Mostrando postagens com marcador circuncisão. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador circuncisão. Mostrar todas as postagens

sábado, 23 de novembro de 2019

Atos 15.1-41

Leitura do dia 13/11.

Na postagem anterior vimos Paulo e Barnabé em Icônio, em Listra e Derbe. São considerados deuses. São apedrejados. Não param de levar as boas-novas por todas as cidades onde passam. Até que voltam para Antioquia da Síria, onde contam, com alegria, como foram usados pelo Senhor e como a porta se abriu para que os gentios sejam alcançados.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/11/atos-141-28.html

Agora, caminharemos através do capítulo quinze de Atos.

Chegaram a Antioquia alguns homens da Judeia. Ensinavam aos irmãos que deveriam ser circuncidados, conforme a lei de Moisés, para serem salvos. Paulo e Barnabé discordaram e discutiam com eles energicamente.

A igreja em Antioquia resolve enviar representantes à Jerusalém para alinhamento. Paulo e Barnabé estavam entre eles.

No caminho, passam na Fenícia e Samaria. Visitam os irmãos. Contam-lhes que os gentios também estavam sendo convertidos. Todos ficaram muito alegres.

Quando chegam a Jerusalém são bem recebidos. Relatam o que o Senhor fizera por meio deles.

Alguns discípulos que eram fariseus levantam-se e dizem que os gentios convertidos devem ser circuncidados e devem guardar a lei de Moisés.

Os apóstolos e presbíteros reúnem-se para decidir a questão. Pedro (meu querido) levanta-se. Fala que há muito tempo o Senhor o escolhera para falar as boas-novas aos gentios. Ele, o Senhor, conhece todos os corações. Confirma que aceita os gentios ao lhes dar o Espírito Santo como fizera a eles. Seus corações foram purificados pela fé.

Por que provocar o Senhor, sobrecarregando os gentios com um jugo que nem eles nem seus antepassados conseguiam suportar?

Afirma que todos creem que tanto eles como os gentios são salvos da mesma forma, pela graça do Senhor Jesus (Efésios 2.8).

Todos ficaram em silêncio enquanto Barnabé e Paulo contam os sinais e maravilhas que o Senhor realizara entre os gentios.

Quando terminam, Tiago, irmão do Senhor, levanta-se e toma a palavra. Confirma o que Pedro falara. Citou Amós 9.11,12, dizendo que tudo está em pleno acordo com o que os profetas escreveram. Não deviam criar dificuldades para que os gentios se convertessem ao Senhor. Deveriam escrever-lhes para se abster de comer alimentos oferecidos a ídolos, da imoralidade sexual, da carne de animais estrangulados e do sangue.

Então, escolheram representantes de Jerusalém que foram enviados a Antioquia da Síria, junto com Paulo e Barnabé, para informa-los da decisão. Levaram uma carta para ser lida, onde diziam sobre tal decisão.

Os representantes partiram de imediato. Quando reuniram a igreja em Antioquia, houve grande alegria entre a igreja naquele dia. Despediram os representantes em paz.

Silas, um dos representantes ficou em Antioquia. Paulo e Barnabé também. Eles e muitos outros ensinavam e pregavam a Palavra do Senhor naquela cidade.

Nesta época Paulo chamou Barnabé para voltar às cidades onde pregaram, para visitar os irmãos e verem como estavam.

Barnabé quis levar João Marcos. Paulo não quis. Ele os deixara na Panfilia, não prosseguindo naquela missão. Tiveram um desentendimento tão grande que Barnabé foi para um lado com João Marcos e Paulo para outro, com Silas.

Os irmãos os entregaram ao cuidado do Senhor. Viajaram por toda a Síria e Cilícia, fortalecendo as igrejas por aonde iam.

Que nos interessemos pelo povo do Senhor como esses homens se interessavam. E não permitamos que nenhum desentendimento nos impeça de abençoar pessoas.

Continuamos amanhã. Leremos a partir do capítulo dezesseis. Até o capítulo dezoito de Atos.

Espero você. Até lá.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2019

Josué 5.1-15

Leitura do dia 27/02.

Na postagem anterior vimos Israel atravessar o Jordão e erguer um monumento para testemunho às próximas gerações.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/02/josue-41-24.html

Agora, leremos o capítulo cinco.

Atravessaram o Jordão no dia décimo do primeiro mês. Próximo à Páscoa.

Os reis dos amorreus e dos cananeus ouviram que o Senhor secou o Jordão para que Israel atravessasse. Ficaram apavorados. Não havia mais ânimo neles. Como lutar com um povo que tem o Senhor como aliado? Quais as chances de vencer?

Quando Israel foi para o acampamento, o Senhor ordenou que fizessem facas de pedras e circuncidassem todos os homens. Ninguém havia sido circuncidado no deserto. Era uma nova geração.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-171-27.html

A geração antiga havia sido destruída por duvidarem continuamente do Senhor.

