Leitura do dia 26/09.
Ontem vimos as profecias contra Edom no livro de Obadias. http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/obadias-11-21.html
Também vimos a ordem do Senhor dada a Jonas para anunciar o julgamento de Nínive. Vimos sua fuga, que culminou com ele lançado ao mar e sendo engolido por um grande peixe, a mando do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/jonas-11-17.html
Acredite, Jonas foi realmente engolido pelo peixe. O Senhor Jesus quando esteve aqui, confirmou essa história, por mais fantástica que seja. Ora, nosso Deus é o Rei do Universo, Criador de todas as coisas. http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/o-fermento-dos-fariseus-e-saduceus.html
Quando Jonas disse aos marinheiros quem era o Deus que adorava, deixou bem claro que é o Deus dos céus, criador do mar e da terra. Ele tem domínio sobre todos os animais, assim como sobre a natureza. Vimos Sua intervenção quando mandou um vento forte sobre o mar e caiu uma violenta tempestade. Vimos Sua intervenção quando lançaram Jonas ao mar e a tempestade aquietou-se. E terminamos com Sua intervenção em ordenar que um peixe "passasse" naquele mesmo instante e o engolisse. Inteiro.
O que aconteceu durante os três dias e noites que ficou ali? Acredito que tenha enfrentado a morte. Preste atenção em sua oração. Ele gritou da terra dos mortos. O Senhor ouviu e o resgatou da morte. Quando Sua vida se esvaía, lembrou-se do Senhor.
Jonas lembra que os adoradores de falsos deuses dão às costas para Sua misericórdia. Ele, porém, ofereceria sacrifícios com cânticos de gratidão. Cumpriria seus votos, sabendo que somente do Senhor vem o livramento.
Enquanto isso, o peixe, a mando do Senhor, nadava em direção ao destino de Jonas. Quando chegou à praia próxima, ordenou que o peixe o vomitasse na praia. Não precisou nem nadar. Incrível não? E verdadeiro! Ele é o que abriu o Mar Vermelho, que abriu o Rio Jordão. Que mandou os corvos alimentarem Elias. Que fechou a boca dos leões. Por que não ordenar que um peixe nadasse para onde Ele queria?
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-141-1521.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-31-17.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/04/1-reis-171-12.html
http://www.espalhandoasemente.com/2016/04/confio-em-deus-em-meio-as-adversidades.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/daniel-61-28.html
Quando chegou à praia, o Senhor falou pela segunda vez a Jonas. Mudou de ideia? Não. Deu a mesma ordem. Devia aprontar-se e ir até Nínive anunciar a mensagem que havia lhe entregue.
Que aprontar era esse? Com certeza estava todo amarrotado e sujo. Não havia nenhum shopping por perto onde pudesse tomar um banho e comprar algumas roupas. Acredito que tenha encontrado um lugar para se recompor, mas, mais importante era aprontar-se interiormente. Estar preparado para entregar Sua mensagem. Olhe para as páginas anteriores, que caminhamos ao longo deste ano. Todo profeta precisa ser um intercessor. Jonas não intercedeu pelos ninivitas. Ele não queria essa missão. Não queria entregar essa palavra de julgamento do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/ezequiel-11-327.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1816-1929.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/ezequiel-71-911.html
Enfim, dessa vez resolveu, ao menos, obedecer. Nínive era uma cidade grande para os padrões da época. Eram necessários três dias inteiros para percorrê-la. Ele o fez. Assim que entrou na cidade, entregou a mensagem do Senhor. Dentro de quarenta dias Nínive seria destruída. Não havia ali nenhum “sacerdote do Senhor” como Amazias que mandou Amós calar-se. Aquelas pessoas, que não pertenciam ao povo de Israel, creram no Senhor. Desde o mais importante até o mais simples. Eles jejuaram e se vestiram em pano de saco, em sinal de arrependimento.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/amos-71-915.html
Até o rei de Nínive, quando ouviu o que Jonas transmitia, desceu do trono. Tirou suas vestes reais. Vestiu-se de saco e sentou-se sobre um monte de cinzas, em um claro sinal de arrependimento. Ele e seus nobres enviaram um decreto pela cidade. Todos deveriam jejuar. Até os animais. E cobrir-se de saco. Todos deviam orar fervorosamente ao Senhor. Orar e deixar seus maus caminhos e toda a violência. Quem sabe o Senhor tivesse misericórdia e voltasse atrás, não destruindo a cidade?
Reparou que esse livro tem muitas descidas?
Jonas desceu a Jope. Desceu ao navio. Desceu ao porão. Fugindo. Até que desceu ao mar.
O capitão do navio onde Jonas estava, desceu ao porão para dar uma “chacoalhada” nele.
O peixe desceu até a praia para vomitar Jonas.
O rei desceu de seu trono. Foi até o chão, em sua humilhação. Demonstrando seu arrependimento.
O povo também desceu. Do mais importante ao mais simples. Reconheceram seus pecados. E humilharam-se diante dEle.
Quando o Senhor viu o que fizeram, como se arrependeram, deixando seus maus caminhos, voltou atrás. Não destruiu a cidade como havia ameaçado. Aleluias!
Lembre-se que o Senhor não tem prazer na morte do ímpio. Seu desejo é que todos se arrependam e O conheçam. Desde que ordenou Sua mensagem a Jonas, esse era o objetivo.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/09/ezequiel-161-1832.html
Ao invés de alegrar-se com Sua misericórdia, Jonas ficou aborrecido. Irado. Não queria a absolvição daquele povo. Não se importava com eles. Levantou sua cabeça aos céus e falou com o Senhor que fora exatamente o que dissera ao Senhor. Jonas conhecia Seu caráter. Sabia que Ele voltaria atrás e não destruiria a cidade, caso se arrependessem. Por isso, não queria ir até lá. Por isso, fugiu.
Ele sabia a quem servia. Um Deus cheio de misericórdia e compaixão. Que demora para se irar. Cheio de amor. Um Deus que está sempre pronto a voltar atrás e não trazer calamidade. Esse é o Deus que servimos. Sempre com Suas mãos estendidas para nos perdoar e nos receber.
A ira de Jonas, no entanto, era tal, que pediu ao Senhor para matá-lo. Preferia morrer do que ver Sua misericórdia por aquele povo.
O Senhor perguntou-lhe se sua ira era justa. Ele não respondeu. Foi a leste de Nínive e construiu um abrigo. Sentou-se à sua sombra enquanto esperava para ver o que aconteceria à cidade. Ainda tinha esperanças de que fosse destruída?
O Senhor, que tem a natureza em Suas mãos, fez crescer ali uma planta. Uma trepadeira. Que, sem demora, espalhou suas folhas grandes sobre a cabeça de Jonas e o protegeu do sol. Ele foi aliviado de seu desconforto. E ficou muito grato pela planta. O Senhor maravilhoso a quem servimos, tem poder para acelerar o crescimento da natureza.
Alguns dias atrás, tive uma experiência fantástica. Estava dando uma volta com minha neta de quatro anos. Fomos até à amoreira ver se já tinha alguma amora. Nenhuma. Ainda faltavam uns quinze dias para começar a aparecer as primeiras frutas. Sabe o que ela me propôs? Que orássemos para pedir ao Senhor que colocasse uma amora ali. Ela ainda não aprendeu que as frutas têm suas estações e colheitas. No dia seguinte, voltamos à amoreira. Meu coração disparou quando vi três amoras. Duas verdes e uma madura, pretinha, deliciosa. O Senhor atendeu nossas orações. Tinha uma amora pronta para ser saboreada! Ele pode acelerar o processo da natureza.
