi fundadora das cidades de Bete-Horom, Bete-Horom Baixa e Uzém-Sheerá. Uma mulher! Naquela época!
De Aser, o autor cita várias nomes e diz que todos foram chefes de famílias, homens notáveis, soldados corajosos, líderes ilustres. Os alistados para o serviço militar eram vinte e seis guerreiros.
O capítulo oito continua falando sobre os descendentes de Benjamim. Gera, repudiou e se divorciou de suas duas esposas, Husim e Baara.
Jeiel teve uma esposa que chamava Maaca. Mais uma Maaca. Mais uma mulher citada.
Os descendentes de Benjamim também foram guerreiros corajosos. Muitos eram exímios flecheiros.
O capítulo nove nos conta que a nação de Israel foi repartida em grupos. Todos registrados segundo suas genealogias e inscritos nos livros históricos dos reis de Israel. Por suas práticas infiéis foram deportados como escravos para a Babilônia.
Quando alguns voltaram, os primeiros a se restabelecerem em seus territórios foram as pessoas simples do povo e alguns sacerdotes, levitas e servidores do templo. Esses sacerdotes, levitas e servidores eram homens ilustres, competentes para realizar todos os serviços necessários no templo do Senhor.
Alguns eram guardas de honra do Portão do Rei, que ficava no lado leste do Templo. Antigamente, eram os sentinelas e protetores dos portões dos acampamentos dos levitas. Alguns, guardas das portas, encarregados de guardar as entradas do templo, como seus antepassados tinham sido responsáveis por proteger a entrada da habitação do Senhor.
Muitos dos porteiros habitavam em suas aldeias. Vinham de tempos em tempos, por escalas, dedicar um período de sete dias de trabalho. Mas, os quatro principais guardas das portas, levitas, receberam a incumbência de zelar pelas salas onde se recolhiam os tesouros do templo. Passavam a noite perto da Casa do Senhor, pois tinham o dever solene de vigiar até o amanhecer de cada dia, quando abriam as portas ao povo. Dever solene!
Alguns eram responsáveis pelos utensílios do serviço religioso, conferidos sempre que trazidos ou levados. Outros estavam encarregados dos móveis e dos demais utensílios e objetos do santuário, como também da farinha, do vinho, do azeite, do incenso e das especiarias.
Alguns dos filhos dos sacerdotes dedicavam-se ao preparo das especiarias. Um levita chamado Matitias, filho primogênito de Salum, tinha a incumbência de assar os pães destinados às ofertas. Era uma incumbência e uma honra. Dentre os coatitas, seus irmãos, alguns eram encarregados de preparar os pães depositados sobre a mesa aos sábados.
Os cantores, chefes das famílias levitas, permaneciam nas salas do templo. Eram isentos de outros deveres, porque dia e noite se dedicavam ao seu próprio ministério, que era louvar e adorar o Senhor.
Todos esses eram chefes de famílias levitas, alistados como líderes e homens ilustres em suas gerações. Todos habitavam em Jerusalém.
Novamente faço a pergunta: Como você (e eu) queremos ser conhecidos? Como homens e mulheres ilustres, corajosos, capazes, responsáveis ou como quem repudiou suas duas mulheres? O que estará escrito sobre nós?
Que sejamos ilustres, corajosos, capazes, responsáveis, líderes, competentes, protetores, dedicados, exímios em nossas profissões e cargos, fundadores de cidades (ou ajudadores das cidades já fundadas), treinados e aptos para as batalhas, sejam em que níveis forem.
Que tenhamos o dever solene de zelar pelos tesouros do Senhor, tesouros eternos, onde a traça e a ferrugem não podem destruir. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/tesouro-verdadeiro.html
"Não acumuleis para vós outros tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e onde ladrões arrombam para roubar. Mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde a traça nem a ferrugem podem destruir, e onde os ladrões não arrombam e roubam. Porque, onde estiver o teu tesouro, aí também estará o teu coração". - Mateus 6.19-21
O autor nos fala de várias genealogias. Vamos às informações mais interessantes.
Issacar. No reinado de Davi, os descendentes de Tolá alistados, somavam vinte e dois guerreiros notáveis. Israías teve cinco filhos, todos chefes. Estes tiveram muitas esposas e muitos filhos. Somaram trinta e seis homens treinados para a guerra.
Dos filhos de Benjamim, haviam vinte e dois guerreiros valentes. Na lista de seus descendentes, havia vinte homens prontos para a guerra. E seus descendentes contaram com dezessete homens aptos para lutarem nas batalhas.