O Senhor disse a Josué que neste dia, após a circuncisão, que era a renovação de uma aliança, Ele tirou completamente deles a vergonha da escravidão no Egito.

Depois que todos os homens foram circuncidados, ficaram no acampamento até se recuperarem.

Enquanto estavam ali acampados, comemoraram a Páscoa. Ao entardecer do décimo quarto dia. No dia seguinte comeram pães sem fermento e grãos tostados produzidos na terra.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-121-51.html

Neste dia, quando começaram a comer da colheita da terra de Canaã, o maná parou de cair.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/exodo-161-36.html

É maravilhoso que, enquanto precisaram, o Senhor enviou diariamente o maná. Agora, não havia mais necessidade. Ele cessa.

Josué estava se aproximando de Jericó. Olhou para cima. Viu um homem em pé com uma espada na mão. Um guerreiro.

Chegou até ele e perguntou se era amigo ou inimigo. Estava prestes a entrar em uma batalha. Não era urgente saber quem era. Era urgente saber de que lado estava. Amigo ou inimigo.

O homem respondeu sua pergunta dizendo que era Comandante do Exército do Senhor. Havia acabado de chegar.

Josué, em sinal de reverência, prostrou-se a seus pés e perguntou quais ordens o Comandante trazia para ele.

Gosto da humildade de Josué. Era o líder de uma nação. E se prostra diante de um Comandante. Não um comandante qualquer, mas o Comandante do Exército do Senhor. Disposto a ouvir e obedecer suas ordens. Sabia que seriam ordens vindas do próprio Senhor dos Exércitos.
http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/josue-uma-semente-sendo-germinada-no.html

Não sei o que passou na cabeça de Josué naquele momento. O Comandante lhe daria uma estratégia específica? Quais seriam as ordens? http://www.espalhandoasemente.com/2016/06/respostas-que-meu-coracao-precisa.html

Havia apenas uma. O Comandante ordenou que Josué tirasse as sandálias de seus pés. O lugar que estava era santo. Josué obedeceu. Simples assim. Não questionou nada. Apenas obedeceu. Tirou suas sandálias.

Assim termina o capítulo cinco.

Que sejamos obedientes como Josué. Que respeitemos a santidade do Senhor. Que tiremos nossas sandálias.

Continuamos na próxima postagem.

Espero você. Até já.

sábado, 19 de janeiro de 2019

Êxodo 4.18-31

Leitura do dia 17/01.

Na postagem anterior vimos Moisés questionando o Senhor de várias maneiras. Não queria voltar ao Egito. Mas não tinha desculpas.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-11-17.html

Agora, continuaremos ainda através das páginas do capítulo quatro de Êxodo. Do versículo dezoito ao versículo trinta e um.

Após ser “convencido” pelo Senhor a obedecer, Moisés vai até Jetro (ou Reuel), seu sogro e pede que ele o deixe voltar ao Egito.

Não conta que tem uma missão, nem que o Senhor lhe apareceu.
Apenas deseja ir ao Egito ver se seus parentes ainda vivem.

Nem tudo que vivemos com o Senhor deve ser compartilhado. Moisés sabia disso. Não era o momento.

Jetro o abençoou para ir. Ele tomou sua esposa e seus filhos, colocou-os em um jumento e voltou para o Egito.

Antes de Moisés ir, o Senhor revelou-lhe que todos que buscavam sua morte haviam morrido. Com certeza foi um alívio ouvir tal revelação.

Moisés levava em sua mão a “vara de Deus”. A mesma vara que estava em sua mão quando o Senhor o chamou. Não é mais uma simples vara de trabalho. Agora, é “a vara de Deus”.

Quando o Senhor nos pergunta o que temos e nós lhe entregamos, tudo muda. Não temos em nossas mãos apenas um instrumento de trabalho, temos algo que lhe pertence. Algo que Ele transformou. Que Ele vai usar. Como aqueles peixes e pães.
http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/continuamos-nossa-viagem-atraves-do.html
http://www.espalhandoasemente.com/2017/12/a-segunda-multiplicacao-dos-paes-e.html

O Senhor ordenou que Moisés fizesse, no Egito, os milagres para os quais Ele o havia capacitado. Não era qualquer milagre, eram apenas os milagres que o Senhor o havia capacitado a realizar. Moisés não era o todo-poderoso, o “bam-bam-bam”, o milagreiro. Faria apenas o que o Senhor o havia capacitado a fazer. Nada além disso, mas também nada aquém.

A mensagem era simples. Deveria dizer a Faraó que o Senhor os havia encontrado. Que Israel era Seu filho mais velho. Que deixasse Israel ir ao deserto para adorá-Lo. Se recusasse, seu filho mais velho seria morto.