Notou que Jonas ficou irado pelo Senhor ter voltado atrás e aceitado aquelas pessoas, mas ficou grato pela planta que o protegeu do sol? Pois é.
No dia seguinte, o Senhor, ao amanhecer, ordenou que uma lagarta fosse até lá. E comesse o talo da planta. A lagarta alegremente obedeceu. A planta secou. Quando o sol ficou mais quente, o Senhor “caprichou”. Enviou um vento leste quente para soprar sobre Jonas. O sol bateu em sua cabeça. Ele ficou tão fraco que novamente desejou morrer.
O Senhor perguntou-lhe se era justo ficar tão irado por causa da morte daquela planta. Dessa vez, ele respondeu. Afirmou que era. Muito certo. A ponto de desejar morrer.
O Senhor lhe disse que teve compaixão da planta, mesmo não tendo feito absolutamente nada para ela nascer ou crescer. Ela apareceu rapidamente. E murchou. Também rapidamente.
E quanto a Nínive? Era uma cidade de cento e vinte mil pessoas. Que pecavam porque não sabiam discernir o certo do errado e, quando souberam, se arrependeram. Isso, sem falar na quantidade de animais ali existentes. Ele, o Senhor, que as criara, que criara cada um dos animais, não teria compaixão daquela cidade? http://www.espalhandoasemente.com/2016/03/o-deus-de-todas-as-nacoes.html
A cidade não foi destruída naquela época. A pregação de Jonas teve “validade” de duzentos anos.
Que nos lembremos de Seu maravilhoso amor. Por todos nós, inclusive pelos animais.
Que sejamos obedientes. Que alertemos os que estão caminhando para o inferno. Que intercedamos por eles. E nos alegremos quando se arrependerem.
Que a mensagem do Senhor através de nossas vidas seja tão poderosa quando a de Jonas.
Que não precisemos ser “engolidos” por nenhum “peixe”. Que cumpramos Sua ordem com rapidez, como Abraão, ainda que não seja de nosso agrado. É bem mais fácil.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-221-24.html
Continuamos amanhã. Leremos os três primeiros capítulos de Miqueias.
Espero você. Até lá.
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sábado, 28 de setembro de 2019
Jonas 2.1-4.11
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Senhor voltou atrás
segunda-feira, 19 de agosto de 2019
Jeremias 13.1-15.21
Leitura do dia 10/08.
Continuamos nossa caminhada pelo livro do profeta Jeremias.
Na postagem anterior vimos a destruição que a idolatria trouxe ao povo de Israel e de Jerusalém. Assim como traz a todos.
O Senhor é o único Rei. O Rei das nações. Esse título pertence somente a Ele. Judá quebrou Sua aliança e colherá o resultado do que plantou.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-101-1217.html
Agora caminharemos a partir do capítulo treze. Até o capítulo quinze.
O Senhor ordena que Jeremias compre um cinto novo. De linho. Ele deve vesti-lo, sem lavá-lo. Se fosse comigo, iria querer saber o motivo. Jeremias obedeceu. Sem questionar. Comprou o cinto e o colocou. Mesmo sem lavar. Depois que o vestiu, o Senhor ordenou que fosse ao rio Eufrates. Que o escondesse ali, num buraco entre as pedras. Ele foi e o escondeu. Como o Senhor ordenara. E pronto. Não perguntou o motivo. E o Senhor não falou nada por um bom tempo. Enfim, mais fácil que a ordem dada a Isaías de andar nu e descalço (Isaías 20.1-6).
Depois que passou muito tempo, o Senhor ordenou que Jeremias voltasse onde tinha escondido o cinto e o pegasse. Ele foi. Cavou onde havia escondido e o tirou dali. Sabe o que aconteceu com o cinto? Claro, estava podre. Não servia para nada. Completamente perdido.
Então, só então, o Senhor disse a Jeremias o significado de tudo aquilo. Ele faria apodrecer o orgulho de Judá e Jerusalém. Porque não queriam ouvi-Lo. Se tornariam como aquele cinto. Não serviriam para nada.
Ele os criara para que, assim como o cinto fica apegado à cintura do homem, eles se apegassem a Ele. Era para serem Seu povo, Seu louvor e Sua glória. Uma honra para Seu nome. Mas não quiseram ouvi-Lo. Não quiseram amá-Lo.
O povo não se arrependeu. Continuou vivendo em sua arrogância, sem olhar para o Senhor. Sem buscá-Lo. Uma grande aflição os esperava. Seriam levados para o exílio. Não quiseram se purificar.
O Senhor falou com Jeremias a respeito de uma grande seca. O comércio às portas de Jerusalém cessaria. Os poços secariam. Todos ficariam preocupados, com suas cabeças cobertas. Até a corça abandonaria sua cria. Não haveria pastagem. Nada.
Seu povo gostava de andar longe dEle. Não controlavam seus pés (Gênesis 4.7). Então, o Senhor também se afastaria deles. Lembraria suas perversidades. Receberiam Sua justiça.
Mais uma vez Ele ordena que Jeremias não interceda pelo povo. Ele não ouvirá. Não receberá seus jejuns. Não dará atenção ao seu clamor.
Jeremias está angustiado. Conta ao Senhor, que os profetas dizem que está tudo bem. Que não haverá guerra. Nem fome. Que certamente o Senhor os abençoaria com paz. O Senhor lhe responde que esses profetas são mentirosos. Falam mensagens que Ele não ordenou. Têm visões e revelações que nunca viram nem ouviram. Falam tolices. Inventadas em seus corações mentirosos. Morrerão na guerra e na fome. E os que têm acreditado em suas mentiras, terão seus corpos lançados nas ruas de Jerusalém, mortos pela fome e pela guerra. Não sobrará ninguém.
Jeremias continua clamando por socorro. O Senhor lhe diz que ainda que Moisés e Samuel intercedessem diante dEle em favor daquele povo, Ele não os ajudaria. Eles O abandonaram. Deram-Lhe as costas. Serão destruídos. Não quiseram abandonar seus maus caminhos. Serão alcançados por suas próprias maldades. A situação será tão terrível que até a mãe de sete filhos desmaiará. Ficará sem filhos. Envergonhada e humilhada. Sozinha.
Jeremias está aflito. Deseja nem ter nascido. É odiado em todos os lugares. Não deve a ninguém. Não é credor de ninguém. Mas é odiado como se não pagasse suas dívidas ou como se cobrasse seus credores, com ameaças.
O Senhor ouve Sua oração. Cuidará dele. E mais, nos tempos de calamidade e aflição, os inimigos de Jeremias lhe pedirão que interceda por eles (Mateus 5.44).
Jeremias pede que o Senhor lhe dê tempo. Que não permita que morra em sua juventude. Tem sofrido humilhações. Por causa de Seu nome. Mas não pode abandonar o Senhor. Quando descobriu Suas palavras, ele as devorou, faminto. Elas são a alegria e o prazer de seu coração tão sofrido. Afinal, ele pertence ao Senhor. Por isso, sentava-se sozinho. Para não participar das festas pecaminosas de seu povo. Apesar disso, está sofrendo. Não consegue enxergar Seu socorro. É como se contasse com um riacho inconstante. Ou uma fonte que já secou.
