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sábado, 21 de setembro de 2019

Oseias 1.1-3.5

Leitura do dia 16/09.

Continuamos nossa caminhada pelo Livro dos livros.

Ontem terminamos Daniel, com revelações sobre o futuro. Sabendo que precisamos permanecer até o fim. Sendo vitoriosos.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/daniel-101-1213.html

Hoje iniciamos uma nova jornada. Através do livro de Oseias. Um romance lindo. Verdadeiro. E eterno.

Se você tem caminhado conosco desde o livro de Gênesis, já percebeu que a Bíblia não está organizada de modo cronológico.

O que leremos agora aconteceu antes de muitos livros que já lemos. Oseias era profeta no Reino do Norte. Antes da conquista de Samaria. Profetizou durante os reinados de Uzias, Jotão, Acaz e Ezequias, reis de Judá. E nos dias de Jeroboão II, filho de Joás, rei de Israel.

A primeira vez que o Senhor falou através de Oseias, deu-lhe uma ordem inusitada. Ordenou que se casasse com uma prostituta. Era um sinal. Para mostrar que a terra se prostituíra, desviando-se do Senhor. Ele se casou com Gômer, que significa "Completa".

Logo ela teve um filho. O Senhor ordenou-lhe que se chamasse Jezreel, “O Senhor semeia”. Em pouco tempo, o Senhor derrotaria Israel no vale de Jezreel. O vale de Jezreel é um lugar impressionante. Escolhido para muitas guerras por causa de sua enorme extensão. De Meguido podemos ver sua imensidão.

Gômer engravidou novamente. Agora uma filha. O Senhor ordenou que Oseias a chamasse de Lo-Ruama, “Desfavorecida”. Também era um sinal. Ele não derramaria mais Seu favor sobre Israel. Por causa de seus pecados.

Ainda teria compaixão da casa de Judá e os salvaria. Mas não a casa de Israel, para quem o profeta anuncia a mensagem do Senhor.

Logo em seguida, Gômer teve outro filho. O Senhor ordenou que se chamasse Lo-Ami, “Não meu povo”. Eles não eram mais Seu povo. Tinham se desviado completamente. Corrompido Sua aliança.

Mesmo quando o Senhor refere-se a Israel como “Não meu povo”, lembra-se que o número dos filhos de Israel será como a areia do mar, que não se pode contar, E, onde era chamado “Não meu povo”, será chamado Ami, “Meu povo”.

O Senhor disse que a casa de Judá e a casa de Israel se uniriam e teriam um só rei. Seriam um só povo. Lo-Ruama seria chamada “Favor”.

Israel devia ser repreendida. Para se afastar de suas prostituições. E seus adultérios. Ele a compara a uma mulher com quem se casou. Que olhou para outros deuses, prostituindo-se. Abandonando-O.

Foi o Senhor que deu a Israel tudo quando possuía, pão, água, lã, linho, óleo, trigo e vinho. Mas Israel não reconhecia. Não era grato. Foi atrás de outros deuses. Ficaria sem seu sustento. Seria castigada.

O Senhor a atrairia, levaria ao deserto e falaria a seu coração. Consegue perceber Seu amor? Quantas vezes precisamos ser atraídos por Ele? Quantas vezes precisamos ser levados ao deserto para ali, no silêncio conseguirmos ouvir Sua voz? Ele quer falar ao nosso coração. Quer nos atrair a Ele. Quer estar conosco.

Depois de levá-la ao deserto o Senhor lhe daria vinhas e o Vale de Acor, "Perturbação", chamaria Porta de Esperança. Israel se apaixonaria novamente por Ele. E o chamaria de “Meu esposo”. Seu povo voltaria a andar em intimidade com Ele. Não prestaria mais atenção em ninguém, só nEle. Seu coração e seus lábios só falariam Seu nome.

A aliança do Senhor com Seu povo se estenderia até aos animais selvagens, às aves dos céus, e aos répteis da terra. Neste dia não haveria mais guerra. Seu povo habitaria em segurança. Essa aliança é para sempre. Uma aliança em justiça, juízo, benignidade, misericórdia e fidelidade. Seu povo O conheceria, como se conhece um marido. Intimidade é o que deseja com Seu povo.

Ele mesmo semeará Seu povo. Para Si. E dirá que Seu povo O pertence. E Seu povo responderá que pertence a Ele, que Ele é Seu Senhor.

Ao que tudo indica, Gômer, embora tivesse sido resgatada por Oseias, foi novamente para a prostituição. Como o povo do Senhor ao desviar-se dEle.

O Senhor ordenou a Oseias que fosse atrás dela. E a amasse. Para demonstrar como o Senhor amava Seu povo, ainda que adúltero, longe dEle, olhando para outros deuses e comendo bolos usados na adoração desses deuses.