Na listagem de Manassés, o autor nos conta que Maquir tomou por esposa Maaca. Lembre que normalmente só os homens são citados. Manassés teve um outro descendente chamado Zalofeade. Ele só teve filhas. Hamoloquete é outra mulher citada. Deu à luz Isode, Abiezer e Maalá.
Com relação a Efraim, ele nos conta que Ezer e Eleade foram mortos por homens da cidade de Gate quando tentavam roubar o gado deles. Efraim chorou durante muitos dias. Seus filhos e parentes foram consolá-lo. Depois de passado um tempo, a esposa de Efraim teve um filho que se chamou Berias, porque “uma época de forte crise se abatera sobre sua casa”.
Sua filha chamava-se Sheerá. Ela, uma mulher, foi fundadora das cidades de Bete-Horom, Bete-Horom Baixa e Uzém-Sheerá. Uma mulher! Naquela época!
De Aser, o autor cita várias nomes e diz que todos foram chefes de famílias, homens notáveis, soldados corajosos, líderes ilustres. Os alistados para o serviço militar eram vinte e seis guerreiros.
O capítulo oito continua falando sobre os descendentes de Benjamim. Gera, repudiou e se divorciou de suas duas esposas, Husim e Baara.
Jeiel teve uma esposa que chamava Maaca. Mais uma Maaca. Mais uma mulher citada.
Os descendentes de Benjamim também foram guerreiros corajosos. Muitos eram exímios flecheiros.
O capítulo nove nos conta que a nação de Israel foi repartida em grupos. Todos registrados segundo suas genealogias e inscritos nos livros históricos dos reis de Israel. Por suas práticas infiéis foram deportados como escravos para a Babilônia.
Quando alguns voltaram, os primeiros a se restabelecerem em seus territórios foram as pessoas simples do povo e alguns sacerdotes, levitas e servidores do templo. Esses sacerdotes, levitas e servidores eram homens ilustres, competentes para realizar todos os serviços necessários no templo do Senhor.
Alguns eram guardas de honra do Portão do Rei, que ficava no lado leste do Templo. Antigamente, eram os sentinelas e protetores dos portões dos acampamentos dos levitas. Alguns, guardas das portas, encarregados de guardar as entradas do templo, como seus antepassados tinham sido responsáveis por proteger a entrada da habitação do Senhor.
Muitos dos porteiros habitavam em suas aldeias. Vinham de tempos em tempos, por escalas, dedicar um período de sete dias de trabalho. Mas, os quatro principais guardas das portas, levitas, receberam a incumbência de zelar pelas salas onde se recolhiam os tesouros do templo. Passavam a noite perto da Casa do Senhor, pois tinham o dever solene de vigiar até o amanhecer de cada dia, quando abriam as portas ao povo. Dever solene!
Alguns eram responsáveis pelos utensílios do serviço religioso, conferidos sempre que trazidos ou levados. Outros estavam encarregados dos móveis e dos demais utensílios e objetos do santuário, como também da farinha, do vinho, do azeite, do incenso e das especiarias.
Alguns dos filhos dos sacerdotes dedicavam-se ao preparo das especiarias. Um levita chamado Matitias, filho primogênito de Salum, tinha a incumbência de assar os pães destinados às ofertas. Era uma incumbência e uma honra. Dentre os coatitas, seus irmãos, alguns eram encarregados de preparar os pães depositados sobre a mesa aos sábados.
Os cantores, chefes das famílias levitas, permaneciam nas salas do templo. Eram isentos de outros deveres, porque dia e noite se dedicavam ao seu próprio ministério, que era louvar e adorar o Senhor.
Todos esses eram chefes de famílias levitas, alistados como líderes e homens ilustres em suas gerações. Todos habitavam em Jerusalém.
Novamente faço a pergunta: Como você (e eu) queremos ser conhecidos? Como homens e mulheres ilustres, corajosos, capazes, responsáveis ou como quem repudiou suas duas mulheres? O que estará escrito sobre nós?
Que sejamos ilustres, corajosos, capazes, responsáveis, líderes, competentes, protetores, dedicados, exímios em nossas profissões e cargos, fundadores de cidades (ou ajudadores das cidades já fundadas), treinados e aptos para as batalhas, sejam em que níveis forem.
Que tenhamos o dever solene de zelar pelos tesouros do Senhor, tesouros eternos, onde a traça e a ferrugem não podem destruir. http://www.espalhandoasemente.com/2017/11/tesouro-verdadeiro.html
"Não acumuleis para vós outros tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem, e onde ladrões arrombam para roubar. Mas ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde a traça nem a ferrugem podem destruir, e onde os ladrões não arrombam e roubam. Porque, onde estiver o teu tesouro, aí também estará o teu coração". - Mateus 6.19-21
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