Mas o Senhor é nossa fonte inesgotável. Ele chama Jeremias de volta ao Seu esconderijo. Ele o restaurará. Lhe dará forças. Para que continue a servi-Lo. Exorta-o a parar de reclamar, de falar inutilidades. Que fale palavras valiosas. Assim, será Seu porta-voz. Ele influenciará pessoas, mas não deixará que o influenciem. Continuarão a lutar contra ele, mas não prevalecerão. O Senhor o protegerá e o livrará.
Que clamemos ao Senhor. E fiquemos em Seus braços. Em Seu esconderijo. Ele nos livrará. Que jamais o deixemos. Que cada um de nós seja Seu porta-voz.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.
Espero você. Até lá.
Continuamos nossa caminhada pelo livro do profeta Jeremias.
Na postagem anterior vimos a destruição que a idolatria trouxe ao povo de Israel e de Jerusalém. Assim como traz a todos.
O Senhor é o único Rei. O Rei das nações. Esse título pertence somente a Ele. Judá quebrou Sua aliança e colherá o resultado do que plantou.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/08/jeremias-101-1217.html
Agora caminharemos a partir do capítulo treze. Até o capítulo quinze.
O Senhor ordena que Jeremias compre um cinto novo. De linho. Ele deve vesti-lo, sem lavá-lo. Se fosse comigo, iria querer saber o motivo. Jeremias obedeceu. Sem questionar. Comprou o cinto e o colocou. Mesmo sem lavar. Depois que o vestiu, o Senhor ordenou que fosse ao rio Eufrates. Que o escondesse ali, num buraco entre as pedras. Ele foi e o escondeu. Como o Senhor ordenara. E pronto. Não perguntou o motivo. E o Senhor não falou nada por um bom tempo. Enfim, mais fácil que a ordem dada a Isaías de andar nu e descalço (Isaías 20.1-6).
Depois que passou muito tempo, o Senhor ordenou que Jeremias voltasse onde tinha escondido o cinto e o pegasse. Ele foi. Cavou onde havia escondido e o tirou dali. Sabe o que aconteceu com o cinto? Claro, estava podre. Não servia para nada. Completamente perdido.
Então, só então, o Senhor disse a Jeremias o significado de tudo aquilo. Ele faria apodrecer o orgulho de Judá e Jerusalém. Porque não queriam ouvi-Lo. Se tornariam como aquele cinto. Não serviriam para nada.
Ele os criara para que, assim como o cinto fica apegado à cintura do homem, eles se apegassem a Ele. Era para serem Seu povo, Seu louvor e Sua glória. Uma honra para Seu nome. Mas não quiseram ouvi-Lo. Não quiseram amá-Lo.
O povo não se arrependeu. Continuou vivendo em sua arrogância, sem olhar para o Senhor. Sem buscá-Lo. Uma grande aflição os esperava. Seriam levados para o exílio. Não quiseram se purificar.
O Senhor falou com Jeremias a respeito de uma grande seca. O comércio às portas de Jerusalém cessaria. Os poços secariam. Todos ficariam preocupados, com suas cabeças cobertas. Até a corça abandonaria sua cria. Não haveria pastagem. Nada.
Seu povo gostava de andar longe dEle. Não controlavam seus pés (Gênesis 4.7). Então, o Senhor também se afastaria deles. Lembraria suas perversidades. Receberiam Sua justiça.
Mais uma vez Ele ordena que Jeremias não interceda pelo povo. Ele não ouvirá. Não receberá seus jejuns. Não dará atenção ao seu clamor.
Jeremias está angustiado. Conta ao Senhor, que os profetas dizem que está tudo bem. Que não haverá guerra. Nem fome. Que certamente o Senhor os abençoaria com paz. O Senhor lhe responde que esses profetas são mentirosos. Falam mensagens que Ele não ordenou. Têm visões e revelações que nunca viram nem ouviram. Falam tolices. Inventadas em seus corações mentirosos. Morrerão na guerra e na fome. E os que têm acreditado em suas mentiras, terão seus corpos lançados nas ruas de Jerusalém, mortos pela fome e pela guerra. Não sobrará ninguém.
Jeremias continua clamando por socorro. O Senhor lhe diz que ainda que Moisés e Samuel intercedessem diante dEle em favor daquele povo, Ele não os ajudaria. Eles O abandonaram. Deram-Lhe as costas. Serão destruídos. Não quiseram abandonar seus maus caminhos. Serão alcançados por suas próprias maldades. A situação será tão terrível que até a mãe de sete filhos desmaiará. Ficará sem filhos. Envergonhada e humilhada. Sozinha.
Jeremias está aflito. Deseja nem ter nascido. É odiado em todos os lugares. Não deve a ninguém. Não é credor de ninguém. Mas é odiado como se não pagasse suas dívidas ou como se cobrasse seus credores, com ameaças.
O Senhor ouve Sua oração. Cuidará dele. E mais, nos tempos de calamidade e aflição, os inimigos de Jeremias lhe pedirão que interceda por eles (Mateus 5.44).
Jeremias pede que o Senhor lhe dê tempo. Que não permita que morra em sua juventude. Tem sofrido humilhações. Por causa de Seu nome. Mas não pode abandonar o Senhor. Quando descobriu Suas palavras, ele as devorou, faminto. Elas são a alegria e o prazer de seu coração tão sofrido. Afinal, ele pertence ao Senhor. Por isso, sentava-se sozinho. Para não participar das festas pecaminosas de seu povo. Apesar disso, está sofrendo. Não consegue enxergar Seu socorro. É como se contasse com um riacho inconstante. Ou uma fonte que já secou.
Mas o Senhor é nossa fonte inesgotável. Ele chama Jeremias de volta ao Seu esconderijo. Ele o restaurará. Lhe dará forças. Para que continue a servi-Lo. Exorta-o a parar de reclamar, de falar inutilidades. Que fale palavras valiosas. Assim, será Seu porta-voz. Ele influenciará pessoas, mas não deixará que o influenciem. Continuarão a lutar contra ele, mas não prevalecerão. O Senhor o protegerá e o livrará.
Que clamemos ao Senhor. E fiquemos em Seus braços. Em Seu esconderijo. Ele nos livrará. Que jamais o deixemos. Que cada um de nós seja Seu porta-voz.
Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito.
Espero você. Até lá.
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Samuel
segunda-feira, 6 de maio de 2019
Neemias 1.1-10
Leitura do dia 06/05.
Hoje iniciaremos nossa caminhada através das páginas de Neemias, um de meus livros preferidos.
Ontem vimos a viagem de Esdras a Jerusalém. Sua oração a respeito dos casamentos dos israelitas com mulheres das nações que o Senhor proibira.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-81-36.html
Também vimos a confissão do povo. Seu arrependimento. Seu conserto com o Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-91-1044.html
O livro de Esdras termina no ano 457 a.C.. Existem muitos registros persas que confirmam seus relatos. assim como os de Neemias.
Agora, caminharemos através dos primeiros três capítulos do livro de Neemias. Nesta primeira postagem, o capítulo um.
O livro começa no ano 446 a.C., onze anos após o término de Esdras.