Oseias obedeceu. Comprou-a por quinze peças de prata e uma medida e meia de cevada. Disse-lhe que esperasse o tempo para se purificar de sua prostituição. Seriam muitos dias. Mas ele também ficaria só. Esperando por ela. Ah, que doce amor. Era um sinal para Israel que ficaria muitos dias sem governantes, nem templo, nem sacerdotes. Depois, voltariam para o Senhor. Buscariam seu Deus e seu rei, o Descendente de Davi. E, nos últimos dias, tremendo, se chegariam ao Senhor e à Sua bondade. O Senhor estaria esperando por eles. Como Oseias esperou por sua esposa.

Que amor é esse?! Como pode nos amar assim? https://www.youtube.com/watch?v=xu8Zel1u-6k

Ainda que Lhe viremos as costas, vai à nossa procura. O preço que pagou por nós foi muito mais alto que o preço que Oseias pagou para ter sua esposa de volta. Foi Seu sacrifício, Seu sangue, Sua vida. Ele a entregou por nós (João 10.10-18).

Que possamos ser fiéis. Amá-Lo intimamente. Com todas as nossas forças. A cada dia. Ele é nosso Esposo querido. Eternamente.

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo quatro. Até o capítulo seis.

Espero você. Até lá.

domingo, 1 de setembro de 2019

Ezequiel 16.1-18.32

Leitura do dia 31/08.

Continuamos nossa caminhada através do livro de Ezequiel.

Na postagem anterior vimos o julgamento do Senhor contra os falsos profetas e as falsas profetizas.

Também vimos a idolatria dos líderes de Israel. Levantaram ídolos em seus corações que os levaram a pecar. Não ficarão impunes. Para aprenderem que só Ele é Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/ezequiel-131-158.html

Agora, caminharemos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.

O Senhor ordenou que Ezequiel transmitisse Sua mensagem a Jerusalém para que “ela” percebesse o quanto seus pecados eram detestáveis.

Ele contou uma história. Como se Jerusalém fosse uma mulher. Quando nasceu, ninguém cuidou dela. Quando o Senhor a viu, indefesa e esperneando no sangue, a acolheu. Ele a fez desenvolver-se. Como se fosse uma planta no campo.

Ela tornou-se adulta. Uma linda joia. Ele a envolveu com Seu manto, cobrindo sua nudez. E “casou-se” com ela.

Envolver com o manto significa que o Senhor a tomou para si. A protegeu. Quando diz que casou com ela, significa que fez uma aliança. Eterna. Indestrutível.

Ele a lavou. Limpou seu sangue. Passou óleo perfumado em sua pele. Deu-lhe roupas caras de linho fino e seda. Com lindos bordados. Deu-lhe sandálias feitas do melhor couro e belas joias, pulseiras, lindos colares, uma argola para o nariz, brincos e até uma bela coroa. Foi enfeitada de ouro e prata. Comia da melhor comida. Tornou-se mais linda. Parecia uma rainha. E de fato, era.

Sua fama se espalhou por todo o mundo. Por causa de sua beleza. O Senhor a vestiu com Seu esplendor e aperfeiçoou sua beleza. Mas, ela pensou que era dona de sua fama e sua beleza. E se prostituiu com todo homem que passava por ela. Colocou sua beleza à disposição de quem a quisesse. Usou seus lindos presentes para levantar altares a ídolos. E se prostituiu. Na verdade, fez pior. Adulterou. Ainda pagou seus amantes.

Ofereceu os filhos que eram do Senhor para sacrifícios aos ídolos. Não se lembrou de quando estava nua e abandonada e somente o Senhor a socorreu e acolheu.

Uma grande aflição a espera. O Senhor a castigará. Por todos os pecados que cometeu. Por todos os ídolos que adorou. Sofrerá as consequências de tê-Lo abandonado.

Seu pecado é tão terrível que Jerusalém faz Sodoma e Samaria parecerem puras perto dela. Ela as superou em sua depravação. Receberá o que merece, pois não levou a sério seus votos solenes e quebrou sua aliança com o Senhor.

Depois de Seu justo juízo, Ele reafirmará Sua aliança. Fará de Samaria e Sodoma suas filhas, incluindo-as na aliança. Então, Jerusalém se lembrará de seus pecados com muita vergonha. E o Senhor a perdoará.

O Senhor ainda ordena que Ezequiel apresente uma parábola contando a história de Israel. Uma videira e duas águias.

O rei da Babilônia era a primeira águia. Foi a Jerusalém. Levou o rei e seus príncipes. Firmou um tratado com Zedequias, colocando-o sobre o trono. Este jurou em nome do Senhor que seria fiel. Mas, chegou um dia em que se rebelou. Voltou-se para a segunda águia, o Egito. Quebrou o juramento que fizera em nome do Senhor. Por isso, seria castigado. Não ficaria impune.