Moisés parou em uma estalagem e o Senhor o confrontou. Todos os israelitas deveriam ser circuncidados e Moisés não havia circuncidado seu filho. Estava quebrando a aliança do Senhor. Zípora, sua mulher, interveio e fez o que Moisés deveria ter feito há tempos.

Quando obedecemos ao Senhor e vamos em direção à nossa missão, acredite, Ele nos confrontará. Enquanto não estivermos alinhados com Ele, não nos deixará prosseguir. Invariavelmente teremos esse confronto. E será perigoso, como foi para Moisés.

Só depois de estarmos completamente alinhados e dentro de Sua aliança, é que poderemos prosseguir nosso caminho a fim de realizar nossa missão, dada por Ele.

O Senhor ordenou que Arão fosse ao deserto encontrar-se com Moisés. Arão foi. Quando se encontraram, Moisés contou a Arão tudo que o Senhor havia dito.

Ambos voltaram ao Egito. Reuniram os líderes de Israel. Arão disse tudo que o Senhor havia falado a Moisés. Os sinais foram feitos. O povo creu.

Deve ter sido uma cena muito linda. Quando o povo ouviu que o Senhor se importava com eles e tinha visto seu sofrimento, prostraram-se e adoraram.

Que possamos ter essa mesma atitude, a cada dia, afinal sabemos que o Senhor se importa conosco, tem visto nosso sofrimento e tem trabalhado a nosso favor, mesmo quando não é evidente. Mesmo quando acreditamos que "tudo está contra nós".
http://www.espalhandoasemente.com/2015/11/jaco-jose-nao-morreu-acredite.html

O capítulo quatro termina aqui.

Continuamos na próxima postagem. Até já.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Gênesis 34.1-31

Leitura do dia 10/01 (Leitura Bíblica Anual).

Na postagem anterior, finalmente vimos o encontro entre Jacó e Esaú. De tirar o fôlego.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-331-20.html

Agora, caminharemos pelas páginas do capítulo trinta e quatro. Nosso último texto de hoje.

Diná era a única filha de Jacó. Certa vez ela saiu, sozinha, para visitar algumas moças que viviam na região onde estavam agora morando. Siquém, filho de Hamor, era o príncipe daquela região. Quando a viu, não se conteve. Agarrou Diná e a violentou. Em seguida, apaixonou-se por ela. Tentou conquistar sua afeição com palavras carinhosas. Pediu a seu pai que a conseguisse para ele. Queria casar-se com ela.

Jacó logo soube. Não fez nada. Esperou que seus filhos chegassem do campo. Hamor, pai de Siquém, foi pedir que Diná fosse concedida a seu filho, para que se casasse com ela. Os filhos de Jacó souberam o que aconteceu e voltaram rapidamente do campo. Ficaram abalados e furiosos por sua irmã, única irmã no meio de onze homens, tivesse sido violentada. Dá para imaginar o furor que tomou conta deles?

Hamor fez o pedido a Jacó e seus filhos. Disse que Siquém havia se apaixonado por Diná. Que eles permitissem o casamento. Aliás, que houvessem outros casamentos entre eles. Que dessem suas filhas para seus filhos e eles dariam suas filhas para os filhos deles. Assim, poderiam viver juntos. A terra estava à disposição. Que se estabelecessem e fizessem negócios. Que ficassem à vontade para comprar terras ali.

O próprio Siquém falou a Jacó e seus filhos. Pediu que fossem bondosos com ele. Chegou a implorar que deixassem Diná casar-se. Ele daria o que quisessem. Qualquer que fosse o dote, por maior que fosse. Desde que a deixassem ser sua mulher. Os filhos de Jacó responderam falsamente a Siquém. Seus corações estavam cheios de ódio por ela ter sido violentada. Disseram que só poderiam dá-la em casamento se ele fosse circuncidado.

Apesar do que Siquém fez, era o mais respeitado de toda sua família (não sabemos como eram os costumes da região). Sem demora, foi circuncidado. Desejava ardentemente casar-se com Diná. Ele e seu pai foram até à porta da cidade e falaram aos líderes que estavam ali. Propuseram que todos fossem circuncidados para que viessem a ser um só povo. Todos aceitaram.

Quando estava no terceiro dia, após a circuncisão, o dia em que a dor era maior, Simeão e Levi, entraram na cidade sem resistência. Mataram todos os homens. O texto nos conta que eles massacraram os homens daquele lugar. Arrancaram Diná da casa de Siquém e voltaram para o acampamento. Depois os outros filhos de Jacó chegaram à cidade. Vendo todos os homens mortos, saquearam a cidade. Tomaram as riquezas das casas. Levaram as crianças e as mulheres como prisioneiras.