Neemias era copeiro do rei Artaxerxes, na fortaleza de Susã, capital do Império Persa. Sua função era de primordial importância. Era um homem de confiança do rei. Também era uma função periculosa. Provava tudo que o rei fosse comer e beber. Caso estivesse envenenado, ele morreria, não o rei. Por isso, com certeza, estava sempre supervisionando tudo que seria servido ao rei. Nos mínimos detalhes.
Seu irmão Hanani foi visitá-lo, junto com alguns homens que haviam retornado de Judá. Neemias, que não era um homem alheio, embora vivesse no palácio, perguntou sobre o estado dos judeus e de Jerusalém.
Responderam que as coisas não iam bem. Estavam passando dificuldades e humilhações. Os muros de Jerusalém ainda estavam derrubados e suas portas haviam sido destruídas pelo fogo.
Quando Neemias ouviu essas notícias, sentou-se e chorou. Seu coração se condoeu por seu povo e por Jerusalém. Passou dias lamentando, jejuando e orando ao Senhor. Algo precisava ser feito.
Até que um dia, orou confessando seu pecado, de sua família e de todos. Clamou por misericórdia. Implorou que o Senhor se lembrasse de Suas promessas, quando se arrependessem e se voltassem para Ele. Pediu que o Senhor lhe concedesse êxito, que o rei lhe fosse favorável naquele dia. Algo aconteceria. Pediria ajuda ao rei?
Veremos na próxima postagem.
Que sejamos como Neemias. Que notícias más movam nosso coração à oração, ao jejum, à intercessão e por fim, à ação.
Espero você. Até já.
Hoje iniciaremos nossa caminhada através das páginas de Neemias, um de meus livros preferidos.
Ontem vimos a viagem de Esdras a Jerusalém. Sua oração a respeito dos casamentos dos israelitas com mulheres das nações que o Senhor proibira.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-81-36.html
Também vimos a confissão do povo. Seu arrependimento. Seu conserto com o Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-91-1044.html
O livro de Esdras termina no ano 457 a.C.. Existem muitos registros persas que confirmam seus relatos. assim como os de Neemias.
Agora, caminharemos através dos primeiros três capítulos do livro de Neemias. Nesta primeira postagem, o capítulo um.
O livro começa no ano 446 a.C., onze anos após o término de Esdras.
Neemias era copeiro do rei Artaxerxes, na fortaleza de Susã, capital do Império Persa. Sua função era de primordial importância. Era um homem de confiança do rei. Também era uma função periculosa. Provava tudo que o rei fosse comer e beber. Caso estivesse envenenado, ele morreria, não o rei. Por isso, com certeza, estava sempre supervisionando tudo que seria servido ao rei. Nos mínimos detalhes.
Seu irmão Hanani foi visitá-lo, junto com alguns homens que haviam retornado de Judá. Neemias, que não era um homem alheio, embora vivesse no palácio, perguntou sobre o estado dos judeus e de Jerusalém.
Responderam que as coisas não iam bem. Estavam passando dificuldades e humilhações. Os muros de Jerusalém ainda estavam derrubados e suas portas haviam sido destruídas pelo fogo.
Quando Neemias ouviu essas notícias, sentou-se e chorou. Seu coração se condoeu por seu povo e por Jerusalém. Passou dias lamentando, jejuando e orando ao Senhor. Algo precisava ser feito.
Até que um dia, orou confessando seu pecado, de sua família e de todos. Clamou por misericórdia. Implorou que o Senhor se lembrasse de Suas promessas, quando se arrependessem e se voltassem para Ele. Pediu que o Senhor lhe concedesse êxito, que o rei lhe fosse favorável naquele dia. Algo aconteceria. Pediria ajuda ao rei?
Veremos na próxima postagem.
Que sejamos como Neemias. Que notícias más movam nosso coração à oração, ao jejum, à intercessão e por fim, à ação.
Espero você. Até já.
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Esdras 9.1-10.44
Leitura do dia 05/05.
Na postagem anterior, vimos a seriedade com que Esdras encarava o que testemunhava do Senhor. Também vimos, com tristeza, que nenhum levita se ofereceu para voltar a Jerusalém. Graças ao Senhor, Ido enviou alguns. Que aceitaram voltar.
Quando chegaram ofereceram holocaustos ao Senhor e tiveram o apoio dos oficiais e governadores.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-81-36.html
Agora, continuamos através dos capítulos nove e dez de Esdras.
Quando Esdras achou que estava tudo bem, os líderes judeus o procuraram. Contaram-lhe que muitos israelitas e até mesmo os sacerdotes e levitas não obedeceram ao Senhor, mantendo-se puros. Adotaram as práticas detestáveis dos povos que o Senhor expulsara daquela terra, na época da conquista por Israel. Casaram-se com mulheres dos povos que o Senhor ordenara que não se casassem.
Essa ordem não era um “capricho” do Senhor. Ele estava zelando por Seus filhos. Sabia a influência que as mulheres teriam, fazendo-os desviarem-se do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/abandono.html
Quando Esdras ouviu, rasgou sua túnica e seu manto. Arrancou os cabelos de sua cabeça e de sua barba. E sentou-se. Completamente pasmo. Para ele, que decidira conhecer, obedecer e ensinar a Lei do Senhor, era difícil acreditar que os israelitas houvessem feito tal coisa, tão prejudicial a si mesmos.
Ele não ficou só. Todos que tremiam diante da Palavra do Senhor sentaram-se com ele. Ficaram ali, sentados, lamentando, até o sacrifício da tarde. Então, Esdras se levantou. Mas não ficou em pé. Caiu de joelhos diante do Senhor. Ergueu suas mãos e clamou.
Seu clamor foi de intercessão. Não apontou com o dedo. Incluiu-se na oração. Disse que se envergonhava de levantar seu rosto para o Senhor, porque a “nossa culpa” se elevava até o céu. Era o povo dele. Ele fazia parte.
Lembrou ao Senhor tudo que acontecera. Agora eram apenas uns poucos remanescentes, que se continuassem em pecado, seriam extintos. Foi uma oração desesperadora. Um clamor do fundo do coração.
Enquanto ainda orava e confessava, chorando com o rosto em terra diante do Senhor, no templo, uma grande multidão de homens, mulheres e até crianças, reuniu-se a ele. Choraram amargamente.
Reconheciam seu pecado. Haviam se afastado do Senhor.
Secanias tomou a palavra. Confessou a Esdras que foram infiéis. Mas nem tudo estava perdido. Havia esperança para Israel. Fariam uma nova aliança com o Senhor. Divorciariam das mulheres estrangeiras. Seguiriam o conselho de Esdras em tudo.
Que Esdras se levantasse. Era ele quem deveria lhes dizer como corrigir aquela situação. Que fosse forte e fizesse o que deveria ser feito. Eles o apoiariam. Reconheciam sua autoridade. Sabiam quem Esdras era.
Ah, como precisamos de homens como Esdras, que se humilham diante do Senhor pelo pecado de outros. E como precisamos de homens como Secanias, que se arrependem prontamente e lembram que existe esperança. O Senhor é misericordioso. Aceita uma nova aliança.
Esdras levantou-se. Exigiu um juramento de que todos fariam o que Secanias propôs. O povo jurou.