Israel tinha um ditado que dizia que os pais comeram uvas azedas e os dentes dos filhos estragaram. Aquele ditado não seria mais citado. O Senhor é justo. Ninguém morrerá pelo pecado de outro. Quem pecar morrerá.

“Pois o salário do pecado é a morte, mas a dádiva de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor”. – Romanos 6.23

Se um homem for obediente, fielmente cumprindo o que agrada o Senhor, certamente viverá. Se tiver um filho infiel, que vive em pecado, desagradando o Senhor, este filho é que será responsabilizado pelo seu pecado e certamente morrerá.

Se ele tiver um filho que viu sua perversidade e decidiu não viver como seu pai, voltando-se para o Senhor, amando-O e obedecendo, não morrerá por causa dos pecados de seu pai. Certamente viverá.

Os justos serão recompensados pela sua justiça e os perversos serão castigados por sua perversidade.

Se, porém, o perverso abandonar seus pecados e obedecer ao Senhor, fazendo o que é justo e certo, não morrerá. Certamente viverá. Seus pecados serão esquecidos. Por causa de sua justiça.

O Senhor não gosta que ninguém morra. Seu desejo é que todos se afastem de seus maus caminhos e vivam.

Se o justo abandonar sua vida de justiça e agir como outros pecadores, esquecendo-se do Senhor, seus atos de justiça serão esquecidos. Morrerá por causa de seus pecados.

O Senhor chama todos ao arrependimento. Que afastem-se de seus pecados, não permitindo que sejam derrubados por eles. Que deixem toda rebeldia para trás. Busquem um coração e um espírito novo.

Ele pergunta: “Por que morrer, ó povo de Israel?”.

Seu desejo é que ninguém morra. Que todos se arrependam e vivam!

Que nos voltemos para o Senhor. A cada dia.

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezenove. Até o capítulo vinte e um.

Espero você. Até lá.

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Provérbios 4.1-6-35

Leitura do dia 29/06.

Continuamos nossa caminhada através dos ensinos de Provérbios.

Ontem vimos o objetivo desses ensinos. Também vimos que precisamos buscar a sabedoria, como se busca um tesouro escondido. Com todos os recursos. E total desprendimento. Se buscarmos Sua vontade em tudo que fizermos, Ele guiará nosso caminho. A sabedoria dá mais lucro que a prata. Rende mais que o ouro. http://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-11-33.htmlhttp://www.espalhandoasemente.com/2019/07/proverbios-21-335.html

Agora, andaremos pelas páginas dos capítulos quatro ao capítulo seis.

Salomão nos ensina a aprender a ter discernimento. Sim, devemos adquirir a sabedoria, mas aprender a ter discernimento.

A sabedoria deve ser adquirida como um tesouro. Não aos pinguinhos. Devemos tomar posse dela. Agarrar-nos a ela (Provérbios 3.18). Mas, o discernimento deve ser aprendido.

Como? Precisamos conhecer a verdade. Para discernir toda mentira e erro. Aprender leva tempo. É preciso passar pelos ensinamentos. Um após outro. Para conhecer a verdade, é necessário estudá-la.

Não existe nada mais sábio a fazer que adquirir a sabedoria. E aprender a ter discernimento.

O caminho da sabedoria nos leva a uma estrada reta. Onde não podemos ser detidos. Podemos até correr por ela. Sem tropeçar.

Precisamos nos apegar às instruções. Sem jamais soltá-las. E guardá-las bem. Em nossos corações. Elas são a chave da vida. Quer viver bem? Apegue-se às instruções. Guarde-as em seu coração.

O caminho do justo, no começo é escuro. Muitos obstáculos. Muitas lutas. Mas, tal como a luz da aurora, vai brilhando mais e mais, até ser dia pleno. Um pouco a cada instante. Até a claridade total.

E o que devemos guardar acima de tudo? Nosso coração. Ele dirige o rumo de nossas vidas. Sim. Quantas vezes queremos agir com nossa mente, mas nosso coração sempre vence! Por isso, devemos guardá-lo. É mister guardá-lo. Como à menina de nossos olhos.

Devemos olhar para frente. Manter os olhos fixos em nossos objetivos, que estão adiante de nós.
Que estabeleçamos um caminho reto para não nos desviarmos da estrada segura. Precisamos seguir em frente. Sem nos desviarmos nem para a direita, nem para a esquerda. Nossos pés devem seguir o Senhor. Não o mal.