Quando soube, Jacó disse a Simeão e a Levi que haviam arruinado sua vida. Todos os povos daquela terra o odiariam. Eles eram poucos e logo seriam esmagados. Seus filhos responderam que não poderiam permitir que sua irmã fosse tratada como uma prostituta. Jacó temeu o que poderia acontecer com todos eles. Formavam apenas um pequeno grupo.

Fico pensando em Diná. Primeiro foi estuprada. Depois recebeu uma proposta de casamento. Não sei se as palavras carinhosas de Siquém foram suficientes para atingir e curar seu coração. Sei que ficou sozinha. Ferida. Massacrada. E Jacó e seus descendentes, apesar do que ocorreu, não foram benção para aquela nação. Siquém errou com Diná. Simeão e Levi enganaram a todos. 

Um crime não pode justificar outro. Que situação! Uma tragédia que poderia ter sido transformada em benção, mas tornou-se o massacre de uma nação. Por aqueles que deveriam ser abençoadores de nações. 

Hoje terminamos nossa leitura. Amanhã continuamos. Leremos Gênesis, do capítulo trinta e cinco ao capítulo trinta e sete. Espero você. Até lá. 

sábado, 5 de janeiro de 2019

Gênesis 17.1-27

Leitura do dia 05/01 (Leitura Bíblica Anual).

Em nossa leitura de hoje, já percorremos o capítulo quinze e o dezesseis.
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-151-20.html
http://www.espalhandoasemente.com/2019/01/genesis-161-16.html

Agora, percorreremos o capítulo dezessete. Do versículo um ao versículo vinte e sete.

Abrão está com noventa e nove anos. Ismael, treze. Nesta época, o Senhor apareceu a Abrão. Disse-lhe que era (e é) o Senhor Todo Poderoso. Ordenou que Abrão fosse fiel a Ele e tivesse uma vida íntegra. Íntegro significa “inteiro", "reto”. Abrão deveria ser completo em Deus. O Senhor também lhe disse que faria uma aliança com ele. Mais uma vez disse que sua descendência seria incontável. Quando Abrão ouviu, prostrou-se com o rosto no chão. O Senhor continuou falando. Disse que Sua aliança com ele seria fazê-lo pai de muitas nações. Além disso, o Senhor mudaria seu nome! Ao longo de nossa leitura, veremos o quão importante é a mudança de nome. 

Abrão, “pai das alturas”, passou a ser chamado, a partir daquele momento, de Abraão, “pai de multidão”, ou “pai de muitos”. O Senhor disse que o tornaria extremamente fértil. Seus descendentes formariam muitas nações e haveria reis entre eles. Sua aliança seria confirmada com ele e seus descendentes, de geração em geração. Uma aliança sem fim. O Senhor sempre seria o Senhor de Abraão e seus descendentes. Novamente o Senhor fala sobre a terra de Canaã. Seria de Abrão e seus descendentes, para sempre. A responsabilidade permanente de Abraão e seus filhos seria obedecer aos termos da aliança. O Senhor quis um sinal no corpo de todos os homens, descendentes e escravos de Abraão. Deveriam ser circuncidados ao oitavo dia, a partir daquele dia, de geração em geração. Todos os homens seriam circuncidados.

O Senhor também falou a Abraão que estava mudando o nome de Sarai. Agora, ela se chamaria Sara. Aparentemente os dois nomes significam a mesma coisa, "princesa". Cada um em uma língua. Mas Sara perceberia que foi atingida pela mudança. Fazia parte dela. Era alguém diferente a partir daquele dia. Seria mãe de muitas nações. Reis de nações seriam seus descendentes.

O Senhor estava mudando seus nomes porque, dentro de um ano, ambos teriam um filho. Abraão riu consigo mesmo. Como um homem com cem anos seria pai? Como uma mulher com noventa anos teria um filho?

Abraão disse ao Senhor que Ismael vivesse sob sua benção. Estava satisfeito com o filho que havia tido da escrava. O Senhor não. Sua promessa abrangia Abraão e Sara. Eles teriam um menino. Deveria chamar-se Isaque, “ele ri”. Seria com Isaque e seus descendentes que o Senhor confirmaria Sua aliança, para sempre. Ismael também seria abençoado. Também seria extremamente fértil. Seria pai de doze príncipes. Uma grande nação. Mas Sua aliança seria com Isaque, filho de Sara.

Se há algo que admiro em Abraão é sua disposição. Ele não procrastina. Naquele mesmo dia, tomou Ismael e todos os homens de sua casa e os circuncidou, como o Senhor havia ordenado. Ele também foi circuncidado naquele dia. Agora, todos os homens de sua casa traziam em seus corpos a marca da aliança com o Senhor.

Hoje terminamos aqui. Amanhã continuamos. Do capítulo dezoito de Gênesis até o capítulo vinte.

Espero você. Até lá.