Esdras continuou ainda em jejum por um tempo, lamentando a infidelidade dos exilados que regressaram. Ordenou que todos fossem a Jerusalém, em três dias. Quem não fosse seria expulso da comunidade dos exilados.
Dentro de três dias estavam todos ali, sentados na praça, diante do templo do Senhor. O povo tremia por causa da seriedade daquela reunião. Também porque era o tempo das chuvas. Esdras ordenou que confessassem seus pecados. Eles o fizeram.
Alguém, com muito bom senso, levantou-se. Solicitou que voltassem em dias marcados, para se reunirem com as autoridades. Eram muitos os que pecaram, casando-se com estrangeiras. Viriam aos poucos. Cada grupo de sua cidade, em dias específicos.
Apenas dois não concordaram. Eles seguiram o plano. Em pouco menos de três meses resolveram todos os casos.
Em seguida, Esdras lista os sacerdotes, levitas, cantores, porteiros e os demais israelitas culpados.
Eles se comprometeram a divorciar-se de suas esposas.
Sabemos que o Senhor odeia o divórcio. Devemos nos lembrar, no entanto, que eram mulheres que serviam a outros deuses. E que influenciavam negativamente seus maridos. Ainda assim, deve ter sido muito dolorido. O coração daqueles homens deve ter sangrado para obedecerem essa ordem. Mais do que se tivessem obedecido antes. E não tivessem se casado.
Que nossos nomes sejam encontrados nas listas dos fiéis. Obedecer sempre é melhor. Com certeza, nos poupa de muito sofrimento.
Continuamos amanhã. Um novo livro. Leremos os três primeiros capítulos de Neemias.
Espero você. Até lá.
Na postagem anterior, vimos a seriedade com que Esdras encarava o que testemunhava do Senhor. Também vimos, com tristeza, que nenhum levita se ofereceu para voltar a Jerusalém. Graças ao Senhor, Ido enviou alguns. Que aceitaram voltar.
Quando chegaram ofereceram holocaustos ao Senhor e tiveram o apoio dos oficiais e governadores.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/05/esdras-81-36.html
Agora, continuamos através dos capítulos nove e dez de Esdras.
Quando Esdras achou que estava tudo bem, os líderes judeus o procuraram. Contaram-lhe que muitos israelitas e até mesmo os sacerdotes e levitas não obedeceram ao Senhor, mantendo-se puros. Adotaram as práticas detestáveis dos povos que o Senhor expulsara daquela terra, na época da conquista por Israel. Casaram-se com mulheres dos povos que o Senhor ordenara que não se casassem.
Essa ordem não era um “capricho” do Senhor. Ele estava zelando por Seus filhos. Sabia a influência que as mulheres teriam, fazendo-os desviarem-se do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2018/09/abandono.html
Quando Esdras ouviu, rasgou sua túnica e seu manto. Arrancou os cabelos de sua cabeça e de sua barba. E sentou-se. Completamente pasmo. Para ele, que decidira conhecer, obedecer e ensinar a Lei do Senhor, era difícil acreditar que os israelitas houvessem feito tal coisa, tão prejudicial a si mesmos.
Ele não ficou só. Todos que tremiam diante da Palavra do Senhor sentaram-se com ele. Ficaram ali, sentados, lamentando, até o sacrifício da tarde. Então, Esdras se levantou. Mas não ficou em pé. Caiu de joelhos diante do Senhor. Ergueu suas mãos e clamou.
Seu clamor foi de intercessão. Não apontou com o dedo. Incluiu-se na oração. Disse que se envergonhava de levantar seu rosto para o Senhor, porque a “nossa culpa” se elevava até o céu. Era o povo dele. Ele fazia parte.
Lembrou ao Senhor tudo que acontecera. Agora eram apenas uns poucos remanescentes, que se continuassem em pecado, seriam extintos. Foi uma oração desesperadora. Um clamor do fundo do coração.
Enquanto ainda orava e confessava, chorando com o rosto em terra diante do Senhor, no templo, uma grande multidão de homens, mulheres e até crianças, reuniu-se a ele. Choraram amargamente.
Reconheciam seu pecado. Haviam se afastado do Senhor.
Secanias tomou a palavra. Confessou a Esdras que foram infiéis. Mas nem tudo estava perdido. Havia esperança para Israel. Fariam uma nova aliança com o Senhor. Divorciariam das mulheres estrangeiras. Seguiriam o conselho de Esdras em tudo.
Que Esdras se levantasse. Era ele quem deveria lhes dizer como corrigir aquela situação. Que fosse forte e fizesse o que deveria ser feito. Eles o apoiariam. Reconheciam sua autoridade. Sabiam quem Esdras era.
Ah, como precisamos de homens como Esdras, que se humilham diante do Senhor pelo pecado de outros. E como precisamos de homens como Secanias, que se arrependem prontamente e lembram que existe esperança. O Senhor é misericordioso. Aceita uma nova aliança.
Esdras levantou-se. Exigiu um juramento de que todos fariam o que Secanias propôs. O povo jurou.
Esdras continuou ainda em jejum por um tempo, lamentando a infidelidade dos exilados que regressaram. Ordenou que todos fossem a Jerusalém, em três dias. Quem não fosse seria expulso da comunidade dos exilados.
Dentro de três dias estavam todos ali, sentados na praça, diante do templo do Senhor. O povo tremia por causa da seriedade daquela reunião. Também porque era o tempo das chuvas. Esdras ordenou que confessassem seus pecados. Eles o fizeram.
Alguém, com muito bom senso, levantou-se. Solicitou que voltassem em dias marcados, para se reunirem com as autoridades. Eram muitos os que pecaram, casando-se com estrangeiras. Viriam aos poucos. Cada grupo de sua cidade, em dias específicos.
Apenas dois não concordaram. Eles seguiram o plano. Em pouco menos de três meses resolveram todos os casos.
Em seguida, Esdras lista os sacerdotes, levitas, cantores, porteiros e os demais israelitas culpados.
Eles se comprometeram a divorciar-se de suas esposas.
Sabemos que o Senhor odeia o divórcio. Devemos nos lembrar, no entanto, que eram mulheres que serviam a outros deuses. E que influenciavam negativamente seus maridos. Ainda assim, deve ter sido muito dolorido. O coração daqueles homens deve ter sangrado para obedecerem essa ordem. Mais do que se tivessem obedecido antes. E não tivessem se casado.
Que nossos nomes sejam encontrados nas listas dos fiéis. Obedecer sempre é melhor. Com certeza, nos poupa de muito sofrimento.
Continuamos amanhã. Um novo livro. Leremos os três primeiros capítulos de Neemias.
Espero você. Até lá.
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sábado, 9 de fevereiro de 2019
Números 16.1-50
Leitura do dia 09/02.
Na postagem anterior vimos mais leis sobre as ofertas. O castigo por não guardar o sábado. E as franjas nas roupas para ajudar os israelitas a recordarem e obedecerem às Leis do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-151-41.html
Continuamos nossa caminhada através das páginas do capítulo dezesseis de Números.
Coré, descendente de Coate, filho de Levi, armou uma conspiração. Sim, é isso mesmo. Um coatita, que havia sido separado pelo Senhor para carregar os objetos mais sagrados do tabernáculo. Que tinha o grande privilégio de estar mais perto do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-41-49.html
Ele uniu-se com Datã e Abirão, filhos de Eliabe e Om, da tribo de Rúben. Juntou duzentos e cinquenta líderes, todos membros importantes da comunidade. Os três, Coré, Datá e Abirão, incitaram uma rebelião contra Moisés. Disseram que Moisés havia ido longe demais. Que eles eram a comunidade sagrada do Senhor.