Nossa estrada é reta, mas se nos desviamos dela, seja para a direita ou para a esquerda, encontraremos abismos. Fatalmente cairemos. No mínimo, ficaremos pendurados. Por isso, sigamos o conselho de Salomão. Que nossos olhos olhem reto. Para o que está à frente. O mesmo conselho que Paulo seguiu, concentrando todos os seus esforços: “... mas concentro todos os meus esforços nisto: esquecendo-me do passado e olhando para o que está adiante, prossigo para o final da corrida, a fim de receber o prêmio celestial para o qual Deus nos chama em Cristo Jesus”. – Filipenses 3.13b,14

O capítulo cinco é voltado ao ensinamento para ficar longe da impureza. Quem serve ao Senhor deve ser puro. Sua Lei não mudou. Ele não mudou. Ainda exige pureza. Sempre exigiu. Sempre exigirá. Não por mesquinhez. É para nosso bem. Nosso. Bem.

Muitos não querem saber de seguir esses conselhos, pois o prazer imediato é o que mais importa. No fim, haverá choro, por causa das consequências. O impuro gritará “por que não ouvi?”

O conselho é que o amor deve ser compartilhado apenas com a esposa. E vice-versa. Há prazer dentro de um casamento. Esse prazer não deve ser dividido com mais ninguém. É para apenas os dois. Um satisfazendo o outro. Como sempre deveria ter sido.

Aquele que não tem disciplina morrerá exatamente por falta dela. Ficará perdido por causa de sua grande insensatez.

Salomão também nos aconselha a não sermos fiadores. Nem de amigo, nem de algum conhecido. O risco é grande. Podemos perder o que temos.

O preguiçoso (e também quem não é) deve aprender com a formiga. Ela não tem um comandante, mas junta alimento durante o verão para ter o que comer no inverno.

Ele nos chama atenção para sete coisas que o Senhor considera detestáveis:
1. Olhos arrogantes.
2. Língua mentirosa.
3. Mãos que matam o inocente.
4. Coração que trama a maldade.
5. Pés que se apressam em fazer o mal.
6. Testemunha falsa que diz mentiras.
7. Quem semeia desentendimento entre irmãos.

Que nossos atos estejam longe dessa lista. Para não sermos detestáveis a Seus olhos.

Se temos ou tivemos pais que temem ao Senhor, não deixemos seus conselhos. Eles nos guiarão quando andarmos. Nos protegerão quando dormirmos, o que faremos em sossego. E nos orientarão quando acordarmos, perguntando o que fazer naquele dia.

Está escuro? O mandamento é lâmpada. A instrução é luz. E as correções da disciplina são o caminho que conduz à vida.

Hoje, mais que nunca, muitos não querem saber de disciplina, mas sem ela estaremos caminhando direto para o inferno. Rumo à total escuridão. A disciplina nos conduz à vida. O mandamento e a instrução clareiam nossos caminhos. Saberemos onde estamos andando.

Salomão alerta que a disciplina livra da mulher imoral (e do homem também). O ladrão que rouba para saciar sua fome, pode até ter uma desculpa. Mas, quem comete o adultério, não. Está brincando com fogo. Carregando-o junto ao peito. Com certeza, irá se queimar. Não tem juízo algum. É um desmiolado. Está destruindo a si mesmo. Será ferido. Desonrado. E carregará sua vergonha.

Que fujamos desse caminho. Como? Disciplina.

Que guardemos os mandamentos em nosso coração. Com guardas à porta. Que seja inviolável. Para andarmos pelos caminhos sensatos. Os caminhos de vida.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/guardando-meu-tesouro.html
http://www.espalhandoasemente.com/2018/08/como-guardar-meu-unico-bem.html


Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo sete. Até o nove.

Espero você. Até lá.

segunda-feira, 6 de maio de 2019

Esdras 9.1-10.44

Leitura do dia 05/05.

Na postagem anterior, vimos a seriedade com que Esdras encarava o que testemunhava do Senhor. Também vimos, com tristeza, que nenhum levita se ofereceu para voltar a Jerusalém. Graças ao Senhor, Ido enviou alguns. Que aceitaram voltar.

Quando chegaram ofereceram holocaustos ao Senhor e tiveram o apoio dos oficiais e governadores.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-81-36.html

Agora, continuamos através dos capítulos nove e dez de Esdras.

Quando Esdras achou que estava tudo bem, os líderes judeus o procuraram. Contaram-lhe que muitos israelitas e até mesmo os sacerdotes e levitas não obedeceram ao Senhor, mantendo-se puros. Adotaram as práticas detestáveis dos povos que o Senhor expulsara daquela terra, na época da conquista por Israel. Casaram-se com mulheres dos povos que o Senhor ordenara que não se casassem.

Essa ordem não era um “capricho” do Senhor. Ele estava zelando por Seus filhos. Sabia a influência que as mulheres teriam, fazendo-os desviarem-se do  Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/abandono.html

Quando Esdras ouviu, rasgou sua túnica e seu manto. Arrancou os cabelos de sua cabeça e de sua barba. E sentou-se. Completamente pasmo. Para ele, que decidira conhecer, obedecer e ensinar a Lei do Senhor, era difícil acreditar que os israelitas houvessem feito tal coisa, tão prejudicial a si mesmos.