A atitude de Moisés diante dessas situações sempre me admira. Não ficou pegando fogo de raiva, como provavelmente eu ficaria. Simplesmente se curvou com o rosto em terra. Estava naquela posição porque o Senhor o chamara. Não foi ele quem pediu.
Disse a Coré e seus seguidores que no dia seguinte, cedo, iriam se apresentar ao Senhor. Que todos fossem com incensários. Eles veriam quem o Senhor escolheria. O Senhor. Não Moisés. Nem Arão. Nem a comunidade. Mas o Senhor.
Moisés disse que os levitas foram longe demais! Ele os questiona se achavam pouco terem sido separados pelo Senhor para estar perto dEle. trabalharem no tabernáculo e servirem Sua comunidade. Eles tinham uma função. Específica. Importante. Perigosa. Agora queriam também o serviço sacerdotal?
O Senhor havia dito que somente os descendentes de Arão seriam sacerdotes.
Moisés deixou claro que a rebelião não era contra homem algum. Era contra o Senhor.
Quis conversar com Datã e Abirão também. Eles se recusaram a ir até ele. Disseram que bastava tê-los tirado do Egito e tê-los enganado, já que não receberiam nenhuma terra e morreriam no deserto. Agora, Moisés também queria tratá-los como se tivesse autoridade sobre eles.
Sinceramente fico boquiaberta com essa mentalidade. Não foi Moisés que os tirara do Egito. Foi o Senhor. Não foi Moisés que os fizera perder a terra. Foram suas atitudes impensadas de rebeldia e descrença. Por isso não receberiam herança e morreriam no deserto. Não por culpa de Moisés. A culpa era toda deles. E, claro, Moisés tinha autoridade sobre eles. Autoridade dada pelo Senhor.
Enfim, não foram.
Agora Moisés ficou furioso. Pediu que o Senhor não aceitasse suas ofertas. Afinal, nunca pegara nada deles. Nunca lhes havia feito mal.
Na manhã seguinte, os duzentos e cinquenta líderes foram com seus incensários preparados. Corá havia instigado a comunidade contra Moisés e Arão. Estavam todos reunidos à entrada da tenda do encontro. Esperando o que aconteceria.
A presença gloriosa do Senhor apareceu a toda a comunidade. O Senhor ordenou que Moisés e Arão se afastassem. Ele mataria a todos. Naquela hora.
Mais uma oportunidade de se ver livre daquele povo de coração obstinado. Mas, Moisés e Arão prostraram-se diante do Senhor. Rosto em terra. Suplicaram que o Senhor tivesse misericórdia. Um homem havia pecado. Não havia necessidade de matar todos.
Então o Senhor deu o veredito final. Que se afastassem das tendas de Corá, Datã e Abirão.
Moisés se levantou do chão e foi até às tendas. Chamou o povo para se afastar para que não fossem destruídos juntamente com eles. O povo se afastou. Ufa! Pelo menos em alguns momentos, obedeciam.
Datá e Abirão ficaram à entrada de suas tendas, junto com suas famílias. Corá aparentemente ficou só.
Moisés disse que saberiam se foi o Senhor quem havia lhe enviado a fazer o que tinha feito. Ele não tinha condições de fazer nada daquilo sozinho. Não era um super-homem, nem um deus. Era um homem usado pelo Senhor.
Se aqueles homens morressem de forma natural, então não foi o Senhor quem enviara Moisés. Mas, se morressem de uma maneira diferente. Se o Senhor fizesse algo novo. Se a terra abrisse e engolisse aqueles homens, e descessem vivos à sepultura, saberiam que aqueles homens mostraram desprezo para com o Senhor.
Mal Moisés acabara de falar, a terra abriu e engoliu os homens e suas famílias. Foram engolidos vivos!
Todo o povo saiu correndo e gritando que a terra também os engoliria. Mas não aconteceu.
O que aconteceu foi que um fogo ardente saiu do Senhor e queimou os duzentos e cinquenta homens que ofereciam incenso.
Que servisse de advertência a todo o povo de Israel que somente os descendentes de Arão podiam oferecer incenso na presença do Senhor. Essa era a tarefa que lhes cabia.
Quão terrível é querermos o lugar de outra pessoa. Somos um corpo. Cada um de nós tem sua função. E é simplesmente maravilhoso quando estamos no nosso lugar, cumprindo-a.
Não sei você, mas eu penso que agora o povo vai temer Moisés. Mas não. Na manhã seguinte lá estavam falando que Moisés e Arão haviam matado o povo do Senhor.
Dessa vez o Senhor agiu com muita rapidez. Quando olharam para a tenda do encontro, a gloriosa presença do Senhor estava lá. Moisés e Arão foram para lá.
Mais uma vez o Senhor ordena que se afastassem da comunidade. Ele os destruiria naquele instante.
Mais uma vez Moisés e Arão prostraram com o rosto em terra.
Moisés ordenou que Arão corresse, acendesse seu incensário com brasas do altar e incenso e ficasse no meio da comunidade, para fazer expiação por eles.
A ira do Senhor estava acesa. A praga já havia começado. Pessoas estavam morrendo.
Arão correu para o meio da comunidade. Colocou-se entre os mortos e os vivos. E a praga cessou.
Ainda assim, morreram quatorze mil e setecentas pessoas.
Que reconheçamos que sem o Senhor não somos nada, assim como Moisés.
Que possamos ser intercessores como Moisés e Arão. Que possamos nos colocar entre os vivos e os mortos. E clamar ao Senhor. Clamar por cura. Libertação. Vida.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
Na postagem anterior vimos mais leis sobre as ofertas. O castigo por não guardar o sábado. E as franjas nas roupas para ajudar os israelitas a recordarem e obedecerem às Leis do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-151-41.html
Continuamos nossa caminhada através das páginas do capítulo dezesseis de Números.
Coré, descendente de Coate, filho de Levi, armou uma conspiração. Sim, é isso mesmo. Um coatita, que havia sido separado pelo Senhor para carregar os objetos mais sagrados do tabernáculo. Que tinha o grande privilégio de estar mais perto do Senhor.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/numeros-41-49.html
Ele uniu-se com Datã e Abirão, filhos de Eliabe e Om, da tribo de Rúben. Juntou duzentos e cinquenta líderes, todos membros importantes da comunidade. Os três, Coré, Datá e Abirão, incitaram uma rebelião contra Moisés. Disseram que Moisés havia ido longe demais. Que eles eram a comunidade sagrada do Senhor.
A atitude de Moisés diante dessas situações sempre me admira. Não ficou pegando fogo de raiva, como provavelmente eu ficaria. Simplesmente se curvou com o rosto em terra. Estava naquela posição porque o Senhor o chamara. Não foi ele quem pediu.
Disse a Coré e seus seguidores que no dia seguinte, cedo, iriam se apresentar ao Senhor. Que todos fossem com incensários. Eles veriam quem o Senhor escolheria. O Senhor. Não Moisés. Nem Arão. Nem a comunidade. Mas o Senhor.
Moisés disse que os levitas foram longe demais! Ele os questiona se achavam pouco terem sido separados pelo Senhor para estar perto dEle. trabalharem no tabernáculo e servirem Sua comunidade. Eles tinham uma função. Específica. Importante. Perigosa. Agora queriam também o serviço sacerdotal?
O Senhor havia dito que somente os descendentes de Arão seriam sacerdotes.
Moisés deixou claro que a rebelião não era contra homem algum. Era contra o Senhor.
Quis conversar com Datã e Abirão também. Eles se recusaram a ir até ele. Disseram que bastava tê-los tirado do Egito e tê-los enganado, já que não receberiam nenhuma terra e morreriam no deserto. Agora, Moisés também queria tratá-los como se tivesse autoridade sobre eles.
Sinceramente fico boquiaberta com essa mentalidade. Não foi Moisés que os tirara do Egito. Foi o Senhor. Não foi Moisés que os fizera perder a terra. Foram suas atitudes impensadas de rebeldia e descrença. Por isso não receberiam herança e morreriam no deserto. Não por culpa de Moisés. A culpa era toda deles. E, claro, Moisés tinha autoridade sobre eles. Autoridade dada pelo Senhor.
Enfim, não foram.
Agora Moisés ficou furioso. Pediu que o Senhor não aceitasse suas ofertas. Afinal, nunca pegara nada deles. Nunca lhes havia feito mal.
Na manhã seguinte, os duzentos e cinquenta líderes foram com seus incensários preparados. Corá havia instigado a comunidade contra Moisés e Arão. Estavam todos reunidos à entrada da tenda do encontro. Esperando o que aconteceria.
A presença gloriosa do Senhor apareceu a toda a comunidade. O Senhor ordenou que Moisés e Arão se afastassem. Ele mataria a todos. Naquela hora.
Mais uma oportunidade de se ver livre daquele povo de coração obstinado. Mas, Moisés e Arão prostraram-se diante do Senhor. Rosto em terra. Suplicaram que o Senhor tivesse misericórdia. Um homem havia pecado. Não havia necessidade de matar todos.
Então o Senhor deu o veredito final. Que se afastassem das tendas de Corá, Datã e Abirão.
Moisés se levantou do chão e foi até às tendas. Chamou o povo para se afastar para que não fossem destruídos juntamente com eles. O povo se afastou. Ufa! Pelo menos em alguns momentos, obedeciam.
Datá e Abirão ficaram à entrada de suas tendas, junto com suas famílias. Corá aparentemente ficou só.
Moisés disse que saberiam se foi o Senhor quem havia lhe enviado a fazer o que tinha feito. Ele não tinha condições de fazer nada daquilo sozinho. Não era um super-homem, nem um deus. Era um homem usado pelo Senhor.
Se aqueles homens morressem de forma natural, então não foi o Senhor quem enviara Moisés. Mas, se morressem de uma maneira diferente. Se o Senhor fizesse algo novo. Se a terra abrisse e engolisse aqueles homens, e descessem vivos à sepultura, saberiam que aqueles homens mostraram desprezo para com o Senhor.
Mal Moisés acabara de falar, a terra abriu e engoliu os homens e suas famílias. Foram engolidos vivos!
Todo o povo saiu correndo e gritando que a terra também os engoliria. Mas não aconteceu.
O que aconteceu foi que um fogo ardente saiu do Senhor e queimou os duzentos e cinquenta homens que ofereciam incenso.
Que servisse de advertência a todo o povo de Israel que somente os descendentes de Arão podiam oferecer incenso na presença do Senhor. Essa era a tarefa que lhes cabia.
Quão terrível é querermos o lugar de outra pessoa. Somos um corpo. Cada um de nós tem sua função. E é simplesmente maravilhoso quando estamos no nosso lugar, cumprindo-a.
Não sei você, mas eu penso que agora o povo vai temer Moisés. Mas não. Na manhã seguinte lá estavam falando que Moisés e Arão haviam matado o povo do Senhor.
Dessa vez o Senhor agiu com muita rapidez. Quando olharam para a tenda do encontro, a gloriosa presença do Senhor estava lá. Moisés e Arão foram para lá.
Mais uma vez o Senhor ordena que se afastassem da comunidade. Ele os destruiria naquele instante.
Mais uma vez Moisés e Arão prostraram com o rosto em terra.
Moisés ordenou que Arão corresse, acendesse seu incensário com brasas do altar e incenso e ficasse no meio da comunidade, para fazer expiação por eles.
A ira do Senhor estava acesa. A praga já havia começado. Pessoas estavam morrendo.
Arão correu para o meio da comunidade. Colocou-se entre os mortos e os vivos. E a praga cessou.
Ainda assim, morreram quatorze mil e setecentas pessoas.
Que reconheçamos que sem o Senhor não somos nada, assim como Moisés.
Que possamos ser intercessores como Moisés e Arão. Que possamos nos colocar entre os vivos e os mortos. E clamar ao Senhor. Clamar por cura. Libertação. Vida.
Continuamos na próxima postagem. Até já.
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quarta-feira, 23 de janeiro de 2019
Êxodo 17.8-16
Leitura do dia 20/01.
Na postagem anterior, vimos o Senhor dar água para o povo de Israel quando Moisés feriu a rocha, no Monte Sinai.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-171-7.html
Agora, continuamos nossa caminhada através do versículo oito ao versículo dezesseis. Ainda do capítulo dezessete de Êxodo.
Quando Israel ainda estava acampado em Refidim, os guerreiros de Amaleque atacaram.
Pela primeira vez Josué é citado. Ainda não o conhecemos. Não sabemos quem é. Com certeza, alguém de muita confiança da parte de Moisés. Ele ordena que o próprio Josué escolha homens para guerrearem contra os amalequitas. A guerra seria no dia seguinte.
Moisés informou a Josué que não iria com ele. O combate seria por conta de Josué. Moisés subiria ao alto de uma coluna segurando em sua mão, a vara de Deus. Para fazer a diferença.
Engraçado que o Senhor fala que a vara é de Moisés e Moisés sempre fala que a vara é do Senhor. É assim que deve ser. Afinal, Ele nos usa, mas não somos nós. É Ele. Tem tudo a ver com Ele.
https://www.youtube.com/watch?v=0jDlU-XiwCw
No dia seguinte Josué saiu à batalha. Sem Moisés, Era o líder. Lutou contra o exército de Amaleque.
Moisés subiu com Arão e Hur (novamente não está sozinho) até o topo de uma colina, de onde podia ver a batalha. Levantou seus braços. Quando seus braços permaneciam erguidos, os israelitas prevaleciam na batalha. Quando se cansava e seus braços abaixavam, eram os amalequitas que prevaleciam.
Arão e Hur foram atrás de uma solução. Encontraram uma pedra para Moisés se sentar. Estavam ali porque Moisés precisava de suporte. Era uma estratégia do Senhor.
Josué na batalha e os três na intercessão. Suportando Josué e o povo de Israel.
Moisés sentou-se. Arão e Hur seguraram seus braços e mantiveram suas mãos erguidas até à tarde. Assim, com esse apoio completamente espiritual, Josué aniquilou o exército dos amalequitas. Esse foi o resultado da ação de Moisés, Arão e Hur.
Foram necessários quatro homens na liderança de uma batalha para que Israel vencesse. Três agiam no mundo espiritual enquanto um ia para a frente de batalha, literalmente falando.