Ele não ficou só. Todos que tremiam diante da Palavra do Senhor sentaram-se com ele. Ficaram ali, sentados, lamentando, até o sacrifício da tarde. Então, Esdras se levantou. Mas não ficou em pé. Caiu de joelhos diante do Senhor. Ergueu suas mãos e clamou.

Seu clamor foi de intercessão. Não apontou com o dedo. Incluiu-se na oração. Disse que se envergonhava de levantar seu rosto para o Senhor, porque a “nossa culpa” se elevava até o céu. Era o povo dele. Ele fazia parte.

Lembrou ao Senhor tudo que acontecera. Agora eram apenas uns poucos remanescentes, que se continuassem em pecado, seriam extintos. Foi uma oração desesperadora. Um clamor do fundo do coração.

Enquanto ainda orava e confessava, chorando com o rosto em terra diante do Senhor, no templo, uma grande multidão de homens, mulheres e até crianças, reuniu-se a ele. Choraram amargamente.
Reconheciam seu pecado. Haviam se afastado do Senhor.

Secanias tomou a palavra. Confessou a Esdras que foram infiéis. Mas nem tudo estava perdido. Havia esperança para Israel. Fariam uma nova aliança com o Senhor. Divorciariam das mulheres estrangeiras. Seguiriam o conselho de Esdras em tudo.

Que Esdras se levantasse. Era ele quem deveria lhes dizer como corrigir aquela situação. Que fosse forte e fizesse o que deveria ser feito. Eles o apoiariam. Reconheciam sua autoridade. Sabiam quem Esdras era.

Ah, como precisamos de homens como Esdras, que se humilham diante do Senhor pelo pecado de outros. E como precisamos de homens como Secanias, que se arrependem prontamente e lembram que existe esperança. O Senhor é misericordioso. Aceita uma nova aliança.

Esdras levantou-se. Exigiu um juramento de que todos fariam o que Secanias propôs. O povo jurou.
Esdras continuou ainda em jejum por um tempo, lamentando a infidelidade dos exilados que regressaram. Ordenou que todos fossem a Jerusalém, em três dias. Quem não fosse seria expulso da comunidade dos exilados.

Dentro de três dias estavam todos ali, sentados na praça, diante do templo do Senhor. O povo tremia por causa da seriedade daquela reunião. Também porque era o tempo das chuvas. Esdras ordenou que confessassem seus pecados. Eles o fizeram.

Alguém, com muito bom senso, levantou-se. Solicitou que voltassem em dias marcados, para se reunirem com as autoridades. Eram muitos os que pecaram, casando-se com estrangeiras. Viriam aos poucos. Cada grupo de sua cidade, em dias específicos.

Apenas dois não concordaram. Eles seguiram o plano. Em pouco menos de três meses resolveram todos os casos.

Em seguida, Esdras lista os sacerdotes, levitas, cantores, porteiros e os demais israelitas culpados.
Eles se comprometeram a divorciar-se de suas esposas.

Sabemos que o Senhor odeia o divórcio. Devemos nos lembrar, no entanto, que eram mulheres que serviam a outros deuses. E que influenciavam negativamente seus maridos. Ainda assim, deve ter sido muito dolorido. O coração daqueles homens deve ter sangrado para obedecerem essa ordem. Mais do que se tivessem obedecido antes. E não tivessem se casado.

Que nossos nomes sejam encontrados nas listas dos fiéis. Obedecer sempre é melhor. Com certeza, nos poupa de muito sofrimento.

Continuamos amanhã. Um novo livro. Leremos os três primeiros capítulos de Neemias.

Espero você. Até lá.

sábado, 9 de março de 2019

Juízes 15.1-20

Leitura do dia 09/03.

Continuamos nossa caminhada pelas páginas de Juízes.

Ontem vimos o voto, no mínimo precipitado, de Jefté. E os diversos Juízes que Israel teve. Todos de pouca duração.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-111-1215.html

Vimos também que, novamente o povo fez o mal aos olhos do Senhor. Os filisteus os oprimiam. Mas o Senhor, sempre bondoso, levantou Sansão para começar a libertar Israel. http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-131-25.html

Ele se casa com uma filistia, e a abandona.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-141-20.html

Hoje caminharemos do capítulo quinze ao capítulo dezessete.

Nesta postagem, apenas o capítulo quinze.

No tempo da colheita, Sansão levou um cabrito de presente para sua esposa. Quando chegou lá, soube que havia sido entregue ao seu acompanhante de casamento. O pai dela acreditou que ele a odiasse. Afinal, abandonou-a durante a festa de casamento!

Quantas coisas poderiam ter sido evitadas se ela tivesse conversado com ele. Contado que foi ameaçada de morte.

Quantas coisas poderiam ter sido evitadas se Sansão tivesse ficado e resolvido. Conversado com ela. Explicado que poderia contar com ele. Que não precisava ter omitido a ameaça que sofrera.

Ele não tentou resolver. Não levou seus votos a sério. Fugiu. Voltou para a casa de seus pais. Era mais fácil. Quando foi procurá-la, era tarde demais.

Ficou furioso. Capturou trezentas raposas. Confeccionou uma arma e com ela queimou as plantações de cereais, os vinhedos e os olivais dos filisteus.

Quando descobriram que fora Sansão quem destruíra tudo, foram até a casa de sua esposa e a queimaram viva, junto com seu pai. O que ela tentou evitar, omitindo a ameaça de seu esposo, acabou acontecendo.

Sansão disse que não descansaria enquanto não se vingasse. Atacou-os com grande violência, matando muitos.

Depois foi morar em uma caverna na rocha de Etã.

Agora, é um homem solitário. Não voltou mais para a casa de seus pais. Foi morar, sozinho, em uma caverna.

Quando não resolvemos nossos problemas da forma correta e fugimos deles, acabamos como Sansão. Sozinhos. Habitando cavernas. Cheios de ressentimento.

Os filisteus acamparam em Judá, na cidade de Leí. Quando os homens daquela cidade perguntaram por que queriam atacá-los, responderam que queriam capturar Sansão e vingar-se dele.

Três mil homens de Judá foram até à caverna onde Sansão morava. Lembraram-lhe que eram dominados pelos filisteus. Por que ele havia agido daquele jeito? O que estavam fazendo com eles?

Sansão respondeu que fez a eles apenas o que lhe fizeram.

Os homens de Judá disseram que iriam amarrá-lo e entregá-lo aos filisteus. Ele concordou, desde que eles mesmos não o matassem.

Quando chegaram a Leí, Sansão amarrado, os filisteus deram grandes gritos de vitória. Haviam capturado seu inimigo.

Mas o Espírito do Senhor veio com poder sobre ele. As cordas foram rasgadas como se fossem apenas barbantes de linho queimados.

Encontrou uma queixada de um jumento e, com ela, matou mil filisteus.

Matar mil homens com uma queixada de jumento não é nada fácil. Sansão sentiu muita sede. E clamou ao Senhor. Não havia água onde estava.

Em sua oração disse ao Senhor que fora usado para conceder um grande livramento. Não deveria morrer de sede e cair nas mãos daqueles incircuncisos.

O Senhor o ouviu. Fez jorrar água de um buraco no chão em Leí. Sansão bebeu a água e ficou reanimado. Uau!

Que não deixemos que ameaças e fúria nos impeçam de resolver nossos problemas, tornando-os ainda maiores.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

Juízes 14.1-20

Leitura do dia 08/03.

Na postagem anterior, vimos o anjo do Senhor dizer à esposa de Manoá que, mesmo sendo estéril, engravidaria. Vimos também suas instruções com relação a seu comportamento na gravidez e com o filho. Que seria nazireu desde o ventre.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/03/juizes-131-25.html

Agora, continuamos através do capítulo quatorze.

Um dia, quando estava em Timna, Sansão viu uma moça filistia. Ele foi para sua casa e pediu que seu pai a conseguisse para ele.

Eles não aprovaram sua escolha. Questionaram-no. Por que não escolher alguém de sua tribo? Caso não encontrasse, que fosse uma mulher de Israel. Mas, uma filha dos filisteus pagãos?
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/deuteronomio-51-726.html

O Senhor ordenara a Israel que não se casasse com aqueles povos que estavam ao seu redor.

Ele não lhes deu ouvido. Disse que queria aquela moça.

Seus pais não sabiam que, neste caso, o Senhor estava agindo, gerando uma oportunidade de ferir os filisteus, que dominavam Israel.

Foram para Timna. Para conhecerem a moça. E sua família.

No caminho, um jovem leão atacou Sansão. Naquele momento, o Espírito do Senhor veio sobre ele. Sansão rasgou o leão como se fosse um cabrito.

Não contou a seus pais o que acontecera.

Quando chegou em Timna conversou com a moça. E se agradou muito dela.

Depois de algum tempo, voltaram para o casamento. Sansão saiu do caminho. Queria ver a carcaça do leão. Descobriu que abelhas haviam feito mel dentro de sua carcaça.

Pegou do mel e foi comendo pelo caminho. Ele e seus pais.

Também não contou onde pegara o mel.

Quando chegou a Timna, o pai da noiva escolheu trinta rapazes para serem seus acompanhantes na festa.

Sansão lhes propôs um enigma. Eles aceitaram. O vencedor levaria trinta camisas de linho fino e trinta conjuntos de roupa.