É lindo ouvir o Senhor ordenar a Moisés que escrevesse em um rolo, como lembrança permanente e lesse, para Josué, em voz alta que o Senhor apagaria toda e qualquer recordação de Amaleque.
Josué precisava ouvir. Foi ele quem enfrentou a morte cara a cara, junto com os homens que havia escolhido para guerrear. Foi ele quem teve que brandir a espada. Gritar ordens. Ver o campo de batalha. Sentir o cheiro da morte.
Muitas vezes queremos estar na posição de Moisés. E o Senhor nos coloca na posição de Arão e Hur. Precisamos encontrar uma pedra para Moisés sentar-se e erguer sua mão, sustentá-la. Até o final da tarde.
Outras vezes preferimos ser Arão ou Hur, mas somos levados pelo Senhor a ser Josué. Temos que ir à batalha. Conferir nossa armadura. A estratégia. O exército. Sentir o cheiro do sangue. Ouvir os gritos de guerra. Ordenar ordens. Animar os soldados. Não estávamos vendo Moisés, embora tenha nos dito que subiria uma colina com a vara do Senhor nas mãos. Não há tempo de procurá-lo. A batalha ruge à nossa frente. Não temos um minuto sequer. Precisamos batalhar. Confiando no Senhor.
Outras vezes ainda, queremos ser Josué, mas o Senhor nos ordena ser Moisés. Ficamos de longe observando a batalha. Querendo interferir. Como um técnico em um jogo. Mas não há o que fazer. Precisamos levantar nossas mãos em clamor ao Senhor. A batalha é do povo, de Josué, e do Senhor. Somos intercessores.
Não direi “apenas intercessores” porque o intercessor tem um papel importantíssimo na batalha. O resultado de Moisés ter permanecido com suas mãos erguidas, ajudado e sustentado por Arão e Hur foi a vitória de Josué e do povo de Israel na batalha.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1816-1929.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1930-36.html
Que o Senhor nos dê o discernimento de onde devemos estar, em cada batalha.
Quando a batalha acabou, Moisés construiu um altar em louvor ao Senhor. Chamou-O de Javé-Nissi, "o Senhor é minha bandeira”. Ele sabia que não foi sua mão que fez a guerra ser vencida, foi o Senhor, sendo sua bandeira. É tudo sobre o Senhor. Nunca foi sobre nós.
https://www.youtube.com/watch?v=OpMm5JO0wtU
Ficamos por aqui. Nossa leitura diária, do dia vinte termina neste capítulo.
Continuamos “amanhã”. Até lá.
Na postagem anterior, vimos o Senhor dar água para o povo de Israel quando Moisés feriu a rocha, no Monte Sinai.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-171-7.html
Agora, continuamos nossa caminhada através do versículo oito ao versículo dezesseis. Ainda do capítulo dezessete de Êxodo.
Quando Israel ainda estava acampado em Refidim, os guerreiros de Amaleque atacaram.
Pela primeira vez Josué é citado. Ainda não o conhecemos. Não sabemos quem é. Com certeza, alguém de muita confiança da parte de Moisés. Ele ordena que o próprio Josué escolha homens para guerrearem contra os amalequitas. A guerra seria no dia seguinte.
Moisés informou a Josué que não iria com ele. O combate seria por conta de Josué. Moisés subiria ao alto de uma coluna segurando em sua mão, a vara de Deus. Para fazer a diferença.
Engraçado que o Senhor fala que a vara é de Moisés e Moisés sempre fala que a vara é do Senhor. É assim que deve ser. Afinal, Ele nos usa, mas não somos nós. É Ele. Tem tudo a ver com Ele.
https://www.youtube.com/watch?v=0jDlU-XiwCw
No dia seguinte Josué saiu à batalha. Sem Moisés, Era o líder. Lutou contra o exército de Amaleque.
Moisés subiu com Arão e Hur (novamente não está sozinho) até o topo de uma colina, de onde podia ver a batalha. Levantou seus braços. Quando seus braços permaneciam erguidos, os israelitas prevaleciam na batalha. Quando se cansava e seus braços abaixavam, eram os amalequitas que prevaleciam.
Arão e Hur foram atrás de uma solução. Encontraram uma pedra para Moisés se sentar. Estavam ali porque Moisés precisava de suporte. Era uma estratégia do Senhor.
Josué na batalha e os três na intercessão. Suportando Josué e o povo de Israel.
Moisés sentou-se. Arão e Hur seguraram seus braços e mantiveram suas mãos erguidas até à tarde. Assim, com esse apoio completamente espiritual, Josué aniquilou o exército dos amalequitas. Esse foi o resultado da ação de Moisés, Arão e Hur.
Foram necessários quatro homens na liderança de uma batalha para que Israel vencesse. Três agiam no mundo espiritual enquanto um ia para a frente de batalha, literalmente falando.
É lindo ouvir o Senhor ordenar a Moisés que escrevesse em um rolo, como lembrança permanente e lesse, para Josué, em voz alta que o Senhor apagaria toda e qualquer recordação de Amaleque.
Josué precisava ouvir. Foi ele quem enfrentou a morte cara a cara, junto com os homens que havia escolhido para guerrear. Foi ele quem teve que brandir a espada. Gritar ordens. Ver o campo de batalha. Sentir o cheiro da morte.
Muitas vezes queremos estar na posição de Moisés. E o Senhor nos coloca na posição de Arão e Hur. Precisamos encontrar uma pedra para Moisés sentar-se e erguer sua mão, sustentá-la. Até o final da tarde.
Outras vezes preferimos ser Arão ou Hur, mas somos levados pelo Senhor a ser Josué. Temos que ir à batalha. Conferir nossa armadura. A estratégia. O exército. Sentir o cheiro do sangue. Ouvir os gritos de guerra. Ordenar ordens. Animar os soldados. Não estávamos vendo Moisés, embora tenha nos dito que subiria uma colina com a vara do Senhor nas mãos. Não há tempo de procurá-lo. A batalha ruge à nossa frente. Não temos um minuto sequer. Precisamos batalhar. Confiando no Senhor.
Outras vezes ainda, queremos ser Josué, mas o Senhor nos ordena ser Moisés. Ficamos de longe observando a batalha. Querendo interferir. Como um técnico em um jogo. Mas não há o que fazer. Precisamos levantar nossas mãos em clamor ao Senhor. A batalha é do povo, de Josué, e do Senhor. Somos intercessores.
Não direi “apenas intercessores” porque o intercessor tem um papel importantíssimo na batalha. O resultado de Moisés ter permanecido com suas mãos erguidas, ajudado e sustentado por Arão e Hur foi a vitória de Josué e do povo de Israel na batalha.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1816-1929.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-1930-36.html
Que o Senhor nos dê o discernimento de onde devemos estar, em cada batalha.
Quando a batalha acabou, Moisés construiu um altar em louvor ao Senhor. Chamou-O de Javé-Nissi, "o Senhor é minha bandeira”. Ele sabia que não foi sua mão que fez a guerra ser vencida, foi o Senhor, sendo sua bandeira. É tudo sobre o Senhor. Nunca foi sobre nós.
https://www.youtube.com/watch?v=OpMm5JO0wtU
Ficamos por aqui. Nossa leitura diária, do dia vinte termina neste capítulo.
Continuamos “amanhã”. Até lá.
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