O enigma era: “Do que come veio algo para comer, do que é forte veio algo doce”.

Tentaram encontrar a resposta. Não conseguiram. No quarto dia ameaçaram sua noiva. Se não o convencesse a contar o enigma, queimariam vivos ela e sua família.

Ela resolveu não contar a Sansão que sofrera aquela ameaça.

Com certeza, ele teria matado aqueles homens. Sua noiva escolheu outro caminho. Sempre que estava com Sansão, ficava choramingando, pedindo que lhe desse a resposta do enigma.

Ele disse que não havia contado nem a seus pais. Não contaria. Mas ela o perturbou tanto, que acabou contando.

E ela disse aos homens que a ameaçaram. Não teria sido muito melhor se tivesse sido sincera e contasse o que aconteceu?

No sétimo dia, disseram a reposta a Sansão. Ele reconheceu que estiveram com sua noiva. Caso contrário, não teriam decifrado o enigma.

O Espírito do Senhor veio com poder sobre ele. Foi até à cidade de Ascalom. Matou trinta homens. Tomou suas roupas e deu-as àqueles que decifraram o enigma.

Mas, ficou tão furioso que deixou sua noiva. Voltou a morar com seus pais. Ela foi dada ao homem que o acompanhara na cerimônia.

Nossa leitura de hoje termina aqui.

Amanhã veremos qual será a atitude de Sansão. Ele voltará a Timna? Ou esquecerá totalmente sua noiva?

Nossa leitura será do capítulo quinze ao capítulo dezessete.

Espero você. Até lá.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Gênesis 34.1-31

Leitura do dia 10/01 (Leitura Bíblica Anual).

Na postagem anterior, finalmente vimos o encontro entre Jacó e Esaú. De tirar o fôlego.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-331-20.html

Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo trinta e quatro. Nosso último texto de hoje.

Diná era a única filha de Jacó. Certa vez ela saiu, sozinha, para visitar algumas moças que viviam na região onde estavam agora morando. Siquém, filho de Hamor, era o príncipe daquela região. Quando a viu, não se conteve. Agarrou Diná e a violentou. Em seguida, apaixonou-se por ela. Tentou conquistar sua afeição com palavras carinhosas. Pediu a seu pai que a conseguisse para ele. Queria casar-se com ela.

Jacó logo soube. Não fez nada. Esperou que seus filhos chegassem do campo. Hamor, pai de Siquém, foi pedir que Diná fosse concedida a seu filho, para que se casasse com ela. Os filhos de Jacó souberam o que aconteceu e voltaram rapidamente do campo. Ficaram abalados e furiosos por sua irmã, única irmã no meio de onze homens, tivesse sido violentada. Dá para imaginar o furor que tomou conta deles?

Hamor fez o pedido a Jacó e seus filhos. Disse que Siquém havia se apaixonado por Diná. Que eles permitissem o casamento. Aliás, que houvessem outros casamentos entre eles. Que dessem suas filhas para seus filhos e eles dariam suas filhas para os filhos deles. Assim, poderiam viver juntos. A terra estava à disposição. Que se estabelecessem e fizessem negócios. Que ficassem à vontade para comprar terras ali.

O próprio Siquém falou a Jacó e seus filhos. Pediu que fossem bondosos com ele. Chegou a implorar que deixassem Diná casar-se. Ele daria o que quisessem. Qualquer que fosse o dote, por maior que fosse. Desde que a deixassem ser sua mulher. Os filhos de Jacó responderam falsamente a Siquém. Seus corações estavam cheios de ódio por ela ter sido violentada. Disseram que só poderiam dá-la em casamento se ele fosse circuncidado.

Apesar do que Siquém fez, era o mais respeitado de toda sua família (não sabemos como eram os costumes da região). Sem demora, foi circuncidado. Desejava ardentemente casar-se com Diná. Ele e seu pai foram até à porta da cidade e falaram aos líderes que estavam ali. Propuseram que todos fossem circuncidados para que viessem a ser um só povo. Todos aceitaram.

Quando estava no terceiro dia, após a circuncisão, o dia em que a dor era maior, Simeão e Levi, entraram na cidade sem resistência. Mataram todos os homens. O texto nos conta que eles massacraram os homens daquele lugar. Arrancaram Diná da casa de Siquém e voltaram para o acampamento. Depois os outros filhos de Jacó chegaram à cidade. Vendo todos os homens mortos, saquearam a cidade. Tomaram as riquezas das casas. Levaram as crianças e as mulheres como prisioneiras.

Quando soube, Jacó disse a Simeão e a Levi que haviam arruinado sua vida. Todos os povos daquela terra o odiariam. Eles eram poucos e logo seriam esmagados. Seus filhos responderam que não poderiam permitir que sua irmã fosse tratada como uma prostituta. Jacó temeu o que poderia acontecer com todos eles. Formavam apenas um pequeno grupo.

Fico pensando em Diná. Primeiro foi estuprada. Depois recebeu uma proposta de casamento. Não sei se as palavras carinhosas de Siquém foram suficientes para atingir e curar seu coração. Sei que ficou sozinha. Ferida. Massacrada. E Jacó e seus descendentes, apesar do que ocorreu, não foram benção para aquela nação. Siquém errou com Diná. Simeão e Levi enganaram a todos. 

Um crime não pode justificar outro. Que situação! Uma tragédia que poderia ter sido transformada em benção, mas tornou-se o massacre de uma nação. Por aqueles que deveriam ser abençoadores de nações. 

Hoje terminamos nossa leitura. Amanhã continuamos. Leremos Gênesis, do capítulo trinta e cinco ao capítulo trinta e sete. Espero você. Até lá. 

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Gênesis 29.1-35

Leitura do dia 09/01 (Leitura Bíblica Anual).

Na postagem anterior, vimos o sonho de Jacó.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-2746-2823.html

Agora, caminharemos através do capítulo vinte e nove de Gênesis.

Jacó seguiu viagem. Por fim, chegou à terra do leste. Ali avistou um poço e três rebanhos de ovelhas. Foi até lá. Aproximou-se dos pastores e perguntou de onde eram. Responderam que eram de Harã. Perguntou se conheciam Labão, neto de Naor. Eles conheciam. Jacó perguntou se ele estava bem. Responderam que sim e que Raquel, sua filha estava vindo com o rebanho.

Jacó disse-lhes que ainda era dia. Não entendia porque não davam água para o rebanho e os colocavam no pasto novamente. Os pastores explicaram que o costume era juntar todos os rebanhos. Eles removiam a pedra somente após estarem todos reunidos. Então, davam de beber a todas as ovelhas. Quando ainda estava conversando com eles, Raquel chegou com o rebanho de seu pai. Gosto da explicação que vem junto a este versículo. Ela chegou com o rebanho de seu pai porque era pastora! Ela, uma mulher, exercia uma atividade. Milênios atrás.

Jacó removeu a pedra do poço e deu de beber ao rebanho de seu tio. Beijou Raquel e chorou em alta voz. Explicou a ela que era seu primo. Raquel correu e foi contar a seu pai. Labão correu de volta ao poço. Abraçou, beijou e levou Jacó para sua casa. Depois que Jacó contou sua história, Labão disse que eles eram do mesmo sangue, significando que o acolheria. Jacó ficou trabalhando para Labão por aproximadamente um mês. Labão disse-lhe que não devia trabalhar de graça. Que salário que ele queria?

Labão tinha duas filhas. Lia, a mais velha que, aparentemente, tinha algum problema em seus olhos e Raquel, que era muito bonita. Jacó estava apaixonado por Raquel. Propôs a Labão que trabalharia sete anos para que lhe fosse dada como esposa. Labão concordou. Jacó trabalhou os próximos sete anos para se casar com Raquel. É muito lindo estar escrito que esses anos foram para ele como dias, pelo tanto que a amava.

Quando os sete anos se passaram, Jacó pediu Raquel a Labão. Labão fez uma grande festa de casamento. Mas, à noite, quando estava escuro, Labão entregou Lia, sua filha mais velha. Jacó deitou-se com ela. Só quando amanheceu o dia, percebeu que não era Raquel.  

Que situação a de Lia. Seu pai a deu a Jacó, sabendo que ele amava Raquel. Ela, claro, também sabia. Devia ser angustiante.

Quando Jacó viu, perguntou a Labão o que havia feito. Ele o enganara, havia trabalhado sete anos para casar com Raquel. Labão respondeu que ali não era costume dar a filha mais nova em casamento antes da primeira. Pediu que Jacó esperasse uma semana, a "lua de mel" de Lia, então lhe daria Raquel. Jacó trabalharia mais sete anos por ela. E assim foi.

Quando o Senhor viu que Lia não era amada, permitiu que ela tivesse filhos. A fertilidade é um dom dado pelo Senhor. Lia teve o primeiro filho, a quem chamou de Rúben, que significa “Veja, um filho!” Ela disse que o Senhor viu sua infelicidade e tinha esperanças de que agora, com um filho, seu marido a amasse. Teve o segundo, chamado Simeão, “Aquele que ouve”. Agora Lia disse que o Senhor havia ouvido que não era amada e deu-lhe um filho. O terceiro, Levi, “Afeição”. Ela acreditava que finalmente seu marido ia sentir afeição por ela. Teve ainda um quarto filho, Judá, pois disse que “agora louvaria ao Senhor”.

Assim termina o capítulo vinte e nove. Continuamos na próxima postagem. Até já.